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Andre Gide et le part du diable. Layton, Monique Jacqueline Berthe 1970

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ANDRE GIDE ET LA  PART DU DIABLE  by  MONIQUE JACQUELINE LAYTON B.A., U n i v e r s i t y o f B r i t i s h Columbia, 19^9  A THESIS SUBMITTED IN PARTIAL FULFILMENT OF THE REQUIREMENTS FOR THE DEGREE OF MASTER OF ARTS  i n the Department of French  We accept t h i s t h e s i s as conforming to the r e q u i r e d standard  THE  UNIVERSITY OF BRITISH COLUMBIA September, 1970  In p r e s e n t i n g an  this thesis  in p a r t i a l  advanced degree at the U n i v e r s i t y  the  Library  shall  permission  f o r s c h o l a r l y purposes may representatives.  be granted by  his  of  t h i s t h e s i s f o r f i n a n c i a l gain  18  th  shall  French  of  the Head of my  It i s understood that  permission.  The U n i v e r s i t y o f B r i t i s h Vancouver 8, Canada  D a t e  Columbia,  Columbia  September  I agree and  that  study.  f o r e x t e n s i v e copying o f t h i s t h e s i s  by  Department of  of B r i t i s h  requirements f o r  make i t f r e e l y a v a i l a b l e f o r reference  I f u r t h e r agree tha  written  f u l f i l m e n t o f the  1970.  not  Department  copying or  or  publication  be allowed without  my  A B S T R A C T  En octobre 1893, rie,  Andre Gide s'embarque pour  a, l a quete de l a " t o i s o n d'or". C'est a i n s i q u ' i l  f i e l'harmonie  l'Algequali-  dans l a q u e l l e i l espere p o u v o i r resoudre l e  "dualisme d i s c o r d a n t " de sa nature, dualisrae appar eminent incompatible de ses exigences c h a r n e l l e s et de sa morale puritaine. La quete de c e t t e harmonie, de cet e q u i l i b r e entre l e s tendances  extremes q u ' i l r e c o n n a i t en l u i , s e r a basee sur  l a connaissance .me*me de ces extrSmes avec l e s q u e l s i l s ' a g i t de composer: l e B i e n et l e Mal en s o i , Dieu et l e M a l i n ( c e l u i - c i s u r t o u t , sous l e s formes d i v e r s e s ou Gide c r o i t l e reconnaitre). Le premier c h a p i t r e de l a presente etude t r a i t e  de  l a p r i s e de conscience par Gide de son probleme, que nous voyons se d e s s i n e r dans l'etude autobiographique de S i Ie g r a i n ne meurt, et q u ' i l i l l u s t r e et p r e c i s e par l e s Cahiers d'Andre Walter. Nous essayons e n s u i t e de s i t u e r Gide dans tout un contexte de l i t t e r a t u r e et confirme sa pensee:  "demoniaque", ou i l reconnaxt  appuye par l a d o c t r i n e de N i e t z s c h e ,  nous l e voyons depeindre 1'affranchissement des r e g i e s et  ii  1 iramoralisme de M i c h e l , p u i s confirmer par sa l e c t u r e 1  de  Goethe sa propre n o t i o n de l a v e r t u e d u c a t r i c e et i n i t i a t r i c e du Mai. Chez Dostoievsky, i l r e t r o u v e l e dechainement, par l ' a c t e g r a t u i t , de p o s s i b i l i t e s insoupconnees  de l'homme,  et chez Blake et B a u d e l a i r e , 1 ' a t t r a c t i o n simultanee v e r s Dieu et Satan. Finalement James Hogg l u i confirme l'etonnant p o u v o i r mimetique et i n s i n u a t i f du M a l i n , q u ' i l a v a i t d e j a reconnu lui-meme. S ' i l accorde au demon sa p a r t de dynamisme p o s i t i f et e d u c a t i f , Gide r e c o n n a i t a u s s i l a t e n t a t i o n satanique et son moyen d * a c t i o n : l e sophisme. En nous appuyant sur quelques oeuvres, nous envisageons l e s d i f f e r e n t s aspects que prendre c e t t e t e n t a t i o n : c e l u i du sophisme et de p e r v e r s dans 1'Immoraliste,  l'egoisme  du sophisme et de l ' o r g u e i l dans  l e s Faux-Monnayeurs, du sophisme et de 1'angelisme Porte e t r o i t e ,  peut  dans l a  et du paralogisme de l a mauvaise f o i dans l a  Symphonie p a s t o r a l e . A ce propos, nous indiquons non l e s e f f e t s du sophisme dans 1'oeuvre de Gide, ,mais,  seulement de notre  p o s i t i o n p r i v i l e g i e e , nous tentons de d i s c e r n e r dans q u e l l e mesure Gide lui-meme a ete l a v i c t i m e de son propre sophisme. Ayant avec l u i ,  a i n s i d e p i s t e l e D i a b l e et joue au p l u s f i n  Gide par c e t t e analyse minutieuse de l a methode  satanique, tente de s ' a f f r a n c h i r du p o u v o i r du M a l i n - - D i a b l e e x t e r i e u r de l a t h e o l o g i e , ou i n t e r p r e t a t i o n psychologique d'une d e s t r u c t i o n i r r e p r e s s i b l e de s o i , peu importe  vraiment.  f  Le d e r n i e r c h a p i t r e considere le" r d l e de l a n o t i o n de l i b r e - a r b i t r e et de p r e d e s t i n a t i o n dans l a r e s p o n s a b i l i t e dont l'homme c r o i t d e v o i r r e v e t i r ses a c t i o n s , p u i s examine brievement l e s a c c u s a t i o n s  d immoralisme c o r r u p t e u r  portees  contre Gide. A sa defense,  nous i n s i s t o n s sur l e r 6 l e  qu'il  1  assume l e p l u s souvent d ' i n q u i e t e u r e t de "maitre a penser", par son i n s i s t a n c e r e i t e r e e que l e but de toute e d u c a t i o n e s t l a c l a i r v o y a n c e . Depassant de beaucoup l e but de sa qu§te initiale,  son oeuvre, en depeignant tous l e s e c u e i l s de l'aveu-  glement sur s o i , e s t l a c o n t r i b u t i o n i n d e n i a b l e de Gide a c e t t e c l a i r v o y a n c e e s s e n t i e l l e dont i l espere fiterons.  que nous pro-  - TABLE DES MATIERES -  Page Chapitre I  INTRODUCTION : LA QUETE DE LA TOISON D'OR  1  Chapitre I I LES AFFINITES DEMONIAQUES D'ANDRE GIDE EN LITTERATURE  21  Chapitre I I I LES MASQUES DE SATAN dans 1'Immoraliste e t l e s Faux-Monnayeurs  51  C h a p i t r e IV LES MASQUES DE SATAN  dans l a Porte e t r o i t e et l a Symphonie p a s t o r a l e  87  Chapitre V L  1  "IMMORALISME"  Bibliographie  GIDIEN  122  147  CHAPITRE I  INTRODUCTION : LA QUETE DE LA TOISON D'OR,  En o c t o b r e 1893, Andre Gide s'embarque pour l ' A l g e r i e , a l a quete de l a " t o i s o n d'or"  C e t t e t o i s o n d' o r v e r s  q u o i l e p r e c i p i t e son d e s i r , c'est l'harmonie e s p e r a i t p o u v o i r resoudre l e "dualisme  dans l a q u e l l e i l  d i s c o r d a n t " de sa n a t u r e .  "Au nom de q u e l D i e u , de q u e l i d e a l me  defendez-  vous de v i v r e s e l o n ma n a t u r e ? " s ' e c r i e - t - i l avec a n g o i s s e . Je n ' a c c e p t a i s p o i n t de v i v r e sans r e g i e s , e t l e s r e v e n d i c a t i o n s de ma c h a i r ne s a v a i e n t se p a s s e r de 1'assentiment de mon e s p r i t . Ces r e v e n d i c a t i o n s , s i e l l e s eussent e t e p l u s b a n a l e s , j e doute s i mon t r o u b l e en efit e t e moins grand. Car i l ne s ' a g i s s a i t p o i n t de ce que r e c l a m a i t mon d e s i r , a u s s i longtemps que j e c r o y a i s l u i d e v o i r t o u t r e f u s e r . Mais j en a l o r s a, d o u t e r s i Dieu meme e x i g e a i t de t e l l e s cont r a i n t e s j s ' i l n ' e t a i t pas impie de regimber sans cesse, e t s i ce n ' e t a i t pas c o n t r e L u i ; s i , dans c e t t e l u t t e ou j e me d i v i s a i s , j e d e v a i s donner raisonnablement t o r t a 1 ' a u t r e . ^ 1  Le probleme pose p a r l e dualisme  incompatible d'exi  gences c h a r n e l l e s e t d'une morale i n c i s i v e , l a n e c e s s i t e de  r e g i e s a, s u i v r e e t l ' i n c a p a c i t e de l e s a c c e p t e r t e l l e s  quelles,  s e r a d ' a i l l e u r s formule beaucoup p l u s t a r d dans l e s FauxMonnayeurs p a r B e r n a r d : "C'est a l o r s que j e me s u i s demande comment e t a b l i r une r e g i e , puisque j e n ' a c c e p t a i s pas de v i v r e sans r e g i e e t que c e t t e r e g i e j e ne l ' a c c e p t a i s pas d ' a u t r u i . Mais nous voyons, des a p r e s e n t , p o i n d r e a u s s i l e sophisme du M a l i n que Gide--1'ayant reconnu-- s ' e f f o r c e r a t o u j o u r s d'expos e r ; i l prend i c i l a forme du doute e t de l ' o b e i s s a n c e a l a v o l o n t e d i v i n e e t se d i s s i m u l e sous l ' h u m i l i t e e t l ' i n t e g r i t e apparente du raisonnement. La quete de c e t t e harmonie (peut-£tre au depart i n s p i r e e p a r l e demon), de c e t e q u i l i b r e , q u i ne peut v r a i m e n t s ' a t t e i n d r e que grace a l a l u c i d i t e , a l a c o n n a i s s a n c e en s o i de D i e u e t de Satan, e s t l e f i l  conducteur de 1'oeuvre de G i d e .  E l l e raenera e n t r e a u t r e s a la. decouverte e t p e u t - e t r e a l ' e x o r cisme du M a l i n , c r e a t u r e de D i e u e t p a r t de soi-me^me. L e n v o i des N o u r r i t u r e s t e r r e s t r e s d e v r a t o u t e f o i s 1  demeurer comme 1 ' a v e r t i s s e m e n t e s s e n t i e l de G i d e : "Ne c r o i s pas que t a v e r i t e p u i s s e §tre t r o u v e e p a r quelque a u t r e ; p l u s que t o u t , a i e honte de c e l a . " ^ P l u s que d'un a v e r t i s s e m e n t , p e u t - e t r e s ' a g i t - i l l a d'une v r a i e morale. C e t t e v o i e s o l i t a i r e dans l a q u e l l e Gide s'engage en qu§te de s a t o i s o n d'or, chacun d'entre nous devra l a s u i v r e pour son propre compte. Mais s i l a v e r i t e de Gide  3  ne peut e t r e l a n 6 t r e , du moins pouvons-nous p e r m e t t r e a son i n q u i e t u d e de nous montrer l a v o i e .  Gide date s a premiere r e n c o n t r e c o n s c i e n t e avec l e d i a b l e d'une c o n v e r s a t i o n avec l e jeune a r t i s t e Jacques Raverat q u ' i l s i t u e en 1910, s e l o n l e s F e u i l l e t s , e t au 25 septembre s e l o n l e J o u r n a l , e t dont 1 ' i m p o r t a n c e  19-4  dans l e J o u r n a l n'appa-  r a i t pas immediatement. "Je l u i a i d i t que ce q u i me r e t e n a i t de c r o i r e au d i a b l e , c ' e s t que j e n ' e t a i s pas b i e n s d r de l e d e t e s t e r " , ^ e c r i t Gide assez brievement. Mais i l r e p r e n d c e t t e c o n v e r s a t i o n dans l e s F e u i l l e t s de 1916, c i t a n t Raverat. "La grande f o r c e de Satan (...) v i e n t de ce q u ' i l n ' e s t j a m a i s comme on c r o i t .  On a d e j a beaucoup f a i t c o n t r e l u i quand on  s i e s t persuade q u ' i l e s t l a . " ^ Ces g r a i n e s p l a n t e e s p a r R a v e r a t , Gide ne l e s v e r r a c r o i t r e qu'apres une " s t r a t i f i c a t i o n p r o l o n g e e " . Lorsque pourt a n t l a n o t i o n du M a l i n s'imposera e n f i n a l u i , e l l e a g i r a s u r Gide comme une v e r i t a b l e  revelation:  ... j e n'eus pas p l u s t 6 t suppose l e demon, que t o u t e l ' h i s t o i r e de ma v i e me f u t du .meme coup e c l a i r c i e ; que j e compris s o u d a i n ce q u i m ' e t a i t l e p l u s o b s c u r , au p o i n t que c e t t e s u p p o s i t i o n p r e n a i t l a forme e x a c t e de t o u t e mon i n t e r r o g a t i o n e t de mon a d m i r a t i o n p r e c e dente.6 Peu i m p o r t e , a j o u t e - t - i l ,  que ce q u ' i l a p p e l l e demon  s o i t v r a i m e n t l e Demon. C'est p a r commodite q u ' i l se s e r t de  4  c e t t e a p p e l l a t i o n , et s i ce demon n'habite pas l e s e n f e r s mais " [son]  sang,  [ses] r e i n s ou json} insomnie", c e l a ne change  r i e n au r 6 l e q u ' i l  joue.  Lorsque Gide v o i t  e n f i n s ' e c l a i r c i r toute  l'histoi-  re de sa v i e gr&ce a l a s u p p o s i t i o n q u ' i l f a i t du demon, nous f o r c e a nous pencher sur ce que son oeuvre l a i s s e t r e d'une p a r e i l l e ty:  presence dans c e t t e v i e ,  ou de sa  i l  paraiprobabili-  ce q u ' i l veut nous en f a i r e c o n n a i t r e , ce q u ' i l en suggere  ouvertement, ce q u ' i l nous en l a i s s e subtile  d e v i n e r de fagon p l u s  ou p l u s detournee. Car i l y a dans l a v i e ,  dans l a  pensee, dans 1'oeuvre de Gide une "part du d i a b l e " q u ' i l imp o r t e d ' e l u c i d e r pour l e s mieux comprendre. Nous tenterons d'examiner, a t r a v e r s 1'oeuvre de Gide, l a t r a n s f o r m a t i o n de ce demon de l a c h a i r , q u i l e tourmente, en un demon de 1 ' e s p r i t , q u i l u i permettra de se l i b e r e r j nous taicherons de v o i r  comment l e dualisme d i s c o r d a n t de  sa nature f i n i t par l e mener a. l a l i b e r t e  intellectuelle.  Le present c h a p i t r e t r a i t e s u r t o u t de l a p r i s e de conscience p a r Gide de son probleme, que nous voyons se d e s s i ner  dans l a r e t r o s p e c t i v e de S i l e g r a i n ne meurt, et q u ' i l  i l l u s t r e et p r e c i s e p a r l e s Cahiers d'Andre Walter. Nous e s s a i e rons e n s u i t e de s i t u e r  Gide dans tout un contexte de l i t t e r a t u -  "demoniaque", ou. i l r e c o m m i t et confirme sa pensee. I I accorde au  demon sa p a r t de dynamisme p o s i t i f et e d u c a t i f , mais recon-  5  n a i t a u s s i l a t e n t a t i o n satanique et son moyen d ' a c t i o n : l e sophisme.  En nous appuyant  sur quelques oeuvres, nous e n v i s a -  gerons e n s u i t e l e s d i f f e r e n t s a s p e c t s que peut en e f f e t prendre c e t t e t e n t a t i o n : c e l u i du sophisme et de l'ego'isme perv e r s de 1 Immoraliste, du sophisme et de l ' o r g u e i l dans l e s 1  Faux-Monnayeurs, du sophisme et de l'angelisme dans l a Porte e t r o i t e et du paralogisme de l a mauvaise f o i dans l a  Sym-  phonie p a s t o r a l e . Ayant a i n s i d e p i s t e l e D i a b l e et joue au p l u s f i n avec l u i ,  Gide, par c e t t e analyse minutieuse de l a me-  thode satanique, tente de s ' a f f r a n c h i r du p o u v o i r du M a l i n - - D i a b l e e x t e r i e u r de l a t h e o l o g i e ou i n t e r p r e t a t i o n psychologique d'une d e s t r u c t i o n i r r e p r e s s i b l e de s o l , peu  im-  p o r t e vraiment. Quels ont ete l e R6le et 1 ' i n f l u e n c e de cette qu§te de Gide v e r s un e q u i l i b r e i n t e r i e u r , une harmonie heureuse ou l'homme p u i s s e v i v r e en p a i x avec lui-meme et ou, necessairement, l e s extremes  ont dQ §tre exposes?  C'est  c e t t e q u e s t i o n , et c e l l e de 1'accusation d'immoralisme a l a q u e l l e une t e l l e demarche peut p r a t e r , que nous nous poserons dans l e d e r n i e r c h a p i t r e . o o o Son enfance et son adolescence, t e l l e s a p p a r a i s s e n t dans S i l e g r a i n ne meurt peuvent  qu'elles  deja s e r v i r  a, donner une i n d i c a t i o n des godts et tendances de Gide. Nous  6  voyons se d e s s i n e r une  nature  ou l ' a t t i r a n c e v e r s 1'inavoue  et ce q u ' i l a p p e l l e son"gout du c l a n d e s t i n "  7  s'esquisse  tres  tot. La croyance i n d i s t i n c t e , i n d e f i n i s s a b l e , a j e ne s a i s quoi d'autre, a cote du r e e l , du q u o t i d i e n , de l'avoue, m'habita durant nombre d'annees et j e ne s u i s pas sur de n'en pas r e t r o u v e r en moi, encore aujourd'hui, q u e l ques r e s t e s (...) Je c r o i s b i e n q u ' i l y a v a i t l a un m a l a d r o i t b e s o i n d ' e p a i s s i r l a v i e -- b e s o i n que l a r e l i g i o n , p l u s t a r d , s e r a i t h a b i l e a contenter; et une c e r t a i n e propension, a u s s i , a supposer l e c l a n d e s t i n . " Cette croyance a quelque chose a c6te et au d e l a du r e e l e s t c e l l e qui l e f a i t penser confusement dans son enfance: " I I y a l a r e a l i t e et i l y a l e s reVes; y a une  et p u i s i l  seconde r e a l i t e . C e t t e n o t i o n se t r o u v e r a  d'ailleurs,  de l'aveu meme de Gide, puissamment r e n f o r c e e p l u s t a r d par sa l e c t u r e de Schopenhauer. S i l e s "mauvaises habitudes"  que  Gide developpa  t r e s t o t ne f u r e n t d'abord n i r e p r e h e n s i b l e s, dans esprit, n i clandestines,  e l l e s durent  son  cependant b i e n t 6 t  se r e f u g i e r dans l a t r o u b l e et coupable atmosphere de l a clandestinite. Le sens de l a c u l p a b i l i t e qu'on l u i a profondement i n c u l q u e , un e t a t d'assoupissement moral dans l e q u e l i l se complait,  des t r o u b l e s nerveux p l u s ou moins  tout e n f i n c o n t r i b u e a f a i r e de l u i un enfant  authentiques, qu'il  quelque quarante ans p l u s t a r d , comme chancelant 1'abime.  voit,  au bord  de  7  Decidement l e d i a b l e me g u e t t a i t ; j ' e t a i s tout c u i sine par 1'ombre, et r i e n ne l a i s s a i t p r e s s e n t i r par ou. putt me toucher un rayon. C'est a l o r s que s u r v i n t l ' a n g e l i q u e i n t e r v e n t i o n que j e v a i s d i r e , pour me d i s p u t e r au m a l i n . ^ Cette i n t e r v e n t i o n s e r a c e l l e de sa cousine Madel e i n e Rondeaux, l'Emmanuele de son oeuvre et de sa v i e , au bonheur de q u i i l se voue. E t c e t t e d e c i s i o n de l u i consacrer sa v i e et son amour change completement l e jeune Gide. " J ' a v a l s e r r e jusqu'a ce j o u r a l ' a v e n t u r e ; j e decouvrais soudain  un  nouvel o r i e n t a ma vie."12 Get amour et c e t t e d e v o t i o n ne f e r o n t que  s ' a c c r o i t r e a mesure que Gide g r a n d i t . L'adolescent,  l e jeune homme q u i emerge de c e t t e enfance f o r t maintenant a Saul, t e l que  troublee  ressemble  l e c o n c e v a i t Gide: " I I est  chastej mais sensuel. C ' e s t - a - d i r e q u ' i l ignore encore  son  penchant. A l'age de quatorze ans, Gide f a i t l a connaissance de 1'horreur divine.  et eprouve ses premiers doutes  sur l a providence  Place S a i n t - S u l p i c e , i l v o i t un jeune gare,on q u i , en  essayant de sauter d'un  camion ou i l e t a i t grimpe en cachette,  r e s t e accroche par sa blouse. Son c r t n e , rebondissant de pave en pave, n'est p l u s qu'une b o u i l l i e ducteur, e n f i n a l e r t e , f i n i t j e c r o i s que  sanglante l o r s q u e l e con-  par s'arrester. "Al'age que  c e t t e h o r r e u r m'a  f a i t beaucoup douter du  j'avals, bon  Dieu,"-^ avoue Gide. Le " r e p l a t r a g e " en l u i de l a d i v i n i t e providence.  s ' e f f e c t u e t a n t b i e n que mai. D ' a i l l e u r s ,  ajoute  8  Gide,  ce mince " f a i t - d i v e r s " v a u t a peine d ' e t r e mentionne.  Les a t r o c i t e s de l a guerre nous ont en e f f e t saoule  d'horreur  e t r i e n ne peut se comparer a "ce grand chavirement de t o u t e s l e s v a l e u r s q u i demeuraient pour nous des r a i s o n s de v i v r e . " I I r e s t e que c e t i n c i d e n t , c e t t e r e n c o n t r e avec ce que nous p o u r r i o n s a p p e l e r l e mai g r a t u i t e t a l ' e t a t pur, a eu dans 1'adolescence de Gide l a meme p o r t e e de "chavirement"  de ses  valeurs. Un a u t r e chavirement,  e t de p l u s grande consequence  a p p a r e n t e , s e r a c e l u i ou. son penchant, q u ' i l i g n o r a i t  encore,  l u i s e r a e n f i n r e v e l e . Toute son e d u c a t i o n p u r i t a i n e se r e b e l l e a ce q u ' i l decouvre en l u i de condamne. Mais r e s i s t e r aux e x i g e n c e s  i n c a p a b l e de  de ses sens. Gide t e n t e r a a l o r s de l e s  j u s t i f i e r e t de se composer un code moral q u i l u i permette de p a l l i e r h6nn§tement ce "dualisme d i s c o r d a n t " de sa n a t u r e . S a i n t P a u l e x p o s a i t d e j a c l a i r e m e n t l e probleme: Car l a c h a i r c o n v o i t e c o n t r e 1 ' E s p r i t e t 1 * E s p r i t c o n t r e l a c h a i r , i l y a e n t r e eux antagonisme, s i b i e n que vous ne f a i t e s pas ce que vous v o u d r i e z . ^ 5 Mais M a u r i a c i n d i q u e b i e n que 1 ' e r r e u r de Gide, son peche p l u t 6 t , e s t de v o u l o i r se j u s t i f i e r s u r ses moeurs p a r t i c u l i e r e s pour r e v e n d i q u e r  une d i s p e n s a t i o n de l a r e g i e com-  mune : Le C h r i s t , dans son enseignement, p a r a i t ne s ' ^ t r e j a m a i s i n q u i e t e de nos gofits s i n g u l i e r s (...) son e x i g e n c e , sa t e r r i b l e e x i g e n c e , e t q u i e s t l a m§me pour t o u s , c ' e s t que nous soyons purs , c ' e s t que  9  nous renoncions a. notre c o n v o i t i s e quel qu'en s o i t 1 ' OP j e t . La r e p r o b a t i o n du monde a, l ' e g a r d de 1'ho.mosexualite, e t q u i e s t d'ordre s o c i a l , n * o f f r e aucun c a r a c t e r e commun avec l a condamnation que l e C h r i s t porte contre toutes l e s s o u i l l u r e s (...) Au v r a i , Gide reclame une p r e r o g a t i v e a, l ' e g a r d d'un v i c e p a r t i c u l i e r . Me r a p p e l a n t l e mot que Pascal met dans l a bouche du C h r i s t : " J e t'aime p l u s ardemment que t u n'as aime t e s s o u i l l u r e s , " j e songe que Gide a p r e f e r e a, t o u t sa s o u i l l u r e , mais en n i a n t d'abord q u ' e l l e ftlt souillure. Gide i n d i q u a i t pourtant e u s s e n t - i l s ete d i f f e r e n t s ,  bien  ' que ses gouts  son t r o u b l e n'eut pas pour c e l a  ete moins grand, e t que s e u l l e r e f u s q u ' i l c r o y a i t d e v o i r opposer a, son d e s i r , quel q u ' i l f u t , c a u s a i t en l u i c e t t e angoisse.  Mais son raisonnement devie a l o r s curieuse.ment de  l a v o i e orthodoxe l o r s q u ' i l f i n i t p a r v o i r en ce r e f u s ( q u i cependant s'accorde b i e n avec l a promesse du C h r i s t , i l ne d e v a i t pas l ' i g n o r e r : "B:rhheureux l e s coeurs purs c a r i l s v e r r o n t Dieu") une s u b t i l e i n d i c a t i o n de desobeissance e t d'impiete.  I I s ' a u t o r i s e .meme de c e t t e pensee pour se convain-  cre que sa r e v o l t e e s t impie e t q u ' i l convient que se f a s s e ce q u i e s t p e u t - e t r e le divise, et pressent  l a volonte  de Dieu. Dans c e t t e l u t t e q u i  i l soupconne une r e v o l t e contre l a v o l o n t e d i v i n e , que 1'union de sa r e g i e e t de son d e s i r en un  systeme coherent  et acceptable  serait 1'indication veritable  de sa soumission. Quelle e s t l a p a r t du sophisme dans ce raisonnment, il  ne nous e s t c e r t e s pas encore l o i s i b l e de l e d i s c e r n e r , .mais  compte tenu egalement des i n f l u e n c e s , v i v a n t e s ou a p p r i s e s , qu'a  pu s u b i r Gide,  tout 1'echafaudage de l'har.monie gidienne  r e p o s e r a sur c e t t e n o t i o n .  Avec l e s Cahiers d'Andre Walter, l a premiere  Gide aborde pour  f o i s I'examen de ce q u ' i l e s t , de ce q u ' i l pressent  en l u i de p a s s i o n et de purete. I I veut f a i r e de ces deux c a h i e r s l e b i l a n d e f i n i t i f - - a l'age de v i n g t ans.'-- de e s t h e t i q u e et de sa morale, y p u i s e r l a connaissance  son  de s o i  et l e u r d e v o i r 1'amour d'Emmanuele. ... au moment que j e l l e c r i v a i s , ce l i v r e me p a r a i s s a i t un des p l u s importants du monde, et l a c r i s e que j ' y p e i g n a i s , de 1'interest l e p l u s g e n e r a l , l e p l u s urgent; comment eusse-je compris, en ce temps, q u ' e l l e m'etait p a r t i c u l i e r e ? Mon e d u c a t i o n p u r i t a i n e a v a i t f a i t un monstre des r e v e n d i c a t i o n s de l a c h a i r ; comment eusse-je compris, en ce temps, que ma nature se d e r o b a i t a l a s o l u t i o n l a p l u s generalement admise, autant que mon puritanis.me l a r e p r o u v a i t . Cependant 1 ' e t a i t de chastete, f o r c e e t a i t de m'en persuader, r e s t a i t i n s i d i e u x et p r e c a i r e ; t o u t autre echappement m'etant r e f u s e , j e retombais dans l e v i c e de ma premiere enfance et me d e s e s p e r a i s a neuf chaque f o i s que j ' y retombais. Avec beaucoup d'amour, de musique, de metaphysique et de p o e s i e , c ' e t a i t l e s u j e t de mon l i v r e . J ' a i d i t pre ce detriment que j e ne v o y a i s r i e n au d e l a ; ce n ' e t a i t p o i n t seulement mon premier l i v r e , c ' e t a i t ma So.mme; ma v i e me p a r a i s s a i t d e v o i r s'y achev e r , s'y c o n c l u r e . Mais par moments pourtant, bondissant hors de mon heros, et t a n d i s q u ' i l sombrait dans l a f o l i e , mon ame, e n f i n d e l i v r e e de l u i , de ce p o i d s moribond q u ' e l l e t r a i n a i t depuis t r o p longte.mps apges e l l e , e n t r e v o y a i t des p o s s i b i l i t i e s v e r t i g i n e u s e s . S i nous avons cru d e v o i r c i t e r en e n t i e r ce passage de S i l e g r a i n ne meurt, ou Gide nous c o n f i e ce que  represen-  11  t a i t pour l u i v e r s l'age de v i n g t ans l e s C a h i e r s d'Andre Walter, c'est que nous ne croyons pas d e v o i r e t u d i e r 1'oeuvre en d e t a i l . La v a l e u r l i t t e r a i r e des C a h i e r s presente moins d* i n t e r e s t que Gide ne l e supposait a, 1'epoque, mais l e r 6 l e c a t h a r t i q u e du volume e s t i n c o n t e s t a b l e . A i n s i q u ' i l  1'indi-  que lui-meme, l a i s s a n t Andre Walter sombrer dans l a f o l i e , Gide peut e n f i n prendre son essor. Ce c o n f l i t q u i oppose,  en  Gide, sa f o r m a t i o n p u r i t a i n e et l e s exigences d'une s e n s u a l i t e q u ' i l juge coupable, s ' i l ne se trouve r e s o l u l a r l e s C a h i e r s , perd t o u t e f o i s de son urgence implacable grace a, l ' e x u t o i r e de l a t r a n s p o s i t i o n romanesque. Ramon Fernandez p o u r r a j u s t e ment r e c o n n a r t r e aux Cahiers d'Andre Walter l e u r r 6 l e essent i e l l o r s q u ' i l e c r i r a : " l e d i v o r c e de l'ame et de l a c h a i r tue Andre Walter: Andre Gide apprendra a, en v i v r e . ""^  Ce que A l b e r t Guerard a p p e l l e l e roman "pur" d'Andre Walter, et q u i d e v a i t e t r e "a m o r a l i t y p l a y : a drama20 tized  s t r u g g l e between the a b s t r a c t e d f o r c e s o f good and  evil,"  i n t r o d u i t pour l a premiere f o i s dans 1'oeuvre de Gide l a technique "en abyme" a l a q u e l l e i l aura encore r e c o u r s pour  Paludes  et l e s Faux-Monnayeurs. Andre Walter y prend a, son compte l e s problemes  d'Andre Gide et l e romancier de l a r e a l i t e p o u r r a  a i n s i l e s imposer au romancier de l a f i c t i o n . c o m p l i c i t e i n s t i n c t i v e et f u r t i v e ,  Par une  s o r t e de  i l s ' a l l i e au mai que devra  Id  a f f r o n t e r l e romancier  f i c t i f et l a i s s e r a a c e l u i - c i l e s o i n  d'une demarche dont i l pourra a l o r s c o n s i d e r e r l e s r e s u l t a t s . "Je p a r i e pour A l l a i n " ,  e c r i t Andre Walter, s ' i n t e r r o g e a n t  sur c e t t e course a l a f o l i e dans l a q u e l l e tous deux sont engages. Gide peut a i n s i t r a n s p o s e r sur l e p l a n A . W a l t e r / A l l a i n c e t t e angoisse, c e t t e question, q u i appartiennent en prcrpre au p l a n A.Gide/A.Walter. La course a l a f o l i e , - - l e q u e l des deux a r r i v e r a l e premier, d ' A l l a i n ou de moi? Je p a r i e pour A l l a i n ; j e me r e t i e n s , j e m ' e n f r e n e ; — l u i , j e l e hate, j ' a c t i v e l e t r a v a i l , j e presse l e denouement; i l f a u t que j e l ' a i e f a i t fou avant de l e d e v e n i r moi-.m§me. l e q u e l des deux grimpera sur 1 ' a u t r e ? — c ' e s t t r e s amusant c e t t e course; on f o u r n i t tout soi-.m§me, p a r i e u r , l u t t e u r , a d v e r s a i r e . - - L e p r i x , ce sera l e repos, l e repos apres 1'oeuvre f a i t e . ^ 2  S i l e s puissances malefiques du roman sont p l u s ou .moins soumises au romancier,  c e l u i - c i par contre l e u r e s t en-  tierement soumis dans l a r e a l i t e * . E t s ' i l n'a pas encore, moment-la, accepte de supposer  leur existence, e l l e s  a ce  n'en  e x i s t e n t pas moins pour c e l a . Gide ne s a i t jamais s i l e raisonne.ment q u i l u i f a i t chercher l e b i e n (et e v i t e r l e mai, n'est pas precisement  q u ' i l c r o i t reconnaitre)  i n s p i r e par l a s u b t i l i t e  infernale  du  Malin. La c r e a t i o n romanesque o f f r e peut-§tre a i n s i l a seule p o s s i b i l i t e de v i c t o i r e temporaire  sur l e d i a b l e .  En  f a i s a n t succo.mber son heros, l ' a u t e u r pourra p e u t - ^ t r e s ' e v i t e r un s o r t s i m i l a i r e , du moins par des v o i e s s i m i l a i r e s .  13  Avec l e s C a h i e r s d'Andre W a l t e r , Gide r e u s s i t l a ou i l l a i s s e Andre W a l t e r e t A l l a i n , h e r o s f i c t i f du r o m a n c i e r  fictif,  echouer e t sombrer dans l a f o l i e e t l e s u i c i d e , e t c ' e s t p e u t - e t r e a c e l a meme q u ' i l d o i t sa propre  r e u s s i t e . Le  danger r e s t e t o u t de m§me, l a a u s s i , de f a i r e l e j e u du M a l i n , c a r son p o u v o i r e s t p e u t ^ g t r e l u i a u s s i "en abyme", e t l a c o n f i a n c e que  donne au r o m a n c i e r son succes i r r e e l  dans un do.maine i r r e e l n ' e s t p e u t - ^ t r e que l e p l u s sfir i n s trument de sa p e r d i t i o n .  Le problame souleve p a r 1'homosexuality dans S i l e g r a i n ne meurt e t l'onanis.me a, propos des C a h i e r s d'Andre Walter  r e n f o r c e en Gide l e sentiment de son a n o r m a l i t e  sa c u l p a b i l i t e .  e t de  L'onanis.me ( s i l ' o n en juge p a r l e s inno.mbra-  b l e s mentions q u i en sont f a i t e s dans l e J o u r n a l ) e s t l e penchant q u i l e tourmente l e p l u s profonde.ment e t l u i donnera l e  22 p l u s constamment un avant-gotft de 1'enfer,  t a n d i s qu'au pro-  blems de 1 'homosexual!te, i l se.mblera t r o u v e r p l u s f a c i l e m e n t remede e t j u s t i f i c a t i o n , ne s e r a i t - c e que p a r c e ce q u ' e l l e appose s u r l u i c e t t e marque d' " a n o r m a l i t e " q u ' i l plus tard a c u l t i v e r ,  cherchera  comme e t a n t sa r e e l l e v a l e u r . Ou,  sement e t avec p l u s d ' e x a c t i t u d e ,  c ' e s t p a r ce procede q u ' i l  p a r v i e n d r a a, j u s t i f i e r 1'unique v a l e u r de ce q u i l e rend r e n t des  autres.  inver-  diffe  14  D e n i s de Rougemont v o i t de l a c o e x i s t e n c e des mythes de d'ordinaire  s'excluent  en G i d e l e r a r e  T r i s t a n e t de  exemple  don J u a n ,  qui  mutuellement.  To d e s i r e t h o s e you d o n ' t l o v e , t o l o v e t h e woman you d o n ' t d e s i r e : t h i s drama o f t h e l i f e o f A n d r e G i d e i s t h a t o f an a l m o s t d i s s o c i a t i o n o f t h e p e r son, one t h a t h a s made h i m a h e l p l e s s v i c t i m o f t h e t y r a n n y o f t h e two m y t h s — w h e r e one a l o n e i s q u i t e enough f o r t h e m i s e r y o f any man o r f o r t h e p a s s i o n of a f i c t i o n a l character. L a ou D e n i s de Rougemont v o i t ne p o u v o n s - n o u s p a s d'equilibre--fait penchants, fois la  du  justement  nous demander s i une  de l a s a t i s f a c t i o n non  s a t i s f a c t i o n problematique  c o r p s e t de  compensation  un d o u b l e f a r d e a u ,  1 ' e s p r i t - - n ' a pu  de T r i s t a n p a r don  r e f u s e e de  c e s deux  e t te.mporaire a l a §tre a t t e i n t  Juan,  grace  de Menalque  Andre W a l t e r ,  e t v i c e v e r s a ? Cet e q u i l i b r e  n ' e s t - i l pas,  apres tout,  l e t o u r de  sorte  des  a  par  extremes  force g i d i e n par  excel-  lence? ^ 2  Par c o n t r e , l'onanisme, mythes d o n t  i l est a f f l i g e ,  demons. M i l l e c r i s e morale  neuf  laisse  cent seize,  et r e l i g i e u s e  ou,  s ' a f f i r m e r a dans son e s p r i t , n o t i o n de p e c h e , de mai  a r e s t a u r e r en moi  Gide  l'annee  deux  seul et face a ou. G i d e  precisement,  voit  ou l ' o n a n i s m e  ce c o n t r e c o u p des  ses  traverse  l e r 6 l e du D i a b l e  a u s s i l a r e n a i s s a n c e de l a  l e r e p l o n g e . "Je n ' a i p a s  l'idee  une  de peche que  j e n'en  moins  avais  15  eu a 1'extenuer n a g u e r e . " 5 2  D e  c  e  t  t  e  s  o  l  i  t  u  d  e  a n g  oi  s s  ye  devant  l ' e n f e r du peche qu'est pour l u i c e t t e constante rechute, l ' o n ne peut  douter.  H i e r , rechute abominable (...) Je me l e v e , l a t§te et l e coeur l o u r d s et v i d e s : p l e i n s de tout l e poids de l ' e n f e r . . . Je s u i s l e noye q u i perd courage et ne se defend p l u s que faible.ment. Les t r o i s appels ont l e .me"me son: " I I est temps. I I est grand temps. I I n'est p l u s temps." De s o r t e qu'on ne l e s d i s t i n g u e pas l ' u n de 1 ' a u t r e , et que sonne deja. l e t r o i s i e m e t a n d i s qu'on se c r o i t encore au premier. " 2  H i e r , rechute abominable, q u i me l a i s s e l e corps et 1'esprit dans un e t a t v o i s i n du d e s e s p o i r , du s u i c i d e , de l a f o l i e . . . C'est l a roche de Sisyphe q u i retombe tout au bas du mont dont i l t e n t a i t de g r a v i r l a pente, q u i retombe avec l u i , r o u l a n t sur l u i , 1 ' e n t r a i n a n t sous son p o i d s mortel et l e replongeant dans l a vase (...) Seigneur ... Arrachez-moi du m a l . ^ 2  Cette annee 19l6--Gide a v a i t a l o r s quarante-six ans--abonde, t a n t dans l e J o u r n a l et l e s F e u i l l e t s que dans l e fameux Numquid et tu?, en pensees,  en annotations, en  remarques, ou i l se r e v e l e tendant de toute l a f o r c e de i n q u i e t u d e et de son e s p o i r v e r s Dieu, mais Impuissant se degager du p o i d s de l a c h a i r , decouvrant  son a  enfin l e Malin  et l e r d l e q u ' i l l u i s i e d de l u i a t t r i b u e r dans sa v i e . Ce r 6 l e e s t s u r t o u t , a ce moment-la, c e l u i de l a t e n t a t i o n et de l a rechute dans " 1 ' i n f r a c t i o n  sexuelle".  Jean Delay c i t e c e t t e d e f i n i t i o n du peche, donnee par un philosophe p r o t e s t a n t et q u i e c l a i r e peut-£tre un peu l a p o s i t i o n de Gide a c e t t e epoque.  :  16  Dans l a s o c i e t e bourgeoise, l e peche, c'est l e v o l j dans l a s o c i e t e p u r i t a i n e , c'est 1 ' i n f r a c t i o n s e x u e l l e . A l a f a v e u r de c e t t e c u r i e u s e r e d u c t i o n du domaine moral, s'est g l i s s e e l ' i d e e que des anomalies comme l ' o r g u e i l , 1 ' h y p o c r i s i e , l a durete de coeur, 1 * a v a r i c e pouvaient §tre considerees comme en marge du probierne moral, accapare p a r l e prob1erne sexuel au nom redoutable. ° 2  Mais l a c o n c e p t i o n de Gide e s t , b i e n entendu,  loin  d ' e t r e a u s s i e t r o i t e . E l l e i n c l u t de p l u s l a n o t i o n d'un dynamisme p o s i t i f e t benefique provenant precise.ment de ce t i r a i l lement entre Dieu e t l e d i a b l e , mime s i l e r d l e de ce d i a b l e est  s u r t o u t , pour l u i e t a ce moment-la, un demon de l a c h a i r . En J a n v i e r 1 9 1 6 , i l l i t a i n s i dans Rutherford un  passage  sur l e diable et 1'enfer qui, e c r i t - i l ,  rablement  " v i e n t adtni-  en a i d e " a sa pensee. Sa t r a d u c t i o n approximative:  Le demon, en tant qu'gtre personnel, aujourd'hui l e mortel l e moins i n s t r u i t e t l e moins i n t e l l i g e n t s a i t en r i r e . Sans doute, r i e n de p a r e i l n ' e x i s t e . Mais c e t t e h o r r e u r du mal q u i ne p a r v i e n t a s exprimer que p a r l a f i g u r a t i o n du Malin, v o i l a q u i n'est pas matiere a r i r e , e t s i c e l a , sous une forme ou sous une autre, ne s u r v i t p o i n t , non p l u s ne s u r v i v r a l a race humaine. Aucune r e l i g i o n , que je sache, n'a i n s i s t e autant que l e c h r i s t i a n i s m e , n i avec une s i b e l l e g r a v i t e , s u r l a d u a l i t e de l'homme, s u r c e t t e d i v i s i o n en lui-m&me, v i t a l e au supreme degre, entre the h i g h e r and the lower,entre l e c i e l et l ' e n f e r . 2 9 1  C'est precisement l a recherche de l ' e q u i l i b r e entre "the h i g h e r and the lower", l'harmonie extremes, fer,  entre ces  l e mariage--veritablement--entre l e c i e l e t 1'en-  q u ' i l p o u r s u i v r a jusqu'au bout.  "Je v o u d r a i s m a r i e r l e  17  C i e l et l ' E n f e r ,  a l a Blake, reduire les antagonismes,  et  ne consens le plus souvent a v o i r que des malentendus dans les oppositions les plus ruineuses et les plus meurtrieres."30 Roger Martin du Gard, l u i ayant alors demande en plaisantant comment i l esperait,  fGt-ce en lui-m^.me, c o n c i l i e r i n d i v i -  dualisme et communisme, concluaitt "C'est l ' e a u et le f e u . " La riposte de Gide fut alors caracteristique: f i a n c a i l l e s nalt l a vapeur.  "De leurs  Et cette "vapeur", 1'ele.ment  dynamique resultant de l a fusion de deux puissances nistes,  sera bien en effet  antago-  l a base d'espoir sur laquelle i l  fondera sa v i e et son oeuvre, non sans s'apercevoir trop souvent, pour poursuivre l a .metaphore, que l ' o n ne joue pas impune.ment avec l e feu.  18  N O T E S  N.B. Nous avons c h o i s i comme e d i t i o n de r e f e r e n c e c e l l e en t r o i s volumes d e l a " B i b l i o t h e q u e de l a P l e i a d e . " Par s o u c i de s i m p l i f i c a t i o n , J - I , J - I I et renverront r e s p e c t i v e tnent aux t r o i s volumes de l a P l e i a d e : J-I J-II  : J o u r n a l 1889-1939 ( P a r i s , G a l l i m a r d ,  1951).  : J o u r n a l 1959-1949.  Gallimard,  1954).  Souvenirs ( P a r i s ,  R. : Romans, r e c i t s et s o t i e s . Oeuvres l y r i q u e s (Paris, Gallimard, 1958). De m§.me, O.C. r e n v e r r a aux Oeuvres Completes, 15 v o l . , ( P a r i s , G a l l i m a r d , 1932-1939). Toutes l e s c i t a t i o n s de ce c h a p i t r e et des c h a p i t r e s s u i v a n t s r e n v o i e n t a ces e d i t i o n s , sauf pour l e s ouvrages q u i n'y f i g u r e n t pas et pour l e s q u e l s nous s i g n a l e r o n s l e s e d i t i o n s u t i l i sees.  NOTES SUR LE CHAPITRE I  1  S i l e g r a i n ne meurt, J - I I , p. 550.  2  Les Faux-Monnayeurs,  3  Les N o u r r i t u r e s t e r r e s t r e s , R., p. 248.  4  J o u r n a l , J - I , p. 491 (25 septembre 1 9 1 4 ) .  5  I b i d . , p. 608.  6  I b i d . , p. 6 0 9 .  R., p. 1215-  19  7  S i l e g r a i n ne meurt, J - I I , p. 4 3 2 .  8  I b i d . , p. 3 6 2 .  9  I b i d . , P- 362.  10  I b i d . , P- 390.  11  I b i d . , P- 430.  12  I b i d . , P- 434.  13  L e t t r e a Jacques Copeau, en date du 20 j u i n 1922, apres l a premiere r e p r e s e n t a t i o n de Saul. C i t e e p a r Helen Watson W i l l i a m s , Andre Gide and the Greek Myth (Oxford, Clarendon Press, 1 9 6 7 p . 71.  14  Ainsi s o i t - i l ,  15  E p i t r e aux G a l a t e s (Parenese,  16  F r a n c o i s Mauriac, "Les c a t h o l i q u e s autour d'Andre Gide", Hommage a Andre Gide ( P a r i s , N.R.F., 1951)* p. 106.  17  V o i r c i t a t i o n p. 1.  18  S i l e g r a i n ne meurt, J - I I , p. 522.  19  Ramon Fernandez, Andre Gide ( P a r i s , C 6 r r e a ,  20  A l b e r t Guerard, Andre Gide (Cambridge, Massachussettes, Harvard U n i v e r s i t y Press, 1951), p. 9 8 .  21  Les Cahiers d'Andre Walter, O.C,  22  I I n'est que de se r a p p o r t e r a l a "magie" de B o r i s (Les Faux-Monnayeurs),dont l a doctoresse Sophrosnika c r o y a i t pourtant b i e n 1 ' a v o i r g u e r i . Ayant une f o i s pour toutes a s s o c i e l a masturbation e t ses e f f e t s "magiques" dans l e symbole d'un " t a l i s m a n " , B o r i s , apparemment g u e r i de son v i c e s o l i t a i r e , retombera fatalement sous son p o u v o i r demoniaque a l a simple vue de ce t a l i s m a n a peu pres o u b l i e ) . R e l i s o n s l a scene: B o r i s trouve l e t a l i s m a n (une simple formule i n c a n t a t o i r e e t insensee que G h e r i d a n i s o l a v a i t entouree de " p e t i t s d i a b l o t i n s obscenes"  J - I I , p. 1164. 17).  I93I),  p. 6 0 .  I,l60.  20  pour f a i r e " i n f e r n a l " ) sur son p u p i t r e : " i l p a r a i s s a i t tombe du c i e l , ou p l u t 6 t s u r g i de l ' e n f e r (...) II l u t t a jusqu'au s o i r contre une s o l l i c i t a t i o n tenebreuse, p u i s , comme p l u s r i e n ne l e s o u t e n a i t dans sa l u t t e , s i t S t r e t i r e dans sa charnbre, i l sombra. I I l u i semblait q u ' i l se p e r d a i t , q u ' i l s ' e n f o n c a i t t r e s l o i n du c i e l ; mais i l p r e n a i t p l a i s i r a se perdre et f a i s a i t , de c e t t e p e r d i t i o n m^me, sa v o l u p t e . " (Les Faux-Monnayeurs, R., p . 1 2 3 7 ) . Dans l e J o u r n a l de 1 9 1 6 ( J - I , pi 539), nous lisons:"Chaque d e f a i t e au c o n t r a i r e e s t s u b i t e , t o t a l e et semble vous r e p l o n g e r au p l u s bas. E l l e e s t souvent d e l i c i e u s e . " Nous repensons au jeune Proust q u i v o y a i t en ses a c t i v i t e s s o l i t a i r e s l e " f r u i t defendu sur l ' a r b r e du mai," mais qui ne c h e r c h a i t pas pour c e l a a l e s r e s t r e i n d r e , b i e n au c o n t r a i r e . (Proust, Contre Sainte-Beuve ( P a r i s , G a l l i m a r d , 1954),  p.  71.  I I p a r a i t i n c o n t e s t a b l e que l e p o i d s de l a " s o l l i c i t a t i o n tenebreuse" dont p a r i e Gide a i t lourdement pese sur son oeuvre et sur sa v i e . Dans l e s c h a p i t r e s I I et I I I , nous v e r r o n s p l u s en d e t a i l c e t t e a t t i r a n c e v e r s ce que Baudel a i r e appelait "1'animalite". 23  Denis de Rougemont, Love d e c l a r e d , Essays on the myths of l o v e , " D i a l e c t i c of the Myths ( I I ) : The two s o u l s of Andre Gide" (New York, Pantheon Books, 1 9 6 3 ) , pp. l 8 0 - l 8 l .  24  On ne peut c e r t e s s'emp^cher de re.marquer que l a seule f o i s ou Gide a i t vraiment aime c e l u i q u ' i l a possede (Marc A l l e g r e t ) , cet e q u i l i b r e a ete b i e n pr£t de s ' e f f o n d r e r .  25  J o u r n a l , J - I , p. 5 3 2  26  I b i d . , p. 5 6 0  (19  septembre  27  I b i d . , p. 5 7 2  (15  octobre  28  M. Arbousse-Bastide, c i t e par Emile-G. Leonard, l e Protest a n t f r a n g a i s , p. 1 9 3 ( c i t e par J . Delay, op. c i t . , I I , 5 2 9 -  (28 Janvier  1916).  19-6).  1916).  530.  29  J o u r n a l , J - I , p. 5 3 1  30  Feuillets,  31  I b i d . , p.  J - I , p. 1293.  (25 Janvier  1293-  1916).  21  CHAPITRE I I  LES AFFINITES DEMONIAQUES D ANDRE GIDE 1  EN LITTERATURE  Les dangers d'un t e i t i t r e  sont e v i d e n t s : s u r quels  c r i t e r e s reposera l e choix de ces " a f f i n i t e s " ? Reconnaissance de conceptions  similaires  du do.maine demoniaque de l a p a r t e t  de Gide e t d ' e c r i v a i n s , poetes n'avons meme pas encore Gide,  ou philosophes c o n s i d e r e s ? Nous  tente de d e f i n i r l a conception de  e t i l s e r a i t dangereux de l e f a i r e a l ' a p p u i de ces  a f f i n i t e s c a r nous r i s q u e r i o n s de f a i r e de ces a f f i n i t e s memes l a base de notre etude.  On ne s a u r a i t d ' a i l l e u r s  parler  de "conception", l e mot impliquant un c a r a c t e r e s t a t i q u e peu en accord avec c e t t e constante e v o l u t i o n , cet ondoiement p l a s t i q u e de l a pensee gidienne. Nous chercherons t r a c e r , prenant d'appui,  seulement a  ces a f f i n i t e s comme p r e t e x t e e t comme p o i n t  l e progres d'une emancipation  morale v e r s une l u c i -  22  d i t e l i b e r a t r i c e , v e r i t a b l e exorcisme de puissances o c c u l t e s enfin revelees. Par " a f f i n i t e s demoniaques", nous entendons  seulement  i n d i q u e r , dans l e s etapes de ce progres v e r s une m e i l l e u r e connaissance de s o i , une c o i n c i d e n c e entre l a pensee de Gide et c e l l e de c e r t a i n s e c r i v a i n s devant l e probleme e t e r n e l des p o s s i b i l i t e s humaines. I I s ' a g i t done, au debut du moins, d'un  demonisme dynamique e t non satanique. La repnnse a l a  q u e s t i o n : "Que peut l'homme?" ne peut se c o n c e v o i r que l a q u e s t i o n a i n s i completee:  "Que peut l'homme, l i b r e ,  lucide  et f a c e a Dieu?"  Gide lui-meme i n d i q u e l e s i n f l u e n c e s fortnatrices de son adolescence: Je me c o n s o l a i s avec Schopenhauer. Je p e n e t r a i dans son Monde comme r e p r e s e n t a t i o n e t comme v o l o n t e avec un ravissement i n d i c i b l e (.. . ) Je me s u i s mis p l u s t a r d sous l a t u t e l l e d'autres m a i t r e s e t que, depuis, j ' a i de beaucoup p r e f e r e s : Spinoza, Descart e s , L e i b n i z , Nietzsche e n f i n . . . mais mon i n i t i a t i o n a l a p h i l o s o p h i e , c ' e s t a Schopenhauer, e t a l u i s e u l , que j e l a d o i s . l (...) Je n o t e r a i i c i que l e s premiers informateurs de ma jeunesse ont tous ete e t r a n g e r s : Heine, Poe, Tonrguenief, Schopenhauer. E t me'me p l u s t a r d j e ne c r o i s pas qu'aucune i n f l u ence f r a n c a i s e a i t balance pour moi c e l l e de Goethe et de Dostoievsky. Gide emploie d'une maniere i r r e f u t a b l e l e s mots "tutelle",  "maitres", " i n i t i a t i o n " ,  "informateurs" et e n f i n  " i n f l u e n c e " . Nous nous j u s t i f i e r o n s cependant  de notre pre-  23  ference pour " a f f i n i t e s " par c e t t e phrase de Gide, t i r e e "De  1 ' I n f l u e n c e en L i t t e r a t u r e "  (ou, i l f a u t l'avouer, i l  f a i t d ' a i l l e u r s l ' a p o l o g i e de 1 i n f l u e n c e ) : "Les  influences  1  a g i s s e n t par  de  ressemblance".  P a r l e r d»influences eUt par a i l l e u r s ment l i m i t e ce vaste  considerable-  champ, q u ' i l eftt a l o r s f a l l u r e d u i r e  d i v i s i o n s et s u b d i v i s i o n s , f a i s a n t i n t e r v e n i r une h i e r a r c h i e et une  en  certaine  chronologie moins n e c e s s a i r e s dans ce  contexte moins d e l i m i t e . P o u r r a i t - o n , par exemple, p a r l e r d ' i n f l u e n c e dans l e cas de James Hogg, dont Gide l i s a i t l e s Confessions  d'un  pecheur j u s t i f i e  en 1924,  au moment ou i l  r e d i g e a i t l e J o u r n a l des Faux-Monnayeurs et son c o l l o q u e avec l e Demon? C'est peu v r a i s e m b l a b l e j mais comment ne pas p a r l e r d ' a f f i n i t e s l o r s q u e Gide lui-mSme e c r i t , Confessions,  dans sa p r e f a c e  t r a d u i t e par Dorothy Bussy: "I t h i n k as he  aux (Hogg)  does. I t i s l o n g s i n c e I can remember b e i n g so taken h o l d of, so v o l u p t u o u s l y l o i n que blance  tormented by any book."  2  Nous v e r r o n s  plus  ce tourment voluptueux p r o v i e n t s u r t o u t de l a ressem-  du D i a b l e de Hogg avec l e M a l i n de Gide. Dans sa p r e f a c e a l a t r a d u c t i o n allemande des Nour-  r i t u r e s t e r r e s t r e s , ^ Gide nous confir.me l e choix d'une recherche  def i n i t ivement dans  d ' a f f i n i t e s p l u t o t que  d'influences:  Ma v e n e r a t i o n pour Nietzsche e s t trop grande pour que j e ne me l a i s s e pas v o l o n t i e r s e n r 6 l e r parmi ses d i s c i p l e s , mais ceux q u i reconnaissent ( i l s sont nombreux) 1 ' i n f l u e n c e de Z a r a t h r u s t r a dans  24 mes N o u r r i t u r e s t e r r e s t r e s a n t i c i p e n t un peu (...) II y a parente d ' e s p r i t , non descendance. Mon emotion, l o r s q u e j e l u s Nietzsche, n'etft pas ete s i v i v e , s i deja de moi-.m§.me j e ne m'etais pas engage s u r sa route, s u r c e t t e route ou j e pensais e t r e s e u l e t m'aventurer, ou. tout a. coup j e v i s se d r e s s e r devant moi son ombre immense. C e r t a i n e s ressemblances entre l e s deux oeuvres sont c e r t e s assez frappantes: Nietzsche  se r e b e l l e contre  l e r a t i o n a l i s m s s o c r a t i q u e e t l a morale kantienne tout comme Gide se r e b e l l e contre l a mor-kle p r o t e s t a n t e . A i n s i Zarathoustra  parlait  e t l e s N o u r r i t u r e s t e r r e s t r e s sont deux manuels  de l i b e r a t i o n des c o n t r a i n t e s t r o p r i g i d e s d'une morale sans joie. Ce sont a u s s i deux l i v r e s de convalescence.Comment ne pas rapprocher te  ce passage de l ' E c c e Homo.'  d ' e t r e en bonne sante,  de ma volon-  de ma volonte de v i v r e , j ' a i f a i t  ma p h i l o s o p h i e , " de l a d e c l a r a t i o n de f o i de M i c h e l (1'Immoraliste): Mon d e v o i r , c ' e t a i t l a sante; i l f a l l a i t j u g e r bon, nommer Bien, tout ce q u i m'etait s a l u t a i r e , o u b l i e r , repousser tout ce q u i ne g u e r i s s a i t pas.^" Cette " p h i l o s o p h i e " de Nietzsche,  ce " d e v o i r " de  Gide, c'est l e r a l l i e m e n t a, s o i de toutes ses f a c u l t e s , p a r dela, l e B i e n e t l e Mai,  dans ce que M i c h e l a p p e l l e un " e t a t  d ' h o s t i l i t e " ; c'est dans 1'affranchissement  immediat e t  urgent des entraves morales e t s o c i a l e s t r a d i t i o n n e l l e s , e t 1'epanouissement v i v i f i a n t de l a s e n s a t i o n e t du moment p r e -  25 sent. "Je ne pus m'endormir c e t t e n u i t , t a n t l e p r e s s e n t i raent de mes n o u v e l l e s v e r t u s me g r i s a i t " ,  d i t Michel.5  Tout comme Nietzsche, Gide, a l l a n t a rebours de l ' E v a n g i l e , d e s i r e r e d e c o u v r i r 1'innocence p r i m i t i v e de l'homme, e t , sous l e s c a r a c t e r e s p l u s r e c e n t s du palimpseste, ceux q u i donnent sa v r a i e v a l e u r au parchemin. Meme s i l a t e n t a t i v e de M i c h e l echoue, i l r e s t e que son a f f r a n c h i s s e ment e t a i t l a premiere demarche i n d i s p e n s a b l e v e r s l a decouv e r t e e t l a r e p o s s e s s i o n de s o i . Une t e l l e t e n t a t i v e n'appart i e n t pas aux f a i b l e s . Sans r e j o i n d r e l ' o r g u e i l grandiose de N i e t z s c h e q u i s ' e e r i e a l a f i n de l ' E c c e Ho.mol : " J ' a i c h o i s i l e mot immoraliste  comme i n s i g n e et embleme pour moi.  Je s u i s  heureux d * a v o i r ce mot qui me met en r e l i e f en face de toute l'humanite," i l f a u t neanmoins a c c e p t e r l ' i d e e d'un o r g u e i l i n i t i a l q u i a i t ose se poser l a q u e s t i o n : "Que p u i s - j e ? " , pour se rendre  compte que l a q u e s t i o n precedente e t a i t : "Que  suis-je?" A l o r s qu'Edouard, l e romancier des Faux-Monnayeurs ecrit:  "Je me penche v W i a g i f i e u ^ m e n t sur l e s p o s s i b i l i t e s  de chaque §tre e t p l e u r e de tout ce que l e couvercle des moeurs a t r o p h i e , G i d e  f a i t davantage: s ' i l ne peut e n t i e -  rement l i b e r e r l e s p o s s i b i l i t e s , du moins t e n t e - t - i l de l i b e r e r l e s e t r e s . Bernard  s'echappe de l a t u t e l l e des Profiten«-.'.v.  2.6  dieu, l e Cadet n'attend que  l e r e t o u r de 1'Enfant Prodigue  pour q u i t t e r a son t o u r l e f o y e r p a t e r n e l , et l e s N o u r r i t u r e s t e r r e s t r e s ne  sont qu'une i n c i t a t i o n constante a, d e l a i s -  ser l e s f a m i l i e s h a l s s a b l e s et a s'aventurer t o u t e f o i s que  seul. II faut  c e t t e l i b e r a t i o n s ' e f f e c t u e rapide.ment, sous  peine de v o i r se d i s p e r s e r i n u t i l e m e n t 1'energie n e c e s s a i r e , comme l ' i n d i q u e Edouard dans son c h a p i t r e "Le Regime c e l l u laire": Certes, i l n'est pas de geSle ( i n t e l l e c t u e l l e ) dont un vigoureux e s p r i t ne s'echappe; et r i e n de ce q u i pousse a l a r e v o l t e n'est d e f i n i t i v e ment dangereux--encore que l a r e v o l t e puisse, f a u s s e r l e c a r a c t e r e ( e l l e l e r e p l i e , l e retourne ou l e cabre et c o n s e i l l e une ruse i m p i e ) j et 1'enfant qui ne cede pas a 1 ' i n f l u e n c e f a m i l i a l e , use a, s' en d e l i v r e r l a primeur de son e n e r g i e . ^  "A son anxieuse q u e s t i o n : n'a  mieux que  "Que  peut l'homme?" n u l  Goethe rejfndu". Nous avons i c i l a mesure de  1'admiration de Gide pour Goethe, q u i a v a i t f a i t l a remarque q u i d e v a i t p r o f onde.ment impressionner crime, s i monstrueux s o i t - i l ,  q u ' i l ne  Gide: i l n ' e t a i t de se s e n t t t capable de  commettre. S i Gide s'est defendu d ' a v o i r ete i n f l u e n c e par Nietzsche, soumettre a. 1 ' i n f l u e n c e  directement  i l i n s i s t e a v o i r voulu de Goethe.^  sciemment se  27  I I y a chez l u i du de.moniaque, de l'indo.mpte, quelque chose de prometheen, q u i l'apparente au Satan de M i l t o n et de Blake, quelque chose de r e t i f , qu'on i n t e r r o g e encore, q u i ne d i r a jamais son d e r n i e r mot, parce que ce d e r n i e r mot e s t lui-m&me une i n t e r r o g a t i o n , une quest i o n q u i se r e c u l e indefiniment.9  La n o t i o n du demon en tant que par la, peut-§tre s a l v a t r i c e , Goethe. Charles Du Bos  f o r c e dynamique et,  s'impose a, Gide tout comme a.  r e c o n n a i t une  c e r t a i n e parente  l e Dempn de Goethe et l e Daimon g r e c ^  Le mot  entre  renvoie a,  ces m§mes f o r c e s s e c r e t e s et ambigiies q u i meuvent l ' i n d i v i d u , sans c o n s i d e r e r l a v a l e u r morale des a c t e s a i n s i J u s t i n O'Brien  cite,  inities.  dans un c h a p i t r e ou i l e t u d i e l a pro11  g r e s s i o n du daimon p a i e n v e r s un d i a b l e C h r e t i e n ,  ce pas-  sage de S t e f a n Zweig, q u i d e f i n i t l a nature et l a portee  du  daimon grec e t , par a s s o c i a t i o n , goethien: The daemon i s the i n c o r p o r a t i o n of t h a t tormenting l e a v e n which impels our b e i n g (otherwise q u i e t and almost i n e r t ) towards danger, immoderation, ecstasy, r e n u n c i a t i o n , and even s e l f d e s t r u c t i o n (...) Whatever s t r i v e s to transcend the narrower boundar i e s o f s e l f , o v e r l e a p i n g immediate p e r s o n e l i n t e r e s t to seek adventures i n the dangerous realm of enquiry, i s the outcome of the daemonic c o n s t i tuent of our being. But the daemon i s not a f r i e n d l y and h e l p f u l power u n l e s s we can h o l d him i n l e a s h , can use him to promote a wholesome t e n s i o n and to a s s i s t us on our upward path.12 (Cet "upward path" n'est autre que l e que  Gide nous i n c i t e ,  en montant.)  l a pente n a t u r e l -  dans l e s Faux-Monnayeurs, a s u i v r e  28  L'une des premieres lecons que  r e g o i t Nathanael  n ' e s t - e l l e pas en e f f e t : " A g i r sans j u g e r s i 1'action e s t bonne ou .mauvaise. Aimer sans s ' i n q u i e t e r s i c'est l e b i e n ou l e mai. Gide developpe l a meme idee dans un a r t i c l e dans l a Nouvelle  Revue f r a n g a i s e de f e v r i e r 1930,  paru  ou i l  p r e c i s e l e s grandes l i g n e s de sa pensee: ... j e c r o i s .maladroit, i m p r o f i t a b l e , i n i n s t r u c t i f , de se mettre (uniquement) sur l e p l a n du b i e n et du mai pour j u g e r l e s a c t i o n s humaines, ou p l u s exactement: pour a p p r e c i e r l e u r v a l e u r (...) L'idee du b i e n , c o n f o r t a b l e , r a s s u r a n t e et t e l l e que l a c h e r i t l a b o u r g e o i s i e , i n v i t e a. l a s t a g n a t i o n , au sommeil. Je c r o i s que,souvent,le jmai ( c e r t a i n mai qui n'est pas l e f a i t d'une simple carence, mais b i e n une m a n i f e s t a t i o n d'energie) est d'une p l u s grande v e r t u educative et i n i t i a t r i c e - - q u e ce que vous appelez l e b i e n . Oui, j e c r o i s c e l a fermement, et de p l u s en p l u s . - ^ S ' a _ t - i l d'autre s i c h bemuht / Den  chose que  konnen wir e r l o s e n " de  Nous voyons i c i transpose dans 1'episode de 1' Immoraliste ciseaux d'argent de M a r c e l i n e , qui  du:  Wer  immer t a t i g  Faust?  sur l e p l a n romanesque  ou. Moktir v o l e l e s p e t i t s secretement observe par M i c h e l ,  f a i t a l o r s sur lui-m§.me c e t t e c u r i e u s e r e v e l a t i o n : "Je  p a r v i n s pas a. me prouver fCtt autre chose que  que  l e sentiment  ne  q u i m'emplit a l o r s  de l a joie."" "^ 1  L ' e t a t de r e b e l l i o n de M i c h e l - - r e b e l l i o n contre 1 orthodoxie, 1  l e s conventions,  mode f o r t allegrement  le factice,  1'acquis—s'acco.m-  de cet acte heterodoxe,  "criminel".  29  profondement spontane et r i c h e en p o s s i b i l i t e s . Nous comprenons d'autant mieux sa deception l o r s q u ' i l decouvre que n'a  fait  rien  s u i t e a cet a c t e . ^ Cet acte, p l e i n de r e v e l a t i o n s  et de promesses, e s t retombe, t o u t e s p o s s i b i l i t e s gachees, en une  p r e f i g u r a t i o n de l a t e n t a t i v e m§me de M i c h e l . L ' i m p l i c a t i o n d'une v a l e u r morale attachee  aux  m o t i f s d'une a c t i o n prend p a r f o i s un c a r a c t e r e r e t r o s p e c t i f . Nous voyons a i n s i M i c h e l d i r e "une  f a t a l i t e heureuse  me  guidait""'" '' et q u a l i f i e r p l u s t a r d c e t t e m£me f o r c e de demo,  -i  niaque:  "... Un demon p l u s f o r t me  o  poussait..."  Graeme Watson, dans son e s s a i P r o t o s , ^ d ' i n t e r p r e t e r l e r 6 l e de Protos  tente  ( l e s Caves du V a t i c a n )  f o n c t i o n d'une co.mparaison avec l e Mephistopheles  de  en  Faust.  M.Watson base son i n t e r p r e t a t i o n sur l e dynamisme et l ' a n t i conformisme dans l e mal  de Protos, dont 1 ' i n f l u e n c e t r o u b l a n t e  conduit a un developpement p l u s co.mplet de l a p e r s o n n a l i t e de ses v i c t i m e s . C'est en succo.mbant ou en triomphant ci  que  celles-  s ' a f f i r m e r o n t et donneront l a mesure de l e u r v a l e u r morale.  M. Watson reconnatt n ' a v o i r aucune evidence  d i r e c t e a. 1' appui  de son i n t e r p r e t a t i o n , mais c e l l e - c i nous semble suffisamment plausible.  Protos s e r t de p i e r r e de touche, p l u s modestement  c e r t e s , mais pKesque au m§me t i t r e que Mephistopheles.  I I ne  s ' a g i t p l u s du M a l i n des debuts de Faust, mais de Mephistophe-  30  l e s devenu "1'emissaire  de 1 ' E s p r i t de l a Terre", l e compa-  gnon i n s e p a r a b l e de Faust e t , pour f i n i r ,  1'instrument de  c e t t e r e v e l a t i o n : l'homme porte en l u i l e s r a i s o n s de son propre  drame e t l e s promesses de son s a l u t .  o o o  Avec Nietzsche e t Goethe, l e heros g i d i e n , l i b e r e de ses c o n t r a i n t e s , se c h e r c h a i t dans 1 ' a c t i o n . Avec sky, Blake  Dostoiev-  e t B a u d e l a i r e , i l se trouve i n v i n c i b l e m e n t a t t i r e  par l e s extrSmes du mal e t du b i e n ,  simultanement.  De q u e l l e maniere c e t t e double a t t i r a n c e c o n t r a d i c t o i r e complete-t-elle l'energie i n d e f i n i e qui, sortant l'homme de son apathie, 1 ' i n c i t e a 1 ' a c t i o n e t l u i f a i t OA  e n t r e v o i r d ' i n f i n i e s p o s s i b i l i t e s ? Comme Gide, Mariage du C i e l e t de l ' E n f e r , de Blake: il  w  citons l e  "Sans c o n t r a i r e s ,  n'y a pas de p r o g r e s : a t t r a c t i o n e t r e p u l s i o n , r a i s o n e t  energie, amour e t haine,  sont egalement n e c e s s a i r e s a 1'exis-  tence humaine." A l a j a l o u s i e demoniaque dont Nietzsche e s t s a i s i face au C h r i s t , Gide compare l e renoncement e t l a soumission profonde de Dostoievsky,  dont l a consequence l a p l u s impor-  tante f u t de p r e s e r v e r l a complexite  de sa nature,  e t de  31  mettre en p r a t i q u e 1'enseignement de Jesus:  "Qui veut  sauver  sa v i e l a perdra, mais c e l u i q u i donne sa v i e , c e l u i - l a . l a rendra vraiment  vivante."  C'est c e t t e abnegation, c e t t e r e s i g n a t i o n de s o i m£me ( c o n c l u t Gide), q u i permit l a c o h a b i t a t i o n en l'ame de Dostoievsky des sentiments l e s p l u s c o n t r a i r e s , q u i preserva, q u i sauva 1 ' e x t r a o r d i n a i r e r i c h e s s e d'antagonismes q u i combattaient en l u i . c x  M i t i a , l ' u n des f r e r e s Karamazov, resume a i n s i l a v i s i o n de Dostoievsky:  "Le coeur des hommes n'est  qu'un  champ de b a t a i l l e ou l u t t e n t Dieu e t l e d i a b l e . " A peu pres dans l e s metnes termes, Dorothy Bussy, l a t r a d u c t r i c e de Gide, v o i t dans l a v i e m§me de ce d e r n i e r " l e t h e a t r e de l a l u t t e etemelle,  de l ' e t e r n e l v o i s i n a g e du C i e l e t de l ' e n f e r 22  dans 1 ' sime humaine. " Cette c o h a b i t a t i o n des c o n t r a i r e s q u i l u i semble s i importante  e t q u ' i l retrouve en l u i ,  Gide nous l a rend  evidente dans l a nature m£me. L'antagonisme e t 1'ambivalence a l ' i n t e r i e u r d'un m&me element a p p a r a i s s e n t  claireement, p a r  exemple, dans sa conception de l ' e a u benefique  e t de l'eau  malefique. Source c l a i r e ,  source de v i e e t de p l a i s i r ,  nous  l a voyons a. R a v e l l o , c o n t r i b u e r a, l a metamorphose de M i c h e l ,  c  nous l a voyons encore p u r i f i a n t 1 ' e s p r i t tout autant  que l e  corps, dans l e sixieme l i v r e des N o u r r i t u r e s t e r r e s t r e s .  32  Gide ne s a u r a i t trop chanter 1'aspect changeant de l'eau, v e r i t a b l e f o n t a i n e de v i e e t source de toutes l e s l i b e r a t i o n s : "... t o r r e n t s ecumeuxJ cascades,  lacs glaces, r u i s -  24 seaux ombrages, sources l i m p i d e s , transparentes de l a mer..." Tout a u s s i a t t i r a n t en e s t l a s p e c t malefique. 1  Ces eaux mortes q u i e n c e r c l e n t l ' i l e  de Paludes, c e t t e eau  v i v a n t e q u i r e t i e n t f h i l o c t e t e p r i s o n n i e r dans l a sienne, c e t t e mer des Sargasses d'Urien,  deviennent  ou s'attarde i n f i n i m e n t 1'ennui  de p u i s s a n t e s sources de f a s c i n a t i o n :  C'est dans l ' o b s c u r i t e de 1'ocean que plongent gnons d ' U r i e n ^ 2  e  l e s compa-  t c'est s u r l e f l e u v e du temps que se  penche l a q u e s t i o n de N a r c i s s e . Plus proche encore,  1'aigle-vautour,  l a "conscien-  ce" de Promethee, n ' e s t - i l pas l u i a u s s i a l a f o i s " v i c e e t v e r t u , " " d e v o i r ou passion"? L ' a c t i o n energique  e t 1'  "antagonisme" dont nous  venons de p a r l e r a propos de Goethe e t de Dostoievsky se trouvent symboliquement combines dans Adam. Trouvant  l'har-  monie e t 1'accord p a r f a i t du Paradis d i f f i c i l e s a supporter, a i n s i que son r 6 l e  p a s s i f de spectateur, Adam, s a i s i s s a n t un  rameau d ' Y g d r a s i l , 1'arbre logarithmique, d e t r u s i t l'harmonie et crea l e temps. Et 1'Homme epouvante, androgyne q u i se dedouble, a p l e u r e d'angoisse e t d'horreur, sentant avec un sexe neuf sourdre en l u i l ' i n q u i e t d e s i r pour  33  c e t t e m o i t i e de l u i presque p a r e i l l e , c e t t e femme tout a coup s u r g i e l a , q u ' i l embrasse, dont i l v o u d r a i t se r e s s a i s i r . . . 2 7  L'homme est maintenant a r r i v e ou i l d o i t  au p o i n t  crucial  f a i r e face a ces deux sources confondues, ces  deux p 6 l e s q u i l ' a t t i r e n t , du Bien e t du Mai.  I I s'est  suffi-  samment a f f r a n c h i pour r e c o n n a l t r e l a double p o s t u l a t i o n de sa nature v e r s ce q u ' i l l u i p l a i t peut-§tre d'appeler Dieu et Satan. De p l u s , i l s'est suffisamment engage dans 1 ' a c t i o n pour en a v o i r percu l e s dangers autant s i seduisantes.  que l e s p o s s i b i l i t y s ,  " S a v o i r se l i b e r e r n'est  rien,  l'ardu  c'est  savoir etre l i b r e , " d i t Michel. Ayant tout "remis en doute" e t ne prenant appui que  s u r "un s o l b i e n nettoye",  "Table nu  rase. J ' a i tout balaye.  i l faut r e p a r t i r  a, neuf.  C'en est fait.' Je me  dresse  s u r l a t e r r e v i e r g e , devant l e C i e l a. repeupler. L'homme a maintenant l e champ l i b r e . Ce n'est pas  sans un melange de j o i e e t d ' e f f r o i s'en  que J u l i u s  de B a r a g l i o u l  rend maintenant compte: Pour l a premiere f o i s , j e v o i s devant moi l e champ l i b r e (...) Desormais, j e n'attends p l u s r i e n que de moi. Desormais j ' a t t e n d s tout de moi; j ' a t t e n d s tout de l'homme s i n c e r e ; e t j ' e x i g e n'importe quoi; p u i s q u ' a u s s i b i e n j e pressens a, present l e s p l u s etranges p o s s i b i l i t e s en moi-meme.^O Ces  etranges p o s s i b i l i t e s  sont remarquablement  b i e n p e r s o n n i f i e e s , dans ce q u ' e l l e s ont de p l u s  contradic-  34  t o i r e , par son i n t e r l o c u t e u r , L a f c a d i o : ... c e t t e v i e i l l e dont j ' a i charge l e sac sur mes epaules ... et que j ' a i embrassee au haut de l a c 6 t e ... c,a f a i s a i t p a r t i e de ce que l e cure de C o v i g l i a j o a p p e l a i t : l e s bonnes a c t i o n s . --Je l ' a u r a i s tout a u s s i b i e n serree a l a gorge-d'une main q u i ne tremble pas ... Je me s e n t a i s d ' e t r e i n t e assez l a r g e pour embrasser 1 ' e n t i e r e humanite; ou l ' e t r a n g l e r peut-§tre... 31 I I n'est pas  surprenant  que,  par L a f c a d i o p r e c i -  se.ment, s o i t co.mmis l e second "acte g r a t u i t " de 1'oeuvre gidienne.  Gide c r o y a i t - i l a l a p o s s i b i l i t e d'un  acte  vraiment  g r a t u i t ? Sans a p p r o f o n d i r l a question, nous voyons immediatement que  l a nature meme des personnages q u ' i l charge de  d e f i n i r cet acte g r a t u i t ne l a i s s e pas de s u s c i t e r c e r t a i n s doutes a ce s u j e t . Le philosophe Alexandre  (Paludes)  definit  a i n s i l e c a r a c t e r e de c e t t e g r a t u i t e : ... ce que vous appelez acte l i b r e , ce s e r a i t , d'apres vous, un acte ne dependant de r i e n ; suivez-moi: detachable--re.marquez ma p r o g r e s s i o n : supprimable,--et ma c o n c l u s i o n : sans v a l e u r . ^ 2  E t l e garcon du Promethee mal  enchaine  reprend  l e m§me theme: Une a c t i o n gratuite.' qa ne vous d i t r i e n , a vous? Moi 9a me p a r a i t e x t r a o r d i n a i r e . J ' a i longtemps pense que c ' e t a i t l a ce q u i d i s t i n g u a i t l'homme des animaux: une a c t i o n g r a t u i t e . E t p u i s apres j ' a i pense l e c o n t r a i r e : que c ' e t a i t l e s e u l S e r e i n c a p a b l e d ' a g i r gratuite.ment. Gratuitement.' Songez done: sans r a i s o n - - o u i , j e vous entends-mettons: sans motif; i n c a p a b l e ! ^  35  L' "acte g r a t u i t " f a i t encore l e s u j e t de convers a t i o n entre J u l i u s de B a r a g l i o u l e t L a f c a d i o (Les Caves du Vatican), qui, l u i ,  v i e n t precisement de commettre l e crime  dont J u l i u s 1 ' e n t r e t l e n t d'une faqon toute t h e o r i q u e . J u l i u s . - - . . . Songez done: un crime que n i l a p a s s i o n , n i l e b e s o i n ne motive. Sa r a i s o n de commettre l e crime, c'est precisement de l e commettre sans r a i s o n . L a f c a d i o . - - C'est vous q u i raisonnez son crime, l u i , simple.ment, l e commet. J u l i u s . - - Aucune r a i s o n pour supposer c r i m i n e l c e l u i q u i a co.mmis l e crime sans r a i s o n . Lafcadio.--Vous 8tes trop s u b t i l . Au p o i n t ou. vous l ' a v e z p o r t e , i l e s t ce qu'on a p p e l l e un homme l i b r e . J u l i u s . - - A l a .merci de l a premiere o c c a s i o n . 3 ^ -  L a f c a d i o a formule l a v a l e u r e s s e n t i e l l e de l a d e f i n i t i o n que J u l i u s s ' e f f o r f a i t d ' e t a b l i r et q u i a mene au p r o t r a i t de l'homme l i b r e . M§me s i Gide ne c r o i t pas en l a g r a t u i t e absolue de c e t acte, i l l u i accorde t o u t e f o i s l a v a l e u r symbolique  d'un affranch!ssement absolu.  I I semble p l u s ou moins admis que Gide a i t puise sa c o n c e p t i o n de l ' a c t e g r a t u i t dans l e r e c i t du s u i c i d e de Kirilov. I I ( l ' a c t e g r a t u i t ) v i e n t uniquement du Promethee mai enchaine et a t r a v e r s l e Prome the e, i l v i e n t du s u i c i d e de K i r i l o f f dans l e s Possedes. C'est K i r i l o f f l e premier q u i a conqu l ' a c t e g r a t u i t , et, avant de l u i donner sa v r a i e forme Gide en a f a i t lui-mime l a s a t i r e dans l e Promethee mai enchaine.^ La " v r a i e forme" de l ' a c t e g r a t u i t e s t l e crime de L a f c a d i o poussant l e p i t o y a b l e Amedee F l e u r i s s o i r e par l a por-  36 t i e r e de que  son compartiment. "Ce  j ' a i curiosite,  que  tout, q u i , devant que 1' i m a g i n a t i o n  tant des  evenements  de soi-me.me. T e l se c r o i t capable  d'agir, recule... Q u ' i l y a l o i n ,  de  entre  et l e f a i t . ' " ^  Une que  n'est pas  lumiere  ayant apparu dans l a campagne avant  L a f c a d i o a i t eu f i n i de compter jusqu'a douze s i g n e r a  irrevocablement  1 ' a r r e t de mort d'Amedee F l e u r i s s o i r e .  "Nul p l u s que  Dostoievsky  n'a  aide  Nietzsche,"  e c r i t Gide dans l e s L e t t r e s a, Angele.-^ Le passage Possedes que  des  Gide c i t e a, l ' a p p u i de c e t t e remarque nous  i n t e r e s s e i c i a, double t i t r e : "nietzscheenne"  c'est l a j u s t i f i c a t i o n  de ce q u i e t a i t un acte g r a t u i t . I I s ' a g i t  pour P i e r r e , qui d o i t b e n e f i c i e r du s u i c i d e de K i r i l o v , remettre c e l u i - c i ,  q u i h e s i t e soudain,  La tache c o n s i s t e a, i m p r o v i s e r  de  en e t a t de se t u e r .  sur l e champ une  nouvelle  morale,;une p h i l o s o p h i e , q u i semble motiver ce s u i c i d e , l e q u e l , a, son tour, motive c e t t e p h i l o s o p h i e . Le s a l u t de 1'huma.nite dependra de l a preuve f o u r n i e par l e s u i c i d e de K i r i l o v , preuve de l a v e r i t e de c e t t e pensee i n s p i r e e par P i e r r e : " S i Dieu e x i s t e , tout depend de l u i , et j e ne peux r i e n en dehors de de moi,  sa v o l o n t e .  S ' i l n ' e x i s t e pas,  et j e s u i s tenu d ' a f f i r m e r mon Le s u i c i d e de K i r i l o v ,  tout depend  independance."  d'acte g r a t u i t , devient  p r i s e de p o s i t i o n et a f f i r m a t i o n de  sa l i b e r t e . La concep-  31  t i o n u l t i m e de l a l i b e r t e ne d e v i e n t - e l l e pas, en f i n de compte, l e l i b r e  choix entre l a v i e et l a mort? "Je me  d i t K i r i l o v , pour a f f i r m e r mon et t e r r i b l e  tuerai,  i n s u b o r d i n a t i o n , na n o u v e l l e  liberte.'" S i D o s t o i e v s k y a mis ces p a r o l e s dans l a bouche  d'un  fou, c'est qu'une c e r t a i n e f o l i e e s t peut-e?tre neces-  s a i r e , d i t Gide, pour que c e r t a i n e s choses s o i e n t d i t e s premiere  une  fois. I I e s t i n t e r e s s a n t de v o i r comment Gide 6te  sa f o r c e et de sa d i g n i t e a l a r e v o l t e d e l i r a n t e de Dans un a r t i c l e  de  Kirilov.  sur I p h i g e n i e , i l e c r i t en e f f e t : "L'ame  c h r e t i e n n e s'en r e p o r t e et s'en remet a Dieu, t a n d i s l'ame pa'ienne ne se repose et ne prend appui que  que  sur e l l e -  m§me."^^ La seule r e s s o u r c e du s u i c i d e comme a f f i r m a t i o n exemplaire d'independance  devient insubordination p u e r i l e  ou forcenee par comparaison  avec l a calme et d e f i n i t i v e  pos-  s e s s i o n de s o i de l'alme paienne, t e l l e que l a c o n c o i t Gide. Gide rapporte (O.C.,XI,196)  un t r a i t assez peu  connu: l e d e s i r , peut=§tre p e r v e r s a f o r c e  d'humilite,  q u ' a v a i t eu un j o u r D o s t o i e v s k y de c o n f e s s e r a Tourgueniev quelque aspect t r o u b l e ou c r i m i n e l de son passe. Gide  decrit  l a demarche de D o s t o i e v s k y q u ' i l v o i t cedant peut-§tre "a une s o r t e de v e r t i g e , a un mysterieux et t e r r i b l e a t t r a i t . " s e r a i t - c e pas a ce meme mysterieux et t e r r i b l e atte.ait  Ne que  38  succombait a u s s i L a f c a d i o ?  " T e r r i b l e " par son  intensite,  d e p o u i l l e de tout sens moral. Gide j u s t i f i e a i n s i l e choix categorique spontaneite  absolue  d'une  d ' a c t i o n en f a i s a n t d i r e a Edouard:  I I m'apparut b i e n t 6 t que j e n'avais a peu pres r i e n gagnej que j e n ' a g i s s a i s encore que s e l o n l e m e i l l e u r motif, t a n t que j e soumettais mes a c t e s a c e t t e approbation q u i i m p l i q u a i t , avant d ' a g i r , une sorte de d e l i b e r a t i o n et de contrepesee i m a g i n a t i v e , par ou 1 ' a c t i o n e t a i t d'autant r e t a r d e e , entravee. L ' a c t i o n l a p l u s prompte, l a p l u s s u b i t e , me parut des l o r s l a p r e f e r a b l e ; i l m'apparut que mon a c t i o n e t a i t d'autant p l u s s i n cere que j e b a l a y a i s devant e l l e tous ces c o n s i derants par quoi j e t e n t a i s de me l a j u s t i f i e r d'abord. Desormais, a g i s s a n t n'importe comment et sans me donner l e temps de r e f l e c h i r , mes moindres a c t e s me p a r a i s s e n t p l u s s i g n i f i c a t i f s depuis q u ' i l s ne sont p l u s r a i s o n n e s . Je me d e l i v r a i du m§me coup du s o u c i , de l a p e r p l e x i t e , du remords. 3 9 Les i m p l i c a t i o n s morales de c e t t e d e r n i e r e phrase s u r t o u t ne  sont n i p l u s n i moins t r o u b l a n t e s que  celles  l a phrase j u s t i f i c a t r i c e de Menalque, v e r s l a q u e l l e tendent  presque fatalement:  s i r que  j ' y prends m'est signe que De  attache  "...  elles  pour chaque a c t i o n , l e p l a i j e devais l a f a i r e . "^"^  1 ' o e u v r e de Dostoievsky,  a examiner l e c 6 t e  de  Gide s'est s u r t o u t  inquietant. II distingue t r o i s  r e g i o n s dans l e s personnages des romans, et c e l l e q u i l e f a s cine l e plus est l a "region i n t e l l e c t u e l l e , l'ame et d'ou  pourtant  i a qu'habite,  s e l o n Dostoievsky,  ment demoniaque. "^-  L  etrangere  a  emanent l e s p i r s s t e n t a t i o n s . C'est 1'element p e r f i d e ,  1'ele-  39  o o o  Q u ' i l nous s o i t permis maintenant de a. n o t r e d e f i n i t i o n  substituer  du terme " a f f i n i t e s demoniaques", ou. l e  mot  "demoniaque" est employe au sens grec (et permet  par  exemple,  ainsi,  l a c o n s i d e r a t i o n du r 6 l e dynamique de l ' a c t e  g r a t u i t ) l e sens p l u s general, ou "demoniaque" devient e q u i v a l e n t de "satanique". Meme avec cet e l a r g i s s e m e n t de sens, nous, tenterons une f o i s de p l u s de j u s t i f i e r l e terme " a f f i n i t e s demoniaques" en nous appuyant  sur deux remarques  par  a, propos de Dostoievsky, l a s u i -  Francois-Paul A l i b e r t  faites,  l'une  vante par Jean Prevost a, propos de W i l l i a m Blake, pour i n d i quer que l a pente n a t u r e l l e d'Andre Gide l e g u i d a i t b i e n a u s s i v e r s ce que c o n t e n a i t de demoniaque-satanique vre  de l ' e c r i v a i n  1'oeu-  russe et du poete a n g l a i s :  ... j e l u i pardonnerais mai de ne s ' ^ t r e guere attache qu'a, ce q u ' i l y a, chez Dostoievsky, de demoniaque au detriment de ce que j e v o u d r a i s q u ' i l me fCtt permis d'appeler l e surevangelisme de ce Russe admirable.^2 Cette a c c e p t a t i o n de toute chose dans l a nature, et dans l e s d e s i r s humains, c e t t e a m i t i e avec toute energie, q u i donne a, 1'oeuvre de Blake son sens p a i s i b l e et magnifique, Gide en a s u r t o u t retenu l e s complaisances pour ce q u i e s t h a b i tuellement maudit.  40  Mario les  Praz, rappelant l ' e s s a i de Swinburne s u r  tendances de Blake v e r s une " s a i n t e i n s u r r e c t i o n "  r e b e l l i o n de 1'homme contre Dieu, mer  (cette  q u i l u i p e r m e t t r a i t d'assu-  sur t e r r e l e r o l e d i v i n ) , remarque qu'une c e r t a i n e confor-  mite de pensee entre Blake e t Sade, entre Dostoievsky,  Niet-  zsche e t Blake, d e r i v e du f a i t que ces e c r i v a i n s sont tous, a des degres d i v e r s , s a d i s t e s . I I ajoute que c e c i explique a u s s i l a decouverte que  d'une parente  de 1 ' e s p r i t - - t e l l e c e l l e  f a i t Gide a propos de Nietzsche, Dostoievsky  et B l a k e . ^  Ce n'est pas sans un " f r i s s o n de reconnaissance et  d ' e f f r o i " que Gide l i t , dans l e j o u r n a l intime de Baude-  l a i r e ces phrases: d o i t remplacer, "De  "Le goGt de l a c o n c e n t r a t i o n p r o d u c t i v e  chez un homme mGr, l e goGt de l a d e p e r d i t i o n " ,  l a v a p o r i s a t i o n e t de l a c e n t r a l i s a t i o n du Moi. Tout e s t  l a . " e t s u r t o u t : " I I y a dans tout homme, a toute heure, deux p o s t u l a t i o n s simultanees  (Gide p r e c i s e que tout 1'inte-  rest de l a phrase r e s i d e dans ce mot), tre il  l'une v e r s Dieu,  v e r s S a t a n . " ^ 5 Fascine p a r ces i m p l a c a t i o n s c o n c l u t que,  1'au-  illimitees,  presque a u s s i nettement que Dostoievsky,  Baudelaire a p r e s s e n t i q u ' i l e x i s t e — e n regard de c e t t e f o r c e de cohesion qui m a i n t i e n t l ' i n d i v i d u consequent avec soi-me'me, et p a r quoi, comme d i s a i t Spinoza, " l ' i n d i v i d u tend a p e r s e v e r e r dans son e"tre"--une autre f o r c e c o n t r i f u g e e t desagregeante, p a r quoi l ' i n d i v i d u tend a se d i s s o c i e r , a se r i s q u e r , a se jouer, a  se perdre.^6  41  Nous voyons ces deux f o r c e s operer  dramatiquement  dans 1'Immoraliste, ou l a metamorphose l i b e r a t r i c e de M i c h e l , s u i v i e d'une breve periode d ' e q u i l i b r e apparent, a b o u t i t a l a d i s i n t e g r a t i o n de sa p e r s o n n a l i t e n o u v e l l e .  Dans l e s E n t r e t i e n s s u r 1'Homme e t l e D i a b l e , ^ Erwin R e i s n e r p r e c i s e sa conception et  du r d l e de 1 ' i n c o n s c i e n t  de ce q u ' i l a p p e l l e l e s u r c o n s c i e n t . Le premier tend  vers  l e mai e t la, mort, l e second v e r s l e bon e t "1'accomplissement d e f i n i t i f " . Un aspect de ce dualisme i n h e r e n t a l a nature  humaine s'est p a r f o i s trouve p r o j e t e dans l a person-  n a l i s a t i o n de l'ange gardien. Le meme prodede applique a, 1'inconscient  ( t e l que l e conqoit Reisner) a b o u t i r a i t a l o r s  sans doute a, l a g e n e r a t i o n d'un demon personnel.  L'oscilla-  t i o n douloureuse e t dynamique entre l ' a p p e l de 1 * i n c o n s c i e n t et  du s u r c o n s c i e n t - - l a t e n t a t i o n du demon e t l a p e r s i s t a n t e  remontde d'une p e n i b l e pente n a t u r e l l e - - e s t l a base mime de l ' e t h i q u e gidienne  et l ' u n des aspects  e s s e n t i e l s de son  esthetique. Des  p o s t u l a t i o n s simultanees  Satan dont p a r i e B a u d e l a i r e ,  considerons  v e r s Dieu et v e r s pour 1 ' i n s t a n t c e t t e  derniere. "Le D i a b l e n'a pas b e s o i n qu'on c r o i e en l u i pour le  s e r v i r . Au c o n t r a i r e , on ne l e s e r t jamais s i b i e n qu'en  42  1'ignorant,"  e c r i t Gide dans l e J o u r n a l des  Faux-Monnayeurs.  "Le t r a i t e de l a non e x i s t e n c e du d i a b l e . Plus on l e n i e , p l u s on l u i donne de r e a l i t e . Le d i a b l e s ' a f f i r m e dans notre negation. " ^  Gide r e v e l e l a ruse du M a l i n et p r e d i t sa r a s s u -  rante i n s i n u a t i o n . I I l u i f a i t d i r e : " P o u r q u o i me c r a i n d r a i s tu? Tu s a i s b i e n que  je n'existe  L'avertissement c e l u i que  pas."^9  de Gide n'est  qu'une r e p r i s e de  l a n c a i t en c h a i r e un p r e d i c a t e u r de  Baudelaire:  E l l e ("Son A l t e s s e " - - l e D i a b l e ) ne se p l a i g n i t en aueune facjon de l a mauvaise r e p u t a t i o n dont e l l e j o u i t dans toutes l e s p a r t i e s du monde, m'assura q u ' e l l e e t a i t , elle-meme, l a personne l a p l u s i n t e ressee a l a d e s t r u c t i o n de l a s u p e r s t i t i o n et m'avoua q u ' e l l e n ' a v a i t eu peur, r e l a t i v e m e n t a son propre pouvoir, qu'une seule f o i s , c ' e t a i t l e j o u r ou e l l e a v a i t entendu un p r e d i c a t e u r , p l u s s u b t i l que ses confreres50 s ' e e r i e r en c h a i r e : "Mes chers f r e r e s , n ' o u b l i e z jamais, quand vous entendrez v a n t e r l e progres des lumieres, que l a p l u s b e l l e des ruses du d i a b l e est de vous persuader q u ' i l n ' e x i s t e pas.51  C'est Confessions  d'un  avec James Hogg et l e s Memoires p r i v e s et pecheur j u s t i f i e que  ce d i a b l e " i n e x i s t a n t "  prend l a forme q u i semblera a Gide a l a f o i s l a p l u s f a i s a n t e et l a p l u s r e v e l a t r i c e .  "Of a l l the  of the D e v i l i n a r t and l i t e r a t u r e , seems to me  impersonations  I know of none which  more a p p r o p r i a t e . " - ^ Les deux conceptions  nature  satis-  l e s p l u s repandues sur l a  et l e r 6 l e du D i a b l e sont: q u ' i l n ' e x i s t e pas,  dans l a mesure ou i l e s t l a p r o j e c t i o n de nos  sinon  desirs; qu'il  43  e x i s t e et a l e p o u v o i r de nous i n f l u e n c e r , de peser sur notre l i b e r t e , par 1 ' i n s t i l l a t i o n en nous de d e s i r s que nous  n'au-  r i o n s pas eus sans l u i . Gide v o i t  s u r t o u t ce premier aspect dans l e d i a b l e  de Hogg, un aspect q u ' i l f a v o r i s e d ' a i l l e u r s lui-meme. I I n'est done pas etonnant nification  l e plus  souvent  q u ' i l trouve l a person-  du D i a b l e par Hogg l a p l u s ingenieuse q u i a i t ete  inventee. Le d i a b l e a p p a r a l t au heros sous l a forme de double.  son  L ' e x p l i c a t i o n est e v i d e n t e : "C'est l e developpement  e x t r a o r d i n a i r e de nos d e s i r s , de notre o r g u e i l , de nos p l u s i n t i m e s pensees", d i t Gide. que de complaisance psychologique,  "De p a r t en p a r t , i l n'est  fait  envers soi-meme."53 Cette e x p l i c a t i o n  que Gide trouve s i s a t i s f a i s a n t e dans 1'oeuvre  de Hogg, e s t de p l u s e n r i c h i e par un t r a i t assez curieux de mimetisme dont ce D i a b l e t i r e toute son I I s u f f i t en e f f e t tivement refletent  efficacite.  a ce D i a b l e de'contempler a t t e n -  quelqu'un pour qu'immediatement ses propres l'apparence  ne. I I penetre  traits  et l e s c a r a c t e r i s t i q u e s de c e t t e person-  son seulement l a ressemblance,  mais a u s s i l e s  idees et l e raisonnement de son i n t e r l o c u t e u r , et s'empare a i n s i de ses pensees l e s p l u s s e c r e t e s : a i n s i ,  en modelant  ses t r a i t s sur ceux de c e t t e personne, i l p a r v i e n t a acquer i r p o s s e s s i o n absolue de son e s p r i t .  II insiste,  q u ' i l ne peut jamais f a i r e e r r e u r dans l e jugement p o r t e sur quiconque  1'interesse.54  de p l u s , qu'il  44  Cette etonnante p r o p r i e t e , l e D i a b l e p r i v e Gide ne l a p o s s e d e - t - i l pas l u i a u s s i ? Ne l e v o i t - o n en e f f e t  (et p l u s subtilement  encore que  prendre Gide a son propre piege? 19  septembre 1916,  de pas  l e D i a b l e de Hogg)  Le J o u r n a l , en date du  nous r e v e l e 1 ' a d m i r a b l e s u b t i l i t e de  sa  manoeuvre, qui ne f a i t d ' a i l l e u r s q u ' i l l u s t r e r ce qu'en d i s a i t Jacques Raverat en  1914.  La grande e r r e u r c'est de se f a i r e du d i a b l e une image romantique. C'est ce q u i f a i t que j ' a i mis tant de temps a l a r e c o n n a i t r e . I I n'est pas p l u s romantique ou c l a s s i q u e que c e l u i avec q u i i l cause. I I est d i v e r s autant que l'homme mime; p l u s meme, car i l ajoute a, sa d i v e r s i t e . I I s'est f a i t c l a s s i que avec moi, quand i l 1'a f a l l u pour me prendre, et parce q u ' i l s a v a i t qu'un c e r t a i n e q u i l i b r e heureux, j e ne 1 ' a s s i m i l e r a i s pas v o l o n t i e r s au mai. Je ne co.mprenais pas qu'un c e r t a i n e q u i l i b r e pouv a i t i t r e .maintenu, quelque temps du moins, dans l e p i r e . Je p r e n a i s pour bon tout ce q u i e t a i t r e g i e . Par l a mesure j e c r o y a i s m a l t r i s e r l e mai; et c'est par c e t t e mesure au c o n t r a i r e q u ' i l pren a i t p o s s e s s i o n de moi.55 Le "tour.ment voluptueux" de Gide en voyant a 1'oeuv r e l e d i a b l e de Hogg se comprend d'autant mieux q u ' i l a ete lui-mime l a v i c t i m e des manoeuvres q u ' i l v o i t a i n s i d e c r i t e s , et  q u ' i l est a mime de l e s mieux a n a l y s e r grace a son expe-  rience  personnelle.  o o o  45  Pour conclure p r o v i s o i r e m e n t  c e t t e premiere  naissance du domaine demoniaque chez Gide,  recon-  i l convlent  de  r e p e t e r ce que nous avons deja. avoue: que l e s a f f i n i t e s considerees ne  sont que p r e t e x t e a une  i l l u s t r a t i o n de cer-  t a i n e s a t t i t u d e s g i d i e n n e s , et i l ne s ' a g i t en r i e n de l i m i t e r l a pensee de Gide par cet e x e r c i c e de reconnaissance certaines  de  correspondances.  I I me semble que, n'eusse-je connu n i Dostoievsky", n i Nietzsche, n i Freud, n i X., ou Z., j ' a u r a i s pense tout de meme, et que j ' a i trouve chez eux p l u t S t une a u t o r i s a t i o n qu'un e v e i l . Surtout i l s m'ont a p p r i s a ne p l u s douter de moi-mSme, a ne pas a v o i r peur de ma pensee et a me l a i s s e r mener par e l l e , p u i s q u ' a u s s i b i e n j e l e s y r e t r o u v a i s . 5 6 T r o i s ans p l u s t a r d , i l reprend l a m§me pensee, q u ' i l p r e c i s e a i n s i : "Cette pensee e t a i t mienne et ce n'est serait  sinon sans v a l e u r . " 5 7  C'est c e t t e reconnaissance  par Gide de t h e o r i e s ,  pas a eux que  je l a dois. E l l e  de t e n t a t i v e s , de p o s i t i o n s , par quoi se r e n f o r c e n t ses propres decouvertes,  q u ' i l nous semblait i n t e r e s s a n t de n o t e r  ici. Appuye par l a d o c t r i n e de Nietzsche, nous l e voyons depeindre  1'affranchissement  des r e g i e s et 1'immoralisme de  M i c h e l , p u i s confirmer par sa l e c t u r e de Goethe sa propre n o t i o n de l a v e r t u e d u c a t r i c e et i n i t i a t r i c e du Mal.  Chez  Dostoievsky,  gratuit,  i l retrouve l e dechainement, par l ' a c t e  de p o s s i b i l i t e s  insoupqonnees, et chez Blake et B a u d e l a i r e ,  46  1 ' a t t r a c t i o n simultanee v e r s Dieu et Satan. lui  Pinalement  confir.me--et avec q u e l l e s d e l i c e s Gide ne l i t - i l  l'etonnant p o u v o i r mime t i q u e et i n s i n u a t i f  du M a l i n ,  Hogg  HoggJ-qu'il  a v a i t d e j a lui-mime reconnu. Ce q u i nous p a r a i t 1'aspect l e p l u s i n t e r e s s a n t de ces a f f i n i t e s e s t l e passage g r a d u e l du demoniaque-dynamique  au demoniaque-satanique, comme s i l a m e i l l e u r e i n t u i t i o n  de l a portee de ces p o s s i b i l i t e s humaines c o n d u i s a i t a u s s i a une  p r i s e de conscience de l a t e n t a t i o n d i a b o l i q u e a quoi  e l l e s peuvent mener. Dans l ' e t a t  de dese.mparement moral ou. sa l i b e r t e  cherement acquise l a i s s e  l'homme, i l d o i t f a i r e f a c e  aux  nombreux aspects du Mai q u i l ' e n t o u r e n t . Cette l i b e r t e a du payerpar  1'abandon de tous ses s o u t i e n s c o n v e n t i o n n e l s ,  par l e renie.ment lite, dant  qu'il  de sa fausse s e c u r i t e et de sa fausse mora-  cette l i b e r t e  q u i l e rend s i v u l n e r a b l e e s t a u s s i cepen-  sa seule arme contre l e Mai. E l l e pose et r e n o u v e l l e  chaque f o i s , et chaque f o i s pour l a premiere problemes du  choix.  f o i s , tous l e s  NOTES SUR LE CHAPITRE I I  1  Dans J - I I , l e texte d e f i n i t i f de S i l e g r a i n ne meurt s ' a r r 8 t e i c i (p. 519), mais Charles Du Bos c i t e l a f i n de l a v e r s i o n o r i g i n a l e , supprimee p l u s t a r d p a r Gide [Charles du Bos, Dialogue avec Andre Gide ( P a r i s , CorrSa, 1947)* p. 6 9 J .  2  James Hogg, The p r i v a t e Memoirs and Confessions o f a J u s t i f i e d S i n n e r (New York, C h a n t i c l e e r Press, 1947 )* _____  3  C i t e e par H e n r i D r a i n , N i e t z s c h e et Gide ( P a r i s , Ed. de l a Madeleine, 1 9 3 2 ) , pp. 2 5 - 2 6 . On retrouve l a m§me idee dans l e s F e u i l l e t s , O.C.,XV, 513-514.  4 1'Immoraliste, R., p. 384. 5  I b i d . , p. 385.  6  Les Faux-Monnayeurs, R., p. 102^.  7  I b i d . , p. 1021.  8  Feuillets,  9  I b i d . , pp. 515-516.  10  O.C, XV, 5 - 4 .  Charles Du Bos, Goethe  52.  ( P a r i s , Corr§a, 1949)* pp. 39 e t  11  J u s t i n O'Brien, P o r t r a i t o f Andre Gide (London, Seeker & Warburg, 1953)* Ch. XI.  12  S t e f a n Zweig, Master B u i l d e r s : A Typology o f the S p i r i t (New York, V i k i n g Press, 1939), p. 243. ("The S t r u g g l e with the Daimon"), dans P o r t r a i t o f Andre Gide, p. 295.  48 13  Les N o u r r i t u r e s t e r r e s t r e s , R.,  14  J o u r n a l , J - I , p. 953 (4 novembre 1 9 2 9 ) . Une autre v e r s i o n , p u b l i e e dans l e s Nouveaux Pretextes ( P a r i s , Mercure de France, 1 9 4 7 ) ajoute que l e mai, grSce a. sa v e r t u educat r i c e et i n i t i a t r i c e , est " s u s c e p t i b l e indirectement d'ent r a i n e r 1'human!te v e r s l e progres".  15  L I m m o r a l i s t e , R.,  16  I b i d . , p. 4 3 0 .  17  I b i d . , p. 399-  18  I b i d . , p. 4 5 9 .  19  A u s t r a l i a n J o u r n a l of French S t u d i e s Chesire, 1967), v o l . I l l , No 1.  20  Conference sur Dostoievsky,  21  I b i d . , p.  22  Dorothy Bussy, "Quelques souvenirs", Gide (N.R.F. ), p. 38.'  23  L I m m o r a l i s t e , R.,  24  S i l e g r a i n ne meurt, J - I I , p. 575-  25  Le Voyage d'Urien,  26  Le Promethee mai  27  Le T r a i t e du N a r c i s s e , R.,  28  J o u r n a l , J - I , p. 1 2 1 1  29  Les Nouvelles  30  Les Caves du V a t i c a n , R.,  31  I b i d . , pp.  32  Paludes, R.,  33  Le Promethee mai Moralite").  pp.  1  p. 1 5 6 .  394-395-  O.C.,  (Melbourne,  XI,  F.W.  279«  186.  p.  1  R.,  Hommage a Andre  402.  p. 3 6 .  enchaine, R., p.  p. 3 2 7 . 6.  (25 j u i l l e t 1 9 3 4 ) .  N o u r r i t u r e s , R., pp.  p. 255836-837.  822-823.  p.  115. enchaine, R.,  p. 3 0 5  ("Chronique de l a  49 ^4  Les Caves du V a t i c a n , R., pp. 838-829.  35  Edmond Jaloux, "Andre Gide e t l e probleme du roman", Homtnage a Andre Gide ( P a r i s , Ed. du C a p i t o l e , s.d.), p . 114. Diana Bronte ("Le Symbolisme dans l o e u v r e d'Andre Gide", Cahiers Andre Gide I, p. 233) suggere que l e premier acte g r a t u i t e s t b i e n c e l u i d'Adam rompant un rameau d'Ygdras 1 —L o a • 1  36  Les Caves du V a t i c a n , R., p. 8 2 9 .  37  Pretextes (Paris, seq.  38  Le F i g a r o , 30 aotft 1942.  39  F e u i l l e t s 1923, J - I , pp. 776-777.  40  L'Immoraliste,  41  Conference  42  Francois-Paul A l i b e r t , a Andre Gide, p. 5 0 .  43  Jean Prevost, "Andre Gide c r i t i q u e " , Hommage a Andre Gide, p. 165.  44  Mario Praz, The Romantic Agony (New York, M e r i d i a n Books,  Mercure de France, 1 9 2 9 ) , pp. 178 e t  R., p. 4 3 1 .  sur Dostoievsky, O.C, XI, 240. "Au hasard d'Andre Gide", Hommage  1956).  45  " L ' i n v o c a t i o n a Dieu, ou s p i r i t u a l i t y , e s t un d e s i r de monter en gradej c e l l e de Satan, ou a n i m a l i t e , e s t une j o i e de descendre", continue B a u d e l a i r e ( J o u r n a l Intime, "Mon Coeur mis a nu", X I ( 1 9 ) , O.C. ( B i b l i o t h e q u e de l a P l e i a d e , p. 1 2 7 7 ) . Cette " j o i e de descendre" e s t b i e n de l a meme nature que l e sado-masochisme d'Armand (Les FauxMonnayeurs), que nous considererons dans l e c h a p i t r e I I I .  46  O.C,VII,  47  R e c u e i l de conferences e t de d i s c u s s i o n s , Max M i l n e r , ed. ( P a r i s , Mouton, 1965).  48  J o u r n a l des Faux-Monnayeurs  49  Ibid.,"Appendice  503-504.  (Paris,  G a l l i m a r d , 1 9 3 4 ) , p.35  i d e n t i f i c a t i o n du demon."  50  50  "que l e r e s t e du troupeau humain", dans l e s e d i t i o n s precedentes.  51  Baudelaire,  52  C o n f e s s i o n s , i n t r o d u c t i o n , p. x i i ( T r a d u c t i o n de Dorothy Bussy).  53  I b i d . , p. x i i .  54  Ibid.,pp.  55  J o u r n a l , J - I , p. 561  56  I b i d . , p. 781  (Janvier 1924).  57  I b i d . , p. 859  (4 novembre 1 9 2 7 ) .  O.C,  "Le  Spleen de P a r i s " , p.  113-114. (19  septembre 1 9 1 6 ) .  276.  51  CHAPITRE I I I  LES MASQUES DE SATAN DANS L IMMORALISTE ET LES FAUX-MONNAYEURS. 1  L'emancipation i n d i v i d u e l l e , preconisee p a r Gide comme p o i n t de depart d'une l i b e r a t i o n des p o s s i b i l i t e s de chaque S t r e , ne mene en s o i n i a 1 immoralisme n i a 1'amo1  r a l isme. Le demon dynamique q u i p r e s i d e a c e t t e l i b e r a t i o n , et q u i en e s t 1'instigateur assumer un t o u r satanique  ou 1'instrument, peut cependant  lorsque cette t e n t a t i v e , p o s i t i v e  et c o n s t r u c t i v e , echoue. La l i b e r t e , au depart recherchee  en toute bonne  f o i e t simplement comme moyen en vue d'une f i n de p e r f e c tionnement i n d i v i d u e l , peut en e f f e t mener aux exces d'un Saul ou d'un M i c h e l . A i n s i voyons-nous Saul, tentant de f o r c e r l a v o i x de Dieu, p u i s , vaincu, ouvrant  toute grande  a ses demons l a porte que Dieu a v a i t fermee. Hylas,  deja,  52  d e p e i g n a i t l e s o r t de c e l u i qui se l a i s s e envahir et posseder par ses d e s i r s , e t q u i r e n t r a n t chez l u i pour s ' a s s e o i r a sa t a b l e , n'y trouve p l u s " l a p l u s p e t i t e p l a c e " , toutes etant occupees p a r ses s o i f s et ses d e s i r s . Chasse comme Hylas, e t comme l u i depossede, Saul sera p a r ses demons "completement supprime". Saul m e r i t e r a son chatiment pas  parce q u ' i l n'aura  su se dominer e t n'aura a b o u t i qu'a l a d i l a p i d a t i o n de sa  liberte. L'echec de M i c h e l , dont 1'emancipation i n i t i a l e prornettait tant, sera c e l u i d'un egoisme d e s t r u c t e u r q u i se c h o i s i t et ne considere que s o l dans l a qu§te e f f r e n e e de sa r e a l i s a t i o n . A c 6 t e de ces echecs q u i f o r c e n t l a main au d e s t i n , de ces developpements imprevus q u i f o n t b i e n vraiment  " l a part  du d i a b l e " , nous devons a u s s i c o n s i d e r e r l e p o i n t de depart veritablement be,  "satanique" d'une t e n t a t i o n qui, s ' i l y succom-  aveuglera l ' i n d i v i d u sur lui-m§me, e t dont l e terme sera  l a d i s i n t e g r a t i o n de son moi.  Cette f o r c e d e s t r u c t r i c e n'est  e f f i c a c e que parce q u ' e l l e prend 1'aspect d'une d i a l e c t i q u e a t t i r a n t e . E l l e t r a h i t et confond sans recours p a r l a seduct i o n e t l e piege d'une r a t i o n a l i s a t i o n r a s s u r a n t e dont, une f o i s v i c t i m e , on ne peut s'echapper: c e t t e f o r c e se d e c l a r e , en e f f e t , i n e x i s t a n t e . Ce piege r e s i d e dans l e raisonnement a faux v i s a n t a l a s a t i s f a c t i o n des besoins l e s mieux  caches,  D3  dans 1'aveuglement ou, l a c o n s c i e n c e s'aventure l e s yeux d e j a m i - c l o s , dans l e sophisme e n f i n q u i v i s a n t d r o i t au p l u s v u l n e r a b l e de l a f a i b l e s s e humaine I n d i v i d u e l l e t r o u v e en l'homme meme l e complice l e p l u s stir du M a l i n .  C o n s i d e r o n s , dans ce c h a p i t r e e t l e c h a p i t r e s u i v a n t , c e r t a i n s personnages q u i , s o i t p a r l e u r r 6 l e , s o i t p a r l a s i t u a t i o n dans l a q u e l l e i l s se t r o u v e n t p l a c e s , s e r v i r o n t a i l l u s t r e r l a n a t u r e e t l a p o r t e e de c e t t e t e n t a t i o n . C e r t a i n s s e r v i r o n t d' i n s t r u m e n t a, c e t t e t e n t a t i o n , d ' a u t r e s en s e r o n t v i c t i m e s , mais aucun ne saura y echapper t o u t a, f a i t . F r a n c o i s J.-L. Mouret ("A l a r e c h e r c h e d'Oscar Wilde dans l a v i e e t 1'oeuvre d'Andre G i d e " ) nous i n v i t e a. 2  r e c o n n a i t r e q u ' i l e x i s t e de f o r t e s ressemblances  d'expression  e n t r e Lord Henry du P o r t r a i t de D o r i a n Gray, que Gide  lisait  en 1895^ e t Menalque des N o u r r i t u r e s t e r r e s t r e s , q u ' i l  ecri-  v a i t a l o r s . Mais s i l e s mimes a f f i n i t e s demoniaques que nous venons d ' e t u d i e r e x i s t e n t a u s s i e n t r e Wilde e t Gide, ce n'est pas en t a n t q u ' e c r i v a i n que Wilde nous i n t e r e s s e i c i . Le W i l de q u i f a s c i n e Gide e s t c e l u i q u i a mis son genie dans sa v i e et  r e l e g u e son t a l e n t dans ses oeuvres: c ' e s t l'homme Wilde  qui  nous i n t e r e s s e s u r t o u t , c e l u i q u i , e c r i t Gide a. V a l e r y  en 1891, d'ame."  " s ' e t u d i e pieusement a, t u e r ce q u ' i l me r e s t a i t 3  54  Nous l e revoyons a, B l i d a h , quelques annees p l u s t a r d , p e r f e c t i o n n e r encore c e t t e pleuse etude, sans se rendre compte q u ' e l l e ne s e r v a i t d e j a p l u s a r i e n . II s'amusait comme un enfant e t comme un d i a b l e . Le grand p l a i s i r du debauche, c'est d ' e n t r a i n e r a l a debauche. Depuis mon aventure de Sousse, p l u s ne r e s t a i t au M a l i n grande v i c t o i r e a remp o r t e r sur moi sans doutej mais c e c i Wilde ne l e s a v a i t p o i n t , n i que j ' e t a i s v a i n c u d'avance. C'est  de Wilde directement--de  sa v i e p l u s que de  son oeuvre--que Gide s ' i n s p i r e r a en p a r t i e pour peindre  l'un  des v i s a g e s de l a t e n t a t i o n : Menalque. C'est dans Paludes (1895) qu'apparait  l a premiere  e s q u i s s e de Menalque, sous l e s t r a i t s du "grand V a l e n t i n Knox". C'est a l u i qu'appartient  en e f f e t d'exposer pour l a  premiere f o i s l ' u n des themes chers a Gide, p l u s t a r d r e p r i s par l e Menalque des N o u r r i t u r e s t e r r e s t r e s ( 1 8 9 7 ) , p u i s p a r c e l u i de 1 I m m o r a l i s t e ( 1 9 0 2 ) . 1  I I l e f a i t dans une d i a t r i b e  contre 1'homme normal, ou i l pr§che 1 ' e x c l u s i v e  v a l e u r de  1'anormalite: Nous ne v a l o n s que p a r ce q u i nous d i s t i n g u e des a u t r e s ; 1 ' I d i o s y n c r a s i e e s t notre maladie de val e u r . ( V a l e n t i n Knox). 5 Ne t ' a t t a c h e en t o i qu'a ce que t u sens q u i n'est n u l l e p a r t a i l l e u r s qu'en toi-m^me, e t cree en t o i , impatiemment ou patiemment, ahI l e p l u s i r r e m p l a qable des S t r e s . (Menalque). Ce que l ' o n sent en s o i de d i f f e r e n t , c'est p r e c i sement ce que l ' o n possede de r a r e , ce q u i f a i t a dhacun sa v a l e u r . (Menalque).7  55  Cette c u l t u r e de 1' "anormal" q u ' i l s  prechent,  c e t t e i n s i s t a n c e que l u i s e u l donne a l'homme son i r r e m p l a gable v a l e u r , s i e l l e e s t un i n d e n i a b l e aspect de l a r e a l i s a t i o n de ces p o s s i b i l i t e s cheres a Gide, ne s e r a i t - e l l e pas a u s s i l a t e n t a t i o n i n i t i a l e du demon?  A quels exces d'immo-  r a l i s m e ne peut en e f f e t mener 1'affranchissement r e g i e s f a i t e s pour "l'homme normal"? M i c h e l v o i t chaque j o u r en l u i " l e confus  sentiment  t o t a l des croitre  de r i c h e s s e s i n t a c -  tes, que c o u v r a i e n t , cachaient, e t o u f f a i e n t l e s c u l t u r e s , l e s decences, l e s morales "recherche  tenebreuse"  e t s'engage avec p a s s i o n dans une q u i l u i permettra,  au-dela de toute  decence e t de toute morale, de p r e s e r v e r e t de f a i r e n o u i r en l u i ces r i c h e s s e s p a r t i c u l i e r e s e t seulement Mais Menalque v a beaucoup p l u s l o i n ,  s'epadevinees.  dont 1 ' a f f r a n -  chissement e s t s i t o t a l q u ' i l ne cherche meme pas a se recomposer une n o u v e l l e m o r a l i t e : "Je ne pretends  a r i e n qu'au  n a t u r e l , e t , pour chaque a c t i o n , l e p l a i s i r que j ' y prends m'est signe que j e devais l a f a i r e . " ^ Le danger moral que presente  l a q u i t e de M i c h e l ,  encouragee p a r Menalque, e s t 1' inassouvisse.ment une  p o u r s u i t e t o u j o u r s p l u s pressante  q u i mene a  de r i c h e s s e s e t de p l a i -  s i r s nouveaux. M i c h e l a maintenant depasse 1'immoralisme auquel 1'avait  conduit sa premiere c o n f r o n t a t i o n avec l a l i b e r t e :  "Je ne s a i s p l u s l e d i e u tenebreux que j e s e r s . 0 Dieu neuf.'  56  donnez-moi de c o n n a l t r e encore des races n o u v e l l e s , des types  imprevus de b e a u t e . "  1 0  L ' e l a n q u i l e mene v e r s ce  d i e u tenebreux e s t 1'aboutissement de c e t t e " f a t a l i t e heureuse"  q u i d'abord l e g u i d a i t . Menalque a p p a r a i t dans 1'Immoraliste comme 1 ' i n s -  trument du demon. M i c h e l ,  debarrasse de ses d i s c i p l i n e s  acqui-  ses, e s t moralement dese.mpare. Les t e n t a t i o n s l ' a s s a i l l e n t immediatement sous l e s formes l e s p l u s t a n g i b l e s : B a c h i r , Ali, qui  Moktir,  p u i s Charles Bocage. I I y cede d'une maniere  r e v e l e sa f a i b l e s s e e t un melange de gine e t de d e s i r :  c o m p l i c i t y un peu louche ( l o r s du v o l des ciseaux p a r Moktir, p a r exemple), ou homosexuality l a t e n t e , accompagnee de manoeuv r e s t r o u b l e s e t pourtant inconscience. laisse  presque d e r i s o i r e s dans l e u r na'ive  Sa v u l n e r a b i l i t e ne f a i t  que s ' a c c r o l t r e e t l e  sans defense devant Menalque l o r s q u ' i l l e rencontre  enfin. Qui e s t Menalque? Oscar Wilde a peine t r a v e s t i ? La p r o j e c t i o n des d e s i r s e t des gotits de Michel--ou de Gide lui-meme?  La p e r s o n n i f i c a t i o n de c e r t a i n e s t h e o r i e s de  Nietzsche?  Probablement tout c e l a ,  Turnell,  mais peu importe vraiment. Que f a i t  1 1  comme l e suggere  Martin  Menalque?  Ecoutons M i c h e l : Menalque p a r l a longtempsj (...) non q u ' e l l e s (ses phrases) m'apprissent r i e n de b i e n neuf--mais e l l e s mettaient a nu brusquement ma pensee,* une pensee que j e c o u v r a i s de t a n t de v o i l e s , que j ' a v a i s p r e s que pu l ' e s p e r e r e t o u f f e e . 1 2  57  Menalque ne s e r a i t - i l a l o r s que 1 ' e x t e r i o r i s a t i o n d'un que  demon i n t e r i e u r , assez  semblable a c e l u i de James Hogg  Gide a d m i r a i t tant? Mais i l assume a u s s i l a forme d'un  demon e x t e r i e u r a M i c h e l et t e n t a t e u r , et avec q u e l l e h a b i l e t e ne d e t r u i t - i l pas, p a r exemple, grace a une seule p e t i t e phrase, l ' e q u i l i b r e peniblement acheve de M i c h e l : Le bonheur ne se veut pas t o u t f a i t , mais s u r mesure.- Je pars demainj j e s a i s : j ' a i tache de t a i l l e r ce bonheur a ma t a i l l e . . . gardez l e bonheur calme du f o y e r . . . "BahJ vous vous y f e r e z , " c o n c l u t - i l avec une d e s i n v o l t u r e passagere e t combien b l e s s a n t e devant l e s prot e s t a t i o n s passionnees de M i c h e l . E t c'est p l e i n d'une tesse abominable, de haine que"  que c e l u i - c i  "tris-  contre l a j o i e cynique de Menal-  s'achemine s e u l dans l e p e t i t matin, pour  r e t r o u v e r sa femme et l a d e s t r u c t i o n i r r e m e d i a b l e de son reve d'un  bonheur futur.' Nous retrouvons  b i e n en Menalque, demon t e n t a t e u r  de M i c h e l , 1'echo d'une remarque de Gide: "Nietzsche  m'etonna  moins p l u s t a r d , parce que j ' a v a i s entendu Wilde d i r e : "Pas l e bonheur! Surtout pas l e bonheur.' l e p l a i s i r . ' I I f a u t voul o i r t o u j o u r s l e p l u s t r a g i q u e . " " ^ L'autre Menalque,  celui  des N o u r r i t u r e s t e r r e s t r e s , l a i s s a i t deja p r e s s e n t i r un peu l a m^me que,  pensee l o r s q u ' i l c o n s e i l l a i t : "Une e x i s t e n c e p a t h e t i -  Nathanael, p l u t 6 t que l a t r a n q u i l l i t e . " ^ 5  58  Ce p l a i s i r t r a g i q u e que  s o u h a i t a i t Wilde, Mario  Praz v o i t en l u i l e sadisme g i d i e n . ^ Et c'est ce 1  sadisme  q u i d'apres l u i determine l e s gotfts et l a conduite de M i c h e l : sa f a s c i n a t i o n pour l a c o r r u p t i o n de Butte, son goGt pour l e s louches e x p e d i t i o n s nocturnes, son p l a i s i r a s ' a s s o c i e r aux " p i r e s gens" de Syracuse, l e "savoureux "bonheur" q u ' i l  trou-  ve au mensonge, son a d m i r a t i o n pour A t h a l a r i c , e n f i n , q u i s'abandonnant a l a debauche meurt tout jeune apres une v i e " v i o l e n t e , voluptueuse et d e b r i d e e . " Dans l e c h a p i t r e precedent, nous avions s u r t o u t c o n s i d e r s ces tendances de M i c h e l comme etant l ' e l a n q u i l e p o r t a i t v e r s un a f f r a n c h i s s e m e n t moral a b s o l u . I I nous f a u t maintenant  en r e c o n n a i t r e 1'aspect malefique, puisque p r e c i -  sement c e t t e t e n t a t i v e a echoue, l u i f a i s a n t confondre l a l i c e n c e q u ' i l trouve avec l a l i b e r t e i n d i v i d u e l l e q u ' i l cherchait. voir Mario Praz semble^dans l e "sadisme" de Gide-Michel l a cause de ses a c t i o n s . I I nous p a r a l t au c o n t r a i r e que--conservons l e mime terme par commodite--ce sadisme t a t de ses a c t i o n s . R e s u l t a t de l e u r echec, p l u s  est l e r e s u l exactement,  puisque l e u r r e u s s i t e a u r a i t p e u t - i t r e f a v o r i s e l e developpement denefique des p o s s i b i l i t e s q u ' e l l e s  liberaient.  I I s u f f i t en e f f e t de comparer Bernard (Les FauxMonnayeurs) a M i c h e l . L u i a u s s i a p r e s s e n t i en lui-mime  ces  59  mimes p o s s i b i l i t e s contenu.es: "Je sens en moi,  confusement,  des a s p i r a t i o n s e x t r a o r d i n a i r e s , des s o r t e s de lames de fond, des mouvements, des a g i t a t i o n s i n c o m p r e h e n s i b l e s . " ^ Avec beaucoup p l u s d'evidence que dans 1'Immoraliste,  l e diable  p r e s i d e a. l a rupture entre Bernard e t son passe. I I l u i s o u f f l e l a cruaute mime de c e t t e rupture, l e s o u t i e n t m i l l e f o i s , l u i procure m i l l e o c c a s i o n s , l u i g l i s s a n t p a r exemple une p i e c e de monnaie l o r s q u ' i l en a b e s o i n , l u i f a i s a n t ramasser l e b i l l e t de consigne d'Edouard, e t c . Mais a 1'encontre du dechalnement de M i c h e l , 1'immoralisme i n i t i a l  de Bernard  mene f i n a l e m e n t a un p u i s s a n t d e s i r d'ordre e t de d i s c i p l i n e . "Je sens en moi de grandes f o r c e s inemployees.  Je v o u d r a i s  l e s mettre en s e r v i c e ... Ma turbulence i n t e r i e u r e m'oppresse -i  Q  et j ' a s p i r e a. l a d i s c i p l i n e . " L ' e v o l u t i o n morale de Bernard e s t toute d i f f e r e n t e de c e l l e de M i c h e l . Nous voyons l ' u n se r e s s a i s i r e t prendre p o s s e s s i o n de s o i , 1 ' a u t r e  s'abandonner resolument a, l a  f o r c e de ses i n s t i n c t s . La m a t u r i t e de Bernard devient evidente a, l a s u i t e de sa l u t t e avec l'ange: I I ne r e s s e m b l a i t deja, p l u s a 1 ' i n s o u c i a n t v o l e u r de v a l i s e q u i c r o y a i t qu'en ce monde i l s u f f i t d'oser. I I commenqsait a, comprendre que l e bonheur d ' a u t r u i f a i t souvent l e s f r a i s de l'audace. 19 C'est precisement en c e l a q u ' i l d i f f e r e de M i c h e l q u i , f a i s a n t l a mime decouverte, ne peut, l u i , que s'enfoncer  6o  p l u s avant dans l a v o i e c h o i s i e : "AhJ  peut-Stre  qu'il  serait  temps encore... E s t - c e que j e ne m ' a r r S t e r a i p a s ? - - J ' a i cherche, j ' a i trouve ce q u i f a i t ma v a l e u r : une  espece d'entete-  ment dans l e p i r e . " ^ 2  Chacun s'etant finalement engage, l a divergence i r r e c o n c i l i a b l e de l e u r s v o i e s se trouve constamment  illus-  t r e e par l a d i f f e r e n c e de l e u r s a t t i t u d e s . I I s u f f i t  par  exemple de comparer c e l l e , Bernard v i s i t a n t  compatissante  et douloureuse,  de  l e s q u a r t i e r s pauvres avec 1'ange, devant l e  s p e c t a c l e q u ' o f f r e n t " l a maladie, l a p r o s t i t u t i o n , l a honte, l e crime et l a f a i m , "  2 1  avec l e goQt  qu'eprouve M i c h e l pour  l e p e t i t p o r t de Syracuse: "odeurs de v i n s u r i , euses, puante  ruelles  bou-  echoppe ou. r o u l a i e n t debardeurs, vagabonds,  mariniers a v i n e s . "  2 2  Sans l'epreuve d'une l i b e r t e  c h o i s i e et conquise  avec l ' a p p u i du M a l i n , Bernard n ' a u r a i t pu mener a bien. c e t t e conqu^te  de s o i q u i l e f a i t ,  en toute connaissance de  o p t e r pour l a d i s c i p l i n e et l e s e r v i c e . L'echec  cause,  du M a l i n est  l a v i c t o i r e de Bernard et l a j u s t i f i c a t i o n de sa t e n t a t i v e  de  liberation. Nous voyons que,  dans l e cas de Bernard, l a croyan-  ce de Gide en c e r t a i n e v e r t u du Mal, v e r t u " e d u c a t r i c e et i n i tiatrice"  s'est trouvee p a r f a i t e m e n t j u s t i f i e e .  C'est l'ame  trempee que Bernard emerge du desordre et de l ' a n a r c h i e s p i r i t u e l l e . De  sa rencontre avec l'ange, i l s o r t e x o r c i s e . La  nature de c e t ange e s t d ' a i l l e u r s equivoque. L'ange l ' a y a n t amene dans une devra " f a i r e  s a l l e ou Bernard c o n f r o n t e r a son d e s t i n et  ses comptes". c e l u i - c i rapporte a i n s i  l'episo2~5  de: "Je s u i s entre, j e ne s a i s quel demon me  poussant..."  Cette c o n t r a d i c t i o n apparente ne peut §tre a c c i d e n t e l l e , n i une  simple f i g u r e de r h e t o r i q u e , a i n s i que nous l e v e r r o n s  p l u s l o i n a propos de La Perouse. La c o n f r o n t a t i o n  (la lutt  d i t Gide) entre Bernard et l'ange n'est pas sans r a p p e l e r , comme l ' o n t note bon nombre de c r i t i q u e s , Ivan Karamazov et l e d i a b l e .  Mme  l e d i a l o g u e entre  N. Evans  J  v o i t une  allu  s i o n au pacte de Faust dans l e r e f u s de Bernard de s i g n e r bulletin.  S i l e r6le de l'ange est c e r t e s ambigu,  de l a s i g n a t u r e determinera b i e n cependant  1'episode  l e r e j e t par Ber  nard d'un pacte menant a un asservissement moral "Tu v o u l a i s t ' o f f r i r ,  1  certain.  d i t a l o r s l'ange. Qu'attends-  tu?" Bernard p r i t une de ces f e u i l l e s qu'on l u i t e n d a i t , dont l e t e x t e commenqait par ces mots: "Je m'engage solennellement a..." I I l u t , p u i s regarda l'ange et v i t aue c e l u i - c i s o u r i a i t . . .  (...)  "Tu trouves que j e d e v r a i s s i g n e r ? --Oui, c e r t e s , s i t u doutes de t o i , d i t l'ange. --Je ne doute p l u s " , d i t Bernard, q u i ; j e t a l o i n de l u i l e p a p i e r . 2 6 C'est a l a s u i t e de ce r e f u s que prend p l a c e l a l u t t e dont Bernard s o r t i r a  libere.  Bernard a maintenant perdu pour nous son i n t e r S t I I a, de p l u s , decu son autour pour n ' a v o i r su mener p l u s  62  l o i n sa r e v o l t e . Dans l e geste e x c e s s i f et prometteur il  s'est l i v r e  auquel  en se liber-ant de l a f a m i l l e P r o f i t e n d i e u ,  i l  a "comme epuise toutes ses r e s e r v e s d'anarchie... A p a r t i r de quoi i l a vecu en r e a c t i o n et comme en p r o t e s t a t i o n de ce geste. L'ha,bitude  q u ' i l a p r i s e de l a r e v o l t e et de 1'op-  p o s i t i o n , l e pousse a se r e v o l t e r contre sa r e v o l t e mime." '' 2  7  I I a v a i t au depart p r i s comme maxime: " S i ce n'est pas t o i , qui l e f e r a ? S i pas maintenant, quand sera-ce?" et Gide en p r e c i s e claire.ment 1'ambivalence: "Ces maximes ont c e c i de charmant q u ' e l l e s sont a u s s i b i e n l a c l e f du Paradis que de l'Enfer.'  Mime s i l e personnage que Gide a v a i t a l o r s dans  1 ' e s p r i t s ' a p p a r e n t a i t davantage au L a f c a d i o des Caves du V a t i c a n qu'a Bernard  t e l que l e s Faux-Monnayeurs l e depein-  dra finalement, on peut neanmoins j u g e r du chemin parcouru en c o n s i d e r a n t que ces maximes meneront finalement a l a f o r mule q u ' i l demande a, Edouard de l u i d i e t e r : B e r n a r d . j e me s u i s demande comment e t a b l i r une r e g i e , puisque j e n ' a c c e p t a i s pas de v i v r e sans r e g i e , et que c e t t e r e g i e j e ne l ' a c c e p t a i s pas d ' a u t r u i . Edouard.--La reponse me p a r a i t simple: c'est de t r o u v e r c e t t e r e g i e en soi-mime; d ' a v o i r pour but l e developpement de s o i . (...) Bernard.--Et s i j e v i s mai, en attendant d ' a v o i r decide comment v i v r e ? Edouard.--Ceci mime vous i n s t r u i r a . I I e s t bon de s u i v r e sa pente, pourvu que ce s o i t en montant. ^ 2  63  Dans l e J o u r n a l des Faux-Monnayeurs,  Gide nous  c o n f i e q u ' i l p e n s a i t f a i r e du d i a b l e un des personnages de son  roman, un personnage e s s e n t i e l " q u i c i r c u l e r a i t  incogni-  to a t r a v e r s tout l e l i v r e et dont l a r e a l i t e  s'affirmerait  d'autant p l u s qu'on c r o i r a i t moins en l u i . " ^  Mais Gide ne  f a i t vraiment a p p a r a i t r e dans l e s Faux-Monnayeurs que des demons e p i s o d i q u e s q u i o r c h e s t r e n t sardoniquement l e s evenements du r e c i t et l e s sentiments des personnages. I I f a u t examiner ces personnages pour e t u d i e r l e s formes que l ' i n luence du M a l i n prend en eux et l e s t e n t a t i o n s que sa presence  tres subtile l e s oblige a subir.  D'une maniere p l u s i n d i r e c t e que Bernard, Armand echappe  cependant l u i a u s s i a l a s u b t i l i t e  l i n : Armand ne se f a i t  sur lui-mSme aucune  i n f e r n a l e du  Ma-  i l l u s i o n . Ce n'est  pas pour d i r e q u ' i l n'en s o i t tout de m§me l a v i c t i m e , momentanement  du moins. Les c a r a c t e r i s t i q u e s sadiques q u ' i l a v a i t decou-  v e r t e s dans 1'Immoraliste,^ Faux-Monnayeurs.  Mario Praz l e s retrouve dans l e s  Ainsi i l voit  en Armand--^ un personnage dos-  t o i e v s k i e n q u i prend a sa d e g r a d a t i o n un p l a i s i r amer. Ayant c o n t r a c t e une maladie venerienne, nous voyons par exemple Armand remettre l e s soins auxquels i l d o i t se soumettre j u s qu'au moment ou c e u x - c i s e r o n t i n u t i l e s , d i r e q u ' i l e s t trop t a r d .  a f i n de p o u v o i r se  64  Un " c o n t r e f a i t " s e l o n Bernard, et non content de se d e t r u i r e , i l s'acharne  a u s s i a, t u e r ce q u ' i l aime.  Rachel e s t , j e c r o i s b i e n , l a seule personne de ce monde que j'aime e t que j e r e s p e c t e . Je l a r e s p e c t e parce q u ' e l l e e s t vertueuse. E t j ' a g i s t o u j o u r s de maniere a, o f f e n s e r sa v e r t u . Pour ce qui e s t de Bernard et de Sarah, e l l e ne se dout a i t de r i e n . C'est moi q u i l u i a i tout r a c o n t e . . . Et l ' o c u l i s t e q u i l u i recommande de ne pas p l e u r e r j - ^ c'est bouffon.'*^" Cet amour coupable de Bernard et de Sarah q u ' i l a a i n s i r e v e l e a, sa soeur, c ' e s t d ' a i l l e u r s l u i q u i en a f a i t l e l i t , peut-on  dire.  Apres a v o i r pousse soeur Sarah, i l l e s contemple,  Bernard dans l e s bras de sa endormis,  l e lendemain  matin.  "II v o u d r a i t e t r e l e u r sommeil, l e u r b a i s e r . " M . Praz v o i t dans l e r e c u e i l l e m e n t s i l e n c i e u x d'Armand un " i n c e s t e commis par p r o c u r a t i o n " , c a r , continue Gide, Armand " a p e r c o i t  sous  1 ' o r e i l l e r un mouchoir tache de sang; i l se l e v e , s'en empare,  l'emporte  e t , sur l a p e t i t e tache ambree, pose ses l e v r e s 35  en s a n g l o t a n t . A g e n o u i l l e parmi l e desordre des couvertures, "quel d i e u p e u t - i l a i n s i p r i e r , l e s mains j o i n t e s ? "  s'inter-  roge l ' a u t e u r . La q u a l i f i c a t i o n de l a nature de ce d i e u n'est n e c e s s a i r e que parce q u ' e l l e d o i t determiner l a nature de l a p r i e r e q u i l u i e s t adressee, et 1 ' a r t i f i c e de Gide e s t i c i  65  e v i d e n t . I I suggere en questionnant et nous l a i s s e l e s o i n et le  s o u c i de 1'inquietude. S i Armand pense ne se f a i r e sur lui-me^me aucune  illusion,  nous voyons au c o n t r a i r e en c e l u i que Gide a p p e l l e  L u c i e n dans l e J o u r n a l des Faux-Monnayeurs l a v i c t i m e te q u i se l a i s s e prendre au raisonnement nage a en s o i peu d'importance ici  parfai-  du M a l i n . Le person-  e t nous ne l e f a i s o n s  figurer  que parce q u ' i l i l l u s t r e assez c l a i r e m e n t un aspect par-  t i c u l i e r de l a t e n t a t i o n e t l a f a c i l i t e avec l a q u e l l e on peut y succomber. Dans l e J o u r n a l des Faux-Monnayeurs, Gide nous donne sa d e f i n i t i o n d'un " e s p r i t  faux", q u ' i l i l l u s t r e par l e  personnage de L u c i e n . Un " e s p r i t faux", d i t - i l , , e s t c e l u i q u i eprouve l e b e s o i n de se persuader " q u ' i l a r a i s o n de cornmettre tous l e s a c t e s q u ' i l a envie de cornmettre; c e l u i q u i met sa r a i s o n au s e r v i c e de ses i n s t i n c t s , de ses interests, ce q u i pire,  ou de son temperament."-^ L u c i e n cherche a persuader  l e s a u t r e s , et i l n'y a l a que demi-mal, concede Gide. Ce n'est que l e premier degre de 1 ' h y p o c r i s i e . Mais c e t t e <hypo;  crisie  prend chaque j o u r chez l u i des p r o p o r t i o n s p l u s Inquie-  t a n t e s , et i l f i n i t finit  par en d e v e n i r l a premiere v i c t i m e , c a r i l  par se persuader lui-m&me que ce sont "ces f a u s s e s r a i -  sons q u i l e conduisent, t a n d i s qu'en v e r i t e ,  c'est l u i q u i l e s  i n c l i n e e t l e s conduit."37 En somme, c o n c l u t - G i d e , " i l ment avec s i n c e r i t e . "  "Mentir aux a u t r e s , passe encore; mais a, s o i -  66 memeJs indigne 1  encore Gide, a propos d'Edouard q u i l u i  a u s s i se l a i s s e p a r f o i s seduire p a r une r h e t o r i q u e trop facilement  convaincante. Revenons a l a d e f i n i t i o n  ques annees auparavant, devoilait  de " 1 ' e s p r i t faux".  dans l e s F e u i l l e t s  de 1916,  Quel-  Gide  l a methode de s e d u c t i o n du M a l i n : l e raisonnement.  I I l u i f a u t convaincre sa v i c t i m e que ce q u i l a s o l l i c i t e l u i est  permis e t que ce q u i l u i e s t permis l u i e s t n e c e s s a i r e .  I I retourne l e s p r o p o s i t i o n s e t commence p a r l a f i n : "Comment ce q u i t ' e s t n e c e s s a i r e ne t e s e r a i t - i l pas permis?  Consens  a a p p e l e r n e c e s s a i r e ce dont t u ne peux pas te passer. Tu ne peux t e passer de ce dont t u as l e p l u s s o i f .  Consens a ne  p l u s a p p e l e r peche ce dont t u ne peux te p a s s e r . " ^ ^ N'est-ce  pas au mime genre de raisonnement que suc-  comhe V i n c e n t M o l i n i e r ? I I comprend p a r quels arguments l e D i a h l e l ' a dupe, l o r s q u i l s'est trouve pour l a premiere f o i s pres de Laura, dans ce sanatorium dont n i l ' u n n i 1'aut r e ne c r o y a i t p o u v o i r s o r t i r - - e t q u ' i l a l i e part i e avec l u i , des 1 ' i n s t a n t q u ' i l a accepte de t r a n s p o r t e r l e t e r r a i n d ' a c t i o n s u r un sophisme: "En admettant que nous ne v i v i o n s pas, e t que, p a r consequent r i e n de ce que nous f e r o n s desormais ne doive t i r e r a consequence...40 1  C'est b i e n la, en e f f e t l a i s s e r duper une premiere  l e p o i n t de depart.  S'etant  f o i s , V i n c e n t ne saura que s'en-  f o n c e r davantage dans l a mime e r r e u r . La c u l t u r e p o s i t i v e de V i n c e n t l e r e t e n a i t de c r o i re au s u r n a t u r e l ; ce q u i donnait au demon de grands  67  avantages. Le demon n ' a t t a q u a i t pas V i n c e n t de f r o n t j i l s'en p r e n a i t a l u i d'une maniere r e t o r s e e t f u r t i v e . Une de ses h a b i l e t i s c o n s i s t e a nous b a i l l e r pour triomphantes nos d e f a i t e s . Et ce q u i d i s p o s a i t V i n c e n t a c o n s i d e r e r sa f a con d ' a g i r avec Laura comme une v i c t o i r e de sa v o l o n t e s u r ses i n s t i n c t s a f f e c t i f s , c'est que, naturellement bon, i l a v a i t dti se f o r c e r , se r a i d i r , pour se montrer dur envers e l l e . ^ 1 Pour e d i f i e r l e l e c t e u r , l ' a u t e u r se l i v r e a l o r s a une etude p r e c i s e de 1 ' e v o l u t i o n du c a r a c t e r e de V i n c e n t , ou nous l e voyons a p p l i q u e r logiquement l e s consequences d'un  raisonnement mene "d'une maniere r e t o r s e e t f u r t i v e "  et a t t e i n d r e c e t t e c o n c l u s i o n : A p a r t i r de quoi, l e demon a p a r t i e gagnee. A p a r t i r de quoi, l ' i t r e q u i se c r o i t l e p l u s l i b r e n'est p l u s qu'un instrument a son serv i c e . Le demon n'aura done de cesse que V i n c e n t n ' a i t l i v r e son f r e r e a ce s u p p 6 t damne qu'est Passavant.^ 2  Le demon p o u r s u i v r a jusqu'au bout l e s avantages que  l u i o f f r e l a c u l t u r e p o s i t i v e de V i n c e n t . Dans une l e t t r e  adressee au comte de Passavant, Lady G r i f f i t h ,  q u i n'est pas  dupe e t q u i s a i t d e p i s t e r sous ses masques s u c c e s s i f s l e demon q u i s'acharne a l e u r p e r t e , d e c r i t a i n s i l e s p e r e g r i n a t i o n s du couple  damne q u ' e l l e forme avec V i n c e n t :  Je ne s a i s p l u s trop s i j e l'emmene ou s ' i l m'emmene; ou s i p l u t d t , ce n'est pas l e demon de l ' a v e n t u r e q u i nous h a r c e l e a i n s i tous deux. Nous avons ete presentes a l u i p a r l e demon de 1' ennui... ^"5 Apres a v o i r vraisemblablement tue L i l i a n , sombre dans l a f o l i e e t , non content  Vincent  de se c o i r e possede p a r  68  l e d i a b l e , i l se c r o i t devenu l e d i a b l e lui-m@me. ^ De q u e l l e v i c t o i r e p l u s absolue  c e l u i - c i p o u r r a i t - i l se t a r g u e r sur  c e l u i q u i ne c r o y a i t pas en l u i que  cette i d e n t i f i c a t i o n dia-  bolique ? La " p u n i t i o n " de Vincent e s t a l ' e c h e l l e de crime: Vincent a l i v r e Passavant.  son  son f r e r e au supp6€ damne qu'est  Les mots que nous soulignons et q u i sont empruntes  a Gide l a i s s e n t peu de doute sur l e diabolisme du crime a commis, Dans l e J o u r n a l des Faux-Monnayeurs,^ Gide  qu'il  indique  cependant que V i n c e n t est incapable de l u t t e r contre 1'emprise de Satan et que,  p l u s i l r e u s s i t a se convaincre de 1 *ine-  x i s t e n c e du Malin, p l u s i l sent q u ' i l l u i s e r t " I I sent vraiment  d'instrument.  qu'avec Satan i l a p a r t i e l i e e .  I I sent  q u ' i l a p p a r t i e n t d'autant p l u s a Satan q u ' i l ne p a r v i e n t pas a c r o i r e a 1'existence v o i t i c i une  r e e l l e du M a l i n . " ^  f o r t e ressemblance  Mme  N. Evans^?  entre V i n c e n t et Faust, et  impute a l a conscience q u ' i l a de c e t t e ressemblance  la  phrase de Gide: " ( V i n c e n t ) s a i t qu'en gagnant l e monde, i l perd son a"me". Au cours de l a c r i s e r e l i g i e u s e que Gide subie en 1916,  avait  i l a v a i t f a i t c e t t e remarque, q u i evoque im-  mediatement V i n c e n t M o l i n i e r : L'enfer s e r a i t de c o n t i n u e r a pecher, malgre s o i , sans p l a i s i r . I I e s t n a t u r e l que l'&me devouee au M a l i n devienne, et sans p l a i s i r pour e l l e , un doc i l e instrument de damnation pour a u t r u i . ^ " 9  69  Ouelques mois p l u s t a r d c e t t e idee d ' a s s e r v i s s e ment au M a l i n l e tourmente  encore:  S i du moins j e pouvais r a c o n t e r ce drame; p e i n dre Satan, apres q u ' i l a p r i s p o s s e s s i o n d'un §tre, se servant de l u i , a g i s s a n t par l u i s u r a u t r u i . Cela semble une v a i n e image. Moi-mSme j e ne comprends c e l a que depuis peu: on n'est pas seulement p r i s o n n i e r j l e mal a c t i f exige de vous une a c t i v i t e r e t o u r n e e j i l f a u t combattre a contre sens... 50 Seule l a r e v o l t e de V i n c e n t , q u i l e pousse a commettre  son crime, peut l e d e l i v r e r du r 6 l e que l u i f a i s a i t  j o u e r l e demon. Apres a v o i r tue Lady G r i f f i t h ,  i l peut non  seulement admettre 1'existence du Malin, mais, au p i r e de sa f o l i e ,  a l l e r jusqu'a s ' i d e n t i f i e r a l u i . S i V i n c e n t a su eventer l a ruse du d i a b l e , i l  n'est cependant parvenu qu'a. tomber p l u s absolument sous son pouvoir, car, a i n s i que l e suggerent  encore  les Entretiens  sur 1'Homme e t l e D i a b l e , s i sa p l u s b e l l e ruse e s t de nous f a i r e c r o i r e q u ' i l n ' e x i s t e pas, sa p l u s grande f o r c e p o u r r a i t b i e n §tre de transformer l a v i e d'un homme en l u i f a i s a n t c r o i r e q u ' i l e x i s t e , en l ' o b l i g e a n t a, ceder a c e t t e f a s c i n a t i o n du neant sur l a q u e l l e nous avons vu se terminer l a C o n f e s s i o n du pecheur justifie.51  Dans l e s F r e r e s Karamazov, l e d i a b l e r e v e l e a i n s i son but a Ivan: "Quand t u cesseras tout a f a i t de c r o i r e en moi,  t u te mettras a m'assurer que j e ne s u i s pas un reVe, que  j ' e x i s t e vraimentj a l o r s mon but sera a t t e i n t " . - ^  70  Pour Ivan,  comme pour l e heros des  d'un  pecheur j u s t i f i e ,  fait  sur l e p l a n psychologique:  A l i o c h a , moi-mime. Tout de  Confessions  1 ' i d e n t i f i c a t i o n avec l e demon se " L u i (Satan), c'est  ce q u ' i l y a en moi  de bas,  moi, de  vii,  meprisable". L ' e t a t de "reVe" et de "demi-sommeil" ou i l a r r i -  ve  souvent  a Vincent de tomber n'est autre que  cette " f a s c i -  n a t i o n du neant" a quoi succombait a u s s i l e heros de Hogg. La ou une v i c t o i r e par l a ruse n'est p l u s p o s s i b l e , l e d i a b l e s a i t u s e r de sa f o r c e .  Avec Passavant,  S t r o u v i l h o u et G h e r i d a n i s o l , l e  D i a b l e n'a b e s o i n n i de ruse n i de f o r c e . Le r 6 l e que  Passa-  vant joue e s t c e l u i de l a t e n t a t i o n , de l a s e d u c t i o n . Sa thode e s t a s s i m i l e e a, c e l l e des pecheurs de t r u i t e q u i , c r a i n t e d ' e f f a r o u c h e r l e u r p r o l e , j e t t e n t l'app„t t r e s  me"par  loin,  p u i s insensiblement l e r a m e n e n t " . P o u r h a b i l e q u ' e l l e s o i t , e l l e ne r e u s s i t avec V i n c e n t que vence que  Passavant  grsice a, c e t t e s o r t e de conni-  devine e x i s t e r entre V i n c e n t et l u i .  Ses r a p p o r t s avec O l i v i e r et d'autres sont remarquablement evoques par l e p o r t r a i t , f o i s dans l e r e c i t ,  adolescents  f a i t par deux  des animaux " e u r y h a l i n s " et " s t e n o h a l i n s " .  Les r e g i o n s ou. l e degre de s a l a i s o n de l a mer  est inconstant  ne sont h a b i t e e s que par l e s " e u r y h a l i n s " q u i , s e u l s , peuvent  71  supporter l e s changements de s a l a i s o n dus a  d'importantes  evaporations ou a l a p r o x i m i t e de 1 embouchure des grands 1  fleuves. Dans ces r e g i o n s , l e s animaux d i t s s t e n o h a l i n s l a n g u i s s e n t e t en viennent a p e r i r ; e t , comme i l s sont a l o r s i n c a p a b l e s de se defendre contre l e s animaux d i t s e u r y h a l i n s , dont i l s deviennent inevitablement l a p r o i e , l e s e u r y h a l i n s v i v e n t de p r e f e r e n c e sur l e s c o n f i n s des grands courants, ou l a densite des eaux change, l a ou viennent a g o n i s e r l e s s t e n o h a l i n s . 5 5 C'est au bord des eaux t r o u b l e s de 1'adolescence que  Passavant,  a l ' a f f t f t , attend sa p r o i e , e t c'est b i e n en  e f f e t p a r langueur,  p a r l a v u l n e r a b i l i t y e t l e t r o u b l e ou  l e plonge sa deception, q u ' O l i v i e r s'abandonne momentanement a Passavant,  l e predateur.  Se croyant r e j e t e p a r Edouard,  O l i v i e r se l i v r e a l o r s a ce q u ' i l pressent en e t r e 1'oppose. Edouard e t Passavant  a g i s s e n t en e f f e t comme l e s deux pQles  de l a p e r s o n n a l i t e d ' O l i v i e r : "Aupres d'Edouard ce q u ' i l y a v a i t de m e i l l e u r en l u i s ' e x a l t a i t . Aupres de Passavant, c ' e t a i t l e p i r e . " 5 6 g n somme, pour V i n c e n t comme pour O l i v i e r , l a t e n t a t i o n o f f e r t e p a r Passavant l e t e r r a i n e t a i t deja b i e n prepare.  n'est s a i s i e que parce que Passavant  n'est que l e  c a t a l y s e u r d'une p e r d i t i o n deja engagee. O l i v i e r se r e s s a i s i r a l o r s q u e 1 ' a t t r a c t i o n de son p6le-Edouard sera d e f i n i t i vement superieure a l a t e n t a t i o n du p 6 l e - P a s s a v a n t . Mais i l est i n t e r e s s a n t de s u i v r e l a demarche de l a t e n t a t i o n presentee p a r Passavant,  instrument  du demon.  72 Des  l a premiere rencontre,  elle est introduite  sous l a forme d'une c i g a r e t t e et d'un second v e r r e de Porto, tous deux t r a d i t i o n n e l l e m e n t r e f u s e s une premiere f o i s , acceptes.  Cet e n t r e t i e n , ou O l i v i e r commence  puis  insensiblement  a succomber a l a t e n t a t i o n et a se l a i s s e r p e r v e r t i r , e s t marque de deux  evenements symboliques: une i n t e r r u p t i o n p a r  l a presence, non r e v e l e e a O l i v i e r , de personne que l ' o n s'attend  de S t r o u v i l h o u  ( l e genre  en e f f e t a t r o u v e r chez Passa-  v a n t ) et l ' a t t e n t e d'Edouard chez l e s M o l i n i e r . L o r s q u ' O l i v i e r r e n t r e chez l u i , Edouard, decourage, v i e n t de p a r t i r . D e l a i s s e , croit-il,  p a r Edouard, e t se croyant  supplante  p a r Bernard,  O l i v i e r s'abandonne a l o r s rageusement. E t une etrange empat h i e semble b i e n e x i s t e r entre Passavant et l e M a l i n : n u i t l e s demons de l ' e n f e r ... h a b i t e r e n t  "Cette  [ O l i v i e r } . Le lende-  main i l se p r e c i p i t a chez Robert. Le comte de Passavant 1'att e n d a i t " . ^ Leur d e r n i e r e entrevue ne s ' e t a i t pourtant  termi-  57 nee  que s u r un vague: " A l o r s , au r e v o i r . A b i e n t 6 t " . O l i v i e r e s t une v i c t i m e toute designee:  "Sensualite,  d e p i t , v a n i t e , q u e l l e p r i s e s u r l u i c e l a donne.' " 5 ^ De sa premiere rencontre r a sanglotant  avec Passavant jusqu'a  l a crise qui l e jette-  contre l ' e p a u l e d'Edouard, nous voyons en d e t a i l  l a p r o g r e s s i o n de sa d e f a i t e . S e n s u a l i t e , d e p i t et v a n i t e  sont  b i e n en e f f e t l e s t r o i s l e v i e r s dont Passavant se s e r v i r a pour f a i r e s ' e f f o n d r e r 1 ' e d i f i c e moral d ' O l i v i e r .  73  Nous voyons p a r exemple Passavant chargeant  Oli-  v i e r d ' e c r i r e une courte n o u v e l l e , dont lui-m&me f o u r n i t l e s u j e t et q u i sauvera l a n o u v e l l e revue  (dont i l v i e n t de  f a i r e O l i v i e r l e r e d a c t e u r en chef) du danger d'§tre"pudibonde". "Nous en causons beaucoup", e c r i t O l i v i e r a Bernard. I I s u f f i t de r e l e v e r quelques mots du jeune homme q u i i n d i que b i e n l e t o n de ces converaations avec Passavant: "pudibonde", Olivier,  " r i s q u e " , "scandale".59 plus t a r d ,  "epice",  d'ailleurs,  s'etant r e s s a i s i , desavouera l e c o n t e . ^ L ' i n f l u e n c e malefique de Passavant s'exerce m§me  d'une maniere  toute i n d i r e c t e , a i n s i p a r exemple son rendez-  vous avec l e comte e n p S c h e - t - i l O l i v i e r de d i r e a Armand q u ' i l devine son "angoisse sous c e t t e exasperante q u i e s t l a sienne. I n c i d e n t sans grande t-il.  ironie"  importance,  semble-  Mais Armand ne v i e n t - i l precisement pas de d e c l a r e r a  O l i v i e r que, r i r de s o i f " ,  comme "l'Arabe a t r a v e r s l e d e s e r t , q u i v a moui l a a t t e i n t ce p o i n t p r e c i s ou une p e t i t e  goutte d'eau p o u r r a i t encore l e sauver. Ou une larme. C'est c e t t e p e t i t e goutte d'eau, c e t t e larme, q u • 0 1 i v i e r - - a cause de Passavant--refuse a son ami, mourant de l a s o i f d'etre co.mpris. 6 l Nous a s s i s t o n s encore a l a c o n f u s i o n e t a l ' a v e u glement  d ' O l i v i e r q u i prend 1 ' i n s u p p o r t a b l e g o u j a t e r i e de  Passavant envers deux p r o s t i t u e e s pour de l a "proprete", q u i  7  accepte te,  l'egolsme de Passavant en l e q u a l i f i a n t  4  de g e n e r o s i -  e t q u i s'accommode sans e f f o r t de l a c a c h o t t e r i e indigne  inventee p a r Passavant, en y voyant de l a c o n s i d e r a t i o n : "Nat u r e l l e m e n t , on f a i t envoyer chez l u i toutes l e s par c r a i n t e d ' i n q u i e t e r maman." Cette inquietude M o l i n i e r , c'est V i n c e n t vant,  qui s'affaire  d'ailleurs,  a l a rassurer.^  emplettes, de Madame  sous l e s ordres de Passa2  Nous voyons sans d i f f i c u l t y  t r a n s p a r a i t r e sous  1 ' i n t e r p r e t a t i o n que donne O l i v i e r des a c t i o n s de Passavant l e sophisme h a b i t u e l e t l e raisonnement seduisant  du Malin,  t e l que l e congoit Gide. O l i v i e r peut a i n s i en toute ecrire  a. Bernard: "Bien des a c t e s nous a p p a r a i s s e n t  sibles, pas  innocence reprehen-  odieux mime, simplement parce que nous n'en penetrons  suffisamment l e s m o t i f s " . ^ L'on peut c e r t e s  t r o u v e r un sophisme acceptable  toujours  q u i p u i s s e j u s t i f i e r ces a c t e s ,  l e u r Qtant a i n s i l e u r c a r a c t e r e r e p r e h e n s i b l e , odieux mime. Le piege  e s t ele.mentaire,  e t s e u l un innocent  de l a s t a t u r e  d ' O l i v i e r peut y to.mber. Mais c'est en face d'une a c t i o n veritablement  noble que l e piege devient vraiment s u b t i l .  L ' h a b i l t e du M a l i n d o i t , mime l a , t r o u v e r matiere  a victoire.  S i Gide ne peut n i e r q u ' i l e x i s t e des a c t i o n s "nobles, reuses  e t mime d e s i n t e r e s s e e s " ,  " d e r r i e r e l e p l u s beau motif,  gene-  i l m a i n t i e n t neanmoins que  souvent se cache un d i a b l e h a b i -  l e e t q u i s a i t t i r e r g a i n de ce qu'on c r o y a i t l u i r a v i r " . ^  75 De Passavant, " h a b i l e a seduire e t habitue a p l a i r e " , personnage sans profondeur e t dont l e satanis.me e s t , somme toute,  sans grande envergure, completons l e p o r t r a i t  par ce d e t a i l c a r a c t e r i s t i q u e e t dont l a mesquinerie e s t a l a hauteur du personnage: i l "ne r e s i s t a i t pas au p l a i s i r de v e r s e r sur l e bonheur d'Edouard quelques gouttes de sa p e r f i d i e .  du poison  I I en g a r d a i t t o u j o u r s en reserve..."65  A l b e r t Guerard v o i t dans l e personnage de Strouv i l h o u tout ce q u i s u b s i s t e du p r o j e t qu'avait  forme Gide  d' i n t r o d u i r e dans son roman l e d i a b l e q u i y " c i r . c i i l e r a i t i i n cognito", r 6 l e q u i a v a i t dt5 p l u s t a r d £choir a Passavant, avant que l e personnage ne sombre dans l a mesquinerie e t l a m e d i o c r i t e . Mais lorsque S t r o u v i l h o u a p p a r a l t e n f i n , au cours d'une c o n v e r s a t i o n avec Passavant, Guerard ne v o i t p l u s en l u i qu'un d i s c i p l e dequ de N i e t z s c h e . ^  "La p h i l a n t h r o p i e  67 n'a  jamais ete mon f o r t " , d i t S t r o u v i l h o u ,  l a i s s e r aucun doute a ce s u j e t , i l q u a l i f i e l'homme de "meprisable",  ' et pour ne nous immediatement  d' " a b j e c t " , d' "unite  sordide",  d' "ordure v i v a n t e " , e t s i l a s u i t e de son d i s c o u r s ne f a i t que  confirmer  surprendre  son manque d e " p h i l a n t h r o p i e " ,  i l ne l a i s s e de  un peu p a r l a m o r a l i t e de c e t t e remarque: "Dans un  monde ou chacun t r i c h e , c'est l'homme v r a i q u i f a i t f i g u r e de c h a r l a t a n " . ^ M o r a l i t e desabusee, c e r t e s , mais q u i l a i s s e p r e s s e n t i r peut=etre que l e diabolisme  de 1 ' a t t i t u d e de Strou-  76  v i l h o u e s t davantage d i c t e p a r une profonde d e c e p t i o n que par v e r i t a b l e amour du mai. Sa durete, t o u t comme c e l l e de Lady G r i f f i t h ,  e s t a c q u i s e . P a r l a n t de 1 i n d i g n a t i o n e t du 1  degotit q u i l u i g o n f l e n t l e coeur, ne c o n f i e - t - i l pas en e f f e t a Passavant: " I I est v r a i que j ' a i depuis longtemps reprime, dans cet organe,  tout ce q u i r i s q u a i t de l ' a t t e n -  drir". 9 6  Spectateur a l a f o i s amuse et amer de l a t r i c h e r i e et de l a duperie que l e s hommes s ' i n f l i g e n t l e s uns aux aut r e s , l u i a u s s i c o n t r i b u e a a c c r o i t r e c e t t e fausse monnaie dont l a s o c i e t e humaine a f a i t  son moyen d'echange. Par l e  c o n t r S l e q u ' i l exerce sur l e groupe des jeunes faux monnayeurs (contr6le moral absolu gr&ce aux "gages" machiaveliques q u ' i l exige d'eux) e t p a r 1'ascendant q u ' i l a s u r son neveu G h e r i d a n i s o l , a q u i i l f o u r n i r a l e " t a l i s m a n " q u i l u i permettra de do.miner B o r i s , S t r o u v i l h o u sera l ' u n des i n s t r u ments l e s p l u s e f f i c a c e s du demon dans l e s Faux-Monnayeurs. N i v i c t i m e , n i i n t e n t i o n n e l l e m e n t complice, S t r o u v i l h o u t r a v a i l l e pour son propre compte e t pour son propre  plaisir.  (Ou p e u t - i t r e n'est-ce encore que l a ruse du d i a b l e de ne pas r e v e l e r l e u r c o m p l i c i t y a c e l l e s de ses v i c t i m e s q u i jouent son jeu?)  Avec La Perouse,  l e t o n change categoriquement e t  passe sur un autre p l a n . Le v i e i l huguenot, amer e t rper.secute,  77  a l a f o i s temoin e t v i c t i m e , a finalement d e p i s t e l e M a l i n dans ses d e r n i e r s retranchements. Gide a v a i t d'abord  mis dans l a bouche du p a s t e u r  Vedel c e t t e p r i e r e , dont l ' o u v e r t u r e ressemble  fort a l a  p l a i n t e de Saul face au s i l e n c e de D i e u : Mon Dieu, mon Dieu, mon Dieu... pourquoi te r e t i r e r de moi? E s t - c e que j e ne t ' a p p e l l e pas du nom q u ' i l f a u d r a i t , que t u r e s t e s sourd a ma p r i e r e ? D o i s - j e c e s s e r de c r o i r e en t o i , ou me f a u d r a - t - i l c r o i r e que c ' e s t contre moi que t u a g i s ? Rien de ce que j e t ' a i c o n f i e ne prospere. I I m'est abominable de penser que, l o r s q u e j e me repose sur t a promesse, j ' a i t o r t . J ' a i mis chacun des miens sous t a p r o t e c t i o n et t u n'en as pas tenu compte. Je t ' a v a i s c o n f i e mes enfants; i l s ont g r a n d i pour te maudire e t toute ma f i d e l i t e n'a pu r e t e n i r l e u r blaspheme. S i j e ne me s u i s pas trompe, Tu m'as trompe.'O Plus t a r d , i l changea de personnage e t l e r 6 l e de temoin de l a d e f e c t i o n de Dieu e t d'un triompje malefique echut a La Perouse. Avec une e x a l t a t i o n q u i i n q u i e r e Edouard il  se .confie, l e v i e u x La Perouse  auquel  c r o i t v o i r dans l e s t e n t a -  t i o n s envoyees p a r Dieu l a moquerie i n f e r n a l e d'une d i v i n i t e t e n t a t r i c e . En repoussant, dans sa jeunesse, l e s s o l l i c i t a t i o n s du demon, La Perouse  p r e n a i t pour de l a v e r t u l ' o r g u e i l  q u ' i l t i r a i t de sa f o r c e de c a r a c t e r e , penetrant a i n s i p l u s avant dans l e monde du peche. ... Dieu m'a r o u l e . I I m'a f a i t prendre pour de l a v e r t u mon o r g u e i l . Dieu s'est moque de moi. I I s'amuse. Je c r o i s q u ' i l joue avec nous comme un chat avec une s o u r i s . I I nous envoie des t e n t a t i o n s aux-  78  q u e l l e s i l s a i t que nous ne paurrons pas r e s i s t e r ; e t / quand pourtant nous r e s i s t o n s , i l se venge de nous p l u s encore.71 On peut c e r t e s mettre s u r l e compte du decouragement e t du d e s e s p o i r du v i e i l l a r d l a v i s i o n de l a j o i e demoniaque avec l a q u e l l e oUj  Dieu  considere 1 ' i r r e m e d i a b l e  s e l o n La Perouse, i l a conduit l'homme. Mais i l s u f f i t  de se souvenir de l a p r i e r e i n tentationem que  impasse  du Mai en Dieu,  compte  Dieu-Mal, c e t t e conscience de son c r e a t e u r , sont t o u j o u r s pre-  sents a 1 ' e s p r i t C h r e t i e n . ^ d i t Luther.  "Ne nos inducas  sed l i b e r a nos a malo", pour se rendre  ce s o u c i de l a d u a l i t e  l'origine  traditionnelle:  2  "Deus et i n Satanas a g i t " ,  "Satanas e t i n Deo a g i t " ,  repondrait p e u t - i t r e  La Pirouse, en v o u l a n t d i r e l a meme chose. "Considerant... que  que r i e n n'ecarte  de Dieu  plus  l ' o r g u e i l et que r i e n ne me r e n d a i t p l u s o r g u e i l l e u x  que ma v e r t u , j e p r i s en h o r r e u r c e t t e v e r t u mime et tout ce dont j e pouvais me targuer".73 s u i t e au J o u r n a l de 1923  Les F e u i l l e t s q u i f o n t  a v a i e n t en e f f e t deja examine ce  "reniement de l a v e r t u p a r amour de l a v e r t u mime", e n v i s a geant d ' a i l l e u r s qu'une a:me pieuse pllt y v o i r un abominable  74 sophisme. vie,  "Paradoxe ou sophisme q u i des l o r s i n c l i n a ma  s i l e d i a b l e me l e d i c t a ,  l a suite".  c'est ce que j'examinerai p a r  Cet examen, h e l a s , Gide ne l e f i t jamais. Mais l e  rapprochement entre l a c o n s t a t a t i o n des F e u i l l e t s e t l a r e f l e -  79 x i o n desesperee de La Perouse conduit directement au paradoxe f a s c i n a n t : gr&ce au d i a b l e , on peut r o u l e r Dieu! Le developpement de ce paradoxe  n'est cependant,  lui,  rien  moins que paradoxal, et se r e d u i t a l'enonce d'une m o r a l i t e sans equivoque  et sans compromis: grace a 1 ' a t t e n t i o n d'une  conscience t o u j o u r s v i g i l a n t e , on peut e c a r t e r de s o i l e s t e n t a t i o n s f a c i l e s et l e s dangers d'une v e r t u trop stare d' elle-tn§me. Mais La Perouse a depasse l e stade d'une morale critique.  I I se sent persecute par un Dieu q u i ressemble  etrangement  a Satan: un Dieu manipulateur dont l e s c r e a t u r e s  ne sont que des p a n t i n s grotesques, des marionnettes q u i dansent sur l ' a i r de l a v o l o n t e humaine et de l a m i s e r i c o r d e divine. J ' a i compris que ce que nous appelons notre v o l o n t e , ce sont l e s f i l s q u i f o n t marcher l a marionnette, et que Dieu t i r e (...) Je me rends b i e n compte, a present, que Dieu s'amuse. Car ce q u ' i l nous f a i t f a i r e , i l s'amuse a nous l a i s s e r c r o i r e que nous v o u l i o n s l e f a i r e . C'est son v i l a i n jeu...T5 I I m'a semble que Dieu t e n a i t compte de ma p r i e r e . J ' a i cru q u ' i l m'approuvait. Oui, j ' a i c r u c e l a . Je n ' a i pas compris tout de s u i t e q u ' i l se moquait de moi, comme t o u j o u r s . ' D  Comment s'etonner a l o r s de l'amertume desesperee de sa p r o f e s s i o n de f o i :  "Je ne s u i s qu'un jouet entre l e s  mains de D i e u " . 7 7 Sans r e s i g n a t i o n , i l ne s ' i n c l i n e que parce que l e d i a b o l i s m e de Dieu e s t l e p l u s f o r t . S ' i l f a i b l i t par-  80  fois  e t espere malgre  de D i e u  t o u t p a r v e n i r un j o u r a e n t e n d r e  sous l a v o i x du d i a b l e ,  peut a i n s i  l a voix  i l se r e s s a i s i t v i t e - - s i  q u a l i f i e r l e transport  q u i l e secoue  et l e  l'on  fait  sangloter: ... l e d i a b l e e t l e Bon D i e u ne f o n t qu'unj i l s s ' e n t e n d e n t . Nous nous e f f o n c o n s de c r o i r e que t o u t ce q u ' i l y a de m a u v a i s s u r l a t e r r e v i e n t du d i a b l e j m a i s c ' e s t p a r c e q u ' a u t r e m e n t nous ne t r o u v e r i o n s p a s en nous l a f o r c e de p a r d o n n e r a D i e u . I I s'amuse a v e c nous, comme un c h a t a v e c l a s o u r i s q u ' i l tourmente...^8 Peut-etre l a s e n i l i t e rend-elle  a G i d e l e mime s e r v i c e  de K i r i l o v certaines  a Dostoievsky: e l l e  dienne  fait  que  de  l a folie  l u i fournit  choses pour l a premiere  nous a s i s o i g n e u s e m e n t  desesperee  fois.  La  Perouse  orgueilleuse  1 ' o c c a s i o n de  C'est pourquoi  dire  Gide  connaitre 1'evolution quoti-  de l a p e n s e e e t de 1 ' o b s e s s i o n de L a P e r o u s e .  son monologue s u r 1 ' i n s o m n i e ^  ne  differe-t-il  Ainsi,  en r i e n ,  dans  8n s a demarche l o g i q u e , cruaute d i v i n e ,  de  celui  et cet a r r i t :  sur l e l i b r e  arbitre  "La c r u a u t e , v o i l a  ou l a  l e premier  0-,  des a t t r i b u t s  de D i e u "  e s t l a c o n c l u s i o n de La  ne p e u t  ce que  c o n v a i n c r e que  nous s a v o n s  parce  qu'il  e t r e l a l o g i q u e de  Perouse. Benjamin  "roman d i a b o l i q u e  ou l e C i e l  Le champ de b a t a i l l e de 1 ' a u t r e  Cremieux q u a l i f i e  l e s Faux-Monnayeurs  et l ' E n f e r l u t t e n t  e s t l'homme e t l a v i c t o i r e  sans  de  arret".  de l ' u n ou  depend de 1 ' a c c e p t a t i o n ou du r e f u s p a r l'homme  82  81  de l a t e n t a t i o n que Dieu ou Satan l u i envoient. S i l e s agents de l ' E n f e r s ' a c t i v e n t et s ' a f f a i r e n t (Passavant,  Strouvilhou, Gheridanisol), s i l e s victimes  combent, momentanement ou d e f i n i t i v e r a e n t nes f a u s s a i r e s , Bernard,  suc-  ( l e groupe des j e u -  O l i v i e r , Sarah, V i n c e n t , Armand),  ou sont l e s agents du C i e l ? Quel est l e r 6 l e de Rachel, Pauline, de Laura m§me, malgre sa propre  de  f a i b l e s s e passagere?  J o u e n t - e l l e s vraiment un r 6 l e q u i p u i s s e compenser l e s e f f e t s n o c i f s des complices  du Malin? Les f o r c e s ennemies s o n t - e l l e s  justement r e p a r t i e s , ou--plus important  encore--ont-elles  b e s o i n d ' e t r e justement r e p a r t i e s ? A quoi s e r v i r a , par exemp l e , l a bonte, l a v e r t u de Rachel,  sinon a a v i v e r l e sadisme  d'Armand? I I semble b i e n que peu  cette l u t t e personnelle  compte des agents e x t e r i e u r s . C'est une  lutte  tient  interieure,  q u i se deroule en chacun de nous. C'est en s o i que  l'homme  trouve l a f o r c e ou l a f a i b l e s s e de r e s i s t e r ou de  succomber  a l a t e n t a t i o n . Cette t e n t a t i o n mSme est un phenomene i n t e r i e u r et l a v o i x du M a l i n ne f a i t qu'en r a i s o n n e r l e s a t t r a i t s . L'horreur v e r i t a b l e de l a t e n t a t i o n e s t que  l'hydre de Satan  a trop de testes pour qu'on p u i s s e toutes l e s t r a n c h e r a l a f o i s . Le sophisme e s t sans f i n et l a v e r i t e t o u j o u r s du raisonnement. C'est pour c e l a sans doute que peut p l u s d i s t i n g u e r l a v o i x de Dieu  au-dela  La Perouse ne  sous c e l l e du d i a b l e .  82  NOTES SUR LE CHAPITRE I I I  1  Les N o u r r i t u r e s t e r r e s t r e s , R., p. 200.  2  F r a n c o i s J.-L. Mouret, "A l a recherche d' Oscar VJilde dans l a v i e e t 1 o e u v r e d'Andre Gide", Cahiers Andre Gide I, pp, 179-180. 1  3  Andre Gide-Paul V a l e r y , Correspondance, 1890-194-2 ( P a r i s , N.R.F.,1955). L e t t r e de Gide datee:"De p r o f u n d i s . V e n d r e d i " (decembre 1 8 9 1 ) , p. l 4 l . C i t e e p a r F. J.-L. Mouret, op. c i t . , p. 170.  4  S i Ie g r a i n ne meurt, J - I I , p. 591.  5  Paludes, R., p. 120. 6  Les N o u r r i t u r e s t e r r e s t r e s , R., p. 248.  7  L'Immoraliste,  8  I b i d . , p. 4 5 7 .  9  I b i d . , p. 4 3 1 .  10  I b i d . , p. 4 6 7 .  11  M a r t i n T u r n e l l , the A r t o f French f i c t i o n D i r e c t i o n s Books" 1959), P» 253 •  12  L'Immoraliste,  13  I b i d . , p. 4 3 5 .  14  O.C.,111,487.  15  Les N o u r r i t u r e s t e r r e s t r e s , R., p. 156.  16  Mario Praz, The Romantic Agony, pp. 366-367.  R., p. 4^2.  (New York, New  R., p. 4 3 7 .  83  17  Les Faux-Monnayeurs, R., p. 1 1 5 0 .  18  I b i d . , p. 1 1 5 1 .  19  I b i d . , p. 1 2 1 3 .  20  L I m m o r a l i s t e , R., p. 4 6 7 .  21  Les Faux-Monnayeurs, R., p. 1 2 1 1 .  22  L'Immoraliste, R., p. 4 6 3 .  23  Les Faux-Monnayeurs, R., p. 1214.  24  Dostoievsky, Les F r e r e s Karamazov Poche, 1 9 6 8 ) .  25  Nina Evans, "The r o l e o f the Demon i n Andre Gide's FauxMonnayeurs", U.B.C, 1969.. d i s s e r t a t i o n d a c t y l o g r a p h i e e .  26  Les Faux-Monnayeurs, R., p. 1 2 1 1 .  27  I b i d . , p. 1 1 0 9 .  28  J o u r n a l des Faux-Monnayeurs, p. 6 9 .  29  Les Faux-Monnayeurs, R., p. 1 2 1 5 .  30  J o u r n a l des Faux-Monnayeurs, p. 3 9 .  31  Comme pour tous l e s auteurs q u ' i l e t u d i e dans son l i v r e , l e P r o f e s s e u r Praz s'attache a c o n s i d e r e r Gide dans l e contexte d'une l i t t e r a t u r e decadente toute i n f l u e n c e d de Sade e t de Byron, e t n'en c o n s i d e r e que 1'aspect de sadisme q u ' i l y a decouvert.  32  Dont i l rapproche l e sado-masochisme de c e l u i du heros des Memoires dans un s o u t e r r a i n , de D o s t o i e v s k y .  33  Rachel e s t en t r a i n de perdre peu a peu l a vue.  34  Les Faux-Monnayeurs, R., p. 1 2 3 I .  35  I b i d . , p. 1 1 7 7 .  36  Le J o u r n a l des Faux-Monnayeurs, p. 5 8 .  1  ( P a r i s , l e L i v r e de  84  37  J o u r n a l des Faux-Monnayeurs, p. 59°  38  Les Faux-Monnayeurs, R., p. 1109.  39  F e u i l l e t s , J - I , p. 607.  40  J o u r n a l des Faux-Monnayeurs, p. 79•  41  Les Faux-Monnayeurs, R., p. 1045.  42  I b i d . , p. 1046.  43  I b i d . , p. 1193.  44  I b i d . , p. 1233.  45  J o u r n a l des Faux-Monnayeurs, p. 151.  46  I b i d . , p. 79.  47  Nina Evans, op.  48  J o u r n a l des Faux-Monnayeurs, p. 8 0 .  49  J o u r n a l , J - I , pp. 540-541 (16 f e v r i e r 1 9 1 6 ) .  50  I b i d . , p. 560 (19 septembre 1916).  51  Max M i l n e r , E n t r e t i e n s s u r 1'Homme e t l e D i a b l e , P. 254,  52  Dostoievsky,  53  I b i d . , p. 3 0 0 .  54  Les Faux-Monnayeurs, R., p. 1055.  55  I b i d . , p. 1052.  56  I b i d . , p. 1172.  57  I b i d . , p. 1070. C'est nous q u i soulignons.  58  I b i d . , p. 1044.  59  I b i d . , p. 1110.  60  Ibid.,pp. I I O 2 - I I O 3 .  cit.  l e s F r e r e s Karamazov, p. 292.  85  61  Les Faux-Monnayeurs, R.,  62  I b i d . , p.  63  I I e s t i n t e r e s s a n t de comparer i c i l e s notes du J o u r n a l des Faux-Monnayeurs, p. 79, ou Gide i n d i q u e 1 ' e f f o r t de V i n c e n t pour " a - v e r t i r " son f r e r e O l i v i e r , avec l e s pages 1102 et 1103 des Faux-Monnayeurs, ou Gide nous mont r e V i n c e n t qui"trbmphe" de l a r e s i s t a n c e de Madame Mol i n i e r et q u i f i n a l e m e n t l a "persuade", l i v r a n t b i e n a i n s i son f r e r e au "suppQt damne" qu'est Passavant.  64  Les Faux-Monnayeurs, R.,  65  I b i d . , p.  1109.  66  I b i d . , p.  1193.  67  A l b e r t Guerard, Andre Gide (Harvard U n i v e r s i t y Press,  , 1 9 5 1 ) , P.  p.  1203.  1164.  p.  1102.  151.  68  Les Faux-Monnayeurs, R.,  69  I b i d . , p.  1198.  70  I b i d . , p.  1196.  71  J o u r n a l , J - I , pp. 794-795 (novembre 1 9 2 4 ) .  72  Les Faux-Monnayeurs, R.,  73  La c o n c e p t i o n judalque du r 6 l e de Satan, s i l ' o n se r e f e r e au L i v r e de Job ( 6 ) , e s t b i e n c e l l e du t e n t a t e u r envoye par Dieu. Plus t a r d seulement, 1 ' i n f l u e n c e des Perses f e r a - t - e l l e de Dieu et du D i a b l e des f o r c e s adverses. L'on s a i t 1 ' a d m i r a t i o n de Gide pour l e L i v r e de Job ( c f . l e Dialogue avec Andre Gide, de Claude Mauriac, par exemple")^ et sa l e c t u r e constante et approfondie de l a B i b l e .  p.  p.  1196.  1027.  I I c o n v i e n t d ' a i l l e u r s de mentionner i c i une remarque de Gide f a i t e a propos de l ' e n t r e t i e n entre A l i o c h a et l e Pere Zossima (Les F r e r e s Karamazov) sur l a t r a d u c t i o n , dans l a b i b l e p r o t e s t a n t e , des p a r o l e s du C h r i s t : "mais l e s p r e s e r v e r du M a l i n " p a r : "mais l e s p r e s e r v e r du mal". "Le p r o t e s t a n t i s m e a une tendance a ne pas t e n i r compte des anges n i des demons", e c r i t Gide, convaincu que, pour l a p l u p a r t des p r o t e s t a n t s , l e mal n'est conqu que comme 1'absence du b i e n . "Nous sommes done i c i t r e s l o i n des t e x t e s de l ' E v a n g i l e , q u i f o n t a l l u s i o n a maintes r e p r i -  86  ,  ses a. une puissance d i a b o l i q u e , r e e l l e , presente, p a r t i c u l i e r e . Non p o i n t : "Les p r e s e r v e r du mai", mais " l e s p r e s e r v e r du M a l i n " . ( O . C , "Dostoievsky", XI,266). Dans Numquid et tu...?, l a mime idee e s t r e p r i s e : "Non pas l e s r e t i r e r du monde, mais l e s p r e s e r v e r du Mal i n . Segond d i t : du mai, ce q u i e s t b i e n moins eloquent. Et i l ne s ' a g i t pas i c i d'un simple e f f e t de l i t t e r a t u r e . Tandis que l e mai d'exprime que 1'absence du b i e n , ou qu'un e t a t de peche personnel, l e M a l i n e s t une puissance a c t i v e , independante de nous".(J-I, p. 593).  74  F e u i l l e t s , J - I , p.  779.  75  Gide emploie souvent l e terme "sophisme" en c o n j o n c t i o n avec l e d i a b l e . Deja, au s u j e t d'Edouard, ne d i s a i t - i l pas: "A quels sophismes p r i t e - t - i l l ' o r e i l l e ? Le d i a b l e assurement l e s l u i s o u f f l e , c a r i l ne l e s e c o u t e r a i t pas, venus d ' a u t r u i " . (Les Faux-Monnayeurs, R., p. 1109). Que l e raisonnement s o i t l'arme mal'tresse du demon, c e l a ne f a i t aucun doute pour Gide. I I n'est que de se souven i r de son fameux: "Cogito ergo Satanas".  76  Les Faux-Monnayeurs,  77  I b i d . , p.  1131.  78  I b i d . , p.  1135.  79  Ibid.,pp. 1247-1248.  80  Ibd., p. 1218.  81  I b i d . , p.  II33.  82  I b i d . , p.  1248.  83  Benjamin Cremieux, "Andre Gide et l ' a r t du roman", Hommage a, Andre Gide, p. 95-  R., p.  1133.  87  CHAPITRE IV  LES MASQUES DE SATAN DANS LA PORTE ETROITE ET LA SYMPHONIE PASTORALE.  Nous avons vu, avec 1' Immoraliste, c o n f u s i o n de l a l i c e n c e e t de l a l i b e r t e ,  ou. menait l a  l a meprise t r a -  gique d'un homme s u r lui-mime e t 1 ' o b s t i n a t i o n desesperee q u i l e f o r c e a s'engager a l o r s resolument cette  dans l a v o i e de  meprise. La Porte e t r o i t e d e f i n i t un a u t r e aspect de c e t t e  mime meprise e t f a i t  contrepoids a l a l i c e n c e de M i c h e l p a r  l a contrainte d'Alissa. Qui done p e r s u a d e r a i - j e que ce l i v r e ( l a Porte e t r o i t e ) e s t jumeau de 1'Immoraliste e t que l e s deux s u j e t s ont g r a n d i concuremment dans mon e s p r i t , l ' e x c e s de l ' u n trouvant dans l ' e x c e s de 1'autre une p e r m i s s i o n s e c r e t e et tous deux se maintenant en e q u i l i b r e . 1  88 Cet e q u i l i b r e ne f a i t aucun doute pour George Painter. Poor A l i s s a has reached, by going the o t h e r way round the world, a damnation v e r y s i m i l a r to the I m m o r a l i s t ' s — i n d e e d S t r a i t i s the Gate might be c a l l e d The M o r a l i s t . Hers i s a g r e a t e r p e r v e r s i t y than M i c h e l ' s , who, a f t e r a l l , was o n l y doing as he l i k e d . A l i s s a i s doing what she d o i s not l i k e , and at each a c t of monstruous v i r t u e her anguish i n c r e a s e s , t i l l a t l a s t i t k i l l s her. And yet her v i s i o n of heavenly j o y i s so s u r p a s s i n g l y b e a u t i f u l as almost to j u s t i f y i t s means. In the l i m i ted sense i n which the Immoralist was r i g h t i n s i n n i n g f o r e a r t h l y joy, A l i s s a was j u s t i f i e d i n s i n n i n g to achieve her Pisgah view, however f a l s e , of heaven. And each pays the exact p r i c e - - s p i r i t u a l death f o r M i c h e l , b o d i l y death and worse f o r Alissa. 2  S i l e terme d' "angelisme" Jean Delay a. une  a ete applique par  c e r t a i n e phase gidienne,  1'expression  " t e n t a t i o n de 1'angelisme" est devenue l e c l i c h e p r a t i q u e dnnt ont se s e r t l e p l u s v o l o n t i e r s pour " e x p l i q u e r " I n v o l u t i o n d ' A l i s s a dans l a Porte e t r o i t e . On v o i t en e l l e l'aveuglement, l e sens de l a demesure, l'heroisme t a t i o n d'un  inutile,  o r g u e i l que D r a i n , par exemple, q u a l i f i e  n i e t z s c h e e n , et me"me, comme Guerard,  l a tende  "a c u r i o u s masochism".^"  Cet heroisme d ' A l i s s a , que Gide lui-me>me trouve "absolument I n u t i l e " , 5 D r a i n v o i t en l u i l e gotft de  "l'elan  d i f f i c i l e q u i l a porte v e r s Dieu et l e s v i c t o i r e s q u ' e l l e remporte sur elle-meme", " l a haine de l a f a c i l i t e et de l a m e d i o c r i t e , l a haine du  repos".^  8  La de  vue  tenu une le  le  et  tentation but  en  bonheur",  que  je  ecrit  che-t-elle  a  plus la  que  obtenue,  elle  enserre On aux  que,  et  --mais  qui  ou  celle  de  de  action,  de  Dieu  c'est  bien  present  si  et cet  vite Vous  ce  Ensei-  bonheur."''7  dans  cette  priere,  ou A l i s s a  pratique,  mesure'  cher-  Gardez-  atteindre.'  precede, "si  ne  acheminement  " 0 Seigneur.'  chretienne la  peut-§tre  le  qu'il  trou-  si  facile-  semble  qu'  ternes le  mesure de  sera  de  penser  et  au  et  1'  un bonheur  que  Menalque,  "bonheur  "serre"  alors  Michel  a  calme  laissant du  "etrangle" "sur  foyer", pres-  mesure",  la  sienne  propre,  aussi  la  mesure  d'Alissa  l'est  Juliette.  Henri en  qugte  de  1'acheminement vers  trop  'sur  lui-mejme v e r s  celle  la  jusqu'a  s'emp§cher  precisement  cette  et  1'etouffe"„?  un peu  s'evadant  differente de  peut  sou-  a  Juliette  parfaitement  joies  bonheur  de  perdre  1'effort  Journal,  qui  de  de  priere:  reculer  remarque  et  soi  est  faire  justifier  d'humilite  la  l'ame ne  qu'a cette  prosaique si  son  pourrais  a  trace  dans  ment  ce  je  differer,  felicite  Michel  que  et  ou p l u t S t  dans  par  de  succombe  me d e m a n d e  souhaite  continue  Nulle non  "Je  elle  elan  conqu^te  Alissa  d ' u n bonheur  gnez-moi  la  tei  inconsciemment  lorsqu'elle  ve  de  laquelle  d'un  elle-m§tne.  bonheur  moi  ultime  penible  fin  a  a  la  Drain  9  voit  poursuite  en A l i s s a inlassable  une  volonte  de  de v i c t o i r e s  puissance toujours  90  plus d i f f i d l e s Mais lorsque,  dans l e s q u e l l e s e l l e trouve sa v r a i e  joie.  mourante, e l l e devra e n f i n f a i r e face a sa  s o l i t u d e , A l i s s a devra en mime temps s'avouer que  c e t t e pour-  s u i t e o r g u e i l l e u s e ou e l l e _se c h e r c h a i t l ' a eloignee  de Dieu  au l i e u de l ' e n rapprocher. "Le demon, cher a Andre Gide, a tout conduit,  et ce n'est malheureusement qu'a  l a f i n qu'Alis-  sa decouvre l a duperie dont e l l e est v i c t i m e . On p o u r r a i t e c r i r e en epigraphe a l a Porte e t r o i t e ces p a r o l e s sees du vieux l e passage des  La Perouse",^ c o n c l u t H. Drain,  desabu-  citant alors  Faux-Monnayeurs ou l e v i e i l homme, vaincu,  accuse Dieu de 1 ' a v o i r  " r o u l e " en l u i f a i s a n t prendre  son  o r g u e i l pour de l a v e r t u . Alissa,  q u ' e l l e a i t ete v i c t i m e de  sa volonte  de  puissance, i r r e s i s t i b l e m e n t tentee par l'angelisme ou v a i n cue par l a duperie de Dieu ou du d i a b l e , n'a tre  sous 1'aspect heroique de  pas  su reconna-  sa v e r t u l e dur o r g u e i l qui  11 en m o t i v a i t 1'exigence. Ce q u ' i l y a de s i f " dans l a v e r t u d ' A l i s s a devient l'ascetisme  " f o r c e " et d'  en e f f e t l e piege  immodere dont Gide ne manque pas  "excesde  d'opposer l e s  exces a ceux de ces " n o u r r i t u r e s t e r r e s t r e s " t r o p abondamment goGtees par M i c h e l . De  ces deux exces, c e l u i de  lisme o u t r a n c i e r " et c e l u i d' "une  "1'individua-  c e r t a i n e forme de  mysticis-  12 me  tres protestante",  a i n s i que  l e s d e c r i t Gide lui-mime,  un c e r t a i n e q u i l i b r e d e v r a i t emerger-  91  S i l a t e n t a t i o n d ' A l i s s a a ete abondamment nee^  exami-  dans des etudes q u i , toutes, a t t e i g n e n t p l u s ou moins  l a mSme c o n c l u s i o n , l e piege dans l e q u e l tombe Jer6me (ce personnage que G. P a i n t e r d e c r i t comme etant "something o f a nonentity",  )est l e p l u s souvent passe sous s i l e n c e .  Germaine Bree r a p p e l l e b i e n , cependant, que " l a 'porte e t r o i t e ' e s t pour Jer6me c e l l e de l a chambre d ' A l i s s a , ou l ' o n ne penetre pas""'""' et r a p p e l l e a u s s i un c e r t a i n  inci-  dent de 1'adolescence de JerSme ou " l e sentiment complexe et i n d e c i s " q u ' i l e p r o u v a i t pour l a t r e s feminine L u c i l e  Buco-  lin,  traite  mere d ' A l i s s a ,  se r e d u i t en "pure haine".  a u s s i avec adresse l e symbolisme  du j a r d i n q u i se montre  a t o u r f a v o r a b l e et h o s t i l e a Jerdme, fondamentalement  Elle  tour  mais son etude r e s t e  basee sur A l i s s a .  Ramon Fernandez v o i t b i e n en " l ' e x t r a o r d i n a i r e p a s s i v i t e de Jer6me", en sa " n e g a t i v i t e " , l a cause de toute 1'attitude  d'Alissa:  "Pauvre Jer6mei e c r i t A l i s s a dans son J o u r n a l . S i pourtant i l s a v a i t que p a r f o i s i l n ' a u r a i t qu'un geste a f a i r e , et que ce geste p a r f o i s je 1'attends..." C'est 1'absence de ce geste - - j e pense avancer c e c i sans p a r a d o x e — q u i ^7 f a i t pencher toute 1'oeuvre v e r s l a s a i n t e t e . Les  a u t r e s c r i t i q u e s ne sont pas non p l u s sans  a v o i r commente l'ambiguite des r a p p o r t s de Jerdme et D ' A l i s sa.  Mais dans une etude ou nous nous attachons a t r a c e r , en-  tre  a u t r e s , 1'aveuglement  sur s o i (et toutes l e s consequen-  92  ces q u i en decoulent et ou. l e D i a b l e trouve son compte) comme l ' e c u e i l p r i m o r d i a l et e v i d e n t a l a connaissance de s o i , convient d'examiner  i l  1 aveuglement de Jer6me a u s s i soigneuse1  ment que l a meprise d'Alissa,„sinon  p l u s encore.  Nous baserons c e t examen sur une recente etude de L o r i n g D. Knecht i n t i t u l e e "A new r e a d i n g o f Gide's  l a Porte  -i o  etroite".  x  1'analyse  I I ne peut i t r e q u e s t i o n i c i  de d i s c u t e r toute  de M. Knecht. T o u t e f o i s , nous tenons a s o u l i g n e r  avec l u i 1'importance  du r 6 l e de JerSme et sa r e s p o n s a b i l i t e  dans l ' o u t r a n c e mime de l ' a s c e t i s m e et du mysticisme ou A l i s s a se r e f u g i e . L'aveuglement  de JerSme e s t ce q u i nous  interesse. A l ' a p p u i de l a these de M. Knecht,  c i t o n s deja,  ce passage de Gide, contemporain de l a Porte e t r o i t e : A l i s s a , j e me souviens, s i s e n s i b l e et q u i ne r e t e n a i t pas ses larmes au depart d'un ami que pourtant e l l e d e v a i t b i e n t i t r e v o i r , A l i s s a r e s t a i t l e s yeux sees a. 1' i n s t a n t de q u i t t e r Jer6me; non p a r grand r a i d i s s e m e n t i n t e r i e u r ; mais parce que tout ce q u i r a t t a c h a i t a, Jerdme r e s t a i t pour e l l e entache de v e r t u . La pensee de son amant app e l a i t chez e l l e , immediatement, une sorte de sursaut d'heroisme, non v o l o n t a i r e , i n c o n s c i e n t p r e s que, i r r e s i s t i b l e et spontane. Heroisme absolument i n u t i l e . 19 Revenons maintenant au r e c i t et considerons l e port r a i t que JerSme f a i t de l a jeunesse e t de l a f r a i c h e u r d'Al i s s a chez q u i l a v e r t u " g a r d a i t tant d'aisance et de grace q u ' e l l e semblait un abandon".  "Tout dans son lime sans a p p r i t  93 r e s t a i t de l a p l u s n a t u r e l l e beaute",  conclut-il.  u  II vient,  d'autre p a r t , de t e r m i n e r son propre p o r t r a i t a l'fige quatorze  ans,  "ne  rSvant d'autres v i c t o i r e s que  o b t i e n t sur soi-mSme".^ On ne 1'intransigeance  gences, n i sur l'ambiguite  c e l l e s qu'on  s a u r a i t trop i n s i s t e r  de l a v e r t u a i n s i entrevue, du mot  que  de  sur  n i sur ses  exi-  nous s o u l i g n o n s :  Cet enseignement austere t r o u v a i t une ame preparee, naturellement disposee au d e v o i r , et que 1'exemple de mon pere et de ma mere, j o i n t a l a d i s c i p l i n e p u r i t a i n e a l a q u e l l e i l s a v a i e n t soumis l e s premiers e l a n s de mon coeur, a c h e v a i t d ' I n c l i n e r v e r s ce que j'entends a p p e l e r : l a v e r t u . I I m'etait a u s s i n a t u r e l de me c o n t r a i n d r e qu'a d'autres de s'abandonner, et c e t t e r i g u e u r a l a q u e l l e on m'ass e r v i s s a i t , l o i n de me r e b u t e r , me f l a t t a i t . Je q u S t a i s de l ' a v e n i r non t a n t l e bonheur que 1'eff o r t i n f i n i pour l ' a t t e i n d r e , et deja, confondais bonheur et v e r t u . 2 1 A l i s s a elle-m§me n ' a u r a i t pu p l u s t a r d que  par c e t t e d e r n i e r e phrase.  n ' e x i s t e - t - i l pas tueuse, la  s'exprimer autrement  entre ce q u ' e l l e e t a i t ,  grsice aimable et n a t u r e l l e ,  Mais quel c o n t r a s t e toute aisance v e r -  et ce q u ' e l l e d e v i n t par  s u i t e , a b o u t i s s a n t a l a c o n f u s i o n entre 1 ' a b n e g a t i o n  l o u r e u s e et l a v e r t u supreme. Et c'est Jer6me que rend responsable premier,  de c e t t e t r a n s f o r m a t i o n . C'est  semble pas  Knecht  Jer6me,le  q u i l u i a montre l a v o i e de l a s u b l i m a t i o n  gieuse et a s c e t i q u e . I I ne ait  L.D.  dou-  reli-  cu'au debut A l i s s a y  ete d'elle-me"me predisposee. A i n s i Jer6me se  o f f r a n t mystiquement a A l i s s a t o u t son t r a v a i l ,  decrit ses  ses " a c t i o n s p i e s " et, c o n t i n u e - t - i l , i n v e n t a n t un  efforts,  raffinement  9  4  de v e r t u a. l u i l a i s s e r souvent i g n o r e r ce que j e n'avais f a i t que pour e l l e . Je m'enivrais a i n s i d'une s o r t e de modestie capiteuse et m'habituais, h e l a s i c o n s u l t a n t peu ma complaisance, a ne me s a t i s f a i r e a r i e n q u i ne m'eftt coftte quelque e f f o r t . Cette emulation n ' e p e r o n n a i t - e l l e que moi? I I ne me p a r a l t pas q u ' A l i s s a y fftt s e n s i b l e et f i t r i e n a cause de moi, ou pour moi, q u i ne m'eff o r c a i s que pour e l l e . 2 2 Une  l e c t u r e p l u s r a p i d e du r e c i t nous donne au con-  t r a i r e 1'impression  que c ' e t a i t A l i s s a q u i p o u s s a i t Jerime  dans l a v o i e de l a v e r t u e t l ' y devancait avec une f e r v e u r i r r e p r e s s i b l e . Mais i l convient de nous souvenir que l e r e cit  e s t f a i t p a r Jerdme et que c'est a. l u i que nous devons  nos  impressions. L»atermoiement constant  de l e u r s f i a n c a i l l e s , que  l ' o n a t t r i b u e d ' o r d i n a i r e exclusivement  a A l i s s a , ne p o u r r a i t -  on tout de mime pas y examiner l a p a r t de Jerime? A l i s s a  sur-  prend une c o n v e r s a t i o n entre sa soeur J u l i e t t e e t l u i , au cours de l a q u e l l e i l l u i a p p a r a i t que J u l i e t t e aime Jerime sans que c e l u i - c i s'en doute, et que Jerime montre, au fond, peu  d'enthousiasme a rendre  "Mais pourquoi  officiels  ses l i e n s avec A l i s s a .  nous f i a n c e r i o n s - n o u s ? " A l i s s a  demander a J u l i e t t e .  "Des voeux me sembleraient  1'entend-elle une i n j u r e  a l'amour... Je ne d e s i r e r a i s me f i a n c e r que s i j e me d e f i a i s  23 d'elle".  "Ce n'est pas d ' e l l e que j e d e f i e . . . " repond J u l i e t t e . Lorsque Jerime tout de mime se decide,  son manque  de c o n v i c t i o n ne f a i t q u ' i n v i t e r l e r e f u s d ' A l i s s a . "Le mot  f i a n c a i l l e s me p a r a i s s a i t trop nu, trop b r u t a l , j'employais 24 j e ne s a i s q u e l l e p e r i p h r a s e a, l a p l a c e " .  I I ne f a u t pas  a l o r s s'etonner q u ' A l i s s a q u i , l a v e i l l e deja, a v a i t comp r i s son peu d'enthousiasme,  l u i reponde: "Pourquoi chan-  ger?" N'est-ce pas vraiment l a reponse que J e r 6 m e ,  dans l e  fond de son coeur, e s p e r a i t ? On ne peut douter de 1 ' e m o t i o n d ' A l i s s a , n i de son p a t h e t i o u e et genereux amour: "Ne sommesnous pas heureux a i n s i ? " l u i demande-t-elle, et JerSme de remarquer a l o r s que " e l l e s ' e f f o r c a i t en v a i n de s o u r i r e " ! Aveugle a 1'amour de J u l i e t t e , J e r 6 m e l ' e s t  tout  autant a c e l u i d ' A l i s s a . I I ignore l ' u n et se meprend s u r 1 ' a u t r e . Un simple observateur comme A b e l V a u t i e r ne s'y meprend cependant pas e t Jerdme l u i ayant d i t q u ' A l i s s a ne pren a i t guere l e chemin de renouer l e u r s r e l a t i o n s sur un p l a n a u s s i c o n f i a n t et agreable qu'auparavant, Abel peut repondre avec assurance: " I I ne t i e n t qu'a t o i q u ' e l l e l e p r e n n e l " ^ 2  Mais l a campagne inconsciemment p o r t e d e j a ses f r u i t s . A l i s s a v o i t  menee p a r Jer6me  son i n i t i a l e apposee en  marge de chaque passage que JerBme veut l u i f a i r e l i r e , et c e u x - c i i n c i t e n t b i e n davantage a 1 ' a b n e g a t i o n  religieuse  qu'aux s a t i s f a c t i o n s humaines. Ne peut-on c o n c e v o i r que l e u r message l u i semble  assurement  d i c t e p a r Jer&me  lui-m§me?  La nature v i b r a n t e q u i perce dans l e J o u r n a l  d'Alis-  sa, comment un homme (auquel Gide lui-m^me admettait a v o i r  96  donne un " c a r a c t e r e f l a s q u e "  2 t l  ) ne 1 ' a u r a i t - i l pas c r a i n t e ?  La ressemblance d ' A l i s s a avec L u c i l e B u c o l i n , q u ' i l  avait  depuis longtemps remarquee, ? 1 ' e f f r a i e r a i t certainement s i 2  elle laissait  a u s s i p r e s s e n t i r l a moindre ressemblance d'emo-  t i o n s e t de d e s i r s . Ces emotions e x i s t e n t b i e n pourtant en Alissa,  on ne peut s'y meprendre. Quelle p a s s i o n r e f r e n e e  dans son amour pour Jerime1 la,  s e n t i l a , pres de moi,  " E t t o u t a coup j e t a i souhaite 1  avec une t e l l e v i o l e n c e que t u  1'aurais peut-itre senti". Quand on pense a l a r e p u l s i o n de Jerime  pour l e s  t e n t a t i o n s et l e s f a i b l e s s e s de l a c h a i r , peut-on s'etonner q u ' A l i s s a l u i a i t i n s t i n c t i v e m e n t cache ses e l a n s l e s p l u s humains? Mais l a r e s p o n s a b i l i t e de Jerime v a b i e n au d e l a du r a i d i s s e m e n t p r o g r e s s i f d ' A l i s s a , sement sous 1'impulsion  c a r n'est-ce pas p r e c i -  i n s e n s i b l e de Je"r6me q u ' e l l e  cherche-  r a e n f i n a sublimer ces emotions et ces e l a n s t r o p humains dans un ascetisme  religieux  implacable?  A p a r t i r de ce moment-la, l ' e r r e u r d ' A l i s s a ne f e r a que  se confirmer,  dont e l l e Satan,  et nous avons deja p a r i e de c e t t e duperie  se decouvre e n f i n l a v i c t i m e . V i c t i m e de Dieu, de  mais pourquoi  pas de Jerime,  tout simplement? Tout  comme M a r c e l i n e a ete s a c r i f i c e p a r M i c h e l , A l i s s a demeure l a v i c t i m e de Jerime. mes  e s t de nature  S i l'egoisme et 1'aveuglement des deux homd i f f e r e n t e , l e s e f f e t s n'en sont n i p l u s n i  97 moins devastateurs  dans l a Porte e t r o i t e que  dans 1 Immora1  liste. D ' a i l l e u r s , l e narrateur--un se defend  pas de n a v o i r pas 1  e n t r e v o i r que S t r e due  1'impression  Jer8me p l u s age--ne  su deviner davantage et l a i s s e  q u ' i l donne d ' A l i s s a est peut-  a son manque de c l a i r v o y a n c e .  Car s i j e trouve aujourd'hui n u l pardon en moim£me de n ' a v o i r pas su s e n t i r , sous l e revgtement de l a p l u s f a c t i c e apparence, p a l p i t e r encore 1'amour, j e ne pus v o i r que c e t t e apparence d'abord et, ne r e t r o u v a n t p l u s mon amie, l ' a c c u -  29  S i Gide s'est reconnu lui-me*me en A l i s s a , a u s s i reconnu en Jer6me? Non que  que  pas vraiment,  s'est-il  car i l a v a i t remar-  l e _Je du r e c i t r e p r e s e n t a i t pour l u i l e comble de  1'objectivite,  ce _Je indiquant en e f f e t JerSme, a l o r s que l e  Je s u b j e c t i f s e r a i t en r e a l i t e  Alissa.  S i l e r 6 l e de Jer6me p a r a i t d'abord a u s s i i n s i g n i f i a n t , ne  s e r a i t - c e pas parce que  l a reconnaissance  p o n s a b i l i t e t o t a l e , Gide ne se sent pas  de sa r e s -  encore pr£t ai 1'accep-  t e r ? Ce symbole de l a porte e t r o i t e sur l e q u e l i l f a i t ser tout l e l i v r e , presente  repo-  s ' i l represente l a porte du Paradis, r e -  a u s s i l a porte de l a chambre d ' A l i s s a , porte de l a  p o s s e s s i o n c h a r n e l l e a l a q u e l l e Jer6me et Gide se r e f u s e n t , symbole f r e u d i e n tellement elementaire tout de m§me pas §tre i g n o r a n t . "Freud. d i x ans,  quinze ans,  et dont Gide  ne d e v a i t  Le freudisme...  Depuis  j'en f a i s sans l e savoir''.^! Boutade,  98  b i e n stir, mais que  son oeuvre toute e n t i e r e v e r i f i e .  Mais notre but n'est evidemment pas de f a i r e l e proces  de Gide n i de Jerime.  peindre l e p o r t r a i t d'un  Nous cherchions  seulement a  homme q u i s'aveugle tellement  lui-mime, sur ses m o t i f s et ses propres  sur  intentions, q u ' i l  pourra tout innocemment se c r o i r e l a v i c t i m e de sa propre victime.  L'innocence de c e t t e meprise, tout en s u s c i t a n t un c e r t a i n malaise, encore.  n l e n rend l ' e r r e u r que p l u s dangereuse  Lorsque l e manque de c l a i r v o y a n c e se retranche,  b r i t e d e r r i e r e une  c e r t a i n e s a n c t i t e apparente de pensee, et  se j u s t i f i e d ' e l l e , on n'en C'est pour c e l a que  s'a-  l'un des  peut a l o r s mesurer l e s "instruments"  ravages.  f a v o r i s de Gide  e s t 1'aveuglement du pasteur p r o t e s t a n t . Ce pasteur p r o t e s t a n t , on l e retrouve partout dans son oeuvre, t o u j o u r s cere et t o u j o u r s p l u s ou moins  sin-  suspect.  Dans l e s Faux-Monnayeurs, ne voyons-nous pas l e p a s t e u r Vedel impregner d ' h y p o c r i s i e - - p a r son r e f u s de  faire  face a l a r e a l i t e — t o u t e 1'atmosphere de son foyer? Armand et Sarah ne  se p e r d e n t - i l s pas vraiment  que par  rebellion  contre ce q u ' i l s a p p e l l e n t h y p o c r i s i e et q u ' i l s savent une  echappatoire  etre  inconsciente?  Dans l a Porte e t r o i t e , nous voyons a 1'oeuvre l e raisonnement q u i menera a un compromis acceptable avec l e  99  d i a b l e . S i l'homme lui-mime e s t touchant a i l l e u r s comme etant sans r e s s o u r c e s  ( i l nous e s t d e c r i t  "doux, c i r c o n s p e c t et n a i f a l a f o i s ,  contre  1 ' i n t r i g u e et completement desarme  devant l e mal"-^ ), l e procede n'en e s t que p l u s 2  Inquietant  car c'est precisement devant c e t t e v u l n e r a b i l i t y de 1 ' i n n o cence q u ' i l sera l e p l u s stir de r e u s s i r . Son f i l s  ayant  e c r i t une oeuvre q u ' i l juge p a r trop l e g e r e , l e pasteur V a u t i e r v o i t a i n s i s ' e f f r i t e r sa premiere r e s i s t a n c e spontanee: Le pauvre p a s t e u r V a u t i e r , que j ' a i vu d'abord justement desole, f i n i t p a r se demander s ' i l n'y a u r a i t pas l a p l u t i t r a i s o n d'etre f i e r ; chacun autour de l u i t r a v a i l l e a l e l u i f a i r e c r o i r e . H i e r , chez tante P l a n t i e r , Mme V... l u i ayant d i t tout brusquement:—Vous devez i t r e b i e n heureux, Monsieur l e Pasteur, du beau succes de v o t r e f i l s l I I a repondu, un peu confus:--Mon Dieu, j e n'en s u i s pas encore l a . . . --Mais vous y venez.' vous y venezi a d i t l a tante, sans malice certainement, mais d'un t o n s i encourageant que tout l e monde s'est mis a r i r e , mime l u i . 3 3  I I n'est  done pas etonnant que l e the me c e n t r a l  de l a Symphonie p a s t o r a l e  soit  c e l u i de 1'aveuglement. I I ne  s ' a g i t p o i n t c e r t e s de l a c e c i t e physique de l a jeune aveugle, mais au c o n t r a i r e du manque de c l a i r v o y a n c e comme M i c h e l qu ' i l lui  et Jerime, i l ne v o i t  est trop t a r d — l o r s q u e ,  e s t p l u s d'aucune u t i l i t e .  du pasteur.  Tout  c l a i r qu'apres coup, l o r s -  en somme, son aveuglement ne  100  "Aujourd'hui que j'ose a p p e l e r par son nom timent s i longtemps inavoue  de mon  l e sen-  coeur, j e m'explique  peine comment j ' a i pu jusqu'a present m'y  a  meprendre".3^ L'ex-  p l i c a t i o n est pourtant b i e n simple: "Je me  s e n t a i s l'ame s i  l e g e r e et s i joyeuse que j e me meprenais encore, et encore t r a n s c r i v a n t ses p r o p o s " . ^  en  Sommes-nous vraiment b i e n l o i n  de 1 ' i n s i n u a t i o n d i a b o l i q u e dont Gide d e c r i t l a demarche dans l e s Feuillets'de 1916,  q u i v i s e a convaincre que ce q u i  semble n e c e s s a i r e , ce q u i - - v r a i s e m b l a b l e m e n t — r e n d  l'ame  l e g e r e et joyeuse, ne peut §tre un peche. Le p a s t e u r  est-il  autre chose, de l a d e f i n i t i o n m§me de Gide, qu'un " e s p r i t faux" l o r s q u ' i l se l a i s s e prendre a 1 ' e v i d e n c e d'un qui  piege  ne trompe n i sa f a m i l l e , n i l e l e c t e u r , m a i s q u i ne l u i  devient apparent  que beaucoup p l u s t a r d . Cet aveuglement, i l  en v o i t a l o r s l e s r a i s o n s : "C'est que,  tout a l a f o i s ,  j e ne  c o n s e n t a i s p o i n t a l o r s a r e c o n n a i t r e d'amour permis en du mariage,  et que,  dans l e sentiment  dehors  q u i me penchait s i pas-  sionnement v e r s Gertrude, j e ne c o n s e n t a i s pas a r e c o n n a i t r e quoi que  ce s o i t de  defendu".  I I tombe d ' a i l l e u r s dans l e m§me piege que lui-mSme. Nous avons vu ce d e r n i e r recherchant l'harmonie  Gide  l'equilibre,  et l a mesure, et i n c o n s c i e n t du f a i t que par l a  /N  m§me l e mal p r e n a i t p o s s e s s i o n de l u i .  35  I I se f i a i t en somme  a sa r a i s o n et a son i n s t i n c t . C'est precisement  ce que  fait  101  l e pasteur  et c e t t e e r r e u r permet au d i a b l e d ' u t i l i s e r  l e pasteur  ses propres armes. C e l u i - c i ,  soulage b i e n stir par  l a c o n s t a t a t i o n ou. l e mene son raisonnement, n'en moins l a premiere v i c t i m e . se-t-il,  done j e ne  Je ne me  s u i s pas  contre  sens pas  est  pas  coupable,  pen-  coupable.  Et parce que j'eusse cru r e p r e h e n s i b l e 1'amour, et que j ' e s t i m a i s que t o u t ce q u i e s t repreh e n s i b l e courbe l'ame, ne me sentant p o i n t l'ame chargee j e ne c r o y a i s pas a. I amour.^6 1  La taiche du M a l i n est done e v i d e n t e : pas de  que  l e pasteur  puisse  ses a c t i o n s ou de  trouver reprehensible  i l ne  faut  l a moindre  ses pensees envers Gertrude. Comme  c'est a u s s i l e d e s i r i n c o n s c i e n t du pasteur,  l a tsiche l u i  en sera d'autant p l u s f a c i l i t e e . Sa methode, longuement eprouvee, sera basee sur l a s i m p l i c i t e l a p o s i t i o n du pasteur ple  et toute  est, de  son propre p o i n t de vue,  orthodoxe: i l n'est  et peut aisement se j u s t i f i e r de p r e t a t i o n des  t e x t e s sacres.  et 1 ' b r t h o d o x i e ,  que  1 ' i n s t r u m e n t du  sa conduite  Cette  par  son  me,  interd'ail-  sa fem-  i l admet f o r t b i e n q u ' i l p u i s s e y a v o i r quelque chose  "deraisonnable 1 'Evangile" ,-  ou de  surraisonnable  des  de  dans 1'enseignement de  57  Le d i a b l e joue avec l u i : i l ne l u i f a i t que  de  sim-  Seigneur  interpretation jouit  l e u r s d'une c e r t a i n e e l a s t i c i t y car, a, l ' e n c o n t r e  car  demi-verites,  entrevoir  suffisamment v r a i e s pour l u i cacher l a  p a r t de mensonge q u ' e l l e s renferment, I I l u i permet,  par  102  exemple, de se rendre suffIsamment  c o n s c i e n t d'une de ses  habitudes pour l u i f a c i l i t e r d'autant 1'aveuglement l e p l u s profond sur l a j u s t e s s e de l a remarque q u ' i l v i e n t de f a i r e . A i n s i nous l e voyons p r e t a reprendre sa femme: Aux premieres phrases de sa s o r t i e , quelques parol e s du C h r i s t me remonterent du coeur aux l e v r e s , que j e r e t i n s pourtant, c a r i l me p a r a i t t o u j o u r s malseant d ' a b r i t e r ma conduite d e r r i e r e l ' a u t o r i t e du l i v r e s a i n t . I I ne se doute pas q u ' i l v i e n t precisement de d e f i n i r a i n s i sa conduite toute e n t i e r e . C'est a i n s i que des l e debut du r e c i t Gide nous e c l a i r e suffisamment  s u r l a methode du pasteur. Nous l e vo-  yons se reposant aveuglement s u r ce q u ' i l l u i convient d ' i n t e r p r e t e r comme l a v o l o n t e de Dieu. A i n s i , ayant f a i t  sa femme l u i  de j u s t e s reproches s u r 1 ' i m p u l s i v i t e e t l ' i r r e s -  p o n s a b i l i t e de sa conduite, i l s'en j u s t i f i e p a r une s e r i e d'arguments propres a l a toucher et a l a convaincre, mais que l e l e c t e u r , dans son o b j e c t i v i t e , ne peut s'empScher de t r o u v e r legerement  sanctimonieux e t pas entierement  sinceres.  "Bref.'' c o n c l u t - i l , 'Dieu mit en ma bouche l e s p a r o l e s q u ' i l f a l l a i t pour 1 ' a i d e r a a c c e p t e r ce que j e m'assure q u ' e l l e eftt assume v o l o n t i e r s s i l'evenement l u i eu"t l a i s s e l e temps de r e f l e c h i r et s i j e n'eusse p o i n t a i n s i dispose de sa v o l o n te p a r s u r p r i s e " . s o n i n t e r p r e t a t i o n s'accorde un peu trop b i e n avec ses d e s i r s e t l a c o n v i c t i o n q u ' i l veut  atteindre  103  pour qu'en en considere suspicion.  l e manque de fondement sans gene n i  On ne peut en e f f e t s'empecher de remarquer q u ' i l  se j u s t i f i e a l a f o i s v i s - a - v i s de Dieu et de sa femme, l i b e rant a i n s i sa conscience s u r l e s deux f r o n t s de son i n c o n s c i e n te  inquietude. En poursuivant notre l e c t u r e , nous nous trouvons  constamment devant des r e f e r e n c e s , pels, q u i incorporent  des parentheses, des rap-  l ' E v a n g i l e au j o u r n a l que t i e n t l e pas-  t e u r des progres de sa jeune protegee. I I semble r e c e v o i r une s o r t e de rassurante vangile,  s e c u r i t e de sa constante r e f e r e n c e  a l'E-  de l a c o n v i c t i o n frequemment rappelee e t r a v i v e e que  Dieu non seulement l'approuve mais 1 ' i n s p i r e . S ' i l a r r i v e que l a f o r c e de ce s o u t i e n f l e c h i s s e un peu, nous l e voyons a l o r s se r a b a t t r e  s u r des arguments p r a t i q u e s  q u i peuvent p a r a i t r e  en e f f e t i r r e f u t a b l e s . Nous l e voyons a i n s i ^ soins e g o i s t e s toute  justifier les  0  q u ' i l prodigue a Gertrude, a 1 ' e x c l u s i o n  de  r e s p o n s a b i l i t e envers sa f a m i l l e . Lorsque l a parabole  de l a b r e b i s egaree (sur l a q u e l l e i l s'est jusque l a repose pour j u s t i f i e r son i n t e r e t e x c l u s i f ) ne s u f f i t p l u s , be  s u r une longue s e r i e d'arguments f a m i l i a u x ,  nous semble b i e n tenue et b i e n a r t i f i c i e l l e ,  i l retom-  dont l a f o r c e  mais q u i l e sa-  tisfont--comme l ' a u r a i e n t f a i t d ' a i l l e u r s , nous s e m b l e - t - i l , n'importe quels autres  arguments.  L o r s q u ' i l l u i a r r i v e p a r f o i s de toucher l e problems du d o i g t ,  i l se r e f u g i e immediatement dans 1 ' a r t i f i c e  qu'est  104  devenue pour l u i sa r e l i g i o n . Le procede e s t c e l u i que nous avons deja vu p l u s haut: .ffrSler l a v e r i t e d'assez pres pour detourner Un  1 ' a t t e n t i o n du mensonge q u i en e s t 1 ' a u t r e v i s a g e .  sentiment i n d e f i n i de c u l p a b i l i t e envers sa femme l e f a i t  a i n s i d e s i r e r des reproches  au s u j e t de quelque faute anodine  dont i l s'est rendu coupable: Mais comme i l a d v i e n t s u r t o u t , l e g r i e f i m a g i n a i r e l ' e m p o r t a i t sur 1 ' i m p u t a t i o n p r e c i s e : ahJ que l a v i e s e r a i t b e l l e e t notre misere supportable, s i nous nous c o n t e n t i o n s des maux r e e l s sans p r e t e r l ' o r e i l l e aux f a n t 6 m e s e t aux monstres de notre e s p r i t . . . Mais j e me l a i s s e a l l e r a n o t e r i c i ce q u i f e r a i t p l u t 6 t l e s u j e t d'un sermon (Mat.XII,29. "N'ayez p o i n t 1 ' e s p r i t i n q u i e t " ) . Cette inquietude  de 1 ' e s p r i t , i l n'y echappe pour-  t a n t p o i n t lui-m§me. Plus i l l a sent f r e m i r en l u i ,  plus i l  assume 1'apparence de l a c e r t i t u d e . A i n s i e n v o i e - t - i l a son f i l s une c i t a t i o n de S a i n t Paul q u i d o i t , p e n s e - t - i l , f i e r son o p p o s i t i o n a 1'amour de Jacques pour  justi-  Gertrude:  J ' a u r a i s a u s s i b i e n pu c o p i e r l a s u i t e : "Je s a i s e t j e s u i s persuade p a r l e Seigneur Jesus que r i e n n' est impur en s o i e t qu'une chose n'est impure que pour c e l u i q u i l a c r o i t impure"—mais j e n ' a i pas ose, c r a i g n a n t que Jacques n ' a l l & t supposer, en mon e s p r i t , a l ' e g a r d de Gertrude, quelque i n t e r p r e t a t i o n i n j u r i e u s e , q u i ne d o i t meme pas e f f l e u r e r son e s p r i t . Evidemment i l s ' a g i t i c i d'aliments; mais a combien d'autres passages de l ' E c r i t u r e n'est-on pas appele a p r a t e r double e t t r i p l e sens? ("Si ton o e i l . . ^ m u l t i p l i c a t i o n des pains, m i r a c l e aux noces de Cana, e t c . . ) I I ne s ' a g i t pas i c i d ' e r g o t e r j l a s i g n i f i c a t i o n de ce v e r s e t e s t l a r g e e t profonde: l a r e s t r i c t i o n ne d o i t pas e t r e d i c t e e p a r l a l o i , mais p a r 1'amour, e t S a i n t Paul, a u s s i t 6 t e n s u i t e , s ' e e r i e : "Mais s i , pour un aliment, t o n f r e r e e s t a t t r i s t e ,  105  tu ne marches pas s e l o n 1'amour". C'est au defaut de 1'amour que nous attaque l e M a l i n . SeigneurJ enlevez de mon coeur t o u t ce q u i n ' a p p a r t i e n t pas a 1'amour...^  I I nous i m p o r t a i t s u r t o u t d'examiner l e s  senti-  ments t r o u b l e s dont l e p a s t e u r e s t longtemps parvenu a se prouver 1'innocence  grlice a l a c o n v i c t i o n q u ' i l ne f a i s a i t ,  en somme, qu'obeir a l a v o l o n t e d i v i n e e t t r a v a i l l e r a l a p l u s grande g l o i r e  de Dieu.  Ce sophisme, nous l e voyons c l a i r e m e n t a 1'oeuvre tout au l o n g de l a Symphonie p a s t o r a l e . Nous avons d e j a vu que  l a v i c t i m e du sophisme ne peut p l u s echapper a l a f a u s -  sete du raisonnement q u i l a guide et, p a r l a meme, engendre a son t o u r des maux i n c a l c u l a b l e s . V i c t i m e s du demon, e l l e en d e v i e n t presque fatalement  l'allie.  Nous voyons a i n s i que s i 1'aveuglement du p a s t e u r est  coupable  p a r l e s consequences q u ' i l engendre,  du p a s t e u r peut  se c o n c e c o i r comme 1'instrument  1'innocence  involontaire  et p r e c i e u x du d i a b l e . Sa c h a r i t e , meme s i e l l e e s t desordonnee e t i r r e s p o n s a b l e , n'en e s t pas moins r e e l l e ;  elle  n'est pas 1'excuse que se donne l e p a s t e u r pour r e c u e i l l i r Gertrude. Amelie e s t l a premiere  a s ' e e r i e r : "De quoi  e s t - c e que t u as ete te c h a r g e r ? " ^  La g e n e r o s i t e de sa na-  t u r e e s t l e defaut mime p a r l e q u e l l e d i a b l e pourra cer  encore  dans sa v i e e t prendre p o s s e s s i o n de son e s p r i t .  s'immisIncapa-  io6  b l e de f a i r e face a l a p o s s i b i l i t e de m a l i g n i t e de ce sait  §tre dus a de "bons" m o t i f s , a une  naturelle,  qu'il  charite a l a fois  c h r e t i e n n e et " p r o f e s s i o n n e l l e " , l e p a s t e u r  pourra admettre que p i r e e s par Dieu.  ses a c t i o n s p u i s s e n t e t r e a u t r e s  ne  qu'ins-  I I n'est pas dans l a nature humaine de s ' i n -  t e r r o g e r sans cesse et de suspecter l e mal spontanement et i n s t i n c t i v e m e n t que ment l a f o r c e de Gide,  l a ou e l l e ne  voit  l e b i e n . C'est p r e c i s e -  ou sa ruse p e u t - S t r e ,  que  de  soupcon-  ner t o u j o u r s d e r r i e r e l e s m o t i f s l e s p l u s evidemment honn§tes et beaux un d i a b l e h a b i l e a imposer ses d r o i t s sur ce qui semblait ne p a s  devoir l u i revenir.  Mais l e p a s t e u r n'est pas  soupconneux: i l ne  dou-  te pas de l a s i n c e r i t e de l a c h a r i t e q u i l'anime. E t nousm&nes ne commencons a l a suspecter que mence, l u i , a l a  du moment ou i l com-  defendre.  Les deux a l l i e e s i n c o n s c i e n t e s du d i a b l e seront l e s deux femmes entre l e s q u e l l e s l e pasteur  se debat. Nous  venons de v o i r en e l l e s des v i c t i m e s , certes,mais nous avons a u s s i maintenu que,  par un c e r c l e v i c i e u x ou d i a b o l i q u e , l e s  a l l i e s du d i a b l e ne sont l e p l u s souvent que Une pasteur.  ses v i c t i m e s .  c o n s p i r a t i o n de s i l e n c e s ' e t a b l i t autour  I I e s t s e u l a ne p a s  v o i r ce q u i e s t evident pour  tout l e monde, mais personne ne cherche a l ' e c l a i r e r . b l e s s e e , se t a i t par une  du  Amelie,  j a l o u s i e un peu mesquine. E t G e r t r u -  107  de, s u r l e p o i n t de mourir, exp l i q u e a i n s i son s i l e n c e : elle  s'est b i e n aperqu de l a p l a c e trop grande  qu'elle te-  n a i t dans l e coeur e t dans l a v i e du pasteur, mais, "mon crime e s t de ne pas 1 ' a v o i r s e n t i p l u s t 6 t j  dit-elle,  ou du moins  - - c a r j e l e s a v a i s b i e n deja--de vous a v o i r l a i s s e m'aimer quand mime".^ Seule l a p i t i e q u ' e l l e eprouve lui  fait  envers Amelie  e n f i n rompre son s i l e n c e . Mais i l e s t maintenant  t r o p t a r d . Le mai e s t f a i t . L'innocence de Gertrude que l e pasteur a v o u l u p r e s e r v e r a tout p r i x et dont l a c e c i t e de l a jeune  fille  e s t l e symbole, c e t t e i n c o n s c i e n c e du peche q u ' i l a v o u l u sauvegarder en e l l e , ger s p i r i t u e l  r e p r e s e n t e p e u t - i t r e l e p l u s grand dan-  suggere p a r l e r e c i t .  peche peut i n d u i r e en t e n t a t i o n , §tre p r i s .  S i l a connaissance du  c'est un r i s q u e q u i d o i t  Sans c e t t e connaissance, i l d e v i e n t i m p o s s i b l e  d'echapper a c e t t e t e n t a t i o n , puisque l ' o n n'a su n i l a def i n i r n i l a r e c o n n a i t r e , e t cependant  cette tentation existe  - - e t tout independamment de l a connaissance que l ' o n a d ' e l l e .  Sans l ' a p p u i de c e t t e c o n v i c t i o n qu'a l e p a s t e u r d ' e t r e i n s p i r e e t approuve p a r Dieu, l e sentiment q u ' i l a de son innocence s ' e f f o n d r e r a i t e t c ' e s t pour c e l a que, meme face a 1'evidence  de son peche, i l se debat  encore.  Pour coupable que mon amour p a r a i s s e aux yeux des hommes, oh.' d i t e s - m o i qu'aux v 6 t r e s , i l e s t s a i n t . Je tache de m'elever au-dessus de l ' i d e e de peche;  108  mais l e peche me semble i n t o l e r a b l e , et j e ne veux p o i n t abandonner l e C h r i s t . Non, j e n'accepte pas de pecher, aimant G e r t r u d e . ^ N ' a - t - i l pas vraiment a t t e i n t l e p o i n t ou l a r a i son tourne en rond, s i n t e r r o g e a n t e t se repondant a t o u r de 1  r6le,  chaque q u e s t i o n suggerant une reponse esperee, e t l e  t o u t s'egarant dans l e s i l e n c e de Dieu? Seigneur, j e ne s a i s p l u s . . . Je ne s a i s p l u s que Vous. Guidez-moi. P a r f o i s i l me p a r a i t que j e m'enfonce dans l e s tenebres e t que l a vue qu'on va l u i rendre m'est enlevee. 5 Mais a aucun moment nous ne sentons de reponse d i v i n e , e t l a s o l i t u d e du p a s t e u r r e f l e t e c e l l e  d'Alissa,  de La Perouse ou de S a u l . Meme l a tendre e t pieuse M a r c e l i ne a v a i t , au d e r n i e r moment, l a i s s e r retomber  deliberement  son c h a p e l e t . Pour Gide a u s s i l e s i l e n c e de Dieu s'est f a i t nitif a  N  defi-  p a r t i r de 1'epoque de Numquid e t tu?et ses personna-  ges ne f o n t que reprendre l'dcho de son propre appel r e s t e sans reponse. Lorsque, v e r s l a f i n de sa v i e , i l f e r a l e b i l a n de son experience, i l t i r e r a a i n s i l a morale  de c e t t e  l e c o n qu'a ete pour l u i l a decouverte du s i l e n c e de Dieu: La v e r i t e ne peut i t r e n i t r i s t e n i g a i e . Mais de se r e v e i l l e r d'un mensonge, de se c r o i r e abandonne par Dieu, pour a v o i r c r u d'abord a l a Providence, o u i , c e l a peut b i e n d e s o l e r d'abord. Que deux e t deux ne f a s s e n t que quatre, c e l u i - l a s e u l s'en a t t r i s t e , q u i d'abord a v a i t imagine que c e l a " f a i s a i t " davantage.^  109  S i nous pensons s u r t o u t a. La Perouse e t a Saul, c'est p e u t - e t r e evidents  parce que l e u r s deux r e v e i l s sont l e s p l u s  e t l e s p l u s dramatiques de 1'oeuvre de Gide. Mais  son oeuvre e n t i e r e est basee sur c e t t e grande f o r c e qu'est la  c o n v i c t i o n que " l a v e r i t e ne peut §tre n i t r i s t e n i g a i e " .  Ce f e t i c h i s m e de l a s i n c e r i t e q u i l u i f a i t  r e t r a c e r tous ses  pas a l ' a f f f t t du m o t i f cache prend a i n s i sa v r a i e v a l e u r , e t l a quete p e r p e t u e l l e chez l u i de ce " d i a b l e " r a i s o n n e u r le  r S l e e s s e n t i e l e s t d ' i n d u i r e en e r r e u r et d'aveugler,  me a l o r s son v r a i  d'un  assu-  sens.  C'est pour c e l a que nous voulons maintenant rer  dont  conside  peu p l u s pres l a c l a i r v o y a n c e me>me de Gide. I I est  c e r t e s a l l e p l u s l o i n que l a p l u p a r t des e c r i v a i n s dans l e sondage e t 1'analyse de ses pensees. Mais cet evident et  son honnStete  m§me ne d e t o u r n e n t - I l s  effort  pas cependant p a r f o i s  notre a t t e n t i o n de tout ce q u ' i l l a i s s e dans 1'ombre? Considerons, une f o i s de p l u s , l a Symphonie p a s t o r a l e . Tout comme nous avions vu Marceline  etre l a v i c t i -  me de M i c h e l dans 1'Immoral!ste e t A l i s s a c e l l e de Jer6me  dans  la  Porte e t r o i t e , nous voyons maintenant Gertrude devenir  cel-  le  de 1'aveuglement du pasteur Nous avions  dans l a Symphonie p a s t o r a l e .  suggere en e t u d i a n t l a Porte  etroite  l a p o s s i b i l i t e d'un r e f u s de Gide d ' e t a b l i r l a v r a i e respons a b i l i t e de Jer6me dft a l a c r a i n t e q u ' i l e p r o u v a i t  peut-§tre  a c e t t e epoque de suggerer en mSme temps sa propre responsa-  110  b i l i t e v i s - a - v i s de Madeleine. I I ne s e r a i t c e r t e s pas c i l e d ' e t a b l i r une ressemblance  diffi-  entre A l i s s a et Madeleine,  malgre l e s denegations de Gide, surtout a e n v i s a g e r l ' e n f o n cement p r o g r e s s i f dans l ' a u s t e r i t e d'une v e r t u p e u t - i t r e imposee par l e s c i r c o n s t a n c e s , et l a douceur a l i e n a t r i c e lift  d e r r i e r e l a q u e l l e e l l e s se cachent. Une a u t r e ressemblance  s'ebauche p e u t - i t r e main-  tenant: c e l l e de Madeleine et d'Amelie.  S i l e s d e t a i l s sont  suffisamment nombreux et c o n t r a d i c t o i r e s pour ne pas a p r i o r i une t e l l e comparaison,  inviter  l a s i m i l i t u d e d'une s e v e r i t e  tant s o i t peu p u n i t i v e des deux femmes ne peut  echapper  completement. Nous ne pouvons nous empecher d ' e t r e frappe par c e t t e s e v e r i t e , non pas n a t u r e l l e , mais causee peute t r e par l a d e c e p t i o n d'une f e r v e u r  retombee.  I I n'est p o i n t i c i q u e s t i o n de nous a s s o c i e r a des c r i t i q u e s t e l s que Max  M a r c h a n d ^ dont l e p a r t i - p r i s ne  s a u r a i t a aucun p r i x se defendre, mais la. ou Marchand  insis-  te sur l ' h y p o c r i s i e et l e cynisme de Gide, ne pourrions-nous p e u t - e t r e c o n c e v o i r un c e r t a i n aveuglement,  assez semblable  a c e l u i q u ' i l depeint lui-mime, ou suffisamment de voyance  clair-  se f a i t j o u r pour que p u i s s e n t se l a i s s e r i g n o r e r  l e s tenebres au-dela? Cette perseverance q u ' i l montre a. developper l e mime theme, a l o r s q u ' i l e s t lui-mime en p a r t i e c o n s c i e n t du  Ill  r 6 l e q u ' i l a joue dans l a souffranee  de sa femme,  f o r t b i e n . Mais i l nous semble qu'un c e r t a i n b i e n humain, mais dont i l n'est peut-etre t r a n s p a r a i t a u s s i , face a l a douleur La soumission  s'explique  ressentiment,  pas conscient,  dont i l e s t l a cause.  douloureuse de Marceline,  l a rejec-  t i o n de Jer6me p a r A l i s s a , p u i s son e r r e u r , 1'entetement d'Amelie a p p a r a i s s e n t  comme l e s f a c e t t e s d'une m§me person-  n a l i t e , p e r s o n n a l i t e toute a u s s i v a r i e e que c e l l e de Madel e i n e elle-m^me q u i , p a r t i e d'une p i e t e studieuse  et e c l a i -  ree, d'une douceur lumineuse e t charmante, n'a pu neanmoins 50  echapper aux e c u e i l s de l a xenophobie,  de 1 ' o b s t i n a t i o n  sans grandeur, de l a d e s t r u c t i o n v o l o n t a i r e de sa beaute et  du " f e t i c h i s m e de 1'encaustique". S i Gide r e c o n n a i t sa  p a r t dans c e t t e e v o l u t i o n a t t r i s t a n t e , a - t - i l vraiment l a s i n c e r i t e de s'avouer l u i en v o u l o i r de l a f a i r e  souffrir,  lui  en v o u l o i r en somme d ' e t r e l a v i c t i m e de 1'aveuglement  qui  l u i a permis de se meprendre s u r e l l e au p o i n t de v o u l o i r  1'epouser? P a r l a n t de c e r t a i n e s r e f l e x i o n s q u ' e l l e ne l a i s s e de se f a i r e , i l e x p l i q u e : Ces r e f l e x i o n s me r e s t e n t douloureuses, comme tout ce q u i r e s s o r t i s s a i t a ce c h a g r i n profond que j e ne commencai de soupqonner que beaucoup p l u s t a r d , car sa pudeur extreme l a r e t e n a i t de l e l a i s s e r p a r a i t r e , e t d'en p a r l e r . 5 1 A aucun moment ne n i e - t - i l vraiment sa responsabilite:  112  Je c r o i s que, sur l e t a r d , j e s u i s parvenu a l a comprendre beaucoup mieuxj mais a quel p o i n t , durant l e p l u s f o r t de mon amour, j ' a i pu me meprendre sur e l l e i Car tout I ' e f f o r t de mon amour n ' e t a i t p o i n t tant de me rapprocher d ' e l l e que de l a rapprocher de c e t t e f i g u r e i d e a l e que j ' i n ventais.52 ... l e s souffranees q u ' e l l e endura me p a r a i s s e n t l'emporter de beaucoup; c e r t a i n e s , mime, s i c r u e l l e s que j e ne p a r v i e n s p l u s a comprendre comment, l'aimant comme j e l ' a i m a i s , j e n ' a i pas su l ' a b r i t e r davantage. Mais e'ess a u s s i q u ' i l se m i l a i t a mon amour t a n t d'inconscience et d ' a v e u g l e m e n t . Je m'etonne aujourd'hui de c e t t e a b e r r a t i o n q u i m'amenait a c r o i r e que, p l u s mon amour e t a i t ethere, et p l u s i l e t a i t digne d ' e l l e - - g a r d a n t c e t t e n a i v e t e de ne me demander jamais s i l a contenter a i t un amour tout desincarne.^3 Cette d e r n i e r e phrase, directement  des l e v r e s du pasteur,  de n ' a v o i r pas  ne l a c r o i r a i t - o n pas  sortie  s'etonnant avec innocence  compris ce q u i l ' a r r a n g e a i t t e l l e m e n t b i e n de  ne p o i n t comprendre? Devant l e drame qu'est maternite  pour Madeleine Gide c e t t e  q u i l u i e s t refusee, Gide avoue a u s s i t d t son re-  mords, mais quel c u r i e u x r e c o n f o r t personnel ne  trouve-t-il  pas dans l e f a i t qu'au moins l e s s o u c i s et l e e chagrins l a maternite  de  l u i a i e n t a i n s i ete epargnes.'  Sans doute j e me d i s , et avec quel remordsJ q u ' e l l e a u r a i t souhaite d ' e t r e mere, mais j e me d i s a u s s i que, sur 1'education des enfants, nous n'aurions pas pu nous entendre, et que d'autres chagrins, d'aut r e s deboires, eussent ete, pour e l l e , l a ranqon de l a maternite ( c a r deja j'en pouvais j u g e r d'apres l e s s o u c i s immoderes q u ' e l l e se f a i s a i t au s u j e t des enfants de sa soeur, sur l e s q u e l s e l l e r e p o r t a i t sa r e s e r v e d'amour maternel.  113  Ce genre de raisonneraent nous rend l a c l a i r v o y a n ce,  nous n'oserons  a l l e r jusqu'a d i r e l a s i n c e r i t e , de Gide  presque a u s s i suspecte que c e l l e du p a s t e u r de l a Symphonie p a s t o r a l e 1 ' e t a i t p a r f o i s . "Je garde ce remords d ' a v o i r fausse sa d e s t i n e e " , d i t - i l  de sa femme, et s ' i l en accepte  l a r e s p o n s a b i l i t e , i l r e s t e neanmoins a 1 ' a f f G t de l a moindre excuse et de l a moindre j u s t i f i c a t i o n . La seule que nous p u i s s i o n s l u i a c c o r d e r e s t precisement c e l l e q u ' i l r e v e n d i que f i n a l e m e n t lui-m^me: T e l l e e t a i t mon i n c o n s c i e n c e , i l f a u t b i e n que j'avoue c e t t e enormite, et q u i ne peut t r o u v e r d ' e x p l i c a t i o n ou d'excuse que dans 1'ignorance ou tn'avait entretenu l a vie.55  Ce " s p e c i a l i s t e de c e r t a i n renom" q u ' i l c o n s u l t e , ne l e c r o i r a i t - o n pas s o r t i de l ' u n de ses romans, jouant l e r 6 l e de complice i n v o l o n t a i r e d'un d i a b l e narquois? "Vous me f a i t e s 1 ' e f f e t d'un affame  q u i , jusqu'a present, c h e r c h a i t  a se n o u r r i r de c o r n i c h o n s " , ^ d i t - i l  a Gide, l u i c o n s e i l l a n t  d ' i g n o r e r ses i n q u i e t u d e s , de p a s s e r outre, et d'epouser Madeleine Rondeaux. Sans grande substance apparente, i l e s t cependant bilite  dans l a v i e de Gide, dans l e p o i d s de l a responsa-  et du remords q u i o b s c u r c i r o n t c e t t e v i e , 1'element  i n f i m e et e s s e n t i e l auquel Madeleine l e double g S c h i s de l e u r v i e commune.  et Andre Gide doivent  114  Mais ce c h a g r i n que  Gide cause a sa femme, l e  l u i p a r d o n n e - t - i l vraiment? Et ce d i a b l e q u ' i l  reconnait  dans sa v i e , comment a u r a i t - i l l a i s s e echapper une  telle  o c c a s i o n de tromper Gide en l u i f a i s a n t prendre son timent  ressen-  i n c o n s c i e n t pour de l a p i t i e a t t e n d r i e ? Meme un d i a -  b l e q u i ne dependrait  que  du simple  l a nature humaine y t r o u v e r a i t son  r e s s o r t psychologique compte.  II serait certes d i f f i c i l e  de prouver ce r e s s e n t i -  ment i n c o n s c i e n t de Gide. Nous ne pouvons que a n a l o g i e p o s s i b l e en indiquant une  suggerer  une  c e r t a i n e propension de  Gide a i n v i t e r de l a p a r t du l e c t e u r quelque i r r i t a t i o n v e r s l e s v i c t i m e s de ces t r o i s Avec une  de  en-  recits.  adresse vraiment d i a b o l i q u e , Gide n ' e v e i l -  l e - t - i l pas notre l e g e r e i r r i t a t i o n devant l e s souffranees Marceline: peui  "Mais, pensons-nous, que  Tant de  ne  se r e v o l t e - t - e l l e  soumission, tant de douceur, tant de  t i o n , ne r e c o l t e n t au fond que  que  notre  complaisance s'attache  L'ou-  aussi, alors  a. p l a i n d r e JerSme. Quant a,  Amelie, l ' h o s t i l i t e v o i l e e du pasteur clairement  un  resigna-  ce q u ' e l l e s m e r i t e n t i "  trance de l a p i e t e d ' A l i s s a nous agace un peu  de  envers e l l e  apparalt  (sous d'impressionnants dehors de c h a r i t e c h r e t i e n -  ne dont nous ne  sommes pas  dupes). Mais s i nous  Gide et s ' i l peut b i e n se r e c o n n a t t r e  reconnaissons  lui-meme en p a r t i e dans  lui M i c h e l et Jerome, i i v e s t moins a i s e de se d i s c e r n e r dans l e  115 p a s t e u r e t de l u i imputer a l o r s en propre c e t t e  irritation  que c e l u i - c i eprouve devant c e t t e femme honnete  e t bonne,  c e r t e s , p i e u s e e t c h a r i t a b l e , mais dont l a presence meme est un o b s t a c l e q u ' i l ne veut pas r e c o n n a i t r e . 5 7 S i nous admettons que Gide a i t pu triompher de ce a quoi i l l a i s s a i t  succomber Andre Walter et A l l a i n , ne pour-  r a i t - o n conceder que l e mSme processus c a t h a r t i q u e opere a u s s i v i s - a - v i s de Madeleine? En poussant jusqu'a sa c o n c l u sion h o r r i b l e et logique l a f i c t i o n ,  en l a i s s a n t mourir Mar-  c e l i n e , A l i s s a , Gertrude, dans ce q u i e s t , pour  chacune  d ' e l l e s , l e s c i r c o n s t a n t e s l e s p l u s desesperantes e t l e s p l u s desesperees,58 Gide ne t e n t e - t - i l pas dans l a r e a l i t e de se d e l i v r e r du sentiment de sa c u l p a b i l i t e e t du p o i d s d'un remords q u ' i l n'a jamais v o u l u r e c o n n a i t r e que trop tard?  S i Gide a s i b i e n expose l e genre de raisonnement ou triomphe l e M a l i n , nous ne devons pas pour c e l a  oublier  q u ' i l en a ete l a premiere v i c t i m e , e t que precisement l a s u p p o s i t i o n q u ' i l f a i t du r 6 l e de ce d e r n i e r dans sa v i e (supposition qui doit,  selon l u i ,  tout e x p l i q u e r ) n'est au  fond l e p l u s souvent que r e t r o s p e c t i v e . N'oublions pas non p l u s que 1 ' i n t e r v e n t i o n du d i a b l e ne se r e c o n n a i t  qu'apres  coup, a l o r s qu'on ne peut que l a r e c o n n a i t r e . S i l e but est-> b i e n sur, d ' a r r i v e r a l a devancer, i l  ne p o u r r a s ' a t t e i n d r e  que p a r l ' e t u d e approfondie des methodes et techniques  favo  r i t e s de ce d i a b l e . Et s i ce d i a b l e n'est au fond qu'un demon i n t e r i e u r , 1 ' i n t r o s p e c t i o n , a defaut de l a psychanalyse j o u e r a a l o r s son r 6 l e d'exorcisme.  118  NOTES SUR LE CHAPITRE IV.  1  J o u r n a l , J - I , pp. 365-366 (7 f e v r i e r 1 9 1 2 ) .  2  George D. P a i n t e r , Andre Gide (London, Weidenfeld and N i colson, 1 9 6 8 ) , p. 5IT.  3  Jean Delay, l a Jeunesse d'Andre Gide ( P a r i s , G a l l i m a r d , N.R.F.) Le terme est d ' a i l l e u r s , i l f a u t l e noter, employe en c o n j o n c t i o n avec l e mot l e u r r e .  4  A. Guerard, op. c i t . , p.  5  O.C,VI,40.  6  H. D r a i n , N i e t z s c h e et Gide, p.  7  La Porte e t r o i t e , R.,  8  L'Immoraliste, R.,  9  D r a i n , op. c i t . , p.  p.  p.  121.  193-  583.  435. 197.  10  Les Faux-Monnayeurs, R.,  11  Comme Gide lui-mime 1'indique dans E t nunc manet i n t e , J - I I , p. 1148.  12  L e t t r e de Gide au R.P. Poucel, dont un passage e s t c i t e par H. Drain, op. c i t . , p. 198.  13  H. Drain, op. c i t . , pp. 189 et seq. G. P a i n t e r , op. c i t . , pp. 5 7 - 5 8 . E.U. B e r t a l o t , Andre Gide et l ' a t t e n t e de Dieu ( P a r i s Minard, 1 9 6 7 ) , pp. 106 et seq. E n i d S t a r k i e , Andre Gide (Cambridge, Bowes & Bowes,  p.  1953), PP- 31-32.  1027.  A. Guerard, op. c i t . , pp. 119 et seq. pour ne c i t e r que quelques c r i t i q u e s . . .  119  14  G. P a i n t e r , op. c i t . , p.  15  G. Bree, Andre Gide ( P a r i s , " l e s B e l l e s - L e t t r e s " , 1 9 5 3 ) , p. 197, et l a Porte e t r o i t e , R., p. 505-  16  La Porte e t r o i t e , R.,  17  Ramon Fernandez,  18  L o r i n g D. Knecht, "A new r e a d i n g of Gide's e t r o i t e ' ", P.M.L.A., v o l 82 ( 1 9 6 7 ) .  19  J o u r n a l sans date, 0.C .,VI,40 ( e c r i t probablement entre decembre 1909 et mai 1 9 1 0 ) . C'est nous q u i soulignons "entache de, v e r t u " .  20  La Porte e t r o i t e , R.,  21  I b i d . , p.  506.  22  I b i d . , p.  507.  23  I b i d . , p.  518.  24  I b i d . , p.  521.  25  I b i d . , p.  544.  26  J o u r n a l , J - I , p. 276  27  La Porte e t r o i t e , R.,  28  I b i d . , p.  547.  29  I b i d . , p.  566.  31  J o u r n a l , J - I , p. 729  32  La Porte e t r o i t e , R.,  33  I b i d . , p.  551.  34  I b i d . , p.  912.  35  V o i r note 55,  36  La Porte e t r o i t e , R.,  p.  p.  57-  501.  op. c i t . , p.  p.  108.  507-  (7 novembre 1 9 0 9 ) . p.  501.  (4 f e v r i e r 1 9 2 2 ) . p.  498.  p.  912.  44.  ' l a Porte  120  37  La Porte e t r o i t e , R.,  38  I b i d . , p.  39  I b i d . , pp.  40  I b i d . , p.  897.  41  I b i d . , p.  898.  42  I b i d . , pp. 916-917. Ce passage de l ' E p i t r e aux Romains est d ' a i l l e u r s r e p o r d u i t dans Numquid et tu...? ( J - I , p. 592) et l ' o n ne s a u r a i t en sousestimer 1'importance pour Gide.  43  I b i d . , p.  880.  44  I b i d . , p.  928.  45  I b i d . , p.  924.  46  J o u r n a l , J - I I , pp. 15-16 (15 f e v r i e r 1 9 4 0 ) . Mais Gide est c o n s c i e n t que ceux q u i s ' a t t r i s t e n t au r e v e i l d'un mensonge sont nombreux et q u ' i l a seulement formule l a une idee assez t h e o r i q u e . L'importance de c e t t e pensee l e p o u r s u i t pourtant, et i l e c r i t a i l l e u r s : "Aimer l a v e r i t e , c'est ne c o n s e n t i r p o i n t a se l a i s s e r assomb r i r par e l l e " . ( J o u r n a l , J - I I , p. 6 l , octobre 1 9 4 0 ) .  47  V o i r p.  48  I I n'est par exemple de comparer c e r t a i n s d e t a i l s de deux p o r t r a i t s :  p.  88l.  882. 882-883.  97. ces  A l i s s a - - " D e d a i n ? F r o i d e u r ? non, r i e n q u i se pGt v a i n c r e ; r i e n contre quoi j e pusse meme l u t t e r j et parf o i s j ' h e s i t a i s , d o u t a i s s i j e n ' i n v e n t a i s pas ma misere... De quoi done me f u s s e - j e p l a i n t ? Son a c c u e i l f u t p l u s s o u r i a n t que jamais; jamais e l l e ne s ' e t a i t montree p l u s empressee, p l u s prevenante; l e premier j o u r , j e m'y l a i s s a i presque tromper... Qu'importait, apres tout, qu'une nouvell e facon de c o i f f u r e , p l a t e et t i r e e , durcxt l e s t r a i t s de son v i s a g e comme pour en f a u s s e r 1'exp r e s s i o n ; qu'un malseant corsage, de couleur morne, d ' e t o f f e l a i d e au toucher, g a u c h i t l e rythme d e l i c a t de son corps ... Je m ' a f f e c t a i davantage  121  de ces prevenances, de cet empressement..." ( l a Porte e t r o i t e , R., pp. 5 6 6 - 5 6 7 ) . Madeleine--"Car e l l e ne d e v a i t p o i n t se c o n t e n t e r seulement de se detacher de moi; i l semblait q u ' e l l e t r a v a i l l s i t a me detacher d ' e l l e , ebranchant d' e l l e t o u r a t o u r ce q u i me l a f a i s a i t aimer. Je devais a s s i s t e r , impuissant, a c e t t e m u t i l a t i o n impie. Je m'etais enleve l e d r o i t d ' i n t e r v e n i r , de p r o t e s t e r ; e l l e me l e f a i s a i t s e n t i r en passant outre, devant tout ce que j e t r o u v a i s a l u i d i r e ; sans regimber jamais, sans se d e p a r t i r de son amenite s o u r i a n t e ; simplement en ne tenant aucun co;mpte de mes admonestations. I I n'est p o i n t d'arme q u i ne s'emousse contre une p a r e i l l e douceur; tout g l i s s a i t . J'en a r r i v a l s a ne p ; l u s mSme comprendre ce que j e v o u l a i s d ' e l l e . . . " (Et nunc manet i n t e , J - I I , pp. I I 3 5 - H 3 6 ) . 49  Max  Marchand, 1'Irremplacable mari (Oran, L.Fouque,1955)»  50  La f a m i l l e Van Rysselberghe e t a i t , apres tout, b e i g e . . .  51  Et nunc manet i n t e , J - I I , p.  52  I b i d . , p.  1124.  53  I b i d . , p.  1128.  54  I b i d . , p.  1129.  55  I b i d . , pp.  56  I b i d . , p.  57  Gr. P a i n t e r r a p p e l l e que l a c r i s e m a r i t a l e c r u c i a l e de Gide a v a i t precisement eu l i e u au cours de l a complet i o n de l a Symphonie p a s t o r a l e . I I v o i t dans l e s rapp o r t s de Gide, Marc A l l e g r e t et Madeleine l ' e t a b l i s s e ment d'un t r i a n g l e dont l e format est assez semblable a c e l u i forme par l e pasteur, Gertrude et Amelie.  58  M a r c e l i n e , l a i s s a n t retomber son c h a p e l e t , admet en mour a n t l a d e f a i t e de sa r e l i g i o n et de sa c o n f i a n c e en Dieu; A l i s s a meurt dans l a s o l i t u d e et l a s t e r i l i t e de de sa d e f a i t e p e r s o n n e l l e ; et Gertrude d o i t , avant de mourir, f a i r e face a l a r e v e l a t i o n de son peche.  1125.  1128. 1130.  122  CHAPITRE V  "L IMMORALISME" GIDIEN. 1  La connaissance de s o i e s t ce a quoi nous revenons t o u j o u r s en e t u d i a n t l ' e x i g e n t e nature de Gide e t de son eeuvre, connaissance de s o i q u i d o i t s ' e f f e c t u e r meme en d e p i t de l a decence c o n v e n t i o n n e l l e e t p a r f o i s contre l a morale e t a b l i e . S i l'homme decouvre en l u i quelque agent t r o u b l e e t i n e x p l i c a b l e , dynamique p a r f o i s jusqu'a l a d e s t r u c t i o n , i n l a s s a b l e surtout, q u i l e pousse a 1'action, l e nommer? D e s t i n , i n s t i n c t ,  dieu ou d i a b l e ? Gide  comment  choisit  l e p l u s souvent de l ' a p p e l e r d i a b l e , demon, Satan, 1'Autre ou l e M a l i n , avec d'infimes d i s t i n c t i o n s q u i nous servent d ' i n d i c e s momentanes. Le d i a b l e , tout comme Dieu, peut a l o r s se c o n c e v o i r comme l a p r o j e c t i o n de ce que l'homme decouvre en l u i d'inconnu q u i l ' e f f r a i e e t q u i l'emeut, dont i l 1'affuble importe peu, au fond.  e t l e nom  123  La compulsion q u i f o r c e l'homme a a g i r , que Mic h e l , Bernard e t tant d'autres evoquent avec l a suggestion de l a puissance s u r n a t u r e l l e d'un "demon q u i l e s pousse"-1'homme c h o i s i t souvent de 1 ' a p p e l e r Destinee, D e s t i n , lite,  Fata-  Faturn ou meme hasard.  Par q u e l l e a b e r r a t i o n , quel aveuglement o b s t i n e , q u e l l e v o l o n t a i r e f o l i e . . . Mais e t a i s - j e maitre de c h o i s i r mon v o u l o i r ? de d e c i d e r de mon desir?-*La q u e s t i o n retrouve  question  angoissee que l ' o n  s i souvent posee chez Gide, demontre cependant q u ' i l  e s t lui-mime c o n s c i e n t diabolique reconnait leaven"  de Michel,  de ce qu'a d ' i n t e r i e u r c e t t e  fatalite  q u i l e pousse a l a d e s t r u c t i o n de Marceline. I I en e l l e quelque chose q u i s'apparent au "tormenting  dont p a r i e Stefan Zweig ou a l a f o r c e " c e n t r i f u g e et  desagregeante" qu'avait  pressentie  Baudelaire.  Quelle p a r t de r e s p o n s a b i l i t e l'homme p e u t - i l a l o r s eprouver en face de c e t t e f o r c e q u ' i l sent en l u i e t a l a q u e l l e i l se sent  fermenter  completement soumis? I I l u i  semble c e r t e s p l u s a i s e de p r o j e t e r c e t t e f o r c e en un d i a b l e e x t e r i e u r avec l e q u e l , combattant face a face,  l'inegalite  de l e u r s armes sera 1'excuse d'une d e f a i t e p e r s o n n e l l e t a b l e . Mais ce d i a b l e etant reellement il  une f o r c e i n t e r i e u r e ,  l u i f a u t a l o r s p o u v o i r d e c i d e r de 1 ' i s s u e du combat en  termes purement moraux ou psychologiques. S o i contre non  accep-  p l u s s o i contre  soi, et  l e d i a b l e . La r e s p o n s a b i l i t e repose tou-  125  j o u r s uniguement sur l ' i n d i v i d u lui-meme, mais i l n'en d e v i e n t c o n s c i e n t que s ' i l admet que c e t t e f o r c e e s t i n t e r i e u r e et non p o i n t e x t e r i e u r e a lui-mime. Dans une etude sur l a mythologie grecque, de septembre 1919,  Gide prend nettement p o s i t i o n sur l e s r e s t r i c -  t i o n s q u ' i l convient d'apporter a l a c o n c e p t i o n du terme " f a talite" , Avec ce mot a f f r e u x ( F a t a l i t e ) l ' o n f a i t au hasard l a p a r t trop b e l l e ; i l s e v i t p a r t o u t ou l ' o n renonce a e x p l i q u e r . Or j e d i s que p l u s on r e d u i t dans l a f a b l e l a p a r t du Faturn et p l u s 1'enseignement est grand. Au defaut de l a l o i physique l a v e r i t e psychologique se f a i t j o u r , q u i me r e q u i e r t b i e n davantage. Que nous enseigne l e Fatum, chaque f o i s que nous l e l a i s s o n s r e p a r a i t r e ? A nous soumettre a ce dont nous ne pouvons p o i n t d e c i d e r . Mais precisement ces grandes Smes des heros l e g e n d a i r e s e t a i e n t des §,mes insoumises, et c'est l e s meconnaitre que de l a i s s e r l e hasard l e s mener. Sans doute i l s connaiss a i e n t cet "amor f a t i " qu'admirait N i e t z s c h e , mais l a f a t a l i t e dont i l s ' a g i t i c i , c'est une f a t a l i t e i n t e r i e u r e . C'est en eux q u * e t a i t c e t t e f a t a l i t e ; i l s l a p o r t a i e n t en eux; c ' e t a i t une f a t a l i t e psychologique . 2 Se reposer sur l a n o t i o n de F a t a l i t e et l ' i m p o s s i bilite  de l a combattre, c'est c h o i s i r l a s o l u t i o n f a c i l e et  l e renoncement a l a c l a i r v o y a n c e . Mais ce q u i f a i t l a grandeur de l'a*me insoumise, c'est precisement son choix de d i r i g e r son propre d e s t i n et non de se l a i s s e r d i r i g e r par l u i . Et l ' o n n'a r i e n compris au c a r a c t e r e de Thesee, par exemple, s i l ' o n admet que l'audacieux heros... a l a i s s e par simple Inadvertance l a v o i l e n o i r e au v a i s s e a u q u i l e ramene de Grece, c e t t e " f a t a l e " v o i l e n o i r e . . . Un o u b l i ? A l l o n s doneJ3  126  A c c e p t e r de v o i r l e heros sous ce j o u r n'est vraiment que l u i r e s t i t u e r "sa conscience et sa r e s o l u t i o n " , done r e a f f i r m e r sa grandeur. " J ' a i r e m p l i mon minateur aux  E t l o r s q u e Thesee mourant d i r a :  d e s t i n " , i l ne p a r l e r a pas d'un  destin  do-  impulsions duquel i l se sera p l i e docilement  aveuglement, mais v e r i t a b l e m e n t d'un l'envergure e s t c e l l e ,  et c e l l e  ou  d e s t i n a sa mesure, dont  seulement,  q u ' i l aura  choisi  de l u i donner.  I I e s t un autre piege que Gide a su r e c o n n a i t r e a u s s i b i e n , c e l u i de l a p r e d e s t i n a t i o n . A i n s i Oedipe prend T i r e s i a s a temoin de 1 ' i n e v i t a b i l i t e de son crime, ce crime qui est, d i t - i l , ... impose par Dieu, embusque Des avant que j e fusse ne, ce pour que j ' y dusse trebucher. mentait. ou j e ne pouvais pas traque.^  par L u i sur ma route. piege e t a i t tendu, Car, ou ton o r a c l e me sauver. J ' e t a i s  V o u l o i r c h o i s i r sa l i b e r t e d ' a c t i o n en est p e u t - e t r e l e piege m§me auquel se r e f u s a i t de La Perouse  s'aveuglant succomber  l o r s q u ' i l v o y a i t en l a fausse l i b e r t e humaine l a  p l a i s a n t e r i e d i a b o l i q u e d'un "Ce que j ' a i f a i t , l e f a i r e . ' " s ' e e r i e Oedipe. mais, comme La Perouse,  d i e u c r u e l et d i c t a t o r i a l . j e ne pouvais done pas ne  Son innocence  pas  est a l o r s evidente;  i l s'insurge de n ' a v o i r ete qu'un  jouet entre l e s mains des dieux.  127  Jacques Brenner^ v o i t dans l e geste d'Oedipe se crevant l e s yeux u n e " a c t i o n c i d e de  insensee" et l e rapproche du  sui-  Kirilov.  Sans doute c e t t e o f f r a n d e de moi e t a i t - e l l e prevue, e l l e a u s s i , de s o r t e que j e ne pusse m'y s o u s t r a i r e . N'importeJ C'est v o l o n t i e r s que j e m'immole.^ Nous nous demandons s i , face a l a c o n t r a d i c t i o n du l i b r e a r b i t r e et de l a p r e d e s t i n a t i o n , l a " d e c i s i o n " d'Oedipe de se c r e v e r l e s yeux n'est pas p l u t 6 t une  s o r t e d'annonce  paienne du p a r i de P a s c a l . Mais s i l ' o n v o i t en ce geste une  a c t i o n vraiment  desesperee, beaucoup p l u s qu'insensee ( " J ' e t a i s parvenu a ce p o i n t que  j e ne pouvais p l u s depasser  qu'en prenant  e l a n con-  t r e moi-meme"?), i l f a u t v o i r a l o r s l a v i c t o i r e de l a n o t i o n c h r e t i e n n e et p e u t - e t r e a r t i f i c i e l l e du peche s u r l a l i b r e i n s o u c i a n c e paienne. Gide lui-m§me i n d i q u a i t a Roger M a r t i n du Gard en mars  ses i n t e n t i o n s  1920:  Mon i n t e n t i o n , voyez-vous, s e r a i t de p r e s e n t e r au debut un Oedipe rayonnant, f i e r de sa r e u s s i te, a c t i f , i g n o r a n t tout s o u c i : un Oedipe "goetheen". E t p u i s , sans qu'aucun evenement nouveau ne se produise, simplement par 1 ' i n t e r v e n t i o n d'un p r e t r e , d'un T i r e s i a s C h r e t i e n , cet Oedipe g l o r i e u x se t r o u v e r a i t totalement depossede de son bonheur.... Rien, absolument r i e n n ' a u r a i t change autour de l u i ; mais tout ce q u i jusque l a f a i s a i t de l u i un monarque s e r e i n , e q u i l i b r e , p a r f a i t e ment s a t i s f a i t , tout c e l a , brusquement, ne compter a i t p l u s pour r i e n , du s e u l f a i t que l ' e c l a i r a g e a u r a i t ete m o d i f i e par l e grand p r e t r e . . . - - a u t r e ment d i t , du f a i t que l ' o p t i q u e chretienne a u r a i t remplace l ' o p t i q u e paienne...8  128  L'ambiguite du personnage d Oedipe e s t evidente, 1  s i l ' o n admet a u s s i que son geste p u i s s e se c o n c e v o i r comme l'heroique  d e s t r u c t i o n v o l o n t a i r e de son bonheur pour a t t e i n -  dre a l a v e r i t e . Mime s i Oedipe lui-mime a invoque l a p r e d e s t i n a t i o n pour diminuer son merite  et echapper a "ce v e r t i g e d'or-  g u e i l " q u i f a i t chanceler l e s p l u s f o r t s , 9  S O  n dernier  geste  est l a r e v e n d i c a t i o n de sa l i b e r t e p e r s o n n e l l e , non p o i n t tant parce que c e t t e " o f f r a n d e " n ' e t a i t p e u t - i t r e p o i n t p r e vue, que parce q u ' i l l u i importe peu, finalement,  qu'elle  ;  a i t ete prevue ou non.  Lorsque Gide f a i t a i l l e u r s l e p o r t r a i t  d'Oreste,  i l v o i t en l u i un faux m_le, tout a, f a i t domine p a r sa d e s t i n e e . I I a b e s o i n du crime pour motiver ses remords. I I est de ceux s u r q u i pesent une f a t a l i t e , c ' e s t - a d i r e , q u i se sentent une m i s s i o n a, r e m p l i r . 1 0  Cette d e r n i e r e phrase e s t p a r t i c u i i e r e m e n t r e v e l a t r i c e . S i Gide semble a v o i r admis, p a r l a v o i x d'oedipe et c e l l e de La Perouse, l a p o s s i b i l i t y d'une f a t a l i t e e x t e r i e u r e a. l'homme, c e l l e d'Oreste n'est  que l e p r e t e x t e a. l a destruc-  t i o n t o t a l e de s o i . Des qu'Hermione l u i propose l e meurtre dont i l a une h o r r e u r  sacree mais q u i 1 ' a t t i r e i r r e s i s t i b l e -  ment, "un enorme sursaut l ' a v e r t i t que c'est b i e n la, sa d e s t i nee. de  C'est un sursaut d'horreur,  joie".  1 1  et c'est presque un sursaut  129  L'horreur et l a j o i e que procure 1 accomplissement 1  de 1 ' i n e v i t a b l e — e t l e soulagement s u r t o u t de s e n t i r que, ce pas f a t i d i q u e f r a n c h i , i l n'y aura p l u s jamais l a p o s s i b i l i ty d'un choix. S i l e demon de l a F a t a l i t e n'est pas p l u s exter i e u r que l e demon de l a c u r i o s i t e , de 1'ennui ou de l'avent u r e , q u i d'autre que lui-meme l'homme p o u r r a - t - i l  rendre  responsable de sa conduite? Sur quoi ou s u r q u i r e j e t e r une r e s p o n s a b i l i t e o p p r e s s i v e ou un bl&me c e r t a i n ? I I n'y a pas d ' i s s u e pour q u i cherche l a s o l u t i o n f a c i l e de 1'innocence, et Gide n'epargne pas ceux q u i l a recherchent. Cette "innocence" n'est pas pour Gide une excuse, et  l e terme d o i t s ' i n t e r p r e t e r  culpability  comme 1 ' a s s e r t i o n de l a non-  de c e l u i q u i ne s a v a i t pas.  I I f a u t s a v o i r , et  Gide ne permet pas que l'homme s o i t a ce p o i n t aveugle s u r ses a c t i o n s , l e u r s m o t i f s e t l e u r s consequences. La responsabilite  d o i t §tre t o t a l e , gra^ce a une connaissance  de s o i  q u ' i l conqoit p e u t - i t r e au-dela, des p o u v o i r s humains o r d i n a i r e s . Le d i a b l e de Gide e s t a. l a f o i s c l a i r v o y a n c e et aveuglement  : l a c l a i r v o y a n c e q u i v i e n t de l a comprehension du  processus psychologique  et q u i , s i e l l e e s t poussee s u f f i s a m -  ment a. fond, peut e x p l i q u e r toute conduite humainej et 1'aveuglement ou se r e f u g i e l a peur d ' a v o i r a, f a i r e face a, c e t t e  1^0  explication. Verite  et mensonge, en somme, deux elements  c o n t r a d i c t o i r e s dont l a l u t t e poussera me  dans l a quSte de l a connaissance  i n l a s s a b l e m e n t l'hom-  de s o i , deux aspects i n -  separables de l a conscience humaine. Cette i n t r a n s i g e a n c e s i souvent  i r o n i q u e de Gide,  quel a c c u e i l l u i a-t-on f a i t ? Et l e message q u ' e l l e transmet, q u e l l e en e s t l a nouveaute?  Le t i t r e q u ' i l a v a i t donne a son premier important,  1 Immoraliste,  semblait tout indique pour q u a l i -  1  f i e r c e l u i q u i , c i n q ans auparavant,  avait publie l e s Nourri-  t u r e s t e r r e s t r e s , un t r a i t e d a f f r a n c h i s s e m e n t 1  s o c i a l et moral e t a i t attaque avec une une v i g u e u r  recit  ou l e systeme  s i n c e r i t e l y r i q u e et  irrepressible. " F a m i l i e s , j e vous h a i s " , e c r i v a i t Gide--et pour  chaque a d o l e s c e n t q u i t r e s s a i l l i r a d'emotion et de j o i e  en  l i s a n t ces mots, comprenant q u ' i l s f o n t d'eux des S t r e s neufs, d i x a d u l t e s s ' i n s u r g e r o n t contre 1'outrage de c e t t e attaque et de ce  reniement. Gide a a i n s i ete amene a se poser en champion de  la liberte individuelle,  en " i n q u i e t e u r " de l a jeunesse,  p e r v e r t i s s e u r peut-Stre par l a t e n t a t i o n que ne l a i s s a i e n t pas d ' o f f r i r . 1'Immoraliste f&t l a reponse  en  ces n o u r r i t u r e s  Peu i m p o r t a i t , s e m b l e - t - i l , a c e r t a i n e s des questions  que que  131  l ' o n p o u v a i t se poser a propos des exces des N o u r r i t u r e s , et que 1'Immoraliste ffit l o i n d ' e t r e un r e c i t immoral. quette e t a i t maintenant apposee,  et i l y a v a i t  L'eti-  suffisamment  de Gide en M i c h e l pour qu'on ptit l e u r a t t r i b u e r a tous deux l e meme t i t r e  descriptif.  Passe l e s toutes premieres oeuvres, Gide r a i t maintenant  s'aventu-  sur un t e r r a i n ou. ses goCtts personnels ne f e -  r a i e n t que rendre p l u s v u l n e r a b l e encore l a p o s i t i o n ou. l e p l a q a i t ce r 6 l e d ' i n q u i e t e u r q u ' i l l u i p l a i r a de revendiquer toute sa v i e . Mais  cette v u l n e r a b i l i t y ,  s i e l l e e x i s t e pour  ses a c c u s a t e u r s , i l se r e f u s e a l a r e c o n n a l t r e . Sa defense c o n s i s t e r a en une attaque, Corydon, du p o i n t de vue n a t u r e l ,  q u i t e n t e r a de  justifier  s o c i a l et a r t i s t i q u e ce q u ' i l est  deja. parvenu a j u s t i f i e r , personnellement, du p o i n t de vue moral. Corydon ne nous i n t e r e s s e dans l a presente etude  que  parce q u ' i l e c l a i r e un aspect de 1 ' a c c u s a t i o n d'immoralisme pwjtse contre Gide. Nous ne nous a t t a c h e r o n s pas outre mesure a c e t t e oeuvre, c a r e l l e a s e r v i , precisement, a. a e r e r ce probleme en l e mettant--un peu trop, certainement, et sans urgente n e c e s s i t e - - e n r e l i e f .  Ce l i v r e a certainement du: s e r v i r de  p o i n t de p o l a r i s a t i o n et de f i x a t i o n a. 1'antagonisme et 1'hostility  e v e i l l e s par Gide et son a t t i t u d e envers  1'homosexuali-  t y . Gide a p r i s parti"dansoCorydon et, prenant p a r t i , a perdu  132  de sa f o r c e et de son p o u v o i r s u g g e s t i f et i n q u i e t e u r . I I n'a pas l a i s s e a son l e c t e u r l e s o i n de d e c i d e r ; s'engageant dans une p l a i d o i r i e ,  et v o u l a n t j u s t i f i e r 1 h e t e r o d o x i e de ses 1  moeurs, i l n'a r e u s s i qu'a. e c r i r e l a moins immorale de ses oeuvres. Car 1' "immoralisme"  g i d i e n est d'un  tout autre  ordre et d'une toute a u t r e s u b t i l i t e que ceux d'un  traite  j u s t i f i c a t i f de l'uranisme.  Nous ne nous a t t a r d e r o n s pas a examiner des ques t e l l e s que Fiction)! bart  c e l l e s de M a r t i n T u r n e l l  (The A r t o f French  ou i l c i t e ce q u i dans l e l i v r e de P i e r r e  2  criti-  Her-  (A l a recherche d'Andre G i d e ) l 3 n u i t l e p l u s a Gide,  et d'apres q u i nous ne devons Corydon d a l e " de Gide, t r a i t des ouvrages  qu'au "goQt du scan-  c a r a c t e r i s t i q u e des homosexuelsj  ni a  t e l s que 1'Envers du J o u r n a l de G i d e ^ ou 1 I r 1  remplaqable M a r i 5 x  q u i o f f r e n t une  tres petite  1  contribution  a l a connaissance de Gide et se r e f u s e n t a v o i r en l u i a u t r e chose qu'un  psychopathe.  Dans Enracinements l e s Caves du V a t i c a n  (28)16 Simone W e i l met  et s'oppose a une  liberte  en  cause  t o t a l e d'ex-  p r e s s i o n l o r s q u e c e l l e - c i d o i t a t t e i n d r e l e grand  public.  C'est c e r t e s f a i r e peu c o n f i a n c e a ce grand p u b l i c , mais Gide lui-meme montre La Perouse p r o t e s t a n t oue  " l a p e i n t u r e des 17  passions  ( e s t ) fatalement d'un  fScheux  exemple".  II est i n -  c o n t e s t a b l e a u s s i que l e t a l e n t m§me de Gide rend p l u s i n s i -  dieuses encore  l e s t e n t a t i o n s q u ' i l depeint s i b i e n , mime  s ' i l ne l e s depeint que pour en " a - v e r t i r " ses l e c t e u r s , e t de l e u r s exces mime e t a b l i r une harmonie. La campagne de presse lancee contre Gide des 19-4 redouble de v i o l e n c e entre 1921 et 1923. Les pages de son J o u r n a l datant de c e t t e epoque sont p l e i n e s des attaques l a n cees contre l u i . Dans l a Revue f r a n g a i s e , Rene Johannet  ecrit  Son oeuvre e s t " l e scandale i n t e l l e c t u e l e t moral l e p l u s 18  impuni  du s i e c l e " ,  Henri Beraud l e prend violemment a par-  t i e dans l e s Nouvelles L i t t e r a i r e s , ^ 9 Henri Massis,  son a r c h -  ennemi, p a r i e de " t r a h i s o n metaphysique" ^ et 1 ' a c c u s e de 2  s'attaquer a l a n o t i o n meme que nous avons de l'homme, et Bernanos s ' i n s p i r e r a p l u s t a r d de l u i pour c r e e r son diabol i q u e Monsieur Ouine, d' "empoisonneur".  21  t a n d i s que Paul C l a u d e l l e t r a i t e r a  Par contre, Malraux v o i t en Gide  "un d i r e c t e u r de  22 conscience  " et Maurice  Sachs " l e p l u s grand m o r a l i s t e f r a n -  g a i s de n o t r e epoque". ^ Mais devons-nous vraiment nous eton2  ner d'une t e l l e c o n t r a d i c t i o n dans l e s jugements p o r t e s s u r c e l u i q u i c h e r i s s a i t en l u i l a d u a l i t e mime de sa nature, c e l u i q u i , ayant regu l e P r i x Nobel de l a Paix en 1947* a v a i t cinq ans p l u s t a r d toutes ses oeuvres mises a 1'Index L i b r o rum  Prohibitorum pour a v o i r ete, a i n s i que l ' e c r i v a i t 1'Osser  v a t o r e Romano  t r a i seguaci d e l l * A v v e r s a r i o " . . .  24  1^4  Considerons maintenant  1'accusation l a plus f r e -  quemment portee contre l u i : l a c o r r u p t i o n de l a jeunesse. L'un de ses amis l u i ayant envoye un a r t i c l e du Temps du 9 j u i l l e t 19^0  sur "La Jeunesse de Prance"  (et l ' o n  en devine l a teneur: 1 ' e s p r i t de V i c h y n'est pas l o i n ) , ou Gide e t a i t accuse une f o i s de p l u s de corrompre  l a jeunesse,  de f a i r e "flicheuse ecole, formant une g e n e r a t i o n o r g u e i l l e u s e et d e l i q u e s c e n t e " , Gide se r e f u s e a r e f u t e r 1 ' a r t i c l e ,  prefe-  r a n t l a i s s e r a ses jeunes l e c t e u r s l e s o i n de prouver que ses  oeuvres ne l e s a v a i e n t pas corrompus.  nal,  Mais dans son Jour-  i l d e f i n i t a i n s i l a vaUeur' e t l a portee de 1' enseignement  du m a i t r e : "developper chez 1'enfant l e sens  critique".  Ce q u ' i l importe s u r t o u t d'apprendre aux enfants (et pour ce f a i r e , de posseder s'abord doi-mime) c'est ce q u i porte l e beau nom de c l a i r v o y a n c e . ^ Dans une etude sur l ' e s t h e t i s m e de Gide, R.M. A l beres  f a i t bien l a distinction  entre ce qu'on a p p e l l e d'or-  d i n a i r e un p r o f e s s e u r et ce qu'est un v r a i p r o f e s s e u r , non c e l u i q u i " i n c u l q u e des dogmes et des t h e o r i e s " , mais b i e n au c o n t r a i r e c e l u i q u i "forme a une d i s c i p l i n e " .  "Le v r a i  profes-  seur e s t c e l u i q u i permet de se c h o i s i r et non de l e c h o i s i r " . De c e l u i q u i recommandait: "Et quand t u m'auras l u , j e t t e raon l i v r e " , ne peut-on f a i r e l e maitre a penser p a r e x c e l l e n c e ? Le maitre non pas de morale mais d'esthetisme, dont l a s i n c e rity  et 1'exigence f o r c e n t a ce q u ' i l c o n s i d e r e l e but essen-  135  t i e l de 1 enseigneraent: l a c l a i r v o y a n c e . 1  La morale de Gide, c ' e s t - a - d i r e une conduite v a l a b l e e t s i n c e r e de l a v i e , e s t une c o n s t r u c t i o n perpetuellement recommencee dont 1 ' i n i t i a t i v e r e v i e n t a l ' i n d i v i d u s e u l dans chaque cas p a r t i c u l i e r . Dans une s i t u a t i o n donnee, i l c o n v i e n t d ' a g i r en f o n c t i o n de sa propre s i n c e r i t e et non en f o n c t i o n d'une r e g i e : l'harmonie que l ' o n o b t i e n d r a ne dependra done pas d'un ordre e x t e r i e u r a l ' i n d i v i d u , mais d'un ordre p e r s o n n e l q u ' i l cree lui-meme: a c e t t e harmonie p e r s o n n e l l e , Gide donne l e nom d e s t h e t i s m e , et r e s e r v e l e mot de "morale" pour l e s r e g i e s impose es du d e h o r s . 7 1  2  Rappelons-nous  en e f f e t 1'avertissement e s s e n t i e l  de Gide: "Ne c r o i s pas que t a v e r i t e p u i s s e e t r e trouvee p a r quelque a u t r e ; p l u s que tout a i e honte de c e l a " . En c e l a r e s i d e sans doute l ' o r g u e i l de Gide e t sa n o b l e s s e : en c e t t e c o n f i a n c e dans 1 ' u n i q u e q u a l i t e de chaque homme e t dans l a que"te de 1 ' u n i q u e v e r i t e de chaque homme p a r lui-m§me. Lorsque Jacques Brenner d i t que "aimer Gide, c'est aimer l e l i b r e examen, h a i r tout a r b i t r a i r e e t t o u t il  confirme l a r e u s s i t e de c e t enseignement  que Gide  mensonge" ® 2  definit  ainsi: Je pretends donner a ceux q u i me l i s e n t f o r c e , j o i e , courage, d e f i a n c e , p e r s p i c a c i t e - - m a i s j e me garde s u r t o u t de l e u r donner des d i r e c t i o n s estimant q u ' i l s ne doivent t r o u v e r c e l l e s - c i que p a r eux-m§mes-j ' a l l a i s d i r e : qu'en e u x - m § m e s . 9 2  S i l e d e s i r s i n c e r e de Gide a ete de f o r c e r l e s j e u nes a. se mieux c o n n a l t r e , a d e c o u v r i r e t e x p l o r e r l a l i m i t e de l e u r s p o s s i b i l i t e s ,  a se c o n s t r u i r e en propre une morale  dont l e s exigences sont l e p l u s souvent s u p e r i e u r e s a c e l l e s  1^6  de l a morale e t a b l i e , et mieux f a i t e s pour t i r e r d'eux l e maximum d ' i n t e g r i t e , peut-on vraiment p a r l e r de c o r r u p t i o n ? Depuis Socrate,  c e t t e mime a c c u s a t i o n a ete portee  contre  ceux q u i , comme l u i , v o u l a i e n t que l e s jeunes s i n t e r r o g e n t 1  et  trouvent  questions  en eux,  et n u l l e p a r t a i l l e u r s ,  qu'eux s e u l s pouvaient  l a reponse aux  poser.  En quoi l e cas de Gide d i f f e r e - t - i l ? plutit  Et doit-on  c o n s i d e r e r ses methodes que son but lorsqu'on  d'immoralisme  parie  corrupteur?  Mauriac, qui v o i t en Gide 1'oppose du "pauvre pecheur", c ' e s t - a - d i r e " c e t t e c r e a t u r e redressee te,  un e t r e de d e f i " , 3 Q  l e du Seigneur"  e t triomphan-  1'accuse de " t i r e r a l u i chaque paro-  et a propos du Retour de 1'enfant prodigue  p a r i e du "gauchissement" de l a pensee  gidienne.  Considerons ensemble ces deux passages de Mauriac, l e premier t i r e de Ce que j e c r o i s , l e second de son J o u r n a l : ... que l e Mai s o i t dans l e monde e t au s e c r e t de notre i t r e , q u ' i l n a i s s e a l a j o i n t u r e en moi de 1 ' e s p r i t et de l a c h a i r , c'est une evidence a l a q u e l l e i l n'est aucun moyen de se derober que de pretendre, a l a maniere gidienne, que l e Mai est l e B i e n et l e Bien l e M a i . ^ Au centre du t e r r e s t r e e t humain p a r a d i s q u ' i l s nous promettent, l ' a r b r e de l a connaissance du b i e n e t du mai est devenu l ' a r b r e de 1'ignorance du b i e n et du mai. Mais c e t t e ignorance meme ne l e u r s u f f i t p l u s ; i l f a u t a t t e i n d r e a. ce renversement, a c e t t e transmutation; i l f a u t que l e mai devienne b i e n . Pour nous composer une b e l l e v i e tout d o i t s e r v i r , e t meme l e mensonge, et meme l e s i n s t i n c t s l e s p l u s t r i s t e s . . . 3 2  137  S i dans l e second passage Mauriac s'attaque a ses contemporains, on peut presumer, re c i t a t i o n ,  en se r e f e r a n t a l a premie-  que c'est surtout a Gide q u ' i l  pense.  Ayant accuse Gide--avec r a i s o n sans doute--d'avoir t i r e a l u i chaque p a r o l e du C h r i s t , d ' a v o i r detourne de son sens l a parabole d i v i n e , d ' a v o i r en somme "peche prit",  il  p o u r s u i t logiquement en 1'accusant  contre  d ' a v o i r renverse  l e b i e n et l e mal. Mais ne peut-on a c c u s e r Mauriac d ' a v o i r gauchi l a pensee  1'es-  lui-mime  de Gide, l o r s q u ' i l m a i n t i e n t que  pour ceux q u i , "a l a maniere g i d i e n n e " , operent c e t t e  trans-  mutation, tout d o i t s e r v i r a, composer une b e l l e v i e , meme l e mensonge et l e s i n s t i n c t s l e s p l u s t r i s t e s ? P r e t e n d - i l  que  l ' o n doive se baser uniquement sur l e B i e n pour c o n s t r u i r e solidement 1 ' e d i f i c e d'une harmonie tout, l e but de Gide. Mais,dans  humaine--ce q u i e s t , apres  ce cas, comment p a r l e r  d'har-  monie, d ' e q u i l i b r e , et s u r t o u t comment s ' a s s u r e r de l a s o l i d i t e de ces f o n d a t i o n s ,  s i e l l e s ne reposent que sur un  seul  aspect de l a p e r s o n n a l i t e humaine? S i Mauriac a su sans doute p r e s s e n t i r et d i s c e r n e r c e t t e p a r t du d i a b l e q u i a dG §tre a l ' o r i g i n e de l a qu§te  de  Gide, i l ne peut t o u t de melme n i e r que Gide a depasse l e s t a de d'un arrangement  p e r s o n n e l dont l e d i a b l e s e r a i t l e v r a i  b e n e f i c i a i r e , et que Gide a cherche a montrer l a v o i e ou chacun d o i t s'engager  s e u l : c e l l e de l a decouverte de s o i , de l a  158  connaissance,  precisement,  du mensonge en s o i et des i n s -  t i n c t s l e s p l u s t r i s t e s , sans l e s q u e l s i l n'est n i v e r i t e possible, n i lutte  contre ces mSmes i n s t i n c t s .  en e v i t a n t de d i s s o c i e r morale e t p s y c h o l o g i e , le  II l e fait en r e f u t a n t  dogmatisme e t r o i t . de l a morale, en s'opposant a l a con-  c e p t i o n de l a p s y c h o l o g i e  comme "une simple a f f a i r e  de meca-  nisme", et en c o n s i d e r a n t t o u j o u r s l a q u a l i t e morale de 1 ' a c te e t son retentissement Et cru  intime.  s i Gide ne nous a jamais epargne ce q u ' i l a  ou su r e c o n n a i t r e en l u i de d i a b o l i q u e , c'est pour que  nous en t i r i o n s notre p r o f i t .  C'est p a r f o i s en d e p i t de l u i -  m@me que ce message nous p a r v i e n t , l o r s q u e p a r exemple nous voyons en Gide l a p r o i e e t non p l u s l e maitre du sophisme infernal. Claude Mauriac c i t e l a r e f l e x i o n de Gide a propos d'un  l i v r e q u ' i l v e n a i t de l i r e :  "Ce q u i e s t seulement  affli-  geant, c'est l a c o m p l i c a t i o n q u ' i l met dans ces choses s i simples.  I I se f a i t  des montagnes de tout et derange l e  D i a b l e pour s i peu de choseJ" A l o r s C.Mauriac s'exclame:"Si peu  de chose, 1'homosexuality I C'est  defaut de ce coeur rigoureux.  i c i que l ' o n sent l e  Comme i l e s t desarme en face  de son Peche, notre Gide.' I I essaye de l e convaincre portance.  d'inim-  I I essaye de se c o n v a i n c r e " . 3 3 Car i l ne f a u t pas non p l u s rendre Gide p l u s moral  139  n i m o r a l i s t e q u ' i l ne l e v o u d r a i t lui-meme. S i nous devons admirer son e f f o r t prometheen de combat contre l e s tenebres, nous ne devons pas i g n o r e r ses echecs l e s p l u s e v i dent s.  Manipulateur de sophistries pour en demonter l e s r e s -  s o r t s , c e u x - c i se sont p a r f o i s retournes contre l u i e t i l n'a pas t o u j o u r s su echapper lui-meme a l e u r p o u v o i r  insi-  dieux. C'est pour c e l a que Gide, au double niveau de son oeuvre e t de sa v i e , peut nous s e r v i r de maitre a penser. "II  a vecu pour nous, e c r i t S a r t r e , une v i e que nous n'a-  vons qu'a r e v i v r e en l e l i s a n t ; i l nous permet d ' e v i t e r l e s pieges ou i l e s t tombe, ou d'en s o r t i r comme i l en e s t s o r t i " ^  Tout comme Freud sondait l e s profondeurs de l a v e r i t e gr&ce au mensonge r e v e l e du l a p s u s ou du reve, Gide, par l a p e i n t u r e de 1'aveuglement sur s o i , mene a l a conquite  de l a c l a i r v o y a n c e .  Pour terminer, c i t o n s un episode que raconte Claude Mauriac. Gide, v o u l a n t monter qu'un " r e t o r s " les  inspirait  Chants de Maldoror, a v a i t p r i s l e volume e t l i s a i t un  passage  a. Claude Mauriac e t Jean Davray:  Gide l i s a i t de sa v o i x grave. E t c ' e t a i t beau. Jsuqu'au moment ou ce f u t genant. Comment sugg e r e r c e c i : que Gide d e v i n t soudain l a chose du Demon? Sa v o i x t r o u v a i t des assonances nou-  140  v e l l e s , p l u s convaincantes, doucereuses, i n s i nuantes, p e r f i d e s que d'habitude. Son v i s a g e r a y o n n a i t d'un ravissement mechant. Je ne 1'adm i r a l s p l u s . J ' a v a i s peur. ^ a oo ) Cet homme q u i l i s a i t l a l e t t r e de Maldoror, p u i s l a reponse de Mervyn, q u e l l e j o i e mauvaise l ' a n i mait? Je r e c o p i e i c i l e s quelques l i g n e s q u i dev o i l e r e n t subitement cet a u t r e v i s a g e d'Andre Gide. I I f a u t imginer, j e l e repete, j o i n t e a l ' i n s i s t a n c e p a r t i c u l i e r e du verbe g i d i e n , une mise en scene n o u v e l l e du v i s a g e , de l a v o i x e t du geste. Cahque mot j a i l l i s s a i t , v o l a i t , f r a p p a i t comme une f l e c h e : "... Jeune homme, j e tn'interesse a vous, j e veux f a i r e v o t r e bonheur. Je vous p r e n d r a i pour compagnon,et nous accomp l i r o n s de longues p e r e g r i n a t i o n s dans l e s t i e s de l'Oceanie. Mervyn, t u s a i s que j e t'aime, e t je n ' a i pas b e s o i n de te l e prouver. Tu m'accorderas ton a m i t i e , j'en s u i s persuade. Je s e r a i pour t o i un f r e r e e t l e s bons c o n s e i l s ne t e manqueront pas. Jeune homme, j e t e s a l u e . . . " J ' a i souligne l e s termes q u i , dans ce t e x t e deja entierement, profondement souligne p a r l a v o i x b i b l i q u e de Gide, p r e n a i e n t cependant une importance s p e c i a l e . Le sentiment  t r o u b l e q u i a g i t a i t Mauriac devant  ce q u ' i l d e c r i t comme une v e r i t a b l e p r i s e de p o s s e s s i o n p a r 1 ' e s p r i t m a l i n p r o v e n a i t s u r t o u t du f a i t passage p l u s ou moins trouve au hasard. vrit  qu'il croyait l e Plus t a r d , i l decou-  au c o n t r a i r e que Gide 1 ' a v a i t " c h o i s i entre m i l l e " ,  avec l e but b i e n d e f i n i de l e t r o u b l e r . L ' e s p r i t demoniaque qui  h a b i t e Gide a, ce moment-la, ne peut-on s u r t o u t s'en amu-  ser  e t y v o i r un c e r t a i n d e s i r de r e s t e r f i d e l e a sa legen-  de tout autant que l a t e n t a t i o n de j o u e r l e r 6 l e du D i a b l e ? Comment 1'idee ne p e u t - e l l e nous v e n i r que Gide,  connaissant  1 ' a t t i t u d e p a r t i c u l i e r e de Claude Mauriac devant ses moeurs,  141  n ' a i t ete tente de mettre en scene aux me  depens du jeune hom-  ce q u i s c a n d a l i s e r a i t l e p l u s c e l u i - c i ? Car i l s ' a g i t  b i e n d'une mise en scene sardonique,  i l n'est que  l e s mots s o u l i g n e s par Mauriac pour s'en  de  noter  convaincre.  Mais face a ce "diabolisme" q u ' i l f a u t p l a c e r dans l a p e r s p e c t i v e de 1 ' i r o n i e gidienne, t 6 t ce dialogue entre Dieu et Gide, cher une  considerons p l u -  auquel n o u s devons a t t a -  toute autre importance. Nous l e voyons demander a  Dieu: Je vous demande de m'aider, mais c'est sans renoncement v e r i t a b l e . — M a l h e u r e u x , q u i pretend marier en tod l e C i e l et l ' e n f e r . On ne se donne a Dieu que tout e n t i e r . Et pourtant Gide d e s i r e p r e c i s e m e n t — e t  passion-  n e m e n t — u n i r en l u i l e C i e l et l ' e n f e r . Cette r e v o l t e contre l ' o r d r e d i v i n est du mime ordre que C'est  l a r e v o l t e d'un  c e l l e de Promethee.  choix i n d i v i d u e l ,  d'une t e n t a t i v e  humaine o r i g i n a l e et dangereuse, ou. l e s chances de pour enormes q u ' e l l e s s o i e n t , ne  defaite,  s u f f i s e n t pas a 1'emporter  sur l e p e t i t e s p o i r d'une r e u s s i t e q i i p e r m e t t r a i t a l'homme  de p r o g r e s s e r dans l a connaissance  et l a p o s s e s s i o n de s o i .  Dans l e s F e u i l l e t s , Gide f a i t a i n s i it  s'expliquer  ip" Je n ' a i jamais r i e n su renoncer et en protegeant en moi a l a f o i s l e m e i l l e u r et l e p i r e , c'est en e c a r t e l e que j ' a i vecu. Mais comment e x p l i q u e r que c e t t e c o h a b i t a t i o n en moi des extremes n'amenSt p o i n t tant d'inquietude et de souffranee, qu'une  142  i n t e n s i f i c a t i o n pathetigue du sentiment de 1*existence, de l a v i e . . . Cet e t a t de d i a l o g u e q u i , pour t a n t d'autres, e s t a peu pres i n t o l e r a b l e , deven a i t pour moi n e c e s s a i r e . C'est a u s s i b i e n parce que, pour ces a u t r e s , i l ne peut que n u i r e a 1'act i o n t a n d i s que, pour moi, l o i n d ' a b o u t i r a l a s t e r i l i t e , i l m ' i n v i t a i t au c o n t r a i r e a 1'oeuvre d'art et p r e c e d a i t immediatement l a c r e a t i o n , a b o u t i s s a i t a 1 ' e q u i l i b r e , a 1'harmonie.37 La t e n t a t i o n d ' a l l e r a l ' e n c o n t r e de 1 ' i n s t r u c t i o n d i v i n e r e s i d e precisement t i q u e du sentiment  dans c e t t e " i n t e n s i f i c a t i o n  de 1'existence,  pathe-  de l a v i e " , que c e r t a i n s  peuvent t i r e r de l e u r v i e d'ecartelement en eux, v e r s l e C i e l et v e r s 1'enfer.  entre ce q u i tend,  Leur qu§te f e r v e n t e  d'une d u a l i t e e n r i c h i s s a n t e semble l e s e l o i g n e r implacablement de Dieu,  et l e s pousser v e r s l a c r e a t i o n et une  n i e q u ' i l s ne peuvent t r o u v e r que  harmo-  dans 1 ' e q u i l i b r e de  leurs  tendances extremes. Peut-Stre  s'agit-il  seulement de l a t e n t a t i o n de  l'humanisme, l a p l u s dangereuse de toutes c a r e l l e f a i t  con-  f i a n c e a l'homme en d e p i t de tous l e s decreets de l a r e l i g i o n . Mais p e u t - e t r e a u s s i e s t - e l l e l a seule v o i e p o s s i b l e a q u i , f a i s a n t l e p a r i de sa l i b e r t e , veut  celui  s'elever volontaire-  ment v e r s l e d i v i n , par ses propres moyens, p r i s dans une l u t t e implacable entre ses i n s t i n c t s et ses a s p i r a t i o n s , f a i s a n t "face 'au'i'Malo'eri..lui et hors de l u i , Gide--en ne c r a i g n a n t pas de prendre  en  et--comme l ' a f a i t  l e D i a b l e par l e s cornes.  143  NOTES SUR  LE CHAPITRE V.  1  L' Itntno r a i l ste, R.,  2  Incidences ( P a r i s , G a l l i m a r d , 1951)* pp. 126-127.  3  I b i d . , p.  4  Oedipe, Theatre ( P a r i s , G a l l i m a r d , 1 9 4 2 ) , p.  5  Jacques Brenner, "Reconnaissance", Hommage a Andre Gide, (N.R.P. ), p. 152.  6  Oedipe, p.  7  I b i d . , p.  8  Roger M a r t i n du Gard, "Notes ( 1 9 1 3 - 1 9 5 1 ) " , Hommage a Andre Gide (N.R.P.), pp. l 8 l - l 8 2 .  9  Oedipe, p.  p.  462.  127. 295.  301. 301.  253.  10  J o u r n a l , J - I , p. 146  (1905).  11  I b i d . , p.  12  M a r t i n T u r n e l l , The A r t o f French F i c t i o n (New New D i r e c t i o n s Books, 1 9 5 9 ) .  13  P i e r r e Herbart, A l a recherche d'Andre Gide Gallimard, 1952).  14  F r a n g o i s D e r a i s et H e n r i Rambaud, L'envers du J o u r n a l de Gide ( P a r i s , l e Nouveau Portique^ 1951)•  15  Max  16  C i t e par G. Kahn dans l e s E n t r e t i e n s sur 1'Homme et l e D i a b l e , p. 117.  17  Les Faux-Monnayeurs, R.,  146. York,  (Paris,  Marchand, L'Irremplaqable mari (Oran, L. Fouque,1955)  p.  1064.  144  18  C i t e p a r Gide, J o u r n a l , J - I , p. 706 (15 decembre 1 9 2 1 ) .  19  I b i d . , p. 756 ( a v r i l 1 9 2 1 ) .  20  H e n r i Massis, D'Andre Gide a Marcel Proust, p. 186.  21  R i c h a r d G r i f f i t h s : "Pour c r e e r l e s heros de ses romans (Bernanos) s'est i n s p i r e de personnes q u ' i l connaiss a i t , q u i i n c a r n a i e n t a ses yeux c e r t a i n s v i c e s , e t q u i ; e t a i e n t en quelque sorte l e d i a b l e parmi nous, Gide e t Bremond, p a r exemple". E n t r e t i e n s sur 1'Homme e t l e D i a b l e , p. 2 8 6 .  22  C i t e p a r Jean-Jacques T h i e r r y , Gide ( P a r i s ,  Gallimatd,  1962), p. 195. 23  Maurice Sachs, Andre Gide (Denoel e t S t e e l e , 1936), p. 4 7 . C i t e p a r J . - J . T h i e r r y , op. c i t . , p. 199.  24  en date du 25 tnai 1952. C i t e p a r J u s t i n O'Brien, op. c i t .  25  J o u r n a l , J - I I , p. 4 l (16 j u i l l e t  26  R.M. A l b e r e s , "Gide considere comme esthete", Hommage a Andre Gide (N.R.F.), p. 99-  27  I b i d . , pp. 9 7 - 9 8 .  28  Jacques Brenner, "Reconnaissance", Hommage a Andre Gide, p. 151.  29  D i v e r s , p. 27- C i t e p a r H. Drain, N i e t z s c h e e t Gide, p. 255.  30  F r a n g o i s Mauriac, "Les c a t h o l i q u e s autour d'Andre Gide", Hommage a Andre Gide (N.R.F.), p. 107.  31  F r a n c o i s Mauriac, Ce que j e c r o i s , pp. 6 8 - 6 9 . C i t e p a r J u l i a n n e Navey, "Le peche et l a s o i f d'amour dans 1'oeuv r e de F r a n c o i s Mauriac", M.A.Thesis, U.B.C, 1968.  32  F r a n g o i s Mauriac, O.C, J o u r n a l I ( P a r i s , 1952), PP« 5 7 - 5 8 . C i t e p a r J . Navey, op. c i t .  33  Claude Mauriac, C o n v e r s a t i o n avec Andre Gide ( P a r i s , A l b i n Michel, 1951), 208. On remarque l a parente  1940).  tome XI,  145  de l a pemsee des Mauriac. Cf. p. 9* n. - 6 . 34  Jean-Paul S a r t r e , l e s Temps modernes, mars 1951. J . J . T h i e r r y , Gide, p. 200.  35  Claude Mauriac, op. c i t . , pp. 214-215.  36  Numquid et t u . . ? , J - I , p. 602 ( 3 octobre 1 9 1 6 ) .  37  F e u i l l e t s , J - I , pp. 777-778.  Cite  146  BIBLIOGRAPHIE DE L'AUTEUR.  Andre GIDE,  Incidences,  Paris, Gallimard,  1924.  J o u r n a l 1889-1939*Paris, G a l l i m a r d , B i b l i o theque de l a P l e i a d e , 1951 (Journal, F e u i l l e t s , Numquid et tu...?"JT J o u r n a l 1939-1949* Souvenirs, P a r i s , G a l l i mard, B i b l i o t h e q u e de l a Pleiade, 1954 ( J o u r n a l , S i l e g r a i n ne meurt, Souven i r s de l a Cour d'Assises, Voyage au Congo, Le r e t o u r du Tchad, Carnets d'Egypte, F e u i l l e t s d'Automne, Et nunc manet i n te, A i n s i s o i t - i l ) . J o u r n a l des Faux-Monnayeurs, P a r i s , G a l l i m a r d ,  1934.  Nouveaug  Pretextes,  P a r i s , Mercure de  France,  1947. Oeuvres Completes, 15  v o l . , Paris, Gallimard,  1932-1939. Pretextes,  P a r i s , Mercure de France,  1929.  Romans, r e c i t s et s o t i e s . 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