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Un'indagine sull 'opera letteraria di Scipio Slataper Aurelio, Vittorio Monti 1973

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831-UBC_1973_A8 A97_4.pdf [ 4.84MB ]
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UN'INDAGINE SULL ' OPERA LETTERARIA DI SCIPIO SLATAPER by VITTORIO MONTI AURELIO B.A., U n i v e r s i t y of B r i t i s h Columbia, 1973 A THESIS SUBMITTED IN PARTIAL FULFILMENT OF THE REQUIREMENTS FOR THE DEGREE OF MASTER OF ARTS i n the Department of H i s p a n i c and I t a l i a n We accept t h i s t h e s i s as conforming t o the r e q u i r e d standard THE UNIVERSITY OF BRITISH COLUMBIA September, 1973 In presenting t h i s thesis i n p a r t i a l f u l f i l m e n t of the requirements for an advanced degree at the University of B r i t i s h Columbia, I agree that the Library s h a l l make i t f r e e l y available for reference and study. I further agree that permission for extensive copying of t h i s thesis for scholarly purposes may be granted by the Head of my Department or by his representatives. It i s understood that copying or publication of t h i s thesis for f i n a n c i a l gain s h a l l not be allowed without my written permission. Department The University of B r i t i s h Columbia Vancouver 8, Canada ABSTRACT The purpose of this thesis is to follow the a r t i s t i c development of Scipio Slataper, a young Italian writer at the dawn of the twentieth century and to discuss his l i t e r a r y achievements from the early writings to the works that mark the peak of his literary career. In chapter one, the a c t i v i t i e s of Slataper with "La Voce", one of the leading l i t e r a r y journals; of the period, w i l l be discussed. The cultural personalities involved in this journal were responsible for major changes brought about in modern Italian literature. Chapter two w i l l be devoted to Slataper's correspondence with three young ladies of the period. The collection of these letters, destined to become a book, constitutes and interesting document of the intimate l i f e of the a r t i s t , his loves, fear, frustration and triumph over disillusionment. The third chapter w i l l focus on the later relationship Slataper had with the writers who contributed to "La Voce" and w i l l show the increasing f r i c t i o n and f i n a l rupture of this group. The fourth chapter w i l l deal with "II mio Carso", one of the major works of Slataper and an original contribution to the development of the narrative forms in modern Italian literature. The f i f t h chapter w i l l offer an evaluation of Slataper's c areer as a writer and c r i t i c which culminates in his major work: "Ibsen". Slataper's essay views the l i f e of the Norwegian dramatist, not through the sharp instruments of the c r i t i c , but rather through the sensitivity of another a r t i s t . I N D I C E Pagine Introduzione 1 - 4 C a p i t o l o I S l a t a p e r e l a "Voce" 5 - 15 C a p i t o l o II A l l e t r l amiche 16 - 30 C a p i t o l o I I I L ' e s p e r i e n z a v o c i a n a 31 - 42 C a p i t o l o IV II mio Carso 43 - 66 C a p i t o l o V D i s c u s s i o n e d e l l e opere d i S l a t a p e r -c r i t i c o 67 - 96 Conclusione 97 - 105 B i b l i o g r a f i a 106 - 108 Io sono un barbaro che sogna. Non ho che i l mio d o l o r e e l a g i o i a d ' a v e r l o . E t u t t o d buono q u e l l o che viene dentro a me, perched i o p a t i s c o con un senso d i t e r r a che debba germogliare. S. S l a t a p e r - 19 S e t t . 1910. INTRODUZIONE La T r i e s t e d i S c i p i o S l a t a p e r , q u e l l a d e l l a f i n e d e l l ' o t t o c e n t o era un p o r t o denso d i t r a f f i c i , d i l a v o r a -t o r i , d i merci: e r a una s p e c i e d i e s p o s i z i o n e commerciale s t a b i l e . Mentre F i r e n z e dimostrava una continuitst i n i n -t e r r o t t a d i p e n s i e r o , d i a r t e , un c o n f l u i r e d i t u t t a una mentalita 1 n a z i o n a l e , T r i e s t e rimaneva un po' a r r e t r a -t a r i s p e t t o a l i a c u l t u r a n a z i o n a l e , benche* non mancasse d i una c e r t a consapevolezza d i un l a v o r o affannoso e c o n c r e t e La s o f f e r e n z a , i l d r a m a d e i t r i e s t i n i d e r i v a d a l bisogno d i r i d i m e n s i o n a r e questa f a t i c a umana. In questa c i t t a * S c i p i o S l a t a p e r nacque n e i 1888 ed "era come nascere a l t r o v e n e i 1850", d i s s e Umberto Saba. I n f a t t i T r i e s t e e r a i t a l i a n a s o l o s p i r i t u a l m e n t e e a g l i i n i z i d e l s e c o l o p o r t a v a i n se t u t t i quei problemi d e l l a r e a l t a i t a l i a n a r i m a s t i i n s o l u t i dopo 1'unit a*. Da q u e l l o d e i c o n f i n i p o l i t i c i non ancora c o m p l e t a t i , a q u e l l o d i una borghesia p r i v a d i s p i r i t o e r o i c o , tentennante f r a l a meschina v i s i o n e d e i p r o p r i i n t e r e s s i e d e s i d e r i d i f a c i l e c onquista i m p e r i a l e , e l a r o t t u r a t r a v i t a p r o v i n -c i a l e e v i t a n a z i o n a l e . D a l l ' i n i z i o d e g l i s t u d i l i c e a l i , S l a t a p e r e n t r a 2 s u b i t o i n c o n t a t t o con i l problema fondamentale d e l l a v i t a d i quegl'anni: 1 ' i r r e d e n t i s m o . Movimento che nasce i n questa c i t t a * quando i l suo momento s t o r i c o e* superato d i ben mezzo s e c o l o , e che sembra t r o v a r s i i n c o n t r a s t o con i f i n i d e l l a p o l i t i c a d e l regno d' I t a l i a . Benche* nell'ambiente t r i e s t i n o dell'.epoca s i ammirassero con passione l e f i g u r e d i Oberdan e R o s s e t t i , e s i s t e v a n e i medesimo tempo una c o r r e n t e c o n t r a r i a a l l ' i r r e d e n t i s m o ed era c o s t i t u i t a da c o l o r o che trovavano i n esso un movimento s u p e r f i c i a l e , perche" consideravano e s s e n z i a l e i l f a t t o che T r i e s t e c o s t i t u i v a l ' u n i c o p o r t o d e l l ' i m p e r o a u s t r i a c o . S c i p i o S l a t a p e r o s c i l l a p o l i t i c a m e n t e t r a una forma d i s o c i a l i s m o e un mazzinianesimo umanitario: due p i a n i riei q u a l i e g l i vede i l superamento d i quel mondo borghese senza spontaneity i n t e r i o r e o a u t e n t i c a umanita" che viene r a p p r e s e n t a t o n e l l a n o v e l l a II F r e n o ; II bamboccio d e l l a r i n c a n t u c c i a t a comincio a b e l a r e . "Anche questa c i v o l e v a " Uno s i tappo* i n gran f u r i a g l i o r e c c h i , per dimostrare i n a t t i l a n o i a . Umilmente, con n e g l i o c c h i una doloran t e p r e g h i e r a d i perdono, l a donna l i b e r o l a f l o r i d a mammella: i l bimbo v i s i attaccd*, avido. Ma l e s i g n o r i n e p r o t e s t a r o n o furibonde, i n s i l e n z i o , r i v o l g e n d o i l v i s o : anche d a i compagni che guardarono per un i s t a n t e a v i d i . Q u e l l o i n p i e d i addito* a l l ' a m a t a un i n s i g n i f i c a n t e p a r t i c o l a r e d i veduta n e l l a monotonia g r i g i a d e l l a p i o g g i a . E l l a non v i d e , percio 4, l i e t a l o ricambio con e f f u s i o n e d i t a c i t a g r a t i t u d i n e . ^ Bisogna t e n e r presente che l a v i t a t r i e s t i n a d i quegl'anni e c a r a t t e r i z z a t a da una c e r t a i m m o b i l i t a , perche i n e f f e t t i s i t r o v a a l centro d i due s p i n t e p o l i t i c h e , q u e l l a a u s t r i a c a e 1 ' i t a l i a n a . T r i e s t e , economicamente appartiene a l l ' A u s t r i a e idealmente e c u l t u r a l m e n t e s i spinge verso 1 ' I t a l i a . S u l piano c u l t u r a l e s i p r e s e n t a come un " c a r r e f o u r " ove s i i n c r o c i a n o l e razze e l e comunita p i u d i s p a r a t e e lontane su un t e r r e n o assolutamente p r i v o d i t r a d i z i o n i c u l t u r a l i . T u t t a v i a , essendo v i c i n a a l i a Germania i n un c l i m a m i t t l e u r o p e o , aveva rapidamente dato segno d i una v i v a c i t S i n t e l l e t t u a l e . Ad una i m p e r f e t t a conoscenza d e l l a l i n g u a i t a l i a n a , ad una t r a d i z i o n e s t i l i s t i c a prevalentemente i n f l u e n z a t a da C a r d u c c i e da d'Annunzio, corrispondeva l a conoscenza d i f f u s a d e l l a l i n g u a tedesca ed una maggiore f a c i l i t a d i leggere opere mai t r a d o t t e i n I t a l i a . Ed ecco Svevo s c r i v e r e un romanzo assolutamente p r i v o d i antecedentL i t a l i a n i , ed ecco S l a t a p e r s c r i v e r e un volume su Ibsen e l a c u l t u r a n o r d i c a e t r a d u r r e Hebbel. Mentre F i r e n z e aveva i l peso d i una t r n d i z i o n e l e t t e r a r i a molto e s a t t a che ne c o s t i t u i v a una qualitsSt, T r i e s t e aveva f o r s e un accademismo troppo p r o v i n c i a l e e troppo poco radicato per p o t e r impedire un r a p i d o s v i l u p p o d e l l e sue e n e r g i e . Non i n c i d e n t a l m e n t e F i r e n z e fu i n grado d i o r g a n i z z a r e un suo t e s s u t o c u l t u r a l e ben p r e c i s o e d i s t i n t o nonostante l ' i n f i n i t a v a r i e t a d i p o s i z i o n i s i n g o l e , mentre T r i e s t e a c q u i s i s c e m e r i t o eminentemente per 1'opera d i a l c u n i s c r i t t o r i che rappresentano esigenze i d e a l i comuni; i n sostanza, t u t t a v i a , esse restano e s p e r i e n z e i n d i v i d u a l i . 4 Note a l l ' i n t r o d u z i o n e 1. S c i p i o S l a t a p e r , S c r i t t i l e t t e r a r i e c r i t i c i , Milano, Mondadori 1956, pag. 50 - 51. CAPITOLO I G l i uomini d e l l a "Voce" cercavano d e i mezzi per superare g l i s p a z i c h i u s i d e l l a l e t t e r a t u r a i t a l i a n a , d i r i t r o v a r e n e l l ' a n t i c a t r a d i z i o n e n o s t r a ed europea eld che piu* c o r r i s p o n d e s s e a un rinnovamento. F i r e n z e occupava i n questo campo una p o s i z i o n e p r i v i l e g i a t a . La n o s t r a s t o r i a . l e t t e r a r i a contemporanea dipese i n gran p a r t e da questo movimento. Fu un p e r i o d o d i f e r v i d a at t i vita*, d i sperimentazione, d i r i c e r c a , d i opere a v o l t e incompiute, d i polemiche spesso vuote ma. sempre animate da q u e l l o s p i r i t o d i rinnovamento. Lo s p i r i t o i r r e q u i e t o d i S l a t a p e r ne fu a t t r a t t o : 10 sono nato per dar forma a l l ' a r g i l l a . 11 mio p o l l i c e £ s i c u r o : un colpo non c a n c e l l a un a l t r o , mai. E v o i t u t t i che mi conoscete, t r a v e r s o s t r a z i e g i o i e , uomini e cose, p o r t e r e t e qualche mia impronta.. Quando narreranno l a mia v i t a diranno: Fu* un r i v i f i c a t o r e n e l l a opera d'uomo, d ' a r t i s t a . E i l mio capolavoro sara* r i v i f i c a z i o n e . ^  E sempre, p i u che mai, s e n t i v a quel f o r t e d e s i d e r i o d i f u s i o n e con l'umanitsh L'uomo non e s i s t e . Non e s i s t e che l a c o l l e t t i v i t E t d e g l i uomini... Un carrae: l a mia anima e i l mondo e i n l e i t u t t e l e a s p i r a z i o n i . Q 6 Queste a f f e r m a z i o n i presentano un c o n t r a s t o t r a q u e l l a materia d i f o r z a e durezza che e S l a t a p e r e i l bisogno d i raggiungere l a b e l l e z z a , t r a l'amore per l a c i t t a * e l a sua s e l v a g g i a natura c a r s i c a . Sono q u e s t i i c o n t r a s t i dell'ambiente t r i e s t i n o ove S l a t a p e r opera e sono i movimenti che l o spingono ve r s o F i r e n z e . Con i l raggiungimento d e l l a borsa d i s t u d i o s u l f i n i r e d e l 1908, g l i giunge l ' o c c a s i o n e d i c o n t i n u a r e a l l ' I s t i t u t o d i S t u d i S u p e r i o r i d i F i r e n z e . S l a t a p e r s i n d a l suo primo c o n t a t t o con l a c u l t u r a c e r c a d i s t a b i l i r s i nell'ambiente f i o r e n t i n o e d i a f f e r m a r s i : V o g l i o farmi conoscere. V e d i : m'e* s t r a z i o s c r i v e r e n e l l a mia cara s t a n z e t t a a p e r t a su un b e l g i a r d i n o a l e v a n t e e a ponente pensando che d ' i n t o r n o a me c'e v t a n t a v i t a che i o v o r r e i r a c c h i u d e r e , s i g n i f i c a r e . Che t u t t i non mi conoscono, che ho t a n t e cose da d i r e a t u t t i e ancora non posso non posso.^ A questo punto bisogna notare i l profondo malessere morale che minava 1 ' I t a l i a n e i p r i m i q u i n d i c i anni d e l s e c o l o ed e* e v i d e n t e l ' a f f a n n o s a r i c e r c a d i una nuova c u l t u r a , d i esigenze che c o i n c i d o n o con q u e l l e d i S c i p i o S l a t a p e r , e l o porteranno q u i n d i a v i v e r e pienamente i l dranuria d e l suo tempo. L'epoca non £ f a v o r e v o l e a l i o s v i l u p p o d i una l e t t e r a t u r a d i t i p o r e a l i s t i c o o s o c i a l e . Di Svevo e d i T o z z i non s i sapeva n i e n t e , mentre i l Verga e 7 i l Manzoni venivano messi da p a r t e per dare s v i l u p p o a l l e tendenze d e l nuovo gusto l e t t e r a r i o che muovevano verso C a r d u c c i , P a s c o l i e d'Annunzio. D i modo che a l c u n i movimenti, pur apparendo come l i b e r a z i o n e d e g l i schemi d e l l ' o t t o c e n t o , ne sono i n r e a l t a l'estrema estenuazione (crepuscolarismo, f u t u r i s m o ) . I maggiori s c r i t t o r i a f f e r m a t i s i i n q u e g l i anni sono L u i g i P i r a n d e l l o , che a un c e r t o punto giunse ad essere l ' i n t e r p r e t e d e l l a t r a g e d i a dell'uomo che non puc? c o n t e n t a r s i d i v i v e r e , ma c o s t r e t t o a " v e d e r s i v i v e r e " ; G r a z i a Deledda che p e r v i e n e a un s o t t i l e l i r i s m o , Guido Gozzano che t r a e i m o t i v i d e l l a sua p o e s i a c r e p u s c o l a r e da un t a r d o e melanconico romanticismo. A i p r i m i d e l novecento i "Best S e l l e r s " che danno l a l o r o impronta a l l ' e p o c a sono , l e p o e s i e d i Govoni e C o r a z z i n i , La via, d e l  R i f u g i o d i Gozzano e l e L i r i c h e d i O n o f r i . P i u t a r d i , n e i 1909, appare i l primo manifesto f u t u r i s t a e, a breve d i s t a n z a appaiono l e Resine d i Sbarbaro, i Frammenti l i r i c i d i Rebora, i C a n t i o r f i c i d i Campana., P i a n i s s i m o d i Sbarbaro, Cento pagine d i p o e s i a d i P a p i n i , II p o r t o s e p o l t o d i U n g a r e t t i , Ragazzo d i J a h i e r . E p r o p r i o i n questa atmosfera morale e p o e t i c a , con un'ansia dx r i c e r c a e i r r e q u i e t e z z a che S l a t a p e r s i t r o v a a s v o l g e r e i s u o i s t u d i a F i r e n z e n e l l ' a m b i t o p i u t t o s t o r i s t r e t t o d e l l a c u l t u r a accademica f o r n i t a g l i prima d a l l ' I s t i t u t o e p o i d a l l a F a c o l t a v d i L e t t e r e , a l i a quale s'era i s c r i t t o . Fu q u a s i per caso che S l a t a p e r s c o p r i un numero d e l l a "Voce" nata p r o p r i o i n quell'anno, n e i 1908. Per merito d i Ferdinando P a s i n i s t a b i l i i l primo c o n t a t t o con l a "voce" e concluse una r a p i d a a m i c i z i a con i v o c i a n i . D i conseguenza i l primo a r t i c o l o d i S l a t a p e r s u l l a "Voce" appare I ' l l F e b b r a i o 1909 c o l t i t o l o d i T r i e s t e non ha t r a d i z i o n i d i c u l t u r a . E i l primo t e n t a t i v o d e l l o s c r i t t o r e g i u l i a n o d i prdLettare i l problema d e l l a sua o r i g i n e i n una p i u ampia s f e r a d i q u e s t i o n i s t o r i c h e e n e i medesimo tempo d i dare ordine, a t t r a v e r s o un'avvicinamento t r a p r o v i n c i a e nazione, natura e c i v i l t a , a t u t t a una s e r i e d i antinomie che portava i n se\ Lavorando per l a "Voce" S l a t a p e r f i n d a l l ' i n i z i o f u c o n s c i o d i una profonda d i v e r s i t a r i s p e t t o a g l i a l t r i v o c i a n i . R i v e l a t r i c e a questo p r o p o s i t o e una l e t t e r a s c r i t t a a Giovanni P a p i n i d e l 6 Novembre 1909: E p o i d a v a n t i a v o i , specialmente a te*, i o mi sento, no t u r b a t o non e* l a parola....: come se uno mi mostrasse nuove cose. Sono c r e s c i u t o sempre s o l o o v i c i n o ad a m i c i che valevan meno d i me e che i o dovevo f o r t i f i c a r e , educare... Ora invece v i v o con v o i che vedete molto p i u d i me. Bada! i o non sono modesto. So che vedro anch'io f r a anni molto d i piu 1. Ma oggi i f a t t i son q u e s t i . E benedico l a "Voce". E anche, dopo t u t t o , T r i e s t e . ^ Possiamo r i l e v a r e un c o n t r a s t o non s o l o t r a l a natura s e l v a g g i a e un po' campagnola d i S l a t a p e r e, 9 l ' e s t r a z i o n e p i u r a f f i n a t a . d e i s u i compagni: c o n t r a s t o che a l l ' i n i z i o era s t i m o l o d'un i n t e n s a a t t i v i t a e p i t l t a r d i doveva t r a s f o r m a r s i i n u n ' i n s a n a b i l e f r a t t u r a . D a l l ' i n i z i o e g l i non e s o l t a n t o impegnato n e i suo l a v o r o ma. r i c o n o s c e l a vera c u l t u r a i n . q u e l l a che i l gruppo vociano c o n s i d e r a ormai s t e r i l e e r u d i z i o n e accademica. In una s e r i e d i a r t i c o l i s u l terremoto d i Messina e Reggio, a p p a r s i s u l l a "Voce" espresse s i n troppo a p e r t a -mente questa sua p o s i z i o n e t a n t o da s o l l e v a r e 1 ' i r a e 1'indignazione d e l p r o f e s s o r Ramorino che g l i fece perdere l a borsa d i s t u d i o d e l l ' 1 s t i t u t o . II t r i e s t i n o s o p r a v v i s s e a l l ' u r t o c o l l a b o r a n d o a l G i o r n a l i n o d e l l a domenica d i Vamba s u l quale pubblico* una s e r i e d i f i a b e per r a g a z z i e p r e p a r d una s e r i e d i t r a d u z i o n i d a i d i a r i d i F r i e d r i c h Hebbel, e l a i n t r o d u z i o n e per l a c o l l e z i o n e C u l t u r a d e l l ' a n i m a , d i r e t t a da P a p i n i . Fu u n ' e s i s t e n z a non sempre f a c i l e ma f e r v i d a d i l a v o r o e d i p r o g e t t i i n una camera d ' a f f i t t o , l a c u i s t u f a non s i accende: Ho ventun anno, e sono f o r t e , non s o l o , ma n e i movimenti m i e i e n e i m i e i o c c h i r i d e l a c o r d i a l i t a s p e n s i e r a t a d i questa mia f o r z a , a n z i quasi l a s u p e r b i a d'uno che non sente l ' o s t a c o l o . Spesso incontrando s u l mio passo una panchina, invece d i d e v i a r e , r a c c o l g o s u l p e t t o l a mia m a n t e l l a e s a l t o imperturbato, senza a r r e s t a r e i l cammino: i m o n e l l i r i d o n o d i questo l o r f r a t e l l o che non conoscono ed e g l i c o n t i n u a l a sua s t r a d a un po' curvo, con l a t e s t a china, q u a s i a dar forma cruda d i terra, a i s u o i p e n s i e r i . Sono quasi b e l l o , benche* i l naso mi s i protenda a f f i l a t o s u l l a bocca carnosa. G l i o c c h i hanno un c o l o r i n d e f i n i t o d i verde-g i a l l a s t r o c h i a r o , ma i n c u i s i r i f l e t t e i l nero d e l l a p u p i l l a , m o b i l i s s i m i e c a p a c i d i c o s t r i n g e r e g l i a l t r u i ad a b b a s s a r s i . _ 10 S l a t a p e r s i assegna un compito p r e c i s o , scrivera* s u l l a "Voce", d e l l a p r o p r i a t r a d i z i o n e p r o v i n c i a l e , d e l l a propria cittst, d e l l a sua natura commerciale, d e l dinamismo d i una c i t t a * i n r a p i d o s v i l u p p o economico. Da una breve indagine s u l l ' e p i s t o l a r i o t r a s p a r i r a " una forma i d e o l o g i c a marcatamente n a z i o n a l e . L'idea. £ d i p r o i e t t a r e n e l l a mente d e l l e t t o r e un quadro c r i t i c o e o g g e t t i v o d e l l a sua c i t t a * , e n e l l o s t e s s o tempo c o s t i t u i r e un f u l c r o d i a t t r a z i o n e per un vasto p u b b l i c o europeo. In questo r i t r a t t o d e l l a sua c i t t s t , che viene r a g g i u n t o a t t r a v e r s o l ' a n a l i s i d e i mezzi d i c u l t u r a ( b i b l i o t e c h e , s c u o l e , g i o r n a l i , e t c . ) p r e s e n t i e p a s s a t i , l ' a u t o r e s i propone d i r i c o s t r u i r e l a v i t a s p i r i t u a l e , ma n e l l a d e s c r i z i o n e contrappone l e due nature d i T r i e s t e : 1'anima commerciale e l ' e s i g e n z a s p i r i t u a l e ; E i l t r a v a g l i o d e l l e due nature che corrono ad a n n u l l a r s i a vicenda: l a commerciale e 1 ' i t a l i a n a . E T r i e s t e non puo s t r o z z a r e nessuna. d e l l e due: £ l a sua. doppia anima: s i ucciderebbe. Ogni cosa a l commercio n e c e s s a r i a £ v i o l a z i o n e d ' i t a l i a n i t a * ; ci6* che ne e* vero aumento danneggia q u e l l o . g Da una p a r t e notiamo una r e a l t a 1 m a t e r i a l e e o g g e t t i v a , d a l l ' a l t r a l ' e s i g e n z a d i superare l a contingenza d e l l a v i t a p r a t i c a e " i n t e r e s s a t a per i l progresso d e l l a c i t t a 4 : Gran maestro § i l passato! Un po' troppo c a t t e d r a t i c o , troppo l a u r e a t o , troppo barbogio: ma un gran maestro. T r i e s t e non l o ha: se i l suo presente v u o l c o s t r u i r s i deve essere a u t o d i d a t t a : una v i r t u * che l e c i t t a 4 d e l regno i n generale, non posseggono. E T r i e s t e l a p o s s i e d e . 7 S l a t a p e r propone un inserimento n a t u r a l e e immediato 11 d e l mondo t r i e s t i n o n e l l ' i d e o l o g i a n a z i o n a l e , s o t t o l i n e a n d o q u e l l e virtu* che sono n e i sangue d' ogni vero commerciante: n e i sangue d i T r i e s t e , dunque:, Bene: se un ingegno f o r t e d i r i d u t t o r e sa* t r a s p o r t a r l e i n a l t r i campi, n'esce per esempio, salda a r t e e s c i e n z a . N e r v i sono d e l l e e n e r g i e che n e l l a s o l a p r a t i c a non possono e s a u r i r s i : b e l l o un improvviso s b o c c i o d i s p i r i t u a l i t y v i r g i n a l e n e l l ' o r t o grosso, s o t t o i l buon s o l e ! Sogno: guardo n e i f u t u r o . E devo guardare n e i presente: che non sa e s t r a r r e d a l commercio c o l t u r a commerciale. Perche* i l grande t r a f f i c o che o b b l i g a l a mente a concepimenti piu* v a s t i e p i u g e n e r a l i g i o v a nissimo a T r i e s t e . Anche - ma f o r s e questa & una causa conseguente - perche* T r i e s t e e** povera d i quel "Quid" a s t r a t t i v o che g e n e r a l i z z a n e i p e n s i e r o c i o che i s e n s i n e i v a r i a t t i m i p e r c e p i s c o n o . Q o Nei c o n f r o n t i d e l l ' i n t e l l e t t u a l i t a * i t a l i a n a scopre s i n d a l l ' i n i z i o qualita* m i r a c o l o s e n e l l e c a r a t t e r i s t i c h e d e l l a c u l t u r a t r i e s t i n a : Su queste due b a s i s o l i d e porremo l a n o s t r a c u l t u r a . La quale ora non § molta e s o p r a t t u t t o i n c e r t a . C e r t o che da quando conosco q u e l l a d e l regno p i u da v i c i n o , l a n o s t r a non mi pare troppo d i s p r e z z a b i l e : quasi per l o s t e s s o motivo che non i n v e i s c o t a n t o c o n t r o l a p o l i z i a a u s t r i a c a da quando seppi 1 ' i t a l i a n a . g Sono queste le basi su cui,dalla c o s c i e n z a i n n e g a t i v o d e l l e c a p a c i t y i n t e r n e a l i o s v i l u p p o t r i e s t i n o , e g l i c e r c a d i vedere una c o n d i z i o n e d e l l a c u l t u r a dove l e c a r a t t e r i s t i c h e d i uno s v i l u p p o m a t e r i a l e c o i n c i d o n o con una p r o g r e s s i v a c o n q u i s t a d i una maturita* s p i r i t u a l e ; Questa e T r i e s t e . Composta d i t r a g e d i a . Qualche cosa che o t t i e n e c o l s a c r i f i c i o 12 d e l l a v i t a l i m p i d a una sua o r i g i n a l i t a . d'affanno. Bisogna s a c r i f i c a r e l a pace per e s p r i m e r l a . Ma e s p r i m e r l a . I p r i m i b a l b e t t i i d i questa e s p r e s s i o n e l i t r o v e -remo n e i p e r i o d o f a v i l l i a n o . Anche se non piu*, i l n o s t r o d i a l e t t o e* d i v e r s o d a g l i i t a l i a n i , r i c o r d i a m o c i che f u l a d i n o . La n o s t r a anima e* d i v e r s a anche ora: non puo* r a c c h i u d e r s i i l suo c o n f l i t t o n e l l e formule d'un p e n s i e r o che nasce i n c o n d i z i o n i s e m p l i c i . T r i e s t e ha un t i p o t r i e s t i n o ; deve v o l e r e un'arte t r i e s t i n a . Che r i c r e i con l a g i o i a d e l l ' e s p r e s s i o n e c h i a r a questa convulsa e affannosa v i t a n o s t r a . ^ S l a t a p e r vuole assumere su se* s t e s s o un mandato c u l t u r a l e basato s u l l a c e r t e z z a d i v a l o r i umani. A un pragmatismo n e i campo d i l a v o r o e i n q u e l l o d e l l a p o l i t i c a v u o l s o s t i t u i r e l ' i d e o l o g i a d e l l ' a r t e . II suo ragionamento p r o g r e d i s c e d a l l ' a c c u s a d i un l e t t e r a t o i n u t i l e a un esame d e l l a funzione s o c i a l e : 0 a l l o r a ? Scriviamo: ma per f a r c h i a r o dentro d i n o i . E poiche* p u b b l i c a r e e f a r s i conoscere k piu* n e c e s s a r i o d e l pane per n o i g i o v a n i , a l a t o d i q u e s t ' a r t e n o s t r a , i n t i m a , che n o i s o l i conosciamo e gustiamo come s t i m o l o e miglioramento, facciamo d e l l ' o p e r a p r a t i c a . Ho appena p r o n u n c i a t a l a p a r o l a " p r a t i c a " che gia* sento un r i m e s t o l i o c o l l e t t i v o d i stomaci: s i e t e v o i g i o v a n i s c o n o s c i u t i , o g l i amici c a r i , o anche l o s c o n o s c i u t o caro amico me s t e s s o ? T u t t i un poco. it s t r a n o : parrebbe che l a giovane I t a l i a s i a una generazione d i mercanti d i nuvole e s o l i d i f i c a t o r i d e l vuoto. E i o non ho d e t t o mica che c i facciamo c o n t a d i n i o f a c c h i n i d i p o r t o o muratori o mercanti d i p o r c i : e neppure - ma sarebbe t a n t o bene? b r a v i i n g e g n e r i e i n d u s t r i a l i animosi e commercianti. No: e una r i v o l u z i o n e troppo improvvisa. Invece qua\ pronto c'e* un p i c c o l o programma, minimo che non r i m e s c o l a s i n i n fondo l a n o s t r a qualita* d i l e t t e r a t t u c c i , cioe" d i persone v i v e n t i 13 i n un mondo s p e c i a l e d'idee che bisogna d i r l o - comincia a puzzare. Non sar i * ancora carogna ma i n t a n t o sarebbe u t i l e s p a l a n c a r e i v e t r i e l a p o r t a perche c i t i r i ( d a l l a Campagna, P a p i n i ! ) una buona v e n t a t a d i tramontana e magari i n c i m u r r i s c a i d e b o l u c c i d i p e t t o . A questo punto i l modernismo d e l novecento i n v e s t e d i t u t t a q u e l l a potenza m i t i c a i l g i o v i n e t r i e s t i n o che, quasi automaticamente s i i n s e r i s c e n e l l e c a r a t t e r i s t i c h e g e n e r a l i d e l l a c u l t u r a europea. Per essere moderni bisogna comprendere i n s& l e forme v i t a l i p r o p r i e d e l tempo: ... cioe* - non t o r c e t e i l bocchino, c o e t a n e i c a r i - un t i p o neutro d i donna che s i s c h i f a a l c o n t a t t o d e l uomo: un ope r a i o che e s t r a e d a l l a sua m i s e r i a esasperata un nuovo mito f e r o c e , u n ' i d e a l i t y d i v i o l e n z a ; un p r e t e che l a v i t a n o s t r a ha percosso a sangue, l u i i n f a g o t t a t o d i s t o l e e p i a n e t e trapunte d'oro d a l passato da s e c o l i r o s i c c h i a t e : una nazione, u n ' a l t r a , u n ' a l t r a che s i levano a l s o l e : c o r r u s c h i d i angoscie e d i a n e l i t o due p o p o l i che tentano r e c i p r o -camente d i b u t t a r s i g i u d a l tro n o d e l l a t e r r a a f o r z a d i sbrangate d i f e r r o e p a l a t e d i carbone, e una s t i r p e amata d a l f u t u r o che l i guarda e non sogghigna e vede cr e p a r b l a s o n i d i c i v i l t a * incementata e non g i o i s c e , ma va a v a n t i c a t a f r a t t o d i una nuova s t o r i a e s o r r i d e . ^ g Nei corso d e l l a verita^ d e l l o s p i r i t o l ' a r t e e* capace d i riassumere questa d i a l e t t i c a umana d e l l ' i n s e r i m e n t o c o s c i e n t e d e l l ' a z i o n e p r a t i c a , ed ha una moralita* t u t t a sua, s p e c i f i c a , a l d i sopra d e l l a morale umana, perche 1 l a supera e l a precede. Quindi: l i b e r a z i o n e d e l l o s p i r i t o da t u t t i i g u i d i z i m o r a l i d e l suo tempo, espansione d e l l ' i n c o n s c i o come vapore sopra r i s c a l a d a t o , c o n t r o l ' a t t o r -c i g l i a m e n t o o s t a c o l a n t e d e l l e necessity. 14 m a t e r i a l i , de' c r i t e r i - b a v a g l i , d e l l a smania i n d i v i d u a l e d i g randi b a l d o r i e ebbre d'incenso e d i oro.^g S l a t a p e r prosegue dicendo, che quando l ' a r t e e**' una i n n e r v a r t u r a p u l s a n t e d e l l a sua anima,vede che n e i consenso comune d i v e n t a una borsa dove b a n c h i e r i e s e n s u a l i mercanteggiano, e sente a r r o n c i g l i a r s i l e sue d i t a e tremare d a l bisogno d i abbrancare i l c o l l o d i c o t e s t i l o r d a t o r i . Possiamo a questo punto r i s c o n t r a r e i l superamento d e l l ' a n i m a commerciale e 1'impegno f i n a l e d e l l a sua natura d i poeta n e i c o n f r o n t i d e l l a v i t a n a z i o n a l e i t a l i a n a . Veniamo cosi* a d e f i n i r e l a s c e l t a i n t e l l e t t u a l e che S l a t a p e r manifesta i n q u e s t i s u o i p r i m i s c r i t t i v o c i a n i che, n e l l a l o r o i n t e n z i o n e morale d i approfondimento umano e l e t t e r a r i o , ben i n s e r i s c o n o l a f i g u r a d e l t r i e s t i n o n ell'ambiente vociano. 15 Note a l Primo C a p i t o l o 1. S c i p i o S l a t a p e r , E p i s t o l a r i o , Milano, Mondadori, 1956, pag. 85. 2. S c i p i o S l a t a p e r , Appunti e note d i d i a r i o , Milano, Mondadori, 1953, pag. 85. 3. S c i p i o S l a t a p e r , E p i s t o l a r i o , c i t . , pag. 39 - 40. 4. I b i d . , pag. 245 - 246. 5. G i a n i S t u p a r i c h , S c i p i o S l a t a p e r , Milano, Mondadori, 1950, pag. 91. 6. S c i p i o S l a t a p e r , S c r i t t i p o l i t i c i , Milano, Mondadori, pag. 245. 7. I b i d . , pag. 18. 8. I b i d . , pag. 3 8 - 3 9 . 9. I b i d . , pag. 39. 10. I b i d . , pag. 46. 11. S c i p i o S l a t a p e r , S c r i t t i l e t t e r a r i e c r i t i c i , c i t . , 1956, pag. 186 - 187. 12. I b i d . , pag. 188 - 189. 13. I b i d . , pag. 18. CAPITOLO II La p a r t e n z a d i S l a t a p e r d a l mondo t r i e s t i n o creo un d i s t a c c o f r a l u i e q u e l l a meschina e vuota s o c i e t y borghese che e g l i d i s p r e z z a v a e d a l l a quale a sua v o l t a non poteva a s p e t t a r s i che d i s p r e z z o , u r t i , n e i m i g l i o r d e i c a s i s i l e n z i o . Le ragazze t r i e s t i n e , che t a n t a p a r t e avranno n e l l a v i t a d i S l a t a p e r sono Anna, Elody e G i g e t t a . Con l a l o r o conoscenza g l i sembro* d i aver o t t e n u t o i l t a c i t o consenso d i T r i e s t e a l suo d i s t a c c o . La r a c c o l t a , d e g l i s c r i t t i d e d i c a t a a queste t r e donne che hanno avuto un'i n t e n s a i n f l u e n z a n e l l a sua v i t a , c o s t i t u i s c e non s o l o un documento b i o g r a f i c o ma n e l l o s t e s s o tempo un i n t i n e r a r i o s p i r i t u a l e d i un giovane l e t t e r a t o i t a l i a n o d e l novecento. A t t r a v e r s o q u e s t i s c r i t t i t r a s p a r e l'emozione, l e conquiste, l e d i s i l l u s i o n i che l ' a u t o r e superb i n questo p e r i o d o e che n e l l ' i n s i e m e v o i l e chiamare "Romanzo": S c r i v e r 6 i l romanzo: Le tre" amiche. C i saranno tre' amiche e un giovane che v u o l f a r d e l bene a g l i uomini. . . sara* i l s e g u i t o d e l II mio Carso. Perchi; t u t t a l a mia v i t a £ armoniosa, e i o so* dove vado. Io v o r r e i che ogni mio l i b r o f o s s e una c o n t i n u a z i o n e d e l l ' a l t r o , finched 17 p o t e s s i s c r i v e r e s u l l ' u l t i m a pagina bianca: F r a t e l l i , sento serenamente che s t o per morire. Io v'ho v o l u t o bene, ho l a v o r a t o per v o i , c o s i v o i non pregate s u l l a mia tomba, ma v o l e t e v i bene e l a v o r a t e per i m i e i f i g l i o l i . Ora v i s a l u t o . ^ Non s i t r a t t a s o l t a n t o d i un documento s f r u t t a b i l e s u l piano b i o g r a f i c o o c o n t e n u t i s t i c o , quanto d e l l o s t r a o r d i n a r i o e r e a l e romanzo s u l l e a m b i z i o n i e l e c r i s i d i un giovane. Romanzo i n senso s t r e t t o non e i n quanto totalmente e s t r a n e o ad ogni t e n t a t i v o d i o b i e t t i v a z i o n e e p r o i e z i o n e su un piano pit! ampio d i q u e l l o d e l l ' e s p e r i e n z a i n d i v i d u a l e . Ma eN p r o p r i o i l suo immediato v a l o r e che f a , t o l a r i o un'opera romanzesca. per l a sua v i t a l i t s t , poteva paradossalmente, d e l l ' e p i s -Forse s o l o un e p i s t o l a r i o , c o g l i e r e n e i momento o r i g i -n a r i o , q u e g l i a s p e t t i che provengono da una e s p e r i e n z a autenticamente v i s s u t a g i o r n o per giorno; Non c'e* nessun o s t a c o l o t r a n o i . Viviamo uno, se siamo d i s t a n t i , se c i s t r i n g i a m o l a mano, se guardiamo un f a n a l e d e l l a strada., una c a r r o z z a . . . qualunque cosa, se c i guardiamo n e g l i o c c h i . Non va. v i a ni e n t e com'io p a r l o . T u t t o mi r i t o r n a p u r i f i c a t o , s u b i t o , come sangue a t t r a v e r s o i polmoni. P i u mi concedo, p i u meravigliosamente r i c c o d i t u t t e l e cose sono. Mi l a s c i o andare n e l l 'universo, e son p i u che 1 ' u n i v e r s e 2 La p e r s o n a l i t y d i S l a t a p e r , c a r a t t e r i z z a t a d a l l a tendenza a possedere l e cose per p o i f a m e un v a l o r e i n t e r i o r e , fa* d e l suo e p i s t o l a r i o l a p i u p e r f e t t a forma d i d i a r i o : "Siccome i o s c r i v o a s s a i d i f f i c i l m e n t e un d i a r i o , amo a s s a i che l e mie l e t t e r e 18 s i a n o i l mio d i a r i o vergognoso e i l g i u d i z i o e4 l ' o r g o g l i o d i me s t e s s o " e p i u a v a n t i "vedete v o i s i e t e i l mio piu* s i m p a t i c o Tagebuch che i o abbia mai t r o v a t o n e l l a mia v i t a " . g Queste l e t t e r e , c o s t i t u i s c o n o i l vero d i a r i o d i S l a t a p e r ; sono i n f a t t i mosse d a l d e s i d e r i o d i un d i a l o g o che e l a base d e l d i a r i o e i n p a r t e un s o d d i s f a -cimento d e l l a natura. espansiva d e l t r i e s t i n o . N e l l a a m i c i z i a con l e donne non accade quasi mai che i l cuore non e n t r i e con Anna f o r s e , l'amore p r e v a l s e s u l l ' a m i c i z i a . L ' improvvisa passione per Anna fu f a v o r i t a da un breve r i t o r n o a T r i e s t e n e i 1910. In questo r a p p o r t o amoroso s i puo c o g l i e r e l a p o s s i b i l i t a d i un ampio rapporto con l ' u n i t a d e l t u t t o : "dentro d i te c'e v l a ragione d i t u t t e l e cose", s c r i v e n e i f e b b r a i o d e l 1910. Suo d e s i d e r i o e q u e l l o d i e t e r n a r e questo amore a t t r a v e r s o l a p o e s i a e i n questo caso l a persona d i v e n t a un p r e t e s t o per una unione m i s t i c a : Anna e* vero che t u mi s a r a i t u t t o ? E s c r i v e r o 1 d i t u t t e l e cose, e t u sempre s e n t i r a i che i n t u t t e l e cose che i o s c r i v o , avverse come l a v i t a t r a d i l o r o . . . che i n t u t t a l a mia v i t a che v a l s o l o per 1'opera c h ' i o f a r o x s e i t e , sempre t e . ... Anna, Anna, s a i che t u ami un poet a? S a i che t i dovra" c e r c a r e g i o r n o per gi o r n o i n t u t t e l e cose? S a i che t u s a r a i eterna? Pensa che per i l n o s t r o amore t r a s f o r m e r a i l a t e r r a . C a p i s c i che i o d i r o s n e l l e tue forme 1 ' i n d i c i b i l e . A G i o i e t t a (Anna) che incarnd i l suo amore d i poeta, c o s t i t u i v a u n ' i d e a l e p i u grande d i quanto l u i s t e s s o potesse immaginare . E g l i non aveva mai amato come ora . Maria che amo* l a prima v o l t a , f u una rosea passione d i adolescente, e l o r a c c o n t a l u i s t e s s o a G i o i e t t a : C u r v a i l a t e s t a . S o l o perche* s o f f e r s i p o t e i l i b e r a r m i . L a s c i a i d i e t r o a me i l b r u t t o t i p o che i l c o n t a t t o con l a v i t a aveva c r e a t o da me. Ma questa e s p e r i e n z a mi rese ossesso. Ogni a t t o per d i v e n t a r v i v o doveva m e s c o l a r s i a l fango. D u b i t a i d i t u t t a l a v i t a : l ' i n d i v i d u o puro per se\ appena pensava e agiva creava cose fangose (...) ma una cosa v i v a come un seme che germogliasse s e n t i v o n e i mio fango: l'amore per... Per c h i ? Per q u e l l o che non era i n M. ma che per l ' a b i t u d i n e mi appariva. n e l l e forme c a r n a l i d i M. La sognavo ogni n o t t e . Una v o l t a poiche4" l a lontananza aveva permesso che i o t o r n a s s i a v e r s a r e dentro d i l e i t u t t o i l mio amore, q u e l l o che germogliava, f u i quasi per t o r n a r e . Ma l'amore s i r i b e l l o . Pure i l tormento d e l fango dure*** f i n c h e ' i o l a sognavo s o t t o l a forma d i M. Era una notte d i v i n a , mi a l z a i d a l l e t t o e andai s u l Carso. Mi s m a r r i i . Camminavo per l ' e r b a umida._ 5 Ora e r a gome se t u t t o ci6* che i n anni d i s f o r z o g i o v a n i l e s i era depositato nei fondo d e l suo animo, s i s o l l e v a s s e con t u t t a l ' e n e r g i a d e i s u i ventidue anni: A l b e r e l l a mia. E" primavera che i l g i g l i o r o s s o f i o r i s c e s u l tuo p e t t o ? Ho pensato t a n t o a t e oggi Non mi r i t r o v o i n nessuna cosa. Ma improvvisamente chissa* come, i n un ramo s t r o n c a t o , i n un f i o r e che s'apre, i n una p i e t r a che gravita. sopra uno s t e l o , appena. i o l a toc c o con g l i o c c h i s p r i z z a come una f a v i l l a : un suono l u c e n t e che passa per t u t t o i l bosco e g l i a l b e r i ondeggiano. E i l richiamo: i o ero d i v e n t a t o a l b e r o e sasso e t u t t o e 20 n i e n t e , t o r n o dentro d i me, da t u t t e l e p a r t i , come acqua che sgo r g h i i n una sorgente profonda i n f i l t r a n d o s i da t u t t a l a t e r r a . A l l o r a son pieno d i s o f f i o . Abbranco i l mondo e l o p o r t o i n a l t o . E t u t t o mio. Se p a r l o , e devo p a r l a r e , non son p a r o l e che di c o , ma cose -6 Questo e" i l momento p i u c r i t i c o d e l l a sua e s i s t e n z a , e benchd, s u l piano i n t e l l e t t u a l e s i d i m o s t r i formida-bilmente e v o l u t o , su q u e l l o sentimentale e* a l t r e t t a n t o immaturo: "Anna, s a i che i n questo momento nessuno pud amare n e i mondo perche n o i c i amiamo? E i l momento dell'egoismo p i u puro. E non facciamo d e l male a nessuno". 7 La t r a g e d i a d i Anna, o, come v o i l e chiamarla i l poeta, G i o i e t t a p r o p r i o per esprimere i l v a l o r e v i t a l e che essa incarnava ("Tu s e i G i o i e t t a perche x s e i i l d i v i n o perche N che non concede r i p o s o , t u s e i q u e l l o , che n e l l ' a t t i m o i n c u i t u t t o s i s p r o f o n d i , appena a l l o r a s a r a i p i e g a t a " ) e* u n ' i m p l i c i t a dimostrazione d i come e l l a f o s s e s o l o un simbolo. E s i g n i f i c a t i v o anche questo q u e s i t o che s i pone i n d i r e t t a m e n t e : "Tu s e i l a legge i n e s o r a b i l e , ma s e i p r o p r i o donna?" I I t u t t o s t a a dimostrare anche i n questo caso estremo, come e l l a f osse s o l o un simbolo, e rappre-senta l ' i n s u c c e s s o f a t a l e d e l primo rapporto umano, a c u i S l a t a p e r abbia c e r c a t o d i dare una c e r t a c o n c r e t e z z a e p r o f ondita*. La grande passione^o meglio l ' i d e a che d i essa v o l o n t a r i s t i c a m e n t e S l a t a p e r vuole sovrapporre a l i a r e a l t a , e r a d e s t i n a t a a l l ' i n s u c c e s s o : eld e chiaramente i n t u i b i l e d a l l e l e t t e r e che mostrano l a sua i n c a p a c i t a d i a c c e t t a r e l ' i d e a d e l l a morte, che invece ossessionava Anna. 21 In una d e l l e prime l e t t e r e Anna chiede l a s p i e g a z i o n e d i un verso d i S a f f o "Essere u c c i s i da c h i p i u s'ama": e S c i p i o non pud c a p i r e . La v e r i t a * £ che Anna e1 un e s s e r e tormentato d a i r i c o r d i d i v i t a v i s s u t a , d e s i d e r o s a d i c o s t r u i r e l a sua e s i s t e n z a s u l l a base d i un a f f e t t o vero, r e a l e , e che quit s i n d a l l ' i n i z i o e*" d e s t i n a t o a f a l l i r e per un'intima mancanza. d i s i n c e r i t y ; una mancanza d i r e a l e misura umana, s o s t i t u i t a invece da una forma d i l e t t e r a r i e t a * (che S c i p i o s t e s s o detestava) , d i c u i e g l i s t e s s o e* c o n s c i o quando d i c e : "Sai? i o quando son s o l o preparo dentro d i me t u t t e l e cose che t i d i r 5 " . La fase f i n a l e d i questo dramma s i svolge i n una atmosfera d i t r a g e d i a c l a s s i c a , ove i personaggi, i n c a p a c i d i r i b e l l a r s i a l f a t o , seguono fatalmente i l l o r o c o r s o . La mattina d e l 27 a p r i l e d e l 1910 S c i p i o s c r i v e a G i o i e t t a : Son t u t t o i r r e q u i e t o , perche*' a casa a l l e 8 e mezza ho guardato l ' o r a r i o e ho v i s t o che i l t r e n o i n c u i t u p o t e v i a r r i v a r e era gl& q u i . Volevo c o r r e r e a l i a s t a z i o n e per c o r r e r e . Non m'hai t e l e g r a f a t o e m'hai s c r i t t o "verso l e nove". Ora p o t r e s t i e s s ere q u i , p r o p r i o n e l l e strade che cammino i o - e i o non so se s e i o no. Q o D i f a t t o G i o i e t t a e* a F i r e n z e , uno a s p e t t a l ' a l t r o , s i cercano e non s i trovano. M a l i n t e s i fanno s i che G i o i e t t a , c h e non ha l i b e r t a d i muoversi perche accompagnata, attenda S c i p i o s o t t o l e f i n e s t r e d e l l ' a l b e r g o . Finalmente i l 28 d i mattina l e i s i r i s o l v e a f a r s i accompagnare da S c i p i o , l o vede per un secondo, 1'automobile e giu* che 1'aspetta f a appena i n tempo a prendere qualcosa che 22 S c i p i o ha s c r i t t o per l e i , e a r i p e t e r g l i d i v e n i r s o t t o l ' a l b e r g o . Ma i l poeta n e l l a commozione e n e l l a f r e t t a , f r a i n t e n d e , pensa che l e i abbia promesso d i r i t o r n a r e e l ' a s p e t t a t u t t o i l pomeriggio d e l g i o r n o s t e s s o . II g i o r n o dopo, G i o i e t t a ricompare con l a s t e s s a a n s i a f r e t t o l o s a : non s'intendono ancora. S i rivedono a l i a m attina d e l 30, a l i a Mostra d e g l i i m p r e s s i o n i s t i d i Medardo Rosso. T r a i rumori d e l l a f o l i a G i o i e t t a l ' a v v e r t e che s a r a a cena n e l l a t r a t t o r i a " L a p i " . Questo i n v i t o d i v e d e r l a senza p o t e r l e p a r l a r intimamente, u m i l i a S c i p i o , che q u e l l a s e r a s i l a s c i a t r a s p o r t a r e da a m i c i i n un a l t r o luogo. G i o i e t t a p a r t e da F i r e n z e , a Venezia prende i l vapore per T r i e s t e ove giunge a l i a mezza notte d e l 1 maggio. II due mattina s i u c c i d e con un c o l p o d i p i s t o l a , i n n a n z i a. uno specchio, l a s c i a n d o un b i g l i e t t o ove conferma i l suo amore per S c i p i o . Lo "shock" d i S l a t a p e r n e l l ' a p p r e n d e r e l a n o t i z i a e tremendo, r a s e n t a l a p a z z i a : S t a n o t t e ho v i s t o chiaramente come t u s e i morta. Ho p r o p r i o s e n t i t o l a punta d e l l a r i v o l t e l l a s u l l a mia f r o n t e . Ho f a t t o d i t u t t o per immedesimarmi c o l tuo corpo morto, ma non son r i u s c i t o . Ero quasi freddo, ma i l tuo corpo 6 troppo freddo e1 l a tua f o s s a e1 t u t t a r i n c h i u s a da l a s t r e ingrommate d i p i e t r a . Ho creduto d i p o t e r t i f a r r i n a s c e r e . Ho r i f a t t o con uno s f o r z o t e r r i b i l e t u t t a l a s t r a d a con te*. Ora suona. Ho a t t e s o : nessuna suonata. Tu non s a i : ma s o r r i d e v o t a n t o pensando a l i a m e r a v i g l i a d e l d o t t o r e vedendo che t u p o t e v i camminare con due f o r i n e l l a f r o n t e . Sgocciolavano sangue. II d o t t o r e tamponed. A l l o r a t i condussi a casa mia, e t e l e f o n a i a G i g e t t a che v e n i s s e da me s u b i t o . Venne 23 un poco spaventata. La f e c i e n t r a r e n e l l a stanza da pranzo e l e d i s s i : Non m e r a v i g l i a r t i : Ma s a i che Anna v i v e . g Dopo l a morte d i Anna, l o sconvolgimento s u b i t o da S l a t a p e r c5 t e r r i b i l e ; l a morte d i Anna d i c u i e g l i e r a l o n t a n i s s i m o d a l l ' a v e r e l a sensazione, e l a prova p i d e v i d e n t e d i una i n c a p a c i t y , non s o l t a n t o a dominare l a r e a l t a quanto a d d i r i t t u r a a comprenderla. Questo f a l l i m e n t o umano minaccia d i compremettere anche quanto v i e r a d i i n i z i a l m e n t e p o s i t i v o n e l l a sua e s p e r i e n z a , o s s i a l'amore verso una persona, che fosse a l tempo s t e s s o amore per l e forme d e l l a v i t a ; una p o s s i b i l i t y d i fondere l ' e s i g e n z a s p i r i t u a l e con l ' a t t r a z i o n e m a t e r i a l e : N e l l ' a t t i m o d e l l a notte i n d i v i d u a l e , a l l o r a s i comprende t u t t o ? E" p o s s i b i l e che una forma d i v i t a s p a r i s c a , che l a mente d i v e n t i t e r r a , senza che e l l a s i s i a f a t t a completa d i t u t t a l a comprensione? E l a comprensione dunque un attimo talmente i n t e n s o che s u s c i t a fuoco da t u t t i n o i , e c i a b b r a c c i a ? Ma com'e che i o non posso b a c i a r e l a l a b b r a d i G i o i e t t a ? Non c a p i s c o , non capisco.-J^Q Non t u t t a 1'esperienza con Anna e r a i n f a t t i , n e g a t i v a , e alcune a f f e r m a z i o n i d i S l a t a p e r che p i u esulano d a l consueto tono e s a l t a t o , rappresenta.no un r i s u l t a t o d i compiuta umanita" e un e f f e t t i v a c o n q u i s t a : c o s f l a serena ammissione che e g l i fa* d e l l a p r o p r i a s e n s u a l i t a : Sensuale. S± sensuale. Questa h l a mia s a l v e z z a . Questo e s s e r i n e s o r a b i l m e n t e n e l l a caducita*; n e l l a m i s e r i a , n e i c o n f i n i d e l l a carne: questo sent i r e che l ' a t t o per c u i l a v i t a s i perpetua e* uguale i n t u t t o l ' u n i v e r s o : l'amore insomma che spacca i l r i c o p r i m e n t o d e l l e cose e c i mette i n c o n t a t t o con l a p u l s a z i o n e u n i c a 2 4 d e l mondo; questa m a t e r i a l i t y m e r a v i g l i o s a che s o l a c i puo v p o r t a r e a l riconoscimento d e l l a f o r z a che c i manda a v a n t i . . . S i p r o p r i o sensuale. E t e r r i b i l -m e nte.^ Dopo aver r a g g i u n t o l'estremo d i una i n t e n s i t a d i s o f f e r e n z a s p i r i t u a l e S l a t a p e r cade i n uno s t a t o d i p r o s t a z i o n e , d i abbandono che l o riconduce a T r i e s t e . N e l l ' e s t a t e d e l 1910 c e r c a lentamente l a v i a che l o r i c o n d u c a a l i a g u a r i g i o n e s p i r i t u a l e e a l i a r i p r e s a d e l suo l a v o r o . La sua a m i c i z i a n e i r i g u a r d i d i Elody e q u e l l a r i g i d a e l e a l e d i educatore n e i r i g u a r d i d e l l ' a l l i e v a . Q u e l l a che s p i r i t u a l m e n t e g l i e p i u v i c i n a e G i g e t t a . II suo nuovo sentimento per l e i e d i v e r s o da q u e l l o che n u t r i v a per Anna. La donna g l i appare n e l l ' a s p e t t o d i madre e s o r e l l a e i n sostanza r i m a r r a t a l e s i n o a l i o s v i l u p p o d i una r e l a z i o n e p i u i n t i m a che s i c o n c l u d e d n e i matrimonio: G i g e t t a . Tu s e i p r o p r i o l a mamma e h a i un v e l o bianco i n t o r n o a l i a t e s t a , e i l sangue t i b a t t e a l p e t t o e vorrebbe u s c i r l a t t e per un bimbo. T u t t e l e cose d e l l a t e r r a son t r i s t i t u o i bimbi che t u v u o i e p u o i c o n s o l a r e . Quando s t a i calma, c u l l i n e i tuo sonno l a t e r r a . ^ Prende forma l a d e c i s i o n e d i s c r i v e r e i l poema d i G i o i e t t a , che s a r a n e l l a sua redazione d e f i n i t i v a , II mio Carso. Sempre p i u v i v a , n e l l a sua mente s i evolve l ' i d e a d i un compito da a s s o l v e r e verso g l i uomini. 25 S c r i v e r o 1'opera che a t t e n d i e te l a daro: A g i o i e t t a . . . G i o i e t t a ! II tuo b a c i o e eterno... S e i venuta n e l l a mia v i t a , e non a n d r a i v i a mai p i t i . T i p o r t e r o a vedere p a e s i , l o n t a n i , mi s d r a i e r o con te s u l Carso.-^g Nell'autunno s i r i m e t t e alacramente a l l a v o r o , n e i s u o i s c r i t t i s i nota sempre p i u i l c r e s c e r e d i un tono morale, e un bisogno d i a p e r t u r a verso g l i uomini. E un p e r i o d o fondamentale n e l l a compilazione d e l mio Carso e l'importanza d e l l ' a r t e non viene s m e n t i t a : "... Non v o g l i o che l ' a r t e mi serva da r i f u g i o " s c r i v e a Elody: " l ' a r t e m'ha da essere affermazione d i me su v i t a v i s s u t a e v i n t a , r acchiudente t u t t e l e d i s p e r a z i o n i e stanchezze e s v o g l i a t e z z e . E un impossessamento non una f u g a . 1 4 Q u e l l a s p i n t a e s p a n s i v a verso i l mondo s i c o n c r e t i z z a i n amore verso g l i uomini, v e r s o una f u s i o n e d i l i b e r t y e necessita": L'amore e i l senso buono d e g l i uomini e d e l l a v i t a ; e* l a fede, l a c e r t e z z a , i l compito, l a volont*!. Individualmente . . . tendiamo con s e n s u a l i t a all'amore e va bene, & santo. Ma o l t r e a ci<3 bisogna s a p e r s i a l l a r g a r e o l t r e se s t e s s i , nell'amore dell'umanitk., dove l a carne, i c o n f i n i i n d i v i d u a l i , son v i n t i e quasi t r a v o l t i d a l l a fiumana enorme che v i e n g i i i rombando d a l passato e t u t t i c i t r a s c i n a , sempre pi t l l a r g a e pura n e l l ' a v -v e n i r e . , c 15 Com'egli afferma d d i f f i c i l e amare g l i uomini senza conoscere l ' a t t o che l i c r e a : d a l l ' e r o e bisogna passare all'uomo con una umanizzazione p r o g r e s s i v a . 26 Cammino per l e strade d e g l i uomini, l i guardo i n v i s o , l i v o g l i o conoscere, v o g l i o che mi r a c c o n t i n o . . . Sento fermamente che i o devo v i v e r e magari co n t r o qualunque morte, e i l pensare a t u t t a l a m i s e r i a e i l dolore che i o ho c o n o s c i u t o mi f a bene... Non v o g l i o f e l i c i t a 4 . V o g l i o dolore e l o t t a . ^ g A l l ' i n i z i o d e l l ' 1 1 la. v i t a d i S l a t a p e r s u b i s c e una s v o l t a d e c i s i v a : nuove e s p e r i e n z e , v i a g g i e l'amore per G i g e t t a . S c r i v e che viaggera* molto per vedere, amare, l'umanita* r e a l e : per s e n t i r e l a s t o r i a d e g l i uomini come un suo passato p e r s o n a l e . Su questo cammino e g l i e l a b o r e r t i i c o n c e t t i che frequentemente r i t o r n e r a n n o n e i suo e p i s t o l a r i o d e l 1911 che sono q u e l l i d i mat u r i t y , amore e l a v o r o . E g l i p e r c o r r e ora un i n t i n e r a r i o s p i t i r u a l e che § d e l t u t t o p e r s o n a l e , e non t r o v a r i s c o n t r o con q u e l l o d e l l e a l t r e p e r s o n a l i t y n e i suo gruppo, per i l motivo che e g l i ha potuto a t t i n g e r e da una s i t u a z i o n e d i a s s o l u t a nudita 4 e poverta* dell'uomo n e i suo c o n t a t t o con l ' e s i s t e n z a : Ma c e r t o che ognuno p o r t a dentro i l suo mi s t e r o . Cioe* - semplicemtente i l m i s t e r o d e l mondo. Ma non t i pare m e r a v i g l i o s a questa i m p o s s i b i l i t y , d i conoscenza a s s o l u t a che c i o b b l i g a a v i v e r e e a guardare? s i s c r i v e s o l o perche*" c'e** i l m i s t e r o . I I quale s o l o n e l l a v i t a , i n ogni sua forma d i r i c e r c a e d i azione s i r i s o l v e . E una c h i a r i f i c a -zione i n a t t o . ^ Afferma c o s i d i aver r a g g i u n t o una pr e s a d i c o s c i e n z a d i alcune realta* d e l l a v i t a e d i possedere i mezzi per u s c i r e da un punto morto, mediante l ' a t t i v i t ^ , 1'opera verso g l i uomini. N e l l a primavera d e l l o s t e s s o anno 27 s c r i v e a Guido: "La p r o p r i a a t t i v i t a * £ d i s e n t i r s& n e g l i a l t r i , e una c o l l a b o r a z i o n e d i s p i r i t i (non s o l o umani), con t i n u a ; un processo d i azione e reazione i n i n t e r r o t t o , che e" s o l o i n quanto processo d i d i v e n i r e . " ^ g Anche d i f r o n t e a l l e tre" amiche e g l i s i i r r o b u s t i s c e moralmente i n questo p e r i o d o . A Elody c e r c a d'imporre un ritmo s e r r a t o d i v i t a e l a v o r o mentre s i a v v i c i n a sempre p i u a G i g e t t a , difendendo n e l l o s t e s s o tempo con s e r e n i t y e fr a n c h e z z a i l p r o p r i o bisogno d i c o m p l e t a r s i a t t r a v e r s o a l t r e e s p e r i e n z e , prima d i passare a l l ' o p e r a d i e d i f i c a z i o n e d e l l a l o r o v i t a . Nei suo soggiorno d e l l ' 1 1 a O c i s l a , completa l a s t e s u r a d e l poema d e d i c a t o a G i o i e t t a ; ma ora neanche l a p o e s i a l o s o d d i s f a e l a sua umanita* s i t r o v a i n completa espansione: "... i o non sono completo quando s c r i v o una pagina d i p o e s i a : i o ho bisogno che t u t t o s i a e s p l i c a t o : t u t t a l a mia umanita"'. II suo p e n s i e r o mira ora s o l o ad e d i f i c a r e ; i l a t i d e t e r i o r i d e l suo i n d i v i d u a l i s m o scompaiono, r i s c o p r e i v a l o r i d e l l a f a m i g l i a e i l suo l i n g u a g g i o d i v e n t a moderno, umano: "... ho c a p i t o che l a mia v i t a ha per compito d i c o n c i l i a r e amore e opera, uomini e a r t e , sacerdote e poeta: e ho creduto n e l l a f a m i g l i a come T u n i c a cosa che potesse r i u n i r e queste due forme. Per questo d i c o che t u s e i l a mia p o s s i b i l i t a d i l a v o r o " . ^ Nei momento d e l c r o l l o d e l l ' u n i v e r s o i d e a l i s t i c a m e n t e e poeticamente p e r f e t t o che S l a t a p e r aveva c e r c a t o , i n modo a r t i f i c i o s o , d i c r e a r s i , e d e l l a i n t r o d u z i o n e d i una componente p i u moderna ed e s i s t e n z i a l e , con l ' a p e r t u r a 28 ver s o una s t o r i c i t a " q u o t i d i a n a , s i riconfe r m a anche i l r i f i u t o d i una i n t e r p r e t a z i o n e r a z i o n a l e e d e g l i avvenimenti d e l l a v i t a p r i v a t a e d e l mondo, rinviandone l ' o r i g i n e i n una zona oscura: q u e l l a d e l mis t e r o . In t a i modo vengono cosl" p r e p a r a t i e g i u s t i f i c a t i n e i medesimo tempo, l a t e nsione d i t u t t o l'uomo, anche d e l poeta, v e r s o l a s t o r i a , e t u t t i e movimenti d i c a r a t t e r e emotive, finendo c o s i per r i n u n c i a r e ad una v i s i o n e d e l mondo razionalmente determinata, i n base a l i a quale s i possono g i u s t i f i c a r e e v e n t u a l i s c e l t e f u t u r e . 29 Note a l Secondo C a p i t o l o S c i p i o S l a t a p e r , A l l e t r ^ amiche, Milano, Mondadori, 1958, pag. 374. 2. I b i d . , pag. 31. 3. I b i d . 4. I b i d , 5. I b i d . 6. I b i d , 7. I b i d . 8. I b i d , 9. I b i d . 10. I b i d , 11. I b i d , 12. I b i d , 13. I b i d , 14. I b i d . 15. I b i d . pag. 6, pag. 42 - 43, pag. 72 - 73 pag. 86, pag. 47, pag. 88. pag. 66, pag. 136, pag. 79. pag. 322 - 323 pag. 139 pag. 244, pag. 256, 30 16. S c i p i o S l a t a p e r , E p i s t o l a r i o , c i t . , pag. 206 - 207, 17. I b i d . , pag. 85. 18. I b i d . , pag. 117. 19. S c i p i o S l a t a p e r , A l l e t r e amiche, c i t . , pag. 361. 20. I b i d . , pag. 369 - 370. CAPITOLO III La c o l l a b o r a z i o n e d i S l a t a p e r a l i a "Voce", compresa t r a i p r i m i mesi d e l 1909 e i l dicembre d e l 1912, c o i n c i d e con i l p e r i o d o d i maggior v i g o r e e p r o d u t t i v i t d d e l l a r i v i s t a : " Q u a n d o una nazione c o i polmoni s a n i a r r i v a ad un t a i punto d i e t i s i a c u l t u r a l e e d i stagnamento d e l l o s p i r i t o , e c c o c i a l suo Sturm und Drang", afferma l o S t u p a r i c h c o g l i e n d o con molta p r e c i s i o n e i l v a l o r e e l a funzione d e l l a p r i n c i p a l e f r a l e r i v i s t e f i o r e n t i n e n e i rinnovamento d e l l a c u l t u r a i t a l i a n a . P r e z z o l i n i , i n uno d e i p r i m i numeri d e l l a r i v i s t a , esprime chiaramente l a nuova impostazione che s'intende dare a l rapporto t r a pensiero e a t t i v i t a : un programma n e i quale possiamo i d e n t i f i c a r e l o S l a t a p e r d i questo periodo: " c i s i propone qui* d i t r a t t a r e t u t t e l e q u e s t i o n i p r a t i c h e che hanno r i f l e s s i n e i mondo i n t e l l e t t u a l e e r e l i g i o s o e a r t i s t i c o : d i r e a g i r e a l i a r e t o r i c a d e g l i i t a l i a n i o b b l i g a n d o l i a veder da v i c i n o l a l o r o r e a l t a s o c i a l e : d i e d u c a r l i a r i s o l v e r e l e p i c c o l e q u e s t i o n i e i p i c c o l i problemi, per t r o v a r c i piu* p r e p a r a t i un g i o r n o a q u e l l e g r a n d i : d i m i g l i o r a r e i l t e r r e n o dove deve v i v e r e e f i o r i r e l a v i t a d e l l o s p i r i t o " . ^ S olo qualche mese p i u t a r d i S l a t a p e r p u b b l i c a uno 32 d e g l i a r t i c o l i pifa n o t e v o l i d i c a r a t t e r e p o l i t i c o e l e t t e r a r i o , A i g i o v a n i i n t e l l i g e n t i d ' I t a l i a , i n c u i i c o n c e t t i c o n t e n u t i n e i programma d i P r e z z o l i n i vengono ampiamente s v o l t i i n una maniera t u t t a p e r s o n a l e . Stoilmente a P r e z z o l i n i che aveva affermato che l a v i t a d e l l o s p i r i t o £ v i t a e t i c a , e p e r c i d anche v i t a p r a t i c a , c o s i pure S l a t a p e r : " s c r i v i a m o ma per f a r c h i a r o dentro d i n o i . E poiche p u b b l i c a r e e f a r s i conoscere e p i u n e c e s s a r i o d e l pane per n o i g i o v a n i , a l l ' a t t o d i qu e s t ' a r t e n o s t r a , i n t i m a , che non s o l o conosciamo e gustiamo come s t i m o l o a miglioramento, facciamo d e l l ' o p e r a p r a t i c a . . . v i v e i n n o i t u t t i , pivl o meno, un uomo p r a t i c o che cerchiamo d i s o f f o c a r e a pro dell'uomo-i d e a " . ^ L ' a r t i c o l o prosegue i n v i t a n d o i g i o v a n i a l i a s e r i e t a 1 d e l la v o r o , a l c u l t o d e l l a vera modernit*! che c o n s i s t e n e i : "comprendere i n sd l e forme v i t a l i d e l no s t r o tempo", La realtd" che va indagata e q u e l l a dell'uomo e d e l mondo a t t u a l i , e: "a f r u g a r l a dentro, i c o l t e l l i son f a t t i a c i f r e . . . C h i a r i r s i o l t r e per o l t r e questa realta* e* l a ve r a c u l t u r a . Da a g i r e : azione p r a t i c a dunque".^ O l t r e l a r a p i d a maturazione d i S l a t a p e r n e i g i r o d i p o c h i mesi, l ' a r t i c o l o mette i n evidenza i l f a t t o che e g l i abbia mantenuto sostanzialmente immutati i due p o l i o r i g i n a r i d e l l a sua pr o b l e m a t i c a , s f e r a i n d i v i d u a l e i n t e r i o r e , e s f e r a c o l l e t t i v a o p r a t i c a , concedendo a ognuno d e i due un ampio margine d i autonomia, d a l momento che e s s i vengono r i s o l t i r i s p e t t i v a m e n t e n e l l ' a t t i v i t a 33 p o e t i c a e l e t t e r a r i a i l primo, n e l l ' a z i o n e generalmente c u l t u r a l e i l secondo. Un anno p i u t a r d i P r e z z o l i n i afferma: La democrazia presente non contenta p i u l'animo d e g l i o n e s t i . Essa non rappresenta ormai che un abbassamento d i ogni l i m i t e , per f a r credere d'aver innalzato g l ' i n d i v i d u i : mentre non s i e* f a t t o che l ' i n t e r e s s e d e i p i u a v i d i e p r e p o t e n t i . ( . . . ) e questo d i s o r d i n e viene g a b e l l a t o per democrazia. II gruppo s o c i a l i s t a dopo aver g i u r a t o d i g i u r a r c o n t r o ogni m i n i s t e r o che non d i a i l s u f f r a g i o u n i v e r s a l e , rimangia i l giuramento e vota per un m i n i s t e r o borghese destando s o s p e t t o d i o t t e n e r e i n cambio f a v o r i . . . T u t t o cade. Ogni i d e a l e s v a n i s c e . I p a r t i t i non e s i s t o n o p i l l , ma s o l t a n t o g r u p p e t t i e c l i e n t e l e . Dal parlamento i l t r i s t e s t a t o s i r i p e r c u o t e , n e i paese ogni p a r t i t o e* s c i s s o . ^ P r e z z o l i n i conosce una r e a l t y o g g e t t i v a , che i l ceto p o l i t i c o d e l suo tempo non ha volont£ d i r i s o l v e r e e non ne avrebbe p o s s i b i l i t y e c a p a c i t y . II problema d e l mezzogiorno, d e l l ' i s t r u z i o n e , d e l decentramento r e g i o n a l e , i l problema s t a t o e c h i e s a , l a " r i f o r m a d e l c a r a t t e r e e d e l l e r e l a z i o n i s e s s u a l i " , c o s t i t u i s c o n o l e b a s i d i una azione democratica e f f e t t i v a . su c u i s i p o t r y f o r s e basare un nuovo p a r t i t o che s i a democratico e che s i a onesto. La r i v i s t a r a p presenta q u i n d i uno strumento per l a formazione d e i f u t u r i i n t e l l e t t u a l i , che sappiano guidare i l paese,che r a p p r e s e n t i n o i l rinnovamento d e l l ' o r g a n o d i r e t t i v o : "ma un p a r t i t o non s i fonda d a l l e colonne d i un g i o r n a l e : l o s i prepara s o l t a n t o " . 34 La r i v i s t a s i propone d i preparare l e b a s i per un nuovo p a r t i t o democratico " i n questo luridume generale, p o l i t i c o , l e t t e r a r i o e morale, l e cose da f a r e sono t a n t e ! E prosegue ancora dicendo: II b e l l o d e l l a n o s t r a p o s i z i o n e § che g l i a v v e r s a r i non fanno n u l l a : d i s f a n n o . Se n o i s i avesse davvero v o g l i a d i f a r e non c i mancherebbe i l modo. Ne s i fS. senza a p p o g g i a r s i a c o r r e n t i , a i s t i t u t i , a f o r m a z i o n i , a t r a d i z i o n i gik e s i s t e n t i . F i n i a m o l a una buona v o l t a c o l v o l e r e e s sere o r i g i n a l i e c o l pretendere d i v o l e r r i n n o v a r e . Non c'& che un rinnovamento: l a c o n t i n u a z i o n e d i cio* che § s t a t o f a t t o , 1'opposizione a q u e l l i che d i s f a n n o . Cerchiamo d i penetrare n e g l i organismi e di p o r t a r c i d e l l a v i t a n o s t r a . Cerchiamo d i o p p o r c i a q u e l l i che v o g l i o n o r o v i n a r e i l gi& f a t t o . Bisogna r i c r e d e r s i : n o i rappresentiamo (non i n t u t t o , ma i n gran p a r t e d i quel che facciamo o tentiamo d i f a r e ) l ' o r d i n e , l a legge, l a r e g o l a , l a natura: g l i a v v e r s a r i i l d i s o r d i n e , 1' i l l e g a l i t y , 1' i r r e g o l a r i t a * , 1 1 i n n a t u r a l e z z a . g Osserviamo che P r e z z o l i n i s i l a s c i a t r a s p o r t a r e da un g i o c o d i p a r o l e , ma i n essenza c i crede e c i credono magari con v a r i e a l t e r n a z i o n i , t u t t i i v o c i a n i : "Secondo ogni p r o b a b i l i t y , l a nuova b o r g h e s i a a l l e a t a a l i a democrazia e a l s o c i a l i s m o , i n pieno accordo con l e a l t e s f e r e d e l l o s t a t o , condurrJt i l paese v e r s o una s t r a d a senza s b o c c h i . In questo caso 1'ora d e l l e minoranze r i v o l u z i o n a r i e potrebbe t o r n a r e " . ^ Per Amendola "guardare bene addentro a l l e cose" s i g n i f i c a p e n etrare n e l l a sostanza morale ed e t i c a dell'uomo e quind per l u i i l problema p o l i t i c o d i v i e n e : "assenza d i un profondo senso morale che domini t u t t a l a v i t a i n d i r i z z a n d o l a a l l ' a f f e r m a z i o n e d e i v a l o r i s u p e r i o r i d e l l ' i n d i v i d u o " . 0 35 Benche* l a sostanza d e l programma non cambi osserviamo a questo p r o p o s i t o che Amendola e p i u c o n t r o l l a t o d i P r e z z o l i n i ; q u e s t ' u l t i m o t u t t a v i a d p i u pragmatico e capace d i mettere i n p r a t i c a . un programma i d e o l o g i c o . La maggior p a r t e d e l l e d i s p a r i t a t r a i v o c i a n i sono p i u o meno d i questo genere: a l c u n i p i u p r o p e n s i a l i a meditazione, a l i a c o n s o l a z i o n e l i r i c a , o a l i a r i b e l l i o n e n a r c i s i s t i c a , a l t r i p i u a t t i v i e c o n c r e t i , p i u impegnati. La sostanza e l a s t e s s a , indipendentemente d a i s i n g o l i amori e s t e t i c i o d a l l e s i n g o l e p r e f e r e n z e f i l o s o f i c h e . I n f a t t i s c r i v e ancora P r e z z o l i n i : "La tendenza d'essere d e i r i v o l u z i o n a r i c i ha t r a t t e n u t o , (almeno per conto mio) posso ben c o n f e s s a r l o , d a l l ' a g i r e piu* e f f i c a c e m e n t e . Abbiamo avuto un c e r t o pudore d i s o l i t u d i n e e d i separazione".g E aggiunge che i l compito d e l l ' a v a n g u a r d i a i n t e l l e t t u a l e d i c u i f a r p a r t e , e* d i formare i quadri " t e c n i c i " d e l l a nuova borghesia: questo d i l contenuto e s s e n z i a l e che l a "Voce" s t a b i l i s c e : Che cosa s i pud f a r e (...) s i pub f a r e molto. La cosa p r i n c i p a l e £ a c q u i s t a r e l e c o g n i z i o n i t e c n i c h e per i l r i n n o v a -mento d e i congegni, d e g l i organismi, d e l l e tendenze a l l e q u a l i siamo p i u v i c i n i e n e l l e q u a l i e p i l l f a c i l e operare. Dobbiamo mentalmente impadro-n i r c i , per potere, n e i momento opportuno pr o p o r r e una forma, c h i a r a , o f f r i r e l a n o s t r a persona, determinare un movimento d'opinione che p r o v o c h i un mutamento (...) II vero nazionalismo c o n s i s t e n e i preparare d e g l i i t a l i a n i c a p a c i d i tecnicamente operare: non n e i preparare d e l l e t e s t e g o n f i e d i bugie e d i a s s u r d i t a \ 1 Q Se, a queste c o n s i d e r a z i o n i d i P r e z z o l i n i che 36 corrispondono a l l e esigenze s p i r i t u a l i d i una s o c i e t a i n fermento, paragoniamo g l i s c r i t t i d e l P a p i n i , c i troviamo d i f r o n t e ad un c o l l a b o r a t o r e d e l l a "Voce" d i un l i v e l l o i d e o l o g i c o molto p i u a r r e t r a t o : Qua dentro, n e i g i o r n a l i e n e l l e c i t t a " , s i s t a n t i a , s i s o f f o c a , s i a f f o g a e s i muore d a l caldo, d a l l ' a f a , d a l puzzo d i r i n c h i u s o e di stamperia, d a l l a p o l v e r e d e l l e s t r a d e e d e i l i b r i , d a l l a n o i a e d a l l a l e t t e r a t u r a . Qui non s i p a r l a a l t r o che d i s c u o l e e d i b i b l i o t e c h e e d i p a r l a m e n t i e d i idee e d i r i f o r m e ; non s i f a a l t r o che c r i t i c a r gente e s c o p r i r p o r c h e r i e : s i campa t r a i c o n c e t t i e l e idee e 1'ombre d e i c o n c e t t i e d e l l e idee; s i t r a t t a insomma, 0 i n grande o i n p i c c o l o , o i n f u r i a o con metodo, d i r i f o r m a r e 1 ' I t a l i a , d ' i l l u m i n a r e i l mondo, d i m i g l i o r a r e l ' u n i v e r s o Scappiamo d a l l a f i l o s o f i a e d a l l a c i t t ^ , andiamo verso i monti, verso 1 v e n t i e verso l e p e c o r e . ^ N e l l a d i r e z i o n e d e l l a "Voce" P a p i n i s i t r o v a a dover a f f r o n t a r e s i a Amendola che P r e z z o l i n i . Amendola s i d i s t i n g u e per una s e r i e t a accademica e i n un c e r t o senso anche morale che, a l l i m i t e , s i r i s c o n t r a i n Boine e i n S l a t a p e r . T r a queste p e r s o n a l i t y d i s p a r a t e che p a r t e c i p a n o ad un programma t a n t o v o l i t i v o ed ambizioso, e p r o p r i o per questo d e s t i n a t e a i n c o n t r a r n e i l . l i m i t e i n una d i s p e r s i o n e d i f o r z e e i n c o n t r a s t i i n t e r n i , S l a t a p e r s i c o l l o c a t r a i l gruppo d e i m o r a l i s t i v o c i a n i , Amendola, J a h i e r e B o i n e } che sono i piu" impegnati n e l l o s v o l g e r e un d i s c o r s o che d intimamente p i u coerente, e che i n u l t i m a a n a l i s i mira a una c o n q u i s t a s o p r a t t u t t o morale su se s t e s s i e ad un'azione p r a t i c a i n un secondo tempo. Salvemini s i d i s t a c c a d a l gruppo e rimane un p o ' i n d i s p a r t e . S i n da p r i n c i p i o S l a t a p e r v i t r o v a d e l l e d i f f e r e n z e d i i n t e r e s s i p o l i t i c i e c u l t u r a l i . Salvemini, rimasto i s o l a t o i n un primo tempo, £ p o i c o s t r e t t o a l a s c i a r e l a "Voce" per fondare una r i v i s t a sua. P r e z z o l i n i , f u l c r o e elemento d i coesione d e l l ' i m p r e s a , combattuto t r a opposte tendenze r e a l i s t i c h e , p r a g m a t i s t i c h e , e c r o c i a n e , e* disperatamente impegnato e a l tempo s t e s s o i m p o s s i b i l i t a t o , per una n a t u r a l e carenza d i c a r a t t e r e a mantenere l'un i t a * d i un gruppo, che i l proseguimento dell' a t t ivit<t e 1 ' i n e v i t a b i l e approfondimento d e i problemi tendevano a sospingere con sempre maggior v i g o r e i n d i r e z i o n i centrifughe. Queste sono l e f o n t i d i v a r i e tendenze c u l t u r a l i u n i t e s o l o su un p i ano d i innovamento che compongono l a "Voce", a l i a quale S l a t a p e r a d e r i s c e , e dentro c u i e g l i giunge a r e a l i z z a r e l a piu* personale maturazione e o r i g i n a l i t ^ , p r o p r i o i n q u e l l a p a r t e d i p a t r i m o n i o c u l t u r a l e che aveva i n comune c o i s u o i compagni. E p r o p r i o l a sua " b a r b a r i c i t a " o una c r u d e l e f o r z a morale che non g l i permette d i cadere n e g l i e c c e s s i d e l l a s f r e n a t a a t t i v i t a * d i S o f f i c i o d e l c e r e b r a l i s m o p a p i n i a h o o d e l l e debolezze d i P r e z z o l i n i . S l a t a p e r potd sempre contare su un elemento d i f o r z a , una s p i n t a v e r s o i l possesso d e l l a r e a l t y e un d e s i d e r i o d i c o n q u i s t a r l a da e s c l u d e r e ogni p e r d i t a d i c o n t a t t o con l a s t e s s a . "Per c h i v i v e d ' i d e a l e l a r e a l t y £ n e c e s s a r i a per essere t r a s f o r m a t a : materia d i c r e a z i o n e " . D i conseguenza e g l i s i d i s t i n g u e d a l gruppo d e i v o c i a n i v i c i n i a l suo r i g o r e morale come Boine che non 38 ha potuto raggiungere questo possesso d e l l a realta*. S l a t a p e r s v i l u p p a l a p r o p r i a formazione n e i p e r i o d o i n i z i a l e e i n q u e l l o d e l disregamento d e l l a r i v i s t a , a l momento i n c u i esplodono l e v i o l e n t e polemiche t r a P r e z z o l i n i e Boine s u l crocianesimo d e l l a "Voce". E g l i sente i l f a s c i n o d e l l a c i v i l t a " l e t t e r a r i a che i n c o n t r a ne11'ambiente f i o r e n t i n o ma, a d i f f e r e n z a d i a l t r i t r i e s t i n i a 'contatto con l a c u l t u r a f i o r e n t i n a , e g l i mantiene l a sua p e r s o n a l i t y . Quasi i s t i n t i v a m e n t e e g l i a vverte l a prima d i f f e r e n z a con i l mondo i n t e l l e t t u a l e che l o a c c o g l i e : Ma perche* e s s i qualche v o l t a s ' a c c a s c i a n o disperando d i t u t t o ? C hi v u o l r i f o r m a r e g l i a l t r i non ha d i r i t t o d'esser debole. Bisogna andare a v a n t i e d i r i t t i . Bisogna a c c o g l i e r e con amore l a v i t a anche quand'essa 2? pesante. Bisogna obbedire a l p r o p r i o dovere. E s s i sono pi t l i n t e l l i -g ent! e p i u c o l t i e piu" s t a n c h i . . ^ G i ^ n e l l e l e t t e r e e d i a r i d i S l a t a p e r d e l 1909 s i pu6 r i n t r a c c i a r e 1 1 a c c e n t u a r s i d a l suo d i s t a c c o sempre p i u marcato d a l gruppo, e i n s e g u i t o l e c r i s i accadute i n seno a l i a "Voce". Sempre piu" spesso s i fanno p r e s e n t i g l i accenni d e l l a c r i s i ; n e i novembre e dicembre d e l 1911 s c r i v e a l l ' a r n i c a Elody che P r e z z o l i n i f a d i t u t t o per r o v i n a r e l a l o r o a m i c i z i a . A u n ' a l t r a arnica, G i g e t t a , s c r i v e n e i dicembre d e l l o s t e s s o anno: "Qui naturalmente t r a g l i uomini c'l? molta confusione . . . Confusione, d i s o r d i n e , dubbio. II t e r r e n o £ mobile e s i sente che t u t t a l a n o s t r a c o s t r u z i o n e s t a per c r o l l a r e . Manca ? 39 t u v e d e s s i , G i g i a , come manca un po' d i s e r i a umanita\' Da piangere se non bisognasse f a r e " . ^ P r e z z o l i n i s i r i t i r a perche 1 ha bisogno d i r i p o s o , tocchera 1 q u i n d i a S l a t a p e r l a d i r e z i o n e d e l l a "Voce" per un anno, a t t r a v e r s o i marosi d i c o n t i n u i d i s s e n s i . N e l l ' 1 1 P r e z z o l i n i e" r i d o t t o a l r u o l o d i c o n s i g l i e r e , mentre l ' a l l e a n z a P a p i n i , S l a t a p e r e Amendola d i v i e n e sempre piu" p e r i c o l a n t e . Progressivamente l ' i n i b i z i o n e d e l p r o v i n c i a l e s i perde e S l a t a p e r s i contrappone spesso coscientemente a g l i a m i c i v o c i a n i : g l i sembra d i r i c o n o s c e r e i n l o r o l ' a n t i c o male d e l l ' i n e r z i a l e t t e r a r i a . L'ambiente d e l l a "Voce" g l i appare superato e avverte che p o t r a raggiungere l a p r o p r i a maturazione s o l t a n t o a t t r a v e r s o nuove e s p e r i e n z e d i v i t a . Dopo l o snervante compito r e d a z i o n a l e che ha assunto d a l 1911 s c r i v e i n una l e t t e r a d e l 5 gennaio 1912 a Elody: ...qui d a v a n t i a questo s f a c e l o d i cose i n c u i ho creduto, e fortemente, ogni mattina che m'alzo e* una l o t t a c o n tro l a mia t r i s t e z z a . A v r e i v o g l i a d i l a v o r a r e i n pace, d i s t u d i a r e : invece dovevo r i b u t t a r m i ogni g i o r n o n e i l a v o r o a c c e t t a t o . Certo che dentro d i me avviene lentamente qualche cosa. Non so che cosa. Probabilmente una r i n u n z i a , un bisogno d i s i l e n z i o , d i c o l l o q u i o con me s t e s s o , senza v o l e r veder n i e n t e , ma con una p r e g h i e r a q u o t i d i a n a con me. Finalmente c a p i s c o cosa s'intende quando s i d i c e : Bada che s a r a i ingannato d a g l i uomini. Sta a t t e n t o . n / 1 14 Possiamo affermare che S l a t a p e r p o r t a i n s i a l l ' i n i z i o d e l novecento, a l c u n i t e r m i n i fondamentali d i un t e s s u t o 40 c u l t u r a l e o t t o c e n t e s c o abbastanza superato (come, d e l r e s t o , t u t t o i l fenomeno vociano pud essere c o n s i d e r a t o un a u t e n t i c o romanticismo che s i s v i l u p p a i n c o n d i z i o n i s t o r i c h e r i t a r d a t e ) che e g l i s f o r z a e a g i t a d a l l ' i n t e r n o n e i t e n t a t i v o d i t r o v a r e adesso una p o s s i b i l i t y d i prensione su una realta* s t o r i c a i n r a p i d a t r a s f ormazione. Lo S l a t a p e r d e g l i u l t i m i anni, che precedano l a sua morte s u l Carso, s i t r o v e r a completamente depurato d e l l e componenti pi& a n t i r e a l i s t i c h e e superumane i m p l i c a t e d a l l a sua s f e r a c u l t u r a l e d i o r i g i n e . D i questa sua o r i g i n e s v i l u p p e r l . i l a t i pift p o s i t i v i come l o scavo d e l l a dimensione i n d i v i d u a l e dell'uomo, d e i s u o i v a l o r i i n t e r i o r i e o f f r e n d o a l tempo s t e s s o un o r i g i n a l e s v i l u p p o s u l d u p l i c e p i a no d e l l ' e s i s t e n z a i n d i v i d u a l e e d e l l ' a p e r t u r a s t o r i c a c o l l e t t i v a . II problema fondamentale, una v o l t a s t a b i l i t a l a p o s i z i o n e morale d i S l a t a p e r n e i quadro d e l suo tempo, sembra essere p r o p r i o q u e l l o d i p u n t u a l i z z a r e l e s i n g o l e i n n o v a z i o n i da l u i espresse a l l ' i n t e r n o d i una p r o b l e m a t i c a c u l t u r a l e s o l t a n t o p a r zialmente moderna. In buona parte, questa p r o b l e m a t i c a s i p r e s e n t a r i t a r d a t a r i a , perche incapace d i produrre p o s i z i o n i che non s i a n o i n qualche modo ambigue i n t u t t a l a s e r i e d i sfumature che puo 1 assumere i l r a p porto dell'uomo con l a realta*, come dimostra l ' e s i t o d e l l a v o r o d i r i c e r c a d i quasi t u t t i i c o e t a n e i d i S l a t a p e r , p r e s i t r a i l v e l l e i t a r i s m o d i P a p i n i , S o f f i c i e P r e z z o l i n i , e i l moralismo spesso 41 impotente d i Amendola e Boine. Da un capo a l l ' a l t r o d e l l ' o p e r a d e l t r i e s t i n o , i c o n c r e t i e p a r t i c o l a r i r i s u l t a t i d e l l a s i n t e s i , a t t r a v e r s o s v a r i a t e a p p l i c a z i o n i sembrano e s s e r e spesso i n c e r t i e m utevoli, r i c c h i d i m e r a v i g l i o s e scoperte, ma anche d i cadute su p o s i z i o n i g i a s c o n t a t e . S l a t a p e r d moderno ma, molto spesso, s o t t o l ' e s i g e n z a d e l l a modernita** s i nascondono l i n g u a g g i e forme c u l t u r a l i q u a s i i n e r t i , p r i v i d i v i t a . Di f r o n t e a l i a realta**, l a p o s i z i o n e che i l t r i e s t i n o assume e* d i i n t e r v e n t o a t t i v o d i s f o r z o d e l l ' i d e a l e impegnato a possedere i l r e a l e . II mito a l quale e g l i piu* d e l l e v o l t e a t t i n g e per dare forma e s i g n i f i c a t o a l suo atteggiamento e", molto spesso, q u e l l o d e l l ' e r o e : elemento d i t i p o s p e c i f i c a m e n t e l e t t e r a r i o . Verso i l f i n i r e d e l 1912 l ' e s p e r i e n z a vociana d i S l a t a p e r puo' d i r s i praticamente c o n c l u s a anche se p i u t a r d i a p p a r i r a s u l l a r i v i s t a qualche breve recensione s i n o a l l ' a p r i l e d e l 1913. Le c r i s i e i d i s a c c o r d i , che erano r i s u l t a t i nell'ambiente vociano non erano i l s o l o r i s u l t a t o d i c o n t r a s t i o r i p i c c h e p e r s o n a l i , n e i caso d i S l a t a p e r s i t r a t t a v a d i una i m p o s s i b i l i t a * d i c a r a t t e r e p s i c o l o g i c o e morale. E g l i aveva l ' i n t e n z i o n e d i creare cio* che r i t e n e v a una vera opera e s t e t i c a , un'unione p e r f e t t a d i m o r a l i t a e b e l l e z z a . II mio Carso d i v i e n e , con i l r i s u l t a t o l o g i c o d e l l ' u r t o , reazione e d e l u s i o n e d i f r o n t e a l l ' e s p e r i e n z a vociana, i n f i n e , c o s t i t u i s c e l a prova " e s t e t i c a " d e l l a p e r s o n a l i t a d i S l a t a p e r n e i c o n f r o n t i d e g l i a l t r i v o c i a n i . 42 Note a l Terz o C a p i t o l o 1. Angelo Roman6, La c u l t u r a i t a l i a n a a t t r a v e r s o l e r i v i s t e , Enaudi, T o r i n o , 1960, pag. 94. 2. S c i p i o S l a t a p e r , S c r i t t i l e t t e r a r i e c r i t i c i , c i t . , pag. 186 - 187. 3. I b i d . , pag. 15 - 16. 4. Angelo Romano, La c u l t u r a i t a l i a n a , c i t . , pag. 206. 5. I b i d . , pag. 208. 6. I b i d . , pag. 208. 7. I b i d . , pag. 224. 8. I b i d . , pag. 225. 9. I b i d . , pag. 243 - 244. 10. I b i d . , pag. 243. 11. I b i d . , pag. 137. 12. S c i p i o S l a t a p e r , I I mio Carso, Milano, Mondadori, 1958, pag. 95. 13. S c i p i o S l a t a p e r , A l i e t r e amiche, c i t . , pag. 399. 14. S c i p i o S l a t a p e r , A l l e t r e amiche, c i t . , pag. 311. CAPITOLO IV II mio Carso e l ' u n i c a opera compiuta d i S c i p i o S l a t a p e r . Non e" un romanzo, non e* un d i a r i o , ma qualcosa d i nuovo e r i v o l u z i o n a r i o per l ' i n t e r a c u l t u r a i t a l i a n a . I I mio Carso e l a s t o r i a d i un poeta che c e r c a nuova e n e r g i a , nuova capacita* d i i n t e r v e n t o r e a l e n e l l a v i t a , a t t r a v e r s o i l c o n t a t t o con l a p r o p r i a a u t e n t i c a o r i g i n e , con l a verginita*" d e l l a natura, pura ed a s s o l u t a idealita**, e p o i t o r n a a l i a c i t t a " , simbolo d e l l a v o r o . L ' i d e a d i comporre i l mio Carso nasce n e i gennaio d e l 1910 ed ha o r i g i n e d a l t r a g i c o dramma sentimentale con Anna. S l a t a p e r l o d e f i n i v a i l poema d e l l a prima g i o v i n e z z a , "opera e g o i s t i c a " o i n d i r e t t a m e n t e " i l l i b r o d e l l a c u l t u r a a T r i e s t e " . L'opera s c h i v a q u a l s i a s i t e n t a t i v o d i indagine o g g e t t i v a d e l l a r e a l t a , tende a essere l a r i c o s t r u z i o n e d i una s t o r i a d e l l a c o s c i e n z a , r i d u c e 1'immagine d e l mondo a l i o s p a z i o i n t e r i o r e d e l l ' a n i m a . Lo schema d e l t e s t o e* molto semplice, sono tre* p a r t i ; t r e momenti d i v i t a , t r e momenti d i un dramma q u o t i d i a n a -mente umano, c o r r i s p o n d e n t i i l primo, a g l i anni d e l l a i n f a n z i a e d e l l ' a d o l e s c e n z a con l a scoperta d e l Carso; i l 44 secondo, a l i a c a l a t a o s s i a a l i a d i s c e s a d a l Carso, n e l l a c i t t a e n e i mondo d e g l i uomini; i l t e r z o a l l ' e p o c a d e l dolo r e e a l l ' a c c e t t a z i o n e d i un compito da a s s o l v e r e p r e s s o g l i uomini. Questa,in e f f e t t i e l a s t r u t t u r a generale d e l l ' o p e r a , secondo q u e l l e che erano l e i n t e n z i o n i d i S l a t a p e r : " S o t t o t i t o l o : A u t o b i o g r a f i a l i r i c a . Tre p a r t i : Bimbo, Adolescente, Giovane" Due i n t e r m e z z i ; La C a l a t a , La S a l i t a ; e una f i n e : T r a g l i uomini: c i r c a c o s i . I I poema d e l l a g i o v i n e z z a f o r t e , con i s u o i t u r b a -menti, scoraggiamenti e p r o p o s i t i . II l i b r o p r e s e n t a una s e n s i b i l i t y f r e s c a e i n t a t t a : u n ' a s s o l u t a novita' d i l i n g u a g g i o e d i immagini; S a i cosa penso d e l mio l i b r o ? e un nuovo l i b r o . E una chiamata d i f o r z a , un i n v i t o d i s a l u t e . I c r i t i c i i t a l i a n i dicono che dopo C a r d u c c i e d'Annunzio e da s t o l t i f a r e p o e s i a da " b a r b a r i " . E i o sono s t o l t o . Io ho i n me una g i o v i n e z z a . Io ho i n me una g i o v i n e z z a come nessun i t a l i a n o d e l l a mia generazione l ' h a , f o r s e anche perche sono t r i e s t i n o . E i o do a g l i i t a l i a n i da r o s i c c h i a r e l a mia g i o v i n e z z a . ^ Con questo S l a t a p e r i n d i c a i due a n t e c e d e n t i p o e t i c i i n campo i t a l i a n o d i c u i era c e r t o che l a sua opera c o s t i t u i s s e una co n t i n u a z i o n e e insieme un superamento, e p r e c i s a anche a l c u n i d e i c a r a t t e r i che d i s t i n g u o n o l a sua p e r s o n a l i t y n e l l a s c h i e r a d e i p o e t i nuovi. Lo S l a t a p e r v o l e v a essere "poeta" e non " l e t t e r a t o " : e quanta fede e g l i aveva n e l l a p o e s i a , a l t r e t t a n t a s f i d u c i a n u t r i v a n e i c o n f r o n t i d e l l a " l e t t e r a t u r a ". Per l u i " l ' a r t e e i l superamento d e l l a l e t t e r a r i e t d " , poiche l a " l e t t e r a -r i e t d " e l a " f a l s i t & " d e l sentimento e i n o l t r e " l a 45 l e t t e r a t u r a e* un t r i s t e e un secco m e s t i e r e " ovvero "£ f a r d e l l a p o e s i a i s p i r a t i da p a r o l e da stampare; e" aver s e n t i m e n t i f i n i t i " . Secondo S l a t a p e r bisogna n u t r i r e t u t t o l-'uomo: se r e s i s t e ^ poeta, se no " s c h i a t t a " , ma almeno sa d i aver f a t t o qualcosa. I n f a t t i l u i r i n u n z i a a essere un p o e t i n o o magari un poeta come Petrarca.; ... "bisogna p a r t e c i p a r e attivamente a l i a v i t a o non e s i s t e r e ! ^ E bench&, come s i £ accennato, l o s c r i t t o r e t r i e s t i n o f o sse lonta.no da r i c e r c h e puramente l e t t e r a r i e , s e n t ! t u t t a v i a una necessita di f orma,confessandola ad Anna n e i gennaio d e l 1910: " l a p a r o l a che supera l a p a r o l a , che l ' a n n i e n t a , che da* l e cose direttamente mi t u r b a e mi f a s o f f r i r e , perche* non l a so* raggiungere" . ^  A l t r e v o l t e questo problema s i p r e s e n t a n e i cors o d i l a v o r o d i approfondimento c r i t i c o , condotto a t t r a v e r s o g l i Appunti e l e l e t t e r e a g l i a m i c i . In sostanza S l a t a p e r non e* i l poeta immediato, come a primo a c c h i t o s i potrebbe pensare dopo una prima l e t t u r a d e l Carso e non e s c l u d o che questo s i a i l motivo d i una c e r t a t r a s c u r a t e z z a da pa r t e d i alcune r i v i s t e d e l novecento, e d i m o l t i c r i t i c i d i una c e r t a p o r t a t a q u a l i S e r r a e de R o b e r t i s . Qui non s i t r a t t a d i un l e t t e r a t o d i mestiere, ma d i un a r t e f i c e profondamente impegnato n e i problemi c r i t i c i e t e c n i c i d e l p r o p r i o m e s t i e r e . I I 17 giugno d e l 1910 durante una. fase d i f f i c i l e n e l l a compilazione d e l poema s c r i v e a G i g e t t a : "Ora ogni immagine r i p o s t a i n una notte d i 46 pena e* un gio r n o d i s t u p i d i t a . " Un a l t r o passo t o l t o da una l e t t e r a ad Elody d e l 1909, giova a. c h i a r i r e u l t e r i o r m e n t e che e g l i e r a impegnato a dare a l i a sua l i r i c a una dimensione, e un'espressione c r i s t a l l i n a , esente da q u a l s i a s i contaminazione l e t t e r a r i a : Sono... un l e t t e r a t o , c i o e l a p i u a n t i p a t i c a r a z z a umana. Le cose troppo spesso mi diventan immagini d i penna, non d i anima... Quand'uno mi d i c e : "Come s c r i v i bene", i o a r r o s s i s c o e sento che un rimorso mi rode dentro, perche** v u o l d i r e che non so ancora p i g l i a r e una cosa n e l l a sua realta**, com'e**, cioe* profonda, d i v i n a , d i s i g n i f i c a t o p r o p r i o ; ma c i a p p i c c i o d e l l e mie p r e o c c u p a z i o n i e s t e r n e ad e s s a . . . T i prometto che sard*, che cercher<*r d i essere, sempre piu** poeta e meno s c r i t t o r e . ^ I I l i r i s m o d e l l ' o p e r a nasce da qualcosa d i ben d i v e r s o d a l l a r i c e r c a d i s t i l e mantenuta su un piano eminentemente l e t t e r a r i o , va* a l d i la* d e l l e i n t e n z i o n i d e l suo autore. La s t o r i a r a c c o n t a t a ne I I mio Carso, pur r i s p e c c h i a n d o una e s p e r i e n z a umana i n d i v i d u a l e , d a l tempo s t e s s o animata da una f i n a l i t a " c i v i l e o come 1'autore d e f i n i s c e : "un manifesto p o l i t i c o e una chiamata d i f o r z a morale".~ 6 A l suo i n t e r n o s i ripropone l a consueta c o n t r a d d i z i o n e t r a i o e r e a l t ^ , come pure una f o r t i s s i m a s p i n t a verso l e cose r i v e l a t e da un a l t e r n a r s i d i pagine d e s c r i t t i v e con a l t r e p i u sentitamente l i r i c h e e l'i m p u l s o morale spinge ad un d e s i d e r i o d i r i f l e s s i o n e i n t e r i o r e e d i raccoglimento. Ecco come s i presenta l a pagina d i a p e r t u r a d e l Carso che s i p r e s t a a u n ' a n a l i s i d i t u t t i 47 g l i e l ementi che animano i l mondo p o e t i c o d i S c i p i o S l a t a p e r : V o r r e i d i r v i : Sono nato i n Carso, i n una casupola c o l t e t t o d i p a g l i a a n n e r i t o d a l l e piove e d a l fumo. C'era un cane s p e l a c c h i a t o e rauco, due oche i n f a n g h i t e s o t t o i l ventre, una zappa, una vanga, e d a l mucchio d i c o n c i o quasi senza strame scolavano, dopo l a pi o v a , c a n a l e t t i d i succo b r u n a s t r o . V o r r e i d i r v i : Sono nato i n C r o a z i a , n e l l a grande f o r e s t a d i r o v e r i . D'inverno t u t t o e r a bianco d i neve, l a p o r t a non s i poteva a p r i r e che a p e r t u g i o , e l a notte s e n t i v o u r l a r e i l u p i . Mamma m'infagottava con c e n c i l e mani g o n f i e e rosse, e i o mi buttavo s u l f o c o l a i o , f r i g n a n d o per i l freddo. V o r r e i d i r v i : Sono nato n e l l a p i a n u r a morava e co r r e v o come una l e p r e per i l u n g h i s o l c h i , levando l e cornacchie c r o c i d a n t i . Mi buttavo a p a n c i a a t e r r a , s r a d i c a v o una b a r b a b i e t o l a e l a r o s i c a v o t e r r o s a . P o i son venuto q u i , ho t e n t a t o d i addomesticarmi, ho imparato l ' i t a l i a n o , ho s c e l t o g l i a m i c i t r a i g i o v a n i p i u c o l t i ; ma p r e s t o devo t o r n a r e i n p a t r i a perche** qui s t o molto male. V o r r e i i n g a n n a r v i ma non mi c r e d e r e s t e . V o i s i e t e s c a l t r i e s a g a c i . V o i c a p i r e s t e s u b i t o che sono un povero i t a l i a n o che c e r c a d'imbarbarire l e sue s o l i t a r i e p r e o c c u p a z i o n i . E meglio c h ' i o c o n f e s s i d ' e s s e r v i f r a t e l l o . ^ L ' i n t e r o brano s i regge su una c o n t r a p p o s i z i o n e , s c a n d i t a d a i v a r i e r i p e t u t i o r i g i n e s l a v a e t r i e s t i n a , e ancora c o i n v o l t i n e l l e l o r o T a l e c o n t r a p p o s i z i o n e , che p separazione m o r a l i s t i c a t r a " V o r r e i . . . ma", che volge autore, con d a l l a sua q u e l l o d e g l i amici f i o r e n t i n i c o m p l i c a z i o n i i n t e l e t t u a l i . r e s e n t a l ' i n t e n t o d i porre una l e p e r s o n a l i t a d e l poeta, a mettere i n r i s a l t o due mondi; q u e l l o d e l l l a tendenza a una a u t e n t i c i t a * umana, d a t a g l i 48 p o r t a t e c o s i i n primo piano, e i l mondo c i v i l i z z a t o , t r o v a i l suo sfogo, per un momento f i t t i z i o e l i m i t a t o a l i o s t a t o d i sogno o d i d e s i d e r i o , n e l l ' u n i o n e d e l l a persona d e l l ' a u t o r e ad alcune r e a l t a ^ n a t u r a l i : l a d i s t e s a c a r s i c a con l e r a r e e d i s a g e v o l i a b i t a z i o n i , l a f o r e s t a c r o a t a , l a p i a n u r a morava, anche queste u l t i m e usate a l i o scopo d i evocare un'immagine d i v i t a l i b e r a e sana. E* i l p r e l u d i o a l motivo fondamentale d e l poema, 1 ' e s a l t a z i o n e d e l Carso come luogo t i p i c o e q u a s i , s i direbbe, m i t i c o . I n i z i a l m e n t e l a c o n t r a p p o s i -zione non e* s t a t i c a , ma tende a e s p a n d e r s i i n maniera dinamica i n aperture e v o c a t i v e e d e s c r i t t i v e . Segue un tono l i r i c o che prende i l sopravento e raggiunge c o n c r e t e z z a i n una f l u t t u a z i o n e d i r i c o r d i p e r s o n a l i t r a t t i d a l l a r e a l t a a u t o b i o g r a f i c a : l a nonna veneziana, e p o i i l g i a r d i n o d ' i n f a n z i a , ecc. A questo punto s ' i n t e r c a l a l a r i p e t i z i o n e "penso,... penso,... penso." E predomina un tono d i r i e v o c a z i o n e l i r i c a , i n c u i trovano s f o g g i o v a r i s q u a r c i n a r r a t i v i . Esaminando l ' u s o che S l a t a p e r f a d e l l a p a r o l a troviamo una componente che a prima v i s t a espone elementi che s i potrebbero d i r e e s p r e s s i o n i s t i c i . Nei dicembre d e l 1908, i n una l e t t e r a . a l l ' a m i c o M a r c e l l o i n r e l a z i o n e a i s u o i t e n t a t i v i p o e t i c i , S l a t a p e r s c r i v e : " U r l o perche* non sc^ c a n t a r e " . La medesima funzione s i puo a p p l i c a r e a II mio Carso per s o t t o l i n e a r e l a potenza che appunto c o n s i s t e n e l l ' i n t e n s i t a e s p r e s s i v a d i ogni 49 p a r o l a ed un p a r t i c o l a r e collegamento d i gruppi d i esse. "Quel l i b r o non d a f f a t t o l a mia a u t o b i o g r a f i a " s c r i v e v a n e i maggio d e l 1912 a l i a s i g n o r a Dobbra: "ma l a v i t a d i uno qualunque (anche se mia) v i s t a s o t t o c e r t i a n g o l i v i s u a l i , con un c e r t o senso d i complesso che esagera a l c u n i c a r a t t e r i e ne dimentica m o l t i a l t r i : i n modo che e p i u t t o s t o mito che s t o r i a " . N e l l a medesima l e t t e r a continua: "... £ g i u s t o i l suo accenno a l l ' a r t e n o r d i c a i n c u i d i f a t t i dopo C a r d u c c i mi parve d i t r o v a r m i quasi completamente".g Quest ' a l l u s i o n e a l l ' a r t e n o r d i c a c i da v un i n t e r e s s a n t e d e t t a g l i o s u g l i e s a t t i a n t e c e d e n t i d e l poeraa, d i c u i sarebbe s b a g l i a t o c e r c a r e un e s a t t o modello n e l l a l e t t e r a -t u r a i t a l i a n a . C i s i a v v i c i n a invece ad una d u p l i c e componente l a t i n a e nordica. come l o s t e s s o S l a t a p e r conferma: " i o sono P i n d a r o t u f f a t o n e i mare d e l Nord". 9 E s i s t e una u n i t a*" a r t i s t i c a n e i Mio Carso? Da un punto d i v i s t a c r o n o l o g i c o questa unita* e** r e l a t i v a benche* l a s t o r i a d i una maturazione i n t e r i o r e s i a chiaramente p e r c e t t i b i l e d a l poema. T u t t o i l poema s i regge su una u n i t ^ d i c a r a t t e r e f a n t a s t i c o : " i l nesso f a n t a s t i c o f a l a p o e s i a , non l a p a r o l a " . Quest'affermazione presa d a g l i appunti d e l 1910 non ev una c o n t r a d d i z i o n e : essa v u o l dimostrare un superamento d e l l a p a r o l a a t t r a v e r s o i l nesso f a n t a s t i c o quale elemento e s s e n z i a l e d e l l a c r e a z i o n e p o e t i c a . 50 Lo S t u p a r i c h fa** not are che l a r e a l i z z a z i o n e p o e t i c a d i S l a t a p e r s i g n i f i c a s o p r a t t u t t o immagine, o meglio, l ' a l l i n e a r s i d i una c o r s a r a p i d i s s i m a d i immagini: "Mi cohosceva l a t e r r a su c u i dormivo l e mie n o t t i profonde, e i l grande c i e l o d e l mio g r i d o v i t t o r i o s o , quando sobbalzando con l'acque gift per i t o r r e n t i s p a c c a t i d i l a v i n e e t e r r i c c i o , d'un c o l p o d i piede rompevo l a c o r s a per c o g l i e r e i l p i c c o l o f i o r e c e l e s t r i n o " . ^ Q S i pud notare qui l a t r a s p o s i z i o n e dell'immagine da un termine a l l ' a l t r o i n modo da dare un s e g u i t o r a p i d i s s i m o d i a z i o n i e un v o r t i c e r a p i d i s s i m o d i s e n s a z i o n i che presentano anche i l v i v e r e c o n c r e t o d e l personaggio i n mezzo a l l e cose: "Ronzava n e i mio pugno l a mosca c o l t a a v o l o : a c c a r r e z z a v o i l bruco l i s c i o e f r e s c o che s i r a g g r i n z a v a come una f o g l i o l i n a secca: tenevo a v v i n t a per l e g randi a l i c e l e s t r i n e l a l i b e l l u l a : affondavo i l b r a c c i o n e l l ' a c q u a per s o l l e v a r d i c o l p o i n a r i a i l r o s p i c i n o d a l l a p a n c i a g i a l l o - n e r a : t e ntava d i r i t o r c e s i l'addome d e l l a vespa per p a r t o r i r v i i l p u n g i g l i o n e . Squarciavo a s a s s a t e l e b i s c i e . " ^ Non t u t t e l e immagine presentano 1'immediatezza f a n t a s t i c a d i q u e l l e che compaiono n e i momenti pitt r i u s c i t i d e l l ' i m -medesimazione con l a natura. Esaminiamo un passo del Mio Carso ove " i l mare s t a v a z i t t o " , " l a casa dormiva", " s i l e n z i o s e erano l e larghe camere", e i , "bimbi... s i buttavano s u i p r a t i come un c i a p o d i s t o r m i a u t u n n a l i " , troviamo che queste immagine sembrano p r i v e d i s p o n t a n e i t y , e hanno bisogno d i qualcosa che c r e i t r a d i l o r o una connessione. N e l l a medesima pagina superato i l g i o c o d e l l e immagini 51 cade n e l l ' e s t r e m o opposto d i un nat u r a l i s m o pesante d i c u i l ' u n i c a f o r z a e*" molto spesso a f f i d a t a a l i a v i v a c i t a * d e i t e r m i n i d i a l e t t a l i . La caduta i n questo naturalismo, p r i v o d i un'espressione esuberante, s i pud r i s c o n t r a r e p a r t i c o l a r m e n t e n e l l ' e p i s o d i o d e l p r o t a g o n i s t a che a T r i e s t e fugge a l gendarme che l ' h a c a t t u r a t o i n s e g u i t o a una ma n i f e s t a z i o n e , e a n t i c i p a una c o n t i n u i t y d i e p i s o d i c i t t a d i n i n e l l a seconda j j a r t e . L'episodio d e l l a d i s c e s a d i S l a t a p e r d a l Carso e* importante perche* p r e s e n t a un primo t e n t a t i v o d i i n t e r p r e t a z i o n e d e l l a r e a l t y , un costa n t e d e s i d e r i o d i dare un s i g n i f i c a t o e un senso a i f a t t i , e s p o s t i n e l l a l o r o essenzialita**: "Ha l e s p a l l i n e grosse, g i a l l o - n e r e . Perche* non l a s c i a r m i condurre da l u i ? S i va dove non so, ma non e* n e c e s s a r i o c h ' i o s a p p i a . Mi conduce l u i , s v o l t a , scantona, e i m i e i p i e d i s i pongono sempre p a r a l l e l i a i s u o i . La b a i o n e t t a s c i n t i l l a molto l u c i d a . E c a r i c o i l tuo schioppo?"^2 S i r e v e l a n o qui l e c a r a t t e r i s t i c h e d e l l o S l a t a p e r n a r r a t o r e . Come precisamente fa. notare G i a n i S t u p a r i c h una d e l l e c a r a t t e r i s t i c h e d e l l a sua s c r i t t u r a £ l a tendenza a l i a s p i e g a z i o n e minuziosa e a l i a resa d i c e r t i p a r t i c o l a r i ( i l modo d i v e s t i r e d e l gendarme), u n i t a a q u e l l a d i c o n s i d e r a r e 1 ' i n d i v i d u a l e i n r e l a z i o n e a l i o u n i v e r s a l e ( i l gendarme come strumento d e l m i l i t a r i s m o a u s t r o - u n g a r i c o ) . Questa e** l a medesima c a r a t t e r i s t i c a che S l a t a p e r r i v e l a n e g l i S c r i t t i p o l i t i c i , cioe* q u e l l a d i f f i c o l t a 4 * a rendere l a r e a l t a * che non s i a e s p r e s s a n e i minimi p a r t i c o l a r i . Dal punto d i v i s t a n a r r a t i v o 52 l ' e p i s o d i o non ha e s i t o f e l i c e perche manca d i un dinamismo i n t e r n o . La C a l a t a a T r i e s t e , i n c u i avviene i l p assaggio d a l l a natura a l i a s t o r i a , d a l l a campagna a l i a c i t t a * c o s t i t u i s c e l a p a r t e c e n t r a l e d e l poema: e i o vado per l e s t r a d e d i T r i e s t e e sono contento che e s s a s i a r i c c a , r i d o d e i c a r r i f r a s t o r n a n t i che passano, d e i t e s i s a c c h i g r i g i d i caffe*, d e l l e c a s s e t t e q u a s i e l a s t i c h e dove t r a t r i n e e v e l i d i c a r t a stanno s t i v a t i i poppanti a r a n c i , d e i c a r r i d i r i s o s f i l a n t i d alla. punzonatura doganale una s o t t i l e r o t a i a d i b i a n c a neve, d e i b a r i l o t t i s e m i - s f a c i a t i d'ambrato c a l o f o n i o , d e l l e b o t t i s g r a v i t a n t i d i lana greggia, d e l l e b o t t i morchiose d ' o l i o , l e buone merci che passano per mano n o s t r a d a l l ' o r i e n t e , d a l l ' A m e r i c a e d a l l ' I t a l i a v e r s o i t e d e s c h i e i boemi.^g Dopo questa generale i n t o n a z i o n e l i r i c a , S l a t a p e r passa a i l l u s t r a r e ci6* che e* a l i a base d e l quadro d e s c r i t t o : l a f o r z a d e l l a v o r o e 1'opera d e g l i uomini: per i l nuovo por t o , minammo e frantumammo una montagna i n t e r a . Mesi e mesi d i f u r i b o n d i s quarciamenti che r i n t r o n a -vano l ' o r i z z o n t e e s'abbattevano come i l terremoto s u l l e nostre case piene d i f i n e s t r e . E p i c c o l i v a p o r i n i un pb' s u p e r b i d e l l o r o pennacchio d i fumo, facevan r i g a r d r i t t e lunghe f i l e d i maone t u t t e p a n c i a e d a l l a s t r a d a n a p o l e o n i c a s i vedeva s f o l g o r a r n e i mare i c a r i c h i d i p i e t r a s c i n t i l l a n t e . Quest 'e* i l quarto p o r t o d i T r i e s t e . La s t o r i a d i T r i e s t e h n e i s u o i p o r t i . Noi eravamo una p i c c o l a darsena d i p e s c a t o r i p i r a t i e sapemmo s e r v i r c i d i Roma, s e r v i r c i d e l l ' A u s t r i a e r e s i s t e r e e l o t t a r e finche* Venezia andS gift. Ora, l ' A d r i a t i c o e* n o s t r o . ^ T u t t a questa p a r t e d e l l ' o p e r a s i regge su una c o s t r u z i o n e d i q uadri n a r r a t i v i r e l a t i v a m e n t e s t a t i c i ; sembra che 1'autore una v o l t a p a s s a t o d a l l a natura a g l i uomini non 53 r i e s c a a r i a n i m a r e l e f i g u r e da l u i c o s t r u i t e . I p a s s i d i maggior successo sono o t t e n u t i quando s i evade n e i g i o c o d e l l a f a n t a s i a , o d e l l a memoria, che r i e v o c a l a f i g u r a d e l l o z i o g a r i b a l d i n o . A l c u n i e v e n t i come q u e l l o d e i t e n t a t i v i per t r o v a r l a v o r o a l " C r e d i t " o a l " P i c c o l o " : non hanno successo e sono i n s u f f i c i e n t ! ; Cxh che piu* importa i n q u e s t i e p i s o d i e1 un g i u d i z i o morale, una c h i a r i f i c a z i o n e i n t e r i o r e : Su per l'Acquedotto ho i n c o n t r a t o un c o n d i s c e p o l o , Nando Baul, che m'ha f a t t o e n t r a r e a l l e "Gatte". E r a l a prima v o l t a che entravo i n un caffe* c o n c e r t o . Guardavo l a carne f l o s c i a e l a gente che guardava. I I d i r e t t o r e d ' o r c h e s t r a aveva un naso t e r r i b i l e , e l e c a n z o n e t t i s t e c i facevano l e s p i r i t o s a g g i n i . Nando s i d i v e r t i v a ma con o s t e n t a z i o n e d i e s p e r i e n z a . Nando aveva g l i o c c h i l u s t r i . Mi d i s s e che qualche v o l t a xe p i f i b e l . Credo. S a l u t i . 1 5 II mio Carso s i b i l a n c i a s t r u t t u r a l m e n t e t r a una tendenza d i c a r a t t e r e musicale l i r i c o , e una d i s p o s i z i o n e d i c a r a t t e r e n a r r a t i v e T u t t a l a produzione l e t t e r a r i a minore d i S l a t a p e r , come l e N o v e l l e , l e Fiabe, i C a r a t t e r i e l e d e l i z i e indigene p a r t e c i p a i n questa d u p l i c e d i r e z i o n e . II f i n e d i questa produzione e* d i c o g l i e r e n e i t r a t t o c r u d e l e d e l l a c a r i c a t u r a qualche elemento s i g n i f i c a t i v o d e l l a realta*. La maniera v i o l e n t a d i p r e s e n t a r e q u e s t i r i t r a t t i e una c a r a t t e r i s t i c a vociana. I personaggi i l l u s t r a t i a t t r a v e r s o g e s t i e a t t i v i rimangono troppo r i g i d i : 54 L ' i n t r u s o p a r l a ancora, come c h i ha r i n g h i o t t i t o m o l t i s p u t i aspettando una s p u t i c c h i e r a i g i e n i c a . Ora 1'ha finalmente t r o v a t a , e s i e s p e t t o r a . Le sue p a r o l e son p i a t t e e m o l l i e v i s c i d e come l a carne d e i m o l l u s c h i . S ' a p p i c c i c a n o - sanguisughe - a l rauso: dimenandosi vorrebbero s u c c h i a r c i i l n o s t r o sangue per r i n f o r z a r s i e g o n f i a r s i . Eppure e* n e c e s s a r i o assolutamente r i g o l g e r s i a guardar l ' i n t r u s o : perche" i n fondo a l l ' o r r i z z o n t e i monti non han c o l o r e : un m i s c u g l i o d i s a s s i e a l b e r a c c i su c u i s i d i s t i n g u o n o c h i a r i s s i m e l e pedate d e g l i i n g l e s i e l e c a c c h e r e l l e d e l l e capre.^g II r e a l i s m o non t r o v a q u i una c a p a c i t y d i pe n e t r a z i o n e perche* permeato da un eccesso d i moralismo come i n alcune d e l l e sue n o v e l l e dove i personaggi appaiono i n modo s u p e r f i c i a l e e, con t u t t i i l o r o d i f e t t i , non r i e s c o n o a p r e s e n t a r e che a s p e t t i e s t e r i o r i . S l a t a p e r s t e s s o ne r i s c o n t r a i d i f e t t i c a u s a t i d a l l a r i g i d i t a * d e l l a p a r o l a , da un senso d i pesantezza d e l l a prosa : II "Freno" e* s c r i t t o i n una forma d i s t i l e senza sfumature: l ' a t t e n z i o n e d e l l e t t o r e non s i puc> fermare s u i s i n g o l i p e n s i e r i s t a c c a t i . 0 s'annoia. Ogni p r o p o s i z i o n e s t a d i per se**, con p r o p r i o p e n s i e r o . E anche ogni p a r o l a . L e t t o da me fa 1 un a l t r o e f f e t t o . Ma i n co n c l u s i o n e non p i a c e piu* neanche a me".^ In questa produzione minore r i s c o n t r i a m o pero l a le g g e r e z z a f a n t a s t i c a e i l modo d e l i c a t o d e l l ' a u t o r e d i t r a t t a r e c e r t e d e s c r i z i o n i e c e r t i m o t i v i . Lo s c r i t t o r e t r i e s t i n o t r o v a n e l l a f a v o l a un genere che s i a d a t t a perfettamente a i s u o i programmi, a una r i c e r c a d i spontaneita*, r e p e r i b i l e , i n questo caso, s o l t a n t o n e g l i e s s e r i d e l l a natura. 55 "... i due f r a t e l l i c i r c o n f o n d e n d o s i d e l l o r o mutuo amore, s i s t e s e r o p l a c i d a m e n t e s o t t o l e nubi. Come due bambini s o t t o l e brune copertucce, a manine i n t r e c c i a t e , quando mamma ha spento i l lume l o S i p e r c e p i s c e i n q u e s t i r a c c o n t i quel d e s i d e r i o d i andare i n c o n t r o a l bisogno d i con c r e t e z z a d e i p i c c o l i l e t t o r i a i q u a l i erano d e s t i n a t i . La f a v o l a f a v o r i s c e l a tendenza d i S l a t a p e r a dare v o l t o e g e s t i umani a t u t t i i p r o t a g o n i s t i n a t u r a l i d i queste avventure. Avviene i n t a l modo che n e i P e t a l o Rosa i l vento sghignazza, risponde "strozzando n e l l a g ola i l suo vocione"; c'e* un gufo i c u i " o c c h i o n i t o n d i s p r i z z a n o r a b b i a e f u r o r e " ; mentre i n un a l t r o racconto, l a ro s a e l ' u s i g n o l o , hanno s e n t i m e n t i e r e a z i o n i umani. C i troviamo q u i n d i anche i n questa produzione d e l t r i e s t i n o , a c o n f r o n t a r e questa ambigua d u a l i t a t r a f a n t a s i a e r e a l t a che s ' i n c o n t r a s i n o a meta* d e l Mio Carso. II superamento d i questo r e a l i s m o avve r r a s o l o con l'elemento che determinera* l a m a t u r i t a d i S l a t a p e r : l a morte d i Anna. C o l sop r a v v e n i r e d i questa e s p e r i e n z a l a s o l u z i o n e d e i problemi f o r m a l i s i t u a t i n e i Mio Carso comincia a d e l i n e a r s i . S i avverte un mutamento d i tono verso l a f i n e d e l l a p a r t e c e n t r a l e d e l poema, n e i passo i n c u i viene d e s c r i t t a l a m a l a t t i a d e l l a madre: V o g l i o oscura l a camera. Non f i l t r i i l s o l e d a g l i s c u r e t t i . Io sono s d r a i a t o a bocconi s u l l e t t o , immobile, e non penso. Non s o f f r o . N e l l ' oscurit£t d i l a g a una n o i a i n f i n i t a , i o sto* dimentico, intravedendo con d i s g u s t o g l i s c a f f a l i 56 d i l i b r i s u l l a parete d i f a c c i a . Ho l e t t o , ho r i g u a r d a t o d a l l a f i n e s t r a , ho fumato: i n u t i l e r i t e n t a r e . Non ho v o g l i a d i n i e n t e , e l a camera k f r e d d a . Sento s t r i d e r e bimbi i n s t r a d a , e ombre d i c a r r o z z e sfumano rap i d e ' s u l l a p a r e t e . P r e s t o sar& no t t e , e s i spegnera* finalmente anche questo r a g g i o denso d i s o l e che i l l u m i n a i l mazzo d i f i o r i d i p i n t i lassu*. Intanto g l i uomini tornano d a l l a v o r o e s i s a l u t a n o l'un 1 ' a l t r o . E l a t e r r a cammina n e l l a sua v i a f i s s a . ^ g Un a l t r o passo ove s i avverte una s o s t a n z i a l e innovazione e" l a composizione p u b b l i c a t a s u l l a "Voce" d a l t i t o l o s u l S e c c h i e t a c'e* l a neve, e p o i i n s e r i t a , direttamente n e l l ' o p e r a . S l a t a p e r r i t r o v a n e l l ' a s c e n s i o n e un senso d i s a l u t e f i s i c a e morale, un a l l e g e r i m e n t o d a l l e c o m p l i -c a z i o n i i n t e l l e t t u a l i . II modo i n c u i avviene t a l e r i g e n e r a z i o n e non e; p i t i s e n t i t o come a l l ' i n i z i o d e l poema, quando i l rapporto r i c h i e d e v a una comunione sensuale. II poeta r i s c o p r e una natura nuova d a l l a quale pud t r a r r e un insegnamento morale. Come f a notare l o S t u p a r i c h , i l mondo non e una p r o i e z i o n e d e l l ' a u t o r e , ma una r e a l t a 1 , s i a pur sempre a f f i n e a l u i , con l a quale pud i s t i t u i r e una s e r i e d i r a p p o r t i : T u t t o (3 f i o r i t o d'immagini i n t o r n o a t e . S t e n d i l a mano.': Non i g e t t i d a l rovo t u t o c c h i , n§ i s a s s i d e l l a t e r r a : a c c a r e z z i e t i pungi d e l tuo s p i r i t o , che e* s v o l a t o v i a da te a c r e a r t i i l tuo mondo. S'e* abbattuto contro l ' o s c u r o amorfo e ha p i a n t a t o d i c o l p o l e sue r a d i c i e n t r o d i l u i : onde i l verbo l o a g i t a , rami i n v e r n a l i g o n f i come pugno che s'ingrossano come pift s i s f o r z a i n se s t e s s o . E i t u o i s c a r p o n i marchiang i l t e r r e n o , umido d i l i n f a s u c c h i a t a su i n m i l l e forme d a l s o l e : e i l tuo sguardo s i spande 57 fraternamente n e i c e r c h i o d i v i n o , d e i c o l l i v e r d i - n e r i , s o t t o i l c i e l o l i m p i d o e l i e v e che par s ' e l e v i - lu c e - p i f t i n su d e l l ' a r i a . Cammina amorosamente n e i tuo regno meraviglioso.2Q T u t t o emerge l i m p i d o con un timbro che d e r i v a da una raggiunta s e r e n i t ^ d i animo, che non dsl luogo a c o n c i t a z i o n i o a un antecedente r a p i d o a l t e r n a r s i d i immagini. D'ora i n a v a n t i S l a t a p e r prende c o s c i e n z a d e l l a nuova missione che deve compiere. In una r i n n o v a t a a t t e n z i o n e verso l ' e s i s t e n z a delle cose e: d e g l i uomini, appare una semplicit£fc e una c a p a c i t y d i meditazione che prima, s v a n i v a i n c o n c i t a z i o n e l i r i c a . Questa nuova e p o s i t i v a p o s i z i o n e permette un maggior approfondimento. L ' a n t i c a r i g i d i t S d e l l a p a r o l a ha l a s c i a t o posto ad una prosa e s s e n z i a l e , p r o t e s a verso i f a t t i che essa colma i n una sensazione d o l o r o s a d i vuoto i n t e r i o r e : Guardavo i b r a g o z z i c i o s o t i che con una s p i n t a s i staccavano, g o n f i e c a r i c h i , d a l l a r i v a . II padrone d e l l a barca s i lev a v a l a c a m i c i a per non i n f r a d i c i a r l a d i sudore, s'arrampicava s u l l ' a l b e r o , e agganciandosi con l a gamba s u l l a s c a i a a corda s b r o g l i a v a l a v e l a , g i a l l a s t r a a macchie mattone. T u t t a l a notte avrebbero c o r s o l ' A d r i a t i c o c o l borino, e p o i un a l t r o g i o r n o e un a l t r o s o t t o i l s o l o . Specialmente mi desideravo l a pi e n a calma marina, se i l vento fosse . c e s s a t o improvvisamente. Avevo bisogno d i s t a r s o l o . Andavo per l e strade poco fr e q u e n t a t e , nell'ombra d e g l i a l t i casamenti r e t t a n g o l a r i , e mi guardavo i n t r o n o spiando d i lontano i l v i s o d e i passant i . Temevo d'essere conosciuto, d'esser s a l u t a t o , d i dover s a l u t a r e . Un amico mi mandd una c a r t o l i n a : perche non g l i s c r i v e v o ? . . . T u t t e buone e care persone: ma i o ero i n c e r c a d i l o n t a n a n z a . 0 1 58 Benche*" l a prosa s i p r e s e n t i sempre p i u dol o r a n t e , ma piu* l i m p i d a , preannuncia g i a i l t r i o n f o c o n c l u s i v o d e l Carso, i l passaggio da natura a s t o r i a e 1'immagine s i a r r i c c h i s c e di un mezzo molto p i d s o s t a n z i a l e e maturo: i l simbolo. E* i l momento culminante d i questa prosa estremamente moderna: Stavo s o l o n e l l a mia s t a n z e t t a e ogni s e r a s e n t i v o b a t t e r e lentamente l e nove, p o i l e nove e mezzo, p o i l e d i e c i , p o i l e d i e c i e mezzo... II tempo camminava come s i va n e i pomeriggi d o m e n i c a l i , p o r t a n d o s i addosso l a n o i a d i t u t t i g l i uomini. E ogni notte s e n t i v o passare una ca r r o z z a n e l l a v i a , p o i l a voce d i t u t t i i sonnambuli che gridavano a l i a moglie o a l i a mamma per l a chiave.^2 In questo passo e s i s t e un avvicinamento ma non ancora un unione t r a mondo e s t e r n o e mondo i n t e r i o r e d e l p r o t a g o n i s t a ; v'e*" l a p o s s i b i l i t a * d i uno sguardo p i u umano e d i s i n c a n t a t o , ma n e i medesimo tempo l a r i n u n c i a anche a g i u d i c a r e e ad i n t e r v e n i r e . II nuovo S l a t a p e r s i l i m i t a a guardare e annotare: "... come a l s o l i t o i muratori camminavano n e l l a s t r a d a s i l e n z i o s a , con i l o r o g r o s s i t a c c h i . Passa qualche nottambulo, e una guardia d i p u b b l i c a s i c u r e z z a p iantona a l a r g h i p a s s i ' ' ^ ^ E* una c i t t a * d i questo mondo dove l a c a r a t t e r i s t i c a e i l vuoto: "t u p u o i camminare f i n o a l l ' a l b a p e r l a c i t t a * z i t t a , mentre l a p o l v e r e c a l a per t e r r a " . O A 59 A l termine d i queste pagine, i l p r o t a g o n i s t a porra" l a morte d i Anna n e l l a c l a s s i f i c a z i o n e " m i s t e r o " e accettera* d i continuare e d i esprimere che: " t u t t a l a v i t a e* i n t r e c c i a t a c o s i r i d i c o l m e n t e . Nessuno pud c a p i r e 1 ' a l t r o , ma s ' i n f i n g e d'amarlo e d ' o d i a r l o . Perche 4? L ' a l t r o f a un f a t t o e a l l o r a s i d i c e che ha f a t t o bene, che ha f a t t o male. In nome d i che c o s a ? " 2 5 A g l i o c c h i d i S l a t a p e r i l mondo s i p r e s e n t a i n questo dubbio, e q u i n d i bisogna d o t a r l o d i un s i g n i f i c a t o , che e* q u e l l o d e l l a v o r o umano e d e l l a s t o r i a , d e l l a v i t a che a l i t a T r i e s t e n e i suo porto: "carbonai che d a l l a maona ca r r u c o l a n o l e c e s t e d i carbone s u l 'Baron Gautsch' mi guardano con quei l o r o o c c h i i n f o s s a t i e s a n g u i n o s i . . . Uno t o s s e , sputa, l ' a r i a g l i r i p o r t a s u l t o r s o semi-nudo, impastato d i carbone e sudore, i n l u n g h i f i l a m e n t i d i mucco e f o r s e e g l i pensa stizzosamente che i o ho compassione d i l u i " . 2 g L'estetismo, quel f l u i r e d i immagini, q u e l l a s e n s u a l i t y d e l l a p a r o l a sono s t a t i r i m p i a z z a t i da una v i s i o n e r i s t r e t t a a l p a r t i c o l a r e , a l l e numerazioni d e i due p e s c a t o r i che " i s s a n o l a grande v e l a scura, g o c c i o l a n t e " , d e l g e l a t a i o che g r i d a l a sua merce, d i q u e l l o che "con o c c h i a l i n e r i nota su un l i b r u c c i o i l numero d i s a c c h i d i cemento", ma quando d a l l a enumerazione s i t e n t a d i raggiungere ancora una v o l t a 1'immagine, i l r i s u l t a t o e*" negativo: 60 "La t e r r a l a v o r a . T u t t a l a t e r r a l a v o r a i n una grande frenesia. d i l a v o r o che vuoL d i m e n t i c a r s i " . ^ N e l l a p a r t e f i n a l e i l poema tende a p e r d e r s i n e i s o l i l o q u i o , r i t o r n a n o d e s i d e r i e t e n t a t i v i d i evasione, come i l sogno d i f a r e i l l e g n a i o l o i n C r o a z i a , o i l s o r v e g l i a n t e d i una p i a n t a g i o n e d i caffe" i n B r a s i l e . II p r o t a g o n i s t a e1 preso da un senso d'angoscia, non sono i n f r e q u e n t i n e i racconto d e l l a p a s s e g g i a t a d e l bosco d i Melara o n e l l ' e s c u r s i o n e notturna d e l Carso, r i c a d u t e i n un tono dannunziano: "Cede l a primavera benignamente con pi o v e r e d i p e t a l i s a n g u i n e i e b i a n c h i a l vento vaporante..."gg Sono pagine i n c u i l ' a u t o r e con l ' a l t e r n a r s i d e l l a c r i s i , con 1'affermazione d e l m i s t e r o e d e l l a estraneitcfc s o s t a n z i a l e che e s i s t e f r a i n d i v i d u o e i n d i v i d u o , t o c c a i l fondo d i una dimensione e s i s t e n z i a l e e i n d i v i d u a l i s t i c a : "Uno pub morire poiche" nessuno l o pud comprendere; dentro ogni i n d i v i d u o c'e un seg r e t o t u t t o suo che l'amante e i l maestro non toccano".2g Lo s c r i t t o r e n e i momento p i u d i f f i c i l e , che segna i l superamento d e l l a c r i s i , a c c e t t a l a legge d e l l ' e s i s t e n z a a t t r a v e r s o u n ' a c q u i s i z i o n e d i c a r a t t e r e m i t i c o . C o s i facendo i l t r i e s t i n o s i spinge molto pit i i n la" d e i s u o i contemporanei r i u s c e n d o a i n t u i r e l e componenti d i una c e r t a c o n d i z i o n e dell'uomo moderno: Gia da bimbo e s i s t e nell'uomo i l r i m p i a n t o . Gict a l l o r a sentiamo che c i manca qualcosa che godemmo e che s'e* persa, e piangiamo; e t u t t i g l i uomini assieme, t u t t a l a s t o r i a d e g l i 61 uomini non pu6 c o n s o l a r e i l p i c c o l o bimbo che rimpiange una cosa. Questa e* l'umanita* i n c u i ho creduto. Lavorare e* c e r c a r invano un r i s t o r o per l a cosa perduta. Ognuno s i c e r c a , i p o c r i t i c a m e n t e , selvaggiamente, n e l l a mano d e l l ' a m i c o , n e l l a fede, i n Dio. Ognuno, vanamente. Io s o l o , quassu**, s o l o , sono s i n c e r o ; ma anche l a s o l i t u d i n e e l a s i n c e r i t y non bastano. Non basta sapere. Io penso i n p a r o l e che g l i a l t r i pensano. l ! n e c e s s a r i o morire. Solo questo e* i n d i s p e n s a b i l e : essere.^Q La sua prosa rappresenta indubbiamente una c o n q u i s t a perche* profondamente scarna, basata, su un l i n g u a g g i o e s s e n z i a l e e comunicativo, colma d i una f o r z a che permette ora a l l ' a u t o r e d i passare d a l l ' " i o " a l l ' i n d e f i n i t o "ognuno", ha c r e a t o un a r c h e t i p o m i t i c o e u n i v e r s a l e : i l d e l d olore n e i passaggio da i n f a n z i a a maturita* n e l l a v icenda dell'uomo: Ora ha v i n t o l a p i o g g i a . Un r e s p i r o calmo d i vento f a tremare i f o g l i s p a r s i s u l t a v o l o , un r e s p i r o umido d i malato. D a l l e stanche nuvole s ' i n f i l t r a l a p i o g g i a g i u per l ' a r i a . T u t t o s ' i n g r i g i a i n un languore d'affanno e l a gente cammina senza meta, n e l l e s i l e n z i o s e s t r a . d e lunghe. Torniamo n e l l a v i t a c o s i , r a s s e g n a t i e muti, perche* f o r s e e* meglio e i l dolore e l a g i o i a sono v a n i . ^ Q u e l l o che piu* conta qui & i l r i s u l t a t o p r a t i c o perche motivo d e l l a s c o p e r t a d i S l a t a p e r , esso trapela. solamente i n alcune p a r t i s t a c c a t e d e l poema, come, per esempio q u e l l a i n c u i d e s c r i v e i l Carso come punto d i partenza e d i r i t o r n o d i t u t t a una r i c e r c a umana e p o e t i c a : II Carso e1 un paese d i c a l c a r i e d i g i n e p r i . Un g r i d o t e r r i b i l e , i m p i e t r i t o . 62 Macigni g r i g i d i p i o v a e d i l i c h e n i , s c o n t o r t i , f e n d u t i , a g u z z i . G i n e p r i a r i d i . Lunghe ore d i c a l c a r e e d i g i n e p r i . L'erba e s e t o l o s a . Bora. S o l e . La t e r r a 6 senza pace, senza congiunture. Non ha un campo per d i s t e n d e r s i . Ogni suo t e n t a t i v o e spaccato e i n a b i s s a t o . G r o t t e fredde, oscure. La g o c c i a , portando con se t u t t o i l t e r r i c c i o rubato, cade r e g o l a r e , misteriosamente, da centomila anni, e ancora a l t r i c e n t o m i l a . ^ L'immagine e l a p a r o l a s i trovano impiegate a s o t t o l i -neare una r e a l t d morale, d i c u i i l monte e un simbolo. A g g e t t i v i come " s c o n t o r t i , f e n d u t i , a g u z z i " , "fredde, oscure" non hanno s o l o un v a l o r e sensuale o espansivo ma c o n f e r i s c o n o una nuova dimensione che p o r t a i l segno d i una f a t i c a e una s o f f e r e n z a , "senza pace, senza con q u i s t e " , d e s t i n a t a a rimanere r o t t a e i m m o b i l i z z a t a . La r i s o l u z i o n e p o e t i c a che i l t r i e s t i n o p o r t a v a i n s6 avviene mediante i l riconoscimento d e l v a l o r e morale e s i m b o l i c o che puo v e n i r e assunto d a l Carso. II poema d'altronde non e a l t r o che l a na r r a z i o n e d i una avventura s p i r i t u a l e che i n i z i a con una " c a l a t a " , per c o n c l u d e r s i con una. nuova " C a l a t a " , p i t i r i c c a s p i r i t u a l m e n t e e n e l l a quale c e n t r o r i s o l u t o r e d i v e n t a i l Carso e T r i e s t e . S l a t a p e r s i n d a l l ' i n i z i o d e l l a sua opera aveva dato a l i a sua c i t t & questo v a l o r e d i " c e n t r o d e l mondo" o s s i a d e l suo u n i v e r s o s p i r i t u a l e ed e s p r e s s i v o . Gid da l 1909, i n a l c u n i a r t i c o l i p o l i t i c i , possiamo t r o v a r e una p e r s o n i f i c a z i o n e s t o r i c a d i T r i e s t e e d e l c o n t r a s t o f r a esigenze d e l l a realta" ed esigenze s p i r i t u a l i : 63 Questa 6 T r i e s t e . Composta d i t r a g e d i a . Qualche cosa che o t t i e n e c o l s a c r i f i c i o d e l l a v i t a l i m p i d a una sua o r i g i n a l i t y d'affanno. Bisogna s a c r i f i c a r e per e s p r i m e r l a . Ma e s p r i m e r l a . . . T r i e s t e ha un t i p o t r i e s t i n o : deve v o l e r e un'arte t r i e s t i n a . Che r i c r e i con l a g i o i a d e l l ' e s p r e s s i o n e c h i a r a questa convulsa e affannosa v i t a n o s t r a . ^ Sono p a r o l e che preannunciano i p i u a l t i r i s u l t a t i d e l Mio Carso. N e l l a precedente d e s c r i z i o n e d e l Carso ho esposto s o l o un a s p e t t o d e l l a nuova p o e t i c a d i S l a t a p e r . Q u e l l a d e l l a natura. S o l o n e l l ' u l t i m o grande frammento d e l poema i l Carso e l a v i t a d e g l i uomini, l a natura e l a s t o r i a , appaiono perfettamente connessi quasi s a l d a t i i n un nucleo p o e t i c o c e n t r a l e : Carso che s e i duro e buono! Non h a i r i p o s o e s t a i nudo a l g h i a c c i o e a l l ' a g o s t o , mio Carso, r o t t o e affannoso verso una l i n e a d i montagne per c o r r e r e a una meta. Ma l e montagne s i frantumano, l a v a l l e s i r i n c h i u d e , e i l t o r r e n t e s p a r i s c e n e i s u o l o . T u t t a l'acqua s ' i n a b i s s a n e l l e tue spaccature: e i l l i c h e n e secco i n g r i g i a s u l l a r o c c i a bianca, g l i o c c h i v a c i l l a n o n e l l ' i n f e r n o d'agosto. Non c'e t r e g u a . . . D i s t e s a s u l tuo grembo i o sento l o n t a n a r n e i profondo l'acqua r a c c o l t a d a i t u o i a b i s s i , una s o l a acqua, e f r e s c a , che p o r t a l a tua giovane s a l u t e a l mare e a l i a cittS.. L'acqua d e l l e tue g r o t t e 10 amo che s ' i n c a n a l a b e n e f i c a per l e s t r a d e d r i t t e . Amo queste donne c a r s o l i n e che s t r i n g e n d o f r a i d e n t i , c o n t r o l a bora, l a cocca d e l f a z z o l e t o n e , scendono a gruppi i n c i t t y , con i n t e s t a i i grande vaso n i c h e l a t o pieno d i l a t t e c a l d o Qui e ordine e l a v o r o . In punto f r a n c o a l l e s e i d e l mattino 1 ' i n f r e d d o l i t o p i l o t a d i turno, g l i o c c h i opachi d a l l a v e g l i a , s a l u t a i l custode d e l l e c h i a v i che apre 11 magazzino a t t r e z z i . I grandi b o v i b r u n i e n e r i trainano lentamente vagoni v u o t i v i c i n o a i p i r o s c a f i a r r i v a t i i e r 64 s e r a ; e quando i vagoni sono a l o r posto, a l l e s e i e d i e c i i f a c c h i n i s i s p a r p a g l i a n o per g l i hangars. Hanno i n t a s c a una p i p a e un pezzo d i pane. II capo d'una ganga monta s u l t e r r a z z o d i c a r i c o , i n t o r n o a l u i s 'accalcano p i u d i duecento uomini con i l l i b r e t t i d i l a v o r o l e v a t i i l a l t o , e gridano d'essere i n g a g g i a t i . II capo s c e g l i e , strappando rapidamente, quanti l i b r e t t i g l i occorrono, p o i va. v i a s e g u i t o d a g l i i n g a g g i a t i . G l i a l t r i stanno z i t t i , e s i r i s p a r p a g l i a n o . P o c h i m i n u t i prima d e l l e s e i e mezzo, i l meccanico con l a b l u s a t u r c h i n a s a l e s u l l a s c a l e t t a d e l l a gru, e apre l a p r e s s i o n e d e l l ' a c q u a ; e i n f i n e a r r i v a n o i c a r r i , i l u n g h i s c a l o n i s o b b a l z a n t i a f r a c a s s a n t i . II s o l e t r a b o c c a a r r a n c i a t o s u l r e t t i f i l o g r i g i o d e i magazzini. II s o l e e c h i a r o n e i mare e n e l l a citt£. S u l l e r i v e T r i e s t e s i s v e g l i a p i e n a d i moto e d i c o l o r i . ^ ^ Troviamo ora t u t t i g l i elementi d e l mondo p o e t i c o d i S l a t a p e r , s a l d a t i i n un'unitd i n s e p a r a b i l e , l a quale e ancora una v o l t a c o s t i t u i t a d a l v a l o r e s i m b o l i c o d e l monte. La natura non e" s o l t a n t o b r u t a e r i a n i m a t a , ma e un'espressione d i v a l o r i umani, non g e n e r i c i ma s t o r i c i , i n c a r n a t i n e l l a v i t a che s i svolge n e i p o r t o d i T r i e s t e . T r a l a durezza e l a r i g i d i t a d e l l a montagna, i n d i c e d i uno s f o r z o oscuro e d i s p e r a t o d e s t i n a t o a non t r o v a r e mai appagamento, e l a d e s c r i z i o n e d e l l a v o r o umano, e s i s t e una comunicazione p e r f e t t a . Troviamo ora n e l l a v i t a f a t i c o s a d e g l i uomini che non e p i u s o l t a n t o come n e l l e pagine p r e c e d e n t i , l ' a s s u r d i t a " e i l m i s t e r o , ma l a medesima, i n f a t i c a b i l e sostanza e s p r e s s a d a l l a natura d e l Carso. II poema s i conclude con una v i b r a n t e e s o r t a z i o n e a t u t t i g l i uomini: "Perche n o i v i amiamo, f r a t e l l i , e speriamo che c i amerete. Noi vogliamo amare e l a v o r a r e . " 0 1-65 Note a l Quarto C a p i t o l o 1. S c i p i o S l a t a p e r , E p i s t o l a r i o , c i t . , pag. 91. 2. S c i p i o S l a t a p e r , A l l e t r e amiche, c i t . , pag. 278. 3. I b i d . , pag. 294. 4. I b i d . , pag. 122. 5. I b i d . , pag. 298. 6. I b i d . , pag. 306. 7. S c i p i o S l a t a p e r , II mio Carso, c i t . , pag. 16 - 17. 8. S c i p i o S l a t a p e r , E p i s t o l a r i o , c i t . , pag. 322. 9. I b i d . , pag. 109 - 110. 10. S c i p i o S l a t a p e r , II mio Carso, c i t . , pag. 37 - 38. 11. I b i d . , pag. 44 - 45. 12. I b i d . , pag. 51. 13. I b i d . , pag. 60. 14. I b i d . , pag. 61. 15. I b i d . , pag. 74. 16. S c i p i o S l a t a p e r , S c r i t t i l e t t e r a r i e c r i t i c i , c i t . , pag.22. 66 17. S c i p i o S l a t a p e r , E p i s t o l a r i o , c i t . , pag. 102 - 103. 18. S c i p i o S l a t a p e r , S c r i t t i l e t t e r a r i e c r i t i c i , c i t . , pag. 73. 19. S c i p i o S l a t a p e r , II mio Carso, c i t . , pag. 73 - 74. 20. I b i d . , pag. 84 - 85. 21. I b i d . , pag. 95 - 96. 22. I b i d . , pag. 96. 23. I b i d . , pag. 98. 24. I b i d . , pag. 99. 25. I b i d . , pag. 100. 26. I b i d . , pag. 102. 27. I b i d . , pag. 102. 28. I b i d . , pag. 110. 29 . I b i d . , pag. 118. 30. I b i d . , pag. 118. 31. I b i d . , pag. 123. 32. I b i d . , pag. 113. 33. S c i p i o S l a t a p e r , S c r i t t i p o l i t i c i , c i t . , pag. 46. 34. S c i p i o S l a t a p e r , II mio Carso, c i t . , pag. 136 - 137, 35. I b i d . , pag. 139. CAPITOLO V L' Ibsen, d a l punto d i v i s t a c r i t i c o , c o s t i t u i s c e i l coronamento d i t u t t o i l l a v o r o d i r i c e r c a p o e t i c a , ed e* uno strumento che permette 1' i n t e r p r e t a z i o n e d i t u t t a 1'opera p o e t i c a d i S l a t a p e r : " T u t t a l a vera a r t e , doe** t u t t a l ' a r t e , e** processo d i m i t i z z a z i o n e , cioe* & 1'espressione d i concerto con l a coscienza., s i a pure r e l i g i o n e ( i s t i n t i v a ) d e l suo u n i v e r s a l e . Una. v i s i o n e e s t e t i c a i n se e s i s t e c e r t o : non e* che i l presupposto d e l l ' a r t e . . . II poeta d l'uomo: e l o s t i l e h i l suo mito. L' Ibsen, percio** va c o n s i d e r a t o non s o l t a n t o i n r e l a z i o n e a t u t t a l a produzione c r i t i c a minore d i S l a t a p e r c o l t a n e i suo d i v e n i r e e n e l l a sua p r o b l e m a t i c a , ma anche a l i o s v i l u p p o d e l l a p o e t i c a S l a t a p e r i a n a , n e i suo passaggio da una c o n d i z i o n e " p a n t r a g i s t i c a / ' g a una concezione s i m b o l i c a d e l l ' a r t e : " I I simbolo e* l a c o n c l u s i o n e n e c e s s a r i a d e l l ' immagine .. . L'immagine e** f a t t o l i r i c o che c h i a r i s c e , munisce, s l a r g a : l a f o r z a che gode e r i p o s a n e l l a l u c e d e l l ' a s p e t t o . Ma i l simbolo d l a vera unione, e l a comunione, 1 ' u n i f i c a z i o n e d e l l a f o r z a con 1'aspetto. E** i l f a t t o d'ogni uomo e d'ogni ora i n c u i sboccano i f i n i d e l l ' u n i v e r s a l e . Con questa s c o p e r t a d e l simbolo a r c h e t i p o S l a t a p e r 68 a n t i c i p a v a d i m o l t i anni l e f o r m u l a z i o n i c r i t i c h e d i Northrop Frye: In i t s a r c h e t y p a l aspect, a r t i s • a pa r t of c i v i l i z a t i o n , and c i v i l i z a t i o n we d e f i n e as the proc e s s of making a human f i r m out of nature... An a r c h e t y p a l simbol i s u s u a l l y a n a t u r a l object with a human meaning, and i t forms p a r t of the goals of human work".. 4 P o e t i c a e c r i t i c a , i n e f f e t t i sono i n s e p a r a b i l i n e l l a produzione s l a t a p e r i a n a i n f a t t i i l t r i e s t i n o c o n f e r i s c e sempre a l l e sue i n d a g i n i i l medesimo tono s o g g e t t i v o , d i una. presenza i n d i v i d u a l e i n s o p p r i m i b i l e e che s i puo r i n t r a c c i a r e i n t u t t o i l suo l a v o r o . L ' i n t e r e s s e d i S l a t a p e r per Ibsen data d a l 1907. II 3 a p r i l e d i quell'anno s c r i v e a M a r c e l l o una l e t t e r a i n c u i accenna a l suo t e n t a t i v o d i r i c e r c a c r i t i c a s u l Quando n o i morti c i destiamo. E noto perd che i n qu e l l ' e p o c a S l a t a p e r aveva una f o r t i s s i m a a t t r a z i o n e per F r i e d r i c h Hebbel: " p a r o l a d'onore d mio f r a t e l l o " , s c r i v e n e g l i appunti d e l 26 agosto d e l 1909. Malgrado g l ' i m p r o v v i s i abbandoni o l e momentanee simpatie g l i i n t e r e s s i d e l poeta s i volgdno verso 1 p o e t i t r a g i c i . Questa tendenza r i f l e t t e " l e mai du s i e c l e " : i c o n t i n u i c o n t r a s t i che agitavano i l d i v e n i r e d e l l ' u m a n i t a facevano s i che questa forma d'arte e quanto d i meglio s i addiceva a questo s t a t o d i l o t t a . Penso che a questo s i possa a t t r i b u i r e i l "pannachismo" o "pantragismo" da c u i S l a t a p e r viene i n f l u e n z a t o dopo averne e r e d i t a t i da Hebbel g l i elementi b a s i c i . In una l e t t e r a a l l ' a m i c o Guido d e l f e b b r a i o d e l 1910 s c r i v e : 69 l a d i v i n a f r a t u t t e l e cose e l a v i t a . i l "pannachismo". T u t t o l o t t a , e v u o l d i v e n t a r e s i g n o r e d i t u t t o . Qualche cosa d i v e n t a , e f i o r i s c e i n un r i s o . L'attimo d e l f i o r i r e e* g i o i a : calma, s t a b i l i t y , espansione d e l l ' a n i m a i n un corpo omogeneo, senza o s t a c o l i . . . L'attimo i n c u i i l sogno d i v e n t a p a r o l a , c o l o r e , marmo, musica. Ma bisonga o d i a r e -come f i l o s o f i a d'azione - l a g i o i a . L'attimo i n c u i s i f i o r i s c e non deve invader t u t t a l a p r o p r i a v i t a : v f a r l a stagnare i n calma. Guai se cbsf f o s s e ! Cioe": l a g i o i a deve essere t a n t o i n t e n t a che abbia i n se* i l germe d e l dolore, che t i r i t u f f a n e l l a l o t t a , n e i non credere, n e l l ' a b b r a n c a r e per vedere. Questa p e r s i s t e n z a d e l dolore n e l l a g i o i a , e* i l fondamento diremo s t o r i c o d e l pessimismo. Deve essere fondamento d i o t t i m i s m o . c P r o p r i o n e i 1910, anno i n c u i sbocciava i l . suo amore per G i o i e t t a , s c r i v e i n un appunto che i l c o n f l i t t o puc> esprimere una forma l i r i c a oppure drammatica. Queste forme, l i r i c a e drammatica.,costituiscono per S l a t a p e r due forme a r t i s t i c h e che s ' i n t e g r a n o a vicenda. Per i l t r i e s t i n o l ' a r t e non <3 mai f i n e a se s t e s s a ma c o s t i t u i s c e una l o t t a c o s t a n t e , uno s f o r z o continuo: "e u n i v e r s a l e e n e c e s s a r i a perche f i s s a q u e l l o che i n n o i continua a c r e a r s i . Funzione s o c i a l e l a p i d importante e l ' a r t e " . g Questo spiega f o r s e i l passaggio da u n ' a t t i v i t s l a r t i s t i c a a una p r a t i c a , q u i n d i l a morte s t e s s a invece d i a p p a r i r e r i n u n c i a puo* essere a c c e t t a t a come una d i v e r s a forma d i l o t t a . E apparente che s i n d a l l ' i n i z i o e g l i non § mai s o d d i s f a t t o d e l l a t e o r i a d e l l ' a r t e come semplice i n t u i z i o n e , ma n e l l ' i n d a g i n e d i una g i u s t i f i c a z i o n e morale da f o r n i r e ad essa s i a l l o n t a n a d a l Croce e molto d i piu* 70 d a i c r o c i a n i i n un r i t o r n o verso una. concezione d e l l ' a r t e squisitamente romantica; "Non v o g l i o che l ' a r t e mi ser v a da r i f u g i o . . . E un impossessmento non una fuga . . . " ^ basata non s o l o su un raccoglimento i n d i v i d u a l e ma, anche, s u l l ' e s p a n s i o n e verso i l possesso d e l mondo. Questa concezione non t r o v a una p r e c i s a c h i a r i f i c a z i o n e s i n o a l i a s t e s u r a d e l Carso e d e l l ' I b s e n (1912). N e l l a p o e t i c a d i S l a t a p e r s i r i f l e t t e anche l a tendenza a l l ' e -s t e t ismo, mimetizzata da p r e t e s t i m o r a l i s t i c i , t i p i c i d i t u t t a l a sua produzione g i o v a n i l e . I n f a t t i d i c h i a r a a M a r c e l l o n e i 1910 che non e s i s t e a t t i v i t a . che non s i a fondata s u l l ' i n t u i z i o n e d e l l ' a r t e , q u i n d i d pa l e s e l a d e r i v a z i o n e c r o c i a n a , che t r o v a l a r e a l i z z a z i o n e n e g l i a c c e n t i dannunziani e n i e t s c h e i a n i d e l l a prima p a r t e d e l Carso. Gia n e i p r i m i l a v o r i a p p a r s i n e i 1912, n e l l e p r e f a z i o n i a l l ' e p i s t o l a r i o d e l Tasso e a i p a s s i s c e l t i d e i d i a r i d i Hebbel troviamo i fondamenti c r i t i c i d i queste sue prime incomplete t e o r i e . Ed d appunto l a r i c o s t r u z i o n e d e l l a p e r s o n a l i t y d e l Tasso che denota l ' i m m a t u r i t a d e l c r i t i c o . Cio* che viene esposto i n questo seducente l a v o r o d l o s v i l u p p o della. p e r s o n a l i t y t a s s i a n a a t t r a v e r s o una p a r t e c i p a z i o n e i n t e n t a a c o g l i e r e t u t t i i c o n t r a s t i dell'uomo che viene preso i n esame, c i o che f i n i s c e per contare i n questo r i t r a t t o e* l ' a s p e t t o umano, non q u e l l o p o e t i c o o c u l t u r a l e d e l Tasso. Questo i n t e r e s s e per l ' a r t e s i volge a una forma d i intimismo, e una complessa p e r s o n a l i t a 71 s t o r i c a come i l Tasso viene r i s t r e t t a n e l l ' a m b i t o d i costume i n d i v i d u a l e . A l i a luce d i un g i u d i z i o morale i l Tasso appare come un esempio d i e c c e s s i v o l e t t e r a t o , e p e r c i o d i debolezza d i f r o n t e a l l ' e s i s t e n z a , i n un s e c o l o che r i c h i e d e v a d i es s e r e posseduto. Da questo primo t e n t a t i v o c r i t i c o n e i quale l a p e r s o n a l i t y p o e t i c a d e l Tasso viene quasi p o l v e r i z z a t a , r i s u l t e r a n n o malgrado alcune aperture e acute o s s e r v a z i o n i s u l verso d e l Tasso, una indagine che s i sviluppera* s u l piano p s i c o l o g i c o e un t e n t a t i v o d i s i n t e s i s t o r i c a . N e l l a p r e f a z i o n e aL d i a r i d i Hebbel notiamo appunto questo d u p l i c e piano d i i n t e r e s s i i n quanto s i o s c i l l a t r a n o t a z i o n i d i c a r a t t e r e p s i c o l o g i c o , che tendono a c o g l i e r e l o s v i l u p p o d e l dramma d e l l ' e r o e , e una tendenza a l i a s i n t e s i s t o r i c a da c u i s i svilupperel un Hebbel che appare come i l r a p p r e s e n t a t e p i u c a r a t t e r i -s t i c o d e l l a c r i t i c a romantica: "Hebbel e* l'uomo moderno che s'e l i b e r a t o d a g l i elementi i n e r t i che l o faceva.no procombrere n e i passato, ma che ora deve cre a r e d a l patimento errabondo l a sua l i b e r t a * n e l l a nuova legge. "g L'Hebbel e* v i s t o a l i a l u c e d i problemi s i m i l i a q u e l l i che preoccupano S l a t a p e r ed e** q u i n d i , a l d i la* d e l suo dramma per s o n a l e p r e s e n t a t o i n una nuova luce come i l rappre sent ante d i una societa*" i n c r i s i . II saggio su Hebbel rappresenta un traguardo importante per i r i s u l t a t i c o n s e g u i t i ad un l i v e l l o c r i t i c o e per i l motivo che S l a t a p e r a t t r a v e r s o 1'autore per i l quale sente una profonda a f f i n i t z t r i v e l a i l suo anirao e l a sua p o e t i c a . In l i n e a d i massima q u e l l o che i l t r i e s t i n o t r o v a i n Hebbel e* l'amore per g l i o s t a c o l i , una volonta* e r o i c a d e l dolore e i l "pantragismo" come un mezzo per dare un'espansione m e t a f i s i c a a l i a p r o p r i a r e a l t a e a l i a p r o p r i a p o e s i a : " I I dramma e* 1 ' o r i g i n e d e l l ' u n i v e r s o . II p e n s i e r o d i sua natura vuole e s p r i m e r s i , d i v e n t a r e azione... II p e n s i e r o umano deve a g i r e , cioe* produrre d e l l e conseguenze. E l a conseguenza d'ogni azione e* sempre t r a g i c a ; perche** 1'azione e** sempre l o s t a c c a r s i d a l l ' i d e a . . . " ^ I I dramma appare anche per i l t r i e s t i n o come l a forma s u p e r i o r e d'arte capace d i t r a d u r r e l a t r a g e d i a d e l l ' i d e a l e che c e r c a d i t r a s f o r m a r s i i n azione. Per anni sognava d i p o t e r dar v i t a a una rappresentazione s i m b o l i c a dell'uomo moderno c o l t o t r a un d e s i d e r i o d i v i t a contemplativa e v i t a a t t i v a ove i personaggi m i t i c i d i t a l e c o n f l i t t o dovevano essere Caino e Abele. In una l e t t e r a a M a r c e l l o s c r i v e che l a no s t r a epoca ha una base s t o r i c a cos*! come l o s c i o p e r o u n i v e r s a l e . II d i s s i d i o fondamentale & dunque t r a i l p r i n c i p i o m e d i t a t i v o e q u e l l o a t t i v o ( i n senso s t r e t t o ) Abele e Caino, poeta e ope r a i o che simboleggiano amore e odio n e l l e l o r o conseguenze e r o i c h e . E p i u t a r d i 73 scrivera* n e g l i appunti d e l ge n n a i o - f e b b r a i o d e l 1910 che: II p a r a d i s o t e r r e s t r e e" 1' o g g e t i v a z i o n e d i q u e s t ' i s t a n t e d i calma che deve v e n i r r o t t o : i n c u i g l i a n i m a l i o p p o s t i non s i nuocciono. II serpente e* i l bisogno d i consocenza che opera a l l a v o r o , a l d i s s l d i o . E s u b i t o d i f r o n t e l e due a z i o n i : Caino e Abele: Caino & l a non azione, l a pe r c e z i o n e e s t e r n a pura che o b b l i g a a zappare perche" l o s p i r i t o non comprenda. E 1'occupazione m a t e r i a l e , l a pseudo-azione. La vera azione e Abele, che Caino u c c i d e i n se, percid 1 non pud essere p i l l u c c i s o . . . Lo u c c i d e s o l o l a donna: c i o e l'amore, l a calma; l ' a t t i m o d i calma per c u i Abele g l i r i n a s c e dentro v i t t o r i o s o . E canta: onde Caino muore e per t u t t o i l mondo s i sparge i l canto d i v i n o . Abele d r i s o r t o . Questa e* l a t r a g e d i a moderna. A questo punto dobbiamo osservare questa a n a l o g i a d i s e n s i b i l i t s t v e r s o i problemi d e l l ' e s i s t e n z a , i l che spiega l a s t r e t t a aderenza, l a p a r t e c i p a z i o n e sentimentale che impedisce a l t r i e s t i n o d i c o n s i d e r a r e con un d i s t a c c o s c i e n t i f i c o l a p e r s o n a l i t y d i Hebbel. A r r i v e r a " a questo traguardo s o l o n e i novembre d e l 1912 quando i n occasione d e l c e n t e n a r i o d i Hebbel r i c o n o s c e l a sup e r b i a i n t e l l e t t u a l e d e l l o s c r i t t o r e tedesco e n e l l o s t e s s o tempo conclude l ' a r t i c o l o s o t t o l i n e a n d o che i l d i f e t t o d e l l ' a r t e h e b e l l i a n a c o n s i s t e n e i : " t e n t a r d i co o r d i n a r e i n una sovrumana armonia i l suo torment ato s p i r i t o , i n modo che c i d che dovrebbe essere f u l c r o e* invece 1'elemento s c o n v o l g i t o r e d e l dramma, v i v e n t e d i una v i t a quasi l a t e r a l e . . . S l a t a p e r giunge a l i a sua prima e s p e r i e n z a c r i t i c a i n 74 una fase d i maturazione che l o condurra, come gist affermava n e i d i a r i i n r e l a z i o n e a l f i n e d e l l ' a r t e ("suo compito e suo dominio a s s o l u t o d l a s t o r i a " ) a l i a s c o p e r t a d e l l a s t o r i a come strumento fondamentale per l a m o d i f i c a z i o n e d e l l a sua p o e t i c a e d e l l a sua c r i t i c a . Questa sua n e c e s s i t y d i c o n c r e t i z z a r e l ' e t i c a d e l l ' a r t e t r o v a ora un s f o c i o n e l l a p o s s i b i l i t y d i s v o l g e r e t u t t o i l suo impegno verso i l campo s t o r i c o . A l i a mente d e l poeta s i a f f a c c i a , anche se con alcune r i s e r v e , una c o n s i d e r a z i o n e i n t r i n s e c a s u l l a m o r a l i t y d e l l ' a r t e : " I I programma s p i r i t u a l e che l a e s i g e d questo: l ' a r t e ha una universalita** d i f f e r e n t e d a l l a f i l o s o f i a , ma non minore. Ed e 1 ' u n i v e r s a l e d e l l ' i n d i v i d u a l e . La f i l o s o f i a £ r e a l t S i n potenza, i n t e l l i g e n z a : c o n s i d e r a i l v e r o " . ^ Ora l o S l a t a p e r c o n s i d e r a che d n e c e s s a r i o che t u t t o questo vero a g i s c a per produrre una f o g l i a e un movimento d e l l a mano. Ed e* per questo che quando l ' a r t i s t a c r e a l a f o g l i a p e n e t r a i n sostanza i n questa r e a l t y u n i v e r s a l e e conclude che § per questo appunto che l ' a r t e dzt l a c o n s o l a z i o n e "morale" uguale a l i a " f i l o s o f i a " . Fa notare anche n e g l i appunti d e l l ' a g o s t o d e l l ' 1 1 che: "... non c'e* d i f f e r e n z a d i sostanza f r a m o r a l i t y e a r t e . I I f r e n o . La passione: c o n d i z i o n e : s t a t o l i r i c o . II poeta ama p i u questa... l'uomo morale p i l l q u e l l o . Ma un'opera d'arte e1 morale: s b a g l i a t a , i m m o r a l e " . ^ 75 T u t t o questo accade i n conseguenza d i una consapevolezza d e l v a l o r e s t o r i c o d e l l ' a r t e . Questa nuova dimensione s t o r i c a s i p r e s e n t a anche i n a l c u n i s p u n t i c o n t e n u t i n e i l a v o r o c r i t i c o d e l 1910. I n f a t t i p r o p r i o i n una l e t t e r a d e l marzo d e l medesimo anno a P r e z z o l i n i f a notare che i l suo i n t e r e s s e s i volge p i u a l i a p e r s o n a l i t y che a l p e n s i e r o d i Hebbel. S i accorge che lavorando metodicamente su Hebbel s i i n t e r e s s a " p i u dell'uomo che d e l p e n s i e r o suo".^^ Sente un Hebbel da f a r c i un dramma p i u che un Hebbel drammaturgo. Nota invece con Guido n e i f e b b r a i o d e l l o s t e s s o anno, come i l poeta, anche se canta l i e v e -mente, se ha un mondo d i p i c c o l e cose che pare g l i s i concedano senza s f o r z o , £ sempre un f o r t e , uno che d i v e n t a s i g n o r e d i t u t t o ; ed e4 poeta c o l u i che d e l suo p i c c o l o o grande mondo f a l ' u n i c o mondo p o s s i b i l e . Da questo momento i l t r i e s t i n o s i d i s t a c c a nettamente d a l l ' i n d i r i z z o d e l Croce e d a l l a " t e o r i a d e l l e d i s t i n z i o n i " ; come s c r i v e a S o f f i c i i n una l e t t e r a . d e l l ' a p r i l e d e l 1911: "Cio* che n o i sentiamo d i freddo i n Croce i o credo s i a l a sua continua d i s t i n z i o n e . G l i manca quel senso r e l i g i o s o d e l l a v i t a per c u i l'uomo non puo essere c o n c e p i t o che come un t u t t o non d i s s e z i o n a b i l e . Cosa s i g n i f i c a quest'uomo morale, l o g i c o , economico, e s t e t i c o ? L'uomo § uno, e qualunque s i a l a sua es p r e s s i o n e , i n questa. e** contenuto t u t t o . n _ i o R i b a d i s c e n e g l i appunti t a l e i n s o d d i s f a z i o n e n e i 76 r i g u a r d i d e l Croce: "Io per e., non s c r i v o mai un a r t i c o l o d i e s t e t i c a ma bado all'uomo e a l i a s t o r i a . Non so concepire n i e n t e se non completo" . -^Q S l a t a p e r t u t t a v i a r i s c o n t r a i l p e r i c o l o d i un e c c e s s i v o contenutismo e d i una s v a l u t a z i o n e d e g l i a s p e t t i f o r m a l i d e l l ' a r t e , che e g l i non i g n o r a d e l t u t t o . A n z i , s i potrebbe a d d i r i t t u r a a s s e r i r e che, p i u che un semplice contenutismo, l a sua es un' i n t u i z i o n e d e l v a l o r e e d e l l a p o r t a t a s t o r i c a d e l l ' o p e r a d ' a r t e . S l a t a p e r , con i l p a s s a r d e l tempo, c e r c a d i accentuare con impeto sempre maggiore i l p r o p r i o i n t e r e s s e verso l a r i c o s t r u z i o n e s t o r i c a o t t e n u t a a t t r a v e r s o l'esame d e l l ' o p e r a p o e t i c a . I n f a t t i s c r i v e n e g l i appunti d e l l ' 8 f e b b r a i o 1912 che i l t r a v a g l i o precedente a l i a formazione d e l l ' i d e a e* s t o r i a e, che per r i d a r e storicamente un uomo non basta notare q u e l l a nuova sentenza che e g l i ha p o r t a t o n e i p e n s i e r o , ma bisogna s e n t i r l a con l u i , i n opposizione ad a l t r e d e l suo tempo; "bisogna amarlo". II t r i e s t i n o prosegue n e l l ' a f f e r m a r e che non e s i s t e un v a l o r e veramente f i l o s o f i c o , c i o e non s i puo g i u d i c a r e astrattamente un'idea, ma vedere con quanta i n t e n s i t a essa fu s e n t i t a : "... Non s i pud* f a r pura l a s t o r i a , ma l a s t o r i a e" sempre piena, umana". ^ T r a i l 1911 e l i 1912 S l a t a p e r p u b b l i c a s u l l a ' *'. "Voce" una s e r i e d i r e c e n s i o n i che hanno avuto un c e r t o successo p r o p r i o per q u e l l a capacita* d i e l e v a r s i 77 a l d i sopra d i un g i u d i z i o strettamente m o r a l i s t i c o d e l l ' i n d i v i d u o , per raggiungere una messa a fuoco a c c u r a t a d e l s i g n i f i c a t o s t o r i c o d i un'opera. Trascurando alcune a f f e r m a z i o n i come q u e l l a s u l P a l l a z z e s c h i che t r a i c r e p u s c o l a r i d e s c r i v e come "un t i s i c h i n o s p i r i t u a l e " , o q u e l l a su Saba "questo poeta f a n n u l l o n e d e l duemila a v a n t i C r i s t o " , l e sue vedute s u l l ' i n t e r p r e t a z i o n e d e l movimento f u t u r i s t a , come fenomeno sostanzialmente s e n s a z i o n a l e d i d i v u l g a z i o n e d e l l a p o e s i a , - i l g i u s t o r i l i e v o dato a l l ' e v a s i v i t a * s t o r i c a i m p l i c i t a n e l l ' a z i o n e d e l M a r i n e t t i , sono m o t i v i abbastanza v a l i d i anche oggi a d i s t a n z a d i mezzo s e c o l o . Per S l a t a p e r i l futurismo non ha un vero contenuto s p i r i t u a l e , i n esso e g l i vede un mondo s t o r i c o , che e* i n fondo e s t e t i s m o e romanticismo decadente. Osserva che i f u t u r i s t i sono l o n t a n i s s i m i d a l l a realta* d e l presente e che purtroppo l a n o s t r a l e t t e r a t u r a "... e* p o v e r i s s i m a d i q u e l l e opere che non possiedono un v a l o r e a s s o l u t o , i n se, e s t e t i c o , ma s i - e g r a n d i s s i m o - s t o r i c o : l e opere l i b e r a t r i c i , che spalancano l'anima i n t a r m o l i t a e ingrommata". ^g Osserviamo a questo punto che l a v a l u t a z i o n e d e l f a t t o s t o r i c o u n i v e r s a l e ha preso a d d i r i t t u r a i l posto d e l l a v a l u t a z i o n e e s t e t i c a . II t r i e s t i n o prende una p o s i z i o n e , diametralmente opposta a. q u e l l a d e l Croce che g i u s t i f i c a v a i l g i u d i z i o su un autore esclusivamente i n base a l l e sue c a p a c i t y e s p r e s s i v e , e nonostante alcune divergenze, s i a v v i c i n a d i piu*" a l De S a n c t i s . Per S l a t a p e r 78 l a n a tura d e l l ' a r t e non l i m i t a l e sue p o s s i b i l i t a * d i conoscenza a n z i essa e* t a l e p r o p r i o i n quanto § f a t t o c o n o s c i t i v o : "La vera a r t e d sempre morale perche** i n l e i d superato ogni movimento p r a t i c o , e s o l t a n t o uno s p i r i t o impuro ne sa t r a r r e e c c i t a m e n t i e at t e g g i a m e n t i per l a v i t a . Ma l ' a r t e f a l s a , l a non a r t e , attraendo appunto con l'apparenza i n t u i t i v a , r i v e r s a n e l l ' a n i m a d e l l e t t o r e non i n t e l l i g e n t e , non c r i t i c o , l a sua s c o r i a d i sentimen-t a l i s m o , erotismo, satanismo o che s i s i a , t u t t i g l i elementi p r a t i c i insomnia che i n essa non s i sono o r g a n i z z a t i e e s p r e s s i . Un opera d'arte mancata e, socialmente, un'opera immorale"..^ Questa t e o r i a viene p i l l t a r d i s v i l u p p a t a n e l l ' a r t i c o l s u i p o e t i c r e p u s c o l a r i , n e i q u a l i e g l i r i n t r a c c i a con e s a t t e z z a g l i a n t e c e d e n t i c a r d u c c i a n i e p a s c o l i a n i , e che vengono p r e s e n t a t i come p o e t i p e r p l e s s i e senza dramma "c'e** una legge morale, nell'uomo e n e g l i uomini i n modo che anche l a po e s i a , l ' e s p r i m e r s i i n d i v i d u a l e d e l contenuto umano ha l a sua s t o r i a . Non s i pud s t u d i a r e e neanche f o r m a l -mente un poet a se non s i conosce i l corso s t o r i c o d e l suo atteggiamento s p i r i t u a l e " . 2 Q Ma n e l l ' o p e r a c r i t i c a i n p a r t i c o l a r e i l d i f e t t o d e l suo s t o r i c i s m o c o n s i s t e p r o p r i o n e i non saper vedere, o l t r i a l s i g n i f i c a t o , anche l a genesi e l a funzione s o c i a l e d e l f a t t o a r t i s t i c o . Come n e i caso d e l saggio su Fogazzaro o d i q u e l l o E i c i p r e s s i d i San Guido?, questa tendenza m o r a l i s t i c a l o condurra" a s v i l u p p a r e l a t e s i d i una d e r i v a z i o n e d e l l a p o e s i a d e l novecento d a l l ' e s p e r i e n z a c a r d u c c i a n a . Questo accade perche S l a t a p e r p e r c e p i s c e 79 i l r a pporto come l e z i o n e d i m o r a l i t a , modo d i essere r i s p e t t o a l i a v i t a , svalutando t a l v o l t a l a funzione d e i f a t t i s t i l i s t i c i . Proseguendo i n questa d i r e z i o n e i l "vero" n e l l ' o p e r a a r t i s t i c a p r e v a l e s u l " b e l l o " , ne* puoN essere s o t t o v a l u t a t o , intendendo per "vero" s o p r a t t u t t o l a funzione t e o r e t i c a d e l l ' a r t e . S l a t a p e r e* i n f a t t i a l d i f u o r i d e l p e r i c o l o d i contenutismo quando afferma, a r i g u a r d o d e l v i z i o fondamentale i n d i v i d u a t o n e l l ' a r t e ^ d i P a u l C l a u d e l i n Partage du m i d i , 1' incapacita** d i comporre i n unita*- l e v a r i e messe a fuoco l i r i c h e : "L'immagine... mette i n r e l a z i o n e i f a t t i praticamente l o n t a n i , ma u n i t i i n corrispondenza armonica nell'anima d e l poeta. L'immagine d 1'affermazione d e l l ' o r d i n e n a t u r a l e , che l'amore d i s i n t e r e s s a t o d e l poeta r i s c o p r e ogni ora. Ma appunto per c i 6 l'immagine determina, conchiude, coordina i n t o r n o a l g i u s t o momento le cose che g l i appartengono, facendolo v i v e r e n e l l a sua a r i a e quasi p i u a port at a d i ma no. L'immagine e*' come un f e d e l e coro che commenta f r a t e r n a -mente l a g i o i a d e l p a r t i c o l a r e r i u s c i t o a e s p r e s s i o n e dimostrando i n a t t i come s o l t a n t o per l a sua p r e c i s a c h i a r e z z a esso conviva riccamente n e i mondo. u2\ E g l i pud ora d i r i g e r s i a una c r i t i c a , non pii} m o r a l i s t i c a ma storicamente motivata; " o r g a n i z z a z i o n e e l i m i n a t i v a d i p o s s i b i l i t y m o l t e p l i c i . . . c o n q u i s t a d i cosmos n e i caos... r i n u n z i a , . . d o l o r e " i n quanto r i t i e n e che, "... s o l t a n t o l a f a l s a c o n s i d e r a z i o n e d e l l a morale come v e r i t y p r e c e t t i s t a , per c u i un at t o e* buono o c a t t i v o i n sd e non un rapporto a una cos c i e n z a c i ha f a t t o sbandire l ' a r t e d e l regno d e l l ' e t i c a " . 0 0 80 A d i f f e r e n z a d e l Croce che da una concezione genericamente s t o r i c a d e l f a t t o a r t i s t i c o s i volge a una v a l u t a z i o n e c r i t i c a s u l l a maggiore e minore capacita* i n t u i t i v a o e s p r e s s i v a d e l l ' a u t o r e , i l t r i e s t i n o , f i n i s c e c o l r i d u r r e i l f a t t o a r t i s t i c o a fenomeno s t o r i c o e q u i n d i n e i medesimo tempo a un'azione e t i c a d i i n t e r v e n t o s u l l a realta*. Questa a t t r a z i o n e verso l o s t o r i c i s m o conduce l o s c r i t t o r e t r i e s t i n o a una c o n s i d e r a z i o n e d e l v a l o r e d e l l a p o e s i a popolare come g l i accade quando r e c e n s i s c e una s e l e z i o n e d i c a n t i d e l Tommaseo. S l a t a p e r vede i n questo genere d i p o e s i a popolare non r i d o t t a a una pura dimensione l i r i c a ma c o n c e p i t a come f a t t o u n i v e r s a l e , un f a t t o s o c i a l e e p o e t i c o insieme ad una p a r t e c i p a z i o n e mimetica, d i "poeta ad eroe", d i "popolo a poeta". A t t r a v e r s o i l l a v o r o su Ibsen S l a t a p e r trovera** modo d i a p p r o f o n d i r e questa sua problematica d i ardua s i n t e s i t r a momento e s t e t i c o e momento e t i c o d e l f a t t o c r e a t i v o . II l a v o r o c r i t i c o d i S l a t a p e r culmina n e l l Ibsen opera che G i a n i S t u p a r i c h t f o v a possedere un' o r g a n i c i t a " che va c e r c a t a o l t r e l a c o s t r u z i o n e , n e i s o t t o s u o l o formato d a l p e n s i e r o che svolge con pena e f a t i c a , con g i r i e r i g i r i , con s a l i t e e d i s c e s e , l a sua i n e s o r a b i l e unicita*- l o g i c a . L'andamento d e l l ' o p e r a e* tumultuoso, l o s t i l e non d i rado scuro e c o n t o r t o , i n una continua t r a n s i z i o n e t r a n o t a z i o n i d i t i p o b i o g r a f i c o , s t o r i c o e p e r s i n o l i r i c o . L' o r g a n i c i t a " d e l l ' Ibsen c o n s i s t e i n 81 una costante r i c e r c a c h e . a l i a f i n e r i e s c e a f o r n i r e un'immagine e s a u r i e n t e dell'uomo e d e l poeta ed anche n e l l a documentazione che esso rappresenta d e l l a e v o l u z i o n e i n t e r n a d i S l a t a p e r . L ' u n i t y d e l l ' o p e r a viene d a l l a scoperta d i una v e r i t s l l o g i c a d e l l a v i t a , n e l l a f i d u c i a d i v o l e r r e c u -perare una corrispondenza. e una connessione t r a t u t t i i f a t t i d i una e s i s t e n z a . I n f a t t i e g l i s t e s s o afferma che t u t t o c i d che s c r i v e e* i n s t r e t t a r e l a z i o n e con eld che ha v i s s u t o intimamente. II l a v o r o e* permeato da un r i f i u t o d i c o n s i d e r a r e separatamente i v a r i a s p e t t i d i una a t t i v i t y umana, a l i a l u c e d i un concetto i n t e g r a l e dell'uomo. Da Amburgo s c r i v e a Elody I ' l l giugno d e l 1916 che i l suo l i b r o £ t a n t o organico che e* "una s o l a cosa; ... ogni nuovo dramma che s t u d i o m'obbliga a r i f a r e i l processo d i t u t t o i l l i b r o . . . I I mio metodo che credo s i a l ' u n i c o , e* d i r i s p e t t a r e profondamente ogni opera presa i n se*, come se q u e l l a f o s s e 1'unica opera e l ' u n i c o documento che a v e s s i d e l l a v i t a e d e l l o s p i r i t o d i Ibsen. In ogni opera c i deve essere t u t t o Ibsen, cioe* anche l e premesse ad essa e l e conseguenze. E f i n c h d t u t t o i l r e s t o d e l l i b r o non s'accorda perfettamente ad essa, o § s b a g l i a t a l a v a l u t a z i o n e d e l l ' o p e r a o e* s b a g l i a t o i l c orso d e l l i b r o . " g g II t r i e s t i n o p a r t e da una c r i t i c a s o g g e t t i v a , c o s i n e i caso d i Ibsen non e* dunque s o l o i n t e r e s s e verso l'uomo n e l l a sua i n t e g r i t y ma d e s i d e r i o d i una completa r i c o -s t r u z i o n e s t o r i c a . II l a v o r o presenta una f u s i o n e d i due d i r e t t i v e d i r i c e r c a , che s i possono i n d i v i d u a r e anche n e l l e opere m i n o r i . S i t r a t t a d i u n ' i d e n t i t a t r a p e n s i e r o 82 e s t o r i a , t r a r a z i o n a l e e i l r e a l e che da appunto o r i g i n e a un t e n t a t i v o d i s t o r i c i s m o e che i d e n t i f i c a i l f i n e u l t i m o d e l c r i t i c o c o l f a r e s t o r i a : " i o non f a c c i o a l t r o che s v i l u p p a r e e i n t e r p r e t a r e i n c r i t i c a , c i o e ragionamento, c i d che e g l i ha affermato i n p o e s i a , cioe* e t e r n i t a 1 c o m p l e t a " ^ ^ La v i t a d i Ibsen, l a n a s c i t a i n un p i c c o l o e t r i s t e paese e q u e l l a f a n c i u l l e z z a t r a s c o r s a n e l l a m a l i n c o n i a d e l l a decadenza f a m i l i a r e sono i n s e r i t i i n un vast o quadro s t o r i c o , q u e l l o d i un'Europa che s i s t a l i b e r a n d o d a l l ' o t t o -cento e una Norvegia i n fase e v o l u t i v a . L'Ibsen viene q u i n d i v i s t o a un l i v e l l o d i " i r r e d e n t i s m o c u l t u r a l e " , sospeso quasi t r a c u l t u r a danese e mondo s t o r i c o e p o l i t i c o norvegese. II dramma che f i n d a l l ' i n f a n z i a i l norvegese d c o s t r e t t o a v i v e r e , dt q u e l l o d i una c o n t r a d d i z i o n e t r a c a p a c i t ^ e d e s i d e r i o , e s i c o n c r e t i z z a i n una l o t t a f r a r e a l e e i d e a l e su un l i v e l l o s t o r i c o . La evide n t e a n a l o g i a d e l l a s i t u a z i o n e d i Ibsen con i problemi d i S l a t a p e r , e questa p a r t i c o l a r e i n s i s t e n z a su a l c u n i a s p e t t i s i n g o l i d i e s s i , e* i n realta* meno mist i f i c a t o r i a d i quanto s i possa pensare. E cio** e** p i u che a c c e t t a b i l e se s i con s i d e r a che a l l ' i n i z i o d e l novecento, l a s i t u a z i o n e p o l i t i c a e c u l t u r a l e d i T r i e s t e s i manteneva a l i o s t e s s o l i v e l l o d i q u e l l a a n t e r i o r e a l l e guerre d'indipendenza i t a l i a n a , e che l a p r o b l e m a t i c a d i S l a t a p e r s i basava appunto su un f i l o n e d i c u l t u r a n o r d i c a e centro europea. II t r i e s t i n o passa, da t a l e v i s i o n e b i o g r a f i c o - s t o r i c a , ad a f f r o n t a r e un problema p o e t i c o e s s e n z i a l e e d i f r o n t e a l 83 quale Ibsen venne a t r o v a r s i quando fu c o n f r o n t a t o d a l l a necessita* d i c o n c r e t i z z a r e i l suo s l a n c i o l i r i c o i n forme o g g e t t i v e : cioe - d i t r a s m e t t e r e questo mondo l i r i c o e i d e o l o g i c o che s e n t i v a dentro d i se, n e l l a realta* d e l l a v i t a n a z i o n a l e . La scoperta d e l l a saga c o s t i t u i s c e f o r s e i l punto d ' i n c o n t r o d i queste due componenti: " i l canto e r o i c o popolare, cioe** l ' e r o e che continue** a v i v e r e l i r i c a m e n t e n e i popolo, l ' e r o e d i c u i s i sa ra c c o n t a r e t u t t a l a b i o g r a f i a , l ' e r o e uomo".^ Quando questa s t r u t t u r a d e l l a f i a b a popolare viene superata; ci6* che r e s t a a l poeta e*- i l suo contenuto vero, " l a c a l d a umanita*". S i n d a l l ' i n i z i o q u i n d i i l problema fondamentale d i Ibsen, l a causa d e l l s c a r s o successo d e i s u o i drammi g i o v a n i l i , e* f o r s e 1 1 impostazione, i n t e r m i n i p o l i t i c i , d i un medesimo dramma s t o r i c o , d e l quale anche S l a t a p e r s i s e n t i v a p r o t a g o n i s t a : e* i l c o n t r a s t o f r a e s i s t e n z a e s t o r i a d i c u i l ' u n i c a s o l u z i o n e d 1'inserimento r a z i o n a l d e l l a r e a l t ^ m i t i c a . Oppure come afferma S l a t a p e r d l o s f o r z o d i " f a r r i e n t r a r e n e l l a c o t i d i a n i t s t i l tremendo".2g Per S l a t a p e r non r e s t a a l t r o che r i p e r c o r r e r e l a v i a d i Ibsen con un'ansia. d i p a r t e c i p a z i o n e che r i v e l a anche i l suo dramma. I n f a t t i l a s i t u a z i o n e p o l i t i c a d e l l a Norvegia a l tempo d i Ibsen s i a v v i c i n a v a a q u e l l a d e l r e s t o d'Europa n e i 1914; t a n t o che n e i saggio d i S l a t a p e r non e* r a r o t r o v a r e e s p r e s s i o n i p e r s o n a l i e d i c a r a t t e r e quasi a u t o b i o g r a f i c o . 84 Possiamo d i r e che i l vero Ibsen comincia con l'abbandono d e l l a p a t r i a e i l suo t r a s f e r i m e n t o i n I t a l i a . Con Brand e Peer Gynt, Ibsen a f f r o n t a i l problema d e l l * a z i o n e e i l t r a g i c o dilemma t r a i l " s i i come d e v i e s s e r e " e i l " t i b a s t i d'essere come s e i " . E n t r a ora n e l l a p o e t i c a d i Ibsen i l mito e i n modo p a r t i c o l a r e i l simbolo, un elemento i d e a l e e u n i v e r s a l e , p r o i e t t a t o n e i tempo e n e l l a r e a l t a * s o c i a l e e p o l i t i c a , e capace d i dare e s p r e s s i o n e a problemi i n t e r n i . Spesso n e l l ' Ibsen non e** i l c r i t i c o puro a p a r l a r e ma l'uomo poeta e q u i f o r s e possiamo r i n t r a c c i a r e i l f i l o s o t t e r r a n e o d e l c r i t i c o che c i conduce a l Mio Carso. S l a t a p e r scopre l a p o e t i c a d e l mito d i Ibsen per affermare i m p l i c i t a m e n t e i n essa l a p r o p r i a , e per c e r c a r e n e l l ' a r t e d i Ibsen un t r a i t - d 'union f r a l e v a r i e antinomie che v i v e v a da tempo. L'opera d i Ibsen, come t u t t a l'eta* n o s t r a deve, contro voglia, r i t o r n a r e a un v a l o r e r e l i g i o s o (amore) piu** a l t o che l ' e t i c o ( v o l o n t a ) , d a l l a c u i a s s o l u t a affermazione era p a r t i t a . Sarebbe agevole dimostrare come l a c o n t r a d d i z i o n e d e l l a n o s t r a epoca s i a e n t r a t a . . . i n quasi t u t t i i n o s t r i c a p o l a v o r i a r t i s t i c i , anche i n q u e l l i , i n c u i e s p l i c i t a m e n t e , non sono nominate l e p a r o l e : e t i c a e r e l i g i o n e . 2 7 N e l l o s v i l u p p o d e l l ' I b s e n S l a t a p e r s i mantiene a s s a i p i u v i c i n o a l i a l e z i o n e s t o r i c i s t i c a , c i v i l m e n t e impegnata, d i De Sanctis, che non a i r i s u l t a t i d e l l ' e s t e t i c a d e l Croce, per quanto e g l i , p a r t i t o da un co n c e t t o d e s a n c t i s i a n o e p o i c r o c i a n o d e l l ' a r t e s i t r o v i a un c e r t o punto a p r o -85 s e g u i r e una r i c e r c a d e l t u t t o p e r s o n a l e . II t r i e s t i n o mette i n luce l a te n s i o n e che spinge Ibsen a v i v e r e i problemi d e l p r o p r i o tempo, a r i s p e c c h i a r l i e i n modo p a r t i c o l a r e a d i b a t t e r l i n e l l a p r o p r i a opera. Ad esempio t u t t a l a p a r t e d e l l a produzione d e l dramma-tur g o p o s t e r i o r e a l i a c r i s i europea ( l a guerra f r a n c o -p r u s s i a n a d e l 1870, c o n c l u s a s i con l a v i t t o r i a d i Bismark, segno* anche l a f i n e d e l romanticismo europeo), <* i l l u s t r a t a da S l a t a p e r a t t r a v e r s o i l rapporto con quel c l i m a s t o r i c o : Ibsen ha espresso, e con ciS* ha s u s c i t a t o f u o r i d e l t e c n i c i s m o a l i a d i s c u s s i o n e popolare, q u e l l o che sono s t a t i e sono ancora i n pa r t e i problemi s o c i a l i piu" i m p o r t a n t i d'una generazione... C i troviamo Kant e Schopenhauer, M i l l , Darwin, Spenser e magari N i e t s c h e . F i g l i o d e l l a sua epoca p o s t - r i v o l u z i o n a r i a , Ibsen ne e* s t a t o i l poeta, ma anche 1'ha su b i t a . g g Con queste a f f e r m a z i o n i S l a t a p e r s i spinge a l l e s o g l i e della. s o c i o l o g i a , o a una r i d u z i o n e d e l f a t t o a r t i s t i c o n e l l ' a m b i t o d i uno s t o r i c i s m o i n t e g r a l e , n e i quale t r o v a senso t u t t o l o s v o l g e r s i d e l drammaturgo norvegese. In questa sequenza ogni opera e** s o r r e t t a d a l f i l o conduttore d e l l ' impegno s t o r i c o e (da Nora, a i Fantasmi) t r o v a una l o g i c a c o l l o c a z i o n e . Se consideriamo I s o s t e g n i d e l l a societa* troviamo che Ibsen crede ancora che verita" e l i b e r t a * s i a n o p o s s i b i l i : questo evidentemente spiega l a n a s c i t a d e l personaggio d i Nora, l a f o r z a femminile che puo* redimere l'uomo, anche se a questo punto comincia a prender forma i l p a r t i c o l a r e r e a l i s m o ibseniano: 86 " E g l i vede l a r e a l t a come e g l i l a sa, non com'essa ^"-29 S l a t a p e r non vuole a p p r o f o n d i r e t a l e motivo, e passa con buoni r i s u l t a t i a p u n t u a l i z z a r e alcune d e l l e s t e s u r e d e l dramma d i Ibsen, c e n t r a t o s u l problema d e l l ' a z i o n e d e r i v a n t e d a l l o s c o n t r o t r a i v a r i p ersonaggi. S i pud d i r e a n z i che azione e persone s i a n o l a medesima cosa: II " f a t t o " d'Ibsen e* un tiato che avendo i n f u s o sangue a l pe n s i e r o , ne e* p o i r i d o t t o a l l ' u l t i m o minimo p o s s i b i l e . II dramma i b s e n i a n o e* p r o p r i o a l l i m i t e d e l l a grande a r t e e d e l l a produzione contemporanea: dove l a p o e s i a sta* per d i v e n t a r e verismo. Su questo f i l o d i r a s o i o Ibsen... s i regge con un t r a v a g l i o spasimante, come t u t t a l a sua persona l o t t a f r a Kant, C r i s t o - e Darwin, Spenser. A r r i v a a l i a " c o t i d i a n i t a * " s t i l i s t i c a , come a l i a c h i a r e z z a quasi muta d e l l e sue persone, con t a l e s f o r z o morale, che l a p i e t r a s t e s s a d i v e n t a f i o r e e l a p a r o l a v o l g a r e canto. Nessuno pud i m i t a r e , q u i , questo "verismo" i b s e n i a n o ; bens! t u t t o i l t e a t r o moderno s i annoda 1st dove i n Ibsen succede l a stanchezza e l e p a r o l e comuni sono l e p a r o l e comuni. Culmina i n questa messa a fuoco d e l "verismo" d i Ibsen t u t t o i l p r i m i t i v o nucleo d e l l a v o r o che c o n s i d e r a v a i Fantasmi quale v e r t i c e d e l l ' a r t e i b s e n i a n a . C i a v v i c i n i a m o a l i a famosa pagina i n c u i S l a t a p e r r i n u n c i a a Ibsen per sostenere i l r i t o r n o a Shakespeare. In antecedenza v i e n l a d e f i n i z i o n e c o n c l u s i v a d e l r e a l i s m o d i Ibsen, quale appare i n p a r t i c o l a r e n e i Fantasmi. II drammaturgo norvegese e p a r t i t o d a l verso, ed ha f i n i t o con l ' a c c e t t a r e l a prosa: 87 "Non ha a c c e t t a t a l a realta* con abbandono p a s s i v e . . I I suo mondo l a g i o r n a l i e r a s o c i e t a i n c u i viviamo. . . J? ancora l ' u n i c o poeta che a t t e s t i d i n o i l a s t o r i a " . ^ La prosa r i e n t r a n e i suo modo p a r t i c o l a r e d i i n d i -v i d u a l i z z a r e i personaggi, mentre i l verismo: "d una nuova convinzione morale", "un grado d i i d e a l i t a * , che vede i n modo d i f f e r e n t e i l mondo".^ Lo s c r i t t o r e t r i e s t i n o giunge a questo punto a una prima d e f i n i t i v a messa a fuoco d e l l ' a r t e i b s e n i a n a e anche d e l l a p r o p r i a p o e t i c a . L'estremo o b i e t t i v o a c u i e g l i tende e** un verismo d i t i p o s t o r i c i s t i c o , che c o s t i t u i s c e una t e s t i m o n i a n z a e a l i o s t e s s o tempo un i n t e r v e n t o da p a r t e d e l poeta s u l l a s o c i e t a che l o ci r c o n d a , Questo s t o r i c i s m o i n c o n t r a indubbiamente i l p r o p r i o l i m i t e n e i moralismo d i S l a t a p e r . A l l ' a r t e d i Ibsen e g l i r i c o -nosce una mancanza non p o e t i c a ma morale, e t r o v a i n un "kantismo l i r i c o " , una mancanza d'amore: Ibsen non piange, non s'abbandona, non ama... Mondo povero... Mondo dedotto e non i n d o t t o . Secchezza l u t e r a n a e non comprensione c a t t o l i c a . Leggendo, e r i l e g g e n d o , tornando a r i l e g g e r e Ibsen a un t r a t t o v i prende una smania i n d i c i b i l e : ma! sangue! Riprendete S h a k e s p e a r e . ^ La p a r t e che s i conclude con i Fantasmi e** l a p i u a l t a e i s p i r a t a d e l l ' I b s e n ed d i n sostanza opera a se* malgrado che, r i s u l t e r e b b e incompleta., se c o n s i d e r a t a senza i c a p i t o l i che proseguono, a t t r a v e r s o l e v a r i e opere, l a r i c o s t r u z i o n e d e l l a t e m a t i c a d i Ibsen. Questa t e m a t i c a che, a t t r a v e r s o l ' A n a t r a s e l v a t i c a , Casa. Rosmer. II 88 C o s t r u t t o r e Solness, giunge a l i a r i v e l a z i o n e f i n a l e d e l Quando n o i m o r t i c i destiamo, i l c u i motivo c e n t r a l e c o n s i s t e n e i r i c o n o s c e r e i l f a l l i m e n t o d i t u t t a l a v i t a per mancanza d'amore. Dai Fantasmi i n p o i , S l a t a p e r pensa d i p o t e r r i t r o v a r e n e l l a p r o b l e m a t i c a d i Ibsen 1 ' i n f i l t r a r s i d i un p r o g r e s s i v o pessimismo e l ' a g g r a v a r s i d i una c r i s i che s i conclude n e l l a decadenza d e l l ' e r o e e n e l l a i m p o s s i b i l i t y d i c o n c i l i a r e l e v a r i e antinomie d e l l ' e s i s t e n z a d i q u e s t i . G l i . e l e m e n t i che sostengono l a r i c o s t r u z i o n e d i S l a t a p e r sono in buona p a r t e d i c a r a t t e r e c o n t e n u t i s t i c o , ma n e i procedere nell'esame d e l l ' o p e r a c r i t i c a s i i n c o n -t r a n o i n t u i z i o n i d i a l t i s s i m o v a l o r e , i n p a r t i c o l a r e q u e l l a s u l simbolo, a p r o p o s i t o d e l l ' A n i t r a s e l v a t i c a , con e s p r e s s i o n i che c o s t i t u i s c o n o i l m i g l i o r a i u t o anche ad una l e t t u r a d e l Mio Carso. Questo dimostra come S l a t a p e r s t i a andando approfondendo e conferendo consa-p e v o l e z z a c r i t i c a a l l e p r o p r i e i n t u i z i o n i i n i z i a l i : I I simbolo d l a c o n c l u s i o n e n e c e s s a r i a dell'immagine. L'immagine e* amor l i r i c o , e** abbandono: non fede. L'immagine 6s f a t t o l i r i c h o che s c h i a r i s c e u n i s c e , s l a r g a : l a f o r z a che gode e r i p o s a n e l l a luce d e l l ' a s p e t t o . Ma i l simbolo e* l a vera unione, e* l a comunione, 1 ' u n i f i c a z i o n e d e l l a f o r z a con l ' a s p e t t o . E i l f a t t o d'ogni uomo e d'ogni ora i n c u i sboccano i f i n i d e l l ' u n i v e r s a l e . . . II simbolo e* r e a l e perche l o crediamo. . . Ma se l o crediamo e* necessariamente r e a l e , non i n v e n t a t o ma affermato, non c o s t r u i t o ma s c o p e r t o . L'immagine d s t a t o d'animo ma i l simbolo e fede. L'immagine canta e" l i r i c a : i l simbolo 89 a g i s c e . L'impressione £ immagine; ma l ' a r t e e" dramma. II simbolo d' Ibsen regge, sp i e g a , fa co?iiunicare i l p a r z i a l e con 1 ' u n i v e r s a l e , come i l coro n e l l a t r a g e d i a greca. ^ come i l coro ha p a r t e n e l l ' a z i o n e . E l ' a t t i v o commento mus i c a l e . g ^ S l a t a p e r , avverte l a n e c e s s i t a , a mano a mano che s i a v v i c i n a a l i a c o n c l u s i o n e d e l l a v o r o , d i a l t e r n a r e n o t a z i o n i s t o r i c o - s t i l i s t i c h e con r i t o r n i p i u o meno m o r a l i s t i c i o c o n t e n u t i s t i c i . G l i sembra, per esempio d i vedere n e l l ' A n a t r a un'opera a l t i s s i m a , g r a z i e a l i a f unzione che i n essa a s s o l v e i l simbolo, ma n e l l o s t e s s o tempo afferma che "non S i l contenuto che f a l a grandezza d e l l ' o p e r a , ma e" 1'appassionante anima g i u d i c a n t e su d i S e - 35 Quindi n e i r i n v i a r e l a causa u l t i m a che sp i e g a l a po e s i a , a un f a t t o morale, S l a t a p e r esprime l ' i m p l i c i t o r i f i u t o d i c o n s i d e r a r e i l mondo i n una dimensione puramente m a t e r i a l i s t i c a . La f o r t i s s i m a tendenza. a s t o r i c i z z a r e e a r a z i o n a l i z z a r e g l i e v e n t i e* i n s u f f i c i e n t e , i n u l t i m a a n a l i s i , a s o d d i s f a r e completamente S l a t a p e r , che p r o p r i o per questo motivo f i n i s c e con l ' i n t e g r a r e l a s t o r i a , come l a v i t a , con una componente r e l i g i o s a . Giungiamo c o s ! a l punto c r u c i a l e d i t u t t a l a p o e t i c a d i S l a t a p e r , che p r o p r i o per questo trovera" l ' a r t e i n s u f f i c i e n t e . S i r i v e l a , paradossalmente , l a f o r z a n e g a t i v a d e l r i f i u t o d e l l e d i s t i n z i o n i c r o c i a n e , p o r t a t a a v a n t i da S l a t a p e r ostinatamente i n t u t t a l a sua opera. La componente r e l i g i o s a f i n i s c e per predominate 90 n e l l ' a r t e e, i n un c e r t o senso, r i a f f i o r a l a tendenza, che i n f l u i v a anche s u l l a v o r o c r i t i c o d e i p r i m i anni, a vedere i n Ibsen i l dramma d i un romantico e a notare come s o t t o i l suo "crudo r e a l i s m o " e s i s t a sempre una c a r i c a d i n o s t a l g i a . T u t t o cio* & dovuto a l f a t t o che S l a t a p e r t e n t a sempre d i e q u i l i b r a r e l'uno e 1 ' a l t r o a s p e t t o d e l problema, per v e n i r e a q u e l l a che & l a sua r e a l i z z a z i o n e d e l l a meta f i n a l e : una dimensione i n t e r a dell'uomo i n c u i s i possano fondere p o e s i a , r e l i g i o n e , f i l o s o f i a , i n una "nuova c a t e g o r i a " s p i r i t u a l e : "credo che p o e s i a , f i l o s o f i a e r e l i g i o n e s i fonderanno i n una nuova c a t e g o r i a ed una nuova f o r z a v i t a l e , d i c u i no i contemporanei, d e l r e s t o , non possiamo ancora aver una c h i a r a immagine". L ' i n t e r e s s e d e l c r i t i c o , o s c i l l a t r a due p o l i che sono 1'anima i n d i v i d u a l e e l a s t o r i a e, d ' a l t r o canto non s i pud d i r e che, a t t r a v e r s o 1'Ibsen avvenga una s c e l t a d e c i s a f r a e s s i : per esempio i l rapporto t r a uomo e s t o r i a , poeta e p u b b l i c o non e* c h i a r i t o . Possiamo c o s i s p i e gare l e cadute n e i contenutismo, i f r e q u e n t i s b a l z i d a l l a c o n s i d e r a z i o n e d e l l ' i n d i v i d u o e n t r o l a s t o r i a a l s o l o u n i v e r s o morale d e l s i n g o l o c o n s i d e r a t o come u n i t y a se s t a n t e . I I l i b r o s i a v v i a verso una co n c l u s i o n e d i t i p o p e r s onale e i n d i v i d u a l e ove l'uomo morale, s c o n f i t t o r i n u n c i a , a c c e t t a l a realta* e p e r i s c e . I I t u t t o e a p p e s a n t i t o da i n t r u s i o n i d i c a r a t t e r e p e r s o n a l e d e l c r i t i c o , come 1'affermazione secondo c u i , 91 "ogni barbaro che s * i n u r b a e" un decadente; questa £ l a l e g g e " . 3 7 S i nota i l r i f l e s s o d i un p e n s i e r o d e l t u t t o personale che S l a t a p e r va seguendo per conto suo. S i presentano anche v e r i s q u a r c i l i r i c i d i a p p r e z z a b i l e v a l o r e , ove s i r i c o n o s c e immediatamente 1'autore d e l Mio Carso, e che quasi sembrano continuarne direttamente l e u l t i m e pagine a t t r a v e r s o un l i n g u a g g i o r i c c o e f l e s s i b i l e . A p r o p o s i t o dell'amore d i Ibsen per l a montagna d i c e i l c r i t i c o : ... l a sua s o l i t a r i a montagna, q u e s t ' a s s o l u t o che v u o l v i v e r e , ma senza t r a n s i z i o n i , v i t a c r u d e l e d e l l a p i e t r a i n s e n s i b i l e , e pur spaccata, l a c e r a t a dentro n e l l o improvviso gelo d e l l a g occia d'acqua v i t a l e che ha r e f r i g e r a t o l a sua a r i d i t a : o ssatura v i o l e n t a e d i t t a t o r i a l e s u l l a supina f e r t i l i t a * d e l l a t e r r a madre, s o l a , l a f r o n t e dolorosa b a t t u t a d a l l e d i s s i d e n t i atmosfere: ed e l l a sopporta i m p a s s i b i l e i l cozzo e i l v o r t i c e d e l l a v a r i a p a r o l a t e r r e s t r e , e ne sparte l a passione e o r d i n a i l caos d i s t r u t t o r e . S c i r o c c o d^ neve, aquilone da* s o l e a l i a montagna, n e i suo c a l c a r e o a s s e t a t o nasce questo fiume che c i d i s s e t a - Segherie, p i a n i i r r i g a t i , sfogo d i cloache, navigazione, E i l fiume traversando l a f e r t i l i t y nata da esso r i p o s a finalmente n e i mare.gg N e l l ' e p i l o g o S l a t a p e r non t e n t a d i fondere ma d i s t a b i l i z z a r e entrambi e f i l o n i : cioe** q u e l l o personale e intimo, e q u e l l o s t o r i c i s t i c o . Questo t e n t a t i v o d i quadro s t o r i c o n e i quale viene f a t t o d e r i v a r e d a l l a l e z i o n e "che da i b s e n i a n a l u i imito** t u t t o i l quadro r e a l i s t i c o europeo, i l modo d i s c r i v e r e l e d i d a s c a l i e " , 92 n e l l a sua e s s e n z i a l i t a e s o l i d o e abbastanza convincente. II t r i e s t i n o raggiunge maggior c o n s i s t e n z a n e l l a v icenda c o n c l u s i v a d e l l ' I b s e n , quando l'uomo-poeta r i t o r n a i n p a t r i a , e n e l l a f a s e f i n a l e d e l l a v i t a quando Ibsen r i c o n o s c e i l suo f a l l i m e n t o umano, che e* i l medesimo d i Solness e d e i personaggi d i Quando n o i m o r t i c i  destiamo, f a l l i m e n t o dovuto a e c c e s s i v a r i g i d i t s t e t i c a e mancanza d'amore: "noi m o r t i c i destiamo per r i c o n o s c e r e che mai fummo v i v i " . 40 Ora i l t r i e s t i n o accentua i l suo contenutismo quando r i s c o n t r a che 1'elemento che ha impedito a Ibsen d i d i v e n t a r e un grande autore, e*" l a mancata r i s o l u z i o n e a l l e sue contese, " q u e l l a suprema c r i s i i n t e r i o r e che ha convert i t o i n u m i l i uomini a l c u n i n o s t r i a r t i s t i d e l r i n a s c i m e n t o e che ha i n q u i e t a t o perennemente l a v i t a d'un M i c h e l a n g e l o o d'un T o l s t o i " . ^ L ' A l i g h i e r i r i e s c e n e l l a s i n t e s i "cattolica',' per e c c e l l e n z a ; t r a l ' e s i s t e n z a d i d a t t i c a e morale, e l ' a r t e ; t u t t a 1'opera d i Ibsen, invece: "e** uno smaniante impulso d i rinnovo e d i p r e d i c a z i o n e che cerca d i c a l m a r s i i n una c o n f e s s i o n e p o e t i c a , malcontenta d i essere s o l t a n t o p o e s i a " . ^ In e f f e t t i n e l l a sommaria r i c o s t r u z i o n e d i t u t t a l a v i c e n d a d e l drammaturgo, S l a t a p e r vede confermata l a s t o r i a d i una b a t t a g l i a i n t e r i o r e che ha mancato i l suo scopo per non essere Ibsen r i u s c i t o a superare l a sua f r e d d a e i m p l a c a b i l e e t i c i t a \ La tendenza d i passare d a l l a p r o s a a l verso, i n d i c a p r o p r i o l a r i c e r c a d i una s o l u z i o n e , mai d e l t u t t o c o n s e g u i t a . 93 Arriviamo c o s l all'ultimo giudizio che Slataper forma sul suo autore, d i c u i , pur riconoscendo l a gigantesca. s t a t u r a , i l t r i e s t i n o pensa d i p o t e r i n d i c a r e i l l i m i t e umano e p o e t i c o . L'opera s i conclude con l a v i s i o n e d e g l i u l t i m i anni d i Ibsen, r i d o t t o su una sedi a , s t r o n c a t o d a l l a p a r a l i s i , i n un r i t r a t t o pieno d i malinc o n i a s i m i l e a q u e l l o con c u i e g l i aveva concluso l a p r e f a z i o n e a l Tasso. E una t e s t i m o n i a n z a d i un i n t e r e s s e che muove dall'uomo e, a l momento d e l l a s i n t e s i , nell'uomo s i conclu 94 Note a l Quinto C a p i t o l o 1. S c i p i o S l a t a p e r , Ibsen, F i r e n z e , Sansoni, 1944, pag. 246. 2. A p r o p o s i t o d i t a l e termine ecco come s i esprime l o s t e s s o S l a t a p e r : "Questo p i u sentimento che p e n s i e r o , s g o c c i o l a n t e ancora d e l sangue i n c u i e nato, deve s u s c i t a r e i n uno s p i r i t o m e d i t a t i v o e bisognoso d i g i u s t i f i c a r e ogni sua. tendenza u n i v e r s a l e , almeno un t e n t a t i v o d i t e o r i a . Ed d i l c o s i d e t t o pantragismo: cioe* 1 ' a m p l i f i c a z i o n e m e t a f i s i c a d e l c a r a t t e r e d e l suo s p i r i t o e d e l l a sua p o e s i a " . S c i p i o S l a t a p e r , S c r i t t i l e t t e r a r i e c r i t i c i , c i t . , pag. 148. 3. I b i d . , pag. 246. 4. Northrop Frye, Anatomy of C r i t i c i s m , New York, Atheneum, 1969, pag. 112 - 113. 5. S c i p i o S l a t a p e r , E p i s t o l a r i o , c i t . , pag. 113. 6. S c i p i o S l a t a p e r , Appunti d i d i a r i o , c i t . , pag. 46. 7. S c i p i o S l a t a p e r , A l l e t r e amiche, c i t . , pag. 258. 8. S c i p i o S l a t a p e r , S c r i t t i l e t t e r a r i e c r i t i c i , c i t . , pag. 144 - 145. 9. I b i d . , pag. 151. 10. S c i p i o S l a t a p e r , E p i s t o l a r i o , c i t . , pag. 84. 95 11. S c i p i o S l a t a p e r , S c r i t t i l e t t e r a r i , c i t . , pag. 282. 12. S c i p i o S l a t a p e r , E p i s t o l a r i o , c i t . , pag. 268. 13. S c i p i o S l a t a p e r , Appunti, c i t . , pag. 88. 14. S c i p i o S l a t a p e r , E p i s t o l a r i o , c i t . , pag. 196. 15. I b i d . , pag. 269. 16. S c i p i o S l a t a p e r , Appunti, c i t . , pag. 144. 17. I b i d . , pag. 155. 18. S c i p i o S l a t a p e r , S c r i t t i l e t t e r a r i , c i t . , pag. 204. 19. I b i d . , pag. 229 - 230. 20. I b i d . , pag. 245. 21. I b i d . , pag. 271. 22. I b i d . , pag. 266. 23. S c i p i o S l a t a p e r , A l i e tre* amiche, c i t . , pag. 267. 24. S c i p i o S l a t a p e r , Ibsen, c i t . , pag. 34. 25. I b i d . , pag. 48. 26. I b i d . , pag. 54. 27. I b i d . , pag. 104 - 105. 28. I b i d . , pag. 84. 29. I b i d . 30. I b i d . 31. I b i d . 32. I b i d . 33. I b i d . 34. I b i d . 35. I b i d . 36. I b i d . 37. I b i d . 38. I b i d . 39. I b i d . 40. I b i d . 41. I b i d . 42. I b i d . pag. 180. pag. 187. pag. 212. pag. 212. pag. 216 - 217 pag. 246 - 247 pag. 244 - 245 pag. 273. pag. 286. pag. 294. pag. 305. pag. 312. pag. 312. pag. 313. CONCLUSIONE Abbiamo v i s t o come i l problema d i fondo, d a l quale prende o r i g i n e 1'Ibsen, c o n s i s t a n e i t e n t a t i v o d i passaggio da i n d i v i d u a l i s m o a. s t o r i c i s m o , da natura a s t o r i a . T a l e passaggio t u t t a v i a , non e** mai pienamente r i s o l t o , e d i questo sono prova, t r a 1 ' a l t r o , alcune a n n o t a z i o n i contenute n e l l e A p p e n d i c i a l l ' I b s e n , che s i susseguono i n breve s p a z i o . Secondo l a prima: "Non e s i s t e c r i t e r i o e s t e t i c o , ma e s i s t e c r i t e r i o morale: cioe* una v a l u t a z i o n e d i p e r s o n a l i t y n e l l a s t o r i a . - II r e s t o e*" pura-mente i n d i v i d u a l e ; d i gusto secondo i s t i n t i : ed e* i n c o n t r o l l a b i l e " .. Sembrerebbe qui che l ' i n t e r e s s e massimo fosse r i v o l t o a l i a s t o r i a : ma aggiunge p o i : "La s t o r i a d e l l a produzione i b s e n i a n a puo c o n s i d e r a r s i come s t o r i a ( c i o e s i g n i f i c a t o ) d e l l a sua anima'^ La veritst: "L'uguaglianza a s s o l u t a d i Ibsen con 3 l a sua opera" E poco prima: "La f e r t i l i t a a r t i s t i c a d i un p e n s i e r o el controprova d e l l a sua v e r i t a - se i l contenuto s i a f a l s o anche 1'opera d'arte r i s u l t a f a l s a . . . " 4 98 S i o s c i l l a cosi" t r a 1'affermazione d e l l a v a l i d i t a * d i un p e n s i e r o s o l t a n t o se c o l l o c a t o n e l l a p r o s p e t t i v a s t o r i c a d e l suo tempo e i l v a l o r e d e l l a t e s t i m o n i a n z a d i un'opera, c o n s i d e r a t a come puro s f o r z o i n t e r i o r e e l i b e r a z i o n e morale: e*, ancora, l ' i n c e r t e z z a fondamentale t r a p e n s i e r o e azione. L ' i n t e r e s s e u l t i m o rimane, come g i a s i e* notato, l o s f o r z o gigantesco, i s o l a t o , d e l l ' i n d i v i d u o contro l e f o r z e d e l l a s t o r i a ; i n questa te n s i o n e , cade e rimane s a c r i f i c a t o anche i l v a l o r e puramente e s t e t i c o , che non viene s o s t i t u i t o da un v a l o r e propriamente s t o r i c o , ma da un g i u d i z i o morale. Nonostante questo l a d i r e t t i v a su c u i s i t r o v a impostato 1' Ibsen e*, per buona parte, d i r i c e r c a s t o r i c i s t i c a ; i l semplice t r a p a s s o da i n t u i z i o n e ad e s p r e s s i o n e d e l l ' e s t e t i c a c r o c i a n a non s o d d i s f a S l a t a p e r , che t r o v a l a nota. veramente o r i g i n a l e d e l suo l a v o r o n e l l ' a p e r t u r a v e r s o l a s t o r i a , mantenuta f o r s e piu* a l i o s t a t o d i esigenza. che concretamente r e a l i z z a t a , ed a l t e r n a n t e s i con una concezione morale, ed a d d i r i t t u r a r e l i g i o s a d e l f a t t o p o e t i c o . Dove l a c o n s i d e r a z i o n e , da puramente morale, s i t r a s f o r m a i n s t o r i c a e morale insieme, s i r e a l i z z a n o i momenti pit! c o n v i n c e n t i d e l l a v o r o d i r i c e r c a . Certo, non sara* i n u t i l e s o t t o l i n e a r e che l ' a l l a r g a r s i d e l l ' i n t e r e s s e s t o r i c o - m o r a l e conduce a l i a s v a l u t a z i o n e d e l l ' e l e m e n t o piu 4 inevocabilmente p o s i t i v o d e l l ' e s t e t i c a c r o c i a n a , l a funzione d e l l ' a r t e quale strumento d i conoscenza. Di questo S l a t a p e r non v a l u t a a pieno 1'importanza, e v i s o s t i t u i s c e i l f a t t o r e morale, aprendo con cio* l a v i a a l l e c o n s i d e r a z i o n i s u l s o s t r a t o 99 p e r s o n a l e , e anche empirico, d e l l ' a u t o r e ; manca p o i a l i o s c r i t t o r e t r i e s t i n o i l possesso d e i mezzi adeguati d i conoscenza s t o r i c a , ed e g l i t e n t a d i s u p p l i r e a l vuoto, p r o p r i o conferendo a l l ' a r t e una s t r a o r d i n a r i a intensita** morale. Ma nemmeno i n questo modo l ' a r t e r i e s c e ad assumere una p o s i z i o n e d i e q u i l i b r i o d i f r o n t e a l i a s t o r i a , i l c u i c o r s o s i s o t t r a e ad ogni c o n t r o l l o . Per questo l a s t o r i a umana, n e l l e c o n c l u s i o n i p o e t i c h e d i Ibsen, s i r i s o l v e i n f a l l i m e n t o , e l o s t e s s o S l a t a p e r sente d i dover e n t r a r e n e l l a s t o r i a e d i pagare d i persona: p r o p r i o perche** l a s t o r i a , r i d o t t a a realta" contemplativa, non l o pud s o d d i s f a r e . S i accorge, n e i medesimo tempo, che nemmeno l a c a r i c a morale c o n f e r i t a a l l ' a t t i v i t a * e s t e t i c a pud essere s u f f i c i e n t e a t r a s f o r m a r e l ' a r t e i n q u e l l o che non d. Se S l a t a p e r avesse saputo u n i r e a l l ' i n t e r e s s e morale e c i v i c o d e l l o storicismo d e s a n c t i s i a n o , a c u i s o s t a n z i a l -mente s i a v v i c i n a v a n e i r i s u l t a t i , l a comprensione d e l v a l o r e gnoseologico d e l l ' a r t e , t i p i c a d i Croce, avrebbe dato s u l piano d e l l a c r i t i c a , un'opera d i a s s o l u t a o r i g i n a l i t a * n e i quadro d e l suo tempo. Anche i n questa attivita**, comunque, i l r u o l o che g l i s p e t t a d ben d i s t i n t o e o r i g i n a l m e n t e c a r a t t e r i z z a t o n e l l ' a m b i t o d e l l e p o s s i b i l i t a * c r i t i c h e espresse d a l l a sua epoca. Accostando, in p a r t i c o l a r e , i l l a v o r o d i S l a t a p e r a q u e l l o d e l l e tendenze comuni d e l l a sua generazione, e prendendo come campione l a f i g u r a piu* emblematica, q u e l l a d i Renato S e r r a , l a chiaroveggenza 100 d e l s o l i t a r i o l a v o r o d i S l a t a p e r non puo* che venirne v a l o r i z z a t a . Per l a s e n s i b i l i t a * c r i t i c a , i l suo gusto f i n i s s i m o e r a f f i n a t o per i f a t t i d i s t i l e , i n t e s i come strumento a t t r a v e r s o c u i r i s a l i r e a l l ' a n i m a e a l i a p e r s o n a l i t y d e l poeta, S e r r a rimane indubbiamente i n s u p e r a b i l e . P r o p r i o per questo l a sua c r i t i c a rimane ine s o r a b i l m e n t e c o n f i n a t a i n un ambito un po' r i s t r e t t o , non a s p i r a , n e l l o s f o r z o d i dar fondo a l l ' o p e r a d i c r e a z i o n e i n d i v i d u a l e , a l i a r i c o s t r u z i o n e d i un piu* ampio quadro e d e l l e sue c o n n e s s i o n i s t o r i c h e ; finendo per i n c o r r e r e n e i r i s c h i o d e l l e l i m i t a z i o n i d e l f a t t o p o e t i c o ad evento e r i c e r c a p e r s o n a l e , a s t r a t t o da ogni r e l a z i o n e con i problemi c i r c o s t a n t i . I I t r i e s t i n o invece, s o r r e t t o da una c a l d a e generosa f i d u c i a v erso l a s t o r i a , e** ben lontano, d a l r a f f i n a t o s t o r i c i s m o d i S e r r a . Per S l a t a p e r un uomo s i g n i f i c a compendio d i t u t t e l e a t t i v i t a * s p i r i t u a l i , cioe* uomo e s t e t i c o , p r a t i c o , p o l i t i c o e morale insieme; l'uomo, i n f i n e , come entita* s t o r i c a , persona i n r e l a z i o n e con a l t r e persone, immersa n e i tempo e n e l l o s p a z i o . Q u e l l a d i S l a t a p e r e* una r i c e r c a i s o l a t a , per g l i anni n e i q u a l i v eniva compiuta, i l che* e** t a n t o p i l l com-p r e n s i b i l e , ove s i v o g l i a e f f e t t u a r e un accostamento ad a l t r i a b i l i s s i m i c r i t i c i , v o c i a n i e d i tendenze vociane, come i l C e c c h i , i l De Robertis, e p i l l t a r d i un G a r g i u l o , per i q u a l i l a r i c e r c a p a r t i c o l a r e e* spesso r i d o t t a a l frammento, viene a contare pi*3 d e l l a s t o r i a n e l l a sua t o t a l i t a 1 , rimanendo sostanzialmente e s t r a n e a ad un mondo n e i quale l ' a r t e s i a uno s o l t a n t o d e i mezzi d i conoscenza 101 e non l ' e s c l u s i v o . S l a t a p e r p a r t i t o da p o s i z i o n i n e l l e q u a l i moralismo ed e s t e t i s m o c o e s i s t e v a n o a p a r i passo, per v i e n e ora, n e l l e sue a f f e r m a z i o n i piu* avanzate, a una forma d i s t o r i c i s m o i n t e g r a l e , d i r e t t a prosecuzione d i alcune t r a l e p i u feconde e s p e r i e n z e romantiche (e preannuncio d i una l i n e a d e s t i n a t a a t r o v a r e c o n t i n u a z i o n e i n I t a l i a ) . I I suo d i a r i o e 1 ' e p i s t o l a r i o t r a i l 1913 e i l 1914 sono una t e s t i m o n i a n z a sempre pift c o n v i n t a d e l l ' i m p o r t a n z a data a l i a s t o r i a . In una l e t t e r a a Guido de V e s c o v i d e l l ' 1 1 l u g l i o 1913 s c r i v e che per l u i l a s t o r i a e* t u t t o e che a guardar bene e* l a s o l u z i o n e che f i l o s o f i a e p o e s i a , prese a se*, non danno. So s t i e n e i n o l t r e che l ' u n i c o insegnamento fecondo e* q u e l l o d e l l a s t o r i a , ed a essa conducono t u t t e l e tendenze d e l l ' e p o c a moderna. Possiamo t u t t a v i a r i l e v a r e che, se q u e l l o che c a r a t t e -r i z z a i c r i t i c i contemporanei, f i n o a un c e r t o punto p a r a l l e l i a Slataper, e* un a n t i s t o r i c i s m o d i fondo che tende a r i d u r r e , n e l l ' a t t e n z i o n e d e l l e s i n g o l e i n d i v i d u a l i t y , l a s t o r i a ad una s t o r i a d i quadri s t a c c a t i , S l a t a p e r i n c o r r e n e i r i s c h i o d i f a m e una s o r t a d i f l u s s o m i s t i c o , cos? potente e i n d i f f e r e n z i a t o , da s o t t r a r s i ad ogni p a r t i c o l a r e conoscenza o d i s c i p l i n a m e n t o r a z i o n a l e . Penso che i l punto n e i quale S l a t a p e r i n c o n t r a i l suo l i m i t e , c o n s i s t e appunto n e l l a mancanza d i strumenti s c i e n t i f i c i a t t r a v e r s o i q u a l i dar forma c o n c r e t a a quest'amore per l a s t o r i a , e q u i n d i procedere a l i a sua conoscenza. N e l l a s t o r i a d i S l a t a p e r l'uomo d i v e n t a ora v i t t i m a ora protagonista, 102 senza s e g u i r e d e l l e r e g o le p r e c i s e . Dopo aver i n n a l z a t o i l c u l t o d e l l a s t o r i a a elemento r i s o l u t i v o d e l l a v i t a afferma n e l l a s t e s s a l e t t e r a a Guido con un improvviso pessimismo che: " s o l t a n t o ognuno s i f a l a s t o r i a a modo suo e crede d i essere p r a t i c o , per l o piu*, mentre ignora p e r s i n o l e f o r z e che l o t r a s p o r t a n o , mentre e g l i crede d i dominare".-5 II t u t t o appare i n d i r e t t o c o n t r a s t o con l ' e n u n c i a t a f i d u c i a i n una l o g i c a d e l l ' e s i s t e n z a . Constatiamo che l a c a p a c i t a r a z i o n a l i z z a t r i c e d i S l a t a p e r r i f i u t a d i superare a l c u n i o s t a c o l i , q u e l l i che certamente l o condurrebbero ad un t i p o d i ma t e r i a l i s m o s t o r i c o n e i quale vedrebbe naufragare a l c u n i d e i m i t i che c o n s i d e r a i r r i n u n c i a b i l i . T u t t e l e v o l t e che e g l i s i t r o v a n e l l a n e c e s s i t y d i c h i a r i r e un rapporto t r a uomo e ambiente s t o r i c o , e s o p r a t t u t t o d i giungere ad una v i s i o n e n e l l a quale i l f a t t o a r t i s t i c o s i p r e s e n t i come un fenomeno a l i a p a r i d e g l i a l t r i , e g l i a t t i n g e a un patri m o n i o morale e r e l i g i o s o che ha i l compito d i superare c e r t e c o n c e z i o n i i m p l i c i t e n e i t e s t o i b s e n i a n o n e l l e q u a l i e g l i r i t i e n e che l a sua p a r t i c o l a r e concezione d e l l a v i t a e d e l l ' a r t e non possa che i s t e r i l i r s i . Q uindi i l suo s t o r i c i s m o e l a sua concezione d e l l ' a r t e rimangono n e l l a i m p o s s i b i l i t a d i t r a d u r s i i n mezzi c o n o s c i t i v i a deguati. S i spiegano percio* i n questo modo anche l e cadute n e i contenutismo, a l c u n i o f f uscamenti a l t r i m e n t i i n s p i e g a b i l i ; come ad esempio l a s c a r s a c o n s i d e r a z i o n e verso i l v a l o r e d e l l a t r a d i z i o n e a i f i n i d e l l a comprensione d e l l ' o p e r a . 103 In u l t i m a a n a l i s i i l p e n s i e r o c r i t i c o d i S c i p i o S l a t a p e r non e un ramo minore e c o l l a t e r a l e d e l l a sua attivita**, ma un momento fondamentale d e l suo p e n s i e r o n e l l a fase d i massima r e s p o n s a b i l i t a e maturazione. La c o n s i d e r a z i o n e che S l a t a p e r , poeta l i r i c o ponesse a l sommo d e l l e sue ambizioni c r e a t i v e i l dramma, non dovrebbe s t u p i r e perche* e g l i non fece che r e a l i z z a r e , n e i momenti p i u maturi d e l Mio Carso, p r o p r i o q u e l l a p o e t i c a s i m b o l i c a r i s c o p e r t a e rassodata a t t r a v e r s o l o s t u d i o d e i drammi d i Ibsen: l'unica. che, secondo S l a t a p e r , fosse i n grado d i dare e s p r e s s i o n e a r t i s t i c a a l c o n f l i t t o t r a uomo, natura e s t o r i a . Se s i c o n s i d e r a l a d i r e z i o n e i n t r a p r e s a d a l l a l e t t e r a t u r a d e i p r i m i anni d e l novecento, l a p o e t i c a d i S l a t a p e r appare a n a c r o n i s t i c a . Benchd per due t e r z i d e l Mio Carso i l t r i e s t i n o non s i d i s t a c c h i d a l l a p o e t i c a d e i s u o i contemporanei, l a sua opera esprime anche un i s o l a t o e p o t e n z i a l e superamento o se non a l t r o un completamento d i q u e l l e p o s i z i o n i sempre i n merito a l i a p o e t i c a d e l mito e d e l simbolo, a t t r a v e r s o c u i e g l i i n t r a v e d e v a 1 ' u n i f i c a z i o n e d i i n q u e t a n t i antinomie p e r s o n a l i e s t o r i c h e . Ed appunto i l p r o c e s s o m i t i c o d e l l ' a r t e , e l a funzione che i n esso assume i l simbolo, che permettono una prima, per quanto incompleta, a c q u i s i z i o n e d e i d a t i r e a l i v erso i q u a l i S l a t a p e r s i s e n t i r a a t t r a t t o ; e contemporaneamente, danno a d i t o a l i a speranza d i una r i e l a b o r a z i o n e s p i r i t u a l e , a l d i sopra d e l l a dimensione m a t e r i a l i s t i c a d e l mondo. Questo c o s t i t u i s c e uno d e i problemi fondamentali d e l l e t t e r a t o t r i e s t i n o che e g l i s i n d a l p r i n c i p i o esponeva n e l l 1 a r t i c o l o A i g i o v a n i i n t e l l i g e n t ! d 1 I t a l i a 104 d e l 1909, ove i n maniera s i n t e t i c a presentava l e forme che a suo p arere o f f r i v a l a realta** d e l tempo: Un t i p o neutro d i donna che s i s c h i f a a l c o n t a t t o dell'uomo; un o p e r a i o che e s t r a e d a l l a sua m i s e r i a e s a s p e r a t a un nuovo mito f e r o c e , un' idealita** d i v i o l e n z a : un p r e t e che l a v i t a n o s t r a ha p e r c o sso a sangue... una nazione, u n ' a l t r a , u n ' a l t r a che s i levano a l s o l e ; c o r r u s c h i d i angoscia e d i a n e l i t o due p o p o l i che t e n t a n reciprocamente d i b u t t a r s i g i u d a l t r o n o d e l l a t e r r a a f o r z a d i sprangate d i f e r r o e d i p a l a t e d i carbone e una s t i r p e amata d a l f u t u r o che l i guarda e non sogghigna, e vede c r e p a r b l a s o n i d i c i v i l t a * incementate e non g i o i s c e , ma va a v a n t i , c a t a f r a t t o d'una nuova s t o r i a e s o r r i d e ; un rimescolamento d e l l a morale stagnante sicche* l a mota e** n e c e s s a r i o concime d i nuove piante.„ b In questa o r d i n a t a enumerazione d i q u e l l e che S l a t a p e r chiama "forme v i t a l i " d e l suo tempo e** evidente i l s u s s i s t e r e d i a l c u n i a r c h e t i p i m i t i c i , gia* s u s c e t t i b i l i d i e s s ere t r a s f o r m a t i i n c r e a z i o n i p o e t i c h e ; s o l t a n t o per S l a t a p e r i l mito non per quanto r i e n t r a n e l l e sue p o s s i b i l i t y , un mezzo per evadere l a s t o r i a , quanto per esprimere simbolicamente, a t t r a v e r s o i l p a r t i c o l a r e , una s i t u a z i o n e generale e a n z i u n i v e r s a l e . 105 Note a l i a Conclusione 1. S c i p i o S l a t a p e r , Ibsen, c i t . , pag. 336. 2. I b i d . , pag. 336. 3. I b i d . , pag. 346. 4. I b i d . , pag. 341. 5. S c i p i o S l a t a p e r , E p i s t o l a r i o , c i t . , pag. 148. 6. S c i p i o S l a t a p e r , S c r i t t i l e t t e r a r i e c r i t i c i , c i t . , pag. 188. 106 BIBLIOGRAFIA I. Opere d i S c i p i o S l a t a p e r S l a t a p e r , S c i p i o , Appunti e note d i d i a r i o , Milano, Mondadori, 1953. , E p i s t o l a r i o , Milano, Mondadori, 1956. , I c o n f i n i n e c e s s a r i a l l ' I t a l i a , T o r i n o , P a l a t i n a , 1915. , Ibsen, F i r e n z e , Sansoni, 1944. , II mio Carso, Milano, Mondadori, 1958. , L e t t e r e , E u r a t t i , T o r i n o , 1931. , A l l e t r e amiche, Milano, Mondadori, 1956. , S c r i t t i l e t t e r a r i e c r i t i c i , Milano, Mondadori, 1956. , S c r i t t i p o l i t i c i , Milano, Mondadori, 1954. I I . 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