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Les theories litteraires de Stendhal Pronger, Lester James 1948

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PS  T3 /  LES THEORIES LITTERAIRES Lester  A Thesis  The  James  DE S T E N D H A L  Pronger  submitted  in  fulfilment  of  Requirements f o r  the  partial  Degree  M A S T E R OF A R T S in  the  Department of FRENCH  The  University  of  April,  British 1948  Columbia  of  , Abstract of Thesis T h e o r i e s L i t t e . r a i r e s de S t e n d h a l by L e s t e r James P r o n g e r . U n i v e r s i t y o f B r i t i s h C o l u m b i a , 1948 Les  •*•—«.  "fa"^*"  I n t r o d u c t i o n - T h i s t h e s i s a t t e m p t s . t o formulate the l i t e r a r y t h e o r i e s o f S t e n d h a l , n o t so much by a n a l y s i n g h i s n o v e l s a s by s e a r o h i n g o u t a n d s y n t h e s i z i n g h i s own r e m a r k s o n t h e p r i n c i p l e s which guided him. The a u t h o r h a s h a d a c c e s s t o t h e 7 9 v o l u m e s of the complete e d i t i o n of Le D i v a n of S t e n d h a l ' s w o r k s . B y h i s l i t e r a r y i d e a s S- i s f u n d a m e n t a l l y o f t h e eighteenth c e n t u r y ; h i s m o d e r n i t y a n d d u r a b i l i t y a r e due t o the f a c t t h a t he r e c o g n i z e d and a p p l i e d t h e most f e c u n d l i t e r a r y p r i n c i p l e s of that century. Chapter I - L a R e l a t i v l t e du Beau - T h e i d e a s o f R e l a t i v i t y and P r o g r e s s , the two. g r e a t c o n t r i b u t i o n s t o a e s t h e t i c s o f the 18th c e n t u r y , are S t e n d h a l ' s b a s i c p r i n c i p l e s . There i s no a b s o l u t e form of beauty since t a s t e v a r i e s a c c o r d i n g to r a c e , c l i m a t e and the l e v e l of progress of the age. C h a p t e r I I - L e R o m a n t i c i s m e - S i n c e t h e r e i s no a b s o l u t e b e a u t y each g e n e r a t i o n has the r i g h t to c r e a t e the form of the beau which p l e a s e s i t . In I t a l y Stendhal p a r t i c i p a t e s i n the Romantic s t r u g g l e and "adopts the word Romanticisme to e x p r e s s h i s i d e a o f modern beauty. He a t t e m p t s t o d e s t r o y t h e a u t h o r i t y o f R a c i n e and d i s c o u r a g e h i s i m i t a t o r s . Chapter I I I - La Tragedie romantique - Discusses Stendhal's i d e a s on the modern t r a g e d y . The c h a p t e r i s a summary o f ths e s s e n t i a l d o c t r i n e of Racine et Shakespeare w i t h the a d d i t i o n of a l l relevant material from h i s other w r i t i n g s . He h e l p e d t h e F r e n c h Romantic p o e t s t o a c h i e v e t h e i r v i c t o r y but when i t t o o k t h e f o r m o f t h e drame i n v e r s e he abandoned the t h e a t r e a n d concerned h i m s e l f w i t h the n o v e l . C h a p t e r I V - L e Roman - S t e n d h a l ' s e v o l u t i o n f r o m a w r i t e r o f comedies to a n o v e l i s t . He a b a n d o n s t h e comedy o n p e r c e i v i n g that the R e v o l u t i o n has d e s t r o y e d the f o r m e r l y u n i f o r j n good taste of the p u b l i c . The n o v e l a s a g e n r e i s f r e e o f r u l e s . He s e e s i t a s a m i r r o r w h i c h f a i t h f u l l y r e f l e c t s contemporary - t i m e s , p a r t i c u l a r l y t h o s e a s p e c t s o f i t w h i c h a r e new a n d n o t h i t h e r t o found i n l i t e r a t u r e . The c h i e f a i m o f t h e n o v e l i s t i s to r e f l e c t the psychology of h i s p e r i o d . The c l a r i t y a n d s i m p l i c i t y o f h i s s t y l e i s e n f o r c e d o n h i m by t h e o b s c u r i t y o f t h i s subject matter. He a d o p t s a c o n c i s e , r a p i d s t y l e s i n c e he p e r c e i v e s t h a t t h e tempo o f t h e human i n t e l l i g e n c e i s steadily accelerating. B e c a u s e o f t h e b a d t a s t e o f h i s g e n e r a t i o n he w r i t e s o n l y f o r t h e H a p p y F e w who a r e i n t e l l i g e n t , c u l t i v a t e d a n d s e n s i t i v e , h o p i n g t h u s t o g o down t o p o s t e r i t y a n d be r e a d " i n 1935". To t h i s e n d h e c r e a t e s a s t y l e w h i c h w i l l n o t d a t e or age. D e l i b e r a t e l y a n d s y s t e m a t i c a l l y he c o n s t r u c t e d h i s own immortality. " C h a p t e r V - L e L e c t e u r comme C r e a t e u r - F r o m F e n e l o n h e d e r i v e s h i s m a n n e r of- r e f l e c t i n g t h e " p e t i t s f a i t s v r a i s " l i k e a m i r r o r , w i t h o u t s u g g e s t i n g t o t h e r e a d e r t h e c o n c l u s i o n o r e m o t i o n t o be drawn from the f a c t s . H i s s t y l e seems d r y a n d w i t h o u t s e n t i m e n t s i n c e h e w r i t e s f o r t h e i m a g i n a t i v e who a r e a b l e t o c r e a t e t h e i r own e m o t i o n f r o m t h e s e f a c t s . By s u g g e s t i n g , r a t h e r t h a n d e s c r i b i n g , he i s a p r e c u r s o r o f t h e S y m b o l i s t s . However D i d e r o t , i n the e i g h t e e n t h c e n t u r y , had a l r e a d y r e c o g n i z e d the advantage of a l l o w i n g the spectator to p a r t i c i p a t e i n the creat i o n of the beau. f  ,  Les t h e o r i e s  litteraires  de  Stendhal  Introduction " S ' i l e s t u n t r a v a i l q u i manque s u r S t e n d h a l , c ' e s t u n e e t u d e s u r s o n a r t , s e s p r o c e d e ' s de r o m a n c i e r , sa t e c h n i q u e , son s t y l e . " 1 C'est autorise, remplir  ainsi  a decrit  en  que M . P i e r r e  en 1930  la  Jourda,  lacune  que  stendhalien  cet  essai  bien  tachera  de  partie.  2 Certes, Bardeche,  nous avons une  du roman c h e z analyse  depuis l'ouvrage  Stendhal;  qu'une  analyse la  N o u s e s s a y e r o n s de  degager  e'crits personnels,  comme l a  autobiographie: articles  qu'il  sa  idees  litteraires  Correspondance,  pour les  revues sur l e s  theque,  natureHement,  capitale,  une  Stendhal. de  ses  Journal;  Pensees;  anglaises,  que l ' o n a r e t r o u v e e s oeuvre  le  les  marginales 4 et  de  litteraire  Brulard;  technique  sera moins  6tude  doctrine  l a V i e de H e n r i aecrits  de M . M a u r i c e  a p p r o f o n d i e de l a  presente  e x p o s i t i o n des  re'cent  l i v r e s de Racine  son les  les sd et  notes biblio-  Shake-  speare . Aujourd'hui travail.  La g l o i r e  Incompris  et  l'estime  de  on n ' a  Stendhal  meconnu d u r a n t  publique fut  plus besoin est  sa v i e ,  predite  avec  de  solide sa  justifier et  longue  exactitude  tel  assuree. attente par  de  lui-meme  par  son g r a n d c o n t e m p o r a i n ,  1.  Jourda, P i e r r e , E t a t present des etudes stendhaliennes P a r i s , Les B e l l e s L e t t r e s , 1930. Stendhal Romancier, P a r i s , l a Table Ronde, 1947. C o u r r i e r a n g l a i s , P a r i s , Le D i v a n , 1935, 5 v o l . M e l a n g e s I n t i m e s et M a r g i n a l i a , P a r i s , Le D i v a n , 1936, E vol.  S. 3. 4.  H o n o r e de B a l z a c .  un  E n 1840  et  Balzac  voyait  deja  en  Beyle:  " . . . u n homme d ' u n t a l e n t i m m e n s e q u i n ' a u r a d e g e n i e q u ' a u x y e u x de q u e l q u e s e t r e s ^ p r i v i l e g i e s e t a q u i l a t r a n s c e n d a n c e de s e s i d e e s 8 t e cette i m m e d i a t e m a i s p a s s a g e r e p o p u l a r i t e que recherchent l e s c o u r t i s a n s d u p e u p l e e t que m e p r i s e n t l e s g r a n d e s ame s . " 1 Malgre  cet  a m i s comme M e r i m e ' e sa m o r t par  la  en 1842.  eloge-enthousiaste,  semblent L'annee  Revue des  seuls  Balzac  reconnaitre  suivante  i l est  et  quelques  son m e r i t e  condamne  a  a.l'oubli  Deux Mondes:  " I I n e n o u s p a r a ' i t p a s e t r e d e c e u x que l a p o s t e r i t e r e l e v e du jugement des c o n t e m p o r a i n s ; i l ne v i v r a p r o b a b l e m e n t p a s . " 2 Cependant important  qu'il  haliens.  C'etait  conferences  se  faut  Rouge  maitre  travaillent  ces  Bourget  1. 2. 3.  Les  toute  Chartreuse  Jacquinet,  a  ses  Sarcey,  partagent  a propager  la  premier  les  tres  des  stend-  maitre  q u i a communique' s o n  etudiants  Stendhal  un l e c t e u r  enthousi-  etudiants. et  de  Parmi  surtout,  1 ' a d m i r a t i o n du  l i v r e s et  le  nom de  leur  lance  d a n s l e monde m o d e r n e . M . Le'on • g l o i r e p o s t h u m e de S t e n d h a l a l ' o e u v r e  normaliens. Cette  temps  la  Paul  Edmond A b o u t ,  Taine.  de  Normale,  et  trouvent  auteur. Voila 3 Blum attribue  comme l e  un professeur,  Hippolyte et  un l e c t e u r ,  considerer  a l'Ecole  asme p o u r l e ceux-ci  i l avait  et  oeuvre  Barres  i l est  est  presque  deviennent  reconnu  les  accomplie  vers  1880  d i s c i p l e s du m a i t r e .  a l'etranger.  quand E n meme  Friedrich Nietzsche,  dans  B a l z a c , Honore de, " E t u d e s sur M . B e y l e , " Oeuvres D i v e r s e s , P a r i s , C o n a r d , 1940, t . I I I , p . 371 B u s s i e ' r e , A u g u s t e , H e n r i B e y l e (M. de S t e n d h a l ) , R e v u e d e s Deux M o n d e s , 15 J a n . 1 8 4 3 , p . 299. Stendhal et l e B e y l i s m e , P a r i s , A l b i n M i c h e l , 1947.  3 Jenseits  v o n Gut und Bose  a decrit  Beyle  comme:  " . . . j e n e r m e r k w u r d i g e v.orwegnehmende u n d v o r a u s l a u f e n d e M e n s c h , d e r m i t e i n e m N a p o l e o n i s c h e n Tempo d u r c h s e i n Europa, durch mehrere Jahrhunderte der europaischen Seele l i e f , a l s e i n Aussptlrer und Entdecker d i e s e r Seele:..." 1 Les m e i l l e u r s e s p r i t s ses  louanges.  lignes  Son  du J o u r n a l  influence de  modernes  ne  sur Gide est  cessent  attestee  de par  faire ces  celui-ci:  " Q u e , p l u s t a r d , u n j e u n e homme d e m o n a"ge e t d e ma v a l e u r , s o i t emu e n me l i s a n t e t r e f a i t comme je l e s u i s a t r e n t e ans en l i s a n t l e s S o u v e n i r s d ' E g o t i s m e de S t e n d h a l , j e n ' a i p a s d ' a u t r e ambition." 2 Paul Valery voit  en l u i :  " . . . l ' u n d e s d e m i - d i e u x , de n o s L e t t r e s , u n m a i t r e de c e t t e l i t t e r a t u r e a b s t r a i t e e t a r d e n t e , p l u s s e c h e e t p l u s l e g e r e que t o u t e a u t r e , q u i e s t c a r a c t e r i s t i q u e de l a F r a n c e . " 3 Meme e.n A m e r i q u e o n l ' a p p r e c i e pour l a a  premiere 4  Stendhal.  Liberty  Rouge  et  un A m e r i c a i n a consacre  On n o u s a p p r e n d  Films,  1'Enterprise  fois,  sous  la  Company se  Noir.  5  que  5. 6.  tout  deux compagnies  de  d i r e c t i o n de M . F r a n k C a p r a , disputent  A  L e meme a r t i c l e  "...altogether i t l o o k s as i n f o r ome o f t h o s e v o g u e s authors are l i k e l y to f a l l 1. 2. 3. 4.  aujourd'hui.  6  le  ose  droit predire  de  faire  un  En  1946,  livre  Hollywood, et un f i l m  du  que:  though Marie-Henri i s which even the best victim to."  Werke, L e i p z i g , A l f r e d K r o n e r , 1930, 2 v o l . , t . I I , p . 70. Journal, P a r i s , La Plelade, p. 134 V a r i e t y i i , P a r i s , G a l l i m a r d , 1930, p . 138. Josephson, Matthew, Stendhal o r the P u r s u i t of H a p p i n e s s , New Y o r k , D o u b l e d a y , 1 9 4 6 . Une c o m p a g n i e f r a n c a i s e e s t a c t u e l l e m e n t e n t r a i n de t o u r n e r u n f i l m de l a C h a r t r e u s e . P u b l i s h e r s ' W e e k l y , - The A m e r i c a n Book T r a d e J o u r n a l , 16 N o v . , 1 9 4 6 , p . 2 8 2 2 .  4  E n f i n M . Somerset 1 une  liste  Maugham d r e s s a n t , p o u r l e  d e s d i x m e i l l e u r s romans met  Tom J o n e s ,  David Copperfield,  Prejudice,  Moby D i c k ,  Paix,  Les Freres  New Y o r k  Le Rouge  a cote  Wuthering Heights, Pride  Madame B o v a r y ,  Le P e r e  I n c o m p r i s de  ses  x  x  contemporains,  Stendhal  est  si  telle  d'en  comprendre  donne l e  rang  comment  a - t - o n manque  Pourquoi est-ce qu'il  C'est  qu'il  ne  De s o n e p o q u e  toujours  a l'ecart au  sujet  que  done  son oeuvre  son epoque  ne  a  une  1'importance  l u i a  pas  meritait?  porain.  a pu d i r e  leur  semblait  i l etait  du gout  un isole',  regnant.  de R a c i n e  et  guere  etre  un  contem-  i l  se  tenait  E n 1825  un  contemporain  Shakespeare:  " E n c o r e u n mot s u r M . de S t e n d h a l : o n p r e t e n d que ce n ' e s t p a s l a s o n v r a i nom. Q^uel e s t d o n e c e t ecrivain? Ce n ' e s t p a s u n a c a d e m i c i e n : l i s e z s a b r o c h u r e , ce n ' e s t p a s u n l i t t e r a t e u r de p r o f e s s i o n , c e ^ n ' e s t p a s u n a u t e u r c o m i q u e , ce n ' e s t p a s u n poete dramatique ou l y r i q u e ; q u ' e s t - c e q u ' i l est done? P e u t - e t r e e s t - c e t o u t b o n n e m e n t u n hoame d»esprit q u i n ' a n i rang n i t i t r e , et qui d i t c e q u ' i l p e n s e , s a n s s ' i n q u i e t e r d e c e que l e s a u t r e s en p e n s e r o n t . " 2 Beaucoup p l u s t a r d , Faguet siecle, 1. 2.  remarque:  et  x  Mais  son v i v a n t ?  and  G o r i o t , Guerre  s a l u e ' a u j o u r d ' h u i comme u n m a i t r e .  de  de  Karamazov.  it  valeur,  Times,  "II  est,  vers  la  dans notre  comme d a n s u n e m a i s o n d o n t  f i n du s i e c l e , p r e m i e r e mo.it i e  i l ne  connait  pas  Time M a g a z i n e , 8 d e c , 1947, p . 28. Le C o u r r i e r des T h e a t r e s , 2 a v r i l , 1825, c i t e p a r M a r t i n o , Racine et Shakespeare, (Preface), Paris, Champion, 1925, t . I , p . e x x i v .  Emile du XIXe les  5  etres.  .." En essayant  de  se  rappeler  II  est  ne  education que  ans II  qu'il  pas  de m o i n s  Benjamin C'est  que  Personnage  clericalisme  annonce siecle  1.  dix-sept  i l  un malheur deux  l'autre. anterieuf.  Eaguet, 1 fev.,  ans  seize  q u i sous  le  Janvier  1783.  formation, est  son  done  de p l u s  que V i g n y ,  sept  ans  de p l u s  que  pre'-romantiques,  Non, i l est  ans  trop a  de m o i n s  figure  de  d'un  Stael. isole'.  romantique, Rousseau,  de M o n t e s q u i e u , scientifique  l'anti-  des  seul  et  romantiques.  M a i s ce  orphelin--cet  homme a p u f a i r e  d'etre siecles,  i l prolonge  Pour toujours E n 1823  dans l a  quinze  que  que M m e . d e  sensibilite  Musset.  surgit les  i l  Emile, Stendhal, 1892, p . 594.  i l porte  generation  sterile  n'est  l ' u n autant l a marque  ecrit:  Revue  plus ans  un exte'rieur  l a methode  de  a dix-neuf  fait  style  siecle,  II  de m o i n s  qu'il  la  utile  orphelin litteraire  ans  raison  Diderot,  Chateaubriand  entre l e s  Cet  sera  Ce r o m a n t i q u e  Mme. de S t a e l .  de V o l t a i r e ,  encyclopedistss,  sa  vingt-trois  de V o l t a i r e , de  23  d e - l a generation d e s  enigmatique,  1'intelligence  toujours  siecle.  leurs.  i l  f i n du d i x - h u i t i e m e  m e i l l e u r de  quatorze  avec  pour cette  l'esprit  entre  le  la  Chateaubriand,  Constant,  done  garde  des  probleme  l'ecole r o m a n t i q u e .  davantage  Chateaubriand,  ce  sa n a i s s a n c e — l e  que L a m a r t i n e ,  jeune pour e t r e  pont  doit  que V i c t o r H u g o ,  n'est  ans  de  annees avant  p o e t e s de  de p l u s  avec  resoudre  au d i x - h u i t i e m e  les  de p l u s  date  dix-sept  c'est-a-dire  age  la  de  des Deux Mondes,  de  pas  qu'il ce  un  6  " P e u t - e t r e f a u t - i l e\ire r o m a n t i q u e d a n s l e s idees: l e s i e c l e l e veut a i n s i ; mais soyons classiqu.es dans l e s e x p r e s s i o n s et l e s t o u r s : ce s o n t d e s c h o s e s de c o n v e n t i o n , c'est-a-dire a peu p r e s immuables ou du m o i n s f o r t l e n t e m e n t changeables."1 On s a i s i t sance  de S t e n d h a l p a r  aujourd'hui.  II  p l u s pre'eieuses line,  avec  tiques, de l a deux et  une  ses  e'er I t  a la  son  siecle  classiques,  soumission patiente  siecles.  de c r e e r  C'est  disciplined Grace  romantiques,  siecle  date  q u i commence  de  admirable  construit  sur l a  recueilli  tout  renommee  ont  a m e r e  le  (selon  de t o u t  solide  "Beyle siecle."  de  ses  du s i e c l e est  2  l e mot  par le  en conservant la Les se  debarrasseV des sobre  romans du  Stendhal,  mieux  l'apport le  roman-  meilleur  les  que  du s i e c l e  siecle  des  passe' et  alors  de N i e t z s c h e )  et  parce  pre'decesseurs.  un  qu'il  II  a  precedent.  Anatole  f o n d de  idees  ses  le  rejete'e.  done u n p r e c u r s e u r  Sainte-Beuve  les  discip-  de l a p r o s e  pour e c r i r e  sera  sa  voulu  conciliation qui fut  1'heritage  d i t nettement:  homme d u X V I I I e  base  de  sobriete',  garder  sa n a i s s a n c e ,  une  me'connais-  a la verite.  i l a propose' entre  Ce c l a s s i q u e divinateur  siecle  de l a  tout  la  du n e u f ,  a pu p r o f i t e r  Ainsi  et  un e c r i v a i n qui use  du X V I I I e  a la  fois  contemporains  pour  qualite's  en essayant  philosophes.  le  motif  t r a d i t i o n mais Stendhal veut  XZe. les  i c i le  Prance  un  remarque:  " C e r o m a n t i q u e s i a v a n c e a c e l a de p a r t i c u l i e r , d ' e t r e en c o n t r a d i c t i o n e t e n h o s t i l i t e a v e c l a r e n a i s s a n c e l i t t e r a i r e . c h r e t i e n n e de C h a t e a u b r i a n d e t a v e c 1 ' e f f o r t s p i r i t u a l i s t e de Mme. de S t a e l ; 1. 2.  R a c i n e et S h a k e s p e a r e , P a r i s , Le D i v a n , 1928, F r a n c e , A n a t o l e , S t e n d h a l , Revue de P a r i s , 1 p. 13.  p. 365. sept.,1920,  7  " i l  procede Plus  du p u r et tard  direct  Balzac  va  saluer  des m a i t r e s  les  plus distingues  II  une  nourriture  l u i faut  lecture,  soit  par  la  XVIIIe  siecle."  Stendhal  1  comme  de l a L i t t e r a t u r e  quotidienne  conversation.  d*idees,  A dix-sept  "l'un  des  soit ans  Idees." par  i l  la  commence  a  c u e i l l i r c e l l e s q u i v o n t f o r m e r sa d o c t r i n e l i t t e r a i r e . Ces , Pas t h e o r i e s ne s o n t d u r e s t e n o m b r e u s e s , Stendhal est un e s p r i t A  simpliste.  C'est  p h i l o s o p h e s une de  sa v i e  i l  un t r a i t  parente  q u i noue  encore  entre  l u i et-le  plus etroite.  Tout  siecle a la  des  fin  declare:  " P a r i n s t i n c t , ma v i e m o r a l e ^ s ' e s t p a s s e e a c o n s i d e r e r a t t e n t i v e m e n t c i n q ou s i x idees p r i n c i p a l e s , et a t a c h e r de v o i r l a v e ' r i t e s u r elles."3 II pendant  sa  necessaire du b e a u a originales mentaux. gence  ne  XVIIIe  jeunesse  ne Ce  sont sont  cesse  y avait  "les 1. 2. 3. 4.  et  qu'il  croit  du p r o g r e s  que les  II  sur c e r t a i n s  et  d'osciller  fixes  autour  trouvera  fermement ses  1'application points  ne  principes  de  jamais relativite'  pensees l e s  de  de  a la  ces  sa  ces  acquis  plus  principes  doctrine; idees  fonda-  son  intelli-  maitress  es  du  siecle.  son g r a n d - p e r e .  salon  studieuse  doctrine  Stendhal  et  toujours  d'abandonner. la  ;  revient  e'te  a ete'  Celui-ci recu  avec  de V o l t a i r e t r o i s p l u s beaux  initie' a l'esprit  de  avait  fait  sa v i e . "  4  qu'il Le  ce  siecle  un pelerinage  distinction. jours  de  II  avait  demerit  cabinet  de  a  par  Ferney  passe' dans  toujours  le  comme  t r a v a i l du  C a u s e r i e s de L u n d i , P a r i s , G a r n f e r , 1 8 5 6 , t . L X , p . Ouvrage c i t e , p . 372. V i e de H e n r i B r u l a r d , P a r i s , Le D i v a n , 1 9 2 7 , t . I , Ibid., t.I, p. 254  244. p.  29.  8  grand-pere  est  orne  d'un buste  grand-pereNflirinfluence' "II  me c o i m n u n i q u a . . .  Stendhal, eleve  et  calisme  Rouge.  Le  qui  sort  sa v i e se  tragique  de  dictee  par un j e s u i t e .  Le p e t i t  tard  despotisme  de  s'incliner  Stendhal  va a f f i r m e r  la  necessite'  classique  ment  l a p o s i t i o n prudente  faut  bataille  et  de'courager  romantique,  en u t i l i s a n t  de l a  de  le  un a n t i c l e r i quand i l  ecrira  resuitat  d'une  lettre  detests  le  despotisme  precepteur.  son  devant de  a la  Plus Comme  l'autorite  jeter  le  lest  et  Rouge  a 1'epoque  des  fois,  et  d'Homere,  de  Racine.  qui  qui prend  veut  exacte-  la  Querelle  Tout  les  anciens  en respectant  modernes.  les  En  va l u t t e r  effet, dans  Avec  theorie  E n 1831  q u i commence de C h a r l e s X ,  par  F e n e ' l o n i l ne  du r a p p o r t  arts.  pendant  e'troit  V i e de H e n r i B r u l a r d , t . I , p . 38 I b i d . , p . 36 . S t e n d h a l , M e l a n g e s de L i t t e r a t u r e , t.II.  i l  i l la  les  cessera des  i l redige  par une.analyse et  des  1'avant-garde  principes affirmes  Querelle. la  sera  de F e n e l o n p e n d a n t  Stendhal  deVelopper  sur l e  en France 1. 2. 3.  la  civilisation 3  article  les  comme a r m e s  Modernes pendant jamais  romantique  des Modernes.  ne p a s  exclusivement  romantique nous v e r r o n s un S t e n d h a l ,  'etre  Anciens- et  dit  en l i t t e r a t u r e .  qui refuse  debat  garde  est  Henri  La Motte,  Dans l e  ete  le  Beyle."  nous  denonce—cette  de 1 ' a b b e ' R a i l l a n n e ,  i l va de'tester le  j'ai  en 1830  Julien  qui le  et  fait,  retrouvera  de Mme. de R e n a l  l'eglise  gouts"  Stendhal  lettre  de  ses  Henri 1  que  grand-pere..."  toute  voltairien  tous  "Dans l e  p a r mon e x c e l l e n t  N u l doute  f o r m a t i o n du p e t i t  presque  i l ajoute:  Pendant  le  la  de V o l t a i r e ,  moeurs,  un des  s'empresse  moeurs  de  y  Paris,  Le Divan,  1933,  9 montrer le  rapport  entre  Montesquieu  i l affirme  l e s moeurs;  son l i v r e  idee.  Et  tivite  /  ces  de t o u t e  de  a haute  autre  ce  voix 1'influence  le  menent  fait  Deja  de  a  Dubos,  ce  quinze ans Reflexions  si  Important  pre'sents A cote'  a l'esprit  de  arts  encore  l'abbe' 1'homme  d'une  Terrasson, peut  et  la  L e s p r i n c i p e s de  litte'raires,  se  s  serait  l u vers  u  cette  r  seront  Stendhal. du X V I I I e  siecle  entre  style.  idee  du p r o g r e s . auteur  perfectionner  inde'finiment et  que  1'homme  dans  cette  meme u n e p r e u v e d e que  lecteur  Stendhal  de  et  Comme F e n e l o n ,  debarrasse'  centrale—celle  marche ce  croit  les  vers  progres."  la C'est  Stendhal pouvait predire  qu'il  1935.  Pour l e frappant  ^  Gondorcet notre  croyance  cet  en  Diderot et  q u ' i l s sont  appuye'  etre  autre  d o i v e n t accompagner  perfection,  son  liVre  f  procede  que  directrice  i l a l u le  du r e l a t i v i s m e l a pensee  v  Avec  idees  cette  rela-  d a n s l ' h i s t o i r e de l ' e s t h e t i q u e  dans I n v o l u t i o n des  sur  siecle.  sur l a poesie  ouvrage,  toujours  de  de l a  principe l'idee  ou i l a pui.se a p l e i n e s m a i n s .  et  du c l i m a t  directement  a l'idee  peinture  France  Avec  principe fondamental,du XVIIIe  siecle  de l ' a b b e  son epoque.  De 1 ' A m o u r p r o c e d e  son o e u v r e .  important  roman et  considerations  du beau,  L'heritier  le  de t o u t e  ses  le  romans l e  XVIIIe  Stendhal  enflure,  rapport  siecle dira  que  que  le  concerne le  l a prose  style doit  plus evidemment doit etre  1 "sans autre  ornement  que  sa  force."  E n 1815  Stendhal  avoue  q u ' i l a p l e u r e en l i s a n t Te'lemaque. Fenelon reproche a 1. F e n e l o n , L e t t r e a l ' A c a d e m i e , P r o j e t de R h e t o r i q u e . 2. M e l a n g e s I n t l i n e s e t M a r g i n a l i a , t". I , p . 305.  Racine  10  ses  tirades,  "...  comme e ' t a n t  on p a r l e  naturellement  quand l a  passion parle."  des v e r s  dans l a  Racine  et  blamer  les  tion  des  beaux  de N e w t o n , l'Europe,  l'abbe  style  et  choses  Stendhal  scientifiques  en 1804,  i l e'crit  faconnes  ce  1'usage  conseil  dans  Stendhal  va  qui detourne l'habilete'  aussi  le  l'atten-  de  l'auteur.  siecle  de  Locke,  premiers mathematiciens  q u i met he'rite  si  supprimer  Trublet,  Lumieres est  de F o n t e n e l l e  les  tours  ele'gant  de d ' A l e m b e r t , u n d e s  Entretiens.  ans,  le  des  vraisemblance:  repete  de l a p e n s e e v e r s  siecle  ses  21  sans ces  Stendhal  Avec  vers,  spectateurs  et  a la  La Motte v o u l a i t  tragedie;  Shakespeare.  Le  contraires  la  Science  du gout  a l a mode  du X V I I I e  et  la  verite  positive.  a  sa  soeur:  "...  i l n'y  de par  siecle  pour  A l'age  de  a dans  le  2 monde  que  religion des  les  du f a i t  grands  realite'  exterieure, et  verra dans  de  au f a i t son  raison.  "petits  faits  II  sensible,  nu 1 ' e l e m e n t jamais  En l i t t e r a t u r e  d i t pas  que c e l u i - c i  1.  Fenelon,  op.  2.  Correspondance, 3 v o l . , t.I, p.  veut  cit. , Projet  que  fait  unique la  qui est  la  a la  Julien  Paris,  seule disciple vie  allemande en  donnant  de n o m b r e u x  Sorel  sa  connaissance  philosophie  vaniteux;  l'un  f i n de  de l a  i l va de'crire  est  cette  de l u i u n  Jusqu'a  d'un Traite  Paupe-Cheramy, 132.  et  croyance  sans commentaire  que M . de R e n a l  nous montrer  Bayle  Cette  sensualisme.  vrais"  aura toujours  chez  1'epoque.  comprendra  cette  nous  de  ne  pour  ne  l ' o n trouve  fait  II  II  certains."  le  du monde.  ces  de  que  courants  de C o n d i l l a c i l  faits  i l  adjectifs.  prefere  devienne  sur l a  Trage'die.  Bosse,  1908,  11  precepteur ter  chez  deux beaux  i l  peut  M.  de  M . Valenod, qui vient  chevaux normands.  eh.tirer  ses  propres  Le l e c t e u r  conclusions  tient  sur le  le  d'achefait,  caractere  de  Renal. Mais  l'avons ou est  si les  demontre,  idees  puise'es  son o r i g i n a l i t e ?  d'idees  originales.  d'autrui des pages est  l u i pour eclipser  si  bon l u i  de  i l reste  d e S t e n d h a l a ete  dans l e s II  auteurs  comme  qu'il  n'hesite  jamais  a utiliser  et  Carpani.  N o n , i l ne  original.  fut  i l  guere  peu celles  emprunte  M o z a r t et  L e d e r n i e r mot  par M. Paul  prece'dent,  a tres  q u e l q u e f o i s meme sur Haydn,  nous  du s i e c l e  avouer  Son l i v r e  ecrit  sont,  faut  semble,  entieres.  un p l a g i a t  cependant  II  de S t e n d h a l  Metastase  inventif,  sur l e s  et  plagiats  Hazard:  " S o n o r i g i n a l i t e ' v i e n t e n s u i t e de 1 ' o p p o r t u n i t e ' de s e s c h o i x . Car i l c h o i s i s s a i t l e m e i l l e u r et n ' a u r a i t pas facilement p r i s le change.... II c u e i l l e s i dextrement des f l e u r s l e s p l u s v i v a c e s dans l e s j a r d i n s ou i l opdre q u ' i l semble c r e e r quand i l p r e n d . " 1  idees  une  qu'elles  En empruntant  a autrui Stendhal  imprimait a  forme  nouvelle  souvent  ont  Faire  Stendhal  plus fructueuses,  siecle  et  survecu.  de c r e m a t i o n e t les  vive  qui passait  a u moment  pour l u i et  son oeuvre p l u s d u r a b l e  porains,  son a s t r e  luit ses  que  plus  que  si  a u s s i une les  a  c'est  rayons  sont  de  en g r a n d e  1.  Hazard, Mondes,  P a u l , L e s P l a g i a t s de S t e n d h a l , 15 s e p t . 1 9 2 1 , p . 362.  sorts  idees de  ce  trouvons ses  b r i l l a m m e n t dans n o t r e  siecle,  l u i  ecrire.  nous  celle  XXe  a  durables,  ou i l commencait  aujourd'hui  si  grace  c h o i s i r exactement  principes les  Le temps a d e c l a r e  si  c'est  un bon c h o i x est  savait  les  et  ces  contemciel  partie  Revue  des  le Deux  du  12  r e f l e t , du S i e c l e  des L u m i e r e s .  A Ainsi,  x  un s i e c l e  A.  de l a  Chartreuse idees  g l o i r e ; porte de P a r m e .  apres  sa m o r t S t e n d h a l a r r i v e  B i e n que  soixante-quinze doctririe,  bien  ses  oeuvres  i l n'a  II n'a  Rouge e t  sur l e s q u e l s  volumes i l n ' a  jamais  esthetique.  par l e  Nous e s s a y e r o n s  litteraires  d'oeuvre.  au  de  Noir  de d e ' g a g e r  et  completes jamais  systeme.  la  les  i l a construit  principes,  ces  comptent  chefs-  maintenant  formule' un corps  rassemble' ses  pas  le  nombreuses  de  ide'es en  une  M. Henri Martineau a  n o t e ce c a r a c t e r e de l a pense'e de S t e n d h a l : " I I f a u t b i e n i n s l s t e r c e p e n d a n t s u r l e f a i t que c h e z l u i t o u t e s c e s v u e s ne f o r m e n t p a s u n s y s t b m e r i g i d e , m a i s q u ' e l l e s e c l a t e n t un peu p a r t o u t en • f u s e e s , comme d e s i n t u i t i o n s e b l o u i s s a n t e s , brusques et p r o f o n d e s . " 1  / d'idees", piquantes lie'es. plan, ses  A  /  faite  les  A  Comme D i d e r o t , S t e n d h a l comme d i s a i t et  Sainte-Beuve.  profondes, mais  II trouve toujours de m e t t r e  en o r d r e  romans une a b s e n c e Pour  litteraires  ses  de  qui l u i ont  ses  idees.  ne  d e s •• i d e e s , /  sont  l'on  suivie pour reconstituer employer des  pas  souvent  de t r a v a i l l e r s u r u n On r e m a r q u e Rouge  p e r m i s de p r o d u i r e l e  i l faut  excitateur  souvent fait  u n p e u de r i g u e u r l e s  le  c'est-a-dire  II a  composition (le  qu'est a  "surtout un 2  idees  difficile  f o r m u l e r avec  Rouge,  est  u t i l i s e r , en p a r t i e , le  fragments  les  notes marginales  T~. 2.  L ' O e u v r e de S t e n d h a l , P a r i s , O u v r a g e c i t d , p . 243.-  code  que S t e n d h a l a l a i s s e e s Le D i v a n ,  exception). theories  chef-d'oeuvre l a me'thode  litteraire  decousus,  dans  et sur  1945,  que  de M a l h e r b e :  souvent ses p.  propres 119.  13  livres  et  sur ceux  comme i l d i t  d'autrui.  Mais  cela  x  A  Pour reconstituer Stendhal  de S t e n d h a l les  Elle  j'ai  la  se  forment  compose  de  table  deux cent m i l l e l e s marques  qui a 1.  cette  esquisse  e d i t i o n complete soixante  de  la  refe'rences.  q u i met  Cette  de l a p r e c i s i o n e t  des  d o y e n de  cette  a notre  en  les  de l a  1938.  quatre  disposition  qui porte  de 1 ' e r u d i t i o n  tous  e ' d i t i o n du  Stendhal,  oeuvre,  oeuvres  partout  stendhalienne  une a c q u i s i t i o n i m p o r t a n t e  de 1 ' U n i v e r s i t e  f a c i l i t e r a e^norme'ment  de  et  doctrine  d i x - n e u f volumes dont  alphabetique  .."1  A  M . M a r t i n e a u a acheve  de M . M a r t i n e a u , c o n s t i t u e bibliotheque  A  de M . H e n r i M a r t i n e a u , m a i t r e  premiere  une  car,  verite's bien qu'etant isolees.  pu u t i l i s e r l ' e d i t i o n complete  stendhaliens.  Divan,  l a peine,  lui-meme:  " J e s a i s p a r e x p e d i e n c e que d e s enchainees sont p l u s lumineuses  de  vaut  a  la  Colombie Britannique  et  recherches  des  stendhaliens  venir. Stendhal, M o l i e r e , Shakespeare, P a r i s , Le D i v a n , 1930, p . 224.  L a Comedie et  le  Rire,  CHAPITRE La R e l a t i v i t e  I du Beau  " . . . ce q u i e s t b e a u , c ' e s t ce q u i p l a i t . " V i e s de H a y d n , de M o z a r t de M < § t a s t a s e , p . 2 0 £ .  et  "En un mot, M . l e c h i m i s t e , c e t t e e s p e c e d'e'cume q u ' o n nomme b e a u x - a r t s e s t le produit necessaire d'une certaine fermentation. Pour f a i r e connaitre l'e'cume, i l f a u t f a i r e v o i r l a n a t u r e de la'fermentation." Corresp.,  II,  p.  16.  En esthe'tique du X V I I I e tivite  siecle  du beau.  Stendhal  ne  maitresse  Poe'sie  l'idee  pas  sa  pense'e.  C'est  en 1798,  scolaire, et  grand apport  le  ce  a l'age livre  la Peinture,  "Ce  ments  inconnus a moi-meme."  ait  n'y  a pas  existe  de b e a u  dans  est  le  de n o s  de  le  climat.  Si  l'abbe la  a s s i d u et  sans doute  les  chapitre  insiste  sur  1.  de H e n r i  Vie  enthousiaste  theories  Dans l e  ce  ses  1'influence  peut  une  Le beau  et  le  dont  siecle; siecle.  s o n P r o .jet et  humaine  et  chez  a  est  sans  se  un  connaissait a  1'Academie.  rapport 1927,  nos  plusieurs  etait  de R h e t o r i q u e sur l e  de  l'individu,  i l  l a Lettre  i l  qui  relativisme  Stendhal  Le Divan,  Dubos  Stendhal  le  de F e n e l o n  qu'il  temperament  doctrine car  senti-  de'pend d o n e  selon  cette  Paris,  Selon  relatif  sur  Stendhal  douter  conception  1 *initiateur,  du c l i m a t  Brulard,  Reflexions tard  theories.  expose'es dans  q u i forme  re c u t ,  guere  son m i l i e u  dans  qu'il  On n e  est  du X V I I I e  precedent  de mon c o e u r ,  c o n f i r m a t i o n de  theoriciens  rela-  l'idee  quinze ans,  Plus  moitie  la  l'age  l'abbe' Dubos,  l'homme. II  de  de  sentiments  de  Dubos est  trouve un peu partout lecteur  de  feconde  en 1719.  c'est  sens.  produit  trouve  autres  aux 1  absolu,  l a pensee  et  forme' p a r  doute  repondait  puise' quelques-unes  faculte's qui  livre  et  qui devient  de  de  paru  de l a p r e m i e r e  1'heritage  p r i m ipe  dira:  n'y  capitale  En r e c u e i l l a n t  neglige  de  comme p r i x la  est  le  p.  Fe'nelon etroit  lia  16  des moeurs  et  des  arts.  Chez M o n t e s q u i e u a u s s i , mation  de  ses  auteur  annote  ide'es.  On a  Stendhal  a trouve  conserve' un exemplaire  de l a m a i n de  Stendhal.  II  la  7  de  y a ecrit  confircet  cette  note  1 marginale:  "Le  climat  Ainsi de l e t t r e s gardera valeur  i l a deja  cette  relativite Stael;  pris  pardonne dant  i l  avec  tant  mais  pas  haine  se  la  trouve  souvent  et  Shakespeare.  conseille  a  "<Te  comprenais pas,  ne l e  trouve Plus  1. 2. 3.  que  sa  avec  socie'te',  et  des  d'homme  idees  qu'il  a reconnaitre de  gene'ralement  de  elle que  quand e l l e  la  et  En 1806, de  lire  ne  i l y a deux a n s ;  un bon o u v r a g e ,  l u i  Cepen-  doit  l'idee  etre  directrice  a v i n g t - t r o i s ans, De l a  livres,  developpe  litte'rature qui sera  de  sans  ses  sa p r o s e  la  la  s a n s d o u t e Mme.  i l a l u tous  principe  soeur P a u l i n e  c'est  carriere  p r o f esse pour Napole'on.  son p r i n c i p e  de R a c i n e  c'est  l'emphase  qu'elle  de l a  seul  d'elle  i l blame  1'expression  pas  son m e r i t e ,  d'accord  d'e'clat  sa  beau l i t t e r a i r e  epoque  reconnait  notes,  commence  Le g r a n d v u l g a r i s a t e u r  a cette  parle  II  Beyle  le  doctrine.  Stendhal  des  sur  temperaments."  Mais i l n'est  du beau  indulgence.  les  quand H e n r i  toujours. de  forme  i l  Litterature: je  le  relis  a un peu d ' e n f l u r e  et  je  pres."  t a r d , e n 1 8 2 2 , i l r e m a r q u e a p r e s a v o i r r e l u De 1 ' A l l e m a g n e : "Mme. de S t a e l t r a v a i l l e e l o q u e m m e n t s a n s l e s comprendre sur l e s s u j e t s l e s p l u s d i f f i c i l e s et son A l l e m a g n e m ' e x c e d e . " 3 Melanges I n t i m e s et M a r g i n a l i a , t . Corresp., I, p. 228 Mdlange's I n t i m e s et M a r g i n a l i a , t .  I, II,  p. p.  383. 158.  17  Mme. doctrine Get  dans  ouvrage,  en 1813, 1813 et l'a  le  Stael  i l ecrit  avait  en f r a n c a i s  l u par Stendhal p l u s i e u r s pages  un commentaire  l u "avec  trouve'' une  C o u r s de L i t t e r a t u r e  traduit  a ete  q u i sont  de  un i n t e r e t  bonne  partie  d r a m a t i q u e de  car  qui ont pour t i t r e  sur  le  Gours.  p a r t i c u l i e r " et  II i l  sa  Schlegel.  p a r M m e . . N e c k e r de  l a meme a n n e e ,  de  Saussure  en  decembre  Schlegel  avoue  qu'il  ajoute:  " M . S c h l e g e l d i v i s e l e s p o e t e s en deux c l a s s e s . Les poetes grecs et f r a n g a i s ont c u l t i v e ' l a litterature classique. Shakespeare, Calderon, S c h i l l e r , G o e t h e , sont des p o e t e s du g e n r e romantique. A l a b o n n e h e u r e , j e ne v o i s l a d ' a u t r e m a i q u ' u n mot n o u v e a u o u p r i s d a n s une a c c e p t i o n n o u v e l l e ; e t comme i l e s t a s s e z d o u x e t que l ' i d e e , d ' a i l l e u r s , e s t a p e u p r e s nouvelle, j'admets l a l i t t e r a t u r e romantique, c ' e s t a. d i r e d o n t l e s ^ o u v r a g e s s o n t e c r i t s d a n s c e s l a n g u e s n e e s du me'lange du l a t i n avec l e s j a r g o n s du b a r b a r e s , q u i , s o r t i s des f o r e t s du N o r d , c o n q u i r e n t l e M i d i de 1 • E u r o p e . " v  Tout propres  en admettant  sentiments,  Schlegel.  II  Stendhal  existe  encore  sa main ou l ' o n r e l e v e belles vague  ve'rites et  peu:  allemande,  et  de  grossiere  pathique  au  souveram  n'est  notes:  qui repondait un admirateur  aux  dans  a  impatientant  Le  style  ses  de  du C o u r s annote'  "Melange  erreurs. . ..  de  de  eminemment  i d e e s . . . .Pure philosophie  cet  Deraison  auteur  les  p h i l o s o p h i e . . . . Cet  complete....  formes  d'une  auteur m'est  anti-  degre."  M e l a n g e s de L i t t e r a t u r e , t . I l l , P a r i s , L e D i v a n , 1933, p. 133. , Ces n o t e s m a r g m a l e s ont ete r a s s e m b l e e s p a r M . H e n r i M a r t i n e a u dans l e p r e m i e r volume des Melanges I n t i m e s et M a r g i n a l i a , p . 311. /  2.  guere  deraison....  on t r o u v e  et  romantisme  un exemplaire  sottes  c'est-a-dire  mauvaise  1.  ces  clair nuit  A t o u t moment  ce  18  II le  livre  faut  signaler  important  1 'Europe, elements  aussi  que S t e n d h a l  connait  de S i s m o n d i , L a L i t t e ' r a t u r e  p a r u en 1813.  On a r e m a r q u e ' q u ' i l  p r i n c i p a u x de p l u s i e u r s d e s  bien  du M i d i  de  y a puise''  chapitres  de  les  sa v i e  de  Metastase. Malgre' l e s et  celles  de  ces  au  juste,  ce  qu'il  principe ses  idees  details ces  et  non  seulement  les  Ils  auteur  ide'es  de  tous  leur  dans  les  d u meme  doive r i e n trouve''chez  sur l e  Stendhal  de'finir,  partis  pour eux  des  rigoureusement  explique' l e s  Stendhal  de  d i f f i c i l e de  sont ne  les  i l a probablement  conse'quences.  beau  theoriciens  trouvent  con-  litte'raires  mais  psychologues.  de'eouverte  i l  i l est  q u i l u i en ont  theories  eve'nement ans  et  entre  permis d'appliquer plus  Les  chez  doit.  que n o t r e  directrices,  La  vingt  leur  qui l u i ont  firmation  un  contemporains,  bien  principes,  aussi  ressemblances  de  la  psychologie  capital  dans  1'evolution  anno nee  a  soeur,  sa  de  de  Condillac  sa p e n s e e .  comme " v e r i t e  est  De ja /  ge'ne'rale"  a. que  2 "toutes  nos  devient  empiriste  sensation que  l'idee  Puisque  idees  a la  nous v i e n n e n t et  varie  selon  a pas  able s regissant  2.  la  la  par  les  race,  du beau  de b e a u t e '  i l mettra  s e n s de  l'individu  i l n'y  jeune  percue  est  suite,  desormais  Le  II  aussi  conception  sens."-  connaissance.  du beau  sa  1.  sensualiste;  b a s e de t o u t e  gouvernement,  par nos  le  doit  absolue,  ni  varier de  la  s'ensuit  climat  done  l'individu.  et  le  aussi.  regies  Beyle  Par  invari-  beaute'.  M a r t i n e a u , L ' O e u v r e de p. 94. C o r r e s p . , I , p . 48.  Stendhal,  Paris,  Le D i v a n ,  1947,  19  E n meme t e m p s d'Helve'tius; de t o u t e s centrale  actions l u i et  grecque  a la  utile  a l'ame  Selon  la  est  i l ne  fait  tout  etait  l'expression  athenienne, beau  est  d e f i n i t i o n celebre de  Le p l a i s i r e x c i t e ' p a r  les  du coeur  arts  se  chez  l'abbe  vient  par  Dubos.  et  L'oeuvre  d'art  faut  faut  la  toucher  etre  le  n'est  ramenent  physique  II  et  l a voie  le  de de  guide  d e v i e n t une  de  ce  qui p l a i t  l'individu. des  qui peut  son l i v r e  1 'esthe'tique aux  sens  beau e s t pas  la  le  la  .  force  physique  de  qui  ce  est  heureux. beaute'  a 1'emotion.  des  Stendhal  sens q u i r e c o i v e n t  sensible.  Ceux q u i sont  Few" a u x q u e l s S t e n d h a l De t o u s  nos  qui est  le  a de'die' s e s sens,  plus  "de  Tous cela  tableau  impression  pour qu'on soit sensibles  sont  s'enflamme. au  co^jeur.  touchs les  i l  "Happy  livres.  tous  sensible."  de M o z a r t e t  une  a pu trouver  une  non a l ' e s p r i t ,  fonde  parler.  intellectuel.  p l a i s i r devant un  s e n s i b i l i t e ' et  se  un p l a i s i r physique,  mais  V i e s de H a y d n , 1928, p . 123.  qui  humaines  beau d o i t  doit parler,  1.  ce  stendhalienne  qui  celui  et  rendre  communiquent a 1 • i m a g i n a t i o n  est  sentiment  De 1 ' A m o u r l a  que l e  du t o u t  Pour l u i le  la  ide'e  Ainsi  qualit.e's  representation ce  unique  bonheur.  physiologie, c'est  emotion  est  principe  c'est-a-dire  une  du s p e c t a t e u r ,  le  exception pour l e  simplement  De c e t t e m a n i e r e sur l a  pas  l'interet  Le  une promesse  Ceci  selon  societe'  l a prudence.  de l ' h o m m e .  est  doit varier  utiles  s'approprie  l'utilite'ou l'interet  Le beau  sculpture  et  les chez  dm b e a u . plait  que  Beyle  nos organes,  l'oreille  1  de M e t a s t a s e ,  Paris,  Le  Divan,  20  " I I me s e m b l e que l a m u s l q u e d i f f e r e e n de l a p e i n t u r e e t d e s a u t r e s b e a u x - a r t s , chez e l l e l e p l a i s i r physique s e n t i p a r de l ' o u i e , e s t p l u s d o m i n a n t e t p l u s de e s s e n c e que l e s j o u i s s a n c e s intellectue Stendhal, excellence.  II  ecrit  Cimarosa,  i l hante  a Milan.  Les  les  sur  sensible,  sont  plus  en France  de  u n me'lomane Mozart,  quand i l a l a  en consequence  importante  est  R o s s i n i , Haydn,  La Scala  Italiens  Francais,  moins  e n homme  chance  sensibles leur  cela que l e sens son lles."1  i l de  par  adore se  trouver  a l a musique  climat.  que  La musique  p o u r l a meme r a i s o n  qu'il  est  n'y  a  2, pas  de  sens  bois  d'orangers  en N o r m a n d i e .  Un c l i m a t  doux r e n d  les  que l a m o i t i e ' d u t r a v a i l  delicats. Mais  frapper  sensation  la  faire travailler. " L e p l a i s i r que donne l a m u s i q u e s e m b l e v e n i r de s o n p o u v o i r d e c o n d u i r e 1 ' i m a g i n a t i o n a t r a v e r s un enchainement d ' i l l u s i o n s rares mais i n s a i s i s sables." 3 Ce  s'enfuir volupte.  le 1. 2. 5..  que  Stendhal  de 1 ' o p i u m .  plus  doit  sens n ' e s t  La  Pour  les  l ' o n demande  l a musique Les  du monde  sons et  est  se  sons  a l a musique, un gout  excitent de  des  sur  c'est  1'imagination  des  illusion  c e l u i du t a b a c  ou  sa r e v e r i e ,  l u i permettent  de  rerugier  sa f a c u l t e  a  comme  dans  le  La m e i l l e u r e musique pour l u i est  vivement  fait  communiquer l ' e f f e t  d'evocation  beau pays celle  de  la  qui agit  interieure,  celle  le qui  rever.  V i e s d e H a y d n , d e M o z a r t e t de M e ' t a s t a s e , 1928, p . 122. I b i d . , p. 77. Courrier Anglais, t. I, p. 297.  Paris,  Le  Divan,  21  La peinture a la  realite,  du paysage  a concevoir  sur l a  1'imagination.  regarde  semblera attend  beau  d a n s ce  le  portrait  de  joli  Les m e i l l e u r s tableaux  1'imagination La p e i n t u r e finir  ses  d'une  que sont  ceux- q u i o n t  les  bonne,  tableaux,"  et  par  des  la  ce  de  a plus  plaisir  a  II  arbres,  re'alite'.  portrait  a dire  a  ces  l u i  qu'il  raison i l  techniques.  celui-Ia  d i t - i l ,  figurer le  emotions tehdres  chose  L'image  communique  l'ombre  dame,  echapper  illusions.  se  Pour cette  ceux  a  que l u i d i s p u t e l a  estime  son ame,  et  prefers.  d'expression.  qui stimulent  le  plus  l o i n t a i n s peu c l a i r s ou  p e u t .supple'er elle-meme  est  a  sous  belle  qualite's  Lesueur a P o u s s m parce  1'imagination,  bois,  bonheur  spectateur  qui l a  commence  qui a.quelque des  le  petites  l'oeil  sa m a i t r e s s e .  guere  aider  belles  l u i suggere  peintre  soucie  de  spectateur  s ' i l  encore  toujours se  le  doit  frappe  i l pourrait trouver le  S'il  ne  toile  Le  de ' p o u v o i r e r r e r ou  aussi  si  les  "elle  elle  se  derails  qui manquent.  engage 1 ' i m a g i n a t i o n rapproche  de l a  a  musique,  " C ' e s t d e s o b j e t s d o n t l e s d e t a i l s s o n t a* m o i t i e ' c a c h e ' s p a r l ' a i r que n o u s n o u s s o u v e n o n s a v e c l e p l u s de c h a r m e ; i l s o n t p r i s dans n o t r e pense'e une t e i n t e celeste." 2 Meme l a cachant  un peu  plaisir  de  nature  peut  se  sa b e a u t e  afin  de d o r m e r a 1 ' i m a g i n a t i o n  completer  le  rendre  paysage.  II  plus attrayante  decrit  la  f i n de  " . . . ces d e r n i e r s beaux J o u r s ou une v a p e u r semble v o i l e r l e s b e a u t e s de l a n a t u r e p o u r rendre plus t o u c h a n t e s , . . . " H i s t o i r e de l a P e i n t u r e I b i d . , p . 181 Ibid., t. II, p. 114.  en I t a l i e ,  t.  I,  p.  181.  le  l'automne:  legere les  3  1. 2. 3.  en  22  Ailleurs Rome comme:  i l decrit  "admirables,  les  paysages  c'est-a-dire, /  g r a n d i o s e s , . remuant Et les  l'ame  pour entrer  tristes,  de  tranquilles,  I  profondement."  quand S t e n d h a l  concerts  aux a l e n t o u r s  quitte  dans  sa  la  nature,  chere  les  musees  et  Come'die " F r a n c a i s e ,  c'est  p o u r y c h e r c h e r c e s memes s t i m u l a n t s a s o n i m a g i n a t i o n , " T o u t l e p l a i s i r que l ' o n t r o u v e a u s p e c t a c l e t r a g i q u e d e p e n d de l a f r e q u e n c e de c e s p e t i t s moments d ' i l l u s i o n , e t de l ' e t a t d ' e m o t i o n o u , dans l e u r s i n t e r v a l l e s , i l s l a i s s e n t I'gme du spectateur." 2 Quand i l c'est  parce  q u ' i l s de'tournent  1 ' i l l u s i o n , et S'il  prefere  d'illusion trageuies  vers  se de  Mais  doit la  trouvent  c'est  done p a r  faire  selon le  de C a b a n i s  les  Cabanis  affirme  s'ensuit  qu'il  y  a u n beau  sur  nerfs  qu'il n'y  varie  tempe'rament.  le  temperament,  du s p e c t a t e u r et ces  sa  de  technique,  petits  l u i que  moments  dans  1•imagination  les  existe  a pas  six  ide'al f i x e ,  selon le Stendhal i l cite  sortes  qui insiste  et  adopte  la  souvent dans  Stendhal  celebre,  21.  r.  climat;  doc-  son  livre  lequel II  combat  qui affirmait  qui convient  s u r un beau u n i q u e en  Pages d ' l t a l i e . p . 232. R a c i n e e t S h a k e s p e a r e , v.  l'oeuvre  de t e m p e ' r a m e n t .  de b e a u a b s o l u .  t r a d i t i o n n e l et  que  ou a l ' a u d i t e u  d u m o r a l de 1'homme  de W m c k e l m a n n , a l o r s  La Harpe a u s s i , 1. 2.  sens et  p l a i s i r au s p e c t a t e u r  sensibilite'' des  theorie  que  plus souvent-chez  Des R a p p o r t s du p h y s i q u e et  la  parce  tragedie,  Racine.  1'imagination trine  1'attention  l ' h a b i l e t e ' de l ' a u t e u r  Shakespeare  C'est d'art  blsSme 1 ' u s a g e d e s v e r s d a n s l a  a  qu'il tous.  litte'rature,  23  sera  toujours  l a v i e time  des  du p r i n c i p e d ' a u t o r i t e ' e s t pensee  stendhalienne,  religion. celui  unedes  beau v a r i e ,  a son epoque  de S t e n d h a l .  bases  en e s t h e t i q u e ,  Puisque le  qui convient  boutades  fondamentales  en p o l i t i q u e et  l'artiste  et  Le  a  doit  rejet de  la  en  ohercher  son m i l i e u .  "Faire  ce  1  qui p l a i r a et  le  p l u s a mon s i e c l e , "  pour f a i r e  du p u b l i c . saurait compte  Ce  des  i l doit  aux  soldats  changements  est  le  apportes  l'appui  de  du beau  i d e a l chez  sa  que t o u t  refutation tous  but  de  et  la  la  est  par  race  et  temps.  se  L'art,  du temps.  relatif.  II  psychologie  comme  Stendhal  cite  de P l a t o n  ne  rendre  p h i l o s o p h i e grecque  du systeme les  le  l'artiste  de L o u i s X I V  de N a p o l e o n ; o n d o i t  i m p o s s i b l e de g o u t e r ignorait  le  aux c o u r t i s a n s  p r o d u i t de l a  qu'elle  est  e'tudier l e s moeurs  qui p l a i s a i t  plaire  l'homme, trouve  cela  tel  parce  Voltaire  sur  a  l'identite'  hommes.  " R i e n de p l u s b e a u a u x y e u x d ' u n c r a p a u d que s a c r a p a u d e a u x g r o s y e u x s o r t a n t de l a t e t e . " 2 Et infiniment  S t e n d h a l e x p r i m e r a l e meme p r i n c i p e d ' u n e  p l u s d e l i c a t e : "De memoire 3  v u m o u r i r de  de  rose,  on n ' a  i l  "Quand H e l v e ' t i u s a n i e ' 1 ' i n f l u e n c e  a done d i t  Pendant l'Europe  ses  jamais  jardinier."  Son a d m i r a t i o n p o u r H e l v e t i u s ne v a p a s reserves:  maniere  a peu pres  lectures  Stendhal  ne  et  l a meilleure ses  cesse  voyages  des  absurdite  nombreuses  de chercher  les  hommes d e c l i m a t s d i f f e r e n t s .  1. 2. 3. 4.  H i s t o i r e de l a P e i n t u r e e n I t a l i e , Racine et-Shakespeare, p. 355. H i s t o i r e de l a P e i n t u r e e n I t a l i e , I b i d . , p . 53.  les  sans climats,  du a  siecle."  travers  differences  "La nature  a fait  t.  II,  p.  361.  t.  II,  p.  52.  le  entre  24  "francais  vif  tendre."  et  non pas g a i . . . .  Mais le  gouvernement  Et  l ' l t a l i e n melancolique  d'un pays  forme  le  et  caractere  A,  et  la  nature  jamais et  le  sont  des  que l e climat  citoyens  resultat dans  serieux,  aussi.  de c e  etant  t r e s p e u de t e m p s p o u r l e s  arts.  comme L o u i s X I V ,  aux a r t s , par le  mais etant  roi,  dans l e s  attacheront  arts,  doit  l o i s ont m i s  occupes Les  a  sur  d'une  se  sujets  beaucoup  parait  sa  tete  republique  gouverner,  ont  d ' u n monarque  de l o i s i r  a se m o u l e r  beaucoup  comme d a n s l a  L'Artiste a  auront  occupes  h u m a i n n e me  Les citoyens  prudents et,  absolu,  "Un etre  que l e s  son c o e u r . "  ^  sur le  d'importance  a  consacrer  modele  aux  fourni  convenances  vie.  toujours  faire  attention  a  l'homme  q u i son oeuvre est destinee: ^ ' M o z a r t j ne a S a l z b o u r g , a t r a v a i l l e p o u r d e s a m e § f l e g m a t i q u e s , m e l a n c o l i q u e s e t t e n d r e s comme l u i ; e t C i m a r o s a , p o u r d e s ames a r d e n t e s , passionne'es, sans repos dans l e u r s p a s s i o n s . " 3 Tout  de l a  sorte  de  artiste  doit  spectateur  agir  d e meme e t  qui regarde  son  se  rendre  compte  oeuvre:  " I l ^ f a u t dans l e s a r t s a v o i r constamment l e s yeux f i x e s s u r l ' a m e d u s p e c t a t e u r , comme l e s canonniers ont l e s yeux f i x e s sur l a b u t t e . Ils n'estiment leurs e f f o r t s qu'autant q u ' i l s 1'atteignent. Vous v o u l e z emouvoir l e spectateur, i l faut connaitre ses m o e u r s . " 4 Or,  l e s moeurs changent  s'adapter .1. 2, 3, 4,  a celles  de  sans cesse  et  1'ecrivain  sa p r o p r e epoque.  M o l i e r e , S h a k e s p e a r e , l a Oomedie et P a g e s d ' I t a l i e , p.. 119. Raoine et Shakespeare, p . 356. M o l i e r e , S h a k e s p e a r e , l a Oomedie e t  Racine  doit a ecrit  pour  le  Rire,  p.  261.  le  Rire,  p.  231.  25  les  courtisans  par  contre,  avaient  p o l l s et  pour:  encore  la  raffine's  de L o u i s X I V ;  Shakespeare,  "clws g e n t i l s h o n m i e s c a m p a g n a r d s ,  qui  franchise  des  rude  et  severe,  fruit  longues  1 guerre3  de l a  rose  rouge  et  Quand S t e n d h a l suivre  l a me'thode  de N a p o l e o n o n t severes  rose  conseille  Shakespeare,  rendu l e s  a  extraordinaire Renaissance. Italie  par les des  arts  Avant  de  i l fait  dominant es  francais  le  moeurs que  qu'il  parce  de  que l e s  commencer  tableau  des moeurs et  admiraient  l'oeuvre  d'art  les  regies.  peu  raffine's. pas  politesse etait  etaient  Les  excessive plus  selon  naturels  convenances  toujours  les  Ils le  parce  guerres et  plus  pas  eteint  floraison  l ' l t a l i e  des  la  coeur  de  la  Peinture  passions  e'taient et  n a t u r e l s,  non pas  selon  que p e u c i v i l i s e s ,  n'e'crasaient  grands maitres  n'avait  dans  cette  s o n H i s t o i r e de  ils  l i s  explique  l ' o n trouve  de 1 ' e p o q u e .  Vers  contemporains  un peu p l u s rudes  It aliens  on  ses  c'est  des  n'avait  blanche."  aussi, C'est  en  de  de l a  a  pas  la  vie;  imiter.  les  on  Une  passions.  Done,  sensible.  Pour  gouter  les  arts  l ' a n 1200  i l n'y  avait  i l  faut  etre  q u ' u n m o y e n de  capable savoir  de  que  passion. l ' l t a l i e  a l l a i t p r o d u i r e s e s c h e f s - d ' o e u v r e de p e i n t u r e : " C ' e s t que, d e p u i s t r o i s s i e c l e s , chaque I t a l i e n se b a t t a i t p a r c e q u ' i l l e v o u l a i t b i e n , e t p o u r o b t e n i r une c e r t a i n e chose q u ' i l d e s i r a i t . Les p a s s i o n s de c h a q u e i n d i v i d u ^ ' t a i e n t m i s e s e n m o u v e m e n t , t o u t e s s e s f a c u l t e s d e v e l o p p e ' e s , t a n d i s que dans l e sombre s e p t e n t r i o n , l e b o u r g e o i s d e s v i l l e s n ' e t a i t encore qu'une espece d ' a n i m a l domestique, • a p e i n e s e n s i b l e aux bons et aux mauvais t r a i t e m e n t s . " 1. 2.  :  M e l a n g e s de L i t t e r a t u r e , t . I I , p . 308. H i s t o i r e de l a P e i n t u r e " e n I t a l i e , " t . I ,  p.  74.  2  26  C e s ames p a s s i o m i e e s trop  de  force  d'autrui.  pour  se  On o s a i t  etre  Le ge'nie  Ainsi  les  l'exces le  de  ne p e r m e t  n'e'tait  hommes a v a n t  et  Gar,  plus cette  tegeait  Racine,  mais  Le gouvernement  mars 1948,  ses  ne  suit  gardera est  Alors pas  les  aussi, a  trop  fort,  regies.  une  les  de  deprave's  par  vient  monarchie  arts  ne  peuvent  C i d . Le r o i p r o -  genies' ont  Russie plus  des  civilisation  vient  ete  de  blamer,  i l l u s t r e s parce  le  conformisme  copieront  est  ce  talent pas  le  en  qu'ils  grand  Lebrun par,  Lebrun.  du p r e m i e r p e i n t r e ,  b i e n de f a v o r i s e r  du  la  pas  fussent  son p r e m i e r p e i n t r e ,  artistes  l a maniere  avait  semble.  u n l i o n n e t e homme i l n e p e n t  differe  avec  de l a  comme b o n l e u r  En p e i n t u r e  exemple.  q u ' i l s ne  a condamne' l e  compositeurs les  Le monarque  n'y  etouffe' par  combien d ' a u t r e s  etouffe's?  ennemi.  pas  II  l i b e r t e ' sans l a q u e l l e  L'Academie Francaise  creer  1'opinion  u n gouvernement  vivre.  osent  o u a l a mode o u a  soi-meme.  civilisation.  gouvernement  avaient  soumettre  conformisme. etaient  du q u i n z i e m e s i e c l e  Si  un  l'autorite  nouveau.  Meme s i  sentir  talent  ce  original se Lebrun qui  sien.  " L a p e i n t u r e s e r a done t o u j o u r s m e d i o c r e d a n s l e s monarchies absolues. S i l a hasard y f a i t n a i t r e un P o u s s i n , i l i r a m o u r i r a Rome."l Le p r o p r e toute  originalite', car  souverain 1.  d ' u n gouvernement  et  de  ses  i l faut  ministres.  H i s t o i r e de l a P e i n t u r e  fort  est  de  chasssr  s u i v r e l a mode a p p r o u v e ' e d u Un t e l  en I t a l i e ,  gouvernement, t.  I,  p.  66.  une  27  civilisation arts  avancee,  un e f f e t  c r i t e ' on gate ames f o r t e s peuvent reduit d'un  se  la  politesse  ne'gatif.  En elevant  et  ceux  ravale  qui creent developper  a l'etat  les  qui  excessive tous  ont  les  seraient  sur  hommes a l a  excellents.  chefs-d'oeuvre  originaux  E n 1819  Stendhal  nota  medioCes  ne  que d a n s u n p a y s o u l ' o n n ' e s t  domestique.  les  pas  en  marge  livre: " L e g r a n d i n c o n v e n i e n t de l a c i v i l i s a t i o n , c ' e s t 1'absence du danger; voyez P a r i s : c ' e s t ce q u i c r e e l e s gens m e d i o c r e s . . . . Le^danger f a i t t o u t Ie mer i t e esthe'tique des siecles, 1000-1500." 1 S'il  de l a  prefere  l'ltalie  Restauration,.c'est  de  la  Renaissance  a la  France'  que:  "En gene'ral, l e seizieme s i e c l e n ' o f f r a i t n u l l e p a r t c e t t e t r a n q u i l l i t e m o u t o n n i e r e de n o s v i e i l l e s m o n a r c h i e s , ou tout p a r a i t soumis, mais o u , d a n s le> f a i t , i l n ' y a r i e n eu a soumettre." C'est en France  vers  pour proauire oeuvres  ainsi  qu'il  1819. les  II  genies  originales.  II  explique l a  y manque  les  qui aient avait  conditions  la  e'er i t ,  sterilite  force  de  en 1803,  litteraire necessaires  creer a  2  vingt  des ans:  " O n a i t q u ' u n fromm@ a d u g e n i e l o r s q u ' i l a i n v e n t e ' dans son genre. T o u t homme q u i n e f a i t que c o p i e r , e m b e l l i r , t r a d u i r e p e u t ' a v o i r du t a l e n t , m a i s j a m a i s de g e n i e . On c o m p t e p a r m i l e s g e ' n i e s , Homere, C o r n e i l l e , H e l v e t i u s , M o n t e s q u i e u , J u l e s Ce'sar, M o l i e r e , Newton, p a r c e que, en des genres t r e s diffe'rents, i l s ont invente'." 3 Un g e n i e sans l e q u e l 1. 2.3. 4.  o n ne  eat fait  u n homme c t e v o r e rien  dans  les  de  "ce  arts".  Melanges Intimes et M a r g i n a l i a , u . H i s t o i r e de l a P e i n t u r e en I t a l i e , C o r r e s p . , I , p . 68. C o u r r i e r A n g l a i s , t . I , p.. 1 7 4 .  I, t.  .4  feu Pour  interieur Stendhal  p. 348. 1.^ p . 5 4 .  28  comme p o u r D i d e r o t , u n t a b l e a u original  et  creer  besoin d'energie.  qui et  est  ne'eessairernent  seul.  Pour  Dans R a c i n e  de g e n i e  et  quelque  "...  de R a c i n e . . . "  de n o u v e a u l e  l ' a c t i o n de c r e ' e r  Shakespeare  b r i l i e dans l e s  chose  i l note  "  chefs-d•oeuvre C'est  la  ...  exige la  de l a  force  de M o l i e r e ,  qualite  ge'nie  force."  etonnante  de  essentielle  a  Corneille  de  tout  grand  homme: " D a n s l e g e n r e d e l ' o p e r a - b u f f a comme d a n s l e genre des b a t a i l l e s l a seule q u a l i t e essentielle a u g r a n d homme, c ' e s t l a f o r c e . Au fond du genie de C i m a r o s a e t de N a p o l e o n o n t r o u v e u n e ^ q u a l i t e commune, c ' e s t l a f o r c e . Dans u n cas I'ame d o i t m e t t r e s a . f o r c e a. s e n t i r , d a n s 1 ' a u t r e a a g i r s u r les environnants." 3 Le pour les  braver sentiers  creant  genie  a besoin  1 ' o p i n i o n de battus,  quelque  chose  de  ses  cette  puissance  contemporains  quand i l  s'expose  de n o u v e a u ,  quand i l  a leur  q u ' i l s ne  egalement quitte  ridicule  comprennent  en pas.  " I I f a u t du courage p o u r e t r e r o m a n t i q u e , c a r i l faut hasarder. Le c l a s s i q u e p r u d e n t , au c o n t r a i r e , ne s'avance jamais sans e t r e soutenu en c a c h e t t e par quelque v e r s d ' H o m e r e , . . . " I I me s e m b l e q u ' i l f a u t d u c o u r a g e a l ' e ' c r i v a i n presque autant qu'au g u e r r i e r : l ' u n ne d o i t p a s p l u s s o n g e r a u x j o u r n a l i s t e s que 1'autre a l ' h o p i t a l . " 4 N  L'artiste ose  regarder  propre 1. 2. 3. 4.  la  qui fait  nature  de  avancer  les  arts  sa p r o p r e m a n i e r e .  i n t e r p r e t a t i o n de ce  qu'il  voit  H i s t o i r e de l a p e i n t u r e e n i t a l i e , I b i d . , D . 117. Pages d ' I t a l i e , p . 42. R a c i n e e t S h a k e s p e a r e , p . 45  est  I,  qui  En donnant  i l cre'e l e t.  celui  p.  beau de 4.  sa son  29  epoque. "a  II  faut  voir'1'homme  done dans  ne  copier personne,  l'homme et  mais  chercher  non p l u s dans l e s  livres."  1  "Dans l e s a r t s , et je c r o i s dans t o u t e s l e s a o t i o n s de l ' h o m m e q u i a d m e t t e n t de 1 ' o r i g i n a l i t e , ou l ' o n est soi-meme, ou l'on n'est rien." 2  Et devenu  c'est  en  suivant  cette  regie  que  tfeyle  est  un rapport  etroit  entre  les  de  sur l a  nature  Stendhal.  A  A  A  A  i  II idees  y a  evidemment  de S t e n d h a l  et  celles  fonction  du g e n i e .  Ils  createur  doit"  capable  ne p e u t ceiui  pas  etre  les  insistent,  peindre.  qui invente,  Diderot tous  de g r a n d e s  Pour Diderot  q u i cre'e  quelque  les  deux,  passions, aussi  chose  le  et  que  la le  sinon, ge'nie  i l est  d ' o r i g i n a l malgre'  3  les  regies  qui veulent Au  M.  sujet  de l a  Martineau affirme  Les r e f l e x i o n s dans  de  sa p r i s o n ,  philosophe  et  l'entraver. dette  qu'il  sur l a v i e ,  en a r o i x e  e n p a r t i c u l i e r de  mais a aucun t i t r e  envers  Diderot,  l u i a empruhte' p l u s d ' u n e  julien Sorel  "viennent  de S t e n d h a l  Stendhal  ne  sa  ligne Lettre  saurait  l a mort, de  celles  sur l e s  cependant  ide'e. l'eternite du  Aveugles... passer  pour  4 un d i s c i p l e  d e D i d e r o t . ••  Stendhal  a pu t r o u v e r  chez  l'abbe  Dubos  aussi  m a i n t e s i d e e s s u r 1 ' i m p o r t a n c e du ge'nie d a n s 1 ' e v o l u t i o n de 1. Corresp., II, p, 247. 2. " V i e s de n a y d n , p . 248. 3. Dieckmann, H e r b e r t , D i d e r o t ' s conception of Genius, J o u r n a l of the H i s t o r y o f Ideas, A p r i l 1941, p . 151. 4. S o u v e n i r s d'jjjgotisme, P a r i s , Le D i v a n , 1941, p . 168.  la  30  litterature. II  se  rend  seulement  Dubos a p a r l e ' d e  compte de  clairement  son t a l e n t  la  force  que  mais  du g e n i e  l'oeuvre  aussi  qui  du genie  invente.  depend  non  d u d e g r e ' de p e r f e c t i o n  ou  2. se  trouve  Cette  idee  penseur des  l'art se  quand i l l ' e x e r c e .  trouve  de  son  historique  Stendhal milieu,  chez  aussi et  des  voit  Litterature  soit  etre  et  que  de  le  grande  critique  les  un  niveau  de  p r o d u i t de  Comme n o u s  le  savons  et  des  a ajouter  1'Introduction  de  siecle,  cette la  bien,  plus  a la  doctrine  du XIXe  elements  cette  dans  qui a  qu'il  les  entre  theorie  assure ses  saisi  que  theorie.  race, Taine  du a  ete  enthousiastes.  doctrine  de  Stendhal  s o n H i s t o i r e de  les  trouve  Taine  oeuvres.  II  theories  a transmises  a  deux grands  une  fois  le  1.  v i a l et Denise, Idees et D o c t r i n e s s i e c l e , P a r i s , D e l a g r a v e , 1937, p . I b i d . , p . 43. Lombard, A . , L ' A b b e Dubos - Un I n i t Moderne, P a r i s , Hachette, 1913, p .  siecle  et  le  n'a se les  Taine.  pont  XVHie  ces  se  le  2. 3.  la  le  chose  on nous  l'abbe  Stendhal  Dubos,  blame  l a  Anglaise.  Dubos,  nom d e  quand i l  comme  stendhaliens,  celle  Bien  le  tous  l'homme  p e u de  formuler  l'abbe  q u i domine l a  du moment.  tres  Taine).  en rappelant  qui a formule  Stendhal  premiers  avait  Taine,  du m i l i e u  a pu t r o u v e r  pour  souvent  de  vivant.  Hippolyte  II  Stendhal;  comme M o n t e s q u i e u i l 1 ' e x c u s e  lumieres  l'un  chez  ( L e moment  ebauchee jamais peut, plus  mentionne'  done,  que  fe'eondes  Stendhal  theoriciens,  ^chez  est  ce de  peut-  i l unit  encore  XIXe, litteraires 43. iateur 382.  de l a  du  XVIIIe  Pensee  CHAPITRE Le  II  Romanticisms  ' T C o s a e d u n que q u e l romanticismo, intorno al. quale t a n t i parlano nella nostra Italia?" - Stendhal a M i l a n , 1818 Racine et Shakespeare, p .  176.  32  L e p r i n c i p e de l a du " r o m a n t i c ! a m e " absolue, devoir  a Milan,  de S t e n d h a l .  n i de r e g i e s  de  creer le  definition  le  relativite  Puisqu'il  invariables,  beau  nous  qui convient  futur auteur  du beau  de R a c i n e  n'y  le  a pas  avons l e  a notre  et  fait  fond  de  beaute'  droit,  le  epoque.  Shakespeare  .Gin  donne  1818, cette  du romanticisme:  "Gar v o i c i l a theorie romantique: i l faut que c h a q u e p e u p l e a i t une l i t t e r a t u r e p a r t i c u l i e r e e t m o d e l e d s u r s o n c a r a c t e r e p a r t i c u l i e r , comme c h a c u n de n o u s p o r t e u n h a b i t m o d e i e p o u r sa taille particuliere."! v  Desormais a f f r a n c h i s e'er i t plus  pour l e s les  faite  cependant  de R a c i n e ,  qui est  exigeons  n'essayons  a 1 ' a d m i r a t i o n des  qui aient hommes."  une  point  impe'rissable.  des p l u s grands g e n i e s  merit e t  de K a e i n e ,  de L o u i s X I V , n o u s q u i ne  courti3ans d ' u n r o i , nous  pour nous,  gloire 1'un  court i sans  de l ' a u t o r i t e  "Ce  ete  qui  a  sommes  litte'rature  d'amoindrir l a sera  toujours  livres a  l'etonne-  2  "Dans un m i l l i e r d'anne'es chez des p e u p l e s q u i sont e n c o r e a n a i t r e , Kacine s e r a e n c o r e a d m i r a b l e : comme a y a n t s o u v e n t p e i n t l a n a t u r e d'une maniere etonnante...aans l a r e p i i q u e s u b l i m e . . . . - Qui te l ' a d i t ? 3 Bien  que S t e n d h a l i l consent  reclame  une  litte'rature  pour  son epoque  qu'un ouvrage  etre  i n f e r i e u r a c e l u i d ' u n eige a n t e ' r i e u r .  p l u s de p l a i s i r a u d i x - n e u v i e m e s i e c l e 1. 2. 3.  Racine Ibid., Ibid.,  et p. p.  Shakespeare, 22 . 372.  p.  194.  faite  contemporain  que  peut  M o l i e r e peut scribe:  donner  33  " I I s e p e u t q u ' u n homme d e g e n i e , e n f a i s a n t d e s o u v r a g e s q u i p l a i s e n t ' i n f i n i m e n t . a u x hommes d ' u n e d e s e'poques de i a c i v i l i s a t i o n , d o n n e e n c o r e p l u s ^ d e p l a i s i r a u x hommes d ' u n e e p o q u e a b s o l u m e n t d i f f e r e n t e que l e s a r t i s t e s m e d i o c r e s de c e t t e seconde e p o q u e . " 1 Malgre' c e l a hommes. la  Lmiter, c'est  nature  et  la  chefs-d'oeuvre siecle,  decrit est  continue  plaisait  etre est  qui . regarde •  romantique.  Celui  qui copie  Racine  sorte  au l i e u  de  au  creer  ce  public croit  a des p i e c e s  les  XIXe  de l i t t e r a t u r e celle  Malheureusement l e  La Harpe et  i m i t a t i o n s de  Le c l a s s i c i s m e ,  donner l a  propre gout.  corrompu p a r l e s  grands  uelui  classique.  a nous  d ' i m i t e r ces  classique.  a nos g r a n d s - p e r e s ,  repond a notre  pales  nous devons e v i t e r  qui  qui  gout  a  preferer  modernes.  ete les  La Harpe  2 est  "un pere  de l ' e g l i s e  que M o l i e r e o u R a c i n e . juger  d'apres  le  coeur.  classique" II  faut  on l e  briser  Stendhal  loue  l i t  plus  son a u t o r i t e le  souvent et  jeune V i c t o r  Cousin,  qui p a r l a i t a i n s i a ses eleves: " Q u a n t a u t h e a t r e , o mes e l e v e s . ' l i v r e z - v o u s b o n n e m e n t e t s i m p l e m e n t a u x i m p r e s s i o n s de v o t r e c o e u r ; o s e z S t r e v o u s - m e m e s , ne s o n g e z pas aux r e g i e s . . . m e p r i s e z l e s La Harpe, et leurs successeurs, i l s n ' o n t e c r i t que p o u r f a i r e des l i v r e s . V o u s , f o r m e s comme v o u s l ' e t e s p a r d i x a n s de t r a v a u x s e ' r i e u x e t d»etudes approfondies, l i v r e z - v o u s a vos impressions."3 Stendhal et  pour l e  i l  e'crit:  1. 2. 3.  v e u t une  spectateur, "Pour moi,  qui je  liberte'absolue. juge  son o e u v r e .  v o u d r a i s , mon c h e r  ffiacine et S h a k e s p e a r e , ID. 287. Ibid., p. 158. Courrier Anglais, t. I, p. 24.  et  pour  Deja ami,  en  1'ecrivain 1814  que t o u s  les  34  c o u r s de l i t t e r a t u r e - f u s s e n t  a u f o n d de  l'Ocean..."  Le  soi,  selon le  spectateur  l'oeuvre soi  et  doit  oser  l u i donne.  eviter  les  complete  est  Stendhal  avertit  etre  juger  L'auteur aussi  modeles  et  les  doit  tout  regies.  le  d'abord  Cette  1 ' e s s e n c e meme d u r o m a n t i c i s m e .  plaisir  que  etre  independance  'Des  1818  lecteur:  "Le r e d a c t e u r du present e c r i t , f i d e l e au p r i n c i p e r o m a n t i q u e , ne combat sous l e s e t e n d a r d s de p e r s o n n e ; i l d i t franchement sa p r o p r e p e n s e e , sans s ' i n q u i e ' t e r s i e l l e b l e s s e ou s i e l l e ne b l e s s e p a s . " 3  Stendhal  lui-meme a toujours  unique: " . . . j ' e ' e r i s • ' " 4 qu'on pense Ainsi  ce  que  i l faut  je  pense,moi,  nous a f f r a n c h i r  grands e c r i v a i n s du d i x - s e p t i e m e de L o u i s X I V ?  Voila  la  obei  grande  regie  non pas  ce  du d e s p o t i s m e  siecle.  question  et  a cette  •  des  " Q u i nous d e l i v r e r a qui renferme  le  sort  5 de l a l i t t e ' r a t u r e  francaise  d'une l i t t e r a t u r e  moulee  faite en  pour nous et  a venir."  sur notre  Nous avons  caractere,  besoin  ve'ritablement  non pas pour nos g r a n d s - p e r e s .  II  e'crit  1818: " . . . ce n ' e s t p a s une l i t t e ' r a t u r e a r r a n g e d p o u r une c o u r q u ' i l n o u s f a u t , m a i s b i e n une l i t t e r a t u r e f a i t e pour un p e u p l e . . . . " 6  1. S. 3. 4. 5. 5.  V i e s d e H a y d n , de M o z a r t e t d e M e t a s t a s e , p . 3 7 . c f . Andre G i d e , " E t quand t u m ' a u r a s l u , j e t t e ce livre--et sors." Les Nourritures Terrestres, Paris, NRF, 1921, p . 14. R a c i n e e t S h a k e s p a a. r e , p . 202. C o r r e s p . , I I , p . 44. C o u r r i e r A n g l a i s , t . I , p . 69. R a c i n e e t S h a k e s p e a r e , p . 1 9 8 . c f . V i c t o r Hugo e n 1 8 3 0 " . . . a une l i t t e ' r a t u r e de c o u r s u c c e d e u n e l i t t e r a t u r e de p e u p l e . . . . " Preface a Hernani. -  '  35  La n a t i o n tion  et  ce  francaise  a bien  nouveau p u b l i c a change  change' d e p u i s l a  de  Revolu-  gout.  " Q u e l c h a n g e m e n t de 1 7 8 5 e t 1824,' Depuis deux ^ m i l l e a n s que n o u s s a v o n s l ' h i s t o i r e d u m o n d e , u n e r e v o l u t i o n a u s s i brusque dans l e s h a b i t u d e s , l e s idees, l e s croyances, n ' e s t peut-e^tre jamais a r r i v e e . " 1 L'auteur afin  (  de  creer  doit  1'oeuvre  etudier  ces  susceptible  changements de p l a i r e  dans l e s  a ce  moeurs  public.  " . . . l e Francais de 1824 e s t a l a f o i s u n e t r e r a i s o n n a b l e et r a i s o n n e u r , f r o i d , severe et q u i " a s o i f de p r o f o n d e s e m o t i o n s ; e n u n m o t , u n d e m i - a n g l a i s , et p a r consequent un e t r e grandement d i f f e r e n t a" p r e s q u e t o u s l e s e g a r d s d e s s u j e t s de L o u i s XV, dont l e caractere p r i n c i p a l etait 1'insouciante f r i v o l i t e . " 2  E n 1780 semillants; rature  les  Francais  e'taient  a u j o u r d ' h u i qu'on est  nouvelle doit  grave  a v o i r l e s memes  C'est  de l ' e p o q u e . definition a aider rature  les  C'est  anglaise  beau  A Milan  jeunes  Italiens  et  chiamata  i l nous  qui est  en I t a l i e  du mot.  nationale  rinovazione  le  moderne.  qu'il  se'rieux.  done  qui sert  dans l e u r E n 1819  des  lutte  l i t t e -  i l parle  de  En d i s c u t a n t mot:  ou  bonheur  et  la  destine's  p o u r une  il.entend le  R a c i n e et S h a k e s p e a r e , p . 104. Courrier Anglais, t. II, p. 269. Racine et Shakespeare, p . 284.  au  mot  articles  " A l f i n e Cowper r i t o r n o francamente a l l r o m a n t i c i s m o (1750) c i c e a s c r i v e r e q u e l a p u n t o che a i s u o i t e m p i p i a c e v a i l p i u 1. 2. 3.  Ja  actualisme  a trouve' le  i l ecrit  comment  est  utile,  * 3 romanticisme"  indique  et  insouciants,  qualite's*  Le r o m a n t i c i s m e de S t e n d h a l modernisme.  gais,  litte'-  "la. la  poesie  36  " a l i a s u a n a z i o n e , s e n z a d a r nemeno u n p e n s i e r o a quelle- che avrfibbe p i a c u t o G r e c i , a i Roman! ed a i i r r a n o e s i . " La d e f i n i t i o n q u ' i l sera  peu  donn© e n 1 8 2 3  ai  dans Racine  et  Shakespeare  diffe'rente:  " L e K o m a n t i c i s m e e s t l ' a r t de p r e s e n t e r aux peuples l e s oeuvres l i t t e r a i r e s q u i , dans l ' e t a t a c t u e l de l e u r s h a b i t u d e s e t de l e u r s c r o y a n c e s , s o n t s u s c e p t i b l e s de l e u r d o n n e r l e p l u s de p l a i s i r p o s s i b l e . " 2 Or i l f a u t des  romantiques  tout  francais.  simplement  signale  que  "Pour moi,  noter  le  ce  n'est  point  Pour Stendhal  beau m o d e r n e .  Baudelaire dit  que  le  definition  romanticisme  Miss Margaret  a emprunte' c e t t e  Baudelaire,  le  la la  Gilman  definition a  romantisme  est  est  a  Stendhal:  1'expression 3  la  plus recente,  montre qui  bien  a eu,  que  avec  Baudelaire D i d e r o t et  sur l'esthe'tique plagiats Stendhal 1.  2. 3. 4.  de  la plus actuelle, a trouve  cette  Delacroix,  une  de B a u d e l a i r e .  Stendhal,  apparaissent  du b e a u . "  souvent  idee  chez  de  chez  influence  Celui-ci  les "souvenirs  Miss  ses  a  fait  Stendhal considerable  plusieurs  lectures  Baudelaire.  Gilman  de  4  M e l a n g e s de L i t t e r a t u r e , t . i l l , p . 158. T r a d u c t i o n : " E n f i n Cowper r e t o u r n a franchement au romantisme (1750), c ' e s t - a - d i r e a e'er i r e p r e ' e i s e m e n t c e q u i a son epoque, p l a i s a i t l e p l u s a sa n a t i o n , sans donner l a m o i n d r e p e n s e e a ce. q u i a u r a i t p l u a u x G r e c s , a u x R o m a i n s et aux j f r a n c a i s . " R a c i n e e t Shakespeare, p . 4 3 . Gilman, .Baudelaire the C r i t i c , Columbia U n i v e r s i t y P r e s s , 1943, p . 29. " . . . c e r t a i n i d e a s , f i r s t s u g g e s t e d by S t e n d h a l , are o f p r i m a r y i m p o r t a n c e a l l t h r o u g h .Baudelaire's c r i t i c i s m . " G i l m a n , B a u d e l a i r e and S t e n d h a l , PMLA, March 1939, p. 2 8 8 .  37  G-race cosmopolite,  aux guerres  A la  et  surtout Milan,  II  devient  suite  de N a p o l e o n , S t e n d h a l  de  qu'il  l'armee  adorera  francaise  tout  le  i l voit  reste  de  "...  tel  l ' u n des p r e m i e r s Europeens.  devient  sa  1'Italie  vie;  que  je  suis,  1 un v r a i  cosmopolite..." litte'ratures  En voyageant,  et  les  i l  comprend p l u s c l a i r e m e n t  francaise. (Stendhal  des pays  Ne F r a n c a i s , est  le  Shakespeare  contre  i l  se  pour c i t o y e n  le  cimetiere  donne  tombe  l e s mots: II  "la  Julien dant  Beyle  toujours Stendhal  ouverte  Sorel,  on peut  son c h e r  et  n'a  pas  vivre  a se  sa  i l  de p l a c e  a bon marche  defend  En  meurt  visitant  a u j o u r d ' h u i on trouve le -  cimetiere,  et  sa  sur  la  Milanese.  chere  trouve  au t a l e n t "  horizons,  allemand  quand i l  Milan.  moeurs  litterature  u n pseudonyme  francais,  les  ses  a parcouru l'Allemagne, 1'Angleterre,  en 1814  carriere  de  de l a  ne' W i n c k e l m a n n ) ,  qui traverse Arrigo  mais pour revenir Napoleon  ou. e s t  ennemis  i l elargit  de'fauts  Montmartre a P a r i s  sous l a pont  pierre  les  i l adopte  village ses  etrangers  en e t u d i a n t  destitue';  etant et  Italie.  close,  la  A la  Russie  chute  1'epoque Stendhal,  t r e s peu d'argent.  et  avec  d i g n i t e * en  de  de comme Cepen-  "cette  2 belle  c o n t i n u a t i o n du Moyen-Age n o m m e e l ' I t a l i e . "  de 1 8 1 4  jusqu'a C'est  le 1. 2.  ,  y  reste  1821. en devenant  italien  c a r a c t e r e de c e r e n o u v e l l e m e n t , Pages d ' I t a l i e . p . 225. anvvwr).  II  II,  p.  225.  qu'il dont  la  comprend  exactement  litterature  a  38  besoin.  Pendant  qui precede Prance,  et  n'aura  qu'a  d'une  vers  sejour  douzaine  i l assiste d'annees  quand i l e c r i r a  Kacine  repeter  ce  qu'il  Cependant  la  question  que l ' l t a l i e . libere'e  son  C'est  1820,  l a France  constitutions  et  la  trop  de l o i s .  bataille  a p p r i s et  France  L ' l t a l i e est  en  1823  pense  a  Milan.  France  plus  qui a  besoin  d'etre  y est  negligee  de p o l i t i q u e , "la  seule  en i l  la  litterature occupee  litteraire  romantique  Shakespeare  inte'resse  Mais l a  e'tant  et  a deja  surtout  du c l a s s i c i s m e .  la  a une l u t t e  de  nation  qui  1 ait  de l ' a t t e n t i o n Trop  resoudre c'est  au  service  travailleurs, la  question  seulement  la  cette  et  1'argent  necessaire  l'Amerique  classe  A n g l a i s n o n p l u s ne  pauvre n'a  pas  est  peuvent  arts.  En  qui  l o i s i r de l i r e ,  des  tout  devenir le  des  en A n g l e t e r r e  ni le  pour acheter  Stendhal  ne p e u t  litte'rature."  du r e n o u v e l l e m e n t  classe  aux a r t s  Enfin,  les  de l a  livres.  a. f a i t champ  outre  s'interesse ni  2  convaincu  d'une  que  bataille  raire: " D a n s l ' A m e ' r i q u e du N o r d , on songe a f a i r e d e 1 ' a r g e n t , e t n o n p a s a se p r o c u r e r l e s d o u c e s j o u i s s a n c e s d e s a r t s e t de l a l i t t e r a t u r e . Les p r e m i e r s hommes d u p a y s b l a s p h e m e n t l e s arts.... T r o u v e - t - o n dans t o u t e c e t t e Amerique s i p r o s p i r a n t e e t s i r i c h e , une s e u l e c o p i e , e n m a r b r e de l ' A p o l l o n d u B e l v e d e r e ? L e s grands g e n i e s , en A m e r i q u e , t o u r n e n t directement a 1 ' u t i l e . v o i l a l e c a r a c t e r e de l a n a t i o n ; i l s se f o n t W a s h i n g t o n o u F r a n k l i n , et non p a s A l f i e ' r i ou C a n o v a . L ' a t t e n t i o n est partout pour l e s discussions d ' u t i l i t e e t de p o l i t i q u e , e t l ' h a b i t u d e de c e s 1. 2.  Corresp., Ibid., p.  II, p. 122.  122.  litte'-  39  "discussions rend impropres aux arts. Nous seuls, nous avons encore l'ame accessible aux douces sensations des a r t s et de l a l i t t e rature." 1 Dans cette l e t t r e , e c r i t e a Milan en 1818, d i t nous, i l se considere A  U'est Mme.  Stendhal  Italien. x  A  A  de Stael qui avait de'chaine a Milan l a 2  querelle romantique,  faisant un se'jour a Milan en 1816,  elle  essaya d*apprendre aux i t a l i e n s l a doctrine du Pours de Schlegel et de son De l'Allemagne,  En Janvier 1816  elle  publia dans l a Biblioteoa i t a l l a n a un a r t i c l e qui c o n s e i l l e aux I t a l i e n s de se l i b e r e r du classicisms en imitant 1'exemple des peuples du Word,  E l l e fut attaquee par la-ma jorite' des  c r i t i q u e s qui protesterent nom  contre cette invasion allemande au  de i a pure t r a d i t i o n i t a l i e n n e .  Breme publia une  iiin juin 1816  Lodovico d i  brochure, Intorno a l l * i n g i u s t i z i a d l a l c u n i  g i u d l z j l e t t e r a r j I t a l i a n ! , qui defendait l e romantisme et attaquait ses ennemis.  Quelques mds  apres, Giovanni Berchet  f i t imprimer sa Lettera semiseria d i Grisostomo dans l a q u e l l e i l exalta Shakespeare, r a i l l a l e s unites et reclama une l i t t e r a t u r e nationale.  Selon l u i l a poesie d o i t r e f l e t e r conme  un miroir l e s moeurs de 1*epoque et s a t i s f a i r e l e gout du siecle.  II veut une l i b e r t e complete dans l e s arts.  Gherardini /fcraduisit l e Cours de Schlegel. 1^ 2.  En  1817  Les deux oamps se  Corresp., I I , p. 125. " Nos renseignements sur l a controverse romantique a Milan sont puises dans l a Storla d e l l a Letteratura I t a l i a n a L'Eta Moderna de V i t t o r i o Rossi, Milan, V a l l a r d i , 1910, et dans l a Preface magistrale de M. Pierre Martino a son e d i t i o n de Racine et Shakespeare. x  40  forment. C'etait en 1816 que Mme.  de Stael avait publie son  a r t i c l e i t a l i e n et cette meme annee quelques amis anglais donnent a Stendhal plusieurs numeros d'une revue anglaise, 1'Edinburgh Review, fondee en 1802.  Dans cette revue i l  trouve clairement presentees l e s idees vers l e s q u e l l e s  il  s'acheminait lui-meme et des renseignements sur Byron, Moore, Goethe et S c h i l l e r .  Plus tard i l e o r i t que " l e jour ou i l s  m'ont donne' l e moyen de l i r e the Edinburgh Review sera une  1 grande epoque pour l ' h i s t o i r e de mon e s p r i t . "  II regrette  que toutes ses bonnes ide'es dans 1'Histoire de l a Peinture en I t a l i e aient ete deja expo sees dans cette revue.  II e'er i t a  un ami p a r i s i e n : "Le systems romantique, gate par l a mystique de Schlegel, triomphe t e l q u ' i l est explique dans l e s vingt-cinq volumes de 1'Edinburgh Review et t e l q u ' i l est pratique par Lord Byron.,"  2  II veut donner a cet ami " l a traduction de s i x pages de 3  1'Edinburgh No. 45 qui exposent toute l a t h e o r i e romantique." Son estime dure et en 1818 i l declare: " S i j'avais chaque mois t r o i s conversations avec vous et une Edinburgh je serais 4 heureux." II demande a son ami de Mareste de l u i envoyer l a c o l l e c t i o n oomplete de.cette revue, qui "bat diablement en 5 ruine l a ci-devant soi-disant l i t t e r a t u r e francaise."  1.  2. 3. 4. 5.  Gorresp., Ibid.. p. Corresp., Ibid., p. Ibid., p.  )  I I , P. 8.  12.  I I , P. 12. 53. 89.  41  Les  romantiques milanais connaissent et appreoient  cette revue et y trouvent de bons arguments pour r e a l i s e r leur reve d'une l i t t e r a t u r e vraiment italienne et modems. Stendhal f a i t l a connaissance de quelques-uns des partisans de cette renaissance.  Lodovico d i Breme est un ami de Mme.  de Stael, i l presente Stendhal a Lord Byron.  I I connait  aussi S i l v i o P e l l i c o , Berchet, B o r s i e r i et Ermes Y i s c o n t i . Ce groupe a d ' a i l l e u r s un journal, I I C o n c i l i a t o r s, une sorte de Globe milanais, qui parut en septembre 1818.  Stendhal  annonce cet evenement a ses amis parisiens et l e u r conseille de l e l i r e .  Ces amis sont bien renseignes sur l a l u t t e a  Milan par des l e t t r e s qui ressemblent a des b u l l e t i n s d'armee. "... l a guerre des romantiques et des classiques va jusqu'a l a fureur a Milan.... Toutes l e s semaines, i l paralt une brochure piquante; je suis un romantique furieux, c'est-a-dire je suis pour Shakespeare contre Racine, et pour Lord Byron oontre Boileau."l En e f f e t Stendhal p r i t une part active a cette controverse qui l u i donna une occasion de developper et d'exposer ses theories pour l e modernisms et contre l a t r a dition.  Un classique nomine' Londonio publia en 1817 une  c r i t i q u e i n t i t u l e s Cenni c r i t i c ! s u l l a poesia romantica dans lesquels i l attaque l e romantisme comme une doctrine confuse. Stendhal repond par un p e t i t t r a i t e intitule': Qu'est-ce que le Romanticisme?  I I l e compose en p i l l a n t 1'Edinburgh Review,  l a preface de Johnson aux oeuvres de Shakespeare et l e s Elements de Litterature de Marmontel.  II e'er i t comme s ' i l  e t a i t I t a l i e n , conseillant aux I t a l i e n s de jeter A l f i e r i 1.  Corresp., I I , p. 70.  42  parce q u ' i l a imite' l e Francais, Racine.  Le poete Monti, par  contre, est romantique parce que sa Mascheroniana Ba3vigliana  et sa  sont "fonde'es sur nos moeurs et nos croyances,  et ou l'antique n'est imite' que par quelques expressions 1  heureuses."  II r a i i i e l e s unite's de temps et de l i e u parce  qu'elles ne contribuent r i e n a 1 * i l l u s i o n theatrale.  II loue  le Christophe Colomb de N. Lemercier qui osa ne'gliger l e s unites. II e c r i t aussi un second t r a i t e , Des Pe'rils de l a Langue i t a l i e n n e , qui attaque l'Academie de l a Crusca parce qu'elle veut imposer a l ' l t a l i e moderne l a langue toscane du treizieme s i e c l e .  Un troisieme a r t i c l e e'crit par Stendhal  a Milan s'occupe du romanticisme dans 1'architecture et dans l a sculpture.  Aucun de ces a r t i c l e s n'a ete publie du vivant  de Stendhal mais on a retrouve' ses manuscrits et M. Martineau les a incorpores dans son e a i t i o n de Racine et Shakespeare. Cependant l a grande question est l a re'forme du theatre et Stendhal reclame une tragedie qui puisse "peindre les ames italiennes en etudiant profondement l e moyen age, qui  a tant d'influence sur nous, et dont nous ne sommes  qu'une continuation, et en exploitant i e moyen age a l a maniere de Shakespeare  et de S c h i l l e r . I I demande a ses amis P a r i -  sians de l i r e un nume ro du Conciliatore qui contient un a r t i c l e /  d'Ermes V i s c o n t i : "C'est sur l e romanticisme, c ' e s t - a - d i r e sur cette question: Voulons-nous l a tragedie f  1. 2.  Racine et Shakespeare, p. 178. Ibid., p. 2 0 0 .  43  "a l a Xiphares ou l a tragedie a l a Richard I I I . Ce M. Ermes passe pour l e meilleur philosophe du pays." 1 Ermes V i s c o n t i e t a i t l'un des theoriciens importants de l a nouvelle  ecole.  En 1818  i l publia un essai, Idee e l e -  mentari sulla'poesia romantioa. Stendhal en parle souvent et i l envoie un exemplaire de l'ouvrage a P a r i s .  En  1819  V i s c o n t i publia dans II Conciliatore son Dialogo sulle units. drammatiche.  Stendhal se sert de cet a r t i c l e quand i l e c r i t  l e premier chapitre de Racine et Shakespeare; l e dialogue dans ce chapitre entre le romantique et l e classique n'est que l a 2 traduction du Dialogo. Plus tard, en 1825, Stendhal adopte, 3 comme un de ses pseudonymes nombreux l e nom  V i s c o n t i Eraies*—  sans doute pour mieux marquer sa reconnaissance. M. Hazard a remarque' que Stendhal a u t i l i s e ' aussi l a Lettera semiseria d l Grisostomo de Berchet.  Stendhal y  a trouve' sa d e f i n i t i o n du romanticisme, c'est-a-dire  l'art  de presenter aux peuples l e s oeuvres susceptibles de l e u r 4 dormer l e plus de p l a i s i r possible. Ces romantiques sont aussi des n a t i o n a l i s t e s , des liberaux, et l e u r l u t t e pour un theatre national est  une  expression de leur reve d'une I t a l i e unie et autonome . Romantique, en I t a l i e , devient peu a peu  p  synonyme de l i b e r a l  et l a police supprime II Conciliatore en octobre 1819.  Le  gouvernement autrichien arrets vers 1820 plusieurs des amis 1. Oorre3p., I I , p. 116. 2. Signals' par M. Hazard, Les P l a g i a t s de Stendhal. 3. Corresp., I I , p. 354. 4. Hazard, ouvrage c i t e , p. 353.  44  de Stendhal; S i l v i o P e l l i c o passe de longues annees en prison. Stendhal lui-meme est un libe'ral connu et on f a i t oourir l e bruit q u ' i l est un espion francais.  En j u i l l e t 1820  i l ecrit:  "Des jaloux... ont f a i t c i r c u l e r l e bruit que j ' e t a i s un agent du gouvernement francais. II y a six mois que cela c l r c u l e . Je me^suis apercu que plusieurs pe'rsonnes cherchaient a ne pas me saluer...." 1 De'sormais l a douce vie milanaise devient insupportable et meme dangereuse, Stendhal pourrait facilement se en prison.  A contre-coeur i l retourne en France.  trouver L'ancien  combattant de l a g u e r i l l a milanaise est pret pour l a b a t a i l l e romantique a Paris.  X  ±  X  X  La doctrine du romanticisme ne se borne pas a l a l i t t e r a t u r e , II est applicable a'tous l e s a r t s .  A Milan en  1819 Stendhal e c r i v i t quelques pages dans l e s q u e l l e s i l s'agit de l a sculpture et d e l ' a r c h i t e c t u r e . On est romantique en architecture en construisant l e s batiments qui repondent a nos besoins.  On est classique en imitant 1'architecture d'une  epoque anterieure, qui ne convient point a notre s i e c l e .  Un  batiment moderne doit etre fonctionnel, d i r a i t - o n aujourd'hui. Quand l e s itomains construisirent leurs arcs de triomphe, i l s represeirterent sur l e s faces de ces arcs des soldats portant l e s armes avec l e s q u e l l e s i l s avaient vaincu l e u r s ennemis. 1.  Cela est romantique.  Corresp., I I , p.  196.  Mais quand Louis XIV  45  f i t elever l'arc de triomphe a l a Porte Saint-Martin on y montra des soldats f r a n c a i s portarit, non pas l e u r s propres armes, mais c e l l e s des Komains.  Cela est classique.  II est tout aussi absurde d'imiter 1'architecture des temples grecs en construisant nos e'glises chretiennes. Le temple grec e t a i t un p e t i t e d i f i c e , une sorte d'autel seulement.  L'eglise chretienne, par contre, est un grand  batiment destine a couvrir une foule de f i d e l e s .  Leurs buts  sont oppose's. En outre l ' e s p r i t de ces deux r e l i g i o n s est d i f f e r e n t . La r e l i g i o n grecque e'tait heureuse et gaie, e l l e d i s a i t aux hommes "Jouissez et f a i t e s j o u i r . "  La r e l i g i o n chre'tienne est  sombre, e l l e d i t "Songer a e v i t e r l'enfer et m o r t i f i e z vos 1 sens."  Une eglise catholique doit i n s p i r e r dans l e s f i d e l e s  de l a terreur et leur rappeler l a puissance punit l e s pecheurs.  de l e u r dieu qui  Saint-Pierre a Rome est pa'ien et g a i ,  e l l e ne r e f l e t e pas l e t r i s t e caractere du C h r i s t i a n i s m e . Le dome a Milan est superieur, i l donne cette impression de terreur.  Cependant l a coupole immense de Saint-Pierre est  romantique parce que l e spectateur se sent domine' par cette preuve de l a puissance  de son dieu.  L'architecture gothique,  etant sombre et melancolique, est 1'expression p a r f a i t e du christianisme.  Une e'glise chretienne qui imite 1'architecture  de l a joyeuse r e l i g i o n grecque est classique.  La cathedrale  de Strasbourg est romantique, c'est-a-dire de bon gout, car Stendhal y a ressentl de l a terreur. 1.-  Racine et Shakespeare, p. 274.  46  "Voila quelle doit etre 1'expression d'un temple C h r e t i e n . Le pe'cheur qui y entre pour se d i s t r a i r e doit en s o r t i r l e coeur navre' avec l a peur de 1'enter." 1 L'architecture doit aussi s a t i s f a i r e l e s besoins du climat,  Le beau est ce qui est u t i l e dans un climat donne.  Notre climat pluvieux exige des portiques devant l'e'glise pour nous proteger contre l a p l u i e en descendant de v o i t u r e . Avant de transporter l e s temples grecs a P a r i s , i l faudrait y transporter l e c i e l bleu de l a Grece. Madeleine est done de mauvais gout.  L'eglise de l a  "... nous ne sommes  que de t r i s t e s imitateurs qui n'avons pas pu inventer l e beau 3 de notre climat." A  A  A  A  Stendhal eprouve quelques d i f f i c u l t e s avec l a sculpture.  En 1819 i l avoue qu'on ne peut pas etre romantique  en sculpture, -que c'est l e seul cas ou l e romanticisme ne soit pas applicable.  En elevant une statue a un grand homme  on veut montrer l e s qualites de son ame auxquelles on rend hommage. 1. 2.  3.  Mais s i cette statue est habillee a l a moderne l e s  Gourrier Anglais,, t. I, p. 98. Diderot a signale l a r e l a t i o n entre l e beau et l ' u t i l e . II remarque, dans son Essai sur l a Peinture, que l e dome de Saint-Pierre a l a plus belle forme possible et que sa courbe est, en meme temps, c e l l e de l a plus grande resistance. H i s t o i r e de l a Peinture en I t a l i e , t . I I , p. 46.  9  47  d e t a i l s des vetements a t t i r e n t l a t t e n t i o n qui doit se d i r i g e r f  vers l e s qualites morales de l'homme. "II faut l e nu, car l e 1 nu est l e moyen de l a sculpture." On peut egalement l a draper a 1'antique car l e s l i g n e s simples d'une toge n'ocoupent 2 pas 1'attention. Mais aujourd'hui on ne va pas nu et on ne porte plus l a toge.  II faut imiter l a sculpture antique, 3  on  doit rester classique. La sculpture grecque est eminemment romantique, car e l l e est une  s a i l l i e de l ' u t i l e .  Les atheniens etaient  un peuple guerrier qui venait seulement de de'poser ses armes, i l s avaient encore besoin de force physique pour se defendre. Leur sculpture exprime et exalte cette qualite' ne'cessaire a i. i  leur spciete.  Avec l a marche de l a c i v i l i s a t i o n l a force  devient moins importante et on l a v o i l e ; cependant on sent  que  l a force est toujours la. derriere cette grace, prete a repousser une attaque soudaine.  La seconde qualite prise'e  chez l e s Grecs est l a prudence du citoyen qui se mele au gouvernement de I Isa, p. c i t126. e. 1. Gorresp., , 2. Pour sa statue de Balzac a Montparnasse, Rodin a h a b i l l e l ' e c r i v a i n dans sa robe de moine, qui a toute l a simplic i t y d'une toge. L'attention du spectateur est toute a l a force c r e a t r i c e exprimee dans l e visage. 3. La d i f f i c u l t e de Stendhal a admettre une sculpture romantique vient d'un f a i t que Renan a compris, son explication semble resoudre l e probleme de Stendhal: "Le regne de l a sculpture est f i n i l e jour ou l'on cesse d ' a l l e r a demi-nu et ou l a beaute des formes du corps devient chose tres-secondaire; 1'epopee d i s p a r a i t avec l'age de l'hero'isme i n d i v i d u a l ; i l n'y a pas d'epcpee avec 1 ' a r t i l l e r i e . Chaque art...est a i n s i attache" a un e'tat du passed..." Renan, Dialogues et Fragments P h i l o sophiques, P a r i s , Calmann-Levy, p. 83. 4. Histoire~de l a Peinture en I t a l i e , t. I I , p. 140. /  /  48  La sculpture de Michel-Ange est romantique, car e l l e r e f l e t e l ' e s p r i t de son s i e c l e , qui est l a terreur i n spired par l e christianisme du Moyen-Age.  Au l i e u de copier  l a force physique des Grecs, i l exprime l e s qualites de l'ame et surtout l'angoisse de l'ame medie'vale qui c r a i g n a i t l'enfer.  Dans son oeuvre on devine l a ferocite' sombre de  1 * i n q u i s i t i o n , cette peur de l'enfer qui se trouve e'galement chez l e Dante. "... l ' h i s t o i r e rapporte que toute sa vie Michel-Ange eut presente a l a pensee l'affreuse figure du moine (Savonarole) expirant dans l e s flammes. II avait ete' l'ami intime de ce malheureux. Son ame...resta empreinte de l a terreur de l ' e n f e r . " l A i n s i ce sculpteur " f u t par excellence l e repre'sen• , , tant de son s i e c l e . " S ' i l avait ete un poete comme l e 2  Dante, i l aurait cree' l e comte Ugolin.  S ' i l avait eu l a  douce r e l i g i o n des Grecs i l aurait ete Phidias.  3 -  H i s t o i r e de l a Peinture en I t a l i e , t . I I , p. 247. Ibid., p. 247. Corresp., I I , p. 17.  CHAPITRE La  Tragedie  III  romantique  N i l intemptatum n o s t r i li;quere poetae, Nec minimum meri/ere d e c u s v e s t i g i a G-raeca A u s i deserere et celebrare domestica f a c t a , V e l qui praetextas v e l qui docuere togatas. Horace,  Ars Poetica,  285.  L e g e n r e d r a m a t i q u e , c e l u i de t o u s qui a le p l u s i l l u s t r e l a Prance, e s t s t e ' r i l e d e p u i s b i e n des anne'es; l ' o n ne t r a d u i t a L o n d r e s e t ^ a N a p l e s que l e s " c h a r m a n t e s p i e c e s d e M. S c r i b e ou l e s melodrames. Que f a u t - i l faire? Racine  et  Shakespeare,  p.  155.  50  De retour a. P a r i s en a v r i l 1821, Stendhal trouve, comme a Milan, des romantiques, des novateurs qui veulent q u i t t e r l a t r a d i t i o n et creer quelque chose de neuf. Cependant l e romantisme p a r i s i e n ne r.essemble guere au romantic ismo.  A Milan i l f a l l a i t etre l i b e r a l pour i t r e  romantique, a P a r i s Hugo, Lamartine, Vigny, Soumet et Deschamps font partie de l a Societe des Bonnes-Lettres, fondee en 1821 pour combattre l e libe'ralisme en p o l i t i q u e et en litterature.  Le romantisme f r a n c a i s est, a cette date, un  mouvement conservateur et r e l i g i e u x , soutenant l e s i n t e r e t s du trone et de l ' a u t e l .  Stendhal ne peut pas concevoir un roman-  tisme qui ne soit l i b e r a l .  I I se tient a l'e'cart.  Pour se d i s t r a i r e II mene une v i e active d'homme de l e t t r e s et de mondain.  I I frequente l e s salons de Mme. de A.  Tracy, de Mme. Cabanis, de Mme. Ancelot; i l connait F a u r i e l qui est en r e l a t i o n s avec Manzoni et Ermes V i s c o n t i .  On l e  retrouve dans l e s reunions b r i l l a n t e s chez Delecluze, c r i t i q u e ddart chez lequel i l rencontre P.-L. Courier et Merimee.  Dans  ce groupe i l repand de vive voix l e s idees l i t t e ' r a i r e s q u ' i l avait apportees de Milan.  I I trouve des romantiques liberaux  chez Mme. de Tracy, Beranger, Benjamin Constant et Dele'cluze aussi. C'est sous 1'influence de Shakespeare que Stendhal se range enfin parmi l e s romantiques.  Avec Racine et Shake-  speare i l se jette dans l a querelle et reclame une reforme theatrale. Son admiration de Shakespeare date d ' a i l l e u r s de  51  son adolescence. de Letourneur.  En 1796 un ami l u i pr§ta toute l a traduction 1 "Je crus renaitre en l e l i s a n t , " d i t - i l .  II commence deja a opposer Racine et Shakespeare: " J ' a i l u continuellement Shakespeare de 1796 a. 179 9. Racine, sans cesse loue par mes parents, me f a i s a i t l ' e f f e t d'un p l a t hypocrite. Mon grand-pere m'avait conte 1'anecdote de sa mort pour n'avoir plus ete' regarde' par Louis XIV. D ' a i l l e u r s , l e s vers m'ennuyaient comme allongeant l a phrase et l u i faisant perdre de sa nettete'. J'ahhorrais coursier au l i e u de cheval. J'appelais cela de 1'hypocrisie." 2 Les e'crits de jeunesse de Stendhal attestent 1 'exactitude de ces affirmations. A vingt ans l'apprenti-auteur declare: "Mon admiration pour Shakespeare c r o i t tous l e s jours. Cet homme-la n'ennuie jamais et est l a plus p a r f a i t e image de l a nature. C'est l e manuel qui me convient. I I ne savait rien, n'apprenons done pas le grec. I I faut sentir et non savoir." 3 Ses pieces preferees sont Othello, Jules Cesar, Le r o i Lear, et Hamlet, et pour se former l e jeune e'eriyain compose des commentaires detaille's sur Gymbeline, Le Marchand de Venise, et Jules Cesar. Trois annees plus tard i l note dans son Journal: "Je sens que j'aime de plus en plus Shakespeare; pour n o i , c'est l e plus grand des poetes. 4 comparer." 1. 2. 3. 4.  Moliere, l e seul a l u i  Vie de Henri Brulard, t . I I , p. 58. Ibid., t . I I , p. 59. Moliere Journal, t . I l l , p. 69.  52  Stendhal a l'age de dix-huit a trente ans sangeait a devenir un auteur comique et dramatique.  I I croyait ferme-  ment que l e theatre devait l e mener a l a g l o i r e .  Parmi ses  Pensees de 1803 on trouve "Quel est mon but? D'etre l e p l u s grand poete possible.  Pour cela connaitre parfaitement 1  l'homme.  Le style n'est que l a seconde partie du poete."  D'apres ce plan i l a ebauche de nombreuses pieces sans a v o i r r i e n acheve.  M. Martineau a pu publier en t r o i s volumes ce  theatre manque qui nous montre l e jeune Beyle en train, de se t a i l l e r l a plume.  En 1803 c e l u i - c i dresse une l i s t e de  tragedies q u ' i l a 1'intention d'ecrire; on y trouve un Hamlet, tragedie en cinq actes et en vers, un Othello ou l e jaloux, et un Romeo et J u l i e t t e . Son admiration va toujours croissant.  Dix annees  plus tard, dans son premier l i v r e imprime' on trouve: "Mais enfin ce public, excede' des p l a t s e'leves du grand Racine, voudra v o i r Hamlet et Othello... ces pieces ne tueront point Phedre et . Moliere restera sans r i v a l , par l a raison simple q u ' i l est unique." 2 En 1817 i l renche'rit toujours: "II nous faut Shake3 speare pur."  C'est-a-dire un Shakespeare qui ne soit pas  adouci par l e s traductions d'un Ducis, d'un Letourneur, accommode' au gout francais, mais l e Shakespeare de l a premiere maniere de V o l t a i r e . Pendant sa pe'riode milanaise i l v o i t Shakespeare 1. 3. 3.  Pensees, t . I, p. 123. Vies de Haydn, de Mozart et de Me'tastase, p. 221 Corresp., I I , p. 47.  53  comme " l e heros de l a poesie romantique oppose a Racine, 1 l e dieu des classiques...." "... pour parvenir a avoir une ve'ritable tragedie nationale i t a l i e n n e, i l faut marcher sur l e s traces de Shakespeare et non sur pelles de Racine."2 Revenu a P a r i s i l passe ses matinees auxTuileries a l i r e the hard (comme i l d i t ) . "Le seul e c r i v a i n l i s i h l e pour 3 moi e t a i t Shakespeare.  11  II passe en Angleterre expres pour  v o i r jouer ses oeuvres, allant jusqu'a ecrire " j e n'ai aime' 4 avec passion en ma vie que Cimarosa, Mozart et Shakespeare." A Londres i l v o i t Othello, avec Kean, puis Richard I I I . I I retourne en France tout enthousiasme. Stendhal, pourtant, n»etait pas a l o r s l e seul en France a gouter Shakespeare.  C'est en 1821-22 que Guizot  puhlie l e s t r e i z e volumes d'une e d i t i o n des Oeuvres Completes de Shakespeare, avec une preface qui affirme l a necessite d'abandonner l e systems classique avec l e s t r o i s unite's, et le besoin de suivre l e systems de Shakespeare pour renouveler l e theatre.  Cette edition est bien recue; ce qui r e j o u i t  Stendhal: "Une grande revolution theatrale se prepare en France. D ' i c i a quelques annexes, on fera l a trage'die en prose et l'on suivra l e s errements de Shakespeare. On remarque dans l e s bibliotheques publiques que sept ou huit exemp l a i r e s de l a nouvelle et assez plate traduction de Shakespeare, par l e celebre M. Guizot, ne suffisent pas a l ' a v i d i t e des jeunes gens. II y a tout juste un siecle que V o l t a i r e , apres v  v  1. 2. 3. 4.  Racine et Ibid., p. Souvenirs Ibid., p.  Shakespeare, p. 191. 195. d'Egotisme, p. 65. 66.  54  "avoir imite Othello dans sa Zaire, apprit aux Parisiens, dans ses Lettres sur l e s Anglais, q u ' i l y avait un barbare nomine Shakespeare qui avait quelquefois des lueurs de genie." 1 Pour s a t i s f a i r e ce gout croissant l a troupe anglaise de Penley vient a P a r i s en j u i l l e t 1822 pour jouer du Shakespeare sur l a scene de l a Porte-Saint-Martin.  On sait que  cet essai ne reussit pas a cause du chauvinisme des jeunes liberaux qui profiterent de 1'occasion pour manifester contre l'Angleterre et l a Sainte-Alliance. Stendhal qui par libe'ralisme avait a. Milan attaque' Londonio et defendu l e s romantiques i t a l i e n s maintenant se lance dans l e combat pour defendre the bard. et Shakespeare en "hussard du romantisme"  II e c r i t Racine  (selon l e mot de  Sainte-Beuve). Collaborateur deja de l a P a r i s Monthly Review i l exprime son indignation dans un a r t i c l e i n t i t u l e Racine et Shakespeare, publie' en octobre 1822.  Cet a r t i c l e , imprime'  exceptionnellement en f r a n c a i s , deviendra l e premier chapitre de l a brochure qui parut en 1823 sous l e meme t i t r e .  Dans  son a r t i c l e i l s'adresse a "cette jeunesse egaree qui a cru f a i r e du patriotisme et de l'honneur national en s i f f l a n t 2 Shakespeare, parce q u ' i l fut Anglais."  II leur demontre que,  pour f a i r e des tragedies qui puissent interesser l e public moderne, i l faut suivre l e systeme de Shakespeare, et abandonner 1'imitation de Racine. 1. 2.  Corresp., I I , p. 273. Racine et Shakespeare, p. 9.  II ne s'agit pas d'imiter  55  Shakespeare non plus. "Les romantiques ne conseillent a personne d'imiter directement l e s drames de Shakespeare. Ce q u ' i l faut imiter de ce grand homme, c'est l a maniere d'etudier l e monde au milieu duquel nous vivons, et l ' a r t de donner a nos contemporains preoisement l e genre de tragedie dont i l s ont besoin." 1 " I I ne faut^imiter de Shakespeare que l ' a r t , que l a maniere de peindre, et non pas l e s objets a peindre." 2 En quoi consists cet art? lui?  Que peut-on apprendre de  D'abord on trouve chez 1'Anglais plus de ces p e t i t s  moments d ' i l l u s i o n parfaite qui sont l e but du theatre.  II y  reussit surtout en negligeant l e s unites de temps et de l i e u . Racine, a f i n de respecter le-s unites, doit employer des conf i d e n t s pour raconter en de longues tirades ce qui se passe en dehors de l a scene, mais l e p l a i s i r qu'on r e c o i t de ces beaux vers est un p l a i s i r epique et non pas dramatique.  En outre i l  faut, comme Shakespeare, peindre l a nature entiere; Racine n'a decrit que l a cour compasses de Louis XIV. indique aussi l a sorte de sujets a c h o i s i r .  Shakespeare  I I a su p a r l e r  aux Anglais de l e u r s aleux, de l e u r s r o i s , des episodes de leur propre h i s t o i r e .  Aux Francais a l e u r tour de c h o i s i r des  sujets dans leur passe' national, au l i e u de p a r l e r inlassablement des malheurs d'Oedipe.  Enfin Shakespeare est naturel, i l  emploie l e mot propre, i l e'crit pour l e plus grand p l a i s i r des spectateurs.  Cependant i l n'est pas sans defauts, i l . c u l t i v e  trop l a rhetorique et l a tragedie nationale et historique doit 1. 2.  Racine et Shakespeare, p. .5.0. Ibid., p. 92.  56  avoir plus de  simplicite.  II faut remarquer que ce n'est pas uniquement Shakespeare qui a donne" a Stendhal sa conception du theatre nouveau.  L'abbe Dubos avait suggere' que l'on t r a i t e des  sujets modernes dans un esprit moderne. ments d'un  tournoi sont des  Pour l u i " l e s evene-  sujets plus magnifiques que l e s 2  jeux qui se f i r e n t au tombeau d'Anchise." Schlegel, Mme.  de Stael et Guizot s'etaient appuyes  sur Shakespeare pour revendiquer une trage'die nationale et l'abandon des sujets grecs epuises.  Mme.  de Stael avait  demande une tragedie historique qui ne'glige l e s unites e t abandonne 1'alexandrin.  Stendhal doit quelque chose aManzoni  qui avait expose ses idees sur l a reforme dramatique dans l a preface de sa piece Le Comte de Carmagnola et dans ses Lettres de M.* Chauvet sur l e s unites.  En 1823  Stendhal salue 1' Italien  comme " l e champion de l'ecole romantique qui, a travers toute l'Europe,  sauf en France, triomphe en ce moment des partisans 3  pour l a tragedie des deux unites de temps et de l i e u . "  II faud-  drait ajouter que Stendhal blame chez Manzoni ses longues tirades. Ayant digere toutes ces l e c t u r e s , frequente  assidu-  ment l e theatre, essaye d'e'crire lui-meme des tragedies, et beaucoup pense a cette grande question de l a reforme du theatre, Stendhal avait en 1823 une conception t r e s nette de ce etre , '. que d e v r a i t / l a tragedie romantique. Ce sera une piece en 1. V i a l et Denise, ouvrage c i t e , p. 305. 2. Ibid., p. 306. 3. Courrier Anglais, t . I, p. 362. x  57  prose, employant  l e mot propre, qui dure plusieurs mois,  se passe en des l i e u x divers, s'occupe de l ' h i s t o i r e de l a France et peint l e s mouvements de coeur des personnages. Une t e l l e tragedie donnera aux Francais ce q u ' i l s cherchent au theatre: des emotions f o r t e s . Racine a ete' romantique dans l a mesure ou 11 a donne' a ses spectateurs "une peinture des passions temperee ' 1 par l'extrime dignite' qui alors e t a i t de mode." Q,uand Pylade /  d i t Seigneur a Oreste, malgre leur amitie, c'est parce qu? un pere de 1'epoque de Louis XIV d i s a i t monsieur en s'adressant a son f i l s .  "Cette d i g n i t e - l a n'est nullement dans l e s  Grecs, et c'est a cause de cette dignite', qui nous glace , , aujourd'hui, que Racine a ete romantique." Racine cependant 2  a ete depasse par l e progres des moeurs. "... jamais peuple n'a e'prouve' dans ses moeurs et dans ses p l a i s i r s , de changement plus rapide et plus t o t a l que c e l u i de 1780 a 1823;^ et l'on veut nous donner toujours l a meme litte'rature I"3 II s'agit surtout de peindre des nuances plus delicates: "II me semble que depuis Racine l a tendresse proprement dite s'est perfectionne'e et que nous pouvons mettre en scene une melancolie plus touchante que l a sienne."4 Y a - t - i l des pieces modernes qui satisfassent a ces exigences modernes?  Oui, en I t a l i e c'est l a Franoesca d i  Rimini de S i l v i o P e l l i c o , " l a tragedie l a plus passable de 1. 2. 3. 4.  Racine et Shakespeare, p. 44 Ibid. Ibid., p. 50. Journal, t . I, p. 331. >  58  notre epoque." 1  En France, Stendhal se souvient dans ses 2 Souvenirs d'Egotisme de 1*interet provoque' par l a premiere representation d'une piece historique de Nepomucene Lemercier,  Pinto, jouee au Theatre-Francais en 1800.  "Je ne v o i s que  Pinto qui a i t ete f a i t pour des Francais modernesj" "notre tragedie nouvelle ressemblera beaucoup a Pinto, l e chef 4 d'oeuvre de M. Lemercier." Stendhal veut avant tout que l a tragedie t r a i t e de l ' h i s t o i r e de France.  Nous parler de notre passe', c'est l e  meilleur moyen de r e u s s i r une tragedie nationale et indigene. II estime d ' a i l l e u r s l e moment propice pour lancer une oeuvre historique, puisque l e s Francais viennent d'acquerir l e gout de l ' h i s t o i r e , grace aux romans de Walter Scott.  "L'histoire  est a l a mode en France, et je l ' a i d i t souvent, c'est Quentin Durward et Ivanhoe qui ont cree cette mode."  Deja  le succes du Louis IX d'Anoelot et des Vepres s i o i l i e n n e s de Caslmir Delavigne ont revele l e gout croissant du peuple de v o i r l e s annales de l a nation.  En s'emparant de l ' h i s t o i r e  l e theatre sera renouvele'. "Nos trage'dies seraient plus touchantes, e l l e s t r a i t e r a i e n t une foule de grands sujets ', nationaux auxquels V o l t a i r e et Racine ont ete forces de renoncer. L'art changera de face des q u ' i l sera permis de changer l e l i e u de l a scene, et, par exemple, dans l a trage'die^ de l a Mort de Henri I I I , d ' a l l e r de P a r i s a Saint-Cloud." 6 1. 2. 3. 4. 5. 6.  Racine et Ibid., p. Racine et Ibid., p. Corresp., Racine et  Shakespeare, p. 47 78. Shakespeare, p. 87. 52. I I , p. 371 Shakespeare, p. 113.  59  L'epoque de Henri I I I semble a Stendhal l a plus feconde en interet dramatique,  i l l a recommande souvent vers  SJ>f  1825 comme cadre exempl ?'de l a tragedie historique. La A  suggestion de Stendhal fut realisee par Alexandre Dumas qui presents en 1829 son Henri I I I et sa Cour.  Stendhal note  avec s a t i s f a c t i o n cette premiere reussite du drame romantique, pourtant l'oeuvre de Dumas n'est pas assez romantique a son avis.  "Ce s o i r , on joue Henri I I I de M. Dumas. C'est un  acheminement au veritable Henri I I I p o l i t i q u e .  Ceci est  1  encore Henri I I I a l a M a r i v a u x . N e a n m o i n s , i l considers l a pieoe de Dumas "1'evenement l i t t e r a i r e l e plus remarquable 2 de cet hiver." Un t e l sujet historique n'a que f a i r e de 1'unite' de lieu.  I I faut q u ' i l a i l l e de Paris a Saint-Cloud. En 1813 Stendhal c r i t i q u e deja Cinna parce qu'Emilie  discute sa conjuration contre 1'empereur dans l e cabinet meme de l'empereur.  Ce n'est pas croyable mais Corneille l e f a i t 3  pour obeir a cette regie pedante de 1'unite' de l i e u . Vers 1814 i l e c r i t plusieurs pages qui portent l e t i t r e Sur l e s Unites, dans lesquelles on l i t : " L e s ^ n i t e s , dont on f a i t tant de bruit ne sont fondees que sur une mauvaise interpretation d'un passage d'Aristote.... Toutes l e s f o i s que l'oocasion s'en est pre'sentee, l e s Grecs ont v i o l e l e s unites. Dans 1'Ajax, l a scene change une^fois, s i ce n'est pas deux.... dans l e s Eumenides, l e heros passe de Delphes a Athenes. 1. 2. 3.  Corresp., I I , p. 493. Courrier Anglais, t . I l l , p.,475. Moliere, S h a k e s p e a r e L a Cornedie et Le Rire, p. 133.  60  "Dans 1'Agamemnon l e poete prend evidemment un espaoe d'un mois ou deux entre l a ^ r i s e de Troie qui ouvre l a scene, et l'arrivee du r o i des r o i s dans^la c a p i t a l e qui donne l i e u au reste de l a piece.... En unmot, l e theatre francais a des beautes a l u i , mais ne ressemble pas plus au theatre grec, que l a belle statue d'Heroule, l a , t e t e couverte d'une vaste perruque, s i f o r t admiree dans l e s beaux jours de Louis XIV, ne ressemble a l'Hercuie de Phidias. Les gens qui 11sent l e s originaux, ajouteront bien bas que ce qui ressemble l e plus aux tragiques grecs, c'est Shakespeare." 1 Et,  dans Racine et Shakespeare, i l proposera oomme  sujet de tragedie Le Retour de l ' l l e d'Elbe.  La piece s e r a i t  en cinq actes, en prose et negligerait 1'unite de l i e u . Le premier acte aurait l i e u a l ' i l e d'Elbe, l e seoond pres de Grenoble, l e troisieme a Lyon, l e quatrieme au Champ,de Mars et  l e cinquieme a Waterloo.  La derniere scene s e r a i t  l'arrivee sur l e roc de Sainte-Helene.  Bien que l e s l i e u x  soientdivers l a piece serait belle "parce que c'est un seul ^ 2 evenement." Les partisans des unites l e s defendent au ncm vraisemblance,  de l a  disant q u ' i l n'est pas croyable que l'on  voyage une longue distance pendant un court entre-acte.  La  question des unites est reellement done un debet sur 1 ' i l l u s i o n au theatre.  En 1818  quand Stendhal e c r i t son pamphlet milanais  Qu'est-ce que l e Romanticisme? i l commence par discuter l e s unites, et passe tout de suite a 1'analyse du role de sion au theatre. 1. 2.  ^illu-  M. Pierre Martino f a i t remarquer a ce propos  Melanges de L i t t e r a t u r e , t . I l l , p. 147. Racine et Shakespeare, p. 168. En e f f e t on joua a l'Odeon en 1831 une piece d'Alexandre Dumas pere i n t i t u l e e Napoleon Bonaparte. Stendhal s'en f e l i c i t e : "Avez-vous vu l e Napoleon de l'Odeon? J'avais predit en 1826, qu'un t e l drame serait f a i t . . . . " Corresp., I I I , p. 34. s  /  61  que Stendhal a pulse ces idees sur l ' i l l u s i o n dans l e s Elements de L i t t e r a t u r e de Marmontel. nullement  necessaires a cette i l l u s i o n .  Les unites ne sont Le spectateur qui  peut prendre l a scene pour un p a l a i s egyptien a h u i t heures du s o i r , peut aussi l a prendre une heure apres pour l e promont o i r e d'Actium.  " L ' i l l u s i o n , s i vous voulez admettre 2  l ' i l l u s i o n , n'a pas de l i m i t e s certaines." Cette i l l u s i o n ne consists pas a c r o i r e que l e s come'diens soient vraiment malheureux, que l e u r s maux soient r e e l s . La tragedie " f a i t i l l u s i o n comme repre'sentant a l'auditeur ce q u ' i l aurait senti lui-meme s i l e s choses q u ' i l 3 v o i t se passer sur l a scene l u i etaient arrivees." On est touche parce qu'on c r o i t que ce sont des malheurs auxquels on peut etre expose soi-meme.  Les evenements de l a piece servent  a mettre en t r a i n notre propre imagination, et c'est e l l e qui produit chez nous l ' i l l u s i o n .  I c i Stendhal touche au fond de  son esthetique . Le p l a i s i r qui vient de tout ouvrage a r t i s tique est a moitie l e t r a v a i l du spectateur lui-meme. Pour Stendhal toute oauvre d'art n'est qu'un stimulant a 1'imagination de l'auditeur, du spectateur, du lecteur.  En musique  par exemple, "La musique ne peut, ce me semble, avoir d'effet sur l e s hommes qu'en excitant leur imagination a produire 4  certaines images.,.." 1.  2. 3. 4.  De meme en peinture:  Pour Marmontel comme source du Rouge et Noir v o i r mon Marmontel as a Source of Stendhal, Modern Language Notes, Baltimore, Juin, 1941 et l e compte-rendu d e ^ ' a r t i c l e par M. Henri Martineau dans Le Divan, Octobre-Decembre, 1945. Racine et Shakespeare, p. 182. Ibid.. p. 185. Vie de Rossini, t . I, p. 14.  62  "Quand notre imagination est egayee (rallegrata) et r a f r a i b h i e par un beau paysage de Claude Lorrain, ce n'est pas que nous supposions l e s arbres que nous voyons capables de nous donner de 1'ombre, ou que nous songions a puiser de l'eau a ces fontaines s i limpides; mais nous nous figurons vivement l e p l a i s i r que nous aurions a nous promener aupres de ces f r a i c h e s fontaines et a l'ombre de ces beaux arbres,..*.'1 Cette theorie deviendra une p a r t i e importantede ses idees sur l ' a r t du roman. L'illusion  theatrale n'est n i constante, n i par-  f a i t e ; c'est pour cette raison qu'on eprouve du p l a i s i r en voyant une tragedie  sanglante:  "Le p l a i s i r de l a tragedie procede de ce que nous savons bien que c'est une f i c t i o n ; ou, pour mieux dire, l ' i l l u s i o n , sans cesse detruite, renait sans cesse. S i nous a r r i v i o n s a croire un moment l e s meurtres et l e s trahisons r e e l s , i l s cesseraient a 1'instant de nous causer du plaisir." 2 On ne pourrait pas supporter une i l l u s i o n p a r f a i t e et constante,  ce serait trop h o r r i b l e .  Le p l a i s i r vient de  ces instants d ' i l l u s i o n p a r f a i t e qui nous effrayent momentanement, pour nous rassurer l e moment apres que c'est une fiction.  La meilleure tragedie est c e l l e qui produit l e  plus grand npmbre de ces moments d e l i c i e u x . Les beaux vers gatent l ' i l l u s i o n .  Le spectateur  est oblige" de partager son attention entre eux et 1'action, or, l ' i l l u s i o n exige une attention complete. 1. 2.  Racine et Shakespeare, p. 186. I b i d . . p. 185.  63  "Ces instants d e l i c i e u x et s i rares d ' i l l u s i o n parf ai-te ne peuvent se rencontrer que dans l a chaleur,d'une scene animee, lorsque l e s re'pliques des acteurs se pressent: par exemple quand Hermione d i t a Oreste... Qui te l ' a d i t ? " l Cependant ce n'est pas chez Racine mais dans l'oeuvre de Shakespeare  que Stendhal trouve l e p l u s grand  nombre de ces moments.  Cette raison seule s u f f i t pour  prefe'rer Shakespeare car cette question de 1 ' i l l u s i o n est fondamentale.  "Voile, l a question du Romanticisme reduite a 2 ses derniers termes." A  Avec Mme.  A  x  A  de Stael, Stendhal veut que l a tragedie  romantique soit en prose.  Sur ce point i l se trouve d'accord  encore une f o i s avec l ' e s p r i t du XVIIIe s i e c l e .  Selon l'abbe'  Dubos: "La rime estropie souvent l e sens du discours et e l l e '  3  l'enerve presque toujours."  La Motte prononce  nettement:  "... l a prose d i t blanc des qu'elle l e veut, et v o i l a son 4 avantage." L'abbe Trublet ajoute: "En prose on d i t ce qu'on 5  veut, et en vers ce qu'on peut."  .  La formule tranchante de  Stendhal: "Le vers alexandrin n'est souvent qu'un cache6  sottise,"  se trouve deja en germe em 1814; on l i t dans son  premier l i v r e : "Ces alexandrins bien ronflants sont un 1. 2. 3. 4. 5. 6.  Racine et Shakespeare, p. 20. Ibid., p. 21. V i a l et Denise, ouvrage c i t e , p. 108. Ibid.. p. 110. Ibid, .-p. 113. Racine et Shakespeare, p. 98.  64  "cache-sottise."  1  Ce n'est pas q u ' i l nie en s o l l a beaute des w r s , mais i l l e s c r i t i q u e comme faisant obstacle au p l a i s i r dramatique de l a trage'die.  I I convient que l e vers est l e beau  ideal dans 1'expression.  "... une pensee etant donnee, l e  vers est l a maniere l a plus belle de l a rendre, l a maniere 2 dont e l l e fera l e plus d'effet." Cela est v r a i , pour l a poe'sie lyrique ou epique, aaais l a tragedie doit t i r e r ses e f f e t s de l a peinture exacte des mouvements de l'ame.  "La pensee ou l e sentiment doit  avant tout etre enonce' avec clarte dans l e genre dramatique, 3 en cela 1'oppose au poeme epique."  Pourtant i l j u s t i f i e l a  pratique racinienne en raison de tout ce que l a pompe et l a majeste de l'alexandrin ont apporte de poetique a sa tragedie mythologique; i l serait inconcevable q u ' i l eut e'crit Andromaque en prose. L'auteur de Racine et Shakespeare n'oublie pas que l e poete anglais aussi a e c r i t en vers.  A vingt-deux ans,  etudiant son modele, 1'apprenti-ecrivain note dans l e Journal; "0 d i v i n Shakespeare, o u i , thou art the greatest Bard i n the world.' Oui, t u es l e plus grand poete qui existe.' Et pourtant pour moi i l est presque en prose. On peut done etre poete en prose,...."4 1. 2. 3. 4.  Vies de Haydn, de Mozart et de Metastase, p. 317. Racine et Shakespeare, p. 358. Ibid. Journal, t . I I , p. 21.  65  C'est que l e s meilleurs e f f e t s dramatiques ohez ces deux poetes ne viennent pas d ' a i l l e u r s de l e u r poesie: "The table i s f u l l , s'edrie Macbeth, frissonnant de terreur quand i l voit 1'ombre de ce Bianco, q u ' i l vient de f a i r e assassiner.... Quel vers, quel rhythme, peut ajouter a l a beaute d'un t e l mot? C'est l e c r i du coeur et l e c r i du coeur n'admet pa's d'inversion. Est-ce comme faisant partie d'un alexandrin que nous admirons l e Soyons amis, Cinna: ou l e mot d'Hermione a Pyrrhus: Qui te l ' a d i t ? Remarquez q u ' i l faut exactement ces mots-la, et non pas d'autres." 1 v  Justement 1'alexandrin,  construit seulement de mots  nobles, est n u i s i b l e a l a trage'die moderne en rejetant souvent l e mot p r e c i s .  I I faudra employer "ce mot propre, unique,  necessaire, indispensable, pour f a i r e v o i r une t e l l e emotion de l'ame, ou pour raconter t e l incident de 1'intrigue.  Comment  voulez-vous qu'Othello, par exemple, ne prononce pas l e mot 2 ignoble mouchoir...." "Lorsque l a me sure du vers n'admettra pas le, mot p r e c i s qu'emploierait un homme passionne dans t e l l e situation donnee, que ferez-vous? Vous t r a h i r e z l a passion pour 1'alexandrin...."3 Legouve, auteur d'une Mort de Henri IV, n'a pas pu reproduire " l e plus beau mot de ce r o i p a t r i o t e :  'Je  voudrais que l e plus pauvre paysan de mon royaume put du moins avoir l a poule au pot l e dimanche. '  I I a ete oblige' de  l'exprimer a i n s i : "Je veux enfin qu'au jour marque' pour l e repos, L'hdte laborieux des modestes hameaux Sur sa table moins humble a i t , par ma bienfaisance, Qjuelques-uns de ces mets reserved a l'aisanoe." 4 1. 2. 3. 4.  Racine Ibid.. Ibid., Ibid.,  et Shakespeare, p. 163.(note.) p. 111. p. 358. p. 47.  66  Le donne a l a  caractere majestueux  trage'die  une emphase  et  pompeux de l ' a l e x a n d r i n  qui est  thea tre moderne.  L a d i g n i t e ' de c e t t e  d'un  autre  siecle  et  plus  large  et  A  emphase  satisfaire  le  bien le cette  reflete  gout  faible  employant le  pere  illettre, style  tragedie  1'heroine l'auteur  hautement  nobles  et  l'ssprit  P a r l e r a i n s i ne  serait scene  de l ' a l e x a n d r i n q u i 1 ' o b l i g e  de  a  emphase:  contemporaine  l'alexandrin.  de  le  d'un public  " L e g r a n d d e f a u t de ce m o n o l o g u e e s t q u ' E m i l i e parle-avec l a nettete et 1'eloquence q u ' e l l e e m p l o i e r a l t en p a r l a n t a un e t r a n g e r . II nous s e m b l e q u e S h a k e s p e a r e a u r a i t mile b e a u c o u p d e n a t u r e l a c e t t e s c e n e , e n d o n n a n t a. E m i l i e l e v r a i e t s i m p l e l a n g a g e d ' u n e ame t r o u b l e e . " 1 La  dans  Le monologue d ' E m i l i e dans l a p r e m i e r e  Cinna montre avec  peut  moins a r i s t o c r a t i q u e .  plus naturel.  parler  ne  h o r s de p l a c e  et  "le  Soumet bien fait  hero'Ique,  exage're's,  garde  dans  qu'il  sa  d^clamer  exprimant  dans une l a n g u e  l e meme d e f a u t  Jeanne  soit  d'Arc  un pauvre  sur l a des  se  en  montre  t  paysan  scene dans un  sentiments  egalement  d'une phraseologie  aussi  2 pompeuse Ainsi mais  que l e s  Soumet,  d i s c o u r s des  pour Stendhal,  d u e s de est  Bedford et  un poete  qui',-aurait b r i l l s ' au premier rang  de B o u r g o g n e . "  de t r o i s i e m e  s ' i l avait  ecrit  ordre, avant  la Revolution. La et  les  suppression des v e r s  recits.  "La tirade  est  abolira aussi  peut-etre  ce  les  qu'il-y  tirades a de  plus  3 antiromantique...." 1.  2. 3.  On e n a d ' a u t a n t  moins besoin  M e l a n g e s de L i t t e r a t u r e , t . I l l , p . C o u r r i e r A n g l a i s , t . I I , p . 300. Racine et Shakespeare, p . 89.  81  que  le  67  F r a n c a i s moderne comprend v i t e fallait d'images  et  a demi-mot,  "tandis  expliquer les fortes  choses longuement et p a r • 1 a u x A n g l a i s de l ' a n 1 6 0 0 . "  qu'il  beaucoup  Dans un a r t i c l e i n t i t u l e Le Parnasse i t a l i e n , p u b l i e ' 2 d a n s Le Temps en 1 8 3 0 , S t e n d h a l d i s c u t e M a n z o n i e t c r i t i q u e l'abondance  des  tirades  dans  s o n Oomte de C a r m a g n o l a .  " R i e n de m o i n s r o m a n t i q u e que c e t t e p i e c e , q u i ne p r o c e d e que p a r t i r a d e s d e c i n q u a n t e ou q u a t r e - v i n g t s v e r s . A la verite, les unites de t e m p s e t d e l i e u n e s o n t p a s o b s e r v e s ; m a i s o n s e n t a c h a q u e s c e n e q u e l a g r a n d e a f f a i r e de l ' a u t e u r e s t de f a i r e de b e a u x v e r s , e t n o n p a s de p e i n d r e a v e c v e r i t e l e s m o u v e m e n t s d u c o e u r humain. L a ou i l f a l l a i t q u a t r e m o t s , l'auteur f a i t quatre beaux d i s t i q u e s . T e l s e r a , je l e c r o i s , l e d e f a u t e t e r n e l d e s p i e c e s de t h e a t r e , e ' c r i t e s e n v e r s ; j e l e t r o u v e mime d a n s Hernani. piece d ' a i l l e u r s remarquable." 3 ;  Les pieces  de Soumet  aussi  /  sont  de  "simples  poemes  4  dialogues et "est  d i v i s e s en  cinq chants."  u n homme d ' u n g r a n d t a l e n t ;  mais  Casimir Delavigne son o e u v r e ne m ' a i  ' aucun des p l a i s i r s du drame;  A  C'est romantique, victoire  des  Hernani,  i l  1. 2. 3. 4. 5.  ainsi  celle  A  A  que S t e n d h a l  du XIXe  romantiques se  c'est  trouvera  siecle. sera  que  ce  de  t  1'epopee  en  donne 5 dialogue"  A  concoit Et  la  tragedie  pourtant,  gagnee l e  25  quand  la  f e v r i e r 1830  drame r e s s e m b l e  R a c i n e e t S h a k e s p e a r e , p . 162 (Note). M e l a n g e s de L i t t e r a t u r e , t . I l l , p . 3 4 1 . Ibid., p. 348. C o u r r i e r A n g l a i s , t . I l l , p . 299. Corresp., II, p. 240.  f o r t peu  par a  68  a c e l u i que Stendhal avait esquisse'.  II v o u l a i t une piece en  prose, peignant l e coeur humain et puisee dans l ' h i s t o i r e de France.  Hernani est en vers et u t i l i s e souvent des t i r a d e s ,  l e sujet est espagnol, l a psychologie est mediocre.  On  pour-  r a i t en conclure done que Stendhal a contribue' peu de chose a ce drame romantique pour lequel i l avait tant lutte'.  II n'en  est r i e n .  dans l e  Sa doctrine l i t t e r a i r e a eu son importance  renouvellement l i t t e r a i r e qui marque l e debut du XLXe s i e c l e . Sainte-Beuve  a reconnu que "l'honneur d'avoir de-  t r u i t quelques-unes des preventions et des routines qui s'opposaient en 18£0 a toute innovation menie mode'ree, revient en partie a Beyle et aux c r i t i q u e s qui, comme l u i , ont t r a v a i l l e a notre eduoation l i t t e r a i r e . "  Les ennemis de  Stendhal attestent aussi l e role q u ' i l a joue'.  Viennet, dans  un pamphlet antiromantique, l e classe avec Schlegel et Lady Morgan d'une maniere qui indique q u ' i l n'est pas l e moindre des adversaires du classicisme: "Stendhal, Morgan, Schlegel.' Ne vous effrayez pas, Muses, ce sont des noms fameux dans nos climats, Chefs de l a propagande, ardents missionnaires, Parlant de romantique et prechant ses mysteres; II n'est pas un Anglais, un Suisse, un Allemand, Qui n'eprouve a leur nom un saint fremissement."2 Apres avoir l u l a premiere p a r t i e de Racine et Shakespeare en 1823 Lamartine a e c r i t : " J ' a i l u avec l e plus grand p l a i s i r I'ouvrage de M. Beyle. II a d i t l e mot que nous avions 1. 2.  Sainte-Beuve, ouvrage cite', p. 256. Cite par Bray, Rene^T Chronologie du Romantisme, P a r i s , Boivin, 1932, p. 23.  69  "tous sur ,1a langue; i l a rendu c l a i r et palpable ce qui n'etait qu'une perception confuse de tous l e s e s p r i t s justes. II est-a desirer q u ' i l etende davantage ses idees, q u ' i l fasse l e premier une espece de code de l a l i t t e r a t u r e moderne.... Un certain i n s t i n c t pousse evidemment l ' e s p r i t humain hors des routes battues; i l importe de l u i reveler a lui-meme quel est l e but auquel i l aspire, et quel ohemin l ' y conduira plus t o t ; c'est ce que f e r a i t un t e l ouvrage." 1 En e f f e t Stendhal a e'crit un second ouvrage pour mieux expliquer ses idees: son Racine et Shakespeare No. I I . En a v r i l 1824 l'Acade'mie francaise se prononce contre l e romantisme.  solennel lement  Auger, l'un des plus u l t r a des acade-  miciens et " l e pape de l a l i t t e r a t u r e " selon ses ennemis, f a i t un discours qui attaque " l a secte romantique", Shakespeare, et Mma.  de StaSl.  Apres avoir l u l e compte-rendu de  ce manifeste classique notre "hussard" t a i l l e sa plume et repond a Auger par cette nouvelle brochure qui parut en 1825. Le Globe du 7 a v r i l 1825 loue I'ouvrage et l ' e s p r i t guerrier de 1'auteur: "... toujours pret au combat, i l poursuit l'ennemi, l e harcelle, l e presse sous quelque forme q u ' i l se presente, et chacune de ses escarmouches est un triomphe pour l a cause q u ' i l defend."2 En 1823 Stendhal avait employe' 1'orthographe i t a l i enne, romanticisme.  La seconde brochure adopte 1'orthographe.,  franchise; l e sous-tit re en est Reponse au Manifeste contre l e Romantisme.  C'est dans une l e t t r e ecrite en a v r i l  1824 2  q u ' i l semble u t i l i s e r l e mot f r a n c a i s pour l a premierefois. A 1. 2.. 3.  A  A  A  Racine et Shakespeare, p. 378. Cite par Martino, p. c x x v i i . Corresp., I I , p. 318.  70  IT*influence le  manifeste  de  l'auteur  du romantisme,  rable.  M. Maurice Souriau,  Preface  a essays'  Racine  et  livre  se  (celle  siecle)  de  "en  et  Shakespeare  sur  C r o m w e l l e s t c o n side" 1 son commentaire sur l a  de  influence.  r e a l i t e ' qu'une  moments  theories  commentaire  nous  dans  des p e t i t s  compose  D e p u i s ce  n'a  Racine  Preface  d'amoindrir cette  Shakespeare  nouvelle"  la  de  idee  juste  d'illusion) "le  fausses  o u de  de M . S o u r i a u  sommes p l u s a v i s e ' s .  Selon l u i ,  (ecrit  E n 1934  reste  prophe'ties i l y a un M. Kurt  et du  manquees/ demi-  Jackel  a  3  etudi^  en d e t a i l  maintenant i l  de  de'clarer  romantisme Stendhal,  de 1 8 3 0 , Vigny  M. Souriau  en 1823,  dette  de Hugo  importante.  faudra ajouter  saire  Ici  assez  la  et se  encore (p.  autre.  ses  Chateaubriand)  dans un a r t i c l e  precurseurs comme l e  de n o u v e a u , sur  les  qui  de M .  parait  Ja'ckel  M. Souriau trouve  " V i c t o r H u g o a ete  salue' p a r  trompe  Stendhal  Aux observations  une  xvii)  envers  car  le  neces-  vrai  meme  chef  (sauf  du  par  maitre."  Stendhal  O d e s de H u g o :  avait  " . . .  ecrit  1'Edinburgh  R e v i e w s ' e s t c o m p l e t e m e n t t r o m p e e e n f a i s a n t de M . L a m a r t i n e l e poete du p a r t i u l t r a . . . l e v e r i t a b l e poete du p a r t i , c'est 4 M. Hugo." I I f a u t n o t e r a u s s i que S t e n d h a l , e n c r i t i q u a n t les  versificateurs  classiques,  a  declare':  " I I e s t p l u s f a c i l e de f a i r e d e s v e r s e m p h a t i q u e s e t c o r r e c t s que de c h e r c h e r a i n v e n t e r comme l ' a u t e u r d ' H e r n a n i , l a t r a g e d i e q u i p e u t p l a i r e a u p u b l i c de 1 8 3 0 . " 5 1. 2. 3. 4. 5.  S o u r i a u , M . , L a P r e f a c e de C r o m w e l l , c a i s e d ' i m p r i m e r i e e t de l i b r a i r i e , I b i d . , p . 114. •• N o t e s s u r l e s S o u r c e s de l a P r e f a c e d ' h i s t o i r e l i t t e r a i r e de l a F r a n c e , Courrier Anglais ,'t. I, p. 71 M e l a n g e s de L i t t e ' r a t u r e , t . I l l , p .  Paris, 1897.  Societe  fran-  f  de C r o m w e l l , 1934, t. 41. 349.  Revue  71  Malgre  cet  e'loge l a v i c t o i r e  S t e n d h a l une  deception.  champagne  H e r n a n i ne m ' o n t  pouvait i l  et  pas  gouter  le  E n m a r s 1830 pas  mouvement  romantique i l e'crira: 1  reussi."  poetique  a ete  pour  "Le v i n  de  C'est  qu'il  de 1 ' e p o q u e .  ne En  1829  avait d i t : " L ' a g e d ' o r de l a l i t t e r a t u r e d r a m a t i q u e e n F r a n c e touche a sa f i n . A u l i e u de p e i n d r e f i d e l e m e n t l e s mouvements d u c o e u r h u m a i n , l e g r a n d o b j e t de nos auteurs est d'e'crire des v e r s f a c i l e s et coulants." 2 v  Des l e s'interesser en 1832,  se  triomphe  du drame  au r o m a n t i s m e plaignant  de  et  en v e r s  au t h e a t r e .  la litte'rature  Stendhal  cesse  Une amie  l u i  de  e'crit  contemporalne:  " . . . c ' e s t vous q u i a v i e z cree' l e Romantisme, m a i s v o u s 1 ' a v i e z cree^ p u r , n a t u r e l , c h a r m a n t , amusant, n a i f , i n t e r e s s a n t et l ' o n nous en a f a i t un monstre^ui hurle toujours. Creez autre chose." 3 Stendhal semblant au roman, Racine  incapable genre  de  et  pas se  de'daigne  pour paralyser  romantique,  1. 2. 3.  n'a  attendu  ce  renouveler  conse i l .  i l  de B o i l e a u e t  sa marche.  pour Stendhal  et  La  s'attachera  maintenant  qui n'a  eu  pas  Le roman s e r a pour le  trage'die  XLXe  le  genre  siecle.  Corresp., II, p. 531. C o u r r i e r A n g l a i s , t. I l l , p . 481. Cent soixante-quatorze L e t t r e s a S t e n d h a l , Le D i v a n , 1947, T. I I , p . 9.  de  Paris,  CHAPITRE  17  Le Roman  "... je a l'art  n'avais jamais songe' de f a i r e u n r o m a n . "  Stendhal a Balzac, 1840. Corresp.. I l l , p. 257.  73  Aujourd'hui de  nous  romans ou t h e o r i c i e n  cependant,  de l a  the'orie  aussi  de l a  (comme  toute  idees parsemees comment  Des  l'age  de  dans  "Je  Moliere." en grande  ses  son  II  de  sa v i e ,  n'en a  jamais  i l n'a  II  des  croyait  come'dies.  et  presque  que  pas  de  toutefois  en r e c u e i l l a n t  nous esperons  sa  tandis  idees,  i l  songea  ces  pouvoir  comme  j'avais  fait  a devenir le etabli  montrer  r e s o l u de  faire  que  des  comme  presque  aussitot.  c a c h e t t e une  comedie  en p r o s e . . . .  mes c o m p o s i t i o n s m ' o n t  successeur  d a n s ma t e t e  s ' y met  un grand s e c r e t ,  se  ecrit,  laisse  avait  ecrits,  Lui,  metier.  trouve  ans  romantique.  auteur  a explique' longuement  d'ailleurs)  son enfance  sept  qu'il  du roman. chose,  i l concut  de M o l i e r e .  fait  comme  comme e c r i v a i n d e  comme r o m a n c i e r  sur l ' a r t sur  le  gloire  trage'die mais  devenu c e l e b r e theorie  est  Stendhal  trage'die  durant l a premiere moitie  destine'' a p a r v e n i r a l a Paradoxal  connaissons  comedies  " A d i x ans,  je  Ce t r a v a i l  toujours  des  fis etait  inspire'' l a  2 meme p u d e u r q u e m e s a m o u r s . "  I l  p e u de  Parmi  succes  ebauchees, mais n i  jusqu'en  i l tient  l'une  surtout  n i 1'autre  scene n ' a  pas  principes  de S t e n d h a l  Henri 1. 2.  Beyle,  1830.  ete  tout  auteur  de  ne  fut  comedies I,  ratees. p.  125.  avec  pieces  L e s Deux Hommes. Ce t r a v a i l  cependant,  seront  ambition  nombreuses  acheve'e.  perdu,  romancier  t.  les  cette  a L e t e l l i e r et  a fait  V i e de H e n r i B r u l a r d , Ibid., p. 152.  poursuit  car  decouverts II  l i t  pour nombre  pour l u i  assidument  la de par  74  Moliere et compose des comment aire g^' sur huit de ses pieces a f i n de deviner l e s secrets de l'auteur de Tartuffe. Car l e jeune Henri Beyle a soif de g l o i r e ; i l a decide' de devenir un homme de genie.  Aucun autre e'crivain,  peut-§tre, n'a expose" avec tant de franchise comment i l cherche une g l o i r e immortelle. par un e f f o r t de sa volonte.  Chez l u i c'est tout simplement  A vingt et un ans II note dans  ses Pensees: "Je suis peut-etre l'homme dont 1'existence est l a moins abandonnee au hasard parce que je suis domine' par une passion excessive pour l a g l o i r e a laquelle je rapporte tout." 2 La meme annee i l note dans son Journal. remarque piteuse: "... je suis l a s de mon obscurite."  En 1816 i l e c r i t  en marge d'un l i v r e : "chaque homme de genie doit brocher pour v 4 soi une poetique ou un commentaire de Moliere."  Poursuivant  toujours son but i l etudie Goldoni, Beaumarchais et Regnard; cherche l e s causes psychologiques du r i r e ; essaie de de"terminer l a nature de l a comedie moderne^  Pour mieux comprendre.  l e s exigences de l a scene i l e'tudie l a declamation et fre'quente l e s comediens (sans oublier l e s cornedidbnes).  Le chapitre I I  de l a premiere partie de Racine et Shakespeare sera i n t i t u l e Le Rire; i l y pre'cisera l a nature de l a come'die romantique. Le jeune Beyle porte son exemplaire de Moliere au TheatreFrancais pour noter l e s vers qui font r i r e , car i l faut 1. 2. 3. 4.  Rassembles par M. Martineau dans Moliere. Shakespeare, La Comedie et Le Rire. Pensees, t . I I , p. 116. Journal, T. I, p. 104. Moliere, Shakespeare, La Comedie et Le Rire. p. v.  75  connaitre "ce public choisi et peu nombreux a qui i l faut 1  plaire"  ,  @ c r i t - i l en 1804. Peu a peu cependant  i l remarque que ce public est en  t r a i n de changer, q u ' i l est maintenant nombreux et n'est plus choisi.  En 1834, r e l i s a n t un exemplaire du Rouge et Noir i l  jette dans l a marge: "Impossibilite' de l a Comedie depuis l a Revolution, deux publics, l e grossier et l e f i n . . . . Depuis que l a democratie a peuple' l e s theatres de gens grossiers, incapables de comprendre l e s choses fines, 'je regarde l e roman comme l a Comedie au XIXe s i e c l e . " 2 En marge d'un autre l i v r e i l e'crlt: "Ce qui est indispensable pour toucher l e vulgaire ohoque l e s hommes bien ne's.  De l a d i f f i c u l t e " et peut-etre impossibilite' du drame 3  en 1834 et l e regne du roman.  Ide'e a me'diter."  Deux annees  plus tard ces ide'es, elargies et developpees, deviendront l e fond d'un a r t i c l e publie' dans l a Revue de P a r i s (tome 28) sous ce t i t r e "La Comedie est impossible en 1836.  Ces pages  importantes expliquent pourquoi Stendhal, renoncant a e'crire des comedies, se consacre au roman, l e genre du s i e c l e . "Le jour immortel ou M, l'abbe Sieves publia son pamphlet ^ i n t i t u l e : Qju'est-ce que l e t i e r s ? Nous sommes a genoux levons-nous, i l croyait attaquer l ' a r i s t o c r a t i e p o l i t i q u e , et i l c r e a i t , sans l e savoir, l ' a r i s t o c r a t i e l i t t e r a i r e . Des ce jour, par exemple, l a come'die fut impossible.... Et l'auteur comique... en est re'duit a e c r i r e l a come'die-roman, ou bien l a comedie de Goldoni, c e l l e qui s'exerce sur de has personnages, ou enfih des romans tout 1. 2. 3.  Journal, t . I, p. 279. Melanges de Litte'rature, t . I l l , p. 417. Melanges Intimes et Marginalia, t . I I , p. 134.  76  court. Dans ces derniers du moins, i l n'a a f f a i r e qu'a un spectateur a l a f o i s . " 1 Desormais l e parterre est rempli par deux sortes de spectateurs, l e s c u l t i v e s et l e s grossiers. pas ecrire pour tous l e s deux. l a Revolution n'exists plus.  Un auteur ne peut  Le p e t i t public choisi d'avant  "C'est peut-etre l e seul mauvais  e f f e t produit par l a Re'volution."  Dans un autre a r t i c l e  publie l a meme anne'e i l e l a r g i t encore cette idee: "... l a societe' que nous voyons passer au bois de Boulogne... se divise tous l e s jours davantage en deux classes f o r t d i s t i n c t e s : l e s gens riches dont l e pere l i s a i t V o l t a i r e vers 1783, et l e s gens riches qui sont ne's avec quarante ecus de rente. Ces derniers ont bien plus de savoirf a i r e et souvent meme plus d'esprit; mais l e c i e l , parmi tant d'avantages, leur a refuse' 1'intelligence des choses l i t t e r a i r e s . . . . I l ^ f a u t c h o i s i r a p l a i r e a l a bonne compagnie qui goute le style de M. de Lamennais,pour p l a i r e a ces gens riches qui trouvent toujours quelque obscurite' dans l e s premieres scenes des charmantes comedies de M. ^Scribe, et ne l e s comprennent bien qu'a l a troisieme representation." 2 v  Stendhal avait deja e c r i t des romans. debuta avec Armance, en 1830 En 1834, 1894).  Lucien Leuwen En 1839  En 1827 i l  c'est le Rouge et l e Noir.  (inacheve' et publie seulement en  i l devait ecrire l a Chartreuse de Parme et l a  meme annee i l commenca son dernier roman Lamiel qui aussi est inacheve et fut imprime', pour l a premiere f o i s , en 1889. L'auteur de Racine et Shakespeare se rend compte que le roman comme genre a un grand avantage.  Raille' par Boileau  et Moliere, meprise' par l e s doctes, i l a pu rester l i b r e des 1. 2.  Me'langes de L i t t e r a t u r e . t . I l l , p. 430. Courrier An^ais, t. I, p. 264.  77  regies  qui entravaient  les  genres  plus  nobles.  " . . . l a r e v o l u t i o n dans l e roman a ete facile. N o s p e d a n t s , t r o u v a n t que l e s G r e c s e t R o m a i n s n ' a v a i e n t p a s f a i t de r o m a n s o n t d e c l a r e ' c e g e n r e a u d e s s o u s de l e u r c o l e r e ; c ' e s t p o u r c e l a q u ' i l a ete sublime. Quels tragiques, su^vants d ' A r i s t o t e , ont p r o d u i t , depuis un s i e c l e , q u e l q u e o e u v r e a c o m p a r e r a Tom J o n e s , a W e r t h e r , a u x T a b l e a u x de f a m i l l e . a l a N o u v e l l e H e l o l s e ou aux P u r i t a i n s ? Comparez c e l a aux t r a g e d i e s f r a n c h i s e s contemporaines...,"1 /  Neanmoins, Stendhal avait  avait  2  font  delicats." plaignent  "temps des  de l a  romans p o u r f a i r e a cette  inferieur avait  E n 1835  le  epoque  tout  i l note  les  i l raille i l leur  les  roman.  de  pet i t s  E n 1817  calme,  ou  abbe's d e s  auteurs  conseille car  /•  litteraire,  avec  les  le  temps.  3  en marge  pour l e  sarcasme  besoin  de  tragedie  le  se de a  de  genre  femmes,  moderne  roman i l est  d'un exemplaire  qui  gens e x i l e s  q u ' u n f r i v o l e amusement  un l i v r e ,  dejeuners  Pour l u i aussi  Pour d e f i n i r l a  i l  les  comiques  l o n g h i v e r o n t ' u n immense  passer  au t h e a t r e .  ecrit  carriere  comedies en romans"  campagne p e n d a n t  n'etait  v  sa  de f r i v o l i t e e t  censure,  vos  de  dedain pour le  romans et  Plus tard  "transformer la  p a r t a g e ' ce  parle' des  romanciers  /  au debut  bien  tres  i l  modeste.  de L u c i e n L e u w e n : 4  "Le  roman e s t  elargit  un l i v r e  un peu c e t t e  c'est  la  le  tion,  la  recherche  /  genre  5  q u i amuse  en r a c o n t a n t . "  d e f i n i t i o n : "Le  roman d o i t  de p l a i s i r q u ' o n l u i demande. ingenieuse  a l a La Bruyere  Ailleurs.il raconter, La  sont  dissertades  degenerations." 1. R a c i n e e t S h a k e s p e a r e , p . 302. 2. H i s t o i r e d e l a P e i n t u r e , e t c . , t . I , p . 67 ( N o t e ) . 3. R a c i n e e t S h a k e s p e a r e , p . 133. 4. Melanges Intimes et M a r g i n a l i a , t. I I , p . 237. 5. I b i d . , p . 260.  78  Mais  ce  genre,  litre  moyen de p e i n d r e  avec  genre,  dedaigne',  en  autrefois  partie  Moliere analyse qu'il est  a l u i  pour trouver l e s Stendhal.  avait  est  devient  la  gloire.  du m a i t r e , des  Et  le  si  le  illustre,  Stendhal  c'est  etudiait  a u j o u r d ' h u i on  romans i l  savait  bien  metier  de  1'animal  grenier...."  pratiquait l'art  plus detaillee  pour l u i  humain.  a l u i . "Le v r a i 2  un roman dans un qu'il  coeur  sera  aujourd'hui si  En ecrivant  A me s u r e  regies, le  secrets  trouve' son genre  d'ecrire  tion  exactitude  qu'en revient  1  de  et.enfin,  du roman sa  en 1830,  defini-  i l formule  celle  3 du Rouge e t N o i r : " E h m o n s i e u r , u n r o m a n e s t " u n m i r o i r q u i se promene s u r une g r a n d e r o u t e . Tantot i l r e f l e t e a n o s y e u x l ' a z u r d e s c i e u x , tant6t l a f a n g e d e s b o u r b i e r s de l a r o u t e . Et l'homme q u i p o r t e l e m i r o i r dans sa h o t t e sera par vous accuse d ' e t r e immoral! Son m i r o i r montre l a fange, et^vous accusez l e mjroirl Accusez b i e n p l u t o t l e grand chemin ou e s t l e b o u r b i e r , e t p l u s e n c o r e l'Inspecteur des routes qui l a i s s e l ' e a u c r o u p i r et l e b o u r b i e r se f o r m e r . " D'apres voit,  cette  c'est-a-dire  peinture  des moeurs  1'epoque  car  epoque, Pour  i l veut  t r o u v e r ces  l'ecrivain trouver 1. 2. 3.  le  doit  dans l e s  formule  la vie  voir  done  II  de  toujours  roman s e r a  decrire  surtout  ce  qu'il  a" s a voit  e n t r a i n de  e'tudier l a v i e ;  vieux auteurs.  le  faut  s'inte'resse  un r e f l e t  moeurs,  romancier reflete  de 1 ' e p o q u e ,  actuelles.  lecteur  le  Jean Prevost, La C r e a t i o n chez metier d'e'erivain. C o r r e s p . , I I I , p . 141. Tome I I , c h a p i t r e X I X .  l e s moeurs  Stendhal,  qu'il  dene  une  moeurs  de  propre tous  les  jours.  changer,  i l ne p e u t  "...  les  ce  pas  les  changent  essai  sur  le  79  a peu pres dire les  de  tous  les  cinquante  son Armance: " J ' a i  moeurs a c t u e l l e s ,  ans."  Ainsi  cherche''dans  telles  qu'elles  ce  Stendhal  pouvait  roman,  peindre  sont,  a  d e p u i s deux ou  2 trois  ans."  Rouge,  D'apres  "Chronique du XIXe  u n o u v r a g e de P i c a r d , l'auteur qui  ait  comme " l e  regie  dira:  "Voila  comme  Redigeant  sous-titre  de n o s  poetes  c o i n de  un a r t i c l e  sur  la  societe  sur  ,decrire  comiques,  le  seul  contemporaine...  son p r o p r e Rouge e t  moeurs n o u v e l l e s pour l a  du  un a r t i c l e  Jacques F a u v e l , Stendhal peut  plus vrai  les  i l met  siecle".  su p e i n d r e un p e t i t Ecrivant  i l  cette  France  Noir  qu'a  voulu  4 p e i n d r e M . de S t e n d h a l . . . " dans l e qui  Rouge?  pruderie".  gouvernements fixee  cette  seminaire des  les  pruderie  reputation. est  Le  pruderie est ses  aurait  precedent.  vie  sa p r o p r e  de  ete'  a v a n t M . de S t e n d h a l n e  et  vie  le  de  decrites province  est  "une  re'sultat la  C'est  Congregation  a cause  constamment  c e t t e meme p r u d e r i e c a r  toleree  par l e s  de  pour  Noir  reflete personne  hasarde' a f a i r e  5 moeurs s i peu a i m a b l e s . . . . " Corresp., I, p. 104. O o r r e s p . , I I , p . 351. C o u r r i e r A n g l a i s , t . I , p . 65. M e l a n g e s de L i t t e ' r a t u r e , t . I I , Ibid., p. 352.  p.  la  344.  le  sa  au liaison  moeurs f a c i l e s  pretend-il, "...  s'etait  des  J u l i e n de V e r r i e r e s  L ' a u t e u r d u Rouge et epoque,  la  moeurs  successeurs,  qui chasse  un r e s u l t a t  ces  caractere  moeurs p r o v i n c i a l e s .  scandale  siecle  ces 1. 2. 3. 4. 5.  dont l e  que Mme. de R e n a l t r e m b l e  deux amants  de  Cette  de N a p o l e o n e t  dans  sont  du roman c ' e s t  e n t o u r e Mme. de R e n a l e t  ennuyeuse  l ' a  Au debut  Q,uelles  done  du la  encore  portrait  de  80  Julien constamment lieutenant epoque.  nourrie  petit  par  qui s'est  gloire 1  les  fait  jeunes  du cote  de  paysan  1'exemple  On ne p o u r r a i t  Comme t o u s la  aussi,  est  concevoir  ambitieux l'eglise  ambition  de N a p o l e o n , l e  empereur,  le  devore' d'une  sous-  un enfant  de  son  d a n s .une e p o q u e  contemporains  plutot  que p a r  anterieure.  i l doit la  chercher  carrie_re  des  armes. En rencontre dit:  allant  au  l ' h y p o c r i s i e des  " L ' h y p o c r i s i e est  France.  seminaire  Cette  le  pour  seminaristes. grand t r a i t  hypocrisie  se  est  faire  pr&tre  Ailleurs  des moeurs  enseigne'e  par  les  Julien  Stendhal  actuelles jesuites  en et  2 pratiquee  a leur  profit."  Julien  quitte  du m a r q u i s de peinture le  des  retour  de n o t r e cet  l a Mo\le comme nobles  i l  sera  "voila,  Bien 1.  2.  dit  l'auteur  c h o s e de n o u v e a u ,  de l a  La f i l l e  plebeien  Stendhal, ete  se  les  que c e s  moeurs moeurs  parce  qui  qu'elle  une  des  avant  surtout  voit  de  fait  la  craignent  en l u i aime  de le  circonstances  1789".  Dans  d'avoir decrit  nouvelles  1'hotel  devient  L'aristocrate  encore  soient  Stendhal  du m a r q u i s  impossible  vante  Ici  dans  Restauration  un nouveau Danton.  roman q u i eut  article  pour entrer  secretaire.  paresseux  du s e c r e t a i r e  l'energie: et  seminaire  de l a R e v o l u t i o n .  amoureuse  paysan  le  son propre  importantes,  tout  quelque siecle.  elles  ne  A l f r e d de M u s s e t c o n f i r m e 1 ' e x a c t i t u d e de c e t r a i t de m o e u r s : " Q u a n d l e s e n f a n t s p a r l a i e n t de g l o i r e o n l e u r d i s a i t : f a i t e s - v o u s p r e t r e s , quand i l s p a r l a i e n t d ' a m b i t i o n : f a i t e s - v o u s pretres." C o n f e s s i o n d ' u n E n f a n t du Siecle. C o u r r i e r A n g l a i s , t . I , p . 154 ( e c r i t en 1 8 2 5 ) .  81  forment  d ' a i l l e u r s que l e  f o n d de l a  sujet  d ' u n roman s t e n d h a l i e n  logie  de l ' h o m m e .  carriere.  A vingt  m a i s non l e s que t o u t les  ce  qui  II  annonce  et  un ans  passions,.... qui est  dans l e  Journal:  fait  vivre  explique:  "...  dans l e s  emeut  oublier. les i l  et  voila  Ce d o n t  caracteres."  tout 2  romans  tout;  i l faut, Dans  n'est  statue.  II  caractere  les  debut  vieillit;  de  sa  changent, parce  i l n'y  a la  a  que  Ecrivant a ne  bonne  sa  soeur  signifie  ensuite  se  i l  passion i l  rien:  qu'a  rappeler  l a Peinture  ce  sont  (1817)  roman s t e n d h a l i e n : p e i n t u r e e x a c t e et enflammee le dix-neuvieme siecle se ce q u i l ' a p r d c e ' d e . " 4 (Balzac  le  stendhaliens  rend p l u s frappantes toute  les  matiere  premier)  ont  grandes  le  ont  relief  lignes  secondaire  a la  " M e p r i s a n t . . . t o u t ce. q u i e s t a c c e s s o i r e , tout ce q u i e s t m e r i t e s e c o n d a i r e , i l s ' e s t a t t a c h e u n i q u e m e n t a* p e i n d r e l ' h o m m e e t e n c o r e i l l ' a rendu p l u t o t en sculpteur q u ' e n p e i n t r e . " 5 /  Corresp., I, p. 106. Journal, t. I, p. 127. Corresp., I, p. 102. Tome I I , p . 4 1 3 . H i s t o i r e de l a P e i n t u r e ,  etc.,  t.  II,  p.  334.  d'une  d'un  dominante.  1. 2. 3. 4. 5.  psycho-  L a meme a n n e e  sacrifier  s o n H i s t o i r e de  personnages  en e l i m i n a n t  le  vieillissent  au c o n t r a i r e ,  .De n o m b r e u x c r i t i q u e s que  humain, l a  des  l'aventure  elle  veritable  " L e s moeurs  comeaies  une p i e c e . . . . "  enonce l e p r i n c i p e du " C ' e s t done p a r une d u c o e u r h u m a i n que d i s t i n g u e r a de t o u t  signale'  idee  i l edrit:  faut  Le  coeur  dans e l l e s  "II  seule  elle  cette  Les  moeurs  le  ' 1 q u i ne v i e i l l i s s e n t p o i n t " .  passions  note  c'est  toile.  passion  82  Stendhal de M i c h e l - A n g e . a trouve ses  pement et  Mais  ce m o y e n de  personnages.  qu'elle  a fait  ne m b n t r e  que  de R a c i n e  petits  son modele attention son cote  contours  nous p r e s e n t e  enchaines, Ange  qui  vivant mais des  manifestent  i l dit:  crise  la  "Les p l i s  trage'die  Precisement le  passions  de P h e d r e  racinien^jie jamais  de  est  la  idealise  en  dans  le  corps  statue.  l a passion.  petits Parlant  vetements  n'ont  qui  encore la  de  notre  Stendhal  faits  pas  de  negligeant  essentiels  les  le  Sanseverina.  detourneraient  seulement  develop-  continue  qui, reproduits, la  parce  en abandonnant  sans doute  de  a  de  meilleur continuateur  trouvent  des  parlant  qu'il  r o m a n de S t e n d h a l  comme R a c i n e ,  se  les  psychologique,  successeur  sculpteur,  defauts  blame  fait  sans doute  saillantes  Racine.  s'est  Le v e r i t a b l e Le  si  d e s c r i p t i o n en  Racine  Neanmoins l e  de  i l  la  sa propre  chez  rendre  des p a s s i o n s .  Racine,  les  c'est  Stendhal  developpe l ' a r t  genre  i c i  de  ,  de  Michel-  simplicite'  1 grecque sur l e  et  prennent  Rouge  i l a  trop  Mme. de R e n a l .  attention  du coeur  cheveux  sur l a  des  pas  de Mme. de R e n a l .  II  chez  ne  des  de l a Ve'nus de M i l o  cheveux  n'ont  pas  Princesse  son  ne'glige  de c e t t e  francais"  aussi  dame;  de C l e v e s ,  le  de  nous  plus. en  l a plus  classique  robe  les  dernier  eprouvait  la  notre  de c o u l e u r n o n "le  article  de'crit  detourner  qui Nietzsche v i t  grands psychologues  admiration pour l a T~. 2.  II  dans  n'a pas  veut  couleur  Stendhal, date  Et  soin d'indiquer q u ' i l  que p o r t e  renseigner  d'attention."  vive  du roman  H i s t o i r e de l a P e i n t u r e e t c . , t . I I , p . 318. " . . . d i e s e n w u n d e r l i c h e n E p i k u r e e r und P r a g e z e i c h e n Menschen, der F r a n k r e i c h s l e t z t e r grosser Psycholog J e n se i t s v o n G u t u n d Bo*se.  war."  psychologique.  L analyse des sentiments, le style sobre, f  p r e c i s et d e l i c a t devaient l e r a v i r .  En 1828 Stendhal note  en marge d'un exemplaire de l a Princesse de Cleves: "Le premier des romans en date, et, ma f o i , l e premier presque en merite.... Au point ou en e t a i t l ' e s p r i t humain en  1690,  i l e t a i t d i f f i c i l e de f a i r e mieux.  L'on n'a pas encore 1 surpasse l e s belles pages de l a Princesse de Cleves."  En 1830 Stendhal f a i t publier un a r t i c l e assez court i n t i t u l e 2 Walter Scott et l a Princesse.de Cleves.  Comme, dans Racine  et Shakespeare, i l avait oppose' ces deux grands noms pour mieux d e f i n i r sa conception de l a tragedie romantique dans cet  a r t i c l e i l oppose Scott a Mme.  de La Payette a f i n de  preciser ses idees sur l e roman moderns.  V o i c i l e commence-  ment de 1 ' a r t i c l e : "Walter Scott et l a Princesse de Cleves Ces deux noms indiquent l e s deux extremes en f a i t de roman. F a u t - i l decrire l e s habits des personnages, l e paysage au m i l i e u duquel i l s se trouvent, l e s formes de leur visage? ou bien fera-t-on mieux de peindre l e s passions et l e s divers sentiments qui agitent l e u r s ames? Mes reflexions seront mal a c c u e i l l i e s . ^ne immense troupe de l i t t e r a t e u r s est interessee a porter aux nues s i r Walter Scott et sa maniere. L'habit et l e c o l l i e r de cuivre d'un serf du moyen etge sont plus f a c i l e s a decrire que l e s mouvements du coeur humain.... i l est infiniment moins d i f f i c i l e de decrire d'une fac on pittoresque l e costume d'un personnage que de dire ce q u ' i l sent, et de l e f a i r e parler.... je d i r a i franchement que je suis convaincu que dix ans suffiront - pour f a i r e ^tomber de moitie l a re'putation du romancier ecossais." 3  /  1.  Melanges de L i t t e r a t u r e , t . I l l , p. 305.  2.  Ibid.7 P. 500.  84  Le  style  psychologique,  le  de S t e n d h a l a e t e ' coeur  humain.  II  influence' par l e ecrit  a  theme  Balzac:  "Je cherche a r a c o n t e r avec v e r i t e ' et avec c l a r t e ' c e q u i se p a s s e d a n s m o n c o e u r . Je ne v o i s q u ' u n e regie: etre c l a i r . S i je ne s u i s p a s c l a i r , t o u t mon monde e s t a n e a n t i Je v e u x p a r l e r d e ^ c e q u i se p a s s e a u f o n d de l ' a m e de M o s c a , . . s i , a l ' o b s c u r i t e de l a c h o s e , je j o i n s l e s o b s c u r i t e ' s d u s t y l e d e M . V i l l e m a i n , d e Madame S a n d . . . p e r s o n n e a b s o l u m e n t ne c o m p r e n d r a . . . . " 1 v  Ailleurs l'homme  en  style 2  i l declare  vague,  p l u s nettement:  c'est mettre  "Analyser  l'histoire  romaine  en  non seulement  de  madrigaux." Mais le psychologie, le  romancier doit  traiter,  m a i s de l a p s y c h o l o g i e de  p r i n c i p e du p r o g r e s humain n o t r e  m e n t s de l ' a m e doit  etre  avec  le  observateur  nuances  idee  car  d'apres  des mouve-  Un e c r i v a i n psychologique de  de l ' e s p r i t  vieux auteurs.  fine  connaissance  hommes e t  toujours plus nuances.  dans l e s  une  toujours.  des  perfectionnement  deviennent  pas  augmente  son epoque,  la  II  leurs passions,  humain,  les  dans Homere, mais  sentiments  ne p e u t p a s  Stendhal note trouve  car  trouver  qu'il  que l e  n'y  Tasse  ces a en  3  plein.  Les anciens  connaissance  n'etaie'nt  que d e s  du coeur humain.  commencants dans  II  ne  peut  II  semble  concevoir  la  Jacques  5  le  Fataliste  s'est  t r a d u i t en g r e c .  perfectionnee  tendresse  et  meme d e p u i s M o l i e r e  l a me'lancolie  sont  que l a et  tete  Racine,  devenues p l u s  1. 2. 3. 4. 5.  que  fines.  " U n a u t r e c a u s e de l ' e f f e t de s e c h e r e s s e d e s c o m e d i e s de M o l i e r e , c ' e s t que de s o n t e m p s o n commencait seulement a f a i r e a t t e n t i o n aux C o r r e s p . , I I I , p . 259. Melanges I n t i m e s et M a r g i n a l i a , t . I , p . 367. C o r r e s p . , I , p." 1 5 1 . M e l a n g e s de L i t t e ' r a t u r e , t . I l l , p . 1 7 5 . H i s t o i r e de l a P e i n t u r e e t c . , t . I I , p . 1 7 4 .  humaine la  est  85  " m o u v e m e n t s de l ' a m e u n p e u d e l i c a t s . Moliere n ' e u t jamais f a i t l e s Fausses C o n f i d e n c e s ou l e s J e u x de 1 ' A m o u r e t d u H a s a r d . . " 1 Bien partie  de  que l a p s y c h o l o g i e  la physiologie, 2  comme  science  exacte.  logie  i l a choisi la  fut  Stendhal  seulement  entrevoit  En adoptant plus  alors  comme  importante  et  sa la  son  une  avenement  province l a  V.  psycho-  plus nouvelle  des  sciences. De t o u s est  celui  sation.  les  sentiments  de l ' a m o u r , " L ' a m o u r ce  c'est  du c o e u r ,  le  plus  u n p r o d u i t de n o t r e  sentiment 3  ne d u t e m p s de S o p h o c l e . . . . " f r u i t s l e s p l u s s i n g u l i e r s et  des modernes  nouveau  propre  civili-  qui n ' e t a i t  pas  "L'amour moderne.. .estun des l e s p l u s imprevus du p e r f e c t i o n -  4  nement  des  l'interet  socie'tes." universel  L a nouveaute' de  des  " s c e n e s de  cette  l'amour  passion  explique  qui, depuis  deux 5  cents  ans,  sont  1'unique  Ecrivant  dans  anciens,  l'e'mule  qui  s'est  cesse  formee  roman e s t  d e p u i s eux et  forces" Armance,  aussi  l'amour  i l  se  de v a n i t e  sur l e  progres  de M o l i e r e n o t e :  romancier,  "nouvelles  1. 2. 3. 4. 5. 6.  Pensees  de n o u v e l l e s  devient  Rouge  ses  b a s e d u s u c c e s de t o u s  forces."  Et  nuances  qui traite vante que  "L'amour est  une  quand l ' a u t e u r toujours  de l a  d'avoir  decrit  de  Son  II, p .  ces premier  Julien.  151.  sans  comedies  nouvelle  ressent Mathilde pour  Racine et Shakespeare, p. 337. C o r r e s p . , II, p . 1 0 . . Racine et Shakespeare, p. 143. H i s t o i r e de l a P e i n t u r e e t c . , T . V i e d e R o s s i n i , t . I, p . 275. P e n s e e s , t . I, p . 4 9 .  prendra  bien neuf. une  les passion  d'analyser  passion.  un sujet  romans."  deputy  qui probablement  i l essaiera et  fait  les  Dans sorte  le d'amour,  86  "Cette  peinture  neuve.  II 1  de  nous  l'amour parisien,  semble  q u ' o n ne  la  dit-il,est  trouve  absolument  dans aucun  autre  livre." Puisque devenu p l u s v i f , plus  rapide.  plus  besoin  Stendhal  l'esprit le  style  du romancier  Le F r a n c a i s de c e s  sera  done  descriptions,  humain s ' e s t  moderne  longues  i l expose  par un dialogue  vif  longueurs  dans t o u t e s  pieces  les  et  devenir  des  serre'.  de  personnages II  trouve  de C o r n e i l l e ,  i l  G u e z de  de p e i n d r e p a r  caractere  aventures  aussi  lourdes a l a  Au l i e u  le  doit  est  comprend a demi-mot,  phrases  concis.  perfectionne'',  a  n'a  Balzac.  longues et  leurs  des 1'exception 2  du C i d q u i est II  fait  cette  " l a p l u s r a p i d e de n o s p i e c e s , observation  dJImiter  cette maniere.  cinq  plus tard  des  ans  a vingtet II  Balzac  d i a l o g u e s de S t e n d h a l ,  un ans  y reussit  devait  si  et  la  premiere."  decide  bien  s'extasier  disant:  et  que  trente-  devant  "N'est-ce  pas  aussitot  la  rapidite  beau,  comme  3 Corneille,  de t e l s Des  d'importance verites ne  debut  au f o n d  eternelles  quitte  rien  le  dire.  dialogues?"  jamais II  de  sa  carriere  qu'a  la  forme.  dans  cette  faut  le  langage  voie,  faire  ayant  penser,  Stendhal II  le  veut  plus  horreur donner  attache  donner  plus  "des  simple."  Stendhal  de p a r l e r  pour  des  idees,  satis-  f a i r e c e g o u t q u ' i l p a r t a g e l u i - m e m e : " I I me f a u t t r o i s o u 1. M e l a n g e s de L i t t e ' r a t u r e , t . I I , " p . 372. 2. J o u r n a l , t. I , p . 142. / 3. C e t t e r a p i d i t e du d i a l o g u e i r a en s ' a c c u s a n t : un m e t t e u r e n s c e n e d u c i n e m a a d e c l a r e que l e d i a l o g u e d ' u n f i l m d o i t ^ t r e a u j o u r d ' h u i c o n d e n s e comme u n teiegrarame. 4. P e n s e e s , t . I I , p . 13.7.  ne  87  "quatre  p i e d s c u b e s d ' i d e e s n o u v e l l e s p a r j o u r , comme i l , 1 du c h a r b o n a un bateau a v a p e u r . " Mais nous savons b i e n N  tout a  l e monde n ' e s t  pas  comme S t e n d h a l ,  sa p o p u l a r i t e en e c r i v a n t  tetes.  On p o u r r a i t c r o i r e  en e c r i v a n t  ces  seulement  que l ' a b b e  i l a nui  pour l e s Trublet  faut que  consciemment  meilleurs  pensait  a  Stendhal  lignes:  " L ' s d r i v a i n q u i pense beaucoup, et q u i f a i t . p e n s e r , ne s e r a j a m a i s 1 ' e c r i v a i n de l a m u l t i tude. E l l e ne s a u r a i t m o n t e r j u s q u ' a l u i , e t i l ne p e u t d e s c e n d r e j u s q u ' a e l l e q u ' e n se rabaissant." 2 Stendhal  refuse,  en e f f e t ,  done p o u r q u e l q u e s  lecteurs  1935,  les  quand t o u t e s  l'esprit Parmi qui  ces  elus,  tetes  humain en ge'neral  se  de  les  se  i l  de g o u t e r  trouve  ecrit  attendant  perfectionnees,  capable  Happy Few c o n t e m p o r a i n s  rabaisser,  Happy Few en  seront  sera  se  et  que  un Stendhal.  H o n o r e de  Balzac  prononce: " L a C h a r t r e u s e de P a r m e e s t d a n s n o t r e e p o q u e e t j u s q u ' a p r e ' s e n t ^ a mes y e u x , l e c h e f - d ' o e u v r e de l a . l i t t e r a t u r e a ide^es. M. Beyle...est selon m o i , l ' u n d e s m a i t r e s l e s p l u s d i s t i n g u e s de l a L i t t e r a t u r e des Ide^es.... La l i t t e r a t u r e a Id^es, p l e i n e de f a i t s , s e r r e e , e s t d a n s l e g e n i e de l a France."3 x  C'est style  est  secondaire.  transparent: faits 1. 2. 3. 4.  et  done l a  i l ne  pensees  pensee "Le  doit pas  qui importe  style  doit  alterer  sur l e s q u e l s  i l est  etre  les  et  la  forme,  comme u n  couleurs,  place'."  ou  le  vernis les  4  C o r r e s p . I l l , p . 129^. R e f l e x i o n s sur l e G o u t , V i a l et Denise, ouvrage P. 120. B a l z a c , o u v r a g e c i t e , p . 372 e t seq. M e l a n g e s de L i t t e r a t u r e , t . I l l , p . 9 8 .  cite,  88  II toujours  l u i semble  que 1 ' i m p o r t a n c e  de l a  e n t r a i n d e d i m i n u e r , comme r e s u l t a t  des moeurs:  "Je  crois  que d e p u i s l a  forme  soit  de l ' e v o l u t i o n  d e s t r u c t i o n de l a  cour  en 1  1792,  l a part  Preferer  de l a  l a . forme  forme d e v i e n t  est  p l u s mince  p o u r l u i l a marque  chaque  d'une  jour."  societe'  decadente et t r o p c i v i l i s e e . " L e s e n r i c h i s d o n n e n t de l ' e n e r g i e a l a bonne c o m p a g n i e , comme a u o n z i e m e s i e c l e l e s barbares a c e q u i r e s t a i t d e R o m e . N o u s sommes b i e n l o i n de l a f a d e u r d u r e g n e de L o u i s X V I ; a l o r s l a f a c o n de c o n t e r p o u v a i t l ' e m p o r t e r s u r l e f o n d , a u j o u r d ' h u i c'est le contraire." 2 E n marge remarque  concise  litterature  d ' u n Shakespeare  q u i resume  en 7 m o t s :  sa  i l note  theorie:  Des i d e e s  vraies  un j o u r  cetbe  "Unique cours ou  de  interessantes  3  exprimees  clairement." Ce p e t i t  etre  non seulement  Stendhal tient'des gout II que  s'est sa  » 2. 3. 4.  sauce  occupe  cette  de l a  grande  le  gout  exige  ide'e de l a  Le g o u t ,  n'est de l a  d'un exemplaire de c h a q u e  suit  de Scarron  siecle  est  est  Corresp., III, p. 258. I b i d . , p . 209. Melanges Intimes et M a r g i n a l i a , I b i d . , p . 151.  immuable,  quelque  l ' e v o l u t i o n des  differente."  t.  II,  de  chose  61.  et moeurs.  sa m a i n :  L'abbe  p.  du  critique.  sensualiste  i l a trace  II  relativite  de l a  litterature  doit  gout.  p a s une v a l e u r  comme l e ' b e a u ,  l ' e v o l u t i o n du gout  bon  question du gout.  r e v o l u t i o n dans l ' h i s t o i r e  chaque . g e n e r a t i o n  E n marge  1  toujours  c o m p r e n d b i e n que  relativiste;  pour l e q u e l i l e c r i t  i n t e l l i g e n t m a i s a u s s i de  jeunesse  qui a f a i t  de d i f f e r e n t .  "La  public restreint  Dubos  89  avait  remarque  resultat  des  l'esprit  de  note  1  communes." avoir fait ses  l'homme.  gout  2  le  l u i - m e m e ce  gout.  parents  les  Trublet  avait  que  les  Stendhal  Dans  de l e  etait  et  Stendhal des  bon les  3  le mot,  sa V i e de H e n r i  "laisser  le  personnes  entend  son e n f a n c e m a l h e u r e u s e  refuserent  defini  un  physique  gouts, varie's ont  p l u s commun p a r m i ainsi  que  elite  L'abbe  C'est  savoir  la  est  Malgre l a d i v e r s i t e des gouts  une p e t i t e  communes.  comme " l e  des gouts  causes physiques qui de'terminent  que p a r m i  qualite's  que l a p r o d i g i e u s e v a r i e t e  gout moins  i l  Brulard  oroit i l  nous  due a u f a i t  que  a v o i r communication  avec  4  des e n f a n t s avec son  du commun."  "mon e x c e l l e n t  Le g a r c o n a done  grand-pere  culte  pour Horace,  elegante.  P a r bonheur  qui, a  Sophocle,  son i n s u ,  Euripide  i l meprisait  d u se  tous  et les  la  divertlr me  communique  litterature  plats  ecrivains  5  ses  contemporains...."  opinions parfaitement parents  m'avaient  cratiques  et  Stendhal et  foncierement  parfaitement  reserves."  avoue  Ainsi  e n f i n que  "malgre  republicaines,  mes  communique' l e u r s g o u t s le  jeune  auteur peut  mes  aristo-  noter  J o u r n a l a v i n g t et un ans: " L a c o n n a i s s a n c e d e s hommes m ' a f a i t m e p r i s e r l e j u g e m e n t de 1 ' i m m e n s e m a j o r i t e q u i e s t c o m p o s e d d e s o t s . . . . "7 On e n t r e v o i t d e j a l e s H a p p y F e w d u r o m a n c i e r . Bien plus  dans  son  1. 2. 3.  V i a l et Denise, ouvrage cite , p . 84. I b i d . . , p . 123. L'abbe T r u b l e t , a u t e u r des R e f l e x i o n s sur l e G o u t , nomme d e u x f o i s d a n s l e s o e u v r e s d e S t e n d h a l . V i e de H e n r i B r u l a r d , t . I , p . 141. Ibid., p. 137. Ibid., p. 203. Journal, t. I, p. 252. /  f  /  4. 5. 6i 7.  tard,  est  90  quand i l qui  l i t  s'adonne les  maintenant  entierement  romans et de d e u x  au roman,  i l trouve  sortes  de  que c e  i l examine public  se  le  public  compose  gens:  " E n 1790 l e s p r e m i e r e s l o g e s du T h e a t r e - F r a n c a i s e t a i e n t r e m p l i e s de g e n s q u i a v a i e n t p l u s o u m o i n s d ' e s p r i t , m a i s t o u s a v a i e n t l u Moliere e t l ' E m i l e de R o u s s e a u . L a R e v o l u t i o n a j e t e ' d a n s c e s m§mes loges des gens f o r t r i c h e s , f o r t a d r o i t s pour augmenter^leur f o r t u n e , et c o n q u e r i r s ' i l l e f a u t , une p r e f e c t u r e ou une r e c e t t e g e n e ' r a l e : m a i s s ' i l s ouvrent 1'Emile, i l s s'endormbnt. I I y a maintenant deux t e i n t e s b i e n marquees dans l a societe'. En prenant l a plume pour e'crire u n l i v r e , i l f a u t c h o i s i r : p l a i r e a u x hommes d o n t l e p e r e a v a i t a c h e t d une e a i t i o n de V o l t a i r e e t l a l i s a i t , ou p l a i r e a t o u t e s ^ l e s f o r t u n e s recentes e t a c e u x q u i t r a v a i l l e n t a se f a i r e riches."1 De'sormais S t e n d h a l le  reman des  premier est  femmes  de  un ouvrage  distingue  chambre  a  et  qui f a i t  le  deux  sortes  roman des  p l e u r e r et  de  romans,  salons.  Le  dans l e q u e l  le 3  he'ros  est  "toujours  Peu goute  a Paris  "Les petites que  des  C e s dames  3.  bourgeoises  fort  les  exigeantes  qui les  moyens est  car  de  le  livre  et  bon t o n ne  l'auteur lisent  ravissante."  p o p u l a i r e en p r o v i n c e .  de p r o v i n c e ne  roman du s a l o n  sont  beaute  demandent mettent  a  toutes  amenent."  c e l u i de  " l a bonne  "des  est  q u ' u n evenement  jamais  briller le  ridicule le  l'auteur  N  qui les  amene' a p o i n t nomme' p o u r f a i r e  jettent  1. 2.  d'une  roman e s t  peu importent Le  dames  ce  et  scenes e x t r a o r d i n a i r e s  larmes;  d'etre  parfait  en  compagnie." a  l ' a i r  he'ros,  elles  a leurs yeux."  r o m a n de  femme  de  Ces  chambre  C o r r e s p . » I I I , -p. 167. Stendhal a trouve' 1 ' e x p r e s s i o n dans V o l t a i r e q u i d d c r i v i t a i n s i un ouvrage p a r C h a r l e s I X . C e s c i t a t i o n s s o n t t i r e e s de s o n a r t i c l e s u r l e R o u g e , M e l a n g e s de L i t t e r a t u r e , t . II.  91  car  " R i e n ne  parfait,  que  ted s." Rouge  ces  Dans cet  plus fade  a Paris,  femmes m a l h e u r e u s e s , article  Stendhal  dans  le  salon.  comme u n h e r o s  de  roman des  appartient  Julien tous  semble  ses  defauts,  tous  les  se  que  ce  heros  innocentes hate  toujours  et  persecu-  d ' i n d i q u e r que  " L ' a u t e u r ne t r a i t e femmes  de  nullement  chambre,  m a u v a i s m o u v e m e n t s de  son  i l  son  montre  ame."  A  Le des  bon gout  loisirs a  coeur.  consacrer  La democratie,  influence  funeste  gouverner  et  arts  se  et  a  aux  sur l e  sera  du gouvernement  grandes  epoques:  de  de  eux  qui  l'esprit loisir,  et a  temps  moins a  du  a  se  a consacrer  fin.  C'est  si  illustres  rendre  Louis XIV et  ont  une  Le c i t o y e n occupe  a u r a m o i n s de  qui a aide  chez  sur le  bon t o n .  siecle  Stendhal,  jouissances  necessairement  potisme  le  seulement  en empietant  s'enrichir  son gout  italienne.  trouve  la  l i b e r a l en p o l i t i q u e ,  aux  le  desles  renaissance  reste  pourtant  a r i s t o c r a t e de t e m p e r a m e n t . " J ' a v a i s et j ' a i encore, l e s gouts l e s p l u s a r i s t o c r a t i q u e s ; je f e r a i s t o u t pour l e bonheur du p e u p l e , m a i s j ' a i m e r a i s m i e u x , je c r o i s , p a s s e r q u i n z e j o u r s de c h a q u e m o i s e n p r i s o n que de v i v r e a v e c l e s h a b i t a n t s d e s boutiques." 1 Si au  sentiment  gout? sera de l a 1.  2.  l'avenement  II  -  la  du beau,  de  la  est-ce  democratie  /  societe  "appelee  et.de.la  a. se v o i r /  prejudiciable  qu'on r e v i e n d r a e n f i n au  repond o u i en nous a s s u r a n t  premiere  est  litterature  que  c'est.la  p l u s que du monde."  jamais  bon  France  qui  a la  tete  2  V i e de H e n r i B r u l a r d , t . I I , p . 5 6 . C f . Renan - "On p e u t a i m e r Ie p e u p l e avec une p h i l o s o p h i e a r i s t o c r a t e , e t ne p a s 1 ' a i m e r e n a f f i c h a n t d e s p r i n c i p e s d e m o c r a tiques." Dialogues Philosophiques, p. x v i . M e l a n g e s de L i t t e r a t u r e , t . I l l , p . 443.  92  La  crise  de m a u v a i s g o u t  depassee assez  quand l a  de t e m p s  et  descendance de l o i s i r  En attendant "cent" er  survivre.  II  que  E n marge j'ai  femmes.de veut  plaire  eue  de  de  et  la Revolution  a 1'adhesion  ce  de  les marquises  ecrit  pour  qui i l peut  roman,  c'est  au l i e u  les  esper-  "La principale d'etre  par 1 ressemblent."  qui leur  d u r e r comme M m e . d e L a F a y e t t e  se  eu  cultiver.  son Armance i l n o t e :  au p u b l i c q u i goute  sera  nouveaux e n r i c h i s aura  gue'rison Stendhal  de  lu  chercher  a  Ourika.  L e s r o m a n s a l a mode public  se  en e'crivant  chambre  par ces  pour  cette  contemporains grace  crainte les  apportee  qui refletent  d i v i s e n t en deux c a t e g o r i e s  le  mauvais gout  "1'horrible  et  le  du  senti-  2 mental  pleurnicheur."  d'Islande: produit et  "Voici  d'une  blemi le  l'esprit  le  Parmi  les  horribles  p l u s baroque  et  imagination dereglee  teint  des  lecteurs  de  le  Han  plus horrifique  qui a i t romans.  e n e ' b u l l i t i o n a a c c o u c h e ' de  i l range  jamais  glace  le  sang  L ' e c r i v a i n dont  ce m o n s t r u e u x f o e t u s  est  3, M.  Hugo...."  II  immense p a r t o u t descriptif s)",  loue  cependant  repandu  du s t y l e  de C l a i r e d ' A l b e  et  II  juge  et  sachant  b i e n que l ' a g e  auquel on l i t  romans e s t  peu • d i f f i c i l e  sur l e s  atteindre a l' Melanges 1. Courrier 2. Courrier 3.  ouvrage  (particulierement  "l'ele'gance  l'auteur  dans cet  e f f e t , Mme. Intimes, t. Anglais, t. Anglais", t.  Cottin II, p. II, p. II, p.  la  en 1825:  "le  dans l e s vivacite  talent passages  du re c i t . "  "Visant a  1'effort  ordinairement  moyens employes  les  pour  f a i t u s a g e de t o u t e s 73. 210. 55 ( 1 8 2 3 ) .  les  93  ressources  du m e l o d r a m e . "  1'Etrangere  par  II  est  bien  severe  pour  d'Arlincourt:  "Ce roman e s t e c r i t dans u n s t y l e e m p h a t i q u e , et ses d i a l o g u e s semblent exactement. empruntes aux melodrames p a t h e t i q u e s et emouvants q u i , sur l e s t h e a t r e s des B o u l e v a r d s , plongent l e s c l a s s e s l a b o r i e u s e s d a n s de s i s u p r e m e s e x t a s e s . " 2 " L ' a r t de f a i r e d e s r o m a n s e s t p r e s q u e lettre morte en F r a n c e a u j o u r d ' h u i (1825). L'extravagance emphatique du v i c o m t e d ' A r l i n c o u r t et des a u t r e s e c r i v a i n s de s o n e'cole semble a v o i r m i s , a quelques exceptions p r e s , tout auteur r a i s o n nable h o r s de c o m p e t i t i o n ! ' 3 Neanmoins, comme r o m a n c i e r Parmi Benjamin  deux anne'es p l u s t a r d ,  avec les  Constant,  i l devait  debuter  Armance. bons a u t e u r s  "sans  de 1 ' e p o q u e  contredit  Stendhal  cite  l ' u n d e s hommes l e s  plus  4 remarquables  de F r a n c e . "  qu'excellent". i l  admet  Bien  que R e n e  et  trouve Adolphe  n  qu'il  me'prise  Atala  sont  ses  le  style  "plutot de  singulier  Chateaubriand,  chefs-d'oeuvre.  II  a  peu  d ' e n t h o u s i a s m e p o u r " l e m a l du s i e c l e " q u ' i l d e c r i t a i n s i : "Ces sentiments vagues et m e l a n c o l i q u e s , cartage's p a r b e a u c o u p de j e u n e s g e n s r i c h e s de 1 ' e p o q u e a c t u e l l e , sont t o u t simplement l ' e f f e t de l'oisivete. Napoleon f a i s a i t remuer c e t t e jeunesse de s o n t e m p s , o n c o n n a i s s a i t p e u 1 ' e n n u i me'lancolique. C ' e s t cependant a c e t t e epoque q u ' e n a ete' f a i t e l a p l u s b e l l e p e i n t u r e : je veux p a r l e r d u p e t i t r o m a n de M . de C h a t e a u b r i a n d , i n t i t u l e ' Rene'. " 6 /  Stendhal 1. 2. 3. 4. 5. 6.  ne  cherche  done p a s  Courrier Anglais, t. I, p. 199. I b i d . , t . I I , p . 274. Ibid., p. 362. Ibid., p. 192. I b i d . , t . I l l , p . 33 ( 1 8 2 6 ) TbTd". , t . I , p . 164.  a plaire  au  lecteurs  94  qui  estiment  passagere, et  les  ouvrages  i l veut  un ans  i l avait  a l a mode.  c r e e r une  oeuvre  note  ses  dans  M e p r i s a n t une immortelle.  popularite  Deja  a  vingt  cahiers:  " I I e s t d o n e t r e s p o s s i b l e que l e s o u v r a g e s d e s g r a n d s hommes q u i o n t t r a v a i l l e ' p o u r d e s hommes a m e i l l e u r e t e t e que c e u x de l e u r s i e c l e , s o i e n t m i e u x g o u t e ' s a m e s u r e que n o u s nous p e r f e c t i o n n o n s . On p e u t d o n e d i r e q u ' i l s e m b e l l i s s e n t en v i e i l l i s s a n t . " 1 Les cahiers est  dant  qu'il  "...  ma p a s s i o n d e f a i r e  mais  elle  est  tente  intuaes par  oblige'e  du jeune  1'idee-d'une  auteur  popularite  un ouvrage p a r f a i t  de r e m p o r t e r  revelent  est  sans cesse  d'avoir vite  la  gloire  vraie  ecrit-il  une  reputation."  que d ' e t r e  a v i n g t et  immediate: la  plus  forte,  la victoire  2 1'en v i e  cepen-  sur  A  "C'est  etre  loin  de  d'abord applaudis universellement,"  un ans.  E t u d i a n t M o l i e r e et  notant  les  e n d r o i t s v i e i l l i s i l d e c l a r e que s a p r o p r e o e u v r e s e r a " l a / c o m e d i e de t o u s l e s t e m p s , l a c o m e d i e d u r a b l e . " Des sa 4  jeunesse  i l a 1'intention  d'ecrire  seulement  p o u r une  petite  5  elite  en a t t e n d a n t  finement lui  r e c o n n u ce  une p o s t e r i t e caractere  plus  illuminee.  de l ' o e u v r e  Balzac  de S t e n d h a l ,  pour  l a Chartreuse est: " . . . une o e u v r e q u i ne p e u t e t r e a p p r e c i e e que ^par l e s ames e t p a r l e s g e n s v r a i m e n t superieurs. A u s s i l e p l u s grand o b s t a c l e au r e n o m m e ' r i t e d e M . B e y l e v i e n t - i l de c e q u e l a C h a r t r e u s e de Parme ne p e u t t r o u v e r de l e c t e u r s h a b i l e s a l a g o u t e r que p a r m i l e s diplomates, les ministres, les observateurs, t  1. 2. » 4. 5. 3  Pensees, I b i d . , t. Ibid., t. Moliere, Diderot, e'orivait eclaired  a  t. II, p. 52. I, p. 239. II, p. 146. S h a k e s p e a r e , La Comedie et Le R i r e , p . 142. dans sa L e t t r e a F a l c o n e t , a v a i t d i t q u ' i l pour l a p o s t e r i t e q u ' i l entrevoyait p l u s que l e s hommes d ' a u j o u r d ' h u i .  95  " l e s gens du artistes les l e s douze ou l a t e t e de l ' Pour soigneusement concision puis est  le  creer le  de  monde l e s p l u s e m i n e n t s , les plus distingu^s; enfin, parmi quinze c e n t s personnes q u i sont Europe." 1 cette  style  treizieme  resulte  siecle,  devenu p r e o i e u x , . . . importants  dire  beaucoup  soin  de  durable  s e n s de l a m a r c h e  son  plus  oeuvre  la  de  de l a ses  Stendhal  etudie  litterature.  observations:  La  "...  de-  civilisation a marche....le  i l faut  renfermer  e n p e u de m o t s ,  i l faut  les  dans  ouvrages la  temps les  conversation  2 e n p e u de m o t s . "  ne p a s  r o m a n comme l'emphase,  le  donner des dernier  parce  dates  chiffre  qu'il  Dans L u c i e n Leuwen i l  voit  aura  exactes  " R i e n ne v i e i l l i t . 3 dates." II evitera  des  que  c'est  u n e mode  un  passagere:  "Chez nous, c ' e s t l e na'if q u i , en v i e i l l i s - s a n t , n ' e s t jamais r i d i c u l e . L'emphase est contraire a u g e n i e de l a l a n g u e . Je v o l s dans (Guez de) B a l z a c l e s o r t f u t u r de MM. de C h a t e a u b r i a n d , Marchangy, d ' A r l i n c o u r t et l e u r e c o l e . " 4 II II  note  que l e  explique', par  150  tlrera  que  ans  figure  chez  thrope  que  des lecons  style "les  a  son epoque  intelligences 5  d'exercice." Stendhal; "ce  sont  aussi  tous  etait sont  On t r o u v e  i l avait les  de  etudes  trop  remarque  sur M o l i e r e .  lourd,  devenues  fort  endroits  ses  trop  plus  p e u de  langage  en e t u d i a n t  figures  vives  qui  le  Misan-  sont  6 v i e i l l i s . " Aussi, 1. 2. 3. 4. 5. 6.  Stendhal  a force  de v o l o n t e  B a l z a c , ouvrage cite', p . 374. Racine et Shakespeare, p . 225. Melanges Intimes, t. I I , p. 253. R a c i n e e t S h a k e s p e a r e , p . 337,. M o l i e r e , S h a k e s p e a r e , L a Comedie et Journal, t. I, p. 208.  a-t-il  Le R i r e ,  p.  reussi  95.  a  96  se  former un s t y l e  marque d ' u n e  qui,  epoque  et  selon M. Paul qui  semble  Yraiment  o n commence  a croire  sa  a v i n g t ans  "...  soeur  grand g e n i e . sans  1. 2.  cesse."  2  II  faut  le  on n ' a  Hazard,  defier jeune  Beyle  qu'a le  s ' a p p l i q u e r a une  le  "ne  porte  pas  la  temps." qui a ecrit  vouloir science  pour et  la  a  devenir mediter  L e R o u g e e t l e N o i r ( I n t r o d u c t i o n de P a u l H a z a r d ) , Chicago, S c r i b n e r ' s , 1931, p. xxx. Corresp., I , p . 49.  CHAPITRE V Le L e c t e u r  comme  Createur  " U n r o m a n e s t comme u n a r c h e t , l a c a i s s e du v i o l o n qui rend l e s sons, c'est l'ame du l e c t e u r . " Vie  de H e n r i  Brulard,  t.  I,  p.227.  98  Stendhal opposant  Racine  avait  trouve  a Shakespeare,  sa  tragedie  son roman en o p p o s a n t  Scott  a Mme. d e L a F a y e t t e ,  et  style  en comparant  a. F e ' n e l o h .  pas  a peindre  representation miroir. et  par metaphores des  "petits  i l trouve  et  sa p r o p r e  lecteur  faits  emotion.  de r o m a n s .  1'emotion  qu'il  devrait  images  a l a mode,  vieillir. ne  sujettes  Un f a i t  vieillit  font  dater  pas. une  Ces des  le  seulement  Ce  Du S t y l e . Rousseau  II  sont  statue. ide'es  en 1812  fait  sa  le  froid  et  le  Melanges  de  Litterature,  plaisir  le  lecteur  qui indique est  Stendhal pas,  compte  comme u n e et  nu reste  les  sont  un p e t i t  pas  p.  nue  vetements  chez  le  me'me.  d'ailleurs traite' et  93.  qui  S_tendhal  intitule'  f i g u r e ' de  Fe'nelon.  Ill,  ces  e'vitant  statue  toujours  en germe se  ne  fait  un  en l e s  datent;  du  au  elles  metaphorique  t.  fait  le  " N o u s p e n s o n s que l e s t y l e de F e n e l o n . . . l ' e m p o r t e d e b e a u c o u p s u r c e l u i de J e a n - J a c q u e s , e n c e q u ' i l r e n d l a n a t u r e comme. u n e g l a c e f i d e l e , et l u i l a i s s e sa v a r i e t e inflnie; 1.  son  D'ailleurs  carriere  n u de  sur  non  la  imagination.  trouvent  style  son  consiste  d'un f a i t ,  ornements  Le c o r p s  q u i se de  les  quand i l e ' e r i t  oppose  au s t y l e  emotion est  n u ne v i e i l l i t  commencement  precisees  le  en  de  refletent  "cristallise"  tirer  en  Walter  mais dans  que  La metaphore,  pauvres  en donnant  images,  Dans u n roman s t e n d h a l i e n  moyen p o u r a i d e r l e s sont  1'essence Ge s t y l e  vrais"  Cette  l a moitie' du t r a v a i l .  lecteur  et  en  L ' i m a g i n a t i o n du l e c t e u r  cree  done  Rousseau  romantique  99  " t a n d i s que c e l u i de J e a n - J a c q u e s d o n n e a t o u t une c e r t a i n e c o u l e u r . . . . F e n e l o n d e c r i t les c h o s e s , e t n o n p a s l a s i t u a t i o n d e s o n ame e n les voyant...." Le du  style  sentiment  tirer  de  c'est  chez  ses  a eu une  l u i  creer  Son  style  que l a p l u p a r t  par  contre,  q u ' i l s doivent a notre  leur  froideur".  un l i v r e  les  produire de  devrions  enorme,  actuels  objets  sur le  sentir,  ont  sans  trouve'  parler  lecteur.  II  " i l laisse  F e n e l o n pose  de F e n e l o n  a propos  1815,  a chaudes  j'ai  style  pleure  s i m p l e me t o u c h e Nous-avons deja  plaisir  qui vient  tragedie l'amour  de  le  telle  qu'elle  fait,  les  a nous  "la  reine  de  que  idee  la  le  de  telle  que  done p o u r  par  Combien  le  et  de  la  De meme  i l  concoit  on n'aime notre  de 1 ' i m a g i n a t i o n  inventee  la  d'Emile."  considere  peinture  de  septembre  style  1'imagination, mais  4  note  d'Achille.  1'imagination.  est,  des  l a mort  de  cette  "Le  v u que S t e n d h a l  L'imagination est  Baudelaire,  Telemaque.  larmes  Le t r a v a i l  nomme c r i s t a l l i s a t i o n ,  on t r o u v e  davantage  comme u n p r o d u i t d e  femme  celebre.  de  l a musique,  comme u n e f f e t  nous l a p r e s e n t e .  1. 2.  nous  influence  ecrivains  decrit  faculte  m a i n de S t e n d h a l ,  une  que  1'emotion. Sur  ce  des  1'emotion  introduit  d'e'crire.  abandonne dans  a attendrir,  faits.  sentiments  tiedes  propre ainsi  }  Fe'nelon,  nous  Rousseau,  partout indiquant  l e u r maniere  des  de  Stendhal,  imagination  e n ce  Stendhal  jamais  et  comme  cas  est  maintenant pour  facultes."  M e l a n g e s de L i t t e r a t u r e , t . I l l , p . 95. V o i r B a u d e l a i r e , C u r i o s i t e s E s t h e t i q u e s , " S a l o n de 1 8 5 9 , " Chapitre III, i n t i t u l e " L a Reine des F a c u l t e s " et le Chapitre IV, qui discute "1'imagination creatrice."  100  Stendhal euse le "II  cette  reste  entrevoyait  theorie  de  qu'il  sa v i e .  ne  deja  dans  cessait  de  jeunesse  d'emouvoir qui est  studi-  developper  i l note  les  se  A v i n g t - d e u x ans  y a une m a n i e r e  sa  pendant  dans l e  de m o n t r e r  Journal:  les  faits,  1  choses,  sans en d i r e  l'effet...."  E n 1804  i l fait  remar-  quer: "L'imaginationaugmente l a p i t i e . Lorsque , ceux q u i nous ecoutent n ' o n t pas c e t t e f a c u l t e , i l faut y suppleer en d e t a i l l a n t . II faut done, l o r s q u ' o n veut p l a i r e a un p u b l i c , e t u d i e r a quel point i l a cette f a c u l t e . " 2 Dans l a r e l a t i v i t e  a Condillac d'art  chaque et  i l ^e^i^tes-i-t  l'oeuvre  le  sensualisme  peut  plait  trouver 1 ' i m p l i c a t i o n qu'un au l e c t e u r  Puisque l e s  lecteur  et  de  p u  doit permettre  produit.  du beau  d'achever  temperaments  completer  cet  a i n s i a chaque  et  les  effet  a  personne  ouvrage  lui-meme gouts  l'effet  varient,  sa p r o p r e douee  maniere  d'imagina-  tion. En donnant  de..- p e t i t s  caractere ecrit  etudiant Moliere i l loue  du personnage.  du r o m a n c i e r . meme p h r a s e , trine __ 2. 3. 4.  authentiques Parmi  ses  les  qui revelent  notes  sur M o l i e r e  vers le i l  c e c i en 1815: "Pour peindre un caractere d'une maniere qui p l a i s e pendant p l u s i e u r s s i e c l e s , i l f a u t q u ' i l y a i t beauc o u p d ' i n c i d e n t s q u i l e p r o u v e n t , e t b e a u c o u p de n a t u r e l dans l a manure d ' e x p o s e r ces i n c i d e n t s . " 3 L'auteur  A  details  constamment  de  come'dies p o s s e d e  Plus tard  ajoutant 4 dramatique. _ _ _ _ _ _ _ _  i l re'erit  que c ' e s t  deja  toute  la  sur un Montesquieu / I  u n resume  Pensees, t . I I , p . 19. M o l i e r e , Shakespeare, La Comedie et Melanges Intimes, t. I, p. 2997~  de t o u t e  Le R i r e ,  sa  p.  methode cette doc-  328.  101  Dans i l  commence  ment  les  s o n H i s t o i r e de l a  a formuler  faits:  sa  Peinture  en I t a l i e  (1817)  d e f i n i t i o n du m i r o i r q u i note  "Une g l a c e  ne  doit  pas  faire  remarquer.  seulesa  c o u l e u r , mais l a i s s e r v o i r parfaitement 1'image q u ' e l l e 1 duit." D a n s l e meme l i v r e i l r e v e n d i q u e u n s t y l e q u i "un m i r o i r limpide!.'; rapproche posent  du cinema,  les  faits II  a une amie  De c e t t e m a n i e r e ses  a l a maniere  developpe  auteur  romans  encore  sont  de  l'art  des  sa pensee  qui l u i avait  envoye  soit  de S t e n d h a l  documentaires  l'appareil  repro-  se  qui  photographique.  en donnant  des  conseils  un m a n u s c r i t :  " I I f a u t e f f a c e r dans chaque c h a p i t r e au m o i n s cinquante s u p e r l a t i f s . Ne j a m a i s d i r e : ' L a passion hrulante d ' O l i v i e r pour H^lene.' Le p a u v r e r o m a n c i e r d o i t t a c h e r de f a i r e c r o i r e a l a p a s s i o n b r u M a n t e , m a i s ne j a m a i s l a nommer. Cela est contre l a pudeur. S i vous d i t e s : 'La p a s s i o n q u i l e d e v o r a i t ' vous tombez dans l e r o m a n p o u r ferames de c l i a m b r e . . . . " 3 Six ment: veut  "Le p u b l i c ,  sur une  deja  Stendhal " . . . . i l 1. 2. 3. 4. 5. 6.  en  se  s i t u a t i o n de  concis,  qu'il  v o u s donne u n f a i t ,  la  faits  vrais  4  <  vie."  Balzac,  stendhalienne,  "laisse i l le  t. I, p. 270. Ibid., p. 182. Corresp., III, p. 114. Ibid., p. 260. Balzac, ouvrage c i t e , p . Ibid., p. 395.  a Balzac,  i l dit  nette-  p l u s nombreux, moins mouton,  de p e t i t s  note' c e t t e methode  est  e'crivant  faisant  u n p l u s g r a n d nombre  passion, avait  annees p l u s t a r d ,  402.  beaucoup pose  tel  sur  une  cependant,  i l trouve a  que  deviner".  qu'il  a  ete."  102  La maniere listes,  eux a u s s i  Verlaine  veut  de S t e n d h a l  veulent  faire  le  suggerer  rend precurseur un e f f e t ,  les  rise  " c r i s t a l l i s a t i o n " , d e meme S t e n d h a l  comme l e  beaux y e u x d e r r i e r e  resultat  charmes pour  "...une  stimuler notre  fini,  esquisse  parce  que  non pas l e  des v o i l e s .  de l a p u d e u r de l a  Stendhal  Symbopeindre.  t r a v a i l l e r 1 ' i m a g i n a t i o n du l e c t e u r  mettant la  des  voit  favo-  l'amour  fille  qui v o i l e  souvent  esthetique  a la  peinture:  p l u s de p l a i s i r q u ' u n  1 • i m a g i n a t i o n acheve  le  tableau,  tableau  chaque  jour  1 comme des  i l l u i convient."  Symbolistes,  utiliser  les  Diderot,  dans  dit:  .  Mais  encore  theories  une  les  son e s s a i  si  fois  Stendhal c'est  est  parce  avant-coureur qu'il  savait  p l u s profondes du XVIIIe  i n t i t u l e Des S s q u i s s e s  siecle.  avait  deja  .A  " P o u r q u o i une. b e l l e e s q u i s s e n o u s p l a i t - e l l e p l u s q u ' u n beau t a b l e a u ? . . . L ' e s q u i s s e ne n o u s a t t a c h e p e u t - e t r e s i f o r t que p a r c e q u ' e t a n t i n d e t e r m i n e e , e l l e l a i s s e p l u s de l i b e r t e a n o t r e i m a g i n a t i o n , q u i y v o i t t o u t ce q u ' i l l u i p l a i t . . . . L e m o u v e m e n t , 1 ' a c t i o n , l a p a s s i o n meme, s o n t i n d i q u e s p a r q u e l q u e s t r a i t s c a r a c t e r i s t i q u e s ; e t mon i m a g i n a tion fait le reste. Je s u i s i n s p i r e ' p a r l e s o u f f l e d i v i n d e 1 ' a r t i s t e . . . . Que f a i t d o n e u n p o e t e q u i finit tout?" Ainsi definition: violon  les 1.  " U n roman e s t  qui rend l e s  probable sont  Stendhal,  que l e s  differents "sons"  sons,  "sons" de  Melanges  a la  f i n de  Intimes,  c'est  c r e e p s  l'ame  I,  la  donne  et  du l e c t e u r . "  p.  de B o u r g e t , seront  284.  tout  sa  caisse  p a r nous en l i s a n t  de l ' a n 2 0 4 8 t.  sa v i e ,  comme u n a r c h e t ,  c e u x de T a i n e  du l e c t e u r  ses  imagination.  applique cette  donne  jeune  Le v o i l e  en  II  est  Stendhal et  a  du  que fait  103  differents peut  etre  des n o t r e s . s u r de  ceci:  Quels le  que  violon  soient jouera  les  sons,  toujours  en  on 2048.  104  BIBLIOGRAPHIE Oeuvres C o r r e s p o n d s no e ,  Paupe  Journal,  Paris,  Le D i v a n ,  Melanges  Intimes  et  -  de  Stendhal  Cheramy, 1937,  Paris,  Le  Le D i v a n , 1935,  Paris,  Le D i v a n ,  Racine  Shakespeare,  Paris,  Calmann-Levy.  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Shakespeare,  Racine et Shakespeare, P a r i s , Preface par Pierre Martino.  3  D i v a n , 1936,  Racine' et et  1908,  5 vol.  Marginalia, Paris,  Oourrier Anglais, Paris,  Bosse,  Editions  1941. de  du R o c h e r ,  C l u n y , 1940, 1945,  2 vol.  2  vol.  105  Ouvrages Arbelet, Paul, 1919, 2 v o l .  La Jeunesee  Generaux  de S t e n d h a l ,  B a l z a c , Honore' de, Oeuvres d i v e r s e s , M. B e y l e " , P a r i s , Conard, 1940. Bardeche, 1947.  Maurice,  Stendhal  Paris,  t.  Romancier,  I l l ,  Curiosites Esthetiques,  Blum, 1947.  et  Leon,  Stendhal  le  Beylisme,  du Romantisme  Delacroix, H . , La Psychologie Felix Alcan, 1918.  La Table  Ronde,  Albin  Michel,  Romantic  Period,  (1804-1830), P a r i s ,  de S t e n d h a l ,  E g g l i et M a r t i n o , Le Debat Romantique P a r i s , Les B e l l e s Lettres.  sur  Paris,  Paris,  B o a s , G e o r g e , F r e n c h P h i l o s o p h i e s o f the B a l t i m o r e , Johns Hopkins P r e s s , 1925. B r a y , Rene'', C h r o n o l o g i e Boivin, 1932.  "Etudes  Paris,  Baudelaire, Charles, Calmann-Levy.  Champion,  Paris,  en F r a n c e ,  1815-1830,  Gueux, J u l e s , Le T h e a t r e et l a Sooie'te' f r a n c a i s e a 1848, V e v e y , S a u b e r l e i n et P f e i f f e r , 1900.  de  1815  3  Hazard,  Paul,  L a V i e de S t e n d h a l ,  H y t i e r , J e a n , L e s Romans le Livre, 1928.  de  Paris,  l'individu,  L a l o u , Rene', H i s t o i r e de l a L i t t e r a t u r e p o r a i n e , P a r i s , C r d s , 1931. Le B r e t o n , Boivin.  Andre,  Le B r e t o n , Mellottee.  Andre',  L e Roman f r a n c a i s '.  Paris,  Les A r t s  franchise  au XIXe  1928.  siecle,  et.  contemParis,  5  Le Rouge  Lemaitre, J u l e s , Les caise d'Imprimerie. Lombard, Moderne.  Gallimard,  et  le  Noir  Contemporains  IV,  de S t e n d h a l , Paris,  A . , L ' a b b e Dubos - Un I n i t i a t e u r Paris, Hachette, 1913.  de  Paris,  Societe la  Pensee  fran-  106  Marsan, libres,  Jules, 1932.  Martineau,  Stendhal,  Henri,  L* Oeuvre  M a r t i n e a u , H e n r i , Cent P a r i s , Le D i v a n , 1947, Me'lia, 1910.  Jean,  Les  Paris, de  E d i t i o n s des  Stendhal,  Paris,  soixante-quatorze 2 vol.  I d e e s de  Stendhal,  Cahiers Le D i v a n ,  Lettres  Paris,  a  P r e v o s t , Jean, La C r e a t i o n chez Sagittaire, 1942. Renan, Paris,  E r n e s t , Dialogues et Calmann-Levy, 1936.  Rod,"Edouard,  Stendhal,  Stendhal,  Fragments  Paris,  Causeries  Paris,  S o u r i a u , M . , L a P r e f a c e de C r o m w e l l , d ' i m p r i m e r i e e t de l i b r a i r i e , 1897. Taine, Paris,  H . , H i s t o i r e de l a Hachette, 1881.  Taine, H . , Nouveaux E s s a i s Hachette, 1909. Thibaudet, Valery,  Albert,  Paul,  de  Stendhal,  Varlete  i i , Paris,  Italiana-L'Eta Gamier,  1856,  Societe  Anglaise  C r i t i q u e et Paris,  d'Histoire,  Hachette,  Gallimard,  Denise, Idees et D o c t r i n e s P a r i s , Delagrave, 1937.  t.  IX.  francaise  (Introduction) Paris,  1931. 1930.  Van T u e g h e m , P e t i t e H i s t o i r e d e s G r a n d e s D o c t r i n e s . L i t t e r a i r e s en F r a n c e , P a r i s , P r e s s e s U n i v e rs i t aire's, V i a l et siecle,  France  1905.  Paris,  Litterature  en  France,  Philosophiques,  Hachette,  du L u n d i ,  de  Marseille,  Rossi, V i t t o r i o , Storia d e l l a Letteratura. Moaerna, M i l a n , V a l l a r d i , 1910. Sainte-Beuve,  Stendhal.  Mercure  M i c h i e l s , A l f r e d , H i s t o i r e des Idees l i t t e ' r a i r e s au XIXe s i e c l e , P a r i s , D e n t u , 1863, 2 v o l .  1945.  litteraires  du  1946.  XVIIIe  i '  107  Articlea Arbelet, 15 n o v .  Paul, 1917.  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