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La Jeune fille dans la Comedie humaine d'Honore de Balzac Mitchell, Dawna Louise 1972

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LA JEUNB FILLE DANS LA COMEDIE HUMAINE D'HONORE DE BALZAC by DAWNA LOUISE MITCHELL B.A., U n i v e r s i t y of B r i t i s h Columbia, 1963 A THESIS SUBMITTED IN PARTIAL FULFILMENT OF THE REQUIREMENTS FOR THE DEGREE OF MASTER OF ARTS i n the Department of French We accept t h i s t h e s i s as conforming t o the re q u i r e d standard THE UNIVERSITY OF BRITISH COLUMBIA A p r i l , 1972 In p r e s e n t i n g t h i s t h e s i s i n p a r t i a l f u l f i l m e n t o f t h e r e q u i r e m e n t s f o r an advanced degree a t t h e U n i v e r s i t y o f B r i t i s h C o l u m b i a , I agree t h a t t he L i b r a r y s h a l l make i t f r e e l y a v a i l a b l e f o r r e f e r e n c e and s t u d y . I f u r t h e r ag ree t h a t p e r m i s s i o n f o r e x t e n s i v e c o p y i n g o f t h i s t h e s i s f o r s c h o l a r l y p u r p o s e s may be g r a n t e d by t he Head o f my Depar tment o r by h i s r e p r e s e n t a t i v e s . I t i s u n d e r s t o o d t h a t c o p y i n g o r p u b l i c a t i o n o f t h i s t h e s i s f o r f i n a n c i a l g a i n s h a l l n o t be a l l o w e d w i t h o u t my w r i t t e n p e r m i s s i o n . Depar tment o f o ^  ^  The U n i v e r s i t y o f B r i t i s h C o l u m b i a V a n c o u v e r 8 , Canada Da te a ^ ' A 2,fy 7 3, ABSTRACT Honore' de Balzac f i l l e d the imaginary world of h i s Come"die  humaine w i t h a vast a r r a y of characters of a l l ages, types and s o c i a l c l a s s e s . Although, i n g e n e r a l , the g i r l s among them play a secondary r o l e , they nevertheless form a group which i s not o n l y i n t e r e s t i n g , but which r e c e i v e s a s p e c i a l form of a t t e n t i o n from i t s c r e a t o r . In B a l z a c ' s view, the t y p i c a l g i r l (who i s a l s o h i s i d e a l ) i s sweet, pure and d o c i l e , and most of the g i r l s he d e p i c t s f a l l i n t o t h i s category, although they o f t e n combine w i t h these passive t r a i t s a s u r p r i s i n g degree of w i l l - p o w e r . They are n e a r l y a l l extremely b e a u t i f u l ; t h e i r every word and gesture i s f i l l e d w i t h the n a t u r a l charm of youth and innocence. They l i v e i n a narrowly r e s t r i c t e d world, always under the w a t c h f u l eye of t h e i r mothers or guardians, c a r e f u l l y s h e l t e r e d from the c o r r u p t i n g i n f l u e n c e s of the r e a l world outside t h e i r small c i r c l e of f a m i l y and acquaintances. T h e i r days are spent doing needlework, h e l p i n g w i t h household chores and going f o r walks, w e l l chaperoned, of course. These g i r l s and t h e i r monotonous l i v e s are, i n themselves, of l i m i t e d i n t e r e s t f o r B a l z a c . Their r e a l importance l i e s i n t h e i r f u t u r e , when, as wives and mothers, they w i l l assume a meaningful f u n c t i o n i n s o c i e t y , and i t i s t h e r e f o r e t h e i r p r e p a r a t i o n f o r t h i s f u t u r e r o l e which i s of primary concern i i i t o the n o v e l i s t . I n h i s o p i n i o n , the usual t r a i n i n g which g i r l s r e c e i v e i n feminine accomplishments and rudimentary know-ledge i s f a r from being an adequate and worthwhile education. T h e i r heads are f i l l e d w i t h u s e l e s s i n f o r m a t i o n w h i l e , a t the same time, a l l the r e a l i t i e s of l i f e , the t h i n g s they most u r g e n t l y need to know about s o c i e t y , human nature and espe-c i a l l y the opposite sex, are c a r e f u l l y hidden from them i n the name of decency and p r o p r i e t y . Completely naive and i g n o r a n t , they are then exposed without p r o t e c t i o n t o the problems and dangers of l i f e , a l l too o f t e n w i t h the r e s u l t that they f a l l an easy prey t o the f i r s t handsome man they meet o r , what i s a f a r worse d i s a s t e r , they prove to be unhappy and t h e r e f o r e u n f a i t h f u l wives. Among the g i r l s of the Comedie humaine, i t i s only those few who, belonging to enlightened f a m i l i e s and taught not o n l y high p r i n c i p l e s but a l s o some of the b a s i c f a c t s of l i f e , are able t o achieve s u c c e s s f u l marriages and happy l i v e s . Because passion, according t o Balzac's t h e o r i e s , i s the b a s i c f o r c e behind a l l human behaviour, i t i s o n l y when love enters the l i v e s of these g i r l s t h a t they r e a l l y begin t o develop as i n d i v i d u a l s . The discovery of love i s , f o r them, a sudden r e v e l a t i o n , an awakening to the t r u e meaning of l i f e and of t h e i r own d e s t i n i e s . Love gives Eugenie Grandet the courage t o stand up t o her t y r a n n i c a l f a t h e r ; i t f i l l s Ursule Mirouet w i t h the s t r e n g t h and determination needed to achieve the marriage she d e s i r e s ; i t i n s p i r e s i n R o s a l i e de W a t t e v i l l e a d i a b o l i c a l cunning by which she manipulates a l l those around I V her, prevents a marriage and a f f e c t s the outcome of an e l e c -t i o n . For Bal z a c , the more a woman has experienced passion, the more a t t r a c t i v e and i n t e r e s t i n g she becomes, and i t i s p r i m a r i l y f o r t h i s reason that the g i r l s i n the Comedie hu- maine , s t i l l on the t h r e s h o l d of l i f e , play a l e s s important r o l e than the more mature feminine c h a r a c t e r s . TABLE DES MATIERES Pages A b s t r a c t i i I n t r o d u c t i o n 1 Chapitre premier Etudes sur s i x jeunes f i l l e s typiques £ Chapitre I I La Jeune F i l l e et sa s i t u a t i o n 32 Chapitre I I I L*Amour e t l e mariage 70 Conclusion 100 Notes 105 B l b l i o g r a p h i e 11$ ACKNOWLEDGEMENT I wish t o express my s ince r e thanks to D r . David Niederauer, f o r a rous ing my i n t e r e s t i n the Come'die humaine and f o r h i s i n v a l u a b l e a s s i s t ance i n the w r i t i n g o f t h i s t h e s i s . INTRODUCTION Parmi l e s personnages de La Comexiie humaine. c e r t a i n s i n d i v i d u s e t c e r t a i n s types se sont grave's dans l a raemoire des l e c t e u r s et ont a t t i r e l ' a t t e n t i o n des c r i t i q u e s e t de tous ceux qui ont 'etudie c e t t e 'oeuvre monumentale. On pense t o u t de s u i t e aux grands raonomane.s--Goriot, l e pere t r o p deVoue', Grandet, 1'avare par e x c e l l e n c e , Gobseck, i ' u s u r i e r i m p i t o y a -b l e , 1*homme de science obse'de' qu'est B a l t h a z a r Ciae's et l e monstre de lu x u r e qu'est l e baron Hulot. I I y a V a u t r i n , l e maitre c r i m i n e l . Ensuiite on se souvient des types d i v e r s : l e s jeunes a r r i v i s t e s , l e s bourgeois t r a v a i l l e u r s , l e s "femmes comme i l f a u t " , l e s c o u r t i s a n e s , l e s hommes de l o i , l e s m£de-c i n s , l e s a r t i s t e s e t tous l e s repr^sentants de t a n t d f a u t r e s p r o f e s s i o n s e t de c l a s s e s de l a soci^t£. Mais dans tou t ce vaste monde i l se trouve un groupe de personnages q u i r e s t e n t en quelque so r t e dans I'ombre, q u i sont moins marquants e t moins me'morables; ce sont l e s jeunes f i l l e s . A part Euge'nie Grandet, e l l e s ont re^u moins d ' a t t e n t i o n que l a pl u p a r t des autres creatures de B a l z a c , I I f a u t se r a p p e l e r que beaucoup des personnages fe'minins de La Come'die humaine apparaissent d'abord comme jeune f i l l e e t p u i s comme femme. La presente d i s s e r t a t i o n t r a i t e r a d ' e l l e s dans l e u r r d l e de jeune f i l l e e t , brievement, des e f f e t s de c e t t e p a r t i e de l e u r v i e sur l e r e s t e . Dans c e t t e 4tude nous 2 a p p e l l e r o n s "jeune f i l l e " tons l e s §tres fe'minins de quinze arts a v i n g t - s e p t ans qui ne sont n i epouse, ne mere, n i eour-t i s a n e . Selon l e D i c t i o n n a i r e biagraphique des personnages  f i c t i f s de La Com§die humaine, c e t t e oeuvre immense c o n t i e n t quelque 2.472 personnel nomm^es^ e t 566 personnes anonymes.^ Parmi l e s jeunes f i l l e s (sans consideVer s i e l l e s r e p a r a i s s e n t comme femmes a u s s i ) , on trouve quatorze personnages p r i n c i -paux, vingt-deux personnages a c c e s s o i r e s e t t r e n t e - s e p t per-sonnages t r e s peu importants. Un assez grand nombre des jeunes f i l l e s dans c e t t e derni&re cate'gorie, comme e'galement de c e l l e s dont B a l z a c ne donne guere que l e u r nom, ne jouent aucun r d l e v e r i t a b l e ; e l l e s e x i s t n e t settlement comme une r e f e -rence breve a l a jeunesse de quelque femme ou a l'une des an-ce t r e s de quelque personnage. Les c h i f f r e s q u i viennent d'etre f o u r n i s n'indiquent qu'un s e u l aspect de c e t t e d i s s e r t a t i o n . E l l e examinera l e s jeunes f i l l e s de La Gom^die humaine pour chercher a r£pondre aux questions s u i v a n t e s : Qui s o n t - e l l e s ? Q u e l l e s i n f l u e n c e s et quels eve'nements sont l e s p l u s determinants dans l e u r v i e ? Q u e l l e s sont l e s o p i n i o n s de l e u r c reateur a l e u r e'gard? Quel e s t l e u r r o l e dans l e monde b a l z a c i e n ? Pour de'couvrir l e s re'ponses a ces questions, nous commen-cerons par un examen d e t a i l l e des renseignements que Balzac donne sur ses jeunes f i l l e s . Nous en avons c h o i s i s i x q u i nous semblent l e s p l u s importantes, l e s plus inteYessantes et t r a i t e e s l e p l u s compl&tement par l e romancier. En etudia n t chaque jeune f i l l e , nous noterons d'abord l e s d i v e r s aspects 3 du m i l i e u ou e l l e se trouve, l e s amis e t l e s ennemis qui f o r -ment l a s o c i e t e dont e l l e est entoure'e et l a f a m i l l e dont e l l e f a i t p a r t i e , avec sa c o n d i t i o n s o c i a l e , economique, i n t e l l e c -t u e l l e e t morale. E n s u i t e , l a jeune f i l l e elle-m§me sera d e c r i t e en son apparence, son c a r a c t d r e , sa personnalite*, son enfance, son education, sa v i e quotidienne et ses esperances pour 1 ' a v e n i r . P u i s nous indiquerons l e s eVeriements s i g n i f i -c a t i f s de l ' h i s t o i r e q u i r e v e l e n t davantage son caractere et qui i n f l u e n t sur son d e s t i n . E t e n f i n , ce d e s t i n sera mention ne. Naturellement, pour l e s d i f f e r e n t e s jeunes f i l l e s , Balzac donne plus d'importance a quelques-uns de ces d e t a i l s qu'aux a u t r e s , e t pour c e r t a i n e s i l y en a qui manquent. entidrement. Dans l e deuxieme c h a p i t r e , l e s renseignements rassembles seront analyses e t combine's avec d'autres a f f i r m a t i o n s f a i t e s par B a l z a c sur l e s jeunes f i l l e s e t sur l e s femmes, pour con-s t a t e r l e s t r a i t s geneYaux q u ' i l a t t r i b u e aux jeunes f i l l e s , l a v i e , l a s i t u a t i o n e t 1 ' e d u c a t i o n q u ' i l l e u r accorde en g e n e r a l , son a t t i t u d e envers e l l e s e t l e s suggestions q u ' i l f a i t pour une a m e l i o r a t i o n de l e u r c o n d i t i o n . Le t r o i s i e m e continuera cet examen des jeunes f i l l e s balzaciennes en ce qu i eoncerne l'amour et l e mariage, e t nous verrons a u s s i l e d e s t i n f i n a l de ces personnages. Une analyse de l e u r r o l e e t de l e u r importance dans La Come'die humaine terminera c e t t e etude. Avant de commencer 1'examen des jeunes f i l l e s de B a l z a c , i l f a u t considerer un peu ses personnages en general. Une l e t t r e Na Mme Banska explique que dans La Comedie humaine 4 "l'homme, l a s o c i e t e , l'humanite seront de'crites, jugees, a n a l y s e s . • . ."^ Les Etudes de moeurs. q u i comprennent l a p l u p a r t des oeuvres, donneront " 1 ' h i s t o i r e du coeur humain tr a c e d f i l a f i l , 1 ' h i s t o i r e s o c i a l e f a i t e dans toutes ses p a r t i e s . . . . Ce ne seront pas des f a i t s i m a g i n a i r e s ; ce sera ce qui se passe partout."^ - En e d r i v a n t c e t t e h i s t o i r e des moeurs, dont l a S o c i e t e f r a n c a i s e sera l ' h i s t o r i e n , i l ne veut e t r e que l e s e c r e t a i r e . 5 I I se propose done de peindre l a re'alite' exacte, mais, comme pour n'importe quel observateur, quelque i m p a r t i e l q u ' i l se c r o i e , c'est une r e a l i t y q u i se combine a son im a g i n a t i o n , qui passe par sa conscience pour en r e s s o r t i r c o l o r e d par sa propre conception de l a v i e humaine et reorganised pour former un monde u n i f i e , l o g i q u e e t q u i fonctionne conf orme'ment a des l o i s p r e c i s e s , a des causes e t des e f f e t s p a r t i c u l i e r s . Dans ce nouveau monde, l e s person-nages l e s plus impressionnants et l e s plus me'niorables sont l e plus souvent marques par un t r a i t ou une obsession s a i l l a n t q u i domine toutes l e u r s a c t i o n s , comme 1'avarice du t o n n e l i e r . Grandet ou l a haine de l a parente pauvre L i s b e t h F i s c h e r . Ce systeme de c a r a c t e V i s a t i o n s'accorde avec l e de'sir de Balzac de peindre toute l'humanite en se servant d' " i n d i v i d u a l i t e s t y p i s e d s " e t de "types i n d i v i d u a l i s e d . " ^ Dans cet u n i v e r s o r g a n i s t , ou l e romancier pretend du moins que " l e s a c t i o n s blamables, l e s f a u t e s , l e s crimes, de-pui s l e s plus l a g e r s jusqu'aux plus graves j y trouvent t o u j o u r s l e u r p u n i t i o n humaine ou d i v i n e , e c l a t a n t e ou secrete,"? l e hasard n'est guere permis dans l a v i e d'une personne. Son 5 d e s t i n se deroule naturellement et inevitableraent selon ce q u ' i l e s t . G'est l e s o r t de quelques personnages de re'ussir, de triompher, t a n d i s que d'autres sont d e s t i n e s a ne rencontrer que des echecs et a e t r e des v i c t i m e s dans un monde q u ' i l s ne peuvent n i d i r i g e r n i comprendre. Bien q u ' i l y a i t des excep-t i o n s , ceux q u i e'chouent sont gene'ralement l e s f a i b l e s , l e s innocents, l e s simples, t a n d i s que ceux q u i r e u s s i s s e n t sont l e s f o r t s , l e s durs, l e s c a l c u l a t e u r s . Les gens qui s'aban-donnent a quelque passion toute puissante, surtout a l'amour, sont voues, presque a coup s u r , au desastre. "Nobles, i l s vont a I ' i n f o r t u n e par un d e s i r du sublime q u i l e s met hors de l a v i e commune e t de ses s^curite's. Ignobles, i l s prennent l a mdme v o i e en se l i v r a n t sans defense a l e u r s voeux l e s plus bas, mais l e s plus p u i s s a n t s . " ^ De meme, l e s personnages dont l e s a s p i r a t i o n s deviennent t r o p elevees v o i e n t ces a s p i r a t i o n s aneanties par l e s f o r c e s d'une s o c i 6 t € h o s t i l e . E t c e l u i q u i a r r i v e a un grand bonheur l e paie cher, ou avant de l e gouter ou apres. Parmi toutes l e s i n f l u e n c e s qui contribuent a former l e caractere e t a determiner l e d e s t i n de quelqu'un, l e s plus im-portantes sont l e m i l i e u , 1'heVedite' e t 1*Education. Dans 1 1 Avant-Propos Balzac 4nonce sa the'orie du m i l i e u : "La Socie'te ne f a i t - e l l e pas de l'homme, suivant l e s m i l i e u x ou son a c t i o n se d e p l o i e , autant d'hommes d i f f e r e n t s q u ' i l y a de v a r i ^ t e s en z o o l o g i e ? Les d i f f e r e n c e s entre un s o l d a t , un o u v r i e r , un a d m i n i s t r a t e u r , . . . sont, quoique plus d i f f i c i l e s a s a i s i r , a u s s i c o n s i d e r a b l es que c e l l e s q u i d i s t i n g u e n t l e loup, l e 6 l i o n , 1'Sne . . . . I I a done e x i s t e , i l e x i s t e r a done de to u t temps des Especes S o c i a l e s comme i l y a des Especes Zoolo-giques."^ E t ce sont ces especes, ces types, q u ' i l s'est pro-pose' de peindre. Le p l u s souvent i l commence l a p r e s e n t a t i o n d fun personnage par une d e s c r i p t i o n minutieuse de tous l e s elements de son m i l i e u physique e t s o c i a l , non settlement parce que ces elements i n f l u e n t sur l u i , mais a u s s i parce que "l'homme • • • tend a repredenter ses moeurs, sa pensee e t sa v i e dans tout ee q u ' i l approprie a ses bes o i n s . " - ^ En ce qui concerne 1 ' h e r e d i t y , Balzac donne frequemment des renseignements sur l e s parents et l e s anedtres, dont l e s t r a i t s peuvent r e p a r a i t r e dans l e u r s descendants, e t sur l a race, a l a q u e i l e i l a t t r i b u e une i n f l u e n c e assez c o n s i d e r a b l e . E t 1 *education dans La  Comedie humaine: " E l l e ne c o r r i g e pas tou j o u r s l e s t a r e s de l a naissance, ne r^prime pas non p l u s tous l e s sursauts du temperament, bref e l l e ne change pas notre nature, mais e l l e l a d i s c i p l i n e e t souvent o r i e n t e l a v i e dans une d i r e c t i o n donned."^* Un d e r n i e r phenomene important des personnages, e s t con-s t i t u e par l e s correspondances psyeho-physiologiques qu'on trouve chez eux. Le romancier noue fortement l e physique au moral: " l a physionomie des personnages, l e u r f r o n t , l e u r s yeux, l e u r s cheveux, l e u r t a i l l e , l e u r s t a t u r e , e s t en harmo-nie avec l e u r temperament, l e u r c a r a c t e r e , l e u r n a t u r e l . "^ -2 En tenant compte de ces observations generales sur l e s creatures de Bal z a c , nous pouvons passer maintenant a une des-c r i p t i o n d e t a i n e d de c e r t a i n e s jeunes f i l l e s t y p iques t i r e e s 7 de La Come'die humaine. S i x jeunes f i l l e s ont 6t€ selectionne'es pour donner une vue d*ensemble a c e t t e etude: E u g e n i e Grandet, Ursule Mirouet, Modeste Mignon, E m i l i e de Fontaine, Augustine Guillaume e t R o s a l i e de W a t t e v i l l e . CHAPITRE PREMIER ETUDES SUR SIX JEUNES FILLES TYPIQUES Eugenie Grandet La plus connue de toutes l e s jeunes f i l l e s de Balzac e s t sans doute Eugenie Grandet. E l l e h a bite Saumur, une rue mon-tueuse e t ^ t r o i t e , une maison f r o i d e et s i l e n c i e u s e "dont l a vue i n s p i r e une me'lancolie egale a c e l l e que provoquent l e s c l o i t r e s l e s plus sombres, l e s landes l e s plus ternes ou l e s r u i n e s l e s plus t r i s t e s . " * A p a r t sa f a m i l l e , e l l e ne connait que s i x personnes: M. Cruchot de Bonfons, p r e s i d e n t du t r i b u -n a l , ses deux oncles l e n o t a i r e e t l'abbe', M. des Gr a s s i n s , l e p l u s r i c h e banquier de l a v i l l e , sa femme e t son f i l s . Pas de v a r i e t y , pas de jeunes amies. E t ces gens-la ne v i s i t e n t pas l a maison par a m i t i ^ ; i l s n f y cherchent que l a main et l a for t u n e d'Eugenie. Son pere, vieux t o n n e l i e r et vigneron incroyablement r i c h e , commercant f r o i d e t a s t u c i e u x , p a r l e peu e t r&gne en t y r a n absolu chez l u i . C f e s t "un homme habitue a concentrer ses sentiments dans l a jouissance de l f a v a r i c e e t sur l e s e u l S t r e qui l u i f u t re'ellement de quelque chose, sa f i l l e Euge'nie, sa seule h e r i t i e r e . " Mme Grandet, que son mari a "re'duite a un i l o t i s m e complet,"^ e s t douce, resigne'e e t pieuse; "gauche, l e n t e j une de ces femmes q u i semblent f a i t e s pour S t r e t y r a n -9 n i s e i s . " La seule servante, l a Grande Nanon, es t un §tre bon, simple e t f i d e l e . La v i e de c e t t e f a m i l l e e s t austere a 1*ex-t r e m e— l e pere avare ne de'pense guere r i e n . Eugenie elle-meme, grande et fortement c o n s t i t u t e , a une t e t e enorme, des cheveux c h a t i n s , un f r o n t masculin mais d e ' l i -cat et calme, des yeux g r i s , modestement f i e r s , "auxquels sa chaste v i e , en s'y portant t o u t e n t i e r e , imprimait une lumiere j a i l l i s s a n t e . " ^ Sa peau e s t douce e t f i n e , ses Idvres sont " p l e i n e s d'amour et de bonte."^ E l l e e s t d'une c e l e s t e puretd" e t d'une beaut6 v i e r g e "qu'une v i e chr^tienne et pudique peut s e u l conserver ou f a i r e acqueVir . . . Son innocence et sa naivete^ se combinent en une ignorance profonde de l a f o r -tune de son pere, du materialisme c a l c u l a t e u r de ceux q u i 1'entourent, de t o u t e n f i n , en dehors de son monde e t r o i t e t borne. Eugenie a passe" sa pale et t r i s t e enfance t o u j o u r s aupres de sa mere adoree, de qui e l l e a a p p r i s t o u t ce q u ' e l l e s a i t . Dans l a s a l l e basse e l l e s t r a v a i l l e n t constamment tous l e s j o u r s a e n t r e t e n i r l e l i n g e de l a maison. Soudain, dans c e t t e v i e calme et monotone, entre l e beau cousin de P a r i s , Charles Grandet, t r e s elegant, aux manieres a r i s t o c r a t i q u e s , s i different des p r o v i n c i a u x q u ' e l l e e s t habitude a v o i r . E l l e e s t curieuse e t etonnee, l u i lance de f u r t i f s regards, va e m b e l l i r sa chambre ou " i l l u i a v a i t p l u s s u r g i d'idees en un quart d'heure q u ' e l l e n'en a v a i t eu depuis q u ' e l l e e t a i t au monde."0 Cette n u i t , en songeant a Charles, e l l e ne f i n i t pas ses p r i e r e s e t , pour l a premiere f o i s de sa v i e , e l l e reve d'amour, sans s a v o i r encore ce que c'est. Le 10 matin, e l l e pre'te de nouveaux soins a 1'oeuvre de sa t o i l e t t e en se d i s a n t : "Je s u i s t r o p l a i d e , i l ne f e r a pas a t t e n t i o n a m o i . S o n amour n a i s s a n t I ' e v e i l l e aux beautes de l a nature. Ses pensees e t ses sentiments sont confus, tumultueux, mais e l l e commence "a v o i r c l a i r : e l l e s ' a p e r ^ o i t du f r o i d d^nuement de l a maison p a t e r n e l l e , e l l e c r a i n t son pdre, l e maitre de son s o r t , e t des ce j o u r e l l e l e juge. E l l e prepare pour son cousin un dejeuner qui semble somptueux dans c e t t e maison et ose l u i redonner l e sucre que son pere a s e r r e . Quand e l l e apprend l a ruine t o t a l e et l a mort du p^re de C h a r l e s , son amour e s t redouble' par l a p i t i e . Tous ces d e t a i l s que B a l z a c f o u r n i t servent a reve'ler l e s e f f e t s profonds de 1*amour dans l'ame d fEugenie. "Sous l e coup de l'amour imperieux q u ' e l l e ressent pour son cousin e t de l a contrarie'te q u ' e l l e y rencontre, e l l e a g i r a e t , en a g i s -sant, e l l e r e v ^ l e r a l a bonte de son ame, l a touchante tendresse de son jeune coeur, 1 ' i n t e l l i g e n c e ferme q u ' e l l e porte en e l l e e t e n f i n son courage qui e s t ve'ritablement h e r o l q u e . " ^ Dans son innocence e t dans sa croyance au b i e n , Euge'nie e s t i n c a -pable de juger C h a r l e s — v a n i t e u x , f r i v o l e , empreint d§ja de f r o i d e u r e t d'egoisme, feminise e t m a t e r i a l i s e ' par son Annette. E l l e l u i donne son p e t i t t r e s o r de pieces d'or sans cons i d e r e r l a rage de son pe~re, e'change avec l u i des serments et des b a i s e r s e t l e v o i t p a r t i r pour l e s Indes. En apparence, sa v i e t r a n q u i l l e et monotone recommence, mais des maintenant e l l e n 1 e x i s t e que pour son amour, devenu pour e l l e l a substance de l a v i e , l e monde e n t i e r . Au j o u r de 11 1'an, quand Grandet demande a v o i r son o r , son haut courage se manifeste dans ses mots f r o i d s mais respectueux: "Mon pere, s i vous me f a i t e s des presents dont je ne s o i s pas entierement mairtresse, reprenez-les . . . "Mon pere, je vous aime e t je vous respecte, malgre' votre c o l o r e ; mais j e vous f e r a i f o r t humblement observer que j ' a i vingt-deux ans. Vous m'avez assez souvent d i t que je s u i s majeure, pour que je l e sache. J ' a i f a i t de mon argent ce q u ' i l m'a p i u d'en f a i r e , et soyez sur q u ' i l e s t bie n place^ . . . . " I 2 Pour P h i l i p p e B e r t a u l t , c e t t e t r a n s f o r m a t i o n s'explique par 1'heYe'dite: "Du servage re^signe que l u i impose l e joug paterae!, de son effacement, de sa p l a c i d i t e " moutonnidre, Eugenie accdde a l a fi£re inde^pendance, au courage a l t i e r . Par 1'energie q u ' e l l e puise dans son s e n t i -ment nouveau, e l l e d ^ f i e l a t y r a n n i e de 1'avare e t l u i oppose une f o r c e semblable a l a sienne. Mais c e t t e f o r c e s o m m e i l l a i t dans l e sang que son pdre l u i a v a i t transmis. Du m%me p r i n c i p e sont i s s u e s deux passions adverses."-^ Pendant l e s mois quand e l l e e s t enfermed dans sa chambre e t que sa mSre malade de^perit de j o u r en j o u r , e l l e r e s t e douce, p a t i e n t e et re'solue, sou-tenue par son amour. Et quand 1'avare s a i s i t l e nedessaire en o r de Charles e t prend son couteau pour en f a i r e sauter une plaque d'or, e l l e 1 ' a r r i t e en menacant de se t u e r . E l l e perd sa mere e t , quelques annees p l u s t a r d , son pere. A t r e n t e ans, c'est une femme qui ne peut " e x i s t e r que par l'amour, par l a r e l i g i o n , par l a f o i dans 1 ' a v e n i r . " ^ E t e n f i n Charles, q u i a f a i t fortune aux Indes, l u i e d r i t — p o u r annoncer son mariage avec une a u t r e . Tout e s t f i n i pour e l l e . 12 E l l e paie l e s d e t t e s qu'a l a i s s e e s son o n c l e , Spouse M. de Bonfons q u i ne sera son mari que de nom et qui l a l a i s s e b i e n -t o t veuve, e t e l l e consacre sa sa i n t e v i e et sa fortune aux oeuvres c h a r i t a b l e s . Mais pour elle-m&me, e l l e poursuit l e s austeres facons de v i v r e a p p r i s e s dans son enfance, " e l l e con-ti n u e sa v i e morte,,sa v i e sans j o i e , sans but, entre l e s vieux murs ou e l l e a silencieusement g r a n d i , oii silencieusement e l l e v i e i l l i r a . . . ."-^ L ' i n f l u e n c e de 1'avare f l e ' t r i t toute 1'existence d'Eugenie, l a rend ignorante du monde dans sa jeunesse e t l u i i n s p i r e de l a defiance pour l e s sentiments dans sa maturite". Ursule MirouSt B a l z a c a p p e l l e Orsule Mirouet " l a soeur heureuse d'Eugenie G r a n d e t . C e s deux jeunes f i l l e s se ressemblent de carac-t e r e , mais l e s o r t l e u r a reserve des existences presque en-t i c e m e n t dissemblables. Depuis. 1'Sge de d i x mois, Ur s u l e passe sa v i e a Nemours, dans une maison elegante, richement meublee, avec un j a r d i n sur l e Lo i n g . E l l e v o i t chez e l l e presque tous l e s j o u r s l'abb£ Chaperon, bon v i e i l l a r d magna-nime e t e r u d i t , M. de Bongrand, v i e u x juge de p a i x e t , de temps a a u t r e , des parents e'loigne's qui attendent l a succession de son p a r r a i n , l e docteur Minoret. Cet homme, dont e l l e e s t l a niece n a t u r e l l e , v i t paisiblement en r e t r a i t e , accumule une f o r t u n e modeste et accorde tout son temps et toute son a f f e c t i o n a sa f i l l e u l e . U rsule e s t d'une beaute exquise, avec ses t r a i t s f i n s , 13 son beau t e i n t b l a n c , sa t a i l l e p l a t e e t f l e x i b l e . Balzac l a d 6 c r i t a i n s i : "ses cheveux f i n s et blonds abondaient en grosses nattes a p l a t i e s dont l e s p e t i t e s t r e s s e s s a i s i s s a i e n t l e regard par l e u r s m i l l e bosses b r i l l a n t e s . Ses yeux g r i s , a l a f o i s doux et f i e r s , e t a i e n t en harmonie avec un f r o n t b i e n modele. Une t e i n t e rose re"pandue sur ses joues comme un nuage animait sa f i g u r e re'guliere sans fadeur . . . . La noblesse de sa v i e se t r a h i s s a i t dans un admirable accord entre ses t r a i t s , ses mouvements et 1'expression g^n^rale de sa per-17 sonne . . . ." Gracieuse, d'une d i v i n e s i m p l i c i t e , e l l e a 1 ' a i r d i s t i n g u ^ et l a v o i x charmante. Cette lime vierge e s t toute candeur, puret£, modestie. E l l e e s t douce, aimante e t d'une s e n s i b i l i t e profonde. Tous ses mots et toutes ses ac-t i o n s re've'lent sa bonte de coeur: en s o r t a n t de l ' ^ g l i s e , quand son p a r r a i n p a r l e brusquement aux h e r i t i e r s h y p o c r i t e s et r a n c u n i e r s , "pourquoi l e u r dites-vous des paroles s i dures? ce n'est pas b i e n , l u i d i t Ursule en l u i remuant l e bras d'une 18 facon mutine." Sa candeur et sa c e r t i t u d e c o n v e r t i s s e n t son oncle qui e t a i t athed: "toutes l e s bonnes oeuvres que je p o u r r a i f a i r e seront f a i t e s en v o t r e nom pour racheter vos f a u t e s . Je p r i e r a i Dieu tous l e s j o u r s , a f i n d'obtenir de sa clemence i n f i n i e q u ' i l ne punisse pas eternellement l e s e r r e u r s d'un j o u r , et q u ' i l mette pres de l u i , parmi l e s slmes des bienheureux, une ame a u s s i b e l l e , a u s s i pure que l a v S t r e . " - ^ Sa chambre r e f l e t e sa p e r s o n n a l i t e : "!'exact arrangement des choses a t t e s t a i t un e s p r i t de 1'ordre, un sens de 1'harmo-„20 me • • • • 14 Ursule a une enfance heureuse chez l e docteur Minaret, qui 1'adore e t qui est pour e l l e pere, mere et medecin. L'abbe Chaperon l u i enseigne l a r e l i g i o n et l a moralite", M. Bongrand se f a i t son curateur et M. de Jordy, ancien professeur a I'Ecole M i l i t a i r e , l u i apprend "a l i r e e t a e c r i r e , "et ce 2 1 q u e l l e d e v a i t s a v o i r de c a l c u l . " P a u l F l a t d ^ c r i t ses premieres annees: " . . . tou t e s l e s q u a l i t e s n a t i v e s de l a p e t i t e f i l l e se developpent e t f l e u r i s s e n t en ce m i l i e u , favo-r a b l e comme l T e s t un r i c h e t e r r e a u pour une plante r a r e ; autour d ' e l l e e l l e ne sent q u ' a f f e c t i o n , douceur, sympathie raisonne'e, s o u c i d'Education pour son jeune e s p r i t . Aucun s o u f f l e impur, aucune image chagrine ne v i e n t a s s i ^ g e r son c e r v e a u . " 2 2 E l l e l i t beaucoup, devient e x c e l l e n t e musicienne e t a un professeur de d e s s i r i . GrSce a 1 ' i n s t r u c t i o n s p i r i t u e l l e du cure, e l l e " d evint l a pieuse e t mystique jeune f i l l e dont l e caractere f u t t o u j o u r s au-dessus des eVenements, et dont l e coeur domina 2 3 toute a d v e r s i t y . n Son ex i s t e n c e calme e s t remplie par l a c u l t u r e des f l e u r s , l a musique, l e s p l a i s i r s de son p a r r a i n et tous l e s p e t i t s s o i n s dont e l l e l ! e n t o u r e . A l'Sge de quinze ans, Ursule v o l t par sa fene^tre son jeune v o i s i n , S a v i n i e n de Portenduere. E l l e admire ses mous-taches n o i r e s , sa barbiche, son cou blanc et rond, ses beaux cheveux n o i r s . E l l e f a i t l*aveu n a i f de ses sentiments au docteur Minoret: I I m'a mont£, j e ne s a i s d'ou, comme une vapeur par vagues au coeur, dans l e g o s i e r , a l a t§te, et s i violemment que je me s u i s a s s i s e . Je ne pouvais me t e n i r debout, j e t r e m b l a i s . • . . [Le jeune homme l u i envoya du bout des d o i g t s un baiserTj . . . j e me s u i s cachee, a u s s i honteuse 15 qu'heureuse, sans m'expliquer pottrquoi j ' a v a i s honte de ce bonheur. . . . En a l l a n t 'a l a messe, une fo r c e i n v i n -c i b l e m'a poussee a regarder monsieur S a v i n i e n donnant l e bras a sa mere: sa demarche, ses vitements, t o u t jusqu'au b r u i t de ses bottes sur l e pave me p a r a i s s a i t j o l i ^ ^ E l l e veut q u ' i l l a regarde, q u ' i l 1'entende chanter et jouer du piano; e l l e trouve son nom doux a prononcer; e l l e marque dans 1'almanach l e j o u r de sa f e t e . E n f i n e l l e songe a l u i sans cesse e t presque malgre' e l l e , e l l e l'aime sans s'en rendre compte. Son p a r r a i n d e d r i t l e coup de foudre: " c ' e s t l'amour dans sa s a i n t e n a i v e t e , l'amour comme i l d o i t e"tre: i n v o l o n -t a i r e , r a p i d e , venu comme un v o l e u r qui prend to u t . . . ,"2^ E l l e persuade au docteur de l'emmener a P a r i s e t de pr§ter l a somme necessaire a S a v i n i e n qui e s t en p r i s o n pour d e t t e s . Le jeune homme s'eprend d ' e l l e e t , dans deux l e t t r e s q u ' e l l e montre a son p a r r a i n , l u i demande sa main en mariage. E l l e tremble a son approche et a peur d'un b a i s e r . Mais i l s se f i a n c e n t e t passent c i n q annexes de bonheur, pendant l e s q u e l l e s Ursule e'tudie pour se p e r f e c t i o n n e r e t S a v i n i e n e s s a i e d'ob-t e n i r de sa mere noble e t a l t i e r e l a permission de se marier avec U r s u l e . A l a mort du docteur Minoret, son neveu v o l e sa l e t t r e a sa f i l l e u l e , son testament et 1'argent d e s t i n e a l a jeune f i l l e . Mise a l a porte par l e s h e r i t i e r s a v i d e s , e l l e achete une p e t i t e maison ou e l l e v i t en une melancolie t r a n q u i l l e , "avec l a p l u s sordide e'conomie." Mais l e v o l e u r l a h a i t , veut l a chasser de l a v i l l e e t mdne contre e l l e une persecution infame: des l e t t r e s anonymes, des serenades nocturnes, une e c h e l l e de corde attache^e a sa f e n ^ t r e . Dans toutes ses souf-16 f r a n c e s , q u i l a mettent en danger de mort, e l l e e s t r e s i g n e e , ne se p l a i n t jamais, pense que Dieu l a punit de son o r g u e i l et de son t r o p grand amour, e t se c r o i t de'sormais indigne de c e l u i q u T e ! l e aime. Ayant a p p r i s par des r&ves s u r n a t u r e l s 1'iden-t i t e de 1'auteur de ses tourments, "son jugement exquis et sa d e l i c a t e s s e s'offenserent de l a r e v e l a t i o n d'un r&ve dont l a f i n e t l a cause e t a i e n t ses i n t e r e t s pe'cuniaires . . . ."27 Mais to u t f i n i t b i e n : e l l e regagne sa f o r t u n e , pardonne tou t de s u i t e a ses persecuteurs et e'pouse son S a v i n i e n , avec q u i e l l e trouve un bonheur e x c e p t i o n n e l . A 1'avis de B a l z a c , Ursule MirouSt e s t l a femme i d e a l e : "une jeune f i l l e elevee par t r o i s v i e i l l a r d s et par l a m e i l l e u r e des meres, par 1'Ad-v e r s i t y . " 2 8 Modeste Mignon Une autre jeune f i l l e dont l e d e s t i n e s t heureux, c'est Modeste Mignon. Sur l a c3te au-dessus du Havre, e l l e demeure chez M. et Mme Dumay dans un j o l i cottage 6l£gant, appartenant a l a v i l l a somptueuse que possedait a u t r e f o i s son pere. Cinq autres amis de ses p a r e n t s — u n n o t a i r e , sa femme, son f i l s e t son premier c l e r c , p e t i t bossu qui s'appelle Butscha, avec un jeune b a n q u i e r — v i e n n e n t tous l e s s o i r s jouer au w h i s t . Son pere, comte de l a B a s t i e , quatre ans auparavant l e plus r i c h e negociant du.Havre, f u t r u i n 6 et p a r t i t pour c o u r i r fortune aux Indes. Mme Mignon, v i e i l l e dame aveugle qui a beaucoup s o u f f e r t mais q u i re s t e aimable e t p l e i n e de dignite', j o u i t du respect de t o u t l e monde. La f i l l e alne'e, abandonnee apr&s un 17 enlevement, mourut entre l e s bras de sa soeur. A I 1 age de v i n g t ans, Modeste e s t d'une beaute' p a r f a i t e . Sa t a i l l e e s t souple, s v e l t e , elegante. "Remarquable par sa chevelure couleur d'or-pale, e l l e a p p a r t i e n t a ce genre de femmes nomme'es • . . l e s blondes c e l e s t e s , et dont 1'epiderme sa t i n e ressemble \ du papier de soie applique sur l a c h a i r . . . ."29 L a f i g u r e ovale a quelque chose de f i e r , de sau-vage, qui tempere sa naivete.^ Le f r o n t , pur de modeled e s t calme, lumineux de pensee, presque mystique. "Les yeux d'un bleu t i r a n t sur l e g r i s , l i m p i d e s comme des yeux d'enfants, en montraient a l o r s toute l a malice et toute 1'innocence; . . ses l e v r e s , un peu moqueuses, expriment l a v o l u p t e . " ^ E l l e a une v o i x f l e x i b l e , amoureuse, avec un timbre "suave et f r a i s qui frappe autant l e coeur que 1 ' o r e i l l e . " - ^ C'est une jeune f i l l e a l a f o i s pudique et c u r i e u s e , innocente et h a r d i e , p l e i n e d'une s o l l i c i t u d e constante et d'une tendresse i n f i n i e pour sa mere, mais capable de d i r e des mots c r u e l s au pauvre Butscha, q u i l'aime. Manmoins, l e nain ne v o i t en e l l e que des q u a l i t e s : "Personne que moi ne s a i t tout ce q u ' i l y a de noblesse, de f i e r t e ' , de denouement, de grade impreVue, d ' i n f a -t i g a b l e bonte, de v r a i e r e l i g i o n , de g a i e t ^ , d ' i n s t r u c t i o n , de f i n e s s e , d ' a f f a b i l i t e dans l'ame, dans l e coeur, dans 1 ' e s p r i t de c e t t e adorable creature I . . ."^ Modeste e s t une brodeuse e x c e l l e n t e . E l l e p a r l e allemand e t a n g l a i s . Musicienne nee, e l l e apprend toute seule a chanter, a jouer du piano, a com-poser des melodies. Balzac nous d i t que deux evehements "avaient a jamais 18 forme I'ame comme i l s a v a i e n t de"veloppe l f i n t e l l i g e n c e de ce t t e 33 jeune f i l l e . " J J L'un f u t son abandon complet par son fiance" au moment du d^sastre de son pdre, qui l a mit en garde contre l e s coureurs de dots. L'autre ev^nement f u t l a trage'die de sa soeur, qui l a l a i s s a t r ^ s curieuse de l'amour mais, en meme temps, re'solue a une obeissance absolue a sa f a m i l l e . Modeste, gardee etroitement par Dumay e t par l e s a u t r e s , m©ne une v i e p a i s i b l e , soignant sa mere en femme de chambre, se promenant avec e l l e l ' a p r e s - m i d i , t r i c o t a n t e t causant avec l e u r s v i s i t e u r s l e s o i r . Mais cett e e x i s t e n c e monotone ne 1'est qu'en apparence: " c e t t e t r a n q u i l l i t e ' monastique c a c h a i t l a v i e l a p l u s orageuse, l a v i e par l e s ide^es, l a v i e du Monde S p i r i t u e l . • . . Abattue apres l a mort de sa soeur, Modeste s ' e t a i t j e t e e en des l e c t u r e s c o n t i n u e l l e s , a s'en rendre i d i o t e . " - ^ E l l e devore l e s chefs-d'oeuvre modernes, s u r t o u t des romantiques: Byron, Goethe, S c h i l l e r , Walter S c o t t , Hugo, Lamartine. I l s l u i ravagent l e coeur. Sa t e t e e s t remplie d'images confuses. Le romancier nous montre l e t r a v a i l de 1'imagination chez c e t t e jeune f i l l e t r o p savante, 1'enfant d'une Allemande romanesque: " l a s o l i t u d e , . . . i'Spr e pres-t i g e du malheur e t l e poison des l e c t u r e s , l a naissance des 3 *5 fantdmes forment t o u t d'un coup un paysage i n t e r i e u r . " p Comme plus t a r d fera.Emma Bovary, e l l e se fa b r i q u e par ses r%ves une vi e i d ^ a l e d'aventures amoureuses qui devient pour e l l e p l u s r e e l l e que l a r e a l i t e meme. L'ambition de son coeur, sa pensee dominante, est de rendre heureux et r i c h e un homme de genie, un poete. 19 S'etant eree' son reve, Modeste e s s a i e de l e r e a l i s e r . E p r i s e de sa poesie vide et sonore, mais propre a emouvoir l e s sentiments d'une jeune personne, e l l e e c r i t au po&te C a n a l i s . C e l u i - c i f a i t cadeau de l a l e t t r e d son jeune s e c r e t a i r e foene-v o l e E r n e s t de La B r i e r e , q u i trouve piquant d'entamer une correspondance sous l e nom de son patron. I l s echangent pen-dant t r o i s mois des l e t t r e s de plus en plus passionneds, ou se reverent 1 * e s p r i t e t l a candeur, l'Sme f i d d l e et pure de l a jeune f i l l e , l a tendress, l a douceur, " l e coeur presque pudique et r e m p l i de bons sentiments"-^ du jeune homme, jusqu'a ce q u ' i l s c r o i e n t se connaltre e t s'aimer. Mme Mignon trouve chez sa f i l l e des i n d i c e s de l'amour dans l e s s o i n s q u ' e l l e a de ses vedements, dans l e s notes de sa v o i x et dans l e s nuances de ses b a i s e r s , conformes a son humeur t a n t 6 t morne, t a n t S t g a i e . Modeste e c r i t que " l e f r o i d s i l e n c e des choses a cesse t o u t a coup pour moi. Tout, dans l a nature, m'a p a r l e . . . . Oui, me v o i l a . v i v a n t e , grace a t o i l . . ."37 Le pere etant revenu m i l l i o n n a i r e , E r n e s t l u i confesse t o u t e t demande l a main de Modeste. Mais l e comte, voulant que sa f i l l e s o i t mise a meme de c h o i s i r entre l u i et l e v r a i C a n a l i s , l e s i n v i t e tous deux au Havre. Chez l a jeune f i l l e amerement disenchanted s ' e v e i l l e n t l a p e r s p i c a c i t y e t i a malice l a t e n t e s ; e l l e e s t m.$me i r r e v e r e n c i e u s e envers son pere et impatiente avec sa mere. Nednmoins, e l l e trouve un grand p l a i s i r a se v o i r recherched par t r o i s predendants d i s t i n g u e s , l e p e t i t due d ' H e r o u v i l l e s'etant mis sur l e s rangs. E l l e commence par t r a i t e r La B r i e r e avec f r o i d e u r e t me^pris, t a n d i s 20 q u ' e l l e e s t p l e i n e de co q u e t t e r i e 'a l'egard du due; e l l e e s t d'abord eblouie par C a n a l i s , par 1 ' e s p r i t p a r i s i e n q u ' e l l e ne connalt pas. Mais e l l e v o i t e n f i n l a v a n i t e et 1'ostentation de cet ^go'iste ambitieux. E l l e comprend q u ' i l n'est pas du tout comme sa poe'sie et q u ' i l ne recherche que l a g l o i r e e t 1'argent. Pendant une magnifique p a r t i e de chasse que l u i o f f r e l e due d'HeYouville, e l l e donne un doux re f u s a c e l u i - c i , se venge de C a n a l i s en l ' h u m i l i a n t et se promet au noble Ernest q u ' e l l e avoue aimer "sincdreraent, profondement e t a j a m a i s . " ^ E t son a v e n i r sera heureux. Une f o i s revenue de l a f a n t a i s i e a l a r e a l i t e , e l l e a de l a l u c i d i t y , de l a c l a i r v o y a n c e , du bon sens. Comme d i t Marceau, "Modeste a l e choix entre t r o i s s o u p i r a n t s : une e x a l t ^ e eut c h o i s i C a n a l i s , une femme v u l g a i r e l e due d ' H e r o u v i l l e . Modeste e s t assez i n t e l l i g e n t e pour e l i r e p l u t d t La B r i e r e , l e moins b r i l l a n t des t r o i s , l e plus sur."^9 E m i l i e de Fontaine Comme Modeste, E m i l i e de Fontaine cherche un homme supe-r i e u r . Son pere, comte de Fontaine, vieux Vend^en que l e r o i a nomme' C o n s e i l l e r d'Etat, l'e'leva en bonne r o y a l i s t e . Par l e s bontes de Loui s X V I I I , ses t r o i s f r e r e s o b t i n r e n t assez de sinecures pour j o u i r d'un revenu budgetaire conside'rable et ses deux soeurs alnees epouserent chacune un homme du moins r i c h e , sinon de l a haute noblesse. Mme de Fontaine, r e s t e e f i d e l e aux v i e i l l e s croyances, c o n s e n t i t e n f i n a ces a l l i a n c e s avantageuses; " . . . mais e l l e d e c l a r a qu'au moins sa f i l l e E m i l i e s e r a i t mariee de maniere a s a t i s f a i r e l ' o r g u e i l q u ' e l l e 2 1 a v a i t contribue malheureusement a developper dans cette jeune ,.40 ame. E m i l i e e s t en e f f e t t r e s f i e r e , s u r t o u t de sa naissance, mais au s s i de son extrtme beaute. C'est une jeune f i l l e grande e t s v e l t e , avec une f i g u r e blanche et un f r o n t d'alba^tre. "De beaux cheveux n o i r s , des s o u r c i l s tr&s f o u r n i s et fortement a r q u i s pr&taient d sa physionomie une expression de f i e r t e ' • • • ."^ La plus jeune des enfants, E m i l i e passa ses pre-mieres anne"es a l a t e r r e de Fontaine, ou ses moindres souhaits e t a i e n t des l o i s pour toute sa f a m i l l e . P l u s t a r d , l e luxe de P a r i s l u i sembla tout n a t u r e l . "Accoutumed . . . aux j o u i s -sances de l a f o r t u n e , l e s recherches de l a t o i l e t t e , 1'elegance des salons dores et des equipages l u i devinrent a u s s i neces-s a i r e s que l e s compliments v r a i s ou faux de l a f l a t t e r i e , que l e s f£tes et l e s v a n i t e s de l a c o u r . " ^ 2 E l l e p e i n t assez b i e n , p a r l e a n g l a i s et i t a l i e n , joue du piano et chante a r a v i r . S p i r i t u e l l e et no u r r i e de toutes l e s l i t t e r a t u r e s , e l l e semble tout s a v o i r ; "La plus simple de ses phrases e d a i t recue par l a f o u l e i d o l a t r e , comme par l e s Turcs un f e t f a du S u l t a n . " ^ Aucun homme n'a l a fo r c e de c o n t r e d i r e ses o p i n i o n s . E l l e se c r o i t supeVieure a tout l e monde, m^prise l e s r o t u r i e r s et se montre f o r t impertinente envers l a nouvelle noblesse. "Parmi l e s jeunes f i l l e s a l a mode, n u l l e mieux q u ' e l l e ne s a v a i t prendre un a i r de hauteur en recevant l e s a l u t d'un homme de t a l e n t , ou d^ployer c e t t e p o l i t e s s e i n s u l t a n t e qui f a i t de nos egaux des i n f e r i e u r s , et deverser son impertinence sur tous ceux q u i essayaient de marcher de p a i r avec e l l e . " ^ Personne, 22 y compris son pere, n'est a 1'abri de ses sarcasmes e t de ses epigrammes. Le comte rassemble autour de sa f i l l e o r g u e i l l e u s e et fantasque 1 ' e l i t e des jeunes gens a marier, mais e l l e l e s r e j e t t e avec des o b j e c t i o n s r i d i c u l e s : ". . . 1'un a v a i t l e s jambes t r o p grosses ou l e s genoux cagneux, 1'autre e t a i t myope, c e l u i - c i s ' a p p e l a i t Durand, c e l u i - l a b o i t a i t , presque tous l u i semblaient t r o p g r a s . " ^ Cette coquette au coeur i n s o u c i a n t s a i t bien rendre doux ou t e r r i b l e , "a son gre, un regard, un s o u r i r e , une i n f l e x i o n de v o i x . E l l e se montre condescendante envers ses parents, se conduit en enfant gatee e t n'ecoute pas l e u r s c o n s e i l s . Car e l l e a dessine - dans son imagination un type auquel i l f a u t que son pretendant ressemble pour etre accept^. I I d o i t e t r e jeune, de noblesse ancienne, p a i r de France ou f i l s aine d'un p a i r , un homme s v e l t e q u i possede une grande amabilit£, une j o l i e tournure et de 1 ' e s p r i t . A 1'age de vingt-deux ans, malgr£ l e s grands e f f o r t s de son pere, e l l e n'est pas encore mariee, e t i l y renonce avec emotion. Quoique touche*e vivement de ses mots, e l l e d issimule son propre a t t e n -drissement, calme 1'emotion du comte en l u i f a i s a n t l e s ca-resses l e s plus douces et r e i t e r e son i n t e n t i o n . La jeune f i l l e c a p r i c i e u s e continue "a f a i r e des impertinences a t o u t l e monde, et surtout a son v i e i l o n c l e , l e comte de Kergarouet, qui r a f f o l e d ' e l l e . Mais e n f i n , au b a l champetre de Seeaux, ou e l l e va dans 1 ' i n t e n t i o n d'enchanter e t de r i r e , M i l e de Fontaine rencontre un jeune homme qui semble doue de toutes l e s p e r f e c t i o n s de 23 personne, de toutes l e s d i s t i n c t i o n s de rang et de fortune nedessaires pour f a i r e de ses reVes l a r e a l i t e . I l s s'epren-nent sincerement l'un de 1 ? a u t r e et l'amour opere un changement profond dans l e caractere de l a jeune f i l l e . E l l e trouve une nouvelle j o i e dans 1'existence, devient moins caustique, plus i n d u l g e n t e , plus douce, e s s a i e de v a i n c r e ses d^ f a u t s . Mais i l y a une circonstance a 1'egard de ce charmant M a x i m i l i e n L o n g u e v i l l e qui l ' i n q u i e t e : i l f a i t mystere de sa f a m i l l e et de sa p o s i t i o n s o c i a l e . L ' o r g u e i l l e u s e f i l l e ne peut s'empe-cher de l u i demander, t o u t en tremblant, presque en b^gayant, s ' i l e s t noble. Malgre" sa reponse negative, e l l e p e r s i s t e a se f a i r e i l l u s i o n et l u i assure q u ' e l l e ne veut que son amour. Mais l e jou r ou e l l e l e d£couvre d e r r i e r e l e comptoir d'un magasin de l i n g e r i e , tenant a l a main quelques £chantillons, e l l e l e t r a i t e comme un inconnu et l u i tourne l e dos "avec une in c r o y a b l e impertinence."^- 0 La l u t t e dans son ame et sa grande souffranee provoquent d'abord une f i ^ v r e assez grave, mais e l l e e s s a i e de cacher son chagrin e t reprend insensiblement ses anciennes habitudes. Les deux amants o r g u e i l l e u x sont i n e x o r a b l e s l'un pour 1 ' a u t r e — M a x i m i l i e n part pour l ' l t a l i e e t E m i l i e , en p r o i e aux plus v i o l e n t s r e g r e t s , Spouse par de"pit son v i e i l o n c l e . Apre's deux annexes melancoliques, e l l e r e v o i t son ancien pr6tendant, maintenant vicomte et p a i r , et e l l e "maudit l e s e r r e u r s de son e n f a n c e . " ^ " S i 1»heroine du B a l de Seeaux est malheureuse, c'est pour n*avoir pas eu assez de courage pour r^pondre a l ' a p p e l de l a passion et sT§tre con-tentee d'ecouter l a v o i x des prejuges de sa c l a s s e et de son 24 epoque." 4 En attendant l a mort de son vieux mari, sa conduite est prude et severe. Plus tard, remariee avec Charles de Vandenesse, c'est une femme m^chante et f r i v o l e . Augustine G-uillaume Avec Augustine Guillaume nous revenons au type de jeune f i l l e simple et innocente. A Paris, au milieu de l a rue Saint-Denis, son l o g i s est une f r e l e maison du seizieme s i e c l e , d^-cr ^ p i t e , avec une boutique au rez-de-chaussee. "Aucun b r u i t ne t r o u b l a i t l a paix de cette maison solennelle, ou l e s gonds semblaient toujours hui l e s , et dont l e moindre meuble avait cette proprete respectable qui annonce un ordre et une econo-mie s e v e r e s . " ^ La fa m i l l e conserve, comme de pre"cieuses t r a -d i t i o n s , l e s moeurs et l e s costumes caracteristiques du passe. Ses seuls p l a i s i r s consistent en quelques rares v i s i t e s va l a campagne ou au theatre. M . Guillaume, riche drapier rus6 mais probe, se v o i t comme un gardien des anciens usages. Pour sa femme raide, prude et d'une deVotion outre"e, l a v i e i l l e maison est l ' u nivers. V i r g i n i e , l a f i l l e aine'e, laide comme sa m£re mais douce et patiente, est destinee par son pere *a ^pouser leur premier commis. Augustine, agee de dix-huit ans, est mignonne, gracieuse et pleine de candeur. E l l e ne semble avoir aucun defaut sauf "des gestes mesquins ou certaines attitudes communes, et par-f o i s de l a ge'ne."-'0 Sa figure fraiche, silencieuse et immobile respire "cette melancolie passagere qui s'empare de toutes l e s jeunes f i l l e s trop f a i b l e s pour oser r e s i s t e r aux volontes 25 d'une mere."^ E l l e a une peau de jasmin, des yeux bleus et calmes, des mains blanches et d e l i c a t e s , une v o i x douce et melodieuse. C'est une jeune f i l l e t i m i d e , naive, au coeur pur et vertueux. Comme sa soeur, e l l e demeure sous l e s l o i s despotiques et sous l e s yeux perpants de l e u r mere, qui ne l e s q u i t t e jamais. Elev6es pour l e commerce, habituees a n'entendre que des raisonnements et des c a l c u l s t r i s t e m e n t m e r c a n t i l e s , n'ayant etudie que l a grammaire, l a tenue des l i v r e s , un peu d ' h i s t o i r e j u i v e , 1 ' h i s t o i r e de France dans Le Ragois, et ne l i s a n t que l e s auteurs dont l a l e c t u r e l e u r e t a i t permise par l e u r rn^re, l e u r s id£es n'avait pas p r i s beau-coup d'etendue: e l l e s savaient parfaitement t e n i r un manage, e l l e s c o nnaissaient l e p r i x des choses, e l l e s a p p r e c i a i e n t l e s d i f f i c u l t ^ que l' o n ^prouve *a amasser 1'argent, e l l e s e t a i e n t economes e t p o r t a i e n t un grand respect aux qualite"s du negociant. Malgre" l a fortune de l e u r p£re, e l l e s e t a i e n t a u s s i h a b i l e s *a f a i r e des r e p r i s e s qu'a festonner . . . . ^  E l l e s passent l e u r s journe'es r e s i d e s et monotones a t r a v a i l l e r dans l a boutique. Quelques f£tes et b a l s pendant l'anned sont pour e l l e s l a plus grande j o i e imaginable. Mais l e u r s parures mesquines, l a s u r v e i l l a n c e maternelle e t l e r e t o u r exige a onze heures rendent ces p l a i s i r s assez i n s i p i d e s et peu p r o f i -t a b l e s pour l e s enseigner et pour l e s p o l i r . "Cependant Augus-t i n e a v a i t recu du hasard une tme assez eleve"e pour s e n t i r l e vide de c e t t e e x i s t e n c e . . . . e l l e semblait edouter de l o i n de confuses r e v e l a t i o n s de cette v i e passionne"e q u i met l e s sentiments a un plus haut p r i x que l e s choses."-^ Balzac y ajoute que peut-£tre deux romans q u ' e l l e l i t furtivement con-t r i b u e n t a deVelopper ses ide"es. Un s o i r , un jeune p e i n t r e fougueux, Theodore de Sommer-vieux, passant devant l a boutique, est frappe par l a vue de l a 26 f a m i l l e Guillaume a t a b l e , par l a pa i x , l e s i l e n c e et l a mo-deste v i e q u ' i l y devine, surtoxit par l a f i g u r e angelique d'Augustine, de qui i l tombe follement amoureux. I I pe i n t ce tableau f a m i l i a l et un p o r t r a i t d'Augustine, et l e s expose au Louvre, ou l a jeune f i l l e va l e s v o i r avec une cousine. Ses Amotions nous r e v e l e n t davantage son ame ingenue: e l l e tremble en se reconnaissant; e l l e e s t epouvantee par quelques mots d'amour que l u i adresse Sommervieux; e l l e pleure i n v o l o n t a i r e -ment a 1'aspect de sa maison; e l l e est pres de s'e'vanouir a cause de l a f o u l e . Mais e l l e sent ^galement une jouissance inconnue. "En proie a une i r r i t a t i o n toute n o u v e l l e , a une i v r e s s e qui l a l i v r a i t en quelque sorte a l a nature, Augustine 6couta l a v o i x eloquente de son coeur . . . ."54- E l l e eprouve une j o i e me*16e de t e r r e u r en se voyant aimee d'un s i grand homme. E l l e 1'aime tout "a coup, e t eperdument. Pendant l a n u i t e l l e r§ve de l'amour, d'une v i e elegante, d'etre l a femme d'un homme de t a l e n t et de partager sa g l o i r e . E l l e c r o i t §tre appelee a f a i r e son bonheur, "sans apercevoir aucune d i s p a r a t e entre e l l e et l u i . Pour e l l e , l e present f u t t o u t 1'avenir.""^ A son t r a v a i l e l l e e s t d i s t r a i t e , e l l e s o u pire. Les deux jeunes gens se voi e n t p l u s i e u r s f o i s , £changent quelques l e t t r e s , et sont e n f i n de'couverts par Mme Guillaume. Malgre" sa peur, Augustine trouve assez de hardiesse pour d e c l a -r e r son amour "a ses parents e t , avec 1'aide de l e u r cousine qui f a i t appel a l e u r v a n i t e a l'egard du nom noble du jeune homme, e l l e o b t i e n t l e u r consentement au mariage. Mais, apres un an de bonheur p a r f a i t , l e pe i n t r e reprend 27 son t r a v a i l e t , peu a peu, ses habitudes. Dans l e grand monde, Augustine offense sa va n i t e en l a i s s a n t percer "son ignorance, 1 1 impropriate de son langage et l ' e t r o i t e s s e de ses i d e e s ; " ^ e l l e est encapable de l e s u i v r e dans ses f a n t a i s i e s d ' a r t i s t e ; e l l e se montre prude devant ses amis. Bien q u ' e l l e reconnaisse l e s mesquineries de son Education bourgeoise et prosalque e t essaie de c o r r i g e r ses defauts, son mari devient f r o i d et se de"tourne d ' e l l e . L'ayant perdu d e f i n i t i v e m e n t et l'aimant encore, Augustine devient une femme melancolique et resignee; e l l e mourra de chagrin a 1'cTge de v i n g t - s e p t ans. R o s a l i e de W a t t e v i l i e A premiere vue, R o s a l i e de W a t t e v i l i e p o u r r a i t sembler a u s s i passive e t a u s s i anodine qu'Augustine. E l l e f u t elevee parmi l a haute s o c i ^ t e de Besancon qui a v a i t "un a i r sombre et des faeons prudes en harmonie avec l e caractere de c e t t e v i l -l e . " ^ La maison f a m i l i a l e est un b e l h 6 t e l ou tout est un peu demode mais splendide et luxueux, ou sont t r e s souvent repus quelques abbes et l a noblesse b i s o n t i n e hautaine. Le baron de W a t t e v i l i e , petit-neveu d'un fameux m e u r t r i e r et rene-gat, e s t un homme t r a n q u i l l e e t sans e s p r i t qui passe sa v i e a tourner de p e t i t s o b j e t s en b o i s et a c o l l e c t i o n n e r des c o q u i l -lages et des i n s e c t e s . Sa femme, l ' h e r i t i e r e de l a v i e i l l e f a m i l l e de Rupt, est une devote severe, d'une nature seche, mais qui se l a i s s e c o u r t i s e r par Ame'de'e de Soulas, jeune l i o n qui veut o b t e n i r l a grande dot de sa f i l l e . R o s a l i e e s t "une jeune f i l l e f r t l e , mince, p l a t e , blonde, 28 blanche et de l a derniere i n s i g n i f i a n c e . E l l e a une sorte de beaute" cached avec ses yeux d'un bleu p a l e , son f r o n t bien coupe, son visage d'une d e l i c a t e s s e a t t r i s t e e par 1'extase, d'une naivete severe. E l l e a de b e l l e s mains, mais rouges, et un j o l i pied de c h S t e l a i n e . E l l e recut une education e x c l u s i -vement r e l i g i e u s e e t ne s a i t absolument r i e n . "Est-ce s a v o i r quelque chose que d'avoir etudie' l a gedgraphie dans G u t h r i e , 1 ' h i s t o i r e s a i n t e , 1 ' h i s t o i r e ancienne, 1 ' h i s t o i r e de France, . . • l e t o u t pass^ au tamis d'un vieux j e s u i t e ? Dessin, mu-sique et danse f u r e n t i n t e r d i t s , comme plus propres a corrompre qu'a e m b e l l i r l a vie.""^ R o s a l i e s a i t l a t a p i s s e r i e , l a cou-t u r e , l a b r o d e r i e , l e f i l e t . E l l e n'a l u que l e s L e t t r e s  e d i f i a n t e s et des ouvrages sur l a science h e r a l d i q u e . A d i x -h u i t ans, c'est une jeune f i l l e fortement l i m i t e d par c e t t e education e t par l e despotisme de sa mere, avec qui e l l e va tous l e s matins "a l a messe, se promene dans l e j a r d i n , t r a -v a i l l e , et r e c o i t ou rend des v i s i t e s ou i l l u i e s t permis de p a r l e r peu. Mme de W a t t e v i l l e , qui veut surpasser sa f i l l e en e c l a t , 1 ' h a b i l l e d'une maniere simple et presque l a i d e ; e l l e tache de t r o u v e r des f a u t e s chez e l l e , a f i n d'avoir 1'occasion de l e s l u i reprocher; t r e s severe pour sa f i l l e , e l l e 1'observe bien et s a i t l a r e d u i r e a 1'obeissance p a s s i v e . Mais 1 * a t t i t u d e modeste de R o s a l i e , son a"me en apparence molle et d e d i l e , cachent une volonte de f e r . E l l e a h e r i t e ' l e caractere d e c i s i v e et l a romanesque audace du fameux Watte-v i l l e , l a t e d a c i t e et l a f i e r t e du sang des de Rupt. Toutefois personne, sauf peut-edre sa mere, ne s'en doute. 29 Un s o i r , t o u t l e monde p a r l e d'un etranger a Besancon, A l b e r t Savaron de Savarus, jeune avocat qu'on appelle "mer-v e i l l e u x " , "un homme e x t r a o r d i n a i r e " , ^ "un myste'rieux person-al nage". D J- L'abbe" de Grancey donne une d e s c r i p t i o n s i chaleu-reuse de ce b e l homme i n t e l l i g e n t , Eloquent, que Ro s a l i e l'ecoute t r a n s p o r t e d . Pour e l l e , cet A l b e r t e s t un §tre i d e a l , romanesque, a qui e l l e pense sans cesse et q u ' e l l e v o i t par sa fenetre e c r i v a n t pendant l a n u i t : "Quand tout l e monde d o r t , 62 i l v e i l l e . . . comme Dieu I se d i t - e l l e . " E t i c i commence une longue s e r i e compliqu^e et secrete de mene'es, de ruses, de supercheries au moyen desquelles R o s a l i e manipule ses parents, son confesseur et l'abbe de Grancey pour v o i r A l b e r t de plus pres. E l l e p a r v i e n t a echanger un regard avec l u i , q u i enflamme son coeur. Ayant l u une nouvelle dans l a q u e l l e i l revele son grand amour pour une duchesse i t a l i e n n e , e l l e a un mouvement de j a l o u s i e t e r r i b l e et decide de 1 ' a r r a -cher a c e t t e r i v a l e . E l l e soumet M a r i e t t e , sa femme de cham-bre, a un chantage ignoble pour i n t e r c e p t e r l e s l e t t r e s d ' A l -b e r t , dans l e s q u e l l e s e l l e apprend tous l e s d e t a i l s de sa vi e et de ses ambitions. L'amour de l a jeune f i l l e "devint a l o r s une passion dont l a v i o l e n c e s'accrut de toute l a force de sa jeunesse, des ennuis de sa s o l i t u d e et de l' e n e r g i e secrete de son c a r a c t e r e . . . . [ E l l e arrivstj a une phase quasi morbide et t r e s dangereuse de 1 ' e x a l t a t i o n amoureuse." Tout en machinant ses plans, e l l e s'occupe a ses d i v e r s ouv-rages de femme d'un a i r candide et n a i f qui trompe sa mere. F i e r e de son succes, e l l e se juge £minemment superieure a tout 30 ce qui l ' e n t o u r e . De temps en temps R o s a l i e est a s s a i l l i e de remords et de s c r u p u l e s , mais e l l e expie ses f a u t e s "en s'im-posant des penitences: e l l e j e u n a i t , e l l e se m o r t i f i a i t en r e s t a n t a genoux l e s bras en c r o i x et d i s a n t des p r i e r e s pen-dant quelques heures. E l l e a v a i t o b l i g e M a r i e t t e a ces actes de r e p e n t i r . L'ascetisme l e plus v r a i se n i S l a i t a sa passion, et l a r e n d a i t d'autant plus dangereuse. " ^ R6solue d'6pouser 1'avocat, e l l e e c r i t une l e t t r e anonyme pour f a i r e manquer son e l e c t i o n , a f i n de l e conserver a Besan^on. E l l e supprime quel-ques l e t t r e s et i m i t e son e c r i t u r e pour f a i r e c r o i r e a l a du-chesse q u ' i l ne l'aime p l u s , d'ou i l r e s u l t e que l ' l t a l i e n n e se marie avec un autre et qu'Albert se f a i t moine. Quand Rosa-l i e refuse d'obeir a sa mdre en epousant de Soulas, l a q u e r e l l e qui s'ensuit entre ses parents l'envoie avec son pere "a l e u r t e r r e patrimoniale ou, l o i n de sa mere, e l l e se montre i n t e l l i -gente, inde^pendente e t affectueuse pour l e baron. Apres l a mort de ce d e r n i e r , ce q u i cause une douleur serieuse 'a sa f i l l e et cree une haine entre e l l e et sa m£re, R o s a l i e confesse ses crimes a l'abbe de Grancey, qui v o i t dans ses l e t t r e s " l e 65 genie du mal . . . dans toute sa p e r f e c t i o n . " La jeune f i l l e perverse devient charmante et bonne pour sa mere, uniquement a f i n de pouvoir 1'accompagner "a P a r i s ou e l l e va v o i r l a du-chesse pour l a f a i r e s o u f f r i r en l u i r e v e l a n t l a v e r i t y . Apres quoi e l l e v i t seule en n o u r r i s s a n t son amour e t , apres e t r e horriblement estropie'e et defigure'e dans une e x p l o s i o n , e l l e se voue entierement a des pratiques r e l i g i e u s e s . R o s a l i e de W a t t e v i l i e e s t un e x c e l l e n t exemple d'une v i e -31 time a l a f o i s de 1 T e d u c a t i o n , du m i l i e u et de 1'heredite". "Le formalisme sous l e q u e l e l l e a grandi a laisse" ses i n s t i n c t s a u s s i l i b r e s que ceux d'un sauvage. E l l e pense, reve, sent, a g i t , en dehors de toutes l e s contingences, dans I'absolu de l a passion."^° Maurice Bardeche v o i t dans cett e energie mau-vaise dont e l l e a herite' "une m a l e d i c t i o n tragique . . . . E l l e s u i t un imperieux i n s t i n c t de v i o l e n c e , un impeVieux besoin de f o r c e r ce q u i l u i r g s i s t e . . . ,"^ d'abord par ignorance, plus t a r d en connaissance complete du mal q u ' e l l e f a i t . CHAPITRE I I LA JEUNE FILLE ET SA SITUATION En considerant, d'une maniere plus generale, toutes l e s jeunes f i l l e s de La Comedie humaine, q u e l l e que s o i t 1'impor-tance du r 8 l e q u ' e l l e s y jouent, nous trouvons que l a p l u p a r t d'entre e l l e s appartiennent a l a b o u r g e o i s i e , c l a s s e d'origine assez redente a c e t t e epoque-la et qui se sent t i r a i l l e ' e entre ses v a l e u r s modestes de paysan et ses a s p i r a t i o n s a l a haute s o c i e t y a r i s t o c r a t i q u e . La jeune f i l l e typique de Balzac ha-b i t e done un m i l i e u qui s'accorde avec ce niveau s o c i a l . S i -tued l e plus souvent dans une v i l l e p l u t S t qu'a l a campagne, dans un q u a r t i e r moyen et dans une rue secondaire, sa maison est assez grande et p a r f o i s contigue a l a boutique de son pere. Dedans se trouvent des meubles et des o b j e t s d'art quelquefois d'une v a l e u r c o n s i d e r a b l e , mais en meVie temps peut-£tre des faeons de v i v r e economes—soit par n ^ c e s s i t e p ^ c u n i a i r e , s o i t par une habitude e t a b l i e des 1'enfance du p£re et de l a mere: par exemple, chez l e s Guillaume (La Maison du chat-qui-pelote) on o b l i g e l e s commis a q u i t t e r l a t a b l e avant l e d e s s e r t . I I y a, bien s t i r , beaucoup de variede" parmi l e s m i l i e u x physiques et sociaux qui i n f l u e n t sur chaque jeune f i l l e , f o r -mant son caractere e t contribuant a l a determination de son a v e n i r . E l l e peut v i v r e au coeur meme de P a r i s , comme Louise de Chaulieu (Memoires de deux jeunes mariees), ou dans un co i n 33 de province isol£e, comme Veronique Sauviat (Le Cure de v i l - l age ), I I se peut q u ' e l l e s o i t habituee au luxe d'une N a t a l i e E v a n g e l i s t a (Le Contrat de mariage), ou a l a misere d'une Olyrope B i j o u (La Cousine Bette) dont Josepha d i t : "^a mange comme l e s I r l a n d a i s des pommes de t e r r e , mais f r i t e s dans de l a g r a i s s e de r a t , du pain c i n q f o i s l a semaine, ca b o i t de l'eau de 1'Ourcq aux tuyaux de l a v i l l e , parce que l'eau de l a Seine e s t t r o p chere . . . n l E l l e peut e t r e entouree de l'amour e t l a chaleur d'une f a m i l l e , comme Modeste Mignon, de melancolie sombre e t monotone, comme Eugenie Grandet, ou de s o l i t u d e e t i n d i f f e r e n c e , comme V i c t o r i n e T a i l l e f e r (Le Pdre  G o r i o t ) . E l l e peut a v o i r des r e l a t i o n s t r e s etendues, par exemple, E m i l i e de Fontaine, ou tr&s r e s t r e i n t e s , comme dans l e cas de G a b r i e l l e Beauvouloir (L'Enfant maudit) qui ne s o r t jamais de son j a r d i n sauf pour a l l e r "a l a messe e t qui connalt seulement quatre personnes au monde: son p£re, sa grand-mere, sa n o u r r i c e e t l e v a l e t de son pere. Dans 1'oeuvre b a l z a -cienne, comme nous 1*avons s i b i e n vu i l l u s t r e r par Augustine Guillaume et par Eugenie Grandet, 1 ' l n d i v i d u "ne se detachera gu£re du fond s o c i a l auquel i l sera l i e ' par toutes l e s f i b r e s de son physique e t de son moral." Les jeunes f i l l e s de La Come'die humaine ont presque t o u t e s en commun q u ' e l l e s v i v e n t dans l a France de l a premiere moitie' du dix-neuvieme s i e c l e , ce q u i veut d i r e q u ' e l l e s f o n t face a une m&me society.^ C'est une s o c i e t e dans l a q u e l l e on l e u r assigne un r $ l e t r e s borne e t t r e s determine". La jeune f i l l e e s t l e bien de son p£re, a qui e l l e d o i t une obfeissance par-34 f a i t e . L6galement e t financierement, e l l e e s t sans d r o i t s . E l l e a de 1*importance uniquement pour e t r e une epouse, une mere ou une amante f u t u r e . On s' i n t e r e s s e a e l l e s u r t o u t pour l a quantite de sa dot e t , moins souvent, pour des r a i s o n s d'amour. A p a r t c e l a , on n'attend d ' e l l e aucune p a r t i c i p a t i o n a i a s o c i e t e , Les p r o f e s s i o n s , l a d i r e c t i o n de 1 ' i n d u s t r i e e t de l a f i n a n c e , l e s s c i e n c e s , l e s b e a u x - a r t s — t o u t e s t l e do-maine presque e x c l u s i f des hommes. Dans un sa l o n , a s s i s e a c3te de sa mere, l e s yeux baisse's, on ne l u i demande, ne veut meme d ' e l l e , n i i n t e l l i g e n c e n i conversation s p i r i t u e l l e . Son c e r c l e s o c i a l e s t d'habitude t r e s r e s t r e i n t e t con-s i s t e en quelques amis ou v o i s i n s de ses parents. Par exemple, Adelaide Leseigneur de R o u v i l l e (La Bourse) ne v o i t personne sauf deux messieurs "liges de plus de soixante ans qui viennent tous l e s s o i r s jouer au piquet avec e l l e e t sa mere. Surement pas des connaissances agreables ou p r o f i t a b l e s pour e l l e l La jeune f i l l e de Balzac ne connalt de jeunes hommes que t r e s s u p e r f i c i e l l e m e n t , et i l e s t a remarquer q u ' e l l e ne connalt pas d'autres f i l l e s non p l u s . E l l e n'a pas d'amies i n t i m e s a q u i e l l e puisse avouer en confidence tous ses reaves, ses d e s i r s , ses souffranees. Sauf quelques r a r e s exceptions, comme Louise de Chaulieu e t Rened de Maucombe (Memoires de  deux jeunes mariees), e l l e n'a d'autre confidente pour r e c e v o i r l e s s e c r e t s de son coeur que sa f a m i l l e , e t plus souvent per-sonne . Comme nous 1 'avons d i t , l a p l u p a r t de ces jeunes f i l l e s appartiennent a l a c l a s s e moyenne, mais quelques-unes d'entre 35 e l l e s sont de plus humble e x t r a c t i o n , comme C a r o l i n e Crochard, l a brodeuse d'Une double f a m i l l e , ou Denise Tascherori, l a paysanne du Cure de v i l l a g e , e t p l u s i e u r s sont de l a haute noblesse, comme E m i l i e de Fontaine, Louise de Chaulieu ou Laurence de Cinq-Cygne (Une t£n£breuse a f f a i r e ) . Leurs f a -m i l i e s sont de tous l e s niveaux economiques, mais l e plus souvent e l l e s sont assez r i c h e s , gr&ce au commerce ou a des t e r r e s herite"es. Pour l a plupart de ces f a m i l i e s , ce sont l e s preoccupations m a t e r i e l l e s qui ont l a plus grande importance dans l a v i e . Le pere de Veronique Sauviat e s t un "homme aux yeux de qui l a fortune semblait c o n s t i t u e r t o u t l e bonheur."^ Les v a l e u r s sentimentales, i n t e l l e c t u e l l e s ou c u l t u r e l l e s sont presque i n e x i s t a n t e s pour des e s p r i t s t e l s que l e s Gulllaume ou l e s V e r v e l l e ( P i e r r e Grassou). I l s pensent peu aux a f f a i r e s p o l i t i q u e s , sauf dans l a mesure ou e l l e s a f f e c t e n t l e u r p o s i -t i o n f i n a n c i e r e . Pourtant, Louise de Chaulieu a p p a r t i e n t "a une f a m i l l e p u i s sante, l e pere d'Emilie de Fontaine est un c o n s e i l l e r intime de Louis X Y I I I , et Laurence de Cinq-Cygne, 1 * i n c a r n a t i o n du sentiment r o y a l i s t e , s'oppose violemment, avec tous ses amis e t ses parents, au pouvoir napolednien. En ce qui concerne l a morale, l e s f a m i l i e s bourgeoises c r o i e n t posse'der toutes l e s v e r t u s . E t tr&s en avant parmi e l l e s se trouvent naturellement l a p r o b i t y e t 1'economie. La jeune f i l l e a r i s t o c r a t i q u e a plus de chances d'etre teinoin, chez e l l e , d'infidelit£s m a r i t a l e s , quoique ses propres moeurs so i e n t s u r v e i l l e e s de pr&s. Ce sont quelquefois l e s f i l l e s du peuple qui sont elevens dans un m i l i e u d'immoralite: l a mere 36 de C a r o l i n e Crochard encourage sa f i l l e "a devenir l a maltresse du comte de G r a n v i l l e ; Olympe B i j o u e s t vendue, "a s e i z e ans, au vieux baron Hulot. La p l u p a r t des jeunes f i l l e s p e i n t e s par Balzac a p p a r t i e n -nent "a une f a m i l l e assez o r d i n a i r e , c ' e s t - a - d i r e q u ' e l l e s ont l e u r s deux parents e t peut-Stre quelques f r e r e s e t soeurs: C^sarine B i r o t t e a u ( H i s t o i r e de l a grandeur et de l a decadence  de C6sar B i r o t t e a u ) , Hortense Hulot (La Cousine B e t t e ) , Made-l e i n e de Mortsauf (Le Lys dans l a v a l i e e ) . e t c . Cependant, un nombre assez surprenant d'entre e l l e s sont o r p h e l i n e s de pere, de mere ou des deux: Ursule Mirouet, elevee par son p a r r a i n ; F e l i c i t e des Touches ( B e a t r i x ) , par son grand-oncle; V i c t o r i n e T a i l l e f e r , par Mme Couture, une parente e l o i g n e d ; l a Fosseuse (Le Medecin de campagne), par une v o i s i n e , puis une comtesse, puis personne; F l o r e B r a z i e r (La R a b o u i l l e u s e ) t par un v i e i l l a r d l a s c i f qui pense se preparer des p l a i s i r s f u t u r s . En general, i l e x i s t e une a f f e c t i o n normale entre l a f i l l e et l e s autres membres de sa f a m i l l e , surtout parmi l e s c l a s s e s moyennes et basses, e t dans quelques cas i l e x i s t e un deVoue-ment profond, comme c e l u i de Modeste Mignon pour sa m£re ou de Malvina d ' A l d r i g g e r (La Maison Nucingen) pour l a sienne. Parmi l a noblesse, l a s i t u a t i o n e s t souvent plus ce're'monieuse, par exemple dans l a f a m i l l e de Louise de Chaulieu, dont l e pere s'occupe de ses a f f a i r e s p o l i t i q u e s e t de ses p l a i s i r s , e t dont l a mere es t e n t i l r e m e n t absorbee par sa v i e s o c i a l e , sa t o i l e t t e e t son jeune amant, ce q u i f a i t q u ' i l s ont peu de temps ou d ' i n t e r e t a accorder a l e u r s enfants. 37 I I y a c e r t a i n e s r e l a t i o n s f a m i l i a l e s q u i meritent un examen p a r t i c u l i e r . Nous avons deja vu qu'Eug£nie Grandet e s t l a v i c t i m e de 1*avarice de son p£re et q u ' e l l e r e u s s i t pendant quelque temps a 1 ' a f f r o n t e r bravement. Marguerite Claes (La  Recherche de I'Absolu), e l l e a u s s i , e s t obligee de f a i r e face la son pere qui e s t , t o u t comme Grandet, indirectement respon-sable de l a mort de sa femme. Quand B a l t h a z a r ClaSs, un homme b i e n v i e l l a n t mais obse'de' completement par ses experiences s c i e n t i f i q u e s , d e p o u i l l e inexorablement sa f a m i l l e de toutes ses possessions pour s o u t e n i r sa manie, i l f a u t que sa f i l l e l u i r e " s i s t e . Bien q u ' e l l e ne manque jamais de respect pour l u i e t pleure l a n e c e s s i t e de l e tromper, e l l e refuse ferme-ment de l u i rendre l ' o r q u ' e l l e a cache, et e l l e ne ceMe que quand i l menace de se f a i r e sauter l a c e r v e l l e . Une autre jeune f i l l e q ui se trouve en c o n f l i t avec son p^re, c'est Ginevra d i Piombo (La Vendetta). Bartholomew d i Piombo, v i e u x Corse q u i adore sa f i l l e avec fanatisme, a p r i s p l a i s i r a. l u i transmettre sa propre f e r o c i t e ' et son ent&tement. Quand e l l e l u i f a i t part de son amour pour un jeune s o l d a t , i l se met en c o l e r e , commence a trembler, l a s u p p l i e , l u i f a i t des reproches: "vous f a i t e s mal, vous, ma f i l l e , d'aimer un autre homme que votre pere . . . ."^ E t pl u s t a r d : " S ' i l t ' a i m a i t comme t u me'rites de I'&tre, i l me t u e r a i t ; et s ' i l ne t ' a i m a i t pas, je l e p o i g n a r d e r a i s . " " Ginevra 1'appelle un t y r a n , mais e l l e e s t profondement touchee e t , voulant l e per-suader, e l l e s ' i n s t a l l e sur ses genoux. "Et l e pdre j o u a i t avec sa f i l l e comme avec un enfant de s i x ans, i l s'amusait a d e f a i r e l e s t r e s s e s ondoyantes de ses eheveux, a l a f a i r e s a u t e r ; i l y a v a i t de l a f o l i e dans 1*expression de sa ten-d r e s s e . C ' e s t un amour anormal, pour ne pas d i r e p l u s . Tout comme l e s cruauted et l e s ressentiments caches entre l a severe Mme de W a t t e v i l l e e t R o s a l i e , i l e x i s t e une haine secrete qui separe Helene d'Aiglemont de sa mere (La Femme de  tr e n t e ans). La jeune f i l l e , d 1'tge de sept-ou h u i t ans, ja l o u s e de l a preference maternelle pour son p e t i t demi-frere n a t u r e l , l e p r e c i p i t e dans l a B i e v r e , ou i l se n o i e . A p r l s , Mme d'Aiglemont, soupponnant l a v e r i t e , et l a f i l l e , sachant l e s amours a d u l t e r i n s de l a mere, bien q u ' e l l e s ne v e u i l l e n t pas s'entraccuser, edhangent p a r f o i s "un regard t e m e , f r o i d , respectueux chez Helene, sombre et menacant chez l a mere."0* Un s o i r qu'un m e u r t r i e r se cache dans une chambre de l a maison, Mme d'Aiglemont fo r c e sa f i l l e a a l l e r l e regarder, contre l e s ordres de son pere, et d i t ensuite a c e l u i - c i qu'H^llne veut s ' e n f u i r avec 1'inconnu, l a poussant a i n s i a l e f a i r e . Quant a sa p o s i t i o n et son r'Sle dans l a f a m i l l e , on n'at-tend de l a jeune f i l l e que de 1'obtissance en toutes choses. On ne se c r o i t pas o b l i g e de l a c o n s u l t e r sur l e s proje.ts e t l e s ev^nements q u i touchent l a f a m i l l e dans son ensemble, n i m§me sur l e s questions de toute premiere importance pour e l l e , comme l e choix d'un mari. Tout c e c i ne veut pas d i r e , pour-t a n t , que sa presence s o i t sans e f f e t , car e l l e peut t r e s b i e n §tre une source de j o i e et de gaiet£ pour tous ceux qui l a connaissent, e t l e centre de toutes l e u r s pensees e t de tous l e u r s reVes, comme l e sont Veronique S a u v i a t , Modeste Mignon 3 9 e t U r s u l e Mirouet. La jeune f i l l e peut i n f l u e r indirectement sur l e s d e c i s i o n s et l e s a c t i o n s de sa f a m i l l e par des machi-n a t i o n s s u b t i l e s , comme c e l l e s de Ro s a l i e de W a t t e v i l i e , ou par de tendres enjSlements, comme ceux de C e c i l e Beauvisage: " C e c i l e se j e t a sur sa me^re, l'embrassa, l a c a j o l a , ce q u i , pour l e s f i l l e s uniques, e s t une maniere d'avoir r a i s o n . " 9 Eugenie Grandet se trouve au pouvoir d'un despote, mais d'au-t r e s , grace a une l a r g e u r de vues, un amour e x c e s s i f , ou sim-plement t r o p de negligence e t d ' i n d i f f e r e n c e de l a part de ceux qui ont de l ' a u t h o r i t e sur e l l e s , j o u i s s e n t de beaucoup de l i b e r t e " e t sont souvent tout a f a i t g S t l e s : E m i l i e de Fontaine, C e i e s t i n e Leprince (Les Employes), C e c i l e Camusot de M a r v i l l e (Le Cousin Pons). Les deux soeurs, Isaure e t Malvina d ' A l d r i g -ger, " e c r i v a i e n t a qui l e u r p l a i s a i t , r ecevaient t r a n q u i l l e -ment des l e t t r e s "a cote' de l e u r mere, sans que jamais l a ba-ronne e\it l ' i d e e de l e u r demander de quoi i l s ' a g i s s a i t . " - ^ I I en est de me"me pour Laurence de Cinq-Cygne, dont l e s t u t e u r s l'admirent sans bie n l a comprendre et l a l a i s s e n t parfaitement l i b r e . I l s ne 1 ' i n t e r r o g e n t jamais sur ses promenades a cheval et ignorent compl^tement ses p r o j e t s p o l i t i q u e s . Cependant, ces f i l l e s ind£pendantes sont assez peu nombreuses. Le moment du l a jeune f i l l e prend une v r a i e importance aux yeux de sa f a m i l l e , c'est l o r s q u ' i l e s t question de son mariage. Ses parents considerent gen^ralement que l a v o i r b i e n mariee est un d e v o i r de 1'acquittement duquel e l l e e t peut-e t r e eux a u s s i doivent p r o f I t e r , s u r t o u t du point de vue f i n a n -c i e r et s o c i a l . S ' i l s ont un f i l s , l e mariage de l e u r f i l l e 4 0 devient pour eux un probleme particulieVement d i f f i c i l e , car i l se peut q u ' i l s v e u i l l e n t garder i n t a c t l e u r b i e n a f i n de l e l a i s s e r au f r e r e , au l i e u de l e d i v i s e r pour f o u r n i r une dot a l a soeur. Les parents de Louise de Chaulieu e s s a i e n t m§me, pour c e t t e r a i s o n , de l u i f a i r e prendre l e v o i l e . Rejetant cette i d e d , e l l e d o i t f a i r e elle-m§me sa destined. Son pere l u i d e c l a r e sans ambages: "vous ne devez pas a v o i r de fortune tant que c e l l e de votre frfere cadet ne sera pas assured, e t j e veux employer tous vos capitaux "a l u i c o n s t i t u e r un majorat." Examinons maintenant de plus prSs l e s jeunes f i l l e s e l l e s -m£mes, et d'abord l e u r apparence physique. Nous serons tout de s u i t e edonned par l e u r beauts e x c e p t i o n n e l l e e t nous pour-rons nous demander avec j u s t i c e comment un romancier qui se pique de peindre l e monde d'une maniere r e d l i s t e peut y dedou-v r i r t a n t de b e l l e s jeunes f i l l e s . Marguerite ClaSs, par 1 2 exemple, e s t "d§licatement b e l l e " ; Ursule Mirouet, d'une "excessive b e a u t e " ; ^ Dinah P i e d e f e r , d'"une beauts surprenan-te";"*"^ G a b r i e l l e Beauvouloir, d'une " c e l e s t e b e a u t e " ; ^ Juana de Mancini, d'une "beaute sublime";"^ 0 N a t a l i e E v a n g e l i s t a, d'une 17 "tyrannique beaut6", q u i e s t d ' a i l l e u r s "vraiment m e r v e i l -l e u s e " ; 1 ^ et Modeste Mignon, d'une "exquise beaut6"19 q U i e s t 2 0 " f i n e , elegante, poetique". Adeline F i s c h e r e s t "une de ces 21 beaut£s completes, foudroyantes". x Quant a Hel&ne d ' A i g l e -mont, "sa beaute se d i s t i n g u a i t par un rare caractdre de f o r c e op e t d'elegance."• E t ces jeunes f i l l e s - l a f o n t l a r e g i e p l u t d t que 1*exception I Tres souvent Balzac l e s compare a c e l l e s de c e r t a i n s 41 p e i n t r e s , surtout aux v i e r g e s de Raphael, comme Olympe B i j o u qui a " l e visage sublime que Raphael a trouve pour ses v i e r -23 ges." E t Augustine Guillaume: "Aucune expression de con-t r a i n t e n ' a l t e r a i t n i I ' l n g ^ n u i t d de ce vis a g e , n i l a £sicj calme de ces yeux immortalises par avance dans l e s sublimes compositions de Raphael: c'£tait l a me'me grace, l a me^ ne t r a n -q u i l l i t e de ces v i e r g e s devenues p r o v e r b i a l e s . " 2 ^ Juana de Mancini " e t a i t , non pas l a Vierge de 1 ' I t a l i e , mais l a Vierge de l'Espagne, c e l l e du M u r i l l o , l e s e u l a r t i s t e assez os6 pour 1'avoir peinte e n i v r ^ e de bonheur par l a conception du C h r i s t . . . ," 25 E t VeYonique Sa u v i a t , avant d'etre a t t e i n t e de l a p e t i t e v e r o l e : "Quiconque a vu l a sublime p e t i t e Vierge de T i t i e n dans son grand ta b l e a u de l a P r e s e n t a t i o n au Temple, saura ce que f u t Veronique . . . Cesarine B i r o t t e a u a " l a ronde et rousse beaute des Flamandes de Rubens."2''' Le visage d'Adelaide Leseigneur de R o u v i l l e "appartenait . . . au type f i n et d e l i c a t de 1'ecole de Prudhon, et possedait a u s s i . c e t t e poesie que Girodet donnait a ses f i g u r e s f a n t a s t i q u e s . " Pourtant, parmi toute c e t t e beaute i l y a quelques excep-t i o n s , des jeunes f i l l e s l a i d e s comme V i r g i n i e Guillaume, Mathilde d'Aubrion (Eugenie Grandet). M i l e A u f f r a y ( P i e r r e t t e ) e t l a pauvre Malvina d ' A l d r i g g e r : " n o i r e , grande, mince, seche, e l l e ressemble a une momie."2^ Josephine de Temninck, l a f u t u r e Mme Claes, e s t "une pauvre f i l l e c o n t r e f a i t e e t b o i t e u s e . " ^ 0 E t p u i s , i l y a C l o t l l d e de Gr a n d l i e u . Bien q u ' e l l e possede un c e r t a i n charme et une c e r t a i n e grltce, Balzac nous d i t que " l a t a i l l e seche et mince de C l o t i l d e . . . r e s -42 semblait parfaitemerit a une asperge," qu' " e l l e e t a i t toute jambes," q u ' e l l e a une bouche "excessivement r e n t r e e " . B i l e e s t "brune de t e i n t , l e s cheveux n o i r s et durs, l e s s o u r c i l s t r e s f o u r n i s , . . . l a f i g u r e arquee comme un premier q u a r t i e r de lune e t dominee par un f r o n t proeminent."^ Mais l e s f i l l e s l a i d e s sont assez r a r e s dans 1 'oeuvre de B a l z a c . Comment e s t l a jeune f i l l e typique de La Come'die humaine? D'abord, comme nous venons de l e v o i r , e l l e est b e l l e . E l l e a l a t a i l l e d e l i c a t e e t souple, une grace n a t u r e l l e , un a i r sim-ple , charmant et candide. Sa f i g u r e e s t blanche et pure, sou-vent f r a g i l e comme c e l l e de G a b r i e l l e Beauvouloir du "couraieht des f i l e t s bleusitres q u i y d e s s i n a i e n t des nuances semblables a c e l l e s de 1*agate, en montrant l a d e l i c a t e s s e d'un t e i n t s i tr a n s p a r e n t , qu'on eut cru v o i r l e sang c o u l e r dans l e s v e i -nes."^ 2 Selon l ' a u t e u r , "une jeune f i l l e e s t rose e t f r a x -che"33 e t a t o u j o u r s "une f i g u r e i m p e n e t r a b l e " . ^ Dans ces jeunes f i l l e s , comme dans tous l e s personnages du romancier, nous observons des correspondances entre l e s t r a i t s physiques e t moraux, nous l i s o n s l e caractere dans l e vis a g e , l e corps, l e maintien. Considerons quelques exemples: Marguerite Clae's a "sur son f r o n t haut et p l a t , une fermete qui se c a c h a i t sous un calme e t une douceur apparente."^^ Hippolyte Schinner, "en contemplant l e f r o n t noble e t presque dedaigneux d'Adelaide [jLeseigneur de R o u v i l l e ] , en regardant ses yeux p l e i n s d'"ame e t de pensees r e s p i r a . . . , pour a i n s i d i r e , l e s suaves et modestes parfums de l a v e r t u . " La f i g u r e de G a b r i e l l e Beauvouloir est incroyablement e x p r e s s i v e , avec 43 " l a chastete d'un f r o n t reveur, souvent etonn^, r i a n t p a r f o i s , e t t o u j o u r s d'une auguste ser^nite."37 Quant a Veronique Sau-v i a t , son "menton e t l e bas de son visage e t a i e n t un peu gras, dans 1'acceptation que l e s p e i n t r e s donnent a ce mot, et c e t t e forme £paisse e s t , suivant l e s l o i s i mpitoyables de l a physiog-nomonie, 1 ' i n d i c e d'une v i o l e n c e quasi morbide dans l a pas-38 s i o n . " Dans l a d e s c r i p t i o n de N a t a l i e E v a n g e l i s t a , nous voyons un des p o r t r a i t s l e s plus complets de La Com£die humaine ou Ba l z a c veut demontrer ses t h e o r i e s : • • • une excessive r e g u l a r ! t e de t r a i t s en harrnonie avec l e s p r o p o r t i o n s de l a t£te et du corps . . . e s t de mauvais augure pour 1 ' e s p r i t . On trouve peu d'exceptions a c e t t e r ^ g l e . . . . N a t a l i e a v a i t l a t a i l l e ronde, signe de f o r c e , mais i n d i c e immanquable d'une volont£ qui souvent a r r i v e a I'entStement chez l e s personnes dont 1 ' e s p r i t n'est n i v i f n i etendu. Ses mains de statue grecque confirmaient l e s p r e d i c t i o n s du visage et de l a t a i l l e en annoncant un e s p r i t de domination i l l o g i q u e , l e v o u l o i r pour l e v o u l o i r . Ses s o u r c i l s se r e j o i g n a i e n t e t , s e l o n l e s observateurs, ce t r a i t indique une pente a l a j a l o u s i e . . . . Quoique l e s contours de son visage eussent quelque chose d'auguste, l e menton de N a t a l i e e t a i t llge^rement empate', expression de p e i n t r e q u i peut s e r v i r a e x p l i q u e r l a preexistence de sentiments dont l a v i o l e n c e ne de v a i t se d e c l a r e r qu'au m i l i e u de sa v i e . Sa bouche, un peu r e n t r ^ e , e x p r i m a i t une f i e r t e rouge en harrnonie avec sa main, son menton, ses s o u r c i l s e t sa b e l l e t a i l l e . ^ M&me sa v o i x , avec ses tons m e t a l l i q u e s , y c o n t r i b u e . Tous ces i n d i c e s , e n f i n , "supposaient des passions v i o l e n t e s sans tendresse, des devouements brusques, des haines i r r e c o n c i l i a -b l e s , de 1 ' e s p r i t sans i n t e l l i g e n c e , et 1'envie de dominer „40 .... Selon l ' a u t e u r , i l y a dans l e s yeux de ces jeunes per-sonnes une "expression douce, calme e t presque melancolique, s i n a t u r e l l e aux jeunes f i l l e s , " ^ e t c e t t e expression se 44 rencontre surtout dans l e s yeux g r i s , comme ceux d'Eugenie Grandet ou de V i c t o r i n e T a i l l e f e r . Parmi e l l e s , nous trouvons un nombre disproportionne" de blon d e s — p e u t - & t r e pour accentuer l e u r s q u a l i t e s angeliques? De toute facon, l a couleur des cheveux e t des yeux e s t assez s i g n i f i c a t i v e : s e l o n Hunt, " i n the 'Come'die Humaine', blonde, blue-eyed women, the d e c i s i v e ones (more passive ones are dreamy and i n e f f e c t u a l ) , are those who l o v e l o v e r a t h e r than men; whereas dark, brown-eyed women are capable of passionate devotion t o a man."^ Ce contraste est b i e n demontr£ par l e s deux heroines des Memoires de deux  .jeunes mariees, Louise de Chaulieu e t Renee de Maucombe. Louise d i t d'elle-mSrae: " j e ne s u i s pas une blonde fade e t a evanouis-sements, mais une blonde meridionale e t p l e i n e de sang, une blonde q u i frappe au l i e u de se l a i s s e r a t t e i n d r e . " ^ Quelle d i f f e r e n c e avec l a f r t l e G a b r i e l l e Beauvouloir, une blonde s i d e l i c a t e et s i timide q u ' e l l e meurt de t e r r e u r devant l a rage du vieux due d ' H ^ r o u v i l l e . Toutes ces correspondances psycho-physiologiques conferent une p l u s grande u n i t e aux p o r t r a i t s b a l z a c i e n s , en r e l i a n t l ' e x t e r i e u r de l a jeune f i l l e a son i n t e r i e u r . Nous a l l o n s examiner maintenarit ces t r a i t s " i n t e r i e u r s " , e ' e s t - a - d i r e son caractere e t sa p e r s o n n a l i t e . I I est immedia-tement evident que, pour B a l z a c , "the i d e a l young g i r l i s e x a c t l y the same as the c l a s s i c French i d e a l : pure, innocent, g e n t l e and submissive . . . ."^ C'est Eugenie Grandet, c'est E v e l i n a (Le Medecin de campagne). E l l e peut e t r e f o r t e e t hero'ique, comme Marguerite Claes, Ursule Mirouet e t Madeleine 45 de Mortsauf, ou f a i b l e et p a s s i v e , comme V i c t o r i n e T a i i l e f e r et G a b r i e l l e Beauvouloir, mais e l l e est t o u j o u r s p l e i n e de d i g n i t e , candide, affectueuse, pudique et s u r t o u t bonne. Ob-servons de plus pres quelques-uns de ces e^tres i d e a l s . Margue-r i t e Claes e s t une jeune f i l l e d'une extreme s i m p l i c i t y , douce, p a t i e n t e . "Ses sentiments e t a i e n t f i e r s , ses p r i n c i p e s e t a i e n t 45 r e l i g i e u x . . . . E l l e a a u s s i l e sens pratique des F l a -mands e t un grand courage e t f o r c e de volonte quand e l l e en a besoin pour gouverner l a maison e t pour prot^ger sa f a m i l l e contre l a manie de son pere. Ginevra d i Piombo possede a u s s i c e t t e rne'me combinaison de bonte et de vol o n t e ferme et r ^ s o l u e . De VeVonique Sauviat Balzac e c r i t : " I I s'est rencontre sans doute dans l e monde des jeunes f i l l e s a u s s i pures que I ' e t a i t veronique; mais aucune ne f u t n i plus pure n i plus modeste."^ En peignant P a u l i n e de Witschnau, l e romancier p a r l e de sa in " r e s i g n a t i o n r e l i g i e u s e p l e i n e de sentiments elevens," de 48 "sa modestie v i r g i n a l e , sa c e l e s t e candeur." Malvina d ' A l -d r i g g e r , "module des devouements h e r o l q u e s , " ^ donne des lecons de piano pour f a i r e v i v r e sa mere. Et Agathe, l a pauvre f i l l e seduite e t abandonnee par Benassis, " e t a i t l e devouement me'me, un coeur d'or, un e s p r i t j u s t e , une b e l l e Sine."5° Pour B a l z a c , l a jeune f i l l e ou l a femme "est l'§tre l e pl u s p a r f a i t entre l e s c r e a t u r e s , . . . une c r e a t i o n t r a n s i -t o i r e entre l'homme e t I'ange."^ Cette nature angelique se manifeste s u r t o u t dans sa tendresse e t sa compassion pour l e s e*tres s o u f f r a n t s , comme c e l l e s d'Eugenie Grandet pour Charles, devenu o r p h e l i n ; dans sa capacite pour l e devouement e t l e 46 s a c r i f i c e , comme ceux de Pauline de Witschnau pour Raphael, quand e l l e l u i donne ses quelques sous, tout en sachant q u f i l l e s d£pense pour une autre femme. "Qui p o u r r a i t aborder, de-mande Ba l z a c , sans p o r t e r un autre coeur en son coeur, ces touchantes e t profondes E l e g i e s que c e r t a i n e s femmes emportent dans l a tombe: m&lancolies incomprises meme de ceux qui l e s e x c i t e n t ; s o u p i r s inexauces, denouements sans recompenses, t e r r e s t r e s du moins; magnifiques s i l e n c e s me"connus; vengeances de'daigne'es; generosited p e r p e t u e l l e s et perdues; p l a i s i r s souhaites et t r a h i s ; c h a r i t e s d'ange accomplies mysterieuse-ment . . . ? " 5 2 Nous reviendrons, dans l e c h a p i t r e s u i v a n t , a c e t t e ided du devouement e t du s a c r i f i c e f e m i n i n s , par rap-port d l a question de mariage. Naturellement, i l y a beaucoup de v a r i a t i o n s e t d*excep-t i o n s d ce type general de jeune f i l l e s a i n t e e t d o c i l e . Cer-t a i n e s f i l l e s nobles, t e l l e s que Louise de Chaulieu, E m i l i e de Fontaine e t Sabine de Grand l i e u ( B e a t r i x ) , sont entierement vertueuses mais nullement nalves ou simples. Les jeunes f i l l e s du Faubourg Saint-Germain, quand e l l e s sont s p i r i t u e l l e s , sont deja femmes par l a t e t e . Avant l e mariage, e l l e s ont recu du monde e t de l e u r mere l e bap-tedie des bonnes manieres. Les duchesses j a l o u s e s de leguer l e u r s t r a d i t i o n s , i gnorent souvent l a ported de l e u r s lecons quand e l l e s d i s e n t "a l e u r s f i l l e s : — T e l mouvement ne se f a i t pas. — Ne r i e z pas de c e c i . —On ne se j e t t e jamais sur un di v a n , l f o n s*y pose. — Q u i t t e z ces d i t e s -t a b l e s faeons I — M a i s c e l a ne se f a i t pas, ma che r e l e t c . A u s s i des bourgeois c r i t i q u e s o n t - i l s injustement refuse de 1 'innocence e t des vertu s a des jeunes f i l l e s q u i sont uniquement, comme Sabine, des v i e r g e s perfectionnees par 1 ' e s p r i t , par I 1 h a b i t u d e des grands a i r s , par l e bon gout, e t q u i , d&s l'etge de s e i z e ans, savaient se s e r v i r de l e u r s jumelles . { j2 De metae, Modeste Mignon, grace ^ son i n t e l l i g e n c e e t a son 47 i m a g i n a t i o n v i v e , peut s a v o i r beaucoup mais r e s t e r vertueuse. Pourtant, l a s o c i e t y peut v i c i e r reellement l e caractere d'une jeune f i l l e de I ' a r i s t o c r a t i e . Dans La Vendetta nous voyons, dans 1 * a t e l i e r du p e i n t r e S e r v i n q u i l e u r donne des le c o n s , deux groupes de f i l l e s , l e s unes de l a noblesse, l e s autres de l a haute bourgeoisie r i c h e . C e l l e s - c i sont en butte aux "de*-dains i m p e r c e p t i b l e s quoique poignants que l e u r prodiguaient l e s a u t r e s • . . ."54 Les regards de ces f i l l e s de l a haute societe* " o f f r a i e n t peu de n a i v e t e . S i l e u r s a t t i t u d e s E t a i e n t elegantes et l e u r s mouvements gracieux, l e s f i g u r e s manquaient de f r a n c h i s e , et l ' o n d e v i n a i t f a c i i e m e n t q u ' e l l e s apparte-n a i e n t a un monde ou. l a p o l i t e s s e faconne de bonne heure l e s c a r a c t e r e s , olt l'abus des jouissances s o c i a l e s tue l e s s e n t i -ments e t developpe 1'Egoisme."55 Am£lie T h i r i o n , s'etant mise a l a t e t e de ce t t e bande de f i l l e s nobles et i n s p i r e e de j a l o u s i e e t de ma l i c e , e s s a i e d'humilier Ginevra d i Piombo e t , a force de calomnies contre e l l e e t contre S e r v i n , f i n i t par f a i r e cesser l e u r s l e c o n s a toutes l e s autres e l e v e s . Am^lie e s t " c h i p i e , . . • affamee de snobisme, i n t r i g a n t e e t cafarde. E l l e passera cet heureux caractere a sa f i l l e C e c i l e [Camusot de M a r v i l l e J , ' l a f i l l e t t e ' qu'on n ' a r r i v e pas a marier, tout 56 "a l a f o i s b#te, mesquine et mal i c i e u s e comme un s i n g e . U n e autre f i l l e a r i s t o c r a t i q u e , B a t h i l d e de Chargeboeuf, t r a i t e cruellement comme une servante l a pauvre enfant P i e r r e t t e . A son egard, Balzac e c r i t : "Les hommes passent pour Stre b i e n f e r o c e s , e t l e s t i g r e s a u s s i ; mais n i l e s t i g r e s , n i l e s v i -peres, n i l e s diplomates, n i l e s gens de j u s t i c e , n i l e s hour-48 reaux, n i l e s r o i s ne peuvent, dans l e u r s plus grandes a t r o c i -t6s, approcher des cruaut£s douees, des douceurs empoisonnees, des m6pris sauvages des demoiselles entre e l l e s quand l e s unes se c r o i e n t sup^rieures aux autres en naissance, en f o r t u n e , en grade, e t q u ' i l s ' a g i t de mariage, de pr^s^ance, e n f i n des m i l l e s r i v a l i t e ' s de femme."^^ Une f i l l e d'une autre sorte e s t Juana de Mancini, q u i se d i r i g e t o u t droit: v e r s l e pe'che', mais sans l e s a v o i r . E l l e e s t noble, innocente, pudique, et pourvue de p r i n c i p e s r e l i -g ieux, mais c'est' une nature passionne'e, p l e i n e d'une naive c u r i o s i t e . E l l e a " l a purete de l a perl e g i s a n t au fond des mers, l a sublime e x a l t a t i o n de l a s a i n t e Th^rese espagnole, e t l a volupte" qui s*ignore." A son i n s u e l l e e s t "impatiente d'aimer"59 e t , e n f i n "imprudente par ver t u plus que par de'sir."^' E t p u i s , i l y a des jeunes f i l l e s q u i , b i e n q u ' e l l e s p a r a i s s e n t douces et innocentes, sont en r£alite tout l e con-t r a i r e . R o s a l i e de W a t t e v i l i e , nous 1'avons deja vu, e s t un jeune monstre sournois et pervers q u i semble d i r i g 6 dans ses mauvaises a c t i o n s par quelque f a t a l i t e " t r a g i q u e . N a t a l i e E v a n g e l i s t a e s t en t r a i n de devenir une femme v o l o n t a i r e , j a l o u s e e t v i o l e n t e . O r g u e i l l e u s e de son i n t e l l i g e n c e et de son s a v o i r , Anaxs de Megrepelisse (Les I l l u s i o n s perdues) " p r i t une e x c e l l e n t e o p i n i o n d'elle-m&me, et conput un robuste m^pris 61 pour I'humanity." Olympe B i j o u " f e r a i t l e s cent horreurs pour a v o i r sept ou h u i t m i l l e f r a n c s . " Dinah Pie'defer (La Muse du departement) abjure sa f o i c a l v i n i s t e dans l ' e s p o i r que 1'archev^que l o c a l l a protegera et tr o u v e r a pour e l l e un 49 bon p a r t i . "Vous pouvez juger deja [dlt Balzac] de l a s u p e -r i o r i t y de mademoiselle Dinah q u i , des I'&ge de dix - s e p t ans, se c o n v e r t i s s a i t uniquement par a m b i t i o n . " ^ . Une des f o r c e s l e s plus puissantes q u i , comme l e m i l i e u , c ontribue a faconner l e caractere de ces personnages b a l z a -c i e n s , c'est l'her6dite', l e sang qui coule dans l e u r s v e i n e s , transmis a e l l e s par l e u r s anc§tres, par toute l e u r race. Parmi l e s jeunes f i l l e s q u i ont he'rite quelques-uns de .leurs t r a i t s , nous avons deja p a r l e de R o s a l i e de W a t t e v i l i e e t son ar r i e r e - g r a n d - o n c l e , 1 ' i l l u s t r e m e u r t r i e r . I I y a egalement Marguerite Claes q u i , douce et tendre, t i e n t ne"anmoins de son pere l a f o r c e et l a volonte necessaires pour r e s t e r constante dans l ' a d v e r s i t e . E t Juana de Maneini, i s s u e d'une longue l i g n e de co u r t i s a n e s a, pour c e t t e r a i s o n , un temperament passionne q u i l a j e t t e dans l e s bras du premier venant. Sa m^re, q u i 1'avait donnee a §tre elevt?e par un couple vertueux, l e u r explique l a seduction de sa f i l l e : "Je l e v o i s , c e t t e f i l l e e s t une Marana. Vous, votre r e l i g i o n , v o tre honneur, e t i e z t r o p f a i b l e s pour l u t t e r contre mon s a n g . " ^ Balzac trouve dans l a race a u s s i , dans l e pays d ' o r i g i n e , des sources importantes de c a r a c t e r e . "La r e f l e x i o n , 1'ordre, l e sentiment du d e v o i r , l e s t r o i s p r i n c i p a l e s expressions du caractere f l a - -mand,"^ animent l a f i g u r e de Marguerite C l a e s . Ginevra d i Piombo a he r i t e - de sa Corse natale son s e u l de"faut, c e l u i de ne pas pardonner aux i n j u r e s . E l l e e st capable de se montrer v i n d i c a t i v e , et possede "une f i e r t e presque sauvage."^ Au cours de c e t t e meme h i s t o i r e , l ' a u t e u r e s t amene a peindre en 50 passant l a jeune f i l l e de son propre pays: "insouciante et ga i e , l e s o u r i r e sur l e s l e v r e s , . . . v i e r g e f r a n c a i s e , l e -gere, sans a r r i e r e - p e n s e e , v i v a n t de sa v i e a c t u e l l e . . . Modeste Mignon "se j e t t e "k l a t§te d'un homme de l e t t r e s . Sa soeur B e t t i n a e s t s^duite e t enieved par un a v e n t u r i e r , d'Es-tourny. Cette conduite e s t etrange de l a part de jeunes f i l l e s parfaitement elevens. L'tie're'dite nous l ' e x p l i q u e . Leur mdre, f i l l e gatee d'un banquier allemand," 0^ l e u r t r a n s m i t l e s t r a i t s romanesques e t i d ^ a l l s t e s de c e t t e n a t i o n . Une autre f o r c e assez importante qui i n f l u e sur l e carac-t e r e et sur l a v i e de p l u s i e u r s de ces jeunes f i l l e s , c'est l a r e l i g i o n , plus precisement l e c a t h o l i c i s m e . La plupart d'entre e l l e s vont chaque semaine "a l a messe, apprennent l e s p r i n c i p e s de l a morale chretienne et sont des personnes pures d ' e s p r i t et d ' a c tions. Mais g6neralement c'est l a l a mesure de 1* i n -f l u e n c e de l a r e l i g i o n dans l e u r v i e . Des f i l l e s comme Ade-l a i d e Leseigneur de R o u v i l l e et Marguerite Claes sont pieuses e t vertueuses, sans doute, mais l e u r s croyances et l e u r e g l i s e ne jouent aucun rt51e a c t i f dans l e s ev4nements qui l e s tou-chent. Pourtant, i l y a quelques f i l l e s pour l e s q u e l l e s l e u r r e l i g i o n compte plus que tout autre aspect de l e u r e x i s t e n c e . E v e l i n a (Le Medecin de campagne), d'une f a m i l l e j a n s ^ n i s t e a u s t e r e , renonce a l'amour de Benassis a cause du passe immoral du jeune homme. Celeste C o l l e v i l l e (Les P e t i t s Bourgeois) se q u e r e l l e avec son amoureux et refuse de 1'epouser s ' i l n'aban-donne pas son deisme pour embrasser l a f o i c a t h o l i q u e . E l l e " e t a i t d'une p i e t 6 s o l i d e ; e l l e a p p a rtenait au v r a i troupeau 51 des f i d d l e s , e t , chez e l l e , l e c a t h o l i c i s m e absolu, tempere" par l a m y s t i c i t e qui p l a i t t a n t aux jeunes stmes, 4 t a i t une poesie i n t i m e , une v i e dans l a v i e . Les jeunes f i l l e s p artent de l a pour devenir des femmes excessivement.legeres ou des s a i n t e s . " ^ C'est l a une idee f a v o r i t e de B a l z a c , q u ' i l r£i-te r e a i l l e u r s dans son ouvrage: "presque toutes l e s jeunes f i l l e s , pouss^es par une tendresse i n s t i n c t i v e , i n c l i n e n t au mysticisme, l e cSte* profond de l a r e l i g i o n . V e r o n i q u e Sau-v i a t , quand e l l e se presente pour communier, e s t i i v r e e "a une e x a l t a t i o n r e l i g i e u s e qui produit en e l l e comme une lumiere i n t e r i e u r e , l a rendant divinement b e l l e et ef f a c a n t l e s marques de l a p e t i t e v e r o l e . "Quel charme pour un homme e p r i s e t jal o u x que ce v o i l e de c h a i r qui d e v a i t cacher l'epouse a tous l e s regards, un v o i l e que l a main de l'amour l e v e r a i t et l a i s -s e r a i t retomber sur l e s voluptes p e r m i s e s l " ^ J u x t a p o s i t i o n etrange d'id£es? Pas du t o u t . Pour l e romancier, l a p i e t e mystique et 1'ardeur r e l i g i e u s e chez une jeune f i l l e ne sont que 1 ' i n d i c e t r o p c e r t a i n d'une nature passionnee, destinee a l'amour humain. Notons, "a cet egard, l e jugement de Paul F l a t : CBalzac comprendj c e t t e l i a i s o n presque f a t a l e , dans une "§me de v i e r g e , entre I ' e c l o s i o n p a s s i o n n e l l e e t l e s f e r -veurs du c a t h o l i c i s m e . R e l i s e z , pour vous en convaincre, entre tant d'autres oeuvres, l e s pages ou i l etudie l a naissance du sentiment dans 1'Sme d'Euglnie Grandet, d'Ur-su l e MirouSt, j e d e v r a i s d i r e de presque t o u t e s ses jeunes f i l l e s ; s urtout l a merveilleuse e"elosion p a s s i o n n e l l e de Veronique S a u v i a t , l a f u t u r e Mme G r a s l i n , s i veritablement t r o u b l a n t e e t moderne. Toujours, a l a source rn^me de l e u r s e n s i b i l i t e amoureuse, vous rencontrerez l'amour d i v i n , sous forme de mysticisme e x a l t e . 7 2 Pour Ursule Mirouet, sa f o i profonde l ' a i d e a c o n v e r t i r son p a r r a i n , a. r e s t e r ferme devant ses persecuteurs e t , grace 52 a ses v i s i o n s mystiques, a regagner son h e r i t a g e . I I est int£-ressant de noter ce que d i t Balzac concernant 1 ' i n s t r u c t i o n morale de son heroine: " E l l e e t a i t destined a f a i r e l e b i e n comme un p l a i s i r avant de l e f a i r e comme une o b l i g a t i o n . Cette nuance es t l e propre de 1'Education c h r ^ t i e n n e . Ces p r i n c i p e s , t o u t autres que ceux a donner aux hommes, convenaient a une femme . . . ."73 L e s hommes d o i v e n t - i l s done ©tre moins v e r -tueux que l e s femmes? Quant a Modeste Mignonj, l ' e g l i s e ne l u i s e r t que d'endroit ou e l l e va s c r u t e r en sec r e t son correspon-dent inconnu. Mais i l y en a d'autres qui f o n t m$me p i r e usage de l a r e l i g i o n , comme Dinah P i l d e f e r , dont nous avons par l e plus haut a l' e g a r d de sa conversion bien p o l i t i q u e . Angelique Bontems (Une double f a m i l l e ) , p e t i t e deVote fanatique mais a l ' a i r doux et candide, rend b i e n malheureux son mari, l e comte Roger de G r a n v i l l e . Leurs deux f i l l e s , Marie-Angelique e t Marie - E u g 6 n i e , n'entendent p a r l e r que de l a r e l i g i o n et ne l i s e n t que des l i v r e s t r d s e ' d i f i a n t s , en compagnie du d i r e c -t e u r s p i r i t u e l de l e u r mere b i g o t e . "Cette education porta ses f r u i t s . Imposed comme un joug e t presentee sous des formes aust&res, l a R e l i g i o n l a s s a de ses prat i q u e s ces jeunes coeurs innocents, t r a i t e s comme s ' i l s eussent ete c r i m i n e l s ; e l l e y comprima l e s sentiments, et quoiqu'elle y j e t S t de profondes r a c i n e s , e l l e ne f u t pas aimed."'^ Dans 1 1Avant-Propos. Balzac e d r i t : "Le C h r i s t i a n i s m e , e t surtout l e Cat h o l i c i s m e , etant . . . un systeme complet de r e p r e s s i o n des tendances d^praveds de l'homme, est l e plus grand element d'Ordre S o c i a l . . . . La pensed f c ' e s t - a - d i r e l a passion, l a volonte , p r i n c i p e des 53 maux e t des biens, ne pent "ttre preparee, domptee, d i r i g e d que 75 par l a r e l i g i o n . " ' - ^ Mais i l connalt b i e n l e s dangers d'une r e p r e s s i o n t r o p sed&re. Bien p i r e que chez Marie-Ang61ique e t Marie-Eugedie est l e r e s u i t a t dans l e caractere de R o s a l i e de W a t t e v i l l e , inculquee de "cet e s p r i t de penitence et de m o r t i f i -c a t i o n q u i joue a v i d e . Une f i l l e un peu d^lured se rend v i t e compte de l a d i s p r o p o r t i o n entre l e s p e c c a d i l l e s q u ' e l l e commet et l e s p u n i t i o n s qu'une mere deVote e t sans c l a i r v o y a n c e l u i i n f l i g e . E l l e sera v i t e tented de commettre des a c t i o n s plus graves pour j u s t i f i e r ses 'macerations'."? D E t nous savons jusqu'oii c e t t e t e n t a t i o n l a conduira. Ce probleme du type d ' i n s t r u c t i o n r e l i g i e u s e a donner aux jeunes f i l l e s nous me"ne £ l a question plus l a r g e de l e u r educa-t i o n en gededal. L'education des f i l l e s , d i t B a l z a c , e st "en France l a plus p l a i s a n t e des absurdites", et "comporte des problemes s i graves, car 1'avenir d'une na t i o n e s t dans l a mere, que depuis longtemps l ' U n i v e r s i t e de France s'est donne 7$ l a tadhe de n'y p o i n t songer."' Puisque l e romancier v o i t l e s jeunes f i l l e s principalement comme des epouses et des meres f u t u r e s , i l s'ensuit que l e u r education e st d'abord et. avant tout une preparation au mariage. S i l e docteur Minoret veut donner "a Ursule Mirouet des maftres de chant, de dessin e t d ' i t a l i e n , c'est parce qu'une femme " d o i t e t r e e'levee de ma-n i d r e a se trouver a l a hauteur de toutes l e s p o s i t i o n s ou son 79 mariage peut l a mettre." Pourtant, i l ne s ' a g i t pas se u l e -ment d'enseignement acad€mique ou a r t i s t i q u e , mais de tout ce q u ' e l l e s apprennent sur l a v i e , e t surtout sur l e s hommes et 54 l'amour. Pour B a l z a c , l e probleme e s t fondamentalement l e su i v a n t : "Doit-on e d l a i r e r l e s jeunes f i l l e s , d o i t - o n compri-mer l e u r e s p r i t ? i l va sans d i r e que l e systeme r e l i g i e u x e s t compresseur: s i vous l e s e d l a i r e z , vous en f a i t e s des demons avant 1'ige; s i vous l e s empedhez de penser, vous a r r i v e z d l a subi t e e x p l o s i o n s i bie n peinte dans l e personnage d'Agnds par M o l i e r e , et vous mettez cet e s p r i t comprime, s i neuf, s i pers-p i c a c e , rapide e t consequent comme l e sauvage, a l a merci d'un evedement . . . ,"0'0 I I y a done des dangers tr&s graves a consideder dans 1'education quand on v i e n t d decider de l a methode, du contenu e t de l'etendue. Selon Balzac, c'est une question de to u t ou de r i e n : "La science e t l t i g n o r a n c e , v o i l a l e s deux termes i r r e d o n c i l i a b l e s de ce probleme. Beaucoup d'hommes, Pousse's au mariage, prefdrent une f i l l e p r i s e au couvent e t satured de devotion a une f i l l e elevee dans l e s d o c t r i n e s mondaines. I I n'y a pas de m i l i e u : un homme d o i t epouser une f i l l e t r e s i n s t r u i t e qui a l u l e s annonces des journaux et l e s a commentees, qui a va l s e e t danse" l e galop avec m i l l e jeunes gens, qui e s t a i l e d a tous l e s s p e c t a c l e s , qui a deVore des romans, a qui un maltre de danse a b r i s e l e s genoux en l e s appuyant sur l e s s i e n s , q u i de r e l i g i o n ne se soucie gu&re, et s'est f a i t a elle-mi§me sa morale; ou une jeune f i l l e ignorante e t pure, comme e t a i e n t Marie-AngSlique e t Marie-Eugenie. Peut-&tre y a - t - i l autant de danger avec l e s unes qu'avec l e s a u t r e s . Cependant 1'immense majorite" des gens qui n'ont pas l'lfge d'Arnolphe aiment encore mieux une Agnes r e l i g i e u s e qu'une C^limene en herbe.gg Voyons maintenant quelques exemples de ces deux extremes. La l e c t u r e sans r e s t r i c t i o n s par Modeste Mignon de romans e t de poedie romantiques l a f a i t penser e t a g i r de facon a choquer son pere et a mettre en p e r i l son a v e n i r e n t i e r . C 6 l e s t i n e Leprince etudie p l u s i e u r s langues et un peu de sc i e n c e , "dan-gereux avantage qui o b l i g e une femme a beaucoup de precaution 55 s i e l l e veut e v i t e r toute pedanterie." Anals de N e g r e p i l i s s e apprend l e s langues, l e s l i t t e r a t u r e s , l a musique e t "quelque t e i n t u r e des sciences n a t u r e l l e s , " ce que Balzac a p p e l l e une "mSle Education." L'abbe N o i l l a n t communique sa hardiesse d'examen e t sa f a c i l i t e de jugement a son e l d v e , sans songer que ces quality's s i n i c e s s a i r e s a un homme deviennent des d£fauts chez une femme destinee aux humbles occupations d'une mere de f a m i l l e . . . . Comme tou t e s l e s jeunes personnes s o r t i e s de l a route tracee ou doivent cheminer l e s femmes, Nais a v a i t juge l e mariage e t s'en s o u c i a i t peu. E l l e repugnait a soumettre son i n t e l l i -gence e t sa personne aux hommes sans va l e u r e t sans gran-deur personnelle q u ' e l l e a v a i t pu r e n c o n t r e r . E l l e v o u l a i t commander, e t d e v a i t o b e i r . Entre obe"ir a des c a p r i c e s g r o s s i e r s , a des e s p r i t s sans indulgence pour ses gouts, e t s ' e n f u i r avec un amant qui l u i p l a i r a i t , e l l e n ' a u r a i t pas h e s i t e . g ^ Quant a F e l i c i t e des Touches, e l l e "grandit au hasard, sans d i r e c t i o n n i c o n t r a i n t e s . L i s a n t tout ce q u i l u i tombe sous l a main, e l l e a c q u i e r t de bonne heure une experience purement l i v r e s q u e mais q u i l a forme autant que d i x ans d'aventures. . . . A d i x - h u i t ans, F e " l i c i t e n'est plus v i e r g e que de corps. P l u s de prejuges, plus de tabous, 1 ' i n t e l l i g e n c e seule com-mande."85 fj-t l e r ^ s u l t a t ? E l l e juge l e s hommes avec l e u r conversation p l e i n e de l i e u x communs et de s o t t e g a l a n t e r i e e t e l l e n'aperpoit que l e s inconvenients du mariage. "Son e s p r i t superieur se r e f u s a i t a 1'abdication par l a q u e l l e l a femme mariee commence l a v i e ; e l l e s e n t a i t vivement l e p r i x de l ' i n -d^pendance e t n'eprouvait que du d^goxit pour l e s soins de l a maternite. . . . l e hasard l ' a jetee dans l e domaine de l a science e t de 1'imagination, dans l e monde l i t t e r a i r e , au l i e u de l a m a i n t e n i r dans l e c e r c l e t r a c e par 1'education f u t i l e donnee aux femmes, par l e s enselgnements maternels sur l a 56 t o i l e t t e , sur l a dedence h y p o c r i t e , sur l e s grades chasseresses du sexe." Bien que Balzac admire enormement ce personnage, modele sur George Sand, nous verrons dans l e c h a p i t r e suivant que c e t t e a t t i t u d e envers l e s hommes e t l e mariage n'est pas du t o u t ce q u ' i l veut de l a femme, mais c'est en quelque sorte l a consequence lo g i q u e d'un t e l systeme d'education. Une femme de c e t t e espece a quelque chose de t e r r i f i a n t : "Cette f i l l e ne j u g e - t - e l l e pas au l i e u de s e n t i r ? ou, phenom&ne encore plus t e r r i b l e , ne s e n t - e l l e pas et ne j u g e - t - e l l e pas a l a f o i s ? . . . La femme f o r t e ne d o i t e t r e qu'un symbole, e l l e e f f r a i e a v o i r en r e d l i t e . " 0 ^ Une f i l l e comme F e l i c i t e ne sera d o c i l e e t obeassante n i a sa f a m i l l e n i a son mari f u t u r , et ne se conforme done pas a l ' i d e d l f e m i n i n du romancier. Les hommes, parmi l e s q u e l s B a l z a c ne f a i t pas exception, pre-f d r e n t une espouse douce q u ' i l s peuvent dominer, plutod qu'un £tre f o r t qui va dominer son mari. G a b r i e l l e Beauvouloir est peut-etre 1'exemple l e plus extreme d'une f i l l e elevee en ignorance. Non seulement e l l e ne connait personne en dehors de sa maison et n'en s o r t que pour a l l e r a l a messe, mais encore son pere veut l a proteger contre toute i n f l u e n c e etrangere. De sa f i l l e excessivement s e n s i b l e i l edarte l e s l i v r e s , l e s tableaux, l a musique, e n f i n t o u t ce q u i peut r e d e i l l e r l a pensed ou p a r l e r aux sens. I I r e g r e t t e m§me q u ' e l l e ne v i v e pas "dans un pays de landes et de bruyeres, au s e i n d'une nature sdche aux formes a r r ^ t e d s et dures . . . ." "L'ignorance, e x p l i q u e - t - i l • . . , e s t une chose a u s s i s a i n t e que l a science . . . ."^ A cet egard 57 G a b r i e l l e , Eugenie Grandet, Ursule Mirouet, VeVonique Sauviat sont typiques de l a pl u p a r t des autres jeunes f i l l e s de La Come'die humaine, q ui ne savent absolument r i e n du monde, de l a soci£te, de l f a r g e n t , des hommes, du mariage, n i m&me de l e u r s propres emotions e t im p u l s i o n s . Marie-Eugenie e t Marie-Ang£-l i q u e de G r a n v i l l e , dont 1'education " a v a i t ete' a u s s i r i g o u -reuse a 1'hQtel de l e u r me^ re q u ' e l l e a u r a i t pu l ' ^ t r e dans un c l o i t r e , " ^ ^ e t q u i ont pour maltres des pre^tres et une v i e i l l e f i l l e , veulent se. l i b e r e r en se mariant, sans comprendre m§me ce que c'est.que l e mariage. "Papa, d i s a i t Eugenie, nous som-mes deciders a prendre pour mari l e premier homme venu. — V o i -l a , s ' e c r i a i t - i l , l e f r u i t amere d'un semblable systemeI On veut f a i r e des s a i n t e s , on obtient'des . . . I I n'achevait p a s . " 9 1 I I y a deux dangers p r i n c i p a u x q u i proviennent de 1*igno-rance d'une jeune f i l l e . E l l e peut se l a i s s e r marier avec n'importe q u i , comme l e s deux Marie ou comme Vdronique Sauviat, qui en s u b i t l e s consequences pendant toute sa v i e . E l l e peut e'tre na'ivement amoureuse, comme J u l i e de C h a t i l l o n e s t (La  Femme de t r e n t e ans) ou comme Augustine Guillaume, e t dpouser un homme sans r i e n comprendre de son v r a i caractere et en ignorant completement q u e l l e sera l a v i e avec l u i , ce qui emrae'ne l a trage"die. L'ignorance n u i t done au mariage. L'autre mauvais r e s u l t a t p o s s i b l e se v o i t dans ces jeunes f i l l e s q u i , ne sachant pas ce que c'est que l'amour, sont entraineds dans l a " f a u t e " ou meme dans l e crime par l a s u b i t e explosion de l e u r s propres i n s t i n c t s n a t u r e l s , comme R o s a l i e de W a t t e v i l i e , 58 ou comme Juana de Mancini, dont l a m£re " l u i a impose", aupres d'un vieux menage espagnol "a Tarragone, une v i e d'une s t r i c t e a u s t e r i t e , d'une s u p e r s t i t i e u s e r e l i g i o s i t e , e x c l u s i v e de toute connaissance de l a v i e r e d l l e , l a pre"parant a i n s i , bien malgre' e l l e , a tomber dans l e s pi&ges habilement tendus par un aven-t u r i e r comme Montefiore."^^ Le s^ducteur l u i o f f r e son coeur et sa main . . . . Ruse infa*me et v u l g a i r e , mais dont l e succes sera t o u j o u r s c e r t a i n 1 A 1'Sge de Juana, l a noblesse de 1'ame n'augmente-t-elle pas l e s dangers de 1'age? Un podte de ce temps a d i t gracieusement: La femme ne succombe que dans sa f o r c e . L'amant f e i n t de douter de l'amour q u ' i l i n s p i r e au moment ou i l e s t l e plus aime; c o n f i a n t e et f i e r e , une jeune f i l l e v o u d r a i t i n v e n t e r des s a c r i f i c e s "a f a i r e , et ne connait n i l e monde n i l e s hommes assez pour r e s t e r calme au s e i n de ses passions soulev6es, et a c c a b l e r de son m6pris l'homme qui peut accepter une v i e o f f e r t e en e x p i a t i o n d'un reproche f a l l a c i e u x . ^ - j Une f i l l e qui ne s a i t r i e n de l a v i e est sans defense dans une t e l l e s i t u a t i o n . E t V€ronique S a u v i a t , mariee par ses parents a un v i e i l l a r d r e p u l s i f , quand e l l e rencontre e n f i n l'amour avec un jeune paysan, devient sa complice dans l e v o l et l e meurtre. Les jeunes f i l l e s de Le Comedie humaine acquierent l e u r education de p l u s i e u r s manieres d i f f e r e n t e s . Apres que l e s sentiments a n t i - c l e r i c a u x q u i s u i v a i e n t l a R evolution s»etaient apaises, l e s nobles et l e s plus r i c h e s bourgeois " f a i s a i e n t e l e v e r l e u r s f i l s par des p r ^ t r e s precepteurs ou dans l e s c o l l e g e s e c c l e s i a s t i q u e s , e t l e u r s f i l l e s dans l e s couvents de r e l i g i e u s e s . La l i b r e pensee devenait de mauvais t o n , l a r e l i g i o n c a t h o l i q u e e t a i t d^sormais . . . en France, l a marque d i s t i n c t i v e de l a bonne societe"."9^ Louise de Chaulieu e t Ren£e de Maucombe, par exemple, r e c o i v e n t l e u r Education dans 59 un couvent c a r m e l i t e B l o i s . Mais qu'y apprennent-elles? On c r o i t l e s garder l o i n des mauvaises i n f l u e n c e s du monde, mais e l l e s y courent d'autres r i s q u e s , surtout sous l a forme de l e u r propre Imagination. E l l e s se f o n t l e s heroines de romans et de s i t u a t i o n s b i z a r r e s . La morne monotonie de l a v i e quo-t i d i e n n e , e c r i t L ouise, " e t a i t devenue pour nous l a plus va-r i e d : 1'essor de notre e s p r i t ne c o n n a i s s a i t point de bornes, l a f a n t a i s i e nous a v a i t donne' l a c l e f de ses royaumes, nous 6 t i o n s t o u r a t o u r l'une pour l 1 a u t r e un charmant h i p p o g r i f f e , l a p l u s a l e r t e r e v e i l l a n t l a plus endormie, et nos ames fol§-t r a i e n t a 1'envie en s'emparant de ce monde q u i nous e t a i t i n t e r d i t . I I n'y a v a i t pas jusqu'a l a Vie des S a i n t s qui ne nous a i d S t a comprendre l e s choses l e s plus cachedsl"95 Le romancier e s t plus e x p l i c i t e dans l a P h y s i o l o g i e du mariage, oil i l p a r l e des pensions e t des couvents. Les jeunes f i l l e s y "connaissent ces jeux ou 1'honneur se perd> par avance, ces e s s a i s de p l a i s i r , ces tStonnements de v o l u p t e , ces simulacres de bonheur, qu'on peut comparer aux v o l s f a i t s par l e s enfants t r o p gourmands a un dessert mis sous c l e f . Une f i l l e s o r t i r a peut-Stre v i e r g e de sa pension; chaste, non. E l l e aura plus d'une f o i s d i s c u t e en de s e c r e t s c o n v e n t i c u l e s l a question importante des amants, et l a c o r r u p t i o n aura nedessairement entame l e coeur ou 1 ' e s p r i t . . . L ' o i s i v e t e y r^gne t e r r i b l e . "Les g r i l l e s c l a u s t r a l e s enflamment 1'imagination. La s o l i t u d e est une des provinces l e s plus c h e r i e s du d i a b l e ; e t l'on ne s a u r a i t c r o i r e quel ravage l e s phenomenes l e s plus o r d i n a i r e s de l a v i e peuvent produire dans I'ame de ces jeunes 60 f i l l e s r^veuses, ignorantes et inoccup6es. . . • L ' i n s t r u c -t i o n incomplete que peuvent a c q u ^ r i r l e s f i l l e s eiev^es en commun a tous l e s dangers de 1*ignorance e t tous l e s malheurs de l a science."97 Pourtant ce n'est pas l e cas pour V i c t o r i n e T a i l l e f e r q u i , recemment s o r t i e du couvent dans L'Auberge  rouge, e s t d e d r i t e a i n s i par l e n a r r a t e u r , son amoureux: ". . . V i c t o r i n e n'est pas seulement une j o l i e personne; de plus e l l e e s t i n s t r u i t e , remplie de t a l e n t s , de graces, sans l a moindre pedanterie, sans l a plus leg&re t e i n t e de preten-t i o n . E l l e cause avec reserve; et son caractere a des graces m^lancoliques auxquelles personne ne s a i t r e g i s t e r . . . ." M§me l e s jeunes f i l l e s q u i r e s t e n t chez e l l e s sont t r e s souvent enseignees par des predres ou des r e l i g i e u s e s , comme Marie-Eugenie e t Marie-Angelique de G r a n v i l l e , ou comme vero-nique S a u v i a t , a l a q u e l l e une "soeur g r i s e enseigna l a l e c t u r e et l ' e d r i t u r e . . . , e l l e l u i a p p r i t 1 ' h i s t o i r e du peuple de Dieu, l e Catechisme, l ' A n c i e n e t l e Nouveau Testament, quelque peu de c a l c u l . Ce f u t t o u t , l a soeur c r u t que ce s e r a i t assez, c ' e t a i t deja t r o p . " ^ ^ Semblablement, Agathe Rouget (La Ra-b o u i l l e u s e ) . q u i " r e a l i s a 1 ' i d e a l de l a menagere elev6e en province et qui n'a jamais quitte sa mere. Pieuse sans £tre devote, e l l e n ' a v a i t d'autre i n s t r u c t i o n que c e l l e donnee aux femmes par 1'Eglise."^^° C'est-a-dire q u ' e l l e s a i t t r ^ s peu de l a v i e . P a r f o i s , dans l a p e t i t e b o u r g e o i s i e , 1'education es t assuree par l a mere, comme chez Augustine et V i r g i n i e Guillaume. Dans ce c a s - l a , e l l e s n'apprennent guere plus que l a tenue des l i v r e s et d'un menage. Les pensionnats enseignent 61 surtout l e s bonnes manleres et l e s a r t s d ragr6ment. F l o r e Hansard (Entre savants) " p a s s a i t pour une personne e x c e s s i v e -ment b i e n elevee, parce q u ' e l l e p i n p a i t de l a harpe. Mais qu'est-ce qu'apprend typiquement une jeune f i l l e balzacienne? C i t o n s deux exemples. D'abord, M i l e M a t i f a t (La Maison Nucin-gen), une jeune personne "jouant t a n t b i e n que mal une sonate, ayant une j o l i e e'criture a n g l a i s e , sachant l e f r a n c a i s e t I'orthographe, e n f i n une complete education bourgeoise." E t p u i s , Celeste C o l l e v i l l e : " e l l e r e c u t l a plus b r i l l a n t e education, dans l e s idees de l a b o u r g e o i s i e . A i n s i l e s m e i l -l e u r s mattres de musique f i r e n t d ' e l l e une assez bonne musi-cienne; e l l e s a v a i t f a i r e proprement une a q u a r e l l e ; e l l e dan-s a i t a m e r v e i l l e , e l l e a v a i t a p p r i s l a langue f r a n c a i s e e t l ' h i s t o i r e , l a geographic, 1 ' a n g l a i s , I ' i t a l i e n , e n f i n t o u t ce 103 que comporte 1'education d'une demoiselle comme i l f a u t . " I I e s t imteYessant de comparer l e s ide^es de Balzac sur 1'Education des jeunes f i l l e s avec ce qu'en d i t Stendhal dans De l'amour, ouvrage que notre romancier c o n n a i s s a i t e t auquel i l empruntait v o l o n t i e r s , surtout pour l a composition de sa P h y s i o l o g i e du mariage. Comme l u i , Stendhal c r o i t que l e s jeunes f i l l e s g a s p i l l e n t l e u r s faculte's et e t u d i e n t des super-f l u i t ^ s qui ne l e u r s e r v i r o n t a r i e n a 1'avenir. Mon c o l o n e l M. S*** a quatre f i l l e s , elevees dans l e s m e i l l e u r s p r i n c i p e s , c ' e s t - a - d i r e q u ' e l l e s t r a v a i l l e n t toute l a journee; quand j ' a r r i v e e l l e s chantent l a musique de R o s s i n i que j e l e u r a i apportee de Naples; du r e s t e e l l e s l i s e n t l a B i b l e de Royaumont, e l l e s apprennent l a b§te de l ' h i s t o i r e , c ' e s t - a - d i r e l e s t a b l e s chronologiques et l e s vers de La Ragois; e l l e s savent beaucoup de geogra-phie, f o n t des b r o d e r i e s admirables, . . . e l l e s perdent a jamais l e temps pendant l e q u e l i l e s t donne a l a machine 62 humaine d'acquerir des i d e e s . . • . Sous un v a i n pretexte de defence, l ' o n n'apprend r i e n aux jeunes f i l l e s q u i puisse l e s guider dans l e s c i r c o n s t a n c e s q u ' e l l e s rencon-t r e r o n t dans l a v i e ; on f a i t p l u s , on l e u r cache, on l e u r ni e ces circonst a n c e s a f i n d'ajouter a l e u r f o r c e : 1° 1' e f f e t de l a s u r p r i s e , 2° 1 ' e f f e t de l a defiance r e j e t e d sur t o u t 1'education comme ayant ete menteuse. Je soutiens qu'on d o i t p a r i e r de l'amour a des jeunes f i l l e s b i e n elevens. Ce q u ' e l l e s apprennent sur l a r e a l i t e e s t entierement par hasard et l u lentement e t incorrectement dans l e u r experience de l a v i e , parce que l e u r ignorance l e s emp&che de bi e n com-prendre ce q u ' e l l e s v o i e n t . Pour c e t t e r a i s o n , e l l e s se t r o u -vent exposies fatalement aux deux monies grands dangers dont parl e B a l z a c : "Le d e r n i e r des hommes, s ' i l a v i n g t ans et des joues b i e n roses, e s t dangereux pour une femme qui ne s a i t r i e n , car e l l e e s t toute a 1 ' i n s t i n c t . . . ."1^5 (C'est comme s i Stendhal nous d e c r i v a i t l e cas de Juana de Mancini.) E t plus l o i n dans De l'amour: "La femme l a plus p a r f a i t e , s u i v a n t l e s idees de 1*education a c t u e l l e , l a i s s e son par t n e r i s o l e dans l e s dangers de l a v i e et b i e n t S t court r i s q u e de 1'ennuyer." (C'est precisement l e cas d'Augustine G u i l -laume.) L ' i n f l u e n c e de Stendhal est t r e s frappante, car i l e c r i t : "On convient qu'une p e t i t e f i l l e de d i x ans a v i n g t f o i s plus de f i n e s s e qu'un p e t i t p o l i s s o n du m@me age. Pour-quoi a v i n g t ans e s t - e l l e une grande i d i o t e , gauche, timide e t ayant peur d'une araignee et l e p o l i s s o n un homme d'es-p r i t ? " 1 0 ' ^ Rapprochons ce texte de c e t t e idee de Ba l z a c : "A di x ans, s i une p e t i t e f i l l e a eu plus de f i n e s s e qu'un garcon, a v i n g t . . . £elle e s t j t i m i d e , gauche. E l l e aura peur d'une araignee, d i r a des r i e n s , pensera aux c h i f f o n s , p a r l e r a modes, 63 e t n'aura l e courage d'etre n i mere n i chaste epouse." E n f i n Stendhal va jusqu'a d i r e : " S i j ' e t a i s maitre d'eta-b l i r des usages, je donnerais aux jeunes f i l l e s , autant que p o s s i b l e , exactement l a m§me Education qu'aux jeunes gar-pons.""^ 9 Quoique Balz a c dise l a me^ me chose dans l a s a t i r i q u e P h y s i o l o g i e du mariage ("One femme qu i a repu une Education d'homme possede., a l a v e Y i t e , l e s f a c u l t e s l e s p l u s b r i l l a n t e s et l e s plus f e r t i l e s en bonheur pour e l l e e t pour son mar i . "-*--*-^) dans l e r e s t e de La Comedie humaine, comme nous venons de l e v o i r , i l semble se c o n t r e d i r e . One Education "mSle", qui pro-d u i t de l a "pe'danterie" chez une femme, qui l u i donne une "har-diesse d'examen" et une " f a c i l i t y de jugement", qui l a f a i t s o r t i r "de l a route tracee ou doivent cheminer l e s femmes," ne convient pas du tout a une f i l l e qu'on veut preparer unique-ment a rendre heureux un mari et a bien soigner un menage e t des enfants, 1 ' i d e a l evident de Balz a c , m£me s ' i l a p p e l l e l e u r education " f u t i l e " et " h y p o c r i t e " . Selon l u i , me^ me l e peu qu'apprend Veronique Sauviat e s t " t r o p " . Quant a l a question d ' e c l a i r e r l e s jeunes f i l l e s sur l e s r e a l i t y ' s de l a v i e et s u r t o u t de l'amour, i l se declare en f a v e u r — c ' e s t a. c e t t e f i n meme q u ' i l a compose l e s Scenes de  l a v i e p r i v e e , qui pr&sentent " l e tableau v r a i de moeurs que l e s f a m i l i e s e n s e v e l i s s e n t aujourd'hui dans 1'ombre," e t qui d6peignent "avec fid§lite l e s eve'nements dont un mariage e s t s u i v i ou precede . . . . L'auteur n'a jamais compris quels benefices d'education une mere pouvait r e t i r e r a r e t a r d e r d'un an ou deux, tout au p l u s , 1 ' i n s t r u c t i o n qui attend n e c e s s a i r e -64 ment sa f i l l e , e t a l a l a i s s e r s ' d c l a i r e r lentement a l a l u e u r des orages auxquels e l l e l a l i v r e presque toujours sans de-fense ."1-^ Pourtant, s i c e l a repre"sente 1 ' a t t i t u d e de son i n t e l l i g e n c e et de sa r a i s o n , ses sentiments et ses emotions pre"ferent l e s jeunes f i l l e s pures et innocentes comme Euge'nie Grandet. I I se nomme 1*humble adorateur de c e t t e "Rosa mundi, de Marie, b e l l e image de t o u t l e sexe, . . . l a seconde Eva des C h r e t i e n s . ^ n e t e l l e jeune f i l l e , "elevee au l o g i s par une mere ou une v i e i l l e tante vertueuses . . . ; une jeune f i l l e dont l e s pas n'ont jamais f r a n c h i l e s e u i l domestique sans e t r e environnee de chaperons, . . . a l a q u e l l e e n f i n tout es t inconnu, . . . est un de ces t r e s o r s que l'o n rencontre, ca et l a , dans l e monde . . . . "H3 Balzac ne s'est jamais prononce de facon nette sur I 1 e d u c a t i o n i d e a l e q u ' i l f a l l a i t d'onner aux jeunes f i l l e s , e t i l r e s t e done i n d 6 c i s entre l e s deux extremes, car i l v o i t l e s dangers et m£me l e s desastres qui peuvent re"suiter et de l a science e t de 1'ignorance. C'est un reformateur theorique qui r e c o n n a l t l e besoin de changement, qui e s t p l e i n de bonnes ide"es, mais q u i , s i l ' o n l e s met en pra t i q u e , n'est pas vraiment pre*t a en accepter toutes l e s consequences. Selon son Catalogue de 1845, i l a v a i t 1 ' i n t e n -t i o n d ' e c r i r e quelques romans au s u j e t de 1'education, dont Les Enfants,. Un pensionnat de demoiselles, I n t e r i e u r de c o l - l e g e . S ' i l a v a i t pu l e f a i r e , i l se s e r a i t p e u t - t t r e ap-proche de plus pres de l a r e s o l u t i o n du probleme. L'Education done, comme l e m i l i e u , contribue a former chez l e s jeunes f i l l e s de La Comedie humaine l e u r v i s i o n du -65 monde et l e u r a t t i t u d e envers l a v i e . Deux autres i n f l u e n c e s qui p a r t i c i p e n t a c e t t e formation sont l'enfance des jeunes f i l l e s et l e u r s occupations quotidiennes. La p i u p a r t d'entre e l l e s ont une enfance assez heureuse et calme. C'est bie n l e cas pour Ursule MirouSt, Ce"sarine B i r o t t e a u , Hortense Hulot, Modeste Mignon, Marguerite ClaSs, pour ne mentionner que c e l l e s -l a . Mais i l y en a qui ont ete peu gaies et m£me t r i s t e s : Eugenie Grandet, R o s a l i e de W a t t e v i l l e , Marie-Angelique e t Marie-Eugenie de G r a n v i l l e , V i c t o r i n e T a i l l e f e r , l a Fosseuse. H e n r i e t t e de Lenoncourt (Le Lys dans l a v a l l e e ) passe son enfance aupres d'une mere f r o i d e et dure qui l u i i n s p i r e p l u s de t e r r e u r que d'amour et d?un p£re q u i , "n*etant qu'un cour-t i s a n , [est] plus i n q u i e t de l a moindre f S c h e r i e du r o i que 115 des maladies de l a f i l l e . . . ." A i n s i de"pourvue d'amour, e l l e l e cherche plus t a r d , apres son mariage, avec l e jeune -F&lix de Vandenesse, et e l l e en meurt... Helene d'Aiglemont, tourmentie par l e souvenir et l e remords d'avoir tue son p e t i t f r e r e , se c r o i t c r i m i n e l l e et destinee a v i v r e p r o s c r i t e de l a s o c i e t e . De sorte que, quand e l l e rencontre un meur-t r i e r , i l l u i semble que l a f a t a l i t e v e u i l l e q u ' e l l e s'attache a l u i e t partage son s o r t . Laurence de Cinq-Cygne q u i , a. 1'Sge de douze ans, perd sa mere, d'autres parents e t amis, et pres-que toute sa fortune pendant i a Terreur, devient t o u t n a t u r e i -lement une monarchiste f e r v e n t e , et l e renversement de Napo-leon devient une idee f i x e q u i domine entierement tous l e s autres int§rets de sa propre v i e p e r s o n n e l l e . Les occupations quotidiennes de ces jeunes f i l l e s sont 66 egalement t r d s s i g n i f i c a t i v e s pour l e u r comprehension de l a v i e . Bien entendu, i l y en a quelques-unes qui ont une e x i s -tence e x c e p t i o n n e l l e , comme par exemple E m i l i e de Fontaine e t N a t a l i e E v a n g e l i s t a , qui sont 1*objet de f l a t t e r i e s c o n t i n u e l -l e s e t tie f o n t que s'amuser aux b a l s e t aux salons j comme Eve Ghardon ( I l l u s i o n s perdues) et C a r o l i n e Crochard, q u i t r a v a i l -l e n t sans relSche toute l a journ^e; comme Laurence de Cinq-Cygne q u i , membre d Tune c o n s p i r a t i o n contre l*Empereur, ren-contre en se c r e t des dmissaires et cache l e s Emigres revenus d'Allemagne. Mais l a v i e de l a ma j o r i t y des jeunes f i l l e s b alzaciennes est p l u t S t semblable a c e l l e de Marguerite et de F e l i c i e Claes, "occupees "a coudre, a broder, ou a f a i r e de l a d e n t e l l e , d e Veronique S a u v i a t , qui "demeurait chez e l l e , occupee a r e m p l i r de l a t a p i s s e r i e , dont l e p r i x a p partenait aux p a u v r e s , " i i ? ou des deux f i l l e s du comte de G r a n v i l l e : "Le temps que ne prenaient pas l e s o i n de l e u r s personnes, l e s devoirs r e l i g i e u x ou l e s etudes i n d i s p e n s a b l e s a des f i l l e s b i en n£es, se p a s s a i t en travaux a 1 ' a i g u i l l e f a i t s pour l e s pauvres, en promenades accomplies dans l e genre de c e l l e s que se permettent l e s A n g l a i s , l e dimanche, en d i s a n t : "N'allons pas s i v i t e , nous aurions l ' a i r de nous amuser.'" L ' e x t i s t e n c e de ces jeunes f i l l e s e s t a i n s i extr&mement borate et r e s t r e i n t e . I I y a t r e s peu de v a r i e t y , d ' i n t e r & t ou d ' a c t i v i t e s i g n i f i c a t i v e pour rompre l e vide e t l a monotonie de l e u r s journees. E l l e s connaissent peu de gens et on l e u r e c a r t e souvent me'me l e s l i v r e s et l e s journaux, convaincu q u ' i l s corrompront l e u r innocence. Le r e s u l t a t e s t q u f e l l e s 67 r e s t e n t l a t§te creuse, sans r i e n a occuper l e u r e s p r i t e t manquant presque entierement de 1'experience des realites e t des problemes de l a v i e . Quelle conception est-ce que de t e l l e s f i l l e s peuvent a v o i r de l e u r propre avenir? B i l e s "s'habituent 1 l ' i d e e q u ' e l l e s sont au monde pour i m i t e r l e u r s grand'mdres et f a i r e couver des s e r i n s de Canarie, composer des h e r b i e r s , a r r o s e r de p e t i t s r o s i e r s de Bengale, r e m p l i r de l a t a p i s s e r i e ou se monter des c o l s . " H 9 E l l e s savent que l e mariage l e s attend et n'ont que l e u r propre imagination pour f o u r n i r l e u r s idees et l e u r s esp6rances sur l e s hommes et l'amour. Quelques-unes, tout a f a i t i g n orantes, n'y pensent gu^re par avance, comme G a b r i e l l e Beauvouloir, Eugenie Grandet, Ursule Mirouet. D'au-t r e s , t o u t en songeant a des d e s t i n i e s b r i l l a n t e s , se conten-t e n t du r o l e d'une bonne mere de f a m i l l e , comme Constance P i l l e r a u l t (Cedar B i r o t t e a u ) ou Rened de Maucombe. Une Olympe B i j o u a des ambitions vraiment modestes: e l l e "reve de p o r t e r de b e l l e s robes . . . , et su r t o u t d ' a l l e r en v o i t u r e . »-*-20 La malheureuse Hdlene d'Aiglemont, apres l a mort de son f r e r e , "pressent cet t e parente qui l ' u n i t a tous ceux qui portent une m a l e d i c t i o n ^ . . . e l l e apprend a mediter sur ceux qui sont s e u l s et qui sont s e u l s comme e l l e a cause d'un d e s t i n unique, d'un moment unique, que r i e n ne peut f a i r e o u b l i e r . L'idee f i x e a grandi en e l l e , e l l e s'est i d e n t i f i e e a e l l e et c'est 121 sur e l l e q u ' e l l e va jouer son propre d e s t i n . " Et p u i s , i l y a quelques-unes de ces jeunes f i l l e s q u i , grace a des conversations secretes avec l e u r s compagnons, a des l i v r e s furtivement devored en cachette, ou tout simplement a l e u r propre jeunesse t r o p inexperimented, se forgent de r a v i s s a n t e s images i d 6 a l i s e e s e t chimeYiques. E l l e s "ont dans l e coeur un peu d'absolutisme; dans l e u r s ide'es, e l l e s ont tou j o u r s devant l e s yeux 1'image de l a p e r f e c t i o n , et tout d o i t e"tre c e l e s t e , angelique ou d i v i n pour e l l e s . En dehors de l e u r id£al, r i e n n 1 e x i s t e , t o u t e s t boue et s o u i l l u r e . Cette ided f a i t a l o r s r e j e t e r beaucoup de diamants a p a i l l e 122 par des f i l l e s q u i , femmes, adorent des s t r a s s . " V o i l a E m i l i e de Fontaine, qui acceptera comme soupirant p o s s i b l e seulement un p a i r de France, beau, r i c h e et noble d'&me, et tout autre homme qui ose l u i p a r I e r devient 1*objet de ses epigrammes e t de son m^pris. Louise de Chaulieu ^galement impose son r§ve romanesque a sa v i e et se crde un homme i d e a l . " E l l e a des jeunes f i l l e s l e s exigences implacables, l e gout des t6moignages, des epreuves. E l l e v o i t l a v i e a t r a v e r s 1 ' i d e a l des cours d'amour. E t r e adoree comme une pr i n c e s s e . E t r e adoree par un e t r e f o r t , redoutable, s i n g u l i e r , admirable. E t r e adoree sans e s p o i r , a v o i r un esclave qui se pre"cipitera dans l'arene pour y d i s p u t e r aux l i o n s votre gant, et sans un mot."^"2^ E t e l l e d e s i r e un mariage fonde entierement sur l a p a s s i o n . Veronique S a u v i a t , par l a seule l e c t u r e de Paul et V i r g i n i e . e s t amen§e vers l e c u l t e de 1'Id e a l , c e t t e f a t a l e r e l i g i o n humaine! E l l e reva d'avoir pour amant un jeune homme semblable a P a u l . Sa pensee caressa de voluptueux tableaux,dans une l i e embaumee. E l l e nomma par e n f a n t i l l a g e une l i e de l a Vienne, s i s e au-dessous de Limoges, presque en face l e faubourg S a i n t - M a r t i a l , 1'Ile de France. Sa pensee y h a b i t a l e monde f a n t a s t i q u e que se c o n s t r u i s e n t toutes l e s 69 jeunes f i l l e s , e t q u 1 e l l e s e n r i c h i s s e n t de l e u r s propres p e r f e c t i o n s . . . . Habitude sans doute a 1'idee d'Spou-ser un homme du peuple, e l l e • . . embrassa peut-£tre avec 1'ardeur n a t u r e l i e a une imagination elegante e t v i e r g e , l a b e l l e ide"e d'ennoblir un de ces hommes, de l ' 6 l e v e r ci l a hauteur ou. l a mettaient ses reVes, e l l e f i t peut-Stre un Paul de quelque jeune homme c h o i s i par ses regards, seulement pour a t t a c h e r ses f o l l e s i d ^ e s sur un £tre • • ' *124 Modeste Mignon a l e s medies b e l l e s et nobles i d i e s sur l'amour e t , obse'de'e par ses reves e t ses f a n t a i s i e s , l e s prend pour des r ^ a l i t e d . Ayant l u avec t r a n s p o r t l e s romanciers e t l e s podtes du romantisme, e l l e veut se devouer a un homme de g£nie se s a c r i f i e r e t s o u f f r i r pour l u i , u n i r son ame a l a sienne dans une s e n s i b i l i t e superieure. Mous l e s connaissons maintenant, toutes ces jeunes f i l l e s nous avons vu l e u r m i l i e u , l e u r f a m i l l e , l e u r c a r a c t e r e , l e u r education, l e u r s esperances. Le c h a p i t r e suivant l e s exami-nera par rapport aux deux elements p r i n c i p a u x de l e u r destinee l'amour e t l e mariage. CHAPITRE I I I L'AMOUR ET LE MARIAGE D*apres B a l z a c , une jeune f i l l e n'est qu'une femme en pr e p a r a t i o n , une femme qui n'aura que deux f o n c t i o n s dans l e monde: d'une part epouse et mere, d'autre part amoureuse. Le romancler ne desassocie jamais l a femme de sa s e x u a l i t e j e l l e e st d'abord e^tre femelle et en deuxieme l i e u e"tre humain. E l l e n ' e x i s t e que pour f a i r e l e bonheur du male. En 1840, dans La  Revue p a r i s i e n n e . Balzac e c r i t : "La destined de l a femme et sa seule g l o i r e e s t de f a i r e b a t t r e l e coeur des hommes.""'" Comme Henry James a d i t "a ce propos, "the metier de femme i n -cludes a great many branches, but they may be a l l summed up i n the a r t of t i t i l l a t i n g i n one way or another the senses of man. Woman has a 'mission', c e r t a i n l y , and t h i s i s i t . Man's capa-c i t y f o r entertainment f o r t u n a t e l y I s l a r g e , and he may be g r a t i f i e d t o an i n d e f i n i t e e x t e n t , so tha t woman In t h i s way has a very long rope and no reason t o complain of want of l i b e r t y . " Done l a femme e s t su r t o u t un objet de sexe, "un d e l i c i e u x instrument de p l a i s i r . " - ^ "En amour, [ e c r i t B a l z a c ] , . . . l a femme e s t comme une l y r e q u i ne l i v r e ses s e c r e t s qu'a c e l u i qui en s a i t bien j o u e r , " ^ ce q u i n'est pas une conception t r e s eievee et digne de l a m o i t i e de l a race humaine. I I s'ensuit done naturellement que l'amour es t toute l a v i e de l a femme: " l a femme n'est r i e n sans l'amour."5 La ou l'homme 71 pense, raisonne e t juge, l a femme a g i t t o u j o u r s sous 1'empire de 1 ' i n s t i n c t , du sentiment et de l a passion. Son r&le se manifeste de"s sa jeunesse, car l'amour e s t 1'essence m§me de son e^re: "Aimer e s t deja chez une jeune personne un e f f e t de l a l o i n a t u r e l l e . . . Selon Balzac, on v o i t dans l e s beau-te s sublimes e t l e s charmes s6duisantes de c e r t a i n e s f i l l e s comme Juana de Mancini, Veronique Sauviat et F l o r e B r a z i e r q u ' e l l e s sont vouees a l a passion. Louise de Chaulieu decide de v i v r e uniquement pour l'amour, et e l l e re"gle son e x i s t e n c e e n t i ^ r e a f i n de r e a l i s e r c e t t e ambition. Une jeune f i l l e de La Comedie humaine. eleve'e en ignorance et "a qui on veut cacher toutes l e s r e a l i t & s de l a v i e , decouvre n^anmoins, d'une maniere ou d'une a u t r e , t o t ou t a r d , 1'exis-tence de l'amour. Bien q u ' e l l e ne sache de quoi i l s ' a g i t , e l l e sent s'animer un j o u r en e l l e quelque f o r c e n o u v e l l e . Dans l a v i e de toutes l e s femmes, i l e s t un moment ou e l l e s comprennent l e u r d e s t i n e e , ou l e u r o r g a n i s a t i o n jusque-la muette p a r l e avec autorite"; ce n'est pas t o u j o u r s un homme c h o i s i par quelque regard i n v o l o n t a i r e et f u r t i f qui re-v e i l l e l e u r sixieme sens endormi; mais plus souvent peut-"etre un s p e c t a c l e imprevu, 1'aspect d'un s i t e , une l e c t u r e , l e coup d ' o e i l d'une pompe r e l i g i e u s e , un concert de par-fums n a t u r e l s , une d e l i c i e u s e matinee v o i l e e de ses f i n e s vapeurs, une d i v i n e musique aux notes caressantes, e n f i n quelque mouvement inat t e n d u dans l'chne ou dans l e corps.y Cette r e v e l a t i o n de l'amour v i e n t a Louise de Chaulieu e t a. Renee de Maucombe, enfermees dans l e u r couvent, par l a v o i e de l e u r propre imagination. G a b r i e l l e Beauvouloir, v i v a n t "au fond d'une grasse et plantureuse v a l i e e , " e s t exposee aux v o i x i r r ^ s i s t i b l e s de l a nature et y trouve "1'harmonieuse d i s p o s i t i o n des bosquets n a t u r e l s , l e gracieux agencement des 72 c o r b e i l l e s de f l e u r s , l a f r a l c h e mollesse du t a p i s v e r t , l ' a -mour exprime par l e s entrelacements des p l a n t e s grimpantes."9. Bn l i s a n t ce langage poetique, " i l s ' e l e v a i t dans son e s p r i t une l o i n t a i n e l u m i e r e , une aurore q u i p e r c a i t l e s tenebre's dans l e s q u e l l e s l a maintenait son p e r e . " ^ Beauvouloir com-prend cet e V e i l dans l e coeur de sa f i l l e quand i l observe un bouquet de f l e u r s q u ' e l l e a disposees, et e l l e l u i explique q u T i l s'eleve en e l l e quelque fo r c e contre l a q u e l l e e l l e l u t t e , des id^es confuses et f u g i t i v e s q u ' e l l e exprime par l e s cou-l e u r s , l e s formes et l e s parfums des f l e u r s . Une autre source t r e s importante d ' e c l a i r c i s s e m e n t pour l e s jeunes f i l l e s b a l -zaciennes se trouve dans l a l i t t e r a t u r e , dans des l i v r e s q u i corrompent l e u r innocence et empoisonnent l e u r s penseds. I l s "donnent a F e l i c i t e " des Touches son immoralite i n t e l l e c t u e l -i e . "•*-•*• Chez l a pure et s a i n t e VeYonique S a u v i a t , qui commence son i n i t i a t i o n , comme tan t d'autres parmi ces jeunes f i l l e s , par l e s tendresses mystiques de l a r e l i g i o n , c'est l a seule l e c t u r e de P a u l et V i r g i n i e , avec ses paysages t r o p i c a u x et 1 p ses amants e n f a n t i n s , pour e l l e " p i r e qu'un l i v r e obscene," x , c qui l u i r e v e l e e t explique l e s mysteres du monde, ju s q u ' a l o r s inconnus. "C'est a l o r s une t r a n s f o r m a t i o n t o t a l e de sa nature, une sorte de naissance n o u v e l l e , un £veil a l a v i e . Ce qui j u s q u ' a l o r s n ' a v a i t eu aucun sens a ses yeux revest une s i g n i f i -c a t i o n s u b i t e , "^ -3 e t sa v i v e imagination continue son deVelop-pement s e n t i m e n t a l . Dans l e cas d*Augustine Guillaume, deux romans i n t i t u l e s H i p p o l y t e comte de Douglas e t l e Comte de  Comminges q u ' e l l e trouve dans 1'armoire d'une c u i s i n i e r e recem-73 merit renvoyee par sa mere cont r i b u e n t ?1 developper ses i d ^ e s . P a r f o i s , reveuse e t o u b l i a n t son t r a v a i l , son visage se co l o r e e t e l l e semble entendre des ^ chos l o i n t a i n s d'une v i e de s e n t i -ments Aleve's e t de passions nobles. Les l i v r e s , e t su r t o u t deux pieces de t h e a t r e , a i d e n t Helene d'Aiglemont a prendre connaissance de son d e s t i n . A l a p r e s e n t a t i o n de La V a l l e e du  Torrent, quand un p e t i t garcon est jete" dans l'eau par "un grand v i l a i n barbu, v£tu t o u t en noir,"-'-^ e l l e se met V san-g l o t e r . En l i s a n t Guillaume T e l l , e l l e l a i s s e tomber l e vo-lume, e t " l e ravage cause- par c e t t e l e c t u r e dans I'Sme d'Helene veriait de l a scene ou l e poete e t a b l i t une sorte de f r a t e r n i t y entre Guillaume T e l l , qui verse l e sang d'un homme pour sauver to u t un peuple, et J e a n - l e - P a r r i c i d e . " ^ Cela nous explique sa f u i t e avec l e m e u r t r i e r . Modeste Mignon l i t tous l e s l i v r e s q u ' e l l e peut o b t e n i r e t se f a b r i q u e par consequent une ided eth£r6e e t romanesque de l a v i e , de l'amour, de 1'amant. "Since Heaven has been slow t o provide her w i t h the man of her dreams, she has f a l l e n i n l o v e w i t h a man she has never seen, the 'Angelic poet", M e l c h o i r , Baron de C a n a l i s , on the streng t h of h i s s o u l f u l verse, which i s l a c k i n g i n r e a l power, but i s w e l l c a l c u l a t e d t o appease the s u f f e r i n g s , r e a l o r imagined, of a young g i r l ' s h e a r t . S e m b l a b l e m e n t , Hortense Hulot s'^prend d'un homme q u ' e l l e n'a jamais vu, uniquement "a cause de ce que d i t de l u i sa cousine Bette et d'un me r v e i l l e u x cachet que l e jeune homme a c i s e i e . E l l e "e^tait envahie par un amour que toutes l e s jeunes f i l l e s ont s u b i , l'amour de 1'inconnu, l'amour a. 1'etat vague e t dont l e s pensees se con-74 c r e t e n t autour d'une f i g u r e q u i l e u r est j e t e d par hasard . . . Depuis d i x mois, e l l e a v a i t f a i t un edre r e e l du f a n t a s t i q u e amoureux de sa cousine . . . ; et depuis h u i t j o u r s , ce fant6me e t a i t devenu l e comte Wenceslas Steinbock, l e r&ve a v a i t un acte de naissance, l a vapeur se s o l i d i f i a i t en un jeune homme de t r e n t e ans." 1? L'imagination de Ro s a l i e de W a t t e v i l l e e s t 6galement enflammee par l e s louanges extravagantes q u ' e l l e entend concernant A l b e r t Savarus sans 1'avoir vu, e t sa passion g r a n d i t en l i s a n t son roman d'amour et ses l e t t r e s a sa chere duchesse. Mais l a p l u p a r t des jeunes f i l l e s de La Come'die humaine deviennent amoureuses d'un homme r e d l , en c h a i r et en os, qu ' e l l e s ont vu au moins une f o i s . E t une des r a i s o n s p r i n c i -pales de cet amour, c'est l ' a s p e c t physique du jeune homme. Ursule Mirouet est enchantee par l a beaute du visage de S a v i -n i e n , par l a gra"ce de ses mouvements: "La moindre chose de l u i , sa main s i finement gante"e, e x e r c a i t sur moi comme un charme." C l o t h i l d e de Grand l i e u ne peut pas r e g i s t e r aux a t t r a i t s de Lucien de Rubempr£, qui est "beau comme un r£ve". Marguerite Claes a u s s i commence.par admirer I'apparence d'Em-manuel de S o l i s . Pour V i c t o r i n e T a i l l e f e r , Rastignac e s t "1'objet de ces confus d 6 s i r s qui a t t e i g n e n t toutes l e s jeunes f i l l e s e t q u ' e l l e s r a t t a c h e n t au premier §tre s£duisant."^ Aux yeux d'Eugenie Grandet, son cousin Charles, Elegant, char-mant, dans ses beaux v&tements p a r i s i e n s , e s t comme un §tre tomb6 du c i e l . "Toutes ces jeunes f i l l e s s'eprennent avec une redoutable f a c i l i t e . On d i v i n e en e l l e s une e x a l t a t i o n j u s -75 qu'alors vacante et q u i se j e t t e sur n'importe q u o i , qui se j e t t e r a i t a u s s i b i e n sur un arbre s ' i l a v a i t j o l i g i l e t e t o e i l 20 v i f . " Mais l'amour d'Eugenie e s t v i t e r e n f o r c e , car " l a p i t i e feminine, l e plus inge^nieux des sentiments, se deploya 21 dans son a^ me." E l l e ne comprend ses propres d ^ s i r s que l o r s q u ' e l l e entend d i r e a son pere q u ' i l v o u d r a i t mieux l a j e t e r dans l a L o i r e que de l a donner a son cous i n . Ces mots causent "des eblouissements a Eugenie. Les l o i n t a i n e s espe-rances qui pour e l l e eommencaient a poindre dans son coeur f l e u r i r e n t soudain, se r e d l i s e r e n t et form^rent un f a i s c e a u de f l e u r s q u ' e l l e v i t couples et g i s a n t a t e r r e . " 2 2 Marguerite Claes ne tarde pas a ap p r e c i e r l a purete* d'ame et l a noblesse de caractere de son pretendant. Mais i l y a d'autres causes d'amour chez ces jeunes hero-i n e s . Augustine Guillaume aime to u t simplement parce q u ' e l l e est aimee; Juana de Mancini parce qu'un homme l u i d i t q u ' i l 1'aime et parce q u ' e l l e s'ennuie de sa v i e monotone; F e l i c i e Claes a. cause de quelques mots doux; Helene d'Aiglemont a cause de l a s i m i l i t u d e entre son d e s t i n et c e l u i du m e u r t r i e r , q u ' e l l e p l a i n t et veut soulager. Dans l e coeur de Ginevra d i Piombo l'amour n a l t de sa p i t i ^ pour l e jeune p r o s c r i t blesse", de l a decouverte que, comme e l l e , i l e s t Corse, et e n f i n du f a i t de l e v o i r , dans 1'obscurite' de I ' a t e l i e r , ^ c l a i r e ^ par un de r n i e r rayon de s o l e i l : "Cet e f f e t s i simple, l a s u p e r s t i -t i e u s e i t a l i e n n e l e p r i t pour un heureux presage. L'inconnu ressemblait a i n s i a. un c e l e s t e messager qui l u i f a i s a i t enten-dre l e langage de l a p a t r i e , et l a m e t t a i t sous l e charme des 76 souvenirs de son enfance . . ." Cesarine B i r o t t e a u aime Anselme Popinot pour l a p e r f e c t i o n de son c a r a c t e r e , pour son amour v i o l e n t mais pudique, e t pour l a c e r t i t u d e q u ' i l l u i sera t o u j o u r s f i d e l e , bien q u ' i l puisse "sembler, au premier abord, i n v r a i s e m b l a b l e ou s i n g u l i e r de v o i r une b e l l e f i l l e comme Cesarine e p r i s e d'un pauvre enfant boiteux et a cheveux rouges." 2^" Dans ces jeunes f i l l e s pures et ignorantes, l'amour eVeil-l e l e coeur, l e s sens, 1 ' i n t e l l i g e n c e , e n f i n l'§tre e n t i e r , qui dormait jusqu'au moment de l a r e v e l a t i o n . E l l e s ont comme une deuxieme naissance va cause des sentiments v i o l e n t s e t incompris q u i viennent l e s surprendre et l e s e d l a i r e r . Leur r e a c t i o n a I'amant e s t en m£me temps physiologique e t psycho-l o g i q u e , et se manifeste par des gestes i n c o n s c i e n t s et des a g i t a t i o n s inteYieures. Quand R o s a l i e de W a t t e v i l l e se met sur l e passage de Savarus, de maniere a ^changer un regard avec l u i , "ce regard cherche l u i changea l e sang, car son sang f r e m i t et b o u i l l o n n a comme s i sa chaleur etit d o u b l e e . " ^ A l a premiere rencontre d'Augustine Guillaume avec son a r t i s t e , i l s'£l£ve "au fond de son coeur une jouissance inconnue qui v i v i -f i a t o u t son e t r e . Neanmoins e l l e se c r u t sous 1 'empire de ce d6mon dont l e s t e r r i b l e s pieges l u i e t a i e n t p r t d i t s par l a tonnante parole des p r t d i e a t e u r s . Ce moment f u t pour e l l e comme un moment de f o l i e . " E l l e se sent i v r e de j o i e e t de t e r r e u r , "et l e s p a l p i t a t i o n s [de son coeur] devenues p l u s profondes l u i semblerent une douleur, t a n t son sang plus ardent 27 r e " v e i l l a dans son &tre de puissances inconnues." 77 Comment e s t l'amour qu'epreuvent l e s jeunes f i l l e s b a l z a -ciennes? D'abord, c'est l e plus souvent un ph£nomdne s u b i t e t i n s t i n c t i f , une brusque i r r u p t i o n , comme chez Eugenie Grandet, a l ' ^ g a r d de qui Balzac p a r l e de " l a naivete de son i r r € f l e x i o n et . . . l a soudainete des e f f u s i o n s de son ame." 2 8 P u i s , comme pour tous l e s personnages du romancier, l'amour e s t d'accord avec l a p e r s o n n a l i t e et l a v i e passee de l a jeune f i l l e . I I s'eff o r c e t o u j o u r s d'en e x p l i q u e r l e s causes. Pour B a l z a c , l'amour r e l i v e du temperament, c ' e s t - a - d i r e des he'redite's [Juana de Mancini) ; i l r e l i v e de 1'Education, c'est-'a-dire du m i l i e u s o c i a l (Eugenie Grandet]; i l r e l e v e e n f i n de 1'tge, c'est-"a-dire de ce que Taine a p p e l a i t l e moment ^Ursule Miroue'tJ . . . . Les amoureux de Balzac n'aiment pas par une sort e de coup mysterieux du s o r t , par une p r e d e s t i n a t i o n i n e x p l i q u e e . L'amour se developpe en eux avec une r a p i d i t e p l u s ou moins grande, i s s u de ce que l a race et l a v i e ont accumule dans l e u r s coeurs de t r e s o r s sentimentaux, accru par toutes l e s i n f l u e n c e s environnan-t e s . • • "2Q E n s u i t e c'est un amour aveugle, ou i l entre peu de logique ou de pens6e raisonnee. "Aux jeunes f i l l e s r eligieusement e l e -vees, ignorantes e t pures, tout est amour des q u ' e l l e s mettent l e p i e d dans l e s r e g i o n s enchantees de l'amour. E l l e s y mar-chent entourees de l a c e l e s t e lumiere que l e u r Sme p r o j e t t e , et q u i r e j a i l l i t en rayons sur l e u r amant; e l l e s l e color e n t des feux de l e u r propre sentiment et l u i pretent l e u r s b e l l e s pensees. Les e r r e u r s de l a femme viennent presque to u j o u r s de Of) sa croyance au b i e n , ou de sa confiance dans l e v r a i . " ^ Euge-ni e Grandet e s t t o u t a f a i t incapable de comprendre l a f r i v o -l i t e , l a nullite e t I'ego'isme de son cous i n ; C l o t h i l d e de Grandlieu ne reconna'it pas l a f a i b l e s s e et l e s defauts fonda-mentaux du ca r a c t e r e de L u c i e n ; J u l i e de C h a t i l l o n e s t non plus 78 ne v o i t que l e s a p p a r e n c e s — l e beau visage et l'uniforme s e d u i -sant du c o l o n e l d'Aiglemont. De t e l l e s f i l l e s se c o n s t r u i s e n t un a v e n i r de re"ves d'or, sans en comprendre toutes l e s d i f f i -c u l t e s et mdme l e s i m p o s s i b i l i t e s . "A d i x - h u i t ans, l'amour ne j e t t e - t - i l pas son prisme entre l e monde et l e s yeux d'une jeune f i l l e ? " ^ E n f i n l e u r amour es t entente e t comme une f o r c e i r r e s i s t i b l e . Ignorant l a v i e et l e s c r u e l l e s exigences de l a s o c i e t e , e l l e s n'ecoutent que l a v o i x de l a passion et obeUs-sent aux premieres impulsions de l e u r coeur. "Les maisons peuvent b r u l e r , l e s f o r t u n e s sombrer, l e s pdres r e v e n i r de voyage, l e s empires c r o u l e r , l e chol e r a ravager l a c i t e , l'amour d'une jeune f i l l e p o u r s u i t son v o l , comme l a nature sa marche, comme cet e f f r o y a b l e acide que l a chimie a ddcouvert, o p et q u i peut t r o u e r l e globe s i r i e n ne l'absorbe au centre."^ Mdme l a douce Ursule Mirouet f a i t f l e c h i r t o u t "a sa vo l o n t e : l e s reserves de son p a r r a i n , l e coeur de S a v i n i e n , l e s opposi-t i o n s de Mme de Portenduere. L'amour rend p l u s b e l l e s ces jeunes f i l l e s , deja s i r a v i s -santes: " l a beaute de mademoiselle Grandet p r i t un nouveau c a r a c t e r e . Les graves pens&es d'amour par l e s q u e l l e s son ame e e t a i t lentement envahie, l a d i g n i t y de l a femme aimee donnerent a ses t r a i t s c e t t e espece d ' t c l a t que l e s p e i n t r e s f i g u r e n t 33 par l ' a u r 6 o l e . " E l l e s trouvent un nouvel charme dans to u t ce qui l e s entoure, s u r t o u t dans l a nature, e t c'est comme s i e l l e s v o i e n t c l a i r pour l a premiere f o i s . Veronique Sauviat trouva "ses f l e u r s p l u s b e l l e s q u ' e l l e s ne l ' e t a i e n t . . . , e l l e e n t e n d i t l e u r langage symbolique, e l l e examina 1'azur du 79 c i e l avec une f i x i t e p l e i n e d ' e x a l t a t i o n ; et des larmes rou-l e r e n t a l o r s sans cause dans ses yeux."^^ M§me pour 1 ' o r g u e i l -leuse E m i l i e de Fontaine i l y a une j o i e j u s q u ' a l o r s inconnue dans 1'existence. L'amour pr o d u i t d'autres changements dans ces jeunes per-sonne s. E l l e s prennent de nouveaux soins pour l e u r t o i l e t t e et l e u r s ve^tements. L'amour i n s p i r e a Eugenie un grand courage et r e v e l e sa bonte, sa tendresse, sa g e n e r o s l t e . I I suggere a R o s a l i e des i n c r o y a b l e s s t r a t e g i e s e t s u r e x c i t e sa v o l o n t e . I I rend E m i l i e plus douce et r l p r i m e s e s impertinences. Apres ses premiers e f f e t s bouleversants, l'amour deVeloppe en general lentement e t naturellement. La jeune f i l l e et son amoureux se savent aim£s m§me sans aveux. Nous observons l e progres d'une adoration timide dans l e s i d y l l e s tendres et d e l i c a t e s de Marguerite Claes, de Cesarine B i t o t t e a u , de V i c t o -r i n e T a i l l e f e r , d'Eugenie Grandet, d'Ursule Mirouet, de Ga-b r i e l l e Beauvouloir. Mais p a r f o i s l'amour tourne autrement. Juana de Mancini montre une ardeur q u i e f f r a i e son amant. Modeste Mignon devient f r o i d e et assez c r u e l l e quand e l l e apprend l a v r a i e i d e n t i t e de son correspondent. La j a l o u s i e feroce de R o s a l i e de W a t t e v i l i e l a pousse a des manoeuvres c r i m i n e l l e s contre Savarus, qui ne se doute de r i e n . Rien de romanesque ne manque a l a cour que f a i t Macumer a Louise de Chaulieu, " n i l e s rendez-vous nocturnes sous l e s c h a r m i l l e s c e n t e n a i r e s , n i l e s chevauchees de 1'amoureux au t e i n t o l i v a t r e sur un c o u r s i e r arabe, n i 1'escalade du balcon de l a b i e n -aimee, et l e respectueux b a i s e r sur l e s d o i g t s d'une main 80 royale."35 Pourtant, dans l'amour de l a jeune f i l l e typique de La Comedie humaine i l se trouve une nuance de 1 ' i n s t i n c t maternel, un besoin de soigner, de s e c o u r i r , de se s a c r i f i e r pour l ' e l u de son coeur. Le devouement, d i t B a l z a c , "peut-£tre est chez l a femme l e comble de l'amour . . ."36 j \ j o u s s a V o n s deja com-ment Modeste Mignon se propose de se consacrer a son homme de ge*nie. Eugenie Grandet fo r c e Charles d*accepter 1'argent que son pere l u i a donne. Pauline de Witschnau t r a v a i l l e jusqu'a deux heures du matin pour donner quelques sous a Raphael e t , plus t a r d , quand i l e s t malade, e l l e veut mourir avec l u i . Ursule Mirou'et f a i t payer l e s dettes de S a v i n i e n pour q u ' i l puisse s o r t i r de p r i s o n . Et v o i c i l e devouement de Pauline de V i l l e n o i x (Louis Lambert): " B e l l e , jeune, e l l e f u t aimee, e l l e aima; son pretendu p e r d i t l a r a i s o n . Pendant c i n q annees, e l l e s'£tait, avec l e courage de l'amour, consacre'e au bonheur meca-nique de ce malheureux, de qui e l l e a v a i t s i bie n Spouse l a f o l i e q u ' e l l e ne l e c r o y a i t point f o u . " ^ ' Nous abordons maintenant l a derni&re phase, en tan t que jeunes f i l l e s , de l a v i e de ces personnages f^minins, c'est-a-d i r e l e u r mariage. Q u o l q u ' i l y a i t quelques r a r e s exceptions, presque toutes se marient. E t puisque l a femme ne d o i t jouer aucun r o l e en dehors de l a sphere domestique, l'homme qui de-v i e n t son mari a une i n f l u e n c e enorme sur son a v e n i r et dete r -mine presque completement son d e s t i n . Nous avons p a r l e de p l u s i e u r s jeunes f i l l e s qui s'eprennent d'un homme et l'epou-sent, comme Ursule Mirou'et, Modeste Mignon, Augustine G u i l -laume, Louise de Ch a u l i e u , A d e l a i d e L e s e i g n e u r de R o u v i l l e , Eve Chardon, Marguerite e t F e l i c i e C l a e s , Hortense Hulot, G i n e v r a d i Piombo, Cesarine B i r o t t e a u . I I y en a quelques-unes comme Mme C6sar B i r o t t e a u e t Mme B a l t h a z a r Claes q u i , Ba l z a c nous l e d i t , f u r e n t marines par amour. Mais s i nous cherchons parmi t o u t e s l e s femmes de La Comedie humaine nous n'en trouverons qu'une d i z a i n e d'autres q u i f o n t un mariage d ' i n c l i n a t i o n . Dans l a s o c i e t y bourgeoise de l'epoque de B a l z a c , l e s sentiments d'une jeune f i l l e ne comptent g u e r r e dans 1 'arrange-ment d'un mariage. La c o n s i d e r a t i o n p r i n c i p a l e , c ' e s t l ' a r -gent. I I e s t presque i m p o s s i b l e de t r o u v e r dans t o u t e s l e s oeuvres b a l z a c i e n n e s un s e u l mariage a l'e"gard duquel i l ne se f a i t pas d ' a l l u s i o n monetaire. S i une jeune f i l l e n'est que mentionnee brievement en passant, c'est d'habitude pour nous d i r e q u i e l l e a epouse, e t a l o r s nous apprenons a coup stir quelque chose sur sa dot. C'est l e p l u s souvent pour c e t t e dot que l'homme l a c h o i s i t . Nous avons vu l e s Cruchot e t l e s des G r a s s i n s roder comme des l o u p s affames autour d'Eugenie Grandet. C'est pour l a f o r t u n e de R o s a l i e de W a t t e v i l i e qu'AmSdee de So u l a s frequente l e s a l o n de sa mere. Ou p a r f o i s meme s i e l l e n'est pas une r i c h e h e r i t i e r e , l'homme l a cherche pour l e s t i t r e s de noblesse ou l e pou v o i r p o l i t i q u e qu'une a l l i a n c e avec sa f a m i l l e pourra l u i p r o c u r e r . L u c i e n de Rubem pre (ou p l u t o t V a u t r i n ) d e s i r e et l a dot e t l e rang de C l o -t h i l d e de G r a n d l i e u . P a r e i l l e m e n t , l e s parents de l a jeune f i l l e v e u l e n t un gendre r i c h e ou noble, ou l e s deux a l a f o i s 82 s i p o s s i b l e . Mme E v a n g e l i s t a o b t i e n t l a main du r i c h e Paul de M a n n e r v i l l e pour sa f i l l e N a t a l i e , tout en cherchant pour e l l e -rrfeme une entree dans l a societe" p a r i s i e n n e . Dans l e cas de B a t h i l d e de Chargeboeuf, c'est l a jeune f i l l e elle-m%me qui decide d'^pouser Rogron, q u i a quarante-quatre ans e t 1 ' e s p r i t assez f a i b l e . E l l e "se m a r i a i t pour e^tre l i b r e , pour a v o i r un e d i t e u r responsable, pour s'appeler madame et pouvoir a g i r comme ag i s s e n t l e s hommes. Rogron e t a i t un nom pour e l l e , e l l e comptait f a i r e quelque chose de c e t t e i m b e c i l e , un Depute votant dont e l l e s e r a i t I'ame . . . " 3 8 D'habitude i l y a un ^change de b € n 6 f i c e s — d ' u n cote une f a m i l l e bourgeoise qui a de 1'argent et des ambitions s o c i a l e s , de 1*autre une f a m i l l e noble qui a besoin d'une fortune pour mai n t e n i r sa p o s i t i o n a c t u e l l e chancelante ou pour r e t a b l i r sa g l o i r e a n t e r i e u r e . A i n s i tout l e monde gagne, t o u t l e monde est content, sauf peut-etre l a jeune f i l l e , et qu'importe 1'opinion d'une enfant de d i x - s e p t ans dans une f u s i o n f i n a n c i e r e , ou e l l e n'est qu'un obj e t de n£goce? Pourtant, on ne conclut pas t o u j o u r s ces a f f a i r e s de bonne f o i . Dans l e cas de N a t a l i e E v a n g e l i s t a i l y a double decep-t i o n . D'abord e l l e f e i g n e l'amour pour Paul et puis sa mere veut cacher l a d i s s i p a t i o n q u ' e l l e a f a i t e de l a fortune l a i s -s£e par l e pere. Le j o u r de s i g n e r l e s c o n t r a t s , quand l e n o t a i r e de Paul essaie de l u i s i g n a l e r l a verite", N a t a l i e augmente ses c o q u e t t e r i e s jusqu'a ce q u ' i l s o i t pr£t a signer n'importe quoi. B a t h i l d e de Chargeboeuf emploie l a m^ me t a c -t i q u e dans sa poursuite de Rogron: " E l l e s a v a i t toutes l e s S3 malices des f i l l e s a marier: a g i t e r ses mains en re l e v a n t des boucles qui ne sont pas d6rang£es, f a i r e v o i r ses poignets en p r i a n t Rogron de l u i r a t t a c h e r une manchette . . ."39 Meme dans l e s f a m i l i e s l e s p l u s honorables on veut natu-rellement f a i r e v a l o i r l a f i l l e . De sorte que l'homme v o i t c e t t e jeune personne "lacee des l e matin, a q u i sa mere ordonne de b i e n v e i l l e r sur sa langue, et recommande de ne r i e n l a i s s e r passer de son ame, de son coeur sur sa .physionomie, en y gra-vant un s o u r i r e de danseuse achevant sa p i r o u e t t e , ,arm6e des i n s t r u c t i o n s l e s p lus p o s i t i v e s sur l e danger de montrer son v r a i c a r a c t e r e , et a qui l'on recommande de ne pas p a r a i t r e d'une i n s t r u c t i o n inqui£tante. Pu i s i l y a l e s f i l l e s l a i d e s et d i f f i c i l e s a marier, dont l a mere trouve des r o u e r i e s inge"nieuses pour l e u r a t t r a p e r un mari. On f a i t de l'homme 1'objet de f l a t t e r i e s a d r o i t e s , on d i s s i m u l e l a s i t u a t i o n economique v e r i t a b l e de l a f a m i l l e i • , e t , b ien s t i r , on f a i t 1'impossible pour f a i r e p a r a i t r e l a f i l l e une j o l i e personne. Balzac nous en o f f r e deux exemples assez amusants. V o i c i Mme C a s t a n i e r (Melmoth r g c o n c i l i e ) avant e t aprds son mariage: "Le t e i n t de ce t t e f i l l e maintenu blanc par un regime severe, se couperosa; l a f i g u r e , dont l e s v i v e s couleurs annoncaient une s^duisante sagesse, se bourgeonna; l a t a i l l e q u i p a r a i s s a i t d r o i t e , tourna; l'ange f u t une creature grognarde et soupconheuse . . ."^ Mathilde d'Aubrion (Eugenie Grandet), dont l a mere r ^ u s s i t a "embarrasser" Charles Grandet, i v r e de noblesse et d'ambition, e t a i t maigre, f l u e t t e , "a bouche d§daigneuse, sur l a q u e l l e des-6*4 cendait un nez t r o p l o n g , gros du bout, f l a v e s c e n t a l ' e t a t normal, mais compieternent rouge apr^s l e repas, espece de phenomene vegetal plus desagreable au m i l i e u d'un visage pale et ennuye que dans tout a u t r e . . . . £Sa mere] l ' a -v a i t soumise a une hygiene qui maintenait provisoirement l e nez a un ton de c h a i r r a i s o n a b l e . . . , e l l e l u i a v a i t montre l a manoeuvre du pie d , pour l'avancer a propos et en f a i r e admirer l a p e t i t e s s e , au moment ou l e nez a v a i t 1'im-pertinence de r o u g i r . . . Au moyen de manches l a r g e s , de corsages menteurs, de robes bouffantes et soigneusement g a r n i e s , d'un corset a haute p r e s s i o n , e l l e a v a i t obtenu des p r o d u i t s feminins s i curieux que, pour 1 ' i n s t r u c t i o n des meres, e l l e a u r a i t du l e s deposer dans un musee."^ Mais l e plus desagreable pour l a jeune f i l l e , outre que l e mari a qui on l a vend pour toute sa v i e est pour e l l e un inconnu, c'est que l e s hommes r i c h e s , l e s m i n i s t r e s , l e s g6ne-raux ou l e s p a i r s de France sont t r e s souvent a u s s i des v i e i l -l a r d s . A i n s i Ferdinand du T i l l e t a v i n g t et un ans de plus que Marie-Eugenie de G r a n v i l l e , M i r a u l t de Bargeton en a v i n g t -deux de plus qu'Anais de Negrepelisse et i l e x i s t e une d i f f e -rence de v i n g t - s e p t ans entre M i l a u t de La Baudraye et Dinah P i e d e f e r . P a r f o i s ce sont des hommes non seulement vieux mais l a i d s , malades, uses par l e s excels de l e u r jeunesse ou endurcis par l e s interests purement m a t e r i e l s . On marie Renee de Mau-combe a Loui s de l ' E s t o r a d e , t r e n t e - s e p t ans, s o l d a t revenu v i e i l l i e t s o u f f r a n t de l a campagne en Russie, et Veronique Sauviat a P i e r r e G r a s l i n , quarante-sept ans, " l e satyre an-t i q u e , un faune en redingote . . . " En l e voyant pour l a pre-miere f o i s , " l e coeur de veronique se co n t r a c t a violemment, i l l u i passa un n o i r devant l e s yeux, e l l e c r u t a v o i r c r i e ; mais e l l e etait restee muette, l e regard f i x e . " ^ Mais pourquoi l a jeune f i l l e a c c e p t e - t - e l l e un t e l ma-r i a g e , sans m§me p r o t e s t e r ? D'abord parce qu'on ne l a consulte 85 pas v r a i m e n t , e t p u i s q u ' e l l e s a i t que l e s choses se f o n t a i n -s i . Rene"e se r ^ s i g n e a une v i e de s ^ c u r i t e e t aux j o i e s de l a m a t e r n i t e . E l l e e " c r i t a son amie L o u i s e : "Ma v i e e s t m a i n t e -nant d e t e r m i n e d . L a c e r t i t u d e d ' a l l e r dans un chemin t r a c e c o n v i e n t egalement a mon e s p r i t e t a mon c a r a c t e r e . Une grande f o r c e morale a e o r r i g e p our t o u j o u r s ce que nous nommons l e s h a s a r d s de l a v i e . " ^ Quant a VeYonique: "Son e d u c a t i o n , s es i d ^ e s r e l i g i e u s e s , son a f f e c t i o n sans h o m e s pour son pere e t sa mere, son i g n o r a n c e emp§cherent V e r o n i q u e de c o n c e v o i r une s e u l e o b j e c t i o n ; e l l e ne pensa me*me pas qu'on a v a i t d i s p o s e d ' e l l e sans e l l e . " ^ 5 Semblablement, M a r i e - A n g e l i q u e e t M a r i e -Eugenie de G r a n v i l l e , dans l e u r i g n o r a n c e , se m a r i e n t avec des i n c o n n u s . Comme nous I'avons v u , e l l e s a u r a i e n t epouse" n'im-p o r t e q u i pour se l i b e r e r de l a v i e s e v e r e e t c l a u s t r a l e que l e u r i m p o s a i t l e u r mere. E t , b i e n s u r , i l y a l e s f i l l e s comme B a t h i l d e de Chargeboeuf ou D e l p h i n e e t A n a s t a s i e G o r i o t q u i , elles-memes, c h o i s i s s e n t l e u r m a r i p a r v a n i t e e t p a r a m b i t i o n . Le r§sultat de c e t t e s o r t e de mariage e s t presque c e r t a i n : l a femme s e r a malheureuse e t t d t ou t a r d i n f i d e l e . Renee de Mau-combe e s t une e x c e p t i o n a g r e a b l e , dont nous p a r l e r o n s p l u s t a r d . Dans l e s f a m i l i e s p l u s e'claire'es, ou l a f i l l e e t son bon-h e u r p e r s o n n e l comptent pour beaucoup e t ou e l l e a p l u s de co e u r que d ' a m b i t i o n , on l a l a i s s e p l u s l i b r e de c h o i s i r son p r o p r e m a r i e t e l l e v e u t un mariage fonde s u r 1 ' a f f e c t i o n m u t u e l l e . Dans d ' a u t r e s c a s , m^me s i s e s p a r e n t s s'y opposent, e l l e s ' o b s t i n e a epouser l'homme q u ' e l l e aime. Les mariages 86 arranges sont presque t o u j o u r s des t r a g e d i e s . Le r e s u l t a t e s t -i l m e i l l e u r dans ceux qui se f o n t par i n c l i n a t i o n ? P a r f o i s , o u i . Mais t r o p souvent eux a u s s i tournent au malheur. Ursule MirouSt, Modeste Mignon, Adelaide Leseigneur de R o u v i l l e , Mar-g u e r i t e Claes et Cedarine B i r o t t e a u ont toutes l e bon sens, ou peut-^tre l a bonne f o r t u n e , de s'tprendre chacune d'un homme capable de l a rendre heureuse et de partager une longue v i e avec e l l e . Mais nous savons l e t r i s t e d e s t i n d'Augustine G u i l -laume, e t ce n'est pas un s o r t unique. Ginevra d i Piombo, son mari et l e u r enfant meurent de f a i m . Louise de Chaulieu f i n i t par t u e r Macumer avec son amour t r o p edouffant qui ne l u i l a i s s e aucune ex i s t e n c e i n d i v i d u e l l e . Le mariage de J u l i e de C h a t i l l o n e s t dure plus longtemps, mais quel mariage! Son premier amant se s u i c i d e pour e l l e , son f i l s n a t u r e l est noyi par sa f i l l e Helene, qui d i s p a r a l t avec un m e u r t r i e r , et e l l e de"couvre 1'existence de r e l a t i o n s coupables entre sa f i l l e a d u l t e r i n e Molna et l e demi-frere de c e l l e - c i . Aux yeux de Ba l z a c , tous ces mariages dedastreux posent un probleme extrediement grave pour l a s o c i e t e e n t i e r e , et i l en suggere quatre causes p r i n c i p a l e s , avec quelques remedes p o s s i b l e s , que nous a l l o n s maintenant examiner. , En p a r l a n t , dans l e c h a p i t r e precedent, de 1'ignorance qui est typique de l a jeune f i l l e b a lzacienne, nous avons d i t q u ' e l l e peut nuire au mariage. Voyons maintenant quels dangers cette ignorance amene. Une jeune f i l l e a qui on a soigneuse-ment cach£ toutes l e s r e a l i t e d de l'amour, et su r t o u t l e s aspects physiques, n'aura que des idees t r e s vagues et peut-87 "etre entierement fausses sur ses devoirs envers son nouveau mari. Jusqu'au j o u r meme des noces, on ne l a l a i s s e guere seule avec l u i . E l l e l e v o i t p l u s i e u r s f o i s chez e l l e , quand i l v i e n t l u i p a r l e r en presence de ses parents. De sorte q u ' e l l e ne l e connalt pas vraiment, ne s a i t r i e n de son carac-t e r e n i de ses pensees, e t n'a meme pas l a p o s s i b i l i t e de par-tager avec l u i un b a i s e r respectueux ou une caresse innocente. I I n'est pas t r e s d i f f i c i l e d'imaginer l e s r e a c t i o n s d'une jeune f i l l e comme veronique Sauviat S sa premiere n u i t avec 1 ' i n s e n s i b l e et r e p u l s i f G r a s l i n . E l l e s'est l a i s s e e tromper par son propre reve d'ennoblir et d'adoucir cet inconnu, et par l e s f l e u r s exotiques (qui l u i r a p p e l l e Paul et V i r g i n i e ) e t l e s r i c h e s b i j o u x q u ' i l l u i a donnes. Mais apres e t r e i n i -t i e e aux.verites r e v o l t a n t e s de cette union, e l l e devient mince, sa beaute se fane. Sachant maintenant ce q u ' e l l e a perdu par ce mariage, e l l e cherche a i l l e u r s l'amour q u ' e l l e d e s i r e s i ardemment, et son mari ne sera pas l e pdre de son f i l s . B i e n que J u l i e de C h a t i l l o n e s t c h o i s i s s e elle-rrfeme son mari, par ce q u ' e l l e prend pour l'amour, e l l e a u s s i - e s t t r o p ignorante pour comprendre l e mariage et l'homme q u ' e l l e c r o i t aimer, et e l l e perd bien v i t e ses i l l u s i o n s de jeune f i l l e apres a v o i r s u b i " l a s o u l l l u r e morale d'un rapprochement sans a m o u r . S o n pdre l u i explique que l e s jeunes f i l l e s se forgent souvent des images i d e a l e s et chimeriques des hommes et des sentiments; "puis e l l e s a t t r i b u e n t innocemment a un caractere l e s p e r f e c t i o n s q u ' e l l e s ont revees, et s'y c o n f i e n t ; 88 e l l e s aiment dans l'homme de l e u r choix c e t t e creature imagi-n a i r e ; mais plus t a r d , quand i l n'est plus temps de s ' a f f r a n -c h i r du malheur, l a trompeuse apparence q u ' e l l e s ont e m b e l l i e , l e u r premiere i d o l e e n f i n se change en un squ e l e t t e odieux."^7 Les d i f f i c u l t u s d'Augustine Guillaume ne surviennent pas de sa v i e amoureuse, car e l l e et son mari passent toute une ann£e de bonheur.exquis et p a r f a i t . Mais e l l e a c e c i en commun avec Veronique et J u l i e , q u ' e l l e a u s s i manque d'exp£rience de l a v i e , cett e f o i s - c i c'est l a v i e s o c i a l e , avec ses d i v e r s niveaux i n t e l l e c t u e l s et c u l t u r e l s . "Incapable de deviner l e s rudes chocs q u i r 6 s u l t e n t de 1 ' a l l i a n c e d'une femme aimante avec un homme d'imagination, e l l e c r u t e t r e appelee a f a i r e l e bonheur de c e l u i - c i , sans a p e r c e v o i r aucune disparate entre e l l e e t l u i . " 4 8 Pour e v i t e r de t e l l e s t r a g e d i e s , dues a 1'ignorance des jeunes f i l l e s , Balzac cherche, sans grand succes comme nous 1'avons vu, quelque r e s o l u t i o n du probleme pose par 1'education q u ' e l l e s r e c o i v e n t . A cet egard i l propose, dans l a P h y s i o l o - gie du mariage, de l e u r accorder plus de l i b e r t y . Pourtant i l ne f a i t pas ce t t e suggestion dans l e dessein de rendre plus heureuse l a v i e des jeunes f i l l e s elles-medies, mais uniquement pour ameiiorer l e s mariages et pour rendre p l u s f i d e l e s l e s epouses. I I veut l a i s s e r aux jeunes f i l l e s l a l i b e r t e " d'etre seules avec l e s hommes, de l e s connaitre sous tous l e s aspects de l e u r c a r a c t e r e , l e u r s o p i n i o n s , l e u r s moeurs, a f i n de pou-v o i r b i e n c h o i s i r un mari qui l e u r p l a i s e et a. qui e l l e s pour-ront r e s t e r f i d e l e s . "Je veux [ e c r i t Modeste Mignon a son 8 9 faux poetej f a i r e succeder l e mariage l e g i t i m e a. quelque long mariage des Smes."^9 Dans l a P h y s i o l o g i e , l e romancier va jusqu'a proposer pour l e s jeunes f i l l e s une emancipation s e x u e l l e . Selon l u i , " l a faute d'une f i l l e e s t a peine un d e l i t , s i vous l a comparez a c e l l e commise par l a femme mariee. . . . L'idee de prendre une f i l l e a l ' e s s a i f e r a penser plus d'hommes graves q u ' e l l e ne f e r a r i r e d ' e t o u r d i s . . . . En e f f e t , un mariage cimente" sous l e s auspices du r e l i g i e u x examen que suppose l'amour, et sous 1'empire du desenchantement dont est s u i v i e l a passession, d o i t §tre l a plus i n d i s s o l u b l e de toutes l e s unions."-^ Dans ce texte volontairement scandaleux, Balzac ne veut done donner l a l i b e r t l aux jeunes f i l l e s que pour rendre plus absolue 1'esclavage des Spouses c a r , selon son systeme, "une femme n'a plus a l o r s a reprocher a son mari l e d r o i t l e g a l en ve r t u duquel e l l e l u i a p p a r t i e n t . " ^ ^ D ' a i l -l e u r s , " l e pre'juge* que nous avons en France sur l a v i r g i n i t e des mariees e s t l e plus sot de tous ceux qui nous r e s t e n t . " ^ 2 Une f i l l e f a u t i v e , m§me c e l l e qui a eu un enfant, "est encore innocente; e l l e peut devenir une Spouse f i d e l e , une tendre mdre . . ."53 Dans une l e t t r e a Mme de C a s t r i e s , Balzac e c r i t : "La jeune f i l l e qui f a i t une faute est b i e n autrement sacree que c e l l e q u i r e s t e ignorante et grosse de malheurs pour 1'ave-n i r , par l e f a i t meme de son ignorance." S i c e l a p a r a i t 1'at-t i t u d e d'un e s p r i t t r e s h a r d i , l a phrase suivante r e v e l e que Balzac e s t en r e a l i t e " p l u s c i r c o n s p e c t , meme h y p o c r i t e : "Aussi ne veux-je epouser qu'une veuve. De toute facon i l c r o i t que, l i b r e e t connaissant des sa 90 jeunesse l e s r e a l i t e s de l a v i e , une jeune f i l l e sera armed contre l e s dangers des seducteurs. Sa pudeur n a t u r e l l e l a prot^gera e t e n f i n , "ou e s t l a f i l l e a u s s i peu c a l c u l a t r i c e pour ne pas deviner que l'homme l e plus immoral veut t r o u v e r des p r i n c i p e s chez sa femme, . . . et q u ' a l o r s , pour e l l e , l a v e r t u e s t l e plus r i c h e et l e plus fedond de tous l e s commer-c e s ? " 5 5 Malgre - ses t h e o r i e s r e > o l u t i o n n a i r e s , nous savons b i e n que 1 ' i d e a l de Balzac est l a jeune f i l l e pure et innocente, e t s i nous cherchons dans toute son oeuvre nous n'y trouverons qu'un s e u l exemple d'une f i l l e l i b e r e d , precisement c e t t e m^ me F e l i c i t e des Touches dont 1'Emancipation l a rend inapte au mariage. Toutes l e s autres f i l l e s qui se donnent a un amant paient cher l e u r %6m6r±t6 en bravant l e me'pris de l a soci£t£: Ca r o l i n e Crochard, abandonned par son deuxieme amant, f i n i t dans l a p l u s a f f r e u s e misere, son f i l s arr'ete pour v o l ; Juana de Mancini se devoue au mari me'diocre qu'on l u i trouve hcitive-ment, et quelques anneds plus t a r d l e tue pour sauver 1'honneur de l e u r s enfants; F e l i c i e Cardot (La Muse du dedartement) se f a i t l ' e s c l a v e de l'homme qui l'accepte malgre sa f a u t e ; Blan-che de Cast£ran (Les Chouans) devient r e l i g i e u s e p e d i t e n t e ; M i l e Agathe (Le Medecin de campagne) e t B e t t i n a Mignon expient l e u r s peche*s par l a mort, c e l l e - c i en s u p p l i a n t sa soeur Mo-deste: " l e donne pas ton coeur sans t a main." 5^ Balzac con-f e s s e que l a question e s t i n s o l u b l e : " l a jeune f i l l e se trouve entre l e s h o r r i b l e s dechirements que l u i causent et l e s c a l c u l s d'une v e r t u prudente et l e s malheurs d'une f a u t e . E l l e perd 91 souvent un amour, l e plus d ^ l i c i e u x en apparence, l e premier, s i e l l e r e d i s t e ; e l l e perd un mariage s i e l l e e s t imprudente. S i l a l i b e r t e de l a jeune f i l l e est une maniere proposed par Balzac de redoudre l e probleme de l f i g n o r a n c e des mariees, i l a une autre suggestion r a d i c a l e a 1'egard de l a question economique. Puisque l e s hommes c h o i s i s s e n t s i souvent l e u r femme par l a quantity de sa dot et par des c a l c u l s sur l a f o r -tune q u ' e l l e h e d i t e r a de ses parents, l e romancier demande l a suppression de l a dot et 1' exhededation des f i l l e s : " S e r a i t - c e q u ' i l f a u t marier l e s f i l l e s sans dot et l e s exclure du d r o i t de succeder?"^ 0* demande-t-il. A i n s i on c o n t r a i n d r a i t " l e s hommes a ne se determiner dans l e u r s choix qu'en faveur de c e l l e s qui l e u r o f f r i r a i e n t des gages de bonheur par l e u r s v e r t u s , l e u r c a r a c t e r e , ou l e u r s t a l e n t s . . "Exheredez l e s femmes! [ s ' e e r i e l a malheureuse J u l i e d'Aiglemont (nee de C h a t i l l o n e s t ) ] au moins accomplirez-vous a i n s i une l o i de nature en c h o i s i s s a n t vos compagnes, en l e s epousant au gre des voeux du coeur." Selon M. de S e d i s y (Honorine), un t e l sys-teme r e n d r a i t l e s medages plus heureux et supprimerait "des unions s c a n d a l e u s e s . " ^ Mais, comme i l a r r i v e t a n t de f o i s , en cherchant dans 1'oeuvre 1 ' a p p l i c a t i o n de ce t t e t h e d r i e nous y trouvons p l u t o t des idees tout a f a i t c o n t r a i r e s . Modeste Mignon, qui se p l a i n t que "nous au t r e s jeunes f i l l e s f r a n c h i -ses, nous sommes l i v r e d s par nos f a m i l i e s comme des marchan-dises,- a. t r o i s mois, quelquefois f i n courant," 0 <^ qui condamne l e mariage bourgeois pour edre une a f f a i r e commerciale, n'est que t r o p heureuse d'apprendre que son pere est revenu r i c h e et 92 q u ' e l l e pourra a i n s i o f f r i r une fo r t u n e a son mari. "0 mon pere I d i t Modeste en se c r o i s a n t l e s bras s ur l a p o i t r i n e et l e v a n t l e s yeux au c i e l , t u m'auras donne deux f o i s l a vie!"°3 B i e n sur, 1'exhe'redation n ' e s t qu'une ide'e de reforme e t n'e-x i s t e pas dans l e monde que l e romancier veut peindre t e l q u ' i l e s t , mais Balza c lui-m§me, en bon bourgeois, aime autant qu'un autre 1'argent. I I s a i t que pour un jeune homme d'ave-n i r , dans l a France de son epoque, epouser une f i l l e sans dot s e r a i t l e p i r e des c a t a s t r o p h e s , e t i l r e v a i t lui-m§me de r e n -c o n t r e r une jeune heriti£re r i c h e . E t p u i s , m£tae s i un t e l systeme e x i s t a i t , i l ne s e r a i t qu'une- s o l u t i o n p a r t i e l l e , c ar i l n'empe^cherait n i l e s mariages ou c'est l a jeune f i l l e ou sa f a m i l l e q ui v i s e n t "a l a f o r t u n e de l'homme, n i ceux ou l ' u n ou 1'autre des deux ^poux cherche 1 ' a m e l i o r a t i o n de sa p o s i t i o n s o c i a l e . La t r o i s i e m e q u e s t i o n importante pour B a l z a c a l ' 6 g a r d du mariage, apr^s c e l l e s de 1'ignorance et de 1'argent, c ' e s t l a s u i v a n t e : q u i d o i t c h o i s i r l e mari, l a jeune f i l l e ou ses parents? S i ce sont l e s p a r e n t s , comme dans l e s cas de Vero-nique S a u v i a t , l e s f i l l e s de G r a n v i l l e , l e s f u t u r e s Mmes -de Mortsauf (Le Lys dans l a v a l l e e ) , de Beauseant (La Femme aban-donned), de Langeais (La Duchesse de L a n g e a i s ) , de Cadignan (Les S e c r e t s de l a p r i n c e s s e de Cadignan) e t t a n t d'autres, l e mariage e s t moins q u ' i d 6 a l , et p r o d u i t l e c h a g r i n , l ' a d u l t e r e et me'me l e meurtre (Veronique). Chaque f o i s on n'a pas v r a i -ment c o n s u l t e l a jeune f i l l e e t e l l e £tait t r o p ignorante pour p r o t e s t e r . Quand l a f i l l e elle-m^me c h o i s i t l'homme q u ' e l l e 93 veut epouser, refuse obstinement d'6couter l e s c o n s e i l s de ses parents et f i n i t par l e s persuader ou l e u r desobelr, l e s r£sul-t a t s sont m§me plus ftcheux. J u l i e de C h a t i l l o n e s t , malgre l e s o b j e c t i o n s de son pe~re qui es s a i e de l u i montrer l'6golsme du beau c o l o n e l d'Aiglemont, se marie avec l u i . Augustine Guillaume, quoique son p£re r^pe^te que "pour t r o u v e r l e bon-heur, une femme d e v a i t epouser un homme de sa c l a s s e " et qu' " i l ne f a l l a i t pas que l'un des deux epoux en sut plus que 1'autre, parce qu'on d e v a i t avant tout se comprendre,"^ o b t i e n t son p e i n t r e , car ses parents cedent e n f i n devant l ' i d e e vanlteuse d'avoir pour gendre un homme noble, r i c h e et c ^ l e b r e . Ginevra d i Piombo brave directement l ' a u t o r i t e p a t e r n e l l e et refuse d'ecouter et l e s s u p p l i c a t i o n s et l e s menaces. J u l i e s o u f f r e pendant de longues anneds, l e s deux autres meurent jeunes. Inevitablement, s i une f i l l e se marie contre l e gre de sa f a m i l l e , e l l e en es t punie, m§me s i l e s o b j e c t i o n s sont mal f o n d l e s et tout "a f a i t deraisonnables, comme c e l l e s du vieux Piombo. Qui done va c h o i s i r — l a f i l l e ou l e pere? Dans La Cousine  Bette nous l i s o n s : " l a i s s e z aux jeunes f i l l e s b ien elevees l e choix absolu de l e u r s maris, s i e l l e s sont en p o s i t i o n d'avoir ceux q u ' e l l e s designeront, e l l e s se tromperont rarement. La nature e s t i n f a i l l i b l e . L'oeuvre de l a nature, en ce genre s ' a p p e l l e : aimer a premiere vue. En amour, l a premidre vue est t o u t bonnement l a seconde vue."^ 5 Le docteur Minoret r e -connalt ces m^mes q u a l i t e s i n t u i t i v e s chez sa p u p i l l e U r s u l e . I I s e mblerait que Balzac veut l a i s s e r l e choix a l a jeune 94 f i l l e . Modeste Mignon se reclame l e d r o i t de decider de son propre a v e n i r : "Une jeune f i l l e n'a, dans toute sa v i e , que ce moment ou l a r e f l e x i o n , l a seconde vue, l'expeYience l u i s o i e n t n e c e s s a i r e s . E l l e joue sa l i b e r t e , son bonheur, et vous ne l u i l a i s s e z n i l e cornet, n i l e s des; e l l e p a r i e , e l l e f a i t g a l e r i e . J ' a i l e d r o i t , l a vol o n t e , l e pouvoir, l a per-mission de f a i r e mon malheur moi-meme, et j'en use . . . " 66 Mais en m£me temps, nous trouvons 1'expression d'ide"es qui p a r a i s s e n t tout "a f a i t oppose"es a une t e l l e l i b e r t e . Le docteur Minoret vante " l a sagesse des l o i s q u i l a i s s e n t aux parents l a haute main sur l e mariage de l e u r s enfants. " ^ La jeune f i l l e , ignorante et inexp6rimentee, c o u r r a i t t r o p de ri s q u e s de se tromper, et c'est a ses parents de l a proteger: " s i de tou t temps on a c l o l t r e l e s f i l l e s dans l ' i n t e r i e u r de l a f a m i l l e ; s i Dieu, s i l a l o i s o c i a l e l e s mettent sous l e joug severe du consentement p a t e r n e l , c'est prdcisement pour l e u r e v i t e r tous l e s malheurs . . . " D La c l e f de ce t t e c o n t r a d i c t i o n apparente se trouve dans l e s deux expressions "jeunes f i l l e s b ien e l e v e e s " et "consen-tement p a t e r n e l . " Dans La Comedie humaine, l e s mariages l e s plu s heureux sont ceux ou l a jeune f i l l e , guidee a l a f o i s par son coeur et sa t@te, c h o i s i t l e compagnon de sa v i e et ou l a f a m i l l e approuve son choix des l e debut, en su i v a n t , e l l e a u s s i , l e s p r i n c i p e s d ' a f f e c t i o n et de r a i s o n . Tels sont l e s mariages d'Ursule Mirouet, de Modeste Mignon, de Marguerite Claes, d'Eve.Chardon, de Cesarine B i r o t t e a u et d'Adelalde Le-seigneur de R o u v i l l e , des unions fondees sur un accord i n t e l -95 l i g e n t entre l a jeune f i l l e et sa f a m i l l e . B i e n que Modeste a i t des id£es t r e s romanesques sur l'amour et l e mariage, e l l e d i t a p l u s i e u r s r e p r i s e s : "Je ne me m a r i e r a i jamais qu'avec l e consentement de mon p£re,"°9 et nous sommes c e r t a i n s , par notre connaissance de l e u r s c a r a c t e r e s , qu'aucune de ces c i n q autres f i l l e s ne l e f e r a i t non p l u s . S i l e mariage de Ren£e de Maucombe semble une exception, c'est simplement que l e s r&les sont i n t e r c h a n g e s — l e s parents designent l e mari et l a f i l l e l u i pr£te son approbation, sachant "a quoi e l l e s'engage, capable et redolue de se f a i r e son propre bonheur. La derniere t h e o r i e de Balzac sur l e mariage est p l u s genedale et non seulement comprend l e s t r o i s autres dont nous venons de t r a i t e r , mais a u s s i f a i t p a r t i e d'une des bases e s s e n t i e l l e s de l a pensee de l ' a u t e u r . I I s ' a g i t du c o n f l i t perpetuel dans La Comedie humaine entre l ' i n d i v i d u et l a so-c i e t e . I i e x i s t e une o p p o s i t i o n fondamentale entre l e s i d ^ e s a b s t r a i t e s et theoriques du romancier et l a r e a l i t e concrdte et vivante de son oeuvre. Selon sa pensee, c'est l a s o c i e t e e n t i e r e qui a l e plus d'importance, non pas chaque homme avec ses propres inter§ts personnels, et i l regarde " l a F a m i l l e et non l ' i n d i v i d u comme l e v e r i t a b l e element s o c i a l . Sous ce rapport, au risque d'etre regarde comme un e s p r i t r e trograde, je me range du c6te de Bossuet e t de Bonald, au l i e u d ' a l l e r avec l e s novateurs mo-dernes"70 ( c ' e s t - a - d i r e l e s romantiques). Le due de Chaulieu, en demandant sa fortune "a s a . f i l l e Louise pour l a donner a son f i i s , l u i explique que l a l o i qui proclame l ' e g a l i t e des d r o i t s 96 "a l a succession p a t e r n e l l e a tue 1 ' e s p r i t de f a m i l l e et a f f a i -b l i l a France,7^ en creant " l e plus h o r r i b l e de tous l e s maux: l ' l n d i v i d u a l i s m e . " ? 2 En toute chose, 1 ' i n d i v i d u d o i t se s a c r i -f i e r pour l e bien-e^tre de l a s o c i e t e en general et de l a f a -m i l l e en p a r t i c u l i e r . La jeune f i l l e ne f a i t pas exception a cett e r e g i e , et pour e l l e " l a g l o i r e sera toujours d'enfermer dans l a sphere des convenances l e s plus serr6es, ses ardents c a p r i c e s . . . . A quelque hauteur qu'£ellej . . . se s o i t elevee par l a poesie secrete de ses reVes, e l l e d o i t s a c r i f i e r ses superiorite's sur I ' a u t e l de l a f a m i l l e . " 7 3 g n s e mariant, e l l e d o i t e v i t e r une mesalliance qui p o r t e r a i t a t t e i n t e a l a p o s i t i o n s o c i a l e ou economique de sa f a m i l l e . I I f a u t done que sa volonte s o i t subordonnee a c e l l e de ses parents quand i l s ' a g i t du choix d'un mari. Dans un t e l systeme, l'amour est necessairement secondaire aux c o n s i d e r a t i o n s p l u s pratiques et ne p o u r r a i t e'tre l a base du mariage, surtout pas 1'amour-passion, puisque, en t a n t que f o r c e purement i n d i v i d u e l l e , l a passion e s t un desordre, un element d e s t r u c t e u r dans l a s o c i e -t e , une forme de r e v o l t e que l a societe se v o i t obligee d'ecra-ser et de d e t r u i r e . Les Memoires de deux jeunes mariees sont une demonstration de c e t t e these. Louise de Chaulieu, qui essaie de v i v r e uniquement par et pour l'amour, f i n i t par t u e r son mari par l'exces m§me de sa passion. Tandis que Renee de Maucombe, qui se devoue entierement a. un homme epouse par de-v o i r et a ses enfants, trouve un bonheur t r a n q u i l l e et durable. Cependant, s i nous avons l a l a pensee f r o i d e et th^orique de l a t e t e de B a l z a c , son oeuvre nous r e v i l e au c o n t r a i r e un 9 7 coeur p i e i n de compassion pour l e s a s p i r a t i o n s , l e s souffranees et l e s passions de ses personnages i n d i v i d u e l s , et surtout pour l e s femmes. 1 1 p l a i n t l'esclavage et l e s a c r i f i c e de s o i ex i g ^ s de l a jeune f i l l e e t de l'epouse, tout en l e s recomman-dant. 1 1 f a i t d i r e au due de Chaulieu qui ses p r o j e t s f i n a n -c i e r s sont a l'egard de Lou i s e , " b l e s s a n t s , i n i q u e s . " * ^ E t i l r e c o n n a l t que seulement une grande passion p r o d u i t un grand bonheur. . Bien q u ' i l vante l a conduite de Re ne'e et punie c e l l e de L o u i s e , i l avoue dans une l e t t r e "a George Sand q u ' i l aime-r a i t mieux "etre tu£ par Louise que de v i v r e longtemps avec Rened."75 S i Ginevra d i Piombo et Augustine Guillaume souf-f r e n t et meurent en e x p i a t i o n de l e u r r e V o l t e contre l ' a u t o r i t e p a t e r n e l l e , c e l l e - c i convient "en songeant aux d e l i c e s p r i n t a -n i e r e s de son union . . . qu'une s i r i c h e moisson d'amour e t a i t une v i e e n t i e r e q u i ne pouvait se payer que par du m a l h e u r , " 7 ° e t c e l l e - l a proclame qu' "un bonheur a u s s i grand que l e mien d e v a i t se payer. . . . J ' a i ete s i heureuse, que, s i je recommencais a v i v r e , j ' a c c e p t e r a i s encore notre d e s t i n e e . " 7 7 Semblablement, t o u t en a f f i r m a n t que l e mariage ne peut se fonder sur l'amour, Balzac e s t force de r e c o n n a i t r e qu'un mariage sans amour est malheureux et d^gradant, surtout pour l a femme. C'est pour c e t t e r a i s o n qu'a l a f i n du roman i l rend Renee veYitablement amoureuse de son mari, q u o i q u ' e l l e a i t commence par ne r e s s e n t i r pour l u i que de 1 ' i n d i f f e r e n c e . Le bonheur dans l e mariage b a l z a c i e n , c'est "une f u s i o n complete des sentiments, une p a r f a i t e concordance d'ame,"?0' mais c'est en m§me temps l e bon sens, l e compromis, l a recon-98 naissance des demandes e t des l o i s de l a societe'. I I f a u t que l e s deux epoux s'accommodent a l a vi e s o c i a l e e t f a m i l i a l e , q u ' i l s y p a r t i c i p e n t , q u ' i l s y jouent un r S l e a c t i f et u t i l e , et q u ' i l s n'essaient pas de se renfermer s e u l s dans l e u r amour e g o l s t e . I I nous r e s t e a d i r e quelques mots sur l e s jeunes f i l l e s , assez e x c e p t i o n n e l l e s dans La Comedie humaine, qui ne se ma-r i e n t pas. Dans une t e l l e s o c i e t e , ou l a femme depend f i n a n -cierement de l'homme pour v i v r e et ou l'o n regarde l a v i e i l l e f i l l e comme une c u r i o s i t e , un etr e sans aucun r S l e a jouer, l e s o r t d'une f i l l e seule e s t d'habitude assez dur. F e l i c i t e des Touches, q u i meprise l e mariage, C l o t h i l d e de Gra n d l i e u , qui n'aimera jamais personne sauf Lucien de Rubempre, et R o s a l i e de W a t t e v i l i e , qui r e s t e obse'de'e par Savarus et puis e s t muti-le e dans 1'explosion, ont assez d'argent pour v i v r e inddpen-dentes. Mais pour l a p l u p a r t des jeunes f i l l e s non marines, c e l l e s qui l e sont parce q u ' e l l e s ne sont n i aime'es, n i r i c h e s , n i d'une f a m i l l e noble ou puissante, une v i e heureuse et "nor-male" e s t presque i m p o s s i b l e . E l l e s "deviennent f o l l e s , e l l e s meurent; pour e l l e s aucune p i t i e 1 La beaute, l e s v e r t u s ne sont pas des v a l e u r s " ^ 9 dans l e bazar humain. A i n s i Malvina d ' A l d r i g g e r s o u f f r e et v i e i l l i t en donnant des lecons de piano. Bette F i s c h e r (La Cousine Bette) devient un e^tre monstrueux ronge de j a l o u s i e et de haine. Une f i l l e du peuple, par exem-ple C a r o l i n e Crochard ou Olympe B i j o u , meme en t r a v a i l l a n t s e i z e heures par j o u r comme brodeuse ou c o u t u r i e r e , ne gagne pas assez pour v i v r e e t f i n i t par devenir l a maitresse de 99 quelque homme r i c h e ou bien une p r o s t i t u t e , s i e l l e veut e v i t e r de mourir de faim. Mais l a plupart des jeunes f i l l e s de La Com6die humaine appartiennent a" l a bourgeoisie ou a l a noblesse, e t se marient presque t o u t e s . C'est a ce p o i n t - l a que nous sommes o b l i g e s de l e s q u i t t e r , car e l l e s s o r t e n t du domaine de notre etude pour commencer une nouvelle phase de l e u r e x i s t e n c e , l e u r v i e de femme. CONCLUSION Nous avons a i t dans 1 1 1 n t r o d u c t i o n de ce t t e edude que l a jeune f i l l e de La Comedie humaine e s t d Thabitude moins connue et moins importante que l e s autres personnages. Nous croyons a v o i r montre que, bien q u ' e l l e puisse a v o i r plus ou moins d ' i n -t e l l i g e n c e , d T e s p r i t , d'audace, de courage ou de v o l o n t ^ , e l l e e s t typiquement b e l l e , innocente, ignorante, renfermee dans un m i l i e u s o c i a l tr£s borne et dans une existence assez monotone et peu v a r i e d . Son r $ l e e st plus souvent p a s s i f q u ' a c t i f , ses a c t i o n s i n f l u e n t p a r f o i s sur sa f a m i l l e et sur sa propre des-t i n e e , mais presque jamais sur l a s o c i e t e en ged 6 r a l . En t e r -minant c e t t e d i s s e r t a t i o n , nous o f f r o n s quelques suggestions pour e x p l i q u e r l e peu d Timportance dont j o u i t l a jeune f i l l e dans I 1ensemble de 1'oeuvre balz a c i e n n e . D'abord, l e romancier essaie de modeler son monde imagi-n a i r e sur l a r e a l i t e observed de l a soeiede f r a n c a i s e de l a premiere moitie du dix-neuvieme s i e c l e . Dans c e t t e societe', l e r S l e de l a jeune f i l l e e st en e f f e t t r e s r e s t r e i n t . E l l e ne prend aucune part dans l e s p r o f e s s i o n s , l e s a r t s , l e s s c i e n -ces, l e s evenements s i g n i f i c a t i f s de son epoque, l e s boulever-sements economiques, p o l i t i q u e s et m i l i t a i r e s , l e s grands mou-vements i n t e l l e c t u e l s et c u l t u r e l s . E l l e r e s t e a I ' e c a r t , detached du monde r e e l , du monde des aventures, des grands r i s q u e s , des c o n f l i t s , des t r a g e d i e s , b r e f , du monde qui i n t e -101 r e s s e , q u i anime e t qui i n s p i r e B a l z a c . Ce sont l e s drames de l a v i e q u i e v e i l l e n t son genie, et ce sont p l u t S t l e s hommes, l e s c o u r t i s a n e s et meme, jusqu'a un c e r t a i n p o i n t , l e s femmes mariees q u i p a r t i c i p e n t a ces drames, qui ont l a l i b e r t e " d fac-t i o n necessaire pour rencontrer des gens exceptionnels et pour se t r o u v e r dans ces s o r t e s de s i t u a t i o n s s u s c e p t i b l e s d ' a t t i r e r 1 * a t t e n t i o n d'un romancier. En p l u s , precis£ment parce que l a f i l l e e s t jeune, e l l e n'a pas eu l e temps de devenir une personne t r e s i n d i v i d u a l i -see, d'etre formee par l e s experiences de l a v i e . Sa person-n a l i t e n'est pas encore developp£e et ses habitudes ne sont point determiners. Aux yeux de B a l z a c , e l l e e s t f a c i l e a com-prendre et assez semblable a toutes ses s o e u r s — c a n d i d e , douce et o b e issante. Bien q u ' i l vante sa purete et sa v e r t u , l e s q u a l i t e s humaines q u ' i l admire ve>itablement sont l a f o r c e , 1 ' h a b i l e t e , l e pouvoir de monter 1 ' e c h e l l e , d' " a r r i v e r " , de f a i r e f o r t u n e . Pour l u i , l e s e^tres vraiment f a s c i n a n t s sont ceux q u i , p l e i n s d'energie et ayant a p p r i s l e s r e a l i t e s c r u e l -l e s de l a v i e , se sont f a i t s des c a l c u l a t e u r s , des i n t r i g a n t s et meme de grands c r i m i n e l s , ou bien ceux q u i , s'etant l i v r e s entierement a quelque passion t o u t e - p u i s s a n t e , sont devenus des monomanes, grotesques et monstrueux, mais en quelque so r t e sublimes. La jeune f i l l e n 'appartient pas a "ce t o u r b i l l o n de v i c e s splendides et de passions effrenees ou Balzac a p r e c i p i t e ses e t e r n e l s damnds, hommes ou femmes, tous ceux qui tiennent l e s grands r o l e s d'un bout a 1'autre de La Comedie humaine.""*" Le romancier avoue lui-meme, dans 1'Avant-Propos et dans 102 l a preface du Pere G o r i o t . que l e v i c e e s t plus f a c i l e a p e i n -dre que son c o n t r a i r e , plus i n t e r e s s a n t , plus vari£, et plus repandu dans l a societe'. Pour B a l z a c , comme Paul A l b e r t l ' a d^montre, l a ve r t u "est une, t a n d i s que l e v i c e e s t m u l t i p l e ; i l prend toutes l e s formes, s'abandonne a tous l e s actes , s ' i n genie, se ddmene, e s t tou j o u r s en quete . . . La v e r t u s'ab-s t i e n t , supporter e l l e se defend p l u s q u ' e l l e n'attaque, e l l e se s u f f i t va elle-medie. Done e l l e o f f re peu de ressources au romancier, au dramaturge: e l l e n'a gu'&re qu'une a t t i t u d e et qu'un langage. n <- Et p u i s , l e v i c e a pour Balzac comme un a t t r a i t n a t u r e l : l e s " f i g u r e s de l'honnitete' feminine l u i demeuraient etrangdres e t , malgre' ses r§veries d'amant roman-t i q u e , i n d i f f e r e n t e s . Tandis que l e s c o u r t i s a n e s , accable'es de malheurs, r i c h e s de l e u r genie i n v e n t i f , capables du v e r i -t a b l e amour, s'animaient pour l u i . " ^ E n f i n , s i Balzac e t a i t ce"lebre parmi ses contemporains pour l a place preponderante q u ' i l a s s i g n a i t aux femmes dans La  Gomedie humaine, pour son adoration de l e u r s q u a l i t e s et son indulgence envers l e u r s f a u t e s , i l p o u r r a i t sembler curieux que s i peu d*entre e l l e s s o i e n t des jeunes f i l l e s . Mais nous en trouverons 1 ' e x p l i c a t i o n en nous rappelant que, pour l e romancier, l a femme ne commence pas a v i v r e vraiment que l o r -s q u ' e l l e decouvre l'amour, q u ' e l l e eprouve l a passion. C'est l'amour q ui developpe ses f a c u l t e s , q u i revdle l e denouement de son coeur e t l e s pouvoirs de son Sme. P l u s e l l e s u b i t de passion, p l u s e l l e devient i n t t r e s s a n t e et comple'xe aux yeux de B a l z a c , et plus e l l e merite d'etre analysee. E t s i e l l e 103 est assez ftgee pour a v o i r eu une longue experience sentimen-t a l e , e l l e e s t presque certainement une femme marine p l u t o t qu'une jeune f i l l e . D ' a i l l e u r s , dans sa v i e p e r s o n n e l l e , l e romancier connais-s a i t mieux et pref t r a i t l e s femmes mures, experimentees, et par c e l a amantes s u p e r i e u r e s . De toutes c e l l e s qui compterent pour B a l z a c , "pas une q u i ne f u t plus jeune que l u i . Mme de Be m y est son ainee de vingt-deux ans; Mme d'Abrantds de quin-ze; Mme de C a s t r i e s de t r o i s . E t s i l a comtesse Guidoboni-V i s c o n t i e t Eve Hanska ont a peu pres son a"ge, e l l e s sont, psychqlogiquement, beaucoup plus m u r e s . L e s v i e i l l e s femmes, e c r i t Mme de Mortsauf au jeune F e l i x de Vandenesse, "seront "a vous de coeur; l a p r o t e c t i o n e s t l e u r d e r n i e r amour . . . , e l l e s vous s e r v i r o n t merveilleusement, e l l e s vous prSneront et vous rendront d e s i r a b l e . Fuyez l e s jeunes femmes! . . . La femme de cinquante ans f e r a tout pour vous et l a femme de v i n g t ans r i e n ; c e l l e - c i veut toute votre v i e , 1'autre ne vous deman-dera qu'un moment, une at t e n t i o n . " 5 Cette femme de t r e n t e , de . quarante et meme de cinquante ans est c e l l e qui i n i t i e l'homme aux mysteres et aux nuances de l a passion, et qui l e p o l i t , l e perfectionne et l e s t y l e aux usages du monde. E l l e a i n f i n i -ment plus d'elegance, de grace, de d i g n i t e , de m a i t r i s e de s o i , de s e n s i b i l i t e , d ' e s p r i t que l a jeune f i l l e t i m i d e , gauche e t i n s i p i d e . Meme son visage est plus i n t e r e s s a n t , car ce n'est qu'a p a r t i r de t r e n t e ans qu'une femme a une physionomie carac-t e r i s e e . Quand e l l e a ete amante, epouse, mere, l e s passions, l e s j o l e s e t l e s douleurs v i o l e n t e s se l i s e n t dans sa f i g u r e 104 sublime.° En e f f e t , l a femme idc-l&tre'e de Balzac e s t c e l l e qui a vraiment v^cu, qui a connu l a passion, l a f a u t e , l a souf-france et l e r e p e n t i r . La jeune f i l l e e st done exclue des grandes l u t t e s passion-n£es, non seulement c e l l e s des a f f a i r e s publiques de l a s o c i e -t e , mais a u s s i c e l l e s des sentiments privets des i n d i v i d u s . Pour cette r a i s o n , e l l e ne p o u r r a i t jouer qu'un r<5le secondaire dans 1'oeuvre d'un e d r i v a i n pour qui " l a passion est toute 1'humanite."^ NOTES INTRODUCTION 1 Fernand L o t t e , D i c t i o n n a i r e biographique des personnages f i c t i f s de La Come'die humaine, P a r i s , L i b r a i r i e Jose' C o r t i , [1952], p. x i . 2 L o t t e , D i c t i o n n a i r e biographique des personnages f i c t i f s  de La Comedie humaine; Anonymes, P a r i s , L i b r a i r i e Jose C o r t i , [1956J , p. 9. 3 L e t t r e LXXII, l e 26 octobre 1834, L e t t r e s a I'Etrangfere. P a r i s , Calmann-Levy, 1899, I , 206. 4 I b i d . . p. 205. 5 Mono re" de Bal z a c , Avant-Propos, La Come'die humaine, ed. Marcel Bouteron e t Roger P i e r r o t , P a r i s , B i b l i o t h e q u e de l a Pl&iade, 1959 f c o p y r i g h t 1951] , t o m e x> P« 7. LToutes l e s references aux romans et contes composant La Come'die  humaine de Balzac se rapporteront a cette e d i t i o n (11 tomes, 1955-1960 [copyright 1949-1952]), que nous i n d i q u e -rons sous l e s i g l e CH, s u i v i des numeros du tome et de l a page.] 6 B a l z a c , L e t t r e s a I'Etrangere, I , 205. 7 Avant-Propos. CH, I , 11. 8 A l b e r t Be^guin, Balzac l u et r e l u , P a r i s , E d i t i o n s du S e u i l , 1965, p. 150. 9 Avant-Propos, CH, I , 4. 10 I b i d . , p. 5 11 H. U. F o r e s t , L'Esthetique du roman b a l z a c i e n , P a r i s , Presses U n i v e r s i t a i r e s de France, 1950, p. 144. 12 Andre Allemand, Unite et s t r u c t u r e de l ' u n i v e r s b a l z a c i e n , P a r i s , L i b r a i r i e P lon, 1965, p. 176. 106 CHAPITRE PREMIER 1 Eugenie Grandet. CH, I I I , 480. 2 I b i d . . pp. 488-4^9. 3 I b i d . . p. 488. 4 I b i d . . p. 498. 5 I b i d . , p. 528. 6 Loc. c i t . 7 Loc. c i t . 8 I b i d . , pp. 512-513. 9 I b i d . , p. 528. 10 Helene A l t s z y l e r , La Genese e t l e plan des caracteres dans  I'oeuvre de Balzaq. P a r i s . L i b r a i r i e Fe^lix A l c a n t 1928 f p. 108. ~~~ 11 Eugenie Grandet. CH, I I I , 6O5. 12 I b i d . , p. 606. 13 P h i l i p p e B e r t a u l t , B a l z a c , nouv. 6 d . , P a r i s , H a t i e r , [1962], p. 199. ; 14 Eugenie Grandet. CH, I I I , 629. 15 Andr6 Le Breton, B a l z a c : l'homme et I'oeuvre, P a r i s , L i b r a i r i e Armand C o l i n , 1905, p. 189. 16 B a l z a c , L e t t r e s a 1'Etrangere. I I , 67. 17 Ursule Mirouet. CH, I I I , 303-304. 18 I b i d . , pl. 302. 19 I b i d . , p. 334. 20 I b i d . , p. 331. 21 I b i d . , p. 310. 22 Paul F l a t , E s s a i s sur B a l z a c , P a r i s , L i b r a i r i e P l o n , 1893, p. 62. -23 Ursule Mirouet. CH, I I I , 312. 107 24 I b i d . , p. 350. 25 I b i d . , p. 351. 26 I b i d . , p. 423. 27 I b i d . , p. 452. 28 Ibid. , p. 479. 29 Modeste Mignon. CH, I, 370. 30 Loc. c i t . 31 I b i d . t p. 394. 32 I b i d . , p. 521. 33 I b i d . , p. 389. 34 I b i d . , p. 393. 35 Maurice Bardeche, Une lecture de Balzac, Paris, Les Sept Couleurs, 1964, p. 251. 36 Modeste Mignon. CH. I, 406. 37 I b i d . , p. 469. 38 I b i d . . p. 592. 39 F e l i c i e n Marceau, Balzac et son monde, 4 e £d., Paris, Gallimard, [1955], p. 149. 40 Le Bal de Seeaux, 41 I b i d . , P« 83. 42 I b i d . , P. 78. 43 I b i d . , P. 79. 44 I b i d . , PP . 83-84. 45 I b i d . , P. 83. 46 I b i d . , P. 120. 47 I b i d . , P. 127. 48 Gerard David, «L» Castex, Paris, E d i t i o n s Garnier Freres, 1966, p. 343. 108 49 La Maison du c h a t - q u i - p e l o t e , CH, I , 24. 50 I b i d . , P. 26. 51 Loc. c i t . 52 I b i d . . p. 27. 53 I b i d . , p. 29. 54 I b i d . , p. 34. 55 I b i d . , p. 35. 56 I b i d . . p. 51. 57 A l b e r t Savarus, CH, I , 752. 58 I b i d . . p. 762. 59 I b i d . . pp. 761-762. 60 I b i d . , p. 754. 61 I b i d . , p. 766. 62 I b i d . , p. 770. 63 I b i d . . pp. 815-816. 64 I b i d . , p. 817. 65 I b i d . . p. 850. 66 Andre B e l l e s s o r t , Balzac et son oeuvre, P a r i s , P e r r i n e t C i e , 1924, p. 245. 67 Bardeche, Une l e c t u r e de B a l z a c , p. 256. CHAPITRE I I 1 La Cousine B e t t e , CH, VI, 432. 2 A l t s z y l e r , p. 28. 3 Deux exceptions importantes sont Juana de Mancini (Les  Marana), qui habite l'Espagne, et G a b r i e l l e Beauvouloir (L'Enfant maudit), qui v i t au dix-septieme s i e c l e . 4 Le Cure de v i l l a g e . CH, V I I I , 551. 109 5 La Vendetta, CH, I , 894. 6 I b i d . , p. 896. 7 I b i d . , p. 898. 1 8 La Femme de t r e n t e ans, CH, I I , 792. 9 Le Depute" d ' A r c i s . CH, V I I , 686. 10 La Maison Nucingen. CH, V, 625. 11 Mtmoires de deux .jeunes mariees. CH, I , 175. 12 La Recherche de l ' A b s o l u , CH, IX, 576. 13 Ursule Mirouet. CH, I I I , 397. 14 La Muse du departement, CH, IV, 53. 15 L'Enfant maudit. CH, IX, 717. 16 Les Marana. CH, IX, 820. 17 Le Contrat de mariage, CH, I I I , 94. 18 I b i d . . p. 103. 19 Modeste Mignon. CH, I , 526. 20 I b i d . , p. 488. 21 La Cousine B e t t e , CH, VI , 154. 22 La Femme de tr e n t e ans. CH, I I , 790. 23 La Cousine B e t t e . CH, VI,, 437. 24 La Maison du c h a t - q u i - p e l o t e , CH, I , 21. 25 Les Marana. CH, IX, 800. 26 Le Cure de v i l l a g e . CH. V I I I , 543. 27 H i s t o i r e de l a grandeur et de l a decadence de Ctsar B i r o t -teau, CH, V. 388. ; 28 La Bourse, CH, I , 329. 29 La Maison Nucingen, CH, V, 651. 30 La Recherche de l ' A b s o l u , CH, IX, 493. 110 31 Splendeurs e t misdres des c o u r t i s a n e s . CH, V, 734. 32 L'Enfant maudit. CH, IX, 722. 33 H i s t o i r e de l a grandeur e t de l a decadence de Cesar B i r o t -teau. CH. V. 388. ' ' 34 Le Con t r a t de mariage. CH, I I I , 102. 35 La Recherche de l ' A b s o l u . CH, IX, 543-544. 36 La Bourse. CH, I , 340. 37 L'Enfant maudit. CH, IX, 722. 38 Le Cure de v i l l a g e . CH, V I I I , 547. 39 Le Contrat de mariage. CH, I I I , 103-104. 40 I b i d . , p. 104. 41 Le Depute d ' A r c i s , CH, V I I , 687. 42 Herbert J . Hunt, B a l z a c ' s Come'die humaine, London, Athlone P r e s s , 1959, p. 302, n. 3. 43 M^moires de deux .jeunes mariees, CH, I, 144. 44 Helen T. G a r r e t t , "Balzac's T h e o r i e s on the E d u c a t i o n o f G i r l s f o r M a r r i a g e , " The Modern Language Forum, XXXVI, Nos. 3-4 (Sept.-Dec. 1951), P. 114. 45 La Recherche de l ' A b s o l u . CH, V, 576. 46 Le Cure de v i l l a g e . CH, V I I I , 546. 47 La Peau de c h a g r i n , CH, IX, 116. 48 I b i d . , p. 181. 49 La Maison Nucingen. CH, V, 652. 50 Le Medecin de campagne. CH, V I I I , 479. 51 I n t r o d u c t i o n de l a premiere E d i t i o n d'Eugenie Grandet, CH, XI, 202. . 52 C i t e dans P h i l i p p e B e r t a u l t , I n t r o d u c t i o n a B a l z a c , P a r i s , O d i l i s , [1953] , p. 97. 53 B e a t r i x , CH, I I , 524. 54 La Vendetta, CH, I , 866. I l l 55 I b i d . . p. 867. 56 Marceau, p. 145. 57 P i e r r e t t e . CH, I I I , 740. 58 Les Marana. CH, IX, 800. 59 I b i d . . p. 806. 60 I b i d . . p. 813. 61 Les I l l u s i o n s perdues. CH,. IV, 494. 62 La Cousine B e t t e . CH, VI, 435. 63 La Muse de departement. CH, IV, 54. 64 Les Marana. CH, IX, 818. 65 La Recherche de l ' A b s o l u . CH, IX, 544. 66 La Vendetta. CH, I , 870. 67 I b i d . , p. 866. 68 F o r e s t , p. 143. 69 Les P e t i t s Bourgeois. CH, V I I , 209. 7° P i e r r e t t e . CH, I I I , 712. 71 Le Cure de v i l l a g e . CH, V I I I , 547. 72 Paul F l a t , Seconds E s s a i s sur Balzac. P a r i s , L i b r a i r i e PI on, 1894, p. "143. 73 Ur s u l e Mirouet. CH. I I I . 311. 74 Une f i l l e d'Eve. CH, I I , 63. 75 Avant-Propos. CH, I , 8. 76 Sophie de Korwin-Piotrowska, Balzac et l e monde s l a v e : Madame Hanska et l'oeuvre balzacienne, P a r i s , L i b r a i r i e Ancienne Honore" Champion, 1933, p. 354. 77 P h y s i o l o g i e du mariage. CH, X, 711. 78 A l b e r t Savarus, CH, I , 770. 79 Ursule Mirouet. CH, I I I , 343. 112 80 A l b e r t Savarus. CH, I , 7 7 0 . 81 P h y s i o l o g i e du mariage. CH, X, 707. 82 Une f i l l e d'Bve. CH, I I , 70.. 83 Les Employe's, CH, VI, 866. 84 Les I l l u s i o n s perdues. CH, IV, 494-495. 85 Marceau, p. 1 0 7 . 86 B e a t r i x . CH, I I , 373-374;,,.. 87 I b i d . , p. 378. 88 L' Enfant maudit. CH, IX, 718. 89 I b i d . , p. 728. 90 Une f i l l e d'Eve, CH, IT, 63. 91 I b i d . , pp. 69-70. 92 Bernard Guyon, La Pensed p o l i t i q u e et s o c i a l e de B a l z a c , P a r i s , L i b r a i r i e Armand C o l i n , 1947, p. 555. 93 Les Marana, CH, IX, 807. 94 Charles Seignobos, H i s t o i r e s i n cere de l a n a t i o n f r a n c a i s e : E s s a i d'une h i s t o i r e de I n v o l u t i o n du peuple f r a n c a i s , P a r i s , E d i t i o n s Rieder, 1933, p. 398. 95 Memoires de deux .jeunes mariees, CH, I , 129-130. 96 P h y s i o l o g i e du mariage. CH, X, 658. 97 I b i d . , pp. 659-660. 98 L'Auberge rouge. CH, IX, 984. 99 Le Cure de v i l l a g e , CH, V I I I , 543. 100 La Ra b o u i l l e u s e . CH, I I I , 854. 101 Entre savants. CH, X, 1114. 102 La Maison Nucingen. CH, V, 629-630. 103 Les P e t i t s Bourgeois, CH, V I I , 93. 104 Stendhal, De l'amour, ed. Henri Martineau, P a r i s , Le Divan, 1957, pp. 184 et 190. 113 105 I b i d . , pp. 189-190. 106 I b i d . , p. 193. 107 I b i d . . p. 181. 108 P h y s i o l o g i e du mariage. CH, X, 711. 109 Stendhal, p. 194. 110 P h y s i o l o g i e du mariage, CH, X, 712. 111 Preface de l a premiere e d i t i o n des Scenes de l a v i e p r i v e e , CH, X I , 163.. 112 I n t r o d u c t i o n de l a premiere E d i t i o n d'Eugenie Grandet, CH, X I , 202. 113 P h y s i o l o g i e du mariage, CH, X, 660. 114 Hunt, pp. 313, n. 2 et 421. 115 Marceau, p. 117. 116 La Recherche de l ' A b s o l u . CH, IX, 554. 117 Le Cure de v i l l a g e , CH, V I I I , 545. 118 Une f i l l e d'Eve, CH, I I , 63. 119 P h y s i o l o g i e du mariage, CH, X, 71.1. 120 La Cousine Be t t e . CH, VI, 435-121 Bardeche, p. 264. 122 Les P e t i t s Bourgeois, CH, V I I , 209. 123 Bardeche, p. 241. 124 Le Curt de v i l l a g e , CH, V I I I , 549-550. CHAPITRE I I I 1 Cit£ dans G a r r e t t , p. 114. 2 Henry James, French Poets and N o v e l i s t s , New York, Grosset & Dunlap, [1964] , p. 109. 3 P h y s i o l o g i e du mariage, CH, X, .644. 114 4 I b i d . , p. 649. 5 La Femme de t r e n t e ans. CH, I I , 752. 6 A l b e r t Savarus, CH, I , 8 l 6 . 7 Le Cure de v i l l a g e . CH, V I I I , 549. 8 L*Enfant maudit, CH, IX, 718. 9 Loc. c i t . 10 Loc. c i t . 11 Marceau, p. 149. 12 Le Cure de v i l l a g e . CH, V I I I , 549. 13 F l a t , E s s a i s sur B a l z a c , p. 95. 14 La Femme de t r e n t e ans, CH, I I , 784. 15 I b i d . , p. 792. 16 Hunt, p. 326. 17 La Cousine B e t t e , CH, VI, 172. 18 Ursule Mirouet. CH, I I I , 350. 19 Le PSre G o r i o t , CH, I I , 959. 20 Marceau, p. 148. 21 Eugenie Grandet, CH, I I I , 554-555. 22 I b i d . , p. 534. 23 La Vendetta, CH, I , 882. 24 H i s t o i r e de l a grandeur et de l a decadence de Cesar B i r o t -teau, CH, V, 417. 2 5 A l b e r t Savarus. CH, I , 773. 26 La Maison du c h a t - q u i - p e i o t e , CH, I , 34. 27 Loc. c i t . 28 Eugenie Grandet, CH, I I I , 576. 29 F l a t , Seconds E s s a i s sur Balzac, p. 180. 115 30 Eugenie Grandet. CH, I I I , 576. 31 La Maison du ch a t - q u i - p e l o t e , CH, I , 35. 32 Modeste Mignon. CH, I , 448. 33 Eugenie Grandet. CH, I , 598. 34 Le Cure de v i l l a g e . CH, V I I I , 549. 35 F l a t , Seconds E s s a i s sur Balzac, p. 175. 36 La Recherche de l ' A b s o l u . CH,,IX, 495. 37 Le Curd de Tours. CH, I I I , 822. 38 P i e r r e t t e . CH, I I I , 738-739. 39 I b i d . , p. 715. 40 Modeste Mignon. CH, I , 433. 41 Melmoth r e d o n c i l i e . CH, IX, 279. 42 Eugenie Grandet. CH, I I I , 633-634. 43 Le Cure de v i l l a g e . CH, V I I I , 556. 44 Memoires de deux .jeunes marines. CH, I , 168. 45 Le Cure de v i l l a g e . CH, V I I I , 554. 46 F l a t , E s s a i s sur B a l z a c , p. 195. 47 La Femme de t r e n t e ans, CH, I I , 683-684. 48 La Maison du ch a t - q u i - p e l o t e , CH, I , 35. 49 Modeste Mignon. CH, I , '434. 50 P h y s i o l o g i e du mariage. CH. X, 661-662. 51 I b i d . , p. 662. 52 I b i d . , p. 664. 53 I b i d . , p. 663. 54 Balzac a Mme de C a s t r i e s , 5 octobre 1831, Correspondance, ed. Garnier, I , 591, cite" dans Marie-Henriette F a i l l i e , La Femme et l e Code c i v i l dans La Come'die humaine d'Honore  de Balzac, P a r i s , D i d i e r . \19b8J. p. 64 f n. 261. 116 55 P h y s i o l o g i e du mariage. CH, X, 664. 56 Modeste Mignon., CH. I , 392. 57 Les Marana. CH, IX, 80?. 58 P h y s i o l o g i e du mariage, CH, X, 604. 59 I b i d . . p. 697. 60 La Femme de t r e n t e ans, CH, I I , 753. 61 Honorine. CH, I I , 270. 62 Modeste Mignon. CH, I , 491. 63 I b i d . . p. 467. 64 La Maison du c h a t - q u i - p e l o t e , CH, I , 47. 65 La Cousine B e t t e . CH, VI, 214-215. 66 Modeste Mignon. CH. I , 434. 67 Ursule Mirouet. CH, I I I , 352. 68 Modeste Mignon. CH. I , 490. 69 I b i d . , p. 443. 70 Avant-Propos. CH, I , 9. 71 Memoires de deux .jeunes marines. CH, I , 173-174. 72 Une f i l l e d'Eve. CH, I I , 69. 73 Modeste Mignon. CH, I , 421. 74 Memoires de deux .jeunes marines. CH. I , 421. 75 Notice sur l e s Memoires de deux .jeunes marines, CH, X I , 986. 76 La Maison du ch a t - q u i - p e l o t e . CH, I , 54. 77 La Vendetta. CH, I , 922. 78 Modeste Mignon. CH, I , 435. 79 La Femme de t r e n t e ans. CH. I I , 752-753. 117 CONCLUSION 1 E. Caro, Poetes et romanciers, P a r i s , Hachette, 1888, p. 343. -2 Paul A l b e r t , La L i t t e r a t u r e f r a n g a i s e au dix-neuvieme  s i e c l e , 8© £d., P a r i s , Hachette, ;1910, I I , 261. 3 Be^guin, p. 121. 4 Jean-Claude B r i s v i l l e , "Balzac l e mal-aime",". B'alzac, ed. J u l e s B e r t a u t , P a r i s , Hachette, [1959] , p. 62. 5 Le Lys dans l a v a i l e d , CH, V I I I , 896. 6 La Femme de t r e n t e ans, CH, I I , 838. 7 Avant-Propos, CH, I , 12. BIBLIOGRAPHIE I OEUVRES DE BALZAC La Come*die humaine et Contes d r o l a t i q u e s . Ed. Marcel Bouteron et Roger P i e r r o t . P a r i s , Bibliothe^que de l a P l e i a d e , 1955-1960 [copyright 1949-1952] . 11 tomes. L'Enfant maudit. 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