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La poesie amoureuse de Guillaume Apollinaire Toplak, Maria A. 1962

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LA POESIE AMOUREUSE DE G-UTLLAUME APOLLINAIRE by M a r i a A. T o p l a k B.A., U n i v e r s i t y o f B u d a p e s t , 195k* A THESIS SUBMITTED IN PARTIAL FULFILMENT OF THE REQUIREMENTS FOR THE DEGREE OF MASTER OF ARTS i n t h e D e p a r t m e n t o f Romance S t u d i e s We a c c e p t t h i s t h e s i s as c o n f o r m i n g to t h e r e q u i r e d s t a n d a r d . THE UNIVERSITY OF BRITISH COLUMBIA A p r i l , 1962 In presenting t h i s thesis i n p a r t i a l f u l f i l m e n t of the requirements for an advanced degree at the University of B r i t i s h Columbia, I agree that the Library s h a l l make i t f r e e l y available for reference and study. I further agree that permission for extensive copying of t h i s thesis f o r scholarly purposes may be granted by the Head of my Department or by his representatives. It i s understood that copying or publication of t h i s thesis for f i n a n c i a l gain s h a l l not be allowed v/ithout my written permission. Department of Romance S t u d i e s The University of B r i t i s h Columbia, Vancouver 3, Canada. Date 5th of A p r i l 1962 PRECIS Une etude approfondie sur l a p o e s i e amoureuse d ' A p o l l i n a i r e e s t une oeuvre etendue et nous n'avons c e r t e s pas l a p r e t e n t i o n d ' a v o i r epuise i c i un t e l s u j e t . A p o l l i n a i r e e s t , d'autre p a r t , 1'un des auteurs l e s p l u s commentes. Nombreux sont l e s ouvrages qui l u i ont ete deja. consacres. Les i g n o r e r s e r a i t peu s e r i e u x , s'en i n s p i r e r totalement e n l e v e r a i t tout e s p o i r de t r o u v e r quelques e p i s o u b l i e s dans l e s champs abondamment moissonnes de sa p o e s i e . Nous avons done adopte l a methode s u i v a n t e : e t u d i e r d'abord l'oeuvre elle-meme, en a p p r o f o n d i r nos con-n a i s s a n c e s , l a c e r n e r , en s c r u t e r l e s tnessages, l e s r i c h e s s e s . E n s u i t e , nous nous r a p p o r t e r o n s aux commentaires souvent p r e -cieux, ingenieux et d'un haut i n t e r e t , auxquels c e t t e oeuvre a donne l i e u . L o r s q u ' i l s ' a g i t d'un auteur comme A p o l l i n a i r e , peut-on i g n o r e r l a v i e du poete et l a separer de son oeuvre? Ne pas en t e n i r compte e s t r e l a t i v e m e n t p o s s i b l e , p e u t - e t r e , l o r s q u ' i l s ' a g i t de l'oeuvre d'un V i c t o r Hugo; l a d e s c r i p t i o n d e t a i l l e e de c e r t a i n e s f a i b l e s s e s du poete v i e i l l i s s a n t et de ses amours a n c i l l a i r e s n'ajoute r i e n a. 1 ' e c l a t de ses d e r n i e r s t e x t e s et a n o t r e comprehension de c e u x - c i . I I n'en e s t pas de meme l o r s q u ' i l s ' a g i t d'un B a u d e l a i r e , i i i d'un V e r l a i n e . Comment comprendre l e s vers de Sagesse sans en c o n n a i t r e l a genese: l e drame Rimbaud, l a p r i s o n , l e r e -mords, l e r e p e n t i r , l a f o i r e t r o u v e e ? De meme, un l y r i q u e comme A p o l l i n a i r e met dans ses vers beaucoup de sa v i e et de son coeur. Peut-on comprendre sa po e s i e araoureuse sans c o n n a i t r e ses amours? Le ton change d'une araante a I ' a u t r e . Nous r e c o n n a i s s o n s f a c i l e m e n t que t e l poeme e s t pour Marie, t e l a u t r e pour Lou. Nous d i s -cernons m^me l e corps q u i se cache sous c e r t a i n s t r a v e s t i s , l e s yeux q u i b r i l l e n t a t r a v e r s l e masque. S i nous ne s a -vio n s pas qu'Annie e x i s t a i t et q u e l l e e t a i t s a v i e , nous t o u r n e r i o n s autour de l a "Chanson du Mal-Aime" comme au-t o u r d'un c h a t e a u - f o r t sans p o n t - l e v i s . I I ncu s a. done f a l l u a l l e r de I'oeuvre a l a v i e du poete pour r e v e n i r e n s u i t e a. I'oeuvre et l a contempler avec un o e i l neuf, car I'oeuvre d ' a r t , on l e s a i t , e s t p a r f o i s p l u s v r a i e que l a v i e elle-merae. E l l e nous donne p a r f o i s des r e n s e i g n e -ments que n u l biographe ne c o n n a i t . Le' poete lui-meme l e s c o n n a i t - i l t o u j e u r s ? Un v e r s p r o f o n d et v i b r a n t exprime par-f o i s mieux qu'un acte l a v e r i t e des sens et des ames. De p l u s , comment a p p r e c i e r I'oeuvre d'un a r t i s t e sans e t u d i e r l a technique q u i l ' a formee. C'est en e l l e q u ' i l f a u t t r o u v e r l ' e s s e n t i e l de l a magie, 1'armature du temple; c'est iv.. en e l l e q u ' i l f a u t peser et a n a l y s e r l e s gouttes du breuvage enchante. De l'oeuvre elle-meme, nous avons done ete aux g l o s e s q u ' e l l e a s u s c i t e e s , p u i s a l a v i e de l ' a u t e u r , pour r e v e n i r vers l'oeuvre q u i c o n t i e n t , f i n a l e m e n t , toute v e r i t e essen-t i e l l e . Dans l a premiere p a r t i e de n o t r e etude sur l a p o e s i e amoureuse d ' A p o l l i n a i r e , nous avons d'abord essaye de d i s c e r n e r ce que l e poete entend par "amour", mot a l a f o i s p r e c i s et vague. Puis nous avons essaye de d e f i n i r l e s elements de l a p o e s i e amoureuse d ' A p o l l i n a i r e : romant isme, f a n t a i s i e , s i m p l i -c i t e f r a i c h e des complaintes, tendresse et legendes, p a s s i o n , erotisme. C'est l a seconde p a r t i e de n o t r e etude. Nous avons d i t que l e t o n du po£te change suivant l ' o b j e t de ses amours. Nous avons p r e c i s e e t coramente c e t t e v a r i e t e d'accents dans no t r e C h a p i t r e I I : A chaque Muse sa P o e s i e . Le p h i l o s o p h e B a c h e l a r d exprime, dans L'Bau et l e s r£ves, une t h e o r i e q u i nous semble s ' a p p l i q u e r singuli&rement a. A p o l l i n a i r e ; nous en avons s u i v i et p r e c i s e l e s contours et l e s l i m i t e s dans E c r l t sur l ' E a u ( C h a p i t r e I I I ) . E n f i n , nous avons e t u d i e l a technique poetique d ' A p o l l i -n a i r e (plus specialement envisages dans sa p o e s i e amoureuse) dans l e C h a p i t r e IV: Les Aspects Formels de l a Poesie Amou-reuse d ' A p o l l i n a i r e . v. Notre d e r n i e r c h a p i t r e , H e r i t a g e d ' A p o l l i n a i r e , termine c e t t e etude. I I s ' a g i t evidemment d'un simple apercu car etrangement nombreux sont l e s " h e r i t i e r s " du poete, ceux qui p o r t e n t ses a r m o i r i e s au grand jour ou dans l a penombre. Car l e s v e r s d ' A p o l l i n a i r e n'ont pas f i n i de danser dans 1' a i r du temps, i n f l u a n c a n t de l e u r grace et de l e u r p a s s i o n l e s g e n e r a t i o n s n o u v e l l e s . TABLE DES MATIERES Pages Avant-propos 1 I n t r o d u c t i on 4 C h a p i t r e Premier. Les m o t i f s d i v e r s de l a p o e s i e amoureuse d ! A p o l l i n a i r e 10 Chapitre I I . A chaque Muse sa p o e s i e i+8 C h a p i t r e I I I . E c r i t e sur l ' e a u 6IL Chapitre IV. Les aspects formels de l a p o e s i e amoureuse d ' A p o l l i n a i r e 73 C h a p i t r e V. L ' h e r i t a g e d ' A p o l l i n a i r e 113 B i b l i o g r a p h i e l i b AVANT-PROPOS Guillaume A p o l l i n a i r e (pseudonyme de Wilhelm A p o l l i n a r i s de K o s t r o w i t z k y ) e s t ne en 1880 a Rome. II f a i t ses etudes au C o l l e g e S t - C h a r l e s a Monaco, p u i s a p a r t i r de 1896, au C o l l e g e S t a n i s l a s & Cannes. Les palmares mentionnent ses succes s c o l a i r e s . II entre au l y c e e de Nice en 1897 et y compose ses premiers v e r s , q u ' i l signe d'abord Guillaume Ma-cabre p u i s Guillaume A p o l l i n a i r e . II q u i t t e l e l y c e e au mois de j u i n de l a meme annee et i l r e t o u r n e a. Monaco sans a v o i r s u b i , s e m b l e - t - i l , l e s epreuves du b a c c a l a u r e a t . En aout 1899, nous l e retrouvons a S t a v e l o t dont l e p i t t o r e s q u e l e s e d u i t et 1 ' i n s p i r e . II s'eprend d'une jeune S t a v e l o t a i n e , Maria Dubois, et compose pour e l l e des v e r s dont l a p l u p a r t sont perdus. Guillaume A p o l l i n a i r e v i e n t r e j o i n d r e sa mere a Pa-r i s au mois d'octobre 1899. II commence a t r a v a i l l e r et en aout 1900 i l r e n c o n t r e L i n d a Molina da S i l v a d o n t - i l d e v i e n t amoureux. En mai 1901, nous l e retrouvons en A l l e -magne. Engage comme p r e c e p t e u r , i l y f a i t l a connaissance d'Annie Playden q u i l u i i n s p i r e r a l a "Chanson du Mal-Aime". II re v i e n t a. P a r i s au mois d'aout 1902, y exerce d i v e r s emplois, e t commence en 1901}. sa c o l l a b o r a t i o n au Mar cure 2 de France. En mai 1 9 0 7 , i l f a i t l a connaissance de Marie Lau-r e n c i n . L'annee 191i(- est marquee pour l u i par sa rencontre avec Louise de C o l i g n y - C h a t i l l o n , l a "Lou" des poemes, et par son engagement dans l'armee. En 1 9 1 5 eurent l i e u l a rencontre avec Madeleine Pages et l e s f i a n c a i l l e s d ' A p o l l i n a i r e . En 1917', l e 1 7 mars, i l est blesse par un e c l a t d'obus; i l est opere p l u s i e u r s f o i s . En mars 1 9 1 8 , 1 ' E v e n t a i l p u b l i e "La J o l i e Rousse", poeme I n s p i r e par J a c q u e l i n e Kolb q u ' i l epouse l e 2 mai de l a m§me annee. I I devait mourir l e 9 novembre 1 9 1 8 . La poesie de Guillaume A p o l l i n a i r e est a. tous p o i n t s de vue de premier ordre et cependant i l est p o s s i b l e que 1 ' i n -flu e n c e exercee par e l l e l a depasse en importance. Comme un vaste f l e u v e , e l l e draine des t e r r a i n s d i v e r s , entraine des courants c o n t r a d i c t o i r e s . E l l e semble repondre a toutes l e s i n t e r r o g a t i o n s d'une esthetique q u i se ch e r c h a i t a l o r s et q u i , sans doute, se cherche encore. Au m i l i e u du romantisme aux echos assourdis mais a l a v i e tenace, du symbolisme p l e i n de nuages et de violc-n-c e l l e s , du surrealisme hard! et f u l g u r a n t , danse l a poe-s i e d ' A p o l l i n a i r e , avec ses visages d i v e r s et l a v a r i e t e de ses metamorphoses. La r i c h e s s e de c e t t e poesie est extreme et nous verrons 3 q u ' e l l e n'he s i t e pas a p u l s e r dans tous l e s c o f f r e s aux t r e -s o r s . E s t - e l l e l i b r e , e s t - e l l e e s c l a v e ? E l l e se souvlent du passe, e l l e va vers l ' a v e n i r . Chose r a r e , e l l e e s t a l a f o i s bon sens e t f a n t a i s i e . E t to u t c e c i d e f i n i t a u s s i Guillaume A p o l l i n a i r e . Notre poete ne j e t t e p o i n t en I ' a i r des cha-teaux sans a s s i s e s , i l ne cree p o i n t de chansons sans mo-de l e s . I I s a i t q u ' i l f a u t p r o f i t e r des beaux h e r i t a g e s pour e d i f i e r son b i e n p r o p r e . E t i l y a r e u s s i . I I reclame des mots nouveaux, des themes nouveaux. Mais i l se defend de vou-l o i r d e t r u i r e . I I e s t novateur avec e q u i l i b r e et r a i s o n . Tout c e c i ne n u i t pas k l a b e l l e o r i g i n a l i t e de son oeuvre. On l ' a dauite. L'a-t-on depasse? I I n'y a pas tant de fagons de n a l t r e e t de mouri r . E t i l e s t dangeureux pour 1'homme de se v o u l o i r surhumain ou inhuraain, meme dans ses v e r s . A p o l l i n a i r e f u t humain avec une profonde v a r i e t e , une ardeur s i n c e r e . I I f u t a u s s i a r t i s t e e t l a p o e s i e moderne, au vi s a g e p a r f o i s douloureux ou deconcerte, ne cesse pas, pour se comprendre, de se m i r e r dans l e f l e u v e de v i e q u i est son ouvrage. A cause de 1 ' a c t u a l i t e de son oeuvre, dont on r e t r o u v e des r e f l e t s p l u s ou moins marques dans presque t o u t e l a poe-s i e moderne, et c e c i a cause de l 1 I n f l u e n c e t o u j o u r s gran-d i s s a n t e de ses v e r s , i l nous semble que Guillaume A p o l l i -n a i r e r e s t e l e m a l t r e es s o r t i l e g e s des poetes contemporains. INTRODUCTION: CE QUE LE POETE ENTEND PAR AMOUR Andre Rouveyre, un des m e i l l e u r s amis de Guillaume A p o l l i n a i r e et un e x c e l l e n t coramentateur de son oeuvre, a e c r i t : : " A v e c une C o n s t a n c e i n s p i r e e , i l a donne sa v i e , 1 son coeur et ses chants au mal d'aimer". Cette phrase s o u l i g n e b i e n 1'importance qu'occupe l e theme de l ' a -mour dans l e s v e r s de ce "poete a s s a s s i n e " . Nous nous proposons done dans c e t t e etude, d ' e x p l o r e r l e s d i -verses a t t i t u d e s d ' A p o l l i n a i r e devant 1'amour, t e l l e s q u ' e l l e s se r e f l & t e n t dans sa p o e s i e . Le terme "amour" est vague en son e s s e n c e - - i l de-mande a §tre cerne, p r e c i s e . I I comporte autant de nu-ances que de d i v e r s i t e — t e l d i t amour q u i entend d e s i r , ou a f f e c t i o n , ou amit i e ou h a i n e . T e l d i t amour d'un au t r e , et eprouve en r e a l i t e I'amour de soi-m§me, ;de son r e f l e t dans un r e g a r d ou dans un coeur. Q u ' e t a i t - c e done que I'amour pour A p o l l i n a i r e ? Un s o i r de demi-brume a Londres Un voyou q u i r e s s e m b l a i t a Mon amour v i n t a. ma r e n c o n t r e E t l e r e g a r d q u ' i l me j e t a Me f i t b a i s s e r l e s yeux de honte "Chanson du liMal-Airae", A l c o o l s Dans ce poeme A p o l l i n a i r e nous p a r l e de I'amour dont on r o u g i t et que l ' o n ne peut combattre, I'amour auquel on f i n i t par s'abandonner et dont on aime l e godt veneneux semblable a. c e l u i des mauves c o l c l i i q u e s . Le c o l c h i q u e c o u l e u r de cerne et de l i l a s Y f l e u r i t t es yeux sont comme c e t t e f l e u r - l a V i o l a t r e s comme l e u r cerne e t comme cet automne E t ma v i e pour t e s yeux lentement s'empoisonne "Les C o l c h i q u e s " , A l c o o l s I I y a a u s s i c e t amour tendre q u i se retourne avec complaisance v e r s l e passe et q u i essaye de c o n j u r e r une n o u v e l l e presence de I'aimee par des images dont e l l e forme l e c e n t r e . Vous y dansiez p e t i t e f i l l e Y. dansere^-ypus. mere-grand? Toutes l e s cl o c h e s sonneront Quand done re v i e n d r e z - v o u s , Marie? "Marie", A l c o o l s A i l l e u r s nous rencontrons c e t amour q u i semble p a r -f o i s s'enchanter de sa pr o p r e "depossession" et s ' e n i v r e r de b r o u i l l a r d et de m e l a n c o l i e , comme par exemple dans l a Jlongue s e p a r a t i o n du "Pont Mirabeau" ou dans cet a d i e u : J ' a i c u e i l l i ce b r i n de bruyere L'automne e s t morte souviens-t-en Nous ne nous ve r r o n s p l u s sur t e r r e Odeur du temps b r i n de bruyere E t s o u v i e n s - t o i que je t' a t t e n d s "Chanson du Mal-Aime", A l c o o l s Present a u s s i e s t 1'amour q u i c o u r t i n e v i t a b l e m e n t au g o u f f r e des d i s i l l u s i o n s : L'amour l o u r d comme un ours p r i v e Dansa debout quand nous voulumes 6, E t 1'oiseau b l e u p e r d l t ses plumes Et l e s mendiants l e u r s ave... "La Tzigane", A l c o o l s D ' a i l l e u r s I'amour meurt et r e s s u s c i t e : L'amour est mort entre t e s bras Te s o u v i e n s - t u de sa rencontre I I e s t mort t u l a r e f e r a s I I s'en r e v i e n t a. t a r e n c o n t r e "L'amour est mort", Vitam Impendere Amori Mais l e s n o u v e l l e s amours l a i s s e n t t o u j o u r s au coeur c e t t e s o i f m e r v e i l l e u s e , i n f e r n a l e qui f o r c e l'homme a chercher une n o u v e l l e o a s i s . Le pendu, l e beau masque et cet homme a l t e r e Descendent dans l ' E n f e r que je creuse moi-meme Et l ' e n f e r c'est t o u j o u r s : "Je v o u d r a i s q u ' e l l e m'aime" "L'Enfer", I I y a L ' a r t i s t e , du r e s t e , peut c o n s t r u i r e son propre amour et en f a i r e une t e l l e oeuvre d'art q u ' e l l e temoignera pour l u i au coeur des temps f u t u r s . A i n s i l e magicien se s e r t de sa s c i e n c e s u l f u r e u s e non pour seduire ( I I echoue par-f o i s ) mais pour c r e e r (et l a , 11 r e u s s i t presque t o u j o u r s ) . Nous l i s o n s dans: "Per % e p r a e s e n t i t aruspex...": 0 mon t r e s cher amour, t o i mon oeuvre et que j ' airae A jamais j ' a l l u m a i l e f e u de ton r e g a r d Je t'aime comme j'aime une b e l l e oeuvre d ' a r t Une noble s t a t u e , un magique poeme. 7 Tu seras mon aland p,unc temoin de moi-meme Je te cree a. jamais pour qu'apres mon depart, Tu transmettes mon nom aux hommes en r e t a r d T o i , l a v i e et I'amour, ma g l o i r e ^ e t mon embleme i i y a Done, que de soumission presque morbide, que d ' o r g u e i l presque surhumain, que de tendresse e t d'egoisme, de f o r c e et de f a i b l e s s e dans ce sentiment f l u i d e et sans cesse r e -nouvele que Guillaume A p o l l i n a i r e a p p e l l e amour. Nous;-ver-rons, du r e s t e , que l e coeur et l e s sens du po&te l e p o r t e n t a. d e d i e r des accents d i f f e r e n t s a toutes l e s femmes q u i I'ont charme. E t comment en s e r a i t - i l autrement? R-'uisqu'elles sont s i d i v e r ses elles-memes.' I I importe d ' a j o u t e r i c i que par ce terme de "Poesie amoureuse" nous entendons non seulement l e s vers pour Annie, Marie L a u r e n c i n , Madeleine, Lou e t l a " j o l i e r o u s se" mais a u s s i ces poemes ou. I'amour e s t immobile, cache et l a t e n t comme une l u e u r f a i b l e et nacree meme l o r s q u e ces l u e u r s semblent p r o v e n i r des feu x de l a h a i n e . Chaque matin quand j e me l e v e Une femme se dresse devant moi E l l e ressemble a tout ce qu'hier J ' a i vu de 1'Univers Le jour d'avant j ' a i penetre Dans c e t t e chevelure Poret profonde f o r e t obscure Ou n a i s s e n t et s ' e n t r e l a c e n t Les branches de mes pensees Et aux u s i n e s de l a f a c e 0 mon ennemie m a t i n a l e 8 On f o n d a i t et f a g o n n a i t h i e r Tous l e s metaux de mes p a r o l e s " L ' A s s a s s i n " , Poemes r e t r o u v e s En e f f e t nous pensons, qu'un poeme peut §tre p i e i n d'amour sans y f a i r e l a moindre a l l u s i o n . Un c o u r t poeme comme "Pete", par exemple, b i e n r e m p l i d'une immense et t r i s t e t e n d r e s s e : Un cor s o n n a i t au fond de mon coeur tenebreux On y c h a s s a i t l e s bich.es de mes s o u v e n i r s E t c e t t e 1'oret qui pousse en moi et ou l ' o n corne Je l ' a i p o r t e e au b o i s Poemes r e t r o u v e s E n f i n c i t o n s encore Andre Rouveyre qui a s i b i e n pergu l e s l i e n s qui r e l i e n t 1'art d ' A p o l l i n a i r e a 1'amour: " L ' a r t supreme devore, absorbe, 1'amour, ses ardeurs, ses langueurs, son i n s p i r a t i o n meurtriere,«son immersion eloquente et pa-r a d i s i a q u e pour une t r a n s m u t a t i o n moins p e r l s s a b l e que ces promptes a g i t a t i o n s 1 ' . 10 CHAPITRE I : LES MOTIFS DIVERS DE LA POESIE AMOUREUSE D'APOLLINAIRE a) Le Romantisme S i nous examinons a p r e s e n t , non p l u s ce que Guillaume A p o l l i n a i r e semble entendre par amour, mais l e s courants q u i dans son oeuvre se confondent dans ce f l e u v e de f e u , nous y remarquons t o u t d'abord un p r o f o n d romantisme. Qu'est-ce en e f f e t que l e romantisme? A l a f o i s un mouvement et une tendance. Ge v a s t e mouvement f u t , entre a u t r e s choses, une r e -a c t i o n contre l a rigueur,.,le formalisme des s i e c l e s p r e -cedents. Le sentiment, l a p a s s i o n reclamaient l e u r s d r o i t s e t l a langue, de son c6t<§, r e p r e n a i t v i e et c d u l e u r . V i c -t o r Hugo m e t t a i t "un bonnet rouge au v i e u x d i c t i o n n a i r e " e t p r o c l a m a i t 1 ' e g a l i t e e n t r e l e s mots: "plus de mot;-:se-1 nateur, p l u s de mot r o t u r i e r " . A p p a r a i s s a i e n t a l o r s d'autres themes: l e s jeunes mourants, l e s f i a n c e e s et l e s s p e c t r e s dansant sous l e c l a i r de lune des c i m e t i -eres, l e s sau l e s aux poet i q u e s c h e v e l u r e s , l e s cranes ou b u v a i e n t l e s "jeunes-France". I I y eut a u s s i l a ba-t a i l l e d'Hernani, l e g i l e t rouge de Theophile G a u t i e r , l e p o i s o n de Ruy B i a s . En b r e f , au p o i n t de vue h i s t o -r i q u e , l e romantisme f u t une r e v o l u t i o n dans l e fond comme dans l a forme. On s a i t quels en f u r e n t l e s reven-d i c a t i o n s , l e s s o u t i e n s , l e s a d v e r s a i r e s , ceux q u i I ' i l -l u s t r e r e n t ou l e combattirent. Aujourd'hui, ( e n - p a r t i e grace au Mouvement Romantique)les d r o i t s de l a p a s s i o n et l a l i b e r t e d u u s t y l e ont conquis un d r o i t de c i t e l i t t e -r a i r e q u i ne saura p l u s e t r e c o n t e s t s . Dans une epoque marquee par l e sentiment t r a g i q u e de l ' i s o l e m e n t de l ' i n -d i v i d u aux p r i s e s avec son d e s t i n , l e moi n ' e s t p l u s h a i s s a b l e . 2 "0 insense, q u i c r o i s que je ne s u i s pas t o i " s ' e c r i a i t V i c t o r Hugo en a f f i r m a n t a i n s i l a p o r t e e u n i -v e r s e l l e de ses sentiments. I I e s t c e r t a i n que ses j o i e s et ses t r i s t e s s e s d'epoux et d'amant, son d e u i l de pere, ses c onfidences de grand-pere e v e i l l e n t chez l e s l e c t e u r s l e s echos q u ' i l p r e d i s a i t . Presque tous l e s romantiques d i s e n t "moi". I l s ne se deguisent p o i n t comme l e "pre-romantique" Racine sous l a tunique d'Hermione ou de Phedre. A l f r e d de Vigny, i l e s t v r a i , s'entoure de symboles. I I est Samson t r a h i par D a l i -l a , i l est Mo'ise, q u i meurt dans sa l o u r d e s o l i t u d e , au s e u i l de l a t e r r e promise. Mais, m§me i c i , 1'accent pre»-sonnel e t d i r e c t ne trorape pas, ne peut pas tromper. C'est p e u t - e t r e Andre B i l l y , contemporain et ami de jeunesse d ' A p o l l i n a i r e et chroni;queur a v e r t ! de toute 12 c e t t e epoque q u i a l e mieux s l t u e A p o l l i n a i r e en l e p l a -<jant dans l e grand courant du l y r i s m e o c c i d e n t a l . Pour l u i : "Guillaume A p o l l i n a i r e est l e d e r n i e r en date des grands romantiques dont l a s u i t e remonte a. Andre Chenier 3 ou a Lamartine". Evidemment, i l ne s ' a g i t pas dans l e cas de notre auteur d'une r e a c t i o n l i t t e r a i r e , mais d'une tendance. Quels sont l e s c a r a c t e r i s t i q u e s e s s e n t i e l l e s de c e t t e tendance dans l' o e u v r e d ' A p o l l i n a i r e ? Nous pouvons exami-ner d'abord a. ce propos c e t t e "Chanson du Mal-Aime" dont l a forme et l e fond nous p a r a i s s e n t r e u n i r tous l e s s t i g -mates du E o m a n t i s m e - - e t nous ne donnons pas au terme " s t i g -mate" l e moindre sens d e f a v o r a b l e . C ' e s t d'abord un poeme b a r i o l e , sans grand? u n i t e de ton, ou l ' o n passe avec beau-coup d ' a r t du coq a l ' a n e , une oeuvre emplie du v o c a b u l a i r e l e p l u s v a r i e e t ou l e s termes etheres ou t r i v i a u x se pre s s e n t et se c o t o i e n t . Le decor d'abord: Nous q u i t t o n s une rue de Londres p l e i n e de b r o u i l l a r d ou se promenent des voyous i n q u i e -t a n t s et p§.les, pour l e s r i v e s de l a Mer Rouge, pour l e royaume d'Ulysse, pour C o n s t a n t i n o p l e ou l e poete devient s u l t a n et nous v o i l a maintenant sous l e tournoiement des sept epees, comme dans un roman de l a Table Ronde. Apres une promenade a. t r a v e r s l a v o i e l a c t e e , nous redescendons 13 vers des decors rnoyenageux: chateau, barque, l a c s e t cygnes, et nous retrouvons e n f i n P a r i s ou l e poete e r r e "sans a v o i r l e coeur d'y mourir". I I f a u t d i r e que c ' e s t un P a r i s b i e n transforms, ou l e s c a f e s possedent "des garcons vetus d'un pagne". Cet t e f a n t a i s i e , ce manque d'unite q u i deroute et enchante, n ' e s t - i l pas 1'un des t r a i t s e s s e n t i e l s du r o -mantisme? Que d i r e du "romantisme" du v o c a b u l a i r e , e t du s t y l e ? Les phrases l e s p l u s douces, l e s p l u s enfantinement g r a c i -euses se marient a d'autres dont l a t r u c u l e n c e est f i e v -r e u s e : Moi q u i s a i s des l a i s pour l e s r e i n e s Les complaintes de mes annees Des hymnes d'esclaves aux murenes La romance du mal-aime E t des chansons pour l e s s i r e n e s j e ne veux jamais l ' o u b l i e r Ma colombe, ma blanche rade 0 marguerite e x f o l i e e Mon l i e au l o i n , ma Desirade Ma r o s e , mon g i r o f l i e r Comment f a i r e pour e t r e heureux Comme un p e t i t enfant candide Et apres c e t t e s u a v i t e , d'autres v e r s qui nous bousculent quelque peu: Regrets des yeux de l a p u t a i n E t b e l l e comme une panthere P o i s s o n p o u r r i de Salonique Long c o l l i e r des somraeils a f f r e u x Bourreau de P o d a l i e Amant Des p l a i e s des u l c e r e s des croutes G r o i n de cochon c u l de jument Tes r i c h e s s e s g a r d e - l e s toutes Pour payer t e s medicaments "Chanson du Mal-Aime", A l c o o l s C'est a i n s i q u ' A p o l l i n a i r e a emprunte au romantisme l e gout des c o n t r a s t e s melant l e sublime d e l i c a t et l e grotesque amusant. Que d i r e des elements romantiques dans ses sentiments Nous l e s trouvons, n a t u r e l l e m e n t dans c e t t e meme c e l d b r e "Chanson du Mal-Aime". L'amour et l a haine s'y enla c e n t e t r o i t e m e n t ; l e poete evoque Annie comme c e t t e femme q u i " s o r t i t saoule d'une taverne", " l a c i c a t r i c e a. son cou nu" on sent q u ' i l s'en r e j o u i t e t q u ' i l l ' a t r a c e e lui-memee en reve. On r e t r o u v e de meme i c i l e gout des tendresses empoisonnees, assez morbide, et c e t t e tendance masochiste a. aimer ce q u i vous a v i l i t ou vous t o r t u r e . Nous voyons i c i c e t t e meme p a s s i o n q u i che& A p o l l i n a i r e d'une mani-ere sadique se prbmene p a r f o i s dans l e s rues louches avec l e costume et l e s o e i l l a d e s a p p r o p r i e e s a. I ' e n d r o i t . On e s t araene a penser a Musset qui m a u d i s s a i t parie&lle-ment Georges Sand et l a d e g u i s a i t v o l o n t i e r s en demi-1 5 vampire pour l ' i n s u l t e r dans Les N u i t s . Nous savons a u s s i que Musset s ' e n i v r a i t dans l e s tavernes pour t a c h e r d ' o u b l i e r 1 ' o u b l i e u s e t o u t en l a rendant responsable de ses chutes et de ses miseres. Annie e s t i c i pour Guillaume A p o l l i n a i r e c e t t e "femme f a t a l e " q u ' e t a i t Georges Sand pour Musset. Mais souvent, avec une p i r o u e t t e , un e c l a t de r i r e amer et f o r c e , A l f r e d de Musset tente de se deb a r r a s s e r de ses fantomes. E t notre poete mal-aime, tout comme l e malheureux Musset, e s s a i e de tourner en d e r i s i o n sa dou-l e u r et son amour: ' E t moi j ' a i l e coeur a u s s i gros Qu'un c u l de darae damascene Oh mon amour a je t ' a i m a i s trop E t maintenant, j ' a i trop de peine i L e s sept epees hors du f o u r r e a u "Chanson du Mal-Aime", A l c o o l s Mais q u i t t o n s ce chef-d'oeuvre, c a r tout l e romantis-me de n o t r e auteur n'y est pas e n c l o s . Nous retrouverons ce romantisme un peu p a r t o u t dans l'oeuvre d ' A p o l l i n a i r e . D ' A l c o o l s encore, considerons par exemple "La Maison des Morts". I c i l e s morts et l e s mortes s ' e n t r e t i e n n e n t de f i -a n g a i l l e s et f o n t des p r o j e t s pour l ' a v e n i r : Une morte a s s i s e sur un banc Pr&s d'un buisson d ' e p i n e - v i n e t t e L a i s s a i t un e t u d i a n t A g e n o u i l l e a ses p i e d s L u i p a r l e r de f i a n g a i l l e s 16 Mais un mort ren c o n t r e une v i v a n t e et l a scene se trans^-forme: Je vous aime D . i s a i t - i l Comme l e pige o n aime l a colombe ^ Trop t a r d Repondait l a v i v a n t e Repoussez repoussez c e t amour defendu Je s u i s mariee Voyez l'anneau q u i b r i l l e Mes mains tremblent Je p l e u r e et je v o u d r a i s mourir E t c ' e s t a l o r s l a t e n t a t i o n du s u i c i d e pour l a v i v a n t e et presque l e theme d'un b a l l e t romantique: Et l e mort d i s a i t a l a vi v a n t e Nous s e r i o n s s i heureux ensemble Sur nous 1'eau se renfermera Mais vous p l e u r e z et vos mains tremblent Aucun de nous ne r e v i e n d r a Comme f i t A l f r e d de Musset dans Les N u i t s , Guillaume A p o l l i n a i r e d i a l o g u e avec sa muse dans "La C e i n t u r e " . (Poemes a Lou). Evidemment l e ton en est f o r t d i f f e r e n t , mais l ' a u t e u r de "Mardoche"--poeme~dOht l e ton semble p r e f i g u r e r A p o l l i n a i r e d e j a - - a u r a i t a p p r e c i e c e r t a i n e s des boutades de Guillaume A p o l l i n a i r e . En e f f e t "La Ce i n t u r e " s e r a i t p l u t o t une p a r o d i e , p e u t - e t r e i n c o n s c i -ente, qu'une i m i t a t i o n d i r e c t e de Musset.Dana l e poeme 1'amour se raele a l ' e n t r e t i e n : 17 Va ne t ' e x c i t e pas t a Muse q u i r e v i e n t Ne t'aime raaintenant p l u s qu'a t r a v e r s 1'espace Mais p r e n d s - l u i deux b a i s e r s comme un supreme b i e n E t s o i s content surtout puisque tout las3e et passe La p l u p a r t des poemes de I I y a sont g o n f l e s d'un sue romantique comme teraoigne "La C u e i l l e t t e " par exemple. I c i l e poete i n c i t e sa b e l l e a c u e i l l i r des r o s e s - t h e et i l termine a i n s i : E t l e s f l e u r s vont m o u r i r dans l a chambre profonde Les roses t o u r a t o u r e f f e u i l l e n t l e u r douieur B e l l e sanglote un peu, chaque f l e u r q u i se fane C'est un amour qui meurt I c i dans ces v e r s t o u t imbus d'un l y r i s m e i n t i m e et p r e s -que f e m i n i n n'entendons-nous pas un echo l o i n t a i n des strophes que f i t M a r c e l i n e Desbordes-Valmore sur des roses c u e i l l i e s en cadeau q u i s'envolerent et c o u v r i r e n t l e s f l o t s ? La vague en a par u rouge e t comme enflammee Res p i r e s - e n sur moi l'odorant souvenir i i I I e s t un romantisme doux qui g l i s s e comme une barque sur l ' e a u . Le c i e l b r l l l e d ' e t o i l e s et l e s amants goutent l e p l a i s i r d'etre c6te a c6te ou de songer l ' u n a I ' a u t r e . Guillaume A p o l l i n a i r e t r a d u i t c e t aspect du romantisme dans maints poemes. Par exemple, Lou, absente, e s t tou-j o u r s la. pour l u i : 18 Mon Lou l a n u i t descend t u es a moi j e t'aime Les cypres ont n o i r c i , l e c i e l a f a i t de meme Les trompettes chantaient t a beaute mon bonheur De t'aimer pour t o u j o u r s ton coeur pres de mon coeur "Mon Lou l a n u i t descend", Poemes a Lou L'image aimee se m u l t i p l i e et v i t en toutes choses: Les branches remuees ce sont t e s yeux q u i tremblent E t je t e v o i s p a r t o u t t o i s i b e l l e et s i tendre Les c l o u s de mes s o u l i e r s b r i l l e n t comme t e s yeux "Je t'adore mon Lou", Poemes a Lou N'est-ce pas en quelque s o r t e l a touchante a n t i t h e s e du c e l e b r e : "Un s e u l e t r e vous manque et tout e s t de-peuple".? A i l l e u r s , l e po&te a c e t t e idee b i e n romantique de c o n n a i t r e des pays nouveaux, de s'evader avec son amante>: Mon enfant s i nous a l l i o n s en Amerique dont j ' a i t o u j o u r s r§ve Sur un v a i s s e a u fendant l a mer des A n t i l l e s E t accompagnes par une nuee de p o i s s o n s v o l a n t s Dont l e s a i l e s nageoires p a l p i t e n t de l u m i e r e "Pressentiment d'Amerique", Poemes a Lou A p o l l i n a i r e a l e s o u c i egalement de v o u l o i r a r r S t e r ce temps qui passe, emportant l e s j o i e s , l e s s o u v e n i r s , l e s amours. Vienne l a n u i t sonne 1'heure Les j o u r s s'en vont je demeure s o u p i r e - t - i l dans l e "Pont Mirabeau". Toute son oeuvre l e montre obsede par ce f l e u v e i n v i s i b l e q u i e n t r a i n e l e s 19 huraairis malgre eux. I I y f a i t a l l u s i o n dans "Marie" ( A l c o o l s ) : S a i s - j e ou s'en i r o n t t es cheveux Crepus corame mer qui moutonne S a i s - j e ou s'en i r o n t t es cheveux E t t e s mains f e u i l l e s de l'automne Que jonchent a u s s i nos avex "Dictes-moi ou,E,n'en quel p a y s / E s t F l o r a l a b e l l e Romaine...", s o u p i r a i t deja V i l l o n en sa " B a l l a d e des Dames du Temps J a -d i s " . Cet element se r e t r o u v e dans ce poeme a Lou: Ta v o i x mon souvenir s'eloigne 6 son du cor Ma v i e e s t un beau l i v r e et l ' o n tourne l a page "De t o i depuis longtemps" E t dans " F a c t i o n " a u s s i (Poemes a Lou): JTespe're dans l e souvenir 6 mon Amour I I r a j e u n i t i l e m b e l l i t l o r s q u ' i l s ' e f f a c e Vous v i e i l l i r e z Amour vous v i e i l l i r e z un jo u r Le Souvenir au l o i n sonne du cor de chasse 0 l e n t e l e n t e n u i t 6 mon f u s i l s i l o u r d De m§me, en A l c o o l s "Cors de Chasse" r e v e l e l e m§me s o u c i de l ' a u t e u r : Passons passons puisque tout passe Je me r e t o u r n e r a i souvent Les souvenirs sont cors de chasse Dont meurt l e b r u i t parmi l e vent P l u s l o i n , c ' est un r a p p e l d i r e c t du "Lac" de Lamartine que nous r e n c o n t r o n s : A i n s i t o u t passe, a i n s i t o u t l a s s e A i n s i nous-memes nous passons, Helas.' sans l a i s s e r p l u s de t r a c e 20 Que c e t t e barque ou nous g l i s s o n s Sur c e t t e mer ou t o u t s ' e f f a c e Dans "&© Lac" l e grand romantique exprime c e t t e idee de l a f u i t e i n e x o r a b l e du temps et pour l u i l a v i e est un courant r a p i d e q u i nous emporte. Les j o i e s , l e s malheurs passent avec l a meme v i t e s s e et Lamartine, se souvenant d'une promenade sur l e l a c du Bourget avec l a f r a g i l e E l -v i r e , s ' e c r i a i t avec l a m§me m e l a n c o l i e desolee q u ' A p o l l i -n a i r e : "Ne pourrons-nous jamais sur 1'ocean des ages/ J e t e r l ' a n c r e un s e u l jour.'" Pour A p o l l i n a i r e c'est l e Pont Mirabeau q u i evoque l a p l a i n t e desespere: L'amour s'en va comme c e t t e eau courante L 1 amour s'en va G.E. C l S n c l e S i ' r a p p e l l e c e t aveu d ' A p o l l i n a i r e : "Je n ' a i jamais d e s i r e que l e present, quel q u ' i l f d t , perdu-r U t . . . R i e n ne determine p l u s de m e l a n c o l i e chez moi que c e t t e f u i t e du temps. E l l e e s t en d i s a c c o r d s i formel avec mon sentiment, mon i d e n t i t e , q u ' e l l e e st l a source meme de ma poesie. 1", A i n s i , a j oute f o r t justement l e comraenta-t e u r , Guillaume se p l a i n t avec une grace melancolique, et comme enivr e e e t e n i v r a n t e de l a f u i t e des j o u r s " . Sentiment eminemment romantique dont son oeuvre garde, en e f f e t , de nombreux echos. C'est l e Musset de Mimi Pinson, que nous trouvons dans quelques poemes du Guetteur m e l a n c o l i q u e : 21 Vous dont j e ne s a i s pas l e nom 6 ma v o i s i n e Mince comme une a b e i l l e 6 f e e ap p a r a i s s a n t P a r f o i s a l a fene'tre et q u e l q u e f o i s g l i s s a n t I I s ' a g i t i c i du cdte " f l e u r b l e u e " du romantisme: aspect s e n t i m e n t a l et un peu fade en ses marivaudages. Mais l e v r a i romantisme joue v o l o n t i e r s avec l ' i d e e de l a mort: "Mes chers amis, quand je mo u r r a i , / P l a n t e z un saule au c i m e t i e r e " . . . chante A l f r e d de Musset dans "Le Saule" et Lamartine soup i r e : "Aux regards d'un mou-r a n t l e s o l e i l e s t s i beau." Cette mort, i l e st de bon t o n p a r f o i s de v o u l o i r l a p r e c i p i t e r . A p o l l i n a i r e p u b l i e dans Le Guetteur melanco-l i q u e , l e " S u i c i d e " , que l ' o n peut rapprocher du "Ly-r i s c h e s Intermezzo" d'Henri Heine: Am Kreuzweg w l r d begraben, Wer s e l b e r s i c h brachte umj Dort wachst eine blaue Blume, Die Armesunderblum'. Am Kreuzweg stand i c h und s e u f z t e ; Die Nacht war k a l t und stumm. Im Mondschein bewegte s i c h langsam Die Armesunderblum 1. Buch der L i e d e r Au c a r r e f o u r sont e n t e r r e s ceux q u i ont p e r i par l e s u i c i d e Une f l e u r bleue s'epanouit 1$, On l a nomme l a f l e u r de l'ame damnee... Je m ' a r r S t a l au c a r r e f o u r et j e s o u p i r a i Aux rayons de l a lune se b a l a n g a i t lentement La f l e u r de l'ame damnee. 22 E t l e poete, s'etant s u i c i d e en ima g i n a t i o n , ordonne, comme on l e s a i t , au menuisier du v i l l a g e , de l u i eonfec-t i o n n e r un grand c e r c u e i l . Que Guillaume A p o l l i n a i r e a i t subi p a r f o i s ^ . i n f l u e n c e d'Henri Heine, de son i r o n i e c r u -e l l e , amere et f a n t a i s i s t e , c e l a ne f a i t aucun doute. Guillaume A p o l l i n a i r e p a r a i t en e f f e t a v o i r assez bien connu l a langue allemande. Des l a c l a s s e de cinquieme i l o b t i e n t un premier p r i x d'allexnand, en quatrieme a u s s i . II est v r a i q u ' i l se contente e n s u i t e d ' a c c e s s i t s . En aout 1901, nous l e retrouvons en Allemagne a Honef et a. Neu-Gluck OT! i l e s t engage comme pr e c e p t e u r dans l a f a -m i l l e de Mme de Milhau. C'est l a q u ' i l tombe amoureux d'Annie, gouvernante a n g l a i s e de son e l e v e e t h e r o i n e de l a "Chanson du Mal-Aime". Au cours de ses vacances, i l p a r c o u r t 1'Allemagne e t l ' A u t r i c h e d'ou i l rapporte l e s Rhenanes. I I n'est que n a t u r e l done q u ' i l a i t pu, dans l e t e x t e , l i r e Heine. Le v o i l a . q ui chante a. l a maniere de Heine: T r o i s grands l y s T r o i s grands l y s Sur ma tombe sans c r o i x T r o i s grands l y s poudres d'or que l e vent ef f a r o u c h e L'un s o r t de ma p l a i e et quand un r a y o n l e touche II se dresse sanglant c ' e s t l e l y s des e f f r o i s 23 L'autre s o r t de mon coeur q u i s o u f f r e sur ma couche Ou l e r o n g e a i t l e s v e r s . L'autre s o r t de ma bouche Sur ma tombe ec a r t e e i l s se dressent-.tous t r o i s Tout s e u l s tout s e u l s e t maudits comme moi j e c r o i s T r o i s grands l y s - f r o i s grands l y s sur ma tombe sans c r o i x "Le S u i c i d e " , Le Guetteur melancolique L'on r e t r o u v e i c i l ' i d e e de l a mort et du s u i c i d e par amour. Mais l e coeur n'est p o i n t calme par cet acte u l t i m o car l e $r@passg repose d'un sommeil maudit sans c r o i x pour 1'ombrager. Les l y s q u i n a i s s e n t de s a c h a i r semblent r e -j e t e r l e u r symbole de purete pour r e v S t i r une malefique menace. A i n s i l e romantisme en ses elements e s s e n t i e l s — c h a n -gements de d e c o r s , gout des c o n t r a s t e s , sentiments e x a l -tes a l l a n t du morbide au p u e r i l , gout des scenes f u n e b r e s , ou exotiques, jeux d'amour e t de m o r t — s e d e r o u l e dans l e s vers amoureux d ' A p o l l i n a i r e . Ge romantisme e s t p a r f o i s v o i l e e t p a r f o i s b i e n r e c o n n a i s s a b l e . Des apports d i v e r s s'y a j o u t e n t , mais l a source v i v e e t f i d e l e court sous l e s herbes. Le po&te se j u s t i f i e a i n s i dans ce passage d'une l e t t r e q u ' i l a d r e s s a i t en a v r i l 1918 a Andre B i l l y : , "Dieu m'est temoin que j ' a i v o u l u seulement a j o u t e r de nouveaux domaines aux a r t s et l e t t r e s en g e n e r a l sans 2k meconnaltre aucunement l e s m e r i t e s des chefs-d'oeuvreo ve-6 r l t a b l e s du passe". Ceux-ci en e f f e t t r o u v a i e n t en l u i echo et r e f l e t . b.) La F a n t a i s i e 25 Une au t r e c a r a c t e r i s t i q u e de l a p o e s i e amoureuse d ' A p o l l i n a i r e e s t l a f a n t a i s i e . Get element d ' a r t et de s t y l e e s t egalement assez romantique, l u i a u s s i , et A l -f r e d de Musset 1 ' u t i l i s e souvent. Cependant., e l l e a., chez Apollinaire.-, un ton nouveau et b i e n p e r s o n n e l . Pour l e moment nous ne p a r l e r o n s que de l a f a n t a i s i e dans l e s pensees et dans l e s sentiments et non p o i n t de c e t t e f a n t a i s i e dans l a forme dont temoignent, p a r exemple, l e s Calligramrne s. Mais nous connaissons l e s charmants poemes m y s t i f i c a t e u r s de L o u i s e Lalanne: Le c h e v r e f e u i l l e est pour l a b e l l e Qui n'a r i e n c r u E t j ' i r a i c u e i l l i r l e s a i r e l l e s L u s t u c r u Cette L o u i s e Lalanne, q u i donna des poemes e t des a r -t i c l e s aux Marges avec succ&s n ' e t a i t autre que Guillaume A p o l l i n a i r e , seconde sans doute de Marie L a u r e n c i n . L'accent de f a n t a i s i e dans l a p l a i n t e amoureuse, nous l e retrouvons dans l a "Blanche N e i g e " , ( d ' A l c o o l s ) . Le c u i s i n i e r plume l e s o i e s Ah] tombe neige Tombe et que n ' a i - j e Ma bien-aimee entre mes bras E t a u s s i dans c e t t e etrange "photographie" de Calligramrnes: 26 Ton s o u r i r e m ' a t t i r e comme P o u r r a i t m ' a t t i r e r une f l e u r Photographie t u es l e champignon brun De l a f o r e t Qu'est sa beaute Dans I I y a se t r o u v e , i r o n i q u e en sa f a n t a i s i e , un poeme ou l e coeur de l a bien-aimee e s t compare a Carcassonne, l a v i l l e aux e p a i s ramparts que raalntes a f f i c h e s nous recom-mandent de v o i r avant de mourir: V i l l e presque morte, 6 G i t e , Qui l a n g u i s au s o l e i l d'ete T o i dont l e nom p u t r i d e etonne Tu symbolises l a t r e s Bonne La t r e s Douce sans v a n i t e Qui n'a jamais compris personne, La t o u j o u r s B e l l e qui se t a i t , L'Adorable que j e couronne Toujours penchee exqu i s o menta, J ' a i vu ses l e v r e s d*anemone Mais p o i n t son <coeur, k l a t r e s Bonne Je n ' a i jamais vu Carcassonne. Ces vers f u r e n t e c r i t s pour une brune L i n d a de s e i z e ans sur une c a r t e p o s t a l e r e p r e s e n t a n t l a c i t e en q u e s t i o n . L ' i n -t e r e s s e e , i n q u i e t e de r e c e v o i r c e t t e m i s s i v e et quelques a u t r e s , t o u j o u r s sur c a r t e s p o s t a l e s , e c r i v i t a. un ami commun: "Croyez-vous vraiment q u ' i l a i t c e t t e a f f e c t i o n pour moi. Cela m'en-n u i e r a i t , car i l s e r a i t a. p l a i n d r e , l e pauvre gargon. Non 27 pas dans l e sens que je f e r a l comme b i e n des femmes q u i s'a-musent de v o i r un pauvre IJeune homme amoureux d ' e l l e s mais parce que, ne pouvant pas l u i r e n d r e c e t t e a f f e c t i o n , i l 7 s o u f f r i r a " . Ce premier roman du mal-aime sur c a r t e s i l l u s t r e e s f u t communique par L i n d a elle-meme a Jean Royere. C e t t e f a n t a i s i e dans 1'expression des sentiments l e s p l u s tendres nous l a trouvons a u s s i dans l e s Poemes a Lou» Prenons comme exemple c e r t a i n s passages de l a p i e c e "De t o i depuis longtemps", date de Nlmes, l e 11 mars, 1915>: E t s o u v i e n s - t o i p a r f o i s du temps ou. t u m'aimas L'heure P l e u r e T r o i s P o i s • • • • Prenons-les par l e f l a n c Rantanplan t i r e l i r e Finalement on p o u r r a i t mentionner "Dans l e j a r d i n d'Anna" comme exemple c o n c l u a n t . Ce poeme parut dans Vers e t Prose d'octobre-decembre 1913--numero consacre justement aux Poetes f a n t a i s i s t e s . On s a i t q u ' A p o l l i n a i r e p r o t e s t a p l u s t a r d contre c e t t e denomination. Une note de l u i , mais signe Jean Cerusse p r e -c i s e que s i l ' a u t e u r d ' A l c o o l s aime l a f a n t a i s i e , s a p o e s i e 28 e s t un 'naturalisme s u p e r i e u r 1 anirae s u r t o u t d'un grand s o u c i 8 de l a v e r i t e " . I I e s t p o u r t a n t i m p o s s i b l e , tout en prenant acte de c e t t e d e c l a r a t i o n , de meconnaitre l a f a n t a i s i e raa-l i c i e u s e , charmante e t derou t a n t e , p r e s e n t dans de nomb-reux poemes d'amour de n o t r e auteur. 29 c.) La S i m p l l c i t e f r a i c h e La s i r a p l i c i t e f r a i c h e , s i souvent accompagne d'un accent de romance p o p u l a i r e e s t Important a u s s i dans c e t t e p o e s i e . Depuis ces r i t o u r n e l l e s de L o u i s e Lalanne que nous avons deja evoquees A p o l l i n a i r e a e c r i t des q u a n t i t e s de d e l i c i e u x "poemes a chanter" dont b i e n des successeurs se souviendront, F r a n c i s Carco en t&te. Que de v e r s aux gen-t i l s r e f r a i n s , g r a c i e u x comme des bouquets de v i o l e t t e s aux e v e n t a i r e s . Considerons a c e t egard "Marie" ( A l c o o l s ) : Les b r e b i s s'en vont dans l a neige Flocons de l a i n e et ceux d'argent Des s o l d a t s passent et que n ' a i - j e Un coeur a moi ce coeur changeant Changeant e t p u i s encor que s a i s - j e "La L o r e l e y " d? H e n r i Heine peigne ses cheveux d'or sous l a tempSte. Chez A p o l l i n a i r e e l l e gemit melodieusement: Mon amant e s t p a r t i pour un pays l o i n t a i n F a i t e s - m o i done mourir puisque je n'aime r i e n Mon coeur me f a i t s i mal depuis q u ' i l n'est p l u s Mon coeur me f i t s i mal du j o u r ou i l s'en a l i a "La L o r e l e y " , A l c o o l s E t c ' e s t une chanson a u s s i que ce poeme a. Lou, une s o r t e d " i n v i t a t i o n au voyage" o r i g i n a l e : Douce, douce e s t ma p e i n e Ce s o i r j e t'aime a peine Mon coeur f i n i l ' h i v e r I I v i e n t d'enfer Du f e u du f e r "0 Lou ma t r e s c h e r i e " E n t r e de longs poemes gr a n d i o s e s , amers ou h a u t a i n s se b l o t i s s e n t ces p e t l t e s chansons que Guillaume f a i t , l u i a u s s i , p a r f o i s avec ses grandes d o u l e u r s . C'est du s e i n d'un c a t a -clysme , l a guerre, q u ' i l envoie a Madeleine ces v e r s char-mants dont l a s i m p l i c i t e d'accent naive s o u l i g n e tout l e drame: C'est une n u i t d'orage Le tonnerre f a i t rage La m i t r a i l l e u s e a u s s i Mais je s u i s b i e n i c i Je pense a vous ma f i e De r a i s i n s n o i r s c o i f f e e "C'est une n u i t d'orage" Un autre poeme a Madeleine r a p p e l l e l e s Chansons des rues et des b o i s de V i c t o r Hugo par son rythme a l l e g r e et f l e u r i , p ar ses graces un peu b a n a l e s : Tu m'ouvriras t e s bras et p u i s Tu me r e p e t e r a s je t'aime A i n s i vont l e s jours et l e s n u i t s Amour b l e u comme est l e coeur meme "J'espere une l e t t r e de t o i " Dans " S t a v e l o t " (Le Guetteur melancolique) l a chanson es t p l u s nuancee: S'en est a l l e e 1'amante Au v i l l a g e v o i s i n malgre l a p l u i e Sans son amant s'en e s t a l l e e 1'amante Pour danser avec un a u t r e que l u i Les femmes mentent mentent Tres connu e s t l e penchant marque q u ' a v a i t Guillaume A p o l l i n a i r e pour l a p o e s i e de c i r c o n s t a n c e et pour l e s 31 messages v e r s i f i e s et dans presque tous ses poemes e p i s t o -l a i r e s l a forme de l a chanson ou de l a chansonnette et l a f a n t a i s i e d e l i c a t e ou debridee se donnent l i b r e cours. Nous en avons c i t e quelques fragments. E t ne peut-on i n c l u r e par-mi l e s chansons et l e s l e t t r e s d 1amour c e l l e - c i q u ' i l adressa un j o u r de guerre a. c e t t e Prance pour l a q u e l l e i l a l l a i t dons, ner sa v i e avec un courage t r a n q u i l l e , ayant goute avec e l l e l e s m u l t i p l e s emotions nees des b a t a i l l e s t o u t en p o u r s u i -vant p a r a l l e l e m e n t l e s tourments de ses amours moins i d e a l e s : 0 Prance, Prance ma p a t r i e Tu m'as donne Ma f r i n g a n t e c o q u e t t e r i e Je voudrais e t r e l a p l u s b e l l e 0 Prance, Prance s i c h e r i e Je veux t'honorer, ma p a t r i e Par ma b e l l e c o q u e t t e r i e "0 Prance, Prance ma p a t r i e " , Poemes Inedlt3 "Le voyageur" ( A l c o o l s ) peut se ranger a u s s i dans c e t t e mime c a t e g o r i e . Pernand P l e u r e t , a qui l e poeme e s t dedie, a rapporte que "Le Voyageur" e t a i t une de ces "chansons f a r c i e s " et "complaintes p o p u l a i r e s sans queue n i t§te" q u ' A p o l l i n a i r e et lui-meme s'amusaient a. Improviser en marchant dans l a rue, l o r s q u ' i l s s o r t a i e n t de l a B i b l i o t h e q u e N a t i o n a l e ; ce poeme a u r a i t a i n s i ete compose entre l a Rue de R i c h e l i e u et l a rue Notre-Dame de L o r e t t e ou se t r o u v a i t l a banque d ' A l b e r t <je 32 9 K o s t r o w i t z k y . I I y a dans ces ver s un des l e i t m o t i v s n d e s complaintes: "Ouvrez-moi c e t t e p o r t e ou je f r a p p e en p l e u -r a n t . " E t l a grace des romances de c a r r e f o u r : Qui done r e c o n n a i s - t u sur ces v i e i l l e s photographies Te s o u v i e n s - t u du jour ou une a b e i l l e tomba dans l e f e u G ' e t a i t t u t'en souviens a l a f i n de l ' e t e Deux matelots qui ne s ' e t a i e n t jamais q u i t t e s L'Jalne p o r t a i t au cou une chalne de f e r Le p l u s jeune m e t t a i t ses cheveux blonds en t r e s s e Ouvrez-moi c e t t e p o r t e ou j e frappe en p l e u r a n t I c i l e s d e t a i l s s'accordent mal comme dans l e s chansons anciennes. On ne s a i t p l u s l a v r a i e l e g o n et chacun, l a d i -sant a sa maniere l a m o d i f i e ou l a prolonge. 33 d.) La Tendresse et l e s Legendes Romantisme, f a n t a i s i e , chansons p o p u l a i r e s et complaintes, tous ces t r a i t s , t o u tes ces c o u l e u r s c a r a c t e r i s e n t l a p o e s i e amoureuse d ' A p o l l i n a i r e , mais l a p a l e t t e n'est pas encore com-p l e t e et i l f a u t y a j o u t e r l a touche de tendresse q u i , souvent, nous emeut d'un p r o f o n d enchantement. C'est l a tendresse des mots dont c e r t a i n s v e u l e n t ressembler a des c a r e s s e s : Aujourd'hui j e te v o i s non panthere mais T o u t e f l e u r E t j e t e r e s p i r e 6 ma T o u t e f l e u r "Chevaux de f r i s e " , Calligrammes Ces v e r s sont pour Madeleine, mais Lou a d r o i t a. b i e n des :Y'ers _ d e l i c i e u X r a u s s i : Je reve de t ' a v o i r n u i t e t jour dans mes bras Je r e s p i r e t on ame a l'odeur de l i l a s "En a l l a n t chercher des obus", Poemes a Lou E l l e a d r o i t dans "Lou mon e t o i l e " a. un f l o t de tendre voca-b u l a i r e : Mon i n t e l l i g e n c e amoureuse devient o i s e a u Four a l l e r r e c e v o i r p l u s haut p l u s haut ce p e t i t coeur b l e u i t r e Qu'est mon e t o i l e nommee Lou Ma-douce e t o i l e q u i f a i t v i b r e r au c i e l des mots d'amour exquis Poemes a Lou Cette tendresse, q u i t a n t S t s'exprime en p a r o l e s i n u s i t e e s , tant&t avec l a b a n a l i t e p u e r i l e et touchante des roman= 3k ces r e s s a s s e e s , l u i i n s p i r e de b e l l e s i n v o c a t i o n s . Prenons p a r exemple ce poeme a Lou: Mais mon c r i va vers t o i mon Lou Tu es ma p a i x et mon printemps Tu es ma Lou c h e r i e l e bonheur que j' a t t e n d s C'est pour n o t r e bonheur que je me prepare a l a mort "C'est l ' h i v e r " Souvent, l a tendresse se f a i t candeur et enfance. L'a-mante d e v i e n t une p e t i t e f i l l e , e l l e se deguise a i n s i et l e poete a l e sentiment de l a mieux c a p t e r , de l a posseder par une s o r t e de t r a i t r i s e charmante. C e t t e tendresse en f i n de compte n'est pas sans danger n i p i e g e s : Je t ' a i p r i s e contre ma p o i t r i n e comme une colombe Qu'une p e t i t e f i l l e e t o u f f e sans l e s a v o i r et i l a j o u t e dans ce meme t r e s beau poeme, "L'Amour" (Poemes a. Lou), l e dedain et l' e s p e r e n c e : J ' a i eu a moi ma d i s p o s i t i o n Ton o r g u e i l meme Un a u t r e poeme commence a i n s i : "Lou est-une e n f a n t " - - e t encore dans " T i e r c e rime pour v o t r e ame" ( I I y a ) , nous t r o u -vons ce v e r s : "Votre ame es t une enfant que je v o u d r a i s b e r c e r . " I I p a r a i t done f i n a l e m e n t que c e t t e tendresse exprimee en vocables s e d u i s a n t s — l e s uns dans l e u r s conventions, l e s a u t r e s dans l e u r n o u v e a u t e — ® s t ; souvent pour l e poete une arme dont i l se s e r t pour mieux r e d u i r e c e l l e q u ' i l aime. 35 Renforcant c e t element de tendresse chez notre poete i l y a c e t t e a u t r e d i s p o s i t i o n de son temperament poetique qui l e p o r t e a transformer l e s e t r e s en legendes. Cette tendance e s t p e u t - e t r e p l u s s e n s i b l e dans ses contes ou dans ses r o -mans, mais e l l e e x i s t e a u s s i en ses poemes. P h i l i p p e Sou-p a u l t d i t a. c e t egard: "L'ambition d ' A p o l l i n a i r e l e p o u s s a i t 10 p l u t 6 t a c r e e r des legendes que des c a r a c t e r e s . " " I I a c c o r -d a i t sa sympathie aux e t r e s comme i l l a donnait aux o b j e t s , a ceux q u i l u i p a r a i s s a i e n t etranges et nouveaux,"—pour-s u i t Soupault e t i l a j o u t e : "Lorsque, par e x t r a o r d i n a i r e , un de ses heros ne s ' e l o i g n e pas deliberement du q u o t i d l e n , i l e s t a u s s i t 6 t c h a t i e et l a v i e se charge a l o r s de 1'e. r e -11 j e t e r dans l e domaine de I'etrange." Etant donne c e t t e tournure d 1 i m a g i n a t i o n , i l s e r a i t s u r -prenant que G-uillaume A p o l l i n a i r e ne transformat p o i n t presque inconsciemment l e s femmes aimees en femmes r e v e e s — c ' e s t d ' a i l l e u r s un r e f l e x e presque i n e v i t a b l e chez t o u t a r t i s t e et p e u t - S t r e simplement chez tout §tre humain doue de sen-s i h i l i t e . Mais dans l e s vers d ' A p o l l i n a i r e , L i n d a , Marie, Madeleine, Lou et J a c q u e l i n e se t r a n s f i g u r e n t etrangement. Dans "Chevaux de f r i s e " (Calligramrnes), Madeleine d e v i e n t une p r i n c e s s e d'Orient v e r s l a q u e l l e se p r e c i p i t e n t des me-taphor es dignes du Cantiques des Cantiques. "La j o l i e rousse", 36 l a f u t u r e epouse, e s t une flamrae, un r e f l e t en promenade. L i n d a s ' a s s i e d sous l e s t i l l e u l s d'une v i l l e allemande et prend l e v i s a g e melancolique du passe. Lou d e v i e n t une "mesange": Ses yeux c ' e t a i t t e s j o l i s yeux Son plumage t a chevelure "La Mesange", Poemes a Lou E t i l l ' a t r a c e a u s s i sous l a forme d'une "rose a t r o c e " e t d'une "Demone-enfant" (Poemes a. Lou), "Ma Lou j e c o u c h e r a i . . . " E l l e e s t egalement l a "comtesse a l o u e t t e " des legendes dans "Le c i e l e t o i l e (Poemes a Lou): 0 c r u e l l e a l o u e t t e au coeur de vautour Vous mentites encore au poete c r e d u l e Lou e s t une e t o i l e et l a f e e Oriande e c r i t son nom sur l e c i e l nu. Cette amante est " l a b e l l e q u i d o r t " ("Stavelot", Le Guetteur melancolique) e t l e podte est un r o i "qui n'est pas sur d ' a v o i r du p a i n ; " A i n s i se deguisent l e poete et ses amours. Andre B i l l y d i t a ce s u j e t : " L ' i n f l u e n c e du Moyen-Age, t e i n t e de symbolisme e t de s u r r e a l i s m e avant l a l e t t r e se f a i t s e n t i r dans son oeuvre. A p o l l i n a i r e garda -t o u j o u r s du gout pour l e c e l t i s m e et pour t o u t ce que ce 12 mot sous-entend de f e e r i q u e et de m e r v e i l l e u x . " e.) La P a s s i o n 37 Tendresse et legende, v o i l a l e s elements de douceur de c e t t e p o e s i e amoureuse. Mais i l n'en f a u t pas meconnaltre l a p a s s i o n . M u l t i p l e s sont c e r t e s r l e s vers ou l e poete "raari-vaude" un peu et a re c o u r s a des " g e n t i l l e s s e s " de s t y l e . C'est l e cote charmeur de son oeuvre. Mais i l y a l e c6te n o i r , orageux, e x a l t e — s u r t o u t , s e m b l e - t - i l , l o r s q u e Lou es t en cause. Ge fragment de l e t t r e en temoigne a s s e z : V o i c i que s e l o n j u s t e metamorphose, t u t'es pour moi changee en torche e t en flamme, c o u l e u r de tes propres cheveux: c ' e s t l a l i b e r t e que t u e c l a i r e s , t o i q u i es l a r e b e l l i o n . Je s a i s pourquoi j ' a i t a n t aime a Nice c e t t e flamme orange, q u i p a r u t a. m i d i sur l a p l a c e Massena; c ' e s t que j'aime par-dessus t o u t c e t t e l i b e r t e , c e t t e r e -b e l l i o n , mais j e l e s aime contre l a l i b e r t e meme et cont r e l a r e b e l l i o n meme. !3 Cette l e t t r e est un v r a i poeme e t combien eloquent.' Le s t y l e , e n e f f e t , en es t rythme e t m u s i c a l . I I s e r a i t f a c i l e de decouper chaque phrase de c e t t e l e t t r e en v e r s l i b r e s . Les coul e u r s en sont v i v e s , aucun remplissage, aucune e r r e u r i c i - -chaque phrase est a. sa p l a c e avec une s i m p l i c i t y , une c o n c i s i o n dont on r e s s e n t l a f o r c e amere. ILa "flamme" dansant sur l a p l a c e Massena a v a i t conduit l e poete jusqu'au p l u s sombre des r i v a g e s . Se croyant de-l a i s s e i l s ' e t a i t r e s o l u au s u i c i d e et f u t sauve de j u s -t e s s e p a r une l e t t r e de Lou. Cet episode e c l a i r e un c6te 38 i n t e r e s s a n t de l a p o e s i e amoureuse de Guillaume A p o l l i n a i r e . L u i q u i f u t changeant, aimable, g a i , avide de se t r o u v e r en compagnie de ses amis, i l e t a i t a u s s i r e e l l e m e n t capable de ce romantisme I n t e g r a l qu'est l a p a s s i o n . Evidemment c e r t a i n s de ses poemes et a u s s i c e t t e a p t i t u d e a se detacher dont i l Ik f a i s a i t preuve p a r f o i s nous en f e r a i e n t douter. Mais l e s accents de c e t t e l e t t r e et de b i e n des poemes he trompent pas. Cette p a s s i o n ne f u t p o i n t un simple j e u et i l en r e s s e n t a i t 1 ' e x a l t a t i o n dans toutes ses nuances. E l l e e c l a t e en c e r t a i n s vers comme une f l e u r de f e u : 0 Lou, ma grande p e i n e 0 Lou mon coeur b r i s e "De t o i depuis longtemps", Poemes a. Lou Ah b r i s e - t o i mon coeur comme une t r a h i s o n "Agent de l i a i s o n " , Poemes a. Lou Mon p e t i t Lou adore j e vo u d r a i s mourir un j o u r que t u m'aimes Je voudrais que t u s o i s mon coeur pour te s e n t i r t o u j o u r s en moi Je v o u d r a i s que t u s o i s l a n u i t pour nous aimer dans l e s tdnebres "Scenes nocturnes du 2 2 a v r i l 1 9 1 5 " , Poemes a Lou II e s t v r a i , p a r a i l l e u r s , que c e r t a i n s accents p a r a i s s e n t f o r c e s et souvent un peu faux. Par exemple* c e t t e strophe aujourd'hui p l a c e e dans l e s Poemes i n e d i t s : J ' a i reve que j ' a l l a i s a mon enterrement Tu n ' e t a i s pas venue et j'e n t e n d a i s ton r i r e Mais t a bouche e t a i t l a ses sugons de vampire 39 Cerceaux rouges r o u l a i e n t sous mon regard dement E t je mourais encore en entendant ton r i r e L ' a c c e n t ou du moins l e sens de ces vers e s t passionne, e t p o u r t a n t faux; l e poete n ' a r r i v e pas a c r o i r e a son mal-heur. C r o i t - i l au moins a son amour dans ces ve r s des "Poemes r e t r o u v e s " , parus l e 3 septerabre 1923 dans Les Nou-v e l l e s L i t t e r a i r e s : S i t u v o i s des b l e s s e s D i s - l e u r que ma s e u l e b l e s s u r e e s t c e l l e que t u as faiteva>mon coeur S i t u penses p a r f o i s songe que ma pensee e s t to u -j o u r s avec t o i E t que je t'adore Ces v e r s sont j o l i s , mais sans grande emotion. I I y a du mad-r i g a l et i l f a u t c o n v e nir que Guillaume A p o l l i n a i r e madriga-l i s e souvent avec t a l e n t dans ses vers amoureux. Les quatre vers s u i v a n t s des Poemes a Lou expriment un sentiment p l u s f o r t , mais e s t - c e l a forme ou l e c h o i x des mots? I l s nous semblent b i e n pre^s d ' e t r e prosa'iques: Sans n o u v e l l e s de t o ! j e s u i s desespere Que f a i s - t u j e v o u d r a i s une l e t t r e demain Le jour s ' e s t assombri q u ' i l devienne dore E t t r i s t e m e n t ma Lou je te b a i s e l a main A p o l l i n a i r e e t a i t - i l vraiment "desespere" d'etre sans nou-v e l l e s ? Oui, et nous l e savons puisque l e s i l e n c e de son 1 5 amie l u i donne des Idees de s u i c i d e . Cependant, comme ces ver s nous l a i s s e n t calmes! I I y a b i e n p l u s de p a s s i o n exprimee dans l e poeme i+o "C'est 1 ' h i v e r " des Poemes a Lou dont nous avons deja. p a r l e et dans ces v e r s e t r a n g e s : C'est pour n o t r e bonheur que je me prepare a l a mort C'est pour n o t r e bonheur que dans l a v i e j'espere encor C'est pour n o t r e bonheur que l u t t e n t l e s armees Le poeme "Sanglot" de I I y a e s t a u s s i emouvant: Mon pauvre coeur mon coeur b r i s e P a r e i l au coeur de tous l e s horames E s t mort d'amour ou c ' e s t tout comme E s t mort d .'amour e t l e v o i c i A r r a c hez done l e v 6 t r e a u s s i L a i s s o n s t o u t aux morts Et cachons nos s a n g l o t s Dans "Refus de l a colombe", c e t t e p a s s i o n , sobrement e x p r i -mee, r e j o i n t l a cruaute: S i l a colombe poignardee Saigne encore de ses r e f u s J'en plume l e s a i l e s 1'idee Et l e poeme que t u fus Calllgrammes T o u t e f o i s c ' e s t encore du r e c u e i l des Poemes a Lou, ("mes m e i l l e u r s poemes depuis l a guerre," e c r i v a i t A p o l l i n a i r e a 16 L o u i s e F a u r e - F a v i e r ) , q u ' i l f a u t r e t i r e r l e s v i f s a ccents, l a b r u l u r e du s t y l e q u i haussent p a r f o i s l e poete au-dessus de lui-meme et l ' e c a r t e n t en t o u t cas du sentiment un peu c o n v e n t i o n n e l et du s t y l e p a r f o i s mievre et j o l i de c e r t a i n s v e r s d'amour. R i e n de t e l dans "Je t'adore mon Lou" ou 1'image kl de Lou se r e f l e t e en t o u t o b j e t : Mes songes te ressemblent Je regarde t a photo t u es 1'univers e n t i e r J'allume une a l l u m e t t e e t v o i s t a chevelure Tu es pour moi l a v i e cependant q u ' e l l e dure E t t u es l ' a v e n i r et mon e t e r n i t e Melee de j o i e e t d'inquietude, d'extase et d ' e n f a n t i l l a g e s , de t o r t u r e et de p a t i e n c e , t e l l e e s t l a p a s s i o n du poete dans presque tous l e s poemes a Lou. 42 f . ) L'Erotisme Mais i l est tine autre forme de p a s s i o n dont i l f a u t par-l e r dans une etude q u i analyse l a p o e s i e amoureuse de Guillaume A p o l l i n a i r e . Cette p a s s i o n , l e poete l ' a a u s s i eprouvee, chantee, et e l l e l u i a i n s p i r e quelques-uns de ses p l u s beaux a c c e n t s . I I s ' a g i t i c i de l a p a s s i o n c h a r n e l l e et de l ' e r o t i s m e . Un poete de grand t a l e n t , et souvent d i s c i p l e de n o t r e poete, Rene-Guy Cadou, a consacre un ouvrage i n t e r e s s a n t a c e t t e forme importante de l a p o e s i e d ' A p o l l i n a i r e . Nous l i s o n s dans son l i v r e : " A p o l l i n a i r e s ' i n c r u s t e dans l ' e r o t i s m e comme un Ber-nard- 1 'Ermite dans sa c o q u i l l e . I I l e d i g e r e lentement, 1'in-corpore a sa propre substance, en f a i t un sue, une seve, un sang v i r i l q u i donne a. l a p o e s i e sa chaleur et son rayonne-17 ment. A p o l l i n a i r e est e r o t i q u e par n e c e s s i t e . " I I semble, en e f f e t , que l ' e r o t i s m e f a s s e p a r t i e du temperament p r o f o n d du poete et que c e t erotisme a t t e i g n e meme p a r f o i s une forme aigue qui a f a i t condamner c e r t a i n s poemes a. l ' E n f e r " de l a 18 B i b l i o t h e q u e N a t i o n a l e . Les poemes a Madeleine et l e s poemes a Lou en apportent maints temoignages. Une note d'Andre Rouveyre sur I'amour q u ' A p o l l i n a i r e r e s s e n t a i t pour Lou nous en f a i t mieux comprendre l a nature. Rouveyre y r e -trouve " l e s confidences i l l i m i t e e s d'une c o n f i a n c e , d'une k3 araitie cynique, ou r i e n de l e u r s e v e n t u e l l e s aventures et de l e u r s procedes l i b e r t i n s et p a s s i o n e l s ne d e v r a i t desormais r e s t e r s e c r e t e n t r e eux, mais b i e n au c o n t r a i r e a p p o r t e r de 1 'un a. 1'autre un n l h i l i s m e s e n t i m e n t a l p l u s accuse et une 1 9 i r r i t a t i o n faunesque p l u s ardente." E^. cependant, par l a magie du s t y l e , c e r t a i n s de ces vers a t t e i g n e n t une s o r t e de noblesse jusque dans 1'amour e n a m e l l e p l u s b r u t a l . I I semble que l a s i n c e r i t y du po&te l ' a i d e a garder l e charme e t l a grace de son a r t au m i l i e u des pseudo-e n f e r s . Tantot c ' e s t 1'amante q u i se transforme sous l e v o u l o i r de son amant: Mon amour c'est seulement ton bonheur E t t o n bonheur c ' e s t seulement ma volonti© Ton amour d o i t §tre passionne de douleur "Mon Lou j e veux te r e p a r l e r " , Poemes a Lou E t Lou d e v i e n t un f r u i t , comparaison q u i p o u r r a i t e t r e banale et ne l ' e s t p o i n t a cause du choix des mots: Tes s e i n s ont l e gout p f i l e des k a k i s et des f i g u e s de b a r b a r i e Hanches f r u i t s c o n f i t s Remarquables sont l e s v e r s du poeme "Mon t r e s cher p e t i t Lou" q u i passent en revue avec f e r v e u r toutes l e s graces du corps de Lou et composent a i n s i une t r e s b e l l e l i t a n i e d'amour. Nous trouvons quelques beaux vers passionnes a u s s i dans "Qui chante pour Lou": kk Je v o u d r a i s que t u s o i s l a n u i t pour nous aimer dans ces tenebres Je v o u d r a i s que tu s o i s ma v i e pour e t r e par t o i s e u l e Le c e l d b r e poeme ou A p o l l i n a i r e invoque avec une s e n s u a l i t y i n t e n s e et calme sa " J o l i e b i z a r r e enfant c h e r i e " e st un chef-d'oeuvre dans ce genre. Le rythme d ' i n c a n t a t i o n , l e l e i t m o t i v , et l a nouveaute des metaphores l e rendent i n o u b l i a b l e : J o l i e b i z a r r e enfant c h e r i e Je goute t a bouche, t a bouche sorbet a l a rose Je l a - g o u t e doucement Comme u n . K h a l i f e a t t e n d a n t avec mepris l e s c r o i s e s Tout en vouant a. Lou ces ardeur s , A p o l l i n a i r e ne n e g l i g e a i t p o i n t Madeleine, s a f i a n c e e et l e s poemes s e c r e t s adresses a e l l e scrtrauss.i v i b r a n t s d ' e r o t i q u e amour, p a r f o i s assez b i -zarrement exprime s: Ma bouche aura des ardeurs de gehenne Mon amour ma bouche s e r a une armee c o n t r e t o i Une armee p l e i n e de d i s p a r a t e s V a r i e e comme un enchanteur q u i s a i t v a r i e r ses metamorphoses "Quatrieme poeme s e c r e t " , Poemes a. Madeleine L'evoquee e s t un " j a r d i n d'ete", comme 1 ' e t a i t Lou: Les f r u i t s de t a p o i t r i n e murissent pour moi l e u r douceur 0 mon ve r g e r parfume "Le onzieme poeme s e c r e t " va p l u s l o i n encore dans 1'erotisms sans a j o u t e r de nuance n o u v e l l e a l ' e g a r d du genie du poete, sinon ce s o u c i du f o y e r et des enfants, s o u c i q u i commengait ij-5 a §tre l e s i e n mais q u i semble i n a t t e n d u a l a f i n d'un t e l poeme: Je t'adore A r c h i t e c t e et t o i adore l e b a t i s s e u r du pont Sur l e q u e l comme sur c e l u i d'Avignon t o u t l e monde dansera en rond Nous-memes 6 Madeleine nos enfants a u s s i et a u s s i nos p e t i t s - e n f a n t s Jusqu'a l a f i n des s i e c l e s Les deux m e i l l e u r s poemes nous semblent e t r e l e s "Neuf p o r t e s de ton co r p s " e t "Le deuxieme poeme s e c r e t " . Le ton presque r e l i g i e u x des vers et des strophes, l e l e n t derouleraent du cantique amoureux en f o n t deux chefs-d'oeuvre. I c i , l e poete es t s i n c e r e et p l u s a l ' a i s e que dans c e r t a i n s de ses autres po&mes e r o t i q u e s s i souvent r e m p l i s de graces sentiraentales. L'erotisme d ' A p o l l i n a i r e e s t done rareraent l i b e r t i -nage g r o s s i e r ou p l a i s a n t e r i e v u l g a i r e . Ses accords de mu-sique et de tendre complainte, son a c c e n t t r e s souvent p r o -fondement mystique l u i communiquent une beaute, une purete qui sont c e l l e s de l ' a r t acheve. Du r e s t e pourquoi nous e v e r t u e r a. defendre i c i A p o l l i -n a i r e ? N ' a - t - i l pas deja. repondu a toutes l e s c r i t i q u e s qu'on p o u r r a i t l u i a d r e s s e r a ce s u j e t dans son poeme a Lou, "Parce que t u m'as p a r l e de v i c e " : Tu m'as p a r l e de v i c e en t a l e t t r e d ' h l e r Le v i c e n'entre pas dans l e s amours sublimes Qu'importe q u ' e s s o u f l e s muets bouches ouvertes A i n s i que deux canons tombes de l e u r a f f u t B r i s e s de trop s'aimer nos corps r e s t e n t i n e r t e Notre amour r e s t e r a b i e n t o u j o u r s ce q u ' i l f u t E n n o b l i s s o n s mon coeur 1'imagination La pauvre humanite b i e n souvent n'en a guere Le v i c e en tout c e l a n'est qu'une i l l u s i o n Qui ne trompe jamais que l e s &mes v u l g a i r e s kl References 1 V i c t o r Hugo, "Reponse a un acte d•accusation", Les Contempla-t i o n s , v o l . I, P a r i s , Hachette, 1922. 2 I b i d . , "Preface". 3 A p o l l i n a i r e , Oeuvres poetiques, ( B i b l i o t h e q u e de l a P l e i a d e , no 121.) ed. par Marcel Adema et Michel Decaudin, P a r i s , G a l l i m a r d , 1956, p. x l i v . IL Marceline Desbordes-Valmore, "Les roses de Saadi", ^euvres  poetiques, E a r l s , Lemerre, 1922. 5 Georges Emmanuel C l a n c i e r , Panorama c r i t i q u e de Rimbaud au  surrealisme, P a r i s , Seghers, 1953, p. 277. 6 A p o l l i n a i r e , l e t t r e a Andre B i l l y , a v r i l 1918, op. c i t . p.1070. 7 I b i d . , p. 1106. 8 I b i d . , p. 1121. 9 I b i d . , p. 10lj.3. 10 "Preface" des E p i n g l e s , ed. des Cahiers L i b r e s , P a r i s , 1928, p. 18. 11 Loc. c i t . 12 Andre B i l l y , Poetes d'aujourd'hui: Guillaume A p o l l i n a i r e , P a r i s , Seghers, 19k7, p. 69. 13 Andre Rouveyre, Amour et poesie d ' A p o l l i n a i r e , P a r i s , S e u i l , 1955, P. 231. ILL Cf. l a "Chanson du Mal-Aime", A p o l l i n i a r e , Oeuvres poetiques, p. k6. 15 Rouveyre, op. c i t . , 21k. 16 A p o l l i n a i r e , l e t t r e a Louise Paure-Pavier, p. 1117. 17 Rene-Guy Cadou, Guillaume A p o l l i n a i r e : ou l ' a r t i l l e u r de Metz, Nantes, C h i f f o l e a u , 19k8, P. 26.'. 18 A p o l l i n a i r e c o l l a b o r e a. 1'icono-bio-bibliographie d e s c r i p t i v e , c r i t i q u e et raisonnee de tous l e s ouvrages ero t i q u e s et ob-scenes conserves a l a reserve de l a B i b l i o t h e q u e N a t i o n a l e . 19 Andre Rouveyre, Guillaume A p o l l i n a i r e , P a r i s , G a l l i m a r d , 1933, p. 183. C h a p i t r e I I : A CHAQUE MUSE SA POESIE Le ton des vers change, i l e s t v r a i , s e l o n l ' o b j e t des amours. Pour s u i v r e l e po£te et sa p o e s i e en l e u r s meandres sentimentaux, sans doute e s t - i l n e c e s s a i r e de r e v o i r , au moins rapidement, l e s tendres passantes dans son e x i s t e n c e : nous evo-querons done un i n s t a n t L i n d a , Annie, Yvonne, Marie, Lou,Ma-d e l e i n e et J a c q u e l i n e , l a " j o l i e rousse", q u i f u t 1'elue de-f i n i t i v e , l'epouse et q u i , t o u j o u r s en v i e , v e i l l e sur l a me-moir e de Guillaume. C'est en aout 1900 que (.Guillaume A p o l l i n a i r e semble a v o i r r encontre ses premieres amours. Auparavant, i l y a v a i t eu l a breve i n t r i g u e de S t a v e l o t avec Marie A u b i e r , f i l l e d'un c a f e -t i e r de l a p l a c e de Vinove. I I compose pour e l l e de nombreux poemes dont beaucoup seront perdus. P u i s s u r v i n t son amour pour L i n d a Molina da S i l v a , dont i l f r e q u e n t a i t l a f a m i l i e . L i n d a donnait a Guillaume de l ' a m i t i e mais n u l amour, e t e l l e sem-b l a i t embarrassee de l a p a s s i o n q u ' i l l u i o f f r a i t , ne pou-vant l u i repondre autrement que d'amitie et n'aimant p o i n t f a i r e s o u f f r i r . Le nom de c e t t e g r a c i e u s e a p p a r i t i o n perdue dans un l o i n -t a i n q u i ressemble presque encore a. ce "Vert p a r a d i s des amours e n f a n t i n e s " que chante B a u d e l a i r e , i l l ' e c r i t dans tous l e s sens en un texte que l ' o n peut l i r e dans l e s Poemes Retrouves. k-9 L i n d a I l n d a N i l d a I n d i a I n d a l L n i d a C'est un amour i m a g i n a t i f , un amour "precur.g'eaiir" des amours a v e n i r et sans doute assez l i t t e r a i r e en ses r e m i n i s -cences, mais deja. I'on re t r o u v e i c i presque tout A p o l l i n a i r e et 1 ' e s s e n t i e l de ses vers amoureux. I c i nous l e voyons jouant avec l e nom de 1'aimee: L'ombre de l a t r e s douce e s t evoquee i c i "Tndolente et jouant un a i r d o l e n t a u s s i Nocturne ou l i e d mineur q u i f a i t pamer son ame Dans l'ombre ou ses longs d o i g t s f o n t mourir une gamme Au piano q u i g e i n t comme une pauvre femme Ces a c r o s t i c h e s annoncent ceux, t r e s nombreux, q u ' i l f e r a p l u s t a r d pour Lou. Le poeme "Carcassonne", deja c i t e p l u s haut, c o n t i e n t de 1 ' i r o n i e , du romantisme et semble r a p p e l l e r un peu B a u d e l a i r e : La Tres Douce... l a toujours B e l l e ... L'Adorable... l a Tres Bonne... " V i l l e presque morte", I I y a L'on se souvient des vers b a u d e l a i r i e n s : Que d i r a s - t u ce s o i r , pauvre ame s o l i t a i r e , Que d i r a s - t u mon coeur, coeur a u t r e f o i s f l e t r i A l a t r e s b e l l e , a l a t r e s bonne, a. l a t r e s chere Dont l e re g a r d d i v i n t ' a soudain r e f l e u r i Les P l e u r s du Mal, XLIV Dans "Lorsque vous p a r t i r e z " , ( I I y a) c e t t e "Madone au 5 0 n o n c h a l o i r " r a p p e l l e "Le. Ba l c o n " de B a u d e l a i r e p a r l e rythme de c e t t e strophe au l e i t m o t i v melodieux: Madone au n o n c h a l o i r , l o r s q u e vous p a r t i r e z , Tout p a r i e r a de vous, meme l a f e u i l l e morte, Sauf vous q u i femme et mobile comme l a p o r t e Avant l e premier s o i r de danse m'oublierez, Madone au n o n c h a l o i r , l o r s q u e vous p a r t i r e z . I I e x i s t e beaucoup de remin i s c e n c e s symbolistes a u s s i dans " T i e r c e rime pour v o t r e ame", I I y a: Votre ame e s t un parfurn s u b t i l dans une armoire, Votre ame e s t un b a i s e r que je n ' a u r a i jamais, Votre ame est un l a c b l e u que n u l autan ne moire; Comment ne pas se souvenir i c i de ces vers de V e r l a i n e : " " V o t r e ame e s t uns paysage c h o i s i / Que vont charmant masques et ber-gamasques"?"'Et n'oublions pas A l b e r t Samain q u i a e c r i t : "Mon ame e s t une i n f a n t e en robe de parade..." E n f i n 1'ombre de Ronsard et c e l l e de C o r n e i l l e se p r o f i l e n t sur l e s "Adieux" (II y a ) . Ronsard a e c r i t son cel&bre : sonnet pour Helene: "Quand vous sere z b i e n v i e i l l e , s o i r , a l a c h a n d e l l e . " E t C o r n e i l l e a i n s i n u e a. " c e l l e q u i l e t r o u v a i t t r o p v i e u x " ( c ' e t a i t l a Marquise du P a r e ) : "Souvenez-vous qu'a mon age/ Vous ne vaudrez guere mieux..." De meme, A p o l l i n a i r e d e c l a r e : Lorsque grace aux printemps vous ne serez p l u s b e l l e , V i e i l l o t t e • g r o s s e ou maigre avec des yeux mechants, Mere gigogne grave en qui r i e n ne r a p p e l l e La f i l l e aux t r a i t s d ' i n f a n t e immortelle en mes chants. "Vous sere z au f o y e r une v i e i l l e accroupie'£" { d i s a i t Ronsard. E t v o i c i maintenant chez Guillaume un echo d ' o r g u e i l c o r -5 1 n e l i e n : II r e v i e n d r a p a r f o i s dans v o t r e ame qui&te Un souvenir de moi d i f f e r e n t d'aujourd'hui Car l e temps g l o r i e u x donne aux p l u s l a i d s poetes La beaute q u ' i l s c h e r chaient cependant que par l u i "Adieux", I I y a Et C o r n e i l l e t e r m i n a i t de l a meme fagon ses f i b r e s s u p p l i -c a t i o n s : Songez-y, b e l l e marquise, Quoiqu'un g r i s o n f a s s e e f f r o i , I I vaut b i e n qu'on l e Courtises© Quand i l e s t f a i t comme moi. Mai s c e l l e que Guillaume a p p e l a i t "Linda l a zezeyante" d i s p a r a l t dans l e s brumes des s o u v e n i r s : l e regne d'Annie Playden est a r r i v e . C e l l e - c i e t a i t l a gouvernante a n g l a i s e de l a jeune G a b r i e l l e de Milhau. A p o l l i n a i r e e t a i t engage comme pr e c e p t e u r pour c e t t e m£me e l e v e . I I tomba t r e s v i t e amoureux d'Annie, f u t sans doute encourage au debut, mais ses fagons, p a r f o i s un peu b r u t a l e s , choquerent quelque peu l e s p r i n c i p e s p u r i t a i n s de l a jeune A n g l a i s e . Repousse et de-p i t e , l e podte prend des vacances et p a r c o u r t 1'Allemagne e t l ' A u t r i c h e . I I e c r i t " L ' E l e g i e du Voyageur aux pieds b l e s s e s " ( I I y a) ou l ' o n r e n c o n t r e quelques a l l u s i o n s amdres: Au boIs t u n'as p o i n t vu de faunes; Des nymphes t u n'eus pas l'aumone D'un i r i s b l e u , d'un i r i s jaune. I I r e n c o n t r e en Prance, s'eprend d'Yvonne, s a jeune v o i -s i n e de l a rue de Naples a q u i i l a d r e s s e des e p l t r e s rlmees. 5 2 Notamment, c e t t e " c a r t e p o s t a l e " p u b l i e e dans l e s Poemes I n e d i t s : Les l i l a s m i - f l e u r i s sont deja. parfumes Des l a n t e r n e s au l o i n semblent des yeux aimes 0 mon ame amoureuse aujourd'hui t u d e f a i l l e s Au pare c r e p u s c u l a i r e et m o u i l l e de V e r s a i l l e s D'autres v e r s sont accompagnes de notes amusantes. "Aujourd^hui, de cfinq a s i x heures, s u i v i l a v o i s i n e d i v i n e . Pas ose l u i 1 donner l e s vers f a i t s h i e r . " ( J o u r n a l , lij. a v r i l 1903). Ces vers comparent l e nouvel amour, Yvonne, a l a fee Melusine e t c ' e s t deja. un premier i n d i c e du gout d ' A p o l l i n a i r e pour l e deguisement, l e depaysement des legendes; Tremblante et s a u t i l l a n t e 6 vous l ' o i s e l l e etrange Vos cheveux f e u i l l e s mortes apres l a vendange Madone d'autorane et des printemps fabuleux Une fee a u t r e f o i s s ' a p p e l a i t Melusine Etes-vous Melusine 6 f e e 8 ma v o i s i n e ? "Po&me a Yvonne", Le Guetteur melancolique Autre n o t a t i o n , a u t r e poeme. "Vendredi S a i n t ete a l a f e -n e t r e . Prongais s o u r c i l s a cause s o l e i l , ma v o i s i n e a r i p u i s : 'Ne vous f&chez pas s i je r i s j ' Nous sommes s o r t i s 2 ensemble au b o i s . " ( J o u r n a l , 27 a v r i l 1903). E t deja l e poeme compare Yvonne a un verger, comparaison q u ' i l a p p l i -quera p l u s t a r d a. Lou et a Madeleine: "Vous etes un verger p l e i n de t e n t a t i o n . . . " et l a "LettrewPoeme" f a i t e t a t des "Beaux f r u i t s defendus/ P a r a d i s perdu..." du Guetteur melan-c o l i q u e . I I n'y a u r a i t pas l i e u de nous a t t a r d e r trop longtemps 5 3 t r o p longteraps sur ce qu'on a p p e l l e r a i t de nos j o u r s "un f l i r t " , sur cet amour d'une f e n e t r e a 1'autre. Pourtant dans c e t t e tendresse du genre Mimi Pinson ou Jenny l ' o u v r i d r e , i l semble q u ' A p o l l i n a i r e se montre sous un j o u r quelque peu nouveau t o u t en conservant l e s nuances h a b i t u e l l e s de ses v e r s amoureux. Cette i d y l l e f u t ©phemere et l e s o u v e n i r d'Annie r e s t a i t au coeur du poete. E l l e e t a i t retournee dans sa p a t r i e d ' o r i -g i n e ; 1 ' A n g l e t e r r e . Tenace, A p o l l i n a i r e 1'y r e j o i g n i t en No-vembre 1903, p u i s en mai 1901L. A ce moment, i l l u i propose de l ' e n l e v e r s i ses parents ne consentent pas au mariage, mais Annie econduit e n f i n son s o u p i r a n t , p a r t e n s u i t e pour l'Ame-r i q u e e t v o i c i venue l a s a i s o n de l a p a s s i o n amere et de l a "Chanson du Mal-Aime". T e r r i b l e et m e r v e i l l e u x poeme. C e l u i -c i a p p a r t i e n t vraiment a son auteur. S ' i l y a des remi-n i s c e n c e s , e l l e s sont r e c o u v e r t e s de ..fmdsaiques b i g a r r e e s , de musiques j u s t e s et purement " a p o l l i n a i r i e n n e s " . Par a i l l e u r s , une s i n c e r i t y v i o l e n t e semble p o r t e r ce l o n g poeme t e l un f l o t d'une r i v e a. 1'autre. Le beau n a v i r e de l a memoire dans l a Chanson nous r a p p e l l e l e "Bateau i v r e " , mais A p o l l i n a i r e a d o u c i t l a r e v o l t e v i o l e n t e de Rimbaud. Le poete accepte 1 • i m p o s s i b i l i t e , l a f a u s s e t e de I'amour. I I s a i t que I'amour, l a f i d e l i t e n ' e x i s t e n t p l u s que dans l e s mythes d'antan. 5k Mon beau n a v i r e 6 ma memoire Avons-nous assez navigue Dans une onde mauvaise a b o i r e Avons-nous assez divague De l a b e l l e aube au t r i s t e s o i r La haine et 1'amour se re n c o n t r e n t en son coeur et au cours de c e t t e promenade en eau n o i r e , c'est l ' o r a i s o n funebre d'Annie: Adieux f a u x amour confondu Avec l a femme q u i s ' e l o i g n s Avec c e l l e que j ' a i perdue L«annee d e r n i e r e en Allemagne Et que j e ne r e v e r r a i p l u s Mais l e s tombes d'amour l e s p l u s profondes, l e s mieux c r e u -sees l a i s s e n t p l a c e q u e l q u e f o i s a 1'espo i r d'un fant6me. Com-ment c r o i r e que tout e s t f i n i : Mais en v e r i t e j e 1'attends Avec mon coeur avec mon ame E t sur l e poht des RevienS-t*en S i jamais r e v i e n t c e t t e femme Je l u i d i r a i Je s u i s content Grflces s o i e n t rendues a l a c r u e l l e Annie pour a v o i r ete 1© c a t a l y s e u r de ce chef-d'oeuvre I Mais nous 1'avons vu d e j a , l e coeur d ' A p o l l i n a i r e r e -n a i s s a i t assez aisement de ses cendres, et v o i c i qu'en 1907 "au m i r a c u l e u x mois de mal", comme chante H e n r i Heine, A p o l l i -n a i r e rencontre l e p e i n t r e Marie L a u r e n c i n . P i c a s s o , grand ami de Guillaume, est a l ' o r i g i n e de l a re n c o n t r e , q u i eut l i e u chez l e marchand de ta b l e a u x C l o v i s Sagot. Guillaume d e v i e n t amoureux de Marie e t prepare avec e l l e l a m y s t i f i c a t i o n des poemes de L o u i s e Lalanne, parus dans l a revue Les Marges en 55 mars 1909. "Marie, e c r i t Andre Rouveyre, a v a i t partage sa v i e d ' a r t i s t e a l o r s q u ' e l l e se f o r m a i t , se d e t e r m i n a i t , a l o r s que 1'incendie A p o l l i n a i r e c o u v a i t et se p r e c i s a i t a P a r i s . . . Apres Marie, l e s a u t r e s femmes, ce n ' e t a i t , ne d e v a i t p l u s 3 e t r e , ne s e r a i t jamais p l u s r i e n de comparable." Les a c c e n t s de ses poemes pour Marie sont en e f f e t t r e s p a r t i c u l i e r s . Nous avons examine dejd l ' e r o t i s m e du poete q u i se manifesto s u r t o u t a l ' e g a r d de Lou e t de Madeleine. I I y p o r t e l e gout de l a c o e r c i t i o n , du sarcasme, v o i r e du saccage. R i e n de semblable dans l e cas de Marie. " I I y m e t t a i t en sommeil, d i t A. Rouveyre, tout ce q u ' i l a v a i t d ' i m p e r a t i f , de c o r r e c t e u r , de v i o l e n t p a r f o i s dans son c a r a c t e r e et dans k sa v i e . " En e f f e t , ces vers ne comportent n u l l e t r a c e de r e s s e n -timent, de rancoeur, m§me apres l a r u p t u r e . A p o l l i n a i r e garde une c e r t a i n e pudeur en ses e v o c a t i o n s e t l e s poemes en gene-r a l r e f l e t e n t p l u s de melancolique s e n s i b i l i t e que de r e g r e t s l u x u r i e u x ou de c r i s c h a r n e l s . Pour a p p r e c i e r c e l a on n'a qu'a r e l i r e l e s c o u r t e s p i e c e s de son Vitam impendere amori. L'amour i c i e s t f a i t s u r t o u t de t e n d r e s s e . I I nous montre un c6te a f f e c t u e u x e t s e r a i - i d y l l i q u e , qui a u s s i f a i t p a r t i e du temperament d ' A p o l l i n a i r e . Le poete i n d i q u e cependant l e drame obscur de l e u r s araes s o u f f r a n t d'un malentendu p e r p e t u e l : 56 Tu n'as pas s u r p r i s mon s e c r e t De j a l l e -c-Ortbg^ es 1 avance Mais i l nous r e s t e l e r e g r e t De n'§tre pas de connivence Vitam impendere amori Nous trouvons dans l e meme r e c u e i l l a d i s c r e t e a l l u s i o n a l a grande p l a c e tenue par l'ombre aimee: Dans l e c r e p u s c u l e fane Ou p l u s i e u r s amours se bousculent Ton souvenir g i t enchalne L o i n de nos ombres q u i r e c u l e n t La c h a i n s s'use m a i l l e a m a i l l e Ton souvenir r i a n t de nous S ' e n f u i t I'entends-tu q u i nous r a i l l e E t j e retombe a t e s genoux C'est a Marie L a u r e n c i n encore que l e poete consacre l e s strophes melodieuses e t graves du "Pont Mirabeau" ( A l c o o l s ) . R i e n de c h a r n e l dans ce d e s e s p o i r j l e coeur pourtant est de-c h i r e e t l a r u p t u r e . s ' e t e r n i s e , evoquant l e s adieux de ceux q u i s'aiment malgre tout ce qui l e s separe, de ceux q u i se • se-parent cent f o i s et r e v i e n n e n t sur l e u r s pas pour un d e r n i e r r e g a r d : Les mains dans l e s mains r e s t o n s f a c e a. face Tandis que sous Le pont de nos bras passe Des e t e r n e l s regards l'onde s i l a s s e Poeme s i humain dans sa f a i b l e s s e s e n s i b l e . Marie L a u r e n c i n s ' e t a i t mariee, e l o i g n e e . A p o l l i n a i r e semble e s p e r e r , et c e t t e f o i s avec un peu de rancune et une 57 s o r t e de sourde m a l e d i c t i o n , que l a "colombe poignardee"... "saigne encore de ses r e f u s " . E t i l a j o u t e , e p a r p i l l a n t l e s s o u v e n i r s comme des f l o c o n s de n e i g e : J'en plume l e s a i l e s l ' i d e e E t l e poeme que t u f u s "Refus de l a Colombe", Calligrammes A i n s i Guillaume b r u l a i t ;,.tristement ce q u ' i l a v a i t longuement adore. En septerabre 191kj A p o l l i n a i r e r e n c o n t r e une "flamme dan-sant sur l a p l a c e Massena^"Louise de C o l i g n y - C h a t i l l o n . C e l l e -c i semble s ' e t r e rendue en decembre, mais e l l e se detache v i t e du poete q u i l u i dedie l e s poemes ardents et t r i s t e s que nous avons examines deja. en p a r t i e . En J a v i e r 1915, a l o r s q u ' i l r e j o i g n i t son regiment a. Nlmes, A p o l l i n a i r e , e t a l a n t son "coeur innombrable^" r e n c o n t r e dans l e t r a i n e n t r e Nice et M a r s e i l l e , Madeleine Pages et l u i f a i t l a cour. Le debut de sa correspondance avec Madeleine c o i n c i d e avec l e d e c l i n de sa l i a i s o n avec c e l l e q u ' i l a p p e l l e Lou. Pendant un temps, i l menera l e s deux amours de compagnie. Lou, c ' e s t 1 ' a t t r a c t i o n quelque peu maudite, c ' e s t 1'attirante s o r c e l l e r i e , c ' e s t "1'enfant-demone" h a b i l e aux jeux d'amour e t c a p r i e i e u s e en ses p l a i s i r s . Sans doute e s t -ce un peu a cause d ' e l l e q u ' i l presse son engagement dans l'armee. Tout l u i r a p p e l l e sa p a s s i o n et c e l l e q u i l ' I n s p i r e : 58 Je pense a t o i mon Lou t o n coeur est ma caserne Mes sens sont tes chevaux ton s o u v e n i r e s t ma l u z e r n e "Je pense a t o i " , Poemes a Lou Un I n s t a n t , 1'amour de l a Prance p a r a i t l e d i s t r a i r e de sa p e i n e : Je t i r e ma p i p e l i b r e e t f i e r parmi mes camerades l i s o b e i s s e n t avec moi aux l o i s de 1'homme l i s r e g a r d e n t sur Je s ro u t e s l e s femmes qui passent l i s l e s d e s i r e n t mais moi j ' a i des p l u s hautes amours Qui regnent sur mon coeur mes sens et mon ocerveau E t q u i sont ma p a t r i e ma f a m i l i e e t mon esperence A moi s o l d a t amoureux s o l d a t de l a douce Prance "La fumee de l a c a n t i n e " , Poemes a Lou Mais t r e s v i t e i l e s t r e p r i s par sa h a n t i s e e t l e s images q u ' i l evoque sont presque t o u t e s voluptueuses: Un monsieur pres de moi mange une g l a c e blanche Je songe au gout de t a c h a i r e t je songe a. t e s hanches "Je t'adore mon Lou", Poemes a Lou E t p l u s l o i n dans "Guirlande de Lou", nous l i s o n s : E t l e s yeux fermes je r e s p i r a i s l e s h e l i o t r o p e s de tes veines De meme q u ' a u t r e f o i s a. L i n d a , i l promet maintenant a. Lou l ' o r g u e i l durable d ' a v o i r connu l'amour d'un grand poete: "Tout passe l a s s e e t casse", d i t - i l , p a r o d i a n t l e v e r s 5 c e l e b r e q u ' i l i m i t e a i l l e u r s . E t quand t u seras v i e i l l e 8 ma jeune beaute Lorsque 1 ' h i v e r v i e n d r a apr£s t o n b e i ete Lorsque mon nom s e r a repandu sur l a t e r r e En entendant nommer Guillaume A p o l l i n a i r e 59 Tu d i r a s I I m'aimait e t t'enorgue111eras A l l o n s ouvre t o n coeur Tu m !as ouvert tes bras " T r a i n m i l i t a i r e " , Poemes a Lou I I medite pour c e t t e Lou i n f e r n a l e des s u p p l i c e s dignes de 1'Orient et p u i s se lamente avec une s i m p l i c i t e assez emouvante: 0 ma Lou t e s grands yeux e t a i e n t mes s e u l s copains N«ai-je pas t o u t perdu puisque mon Lou m'oublie "Ma Lou j e c o u c h e r a i " , Poemes a. Lou Nous avons egrene d e j a avec l e poete envotite l e s e t r a n -ges l i t a n i e s c h a r n e l l e s q u ' i l consacre a. Lou.II e s t c e r t a i n qu'une vaste d i s t a n c e separe c e t t e q u a l i t e d'amour de c e l l e q u ' i l donnait a. Marie. Mais Madeleine Pag&s d e j a r e p o n d a i t a. ses l e t t r e s et b i e n t o t e l l e a l i a i t d e v e n i r sa f i a n c e e . P l u s proche de l ' o f f r a n d e a Lou que d'aucune autre o f f -rande l e s vers q u i s'envolent v e r s Madeleine, vers sentimen-taux sans doute mais s u r t o u t s e n s u e l s . P o u r s u i v i par l'ombre de l a mort, l e poete se j e t t e v e r s l a v i e avec p l u s d'en-thousiasme, p l u s d'ardeur encore. II a v a i t demande a Lou l'empreinte de son doigt pour l u i o f f r i r une bague f a i t e "dans un metal d ' e f f r o i , " p r e s e n t h a b i -t u e l des s o l d a t s . Madeleine a u s s i aura sa bague: 60 Vous m'attendez ayant aux d o i g t s De pauvres bagues en aluminium p a l e comme 1'absence E t t endre comme l e souvenir Metal de n o t r e amour metal semblable a l'aube "A Madeleine.!!, Poemes a. Madeleine Nous avons vu comment "Les neuf p o r t e s de t o n corps" e t tous l e s autres "po&mes s e c r e t s " r e f l e t e n t une p a s s i o n e r o t i q u e , a u s s i v i v e que l e s l i t a n i e s psalmodiees pour l a " j o l i e b i z a r r e enfant c h e r i e " . La t o n peut nous etonner en p a r t i e car Lou e t a i t l a malt-r e s s e h a b i l e e t p a r f o i s cynique, t a n d i s que Madeleine e s t l a f i a n c e e . Or, i l en e x a l t e intensement et sans retenue l e s graces s e c r e t e s . I I semble l a p r e p a r e r de maniere t a n t s o i t peu e f f r a y a n t e aux f e t e s de l a c h a i r : T o i dont j e r e p a n d r a i l e sang gr&ce a 1'amour 6 ma vi e r g e q u i allumes l a lampe Ouis l e c r i t e r r i b l e de l a tempete qui t e secoue mon beau v a i s s e a u "Le t r o i s i e m e poeme s e c r e t " , Poemes a Madeleine Cependant, Madeleine n ' e s t pas, e l l e , l a "rose a t r o c e " , e l l e est "1'oiseau b l e u " et sans doute p u i s q u ' e l l e e s t b i e n p l u s innocente que Lou, e l l e a p p a r a i t au poete un peu comme sa c r e a t i o n : Madeleine mon cher ouvrage Que j ' a i f a i t n a l t r e brusquement V o t r e deuxierae naissance "A Madeleine", Poemes a. Madeleine 61 E t l e poete, r e c o n n a i s s a n t lui-meme, a j oute avec quelque o r g u e i l : E t j'admire mon ouvrage Evidemment i l f a u t t e n i r compte de l a s i t u a t i o n du poete a c e t t e epoque de sa v i e : i s o l e , n'ayant eu de Lou que q u e l -ques e t r e i n t e s prolongees par un jeu de 1'imagination, i l de-tourne v e r s Madeleine l e meme e x e r c i c e c e r e b r a l et s e n s u e l . Mais v o i l a . que l e ton change, s'adoucit apres son retour d'Oran ou i l e s t a l l e rendre v i s i t e a l a f a m i l l e de Madeleine. Puis tr&s v i t e c ' e s t l a b l e s s u r e et l e s t r e p a n a t i o n s . Made-l e i n e n'a d r o i t encore qu'a. quelques l e t t r e s desenchantees dont l a d e r n i e r e date du 23 novembre 1916. La revue 1 ' E v a n t a i l p u b l i e en mars 1918 "La J o l i e Rousse", poeme i n s p i r e p a r J a q u e l i n e Kolb, l a jeune femme que Guillaume epousera l e 2 mai 1918 a Sint-Thoraas-d'Aquin: V o i c i que v i e n t l ' e t e l a s a i s o n v i o l e n t e E t ma jeunesse e s t morte a i n s i que l e printemps 0 S o l e i l c ' e s t l e temps de l a R a i s o n ardente E t j ' a t t e n d s Pour l a s u i v r e t o u j o u r s l a forme noble et douce Q u ' e l l e prend a f i n que je l'aime seulement E l l e v i e n t et m ' a t t i r e a i n s i qu'un f e r l'aimant E l l e a 1'aspect charmant D'une a d o r a b l e r o u s s e Calligrammes Ce poeme q u i e s t l e testament poetique de l ' a u t e u r est a u s s i , s e m b l e - t - i l , son testament amoureux. I I n'y a p l u s i c i n i sen-s i h i l i t e ingenue, n i combat, n i menace, n i o r i s voluptueux, n i doutes m e l a n c o l i q u e s . A t r a v e r s tant d'amours d i v e r s e s , A p o l l i -62 n a i r e , a s s a g i , semble r e j o i n d r e e n f i n 1'amour i d e a l de l a ma-t u r i t y , f a i t d ' e q u i l i b r e et de grace, de douceur comprehensive et d ' a t t r a c t i o n m u t u e l l e : harmonieux amour p r e t pour l a duree et pour l ' e t e r n i t e . A i n s i se r e a l i s e pour l e poete l e r<Sve de bonheur sage deja formule dans son B e s t i a i r e ; Je souhaite dans ma maison Une femme ayant sa r a i s o n Un chat passant parmi l e s l i v r e s Des amis en toute s a i s o n Sans l e s q u e l s je ne peux pas v i v r e Mais l'heure e t a i t venue pour l u i de renoncer a l a vie q u ' i l a i m a i t t a n t , au bonheur e n f i n d e c o u v e r t . Le 9 novembre 1918, l a mort l ' a r r a c h a i t a. l ' a m i t i e comme si. 1'amour. 63 References 1 A A p o l l i n a i r e , Oeuvres p o e t i q u e s , p. 5V7. 2 LbiA., p. 5i+8. 3 Rouveyre, Amour et p o e s i e d ' A p o l l i n a i r e , p. l83. IL L O C . c i t . 5 Vide supra, p. 50. C h a p i t r e I I I ; ECRITE SUR L'EAU Andre Rouveyre e c r i t ces l i g n e s : "Pour A p o l l i n a i r e , q u i a v a i t passe son enfance et sa jeunesse aux bords de l a Medi-t e r r a n e e , l ' e a u , l e s grandes etendues d'eau... devaient r e s -t e r permanentes dans l e t h e a t r e de sa memoire, de son i m a g i -1 n a t i o n , de sa pensee." I I e s t c e r t a i n qu'on peut r e t r o u v e r dans l a p o e s i e d ' A p o l l i n a i r e , e t s i n g u l i e r e m e n t dans ses v e r s d'amour 1 ' i n f l u e n c e de l ' e a u , de l a mer ou des f l e u v e s . C e c i nous semble s'accorder d'une maniere i n t e r e s s a n t e avec l e s t h e o r i e s b i e n connues que l e p h i l o s o p h e Gaston Bac h e l a r d a 2 developpees dans son L'Eau e t l e s r§ves. "Les f o r c e s ima-g i n a t i v e s de n o t r e e s p r i t , d i t Bachelard, se developpent sur deux axes t r e s d i f f e r e n t s . . .On p o u r r a i t d i s t i n g u e r deux ima-g i n a t i o n s : une i m a g i n a t i o n qui donne v i e a l a cause f o r m e l l e e t une i m a g i n a t i o n q u i donne v i e a. l a cause m a t e r i e l l e . " E t l e p h i l o s o p h e ajoute p l u s l o i n q u ' i l y a des 'poetes de I'eaut, e t i l e x p l i q u e : " l '§tre voue a l ' e a u e s t un etre de v e r t i g e . I I meurt a chaque minute. Sans cesse quelque chose de s a sub-3 stance s ' e c r o u l e . . . " Nous voyons combien A p o l l i n a i r e se trouve d e f i n i par ces phrases. I l a sans cesse c e t t e douloureuse c e r t i t u d e que 1'on ne se baigne p o i n t deux f o i s dans l e meme f l e u v e , sentiment que B a c h e l a r d ^ a p p e l l e f o r t b i e n "1 ' h e r a c l i t isme." En e f f e t * qui mieux q u ' A p o l l i n a i r e eut l a douloureuse s e n s a t i o n d'etre e n t r a l n e par un f l o t changeant sans cesse? Qui s u b i t davan-tage l a f a s c i n a t i o n des eaux? La Mediterranee e n s o l e i l l e e , p u i s P a r i s e t l a Seine seront souvent evoques dans ses v e r s e t a c e t egard on n'a qu'a. penser a 1'emouvante complainte du "Pont Mirabeau". Le R h i n a u s s i 1 ' a v a i t a t t i r e e t enchante de ses f e e r i e s romantiques et de ses r u i s s e a u x e t sources. Revoyons done a ce s u j e t ses poemes d'amour. Nous voyons l e s f l o t s b l e u s de l a Mediterranee r o u l e r sous l e s e t o i l e s : Au bord de l a m e l a n c o l i e Ce f l o t mediterranean Que jamais jamais on n ' o u b l i e "RSveries sur t a venue", Poemes a Lou E t v o i c i l e R h i n : Le Rhin q u i coule un t r a i n qu i r o u l e "Un s o i r d'ete", Rhenanes " E l e g i e " dans Rhenanes re p r e n d l e theme e t l e developpe sur un autre rythme: "La maison du Rhin e t a i t s i romanesque"... Dans " M i l l e r e g r e t s " (Rhenanes) nous l i s o n s : Bon s o i r l a compagnie J'entends un b r u i t de rame Dans l a n u i t sur l e Rhin et l e coucou chanter 6!6 Chez A p o l l i n a i r e c ' e s t l e f l e u v e q u i c r e e une atmosphere de n o s t a l g i e , de p i t t o r e s q u e . Le poete se promene avec ses amours sur l e s r i v e s du f l e u v e . I I embrasse sa bien-aimee et l e s d i -v i n i t e s des eaux t r o u b l e s g l i s s e n t autour d'eux, l a n u i t tombee: La n u i t a r r i v e tout a. coup Comme 1'amour dans ces r u i n e s Du Rhin l a - b a s s o r t e n t l e cou Des niebelungs et des ondines "Crepuseule", Rhenanes Le f l e u v e e s t p l e i n de r e f l e t s f a s c i n a n t s : Pique une t e t e pour p§cher l e s p e r l e s du f l e u v e D i t v e r t qui e s t b l e u et j a u n i t q u ' i l neige ou pleuve Dans l ' e a u d ' a c i e r ton ombre te p r e c e d e r a Les vents chantent Jouhe l e s cors cornent T r a r a "Plongeon", Rhenane s E t l e s bacs du Rhin vont e t viennent "passent l a v i e e t l e t r e -pas", comme l e s gondoles de V e n i s e . Le v i s a g e de l a V i e r g e triomphe des d i v i n i t e s sombres et n e f a s t e s et se r e f l e t e aux eaux du f l e u v e : E t c ' e s t l a V i e r g e l a p l u s douce du royaume E l l e - v e c u t au bord du Rhin pieusement "La V i e r g e a l a f l e u r de h a r i c o t a. Cologne" Ce Rhin hante de lumiere e t d'ombre, nous l e trouvons magnifie par toutes ses s o r c e l l e r i e s dans l e poeme de l a "Lo-r e l e y " . La "Lore en f o l i e " e s t condamnee a d e v e n l r "Une nonne .v£tue de n o i r et b l a n c " , mais e l l e demande l a grace de monter sur l e s r o c h e r s pour se mirer une f o i s encore dans l e f l e u v e 67 m e r v e i l l e u x . E l l e y v o i t l e fantome de l'amant perdu e t se j e t t e dans l e s eaux glauques et v e r d a t r e s . . . Pour a v o i r vu dans l ' e a u l a b e l l e L o r e l e y Ses yeux couleur du Rhin ses cheveux de s o l e i l I I y a dans ces vers t o u t l e s o r t i l e g e des eaux t r o u b l e s et des t r o u b l e s p a s s i o n s . La mort de l a b e l l e L o r e l e y ne semble pas d e f i n i t i v e : d i s p a r a l t r e dans l e s eaux n'est pas raourir. B a c h e l a r d e c r i t dans L'Eau et l e s r e v e s : "Eau s i l e n c i e u s e , eau sombre, eau dormante, eau in s o n d a b l e , autant de leeons ma-t e r i e l l e s pour une m e d i t a t i o n de l a mort. Mais ce n'est pas l a legon d'une mort h e r a c l i t e e n n e , d'une mort qui nous emporte au l o i n avec l e courant, comme un courant. C'est l a l e g o n d'une mort immobile, d'une mort en profondeur, d'une mort q u i de-meure avec nous, pr&s de nous, en nous.WLe p h i l o s o p h e ajoute i c i : " I l ne f a u d r a qu'un vent du s o i r pour que l ' e a u qui s'e-t a i t tue nous p a r l e encore... i l ne f a u d r a qu'un rayon de lune, b i e n doux, b i e n p a l e , pour que l e fantome marche a nouveau sur l e s f l o t s . " Dans Calligrammes se t r o u v e l a fameuse "Lettre-Ocean" ou i l e s t encore f a i t a l l u s i o n au f l e u v e enchante et m a l e f i q u e qui semble r o u l e r ses eaux v e r t e s dans l a memoire du poete: " J ' e t a i s au bord du Rhin quand t u p a r t i s pour l e Mexique." Mais on y trouve a u s s i c e t "ocean de t e r r e " ou Guillaume A p o l -l i n a i r e se change en vagues des mers. I c i l a f a s c i n a t i o n e s t 66* devenu metamorphose: J ' a i b & t i une maison au m i l i e u de 1'Ocean Ses f e n e t r e s sont l e s f l e u v e s q u i s'ecoulent de mes yeux "Ocean de t e r r e " , Calligrammes Le symbole e s t etrange et s i g n i f i c a t i f a l a f o i s . Ce n'es t p o i n t l a l e p a l a i s sous-marin dans l e q u e l Edgard Poe enfermait son Annabel Lee, c ' e s t une i n v o l o n t a i r e e t t r a g i q u e t r a n s f o r m a t i o n e t , comme l e t i t r e l ' i n d i q u e , un "ocean de t e r r e " , un ocean sans ocean, cree p ar l'ame d'un poete voue aux v a g u e s — e t l e s f l o t s anonymes ou nommes continuent a s c i n -t i l l e r a t r a v e r s l a poe s i e d ' A p o l l i n a i r e . I I se lamente pr&s d'eux dans l ' " I l y a" de Calligrammes: I I y a un v a i s s e a u qui a emporte ma bien-aimee I I chantonne sur eux dans "La Trav e r s e e " , Calligrammes: Du j o l i bateau de Port-Vendres Tes yeux e t a i e n t l e s m a t e l o t s E t comme l e s f l o t s e t a i e n t tendres Dans l e s parages de Palgs "Le B r a s i e r " , A l c o o l s est a u s s i p a r f o i s un f l e u v e etrange en ses a c t e s : Le f l e u v e e p i n g l e sur l a v i l l e T'y f i x e comme un vetement "li'emigrent de Landor Road", A l e o o l s s'en va pour t o u j o u r s sur l e s oceans: Mon bateau p a r t i r a demain pour 1'Amerique E t j e ne r e v i e n d r a i jamais 69 Le poeme " L u i de F a l t e n i n " , A l c o o l s , est p i e i n de s i r e n e s t e r r i b l e s qui dansent a. l a r e n c o n t r e des f l o t s : S i r e n e s j ' a i rampe vers vos G r o t t e s t i r i e z aux mers l a langue En dansant devant l e u r s chevaux Mais A l c o o l s renferme a u s s i des "Rhenanes". La premiere, que nous pouvons j o i n d r e a c e l l e s que nous avons evoquees, e s t souvent c i t e e a j u s t e t i t r e : Le Rhin, l e Rhin est i v r e ou l e s vignes se mirent Tout l ' o r des n u i t s tombe en tremblant s'y r e f l e t e r La v o i x chante t o u j o u r s a en r a l e - m o u r i r Ces f e e s aux cheveux v e r t s qui i n c a n t e n t 1'ete Mon v e r r e s'est b r i s e comme un e c l a t de r i r e "Nuit Rhenane" A i n s i , l e v i e u x f l e u v e repand t o u j o u r s ses orages tumul-tueux charges des presences de l ' a u - d e l a , mais l a Seine a. p r e s e n t accompagne l a v i e du poete. Souvent i l f l a n e sur l e s r i v e s avec l a m e l a n c o l i e pour compagnie: Je p a s s a i s au b o r d de l a Seine Un l i v r e a n c i e n sous l a bras Le f l e u v e est p a r e i l a. ma peine I I s'ecoule et ne t a r i t pas Quand done f i n i r a l a semaine "Marie", A l c o o l s C'est I c i l e l o n g f l e u v e symbole, compare a 1<> inguer i s s a b l e c h a g r i n , c'est a u s s i l a Seine des b o u q u i n i s t e s , l a v i e i l l e amie des promeneurs c u r i e u x . Mais deja e l l e a change d'aspect l o r s q u ' e l l e c o u l e sous l e pont Mirabeau. Les amants se con-templent, l ' e a u g l i s s e e t l e p l u s calme d e s e s p o i r s ' i n s t a l l e entre eux. Andre Rouveyre en f a i t un i n o u b l i a b l e commentaire. Nous ne pouvons mieux f a i r e que d'en r a p p e l e r un passage: "Le Pont Mirabeau a v a i t e t e , a n'en pas douter un t e r i ^ - p l e i n f a -m i l i e r a l e u r s ambulances d'amoureux i l l u m i n e s et combles. La r e i n c a r n a t i o n des amants f a c e a f a c e et superposes, impliquee a 1 ' a s s i s e du pont complice, c e l a forme une s o r t e de f o r t e -r e s s e f e e r i q u e . . . ou l e s deux e t r e s humains, cramponnes l a , ne sont p l u s guere separes du m a t e r i e l c o n s t r u i t . I l s s'y t r o u v e n t i d e n t i f i e s . " Les amants e s s a i e n t , par ce que Rouveyre norame un "mime-tisme de r a p p e l , " une mimique s i g n i f i c a t i v e i n v i t a n t l e u r geste d'aujourd'hui a r e i n t e g r e r en l u i l e s g e s t e s a n c i e n s . Mais l e u r amour g l i s s e au f l o t de l ' e t e r n e l l e p e r d i t i o n mal-gre ce pauvre e f f o r t pour c o n j u r e r l e d e s t i n . Les Poemes d i v e r s nous o f f r e n t , pour c l o r e ce c h a p i t r e sur l ' e a u et l e s reves amoureux d ' A p o l l i n a i r e , un r a v i s s a n t poeme insense (en apparence seuleraent): L a n g u i s s e z l a n g u i s s e z b l a n c chapeau d'Ophelie Vous f l o t t e r e z encore e n t r e l e s nenuphars':. E t passant au bord du l a c l e s Hamlets b l a f a r d s Sur l a f l u t e joueront l e s a i r s de l a f o l i e "L'image d'Ophelie se forme a l a moindre o c c a s i o n , e c r i t Bachelard„ E l l e e s t une image fondamentale de l a r l v e r i e des eaux." E t 1 : e p h i l o s o p h e nous r a p p e l l e que, pour c e r t a i n s r§-7 1 veurs, l ' e a u e st l e cosmos de l a mort. " ' L ' o p h e l i s a t i o n * e s t a l o r s s u b s t a n c i e l l e , l ' e a u e s t nocturne. Pres d ' e l l e tout i n -6 c l i n e a l a mort." C'est b i e n , en e f f e t , l e sentiment que nous communique l e poeme d ' A p o l l i n a i r e s i nous continuous a l e l i r e : Vous c h e r r e z chez l e s morts sur l e sombre gazon Q u ' e c l a i r e t r i s t e m e n t une f a c e d'Hecate Quand t r o p simple chapeau du rocher de Leucate Tombera des Saphos l a f r o i d e d e r a i s o n E t v o l c i l e toquet panache des s i r e n e s L'eau q u i stagne i c i dans ce paysage i n e x o r a b l e e s t done b i e n empoisonnee e t , mieux que toutes c e l l e s q u i nous ont p a r u gemir ou l u i r e dans cette oeuvre, e l l e semble nous i n v i t e r , "a l a s u i t e de son beau fardeau, O p h e l i e , au des e s p o i r e t a l a mort. "L'eau m e l a n c o l i s a n t e commande des oeuvres e n t i e r e s comme 7 c e l l e s de Rodenbach, de Poe," e c r i t B a c h e l a r d . Cette "eau m e l a n c o l i s a n t e , " nous l a retrouvons souvent melee aux vers d'amour d ' A p o l l i n a i r e . "La mort e s t en e l l e . . . l ' e a u emporte au l o i n . L'eau passe comme l e s j o u r s . . . " d i t Bac h e l a r d et i l termine un paragraphe concernant ce "complexe d'Ophelie" p a r une phrase q u i p o u r r a i t s e r v i r de commentaire a. c e r t a i n s des vers evo-ques i c i : "On ne se g u e r i t jamais d ' a v o i r r§ve pr^s d'une 8 eau dorraante." 72 References 1 Rouveyre, Amour e t p o e s i e d ' A p o l l i n a i r e , p. 83 . 2 Gaston Bachelard, L'eau e t l e s r e v e s , P a r i s , C o r t i , 1959. 3 I b i d . , p. 1. k I b i d . , p. 96. 5 I b i d . , p. 123. 6 I b i d . , p. 12k. 7 Loc. c i t . 8 Loc. c i t . 7 3 Chapitre IV: LES ASPECTS FORMELS DE LA POESIE AMOUREUSE D'APOLLINAIRE I I nous r e s t e maintenant a e t u d i e r l a forme m%me de c e t t e p o e s i e amoureuse d ' A p o l l i n a i r e . Nous en examinerons t o u r k t o u r l a v e r s i f i c a t i o n et l a rime, l e s metres, l e v o c a b u l a i r e et l e s images. Mais d'abord une remarque p r e l i m i n a i r e . Quand A p o l l i n a i r e e c r i t ses premieres oeuvres, vers l e debut du s i e c l e , l a p o e s i e e s t encore en p l e i n e p e r i o d e sym-b o l i s t e . Nous avons deja vu f l o t t e r §a e t 14 quelques remi-n i s c e n c e s symbolistes sur l e s vers d'amour de Guillaume. Sou-v e n i r s de B a u d e l a i r e , de V e r l a l n e , de Moreas, de Rimbaud meme, qu'il a i m a i t moins, d'autres encore. Mais l'empreinte roman-t i q u e nous a semble beaucoup p l u s f o r t e et p l u s remarquable. Cependant, i l y a dans l e s t y l e d ' A p o l l i n a i r e une nouveaute, une o r i g i n a l i t e c e r t a i n e s . Andre B i l l y e c r i t : "J'en e t a i t encore a me demander s ' i l convenait d ' a p p l i q u e r a A p o l l i n a i r e I ' e p i t h e t e de p o s t - s y m b o l i s t e , chrono 1 ogiqitettttesat''- l a plus j u s -t i f i e e , quand une idee me t r a v e r s a . . . c e t t e i d e e , c'est que 1 1'art et l a poesie d ' A p o l l i n a i r e dependent du baroque... " E t B i l l y comraente e n s u i t e ce q u i , dans l ' a r t d ' A p o l l i n a i r e , l u i p a r a l t r e l e v e r du baroque. I I enumere: l e gout de l a sur-p r i s e , l e p a r t i - p r i s d'etonner, l a metaphore out r e e , 1'image Ik empruntee a 1 ' e r u d i t i o n e t qui t i r e son e f f e t de son c a r a c t e r e etrange, tout a r t de r e m i n i s c e n c e e t de p r o p e t h i e , de l i b e r t i -nage, l a p r e f e r e n c e donnee "aux formes qui s'envolent p l u t o t qu'a c e l l e s q u i pesent", l e relachement de l a r e g i e , l a quete des moyens nouveaux de p l a i r e , 1'abandon aux mots, l e mepris de 1 'achievement, l a recherche du changement, Baroques a u s s i l e s personnages p i t t o r e s q u e s chers a. A p o l l i n a i r e , baroque en-f i n l e mauvais gout q u ' A p o l l i n a i r e t e n t a de r e h a b i l i t e r . E t Marcel Raymond a f f i r m e : "Le baroquisme l i t t e r a i r e en France est un a r t qui s ' i g n o r e : quand i l ne s'ignore pas, i l se veut 2 v o l o n t i e r s 'moderne' ou i l se complaltudans 1 ' i r r e g u l i e r . " Ce sont la. des c o n s t a t a t i o n s i n t e r e s s a n t e s e t p r e c i e u s e s , mais toute c l a s s i f i c a t i o n e s t evidemment d i f f i c i l e l o r s q u ' i l s ' a g i t d'un poete a u s s i v a r i e q u ' A p o l l i n a i r e . En t o u t cas, c ' e s t b i e n i c i avant l'examen de l a t e c h n i q u e d ' A p o l l i n a i r e q u ' i l c o n v i e n t de s i g n a l e r son gcd t du baroque. Car s i l e "romantisme" du poete peut e t r e considere comme une tendance p l u t o t sentimentale, son "baroquisme" se rapporte avant tout a l a technique; non pas au fond mais a. l a forme. 75" a.) La V e r s i f i c a t i o n Lorsque A p o l l i n a i r e commence a e c r i r e , l a v e r s i f i c a t i o n a deja <§te f o r t a s s o u p l i e e t p a r t i e l l e m e n t " l i b e r e e . " Sur l e v e r s c l a s s i q u e , un peu r i g i d e , avec ses rimes r i c h e s , ses c e s u r e s , son deroulement immuable, ses r e g l e s - f r o n t i e r e s ( i n t e r d i c t i o n de 1 ' h i a t u s , i n t e r d i c t i o n de f a i r e r i m e r un p l u r i e l avec un s i n g u l i e r , e t c . ) , l a r e v o l t e romantique a passe. Rappelons a ce propos ce vers de Hugo: " J ' a i d i s l o q u e / ce grand n i a i s / d ' a l e x a n d r i n " , ou l a coupe t e r n a i r e du vers montre q u ' i l est en e f f e t muni de deux cesures (IL/1I/1L) et non p l u s avec l a coupe mediane q u i e s t c e l l e de l ' a l e x a n d r i n c l a s s i q u e . Assoup-l i s s e m e n t du v e r s , c e r t e s , mais c e r t a i n e s r e g i e s s u b s i s t e n t et Hugo lui-meme change 1'orthographe'.e • d'un mot p l u t o t que de f a i r e rimer p l u r i e l et s i n g u l i e r . On r e s t e a u s s i quelque peu s c a n d a l i s e par 1 ' h i a t u s , sans doute i n v o l o n t a i r e , d ' A l f r e d de Musset: "AhJ f o l l e que t u es,/ Comme je t ' a i r a e r a i s demain, s i t u v i v a i s . " La r e v o l u t i o n e s t done l o i n d'etre t o t a l e . C e r t a i n e s d i s c i p l i n e n t s'imposent encore. Viennent l e s s y m b o l i s t e s . Ceux-la. recherchent l a musique e t pour l ' o b t e n i r , se per-mettent des l i b e r t e s n o u v e l l e s . Les h i a t u s sont r a r e s , on ne trouve guere d'e_ muet non e l i d e , mais d e j a l e s s i n g u l i e r s 76 riirient p a r f o i s avec l e s p l u r i e l s . Le vers repousse tout a f a i t l e s t y r a n n i q u e s c e s u r e s . II se permet d' e t r e impair et de b o i t e r p a r f o i s avec une grace touchante. "De l a musique avant toute chose/ E t pour c e l a p r e f e r e 1'Impair", e c r i t V e r l a i n e et i l aj o u t e , d'une maniere t a n t s o i t peu hu m o r i s t i q u e : "Prends 1'eloquence et t o r d s - l u i son cou". Que f e r a done A p o l l i n a i r e de ces rythmes et de ces i n n o v a t i o n s ? I I e s t p a r f o i s , i l f a u t l'avouer, quant a son a r t , p l u s c l a s s i q u e que symboliste. Dans maints poemes de jeunesse i l s u i t d'assez pres l e s r e g i e s de l a p r o s o d i e t r a d i t i o n n e l l e . On n'a qu'a l i r e par exemple c e r t a i n e s p i e c e s du B e s t i a i r e et du Guetteur melancolique. On trouve des rimes f e m i n i n e s enlacees aux rimes masculines s u i v a n t p a r f a i t e m e n t l a r&gle de 1'alternance. La cesure est r e g u l i e r e dans l a p l u p a r t de ses vers avec p o u r t a n t quelques s o u p l e s s e s . De meme, 0t}?&ss souvent l'agencement des rimes n ' o f f r e aucune h a r d i e s s e . MSme dans une p i e c e t i r e e d ' A l c o o l s , " M e r l i n e t l a v i e i l l e femme", r e c u e i l c q u j L v e o n t l e n t quelques-uns de ses poemes l e s p l u s oses, nous trouvons des h i a t u s , des coupes a s s o u p l i e s , mais r i e n de r e v o l t e . Beaucoup de ses poemes r e l e v e n t a i n s i des novateurs qui l ' o n t precede, sans beaucoup de h a r d i e s s e s n o u v e l l e s . Mais plu s nombreux encore sont ceux ou i l innove. Au p o i n t de vue de l a s e u l e v e r s i f i c a t i o n , ce sont des en-jambements h a r d i s . / 77 S i r e n e s j ' a i rampe ver s vc-a Grot t e s t i r i e z aux raers l a langue S i r e n e s e n f i n j e descends Dans une g r o t t e avide J'aime Vos yeux Les degres sont g l i s s a n t s " L u i de P a l t e n i n " , A l c o o l s Longtemps au p i e d du p e r r o n de La maison ou entra l a dame Que j ' a v a i s s u i v i e pendant deux  Bonnes heures a. Amsterdam "Rosemonde", A l c o o l s S i g n a l o n s a u s s i l e s rimes de l a strophe precedente ou de rime avec deux et dame avec Amsterdam. E t dans l a "Chanson du Mal-Aime", des l e debut: Un s o i r de demi-brume a. Londres Un voyou q u i r e s s e m b l a i t a Mon amour v i n t a. ma r e n c o n t r e . . . Dans " T r a i n m i l i t a i r e " (Poemes a Lou), ou Guillaume c e l e b r e son amie i l y a encore un r e j e t audacieux: Un r o s s i g n o l m e u r t r i p ar I'amour chante sur Le r o s i e r de ton corps ou j ' a i c u e i l l i des roses D'autre p a r t on trouve t r e s souvent des rim e s osees. L i s o n s pas exemple l a f i n de "L'Emigrant de Landor Road" ( A l c o o l s ) . G o n f l e - t o i v e r s l a n u i t 0 Mer Les yeux des squales Jusqu'a l'aube ont guette de l o i n avidement Des cadavres de j o u r s ronges par l e s e t o i l e s Parmi l e b r u i t des f l o t s et l e s d e r n i e r s serments Dans "Mai" ( A l c o o l s ) nous trouvons montagne et s 'eloigne r u i n e s et v i g n e s . Dans l a " L o r e l e y " ( A l c o o l s ) quatre et a s t r e s . Dans 78 "Un s o i r " ( A l c o o l s ) archanges rime avec lampes, e t o i l e avec p & l e s . La "Chanson du Mal-Aime" e n f i n f o u r n i r a i t des exeraples a. c e t egard: Avec l a femme qu i s ' e l o i g n e Avec c e l l e que j ' a i perdue L'annee d e r n i e r e en Allemagne Mais nous trouvons p l u s de h a r d i e s s e encore et p l u s de l i b e r a t i o n l o r s q u ' i l f a i t r i m e r rime masculine e t rime f e m i -n i n e , s i n g u l i e r et p l u r i e l . Considerons dans "Automne malade" ( A l c o o l s ) a d o r e — r o s e r a i e s et rumeurs--pieurent. Evidemment t o u t ce q u ' i l demande a l a rime c ' e s t d'etre a c c e p t a b l e a l ' o -r e i l l e . Dans un poeme de " S t a v e l o t " (Le Guetteur melancolique) nous l i s o n s : 0 Mon Goeur j ' a i connu l a t r i s t e e t b e l l e j o i e D'etre t r a h i d'amour et de 1'aimer encore 0 mon coeur mon o r g u e i l je s a i s j e s u i s l e r o i Le r o i que n'aime p o i n t l a b e l l e aux cheveux d'or Dans "Rencontre" (Poemes r e t r o u v e s ) : Et meprise c e c i J o u i r sans en p l e u r e r La vigne sans i v r e s s e e t l e champs sans i v r a i e Dans "Nocturne" (Poemes r e t r o u v e s ) : Et 1'amour e s t humain e t ne v i t qu'en nos v i e s L'amour c e t e t e r n e l qui meurt i n a s s o u v i Dans "Les Poetes" (Poemes r e t r o u v e s ) : Et ne songe pas a. s ' a p e r c e v o i r des r e f l e t s d'or S o l e i l des grandes l a n c e s des dendrophores Dans l e s " P i a n g a i l l e s " ( A l c o o l s ) : 79 Au p e t i t b o i s de c i t r o n n i e r s'enamourerent D'amour que nous aimons l e s d e r n i e r es venues Les v i l l a g e s l o i n t a i n s sont comme l e u r s paupieres E t parmi l e s c i t r o n s l e u r s coeurs sont suspendus E t , auparavant, dans l e meme po&me, l e mot g i r o f l e e s rime avec P a r a c l e t . Mais l a l i b e r a t i o n e s t p a r f o i s p l u s intense encore e t l e s vers sans rimes sont f r e q u e n t s dans c e t t e oeuvre. Beaucoup de poemes a. Lou, a. Madeleine sont des i n c a n t a t i o n s ou manque 1'echo h a b i t u e l entre l e d e r n i e r mot de chaque v e r s . Prenons, par exemple, "Le septieme poeme s e c r e t " (Poemes a Madeleine) Je t'adore mon amour Entends c h a n t e r 6 Madeleine pamee Entends chanter et re chanter Le r o s s i g n o l cache Le f r o i d r e v i e n t l e f r o i d t e r r i b l e Sous l e s t o i l e s t e n t e s E t j e t ' e c r i s mon poeme que j e chante en 1 ' e c r i v a n t E t j e t ' e c r i s oo uche par t e r r e l e f r o i d r e v i e n t l e f r o i d sans fe.u Car on n'a pas de b o i s Je t'adore mon amour j e su i s heureux par t o i Sont-ce vraiment des v e r s l i b e r e s de t o u t e attache a l a p o e s i e t r a d i t i o n n e l l e ? Non, car un f a i b l e echo t r a v e r s e encore ces strophes: pamee, r e c h a n t e r , cache, b o i s , t o i . Mais q u e l l e d i f f e r e n c e deja avec d'autres strophes a. rimes c r o i s e e s e t embrassees. Ces assonances l o i n t a i n e s , a s s o u r d i e s , nous l e s retrouvons i c i : "Le t r o i s i e m e poeme s e c r e t " (Poemes a Ma d e l e i n e ) : 0 Pee q u i te transformes s e l o n ma v o l o n t e en panthere ou en ca v a l e 80 T o i q u i es s e l o n mon d e s i r une d i v i n i t y ou b i e n un ange T o i q u i es s i je l e veux l a p r i n c e s s e v i e r g e et 16.inta.ine ou l a femme ardente ou l a r e i n e c r u e l l e T o i q u i es a u s s i quand j e d e s i r e ma soeur exquise ou 1*adorable e s c l a y e T o i q u i es l e l y s 6 Madeleine aux beaux cheveux e t t o i q u i es l a r o se T o i q ui es l e geyser t o i q u i es l a sagesse t o i q u i es l a f o l i e ou 1'espo i r aux yeux graves T o i q u i es l ' u n i v e r s t o u t e n t i e r j ' a i so i f de t e s meta-morphoses M§me l e s f a i b l e s echos p r e s e n t s dans l e morceau precedent s ' e t e i g n e n t dans b i e n des v e r s . I c i , nous l e s percevons a pe i n e : "C'est" (Poemes a. Lou) C'est l a r e a l i t e des photos q u i sont sur mon coeur que j e veux Cette r e a l i t y s e u l e e l l e s e u l e et r i e n d'autre Mon coeur l e repete sans cesse comme une bouche d'orateur et l e r e d i t A chaque battement Toutes l e s a u t r e s images du monde sont f a u s s e s E l l e s n'ont pas d'autre apparence que c e l l e des fantome s Le monde s i n g u l i e r q u i m'entoure m e t a l l i q u e v e g e t a l S o u t e r r a i n 0 v i e q u i a s p i r e l e s o l e i l m a t i n a l Cet u n i v e r s s i n g u l i e r e m e n t orne d ' a r t i f i c e s A u t r e , f a u s s e s , fant6m.es, mais c'est peu de chose. Peut-§tre m&me A p o l l i n a i r e n ' a - t - i l pas cherche ces d e r n i e r s " r a p p e l s " . I I e t a i t assez m u s i c i e n (au p o i n t de vue poetique) pour l e s tro u v e r sans l e s chercher. M§me dans "Zone" ( A l c o o l s ) , ce poeme de f i n d'amour s i d i s c u t e et s i ecoute, nous retrouvons l e s rimes ou l e s assonances h a b i t u e l l e s et c e c i des l e debut: 81 A La P i n t u es l a s de ce monde an c i e n Bergere 6 tour E i f f e l l e troupeau des ponts bele ce matin Tu en as assez de v i v r e dans l ' a n t i q u i t e grecque e t romaine I c i mSme l e s automobiles ont 1 ' a i r d'Stre anciennes La r e l i g i o n seule e s t r e s t e e toute nevue l a r e l i g i o n E s t r e s t e e simple comme l e s hangars de P o r t - A v i a t i o n I I f a ut s i g n a l e r i c i que l e poete, des l e s premieres epreuves d ' A l c o o l s , supprime de ses vers t o u t signe de p o n c t u a t i o n . I I s'en e x p l i q u e a i n s i : "Pour ce qui concerne l a p o n c t u a t i o n , j e ne l ' a i supprimee que parce q u ' e l l e m'a par u i n u t i l e et e l l e l ' e s t en e f f e t . Le rythme meme, e t l a coupe des ve r s , v o i l a 3 l a v e r i t a b l e p o n c t u a t i o n et i l n'en e s t pas b e s o i n d'une a u t r e . " D'apres Andre B i l l y 1'enregistrement q u ' A p o l l i n a i r e a f a i t en 1 9 1 I L pour l e s a r c h i v e s de l a P a r o l e r&vele chez A p o l l i n a i r e une d i c t i o n q u i , en e f f e t , i s o l e chaque vers pour mettre en v a l e u r son u n i t e rythmique. L i b e r a t i o n dans l a v e r s i f i c a t i o n done, mais sans jamais n u i r e a 1 ' i n c a n t a t i o n , a l a musique q u i p r o d u i t 1 ' envj titement, 1 ' e f f e t magique cherche par l e poeme dans l ' e s t h e t i q u e d ' A p o l l i -n a i r e . 82 b.) Les Metres Voyons maintenant l e s metres qui sont l e plus frequemment u t i l i s e e s par Guillaume A p o l l i n a i r e , dans sa p o e s i e d'amour. L ' o c t o s y l l a b e e s t son ver s de p r e d i l e c t i o n . Dans A l c o o l s ce v e r s s i l e s t e domine,etant p r e s e n t dans l a "Chanson du Mal-Aime" et dans entre autres "Rosemonde", "Le B r a s i e r " , "Les Cloches", e t c . Dans "Marie" on trouve une s u i t e de strophes o c t o s y l l a b i q u e s . Mais l a deuxieme strophe o b e i s s a n t , a un e l a n c a p r i c i e u x du poete est t r a v e r s e e par un alexandrin.„ Les masques sont s i l e n c i e u x E t l a musique e s t s i l o i n t a i n e Q u ' e l l e semble v e n i r des c i e u x Oui je veux vous aimer mais vous aimer a peine E t mon mal e s t d e l i c i e u x O c t o s y l l a b i q u e s a u s s i sont l a p l u p a r t des poemes composes en p r i s o n , comme p a r exemple "A l a Sante" ( A l c o o l s ) : Avant d ' e n t r e r dans ma c e l l u l e I I a f a l l u me mettre nu E t q u e l l e v o i x s i n i s t r e u l u l e Guillaume qu'es-tu devenu Dans presque tous l e s r e c u e i l s d ' A p o l l i n a i r e 1 ' o c t o s y l l a b e e s t r o i et no t r e poete l e raanie avec une i n f i n i e v i r t u o s i t y . Le vers de s i x p i e d s a p a r a l t a u s s i mais i l e s t beaucoup moins f r e q u e n t . E t l o r s q u e ce v e r s e s t employe i l e s t souvent mele a. d'autres v e r s . 83 Goutez l e s temps p r e s e n t s (6) Cherie (2) Vos s e i z e ans (3) Sont line f e e r i e (6) "Compliments d ' a n n i v e r s a i r e " , Poemes e p i s t o l a i r e s P l a n t e z un roraarin (6) E t dansez sur l a tombe (6) Car l a morte e s t b i e n morte (6) C'est t a r d et l a n u i t tombe (6) Dors b i e n dors b i e n (ii) " F u n e r a i l l e s " , Poemes d i v e r s Par de j o l i s mensonges (6) Des f a u x semblants des songes (6) Tu f e r a s d ' e v e i l l e (6) A i t sommeille (ii) E m e r v e i l l e ([j.) "0 Lou ma t r e s c h e r i e " , Poemes a Lou 11 f a u t que je r e g o i v e 6 mon Lou l a mesure (12) Exacte de t o n do i g t ( 6) Car je veux te s c u l p e r une bague t r e s pure (12) Dans un metal d ' e f f r o i ( 6) "Le c i e l e st e t o i l e " , Poemes a Lou Le vers de douze s y l l a b e s smeble a v o i r eu beaucoup d ' a t t r a i t s pour Guillaume A p o l l i n a i r e . 11 1'emploie souvent avec une fermete grave qui r a p p e l l e c e l l e du Moreas des Stances q u ' A p o l l i n a i r e a d m i r a i t t a n t . En A l c o o l s nous en avons maints exemples de l a f a c i l i t e avec l a q u e l l e i l manie l ' a l e x a n d r i n : "Salome", " M e r l i n et l a v i e i l l e ferame", "Le L a r r o n " , "L'Ermite", "L'Emigrant de Landor Road", 11 s'en 8k s e r t pour* d e c r i r e l e paysage brumeux d'"Autoxnne". Quelques "Rhenanes", "Les Femmes" et beaucoup de poemes a Lou comme, en e f f e t , b i e n des poemes de tous ses r e c u e l l s sont e c r i t s en alexandr&ns. P a r f o i s , i l mele cet a l e x a n d r i n a. d'autres metres. La v i l l e e st m e t a l l i q u e et c'est l a seule e t o i l e (12) Noyee dans tes yeux b l e u s ( 6) Quand l e s tramways r o u l a i e n t j a i l l i s s a i e n t des f e u x p&les (12) Sur des oi s e a u x galeux ( 6) E t tout ce q u i t r e m b l a i t dans t e s yeux de mes songes (12) Qu'un s e u l homme bu v a i t ( 6) Sous l e s feux de gaz roux comme l a f a a s s e oronge (12) 0 vetue ton bras se l o v a i t ( 8) "Un s o i r " , A l c o o l s P a r f o i s l e s vers de 111 s y l l a b e s sont, comme dans "La L o r e l e y " , meles aux a l e x a n d r i n s ; 1'effet p r o d u i t e s t assez f a s c i n a n t : A Bacharach i l y a v a i t une s o r c i e r e blonde (Iii) Qui l a i s s a i t mourir d'amour tous l e s hommes a l a r o n d e ^ ^ ) Je s u i s l a s s e de v i v r e et mes yeux sont maudits (12) Ceux q u i m'ont regardee eveque en ont p e r i (12) Le d e c a s y l l a b e e u t - i l l e s f a v e u r s d ' A p o l l i n a i r e ? Assez peu, s e m b l e - t - i l , e t s u r t o u t l o r s q u ' i l est u t i l i s e s e u l . "Le Pont Mirabeau" ( A l c o o l s ) nous montre comment l e poete l'em-p l o i e avec d'autres rythmes pour f a i r e ce chef-d'oeuvre de musique desesperee: Passent l e s j o u r s et passent l e s semaines (10) H i temps passe ( k) N i l e s amours reviennent ( 6) Sous l e pont Mirabeau coule l a Seine (10) 85 Mais b i e n des poemes, nous 1'avons vu, sont en v e r s l i b e r e s , ou forceraent l a musique s u b s i s t e . Pourquoi? Et comment? C'est q u ' A p o l l i n a i r e y garde des cadences s e c r e t e s comme i l y garde souvent de l o i n t a i n e s assonances. Voyons "L'Amour l e dedain et l ' e s p e r e n c e " (Poemes a. Lou): J ' a i b i e n c r u prendre t o u t e t a beaute/et j e n ' a i eu que ton corps Le corps h e l a s n'a pas l ' e t e r n i t e E t c ' e s t en v a i n maintenant que j ' e s s a i e / d ' e t r e i n d r e t o n e s p r i t II f u i t i l me f u i t de t o u t e s parts/comme un noeud de couleuvres q u i se denoue/ E t t e s beaux bra's sur 1'horizon l o i n t a i n / sont des s e r -pents couleur d'aurore qui se l o v e n t en signe d'adieu Je r e s t e confus j e demeure confondu Le corps ne va pas sans ame E t comment p o u r r a i s - j e esperer r e j o i n d r e ton corps de naguere puisque ton ame e t a i t s i e l o i g n e e de moi Et que l e corps a r e j o i n t l'ame Comment f o n t tous l e s corps v i v a n t s 0 t o i que je n ' a i possede que morte V o i l a un c r i absolument poignant et l a p o e s i e e s t la. toute v i -vante, e l l e . Mais p o u r t a n t ce ne sont p o i n t i c i des v e r s , au premier r e g a r d . E t cependant l a musique, l e mouvement du s t y l e nous amenent I r r e s i s t i b l e m e n t a c e t t e "chute" melodieuse. Regardons de p l u s p r e s . La premiere phrase est f a i t e d'un d e c a s y l l a b e et d'un vers de 7. La deuxidme e s t a u s s i un v e r s de 10 s y l l a b e s . La t r o i s i e m e est un vers de 111 s y l l a b e s . La quatrieme se compose d'un d e c a s y l l a b e et d'un v e r s de 6 s y l l a b e s . La cinquieme, 9 s y l l a b e s p l u s 11 s y l l a b e s ; l a sixieme, v e r s de 10, p u i s de b s y l l a b e s ; l a septieme, 10 86 s y l l a b e s . La hui t i e r a e , 12 s y l l a b e s ; l a neuvLsme, 7 s y l l a b e s . La dixieme, 8 s y l l a b e s , p l u s 8, p l u s 12. La onzieme comme l a douzieme sont des o c t o s y l l a b e s et l a p i e c e f i n i t par un v e r s de d i x s y l l a b e s . I I y a done un rythme i n t e r i e u r a. l a f o i s tre^s souple et t r e s sur dans ce poeme apparemraent non v e r s i f i e . A i n s i p r o -cede presque t o u j o u r s A p o l l i n a i r e e t c' e s t pour c e l a que I'en-chantement s u b s i s t e . Sa v i r t u o s i t y l e r e n d a i t d ' a i l l e u r s c a -pable de transmuer en poeme n'importe q u e l l e prose, de con-t i n u e r en vers une c o n v e r s a t i o n , un a r t i c l e commences, une l e t t r e meme. Sn r e a l i t y , i l s a v a i t mettre en musique ou o r -4 c h e s t r e r l a p l u s p r o s a i q u e des donnees. E t a i t - i l m u s i c i e n par a i l l e u r s . Le s a v o i r s e r a i t i n t e r e s s a n t . L o u i s e Faure-P a v i e r , une grande amie d ' A p o l l i n a i r e a justement e c r i t un 5 a r t i c l e i n t i t u l e " A p o l l i n a i r e et l a musique". E l l e y d i t , "Guillaume A p o l l i n a i r e ne c a c h a i t pas son Ignorance de I ' a r t m u s i c a l , q u i ne 1 ' i n t e r e s s a i t que dans ses rap p o r t s avec l a p o e s i e . " A l ' a p p u i de c e t t e a f f i r m a t i o n , e l l e r aconte une anecdote amusante. L o r3 d'un concenrt donne a. l a s a i l s Ga-veau en 1917, A p o l l i n a i r e , rencontre a 1'entrt'acte, avoue q u ' i l a f a i t un poeme pendant que " l e s musiciens s'es-c r i m a i e n t . " A l a f i n du co n c e r t ses amis sont s u r p r i s de ne p o i n t r e t r o u v e r l e poete. C'est qu'en e f f e t , i l n ' a v a i t pas 87 a s s i s t e a l a seconde p a r t i e et a v a i t p r e f e r e a l l e r v o i r P i c a s s o . I I semble n ' a v o i r p a s ete un melomane b i e n convaincu, mais i l e t a i t assurement, neanmoins, un m u s i c i e n du ver s f r a n g a i s . 88 c ) La D i s p o s i t i o n fcypographique Beaucoup de ver s d'amour d ' A p o l l i n a i r e f i g u r e n t dans son r e c u e i l Calligrammes, compose entre l a f i n de 1912 et 1917. Le poete l e s groupe en p l u s i e u r s s e c t i o n s . La premiere: "Ondes", c o n t i e n t des poemes e c r i t s avant l a d e c l a r a t i o n de guerre. Les "poemes-conversations" de c e t t e s e c t i o n pretendent r e p r o d u i r e , non sans humour, l e s b r u i t s ambiants, l e s bouts de phrases r e -c u e i l l i s par l e poste dans quelque l i e u p u b l i c . C e s poemes s i -multanes t r a n s p o s e n t dans l e domaine l i t t e r a i r e c e r t a i n e s r e c h e r -ches des p e i n t r e s c u b i s t e s . E n f i n i l y a l a s e c t i o n consacree aux Calligrammes--qui f u r e n t d'abord appeles p a r A p o l l i n a i r e Ideogrammes l y r i q u e s . Depuis l e symbolisme, l e problems de l a d i s p o s i t i o n typo-graphique du poeme e t a i t pose, et p a r f o i s dans des termes que 1'avant-garde de 1913 n ' a u r a i t pas r e f u s e s . C'est a i n s i que l e s Goncourt n o t a i e n t dans l e u r J o u r n a l en date du 27 f e v r i e r 1890, "Aujourd'hui Rodaibach p a r l e ingenieusement de l a page imprimee du l i v r e q u i , vu l e s combinaisons des i n t e r l i g n e s , des a l a l i g n e , des c a p i t a l e s , des i t a l i q u e s , e t c . . . est a r r i v e e a. 1'arrangement a r t i s t i q u e e t , comme i l l e d i t , a 1 ' o r c h e s t r a -t i o n de l ' a f f i c h e . " Mallarme s ' e t a i t preoccupe de mettre en oeuvre ces theo-r i e s dans son fameux poeme: "Un coup de des jamais n ' a b o l i r a 89 l e h a s a r d " . S t Andre Gide dans sa conference au Vie u x Colombier en 1913 c i t a i t a ce propos un passage d'une l e t t r e de Mallarme sur l a p o s s i b i l i t y de f a i r e p a s s e r dans 1'aspect meme de l a phrase quelque chose de 1'acte q u ' e l l e d e c r i t . A p o l l i n a i r e semble s'etre i n t e r e s s e v e r s l'age de d i x - h u i t ans, a i n s i que l ' i n d i q u e n t quelques notes de ses c a h i e r s de j e u -nesse, aux e c r i t u r e s i d agraphiques, en p a r t i c u l i e r , aux c a r a c -t e r e s c h i n o i s et cuneiformes.Les f u t u r i s t e s , M a r i n e t t i en t§te, proclaraaient a l o r s l e s "mots en l i b e r t e " . E n f i n , t o u t e I n v o l u -t i o n de l a p e i n t u r e , b r i s a n t l e s i d e e s adxnises, 1 ' i n c i t a i t a. echapper aux c l a s s i f i c a t i o n s t r a d i t i o n n e l l e s des a r t s et de l e u r s procedes pour p a r v e n i r a un a r t de synthese q u i s e r a i t un jour l ' A r t unique. Calligrammes f u t a c c u e i l l i avec enthousiasrae par l e s r e -vues d'avant-garde e t avec une c e r t a i n e reserve p a r a i l l e u r s . A p o l l i n a i r e e c r i v i t a l o r s a. Andre B i l l y , l e q u e l a v a i t formule dans L'Oeuvre l o r s de l a p u b l i c a t i o n du r e c u e i l en 1918, q u e l -ques r e t i c e n c e s , une l e t t r e qui e c l a i r e son e s t h e t i q u e : "En ce qui concerne l e reproche d'etre un des true t e u r , j e l e repousse formellement car je n ' a i jamais d e t r u i t , mais au c o n t r a i r e , essaye de c o n s t r u i r e . Le ver s c l a s s i q u e e t a i t b a t t u en breche avant moi, qui m'en s u i s souvent s e r v i , s i souvent que j ' a i donne une n o u v e l l e v i e aux v e r s de h u i t p i e d s . . . quant aux 9 0 calligrammes, i l s sont une i d e a l i s a t i o n de l a p o e s i e v e r s -l i b r i s t e et une p r e c i s i o n typographique a l'epoque ou l a t y -p o g r a p h i c termine brillamment sa c a r r i e r e a. 1 'aurore des raoyens nouveaux de r e p r o d u c t i o n que sont l e cinema et l e phono-6 graphe." Mais toutes l e s i n n o v a t i o n s typographiques du poete ne se t r o u v e n t pas dans Calligrammes. "La Colombe poignardee" et "Le J e t d'eau", par exemple, r e p r e s e n t e n t d'assez emouvantes r e u s s i t e s dans ce domain. A p o l l i n a i r e s'amuse p a r f o i s a " d e s s i -ner ses poemes" et d'autre s r e c u e i l s , l e s Poo ernes a Lou par exemple, sont ornes de c e t t e maniere. E t s i nous ne trouvons guere de poemes a. forme f i x e chez A p o l l i n a i r e , nous y decouv-rons maints a c r o s t i c h e s . Considerons l e s u i v a n t , base sur "Lou": La n u i t descend On y p r e s sent Un l o n g un l o n g d e s t i n de sang " S i je m o u r a 1 3 l a - b a s . . . " L ' e s p r i t de f a n t a i s i e gamine d ' A p o l l i n a i r e l e p o r t a i t a ces d e s s i n s , a ces a c r o s t i c h e s , e t sans doute c o n t r i b u e n t - i l s apres t o u t a'rendre son oeuvre p l u s v i v a n t e et p l u s humaine. 91 d.) V o c a b u l a i r e E t u d i o n s a p r e s e n t l e v o c a b u l a i r e d ' A p o l l i n a i r e , au moins dans ses poemes d'amour, et reprenons pour c e l a cette "Chanson du Mal-Aime" deja tant de f o i s c i t e e . Tous l e s mots, depuis l e s p l u s simples, l e s p l u s u s i t e s jusqu'aux p l u s r a r e s , aux mots d'argot, aux mots o r d u r i e r s , e n r i c h i s s e n t ce poeme et concourent a sa b i g a r r u r e . Noms de pays evocateurs e t sonores, noms des mers et des peuples, noms des deesses et des dieux, creent un p i t t o r e s q u e geographique et l e g e n d a i r e . Londres, La mer Rouge, l e s Hebreux, l e Pharaon, 1'Egypte, l e s blancs r u i s s e a u x de  Chanaan, auxquels on peut a d j o i n d r e : l e grand Pan, U l y s s e , J e -s u s - C h r i s t , l e S u l t a n , Barrabas, Belzebuth, Salonique, l e s ton-neaux des Danaides, l e s s a t y r e s , l e s egypans, l e s f e u x f o l l e t s , L u i t p o l d , l e v i e u x r o i , l a l i c o r n e et l e c a p r i c o r n e . Mots sa-vants, obscurs, d i f f i c i l e s , se p r e s s e n t en ces v e r s aupres d'autres vocables d'une n a i v e t e presque e n f a n t i n e : l e b o i s j o l i , l e s s i t e s ingenus, l e s poules qui caquetent, l e s g r e n o u i l l e s  humides. Souvent ces mots c o e x i s t e n t , entremSlent 1 ' e r u d i t i o n et l a chanson p o p u l a i r e . I I n a l t de ce melange un e f f e t de va-r i e t y , de s u r p r i s e . Peut-§tre es t - c e en p a r t i e a cause des c o n t r a s t e s surprenants de c e t t e langue que Georges Duhamel e c r i v a i t en 1913 a propos d ' A l c o o l s : " I I est venu echouer dans 92 ce t a u d i s une f o u l e d'ob j e t s-Jaetero e l i t e s dont c e r t a i n s ont de l a v a l e u r , mais dont aucun n'est l e p r o d u i t de 1'I n d u s t r i e du 7 marchand meme." E c r i v a n t vers l a meme epoque H e n r i Martineau e t a i t p l u s e l o g i e u x , mais i l r e p r e n a i t 1'image l o r s q u ' i l p a r -8 l a i t des " r i c h e s s e s de ce passionnant brocanteur." Certe s, l e s mots crus ne f o n t pas peur a. l ' a u t e u r de l a "Chanson du Mal-Aime" et i l n ' e s t pas de ces p o n t e s qui e c r i v e n t en langue "noble" ou seulement d e l i c a t e et p r e c i s e . Nous rel e v o n s i c i : g r o i n de cochon, c u l de jument, c o l i q u e , p u t a i n , voyou, e t c . . . Chose etrange, ces mots ne f o n t pas mauvais menage e t nous sommes r o u l e s en ce poeme comme au s e i n de vagues tant6t azurees et presque douces, t a n t o t n o i r e s , v i o l e n t e s , f u r i e u s e s . Ce c o n t r a s t e se re t r o u v e dans presque tout A p o l l i n a i r e . S i nous ouvrons l e s poemes a. Lou, l e s mots ont des c o u l e u r s b i e n d i v e r s e s . Dans "Je pense a t o i " , nous trouvons l e s p l u s habitue Hement p r o s a i q u e s : caserne, obus, bat, f l a n e , canno-n i e r s , eperons, et l e s p l u s p o e t i q u e s , du moins l e s p l u s u t i l i -ses en p o e s i e : e t o i l e s, s o l e i l s , s o u v e n i r s . Dans "C'est 1'hiver" (Poemes a Lou), se re n c o n t r e n t morpion, o r t e i l , kolo ( e x o t i q u e ) , p o i r e , i n f a n t e r i e , a r t i l l e r i e , opium ( e x o t i q u e ) , i l y evoque des " s o l d a t s serbes", des "marins japo-n a i s " . Dans "Les moutons n o i r s " (Poemes a Lou), l e verbe _s 'ame-ner e s t employe t r e s familierement,:: 9 3 Les moutons n o i r s des n u i t s d ' h iver S'amenent en longs troupeaux t r i s t e s On y trouve maintes b i g a r r u r e s encore: des e c l a t s d'amethystes, des membres genitaux et une f l e u r male. Dans l e "Sonnet du h u i t f e v r i e r 1 9 1 5 " (Poemes a Lou), A p o l l i n a i r e emploie l e s mots biche q u ' i l f a i t rimer avec s 'en f i c h e (verbe d'argot f a m i l i e r ) ; i l e c r i t dans l e s m&mes v e r s : Je m'en f o u s , e t termine t o u t e f o i s avec grace p a r : A d i e u mon coeur. Dans l a p l u p a r t des vers i n s -p i r e s p a r Lou et dans p l u s i e u r s poemes consacres a Madeleine, A p o l l i n a i r e p r a t i q u e ces d i s p a r a t e s , nommant t r a n q u i l l e m e n t l e s choses p a r l e u r nom, meme e t s u r t o u t l o r s q u ' i l s ' a g i t de mots designant actes ou organes s e x u e l s . (Par exemple "Scene noc-turne du 2 2 a v r i l 1 9 1 5 " ou "Mon t r e s cher p e t i t Lou", Poemes a Lou). B o i l e a u d i s a i t d e j a : " j ' a p p e l l e un ch a t un c h a t . . . et R o l e t un f r i p o n . . . " 1 1 re s u i t e de ces a l l i a n c e s i n a t t en-dues e n t r e l e s p o l e s du v o c a b u l a i r e une r e e l l e i m p r e s s i o n de r i c h e s s e e t d'etonnement. Pourtant A p o l l i n a i r e e s t p a r f o i s p r o s a i q u e . 1 1 e s t d i f f i c i l e , par exemple, de t r o u v e r tr&s p o e t i q u e ces q u a t r e vers d'Annie ( A l c o o l s ) : Gomme c e t t e femme e s t mennonite Ses r o s i e r s et ses vetements n'ont pas de boutons I I en manque deux a mon v e s t o n La dame e t moi suivons presque l e meme r i t e De l a f a n t a i s i e amusante, o u i , mais as s e z peu de p o e s i e . 9k S i nous l i s o n s " P a l a i s " ( A l c o o l s ) , nous y rencontrons "Des r 6 t i s de pensees raortes", des "souvenirs f i a s a n d e s en go-divaux", des "beaux reves mort-nes en tranches b i e n saignantes"; on r e s p i r e dans cet etrange l i e u : "une odeur de g r a i s s e et de g r a i l l o n " , l e s marmitons apportent " v i n g t pot ages dont t y o i s c o u leurs d ' u r i n e " . Q u ' i l y a i t l a l e r e c i t d'un r§ve e r o t i q u e et sans doute de son ecoeurement n'excuse pas t o u j o u r s i c i l a longueur de "1'execution". Andre Rouveyre juge a i n s i ce poeme: "A f o r c e d'entetement appuye vers l a d e s t r u c t i o n , i l y a i c i 9 e c l i p s e de l a p o e s i e elle-m&ne ce qui est un effondrement." Le prosa'isme de c e r t a i n s mots e t de c e r t a i n s passages peut a u s s i s ' e x p l i q u e r souvent p a r 1'habitude qu'avait A p o l l i -n a i r e de f a i r e un poeme avec n'importe q u e l l e prose: un a r t i c l e , une c a u s e r i e . . . A p o l l i n a i r e a trop de r i c h e s s e dans son v o c a b u l a i r e pour a v o i r des m o t s - c l e f s comme i l a r r i v e chez c e r t a i n s auteurs. I I aime cependant l e s unions imprevues entre l e s noms et l e s ad-j e c t i f s e t i l a une i n c l i n a t i o n pour 1 ' a d j e c t i f a t r o c e : "de couples enchalnes par un a t r o c e amour" ("Les s o u p i r s du s e r -vant de Dakar", Calligrammes) "Cette boue e s t a t r o c e aux che-mins detrempes" ..."0 Lou ma rose a t r o c e e s - t u t o u j o u r s fachee" (Po&mes a. Lou, "Ma Lou je c o u c h e r a i " ) . I I aime a u s s i l e s b a i -sers f l o r e n t i n s , r e n c o n t r e s dans l a "Chanson du Mal-Aime": 9 5 Amour vos b a i s e r s f l o r e n t i n s A v a i e n t une saveur amere E t dans "Le L a r r o n " ( A l c o o l s ) : Nous aurons d e s b a i s e r s f l o r e n t i n s sans l e d i r e Mais au j a r d i n ce s o i r t u v i n s sage et v o l e u r I I a a u s s i une p r e d i l e c t i o n pour ce v e r b e assez r a r e : f e u i l l o l e r . Devant des s i t e s ingenus Ou sous l e s roses q u i f e u i l l o l e n t De beaux dieux ros e s dansent nus "Chanson du Mal-Aime", A l c o o l s Le printemps l a i s s e e r r e r l e s f i a n c e s p a r j u r e s E t l a i s s e f e u i l l o l e r longtemps l e s plumes bleues "Les P i a n Q a i l l e s " , A l c o o l s A mon b l e u c i e l des r£ves f e u i l l o l e n t E t tombent tout pres de f l e u r s qui puent Je songe pendant que j e somnole D'astres e t e i n t s de t i g r e s repus "A mon b l e u c i e l des r§ves f e u i l l o l e n t " , Poemes i n e d i t s Le verbe incant er e s t a u s s i u t i l i s e dans SiLes sap i n s " q ui* ..."graves m a g i c i e n s / Incantent l e c i e l quand i l tonne". Dans "Nuit rhenane" ( A l c o o l s ) , A p o l l i n a i r e f a i t s u r g i r "Ces f e e s aux cheveux v e r t s q u i i n c a n t e n t l ' e t e " . E t dans "L'Ermite" ( A l c o o l s ) : E t c ' e s t l e s o i r l e s f l e u r s de j o u r deja. se c l o s e n t E t l e s s o u r i s dans 1'ombre i n c a n t e n t l e plancher On p o u r r a i t f a i r e l e s m%mes remarques a propos d'autres mots encore, mais l a l i s t e p o u r r a i t devenir f a s t i d i e u s e . 96 Plus important chez A p o l l i n a i r e semble l e procede d'enu-meration. Par exemple, dans "11 y a" (Calligrammes) chaque vers e s t une scene d i f f erente : 11 y a l e s f l e u v e s qui ne remontent pas l e u r cours 11 y a I'amour q u i m'entraine avec douceur 11 y a v a i t un p r i s o n n i e r boche qui p o r t a i t sa m i t r a i l -l e u s e sur son dos 11 y a des hommes dans l e monde qui n'ont jamais ete a l a guerre 11 y a des Hindous q u i r e g a r d e n t avec etonnement l e s campagnes o c c i d e n t a l e s Ce meme procede se trouve dans "Le chant d'amour" (Calligrammes) e t a u s s i dans l e "Poeme l u au mariage d'Andre Salmon" ( A l c o o l s ) : N i parce que nos v e r r e s nous j e t t e n t encore une f o i s l e r e g a r d d'Orphee mourant N i parce que nous avons t a n t g r a n d i que beaucoup p o u r r a i e n t nos yeux et l e s e t o i l e s N i parce que l e s drapeaux c l a q u e n t aux f e n e t r e s des c i t o y e n s qui sont contents depuis cent ans d ' a v o i r l a v i e et de menues choses a defendre N i parce que fondes en p o e s i e nous avons des d r o i t s sur l e s p a r o l e s qui forment et defont l ' U n i v e r s On peut c i t e r a u s s i "C'est l ' h i v e r " de Poemes a Lou: Un marin japonais se g r a t t e 1 ' o e i l gauche avec l ' o r t e i l d r o i t Un b e i g e i n t e r n e dans l e s Pays-Bas l i t un j o u r n a l ou i l est q u e s t i o n de moi Sur l a digue une r e i n e regarde l e champsde b a t a i l l e avec e f f r o i Le c a p i t a i n e a n g l a i s dont l e v a i s s e a u coule t i r e une d e r n i e r e p i p e d'opium La f i n du "Poeme du 9 f e v r i e r 1915" et "Scene nocturne du 22 a v r i l 1915", ..Poemes a Lou et "Cote 1LL6", Poemes a Madeleine. S t l a encore, l e s c i t a t i o n s p o u r r a i e n t §tre m u l t i p l i e e s . Ces 97 enumerations provoquent une espece d'eblouissement, de change-ment p e r p e t u e l d ' o b j e c t i f e t de s p e c t a c l e , creant une so r t e de cinema p o e t i q u e . Des l e premier poem© d ' A l c o o l s , i n t i t u l e "Zone", A p o l l i -n a i r e annonce sa d e t e r m i n a t i o n de rompre avec l a t r a d i t i o n s u r-annee et de se d i r i g e r v e r s 1'aventure. Ce poeme a p p a r t i e n t au genre e u b i s t e , s y n t h e t i q u e , ou s i m u l t a n e i s t e dans l e s -quels se juxtaposent sans t r a n s i t i o n des elements, des sen-s a t i o n s , des s o u v e n i r s d i s p a r a t e s dans l e f l u x du subconscient. Dans ce poeme A p o l l i n a i r e va deja au-dela des s y m b o l i s t e s . Dans; ses propres p a r o l e s : " e x a l t e r l a v i e sous quelque forme q u ' e l l e se p r e s e n t e . " I I n'a p l u s be so i n de l ' a l c h i m i e du verbe pour declencher l e m i r a c l e . Ce sont l e s choses memes, l e s evenements q u o t i d i e n s q u i entonnent l e m i r a c u l e u x s i on l e v o i t avec l e s yeux du poete. Par l e s v e r s de "La V i c t o i r e " (Calligramme s ) , A p o l l i n a i r e semble defendre son a r t , et p l a i d e r pour son l a n -gage: "La p a r o l e e s t soudaine et c'est un Dieu qui tremble". I l p a r l e de l a j o i e "De v o i r l e s b e l l e s choses neuves" e t se montrant prophete, i l e x a l t e un av e n i r que n i l u i n i ses successeurs n'ont pu r e a l i s e r encore mais qui sera conquis un j o u r : La V i c t o i r e avant tout sera De b i e n v o i r au l o i n De t o u t v o i r ^e pres E t que t o u t a i t un nom nouveau 98 e.) Les Images e)t I.es Metaphores I I nous r e s t e a examiner l e s images dont A p o l l i n a i r e a i l l u s t r e sa p o e s i e , l e s metaphores q u ' i l c r e a pour animer ses vers amoureux. I I e x i s t e peu de v r a i e p o e s i e sans images e t c e l l e d ' A p o l l i n a i r e en c o n t i e n t beaucoup. Comme son v o c a b u l a i r e , v a r i e sans o s t r a c i s m e , e l l e s vlennent de p a r t o u t . C e l l e s du "Pont Mirabeau" sont t i r e s du decor, e t a l a f o i s o r i g i n a l e s et a ttendues: Tandis que sous Le pont de nos bras passe Des e t e r n e l s regards l'onde s i l a s s e L'eau des regards passe sous l e pont f r a g i l e et passager des bras e n l a c e s . Dans l a "Chanson du Mal-Aime", ces comparaisons sont r i c h e s , e t imprevues souvent dans l e u r haute f a n t a i s i e . A comraencer p a r l a p r e m i e r e : Un s o i r de demi-brume a Londres Un voyou q u i r e s s e m b l a i t a Mon amour v i n t a. ma rencontre P l u s l o i n , l e s c o l c h i q u e s veneneux e t v i o l e t s l e f o n t songer aux yeux d'Annie: Le c o l c h i q u e couleur de cerne et de l i l a s Y f l e u r i t t es yeux sont comme c e t t e f l e u r - l a "Les C o l c h i q u e s " , A l c o o l s Comparaison n o u v e l l e e t inattendue encore dans "Les S a i s o n s " , Calligrammes: 99 E t v i e comme va l a langue d'un crapaud L'am our b l e s s a i t au coeur l e s fous comme l e s sages Cette Image, ou l a langue du crapaud semble penetger au coeur a quelque chose d'obscurement m a l e f i q u e , i l y a Id une id e e d'amour maudit, mais non exprimee. Une autre image dans "Pho-t o g r a p h i e " e s t d'abord assez banale: Ton s o u r i r e m ' a t t i r e comme P o u r r a i t m ' a t t i r e r une f l e u r " Calligramnes Mais e n s u i t e , l e poete e c r i t : Photographie tu es l e champignon brun De l a for§t Qu'est sa beaute Photographie tu es 1'ombre Du S o l e i l Qu'est sa beaute La comparaison d e v i e n t moderne, passionnee et ina t t e n d u e . V o i c i des images r e l a t i v e m e n t banales, t i r e e s de "Chevaux de P r i s e " (Galligrammes): S i je songe a tes yeux je songe aux sources f r a i c h e s S i je pense a. t a bouche l e s roses m'apparaissent S i j e songe a tes s e i n s l e P a r a d e t descend 0 double colombe de t a p o i t r i n e E t v i e n t d e l i e r ma langue de poete Pour te r e d i r e Je t'aime Ton v i s a g e e s t un bouquet de f l e u r s Les yeux qui sont des sources, l e s l e v r e s q ui sont des r o s e s , l a p o i t r i n e aux colombes dressees, l e f r a i s v i s a g e qui r a p p e l l e 100 un bouquet, on trouve aisement tout c e l a depuis Ronsard, et mSme avant l u i , chez tous l e s poetes q u i e c r i v e n t des vers d'amour. Mais comparer l e s a r b r e s nus e t enneiges a des che-vaux de f r i s e , v o i l a . 1 ' o r i g i n a l i t e . Dans ce poeme a Lou: Je pense a t o i mon Lou ton coeur e s t ma caserne Mes sens sont t es chevaux ton so u v e n i r e s t ma luz e r n e toutes l e s comparaisons s ' i n s p i r e n t de l a v i e g u e r r i e r e du poete; e l l e s sont l o g i q u e s e t b i e n s u i v i e s ; Le c i e l e s t p l e i n ce s o i r de s abres d'eperons, Ta bouche e s t l a b l e s s u r e ardente du courage, Nos f a n f a r e s e c l a t e n t dans l a n u i t comme t a v o i x , Nos 7 5 sont g r a c i e u x comme t o n corps, E t t e s cheveux sont fauves comme l e f e u d'un obus, Des s o l e i l s t o u r a tour se prennent a. h e n n i r , Nous sommes l e s b a t - f l a n c sur q u i ruent l e s e t o i l e s . Ces images sont f a m i l i e r e s , souvent singulis r e s , e t pour t a n t e l l e s s'imposent et sont b e l l e s . Du meme genre sont l e s images d'un poeme des Calligrammes "Chef de s e c t i o n " : Les s o l d a t s de ma bouche te prendront d'assaut Ma bouche sera une armee contre t o i une armee p l e i n e de d i s p a r a t e Tandis que l e s yeux f i x e s sur l a montre j'attends l a mi-nute p r e s c r i t e pour 1'assaut 101 Dans "Je t'adore mon Lou" autre comparaison imprevue, f a r a i l i e r e e t b e l l e : "Les c l o u s de mes Souliers b r i l l e n t comme tes yeux" A u t r e image moderne ou modemisee: Chaque j o u r Mon amour Va vers t o i ma c h e r i e Comme un tramway I I g r i n c e e t c r i e Sur l e s r a i l s ou je v a i s "Mon Lou j e veux t e r e p a r l e r " , Poemes a Lou Image g u e r r i e r e encore dans: " S i j e mourais l a - b a s " (Poemes a Lou) E | p u i s mon souvenir s ' e t e i n d r a i t comme meurt Un obus e c l a t a n t sur l e f r o n t de 1'armee Image attendue e t imprevue a. l a f o i s . Nul avant A p o l l i n a i r e n • a v a i t eu I f idee de comparer l e souvenir a un obus. Mais 1'Image e s t j u s t e et pr§te une f o r c e p a t h e t i q u e a ce poeme ou l e s o l d a t p r e v o i t sa mort; Encore une comparaison du meme genre: Le c i e l e s t e t o i l e par l e s obus des Boches "Le c i e l e s t e t o i l e " , Poemes a Lou Autre image i n s p i r e e de l a guerre, mais qui nous r a p p e l l e 1 ' A p p o l l i -n a i r e g a l ant et un peu trop p r e c i e u x de c e r t a i n s poemes, c e l u i qui a u r a i t l u t r o p a t t e n t i v e m e n t Honore d'Urfe et V o i t u r e . S i t u v o i s des b l e s s e s D i s - l e u r que ma s e u l e b l e s s u r e e s t c e l l e que t u a f a i t e a mon coeur 1 0 2 Dans l e quatrieme poeme s e c r e t a Madeleine, A p o l l i n a i r e r e prend une image des Calligrammes, c i t e e p l u s haut, en l u i donnant un sens e r o t i q u e p l u s f o r t : Les s o l d a t s de ma bouche prendrons d'assaut tes e n t r a i l l e s La guerre a done ete pour A p o l l i n a i r e l a source p r i n c i p a l e de ses images neuves, "Coeur obu s e c l a t e q u i s i f f l a i t sa r o -mance" s ' e c r i e l e poete dans un Poeme a Lou ("Le c i e l est e t o i l e " ) et i l d i t p l u s l o i n avec p l u s de f o r c e encore: "Les obus m i a u l a i e n t un amour a. mourir", evoquant a l a f o i s i c i l e s i f f l e m e n t des obus et l e miaulement des chats en f o l i e . Que de f o i s l a lune a ete chante par l e s poetes e t com-pare e par euxj On se souv&ent par exemple de " l a f a u c i l l e d'or dans l e champ des e t o i l e s " de V i c t o r Hugo et l a b a l l a d e a l a lune "comme un p o i n t sur un I " de Musset e s t f o r t connue. " A p o l l i n a i r e j o i n t son e s q u i s s e a c e t t e g a l e r i e , e s q u i s s e evo-c a t r i c e et neuve: C i e l nuageux l a lune est bleme La lune chemine a t a t o n s Une a b e i l l e sur de l a creme "Reveries sur t a venue", Poemes a. Lou Dans " M e r l i n e t l a v i e i l l e femme" ( A l c o o l s ) nous trouvons a u s s i une image sur l e s o l e i l . Tout en r a p p e l a n t l e vers de B a u d e l a i r e : "Le s o l e i l s'est noye dans son sang qui se f i g e " l a comparaison d ' A p o l l i n a i r e e s t p l u s b r u t a l e : 103 Le s o l e i l ce j o u r - l a s ' e t a l a i t comme un vent r e Maternel q u i s a l g n a i t lentement sur l e c i e l Plus agreable en sa nouveaute nous semble c e t t e image de Calligrammes q u i se rapporte encore au s o l e i l : La f e n S t r e s fouvre comme une orange Le beau f r u i t de l a lumiere " Les f e n e t r e s " C e t t e l u m i e r e , e l l e se b l o t t i t dans l e s cheveux de l a j o l i e r o u s s e : Sgs cheveux sont d'or on d i r a i t Un b e l e c l a i r qui d u r e r a i t Ou ces flammes qui se pavanent Dans l e s roses-the qui se fa n e n t "La J o l i e Rousse", Calligrammes E t dans l a "Chanson du Mal-Aime" ce s o l e i l est une ardente l y r e . E t dans "Zone", l e poete soup i r e : A d i e u A d i e u S o l e i l coup coup! L'image se r e t r o u v e dans l e s "Doukhobors" (Poemes r e t r o u v e s ) . E l l e y e s t p l u s longuement exprimee et par la. e l l e p e r d de sa vigu e u r : Les Doukhobors; l e s o l e i l qui r a d i a i t Dut p a r a l t r e a l e u r s yeux e x t a s i e s Esperant des remous Oceaniques Des n a t i o n s , l a - b a s , du c6t<§ d'Occident ou d'Amerique Le cou tranche d'une t e t e immense, i n t e l l i g e n t e Dont l e bourreau n ' o s a i t montrer La face e t l e s yeux l a r g e s p e t r i f i e s A l a f o u l e i v r e E t quel sang, et q u e l sang t ' e c l a b o u s s e , 6 monde Sous ce cou tran c h e ! 10k Dans "Epithalame" ( I I y a) A p o l l i n a i r e r£ve a u s s i a ce pays Ou l ' o n tranche l a t e t e au s o l e i l chaque jo u r Pour q u ' i l v erse son sang en rayons sur l a t e r r e . L'image semble done l e ha n t e r . Nous r a p p e l l i o n s quelques comparaisons des poetes roman-t i q u e s sur l e s o l e i l e t sur l a l u n e . V o i l a un?. vers du " T r o i -sieme poeme s e c r e t " (Poemes a Madeleine) q u i nbus f a i t son-ger a B a u d e l a i r e : T o i dont l a croupe l i b r e se balance a i n s i qu'un beau . v a i s s e a u sur l a mer parfumee L'auteur des P l e u r s du Mal e c r i t : Quand t u vas, balayant 1 ' a i r de t a jupe l a r g e Tu r a p p e l l e s un beau v a i s s e a u q u i prend l e l a r g e C e r t a i n e s images sont f a n t a s t i q u e s comme l e s poemes q u ' e l l e s v i e n n e n t h a n t e r : Oh.' je ne veux pas que t u s o r t e s L'automne e s t p l e i n de mains coupees Ncri non ce sont des f e u i l l e s mortes Ce sont l e s mains des chores mortes C§ sont t e s mains coupees "Rhenane d'automne", A l c o o l s La comparaison est p o s s i b l e mais e l l e ne s 'impose pas. A p o l l i -n a i r e nous l a r e v e l e en semblant l a m§ler aux v i s i o n s de son re v e . A i n s i i l 1 ' e c l a i r e et l a v o i l e en meme temps. Dans l e meme poeme, c e t t e t r e s b e l l e image douloureuse: 105 A nos pieds r o u l a l e n t des chataignes Dont l e s bogues e t a l e n t Comme l e coeur blesse de l a madone P a r f o i s l a comparaison n a i t d'elle-meme: Te souviens-tu du long o r p h e l i n a t des gares "Le voyageur", A l c o o l s La s o l i t u d e des voyageurs au m i l i e u d'une f o u l e inconnue, i n -s o l i t e , l e coeur q u i se serre devant l'imprevu des departs, tout est exprime, tout est condense dans ce v e r s . Dans "Chevaux de P r i s e " (Calligrammes) l a r e p e t i t i o n de "Pendant l e blanc et nocturne novembre" nous f a i t penser a un passage du "Corbeau" d'Edgar Poe, i l y a aussi des images f a n t a s t i q u e s : E t ces chants q u i s'envolent vers t o i M'emportent a. ton cote Dans ton b e l Orient ou l e s l y s Se changent en palmiers q u i de l e u r s b e l l e s mains Me f o n t signe de v e n i r I c i , ce f a n t a s t i q u e n'est plus g r a t u i t mais e r o t i q u e . "Lou mon e t o i l e " (Poemes a. Lou) retrouve ce caractdre legendaire de c e r t a i n e s Images: Et p a r f o i s l e s n u i t s sont m o r t e l l e s L ' e t o i l e nommee Lou Traverse des p r a i r i e s d'asphodeles Et des fantcmes i n f i d e l e s Pleuvent dans l e s abimes autour d ' e l l e Pour c e l e b r e r Lou, l e poete r e v e i l l e l a fee Oriande en "son chSteau de Rose-Fleur": 106 Oriande y dort comme un parfum venu dans l a dernier e l e t t r e et qui repose Sur mon coeur Dans "La C l e f " (Poemes d i v e r s ) abondent l e s images f a n t a s -t i q u e s . La b e l l e a perdu l a c l e f de ses yeux et son chant mys-t e r i e u x est emouvant: Je s u i s veuve l e jo u r de Paques Des amants vont au bord du l a c Oft je ne r e v i e n d r a i jamais La c l e f des yeux dans l'eau se r o u i l l e Je l a r a p p o r t e r a i domain P a r f o i s l a f a n t a i s i e et l e gout d'une c e r t a i n e m y s t i f i c a -t i o n guident l e choix des Images: L'anemone a f l e u r i dans l e nom d'Archangel Quand l e s anges p l e u r a i e n t d'avoir des engelures "L'anemone a f l e u r i " , Poemes retrouves P a r f o i s l e s images sont moins heureuses; on sent q u ' e l l e s sont l a pour completer une rime : Quatre jours mon amour pas de l e t t r e de t o i Le jo u r n ' e x i s t e plus l e s o l e i l s'est noye La caserne est changee en maison de l ' e f f r o i Et je s u i s t r i s t e a i n s i qu'un cheval convoy e I I e s t r a r e que l e s images so i e n t incomprehensibles. A p o l l i -n a i r e s'est reclame un moment du surrealisme. Un poeme dedie au p e i n t r e Marc Chagall l ' e n montre t r i b u t a i r e , en e f f e t . Nous y trouvons l e s images suivantes: Ta maison ronde ou i l nage un hareng saur 107 0$ je ra'en a l l a i s a l a campagne avec une charmente cheminee tenant sa chienne en l a i s s e Mais tes cheveux sont le t r o l l e y A travers 1'Europe v§tue de p e t i t s feux multicolores "A travers 1'Europe", Calligrammes A p o l l i n a i r e e c r i v a i t en 1917? "Aujourd'hui l e r i d i c u l e meme est poursuivi. On cherche a s'en emparer et i l a sa place dans l a Poesie. Parce q u ' i l f a i t p artie de l a vie au meme t i t r e que l'hero'isme et tout ce qui n o u r r i s s a i t jadis 1'enthousiasme des poetes. L'esprit nouveau est egalement dans l a surprise. 10 C'est ce q u ' i l y a en l u i de plus vivant, de plus neuf." "Par bonheur, ajoute Pascal Pia qui rapporte ces lignes, l e t h e o r i -11 cien n'a jamais etouffe en l u i le poete." II avait publie en 1913 un manifesto f u t u r i s t e mais stfetait assez v i t e r e p r i s . La vie toute simple et toute vraie l u i semblait presenter, a e l l e seule, l e s etrangetes desirables, et i l e c r i v a i t encore: "Ce n'est pas l a b i z a r r e r i e qui me p l a i t , c'est l a vie, et quand on sai t v o i r autour de s o i , on voit l e s choses les plus curieuses 12 et l e s plus attachantes." Cet examen rapide du s t y l e d'Apollinaire etudie surtout en ses vers d'amour nous permet d'etre de l ' a v i s de Claude Roy qui a bien d e f i n i l ' a r t d'Apollinaire en 1'appelant " l e lyrisme du discontinu". Claude Roy d i t justement: " I l r e a l i s e 108 presque constamment ce m i r a c l e d'accommoder dans ses poemes toutes l e s s u r p r i s e s p o s s i b l e s du langage, l e s revirements l e s p l u s brusques de 1'emotion e t de 1'image sans jamais 13 rompre l e f r a g i l e courant du p l a i s i r p o e t i q u e . " A p o l l i n a i r e a r e a l i s e une l i b e r a t i o n de l a forme q u i f u t moderne avec bon sens. Cette l i b e r t e a f a c i l i t y 1 ' e x p r e s s i o n des £ sentiments par 1'assouplissement q u ' e l l e e n t r a i n e . E l l e permet a l a p o e s i e p l u s de nuances s u b t i l e s sans jamais n u i r e a sa musique. A p o l l i n a i r e , ce p r o d i g i e u x animateur, i n v e n t e u r ingenieux a renouvele l a systeme raetrique de l a p o e s i e f r a n -c h i s e , s u r t o u t en matiere de rime. S e l o n l u i tous l e s mots termines par des consonnes prononces sont f e m i n i n s , tandisc-qae ceux termines par des v o y e l l e s ou des n a s a l e s sont masculins. A i n s i i l f a i t r i m e r menus/inconnue, pare s s e s / d r e s s e , i n s i s -t a n t sur 1'assonance a u d i t i v e p a r o p p o s i t i o n a l'^assonance" v i s u e l l e . Pour resumer l a c a r a c t e r e e t 1'importance de I'oeuvre d ' A p o l l i n a i r e c i t o n s l e poete en p r o s e e t en v e r s . I l p r e -c i s e a i n s i dans son E s p r i t Nouveau,, 1 ' e s s o r t e s s e n t i e l de sa p o e s i e : Echapper a 1 ' i m i t a t i o n s e r v i l e de l ' a n t i q u i t e E v i t e r l e desordre romantique Repousser l e wagnerisme echevele Rechercher des c l a s s i q u e s 1 ' e s p r i t c r i t i q u e et l e sens Du d e v o i r t o u t en f a i s a n t l a p l u s l a r g e p l a c e a 1'imagination 109 E x a l t e r l a v i e . Rechercher l a nouveaute par 1 ' e f f e t de S u r p r i s e . Pinalement nous rappelons ces v e r s de Calligrammes, g r a -ves en g r a n i t sur sa p i e r r e tombale: Je me s u i s e n f i n detache De toutes choses n a t u r e l l e s Je peux m o u r i r mais non pecher E t ce qu'on a jamais touehe Je l ' a i louche je l ' a i palpe E t j ' a i sc r u t e tout ce que n u l Ne peut en r i e n imaginer E t j ' a i soupese maintes f o i s M§me l a v i e imponderable Je peux mourir en V a r i a n t " Les c o l l i n e s " References 1 1 0 1 A p o l l i n a i r e , Oeuvres p o e t i q u e s , p. x v i i . 2 I b i d . , p. x l i i i . 3 A p o l l i n a i r e , l e t t r e a Henri Martineau, i b i d . , p. 1 0 3 0 . k I b i d . , p. 1 0 8 k . 5 Rimes et Raisons, 2 0 octobre 1 9 k 6 , p. 15. 6 A p o l l i n a i r e , op. c i t . , p. 1 0 7 0 . 7 Mercure de Prance, no 3 8 k , 15 j u i n 1 9 1 3 . 8 Henri Martineau, " A l c o o l s de Guillaume A p o l l i n a i r e " , Divan, no k l , j u i l l e t , 1 9 1 3 . 9 Rouveyre, Amour e t p o e s i e d ' A p o l l i n a i r e , p. 1 9 1 . 1 0 P a s c a l P i a , A p o l l i n a i r e par lui-meme, P a r i s , S e u i l , 195k» p. 1 7 6 . 1 1 I b i d . , p. 1 7 7 . 1 2 A p o l l i n a i r e , " L ' E s p r i t nouveau e t l e s poetes", Mercure de  Prance, no k 9 1 , decembre 1 9 1 8 , p. 3 9 6 . 13 Claude Roy, "Esquisse d ' A p o l l i n a i r e " , Revue U n i v e r s e l l e , no 7 9 , janvier-mars 1 9 k C l k Marcel Adema, Guillaume A p o l l i n a i r e l e mal-aime, P a r i s , P l o n , 1 9 5 2 , p. 2 k 3 . 1 * -111 C h a p i t r e V: L'HERITAGE D'APOLLINAIRE E n 191+6 l a r e v u e R i m e s e t R a i s o n s a p r e s e n t e une s u i t e d'hommages a. A p o l l i n a i r e . P a r m i d e s a r t i c l e s d e s p l u s e m p u v a n t s n o u s t r o u v o n s ce t e x t e c o u r t , " C o n t e de f a i t " de G e o r g e s V e r g n e s : I I e t a i t une f o i s une homme q u i s ' a p p e l l e l ui-meme G u i l l a u m e A p o l l i n a i r e E t i l e u t beaucoup d ' e n f a n t s 1 E n e f f e t , i l e s t c e r t a i n que l a p o s t e r i t y p o e t i q u e de G u i l l a u m e A p o l l i n a i r e e t e n p a r t i c u l i e r d ' A p o l l i n a i r e po£te de 1'amour, f u t i m p o r t a n t e . On p e u t l u i a t t r i b u e r F r a n c i s G a r c o e t b i e n des p o e t e s de l ' e c o l e d i t e " f a n t a i s i s t e " . Dans s o n poeme "L'Ombre", F r a n c i s C a r c o f a i t s u r g i r une f i l l e s o r -t i e des t a v e r n e s de L o n d r e s q u i ne d e s a v o u e r a i t p o i n t s a p a -r e n t e a v e c l a " C h a n s o n d u M a l - A i m e " . L e s j e u x de m o t s , l e s b e r c e m e n t s e t j o n g l e m e n t s de T r i s -t a n Dereme e v o q u e n t , e u x a u s s i , u n c e r t a i n t o n a p o l l i n a i r i e n . Nous a t t e n d i o n s des h e r o i n e s Q u i d o r m i s s e n t s o u s d e s t r o e n e s L a r i m e i c i r a p p e l l e a s s e z c e t " A r c h a n g e l " e t l e s a n g e s q u i p l e u r a l e n t d ' a v o i r d e s " e n g e l u r e s " . A p o l l i n a i r e a v a i t une c e r t a i n e f a g o n , e m p r u n t e e sans d o u t e a H e n r i H e i n e , de se f r a p p e r l e c o e u r en s e moquant u n p e u de soi-meme. Nombreux s o n t l e s p o e t e s q u i l ' o n t s u i v i d a n s ii2-c e t t e v e ine i r o n i q u e q u ' a v a i t d e j a explorfe Laforgue. P a u l G i l s o n est un descendant d i r e c t d ' A p o l l i n a i r e et Claude Roy, q u i en a p a r l e s i i n t e l l i g e m m e n t , l e r a p p e l l e a u s s i quelque-f o i s dans ses po&mes. Le poete mort, mais e x a l t e par 1'ami-t i e , Rene-Guy Cadou, q u i , l u i egaleraent, l u i ressemble par l a f a m i l i a r i t y de ses v e r s , l e u r s cours de rudsseau l e n t , 1'adop-t i o n des mots sans d i s t i n c t i o n d ' o r i g i n e , et par son amour de l a v i e . Rene-Guy Cadou c o l l a b o r a i t a. ce numero d'hommage de Rimes et Raisons. En termes assez a p o l l i n a i r i e n s , i l se p l a i n t de n ' a v o i r pu a l l e r p l u s l o i n sur l a r o u t e de 1'avenir dont p a r l a i t l ' a u t e u r de Calligrammes: Comprends-tu q u ' i l f a i t f r o i d t r e s t a r d sur nos epaules Que l e g e l e s t en nous b i e n apres l a s a i s o n E t q u ' i l ne s u f f i t pas de r e c u l e r l e s p6les Pour que nous s o i t donne un nouvel h o r i z o n ^ " L ' A v e n t u r i e r " de R.G. Cadou A i n s i , i m p l i c i t e m e n t , se r e c o n n a i t - i l son d i s c i p l e . Mau-r i c e Pombeure en f a i t autant dans son poeme i n t i t u l e "Hommage a Guillaume A p o l l i n a i r e " : Mais pour nous t u r e s t e s 1'unique Comme V e r l a i n e , comme V i l l o n A r t i l l e u r a b e l l e tunique Mort en h i s s a n t t o n p a v i l i o n . Jean R o u s s e l o t , poete, c r i t i q u e , romancier b i e n connu, p o u r r a i t a u s s i se r e c l a m e r d'un c e r t a i n A p o l l i n a i r e : c e l u i de l a p i t i e , de l a p a s s i o n et du sang v e r s e . Ce texte pour 11-3 A p o l l l n a i r e , p u b l i e dans l e m§me numero d'hommage, en t e -rao igne: Sang de t o u t e s l e s h e u res Sang de tous l e s combats De toutes l e s d o u l e u r s ; Un homme un jour A su nouer tes t r e s s e s innombrables - Dans ses polngs, En f a i i e un f l e u v e d o c i l e E t qui chant a i t . E s t - c e done a c e l a que servent l e s poetes? C e l u i - l a . s ' a p p e l a i t Guillaume A p o l l i n a i r e . Sang du monde, Ton g r a a l e s t l a p l a i e immense dont i l meurt C e l l e q u i nous abreuve. ij. P l u s ages que ces d e r n i e r s poetes, Aragon et P r e v e r t , mal-gre l e u r s c o n t r a s t e s , peuvent a u s s i se r a t t a c h e r a. Apollinaire-»-Aragon par l a technique de ses vers e t par ses poemes ou i l chante a l a f o i s l a guerre et son amour, P r e v e r t par l e p r o -sa'isme amusant et v o u l u , par l a f a n t a i s i e g r a c i e u s e de c e r -t a i n s passages. L i s o n s d'abord ces quelques vers d ' A p o l l i n a i r e I I e s t entre I I s'est a s s i s I I ne regarde pas l e pyrogene a cheveux rouges L ' a l l u m e t t e flambe I I e s t p a r t i "Un poeme", I I y a E t l i s o n maintenant P r e v e r t : I I a mis l e cafe dans l a t a s s e i l a mis l e l a i t dans l a t a s s e de c a f e 111+ i l a mis l e sucre dans l e cafe au l a i t avec l a p e t i t e c u i l l e r I l a tourne E t i l e s t p a r t i Sous l a p l u i e Sans une p a r o l e Sans me regarder J . Pre v e r t : "Parole s 1 1 C'est l a meme secheresse, l e me'm.e rythme saccade, l e m^me drame sans phrases. B i e n d'autres poetds encore p o u r r a i e n t se r a t t a c h e r a l a grande f a m i l l e s p i r i t u e l l e de G-uillaume A p o l l i n a i r e . Mais i l est trop t o t et l e r e c u l n ' e s t pas a s s e z grand pour p o u v o i r l e s determiner a coup sdr. Malgre l e s t e n t a t i v e s n o u v e l l e s b i e n des pontes chantent I'amour avec l ' a p r e t e melancolique, 1 ' i r o n i e amere e t douce, l a f a n t a i s i e g r a c i e u s e ou b r u t a l e , puiseesdans l a "Chanson du Mal-Aime". Nous comparions ce poeme a un f l e u v e et i l semble, en e f f e t , q u ' i l en s o i t un. La se r e f l e t e n t l e s nuances i n t e n s e s et d i v e r s e s de I'amour moderne et la—comme en tout e I'oeuvre d ' A p o l l i n a i r e , se d e s a l t d r e n t ceux q u i pensent que l a Beaute peut 6 t r e aimee sous des v i s a g e s d i f f e r e n t s , et que l ' o n peut etre novateur sans e t r e pour c e l a i c o n o c l a s t e . 115 Refer en ces 1 "Cahier S p e c i a l " de Rimes et Raisons, A l b i , E d i t i o n de l a Tete N o i r e , 191+6, p. 70. 2 I b i d . , p. 77. 3 I b i d . , p. 8 3 . k I b i d . , p. 88. 116 B i b l i o g r a p h i e Oeuvres p o e t i q u e s de Guillaume A p o l l i n a i r e L i s t e chronologique des oeuvres c o n s u l t e e s A p o l l i n a i r e , Guillaume, " A l c o o l s " , (1913), Oeuvres p o e t i q u e s , B i b l i o t h e q u e de l a P l e i a d e , no 121.) ed. par Marcel Adema et M i c h e l Decaudin, P a r i s , G a l l i m a r d , 1956, 39-lk9. . "Vitam Impendere Amori", (1917), i b i d . , 157-162. . "Calligrammes", (1918), i b i d . , 167-313. . " i i y a " , (1925), i b i d . , 317-371. . "poemes i n e d i t s " , tpk8), i b i d . , 837-859. . "poemes a Madeleine", (191+9), i b i d . , 6l5-6k3. . "Le Guetteur melancolique", (1952), i b i d . , 509-612. „ "podmes a Lou", (1955), i b i d . , 837-859. 117 Sources Secondaires A. Ouvrages Adema, M a r c e l . Guillaume A p o l l i n a i r e l e mal-aime, P a r i s , P l o n , 1952. Bachelard, Gaston. L'Eau e t l e s r e v e s , P a r i s , G o r t i , 1959. B i l l y , Andre . Poetes d'auj curd'hui : Guillaume A p o l l i n a i r e , P a r i s , Seghers, 1947. Cadou, Rene-Guy. Guillaume A p o l l i n a i r e : ou l ' a r t i l l e u r de Metz, Nantes, C h i f f o l e a u , 1940. C l a n c i e r , Georges-Emmanuel. Panorama c r i t i q u e de Rimbaud au  s u r r e a l i s m e , P a r i s , Seghers, 1953. Dereme, T r i s t a n . La verdure doree, P a r i s , E m i l e Paul, 1922. Durry, Marie-Jeanne. Guillaume A p o l l i n a i r e ; A l c o o l s , P a r i s , Sedes, 1956. F a u r e - P a v i e r , L o u i s e . Souvenirs sur Guillaume A p o l l i n a i r e , P a r i s , G r a s s e t , 19k%~. Powlie, Wallace. Age of S u r r e a l i s m , Bloomington, Indiana, U n i v e r s i t y P r e s s , I960. P r i e d r i c h , Hugo. Die S t r u k t u r der modernen L y r i k , B e r l i n , Rowohlt, 1956. P i a , P a s c a l . A p o l l i n a i r e par lui-mfeme, P a r i s , S e u i l , 1954. Rouveyre, Andre. Guillaume A p o l l i n a i r e , P a r i s , G a l l i m a r d , 19l±5. . . Amour et p o e s i e d ' A p o l l i n a i r e , P a r i s , S e u i l , 1955. Soupault, P h i l i p p e , Guillaume A p o l l i n a i r e ou l e s r e f l e t s de  l ' i n c e n d i e . M a r s e i l l e , Les C a h i e r s du Sud, 1927. 1 1 8 B. P e r i o d i q u e s Adema, M a r c e l . "Guillaume A p o l l i n a i r e et 1 ' e s p r i t nouveau", Revue Neuve, no 8 , decembre 1 9 k 9 . Breunig, L.C. " A p o l l i n a i r e e t Annie Playden", Mercure de  France, Ier a v r i l 1 9 5 2 . Cerusse, Jean. "Surnaturalisme", S o i r e e s de P a r i s , no 2 k , 1 5 mai, 1 9 1 k . Durry, Marie-Jeanne. "Un s e c r e t d ' A p o l l i n a i r e " , F l a n e u r s des  Deux R i v e s , no k, decembre 195k« Dyssord, P a u l . "La Chanson du Mal-Aime", i b i d . , no 2 , j u i n , 1 9 5 k . Martineau, H e n r i . " A l c o o l s de Guillaume A p o l l i n a i r e " , Divan, no k l , j u i l l e t 1 9 1 ~ j L . "Calligrammes de Guillaume A p o l l i n a i r e " , i b i d . , m a r s - a v r i l 1 9 1 9 . . "Ombre de mon amour de Guillaume A p o l l i n a i r e " , i b i d . , janvier-mars 1 9 ^ 8 . Roy, Claude. " E s q u i s s e d ' A p o l l i n a i r e " , Revue Univ er s e l l e , no 7 9 , janvier-mars 1 9 k 0 . Royere, Jean. " A l c o o l s de Guillaume A p o l l i n a i r e " , Phalange, no 8 k , 2 0 j u i n 1 9 1 3 . 

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