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Le langage de Paul Valery Walsh, Allan Frederick 1947

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L £ 5 ll -}  L E  LANUAGJI  D E P A U L  V A L E R Y  A l l a n F r e d e r i c k Walsh  A t h e s i s submitted i n p a r t i a l f u l f i l m e n t o f the requirements f o r the degree o f MASTER OF ARTS i n the Department of FRENCH  Trie U n i v e r s i t y o f B r i t i s h October, 1947  Columbia  Abstract of the t h e s i s , ije_langage_de_Paul_Valer^, by A l l a n F r e d e r i c k  tfalsh,  submitted f o r the degree of  Master of Arts i n the Department of French, U n i v e r s i t y of B r i t i s h Columbia, October,  1947.  By the word "langage" i s meant the manner i n which a poet uses h i s native tongue to express h i s thoughts and ideas.  The German poet can a c t u a l l y create language,  according to E r n s t C u r t l u s ;  the French poet cannot, -  he must deal with the language as i t e x i s t s .  In order  to express h i s dlaeas as c l e a r l y as p o s s i b l e Valery i n s i s t e d on observing r i g i d rules and c o n s t r a i n t s i n language. He  Only by so doing could he achieve  clarity.  considered h i s poems as e x e r c i s e s to this end.  He  f e l t that i n s p i r a t i o n should hare l i t t l e or no p a r t i n the p o e t i c c r e a t i o n , but only oy e x e r t i n g the i n t e l l e c t can a poet approach  the s t a t e of pure p o e t r y .  Valery took great p a i a s i n h i s choice of words both f o r t h e i r sense and f o r t h e i r musical e f f e c t .  He was  an  admirer of Wagner, and as a symbolist sought to express music i n words, both as an end i n i t s e l f and as a support f o r h i s images. To Valery the c h i e f f u n c t i o n of the human being l a y i n the i n t e l l e c t , i n the process of thought, and he'  considered poetry trie only road to the essence o f being, pure conscience, as f o r him i t was the a c t o f thought. The purer the poetry the c&aser one approached to the absolute of pure conscience, and the problem o f pure poetry i s a problem of langaage. Tne law o f c o n t i n u i t y i n the method o f Leonardo da V i n c i i n t e r e s t e d Valery much, and i n h i s images he t r i e s to observe  i t and obey i t .  As a r e s u l t h i s images are  o f t e n obscure, mainly because o f t h e i r extreme  condensation.  Too, Valery o f t e n a s c r i o e s s p e c i a l meanings to words, and places words together i n unusual and unexpected manners,  h i s verbs are always very f u l l ,  especially  verbs  of motion, and he makes great use o f words o f l i g h t and colour.  The sea a l s o p l a ^ s a great p a r t i n h i s poetry.  % e r e run through  the poetry o f Valery c e r t a i n words  which are c h a r a c t e r i s t i c of h i s thought, and which recur time and again with s l i g h t variances o f meaning.  The  two most important of these are "absence" and "pur",  both  of which have to do with the consept o f the a b s o l u t e . These may be termed key-words, and others not q u i t e so important, master-words. To sum up, Valery's i n t e r e s t was i n the i n t e l l e c t and i t s f u n c t i o n i n g , .foetry was to him the supreme  3  creative a c t i v i t y so  to speak.  beaause i t was  the i n t e l l e c t i n a c t i o n ,  But poetry i n v o l v e s the use o f language,  therefore Valery approached the handling of language with an i n t e n s i t y and a capacity which have made him one of the masters o f language among the French p o e t s .  1  INTRODUCTION "Der deutsche D i c h t e r 1 s t Sprachschopfer. 1 s t i n lhm a l s e i n werden...  Die Sprache  Der l a t e i n i s c l i e D i c h t e r f i n d e t  die Worte vor a l s oein ausser s i c h .  S i e hatoen unveranderliche  Pragung der Jahrtausende." Cette d i s t i n c t i o n entre l a langue allemande e t l e s langues l a t i n e s e s t i n t e r e s s a n t e .  Selon C u r t i u s , l e poete  allemand cree, non seulement l a p o e s i e , mais a u s s i l a langue m§me dont e l l e e s t i'ormee. c r e e r sa langue; elle est.  Le poete f r a n g a i s ne peut  e l l e e x i s t e deja - e l l e ne d e v i e n t . p l u s ,  Le poete f r a n g a i s , a l o r s , ne peut pas creer  une langue pour mieux exprimer ses pensees;  i l faut  qu'il  accorde ses pensees aux moyens d'expression d e j a admis dans une l a n g u e - f i g e e . Avant d ' e n t r e r dans l e t u d e du "langage" de Paul 1  Valery, essayons d'abord de d e f i n i r ce mot.  Une langue,  s e l o n une d e f i n i t i o n assez simple e t peut-§tre pas trop comprehensive, communication  n'est pas autre chose qu'un moyen de entre l e s e t r e s - on p a r l e m§me de l a  langue des b§tes - e t dans l e cas des §tres humains  (1)  Curtius - Eranzosischer_Gelst_im_Neuen_Europa, P. 164.  2 cette communication  se f a i t par l'emploi de c e r t a i n s sons  que nous appelons des mots.  Selon l a maniere dont ces  mots sont unis et juxtaposes notre langue e s t plus ou moins c l a i r e , et a i n s i e l l e a r r i v e a r e m p l i r sa f o n c t i o n d'une facon p l u s ou moins r e u s s l e . Par "langage", en p a r l a n t du langage d'un poete, , entendons done l a maniere dont ce poete se s e r t de sa langue pour mieux exprimer ce q u ' i l veut communiquer.  Le  poete allemand', nous venons de l e v o i r , peut creer une langue;  c'est a l o r s son langage, cette  linguistlque. langue;  creation  Le poete f r a n g a i s ne peut pas creer une  son langage e s t l a maniere dont i l se s e r t de  c e t t e langue quelque peu i n f l e x i b l e pour r e m p l i r sa f o n c t i o n de poete. Quoique l a langue s o i t un instrument en apparence s i f a c i l e a employer,  tres peu l'emploient avec adresse  de fagon a d i r e ce q u ' i l s v e u l e n t d i r e , de s o r t e que expression ne p r e t e a aucune equivoque.  leur  Combien de textes  nous l i s o n s , combien de d i s c o u r s nous ecoutons ou 1'apparence  de s i m p l i c i t e d'expression  et de c l a r t e ne  fa^it que cacUer une o b s c u r i t e de pensee ou une confusion complete d ' i d e e s .  Valery se m e f i a i t de tout ce qui  pa'raissalt etre c l a i r :  "La i'acilite* de l e c t u r e e s t l a  r e g i e dans l e s L e t t r e s , " d i t - i l .  "Tout l e monde tend a  ne l i r e que ce que tout l e monde a u r a i t pu e c r i r e . . . Quant a moi, d'un  j e l e confesse,' j e ne s a i s i s a peu pres  l i v r e q u i ne me r e s i s t e pas."  paradoxalement, a ete accuse  (l)  rien  E t lul-m8me,  d'§tre obscur, a l o r s que l a  chose q u ' i l v o u l a i t e v i t e r avant  tout, c * e t a i t l ' o b s u u r i t e .  Pour a t t e i n d r e ce but de c l a r t e e t de l u c i d i t e p a r f a i t e Valery pretend q u ' i l n ' e c r i t des vers comme des e x e r c i c e s . Dans "Les Disputes L i t t e r a i r e s " i l d i t : ete surtout pour moi des e x e r c i c e s .  "Mes vers ont  Le c a l c u l logique,  l e dessem, l a v e r s i f i c a t i o n r e g u l l e r e , sont des e x e r c i c e s de-tout premier ordre pour 1 ' e s p r i t . " (2) Reconnaissant  que l a langue f r a n e a i s e e t a i t f a i t e , .  q u ' e l l e n ' e t a i t pas " e i n werden" comme d i t C u r t i u s de 1'allemand, Valery s a v a l t q u ' i l ne p o u r r a i t a r r i v e r a (1)  "Je d i s a i s quelquefois a Stephane Mallarme"  N.R.P., Tome 3 8 , P. 825.  (2)  Lefevre - SDtretiens_avec_Paul_Valery, P. 27.  4 une p e r f e c t i o n de c l a r t e qu'n observant e t en se souraettant aux r e g i e s e t aux c o n t r a i n t e s c l a s s i q u e s de l a poesie  franchise.  A l b e r t Thibaudet nous d i t qu'avec  l a p u b l i c a t i o n de l a Jgune_Parc}ue: "II e s t a l o r s a r r i v e c e c i de paradoxal que de Valery on peut d i r e q u ' i l a s e r v i de s a i n t e n l r .  I I a maintenu,  a une epoque ou i l s v a c i l l a l e n t , l e s cadres .:• techniques, rigoureux  de l a poesie  frangalse.  I I a r e f u s e , comme  d i s a i t Mallarme, de toucher au v e r s .  I I a donne une  bonne conscience a ceux qui l e defendaient  encore." ( l )  Tout en subissant l ' a u t o r l t e des regies e t des c o n t r a i n t e s c l a s s i q u e s , Valery, d i s c i p l e de Mallarme, s ' i n t e r e s s a i t a une poesie definie.  Sous l  1  nouvelle, du du moins guere  i n f l u e n c e de Mallarme et -d'Edgar Poo"  Valery v i s a l t comme but f i n a l l a poesie pure. qu'est-ce done que c e t t e poesie pure?  Mais  Voyons ce qu'nn  d i t John Middleton Murry: "The poetry'  work o f the pure poet i n t h i s sense o f 'pure ( l a poesie  de Valery e t de Mallarme) c o n s i s t s i n  the conscious and d e l i b e r a t e c o n s t r u c t i o n upon a theme i n i t s e l f u t t e r l y I n d i f f e r e n t , o f a musical  (1)  Ihibaudet  pattern  - Histoire_de_la_Litterature_Eran£aise  A  p . 554.  of words which .gives d e l i g h t .  In t h i s sense the  'purity*  of poetry c o n s i s t s l n i t s absolute independence of subject:  'pure poetry' i s simply v e r b a l music.* ( l )  Pierre  1  Trahard e s t d'accord sur l a n e c e s s l t e de  1'element musical, mais l l constate que l a musique pure e s t a u s s i inconnue que l a poesie pure, purete r e s t e un i d e a l i n a c c e s s i b l e .  car c e t e t a t de  (2)  Pour Valery c'est un jeu de 1 ' i n t e l l e c t , de 1 ' e s p r i t , de creer l a poesie, s u r t o u t une poesie pure:  l'enthousiasrae,  1 ' i n t u i t i o n , 1 • i n s p i r a t i o n ne sont pas des e t a t s p o e t i q u e s . On peut o b j e c t e r que s i l a poesie d o i t e t r e f a i t e c a l c u l s ou l a s e n s l b i l i t e n'entre pas,  de  toute v i e en s e r a -  pros c r i t e , sans q u ' i l en r e s t e autre chose qu'une forme, m§me une formule, quelque chose d ' a b s t r a i t e t d'ecarte de notre v i e s e n s i b l e .  Trahard I ' a f f i r m e :  "La p o s i t i o n de Valery e s t dangereuse:  voaioir  a i n s i p u r i f i e r l ' e s p r i t a l'extr&me, c'est l a s t e r i l i s e r , et, du meme coup, v i d e r l a poesie de toute substance."  (1) Murry - £ountries_of_the_M|.nd, Tome I, P. (2)  Trahard - Le_My_stere_Poetigue,  (3)  Trahard - Ouv.  c i t . , P.  154.  P.  124.  19.  (3)  6  Qu'est-ce qui a empeche que r e d u i t e a des  l a poesie  formes mortes?  de Valery ne  C'est ce que  a p p e l l e l e dualisme du poete.  soit  Trahard  II y a chez l u i une  constante entre 1 * I n t e l l i g e n c e et l a s e n s i b i l i t e j  lutte i l  veut v i v r e dans l a r a r e t e de 1 ' e s p r i t pur, mais malgre lui,  11 ne peut pas  s ' a b s t r a i r e du monde.  dualisme," d i t Trahard, " l ' o b l i g e  "Ce  perpetuel  a ehercher un compromis  entre l e r e e l et 1 ' a b s t r a i t , en rendant c e l u i - c i voluptueux et p l a s t l q u e . " ( l ) Pour a t t e i n d r e son i d e a l d'une poesie pure, visee  du  s e u l i n t e l l e c t , Valery accepte qvec enthousiasme l e s rigueurs et l e s c o n t r a i n t e s dont nous avons p a r l e . Mais: "C&tte rigueur ne 1'empeche pas melodie f l u i d e  de rechercher  la  q u ' i l o b t i e n t grace a l ' e x a c t l t u d e  de  l ' e x p r e s s i o n dans l e deta.il, et i l pousse cette jusqu'a l a minutle excessive  exactitude  e-t l a v i r t u o s i te l a b o r i e u s e .  La musique, dont l e souci rapproche Valery de Racine, e s t un des buts de sa poesie,  comme l a p e n e t r a t i o n  psychique en est un a u t r e .  ( l ) Trahard - Ouv.  c i t . , P.  de l a v i e  Musique et v i e psychique rie  156.  sauraient §tre d i s s o c i e e s :  en e l l e s e s t l e mystere  poetique. "Pour p e r c e r ce mystere Valery compte sur l e langage et l a technique.  De l a poasie qui formule  (de  Ronsard  et Malherbe) i l accepte l a technique savante et v o l o n t a i r e , l e langage  concentre, l ' a r t c l a s s i q u e .  I I accepte en  revanche, l e s premisses du symbolisme musical, l e symbolisme a g i s s a n t comme un f l i t r e poesie ses impuretes;  qui r e t i r e de l a  11 accepte l a technique du  symbolisme, c ' e s t - a - d i r e l'etude des timbres et de l a v a l e u r expressive des a l l i t e r a t i o n s . . . Bref, i l emprunte aux deux techniques, c e l l e de Malherbe e t c e l l e  de  V e r l a i n e , ce q u e l l e s ont chacune de p l u s d i f f i c i l e , 1  il  et  espere r e a l i s e r par cette f u s i o n , par cette d i s t i l l a t i o n  l e n t e , l a poesie absolue." ( l ) Dans l a poesie de Valery un langage exact et recherche cree une poesie qui tend vers une purete qui ne peut pas e x i s t e r , car s i e l l e p o u v a i t e x i s t e r e l l e s e r a i t  rien  d'autre qu'une absence p a r f a i t e , une beaute absolue qui se perd au f u r et a mesure qu'on s'en approche.  (1)  Trahard - Ouv.  c i t . , Pp. 159  - 160.  "11 n'est  8  -  r i e n de s i beau que ce qui n e x i s t e pas. 1  11  (1)  Est-ce  c e t t e beaute que v i s a i t Valery? Nous a l l o n s examiner l a poesie de P a u l Valery du p o i n t de vue de langage; l'a  etude qui c'omporte, l e poete  lui-m§me indique, outre l a connaissance de l a d o c t r i n e  l i t t e r a i r e du poete, l ' a n a l y s e du v o c a b u l a i r e , des images, et de l a q u a i l t e musicale qui r e l e v e de l a j u x t a p o s i t i o n melodieuse des mots. "II  f a u d r a i t f a i r e v o i r que l e langage c o n t i e n t des  resources emotives mSlees a ses p r o p r i e t e s p r a t i q u e s et directement s i g n i f i c a t i v e s . f o n c t i o n du poete  Le devoir, l e t r a v a i l , l a  sont de mettre en evidence et en  a c t i o n ces puissances de mouvement et ces  d'enchantement,  e x c i t a n t s de l a v i e e f f e c t i v e et de l a s e n s i b i l i t e  i n t e l l e c t u e l l e , qui sont confondues dans l e langage usuel avec l e s signes e t l e s moyens de communication l a vie ordinaire et s u p e r f i c i e l l e . et  de  Le poete se consacre  se consume done a d e f i n i r et a c o n s t r u i r e un langage  dans l e langage;  et son operation, qui e s t longue,  d i f f i c i l e , . d e l i c a t e , qui demande l e s q u a l i t e s l e s p l u s  (!)  y a r i e t e _ I , P.  63.  d i v e r s e s de 1 ' e s p r i t , e t qui jamais n'est achevee comme jamais e l l e  n'est exactement p o s s i b l e , tend a  c o n s t i t u e r l e d i s c o u r s s'un Stre p l u s pur, p l u s p u i s s a n t et plus profond dans ses pensees, plus intense dans sa vie,  plus elegant e t p l u s heureux dans sa p a r o l e que '  n'lmporte q u e l l e personne r e e l l e .  Cette p a r o l e  e x t r a o r d i n a i r e se. f a i t connaltre et r e c o n n a i t r e par l e rythme et l e s harmonies qui en soutiennent e t qui doivent §tre s i intimement, e t meme s i mysterieusement l i e s  a  sa generation, que l e son e t l e sens ne se p u i s s e n t p l u s separer et se repondent i n d e f i n i m e n t dans l a memolre." ( l )  (1)  V a r i e t e _ I I , P.  131.  10  8£i£XlRE_X  On est. e n c l l n a penser que ce qui i n t e r e s s e l e poete, ce qui e s t pour l u i d'une importance c a p i t a l e , c'est laccomplissement de son oeuvre p o e t i q u e .  II a  eprouve quelque emotion i n s p i r e e par un evenement quelconque, et i l  veut transmettre cette emotion a  a u t r u i par l e moyen de l a p o e s i e .  Tous ceux dont  1'heritage l i t t e r a i r e e s t une l i t t e r a t u r e de langue a n g l a i s e peuvent a v o i r cette i d e e .  En France, ou l e s  d o c t r i n e s l i t t e r a l r e s e t l e s theories poetiques on ete toujours d i s c u t e e s avec i'erveur, on ne c o n c e v r a i t pas une notion s i simple de ce que l e poete veut f a i r e . En France on e s t conscient de l a poesie;  chez nous  on 1'accepte sans s'en a p e r c e v o i r , pour a i n s i  dire.  Pourtant, m§rae en France, l a poesie a ete pour l a p l u p a r t un but en elle-m§rae.  Les l y r i q u e s du selzieme  s i e e l e ont voulu creer de p e t i t s b i j o u s en v e r s , sans pensee profonde, d e s t i n e s a f a i r e p l a i s i r .  Les  o  e c r i v a i n s du dix-septieme s i e e l e ont voulu e c r i r e pour moraliser, pour emouvoir ou pour arauser.  Les romantiques.  du dix-neuvieme s l e c l e , bien q u ' i l s creassent l a poesie  11  metaphysique, ont voulu pour l a p l u p a r t  faire sentlr  l e u r s propres emotions, e t p l u s tard l e s symbdlistes one eu pour but l a recherche du mystere poetique et l e d e s i r de f a i r e eomprendre l e coeur e t l'ame du poete. Or, quoique Valery. p u i s s e §tre compte parmi ces d e r n i e r s , pour l u i l a poesie n'est pas un but en elle-m&me I I e s t v r a i q u ' i l a voulu f a i r e eomprendre l e coeur e t l'ame de l'homme.  Fontainas nous d i t :  "Le symbolisme....est  1*essence e t e r n e l l e de toute  poesie l y r i q u e en France....  C'est l e meme p r l n c i p e ,  au fond, qui v i v i f i e 1 oeuvre....de Paul V a l e r y . " ( l ) 1  E t p l u s tard: "Les g e n e r a t i o n s . . . . t r a v a i l l e n t  incessamment a l a  supreme tache qui e s t de m a g n i f i e r symboliquement (qu'elles l e v e u i l l e n t ou en doutent) 1 ' e s p r i t e t l e coeur de l'homme, dans ses r e l a t i o n s exaltees avec ses semblables  e t avec l a nature.  qui seule me p a r a i t v a l a b l e ,  P r i s dans cette a c c e p t i o n , i e symbolisme se confond  avec l ' u n i v e r s e l amour." ( 2 )  (1)  Foniainas - Mss_Souyenirs_du_gymbolisme, P. 217  (2)  Fontalnas - Ouv. c i t . , P. 218.  12  Pour Valery  l a chose p r i n c i p a l e . d a n s  1*existence,  1'aspect de l ' a c t i v i t e humaine qui l e p a s s i o n n a i t l e p l u s , c ' e t a i t l a pensee.  Ce n ' e t a i t pas l a pensee  en tant que moyen vers un r e s u l t a t qui 1 ' i n t e r e s s a i t , mais p l u t o t l a pensee en tant q u ' a c t i v i t e  intellectuelle,  en tant que developpement de l ' S t r e , du Moi. ce Mol, cette conscience de s o i , que Valery  C'etait  voulait atteindre,  et pour l u i l a poesie e t a i t l e s e u l moyen pour y a r r i v e r . Valery p r e t e n d a i t  toujours,  comme nous l l s o n s plus  haut, que l a poesie n ' e t a i t pour l u i r i e n qu'un On peut se demander, e x e r c i c e quoi?  en quoi?  exercice  exercice. pour  Constatons des maintenant que pour l u i l a poesie  e t a i t un exercice  de l a conscience p a r l e q u e l i l  a r r i v e r a i t a une connaissance du Moi. "II n ' e c r i v a i t jamais que pour a i d e r , d e f l n i r sa pensee." Ce q u ' i l c h e r c h a i t ,  presser,  c ' e t a i t "une  nette e t extreme conscience de s o i . " (1) De s o r t e qu'on p o u r r a i t d i r e que l e s u j e t v e r i t a b l e de l a poesie de Valery  e s t l a pensee.  Pour l u i l a  pensee e t a i t l a c l e f e t 1'expression du Moi, e t l a  ( l ) Fontalnas - De_gtephane_Mallarme_a_Pau  p.  13 poesie e t a i t l e s e u l moyen d'analyqer  e t de d e f l n i r  l a pensee, etant l ' a c t e meme de l a pensee.  On p o u r r a i t  done a l l e r plus l o i n e t d i r e que l e s u j e t de l a poesie de Paul Valery e s t l a p o e s i e . Mais pourquoi  s ' e s t - i l impose tant de c o n t r a i n t e s ?  En se l a i s s a n t a l l e r a 1 ' i n s p i r a t i o n , a l i n t u i t i o n , 1  ne s e r a i t - i l pas a r r i v e a mieux eonnaltre l a pensee, e t p a r consequent, l e Moi?  V a l e r y pense que non. Nous savons  que l'homme q u i symbolise  pour Valery l'homme u n i v e r s e l ,  l'homme i d e a l , e t a i t Leonard de V i n c i .  Ge que Valery  admirait l e plue en c e t homme qui e t a i t son l d o l e , c ' e t a i t l a methode. "Le s e c r e t - c e l u i de Leonard comme c e l u i de Bonaparte, comme c e l u i que possede une f o i s l a p l u s haute i n t e l l i g e n c e ' - e s t e t ne peut etre que dans lesr e l a t i o n s q u ' i l s trouverent, - q u ' i l s f u r e n t f o r c e s de trouver - e.nixs_<3ss_£ho.sss_CAQ^ £QDiiDUlifi.  ,f  (1)  De toutes l e s manifestations  du genie de Leonard,  c e l l e que Valery a d m i r a i t l e p l u s , c ' e t a i t 1 ' a r c h i t e c t u r e . f  (!)  V a r i e t e _ I , P. 211.  14  L ' a r c h i t e c t e prend l e s materiaux qui sont a l a main, les choisit, les t r i e ,  en garde l e s uns  l e s autres, et finalement  e t en  rejette  cree son e d i f i c e , son  temple,  monument a 1 ' i n t e l l e c t qui s a l t surraonter l e s o b s t a c l e s , et en observant l a l o i de c o n t i n u i t e a t t e i n d r e a trlomphe de 1 ' e s p r i t . obstacles  que  Ce n'est qu'n  s u s c i t e 1 ' e s p r i t , que  surmontant l e s l e Moi  A i n s i , pour qu'un poete connaisse l e Moi, se soumette aux  obstacles.  un  se  realise.  i l faut q u ' i l  En admettant que  dans l a  poesie l e s o b s t a c l e s , l e s r e g i e s et l e s c o n t r a i n t e s sont a r b i t r a i r e s ,  ce n'en  sont pas  moins des  obstacles,  e t par consequent i l s importent a l a l i b e r t e . Van  Tleghem nous r a p p e l l e que  est en o p p o s i t i o n aux romantiques.  cette d i s c i p l i n e  t h e o r i e s de c e r t a i n s poetes  Mais, p r e t e n d - i l , 1"invention  et 1*Imagi-  n a t i o n sont sans v a l e u r dans l a c r e a t i o n du beau. f a u t e t a b l i r l ' o r d r e dans l e f o u i l l i s des  idees.  II Le  poete d o i t c h o l s i r et e c a r t e r idees, images, rythmes, sensations, II  et I I ne peut f a i r e c e c i qu'en vertu des  continue: "Bien p l u s , l a d i s c i p l i n e des  poete dans son acte  createur....  regies aide l e v r a i Qu'importe que  les  regl  15  regies s o i e n t a r b l t r a i r e s ?  N'est-ce pas  justement parce  Q U e l l e s sont a r b l t r a i r e s , exterieurement etrangeres  au  1  (1) s u j e t , q u e l l e s rempliront au mieux l e u r r 8 l e de 1  Valery n'a pas  voulu e x p l i q u e r l e s r e g i e s .  c ' e t a i t assez q u ' e l l e s contreignent.  contrainte?" Pour l u i  Dans tout j e u , dans  tout e x e r c i c e lib en f a u t . D ' a i l l e u r s l e s r e g i e s ont des c e l l e de l a d i s c i p l i n e .  que  D'abord, par l e s r e g i e s l e poete  d e f i n i t ce q u ' i l va f a i r e , 11 tache;  f o n c t i o n s autres  l i r a i t e l'etendue de  a i n s i l e chemin vers l a p e r f e c t i o n e s t  sa  clairement  indique, e t l e s canons de l a p e r f e c t i o n sont  rigoureusement  imposes.  contraintes  Deuxiemement, en se soumettant aux  l e poete se developpe lui-meme, e t p a r v i e n t mieux a se connaltre. "La longue l u t t e que  l e poete d o i t . s o u t e n i r contre  l e s c o n t r a i n t e s q u ' i l s ' e s t imposees 1 ' o b l i g e a descendre au fond de lui-ineme et a ehercher ce moi qu'une execution l e moi  raplde eOt cache sous l e moi  superficiel."  profong  banal,  (2)  .(l)  Van  Tleghem - Les_Idees_LJ.tteraires_de_Paul  (2)  Van  Tieghem - Ouv.  c i t . , P.  66  Valery, P. 66.  E n f i n , dans l e s r e g i e s on trouve l a m a n i f e s t a t i o n l a p l u s exacte de l a v i e , qui n ' e x i s t e que soumise a des l o i s de rythme, de r e g u l a r ! t e , de r e p e t i t i o n . En somme, l a poesie de Paul Valery e s t vraiment une recherche du Moi e s s e h t i e l , e t dans c e t t e recherche l a poesie fonctionne comme e x e r c i c e e t comme d i s c i p l i n e . Pour que l a poesie a i t cette v a l e u r i l f a u t des r e g i e s , des c o n t r a i n t e s , car, ce n'est qu'Bn  s'opposant a des'  obstacles que l e poete se r e a l i s e qu p l u s haut degre e t prend  conscience de lui-m§me.  aux regies trans forme l'homme;  D ' a i l l e u r s , l a soumission e l l e exerce une d i s c i p l i n e  sur 1 ' i n t e l l e c t , qui l e pousse vers l a p l e i n e conscience de s o i .  I I y a dans l a d o c t r i n e l i t t e r a i r e de Paul  Valery deux p o i n t s qui meritent d'etre soulignee: 1°  Un poete d o i t e c r i r e en p l e i n e conscience, en  observant l e s r e g i e s e t l e s c o n t r a i n t e s . 2°  Un poete d o i t e v i t e r l e s elans de 1 ' i n s p i r a t i o n  e t de l ' i n t u i t i o n . S i nous etudions maintenant l a poetique de V a l e r y , s u r t o u t l e concept de poesie pure e t l a t h e o r i e du langage, nous verrons q u e l l e importance d'exercice.  y tient l'idee  Selon Van Tieghem l a c r e a t i o n poetique  17  c o n s i s t e en t r o i s elements: 1°  La c o n t r a i n t e , dont. nous avons deja tant p a r l e .  2°  La c r e a t i o n en p l e i n e conscience  intellectuelle,  c ' e s t - a - d i r e , l e r e j e t de 1 i n s p i r a t i o n . 1  3°  Le nasard de 1'invention, car meme s i l e poete  r e j e t t e 1 i n s p i r a t i o n dans sa c r e a t i o n poetique, l a 1  conception de son oeuvre ne peut p r o v e n i r que 1'invention,  de  (l)  A ce probleme de l a c r e a t i o n poetique  s'ajoute  a u s s i l e probleme des rapports de l a forme e t du Selon v a l e r y , i l y a peu  fond.  d ' o p p o s i t i o n entre ces elements  "La vertu c r e a t r l c e q u ' i l a t t r i b u e a l a c o n t r a i n t e donne a l a forme une  t e l l e v a l e u r qu'on p o u r r a i t sans  outrer sa pensee, l u i f a i r e d i r e que l a poesie que  n'est  forme, ou du moins q u ' i l y a d'autant p l u s poesie  que l a forme e s t p l u s pure." Cette n o t i o n de purete  (2) joue un  l a d o c t r i n e l i t t e r a i r e de V a l e r y .  •. grand r o l e dans Valery d i f f e r e n c i e  (1)  Van  Tleghem - Ouv.  c i t . , P.  69.  (2)  Van  Tleghem - Ouv.  c i t . , P.  69.  ia nettement entre l a prose  et l a p o e s i e .  Pour l u i l a  prose, expriraee dans un langage impur, a pour but de transmpttre  les idees.  de l a p o e s i e .  Comme nous avons vu, l a poesie  s e r v i r a developper Moi;  doit  l e poete, al'in q u ' i l connaisse l e  et p u i s , l a poesie s u i ' f i t a elle-meme, sans  v o u l o i r du  tout s e r v i r a l'echange des i d e e s .  nous d i t que "que  Ce n'est pas l a du tout l ' o b j e t  Valery  c e r t a i n e s personnes ne voient au langage  1 ' o f f i c e de t r a n s p o r t e r dans l'un ce qui e s t  c l a i r dans 1'autre," ( l ) mais i l nous montre l a d i f f i c u l t e de cet o f f i c e en nous indiquant l ' i n e g a l i t e des i n t e l l i g e n c e s , l e s o b s c u r i t e s d'expression comprehension, l e peu  de c l a r t e que presente  e t de  1'experience  dans l a nature, et l e s termes i r r a t i o n n e l s de l a r e l i g i o n et des emotions. " . . . . l a transmission p a r f a i t e des pensees e s t une chimere," nous d i t - i l , d'un  totale  discours en idees a pour consequence l ' a n n u l a t i o n  de toute sa forme.  (l)  " e t . . . . l a transformation  II faut c h o i s i r ;  ou b i e n r e d u i r e  "Je d l s a i s q u e l q u f o i s a Stephane Mallarme", P.  ti32.  19  l e langage a sa seule f o n c t i o n t r a n s i t i v e d'un systeme de signaux:  ou bien s o u f f r i r que c e r t a i n s speculent  sur ses p r o p r i e t e s s e n s i b l e s , en developpent  les effets  a c t u e l s , l e s combinaisons f o r m e l l e s e t muslcales,jusqu'a etonner p a r f o i s , esprits.  ou exercer quelque temps l e s  Nul n'est c o n t r a i n t de l i r e personne." ( l )  La-.:forme a done l a plus grande Importance dans l a • poesie de V a l e r y . dans l a p o e s i e .  Le fond e s t ce qui r e s t e de l a prose Comment l e poete r e u s s i t - i l a ce p o i n t  a p e r f e c t i o n n e r sa forme, que son poeme remplisse sa f o n c t i o n "de p r o d u i r e avant tout, p a r l e s mots purs, 1'  1  enchancement.... c e t t e s e n s a t i o n de  sans reference?'  ravissement  Pour o b t e n i r c e t e f f e t , l e poete  d o i t c r o i r e au pouvoir de l a p a r o l e , e t 'bien p l u s a l ' e f f i c a c i t e du son de c e t t e p a r o l e qu'a sa s i g n i f i c a t i o n . C'est par c e t t e a d o r a t i o n du mot-Dleu que l e poete e s t p a l e n . " (2)  (1)  "Je d i s a i s quelquefois a Stephane Mallarme", P. 8'32.  (2)  Van Tleghem, Ouv. c i t . , p . 70.  1  20  De premiere importance dans l a d o c t r i n e l i t t e r a i r e de Paul v a l e r y e s t done l e probleme du langage, l e probleme des mots.  On peut a p e r c e v o i r dans  l e s textes de Valery, a d i t P a r i z e , un e s p r i t qui cherche incessamment "l*unique expression qui l i v r e r a , dans sa purete, l ' i d e e . " ( l )  I I ajoute que l ' a r t  penser chez Valery se confond avec l ' a r t de  de  "forrauler"  sa pensee. "Convenons done q u ' i l n'y a p o i n t antinomie  entre  fond et forme, et, s i l ' o n p r e f e r e , que l a forme p a r f a i t e e s t une  coincidence logiquement  recherchee  de l ' i d e e avec l a p a r o l e qui l a rev§t." (2) Nous avons deja note un aspect de l a n o t i o n de poesie pure,- c e l l e de John Middleton Murry, .ou l a purete  c o n s i s t a i t simplement dans 1 ' e f f e t musical  mots.  Maintenant nous pouvons y a j o u t e r un autre  aspect,- c e l u i ou l a purete d'expression,  (1) '(2)  des  c o n s i s t e en une p e r f e c t i o n  ou l e poete trouve l ' e x p r e s s i o n unique  Parize - Essai_sur_la_pensee_et_^ l a l l r y , P. 40. P a r i z e - Ouv.  c i t . , Pp.  42 - 43.  21  de son i d e e .  Lefevre nous c i t e l e s p a r o l e s de V a l e r y  sur s a methode: "J n'avais entendu f a i r e a l l u s i o n qu'a l a p o e s i e , qui r e s u l t e r a i t , p a r une s o r t e d'exhaustion,  de l a  suppression p r o g r e s s i v e des elements prosalques d'un poeme.  Entendons p a r elements prosalques  peut, sans_dommage, Stre d i t en prose....  tout ce qui L experience, 1  a defaut de raisonnement, montrerait que l a poesie  pure,  a i n s i entendue, d o i t e t r e consideree comme une l i m l t e a l a q u e l l e on peut  tendre, mais q u ' i l e s t presque  impossible de r e j o i n d r e dans un poeme p l u s long qu'un vers." ( l )  ,  Pour Valery l e suprime acte de c r e a t i o n ne p o u v a i t se r e a l i s e r que dans l a p o e s i e ;  car par l a poesie on  peut devenir conscient de l a pensee elle-m§me, e t done du Moi.  Mais, l a p o e s i e , pour remplir 1 ' o f f l e e que  Valery l u i a t t r i b u e , d o i t s'evertuer toujours vers l a purete, e t a t l r r e a l i s a b l e , mais n e c e s s a i r e comme a b s o l u . "A 1'horizon, peril;  toujours, l a poesie pure-....  l a , precisement  notre p e r t e ;  but." (2) (1)  Lefevre - Ouv. c i t . ,  (2)  Y a r i e t e _ I , P. 101  P. 66.  La l e  e t l a meme, l e  22  Or,  cette purete ne peut e t r e r e a l i s e e que p a r un  souci constant  e t intense"du  precisement ce de quo! Valery  langage, e t c'est se p r e o c c u p a i t  au plus  haut degre. "Du verbe e s t ne l e monde," d i t P a r l z e , " . . . . L ' a r t du poete e s t d'atteflndre cette V e r t u  essentielle  recelee p a r l e rythme e t tous ces accidents  1  verbaux,  heureusement combines, q u i donnent au poeme c e t achevement q u i nous encnante tant i l nous semble que c e l u l - c i ne puisse  convenir a c e l u i - l a .  n  (1)  E t Valery a v a i t ce don supreme du verbe.  (1)  P a r i z e - Ouv. c i t . , P. 73.  23  L%S_SQmQZ£-MS_mAGMJMM-lAI£BI Selon P i e r r e Brodin, l a poesie de Paul  Valery  a subi l i n f l u e n c e de t r o i s mouvements poetiques: 1  l e classique, et l e s reunit.  l e p a r n a s s i e n e t l e symboliste, Au c l a s s i c i s m e ,  de Racine, Valery  classicisme  a p r i s l a p r e c i s i o n e t l a rigueur  de sa forme poetique; elements sensuels; musique.  surtout au  (1)  au parnasse i l a p r i s des  e t au symbolisme i l a p r i s l a  Mais c ' e t a i t surtout  l a p r e c i s i o n que  v o u l a i t rechercher, l a p r e c i s i o n e t l a musique.  Valery Le  sensuel p a r a l t dans sa poesie malgre l u i , pour a i n s i parler.  La p r e c i s i o n l u i e t a i t absolument  p r e c l s i o n de s t y l e e t p r e c i s i o n de sens.  necessaire,La pensee  e t a i t pour l u i l a f o n c t i o n l a p l u s sublime de l'homme, et l a poesie l ' a c t e supreme de l a pensee. acte s o i t a u s s i p a r f a i t que p o s s i b l e  (l)  Brodin -  l l f a u t que l e s  Les_ecriyains_fransais_de_l deux guerres, P. 110. =  Pour que c e t  V 24  mots, dont l ' a c t e se c o n s t l t u e , s o l e n t c h o i s l s avec un s o l n extreme.  I I n'est guere n e c e s s a i r e de d i r e que  Valery qu'on l u i a reproche son o b s c u r i t e , mais ce. q u ' i l y a d obs cur chez l u i ne r e l e v e pas du langage, q u ' i l 1  a essaye d'employer  de l a facon l a p l u s  claire.  Charles Chasse a r a i s o n d'indiquer que l a d i f f e r e n c e entre l oeuvre de Laallarme e t c e l l e de Valery 1  tient  a ce que chez c e l u i - l a c'est l a forme qui e s t obscure, tandis que chez c e l u i - c i ce n'est pas l a forme, mais justement l a complex!te e t l a profondeur de sa Pensee. (1) Pour adapter l a langue o r d i n a i r e de l a communication des idees a l a poesie, q u i e s t , ne l ' o u b l i o n s pas, l ' a c t e de l a pensee, l e poete d o i t s'en s e r v i r d'une facon i n s o l i t e e t i n a t t e n d u e . Suivant l a methode de Leonard de V i n c i ,  l e poete observe l a l o i de c o n t i n u i t y ,  et p e r c o i t des rapports entre l e monde de 1 ' e s p r i t e t l e monde s e n s i b l e q u ' i l vaut exprimer.  Comment-Valery  e m p l o i e - t - i l l e langage pour a t t e i n d r e ce but?  (1)  Chasse - "Lueurs s u r L/iallarme", Renaissance, P. 70.  25  D'abord i l donne a c e r t a i n s mots un sens tres s p e c i a l e t tres r e s t r e i n t ;  bien souvent i l  au sens etymologique l a t i n ,  s u i v a n t l e s preceptes de  Mallarme. ( l ) Le mot,  remonte  "absolu", p a r exemple,  n'a pas  chez Valery son sens o r d i n a i r e de "pur" ou de mais p l u t S t l e sens d ' " a f i r a n c h i " , restriction".  "delie",  "parfalt",  "sans  Temoin, dans Le_Gimetiere_Marln:  "Hydre absolu, i v r e de ta c h a i r bleue" (1) ou, dans La_Jeune_Parg.ue: "Parml tant de feux absolus de mon Un autre mot dont i l  front"  (2)  f a u t s a v o i r l e sens avant de  pouvoir eomprendre ce que l e poete veut d i r e e s t "naive", employe au sens de " n a t i v e " .  Dans Le_Rarueur  nous l i s o n s : "Arbres sur qui je passe, ample e t naive moire"  (3)  L'image e s t tout simplement c e l l e du r e f l e t des arbres  (1)  Poesies,•(Charmes), 2.  (2)  P o e s i e s , P. 5 3 .  (3)  Poesies, (Charmes), P.  192.  196.  26  dans l a surface de.l'eau, r e f l e t e n t r e l a c e de s o l e i l e t de lumiere, comme l ' e t o f f e b r i l l e e t s c i n t l l l e lorsqu'on l a tourne au j o u r .  "Naive", parce q u ' e l l e  e s t une p a r t i e n a t u r e l l e du paysage. Chez Valery l e mot " a l t i t u d e " porte un sens special.  I I n'a p l u s l e sens de "hauteur",  p a r f o i s c e l u i de "profondeur"  mais  comme dans &e_CImetiere  Marin: "La s c i n t i l l a t i o n s e r e i n e seme Sur l ' a l t i t u d e un dedain souverain." (1) et p a r f o i s c e l u i de "cime", " d e l " ,  "univers".  Citons  dans La_Jeune_Para.ue: " J ' e t a i s l ' e g a l e e t l'epouse du j o u r , Seul support s o u r i a n t que j e formais d'amour A l a toute-puissante a l t i t u d e adoree..." (2) e t dans  Alr_de_gemiramis:  " I l s courent vers ma tour f a v o r i t e , ou l a f r a l c h e A l t i t u d e m'appelle, e t j e l u i tends l e s b r a s i " (  (1)  Poesie,  (Charmes), P. 186.  (2)  Poesie, P. 76."  (3)  £oesie, (Album des vers a n c i e n s ) , P. 57.  27  Un d e r n i e r exemple  de c e t emploi des mots au sens  s p e c i a l ou etymologique se trouve dans l e s mots "candeur" e t "candide", au sens de "blancheur" et "blanc".  Dans La Jeune ...Parque:  "L'etonnant printemps r i t , v i o l e . . . On ne s a i t d'ou Venu? iviais l a candeur r u i s s e l l e a mots s i doux Qu'une tendresse prend l a t e r r e ' a ses e n t r a i l l e s . . . " (1) l e mot "candeur" e s t employe  non seulement pour  "blancHeur", mais, par synecdoque pour l a blancheur de l a glace et de l a neige de l ' h i v e r . Valery ne v o u l a l t jamais e x p l i q u e r ses mejaphores; comme tous l e s symbolistes i l a v a i t en horreur l e didacticisrae, et i l convient que ses images peuvent avoir plusieurs interpretations.  Au l e c t e u r d'en  s a i s l r . ce q u ' i l peut. A p a r t cette v a l e u r unique, e t p a r f o i s l e sens s p e c i a l de chaque mot,  constatons dans l a metaphore  de Valery une condensation extrSme du langage. pensee e t a i t dense, et pour que sa poesie  realise  c e t t e pensee, son langage d e v a i t §tre s e r r e ,  (!)  £°esies, P. fa6.  Sa  condense•,  •  solide.  2b  Valery a t t e i n t ce r e s u l t a t p a r une  juxtaposition  e x t r a o r d i n a i r e de mots, et par l'emploi de 1 ' e l l i p s e qui  rend d i f f i c i l e m e n t s a i s i s s a b l e l a c o n t i n u i t e des  idees.  Nous sommes accouturaes souvent a regarder l a  poesie comme un genre de l i t t e r a t u r e qui d o i t se l i r e rapidement, pour donner une impression d'ensemble. Ce n'est pas l e cas chez V a l e r y . s ' a r r e t e , s o l l i c l t e par l a pensee.  I I veut que l e l e c t e u r Valery cherche  toujours a e t a b l i r l a c o n t i n u i t e des choses, et cette c o n t i n u i t e n'est pas souvent apparente au l e c t e u r . Un element du langage de Valery qui nous frappe fortement, c'est l e manque apparent de d i f f e r e n c i a t i o n entre l e s mots concrets e t l e s mots a b s t r a i t s . trouve juxtaposes d'une facon bien c u r i e u s e . £bauche_d^un_8erpent "Mon  On l e s Dans  on l i t :  Innombrable  Intelligence"  (1)  ou l ' a d j e c t i f "innombrable", ordinairement employe pour q u a l i f i e r un mot p l a c e devant un nom  (l)  concret au p l u r i e l , se trouve  a b s t r a i t au s i n g u l i e r .  P o e s i e s , (charmes), P.  170.  II faut  29 ici  que l e l e c t e u r s ' a r r e t e , q u ' i l pense.  "La p a r o l e  ne s i g n i f i e ce q u ' e l l e pretend s i g n i f i e r qu'ex-cep-tionnel-le-raent," d i t V a l e r y . (1) I I veut donner a chaque mot une s l g n i f i a n c e unique.  Dans La_Pythie c u e i l l o n s  cette image: " I l s m'assoupirent d'aromates Lalneux e t doux comme un troupeau;" (2) Quelle antlnomie apparente entre 1'impression s e n s i b l e evoquee p a r "aromates",  q u i f a i t appel s u r t o u t au sens  de l ' o d o r a t , e t 1'appel au sens t a c t i l e de " l a l n e u x " I On a l e sentiment d'une odeur piquante, mais qui enveloppe  e t r e c o n f o r t e , comme une couverture de l a i n e .  Notons i c i , en m§me temps qu'un emploi i n s o l i t e de mots juxtaposes, une image tres s e n s u e l l e . Dans l e ra£me poeme a p p a r a i s s e n t ces vers: "Que c e t t e p l u s p a l e des lampes S a i s i s s e de marbre l a n u i t i " ( 3 ) L'emploi h a r d ! du mot "marbre" dans cette image e s t tres valeryen.  Dans un s e u l mot'11 nous donne une  (1)  Rhumbs, Pp. 137 - 136.  (2)  P o e s i e s , (Charmes),'P. 153.  (3)  P o e s i e s , (Charmes), P.. 151.  30  lmpression.de  lumiere p a r l a blancheur  de l a substance,  et indique l a p a l e u r de c e t t e lumiere en l a determinant dans l e vaste eapace de l a n u i t p a r l'emploi d'un mot a u s s i s o i i d e , a u s s i l l m i t e que "marbre". • Un autre expedient  du s t y l e de Valery q u i p r o d u i t  des ef'fets s i n g u l l e r s , e t qui tend a s o u t e n i r l ' a c c u s a t i o n d ' o b s c u r i t e , c'est l e contraste, l'antithese.  Cette f i g u r e , incorporee a l ' e l l i p s e s i  frequemment employee, p r o d u i t des images bien s a i s i s s a n t e s . Par exemple, au commencement d*Un_geu_Dlstinet± ±: ±  "Un feu d i s t i n c t m'haoite, e t j e v o l s froidement La v i o l e n t e v i e i l l u m i n e e e n t i e r e . . . " ( l ) Contraste e c l a t a n t e entre l a chaleur de l a v i e q u i l u t t e pour l a suprematie,  e t l a f r o i d e u r , l e calme  de 1 ' e s p r i t , q u i , se tenant a l ' e c a r t , l a regarde. Cette a n t i t h e s e se v o i t l e p l u s souvent dans l e contraste entre 1'obscurite e t l a lumiere.  Dans La  s±6une_?arciue prenons comme exemples:  (!)  £2§sies, (Album des vers a n c i e n s ) , P. 31.  31 " Quel desordre De t r e s o r s s'arrachent a mon a v i d i t e , Et q u e l l e sombre s o i f de l a l i m p i d ! t e ! " ou l e mot  "sombre" d i t l a honte qu'eprouve l a Parque  d'avoir ces d e s i r s de " l i m p i d ! t e " , de  connaissance.  Et: "quel e c l a t sur mes c i l s aveuglement dores, .0 paupleres qu'opprime une n u i t de t r e s o r , Je p r i a i s a tatons dans vos tenebres d ' o r l "  (1)  ou l e contraste entre l ' i d e e de tenebres et d'aveuglement se j u s t i f i e par l ' e c l a t e t par l e b r i l l a n t du metal. La meme a n t i t h e s e se trouve dans Le_Cimetiere_Marin: "Maigre "Immortal!te  immortalite n o i r e et doree,"  (2)  n o i r e " parce q u ' e l l e n ' e x i s t e que dans  l ' o b s c u r i t e de l a mort; par l e s rayons du  "doree". parce qu'illuminee  soleil.  II j a done dans le. langage de Valery des  sens  speciaux des mots, des j u x t a p o s i t i o n s l n s o l i t e s et h a r d i e s , et des a n t i t h e s e s frappantes qui rendent sa poesie d i f f i c i l e a l i r e , .A ces expedients i l f a u t  (1) P o e s i e s , Pp. 73 e t 78. (2)  P o e s i e s , (Charmes),  P.  190.  o  32  a j o u t e r une condensation extreme du langage. Cohen explique  que Valery a continue  Gustave  l a tradition  d'hermetisme de Mallarme, p r e f e r a n t a 1'expression d i r e c t e l'image, e t non seulement une image, mais une s e r i e d'images successives e t suggest! ves,. ou. nous ne' voyons pas toujours l a l i g n e de c o n t i n u i t e entre l e s idees, e t ou Valery ne nous indique souvent que 1'aboutissement.  Ceci donne un efi'et de  raccourcissement,  et son o b s c u r i t e e s t encore un phenomenede condensation, ( l ) II ne f a u t pas s ' a t t a r d e r trop s u r 1'element musical de l a poesie de Paul V a l e r y . b i e n evident au l e c t e u r .  Cet element e s t  Valery s i n t e r e s s a i t beaucoup 1  aux poemes d'Edgar PoS, dont l e s rythmes, l e s r i c h e s s e s d'assonances e t d ' a l l i t e r a t i o n s sont bien connus; i l s ' i n t e r e s s a i t a u s s i a l a musique de Wagner, qui choqua a l a f i n du dlx-neuvieme s i e e l e l e monde musical e t l e monde l i t t e r a i r e .  D ' a i l l e u r s , Valery d o i t etre  compte parmi l e s symbolistes,  dont l e v e r i t a b l e but  e t a i t de c r e e r l a musique avec l e s mots.  (1)  La musique  Cohen - " E s s a l d e x p l i c a t i o n du CJ-mj^t l e r e c i t e r i n " , P. 202. 1  33 de l a poesie de Valery a, pourtant, p l u s que  quelque chose de  c e l l e de l a p l u p a r t des symbolistes.  s ' i n t e r e s s a i t profondement a l a danse;  en 1923  a e c r l t un d i a l o g u e , - Lj.ame_et_la_danse. comme l a poesie  Vale.ry i l en  Pour l u i ,  e s t l ' a c t e v e r i t a b l e de l a pensee, a i n s i  l a danse e s t l ' a c t e supreme, de l ' f t r e physique en ce q u ' e l l e n'a d'autre  but qu'elle-m§me.  de l a poesie de Valery e s t une  E t l a musique  v e r i t a b l e musique de  danse, p l e i n e de rythme, de r e p e t i t i o n et de mouvement. On ne peut l ' e c o u t e r a s s i s tranquillement dans un fauteuil;  cette musique monte a l a t§te, et donne au  l e c t e u r , ou p l u t 6 t a l ' a u d i t e u r , un e l a n , un de mouvement, de v i e .  sentiment  Dans Le_£imetiere_Marin cditons  ces vers a l a f i n du poeme ou triomphe l a v i e : "Ouil Grande mer de d e l i res douee Peau de panthere e t chlamyde trouee De m i l l e e t m i l l e i d o l e s du s o l e i l , '  1  (1)  L ' a l l i t e r a t i o n du son de "d" et de "p" confondu avec l e roulement des "ou"  et " e ( r )  (1)  Poesies,  w  " r " et avec l a p l e n i t u d e des v o y e l l e s  e x a l t e l a s u b l i m i t e de l ' & t r e humain,  (Charmes), P.  192.  pendant que l a r e p e t i t i o n des "1" dans l e troisieme vers souligne l e calme e t l a permanence de l a mer. Dans La_Jeune._Parque ce n'est plus l a mer avec son mouvement l e n t , mais i n c e s s a n t , avec son roulement c o n t i n u e l , mais p l u t o t l a mer a g i t e e , ou l e mouvement o r d i n a i r e e s t devenu tumultueux en une s o r t e d'extase: " S i l'ame intense s o u f f l e , e t r e n f l e furibonde L'onde abrupte sur l'onde akattue, e t s i l'onde Au caa tonne, immolant un monstre de candeur," (1) Id  l e b r u i t e t l e mouvement repete de l a mer sont  indiques p a r l a v o y e l l e sonore e t profonde d ? o " s u i v i e T  des nasales, l e tout interrompu p a r l e s sons e x p l o s i f s des  "b", des "p" e t des " t " , pour i n d i q u e r l e s vagues  qui se j e t t e n t en r u g l s s a n t s u r l e s rochers. A peu pres l e m§me e f f e t se p r o d u i t dans Au_Platane, seulement ce n'est pas i c i l a mer qui se j e t t e s u r l e s rochers, mais l ' a r b r e fouette p a r l e vent: g e i n i r i . . . I I f a u t , 6 souple c h a i r du b o i s , Te tordre, te detordre, Te p l a i n d r e sans te rompre, e t rendre aux v e n t s . l a v o i x Q u ' i l s cherchent en d e s o r d r e I " (2)  "Use  (1)  Poesies  (2)  Poesies,  A  P. 103. (cHarmes), P. 115.  35  Le mouvement v i o l e n t de l ' a r b r e s'exprime s u r t o u t dans l e deuxieme vers, tandis qu'on entend l e hurlemerit du vent dans l e s v o y e l l e s sombres e t l e s nasales du trolsieme. Pour d e r n i e r exemple de Valery c h o i s i s s o n s  de l a musique  dans l a poesie  Ijbaucne_d^un_Serpent:  "quel s i l e n c e battu d'un c i l l Mais quel s o u f f l e sous l e s e i n sombre que mordait l ' a r b r e de son ombrei L'autre b r i l l a i t comme un p i s t i l I — S i f f l e , s l f f l e i me c h a n t a i t - l l i " (1) Un r e p e t i t i o n s i b i l a n t e non seulementImite l e s i f f l e m e n t du serpent, mais communique a u s s i en m§me temps une suggestion de chuchottement, de f u r t i v i t e  et de s e c r e t ,  s i bien en accord avec l a seduction d'Eve que l e serpent veut  accomplir. Dans l e s exemple  c i t e s i l e s t evident que Valery  a employe l a musique non seulement pour elle-meme, a u s s i pour s o u t e n i r son image.  mais  P a r f o i s l a musique,  bien q u ' e l l e renforce 1'image d'une fagon onomatopeique, semble e x i s t e r pour elle-m£me s e u l e .  (l)  Poesies,  (Charmes), P.  176.  Dans La_Jeune  36  Parquet "Bois qui bourdonnerez de bStes e t d'idees, D'hymnes d'hommes combles des dons du j u s t e e t h e r , " (1) A l ' o u l e ce couplet n'est guere que pur son, que musique pure. Pour terminer 1'etude du langage image chez Valery, j e voudrais f a i r e mention brlevement de quatre types de vocables c a r a c t e r i s t i q u e s .  Ce sont l e s verbes  de mouvement, l e s termes t i r e s de l ' a r c h l t e c t u r e , l'emploi dedes mots sensuels, e t l e s references a l a mer. Dans l'emploi des verbes on note encore une que Valery s ' e f f o r c e toujours a trouver l e mot 1'expression unique de son Idee.  fois  juste,  Ses verbes de mouvement,  surtout, sont c h o i s i s avec une j u s t e s s e remarquable. Cherchons-en quelques  exemples:  "Ce t o i t t r a n q u i l l e , ou p i c o r a i e n t des f o e s . " (ie^Cimetier^Marin)  (1)  fioesies,  P.  93.  .(2)  Poesies, (Cnarmes), P.  192.  (2)  37  "Du S o l e i l soutenant l a puissante paresse . qui olane e t s'abandonne a l ' o e l l contemplateur," (£rofusion_du_Soir) (1) "Monte, 8 Semiramis, maltresse d'une s p i r e •qui d'un coeur sans amour sj.elan.ce au s e u l honneurl" (Ml_de_Semiramis) "(2) "Je m'ebranlais brQlante et f o u l a i s l e s o l p l e i n L i a n t e t d e l l a n t mes ombres sous l e l i n . " (La_Jeune_Parg.ue) (3) " Te_tordre,  I I i'aut, 6 souple te_detordre,  c h a i r du b o i s ,  11  "Puisque l e c i e l t'exerce, e t te presse, 6 grand a r c , De l u i rendre un langageI" U"_Platane) (4) (Notons en passant l'emploi de ce verbe, assez frequent chez V a l e r y . "travailler", machinal;  de " f a i r e  "exercer",  I I comporte l a n o t i o n de  f o n c t i o n n e r " , avec un sens tres  rapport a 1 ' a r c h i t e c t u r e , l a c o n s t r u c t i o n . )  (1)  Poesies,  (Album des vers a n c i e n s ) , P. 4 5 .  (2)  Poesies,  (Album des vers a n c i e n s ) , P.  (3)  Poesies, P.  (4)  Poesies,  79.  (charmes), P j . l l 5 . k  57.  3b Ce n'est pas,  d ' a i l i e u r s , que parmi l e s verbes  de mouvement qu'on trouve  c e t t e j u s t e s s e de  choix;  cHaque verbe dont l e poete se s e r t semble e t r e l e s e u l q u ' i l a u r a l t pu employer..  Par exemple, dans f u r o r e :  " S i m i l i t u d e s amies qui b r i l l e z parmi l e s mots I" ( l ) ou dans Ebauche_dj_un_8erpent: "Yerse-moi ta brute  ctialeur,"  (2)  ou dans L e _ ^ i m e t i e r e _ k a r i n : "Le  Temps s c i n t f t l l e et l e Songe e s t s a v o i r . "  L ' i n t e r e t que  Valery p o r t a i t a 1 * a r c h i t e c t u r e  aux mathematiques, s u r t o u t l a geometrie, se dans son emploi des mots et des etudes.  (3) et  reflete  f i g u r e s t i r e s de  ces  On v o i t clairement l a l i g n e v e r t i c a l e e t n e t t e ,  soutenue par un terme de  c o n s t r u c t i o n dans ces vers  de  La_£ileuse: "Un arbuste et l ' a i r pur font une source v i v e qui suspendue au j o u r , d e l i c i e u s e arrose De ses pertes de f l e u r s l e j a r d i n de l ' o i s i v e . "  (!)  Poesies,  (charmes), P.  10b.  (2)  Poesies,  (Charmes), P.  167.  (3) Poesies,  (Charmes), P.  Ib6.  (4)  (Album des  Poesies,  vers a n c i e n s ) , p.  9.  (4)  39  Dans Naissance_de_yenus nous trouvons un terme d ' a r c h i t e c t u r e qui presente en merae temps l a l i g n e h o r i z o n t a l e frequente chez Valery: "De sa profonde mere, encore f r o i d e e t fumante, V o i c i qu'au s e u i l battu de tempetes, l a c h a i r Amerement vomie au s o l e i l par l a mer, Se d e l i v r e des diamants de l a tourmente." (1) Un autre terme geometrique souvent employe par Valery, c'est l a s p i r a l e . nous en trouvons des  Dans Ebauche_dj_un_Serpent  exemples:  "que d ' e s p r i t n ' a i - j e pas j e t e Dans l a dedale duvete De cette m e r v e i l l e u s e o r e i l l e l " "Sens-tu l a sinueuse amour que j ' a i du Pere derobee?"  ;.  (2)  Nous trouvons assez souvent l e s formes de l ' a r c e t du c e r c l e .  LJ|.Insinuant presente l e p l u s directement  cette forme de l ! a r c : "0 Courbes, meandre,"  (3)  (1)  Poesies, (Album des vers a n c i e n s ) , P. 15.  (2)  Poesies, (Charmes), f p .  (3)  Poesies, (charmes), P. 162.  174 et 175. .  40  a i n s i que  La_Pythie:  "Vols de tout raon corps l ' a r c obscene"  (1)  Dans l a £antigue_des_Golonnes on trouve presque de l ' a r c h i t e c t u r e pure, du mouvement c r i s t a l i s e . forme geometrique l a p l u s evidente i c i ,  c'est l a  l i g n e v e r t i c a l e et l e s l i g n e s p a r a l l e l e s . des  colonnes  memes nous presente  mSme temps que  l a ligne  L*Image  ce p a r a l l e l i s m e en  verticale.  "Douces colonnes, 6 L 0rcb.estre de f u s e a u x i " 1  "Egales  radleuses"  " S i f r o i d e s et dorees Nous f times de nos l i t s Par l e ciseau t i r e e s , Pour devenir ce l y s i "  (2)  Quelle n e t t e t e de forme e t q u e l l e c l a r t e de  ligne  exqulses dans ce poeme! Quoique Valery pretend  f a i r e dominer dans sa  poesie 1 ' i n t e l l e c t , neanraoins  i l f a i t un  (!)  Poesies,  (Charmes), P.  (2)  Poesies,  (Charmes), Pp. 117  La  150. et  118.  emploi  41  frequent et tres r e u s s l de mots sensuels, s u r t o u t de ceux qui s'adressent au sens de la.vue et au sens de l ' o d o r a t . Sa poesie abonde en couleur e t en  lumiere.  SI on v o u l a i t en c i t e r des exemples on n'en  finlrait  pas;  relevons seulement quelques mots i s o l e s .  A  chaque page se trouvent' des mots comme ceux-cl: "limpide", " c r i s t a l " , "scintille",  "or", "miel", I l l u m i n e " , " l u e u r " ,  " b r i l l e " , . " a r g e n t " , "rose", "azur",  deux d e r n i e r s , tres f r e q u e n t s ) ;  (ces  sont a u s s i frequemment  employes des mots evoquant une absence de couleur e t de lumiere, "obscur",  t e l s que  " n u i t " , "tenebres",  "sombre",  " n o i r " , "ombre".  Le parfum joue egalement un r o l e important les  mots sensuels chez V a l e r y .  parrai  Dans l e s vers c i t e s  de  L a _ F i l e u s e on sent l'odeur de l ' a r b u s t e : "  une source vive . d e l i c i e u s e arrose  qui  de ses p e r t e s de f l e u r s l e j a r d i n de l ' o i s i v e . " ( l ) Dans Le_Yin_Perdu,  bien que  1'image s o i t ,  et ne p u i s s e  etre qu'une image v i s u e l l e , e l l e suggere un parfum:  (l)  V o i r page  38.  42  "Sa transparence accoutumee Apres une rose fumee R e p r i t a u s s i pure l a mer..."  (1)  M§me dans Le Cimetiere Marin 11 se trouve une E x p r e s s i o n qui  nous r a p p e l l e l'odeur: "Je hume l e i ma f u t u r e fumee"  (2)  Ge n'est pas seulement p a r des a l l u s i o n s d i r e c t e s , ' ou'm&me assez i n d i r e c t e s comme c e l l e s - c i , mais a u s s i par simple connotation que Valery f a i t appel a ce sens de 1'odorat. fleurs, une  P a r t o u t dans s a poesie p a r a i s s e n t l e s  l e s arbres e t des s o u f f l e s , chaque f o i s  comportant  connotation de parfum, d'odeur. Le d e r n i e r element du s t y l e image de Paul Valery  que  j e veux d l s c u t e r , c ' e s t  une  i n f l u e n c e profonde  ivlediterrannee,  l a mer.  sur Valery.  La mer exerce  Ne a Sete s u r l a  i l a v a i t toujours sous l e s yeux l ' a s p e c t  de l a mer, bleue e t s c i n t i l l a n t e  sous l e s o l e i l du M i d i .  I I a i m a i t tant l a mer q u ' i l v o u l a t e n t r e r dans l a  (!)  Poesies, (Charmes), P. Ib3.  (2)  Poesies,  (Charmes), P. 186.  43  marine, et, f a i t i r o n i q u e , c ' e t a i t l a d i f f i c u l t e  des  etudes raathematiques qui l ' e n a empSche.  paralt  tres souvent dans sa p o e s i e , ou e l l e du p r o t e c t e u r , qui ne change pas, la.  e s t l e symbole  et qui e s t toujours  Dans L e _ G i m e t i e r e _ M a r i n , l e s e u l poeme ayant o r i g i n e  dans une experience  vecue de Valery, l a mer  cadre du poeme, et l a p l u p a r t du "Ce Des  La mer  contenu.  t o i t t r a n q u i l l e , ou marchent des  l e commencement l a mer  forme l e  se presente  colombes," ( l )  architecturalement,  comme un t o i t , f i g u r a n t un a b r i p r o t e c t e u r .  A la fin  du poeme l a m&me image: "Ce  t o i t t r a n q u i l l e , ou p i c o r a i e n t des f o e s . "  Le c e r c l e e s t complet, e t l a mer  r e s t e , - " l a mer,  toujours recommencee. ( 3 ) 11  La mer  entre meme dans La_Pythie:  " A l o r s , par c e t t e vagabonde Morte,errante, e t lune a jamais, S o i t l'eau des mers s u r p r i s e , . . . . " ( 4 )  (!)  follies,  (Charmes), P.  Ib5.  (2)  Poesies,  (charmes), P.  192.  (3)  Poesies,  (Charmes), P.  Ia5.  (4)  Poesies,  (Cnarraes), P.  151.  (j>)  44  Comme L e _ C i m e t i e r e _ ^ a r i n , La_Jeune_Pargue donne sur l a mer.  L a Parque s ' e v e i l l e sur un rocher pres  de l a mer, e t c'est d'abord l a houle, l e vent qui v i e n t de l a imer, qui l a rend i n q u i e t e . "La houle me murmure une ombre de reproche, Ou r e t i r e I c i bas, dans ses gorges de roche, Comme chose decue e t bue amerement, Une rumeur de p l a i n t e e t de resserrement..." ( l ) Cependant a l a f i n du poeme c'est l a mer qui donne a l a Parque s a volonte de v i v r e ; "L'Stre contre l e vent, dans l e p l u s v i f de l ' a l r Recevant au visage un appel de l a mer;" ( 2 ) On v o i t , done, que Valery p u i s e ses images pour l a p l u p a r t dans l a mer, dans 1 ' a r c h i t e c t u r e e t dans l e s mathematiques.  B i e n q u ' i l t r a l t e de 1 ' i n t e l l e c t e t de  l ' e s p r i t , i l se s e r t , neanmoins, de termes s e n s u e l s , s u r t o u t de termes de couleur e t d'odeur. il  Symboliste,  cree de l a musique dans s a p o e s i e , s o i t pour s o u t e n l r  son idee, s o i t pour des efi'ets s u f f i s a n t s en eux-memes.  (1)  Poesies, P. 71.  (2)  Poesies, P. 103.  45  Valery a pour l e s mots un s o i n extreme;  i l s'engage  toujours a trouver l e mot j u s t e , - Ie s e u l mot qui serve a son idee, e t i l donne souvent.aux mots de l a langue o r d i n a i r e des sens speciaux.  I I y a,  pourtant,  c e r t a i n s mots que Valery emploie tres f'requemment;  qui  p a r a i s s e n t e t r e p a r a i s s e n t dans ses poemes comme l e s l e i t m o t i v s de Wagner, e t qui ont un sens e t un emploi bien difi'erents que dans l a langue o r d i n a i r e . ce q u ' i l convient maintenant d ' e t u d i e r .  G'est  46 C£APJJRE_III  Dans 1'oeuvre d'un poete I I y a toujours une s e r i e d'images c a r a c t e r i s t i q u e s , p a r l e s q u e l l e s on peut t r a c e r l e developpement  de l ' i d e e .  Mais parml ces  images c a r a c t e r i s t i q u e s 11 y en a q u i ne sont pas de v a l e u r egale, dont l'importance v a r i e , e t q u i souvent n'expriment pas l ' i d e e t e l l e que l a concevait l ' a u t e u r . C e l l e s - c i , Carrouges l e s a p p e l l e l e s mineures.  Les  majeures, ou dominantes, p a r contre, sont c e l l e s qui ne changent pas, q u i ont toujours une v a l e u r importante, e t qui exprlment "1'experience v i t a l e de l'homme' . 1  Ces Idees p a r a i s s e n t p a r t o u t dans 1'oeuvre,  (l)  comme un  theme musical, e t f i n i s s e n t p a r s ' i d e n t i f i e r avec l e poete. En tant que l ' i d e e s'exprime p a r l e s mots, ces dominantes se r e s o l v e n t souvent a des mots i n d i v i d u e l s , qui prennent eux-memes l'importance qu'a l ' i d e e c a r a c t e r i s t i q u e . Les £leurs_de__Tarbes  Dans  Paulhan d i t :  "II nous a r r i v e a tout i n s t a n t de p a r l e r du 'langage'  (1)  Carrouges - E l u a r d _ e t _ C l a u d e l , P. 23.  47  c a r a c t e r i s t i q u e d'un e c r i v a i n , des termes q u ' i l a f f e c t i o n n e , des expressions q u ' i l charge - e t qui l e chargent - d*'un sens p a r t i c u l i e r , de ses m o t s - c l e f s . Ce sont l e s i n f i n i s g o u f f r e s de Hugo, l e s c a s s o l e t t e s de Gauthier, l e s !=&!5=®&y2_=§_il&52iJ i r  urnes_de_la_msmoire e t s a b l i e r s  du_temps des Symbolistes.  E t tout a u s s i b i e n l e pur  de Valery, l e g r a t u i t de Gide, 1 ' i n t u i t i o n de Bergson,l a nuee de Maurras.  Bien.  Pourtant qui f a i t  effort  pour se p o r t e r d'un coup du dehors au dedans, e t passer de l a c o n d i t i o n de l e c t e u r a c e l l e d'auteur eprouve sans doute p o s s i b l e que l a nuee, l e g r a t u i t ou 1 ' I n t u i t i o n , l o i n d'etre des mots a s t u c i e u x e t commodes, sont au c o n t r a l r e l a v e r i t e et l a pensee centrales que servent e t qu'exprime  chez Bergson, Gide ou Maurras, des idees ou  des mots p l u s communs." ( l ) Comme l e constate Carrouges, ce sont ces mots qui o f f r e n t au l e c t e u r un o b s t a c l e I n f r a n c h i s s a b l e s ' i l sent pas, pour a i n s i d i r e , l ' a u t e u r , ou, au ce sont eux qui l e r a v i s s e n t s ' i l  Paulhan - Les_£leurs_de_ Tarbes,  (2)  Carrouges - Ouv. c i t . , P. 26.  <  contraire,  e s t sympathique.  (1)  p. 66.  ne  (2)  48  Mais, i l f a u t en tout cas eomprendre ces mots, et pour l e s eomprendre r i e n ne s e r t de c o u r i r au d i c t i o n n a i r e . Comme nous avons vu, Valery donne souvent un sens s p e c i a l a ses vocables, clefs.  e t ce n'est pas  moins l e cas des mots-  I I f a u t l e s e t u d i e r par rapport a l ' a u t e u r e t  a son idee  dominatrice.  0  "L'on  ne trouvera jamais dans l e d i c t i o n n a i r e n i dans  aucun autre e n d r o i t e x t e r i e u r l e sens s u b j e c t i f e t personnel  des mots 'pur , ' g r a t u i t ' , e t 'nuee' chers a 1  Valery, Gide e t Maurrasj ce sens n ' a v a i t justement pas d'existence  socialement  determinable, i l n ' e x i s t a i t meme  pas du tout e t l o r s q u ' i l a p p a r a i t avec ces auteurs i l semble a u s s i i n e x p l i c a D l e e t I n s o l i t e que ce bleu jaune de Veronese ou l e son du cor chez Wagner.  Jbln un mot, ce  ne sont p l u s des termes d i s c u r s i f s , i l s sont devenus des symboles, e ' e s t - a - d i r e q u ' i l s expriment quelque chose d'autre,  de p l u s vaste en general e t de cache." ( l )  Valery s'accorde pleinement avec cette i d e e . poeme n'est pas createur.  (1)  un enigme a resoudre,  Un  mais un acte  P a r l a n t du texte de Charmes commente par A l a i n ,  Carrouges - Ouv.  c i t . , P. 27.  49  Valery p r e v o i t qu'on demandera: "Vous comprend-Il comme vous-m&me?"  Selon l e poete ce n'est pas l a question,  pour peu qu'on l e comprenne. sens qu'on l e u r p r e t e .  "Mes v e r s , " d i t - i l ,  on l e  C e l u i que j e l e u r donne ne  s'ajuste qu'a moi, e t n'est opposable a personne.  C'est  une e r r e u r c o n t r a i r e a l a nature de l a p o e s i e , e t q u i l u i s e r a i t meme m o r t e l l e , que de pretendre qu'a tout poeme correspond un sens v e r i t a b l e , unique, e t conforme ou identlque a quelque pensee de l ' a u t e u r . " ( l ) Pour s e n t i r , a l o r s , ce qu'a voulu f a i r e l e poete, il  f a u t autant que p o s s i b l e se mettre dans s a peau, v o i r  de ses yeux e t penser ses pensees.  E t pour f a i r e c e l a i l  f a u t s a i s i r l e s idees dominantes. Chez Valery l ' i d e e dominante e s t . l ' l c l e e ^  e  i  a  pensee comme essence du !.'ol, e t s i l ' o n considere l e Moi c'est qu'on r e f l e c h i t s u r l a pensee.  Comme d i t l a  Jeune Parque, "Je me voyais me v o i r . " (2) Ce concept de se v o i r se v o i r , de penser l a pensee, e s t de l a d e r n i e r e  (1)  V a r i e t e _ I I I , P. faO.  50  importance dans l a poesie de Valery, et, porte  a  son  extreme l i m i t e , a b o u t i t au neant, qui e s t l a purete absolue.  Au s o l e i l , l e grand trompeur, l e serpent pousse  le c r i : "Tu gardes l e s coeurs de connaitre Que l ' u n i v e r s n'est qu'un dei'aut Dans l a purete du H o n - S t r e l " ( l ) Cette n o t i o n de l a c o n s i d e r a t i o n de l a pensee nous mene aux phenomenes de 1 ' a t t e n t i o n qui ont un s i grand r&le dans l a poesie de V a l e r y .  Edgar PoS,  que  Valery  a d m i r a l t tant, a e c r i t sur ce s u j e t un r e c i t ou l a f i x i t e d ' a t t e n t i o n devient une de l ' h i s t o i r e  trouve  maladie mentale, e t l e presonnage  q u ' i l contemple, e t ne peut s'emj5echer  de contempler, n'importe quel o b j e t pendant des heures e t des heures. ( 2 )  Chez Valery  ce phenomene a une  importance  presque egale, q u o i q u ' i l ne s o i t pas porte a un t e l degre d'intensite. Le premier de ces mots-clefs a n a l y s e r se rapporte  (1)  Poesies,  (2)  Poe,  que  nous voulons  justement a cette idee;  (Charmes), P.  Edgar A l l a n -  166.  Berenice.  c'est l e  mot  51  "absence".  Dans la'langue commune nous entendons p a r  "absence" simplement l ' i d e e de ne pas §tre dans un l i e u determine, au sens physique. absent;  Dans un groupe un t e l e s t  I I n'est pas l a . C'est l e c o n t r a i r e de "presence  qui exprime l e f a i t d'etre a un l i e u determine.  Chez  V a l e r y , "absence" s'emploie seulement de 1 ' e s p r i t , e t , en g e n e r a l , indique une a t t e n t i o n extreme e t profonde aux choses de 1 ' e s p r i t lui-m§me. abstrait latin, dire,  "Absence" v i e n t du mot  "absentia", du verbe "absum", q u i veut  " j e s u i s l o i n d'un l i e u " , "je ne s u i s pas l a " .  L'usage que f a i t Valery du mot "absence" c o n t i e n t l e germe de cette idee, seulement chez l u i 1'eloignement e s t un eloignement de l ' e s p r i t du monde physique.  C'est-a-dire  que l ' a t t e n t i o n , detournee du monde r e e l , se r e p l i e s u r elle-meme. Pourtant, l e mot "absence" s'emploie p a r f o i s  dans  a  des Images ou l a connotation s p i r i t u e l l e n'est pas evidente a premiere vue. Prenons ces vers du Cimetiere Marin: "-Comme l e f r u i t se fond en j o u i s s a n c e , . Comme en d e l i c e i l change son absence Dans une bouche ou s a forme meurt," ( l )  (1) PMsi'les-, .-.(-Charmes), p.., Iti6v  ;  ••  .  52  Ces vers expriment l a m o r t a l l t e de l'ame, s i nous en croyons l e commentaire  de Gustave Cohen, ( l ) Le  changeraent du f r u i t lorsqu'on l e mange e s t un changement vers l ' a b s o l u , vers l'essence du f r u i t .  Cette  "absence"  est l a tendance vers l e p a r f a i t , q u i e s t l e neant.  Ainsi,  quand l'ame meurt, e l l e q u i t t e 1 i m p e r f e c t i o n qu'est 1  1'existence, e t a t t e i n t l a p a i x , l e non-8tre du neant. Dans l e mime poeme nous l i s o n s : "La v i e e s t vaste, etant i v r e d'absence, Et l'amertume e s t douce, e t l ' e s p r i t c l a i r . " "Absence" a i c i l e sens d ' a t t e n t i o n ;  (2)  "La v i e e s t v a s t e " -  c ' e s t - a - d i r e , deserte e t desolee, a cause de l'absence de l a conscience,- conscience qui ne s'occupe pas des choses de l a v i e , mais  d*elle-m§me.  P a r l a n t des morts dans l e c i m e t i e r e , Valery e c r i t : " I l s ont fondu dans une absence e p a i s s e , "  (3)  "Absence" a I c i encore l e sens de l ' a b s o l u de l a mort. La conscience a a t t e i n t l ' u l t i m e de l ' a t t e n t i o n  (1)  Cohen - E s s a i _ d j . e x ^ l i c a t i o n _ d u _ C i  (2)  Poesies, (Charmes), p. I a 9 .  (3)  Poesies, COharmes), P. Ib9.  introvertie,  P. 212.  53  et s'est finaleraent totalement  aneantie.  On v o i t que l e mot "absence" d e r i v e du sens d ' a t t e n t i o n extreme, l e sens d'essence, e t p l u s c e t t e absence e s t pure, au sens v a l e r y e n du mot, plus e l l e  tend vers l e neant  qui e s t l a seule p e r f e c t i o n . La_Jeune_Parqjje Le_Qimetiete_Marin, Stre?"  a pour theme l a meme l u t t e qu'a l a l u t t e d'Hamlet,- "etre ou ne pas  La Parque, menacee p a r l e serpent, d i t :  "Mol, j e v e i l l e , j e s o r s , p a l e e t p r o d i g i e u s e , Toute humide des p l e u r s que jje n ' a i p o i n t verses, D'une absence aux contours de m o r t e l l e berces 'Par s o i s e u l . . . . " ( l ) I c i encore,  "absence" comporte l ' i d e e de 1'ecartement de  l a conscience, q u i tend vers l ' a b s o l u de neant, comme dans l e s vers suivants du m§me poeme: " S i ce n'est, 6 Splendeur, qu'a mes pieds l'ennemie, Mon ombre I l a mobile e t l a souple momie, De mon absence p e i n t e e f f l e u r a i t sans e f f o r t La t e r r e ou j e f u y a i s c e t t e legere mort." (2)  . U )  £o|§Iesj. P. 76.  (2)  Poesies, P. 80.  Au s u j e t de ces vers A l a i n e c r i t ,  "Tout e s t p e r c e p t i o n  pure, pure comme c e t t e ombre qui l'accompagne, cette mort que l ' o n n'a pas l e temps de p l e u r e r , c e t t e peinte'."  'absence  (l)  L*absence peut §tre un refuge contre l e venin du serpent, contre l e s mots, et meme dans l e sommell 1 ' a t t e n t i o n e s t detournee de ces choses i n q u i e t a n t e s : "Dors, ma sagesse, dors. Forme-tol c e t t e absence; Retourne dans l e germe e t l a sombre innocence;" (2) Le mot  "absence" se trouve dans ^ir_de_8emiramis  au sens fondamental d'eloignement s p i r i t u e l .  C'est  l'aurore qui p a r l e , appelant 1'existence, l a puissance, et Semiramis  repond:.  "—Je repondsl... j e s u r g i s de ma profonde absence I Mon coeur m'arrache aux morts que f r o l a i t mon sommeil, (3) Notons encore l e phenomene de 1 ' a t t e n t i o n absolue, ecartement de 1'existence physique. Les autres exemples de 1'emploi du mot trouvent' tous dans Charmes.  (1)  C e l u i de  "absence" se  1'Air_de_Semiramis  La Jeune Parque, Poeme de Paul Valery commente par A l a i n . P.  (2)  P o e s i e s , P.  100.  (3)  P o e s i e s , $Album des vers a n c i e n s ) , P.  56.  22  55 e s t l e seul dans 1 Album_des_vers_anciens. 1  II parait  que ce phenomene de i ' a t t e n t i o n tendant vers l ' a b s o l u du neant s'est forme dans 1 ' e s p r i t de Valery pendant ses v i n g t ans de s i l e n c e .  Le mot "absence" se trouve  dans l e s poemes s u i v a n t s , outre l e s exemples  cites  Au_Platane: " I l s v i v e n t separes, i l s p l e u r e n t confondus Dans une seule absence," ( l ) gragment_de_Narcisse: "Gardez-moi longuement ce visage pour songe Qu'une absence d i v i n e e s t seule a c o n c e v o i r l " "Tout'autre n'a pour moi qu'un coeur mysterieux Tout autre n'est qu'absence." (a) La_Py t h i e : "Le passe, 1'avenir sont f r e r e s E t p a r l e u r s visages c o n t r a i r e s Une seule tete p a l i t De ne v o i r ou q u ' e l l e regarde Qu'une meme absence tiagarde D ' l l e s p l u s b e l l e s que l ' o u b l i . "  (3)  (1)  Poesies, (Charmes), P. 114.  (2)  Poesies, (Charmes), Pp. 134 e t 143.  (3)  Poesies  A  (Charmes), P. 156.  ci-dessus:  56  Interleur: " E l l e met une t'emme au m i l i e u de ces murs Qui, dans raa r§verie e r r a n t avec decence, Passe entre mes regards sans b r i s e r l e u r absence," ( l ) Dans ces textes l e mot "absence" a l e sens d ' a t t e n t i o n extreme, d'eloignement s p i r i t u e l du monde r e e l ,  sauf dans  l a premier, ou l e mot a p r i s , p a r extension, l e sens de mort, comme l e s "absences e p a i s s e s " du Cimetiere_Marin. Un autre mot-clef dans l a poesie de Valery, beaucoup plus frequent qu "absence", 1  e s t l e mot "pur".  d i f f i c i l e de donner un sens unique a ce mot;  II est son emploi  semble v a r i e r s e l o n d l f f e r e n t s cas, mais en general l e sens e s t bien proche de c e l u i "parfait",  d'"absolu", au sens de  "qui ne peut etre modi f i e " .  Dans l a pensee  de Valery une chose l u i e s t u t i l e dans l a mesure ou i l peut l a m o d i f i e r .  S ' i l a t t e i n t l a purete, c e t t e ' c a p a c i t e  est a b o i i e , e t i l en r e s u l t e l a f i x i t e e t l a s t e r i l i t e neant, seule p e r f e c t i o n .  du  Valery a h e r l t e c e t t e n a t i o n de  purete de Mallarme, a propos de qui Marcel Raymond e c r i t : "Car l a purete absolue n'est concevable qu'en dehors du monde.  . (!)  E l l e ne peut 8tre qu'un non-§tre  Poesies, (Charmes), P. Its4.  Hante p a r  57 ce non-etre, pendant l a d e r n i e r e p a r t i e de sa v i e , par l e s i l e n c e , par l'absence, i l a r i v e de l e u r conferer une v a l e u r p o s i t i v e . "  (1)  C'est justement cette idee  que Valery p o u r s u i t et a voulu developper.  Dans l'etude  du-raoi i l v o u l a i t en separer tout ce qui change, qui n a i t ou maurt, qui se m o d i f i e .  Cela e s t accompli par un  "exhaustion" c o n t i n u e l l e , et i l n'en conscience pure.  r e s t e r a que l a  I I e s t e v i d e n t que s i cette "exhaustion"  e s t c o n t i n u e l l e , e l l e n ' a r r i v e jamais a bout.  Si les  choses se metamorphosent, meurent et n a i s s e n t , i l y aura toujours un remplacement, l e proces continuera i n f i n i m e n t . Dans l a poesie de V a l e r y , done, i l ne peut §tre question d'une v e r i t a b l e a t t e n t e de 1'absolu, mais seulement d'une tendance vers ce but.  " A i n s i , pour a t t e i n d r e a l a  conscience absolue de s o i , 1 ! o b l i g a t i o n s'impose de s'arracher a l a nature e t a l a v i e , de l e s n l e r constamment en soi-merae.  E t l ' o n s e r a i t conduit a l o r s a d e f l n i r  Valery, envisage sous c e t angle, comme un mystique  d'un  c u l t e etrange, i n f i n i m e n t a t t e n t i f a se degager de toute  (1)  Raymond - De_Baudelalre_au_durrea  , P.  37.  5b  v i e sentimentale  et s p i r i t u e l l e ,  mais mystique de l a conscience sans v i s a g e ' " . (3>)  (au sens o r d i n a i r e ) ,  de s o i , ' f i l l e de I'estre  Dans ce passage i l f a u t s o u l i g n e r  "constamment" e t ' I n f i n i m e n t " .  Le but de Valery  pas d ' a t t e i n d r e l a purete, mais slmplement d'y D ' a l l l e u r s , Valery r e c o n n a l t que pas  etre a t t e i n t e , ne peut pas  de s i beau que  n'est viser.  cette purete ne peut  exister.  "II n'y  a rien  ce qui n ' e x i s t e pas," a - t - i l d i t .  sublime dans l a poesie, a l o r s , e s t 1 ' e f f o r t vers q u ' i l y a de p l u s beau, mais n'en  Le ce  e s t pas dans l a r e a l i s a t i o n .  On a accuse Valery de n i l i i l i s m e a cause de son de purete,  en c i t a n t  coneept  ijlbauche_di.un_Serpent:  ".'...l'univers n'est qu'un defaut Dans l a purete du Non-etre." Cette c r i t i q u e s e r a i t peut-etre  j u s t e s i Valery c r o y a i t  au neant comme o b j e t a c c e s s i b l e , mais i l n'y  croit  Dans La_Jeune_Parque e t dans L e _ C i m e t i e r e _ k a r i n  pas.  c'est l a  v i e qui triomphe, e t dans i;bauche_d^un_derpent c'est l e serpent,  " l ' e s p r i t du s a v o i r defendu", qui l'emporte.  (1)  Raymond - Ouv.  c i t . P.  176.  (2)  Raymond - Le_rjrame_dans_la_Poesie,  P.  55.  (2)  Mais en cherchant l e Moi pur, i l f a u t tendre vers l e neant, a f i n que l e proces d " e x h a u s t i o n " s'exerce s u r tout ce 1  qui  change, jusqu'a ce que r i e n n'en r e s t e que l a conscience  absolue, d e r n i e r element de l ' S t r e avant de l e s e u i l du Le mot  traverser  non-§tre. " p u r " dans l a p o e s i e de V a l e r y a q u s s l l e  sens p l u s commun, l e sens chimique, de "sans substance etrangere", "sans melange", pour i n d i q u e r I e s s e n c e meme 1  d'une substance ou d'une chose. en ce sens dans p l u s i e u r s poemes.  On v o i t l e mot  employe  Dans l e premier poeme  de 1'Album_des_vers_anciens, L a _ E l l e u s e , on l e trouve: "Un arbuste e t l ' a i r pur  "  (l)  Nous l e trouvons a u s s i employe pour t r a d u i r e l e sens de detachement, pour i n d i q u e r qu'une chose e s t a considerer en elle-m§me, sans regard a ses connexions ou connotations normales.  C'est en e f f e t un aspect du concept d " a b s o l u " . 1  Dans Helene 1'heroine se r a p p e l l e l e passe: "Mes s o l i t a i r e s mains a p p e l l e n t l e s monarques Dont l a barbe de s e l amusait mes doigts purs;"  (1)  Poesie, P.  9.  (2)  Poesie, (Album des vers a n c i e n s ) , P.  11.  (2)  60  E t dans N a r c i s s e _ P a r l e : " V o i c i mes  bras d'argent  dont l e s gestes sont purs  C'est p l u t S t dans La_Jeune_Parq_ue e t dans Charmes que "pur" prend l e sens d^'absolu"  que nous avons d i s c u t e .  De La_|eune_Parque proviennent  ces exemples:  "Et que de mes d e s t i n s lentement d l v i s e , Le p l u s pur en s i l e n c e e c l a i r e un coeur b r i s e . " "Tout-puissants etrange'rs, i n e v i t a b l e s a s t r e s qui daignez f a i r e l u i r e au l o i n t a i n temporel 3% ne s a i s quol de pur et de s u r n a t u r e l ; " "Femme f l e x i b l e e t ferme aux s i l e n c e s D'actes purs I . . . "  suivis  "Trouveras-tu jamais p l u s tranparente mort Ni de pen.te p l u s pure ou je rampe a ma p e r t e " "Le s a i s - j e , quel r e f l u x t r a i t r e m'a r e t i r e e De mon extremite pure e t prematuree," (2) Dans  -  Ay_Platane: " A f i n que l'hymne monte aux oiseaux qui n a i t r o n t , E t que l e pur de l'ame Fasse f r e m i r d ' e s p o i r l e s f e u i l l a g e s d'un tronc qui r§ve de l a flamme," (3)  (l)  £o|§ies, (Album des vers a n c i e n s ) , P. 3 4 .  (2)  Poesies, Pp. 71, 72, 7b, 96, P o e s i e s , (Charmes), P.  115.  100.  61 Dans Poesie:. "Je touchais a l a n u i t pure,"  (l)  Dans Pragments_du_Narcisse: ."que "que  tu b r i l l e s e n f i n , terme pur de ma course I" j e deplore ton e c l a t f a t a l e t pur,"  (2)  Dans La_Pythie: "NonI...La s o l i t u d e v i e n t l u i r e Dans l a p l a l e immense des a i r s Ou n u l l e p a l e a r c h i t e c t u r e , Mais l a dechirante rupture Nous opprime de purs deserts I"  (3)  Dans B^auche_dJ_un_Serpent: "Comme l a s de son pur s p e c t a c l e , Dieu lui-meme a rompu l o b s t a c l e De sa p a r f a i t e e t e r n i t e ; " 1  "N'ecoute l ' E t r e v i e i l e t pur qui maudit l a morsure breveJ" ( 4 ) Dans Le_Clmetiere_Marin  nous trouvons  cinq f o i s dans l e s h u i t premieres travail",  "Ouvrages purs",  stances:  l e mot "pu "quel pur  "A ce p o i n t pur j e monte"  (!)  Poesies, (Charmes), P. 125.  (2)  Poesies, (Charmes), Pp. 133 e t 136.  (3)  Poesies, (Charmes), P. 155.  (4)  Poesies, (Charmes), pp. 168 e t 174.  62  "Je te rends pure a ta p l a c e premiere", pur".  "L'evenement  (1) S i des mots-clefs  de l a poesie de Valery i l f a l l a i t  c h o i s i r un qui s o i t l e mot-clef,  ce s e r a i t  A ce mot, V a l e r y , f i d e l e a son s t y l e , sens bien i n s o l i t e s , ordinaire.  ce mot "pur".  donne p a r f o i s des  e^ p a r f o i s l u i l a l s s e son sens  S i l a n o t i o n d "absence" e s t e s s e n t i e l l e au 1  systeme de V a l e r y , c e t t e idee de "pur" l ' e s t et meme p l u s .  egalement,  Certainement i l p a r a l t beaucoup  plus  f.requemment. Quant aux autres m o t s - c l e f s , i l s u f f i r a d'en mention sans y i n s i s t e r longuement.  faire  Peut-§tre meme e s t - i l  i n e x a c t de l e u r a t t r l b u e r l e rang de m o t s - c l e f s .  Ge sont  p l u t o t des mots d'une importance i n d u b i t a b l e , a cause de l e u r emploi frequent dans 1'oeuvre  du poete, mais  relegues au second p l a n parml l e s dominantes de l a pensee de Valery.  Parml ceux-ci nous pouvons  "regard", e t "extreme". avec l ' i d e e de l ' a b s o l u .  (!)  compter  I l s ont tous un e t r o i t  "silence", rapport  Le s i l e n c e e s t un aspect  £°isies, (Charmes), Pp. Ib5 - 187.  63  e s s e n t i e l du neant, e t a l a f o i s l e comble de l a purete dans l a p o e s i e .  "Regard" a tout simplement l e sens  d ' " a t t e n t i o n " , e t lextrSme" indique l e s l i m i t e s qui nous bornent dans l e chemin vers l ' a b s o l u . C'est a l o r s p a r ces mots-clefs e t ces maitres-mots, pour employer l e terme d'yves Gandon, ( l ) q u ' i l aborder l a pensee de V a l e r y .  faut  Une f o i s l a dorainante  s a i s i e , c'est par l'etude de ces mots dans l e u r contexte, et en rapport avec l a dominante, qu'on peut d i s s i p e r l ' o b s c u r i t e e t v o i r l a methode de Valery dans sa recherche de l a conscience absolue, du Mol pur.  (l)  Gandon - Le_Demon_du_Sty_le, p. 26  64 6HAPJTR^_XY CONCLUSION Paul Valery e s t s u r t o u t e t avant tout l e poete de 1*intellect. pas,  La pensee n'est r i e n s i e l l e ne s'exprime  e t dans sa poesie Valery a voulu exprimer l a  pansee, f a i r e de s a poesie l ' a c t e meme de l a pensee. Evidemment l a seule maniere d'exprimer l a pensee e s t p a r . l a langue, mais Valery se m e f i a i t de l a langue, parce q u ' e l l e e t a i t devenue s i vague, s i imprecise, employee comme dans l a v i e o r d i n a i r e .  I I d i t dans l e s  p a r o l e s de Monsieur Teste: "Je me mefie de tous l e s mots, car l a moindre meditation rend absurde que l ' o n s'y f i e .  J'en s u i s  venu, nelas, a comparer ces paroles p a r l e s q u e l l e s on traverse s i lestement l'espace d'une pensee, a ces planches legeres jetees sur un ablme, qui s o u f f rent l e passage e t p o i n t l a s t a t i o n .  L'homme en mouvement  l e s emprunte e t se sauve, mais q u ' i l i n s i s t e l e moindre du monde, ce peu de temps l e s rompt e t tout s'en va dans l e s profondeurs." ( l ) (1)  Monsieur_Teste, P. 74.  65 II f a l l a l t ,  a l o r s , que l a langue f u t p u r i f i e e ,  q u ' e l l e fflt rendue capable d'etre 1'expression de l a pensee.  Pour q u ' e l l e l e fQt, i l l f a l l a i t d'abord- des  c o n t r a i n t e s , des r e g i e s , car c'est seulement  en surmontant  des o b s t a c l e s , c ! e s * - a - d i r e en se soumettant aux r e g i e s , que l ' e s p r i t peut se developper. developpe pas i l n'est r i e n .  S i l ' e s p r l t ne se  Valery ne s ' i n t e r e s s a l t  pas a ce qu'un homme e s t , mais a ce q u ' i l peut.  Dans  une l e t t r e a A l b e r t Thibaudet i l e c r i t : "En d'autres mots, j e d e p l a c a i s , de toute une f o r c e i n s t i n c t i v e , l a q u e s t i o n , e t ramenais  tout:  poesie,  analyse, langages, usages du r e e l e t du p o s s i b l e , - a l a seule e t brute n o t i o n du p o u v o i r mental©  Je commetiais,  a demi sciemment, cette e r r e u r de remplacer l'§tre p a r le  f a i r e , comme s i on eQt pu se f a b r i q u e r s o i , au moyen  de quoi?  E t r e poete, non. Pouvoir l ' e t r e . " ( l )  C ' e t a i t l e changement, i a metamorphose, qui importait.  Dans Le_Cimetiere_Marin "Je s u i s en t o i l e  s e c r e t changement" exprime l ' e s s e n t i e l de l a v i e . (2)  (1)  "Deux l e t t r e s i n e d i t e s a A l b e r t Thibaudet sur Stephane Mallarme - Sontaine, No. 44, P. 558.  (2)  P o e s i e s , (Charmes), P. Ifcs9.  .  66  Considerant  l e s r e g i e s n e c e s s a i r e s , par  Valery c r o y a i t que  l ' i n s p i r a t i o n n ' a v a i t aucune p l a c e  dans l a poesie, sauf, peut-Stre, Poete malgre l u i , second rang; capitale. "Was  consequent  au s e u l commencement.  l ' i d e e d ' a r t p r e n a i t chez l u i l e  l a c o n s t r u c t i o n d e l i b e r e e e t a i t l a chose  Curtius en d i t : Valery an Mallarme rUhmt, 1st e i n Versuch, d i e  Dlchtung raundig zu sprechen. weiter...  Aber Valery geht noch  Der Denker i n ihm s i e h t den K u n s t l e r  s i c h und l'asst s i c h von v e r s p o t t e t wie  ihm n i c h t veri'Uhren.  unter  Er  jeden Aberglauben auch d i e I n s p i r a t i o n . " (  Nous trouvons dans 1'oeuvre de Valery un langage soumis aux  c o n t r a i n t e s et aux  precision classique. dlamant t a l l l e .  rigueurs qui l u i donne  Chaque poeme s c i n t i l l e  Mais ce n'est pas  de c o n s t r u c t i o n que  (1)  Dans son  remarquable.  qu'un sens unique, et dans son  Curtius - Ouv.  regies  Valery a essaye d'adapter l e langage  des mots i l a exerce un scrupule n'a  comme un  que par des  a 1'expression v e r i t a b l e de l a pensee.  chaque mot  une  c i t . P. l b l .  choix  Toujours emploi  67  *  p a r t i c u l i e r n'admette aucune s u b s t i t u t i o n . sens accorde  au mot  par l e poete n'est pas  Tantot l e c e l u i de l a  langue o r d i n a i r e , t a n t 8 t i l epouse un sens entre p l u s i e u r s que possede l e mot  dans l a langage commun.  Valery a c h o i s i ses mots non seulement pour l e sens, mais a u s s i pour l e u r q u a l i t e musicale, v o y e l l e s , e t l e rythrne des s y l l a b e s .  l e timbre  de l e u r s  Un autre aspect  de  l ' i n t e r e t de Valery pour l a musique, s u r t o u t pour l a musique de Wagner, semble se manifester dans l a r e a p p a r i t i o n frequente poetique.  de c e r t a i n s mots dans son oeuvre  Ces mots, qui symbolisent  ou expriment  1 ' e s s e n t l e l de l a pensee du^poete, se montrent p a r t o u t dans l a p o e s i e .  On peut l e s d i s t i n g u e r par  de mots-clef's edi d e m a i tres-mots. pour Valery une  f o r c e entierement  lesipoms  Les mots a v a i e n t degagee de l e u r sens  *  propre.  I l s a v a i e n t un pouvoir a eux,  f a i s a i t v i v r e et v i b r e r l a penser,  vital,  qui  et c'est en maniant  l e s mots pour en trouver l e s combinaisons l e s p l u s f o r t u i t e s q u ' i l a su r e p r e s e n t o r l ' a c t e m§me de l a pensee. Valery e c r i t a ce s u j e t : "On a cru longtemps que p a r o l e s pouvaient  c e r t a i n e s combinaisons de  §tre cbargees de p l u s de f o r c e que  de  D  66  sens apparent...  Rien de p l u s antique, n i d ' a i l l e u r s  de plus n a t u r e l que  c e t t e croyance  dans l a f o r c e propre  de l a p a r o l e , que l ' o n p e n s a l t a g i r bien moins par sa yaleur_djechange  que par je ne s a i s a u e l l e s  q u ' e l l e d e v a i t exciter, dans l a substance C'est justement  des S t r e s . " ( l )  ce que V a l e r y c h e r c h a i t dans aa p o e s i e ,  en maniant l e langage. etait l'affaire  resonances  La v a l e u r d'echange des mots  de l a prose;  l a poesie d e v a i t d i r e  tout ce que ne p o u v a i t d i r e l a prose.  De l a l a poesie  pure,- de l a musique exprimee par des mots, dont tout element prosalque e s t o t e . Cette idee que l e s mots ne doivent a v o i r aucune v a l e u r d'echange dans l a poesie peut nous frapper comme tres curieuse.  Comment, dira=rt-on,  parviendrons-nous  a eomprendre ce que l e poete veut d i r e ? q u ' i l n'est pas  C'est  question de comprehension.  justement  Valery d i t  lui-meme que l a poesie ne correspond a aucun sens veritable.  "Mes  vers on l e sens qu'on l e u r p r S t e . "  (2)  (1)  "Je d i s a i s quelquefois a dtephane mallarme", Pp. 630 631.  (2)  V a r l e t e _ I I I , P.  oO.  69 La poesie se j u s t i f i e simplement  en e x i s t a n t ;  e l l e est  un e x i s t a n t a b s o l u . "La poesie n'a pas l e moins du monde pour objet de coramuniquer a quelqu'un quelque n o t i o n d e t e r m i n e e , — a quoi l a prose d o i t s u f i ' i r e , " d i t V a l e r y .  (l)  Une  fois  p r o d u i t e l ' i d e e exprimee par l a prose, l e langage e x p i r e . S I un discours n'est pas compris on l e repete. "La r e p e t i t i o n repond a 1 incomprehension. 1  Mais,  Elle_nous  s i g n i f ie_que_lj,acte_du_langage  "  SI  nous avons compris, nous pouvons exprimer l ' i d e e de d i f f e r e n t e s facons.  "En somrae, l e sens., qui e s t l a  tendance a une s u b s t i t u t i o n mentale uniforme, unique, resulatoire, est i'objet, l a l o i ,  l a l i m i t e d'existence  de l a prose pure."Tout autre est.-la f o n c t i o n de l a p o e s i e .  Tandis que  le. fond unique e s t e x i g i b l e de l a prose, c'est i c i l a forme unique qui ordonne l e rythme,  et s u r v i t .  ce sont l e s rapprochements  C'est l e son, c'est physiques des mots,  l e u r s e f f e t s d ' i n d u c t i o n ou l e u r s i n f l u e n c e s mutuelles qui dominent,  (1)  aux depens de l e u r p r o p r i e t e de se consommer  Variete_III,  P. 61.  70  ,  en un sens dei'ini e t c e r t a i n . . . .  Un_beau_vers_renait  =D=iiiDi^§Di_de_ses_cendres, i l r e d e v i e n t , — comme l e f f e t de son e f f e t , — 1  cause harmonique de soi-meme." ( l )  Nous voyens en V a l e r y , p a r consequent, un homme pour qui l a f o n c t i o n l a plus noble de l'homme e s t l a pensee, e t pour q u i l a c r e a t i o n l a p l u s noble e s t "la p o e s i e , - l ' a c t e de l a pensee.  Dans l a poesie, dont l a  substance e s t l a langue, Valery s ' e s t montre maitre du langage, q u ' i l manie e t rnoule dq facon a ' l u i  faire  d i r e ce q u ' i l veut d'une maniere s i p a r f a i t e q u ' i l nous e b l o u i t p a r sa c l a r t e . n'est qu'apparente.  Gar l ' o b s c u r i t e q u i en r e s u l t e  Valery a voulu a t t e i n d r e l ' a b s o l u  de l'homme,- l a conscience pure.  Cela i l a voulu l e f a i r e  par l a poesie, e t done p a r l e langage.  On ne peut mieux  d i r e de l u i que dans ses propres p a r o l e s de La_Pythle:  v  "Honneur des hommes; d a i n t LANGAGE, Dlscours prophetique e t pare, S e l l e s chaines en q u i s'engage Le dieu dans l a c h a i r egare, Illumination, largesse I V o i c i p a r l e r une Sagesse E t sonner ce t t e auguste Voix Qui se connait quand e l l e sonne N'Stre p l u s l a v o i x de personne Tant que des ondes e t des b o i s i " (2)  (1)  V a r i e t e _ I I I , Pp. o l - b2.  (2)  Poesies,  (Charmes), pp. 150 - 159.  71 . ' BIBLIQGRAPH1E  A l s h , Deborah A. K.  £e_S§iaphorisme_dans_l poetique de Paul V a l e r y , M . A T ~ I h e s i s 7 U.B.C., 1936.  Alain  Gommentaire_deJSerairamis', Nouvelle Revue Frangaise, Tome 34, Pp. 56 - 64.  A l l a r d , Roger  i L e .Serpent' , poeme_.de Paul Vale ry., Nouvelle Revue Frangaise, Tome 18, Pp. 596 - 598.  Ausidio, G a b r i e l  Visages_de_lLa_Jeu^ , Mercure de Prance, Tome 214, Pp. 596 - 607.  Baldensperger,  £a_lltterature_fran£aise_eritre =£§_deyx_guerres, Lymanhouse, Los Angeles, 1941.  Fernand  Baudelaire, Charles  L i a r t__romantlque., Caiman-Levy, P a r i s . Journaux_Intimes, Georges Ores e t Compagnie, P a r i s , 1919.  Bendz, E r n s t  P§ul_Valery__et_llart_de_la^ Gumpert, GSteborg, 1936  Berne, Joi'froy  Tempignage, ,. Fontaine, No. 44, E d i t i o n de P a r i s , Pp. 552 _ 555.  Bonoure, G a b r i e l  La_poesie, Nouvelle Revue Frangaise, Tome 35, Pp. 262 - 26b.  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