Open Collections

UBC Theses and Dissertations

UBC Theses Logo

UBC Theses and Dissertations

Marcel Proust : Sodome et Gomorrhe ou l’inversion dans A la recherche du temps perdu McGinnis, Reginald James 1985

Your browser doesn't seem to have a PDF viewer, please download the PDF to view this item.

Item Metadata

Download

Media
831-UBC_1985_A8 M33_4.pdf [ 4.77MB ]
Metadata
JSON: 831-1.0096483.json
JSON-LD: 831-1.0096483-ld.json
RDF/XML (Pretty): 831-1.0096483-rdf.xml
RDF/JSON: 831-1.0096483-rdf.json
Turtle: 831-1.0096483-turtle.txt
N-Triples: 831-1.0096483-rdf-ntriples.txt
Original Record: 831-1.0096483-source.json
Full Text
831-1.0096483-fulltext.txt
Citation
831-1.0096483.ris

Full Text

M A R C E L P R O U S T : S O D O M E E T G O M O R R H E O U . L 1 I N V E R S I O N D A N S A L A R E C H E R C H E D U T E M P S P E R D U B y R E G I N A L D J A M E S M C G I N N I S B . A . , T h e U n i v e r s i t y o f B r i t i s h C o l u m b i a , 1 9 8 3 A T H E S I S S U B M I T T E D I N P A R T I A L F U L F I L L M E N T O F T H E R E Q U I R E M E N T S F O R T H E D E G R E E O F M A S T E R O F A R T S i n T H E F A C U L T Y O F G R A D U A T E S T U D I E S ( T h e D e p a r t m e n t o f F r e n c h ) W e a c c e p t t h i s t h e s i s a s c o n f o r m i n g t o t h e r e q u i r e d s t a n d a r d T H E U N I V E R S I T Y O F A u g u s t © R e g i n a l d J a m e s B R I T I S H C O L U M B I A 1 9 8 5 M c G i n n i s , 1 9 8 5 In presenting this thesis in partial fulfilment of the requirements for an advanced degree at the University of British Columbia, I agree that the Library shall make it freely available for reference and study. I further agree that permission for extensive copying of this thesis for scholarly purposes may be granted by the head of my department or by his or her representatives. It is understood that copying or publication of this thesis for financial gain shall not be allowed without my written permission. Department of The University of British Columbia 1956 Main Mall Vancouver, Canada V6T 1Y3 DE-6(3/81) i i En prenant coirme point de depart l e r e c i t biblique de l a destruction des v i l l e s de l a plaine, l e narrateur adopte une voix d'historien, se f a i t exegete pour fabriquer un mythe d'origine: les descsendants de Sodone. L 1allusion a l a Genese a longtemps egar§ l a critique, laquelle, s'attachant au theme de l a culpabilite, n'a pas su voir que l a theorie proustienne de l'hcmosexualite avait un sens plus profond. Cette these essaie de reexaminer le theme de l a sexualite dans l a Recherche et d 1analyser l e fonctionnement textuel de 1'inversion qui est egalement une metaphore de l a structure meme de l'oeuvre. Le narrateur proustien decrit un monde domine par 1'incertitude et par 1'instability ou toute chose est susceptible de changer, de s'intervertir. Ainsi, a Gcmorrhe, le mensonge tend . vers l a verite, et l a verite vers l e mensonge, et l a situation du narrateur, perpetuellement oblige d'interpreter et de reinterpreter les mensonges d'Albertine, est en ce sens analogue a c e l l e du lecteur du texte proustien - texte dont l a signification est toujours fondamentalement et irreductiblement ambigue. Table des m a t i e r e s I n t r o d u c t i o n Les themes du temps e t de l a memoire ont monopolise injustement 1 1 a t t e n t i o n ( 1 - 2 ) ; Sodome et Gomorrhe, l e theme de 1 ' i n v e r s i o n s e x u e l l e ( 3 - 4 ) ; a u t o b i o g r a p h i e et f i c t i o n ( 4 ) ; l e theme de 1'amour(4-5); " l e s deux sexes mourront chacun de son c o t e . " ( 5 - 6 ) ; J u s t i n O'Brien e t Harry L e v i n ( 6 - 1 2 ) ; Maurice Samuel(12-14); G i l l e s Deleuze(14-16); Jeanne Bem(l6-17); J.E. R i v e r s (17-23). Sodome Sodome I e t l a B i b l e (24-25); l e regard(26-30); l e s l o i s de 1 ' h o s p i t a l i t e ( 3 0 - 3 1 ) ; l e s descendants de Sodome, mythe p r o u s t i e n , l e mensonge, l e v i c e , Sodome et Sion(31-40). Gomorrhe Gomorrhe e s t une enigme(41-42); Gomorrhe e t l e men-songe (42-46); l a s o u f f r a n c e du n a r r a t e u r ( 4 7 - 4 8 ) ; A l b e r t i n e e s t un t e x t e (49-51) ; mensonge e t l i t t e r a -t u re(52-53); r e v e i l s , chambres(54-57); 1 ' i n s t a b i l i t y du monde pr o u s t i e n ( 5 8 - 6 1 ) ; deux c o n v e r s a t i o n s avec Andree(61-67); l e mensonge e t l e temps(68); un t i s s u de mensonges = un t e x t e de f i c t i o n ( 6 9 ) . De 1'Inversion Le theme de l ' i n v e r s i o n s e x u e l l e ( 7 0 - 7 1 ) ; l e menage Vaugoubert(71-7 3); Lea e t Morel(74-77); "Miss S a c r i p a n t " ( 7 8 - 8 0 ) ; l'ambiguite du t e x t e p r o u s t i e n (81-82). iv C o n c l u s i o n L a d i c h o t o m i e S o d o m e - G o m o r r h e ( 8 3 - 8 4 ) ; l a G r e c e e t I s r a e l ( 8 5 ) ; R a c i n e , l e t h e a t r e ( 8 6 ) ; P r o u s t e t l a B i b l e ( 8 7 ) ; S o d o m e ( 8 8 ) ; G o m o r r h e ( 8 8 - 8 9 ) ; i n c e r t i t u d e , i n s t a b i l i t y , i n v e r s i o n ( 9 0 ) ; l ' i n v e r s i o n e t l e t e x t e ( 9 0 - 9 1 ) . N o t e s B i b l i o g r a p h i e 92 107 1 I n t r o d u c t i o n La c r i t i q u e a longtemps propage 1*opinion que l 1 e s s e n c e d'A l a Recherche du temps perdu r e s i d a i t dans 1 ' i n t u i t i o n et l e s o u v e n i r . Naivement a s s u j e t t i e aux i n d i c a t i o n s e x t e r i e u r e s du roman, e l l e c r o y a i t t r o u v e r l e sens de 1'oeuvre dans l e s demonstrations de l a memoire i n v o l o n t a i r e , et a x a i t sa l e c t u r e sur 1'experience de l a madeleine et sur l a r e v e l a t i o n d e f i n i t i v e du Temps r e t r o u v e . Sa p r e o c c u p a t i o n pour l e s themes du temps e t de l a memoire emp§chait d'en v o i r d ' a utres, e t en cherchant a e x p l i q u e r t o u t e 1'oeuvre par 1 ' i n t r o d u c t i o n et l a c o n c l u s i o n , on o u b l i a i t l a p a r t i e p l u s ample du m i l i e u . I l n'est pas etonnant qu'une approche a u s s i r i g i d e n ' a i t pas donne de b r i l l a n t s r e s u l t a t s , et quant a c e t t e l e c t u r e t r a d i t i o n n e l l e de l a Recherche, nous nous rangeons t o u t a f a i t a l ' a v i s d'Anne Henry: " l e N a r r a t e u r , s ' i n t e r r o g e a n t dans l e s vapeurs de sa t a s s e de the, r e f a i s a n t dans l a cour de 1'hotel de Guermantes l e mouvement de q u i trebuche sur des paves inegaux, a monopolise injustement 1 ' a t t e n t i o n . " 1 Des travaux r e c e n t s sur l a genese de l a pensee p h i l o -sophique de Proust ont permis de c o n s t a t e r que l e s t h e o r i e s e s t h e t i q u e s q u ' i l a adoptees pour l a Recherche sont c a l -quees sur c e l l e s des p h i l o s o p h e s allemands du dix-neuvieme s i e c l e - S c h e l l i n g e t Schopenhauer en p a r t i c u l i e r . I l s e r a i t done i n u t i l e de chercher de 1 ' i n n o v a t i o n dans l e 2 contenu meme du d i s c o u r s t h e o r i q u e q u i domine l a deuxieme m o i t i e du Temps r e t r o u v e - d i s c o u r s reposant sur l e p r i n c i p e fondamental que 1'oeuvre d ' a r t d o i t e t r e l e p r o d u i t de 1 ' i n t u i t i o n e t non pas.de 1 ' i n t e l l i g e n c e . La mode berg-sonienne a v a i t justement mis de 1 ' i n t u i t i o n p a r t o u t , e t s i Proust a su s u i v r e c e t t e mode, c ' e t a i t l a un choix c o n s c i e n t , r e f l e c h i , nullement i n t u i t i f . ^ De meme, l e s passages du Temps r e t r o u v e ou l e n a r r a t e u r expose ses t h e o r i e s a r t i s -t i q u e s - c e l l e s - c i e t ant basees sur des t r a i t e s p h i l o s o -phiques du s i e c l e d e r n i e r , ouvrages d ' i n t e l l i g e n c e e t non d ' i n t u i t i o n - f r o l e n t souvent l a c r i t i q u e l i t t e r a i r e , t r a v a i l i n t e l l e c t u e l s ' i l en e s t . . . B r e f , en a p p l i q u a n t l a t h e o r i e a 1'oeuvre q u i l a c o n t i e n t , on s e r a i t amene a p r e f e r e r ce qu'on y trouve d 1 i n t u i t i f a 1'aspect i n t e l l e c t u e l . P r oust a e c r i t l a Recherche en commencant par r e d i g e r l e debut et l a f i n , p u i s , dans une s e r i e i n t e r m i n a b l e de m o d i f i c a t i o n s e t de r a j o u t s , en 1 ' a c c r o i s s a n t par l e m i l i e u - s i b i e n que l e temps a ete r e t r o u v e avant d ' e t r e perdu. S ' i l s ' e s t s e r v i de 1'experience de l a madeleine et de l a r e v e l a t i o n du Temps r e t r o u v e pour donner une s t r u c t u r e au roman, ces evo c a t i o n s n ' e t a i e n t que des moyens d i d a c -t i q u e s au s e r v i c e d'un p r o j e t l i t t e r a i r e p l u s v a s t e . ^ I l l u i f a l l a i t un p o i n t de depart; mais c ' e s t en.depassant l a t h e o r i e q u ' i l a decouvert t o u t e l'etendue de son genie l i t t e r a i r e . 3 Parmi l e s changements q u ' i l a f a i t s u b i r au roman de l a c o n c e p t i o n premiere v e r s 1910 a sa propre mort en 1922, nul n'est p l u s important que 1 ' a d d i t i o n et 1 ' e l a b o r a t i o n de Sodome e t Gomorrhe. Quand, en 1913, l e volume e d i t e par G r a s s e t annonce pour p a r a i t r e en 1914 l e s volumes q u i completeront l a Recherche, i l n'est f a i t aucune mention de ce t i t r e . Dans l a v e r s i o n d e f i n i t i v e , par c o n t r e , Sodome et Gomorrhe I, I I , I I I , et IV - c a r La P r i s o n n i e r e et La F u g i t i v e e t a i e n t d'abord Sodome e t Gomorrhe I I I et IV 5 -r e p r e s e n t e n t m i l l e deux cents pages, s o i t p l u s d'un t i e r s du l i v r e . S i Proust a v o u l u que ce theme occupe une p l a c e a u s s i importante dans son roman, i l f a u t c r o i r e q u ' i l a v a i t ses r a i s o n s . Mais qu'est-ce au j u s t e que l e theme de Sodome e t Gomorrhe, et q u e l l e e s t sa f o n c t i o n dans l a Recherche? V o i l a des q u e s t i o n s q u i ont t r e s peu a t t i r e 1 ' a t t e n t i o n des c r i t i q u e s jusqu'a present, e t nous essayerons d'y repondre au cours des pages q u i vont s u i v r e . On a tou'jours reconnu l a presence du theme de 1'homo-s e x u a l i t y dans l'oeuvre de P r o u s t . Mais pendant de nombreuses annees apres sa mort, i l e t a i t mal vu d'aborder un s u j e t a u s s i genant, de s o r t e que l e s c r i t i q u e s , a u s s i b i e n que t o u t le;:mohde.,oevitaient d ' en p a r l e r . De meme, 1' homosexuality de Proust e t a i t c o n s i d e r e e comme une t a r e , une i m p e r f e c t i o n morale, une maladie; et quand, v e r s l a f i n des annees quarante, on a commence a e c r i r e sur l a s e x u a l i t e dans 4 l a Recherche, on a v a i t tendance a d i s s o c i e r 1 ' i n v e r s i o n s e x u e l l e de son contexte l i t t e r a i r e pour en p a r l e r r e l a t i v e -ment a l a v i e de l'au t e u r . 6 I l s e r a i t absurde de d i r e que 1'homosexualite de Proust e s t sans r a p p o r t avec l e theme de 1'homosexualite dans l a Recherche. Mais t r o p i n s i s t e r sur l e l i e n e n t r e l a v i e e t 1'oeuvre, c ' e s t n e g l i g e r 1'avertissement que Prou s t l u i -meme a v a i t donne a ce s u j e t dans l e Contre Sainte-Beuve: "un l i v r e e s t l e p r o d u i t d'un au t r e moi que c e l u i que nous manifestons dans nos habitudes, dans l a s o c i e t e , dans nos v i c e s . " 7 La s i m i l i t u d e e n t r e 1'existence de Proust et c e l l e q u ' i l a a t t r i b u t e a son n a r r a t e u r - meme cadre chronologique, meme mode de v i e bourgeoise - i n c l i n e a v o i r l a Recherche comme un r e c i t autobiographique. C e t t e e r r e u r e t a i t f r e quente au debut, et 1 ' e c r i v a i n de gemir aupres de P. Souday en 1920: "Je v o i s des l e c t e u r s s'imaginer que j ' e c r i s , en me f i a n t a d ' a r b i t r a i r e s e t f o r t u i t e s a s s o c i a t i o n s d ' i d e e s , l ' h i s t o i r e de ma v i e . " 8 En somme, s i l e roman p r o u s t i e n souleve des qu e s t i o n s i n t e r e s s a n t e s concernant l e r a p p o r t e n t r e 1'autobiographie e t l a f i c t i o n , i l nous semble que c ' e s t 1'etude de 1'oeuvre e t non pas c e l l e de l'homme q u i e s t p l u s apte a e l u c i d e r l e s i n t e n t i o n s de l ' a u t e u r . Des l e debut du premier volume, 1'amour s'annonce comme un theme p r i n c i p a l lorsqu'une femme n a i s s a n t du sommeil de 1'insomniaque d i s p a r a i t dans l e to u r b i l l o n n e m e n t de son 5 r e v e i l . A Combray, l e jeune n a r r a t e u r reve des paysannes du cote de M e s e g l i s e s , e t i l s 1 e p r e n d d'une p e t i t e f i l l e rousse q u i s ' a p p e l l e G i l b e r t e . Le p r o t a g o n i s t e d'Un Amour de Swann s o u f f r e pour une femme q u i l u i e t a i t i n d i f f e r e n t e avant q u ' i l en devienne j a l o u x , e t a b i e n des egards, son amour pour Odette presente l e schema de t o u t e s l e s grandes l i a i s o n s de l a Recherche. Q u ' i l s ' a g i s s e de Swann i n v e c t i v a n t c o n t r e l e s V e r d u r i n pendant sa promenade nocturne au B o i s de Boulogne, du n a r r a t e u r apercevant deux promeneurs dans l e c r e p u s c u l e des Champs-Elysees, ou de Saint-Loup a l l a n t chercher v a i n e -ment tous l e s j o u r s a l a poste des l e t t r e s de sa m a i t r e s s e , c ' e s t t o u j o u r s l a meme h i s t o i r e d'amant j a l o u x e t f l o u e . S i dans l a deuxieme m o i t i e du roman l a c o n f i g u r a t i o n generale des l i a i s o n s amoureuses r e s t e l a m§me, a p a r t i r de Sodome I, l e theme de l a s e x u a l i t e prend une a u t r e dimension. C'est dans c e t t e s e c t i o n r e l a t i v e m e n t c o u r t e que l e n a r r a t e u r , a s s i s t a n t a l a r e n c o n t r e f o r t u i t e e ntre C h a r l u s e t J u p i e n , i n t r o d u i t de fagon e x p l i c i t e l e theme de 1 ' i n v e r s i o n s e x u e l l e . Adaptant des v e r s d'un poeme d ' A l f r e d de Vigny - La C o l e r e de Samson - a ses propres d e s s e i n s , Proust a s s o c i e 1'homosexualite des hommes a Sodome et c e l l e des femmes a Gomorrhe, i l presente l e s sexes comme deux choses opposees et i n c o n c i l i a b l e s . Selon l a p r o p h e t i e de Samson, " l e s deux sexes mourront chacun de son c o t e . O r , dans l a Recherche, Sodome et Gomorrhe sont justement des 6 " c o t e s " , e t on n'a pas assez a p p r e c i e que l a dichotomie Sodome-Gomorrhe a un fonctionnement t e x t u e l semblable a 1 ' o p p o s i t i o n entre l e cote de chez Swann et l e cote de Guermantes... Avant d'entamer no t r e etude, i l c o n v i e n t t o u t e f o i s d'examiner ce qu'on a d e j a e c r i t a propos de l a s e x u a l i t e dans l a Recherche. En decembre, 1949, J u s t i n O'Brien a f a i t p a r a i t r e dans PMLA un a r t i c l e q u i a pour t i t r e " A l b e r t i n e the Ambiguous: Notes on P r o u s t ' s T r a n s p o s i t i o n of Sexes."10 L'argument d'O'Brien, q u i a souvent ete r e p r i s depuis, e s t que l e s l i a i s o n s h e t e r o s e x u e l l e s dont i l e s t q u e s t i o n dans ' -l a Recherche ont ete directement i n s p i r e e s par l e s expe-r i e n c e s d'amour homosexuelles de l ' a u t e u r . En c r e a n t p l u s i e u r s de ses personnages f e m i n i n s , e t s u r t o u t dans l e cas d ' A l b e r t i n e , Proust a u r a i t done "transpose" l e s sexes, ce q u i e x p l i q u e l'apparence e t l a c o n d u i t e g a r c o n n i e r e s de c e r t a i n e s de ses "jeunes f i l l e s " , de meme que sa c o n c e p t i o n p e s s i m i s t e de 1'amour.H E n f i n , i l pretend que ce j e u de " t r a n s p o s i t i o n s " e s t un " s u b t e r f u g e ' a s t u c i e u x " , e t que Proust a denature toute l a p s y c h o l o g i e de 1'amour en peignant c e t t e emotion sous une forme peu f a m i l i e r e a l a p l u p a r t des l e c t e u r s . 1 2 L ' o p i n i o n publique a l ' e g a r d de 1'homosexualite e t a i t 7 beaucoup p l u s r i g i d e en 1949 q u ' e l l e ne l ' e s t de nos j o u r s . V i c t i m e de son epoque, O'Brien f a i t b i e n des s u p p o s i t i o n s q u i p a r a i s s e n t n a i v e s a l a lumiere des recherches sexologiques contemporaines. Par exemple, en a r r i v a n t a l a c o n c l u s i o n que t o u t e t e n t a t i v e pour comparer 1'homosexuality a l ' h e t e r o -s e x u a l i t e e s t un "subterfuge", i l presume; 1) que l e s r a p p o r t s sexuels e t emotionnels e n t r e homosexuels sont i n v a r i a b l e m e n t voues a l'echec; 2) que l e s homosexuels ont necessairement une vue p e s s i m i s t e de 1'amour. De meme, i l i n s i n u e que 1'experience homosexuelle que P r o u s t "transpose" dans l a l i a i s o n e n t r e A l b e r t i n e e t l e n a r r a t e u r e s t une experience i n f e r i e u r e peu digne .de l a l i t t e r a t u r e ; que, puisque 1'amour dont i l e s t q u e s t i o n dans l a Recherche e s t en f a i t homosexuel, i l ne s ' a g i t pas vraiment de 1'amour. O'Brien commence par c i t e r deux passages du J o u r n a l d'Andre Gide q u i l a i s s e n t entendre que Proust a v a i t t r a n s -pose l e sexe de c e r t a i n s de ses personnages. Une f o i s l e s p r i n c i p e s poses, i l donne de nombreux exemples - peu con-v a i n c a n t s pour l a p l u p a r t - de " t r a n s p o s i t i o n " dans l a Recherche: Les prenoms memes de G i l b e r t e , d ' A l b e r t i n e , d'Andree - formes f a c i l e m e n t f e m i n i s e e s de prenoms masculins - ont sans doute frappe tous l e s l e c t e u r s . Typiquement, quand l e jeune Marcel a p e r c o i t G i l b e r t e pour l a premiere f o i s de l ' a u t r e cote de l a h a i e d'aubepines "du cote de chez Swann,"'il ne r e t i e n t que l a c o u l e u r de ses cheveux (d'un blond roux), ses yeux n o i r s (dont i l se s o u v i e n t p l u s t a r d comme etant b l e u s ) , ses taches de rousseur, et un geste indecent q u ' e l l e l u i a adresse. Quoi q u ' i l a i t vu l a l a beche de j a r d i n a g e q u ' e l l e t e n a i t a l a main, i l ne d i t r i e n de ses vetements. P l u s l o i n , i l l a d e c r i t p l u s en d e t a i l , mais seulement en ce q u i concerne son v i s a g e e t ses cheveux; et de temps en temps i l p a r l e de ses vetements quand e l l e joue aux ba r r e s avec l u i dans l e s Champs-Elysees. Meme dans l a scene de sa l u t t e amoureuse avec e l l e d e r r i e r e l e massif de l a u r i e r s quand i l se s e n t a i t s i a t t i r e par son corps, n o t r e r e p r e s e n t a t i o n v i s u e l l e de G i l b e r t e d o i t commencer e t f i n i r par sa toque p l a t e q u i des c e n d a i t assez bas sur ses yeux, l e s n a t t e s de ses cheveux et ses pommettes rouges e t rondes comme des c e r i s e s . 1 3 I c i , comme a i l l e u r s , l e raisonnement d'O'Brien nous p a r a i t f a i b l e . S i l e n a r r a t e u r ne donne que peu de d e t a i l s con-cernant l e corps de G i l b e r t e , ce n'est guere une r a i s o n pour mettre en doute sa f e m i n i t e . On n'a jamais l e moindre i n d i c e sur l e corps de Mme de Guermantes; sa f e m i n i t e e s t pourtant sans eqivoque. Ce n'est c e r t e s pas dans ses "pommettes rouges et rondes comme des c e r i s e s " ou dans l e s "nattes de ses cheveux" q u ' i l f a u t v o i r des t r a i t s de m a s c u l i n i t e ? E t pour ce q u i e s t de f a i r e des "gestes i n d e -c e n t s " ou de l u t t e r d e r r i e r e un massif de l a u r i e r s , i l n'e pas inconcevable qu'une f i l l e t t e , meme de bonne f a m i l l e , a g i s s e de c e t t e maniere. I l e s t v r a i que Proust d e c r i t des f i l l e s q u i f o n t des choses que l e s jeunes f i l l e s ne f o n t ordinairement pas; mais i l n'y a aucun exemple dans l a Recherche d'une f i l l e q u i f a s s e quelque chose qu'une 9 f i l l e ne p o u r r a i t jamais f a i r e . Ceux q u i d i r a i e n t l e con-t r a i r e ont probablement, comme Maurice Bardeche l e s i g n a l e , des idees f a u s s e s concernant l e s habitudes des jeunes d e m o i s e l l e s de l a b e l l e epoque. 1 4 L'argument d'O'Brien e s t a u s s i peu convaincant l o r s q u ' i l p a r l e d ' A l b e r t i n e " l a p r i s o n n i e r e " . " I l e s t i n t e r e s s a n t de remarquer que, malgre l e s longues heures q u ' e l l e passe dans l a chambre de Marcel et frequemment nue, i l n'y a qu'un s e u l passage dans c e t t e s e c t i o n ou e l l e possede un corps incontestablement f e m e l l e . " 1 5 On p o u r r a i t l u i f a i r e remarquer a u s s i q u ' i l n'y a absolument aucun passage ou e l l e possede un corps incontestablement male. Dans une r e p l i q u e a 1 ' a r t i c l e d'O'Brien, Harry L e v i n s o u l i g n e quelques-uns des d e f a u t s de c e t t e t h e o r i e de l a " t r a n s p o s i t i o n " . D'abord, i l met en q u e s t i o n l ' i d e e q u ' i l f a u d r a i t r e t r a n s p o s e r l e s sexes pour comprendre l a v r a i e s i g n i f i c a t i o n de l a Recherche. "J'avance avec r e s p e c t , e c r i t - i l , que quand l e simple acquiescement a l a d e s i g n a t i o n d'un romancier du sexe de son heroine e s t tenu pour errone, nous sommes a r r i v e s a une epoque confuse dans 1 ' h i s t o i r e de l a c r i t i q u e . " I l d i t encore qu'on peut c o n s i d e r e r comment " l e s l i m i t a t i o n s supposees de 1'experience de Proust a i d e n t a e x p l i q u e r c e r t a i n e s ambiguites, c o n f u s i o n s , e t i n v r a i -semblances dans son p o r t r a i t des l i a i s o n s h e t e r o s e x u e l l e s . " Mais i l a j o u t e que " t r o p i n s i s t e r sur ces p o i n t s . . . e s t 10 p r e s u m e r que P r o u s t n ' e s t j a m a i s i n v r a i s e m b l a b l e ou c o n f u s ou ambigu quand i l a b o r d e d ' a u t r e s themes; e t que l e s l i a i s o n s e n t r e l e s s e x e s , quand e l l e s s o n t d e c r i t e s p a r d e s e c r i v a i n s h e t e r o s e x u e l s , s o n t i n v a r i a b l e m e n t c o n v a i n c a n t e s . " Quant a l a n o t i o n que l e p e s s i m i s m e de P r o u s t e n v e r s 1*amour t i e n t a 1 ' h o m o s e x u a l i t y , L e v i n nous r a p p e l l e que " l a l i t -t e r a t u r e nous d i r a i t , s i l a v i e ne p o u v a i t pas l e f a i r e , que d ' a u t r e s hommes s o n t a r r i v e s a l a meme c o n c l u s i o n en s u i -v a n t l a f i l i e r e h a b i t u e l l e . " L e v i n s o u t i e n t que, meme s i P r o u s t a, d a n s un s e n s , e f f e c t u e d e s t r a n s p o s i t i o n s , i l ne se d i s t i n g u e pas en c e l a de n ' i m p o r t e q u e l a u t r e a u t e u r m a s c u l i n q u i v i s e a c r e e r un p e r s o n n a g e f e m i n i n . I I n'y a r i e n , en t o u t c a s , d a n s l e t e x t e de P r o u s t q u i nous o b l i g e a nous r e p r e s e n t e r A l b e r t i n e comme un homme. L e v i n c i t e 1'exemple de D o r o t h y R i c h a r d s o n q u i p e n s a i t que, en d e r n i e r e a n a l y s e , a u c u n homme ne p e u t e c r i r e d'une f a c o n c o n v a i n c a n t e au s u j e t d'une femme. B a u d e l a i r e a en f a i t s e n t i l e dilemme quand, en p a r l a n t de c e qu'on a t o u j o u r s c o n s i d e r e comme un d e s p o r t r a i t s l e s p l u s r e u s s i s d'une femme dans l a l i t t e r a t u r e , i l a d e c l a r e qu'Emma B o v a r y e t a i t un homme. L e v i n a j o u t e que "quand F l a u b e r t a d i t , 'Madame B o v a r y , c ' e s t moi', i l r e c o n n a i s s a i t e x p l i c i t e m e n t l a t r a n s p o s i t i o n . " M a i s i l ne v i e n d r a i t a 1 ' e s p r i t de p e r s o n n e de f a i r e de 1 ' h e r o i n e de F l a u b e r t un h e r o s . S i on l i t " A l b e r t " pour " A l b e r t i n e " et " G i l b e r t " pour " G i l b e r t e " , i l f a u d r a i t , selon L e v i n , qu'en r a i s o n de l ' u n i f o r m i t e on l i s e " Francois" pour "Francoise"; ce q u i est absurde etant donne que son r o l e de servante ne l a i s s e pas d'ambigulte. I I continue: Des que l'on s'engage a ce processus de t r a v e s -tissement, 1'oeuvre se r e d u i t elle-meme a un travestissement. Que penser d'Andree, l ' o b j e t p r i n c i p a l des soupgons j a l o u x du narrateur? Doit-on l a transposer en Andre? S i c'est l e cas, l a s i t u a t i o n se transforme en t r i o homosexuel simple. Mais s i , comme l e professeur O'Brien semble l e penser, A l b e r t r e s t e bisexue (ce avec quoi j e s e r a i s d'accord, excepte qu ' A l b e r t i n e r e s t e elle-meme), i l s'ensuit qu'Andree d o i t e t r e consideree comme une jeune femme normale qui e s t amoureuse d'Albert - en d e p i t de tout l e mal que Proust se donne pour e t a b l i r sa r e p u t a t i o n de lesbienne. Des questions sup-plementaires p o u r r a i e n t se m u l t i p l i e r , mais c e l l e s - c i d e v r a i e n t s u f f i r e pour appuyer mon a s s e r t i o n premiere qu'un changement dans l e sexe d ' A l b e r t i n e cree plus de d i f f i c u l t e s q u ' i l n'en r e s o u t . 1 ^ Cette polemique, survenue relativement t o t dans l ' h i s t o i r e de l a c r i t i q u e proustienne, a u r a i t du s e r v i r de legon a ceux q u i a l l a i e n t s u i v r e . Cependant, de nombreux c r i t i q u e s depuis ont f a i t l e s memes erreu r s d ' i n t e r p r e t a t i o n qu'O'Brien - e r r e u r s qu'on d o i t l u i pardonner etant donne q u ' i l a v a i t l a f r a n c h i s e d'aborder ce s u j e t d e l i c a t a une epoque ou personne d'autre n ' o s a i t l e f a i r e - et l a t h e o r i e de l a t r a n s p o s i t i o n a f i n i par e t r e regue par.'rbeaucoup-'de c r i t i q u e s presque comme v e r i t e u n i v e r s e l l e . 12 Des l e d e b u t de s o n a r t i c l e , O ' B r i e n commet l a f a u t e c a p i t a l e de c o n f o n d r e P r o u s t e t l e n a r r a t e u r . " E t t a n d i s que l e n a r r a t e u r - h e r o s r e s t a i t p r e s q u e l e s e u l exemple d ' i n n o c e n c e dans l e monde d e s Guermantes d e v e n u a t o u t j a m a i s synonyme de Sodome e t Gomorrhe, l e c t e u r p e r s p i c a c e a p r e s l e c t e u r p e r s p i c a c e a v a i t peu a peu d e v i n e l e v r a i P r o u s t s o u s l e ' M a r c e l ' a p e i n e f i c t i f du roman."17 M a i s au l i e u d ' e c l a i r e r q u o i que c e s o i t s u r l a n a t u r e du r e c i t ou s u r l e r o l e du n a r r a t e u r , l a " p e r s p i c a c i t e " d e s l e c t e u r s q u i c r o i e n t qu'on p e u t l i r e " P r o u s t " p o u r " M a r c e l " l e s i n d u i t i n v a r i a b l e m e n t en e r r e u r . Dans un a r t i c l e p a r u en 1960, "The C o n c e a l m e n t s o f M a r c e l : P r o u s t ' s J e w i s h n e s s " , M a u r i c e Samuel p r e t e n d que 1 ' a l l u s i o n aux L a r i v i e r e d a ns Le Temps r e t r o u v e - " l e s e u l nom de gens r e e l s donne dans l e l i v r e " ( 1 1 1 : 8 4 6 ) - permet d ' i d e n t i f i e r P r o u s t a v e c " M a r c e l " . " L e s L a r i v i e r e ' s o n t ' d e s g e n s r e e l s ; q u ' i l s a i e n t e t e t r o u v e s e t i d e n t i f i e s p a r d e s c h e r c h e u r s p r o u s t i e n s ou non e s t s a n s i m p o r t a n c e . M a i s M a r c e l ne p e u t p a s e t r e P r o u s t a c e r t a i n s p o i n t s du r e c i t e t un M a r c e l non i d e n t i f i e a i l l e u r s . . . Une f o i s que M a r c e l e s t P r o u s t i l e s t P r o u s t p o u r de b o n . " 1 ^ L e r a i s o n n e m e n t de Samuel manque evidemment de r i g u e u r ; o r , s i l e s s i m i l i t u d e s e n t r e l a v i e de P r o u s t e t c e l l e q u ' i l a a t t r i b u t e a s o n n a r r a t e u r s o n t p a r f o i s f r a p p a n t e s , l e s d i f f e r e n c e s l e s o n t e n c o r e d a v a n t a g e : " l e v r a i P r o u s t , l a n c e d a n s l e j o u r n a l i s m e 13 des l e l y c e e , a s s o i f f e de s a v o i r t h e o r i q u e , e c r i v a n t dans l a f i e v r e , accumulant des b r o u i l l o n s de t o u t e s o r t e , f a s c i n e par ses m a i t r e s , ambitieux malheureux q u i e v e i l l e l a sus-p i c i o n par ses exces de c o u r t o i s i e j o i n t s a une i n t e l l i g e n c e devant l a q u e l l e d i r e c t e u r s de journaux et e d i t e u r s , mal a l ' a i s e , se derobent pour l u i p r e f e r e r des mediocres - c e t homme-la n'a aucun l i e n de parente avec ce personnage f i c t i f , son N a r r a t e u r , q u i ne t r a v a i l l e jamais, d i a l o g u e avec des aubepines ou des p o i r i e r s en f l e u r et a t t e n d , r e s i g n e et i n a c t i f jusqu'au s e u i l de l a v i e i l l e s s e , de pouvoir e c r i r e parce q u ' i l a compris l e sens de l a v i e , un sens q u i peut s e u l s'accomplir par l ' a r t . " 1 9 En p a r t a n t de c e t t e meprise sur l a nature du r e c i t , Samuel a r r i v e a l a c o n c l u s i o n : "Marcel e s t et veut que nous sachions q u ' i l e s t un homosexuel. I l e s t , et apparemment ne veut pas que nous sachions q u ' i l e s t , juif."2° Samuel a beau e v i t e r l e s u j e t de l a t r a n s p o s i t i o n d ' A l b e r t i n e , en suggerant q u ' i l f a u t se r e p r e s e n t e r un n a r r a t e u r j u i f e t homosexuel, i l c r e e l e s memes problemes de t r a n s p o s i t i o n -e t p l u s encore s i on commence a r e t r a n s p o s e r l e s C h r e t i e n s en J u i f s e t v i c e - v e r s a - que Harry L e v i n a v a i t s i g n a l e s a propos de l ' a r t i c l e de J u s t i n O'Brien. Selon Samuel, s i Marcel i n s i s t e autant sur 1'homosexualite, s 1 i l e s t a u s s i competent en l a m a t i e r e , i l s ' e n s u i t q u ' i l e s t lui-meme homosexuel. Mais ce raisonnement ne s u f f i t certainement 14 pas pour appuyer 1 ' a s s e r t i o n que Marcel - et par e x t e n s i o n Proust - " e s t e t veut que nous sachions q u ' i l e s t un homosexuel." En 1971, l a c r i t i q u e p r o u s t i e n n e a p r i s un nouvel e s s o r . Le c e n t e n a i r e de l a naissance de l ' e c r i v a i n a ete a c c u e i l l i par de nombreux l i v r e s et a r t i c l e s consacres a t o u t e son oeuvre des P l a i s i r s et l e s j o u r s a l a Recherche. C'est v e r s c e t t e epoque que G i l l e s Deleuze a p r e s e n t s une e d i t i o n augmentee de son b r i l l a n t ouvrage, P r o u s t e t l e s signes 2 1 -ouvrage dans l e q u e l i l s o u t i e n t que "l'oeuvre de Proust e s t fondee, non pas sur 1 ' e x p o s i t i o n de l a memoire, mais sur 1'apprentissage des s i g n e s . " 2 2 V i s a n t a une i n t e r p r e t a t i o n g l o b a l e de l a Recherche, Deleuze p a r l e necessairement de l a s e x u a l i t e . Dans un c h a p i t r e q u i s ' i n t i t u l e "Niveaux de l a Recherche", i l :.; remarque que l a complexity de l a t h e o r i e p r o u s t i e n n e e s t grande parce q u ' e l l e met en j e u p l u s i e u r s niveaux: "A un premier niveau", 1'ensemble des amours i n t e r - s e x u e l l e s dans l e u r s c o n t r a s t e s e t l e u r s r e p e t i t i o n s . "A un second niveau", c e t ensemble se d i v i s e lui-meme en deux s e r i e s ou d i r e c t i o n s , c e l l e de Gomorrhe, q u i cache l e s e c r e t chaque f o i s d e v o i l e de l a femme aimee, c e l l e de Sodome, q u i p o r t e l e s e c r e t encore p l u s e n f o u i de m 1'amant. 23 C'est a ce second niveau, q u i n'est pas l e p l u s profond, qu'on trouve l ' i d e e de f a u t e ou de c u l p a b i l i t e . Mais ceux q u i en r e s t e n t au theme de l a c u l p a b i l i t e ou q u i , comme 15 Gide, reprochent a Proust de ne c o n s i d e r e r que des cas d 1 i n v e r s i o n e t d'effeminement ne semblent pas du t o u t com-prendre l ' u l t i m e niveau de l a t h e o r i e p r o u s t i e n n e . On peut c o n s t a t e r que l e theme de l a race maudite ou coupable s ' e n t r e l a c e avec un theme d 1 i n n o c e n c e : l a s e x u a l i t e des p l a n t e s . L o r s de l e u r r e n c o n t r e amoureuse dans Sodome I, Ch a r l u s e s t compare a un bourdon, et J u p i e n a un o r c h i d e e . De 1 ' e x p o s i t i o n des l o i s du monde v e g e t a l e t de l ' a u t o -f e c o n d a t i o n , Deleuze r e t i e n t l ' e s s e n t i e l : chez c e r t a i n e s c r e a t u r e s du regne animal e t du regne v e g e t a l , "l'organe male e s t separg par une c l o i s o n de l'organe femelle."(II:627) "C'est l a que se s i t u e ' l e t r o i s i e m e n i v e a u ' : un i n d i v i d u d'un sexe donn§ (mais on n'est jamais d'un sexe donne que globalement ou s t a t i s t i q u e m e n t ) p o r t e en l u i l ' a u t r e sexe avec l e q u e l i l ne peut pas directement communiquer."24 Le t r o i s i e m e niveau e s t done t r a n s s e x u e l - "ce qu'on a p p e l l e f o r t mal 1'homosexuality"(II:607) - en ce sens q u ' i l designe dans 1 ' i n d i v i d u l a c o e x i s t e n c e de fragments des deux sexes. Chez P r o u s t i l ne s ' a g i t p l u s d'une "'homosexuality g l o b a l e e t s p e c i f i q u e ' ou l e s hommes r e n v o i e n t aux hommes e t l e s femmes aux femmes dans une s e p a r a t i o n de deux s e r i e s , mais d'une 'homosexuality l o c a l e e t non s p e c i f i q u e ' ou l'homme cherche a u s s i b i e n ce q u ' i l y a d'homme dans l a femme, et l a femme, ce q u ' i l y a de femme"dans?l'homme, e t c e l a dans l a c o n t i g u i t y des deux sexes comme o b j e t s p a r t i e l s . " ^ 16 A i n s i , ce que Harry L e v i n a v a i t essaye d 1 e x p l i q u e r par des arguments simples e t l o g i q u e s , Deleuze l e confirme par une analyse p h i l o s o p h i q u e p l u s profonde: S i l ' o n comprend l e sens de ce t r a n s s e x u a l i s m e comme ultime-:niveau de l a t h e o r i e p r o u s t i e n n e , et son r a p p o r t avec l a p r a t i q u e des c l o i s o n n e -ments, non seulement l a metaphore v e g e t a l e s ' e c l a i r e , mais i l d e v i e n t t o u t a f a i t grotesque de s ' i n t e r r o g e r sur l e degre de " t r a n s p o s i t i o n " que Proust dut mettre en oeuvre, c r o i t - o n , pour changer un A l b e r t en A l b e r t i n e . . . C'est l e cas de d i r e vraiment que l a v i e n'apporte r i e n a 1'oeuvre ou a l a t h e o r i e , c a r 1'oeuvre ou l a t h e o r i e t i e n n e n t a l a v i e s e c r e t e par un l i e n p l u s profond que c e l u i de t o u t e s l e s b i o g r a p h i e s . Proust et l e s signes e s t sans doute un des grands monuments de l a c r i t i q u e l i t t e r a i r e des v i n g t d e r n i e r e s annees. Grace a une o r i g i n a l i t e e t a une l u c i d i t e t o u t a f a i t e x c e p t i o n -n e l l e s , Deleuze a r r i v e a e c l a i r e r b i e n des p o i n t s obscurs de 1'oeuvre de P r o u s t . En r e j e t a n t l ' i d e e que son u n i t e c o n s i s t e dans l e souvenir ou dans l a memoire, i l i n c i t e a un reexamen du t e x t e , i l ouvre de n o u v e l l e s v o i e s de recherche. Ses remarques sur l a s e x u a l i t e nous p a r a i s s e n t d'autant p l u s v a l a b l e s q u ' i l c o n s i d e r e ce s u j e t dans l e contexte d'une i n t e r p r e t a t i o n g l o b a l e du roman p r o u s t i e n . En cherchant l a nouveaute, on r i s q u e p a r f o i s neanmoins de d i r e des a b s u r d i t e s . C'est malheureusement l e cas de Jeanne Bern q u i a f a i t p a r a i t r e en 1980 un a r t i c l e dont l e t i t r e p r o m e t t a i t justement beaucoup: "Le J u i f et 1'homo-17 sexuel dans A l a Recherche du temps perdu".27 E l l e a ete l a premiere, en e f f e t , a e t u d i e r c e t t e c u r i e u s e j u x t a p o s i t i o n e n t r e l e J u i f e t 1 *homosexuel, e t c e r t a i n e s de ses obser-v a t i o n s - a propos des drames r e l i g i e u x de Racine, par exemple - sont t r e s i n g e n i e u s e s . C'est done a j u s t e t i t r e qu'on e s t decu d'y t r o u v e r autant de commentaires mal fondes, v o i r e entierement g r a t u i t s . Que l e nom Simonet s o i t o r t h o g r a p h i e avec un s e u l "n", e s t - c e s u f f i s a n t pour e t a b l i r un r a p p o r t e n t r e A l b e r t i n e et Simon l e Maccabee?28 Serge Gaubert a remarque une s o r t e de " j e u de 1'alphabet" dans l e s noms des personnages de l a Recherche.29 Mais son an a l y s e e s t beaucoup p l u s r i g o u r e u s e que c e l l e de Jeanne Bern l o r s q u ' e l l e a f f i r m e que l e nom d ' A l b e r t i n e Simonet v i e n t de l a B i b l e . De meme, ses remarques sur une c o n v e r s a t i o n entre l e n a r r a t e u r et l a patronne d'une maison de passe a propos de Rachel quand du seigneur - "C'est une J u i v e ! Ca ne vous d i t r i e n ? . . . i l me semble que ca d o i t e t r e a f f o l a n t ! Rah!"(1:576) - donnent une f o r t e impression de d e l i r e . "Devant l ' i n f i n i du sens ouvert par l e s i g n i f i a n t de l a j u d e i t e ('Rah!' = Rachel, r a c e , r a l e , r a t , a r t . . . ) , l e d i s c o u r s a r t i c u l e ' s ' a r r e t e . "3 0 C'est en 1980 Sgalement qu'a paru l e premier l i v r e entierement consacre a l a s e x u a l i t e dans l'oeuvre de P r o u s t : Proust and the A r t of Love de J.E. Rivers.31 n e t a i t temps que quelqu'un e s s a i e de p r e c i s e r l a s i t u a t i o n de l a c r i t i q u e 18 p r o u s t i e n n e a ce s u j e t , e t s i Proust and the A r t of Love n'est pas remarquable par son o r i g i n a l i t e , i l l ' e s t par sa p e r s p i c a c i t e et par son envergure. Cet ouvrage e s t fonde sur l e p r i n c i p e que l a m u l t i p l i c i t e de P r o u s t n e c e s s i t e une m u l t i p l i c i t e d 1approches.32 o r , R i v e r s r e j e t t e d'emblee l a n o t i o n que l ' a r t d'un e c r i v a i n s o i t sans r a p p o r t avec sa v i e , e t i l c i t e a u s s i v o l o n t i e r s l e t t r e s de l ' a u t e u r que temoignages sur sa v i e que documents h i s t o r i q u e s pour essayer de" s i t u e r l a Recherche dans son contexte biographique e t c u l t u r e l . R i v e r s n'ignore c e r t e s pas ce que Proust a v a i t d i t a propos de l a methode de Sainte-Beuve, et t o u t en examinant l e s r a p p o r t s e n t r e l a v i e e t 1'oeuvre i l r e s t e c o n s c i e n t de l a d i s t i n c t i o n e n t r e Proust et l e n a r r a t e u r . Un p r o j e t a u s s i v a s t e que c e l u i de R i v e r s a u r a i t f a c i l e m e n t pu echouer. S i l e s i e n a r e u s s i , c ' e s t parce q u ' i l i n s i s t e avant t o u t sur l e t e x t e meme. Q u ' i l p a r l e des a v a n t - t e x t e s de Proust, du Symposium de P l a t o n , de l a s e x o l o g i e con-temporaine ou t r a d i t i o n n e l l e , c ' e s t t o u j o u r s par r a p p o r t au p o i n t c e n t r a l de son t r a v a i l , A l a Recherche du temps perdu. R i v e r s e s t p e u t - e t r e l e premier a a v o i r f a i t des etudes approfondies dans l e domaine de l a s e x u a l i t e avant d'aborder ce theme dans 1'oeuvre de Proust. La p l u p a r t des c r i t i q u e s jusque-15 a v a i e n t eu r e c o u r s a l a t r a d i t i o n f r e u d i e n n e , e t une f o i s q u ' i l s a v a i e n t i d e n t i f i e P r o u s t comme e t a n t un homosexuel, i l s c r o y a i e n t a v o i r t o u t d i t sur l e theme de l a 19 s e x u a l i t e dans l a Recherche. George P a i n t e r , dans sa b i o -g r a p h i e de Prous t , ne trouve pas d'autre e x p l i c a t i o n que c e l l e de Freud:' "Le sang de sa mere l e r a t t a c h a i t a l a t r i b u d'Abraham, son amour i n q u i e t d e v a i t f a i r e de l u i un h a b i t a n t des C i t e s de l a P l a i n e . " 3 3 R i v e r s pretend que l a t h e o r i e freudienne de 1'homosexuality s e r t l ' o r d r e e t a b l i en ce sens q u ' e l l e donne une c o n f i r m a t i o n s c i e n t i f i q u e aux idees recues de notr e s o c i e t e . E l l e d e f i n i t comme maladie t o u t e deviance de l a norme, et l e t r a i t e m e n t c o n s i s t e en des t e n t a t i v e s pour changer 1 ' a t t i t u d e e t l e comportement du s u j e t pour q u ' i l s s o i e n t conformes a ceux de l a s o i - d i s a n t m a j o r i t e . S'appuyant sur l e s travaux r e c e n t s de C A . T r i p p R i v e r s s i g n a l e que s i l e s sexologues ne comprennent t o u j o u r s pas t r e s b i e n l e phenoneme qu'on designe par l e terme hybride d'homosexuality, i l s savent du moins ce en quoi i l ne c o n s i s t e pas. Bref, d'un p o i n t de vue purement o b j e c t i f e t s c i e n t i f i q u e , l a t h e o r i e freudienne de 1'homosexuality -comme tou t e s l e s a u t r e s t h e o r i e s p s y c h i a t r i q u e s f o r m e l l e s -n'a p l u s cours dans l e s m i l i e u x academiques. Quant a 1'homosexuality de Proust l'homme, R i v e r s c r o i t q u ' i l e t a i t capable d'eprouver des sentiments et homo- e t he t e r o - s e x u e l s . A l f r e d C. Kinsey a v a i t d e j a a t t i r e n o t r e a t t e n t i o n sur 1 ' i m p r e c i s i o n des mots "homosexuel" et "he t e r o s e x u e l " en t a n t que s u b s t a n t i f s, 34 e-_ R i v e r s f a i t appel au sens commun en d i s a n t que l e s gouts sexuels, 20 de meme que t o u t a u t r e gout, se man i f e s t e n t pour d i v e r s e s r a i s o n s et sont aptes a changer. I I remarque que s ' i l nous manque des d e t a i l s concernant l e s l i a i s o n s ' h e t e r o s e x u e l l e s de Proust, nous ignorons egalement comment, ou et quand i l a couche avec des hommes. En reponse a ceux q u i c r o i e n t , comme J o c e l y n Brooke,35 que pour e t r e c o n s i d e r e comme un "het e r o s e x u e l " , i l a u r a i t f a l l u que Proust nous montre q u ' i l a v a i t eu des r a p p o r t s sexuels avec une femme e t q u ' i l y a v a i t p r i s p l a i s i r , R i v e r s s i g n a l e q u ' i l s e r a i t d i f f i c i l e d ' o b t e n i r une t e l l e preuve pour n'importe q u e l l e personne, s o i t v i v a n t e s o i t morte. R i v e r s ne cherche n i a n i e r n i a excuser 1'homosexualite de Pr o u s t . I I e s s a i e p l u t o t de d i s s i p e r l e s prejuges q u i ont t o u j o u r s o b s c u r c i ce pheno-mene dans l e but de comprendre l e l i e n e n t r e l a s e x u a l i t y d'un e c r i v a i n et son a r t . En p a r l a n t de l a genese de l a Recherche, R i v e r s a f f i r m e q u ' i l e s t t r o p simple d ' e x p l i q u e r 1'importance de 1'homo-s e x u a l i t y dans l e roman par un sentiment de d e l i v r a n c e que Proust a u r a i t connu apres l a mort de sa mere. Po u r s u i v a n t des t h e o r i e s que Robert Vigneron a soutenues en 193 7 dans une etude genetique de l a Recherche,36 R i v e r s suggere que to u t l e roman a pu s o r t i r d'un p r o j e t que Proust a v a i t en 1908 d ' e c r i r e e t de p u b l i e r un a r t i c l e sur 1'homosexuality. Ce s u j e t a v a i t justement regu beaucoup d ' a t t e n t i o n dans l a presse a l a s u i t e d'une s e r i e de scandales sexuels q u i ont 21 secoue l'Europe de 1895 a 1909: Wilde et MacDonald en A n g l e t e r r e ; Krupp, Eulenberg e t Moltke en Allemagne. Proust a pu s u i v r e de pres l e s developpements de ces proces dans Le F i g a r o , auquel i l e t a i t abonne, et R i v e r s i l l u s t r e de facon convaincante comment i l a r e p r i s l a meme p o l i t i q u e d'homophobie que Harden a v a i t su mener avec t a n t d ' h a b i l e t e c o n t r e l ' i n f o r t u n e Eulenberg pour d e e r i r e "1 1 e x e c u t i o n " de C h a r l u s par Mme V e r d u r i n dans La P r i s o n n i e r e . Dans sa d i s c u s s i o n des r a p p o r t s e n t r e Proust e t son c h a u f f e u r - s e c r e t a i r e A l f r e d A g o s t i n e l l i , R i v e r s demontre que 1 1 etude de l a v i e peut, en e f f e t , e c l a i r e r c e r t a i n s a spects de l ' o e u v r e . Se basant sur l e s m a n uscrits e t sur l a correspondance de l ' a u t e u r , i l e t a b l i t des p a r a l l e l e s f r a p -pants entre l a r e a l i t e e t l a f i c t i o n , et i l semble b i e n que l e "drame A g o s t i n e l l i " de 1913 a 1914 a i t donne naissance a deux volumes e n t i e r s de l a Recherche: La P r i s o n n i e r e e t La F u g i t i v e . Mais s i A l f r e d A g o s t i n e l l i e t a i t l e modele p r i n c i p a l du personnage d ' A l b e r t i n e , i l y en a v a i t d ' a u t r e s , e t pas seuluement des hommes. Sur l e c h a p i t r e des t r a n s -p o s i t i o n s , R i v e r s pense q u ' i l e s t j u s t e de v o i r un " A l b e r t " 3 1 ' i n t e r i e u r d ' " A l b e r t i n e " , e t un " G i l b e r t " a 1 ' i n t e r i e u r de " G i l b e r t e " . " I l f a u t pourtant qu'on l a i s s e 1 ' ' A l b e r t ' a 1 ' i n t e r i e u r d ' ' A l b e r t i n e ' p l u t o t que de 1'en s o r t i r et d'en f a i r e e t a l a g e comme une r e v e l a t i o n de ce que l ' a u t e u r veut d i r e 'vraiment'... P r o u s t n'a pas joue au 'jeu des 22 pronoms 1 parce q u ' i l n ' a v a i t pas beso i n d'y jouer . Les fameuses t r a n s p o s i t i o n s s e x u e l l e s , quand e l l e s ont l i e u , ont l i e u dans 1 ' e s p r i t de Proust, avant q u ' i l ne prenne l a plume."37 Suivant 1'exemple de Roland B a r t h e s , q u i a v a i t p a r l e de 1 ' i n v e r s i o n comme une forme de d i s c o u r s , comme une metaphore pour l a s t r u c t u r e du roman,38 R i v e r s a f f i r m e que 1 ' i n v e r s i o n f o n c t i o n n e a p l u s i e u r s niveaux dans l a Recherche. II remarque que " 1 ' a r t i c u l a t i o n d'un theme m u s i c a l e t p u i s de 1 ' i n v e r s i o n de ce theme... e s t une des techniques l e s pl u s employees dans l a composition musicale de Bach a Bartok."3 9 r j e meme, l e n a r r a t e u r de l a Recherche joue avec p l u s i e u r s s o r t e s d ' i n v e r s i o n : s e x u e l l e , p h i l o s o p h i q u e , e s t h e t i q u e , psychologique, s t r u c t u r e l l e ; e t d'un p o i n t de vue s t y l i s t i q u e , l e r e c i t p r o u s t i e n se c a r a c t e r i s e par une technique que son n a r r a t e u r a p p e l l e " l e cote Dostoievsky de Mme de Sevigne" - technique q u i e s t en elle-meme une i n v e r s i o n r a d i c a l e de 1'esthetique t r a d i t i o n n e l l e , e t q u i c o n s i s t e a "nous p r e s e n t e r l e s choses dans 1'ordre de nos p e r c e p t i o n s , au l i e u de l e s e x p l i q u e r d'abord par l e u r cause." (1:653) Ce rapprochement entre l ' a r t e t l a s e x u a l i t e e s t d'une importance c a p i t a l e , en ce sens que l a t h e o r i e p r o u s t i e n n e de 1 ' i n v e r s i o n s e x u e l l e r e f l e t e t o u t e son e s t h e t i q u e . I l nous semble t o u t e f o i s que, dans sa d i s c u s s i o n de 23 l a s e x u a l i t e , R i v e r s i n s i s t e t r o p s u r d e s q u e s t i o n s s o c i a l e s e t e x t r a - t e x t u e l l e s . "Un r o m a n c i e r , e c r i t - i l , n ' e s t n u l l e m e n t d a ns 1 ' o b l i g a t i o n de m a i n t e n i r une c o r r e s p o n d a n c e u n i v o q u e e n t r e l e monde r e e l e t c e l u i q u ' i l c r e e d a n s son roman."40 M a i s une f o i s l e p r i n c i p e p o s e , R i v e r s ne c e s s e p a s d'y manquer en r e p r o c h a n t a P r o u s t de ne pas d i r e " l a v e r i t e " s u r 1 ' h o m o s e x u a l i t y . T o u t en r e c o n n a i s s a n t l a v a l e u r e s t h e -t i q u e de l a t h e o r i e p r o u s t i e n n e , i l semble p r e f e r e r que 1 ' o e u v r e l i t t e r a i r e s o i t c o n f o r m e a l a v i e " r e e l l e " . " M a l -h e u r e u s e m e n t , l e roman p e r d en * V e r i t a s ' c e q u ' i l gagne en c o m e d i e , en s a t i r e , e t en c o h e r e n c e e s t h e t i q u e . " 4 1 M a i s on s a i t que l ' a r t n ' e s t n i v r a i n i e x a c t , du m o i n s pas d ans l e s e n s ou R i v e r s e n t e n d l e mot " V e r i t a s " . Le n a r r a t e u r de l a R e c h e r c h e s ' i n t e r r o g e l o n g u e m e n t s u r l a n a t u r e e s s e n -t i e l l e m e n t mensongere de l a l i t t e r a t u r e . I l d e c o u v r e a u s s i l a v e r i t e supreme d a n s 1 ' o e u v r e d ' a r t . B r e f , l e roman p r o u s t i e n s o u l e v e b i e n d e s q u e s t i o n s c o n c e r n a n t l a v e r i t e e t l e mensonge dans un t e x t e de f i c t i o n - q u e s t i o n s que J . E . R i v e r s ne se p o s e pas d ans P r o u s t and t h e A r t o f L o v e . Sodome Par c o n t r a s t e avec l e s premiers volumes, dont l e s t i t r e s v iennent du monde d'enfance du n a r r a t e u r , on trouve dans l e cinquieme volume de l a Recherche une a l l u s i o n e x p l i c i t e a l ' A n c i e n Testament: Sodome e t Gomorrhe. En f a i t , 1 ' e v o l u t i o n du n a r r a t e u r jusqu'a ce p o i n t du r e c i t r e p r o d u i t un schema b i b l i q u e ; a s a v o i r l a p r o g r e s s i o n de 1'innocence e t de l a n a i v e t e (Combray)" a 1'experience e t au peche (A 1' Ombre des  jeunes f i l l e s en f l e u r s , Le Cote de Guermantes). Sodome I marque une a u t r e etape dans son acheminement vers l'age a d u l t e ; o r, en a s s i s t a n t a l a re n c o n t r e entre C h a r l u s e t Jupien, i l decouvre 1'existence de Sodome, f r a n c h i t l e s e u i l du v i c e . C'est a ce moment d e c i s i f egalement que l e nar-r a t e u r i n t r o d u i t de facon f o r m e l l e l ' A n c i e n Testament, e t i l s ' e t a b l i t des l o r s un r a p p o r t e n t r e 1'homosexualite et l a B i b l e q u i va durer jusqu'a l a f i n du roman. Tantot f i d e l e au r e c i t de l a d e s t r u c t i o n des c i t e s de l a p l a i n e , t a n t o t c a p r i c i e u x , l e n a r r a t e u r se permet de f o u r n i r des d e t a i l s qu'on ne trouve pas dans l a B i b l e -p a r f o i s a un t e l p o i n t que Sodome I en d e v i e n t une r e e c r i -t u r e - a l o r s que l e s s i m i l i t u d e s l e s p l u s remarquables e n t r e ces deux t e x t e s p o u r r a i e n t passer inapergues. Dans son i n t e r p r e t a t i o n de l a Genese, l e n a r r a t e u r pose p l u s de problemes q u ' i l n'en r e s o u t ; ce q u i donne a Sodome I un 25 un c a r a c t e r e non moins ambigu que l e t e x t e b i b l i q u e dont i l s ' i n s p i r e . En p a r t a n t du r e c i t de l a Genese e t de 1 ' a s s o -c i a t i o n e n t r e l a sodomie, l e v i c e , e t l a c u l p a b i l i t e , l e n a r r a t e u r pose des qu e s t i o n s dont on ne p a r l e pas dans l e t e x t e hebreu, mais de t e l l e s o r t e q u ' i l e s t d i f f i c i l e de d i r e ou l a Genese f i n i t e t ou Proust commence. Mais Pr o u s t n'a c e r t e s pas pour but de r e c r e e r f i d e l e -ment t e l passage de l a B i b l e . Pour l u i , l a Genese n'est qu'un p o i n t de depart. Tout ce que nous savons sur 1 1 homosexualite, d'apres 1 ' i n t e r p r e t a t i o n t r a d i t i o n n e l l e de l a B i b l e , e s t que c e t a c t e e s t une abomination,! a l o r s que, chez Proust, l a sodomie pose des qu e s t i o n s psychologiques e t s o c i a l e s dont i l n 'est pas f a i t mention dans l e t e x t e hebreu. S i l e l i e n p r i n c i p a l e ntre l a Recherche e t l a J B i b l e repose sur l e con-cept du crime et du chatiment,. i l y a une o p p o s i t i o n c a p i t a l e qu'on a souvent n e g l i g e e ; a s a v o i r que - contrairement a 1 ' i n t e r p r e t a t i o n t r a d i t i o n n e l l e de l a B i b l e , s e l o n l a q u e l l e 1'homosexualite e s t c o n s i d e r e e comme un crime c o n t r e l a nature - 1 ' i n v e r s i o n s e x u e l l e comporte, dans l a Recherche, un aspect de beaute et meme de n a t u r e l . ^ Mais pour b i e n i l l u s t r e r l e s s i m i l i t u d e s et l e s d i f -f e r e n c e s e n t r e Sodome I e t l a Genese, i l f a u d r a i t passer a 1'etude des deux t e x t e s . Pendant l a "scene des deux muets" jouee par C h a r l u s e t Ju p i e n au debut de Sodome I, l e n a r r a t e u r i n s i s t e beaucoup 26 sur l e s yeux. Prenons, par exemple, sa d e s c r i p t i o n de M. de Ch a r l u s s o r t a n t de sa breve v i s i t e a Mme de V i l l e p a r i s i s : "A ce moment, ou i l ne se c r o y a i t regarde de personne, l e s paupieres b a i s s e e s c o n t r e l e s o l e i l . . . i l semblait presque sour i r e . " ( I I : 6 0 3 - 0 4 ) C e t t e i n s i s t a n c e sur l e reg a r d , nous l a trouvons d'un bout a l ' a u t r e du passage; mais pourquoi l e s yeux? Dans ce passage ou l e n a r r a t e u r i n t e r p r e t e d'une maniere f a n t a i s i s t e l e s v e r s e t s de l a Genese, l e s m o d i f i a n t a son gre, l e u r p r e t a n t un a u t r e sens quand i l l u i p l a i t , nous trouvons dans l e s yeux une a l l u s i o n s u b t i l e mais n e t t e a l a Genese, XIX. La Genese se c a r a c t e r i s e , dans 1'ensemble, par un s t y l e l a p i d a i r e . Toutes l e s images qu'on y trouve ont une s i g n i f i -c a t i o n , e t chaque v e r s e t un sens. A i n s i , l a r e p e t i t i o n du mot "regarder" e t 1'importance des yeux sont des t r a i t s f r a p p a n t s du r e c i t de l a d e s t r u c t i o n de Sodome. Rappelons l e s v e r s e t s q u i s'y r a p p o r t e n t : 1) Les hommes se l e v e r e n t de l a e t re g a r d e r e n t du cote de Sodome.(Genese, XVIII, 16) 2) Quand l e s hommes de Sodome cernent l a maison de Loth en l u i demandant de f a i r e s o r t i r l e s . deux hommes q u i sont venus chez l u i pour q u ' i l s l e s c o n n a i s s e n t , l e s anges l e s f r a p p e n t de c e c i t e . ( G e n e s e , XIX, 4-11) 3) Ayant decide de d e t r u i r e l a l o c a l i t e , l e s anges emmenent Loth hors de l a v i l l e e t l u i d i s e n t : "Sauve-toi, sur t a v i e , ne regarde pas d e r r i e r e t o i e t ne t ' a r r e t e pas dans t o u t l e c i r c u i t . . . de peur que t u ne per i s s e s . " ( G e n e s e , XIX, 17) 27 4) E t L o t h d e r e p o n d r e : " V o i c i q u e t o n s e r v i t e u r a t r o u v e g r a c e a t e s y e u x . " ( G e n e s e , X I X , 19) 5) L a femme de L o t h r e g a r d a en a r r i e r e e t d e v i n t u n e s t a t u e de s e l . ( G e n e s e , s 'XIX, 26) 6) A b r a h a m s e r e n d i t d e b o n m a t i n a l ' e n d r o i t o u i l s 1 e t a i t t e n u d e b o u t d e v a n t I a h v e . I I r e g a r d a du c o t e d e Sodome e t d e G o m o r r h e , d u c o t e de t o u t l e p a y s du c i r c u i t , e t i l v i t que l a fumee de l a t e r r e m o n t a i t comme l a fumee d ' u n e f o u r n a i s e . ( G e n e s e , X I X , 2 7 - 2 8 ) 3 S i l e c o n t e x t e e s t d i f f e r e n t , l e s u j e t e s t l e meme. " L e b a r o n , a y a n t s o u d a i n l a r g e m e n t o u v e r t s e s y e u x m i - c l o s , 4 r e g a r d a i t a v e c une a t t e n t i o n e x t r a o r d i n a i r e 1 ' a n c i e n g i l e t i e r s u r l e s e u i l d e s a b o u t i q u e , c e p e n d a n t q u e c e l u i - c i . . . c o n t e m p l a i t d ' u n a i r e m e r v e i l l e 1 ' e m b o n p o i n t du b a r o n v i e i l l i s s a n t . " ( I I : 6 0 4 ) C e t t e p h r a s e e s t t y p i q u e d e l a r e n -c o n t r e e n t r e C h a r l u s e t J u p i e n d a n s l a m e s u r e o u e l l e r e p o s e s u r l e r e g a r d , On p o u r r a i t o b j e c t e r que l e s m o t s " r e g a r d e r " e t " y e u x " s o n t f r e q u e n t s d a n s u n g r a n d nombre de t e x t e s l i t -t e r a i r e s , e t d o n e que l e p a r a l l e l e q u e n o u s v e n o n s d ' e t a b l i r e s t g r a t u i t . P o u r t a n t , s i l e s e u l f a i t d ' i n s i s t e r s u r l e r e g a r d ne s u f f i t p a s p o u r c o n v a i n c r e c e u x q u i s e m e f i e r a i e n t de c e r a p p r o c h e m e n t , l a m a n i e r e d o n t P r o u s t y i n s i s t e d o i t d i s s i p e r t o u s l e s d o u t e s q u ' o n p o u r r a i t a v o i r a c e s u j e t . 5 O r , i l y a d e u x a u t r e s e l e m e n t s d a n s l e r e c i t d e l a G e n e s e que P r o u s t e m p l o i e en a s s o c i a t i o n a v e c l e s y e u x d a n s l a d e s c r i p t i o n de l a r e n c o n t r e e n t r e C h a r l u s e t J u p i e n : l e c i e l e t l e s o l e i l : 28 Le s o l e i l s ' e t a i t l e v e sur l a t e r r e quand Loth a r r i v a a Soar. E t Iahve f i t p l e u v o i r sur Sodome et sur Gomorrhe du s o u f r e et du f e u provenant de Iahve, des c i e u x . (Genese, XIX, 23-24) C e t t e a s s o c i a t i o n e s t evide n t e des l e debut de l a scene q u i se passe dans l a cour de l ' h o t e l de Guermantes lo r s q u e M. de Ch a r l u s s o r t de chez Mme de V i l l e p a r i s i s " l e s paupieres b a i s s e e s c o n t r e l e s o l e i l ; " ( I I : 6 0 3 ) et l e l i e n e n t r e l e s yeux et l a v i l l e de l a p l a i n e e s t incontestablement con-f i r m s p l u s l o i n quand, v e r s l a f i n de c e t t e "scene'des-deux muets", l e n a r r a t e u r observe: "Dans l e s yeux de l'un e t de l ' a u t r e , c ' e t a i t l e c i e l , non pas de Z u r i c h , mais de quelque c i t e o r i e n t a l e dont j e n'avais pas encore devine l e nom, q u i v e n a i t de se lever."(II:605-06) Le f a i t que l e c i e l e x i s t e dans l e s yeux de C h a r l u s e t de J u p i e n implique l ' i d e e d'une c o n t i n u i t y , d'une rac e ; i l exprime l e concept d'un monde ou 1 ' e s p r i t et l a nature ne sont pas separes.6 Grace a l ' e v o c a t i o n du c i e l e t du s o l e i l se Sodome,,la cour de l ' h o t e l de Guermantes se trouve meta-morphosee, en quelque s o r t e , en c i t e de l a p l a i n e , et ce l i e n avec 1 ' I s r a e l a n c i e n s e r t a mettre a une e c h e l l e u n i -v e r s e l l e l a r e n c o n t r e e n t r e C h a r l u s e t J u p i e n . Car, ce n'est qu'en d i s s o c i a n t c e u x - c i de l e u r cadre s o c i a l pour l e s s i t u e r dans l e royaume de l ' a b s o l u que l e n a r r a t e u r peut p a r l e r de facon convaincante de 1'homosexuality s e l o n l e s l o i s de l a nature humaine. Tout en etant l e code l e g a l e t c u l t u r e l d'un 2 9 peuple, 1'Ancien Testament est: une p e i n t u r e de l'homme dans son essence, une e x p r e s s i o n t r e s pure de 1'existence. Dans l e s d e s c r i p t i o n s de l i e u , par exemple, on ne trouve pas de d e t a i l s s u p e r f l u s , e t on peut t o u t resumer dans un schema e s s e n t i e l : l'homme et Dieu; l a t e r r e e t l e c i e l . La compa-r a i s o n avec l a B i b l e qu'on trouve dans Sodome I c o n s t i t u e un passage du p a r t i c u l i e r ( l a r e n c o n t r e amoureuse) au g e n e r a l (1'homosexuality en t a n t que phenomene de l a nature humaine), et l e sentiment de l ' e t e r n i t e q u i decoule de c e t t e a l l u s i o n a une epoque l o i n t a i n e r e j o i n t l e theme c e n t r a l du temps e t , a i n s i , f o u r n i t un c o n t r e p o i n t aux d e s c r i p t i o n s souvent comiques de l a r e n c o n t r e e n t r e C h a r l u s et J u p i e n . "Cette scene n ' e t a i t , du r e s t e , pas p o s i t i v e m e n t comique, e l l e e t a i t empreinte d'une etr a n g e t e , ou s i l ' o n veut d'un n a t u r e l dont l a beaute a l l a i t c r o i s s a n t . " ( I I : 6 0 5 ) En e f f e t , c e t aspect de beaute et de n a t u r e l accorde a 1 1 homosexuality dans Sodome I entre t r e s souvent dans 1 ' a s s o c i a t i o n entre l e s yeux, l e s o l e i l , l e c i e l e t l a v i l l e de l a p l a i n e . Reprenons 1'exemple de M. de C h a r l u s s o r t a n t de chez Mme de V i l l e p a r i s i s : " C l i g n a n t des yeux c o n t r e l e s o l e i l , i l semblait presque s o u r i r e , j e t r o u v a i s a sa f i g u r e vue a i n s i au repos et comme au n a t u r e l quelque chose de s i a f f e c t u e u x , de s i desarme..."(II:604) De meme, dans l e developpement q u i precede l a phrase que nous avons c i t e e p l u s haut, "dans l e s yeux de l ' u n ' e t de 1'autre, c ' y t a i t l e 30 c i e l . . . de quelque c i t e o r i e n t a l e , " ( I I : 6 0 5 ) i l e s t q u e s t i o n de " l a beaute des regards de M. de C h a r l u s e t de J u p i e n . " (11:605) Nous avons du mal a v o i r l a , dans un passage auquel Proust a apporte un s o i n p a r t i c u l i e r , 7 un e f f e t de pur hasard. Bien au c o n t r a i r e , i l nous semble qu 1 en melant ce cote p o s i t i f de 1'homosexualite a l ' a l l u s i o n b i b l i q u e , l ' a u t e u r s o u l i g n e ce en quoi son p o i n t de vue d i f f e r e des o p i n i o n s t r a d i t i o n n e l l e s sur ce s u j e t . L'homosexuality e s t done, en s o i , quelque chose de n a t u r e l e t de beau. Un peu p l u s l o i n , nous trouvons une a u t r e d i f f e r e n c e du r e c i t de l a Genese en apprenant que J u p i e n , descendant de Sodome, e s t e n c l i n a 1 1 h o s p i t a l i t y . Pour entamer l a c o n v e r s a t i o n , C h a r l u s demande du feu a J u p i e n , remarquant a u s s i t o t q u ' i l a o u b l i e ses c i g a r e s ; et quand l e g i l e t i e r l u i demande d ' e n t r e r en l u i o f f r a n t " t o u t ce q u ' i l voudra", l e n a r r a t e u r observe: "Les l o i s de 1'hos-p i t a l i t y 1'emporterent sur l e s r e g i e s de l a c o q u e t t e r i e " (11:606) - remarque i r o n i q u e , sans doute, dans l a mesure ou 1 ' h o s p i t a l i t e e s t , en 1'occurrence, p r o p i c e a l a c o q u e t t e r i e . Mais c e t t e a l l u s i o n b i b l i q u e n'est pas, pour autant, sans s i g n i f i c a t i o n . Dans l a Genese, c ' e s t Loth, 1'etranger venu se j o u r n e r parmi l e s Sodomites q u i a c c u e i l l e l e s deux anges envoyes par Iahve, a l o r s que l e s hommes de Sodome, en l u i demandant de l e s f a i r e s o r t i r "pour q u ' i l s l e s c o n n a i s s e n t " , ne r e s p e c t e n t pas l e s l o i s de 1 ' h o s p i t a l i t e . 8 Par c o n t r e , s i J u p i e n a p p a r t i e n t a l a " r a c e m a u d i t e " , en d o n n a n t 1 ' h o s p i -t a l i t y a M. d e C h a r l u s v e n u en v i s i t e a l ' h o t e l d e G u e r -m a n t e s , i l s e m o n t r e r e s p e c t u e u x d e s a n c i e n n e s l o i s , c e e n q u o i i l s e d i s t i n g u e de s e s a n c e t r e s . S i d a n s l a d e s c r i p t i o n de l a r e n c o n t r e e n t r e C h a r l u s e t J u p i e n l e s a l l u s i o n s a l a G e n e s e s o n t i m p l i c i t e s e t s u b t i l e s , l e n a r r a t e u r r e p r e n d o u v e r t e m e n t l e theme d e l a d e s t r u c t i o n d e s c i t e s d e l a p l a i n e d a n s l a c o n c l u s i o n de Sodome I , r o u i l r a c o n t e un v e r i t a b l e m y t h e d ' o r i g i n e : c e l u i d e s d e s c e n -d a n t s de S o d o m e , de l a r a c e m a u d i t e . 9 E n p a r l a n t d e s h o m o -s e x u e l s comme une r a c e , 1 0 e t en d e c r i v a n t l e u r r o l e d a n s l a s o c i e t e o c c i d e n t a l e d e p u i s 1 ' I s r a e l a n c i e n j u s q u ' a u d e b u t d u v i n g t i e m e s i e c l e , l e n a r r a t e u r a b o r d e l e meme g e n r e d e q u e s t i o n q u ' o n t r o u v e d a n s l a G e n e s e ; c ' e s t - a - d i r e l e s q u e s t i o n s e s s e n t i e l l e s c o n c e r n a n t l e s o r i g i n e s , l a n a t u r e e t l e c o m p o r t e m e n t de l ' h o m m e . C e s q u e s t i o n s s o n t de c e l l e s q u ' o n p e u t se p o s e r m a i s q u ' o n ne p e u t p a s e x p l i q u e r a v e c c e r t i t u d e ; o r , a v r a i d i r e , n o u s i g n o r o n s n o s p r o p r e s o r i -g i n e s e t , a p l u s f o r t e r a i s o n , c e l l e s d e 1 ' h o m o s e x u a l i t y . P o u r r e n d r e c o m p t e de 1 ' i n e x p l i c a b l e , c e u x q u i o n t r e -d i g e l ' A n c i e n T e s t a m e n t o n t eu r e c o u r s a d e s i m a g e s e t a l a m y t h o l o g i e . E n p r e n a n t l e u r s e c r i t s a u p i e d d e l a l e t t r e , o n a t e n d a n c e a d e f o r m e r l a s i g n i f i c a t i o n du t e x t e , c e q u i a b o u t i t a d e s i n t e r p r e t a t i o n s l o i n d e s i n t e n t i o n s d e l ' a u -t e u r . S e m b l a b l e m e n t , d a n s Sodome I, l e n a r r a t e u r s ' a t t a q u e 32 a d e s p r o b l e m e s m a l c o m p r i s e t q u i p a r a i s s e n t , en e f f e t , i m p o s s i b l e s a e x p l i q u e r a v e c c e r t i t u d e . T N o u s v o y o n s d o n e 1 ' i n t r o d u c t i o n d e l a n o t i o n d e r a c e comme une t e n t a t i v e p o u r c o m p r e n d r e u n p h § n o m e n e s o c i a l q u i e x i s t e d e p u i s t o u j o u r s , m a i s d o n t o n i g n o r e l e s o r i g i n e s e t l e s e n s . Une i n t e r p r e -t a t i o n t r o p s t r i c t e de c e p a s s a g e a b o u t i r a i n f a i l l i b l e m e n t a d e s c o n c l u s i o n s n e g a t i v e s 1 1 - comme c e u x q u i , en e c o u t a n t t e l e x t r a i t d ' u n e s y m p h o n i e de B e e t h o v e n ou d e M o z a r t , d i r a i e n t q u e l e c o m p o s i t e u r n ' a f a i t q u ' a l l e r de l a t o n i q u e a l a d o m i n a n t e . P o u r b i e n c o m p r e n d r e Sodome I, i l f a u t a c c o r d e r u n e c e r t a i n e l i b e r t e a u t e x t e , 1 ' i n t e r p r e t e r comme une o e u v r e d ' a r t s a n s t r o p s ' a t t a r d e r aux d e t a i l s t e c h n i q u e s . I I n o u s s e m b l e , de t o u t e m a n i e r e , que P r o u s t S t a i t b e a u c o u p p l u s u n p e n s e u r c o n c e p t u e l q u ' u n t e c h n i c i e n . A 1 ' a v a n t - d e r n i e r e p a g e de Sodome I, l e n a r r a t e u r r e p r e n d l e s t h e m e s b i b l i q u e s p o u r c o n c l u r e s o n " e s s a i " s u r 1 ' i n v e r s i o n s e x u e l l e : C a r l e s d e u x a n g e s q u i a v a i e n t e t e p l a c e s aux p o r t e s de Sodome p o u r s a v o i r s i s e s h a b i t a n t s , d i t l a G e n e s e , a v a i e n t e n t i e r e m e n t f a i t t o u t e s c e s c h o s e s d o n t l e c r i e t a i t monte j u s q u ' a l ' E t e r n e l , a v a i e n t e t e , o n ne p e u t q u e s * en r e j o u i r , t r e s m a l c h o i s i s p a r l e S e i g n e u r , l e q u e l n ' e u t du c o n f i e r l a t a c h e q u ' a u n S o d o m i s t e . ( 1 1 : 6 3 1 ) On s e n t d a n s c e t t e a l l u s i o n a l a G e n e s e u n e n o t e d ' i r o n i e . L ' a b s e n c e de D i e u d a n s l e monde p r o u s t i e n a y a n t e t e s o u v e n t c o n s t a t e e p a r l a c r i t i q u e , l e s t e r m e s b i b l i q u e s , comme 33 l ' " E t e r n e l " et l e "Seigneur", sonnent un peu faux i c i , ce q u i c r e e une impression humouristique. En f a i t , l e n a r r a t e u r se permet b i e n des l i b e r t e s avec l e r e c i t de l a Genese, e t c ' e s t sur un ton d ' i n s o u c i a n c e t o t a l e a 1'egard du t e x t e hebreu q u ' i l d e c r i t l a f u i t e des Sodomites de l a v i l l e maudite devant l e s anges de Dieu dupes. C e t t e e r r e u r d i v i n e - - i l n'en es t pas q u e s t i o n , b i e n entendu, dans l a B i b l e - sous-entend une ignorance de l a p a r t de Dieu envers 1'homosexuality, et l e d i s c o u r s q u i s u i t e s t une s o r t e de r e f u t a t i o n du r e c i t de l a Genese, ou p l u t o t de 1 ' i n t e r p r e t a t i o n t r a d i t i o n n e l l e qu'on en a donnee. Les remarques du n a r r a t e u r au s u j e t de l'incom-^--petence des deux anges - "on ne peut que s 1 en r e j o u i r " -tranchent manifestement avec 1'opinion, promulguee pendant de longues annees, que l a Recherche a b o u t i t a une condam-n a t i o n de 1'homosexuality; e t 1'ordre des choses se trouve renverse quand l e s anges de Iahve p a r a i s s e n t r i d i c u l e s a l o r s que c e l u i - c i a u r a i t du charger un homosexuel de d e t r u i r e l a l o c a l i t y : C e l u i - l a , l e s excuses: "Pere de s i x e n f a n t s , j ' a i deux mattresses, e t c . " ne l u i eussent pas f a i t a b a i s s e r benevolement l'epee flam-boyante et a d o u c i r l e s s a n c t i o n s . (11:631) En ce q u i concerne l'epee flamboyante, dont i l n'est f a i t aucune mention dans l e r e c i t b i b l i q u e de l a d e s t r u c t i o n de Sodome, J.E. R i v e r s y v o i t une a s s i m i l a t i o n a l a Genese, I I I ou, apres l e banissement d'Adam e t d'Eve, Dieu met un cheru-34 b i n a l ' e s t du j a r d i n pour garder l e passage a l ' a r b r e de v i e . A i n s i , i l s ' e t a b l i t un l i e n e n t r e Sodome et Eden, e t l a v i l l e de l a p l a i n e a u r a i t ete, avant sa d e s t r u c t i o n , un par a -d i s pour l e s homosexuels. 1 2 Le raisonnement de R i v e r s nous p a r a i t v a l a b l e s i l ' o n se sou v i e n t que, dans l a Recherche, " l e s v r a i s p a r a d i s sont l e s p a r a d i s qu'on a perdus."(III:870) En a s s i s t a n t a l a re n c o n t r e e n t r e C h a r l u s e t Ju p i e n , l e na r r a t e u r apprend a l i r e l e code homosexuel e t a comprendre l e signe de Sodome. 1^ A p a r t i r de ce moment, i l r e c o n n a i t r a avec f a c i l i t e ceux q u i en sont: "Des l e debut de c e t t e scene, une r e v o l u t i o n , pour mes yeux d e s s i l l e s , s ' e t a i t operee en M. de C h a r l u s , a u s s i complete, a u s s i immediate que s ' i l a v a i t ete touche par une baguette magique."(II:613) De meme, s i l e s deux anges de Iahve sont incompetents en matiere d'homosexuality, un Sodomite - sachant l i r e l e code, l e signe de Sodome - ne se l a i s s e r a i t pas tromper par l e s excuses f a l l a c i e u s e s des au t r e s membres de sa r a c e : II a u r a i t repondu: "Oui, e t t a femme s o u f f r e l e s t o r t u r e s de l a j a l o u s i e . Mais meme quand ces femmes n'ont pas ete c h o i s i e s par t o i a Gomorrhe, t u passes t e s n u i t s avec un gardeur de troupeaux de 1'Hebron." E t i l 1 ' a u r a i t immediatement f a i t r e b r o u s s e r chemin v e r s l a v i l l e q u ' a l l a i t d e t r u i r e l a p l u i e de feu e t de s o u f r e . (II:631) Ce Sodomite g a r d i e n n ' a u r a i t done permis a aucun homosexuel de q u i t t e r l a l o c a l i t y , e t l e feu du c i e l provenant de Iahve a u r a i t achieve 1'aneantissement de l a r a c e . 35 Comme c ' e s t s o u v e n t l e c a s c h e z l e s p e r s o n n a g e s d e l a R e c h e r c h e , c e S o d o m i t e v o u l a n t e c h a p p e r de". l a ' v i l l e m a u -d i t e a u n e l i a i s o n a v e c une p e r s o n n e de l a c l a s s e o u v r i e r e : u n g a r d e u r d e t r o u p e a u x . E n f a i t , l a r e p o n s e q u e l u i d o n n e l e g a r d i e n d e c r i t l e schema d e t o u t e s l e s g r a n d e s l i a i s o n s d e s d e r n i e r s v o l u m e s d u r o m a n , e x c e p t e q u e l e s r o l e s p e u v e n t § t r e i n v e r s e s de s o r t e que c e s o i t u n e G o m o r r h e e n n e q u i f a i t s o u f f r i r l ' a m a n t . On p e n s e a S a i n t - L o u p , i n f i d e l e a G i l b e r t e d a n s s o n amour p o u r M o r e l , a M o r e l q u i t r o m p e l a n i e c e de J u p i e n a v e c C h a r l u s , e t q u i , m e t a m o r p h o s e en une e s p e c e de l e s b i e n n e m a l e , t r o m p e c e d e r n i e r , a t o u r d e r o l e , a v e c L e a ; e t b i e n q u ' i l ne s o i t j a m a i s p r e c i s e q u ' A l b e r t i n e c h e r c h e l e p l a i s i r a u p r e s d e s f e m m e s , l a j a l o u s i e du n a r r a t e u r e s t a l i -m e n t e e p a r s e s s o u p g o n s d e s m o e u r s g o m o r r h e e n n e s de s a m a i -t r e s s e . I I e s t i n t e r e s s a n t , du r e s t e , de r e m a r q u e r d a n s c e m y t h e de l a d i a s p o r a h o m o s e x u e l l e l e l i e n e n t r e l e s S o d o m i t e s e t l e m e n s o n g e . E t r e s de f u i t e , i l s r a c h e t e n t l e u r l i b e r t e g r a c e a l a d i s s i m u l a t i o n , e t o n v e r r a a u c o u r s d e l a d e u -x i e m e m o i t i e de l a R e c h e r c h e que t o u t c e q u i t o u c h e a 1 ' i n v e r s i o n e s t e n t o u r e d e b e a u c o u p d ' o m b r e e t c o m p o r t e u n a s p e c t d ' i n s a i s i s s a b i l i t e . A u c o n t r a i r e , o n l a i s s a s ' e n f u i r t o u s l e s S o d o m i s t e s h o n t e u x . . . ( 11 :631 ) C h e z P r o u s t , M ' h o m o s e x u a l i t y e t l a h o n t e s o n t i n s e p a r a b l e s , e t c e t t e i n v e r s i o n c o u p a b l e , q u i f a i t c o n t r a s t e a v e c 1 ' a m o u r 36 g r e c - s a i n e t v i r i l - d o n t i l e s t q u e s t i o n d a n s l e C o r y d o n d ' A n d r e G i d e , d e m o n t r e j u s q u ' a q u e l p o i n t l a p e n s e e d e P r o u s t a e t e i n f l u e n c e e p a r l a B i b l e , o u l e p e c h e e t l e v i c e s o n t t o u j o u r s s u i v i s p a r l a p u n i t i o n , p a r d e s s e n t i m e n t s de c u l p a -b i l i t e e t de h o n t e . 1 5 . . . meme s i , a p e r c e v a n t u n j e u n e g a r g o n i l s d e t o u r n a i e n t l a t e t e , comme l a femme d e L o t h , s a n s e t r e p o u r c e l a c h a n g e s , comme e l l e , en s t a t u e s d e s e l . De s o r t e q u ' i l s e u r e n t une n o m b r e u s e p o s t e r i t e c h e z q u i c e g e s t e r e s t e h a b i t u e l . . . ( 11 :631 ) S e l o n l a m y t h o l o g i e p r o u s t i e n n e , l ' a c t e d e d e t o u r n e r l a t e t e e s t i n n e c h e z l e s i n v e r t i s , c e q u i r a p p e l l e 1 ' i m p o r t a n c e d u r e g a r d d a n s l a r e n c o n t r e e n t r e C h a r l u s e t J u p i e n e t c o n f i r m e l e r a p p r o c h e m e n t e n t r e l e s y e u x d a n s Sodome I e t d a n s l e r e c i t de l a G e n e s e . C e s d e s c e n d a n t s d e s S o d o m i s t e s , s i nombreux q u ' o n p e u t l e u r a p p l i q u e r 1 ' a u t r e v e r s e t d e l a G e n e s e : " S i q u e l q u ' u n p e u t c o m p t e r l a p o u s s i e r e de l a t e r r e , i l p o u r r a a u s s i c o m p t e r c e t t e p o s t e r i t e " , s e s o n t f i x e s s u r t o u t e l a t e r r e , i l s o n t e u a c c e s a t o u t e s l e s p r o f e s s i o n s , e t e h t r e n t s i b i e n d a n s l e s c l u b s l e s p l u s f e r m e s q u e , q u a n d u n s o d o m i s t e n ' y e s t p a s a d m i s , l e s b o u l e s n o i r e s y s o n t en m a j o r i t e c e l l e s d e s o d o m i s t e s , m a i s q u i o n t s o i n d ' i n c r i m i n e r l a s o d o m i e , a y a n t h e r i t e l e m e n s o n g e q u i p e r m i t a l e u r s a n c e t r e s de q u i t t e r l a v i l l e m a u d i t e . ( 1 1 : 6 3 1 - 3 2 ) D a n s c e t t e p a r o d i e d u c e l e b r e v e r s e t de l a G e n e s e , l e n a r r a -t e u r a v a n c e u n e h y p o t h e s e t r e s i n n o v a t r i c e q u i t r a n c h a i t n e t t e m e n t a v e c l e s i d e e s r e g u e s de 1 ' e p o q u e o u P r o u s t 37 e c r i v a i t son roman; a s a v o i r que 1'homosexuality n'est pas un phenomene a u s s i r a r e qu'on l e c r o y a i t . C e t t e hypothese sera r e p r i s e p l u s l o i n dans une c o n v e r s a t i o n e n t r e B r i c h o t e t C h a r l u s l o r s de 1'"execution" de ce d e r n i e r a l a s o i r e e V e r d u r i n dans La P r i s o n n i e r e . A ce moment, C h a r l u s a f f i r m e que " l e taux des S a i n t s , s i vous voyez de l a s a i n t e t e l a -dedans, se t i e n t en r e g i e gen§rale, entre 3 e t 4 sur 10." (111:297) On a pu c r i t i q u e r 1 ' i n e x a c t i t u d e de l a p e i n t u r e de 1'homosexuality dans l a Recherche par r a p p o r t aux etudes sex-o l o g i q u e s q u i ont ete f a i t e s depuis une quarantaine d'annees, mais l e c h i f f r e proposy i c i par C h a r l u s e s t , a peu de choses pres, conforme a 1'opinion des sexologues contemporains,16 ce q u i demontre qu'on y trouve a u s s i des d e t a i l s q u i c o r -respondent remarquablement a l a r e a l i t e . S i l e s Sodomites sont a r r i v e s a s ' i n t e g r e r dans l a s o c i e t e s i b i e n que l a p l u p a r t des gens i g n o r e n t l e u r pen-chant s e x u e l , i l s d o i v e n t c e t t e e x i s t e n c e a des t r a i t s e s s e n t i e l s de l e u r r a c e ; c a r , de meme que c ' e s t grace a l a ruse que l e u r s a n c e t r e s ont pu q u i t t e r l a v i l l e q u ' a l l a i t d e t r u i r e l e f e u du c i e l , l e u r i d e n t i t y s o c i a l e depend du mensonge e t de l a d i s s i m u l a t i o n de l e u r v i c e . 1 7 I l e s t p o s s i b l e q u ' i l s y r e t o u r n e n t un j o u r . C e r t e s i l s forment dans tous l e s pays une c o l o n i e o r i e n t a l e , c u l t i v e e , musicienne, medisante, q u i a des q u a l i t e s charmantes e t d ' i n s u p p o r t a b l e s d e f a u t s . (11: 632) 38 L e s h o m o s e x u e l s s o n t o r i g i n a i r e s d ' u n a u t r e p a y s , c e s o n t d e v e r i t a b l e s e t r a n g e r s d a n s l a s o c i e t e . V i v a n t s o u s l e s i g n e d e l ' O r i e n t , 1 ^ ± l s s o n t e n t o u r e s d ' u n e a u r a d e m y s t e r e e t d ' e x o -t i s m e q u i e s t s o u v e n t a s s o c i e e a u x M i l l e e t u n e n u i t s . 1 9 Q u a n t a u r a p p o r t e n t r e 1 ' h o m o s e x u a l i t y e t 1 ' e s p r i t a r t i s t i q u e - d ' o u 1 ' a l l u s i o n a O s c a r W i l d e q u i r e a l i s a i t l e t y p e de 1 ' h o m o s e x u e l q u e P r o u s t d e c r i t d a n s l a R e c h e r c h e 20 -i l p a r a i t q u ' i l p r o v i e n t , en p a r t i e d u m o i n s , d e l a c r o y a n c e q u e c ' e s t u n e c a r a c t e r i s t i q u e f e m i n i n e q u e d e s ' i n t e r e s s e r a 1 ' e s t h e t i q u e - p e i n t u r e , m u s i q u e , p o e s i e , m o d e s , e t c . - e t d e l a c r o y a n c e a n a l o g u e q u e l e s h o m o s e x u e l s s o n t p l u s f e m i -n i n s que l e s h e t e r o s e x u e l s . C e s i d e e s r e l a t i v e m e n t r e c e n t e s d a n s l a s o c i e t e o c c i d e n t a l e e t a i e n t n e a n m o i n s f e r m e m e n t e t a b l i e s a 1 ' e p o q u e d e P r o u s t . 2 1 On l e s v e r r a d ' u n e f a g o n p l u s a p p r o f o n d i e a u c o u r s d e s p a g e s q u i suivront• ;" ( • I I : 632)"~ " '• C e t " e s s a i " s u r 1 ' i n v e r s i o n s e x u e l l e s e r t d ' i n t r o d u c t i o n a t o u t e l a d e u x i e m e p a r t i e de l ' o e u v r e , e t t o u t e s l e s t h e o r i e s q u i y s o n t e x p o s e e s s e r o n t i l l u s t r e e s p a r l e s i n v e r t i s j o u a n t u n r o l e i m p o r t a n t de Sodome e t G o m o r r h e a u Temps r e t r o u v e ; a i n s i C h a r l u s e s t c u l t i v e e t m e d i s a n t , M o r e l m u s i c i e n e t m e n s o n g e r . m a i s o n a v o u l u p r o v i s o i r e m e n t p r e v e n i r l ' e r -r e u r f u n e s t e q u i c o n s i s t e r a i t , d e meme q u ' o n a e n c o u r a g e u n mouvement s i o n i s t e , a c r e e r u n mouvement s o d o m i s t e e t a r e b a t i r S o d o m e . ( I I : 6 3 2 ) 39 Le rapprochement entre Sodome e t Sio n e s t un des t r a i t s mar-quants de Sodome I ou l e s descendants de l a v i l l e maudite sont longuement compares a l a ra c e j u i v e . 2 2 Fonctionnant comme deux d i s c o u r s , l e J u i f e t l'homosexuel seront t r e s souvent poses l'un a cote de 1'autre au cours des d e r n i e r s volumes du roman. 23 Or, a peine a r r i v e s , l e s Sodomistes q u i t t e r a i e n t l a v i l l e pour ne pas a v o i r l ' a i r d'en e t r e , p r e n d r a i e n t femme, e n t r e t i e n d r a i e n t des m a i t r e s s e s dans d'autres c i t e s ou i l s t r o u v e r a i e n t d ' a i l l e u r s t o u tes l e s d i s t r a c t i o n s convenables. I l s n ' i r a i e n t a Sodome que l e s j o u r s de supreme n e c e s s i t y , quand l e u r v i l l e s e r a i t v i d e , par ces temps ou l a faim f a i t s o r t i r l e loup du b o i s . (11:632) Toute t e n t a t i v e pour r e b a t i r Sodome s e r a i t vouee a 1'echec a cause du c a r a c t e r e foncierement fuyant e t d i s s i m u l e des i n v e r t i s , e t ce s e r a i t un e s p o i r v a i n de v o u l o i r regagner l e p a r a d i s perdu. C'est d i r e que t o u t se p a s s e r a i t en somme comme a Londres, a B e r l i n , a Rome, a Petrograd, ou a P a r i s . (II:63.2) De meme que Gomorrhe, Sodome e s t d i s p e r s e e aux quatre c o i n s du monde, et comme ses membres ont tendance a reformer l a c i t e b i b l i q u e dans chaque v i l l e du monde, l a r e c o n s t r u c t i o n de l e u r v i l l e d ' o r i g i n e ne c h a n g e r a i t r i e n a l e u r s i t u a t i o n s o c i a l e . 2 ^ A i n s i , nous trouvons dans Sodome I de nombreuses a l l u -s i o n s a l a Genese e t a 1 ' I s r a e l a n c i e n . I I e s t c l a i r que Proust ne f a i t pas de propogande r e l i g i e u s e , mais i l n'est 40 pas moins c e r t a i n que l e s e c r i t s hebreus ont eu une i n f l u e n c e profonde sur sa facon de c o n c e v o i r l e monde e t sur sa v i s i o n a r t i s t i q u e . F a i r e de 1'homosexualite un theme c e n t r a l de son l i v r e , ce n ' e t a i t pas chercher un succes de scandale. I I s ' a t t a q u a i t a une q u e s t i o n q u i , t o u t en convenant a ses f i n s a r t i s t i q u e s , l u i p e r m e t t a i t de penetrer p l u s l o i n dans sa p e i n t u r e de l a nature humaine. En f a i s a n t a p p e l au r e c i t de l a d e s t r u c t i o n de Sodome pour d e c r i r e 1 ' i n v e r s i o n s e x u e l l e , P r o u s t Sieve ce s u j e t a une e c h e l l e u n i v e r s e l l e , l e s i t u e dans l ' e t e r n i t e . Or, en t r e a u t r e s choses, ce l i e n e n t r e 1 ' I s r a e l a n c i e n e t l'Europe du vingtieme sie c l e . . l a i s s e entendre que Sodome a t o u j o u r s e x i s t e , e t q u ' e l l e e x i s t e r a t o u j o u r s . Gomorrhe Quand l e n a r r a t e u r f a i t 1'expose de 1 * i n v e r s i o n s e x u e l l e dans Sodome I, i l f o u r n i t des d e t a i l s t r e s p r e c i s sur l e s descendants de Sodome t a n d i s que Gomorrhe e s t passee sous s i l e n c e . " L a i s s o n s e n f i n pour p l u s t a r d ceux q u i ont conclue un pacte avec Gomorrhe. Nous en p a r l e r o n s quand M. de Char l u s l e s c o n n a i t r a . " ( I I : 6 2 3 ) C e r t e s , l e n a r r a t e u r f i n i t par en p a r l e r , mais i l n'y a aucune r e v e l a t i o n comparable a l a re n c o n t r e e n t r e C h a r l u s e t J u p i e n , aucun moment i n a u g u r a l concernant l e s Gomorrheennes. 1 A i n s i , Gomorrhe r e s t e r a .tou-j o u r s pour l u i une enigme; et ce s i l e n c e sur 1'homosexuality feminine e s t en r a p p o r t avec 1'Ancien Testament ou i l n'en e s t f a i t aucune mention e t avec 1 ' a t t i t u d e t r a d i t i o n n e l l e de l a c i v i l i s a t i o n europeenne q u i a t o u j o u r s meprise l a sodomie et ferine l e s yeux sur l e saphisme. De meme que, pendant l e s premieres m i l l e c i n q c e n t s pages de l a Recherche, l e r e c i t q u i commence du cote de chez Swann se p o u r s u i t du cote de Guermantes, l a deuxieme m o i t i e du roman se c a r a c t e r i s e par une p r o g r e s s i o n de Sodome a Gomorrhe. A i n s i , l a predominance de 1'homosexuality mascu-l i n e au debut de Sodome e t Gomorrhe e s t e c l i p s e e dans La P r i s o n n i e r e et dans La F u g i t i v e par l a pr e o c c u p a t i o n du n a r r a t e u r pour l e s moeurs gomorrheennes de sa m a i t r e s s e . Dans Sodome I, l e n a r r a t e u r decouvre t o u t un aspect 42 du monde dont i l n ' a v a i t pas jusque l a soupgonne 1' e x i s t e n c e . En augmentant l e s p o s s i b i l i t e s de c o n j o n c t i o n s e x u e l l e , c e t t e r e v e l a t i o n rend 1'amour p l u s complexe, mais a un niveau t e x t u e l , 1'homosexualite masculine e s t un phenomene i n t e l l i -g i b l e . S i l a sodomie comporte une n o t i o n de mystere e t d'exo-tisme a s s o c i e e a 1'Orient, et s i l a p e r s o n n a l i t e d'un Sodomite e s t p l u s d i v e r s e a cause de son v i c e , l e n a r r a t e u r a r r i v e neanmoins a c o n c r e t i s e r Sodome dans des personnages comme C h a r l u s , J u p i e n e t Saint-Loup. Gomorrhe, par c o n t r e , dont i l ne d e c r i t pas 1 ' h i s t o i r e - t o u t p o r t e £ c r o i r e q u ' i l 1'ignore - r e s t e t o u j o u r s pour l u i i n i n t e l l i g i b l e . En meme temps que 1'homosexuality feminine passe au premier p l a n , nous voyons s ' e t a b l i r une a s s o c i a t i o n e n t r e Gomorrhe e t l e mensonge q u i va dominer La P r i s o n n i e r e e t La F u g i t i v e . Des que l e n a r r a t e u r se met a soupconner A l b e r t i n e d ' a v o i r un penchant pour l e s femmes, i l commence a se me t i e r de ses p a r o l e s , e t de meme q u ' i l v o i t dans t o u t e s l e s amies d ' A l b e r t i n e , dans chaque femme q u ' e l l e p o u r r a i t c r o i s e r dans l a rue une r i v a l e p o s s i b l e , i l a tendance a l i r e dans chaque mot de sa m a i t r e s s e l e mensonge. Dans l e s deux cas, l e n a r r a t e u r s o u f f r e de ne pas pouvoir c o n f i r m e r e t , a i n s i , a p a i s e r ses soupgons. D e f i n i t i v e m e n t e x c l u de Gomorrhe, i l ne peut meme pas se r e p r e s e n t e r l a chose dont i l soupgonne sa m a i t r e s s e , e t q u i l e t o r t u r e . P a r e i l l e m e n t , p u i s q u ' i l ne peut e t r e c e r t a i n d'aucune p a r o l e , l a v e r i t e 43 e s t hors d ' a t t e i n t e . Gomorrhe, de meme que l e mensonge, e s t i n s a i s i s s a b l e . 2 Pendant une c o n v e r s a t i o n dans l e p e t i t t r a i n q u i l e s ramene de l a R a s p e l i e r e a Balbec, A l b e r t i n e apprend au nar-r a t e u r , au moment ou c e l u i - c i a 1 ' i n t e n t i o n de rompre avec e l l e , q u ' e l l e c o n n a i t M i l e V i n t e u i l e t sa m e i l l e u r e amie, e t q u ' e l l e d o i t f a i r e un voyage dans quelques semaines avec c e t t e d e r n i e r e . Se souvenant de l a scene des ebats saphiques a l a q u e l l e i l a v a i t a s s i s t e a Montjouvain dans son enfance, i l e s t maintenant persuade des moeurs gomorrheennes d ' A l b e r t i n e , e t c e t t e pensee f a i t r e n a i t r e en l u i l a j a l o u -s i e e t l a s o u f f r a n e e . C'est done pour empecher sa m a i t r e s s e de r e j o i n d r e l'amie de M i l e V i n t e u i l , , o u b i e n de v o i r l e s co u s i n e s de Bloch a Balbec, q u ' i l l a ramene v i v r e avec l u i a P a r i s , e t en l ' a r r a c h a n t a ce l i e u v i c i e u x , i l espere a p a i s e r sa s o u f f r a n e e . Mais a u s s i t o t r e n t r e a P a r i s , son in q u i e t u d e r e p a r a i t . I I demande a Andree ou au c h a u f f e u r d'accompagner A l b e r t i n e quand e l l e s o r t , de l a s u r v e i l l e r , e t de l u i rendre compte de ce q u ' e l l e f a i t . Mais l e s r e n -seignements que c e u x - c i peuvent l u i donner ne s u f f i s e n t pas pour endormir ses soupcons, e t i l f i n i t par p a r t i r quelques j o u r s en voyage avec A l b e r t i n e : Mais p a r t o u t 1 1 i n c e r t i t u d e de ce q u ' e l l e f a i s a i t e t a i t l a meme, l e s p o s s i b i l i t e s que ce f u t l e mal a u s s i nombreuses, l a s u r v e i l l a n c e encore p l u s d i f f i c i l e , s i b i e n que j ' e t a i s revenu avec e l l e a P a r i s . En r e a l i t e , en q u i t t a n t Balbec, 4 4 j ' a v a i s c r u q u i t t e r Gomorrhe, en a r r a c h e r A l b e r t i n e ; h e l a s ! Gomorrhe e t a i t d i s p e r s e e aux quatre c o i n s du monde.(Ill:23) T o r t u r e par ses soupcons a l ' e g a r d des moeurs d ' A l b e r t i n e , i i i pense pouvoir se l i b e r e r de sa s o u f f r a n c e en q u i t t a n t l e l i e u q u ' i l c r o i t en e t r e l a cause. A P a r i s , i l comprend que l e v i c e e x i s t e p a r t o u t , et que son s u p p l i c e r e s i d e non pas dans l e s a c t i o n s de sa m a i t r e s s e , mais dans son amour pour e l l e . De meme que nous voyons Gomorrhe s'etendre, dans l a p e r c e p t i o n du n a r r a t e u r , au-dela de Balbec pour se repandre dans l e monde e n t i e r , on peut c o n s t a t e r dans sa l i a i s o n avec A l b e r t i n e un mouvement p r o g r e s s i f v e r s l e mensonge, s i b i e n q u ' i l f i n i t par e t r e emprisonne' dans un monde i n i n t e l l i g i b l e . Deja a Balbec i l se r e v e l e e n c l i n au mensonge en i n v e n t a n t une f i c t i o n , s e l o n l a q u e l l e i l a u r a i t songe au s u i c i d e a cause d'une femme q u ' i l d e v a i t epouser 3 - f i c t i o n q u ' i l r a conte a A l b e r t i n e pour gagner sa sympathie dans 1 ' i n t e n -t i o n de l a ramener avec l u i a P a r i s . A i n s i , de r e t o u r a P a r i s , i l c o n s i d e r e qu'entre l u i e t A l b e r t i n e , l a s i n c e r i t y n'est p l u s p o s s i b l e , ce q u i e x p l i q u e q u ' i l l a f a s s e s u r -v e i l l e r pendant ses promenades: I I y a v a i t une seule chose q u ' e l l e ne f e r a i t jamais p l u s pour moi, q u ' e l l e n ' a u r a i t f a i t e qu'au temps ou c e l a m'eut ete i n d i f f e r e n t , q u ' e l l e a u r a i t f a i t e aisement a cause de c e l a meme, c ' e t a i t precisement avouer. ( I l l : 5 7 ) Mais b i e n t o t , i l commence a a v o i r a u s s i des doutes sur l a f i d e l i t e d'Andree: 45 D ' a i l l e u r s , e t a i s - j e b i e n c e r t a i n que ce n ' e t a i t pas l a v i e i l l e hypothese ( c e l l e ou Andree ne me d i s a i t pas que l a v e r i t e ) q u i e t a i t l a bonne? Andree e t a i t p e u t - e t r e d 1 a c c o r d avec A l b e r t i n e . (111:60-61) II sera amene, par l a s u i t e , a se poser l e meme genre de qu e s t i o n sur l e ch a u f f e u r e t sur tous ceux en q u i i l a u r a i t pu, a un moment donne, a v o i r c o n f i a n c e . P e t i t a p e t i t , i l v o i t s ' e f f o n d r e r sous ses pie d s l e s d e r n i e r s v e s t i g e s de v e r a c i t e auxquels i l t e n a i t , s i b i e n que dans quelque v o i e q u ' i l mene son enquete, i l se heurte i n f a i l l i b l e m e n t au mensonge. Un j o u r i l r e n c o n t r e G i s e l e pres de Passy. E l l e l u i demande ou e l l e peut r e t r o u v e r A l b e r t i n e , et pendant l a c o n v e r s a t i o n breve et banale q u i s u i t , i l c o n s t a t e dans l e s p a r o l e s de son i n t e r l o c u t r i c e des c o n t r a d i c t i o n s , des impru-dences de langage. I I c o n c l u t au mensonge, e t sa d e s c r i p t i o n de l a s o l i d a r i t y de l a p e t i t e bande resume assez b i e n sa s i t u a t i o n par r a p p o r t a l a v e r i t e : Quoi q u ' i l en s o i t , s ' i l y a v a i t un p o i n t commun -l e mensonge meme - en t r e ceux d ' A l b e r t i n e et de G i s e l e , pourtant G i s e l e ne mentait pas de l a meme maniere q u ' A l b e r t i n e , n i non plus de l a meme maniere qu'Andree, mais l e u r s mensonges r e s p e c t i f s s'emboitaient s i b i e n l e s uns dans l e s a u t r e s , t o u t en presentant une grande v a r i e t y , que l a p e t i t e bande a v a i t l a s o l i d i t e impenetrable de c e r t a i n e s maisons de commerce, de l i b r a i r i e ou de presse par exemple, ou l e malheureux auteur n ' a r r i v e r a jamais, malgre l a d i v e r s i t y des p e r s o n n a l i t e s composantes, a s a v o i r s ' i l e s t ou non f l o u e . (111:179) 46 V o y a n t l e m e n s o n g e p a r t o u t , i l e s t comme d a n s u n d e d a l e d ' o u i l ne p e u t s o r t i r . Ne s e f i a n t a p e r s o n n e , d o u t a n t de t o u t e p a r o l e , i l s e t r o u v e d e f i n i t i v e m e n t e x c l u d e l a v e r i t e . P e n d a n t l a c o n j o n c t i o n C h a r l u s - J u p i e n , l e n a r r a t e u r a p p r e n d a i n t e r p r e t e r l e s s i g n e s de S o d o m e , a e n d e c h i f f r e r l e c o d e . S ' i l p a r l e d ' u n e t r a n s m u t a t i o n de M. d e C h a r l u s , c ' e s t l a u n e q u e s t i o n d e p e r s p e c t i v e . C a r l a v e r i t a b l e r e v o l u t i o n s ' o p e r e n o n p a s d a n s l e p e r s o n n a g e de C h a r l u s , q u i r e s t e l e meme, m a i s d a n s l a p e n s e e du n a r r a t e u r q u i d e c o u v r e un n o u v e l a s p e c t du m o n d e , une a u t r e f a c o n de v o i r l e s c h o s e s : T o u t c e q u i a v a i t p a r u j u s q u e - l a i n c o h e r e n t a mon e s p r i t , d e v e n a i t i n t e l l i g i b l e , s e m o n t r a i t e v i d e n t , comme u n e p h r a s e , n ' o f f r a n t a u c u n s e n s t a n t q u ' e l l e r e s t e d e c o m p o s e e en l e t t r e s d i s -p o s e r s a u h a s a r d , e x p r i m e , s i l e s c a r a c t e r e s s e t r o u v e n t r e p l a c e s d a n s l ' o r d r e q u ' i l f a u t , une p e n s e e que l ' o n ne p o u r r a p l u s o u b l i e r . ( I I : 6 1 4 ) I c i , l e n a r r a t e u r e t a b l i t u n r a p p o r t e n t r e Sodome e t u n t e x t e , e t a p a r t i r d e c e moment Sodome s e r a u n t e x t e i n t e l l i g i b l e . Nous a v o n s d i t p l u s h a u t q u e l e n a r r a t e u r n e c o n n a i t p a s de r e v e l a t i o n a n a l o g u e c o n c e r n a n t G o m o r r h e . C e r t e s , i l a s s i s t e d a n s C o m b r a y a l a s c e n e de M o n t j o u v a i n - q u i e s t l a p i e r r e a n g u l a i r e de s a l i a i s o n a v e c A l b e r t i n e , e t d a n s l a -q u e l l e s a s i t u a t i o n comme v o y e u r p r e s a g e Sodome I - m a i s , a c e moment , s e s o b s e r v a t i o n s p o r t e n t nonr.pas s u r 1 ' h o m o s e x u a l i - . ' : t e f e m i n i n e m a i s s u r l e s a d i s m e e t l a p r o f a n a t i o n . A i n s i , 47 s i c e t t e scene l u i d e v o i l e 1'existence de Gomorrhe, e l l e ne l u i en apprend pas davantage. Dans La P r i s o n n i e r e e t La F u g i t i v e , l a pr e o c c u p a t i o n p r i n c i p a l e du n a r r a t e u r e s t de s a v o i r s i , o u i ou non, A l b e r t i n e s ' e s t abandonnee a d'autres femmes, s i e l l e "a f a i t l e mal en r i a n t " . Contrairement a Sodome, i l se trouve par r a p p o r t a Gomorrhe devant un t e x t e i n d e c h i f f r a b l e . Son i n c a p a c i t e de c o n c e v o i r l ' o b j e t de son i n q u i e t u d e l e met au s u p p l i c e , et i l semble que ce s o i t dans 1 ' i n t e n t i o n d'en apprendre quelque chose q u ' i l demande a Andree de l u i en f a i r e une demonstration: Je d i s a Andree que c'eut ete une grande c u r i o -s i t e pour moi s i e l l e a v a i t voulu me l a i s s e r l a v o i r (meme simplement en c a r e s s e s q u i ne l a genassent pas t r o p devant moi) f a i r e c e l a avec c e l l e s des amies d " A l b e r t i n e q u i a v a i e n t ces gouts. (111:548) Malgre l e r e f u s d'Andree, i l persevere dans ses e f f o r t s pour apprendre ce en quoi a u r a i e n t pu c o n s i s t e r l e s p l a i s i r s d ' A l b e r t i n e . A i n s i , nous decouvrons dans une scene peu e l a -boree que deux b l a n c h i s s e u s e s l u i ont accorde l a faveur qu'Andree ne v o u l a i t pas l u i c o n s e n t i r : Dans une maison de passe j ' a v a i s f a i t v e n i r deux p e t i t e s b l a n c h i s s e u s e s d'un q u a r t i e r ou a l l a i t souvent A l b e r t i n e . Sous l e s c a r e s s e s de l'une, 1'autre commenca t o u t d'un coup a f a i r e entendre ce dont j e ne pus d i s t i n g u e r d'abord ce que c ' e t a i t , car on ne comprend jamais exactement l a s i g n i f i c a t i o n d'un b r u i t o r i g i n a l , e x p r e s s i f d'une s e n s a t i o n que nous n'eprouvons pas. ( I l l : 5 5 0 ) 48 I n c a p a b l e d ' e p r o u v e r l e s memes e m o t i o n s q u e l a p e t i t e b l a n -c h i s s e u s e , o u q u e n ' i m p o r t e q u e l l e femme q u i p r e n d s o n p l a i s i r a v e c u n e a u t r e , i l ne p e u t p a s c o m p r e n d r e l a s i g n i -f i c a t i o n d e s s i g n e s q u ' e l l e e m e t . L o i n de l ' e c l a i r e r s u r c e s u j e t , c e s t e n t a t i v e s d e s ' i n i t i e r a G o m o r r h e s e r v e n t p l u t o t a e n c o n f i r m e r s o n e x c l u s i o n . M a i s de t o u t e s c e s p r e o c c u p a t i o n s a u s u j e t d e G o m o r r h e e t d u m e n s o n g e , i l f a u t s e r a p p e l e r q u e c ' e s t A l b e r t i n e q u i e s t l e c a t a l y s e u r . Q u a n d , a l a s u i t e de l a r e v e l a t i o n q u e c e l l e - c i c o n n a i t M i l e V i n t e u i l e t s a m e i l l e u r e a m i e , l e n a r r a t e u r r e n t r e a v e c e l l e a P a r i s , i l a p o u r b u t d e c a l m e r s o n a n x i e t e , d e s e p r o u v e r 3 l u i - m e m e q u ' e l l e n ' a u r a p a s l a p o s s i b i l i t y d e s ' e x p o s e r a l a t e n t a t i o n e t au v i c e . P e t i t a p e t i t , c e t t e i n q u i e t u d e a1 p r o p o s d e s a c t i o n s d ' A l b e r t i n e d e v i e n t h a b i t u e l l e , e t o n p e u t r e s u m e r d a n s u n schema t r e s s i m p l e s a l i a i s o n a v e c e l l e : q u a n d e l l e e s t p r e s d e l u i , i l a 1 ' e s p r i t t r a n q u i l l e , e t e l l e l u i e s t i n d i f f e r e n t e ; m a i s i l s u f f i t q u ' e l l e s ' e l o i g n e de l u i p o u r f a i r e r e n a i t r e s e s d o u t e s e t s o n a n x i e t e . I n c a p a b l e de r o m p r e a v e c e l l e , p u i s q u e s o n e l o i g n e m e n t meme d e c l e n c h e r a i e n t e n l u i un n o u v e a u f l o t d e s o u f f r a n e e s , i l s e t r o u v e e n f e r m e d a n s u n c e r c l e v i c i e u x , p r i s o n n i e r de s o n amour p o u r A l b e r t i n e . D a n s c e t amour d i c t e p a r l a j a l o u s i e , ou i l v i t d a n s une a l t e r n a n c e e n t r e l a s o u f f r a n e e e t 1 ' i n d i f f e r e n c e , l e p r o b l e m e q u i s e p o s e p o u r l e n a r r a t e u r e s t d e s o r t i r d u 4 9 dedale. Or, l e s e u l moyen d'en s o r t i r , ce s e r a i t de s a v o i r l a v e r i t e sur A l b e r t i n e : s o i t q u ' e l l e e s t , s o i t q u ' e l l e n'est pas Gomorrheenne. Pour endormir ses soupcons, i l f a u d r a i t q u ' i l p u i s s e c o n f i r m e r l'une des deux hypotheses. Mais comment proceder pour a t t e i n d r e l a v e r i t e quand on e s t j a l o u x ? Des l e debut de sa j a l o u s i e , l e n a r r a t e u r a r e c o u r s a l a ruse e t au mensonge, et a p a r t i r du moment ou i l e s t lance dans c e t t e v o i e , i l ne l u i sera p l u s p o s s i b l e de l a q u i t t e r . En e c a r -t a n t l a s i n c e r i t y , i l tourne l e dos a l a c e r t i t u d e , e t sa quete desesperee de l a v e r i t e c o n s i s t e r a a i n t e r p r e t e r des signes ambigus. A i n s i , dans l e s r e c i t s S p a r t i r desquels i l juge de sa m a i t r e s s e , i l y a t o u j o u r s ambiguite. Ajoutons a c e l a 1 ' i m p r e c i s i o n de l a memoire v o l o n t a i r e quand i l s ' a g i t d'un r e c i t ou d'un evenement anciens, et v o i l a un n a r r a t e u r b i e n p e r p l e x e ! Un matin, i l se r e v e i l l e dans sa chambre, et l e j o u r de s o l e i l e c l a t a n t l u i r a p p e l l e l e temps q u ' i l f a i s a i t au debut de son deuxieme s e j o u r a Balbec. I l se s o u v i e n t de son i n d i f f e r e n c e a 1'egard d ' A l b e r t i n e a c e t t e epoque, e t q u ' i l a v a i t meme ignore , l e s premiers j o u r s de son a r r i v S e , sa presence a Balbec. Cest Aime q u i l a l u i a v a i t a p p r i s e , q u i l u i a v a i t d i t q u ' i l 1 ' a v a i t r e n c o n t r e e avec une amie, q u ' i l l u i a v a i t trouve mauvais genre. V o i l a q u i s u f f i t pour e v e i l l e r l e s soupcons du n a r r a t e u r . " Q u ' a v a i t - i l v oulu d i r e par mauvais genre?... Qui e t a i t l'amie? ou Aime l ' a v a i t - i l 50 r e n c o n t r e e , c e t t e odieuse A l b e r t i n e ? " ( I I I : 8 4 - 8 5 ) S i l e s ques-t i o n s q u ' i l se pose i c i sont r a i s o n n a b l e s , des q u ' i l se met a l e s resoudre, i l tombe dans l ' e r r e u r . En i n t e r p r e t a n t l e s p a r o l e s d'Aime, par exemple, i l c o n c l u t , sans aucune preuve, que c e l u i - c i , quand i l a v a i t d i t "mauvais genre", a v a i t v o u l u d i r e genre gomorrheen. S i c e l a n'est pas e x c l u , i l n'y a r i e n q u i l u i permette de l ' a f f i r m e r , e t en p a r t a n t de c e t t e meprise sur l e s premisses, t o u t e s l e s c o n c l u s i o n s q u ' i l pourra en de d u i r e par, l a s u i t e seront d'une i n e v i t a b l e i n e x a c t i t u d e . B r e f , sa l e c t u r e du r e c i t d'Aime c o n s i s t e a en i n v e n t e r un aut r e i m a g i n a i r e , autant d i r e f i c t i f . A i n s i , en se demandant q u i e t a i t l a jeune f i l l e q u i e t a i t avec A l b e r t i n e quand Aime 1 ' a v a i t r e n c o n t r e e , i l avance des p r o p o s i t i o n s totalement g r a t u i t e s : " C ' e t a i t p e u t - e t r e une c e r t a i n e E l i s a b e t h , ou bi e n p e u t - e t r e ces deux jeunes f i l l e s q u ' A l b e r t i n e a v a i t regardees dans l a g l a c e au Casino, quand e l l e n ' a v a i t pas l ' a i r de l e s v o i r . E l l e a v a i t sans doute des r e l a t i o n s avec e l l e s , e t d ' a i l l e u r s a u s s i avec E s t h e r , l a c ousine de Bloch."(III:8 5 ) Mais c ' e s t precisement parce q u ' i l y a un doute dans de t e l l e s a f f i r m a t i o n s que l e n a r r a -t e u r f i n i t t o u j o u r s par l e s mettre en q u e s t i o n . En somme, s ' i l e s t et e r n e l l e m e n t en t r a i n de se poser des qu e s t i o n s sur A l b e r t i n e , c ' e s t parce que l a l e c t u r e de c e l l e - c i se presente souvent comme une s u i t e dMncoherences: 51 Je ne manquerais pas un j o u r d ' a v o i r une e x p l i -c a t i o n avec A l b e r t i n e au s u j e t de l a jeune f i l l e ( p eut-etre des jeunes f i l l e s , c e t t e p a r t i e du r e c i t e t a i t confuse, e f f a c e e , autant d i r e i n d e -c h i f f r a b l e , dans ma memoire) avec l a q u e l l e (ou l e s q u e l l e s ) Aime l ' a v a i t r e n c o n t r e e . ( I l l : 8 6 - 8 7 ) Decidement, c ' e s t i c i une q u e s t i o n de l e c t u r e . Deja dans Sodome I l e baron de C h a r l u s e s t compare a une phrase;4 or, pendant La P r i s o n n i e r e e t La F u g i t i v e , l e n a r r a t e u r e s s a i e de l i r e A l b e r t i n e comme un t e x t e . Mais c e t t e f o i s - c i , i l s ' a g i t non pas d'une phrase coherente, mais d'un t e x t e mensonger, changeant, i n s a i s i s s a b l e , exigeant une r e i n t e r p r e -t a t i o n e t une r e d e f i n i t i o n p e r p e t u e l l e s : Mais e l l e a u r a i t encore mieux aime d i r e q u ' e l l e a v a i t menti quand e l l e a v a i t emis une de ces a f f i r m a t i o n s , dont a i n s i l e r e t r a i t f e r a i t e c r o u l e r t o u t mon systeme, p l u t o t que de r e c o n -n a i t r e que t o u t ce q u ' e l l e a v a i t raconte des l e debut n ' e t a i t qu'un t i s s u de contes menson-gers . (111:146) On peut done r e d u i r e A l b e r t i n e a un " t i s s u de contes men-songers", e t s i l ' o n se s o u v i e n t que, au sens etymologique, l e mot " t e x t e " s i g n i f i e " t i s s u " , l e r a p p o r t e n t r e A l b e r t i n e e t un t e x t e e s t assez e x p l i c i t e . Dans sa l e c t u r e d ' A l b e r t i n e , l a s e u l e c e r t i t u d e que l e n a r r a t e u r p u i s s e a v o i r e s t c e l l e que l e s c o n c l u s i o n s q u ' i l en t i r e ne seront pas d e f i n i t i v e s . Pour s a v o i r l a v e r i t e sur A l b e r t i n e , i l f a u d r a i t l a posseder, a t t e i n d r e son es^ sence; i l f a u d r a i t t o u t s a v o i r sur e l l e . Helas, i l y a t o u j o u r s des d e t a i l s q u i l u i echappent; c a r , en r e a l i t e , 52 i l y a p l u s i e u r s A l b e r t i n e , e t s ' i l a r r i v e a en p o s s e d e r c e r t a i n e s , i l y e n a d ' a u t r e s q u ' i l ne p a r v i e n t p a s a s a i s i r . S e l o n c e t t e c o n c e p t i o n d e l a v e r i t e comme u n e t o t a l i t e , t o u t c e q u i e s t i n c o m p l e t n ' e s t p a s v r a i , c ' e s t - a - d i r e m e n s o n g e r , e t l a p o s s e s s i o n p a r t i e l l e d ' A l b e r t i n e s e t r a d u i t p a r u n e c h e c . M a i s A l b e r t i n e , c ' e s t s u r t o u t u n t e x t e , "un t i s s u d e c o n t e s m e n s o n g e r s " . R S c i t s , a f f i r m a t i o n s , c o n v e r s a t i o n s , t o u t c e q u i t o u c h e a l a p a r o l e y e s t m e n s o n g e r . - . De p a r s a n a t u r e meme, l e l a n g a g e e s t un moyen de c o m m u n i c a t i o n i n s u f -f i s a n t , d o n e m e n s o n g e r . I I p e r m e t d ' a p p r o c h e r l a v e r i t e , m a i s j a m a i s d e l a t o u c h e r . Dans c e s e n s , l a p a r o l e e q u i v a u t a u m e n s o n g e . E n o u t r e , c e t t e m i s e e n q u e s t i o n d e l a p a r o l e d e p a s s e l e s l i m i t e s d u r e c i t ; c a r , n o u s sommes a m e n e s , e n t a n t que l e c t e u r s , a n o u s p o s e r s u r l e t e x t e p r o u s t i e n l e meme g e n r e de q u e s t i o n s que l e n a r r a t e u r s e p o s e a l u i - m e m e s u r A l b e r t i n e . E n somme, l a s i t u a t i o n d u n a r r a t e u r e n t r a i n d e d e c h i f f r e r l e s m e n s o n g e s d ' A l b e r t i n e c o r r e s p o n d a p e u p r e s a c e l l e d u l e c t e u r a s t r e i n t a u n e r e i n t e r p r e t a t i o n e t a u n e r e d e f i n i t i o n p e r p e t u e l l e s du t e x t e f o n c i e r e m e n t " m e n s o n -g e r " de L a P r i s o n n i e r e : S i n o u s n ' e t i o n s p a s , p o u r l ' o r d r e du r e c i t , o b l i g e d e n o u s b o r n e r a d e s r a i s o n s f r i v o l e s , c o m b i e n d e p l u s s e r i e u s e s n o u s p e r m e t t r a i e n t de m o n t r e r l a m i n c e u r m e n t e u s e d u d e b u t d e c e v o l u m e o u , d e mon l i t , j ' e n t e n d s l e monde 53 s ' e v e i l l e r , t a n t o t par un temps, t a n t o t par un a u t r e ! Oui, j ' a i ete f o r c e d'amineir l a chose et d ' e t r e mensonger, mais ce n'est pas un u n i v e r s , c ' e s t des m i l l i o n s , presque autant q u ' i l e x i s t e de p r u n e l l e s et d ' i n t e l l i g e n c e s humaines, q u i s ' e v e i l l e n t tous l e s matins. ( I l l : 1 9 1 ) Nous voyons l e n a r r a t e u r mentir a p l u s i e u r s r e p r i s e s dans La P r i s o n n i e r e , et i c i ? i l a t t i r e n o t r e a t t e n t i o n l a - d e s s u s . Encore f a u t - i l r e c o n n a i t r e q u ' i l se f a i t une c o n c e p t i o n assez p a r t i c u l i e r e i d e l a v e r i t e . L'on s a i t d e j a , sans reg a r d e r p l u s l o i n que l e t i t r e du roman, que l e n a r r a t e u r , s'etant donne pour but de r e t r o u v e r l e temps perdu, n'accepte pas de demi-mesures. Pour l u i , l a v e r i t e d o i t e t r e t o t a l e , entierement comprehensive. E n f i n i l decouvre sa v o c a t i o n en trebuchant sur des paves inegaux a l a matinee de l a p r i n c e s s e dans Le Temps r e t r o u v e , e t c ' e s t un des grands paradoxes chez Proust que son n a r r a t e u r r e t r o u v e l e temps perdu, q u ' i l a t t e i g n e l a v e r i t e dans c e t t e composition de mensonges qu'est l a l i t t e r a t u r e . S i l e debut de La P r i s o n n i e r e e s t d'une minceur men-teuse, c ' e s t parce q u ' i l s ' a g i t l a , comme dans t o u t a u t r e r e c i t d ' a i l l e u r s , d'un r e c i t p a r t i e l . La p e i n t u r e du monde que l e n a r r a t e u r nous donne de son l i t ne d e c r i t qu'un s e u l u n i v e r s , un s e u l p o i n t de vue, a l o r s que l e monde e s t com-pose d'un nombre i n f i n i d ' u n i v e r s . En t a n t qu'homme, • 1 ' a r t i s t e n'est qu'une p a r t i e du t o u t , et t o u t e v e r i t e q u ' i l peut exprimer ne sera que p a r t i e l l e . B r ef, comme nous 54 l'avons d i t p l u s haut, v e r i t e p a r t i e l l e chez Proust equivaut a mensonge. Que l e n a r r a t e u r a t t i r e n o t r e a t t e n t i o n sur l a "minceur menteuse" du debut de La P r i s o n n i e r e , c e l a ne veut pas d i r e que ce passage s o i t p l u s mensonger qu'un a u t r e . Le r e v e i l du n a r r a t e u r dans sa chambre e s t un des themes p r i n c i p a u x de La P r i s o n n i e r e - e t de tout e l a Recherche - e t en sou-l i g n a n t l e c a r a c t e r e mensonger d'un t e l r e c i t , i l i n s i s t e sur l a nature e s s e n t i e l l e m e n t f i c t i v e , o o u mensongere, de l a l i t t e r a t u r e . ^ La P r i s o n n i e r e commence et f i n i t avec l e n a r r a t e u r q u i se r e v e i l l e dans sa chambre. Le d§but, nous d i t l e n a r r a t e u r , e s t mensonger. Dans l a c o n c l u s i o n , t o u t tourne autour d'un renversement dans sa p e r c e p t i o n du monde e t dans ses s e n t i -ments. Dans ce monde domine par 1 ' i n c e r t i t u d e , i l y a un l i e n profond e n t r e l e mensonge e t 1 ' i n v e r s i o n . Comme Roland Barthes l ' a deja* remarque, t o u t dans l a Recherche a tendance a s ' i n t e r v e r t i r , a se r e n v e r s e r en son c o n t r a i r e . 6 Au cours des d e r n i e r e s pages de La P r i s o n n i e r e , nous trouvons l e n a r r a t e u r dans son l i t se d e l e c t a n t des q u a l i t e s p a r t i c u l i e r e s d'un beau j o u r de printemps. Ses r e v e r i e s , s u s c i t e e s d'une maniere typiquement p r o u s t i e n n e par l e son d'une automobile sous sa f e n e t r e e t par son odeur de p e t r o l e , l u i r a p p e l l e n t des apres - m i d i d'ete, des f l e u r s , l a campagne, f o n t n a l t r e en l u i l e d e s i r de nouveaute dans 1'amour et 55 1'envie de voyager. Prenant p l a i s i r a ces r e v e r i e s s o l i t a i r e s , i l se f e l i c i t e de sa "severe l o i " i n t e r d i s a n t a F r a n g o i s e ou a A l b e r t i n e d 1 e n t r e r l e matin dans sa chambre avant q u ' i l a i t sonne. I l veut c h o i s i r un beau jo u r de printemps comme c e l u i -c i ou A l b e r t i n e l u i sera i n d i f f e r e n t e , e t , sans 1'avoir revue, p a r t i r pour Venise en l u i l a i s s a n t un mot. II sonne F r a n g o i s e . C e l l e - c i v i e n t l u i apprendre l e depart de sa m a i t r e s s e . Tout e s t r r e n v e r s e . C'est A l b e r t i n e q u i a p r o f i t e de ce beau matin pour p a r t i r sans 1'avoir revu en l u i l a i s -sant une l e t t r e . La "severe l o i " a l a q u e l l e i l a t t r i b u a i t t a n t o t son bonheur s o l i t a i r e a, en f a i t , cause sa s o u f f r a n c e en empechant Frangoise de l ' a v e r t i r de l a f u i t e d ' A l b e r t i n e , c e l l e q u ' i l c r o y a i t l u i e t r e i n d i f f e r e n t e a l o r s que, main-tenant, e l l e provoque en l u i l e s p l u s v i v e s emotions. E n f i n , ce beau jo u r de printemps q u i a v a i t donne l i e u a t a n t d'agre-a b l e s r e v e r i e s se transforme en jdurnee de supplice.(111:410-15) Nous avons deja vu ce meme procede dans A l a Recherche  du temps perdu. C'est dans l a c o n c l u s i o n de Combray que l e n a r r a t e u r , dans son l i t l e matin au moment de son r e v e i l , f a i t l e r e c i t d'une i n v e r s i o n semblable;.mais c e t t e f o i s - c i , l e renversement depend non pas de ses sentiments a 1'egard d'une m a i t r e s s e , mais de sa c e r t i t u d e par r a p p o r t a l a chambre dans l a q u e l l e i l se t r o u v e : 56 C e r t e s quand a p p r o c h a i t l e matin, i l y a v a i t b i e n longtemps q u ' e t a i t d i s s i p e e l a breve i n c e r t i t u d e de mon r e v e i l . Je s a v a i s dans q u e l l e chambre j e me t r o u v a i s e f f e c t i v e m e n t , j e l ' a v a i s r e c o n s t r u i t e autour de moi dans 1 ' o b s c u r i t e . (1:186) Dans l a c o n c l u s i o n de La P r i s o n n i e r e c ' e s t F r a n g o i s e q u i de-clenche l e renversement en venant l u i apprendre l e depart d ' A l b e r t i n e . I c i , c ' e s t l a lumiere du jour q u i , en penetrant dans sa chambre, change sa p e r c e p t i o n des choses q u i l ' e n t o u r e n t , et l u i r e v e l e son e r r e u r : Mais a peine l e j o u r - et non p l u s l e r e f l e t d'une d e r n i e r e b r a i s e sur une t r i n g l e de c u i v r e que j ' a v a i s p r i s pour l u i - t r a g a i t - i l dans l ' o b s c u r i t e , e t comme a l a c r a i e , sa premiere r a i e blanche et r e c t i f i c a t i v e , que l a f e n e t r e avec ses r i d e a u x , q u i t t a i t l e cadre de l a p o r t e ou j e l ' a v a i s s i t u e e par e r r e u r , t a n d i s que, pour l u i f a i r e p l a c e , l e bureau que ma memoire a v a i t maladroitement i n s t a l l e l a se s a u v a i t a toute v i t e s s e , poussant devant l u i l a cheminee et e c a r t a n t l e mur mitoyen du c o u l o i r . (1:187) Nous avons d i t p l u s haut que l e r o l e preponderant du mensonge dans La P r i s o n n i e r e a b o u t i t a une mise en q u e s t i o n de l a p a r o l e . De meme, dans l e d e r n i e r paragraphe de Combray, i l s ' a g i t d'une mise en q u e s t i o n de l a c e r t i t u d e e t de l ' i n t e l - ' l i g e n c e . Au debut du passage, i l a f f i r m e sa c e r t i t u d e concernant l a chambre dans l a q u e l l e i l se trouve, e t en d i s a n t que 1 ' i n c e r t i t u d e de son r e v e i l e s t passee, i l e x c l u t t o u t e p o s s i b i l i t y d ' e r r e u r . A i n s i , l a r e v e l a t i o n que l a r e c o n s -t r u c t i o n i n t e l l e c t u e l l e de sa chambre e t a i t i n e x a c t e e s t 57 comme une r e f u t a t i o n de l a c e r t i t u d e au premier e t au deuxieme degres, c ' e s t - a - d i r e que l a r a i e du jou r q u i e n t r e dans sa chambre s e r t a dementir a l a f o i s sa c e r t i t u d e du cadre physique et c e l l e de son e t a t mental. Or, sa c e r t i t u d e concernant l e s d e t a i l s physiques de sa chambre depend d'abord d'une c o n f i a n c e e n t i e r e en lui-meme. C e t t e p r o g r e s s i o n de l a c e r t i t u d e v e r s l a decouverte de l ' e r r e u r e s t so u l i g n e e par un mouvement p a r a l l e l e de l ' o b s c u -r i t e a l a lumie r e . Au debut du paragraphe, l a c e r t i t u d e du na r r a t e u r e s t a s s o c i e e a l ' o b s c u r i t e ; p l u s l o i n , c ' e s t l a lumiere du jour q u i l u i permet de v o i r c l a i r , de r e c o n n a i t r e son e r r e u r . C e t t e image vaut pour toute l a Recherche.. Chez Proust, e t r e dans l a c e r t i t u d e , c ' e s t e t r e dans l ' o b s c u r i t e , dans l ' e r r e u r . Que Combray, q u i s e r t d ' i n t r o d u c t i o n a tou t e 1'oeuvre, se termine par une mise en q u e s t i o n de l a c e r t i t u d e et de 1 ' i n t e l l i g e n c e , c e l a nous p a r a i t e s s e n t i e l . Pendant 1'episode de l a madeleine, comme dans l a r e v e l a t i o n dans l a cour de 1'hotel de Guermantes, l e n a r r a t e u r r e t r o u v e , grace a l a memoire i n v o l o n t a i r e , un moment du passe, "un peu de temps a l ' e t a t pur". Dans l a c o n c l u s i o n de Combray, i l e f f e c t u e une r e c o n s t r u c t i o n erronee de sa chambre en s ' o r i e n t a n t par l a memoire et par 1 ' i n t e l l i g e n c e . B r e f , ce passage-cle appar-t i e n t a une s e r i e d'echecs de l a memoire v o l o n t a i r e q u i preparent l e moment tr i o m p h a l du Temps r e t r o u v e ou l e n a r r a -58 t e u r decouvre sa v o c a t i o n dans une e v o c a t i o n provoquee par l a memoire a f f e c t i v e . La r e f u t a t i o n de l a c e r t i t u d e et de l a memoire volonrr-".:' t a i r e r e j o i n t done l e theme c e n t r a l du roman; a s a v o i r l a quete d'une v o c a t i o n l i t t e r a i r e . Mais ce q u i nous i n t e r e s s e p l u s p a r t i c u l i e r e m e n t i c i , c ' e s t l e jeu d ' i n v e r s i o n s q u i r e s u l t e de 1 ' i n s t a b i l i t y du monde p r o u s t i e n domine par l e mensonge e t 1 ' i n c e r t i t u d e . Dans A l a Recherche du temps  perdu, l a c e r t i t u d e s ' a s s o c i e a 1'erreur, l a v e r i t e tend v e r s l e mensonge, e t l e s mensonges memes sont aptes a e t r e c o n t r e -d i t s ; mais meme s i un mensonge d e v i e n t v e r i t e , ce ne peut e t r e que p r o v i s o i r e , comme to u t e v e r i t e f i n i t eventuellement par e t r e dementie. Pour qu'une v e r i t e s o i t r e e l l e , i l f a u t q u ' e l l e p u i s s e r e s i s t e r au temps, ce q u i ne se r e t r o u v e que dans l ' a r t . En donnant l e t i t r e Sodome e t Gomorrhe a p l u s d'un t i e r s de l'oeuvre - rappelons que La P r i s o n n i e r e e t La F u g i t i v e e t a i e n t d'abord Sodome et Gomorrhe I I I et IV - Proust a v a i t sans doute 1 ' i n t e n t i o n de s o u l i g n e r 1'importance du theme de 1'homosexuality dans ces volumes. Le probleme q u i se pose pour nous presentement e s t de s a v o i r comment sa c o n c e p t i o n de l a s e x u a l i t e ou de 1 ' i n v e r s i o n s e x u e l l e r e j o i n t sa v i s i o n a r t i s t i q u e , c e l l e - c i reposant precisement sur 1 ' i n s t a -b i l i t y e t sur 1 ' i n v e r s i o n . Dans l a c o n c l u s i o n de Combray, l e n a r r a t e u r apprend que 5 9 ce q u ' i l c r o y a i t e t r e une breve i n c e r t i t u d e e s t p l u t o t une i n c e r t i t u d e permanente. "Certes quand a p p r o c h a i t l e matin, i l y a v a i t b i e n longtemps q u ' e t a i t d i s s i p e e l a breve i n c e r t i -tude de mon r e v e i l . Je s a v a i s dans q u e l l e chambre j e me t r o u v a i s e f f e c t i v e m e n t . . . " ( I : 1 8 6 ) ? L ' a f f i r m a t i o n a 1'impar-f a i t e s t une f i g u r e assez frequente dans l a Recherche, ayant souvent pour f o n c t i o n , comme dans ce passage, de prepa r e r un renversement. C e t t e idee de renversement, d ' i n v e r s i o n -nous l'avons vu, e t nous l e re v e r r o n s r p a r r ; l a s u i t e - c o r -respond parfai.tement a l a nature du r e c i t . A i n s i , on peut resumer 1 ' a t t i t u d e du n a r r a t e u r a 1'egard d ' A l b e r t i n e pendant sa l i a i s o n avec e l l e : p a r une a l t e r n a n c e e n t r e 1'ennui e t l e d e s i r . Au debut de La P r i s o n n i e r e , par exemple, nous t r o u -vons une phrase analogue a c e l l e que nous venons de c i t e r : "Ce n'est pas c e r t e s , j e l e s a v a i s , que j'aimasse A l b e r t i n e l e moins du monde."(III:20)^ Mais c e t t e a f f i r m a t i o n exprime une c e r t i t u d e q u i , comme c e l l e de son cadre physique dans l a c o n c l u s i o n de Combray, sera dementie par l a s u i t e ; car nous v e r r o n s p l u s l o i n dans La P r i s o n n i e r e et dans La F u g i t i v e , du moins dans c e r t a i n e s p e r i o d e s de sa l i a i s o n avec A l b e r t i n e , que l e n a r r a t e u r e s t en f a i t amoureux d ' e l l e : "Associees maintenant au souvenir de mon amour, l e s p a r t i -c u l a r i t y physiques e t s o c i a l e s d ' A l b e r t i n e , malgre l e s -q u e l l e s j e l ' a v a i s aimee, o r i e n t a i e n t au c o n t r a i r e mon d e s i r v e r s ce q u ' i l eut a u t r e f o i s l e moins natu r e l l e m e n t c h o i s i : 60 des brunes de l a p e t i t e b o u r g e o i s i e . " ( I l l : 5 5 3 ) y Le rapprochement entre ces passages de La P r i s o n n i e r e e t de La F u g i t i v e et l a c o n c l u s i o n de Combray demontre que l e s n o t i o n s d 1 i n c e r t i t u d e e t d ' i n s t a b i l i t y dominent t o u t e 1'oeuvre. Mais c ' e s t durant l e s pre o c c u p a t i o n s du n a r r a t e u r a propos de Gomorrhe, q u i f o n t l e s u j e t de p l u s de deux volumes de l a Recherche a p a r t i r de l a f i n de Sodome e t  Gomorrhe I I , que 1*analyse du mensonge e t de 1 ' i n c e r t i t u d e e s t l a p l u s penetrante; c ' e s t l a que 1 ' i n v e r s i o n d e v i e n t un v e r i t a b l e m o t i f t e x t u e l . Le c h a p i t r e IV de Sodome e t Gomorrhe I I , pendant l e q u e l A l b e r t i n e l u i r e v e l e son i n t i m i t e avec l'amie de M i l e V i n t e u i l , marque l ' a r r i v e e du n a r r a t e u r a Gomorrhe. Nous avons s o u l i g n e p l u s haut 1 ' a s s o c i a t i o n e n t r e Gomorrhe e t l e mensonge c a r a c t e r i s t i q u e de La P r i s o n n i e r e e t de La F u g i t i v e . A i n s i , au cours de ces pages, nous voyons l e n a r r a t e u r , tourmente par l e souvenir de Montjouvain e t par l a "facheuse enfance" d ' A l b e r t i n e , f a b r i q u e r un nombre p r o d i g i e u x de mensonges. Mais s i Gomorrhe e s t l e monde du mensonge, e l l e e s t egalement c e l u i de 1 ' i n s t a b i l i t y et de 1 ' i n v e r s i o n . En e f f e t , t o u t e 1 ' o r g a n i s a t i o n de ce c h a p i t r e r e l a t i v e -ment c o u r t repose sur une i n v e r s i o n q u i , e l l e a u s s i , r a p p e l l e l a c o n c l u s i o n de Combray. A l a premiere page, i l s ' a g i t d'une c o n v e r s a t i o n que l e n a r r a t e u r a v a i t eue un s o i r avec sa mere, l a v e i l l e du depart de c e l l e - c i pour Combray, au s u j e t 61 d ' A l b e r t i n e : "Je l u i a v a i s annonce qu'irrevocablement j ' e t a i s d e c i d e a ne pas epouser A l b e r t i n e . " (II": riil".2>) Mais quand c e l l e - c i l u i apprend q u ' e l l e c o n n a i t M i l e V i n t e u i l e t sa m e i l l e u r e amie, i l c o n n a i t un brusque revirement v e r s e l l e , e t c e t t e d e c i s i o n s o i - d i s a n t i r r e v o c a b l e q u ' i l a v a i t annoncee a sa mere e s t b i e n v i t e renversee quand, l e lendemain matin, i l l u i a f f i r m e l e c o n t r a i r e : "II f a u t absolument, e t d e c i -dons-le t o u t de s u i t e , parce que j e me rends b i e n conipte maintenant, parce que j e ne changerai p l u s , i l f a u t a b s o l u -ment que j'Spouse A l b e r t i n e . 1 1 ( I I : 1131) A i n s i , l a d e r n i e r e phrase du c h a p i t r e e s t diametralement opposee a* l a premiere -"Je n ' a t t e n d a i s qu'une o c c a s i o n pour l a r u p t u r e d e f i n i t i v e . " (11:1112) - e t t o u t en c o n t r e d i s a n t sa d e c i s i o n de l a v e i l l e , c e t t e a s s e r t i o n que ses sentiments a 1'egard d ' A l b e r t i n e ne changeront p l u s e s t elle-meme d e s t i n e e a e t r e renversee par l a s u i t e . Bref, l a c e r t i t u d e depend d'une c e r t a i n e f i x i t e de cadre, d'une c e r t a i n e s t a b i l i t e des choses, t a n d i s que dans l a Recherche, v e r i t e , sentiments, c i r c o n s t a n c e s , t o u t e s t dans un e t a t de changement p e r p e t u e l . Comme i l l u s t r a t i o n du l i e n e n t r e Gomorrhe, l e men-songe e t 1 ' i n v e r s i o n dans La P r i s o n n i e r e e t dans La F u g i t i v e , nous proposons d'analyser deux c o n v e r s a t i o n s entre Andree e t l e n a r r a t e u r au s u j e t d ' A l b e r t i n e q u i ont l i e u quelque temps apres l a mort de c e t t e d e r n i e r e . Dans l'une comme dans l ' a u t r e , i l e s t q u e s t i o n des moeurs gomorrheennes, de 62 1 ' i n v e r s i o n d ' A l b e r t i n e ; l a deuxieme c o n v e r s a t i o n e s t comme 1'inverse de l a premiere; e t dans l e s deux cas, l e r e c i t d'Andree e s t soupconne d ' e t r e mensonger. Nous verrons que presque tous l e s d e t a i l s de l a premiere c o n v e r s a t i o n s e ront c o n t r e d i t s au cours de l a deuxieme; mais comme l e mensonge e t 1 1 i n v e r s i o n f o n c t i o n n e n t a p l u s i e u r s niveaux du r e c i t , on peut c o n s t a t e r que l a premiere con-v e r s a t i o n c o n t i e n t en elle-meme b i e n des c o n t r a d i c t i o n s , et meme q u ' e l l e tourne autour d'une i n v e r s i o n . Un d e t a i l , sans grande importance pour l e d§veloppement de 1 ' i n t r i g u e , que nous trouvons t o u t au debut du passage, nous r e v e l e neanmoins quelque chose sur l a nature mensongere du r e c i t : "Quelque temps apres l a mort d ' A l b e r t i n e , Andree v i n t chez moi. Pour l a premiere f o i s e l l e me sembla b e l l e . " ' (111:546) Mais c e t t e deuxieme a f f i r m a t i o n , nous savons qu' e l l e n'est pas entierement v r a i e ; or s i son a p p r e c i a t i o n de l a beaute d'AndrSe n'est jamais e x p l i c i t e m e n t d e c l a r e e , e l l e e s t , au moins une f o i s , fortement suggeree: "La v e r i t e , d ' a i l l e u r s , e s t que c e l l e des jeunes f i l l e s de Balbec que j ' a i m a i s . . . c ' e t a i t Andree."(II:1113) A i n s i , l e s a f f i r m a t o n s du n a r r a t e u r sont souvent aptes a e t r e f a u s s e s , mais son mensonge ne se l i m i t e pas a c e l a . Pendant son d i a l o g u e avec Andree, nous l e voyons frequemment, d e s i r e u x de resoudre des ques t i o n s sur l a v i e d ' A l b e r t i n e , a v o i r r e c o u r s a l a ruse et a des procedes mensongers: 63 Je p a r l a i a Andree, non sur un ton i n t e r r o g a -t i f mais comme s i j e l e s a v a i s de t o u t temps, p e u t - e t r e par A l b e r t i n e , du gout qu 1elle-meme Andree a v a i t pour l e s femmes et de ses propres r e l a t i o n s avec M i l e V i n t e u i l . E l l e avoua t o u t c e l a sans aucune d i f f i c u l t y , en s o u r i a n t . ( I l l : 5 4 7 ) En 1'occurrence, sa ruse c o n s i s t e a f a i r e c r o i r e a son i n t e r l o c u t r i c e q u ' i l s a i t des choses que, en r e a l i t e , i l ig n o r e . Mais a son propre i n s u , i l use du meme procede envers lui-meme dans l a mesure ou i l p a r v i e n t a des con-c l u s i o n s a p a r t i r d'une connaissance i m p a r f a i t e des d e t a i l s , ce q u i 1'oblige a i n v e n t e r une grande p a r t i e du r e c i t , a c r e e r une f i c t i o n . B r e f , en croyant a des c o n c l u s i o n s a i n s i d e d u i t e s , i l c r o i t a ses propres mensonges: La c o n c l u s i o n q u i d e v a i t s'imposer a mon es-p r i t e t a i t q u ' A l b e r t i n e e t Andree a v a i e n t t o u j o u r s eu des r e l a t i o n s ensemble. ( I l l : 5 4 7 ) I c i , Andree l u i avoue son gout pour l e s femmes; mais l a con-c l u s i o n q u ' e l l e a v a i t eu des r e l a t i o n s avec A l b e r t i n e e s t p l u s une c r e a t i o n de sa propre i m a g i n a t i o n que l a consequence l o g i q u e des p a r o l e s d'Andree. En e f f e t , c e t t e c o n c l u s i o n sera dementie par Andree p l u s l o i n dans l a c o n v e r s a t i o n : "Je vous j u r e que j e n ' a i jamais r i e n f a i t avec A l b e r t i n e e t j ' a i l a c o n v i c t i o n q u ' e l l e d e t e s t a i t ces ch o s e s - l a . " ( I I I : 5 4 9 ) De meme, s i e l l e a l l a i t aux Buttes-Chaumont avec A l b e r t i n e , c e l a n * a v a i t r i e n de p a r t i c u l i e r e m e n t mal en s o i . A i n s i , l a c o n c l u s i o n u l t i m e que l e n a r r a t e u r e s t amane a t i r e r de c e t t e c o n v e r s a t i o n e s t 64 entierement c o n t r a i r e a c e l l e q u ' i l d e d u i s a i t au debut: En somme, s i Andree ayant ces gouts au p o i n t de ne s'en cacher nullement et A l b e r t i n e ayant eu pour e l l e l a grande a f f e c t i o n que b i e n certainement e l l e a v a i t , malgre c e l a Andree n ' a v a i t jamais eu de r e l a t i o n s c h a r n e l l e s avec A l b e r t i n e e t a v a i t t o u j o u r s ignore qu' A l b e r t i n e eut de t e l s gouts, c ' e s t q u ' A l b e r t i n e ne l e s a v a i t pas, e t n ' a v a i t eu avec personne l e s r e l a t i o n s que p l u s qu'avec aucune a u t r e e l l e a u r a i t eues avec A n d r e e . ( I l l : 5 5 0 ) C e t t e f o i s - c i , l e s p a r o l e s d'Andree l u i donnent l ' i m p r e s s i o n d'une A l b e r t i n e innocente et pure. C'est done un r e n v e r s e -ment t o t a l quand, s i x mois p l u s t a r d , Andree v i e n t l a l u i peindre comme 1 1 image meme du v i c e . Non seulement e l l e a v a i t eu des r e l a t i o n s avec Andree aux Buttes-Chaumont, mais e l l e s'employait a corrompre de p e t i t e s pecheuses ou de p e t i t e s b l a n c h i s s e u s e s que Morel l u i p r o c u r a i t . "Cette f u r i e u s e : en v i e . . . e l l e s e n t a i t que c ' e t a i t une espece de f o l i e c r i m i -n e l l e , e t j e me s u i s souvent demande s i ce n ' e t a i t pas apres une chose comme c e l a , ayant amene un s u i c i d e dans une f a m i l l e , q u ' e l l e s ' e t a i t elle-meme t u e e . " ( I I I : 6 0 0 ) 1 0 A l b e r t i n e n ' e t a i t done pas morte d'un a c c i d e n t de c h e v a l , e t e ' e t a i e n t sa " f u r i e u s e envie", son v i c e q u i 1'avaient menee au s u i c i d e . A i n s i , t o u t en c o n t r e d i s a n t l e premier, ce deuxieme r e c i t d'Andree met en doute 1'evenement l e pl u s important de l ' h i s t o i r e d ' A l b e r t i n e . C e t t e o p p o s i t i o n entre l e s r e c i t s d'Andree au s u j e t des s o i - d i s a n t moeurs gomorrheennes d ' A l b e r t i n e s'accompagne de 65 deux r a p p o r t s c o n t r a d i c t o i r e s concernant l e c a r a c t e r e de G i s e l e . Dans l a premiere c o n v e r s a t i o n , G i s e l e v e n a i t de l u i f a i r e une in f a m i e ; e l l e e s t done menteuse, p e r f i d e , e t meme dangereuse. ( I l l : 5 4 9 ) Mais, s i x mois p l u s t a r d quand Andree v i e n t v o i r l e n a r r a t e u r , e l l e n'a pas beaucoup de temps precisement parce q u ' e l l e d o i t a l l e r d i n e r avec G i s e l e : "Je connais ses d e f a u t s , mais c ' e s t t o u t de meme ma m e i l l e u r e amie et 1'etre pour q u i j ' a i l e p l u s d ' a f f e c t i o n . " (II:597) Ces deux renversements p a r a l l e l e s s e rvent de p o i n t de repere l'un a l ' a u t r e . A c o n s i d e r e r isolement l e premier s u j e t , l a v i e e t l e v i c e d ' A l b e r t i n e , on p o u r r a i t d e d u i r e que, dans l'une des c o n v e r s a t i o n s , sans pouvoir p r e c i s e r l a q u e l l e , Andree d i s a i t l a v e r i t e , auquel cas i l s e r a i t sous-entehdu q u ' e l l e mentait dans l ' a u t r e . L ' e x p l i c a t i o n du mensonge i n e v i t a b l e r e s i d e r a i t done dans l e s r a p p o r t s entre l e n a r r a t e u r e t Andree, e n t r e c e l l e - c i e t A l b e r t i n e . S o i t q u ' e l l e se s e n t a i t o b l i g e e , par f i d e l i t e envers l a morte, de cacher l a v i e scandaleuse d ' A l b e r t i n e , s o i t q u ' e l l e c h e r c h a i t a e v e i l l e r l a p a s s i o n du n a r r a t e u r , ou b i e n a l u i f a i r e du mal en a f f i r m a n t q u ' e l l e a v a i t eu des r e l a t i o n s avec A l b e r t i n e . Mais pour ce q u i e s t des r a p p o r t s e n t r e Andree e t G i s e l e , i l n'y a u r a i t aucun i n t e r e t pour Andree a f a i r e ce genre de c a l c u l s dans sa c o n v e r s a t i o n avec l e n a r r a t e u r , et son mensonge s e r a i t a l o r s sans m o t i f . E x c e p t i o n f a i t e pour l e cas ou G i s e l e a u r a i t v e r i t a b l e m e n t change du to u t au t o u t , 66 ce q u i e s t f o r t peu probable, 1 1 e x p l i c a t i o n q u i s'impose e s t que, pendant l ' i n t e r v a l l e de s i x mois entre l e s deux con-v e r s a t i o n s , Andree a du s u b i r un changement dans sa percep-t i o n des choses e t des e t r e s . I l e s t e x c l u que l a v e r i t e concernant l a v i e d ' A l b e r t i n e , morte, a i t change pendant c e t t e p e r i o d e ; mais, comme l a c o n c e p t i o n que t e l i n d i v i d u se f a i t de l a v e r i t e depend de sa propre p e r c e p t i o n du monde, et que nos p e r c e p t i o n s ont tendance a changer, i l e s t p o s s i b l e que, pour un c e r t a i n i n d i v i d u , l a v e r i t e change d'un moment a un a u t r e . A i n s i , i l y a t o u j o u r s un c e r t a i n e c a r t e n t r e l e s p a r o l e s d'un e t r e q u i c r o i t d i r e l a v e r i t e , v o i r e c e l l e s du menteur, e t l a r e a l i t e r e e l l e . En somme, l ' i m p r e s s i o n g e n e r a l e qu'on a de ces deux c o n v e r s a t i o n s n'est pas une impression de v e r i t e e t de f a u s s e t e , mais p l u t o t une impression de deux mensonges c o n t r a d i c t o i r e s . C'est, en t o u t cas, c e l l e du n a r r a t e u r q u i , c o n s t a t a n t a l a f i n de l a premiere c o n v e r s a t i o n l e calme que l u i a apporte 1 ' a f f i r m a t i o n d'Andree, se demande s i c e l l e - c i ne "se c r o y a i t (pas) o b l i g e e . . . de ne pas l a i s s e r c r o i r e ce q u ' A l b e r t i n e l u i a v a i t sans doute, pendant sa v i e , demande de n i e r , " (III:550) e t q u i , l o r s de l a deuxieme, se pose des q u e s t i o n s semblables sur l e s m o t i f s d'Andree: "Cette absence l u i p e r m e t t a i t - e l l e de r e v e l e r e n f i n , en me d i s a n t c e l a , l a v e r i t e , ou b i e n d ' i n v e n t e r un mensonge, s i , pour quelque r a i s o n , e l l e me c r o y a i t p l e i n de bonheur et d ' o r g u e i l e t 67 v o u l a i t me p e i n e r ? " ( I l l : 6 0 3 ) B r e f , s i l e n a r r a t e u r n ' a r r i v e dans aucune des deux c o n v e r s a t i o n s a prouver l e c o n t r a i r e de ce qu'AndrSe l u i d i t , a chaque f o i s , i l a des doutes sur l a v e r a c i t e de son r e c i t , i l soupgonne l e mensonge. La s e u l e coherence qu'on p u i s s e t r o u v e r dans l e s deux r e c i t s d'Andree r e s i d e dans 1 ' i n v e r s i o n systematique des d e t a i l s . Mais, s i c ' e s t 1 ' i n v e r s i o n , s e x u e l l e et a u t r e , q u i c o n s t i t u e l e s u j e t p r i n c i p a l de La P r i s o n n i e r e e t de La F u g i t i v e , ces volumes ne sont pas pour autant sans r a p p o r t avec l e theme c e n t r a l de to u t e l'oeuvre - l e temps; et s i 1 ' i n v e r s i o n q u i c a r a c t e r i s e 1 ' h i s t o i r e d ' A l b e r t i n e t i e n t a Gomorrhe, a 1 ' i n c e r t i t u d e e t au mensonge, e l l e de-pend a u s s i du passage du temps et de l ' o u b l i : Je ne p u i s guere en e f f e t ne pas donner l ' o u b l i d ' A l b e r t i n e comme cause sinon unique, sino n meme p r i n c i p a l e , au moins comme cause c o n d i t i o n n a n t e et n e c e s s a i r e , d'une c o n v e r s a t i o n qu'Andree eut avec moi a peu pres s i x mois apres c e l l e que j ' a i r a pportee e t ou ses p a r o l e s f u r e n t s i d i f -f e r e n t e s de ce q u ' e l l e m'avait d i t l a premiere f o i s . (111:596) L'on s a i t que l e personnage d ' A l b e r t i n e , i n s p i r e par l e "drame A g o s t i n e l l i " , e s t paru assez tardivement d a n s s l e s pro j e t s romanesques de Proust. 1' 1" Au moment de l a p u b l i c a t i o n de Du Cote de chez Swann en 1913, on annongait l e s deux volumes s u i v a n t s q u i co m p l e t e r a i e n t l a Recherche: Le Cote de Guermantes e t Le Temps r e t r o u v e ; done pas q u e s t i o n de La P r i s o n n i e r e ou de La F u g i t i v e . Dans un sens, l e roman 68 du temps e t d'une v o c a t i o n l i t t e r a i r e q u ' i l e n v i s a g e a i t au d e b u t e s t d e v e n u , au c o u r s de l a r e d a c t i o n , c e l u i de 1 ' i n v e r -s i o n e t du mensonge. M a i s de meme que l e s n o t i o n s d ' i n c e r t i -t u d e , de mensonge e t d ' i n v e r s i o n se t r o u v e n t d e j a d a ns Combray, comme p a r t o u t a i l l e u r s dans l a R e c h e r c h e , t o u t e l ' h i s t o i r e d ' A l b e r t i n e s'accomode t r e s b i e n au theme du temps. Or, de 1 ' i n s t a b i l i t y du monde domine p a r 1 ' i n c e r t i t u d e e t p a r 1 ' i n v e r s i o n que l e n a r r a t e u r d e c r i t d a ns La Prisonniere e t d a n s L a F u g i t i v e , i l r e s u l t e un e t a t de changement c o n t i -n u e l , a n a l o g u e en c e l a a u mouvement du temps. De meme, p r e -p a r a n t l a r e v e l a t i o n d e f i n i t i v e du Temps r e t r o u v e , l a v i e , l a m o r t e t l ' o u b l i e v e n t u e l d ' A l b e r t i n e o n t p o u r e f f e t d ' a c c e n t u e r l ' i m p r e s s i o n de l ' e c o u l e m e n t du temps, a i n s i que c e l l e du temps p e r d u . Dans l a R e c h e r c h e , Gomorrhe s ' a s s o c i e a A l b e r t i n e , e t au f u r e t a mesure que l e n a r r a t e u r a p p r o c h e de 1 ' i n d i f f e r e n c e a 1 ' e g a r d de c e l l e - c i , i l s ' e l o i g n e de son o b s e s s i o n de l a v i l l e m a u d i t e . S i c ' e s t d a n s l e c h a p i t r e IV de Sodome e t Gomorrhe I I q u ' i l a t t e r r i t d a n s c e t t e " t e r r a i n c o g n i t a t e r r i b l e " ( I I : 1115.) > . on p e u t d o n n e r comme moment de s o n abondon l e s e j o u r a V e n i s e . C ' e s t l a que,, dans une d e r n i e r e s e r i e d ' i n v e r s i o n s , A l b e r t i n e e s t momentanement r e s s u s c i t e e d a ns une l e t t r e m a l d e c h i f f r e e s a n s c a u s e r aucune j o i e au n a r r a t e u r , c e q u i l u i f a i t p r e n d r e c o n s c i e n c e q u ' i l ne l ' a i m e p l u s , q u ' i l e s t d e v e n u un a u t r e que c e l u i q u i 1 ' a i m a i t . ( I l l : 6 4 1 - 4 2 ) 69 Dans 1 ' i n t e r v a l l e , t o u t tourne autour de Gomorrhe et du mensonge. A f o r c e de s 1 i n v e r t i r a l ' i n f i n i , l e s d e t a i l s concernant l a v i e d ' A l b e r t i n e deviennent f l o u s ; de sorte que nous retrouvons l e n a r r a t e u r , a l a f i n de 1'episode q u i pre-cede son sejour a Venise, s'interrogeant sur l ' h i s t o i r e q u ' i l v i e n t de v i v r e , et toujours a u s s i f r u s t r e devant l e t e x t e i n i n t e l l i g i b l e de Gomorrhe: "Puis j e c e s s a i s de songer a c e t t e e x p l i c a t i o n et j e me d i s a i s combien i l e s t d i f f i c i l e de s a v o i r l a v e r i t e dans l a v i e . " ( I I I : 6 2 0 ) A i n s i l a s i g n i f i -c a t i o n du t e x t e p r o u s t i e n - se r e f e r a n t a lui-meme, perpe-t r a n t une s e r i e de mensonges interminables q u i rendent impos-s i b l e l a l e c t u r e l i t t e r a l e du t e x t e - est t o u j o u r s fondamen-talement et i r r e d u c t i b l e m e n t ambigue, d'ou l e l i e n entre un t i s s u de mensonges et un t e x t e de f i c t i o n . 70 De 1'Inversion On r e c o n n a i t sans peine que 1 ' i n v e r s i o n s e x u e l l e occupe une p l a c e c e n t r a l e dans l a Recherche. Quant a s a v o i r pour-quoi Proust a vo u l u accorder une t e l l e importance a ce su-j e t , v o i l a une q u e s t i o n que l a c r i t i q u e ne s'est pas assez posee. Quoique moins maintenant qu'a 1 1epoque de Proust, 1 1 homosexuality e s t un s u j e t dont on p r e f e r e ne pas p a r l e r . A i n s i , ses l e c t e u r s ne se donnaient pas l a peine d'approfon-d i r un s u j e t que l e s gens i n t e l l i g e n t s e t a i e n t censes "comprendre", se contentant l e p l u s souvent d ' e x p l i c a t i o n s t r o p f a c i l e s fondees sur des no t i o n s t r a d i t i o n n e l l e s ou freu d i e n n e s de 1'homosexuality, et sur l a v i e de l ' a u t e u r . De c e t t e maniere, i l s f a i s a i e n t l a meme e r r e u r que Pro u s t a v a i t reprochee a Sainte-Beuve, a s a v o i r c e l l e de confondre l'homme e t l' o e u v r e . C e r t e s , 1'homosexuality de Proust n'est pas sans r a p p o r t avec l e theme de 1 ' i n v e r s i o n dans son roman. Mais en r e s t e r l a , c ' e s t sous-estimer l a v a l e u r de 1 ' a r t i s t e e t mal comprendre l'oeuvre. Or, ce qu'on n'a commence a a p p r e c i e r q u 1 a s s e z recemment, c ' e s t que l a c o n c e p t i o n q u ' i l se f a i t de l a s e x u a l i t e depasse l e s q u e s t i o n s morales et s o c i a l e s q u i ont monopolise 1 ' a t t e n t i o n . I n d i s p e n s a b l e a une p e i n t u r e f i -d d l e de l a s o c i e t e t e l l e que Proust v o u l a i t l a f a i r e dans l a Recherche, 1 ' i n v e r s i o n s e x u e l l e y e s t s u r t o u t au s e r v i c e de ses d e s s e i n s a r t i s t i q u e s e t l i t t e r a i r e s . 71 N o u s a v o n s p a r l e d a n s l e c h a p i t r e p r e c e d e n t de 1 ' i n s t a -b i l i t y du monde p r o u s t i e n o u t o u t e c h o s e e s t a p t e a s ' i n v e r -s e r , a d e v e n i r a u t r e q u ' e l l e ne p a r a z t a p r e m i e r e v u e . L e s c h o s e s comme l e s e t r e s o n t t e n d a n c e a d e p a s s e r l e s l i m i t e s q u ' o n v o u d r a i t l e u r i m p o s e r , a s e r e c r e e r , e t a i n s i a e x i -g e r une r e d e f i n i t i o n . O r , c e t t e l o i a r t i s t i q u e du roman p r o u s t i e n c o r r e s p o n d p a r f a i t e m e n t a s o n c o n c e p t d e l a ' .^ . s e x u a l i t e . Comme G i l l e s D e l e u z e l ' a d e j a r e m a r q u e , 1 ' h o m o s e x u a l i t y d o n t i l e s t q u e s t i o n d a n s l a R e c h e r c h e r e s s e m b l e s o u v e n t d a v a n t a g e a c e q u ' o n a p p e l e r a i t d e n o s j o u r s t ranssexua l i sme . l N o u s a v o n s c o n s t a t e p l u s h a u t q u ' u n f a i t d o n n e p e u t e t r e , a d i f f e r e n t s p o i n t s du r e c i t , v r a i ou f a u x , e t q u e c e t t e s o r t e d ' a l t e r n a n c e e n t r e l e m e n s o n g e e t l a v e r i t e a p o u r e f f e t d ' e s t o m p e r l e s b a r r i e r e s e n t r e c e s d e u x c a t e g o r i e s . De meme, l ' o n p e u t t r o u v e r c h e z l ' h o m m e c e q u i e s t p r o p r e a l a femme, e t c h e z l a femme c e q u i e s t p r o p r e a l ' h o m m e . A i n s i , un membre d e l ' u n . o u d e 1 ' a u t r e s e x e , a f o r c e de s ' i n v e r t i r e t de s e r e i n v e r t i r , f i n i t p a r e t r e c o n s t i t u e de c o m p o s a n t s a u s s i b i e n m a s c u l i n s que f e m i n i n s , e t l e s d i s -t i n c t i o n s e n t r e l e s d e u x s e x e s e n d e v i e n n e n t m o i n s n e t t e s . P r e n o n s l e c a s du menage V a u g o u b e r t , p a r e x e m p l e : "On d i s a i t a u m i n i s t e r e , s a n s y m e t t r e ombre d e m a l i c e , q u e , d a n s l e m e n a g e , c ' e t a i t l e m a r i q u i p o r t a i t l e s j u p e s e t l a femme.- " l e s c u l o t t e s . Or i l y a v a i t p l u s de v e r i t e l a - d e d a n s 72 qu'on ne l e croyai't.. Mme de Vaugoubert, c ' e t a i t un homme." (11:645) Le mari etant une "femme", ce couple presente un cas d 1 i n v e r s i o n complexe, r e c i p r o q u e e t complementaire q u i donne l i e u a t o u t un jeu de c h a s s e s - c r o i s e s e n t r e l e mascu-l i n e t l e fem i n i n . Comme i l l u s t r a t i o n de ce systeme d 1 i n v e r -s i o n s e t d ' a l t e r n a n c e s , q u i joue a p l u s i e u r s niveaux, prenons 1'exemple de 1 ' i n v e r s i o n l i n g u i s t i q u e . 2 La femme es t masculine e t l'homme e s t fe m i n i n . A i n s i , l e s a d j e c t i f s q u i c o n v i e n d r a i e n t pour d e c r i r e l a m a s c u l i n i t e de Mme de Vaugoubert d o i v e n t e t r e au f e m i n i n : e l l e e s t v i r i l e , m asculine. De meme, e t inversement, pour d e c r i r e l a f e m i n i t e du mari, on e s t o b l i g e de mettre l ' a d j e c t i f au m a s c u l i n : M. de Vaugoubert e s t effemine. Cet exemple t r e s simple nous permet de c o n s t a t e r qu'en p a r t a n t d'une i n v e r s i o n premiere, l a c o e x i s t e n c e e n t r e l e s deux sexes tend a se perpetuer a chaque degre d'une s e r i e . En 1'occurrence, c ' e s t une s e r i e de deux degres, dont l e deuxieme, l e langage, i m i t e l'herma-phrodisme du premier, de l ' o b j e t d e c r i t : M; ou Mme de Vaugoubert. Car, dans l e s deux cas, l e genre du s i g n i f i a n t e s t c o n t r a i r e a c e l u i du s i g n i f i e . Ajoutons que l a s e r i e q u i commence par Mme de Vaugoubert e s t 1 ' i n v e r s i o n p a r f a i t e de c e l l e q u i commence par son mari, et v i c e - v e r s a . De p l u s , s e l o n une hypothese du moins, 1 ' i n v e r s i o n de Mme de Vaugoubert depend de c e l l e de son mar i : 73 Dans l e cas c o n t r a i r e , s i l a femme n'a d'abord pas l e s c a r a c t e r e s masculins, e l l e l e s prend peu a peu pour p l a i r e a son mari, meme i n c o n -sciemment, par c e t t e s o r t e de mimetisme q u i f a i t que c e r t a i n e s f l e u r s se donnent l'appa-rence des i n s e c t e s q u 1 e l l e s v e u l e n t a t t i r e r . Le r e g r e t de ne pas e t r e aimee, de ne pas e t r e homme,.. l a v i r i l i s e . ( I I : 646) I c i , l e n a r r a t e u r d e c r i t un phenomene q u i correspond exacte-ment a l a d e f i n i t i o n s t r i c t e du tr a n s s e x u a l i s m e : un sentiment d e l i r a n t d ' a p p a r t e n i r au sexe oppose. Ce d e s i r chez Mme de Vaugoubert de se v i r i l i s e r , de se transformer en son con-t r a i r e e s t d i c t e par l a complexity des c i r c o n s t a n c e s de sa v i e . C'est une r e a c t i o n n a t u r e l l e a son environnement. Mais c e t t e tendance a a s s i m i l e r l e s q u a l i t e s d ' a u t r u i ne se l i m i t e pas a l a s e x u a l i t e : "Meme en dehors du cas q u i nous occupe, q u i n'a remarque combien l e s couples l e s p l u s normaux f i n i s s e n t par se ressembler, q u e l q u e f o i s par i n t e r c h a n g e r l e u r s q u a l i t e s ? " ( I I : 6 4 6 ) Dans l a Recherche, l e s choses, l e s idSes et l e s e t r e s sont s u j e t s 3 changer, a s ' i n t e r v e r t i r . L ' i n v e r s i o n s e x u e l l e t e l l e que Proust l a c o n c o i t e s t un exemple c o n c r e t de c e t t e facon de v o i r l e monde. La d e s c r i p t i o n du menage Vaugoubert se s i t u e au debut de Sodome et Gomorrhe I I , j u s t e apres l e r e c i t de l a con-j o n c t i o n C h a r l u s - J u p i e n . S i nous trouvons dans Sodome I 1'expose de 1'homosexuality simple, l a re n c o n t r e amoureuse e n t r e deux hommes, l e menage Vaugoubert f o u r n i t un exemple d ' i n v e r s i o n complexe e t r e c i p r o q u e ou l a femme e s t masculine 74 et l'homme f e m i n i n . A i n s i , p l u s on penetre dans l e monde de Sodome e t Gomorrhe, p l u s on trouve de v a r i e t e s d ' i n v e r s i o n s e x u e l l e . Dans La P r i s o n n i e r e , j u s t e avant l e fameux r e c i t de l a s o i r e e V e r d u r i n , l e n a r r a t e u r ouvre une parenthese sur une l e t t r e que l ' a c t r i c e Lea, l e s b i e n n e renommee, a v a i t e c r i t e a Morel, e t par l a q u e l l e M. de Ch a r l u s , venant a l ' o u v r i r par megarde peu de temps apres c e t t e s o i r e e , e s t plonge dans l a douleur e t dans l a s t u p e f a c t i o n . Or, ou t r e l a decouverte d'une i n t i m i t e e n t r e Morel et Lea dont i l n ' a v a i t pas l e moindre soupcon, i l y e s t q u e s t i o n d'une s o r t e d ' i n v e r s i o n dont l u i , C h a r l u s , q u i se c r o y a i t expert en l a matie r e , e t a i t totalement i g n o r a n t . I c i , de nouveau, 1' inver-.'. s i o n joue a p l u s i e u r s niveaux. A i n s i , l e s p a r o l e s de Ch a r l u s concernant Morel avant de l i r e l a l e t t r e que Lea l u i a v a i t adressee sont a peu pres c o n t r a i r e s a l a v e r i t e q u ' i l y d e c o u v r i r a : II e s t p o s s i b l e que l e baron f u t s i n c e r e quand i l p a r l a i t de Morel comme d'un bon p e t i t cama-rade, e t q u ' i l d i t l a v e r i t e p e u t - e t r e en croyant mentir quand i l d i s a i t : "Je ne s a i s pas ce q u ' i l f a i t , j e ne connais pas sa v i e . " (111:214) Dans l ' h i s t o i r e d ' A l b e r t i n e , l e n a r r a t e u r , ayant s o u f f e r t l e s t o r t u r e s de l a j a l o u s i e et ayant c o n s i d e r e t o u t e s l e s p o s s i -b i l i t e s , e s t amene a r e c o n n a i t r e combien i l e s t d i f f i c i l e de s a v o i r l a v e r i t e dans l a v i e . De meme, C h a r l u s , croyant mentir, p r o f e r e c e t t e meme v e r i t e en d i s a n t q u ' i l ne c o n n a i t 75 pas l a v i e de Morel. De c e t t e maniere, l a d e f i n i t i o n des mots " v e r i t e " e t "mensonge" e s t mise en qu e s t i o n ; c a r , en 1'occur-rence, pour M. de Ch a r l u s , mensonge es t v e r i t e , e t v e r i t e e s t mensonge. Sa p e r c e p t i o n de l a s i t u a t i o n e s t 1'inv e r s e de ce q u ' e l l e e s t en r e a l i t e . II c r o i t d i r e l a v e r i t e en p a r l a n t de Morel comme d'un "bon p e t i t camarade", a l o r s que c ' e s t e f f e c t i v e m e n t l e c o n t r a i r e . En l i s a n t l a l e t t r e de Lea, C h a r l u s decouvre t o u t un aspect de l a v i e de Morel - et de l a v i e en g e n e r a l - q u ' i l a v a i t ignore j u s q u e - l a : On peut mentionner que Lea ne l u i p a r l a i t qu'au f e m i n i n en l u i d i s a n t : "Grande s a l e , va!", "Ma b e l l e c h e r i e " , " T o i t u en es au moins, e t c . " . E t dans c e t t e l e t t r e i l e t a i t q u e s t i o n de p l u s i e u r s a u t r e s femmes q u i ne semblaient pas e t r e moins amies de Morel que de Lea. " ( I I I : 215). Comme e l l e p a r l e a Morel comme a une femme, nous retrouvons l e meme genre d ' i n v e r s i o n l i n g u i s t i q u e que nous avons s i g n a l e e chez l e s de Vaugoubert. Mais c e t t e f o i s - c i , i l s ' a g i t d'une i n v e r s i o n au deuxieme degre; c ' e s t - 3 - d i r e que Morel, d e j a i n v e r t i , se r e i n v e r t i t pour pouvoir p l a i r e aux femmes q u i "en sont": Le baron e t a i t s u r t o u t t r o u b l e par ces mots "en e t r e " . Apres 1'avoir d'abord i g n o r e , i l a v a i t e n f i n , depuis un temps b i e n long d e j a , a p p r i s que lui-meme "en e t a i t " . Or v o i c i que c e t t e n o t i o n q u ' i l a v a i t a c q u i s e se t r o u v a i t remise en q u e s t i o n . Quand i l a v a i t decouvert q u ' i l "en e t a i t " , i l a v a i t c r u par l a apprendre que son gout, comme d i t Saint-Simon, n ' e t a i t pas c e l u i des femmes.(III:215) 76 A Sodome, 1'expression "en e t r e " e s t sans ambiguite; c ' e s t v o u l o i r f a i r e 1'amour avec un au t r e de son sexe. Mais i c i , grace a une i n v e r s i o n p l u s poussee, Morel a r r i v e a "en e t r e " dans son amour pour l e s femmes. Par son c a r a c t e r e o r i e n t a l , v i c i e u x e t b i z a r r e , Sodome r e p r e s e n t e en quelque s o r t e l ' e n -v e r s de l a s o c i e t e . Cependant, l a l e t t r e de Lea r e v e l e a Cha r l u s t o u t un monde insoupgonne de l u i , e t c e t t e r e v e l a t i o n e s t en un sens analogue a c e l l e de 1'existence de l a v i l l e de l a p l a i n e qu'a l e n a r r a t e u r dans Sodome I. Bre f , 1 1 i n v e r rr:' s i o n de Morel - i n v e r t i par r a p p o r t aux i n v e r t i s - e s t a Sodome ce que Sodome e s t a l a norme s o c i a l e : Or v o i c i que, pour Morel, c e t t e e x p r e s s i o n "en e t r e " p r e n a i t une ex t e n s i o n que M. de Cha r l u s n ' a v a i t pas connue, t a n t e t s i b i e n que Morel p r o u v a i t , d'apres c e t t e l e t t r e , q u ' i l "en e t a i t " en ayant l e meme gout que des femmes pour des femmes memes. (111:215) Quand un f a i t tenu pour v r a i se r e v e l e faux e t que ce meme f a i t r e d e v i e n t v r a i par l a s u i t e , i l f i n i t par d e f i e r t o u t e d e f i n i t i o n s t r i c t e s e l o n l e s c a t e g o r i e s de v e r i t e e t de mensonge. I l e s t a l a f o i s l'un e t 1'autre et aucun des deux. De meme Morel, a f o r c e de s ' i n v e r t i r e t de se r e i n v e r -t i r , depasse l a n o t i o n des sexes comme deux choses opposees et i n c o n c i l i a b l e s . Capable de p l a i r e aux hommes en t a n t qu'homme - ou en t a n t qu'homme-femme - et aux femmes en t a n t qu'homme ou en t a n t que femme, i l n'est n i ma s c u l i n n i fem i n i n , et i l e s t l e s deux a l a f o i s . Heterosexuel au debut 77 dans son amour pour l a n i e c e de Ju p i e n , i l c o n n a i t 1'amour homosexuel avec Ch a r l u s et Saint-Loup. E n f i n , d'apres l a l e t t r e de Lea, i l a r r i v e a p l a i r e aux femmes comme une espece de l e s b i e n n e male, a "en e t r e " malgre son appartenance au sexe oppose: Le baron, devant l a s i g n i f i c a t i o n n o u v e l l e d'un mot q u i l u i e t a i t s i f a m i l i e r , se s e n t a i t t o r -t u r e par une in q u i e t u d e de 1 ' i n t e l l i g e n c e autant que du coeur, devant ce double mystere, ou i l y a v a i t a l a f o i s de 1 1agrandissement de s a ' j a l o u s i e e t de 1 ' i n s u f f i s a n c e soudaine d'une d e f i n i t i o n . (111:215)' Une v i v e j a l o u s i e causee par l e s moeurs gomorrheennes d'une p a r t e n a i r e , v o i l a l e theme p r i n c i p a l de 1 ' h i s t o i r e d ' A l b e r t i n e . I c i , c ' e s t l e meme d e s s e i n , mais i n v e r s e , comme i l s ' a g i t du saphisme non pas d'une mais d'un p a r t e n a i r e . A l o r s q u ' A l b e r t i n e a u r a i t q u i t t e l e monde h e t e r o s e x u e l pour d e v e n i r une Sapho, Morel passe d'une i n v e r s i o n a une a u t r e , de Sodome a Gomorrhe. Comme l e n a r r a t e u r , C h a r l u s e s t e x c l u de Gomorrhe, et 1'on peut supposer que sa j a l o u s i e e s t d'autant p l u s aigue q u ' i l ne peut pas c o n c e v o i r l ' o b j e t de sa s o u f f r a n e e . En decouvrant c e t aspect du monde, inconnu de l u i j u s q u e - l a , C h a r l u s e st o b l i g e de se poser des q u e s t i o n s , de r e d e f i n i r ce monde q u ' i l c r o y a i t s i b i e n c o n n a i t r e . Un mot - "en e t r e " - prend une n o u v e l l e s i g n i f i c a t i o n e t t o u t b a s c u l e , l ' o r d r e e t a b l i se trouve r e n v e r s e . 3 C'est i c i que l e r a p p o r t entre 1'art e t l a s e x u a l i t e 78 prend t o u t son sens. C h a r l u s l ' i n v e r t i se trouve o b l i g e de r e d e f i n i r 1 ' i n v e r s i o n . Or chez Proust, r e d e f i n i r c ' e s t r e c r e -e r , c ' e s t l e t r a v a i l e s s e n t i e l de l ' a r t i s t e . Le passage dans A 1'Ombre des jeunes f i l l e s en f l e u r s , par exemple, ou l e na r r a t e u r rend v i s i t e a E l s t i r dans son a t e l i e r c o n t i e n t de nombreuses r e f l e x i o n s sur l ' a r t . On a pu remarquer que, dans l a Recherche, l e t e x t e i m i t e souvent l e r e c i t , e t , en 1'occurrence, l e s o b s e r v a t i o n s du n a r r a t e u r v a l e n t autant pour 1'oeuvre de Proust que pour l e s tableaux du p e i n t r e . En l i s a n t l a l e t t r e de Lea, Charlus e s t o b l i g e de r e d e f i n i r l e s mots "en e t r e " . De meme, l e t r a v a i l d ' E l s t i r c o n s i s t e a r e d e f i n i r l e s s u j e t s q u ' i l p e i n t : Naturellement, ce q u ' i l y a v a i t dans son a t e l i e r , ce n ' e t a i t guere que des marines p r i s e s i c i , a Balbec. Mais j ' y pouvais d i s c e r n e r que l e charme de chacune c o n s i s t a i t en une s o r t e de metamorphose des choses r e p r e s e n t e e s , analogue a c e l l e qu'en poesie on nomme metaphore, et que, s i Dieu l e Pere a v a i t cree l e s choses en l e s nommant, c ' e s t en l e u r o t a n t l e u r nom, ou en l e u r en donnant un aut r e , q u ' E l s t i r l e s r e c r e a i t . (1:835) Ce r a p p o r t e n t r e l ' a r t e t 1 1 i n v e r s i o n s e x u e l l e e s t mis en evidence quand, v e r s l a f i n de sa v i s i t e , l e n a r r a t e u r decouvre dans 1 ' a t e l i e r un t a b l e a u ayant pour s u j e t un e t r e ambigu, evoquant t a n t o t un sexe t a n t o t 1'autre: Le c a r a c t e r e ambigu de l ' e t r e dont j ' a v a i s l e p o r t r a i t sous l e s yeux t e n a i t , sans que j e l e comprisse, a ce que c ' e t a i t une jeune a c t r i c e d ' a u t r e f o i s en d e m i - t r a v e s t i . (1:848) 79 Comme Morel, l a jeune a c t r i c e d e f i e toute d e f i n i t i o n s t r i c t e s e l o n l e s c a t e g o r i e s du masculin e t du fe m i n i n . Mais pour E l s t i r , ce que peut p r e s e n t e r d'immoral ce t r a v e s t i d'une jeune a c t r i c e e s t sans importance. Son ambiguxte e s t un e l e -ment e s t h e t i q u e q u i vaut s u r t o u t par " l ' a t t r a i t i r r i t a n t qu 1 e l l e ( p o u r r a i t ) o f f r i r aux sens b i a s e s ou depraves de c e r -t a i n s spectateurs."(1:849) A t t e n d r e de 1 ' a r t i s t e une c o n f i r -mation des v a l e u r s a c q u i s e s de l a s o c i e t e e s t c o n t r a i r e a 1 ' e s p r i t meme de l ' a r t . En c h o i s i s s a n t son s u j e t , 1 ' a r t i s t e d o i t p e n e t r e r au-dela des que s t i o n s morales e t s o c i a l e s pour communiquer une idee ou un concept e s t h e t i q u e s ; e t en donnant une n o u v e l l e forme a l ' o b j e t q u ' i l p e i n t , i l i n v i t e l e spec-t a t e u r a p a r t i c i p e r a son t r a v a i l , i l 1 ' i n v i t e a r e d e f i n i r c e t o b j e t e t , a i n s i , a l e r e c r e e r . Selon l e s t h e o r i e s e s t h e t i q u e s de Pro u s t , " l a v e r i t e ne commencera qu'au moment ou 1 ' e c r i v a i n prendra deux o b j e t s d i f f e r e n t s , posera l e u r r a p p o r t . . . e t l e s enfermera dans l e s anneaux n e c e s s a i r e s d'un beau s t y l e . " ( I I I : 8 8 9 ) En e f f e t , l e p o r t r a i t de "Miss S a c r i p a n t " c o n s t i t u e un exemple frappant 4 de c e t t e l o i a r t i s t i q u e . Le n a r r a t e u r remarque d'emblee l a beaute du s t y l e , e t pour ce q u i e s t du ra p p o r t entre deux o b j e t s d i f f e r e n t s , E l s t i r a r r i v e a u n i r dans un meme s u j e t l e m a s c u l i n e t l e femi n i n , s i b i e n que l e s d i s t i n c t i o n s e n t r e l ' u n et 1'autre deviennent f l o u e s : 80 Le long des l i g n e s du v i s a g e , l e sexe a v a i t l ' a i r d ' e t r e sur l e p o i n t d'avouer q u ' i l e t a i t c e l u i d'une f i l l e un peu gargonniere, s'evanouis-s a i t , e t p l u s l o i n se r e t r o u v a i t , suggerant p l u t o t l ' i d e e d'un jeune effemine v i c i e u x e t songeur, p u i s f u y a i t encore, r e s t a i t i n s a i s i s s a b l e . (1:849) Miss S a c r i p a n t - dont l e nom n'est pas moins ambigu que l a personne: "Miss", mot a n g l a i s et f e m i n i n ; " S a c r i p a n t " , f r a n c a i s e t masculin - f o n c t i o n n e comme une s o r t e de mise en abime du r a p p o r t e n t r e l a s e x u a l i t e e t l ' a r t dans l a Recherche. En accentuant l a nature ambigue de son modele, E l s t i r f a i t un c h o i x e s t h e t i q u e a d e s s e i n d ' o b l i g e r l e s p e c t a t e u r a un t r a v a i l de r e d e f i n i t i o n . E t s i l'ambiguite e s t un t r a i t c a r a c t e r i s t i q u e de tous ses tableaux, c ' e s t parce q u ' e l l e r e f l e t e ses i n t e n t i o n s en t a n t q u ' a r t i s t e . A i n s i , dans un t a b l e a u r e p r e s e n t a n t l e p o r t de C a r q u e t h u i t , " E l s t i r a v a i t prepare 1 ' e s p r i t du s p e c t a t e u r en .n 1employant pour l a p e t i t e v i l l e que des termes marins, et que des termes u r b a i n s pour l a mer... Dans l e premier p l a n de l a plage, l e p e i n t r e a v a i t su h a b i t u e r l e s yeux a ne pas r e c o n n a l t r e de f r o n t i e r e f i x e , de demarcation absolue, e n t r e l a t e r r e e t 1'ocean."(I:836) Cet i d e a l e s t h e t i q u e r e a l i s e dans l e s tableaux d ' E l s t i r , P r o u s t l e p r a t i q u e v o l o n t i e r s dans son roman. Or, l e systeme d ' i n v e r s i o n s e t de renversements q u i c a r a c t e r i s e l a Recherche a pour r e s u l t a t d'estomper l e s l i m i t e s e n t r e deux c a t e g o r i e s ou entre duex choses c o n t r a i r e s . Sur l a p l a n s o c i a l , l e s b a r r i e r e s e n t r e l a b o u r g e o i s i e e t 1 ' a r i s t o c r a t i e , e n t r e l e 81 cote de chez Swann et l e cote de Guermantes, c o n s i d e r a b l e s au debut, s ' e c r o u l e n t au f u r e t a mesure que l e n a r r a t e u r , d ' o r i g i n e bourgeoise, penetre dans l e s cercles l e s p l u s fermes du monde p a r i s i e n . Ces b a r r i e r e s d i s p a r a i s s e n t entierement dans l e d e r n i e r volume (Le Temps retrouve) l o r s q u e G i l b e r t e Swann d e v i e n t Mme de Saint-Loup e t Mme V e r d u r i n p r i n c e s s e de Guermantes. De meme, Rachel, que l e n a r r a t e u r a v a i t t o u j o u r s c o n s i d e r e e comme une mauvaise comedienne, f a i t 1 1 a d m i r a t i o n des i n v i t e s a l a matinee de l a p r i n c e s s e , t a n d i s que l a Berma, l a p l u s grande des ac t r i c e s , e s t tombee dans l ' o u b l i ' . B r e f , A l a Recherche du temps perdu c o n t i e n t un r e p e r t o i r e presque i n e p u i s a b l e d ' i n v e r s i o n s et de renversements q u i , eux, tournent autour d'une i n v e r s i o n c e n t r a l e s e r v a n t de f i l conducteur a to u t l e r e c i t , a s a v o i r c e l l e du temps perdu en temps r e t r o u v e . ^ Comme E l s t i r dans l e p o r t r a i t de "Miss S a c r i p a n t " , Proust e s t i n s o u c i e u x de ce que p o u r r a i t p r e s e n t e r d'immoral une p e i n t u r e de 1 ' i n v e r s i o n s e x u e l l e . I l s'attache, au c o n t r a i r e , a ce s u j e t comme a un element e s t h e t i q u e q u i vaut d ' e t r e mis en r e l i e f . Dans l e cas de Morel, l e s c a t e g o r i e s de l ' h e t e r o - e t de 1'homo-sexualite, du m a s c u l i n e t du fe m i n i n , ne s u f f i s e n t pas pour d e c r i r e un e t r e dont l a s e x u a l i t e tend v e r s 1'androgynie. A l a longue, ce jeu d ' i n v e r s i o n s habitue l e l e c t e u r a ne p l u s v o i r de f r o n t i e r e f i x e , de demarcation absolue, e n t r e l e m a s c u l i n e t l e 82 f e m i n i n . Or, justement, dans l a Recherche P r o u s t d e c r i t un monde ou r i e n n'est f i x e , ou r i e n n'est absolu; e t l e l e c t e u r se trouve constamment dans l a n e c e s s i t e de r e d e f i n i r e t de r e i n t e r p r e t e r ce t e x t e dont l a s i g n i f i c a t i o n r e s t e t o u j o u r s ambigue. 83 C o n c l u s i o n En p a r t a n t de l a co n c e p t i o n b i b l i q u e du v i c e , Proust f i n i t par f a i r e de l 1 i n v e r s i o n s e x u e l l e une s o r t e de l e i t -motiv ayant un fonctionnement t e x t u e l p a r t i c u l i e r . Au cours des pages precedentes, nous avons essaye de s o u l i g n e r c e t t e p r o g r e s s i o n dans l e theme de 1'homosexuality d'une idee h i s t o r i q u e e t s o c i a l e v e r s un concept e s t h e t i q u e . S i nous avons pu e l u c i d e r c e r t a i n e s q u e s t i o n s concernant l a concep-t i o n p r o u s t i e n n e de Sodome e t Gomorrhe, nous reconnaissons v o l o n t i e r s que ce n'est l a qu'un debut. On n'epuise pas un s u j e t a u s s i r i c h e que c e l u i que nous avons c h o i s i en une these de cent pages; e t , avant de c o n c l u r e , nous voudrions proposer quelques idees de recherche aux p r o u s t i e n s e t aux pr o u s t i e n n e s q u i a u r a i e n t envie de p o u r s u i v r e n o t r e etude. Dans Sodome I, l e n a r r a t e u r i n t r o d u i t des themes q u i seront r e p r i s souvent au cours des d e r n i e r s volumes de l a Recherche; e t en un sens, c e t " e s s a i " sur 1 ' i n v e r s i o n s e x u e l l e , q u i occupe l e c e n t r e geometrique de l'oeuvre, s e r t de p o i n t de depart a tou t e l a deuxieme p a r t i e du roman. I l nous semble que, s i l a premiere m o i t i e de l a Recherche e s t basee sur une dichotomie e n t r e l e cote de chez Swann e t l e c o t e de Guermantes, l a deuxieme m o i t i e tourne autour de 1' o p p o s i t i o n e n t r e l e cote de Sodome e t l e cote de Gomorrhe. Dans Le Temps r e t r o u v e , ou l e theme des deux co t e s q u i 84 s ' a n n o n c e d a n s C o m b r a y r e v i e n t au p r e m i e r p l a n , l e c o t e d e c h e z Swann e t l e c o t e de G u e r m a n t e s - c o n s i d e r e s d a n s l e p r e m i e r v o l u m e comme d e u x c h o s e s d i a m e t r a l e m e n t o p p o s e e s e t i n c o n c i l i a b l e s - s e r e j o i g n e n t d a n s l e p e r s o n n a g e d e M i l e de S a i n t - L o u p : f i l l e d ' u n G u e r m a n t e s , R o b e r t de S a i n t - L o u p , e t de G i l b e r t e S w a n n . De meme, l e c o t e d e Sodome e t l e c o t e d e G o m o r r h e se t r o u v e n t r e u n i s g r a c e & 1'a m b i g u x t e s e x u e l l e de C h a r l e s M o r e l " , c e q u i e s t comme u n e r e f u t a t i o n d e l a p r o p h e -t i e d e V i g n y s e r v a n t d ' e p i g r a p h e a Sodome I; " L a femme a u r a G o m o r r h e e t l ' h o m m e a u r a S o d o m e . . . L e s d e u x s e x e s m o u r r o n t c h a c u n de s o n c o t e . " P o u r p a r l e r e n d e s t e r m e s m U s i c a u x , o n p e u t v o i r d a n s l ' i d e e de Sodome e t G o m o r r h e u n e " r e p o n s e " a Swann e t G u e r m a n t e s . A i n s i , o n p e u t d i r e q u e l e s a b r e v i a t i o n s communes , S e t G , f o n c t i o n n e n t 3 l a m a n i e r e de c l e f s - c e l l e s d e s o l e t d e f a p a r e x e m p l e - s u r u n e p a r t i t i o n m u s i c a l e ; c ' e s t -a - d i r e comme d e s s i g n e s s e r v a n t a i n d i q u e r l e r e g i s t r e e t l a t o n a l i t e d e s n o t e s q u i s e s i t u e n t s u r l a p o r t e e . S i l ' o n s e p e r m e t d e j o u e r a v e c l e s l e t t r e s , u n S i n v e r s e r e s s e m b l e a l a c l e f d e f a , e t i l s u f f i t de p e u d ' i m a g i n a t i o n p o u r v o i r l a c l e f d e s o l d a n s u n G m a j u s c u l e . 1 On s a i t que P r o u s t a e t § t r e s i n f l u e n c e p a r l a c o m p o s i t i o n m u s i c a l e ; m a i s o n c o n n a i t e g a l e m e n t s a t e n d a n c e a j o u e r a v e c l e s l e t t r e s . 2 L e p a s s a g e d a n s L a F u g i t i v e , p a r e x e m p l e , o u l e n a r r a t e u r l i t d a n s u n t e l e g r a m m e m a l d e c h i f f r e l e nom d ' A l b e r t i n e 85 a u l i e u de G i l b e r t e r e p o s e s u r l e f a i t q u e l e G de G i l b e r t e -c h e z q u i o n r e t r o u v e l e s i n i t i a l e s G . S . - r e s s e m b l e a u n A g o t h i q u e . S i , e n c h o i s i s s a n t Sodome e t G o m o r r h e comme s y m b o l e s de 1 ' i n v e r s i o n s e x u e l l e , P r o u s t p e n s a i t a l a d i c h o t o m i e S w a n n -G u e r m a n t e s , i l f a l l a i t a u s s i q u e c e s s y m b o l e s r e p r e s e n t e n t 1 ' i n f l u e n c e de 1 ' O r i e n t e t de l a B i b l e d a n s s a p e n s e e a r t i s -t i q u e e t d a n s s a c o n c e p t i o n d e 1 ' h o m o s e x u a l i t y . A l o r s q u e l e c h o i x d e Sodome p o u r s y m b o l i s e r 1 ' h o m o s e x u a l i t y d e s hommes ne f a i t a u c u n e d i f f i c u l t y , l a s o d o m i e e t a n t l e t e r m e t r a d i -t i o n n e l ' p o u r d e s i g n e r c e g e n r e d e c o m p o r t e m e n t s e x u e l , i l s e m b l e q u e 1 ' a s s o c i a t i o n e n t r e G o m o r r h e e t l e s a p h i s m e s o i t en g r a n d e p a r t i e 1 ' i n n o v a t i o n d e P r o u s t ^ - a u q u e l c a s i l a u r a i t e t a b l i u n e q u i v a l e n t f e m i n i n a Sodome p o u r s e r v i r s e s d e s s e i n s a r t i s t i q u e s e t l i t t e r a i r e s . T r a d i t i o n n e l l e m e n t , o n a s s o c i e l e s femmes h o m o s e x u e l l e s a S a p h o e t a L e s b o s , e t l e r a p p o r t e n t r e G o m o r r h e e t 1 ' h o m o -s e x u a l i t y d e s femmes e s t c a r a c t e r i s t i q u e d ' u n e o p p o s i t i o n d a n s l a p e n s y e d e P r o u s t e n t r e l a G r e c e e t I s r a e l . A i n s i , p a r c o n t r a s t e a v e c 1 ' a m o u r g r e c , s a i n e t v i r i l , 1 ' h o m o -s e x u a l i t y d o n t i l e s t q u e s t i o n d a n s l a R e c h e r c h e s ' a t t a c h e a d e s n o t i o n s d e v i c e e t de c u l p a b i l i t y . De meme, c e t t e o p p o s i t i o n e n t r e l a G r e c e e t I s r a e l s e m a n i f e s t e d a n s l ' e m p l o i d e s c i t a t i o n s de R a c i n e . O r , t a n d i s q u e P h e d r e -i n s p i r e e d e l a m y t h o l o g i e g r e c q u e - e s t a s s o c i e e au t h e a t r e 86 et a l ' a r t sublime de l a Berma, A t h a l i e et E s t h e r - drames r e l i g i e u x ayant l e u r o r i g i n e dans 1'Ancien Testament - sont souvent c i t e e s dans un contexte p e d e r a s t i q u e ; 5 ce q u i e s t assez i n t e r e s s a n t s i l ' o n c o n s i d e r e que l e s premieres r e p r e -s e n t a t i o n s de ces p i e c e s ont ete donnees par l e s d e m o i s e l l e s de S a i n t - C y r , s i b i e n que l e s r o l e s masculins ont ete joues par des jeunes f i l l e s en t r a v e s t i . ^ Mais jusqu'a quel p o i n t ces p i e c e s o n t - e l l e s i n f l u e n c e 1'oeuvre de Proust? E s t - c e de l a , par exemple, que v i e n t 1 ' a s s o c i a t i o n , apparente dans c e r t a i n s passages de l a Recherche, e n t r e l e t h e a t r e e t l e s femmes de moeurs l e -geres? La cpusine de Bloch, E s t h e r Levy, dont l e nom r a p p e l l e a l a f o i s 1 ' E s t h e r de Racine e t l e choeur de jeunes f i l l e s de l a t r i b u de L e v i dans A t h a l i e , a des r e l a t i o n s prolongees avec l a comedienne Lea, Gomorrheenne n o t o i r e au demeurant. De meme, c ' e s t dans sa l i a i s o n peu d i s c r e t e avec une ancienne a c t r i c e que l a soeur de Bloch f a i t scandale au Grand-Hotel de Balbec. E n f i n , l e u r parente avec Bloch, J u i f egalement, permet de v o i r en e l l e s un a u t r e exemple du l i e n e n t r e j u d e i t e e t i n v e r s i o n . . . En c h o i s i s s a n t d ' e c r i r e sur Sodome e t Gomorrhe, nous avions pour o b j e t d ' e c l a i r c i r c e r t a i n s a s p e c t s du l i e n e n t r e 1'homosexuality e t l a j u d e i t e dans l a Recherche. A i n s i , nous avons commence par e t u d i e r 1 'expose sur 1 ' i n v e r s i o n dans 87 Sodome I ou on trouve de nombreuses a l l u s i o n s a l ' A n c i e n Testament. En f a i t , l e s s i m i l i t u d e s e n t r e l e t e x t e de Pro u s t et l e r e c i t de l a d e s t r u c t i o n des v i l l e s de l a p l a i n e dans l a Genese donnent a penser q u ' i l v o u l a i t en f a i r e une s o r t e de r e e c r i t u r e dans son roman. Mais s i Sodome I demontre c l a i r e m e n t a quel p o i n t P r o u s t a ete i n f l u e n c e par l a B i b l e , l e t on d ' i r o n i e e t d' i n s o u c i a n c e q u i c a r a c t e r i s e l e mythe des descendants de l a v i l l e maudite n'est pas moins une preuve q u ' i l e t a i t l o i n d ' e t r e entierement d'accord avec 1 ' i n t e r p r e t a t i o n t r a d i t i o n n e l l e du r e c i t de l a Genese - r e c i t q u i l u i s e r t p l u t o t de p o i n t de depart. En f a i s a n t a l l u s i o n a l a d e s t r u c t i o n de Sodome pour d e c r i r e 1 ' i n v e r s i o n s e x u e l l e , Proust e l e v e ce s u j e t a une e c h e l l e u n i v e r s e l l e , l u i donne un sens de l ' e t e r n i t e . De c e t t e maniere, l e theme de 1'homosexuality, de Sodome e t Gomorrhe, r e j o i n t l e theme c e n t r a l du Temps, ou 1 ' i n f l u e n c e de 1 ' I s r a e l a n c i e n e t de l a B i b l e se c o n c r e t i s e dans l e ra p p o r t entre l e temps et l e s monuments s a c r e s . L ' e g l i s e de Combray, par exemple, e s t d e c r i t e comme u h > " e d i f i c e occupant, s i l ' o n peut d i r e , un espace a quatre dimensions - l a quatrieme e t a n t c e l l e du Temps -, deployant a t r a v e r s l e s s i e c l e s son v a i s s e a u q u i , de t r a v e e en t r a v e e , de c h a p e l l e en c h a p e l l e , semblait v a i n c r e et f r a n c h i r , non pas seulement quelques metres, mais des epoques s u c c e s s i v e s d'ou i l s o r t a i t v i c t o r i e u x . " ( I : 6 1 ) Ce l i e n e n t r e l e temps e t l e s 88 e d i f i c e s r e l i g i e u x e s t egalement manifeste l o r s de l a re v e -l a t i o n u l t i m e du Temps r e t r o u v e q u i depend d'une a s s o c i a t i o n e n t r e l a cour de 1 ' h o t e l de Guermantes e t l e b a p t i s t e r e de Saint-Marc. On a pu p a r l e r de l a Recherche comme d'un systeme de codes et de s i g n e s . ^ A i n s i , Sodome se s i t u e sous l e signe de 1 ' O r i e n t , et l e s Sodomites ont un a i r de mystere et d'exo-•tisme a s s o c i e aux M i l l e e t une n u i t s . Comme l e s J u i f s , l e u r s c a r a c t e r e s moraux e t physiques sont ceux d'une r a c e . Sachant que l e u r d e s i r e s t tenu pour p u n i s s a b l e , honteux, inavouable, i l s sont o b l i g e s de se cacher, i l s sont emetteurs de s i g n e s . Dans Sodome I, l e n a r r a t e u r apprend a i n t e r p r e t e r ces s i g n e s , a d e c h i f f r e r l e code homosexuel; ce q u i r e p r e s e n t e une etape d e c i s i v e dans son cheminement v e r s une v o c a t i o n l i t t e r a i r e . Par a s s o c i a t i o n a 1 'expose des descendants de Sodome, Gomorrhe adopte l e s mimes no t i o n s b i b l i q u e s de v i c e e t d 1 amour coupable. Cependant, comme i l n'y a aucun moment in a u g u r a l concernant l e s l e s b i e n n e s , Gomorrhe r e s t e e n i g -matique, joue un au t r e r o l e que Sodome. A p a r t i r du c h a p i t r e quatre de Sodome e t Gomorrhe I I , i l s ' e t a b l i t un l i e n e n t r e Gomorrhe e t l e mensonge q u i va dominer La P r i s o n n i e r e e t La F u g i t i v e . La n o u v e l l e q u ' A l b e r t i n e c o n n a i t l'amie de M i l e V i n t e u i l ayant pour e f f e t d ' e x c i t e r une v i v e j a l o u s i e chez l e n a r r a t e u r , c e l u i - c i • v e u t l'empecher de fr e q u e n t e r l e s femmes de "mauvais genre". A i n s i , pour gagner sa 8 9 sympathie, i l commence a l u i mentir, e t des q u ' i l e s t lancS dans c e t t e v o i e , i l n'y a pas moyen pour l u i de r e v e n i r sur ses pas. Voyant l e mensonge p a r t o u t , i l se trouve comme dans un dedale d'ou i l ne peut s o r t i r ; o r, l e s e u l moyen d'en s o r t i r , ce s e r a i t de s a v o i r l a v e r i t e sur l a v i e d ' A l b e r t i n e . Mais quoi q u ' i l f a s s e , c e t t e v e r i t e l u i echappe, r e s t e hors d ' a t t e i n t e . Dans sa quete desesperee de l a v e r i t e , l e n a r r a t e u r e s t o b l i g e d ' i n t e r p r e t e r l e s signes ambigus e t mensongers de Gomorrhe. A i n s i , en essayant d'apprendre l e s d e t a i l s de l a v i e d ' A l b e r t i n e , i l e s t q u e s t i o n pour l u i de l i r e c e l l e - c i comme un t e x t e ; l e c t u r e problematique dans l a mesure ou e l l e se presente souvent comme une s u i t e d 1 incoherences. Sur ce p o i n t , l a s i t u a t i o n du n a r r a t e u r , en t a n t que l e c t e u r d'un t e x t e - c e l u i d ' A l b e r t i n e - exigeant une r e d e f i n i t i o n cons-t a n t e , d e c r i t a peu pres c e l l e du l e c t e u r devant l e t e x t e p r o u s t i e n . Or, l a l e c t u r e de l a Recherche, q u i e s t une demonstration c o n t i n u e l l e de l a complexite e t de l'ambiguite Q du t e x t e f i c t i f , e s t i n s e p a r a b l e d'une l e c o n de l e c t u r e . La mise en q u e s t i o n de l a p a r o l e q u i se degage de l a l i a i s o n e n t r e A l b e r t i n e e t l e n a r r a t e u r r e j o i n t un au t r e theme q u i domine d'un bout a l ' a u t r e de l a Recherche, a s a v o i r c e l u i , formellement i n t r o d u i t dans l a c o n c l u s i o n de Combray, de l a mise en doute de 1 ' i n t e l l i g e n c e e t de l a c e r t i t u d e . Gomorrhe, t o u t en et a n t l e monde du mensonge, 90 e s t a u s s i c e l u i de 1 1 i n c e r t i t u d e . Dans ce c l i m a t d ' i n s t a -b i l i t y , l e s choses ont tendance a se r e n v e r s e r , a s ' i n t e r -v e r t i r , s i b i e n que t o u t f i n i t par d e v e n i r f l o u . I l en e s t a i n s i dans l ' h i s t o i r e d ' A l b e r t i n e ou t o u t e t e n t a t i v e de l a p a r t du n a r r a t e u r pour e c l a i r c i r l e s enigmes concernant l e s moeurs gomorrheennes de sa m a i t r e s s e e s t vouee a l'echec. I l a beau prendre des renseignements sur e l l e , l a f a i r e s u i v r e , l a c o n f e s s e r , i l f i n i t t o u j o u r s par t i r e r des c o n c l u -s i o n s ambigues, i n c e r t a i n e s . D e f i n i t i v e m e n t e x c l u de Gomorrhe, entoure du mensonge, i l e s t f i n a l e m e n t amene a r e c o n a i t r e a q u e l p o i n t i l e s t m a l a i s e de s a v o i r l a v e r i t e dans l a v i e . S ' i l e s t d i f f i c i l e de p a r l e r de mensonge ou de v e r i t e en des termes ab s o l u s , i l y a a u s s i b i e n de 1 ' i n c e r t i t u d e dans l e s d i s t i n c t i o n s entre l e m a s c u l i n et l e f e m i n i n . Chez Pr o u s t , 1 ' i n v e r s i o n s e x u e l l e depasse 1'homosexuality, tend p l u t o t v e r s 1'androgynie. On v o i t dans l e t a b l e a u de "Miss S a c r i p a n t " que l'ambiguite de c e t t e jeune a c t r i c e en demi-t r a v e s t i e s t un element e s t h e t i q u e - t y p i q u e de 1'oeuvre d ' E l s t i r - q u i vaut d ' e t r e mis en r e l i e f . V i s i b l e m e n t , dans l e s pages consacrees a l a p e i n t u r e d ' E l s t i r , P r o u s t p a r l e de son propre t r a v a i l de romancier. Or, 1 ' i n v e r s i o n s e x u e l l e joue un r o l e semblable dans l a Recherche ou l'ambiguite et l a metaphore ne sont pas moins importantes que dans l e s tableaux du p e i n t r e . E n f i n , l'ambiguite s e x u e l l e de C h a r l e s 91 Morel - exigeant une r e d e f i n i t i o n du m a s c u l i n , du f e m i n i n , e t meme de 1 * i n v e r s i o n - e s t analogue a l ' a m b i g u i t e du t e x t e p r o u s t i e n q u i , l u i - exigeant une r e d e f i n i t i o n constante de l a v e r i t e e t du mensonge -, e s t une demonstration c o n t i n u e l l e du c a r a c t e r e e v a s i f du t e x t e f i c t i f . 92 Notes I n t r o d u c t i o n 1 Anne Henry, Proust romancier: Le Tombeau e g y p t i e n ( P a r i s : Flammarion, 1983), p. 26. 2 V o i r Anne Henry, Marcel Proust: T h e o r i e s pour une  e s t h e t i q u e ( P a r i s : K l i n c k s i e c k , 1981). 3 Henry, Proust romancier, p. 26. 4 I b i d . V o i r 1 1 i n t r o d u c t i o n de J . M i l l y a La P r i s o n n i e r e ( P a r i s : Flammarion, 1984), pp. 9-24. 6 V o i r J.E. R i v e r s , P r o u s t and the A r t of Love t (New York: Columbia U.P., 1980), p. 2. ' Contre Sainte-Beuve precede de P a s t i c h e s et melanges et s u i v i de E s s a i s e t a r t i c l e s , ed. P i e r r e C l a r a c e t Yves Sandre ( P a r i s : G a l l i m a r d , 1971), pp. 221-22. Correspondance gen e r a l e , I I I ( P a r i s : Plon, 1930-36), p. 69 (nov. 1920) . ^ A l f r e d de Vigny, "La C o l e r e de Samson," v e r s 80. 1 0 Robert Vigneron a v a i t d e j a p a r l e de 1'homosexuality dans l a Recherche dans "Genese de Swann" en 1937. 1 1 Cf. Andre Maurois, A l a Recherche de Marcel Proust (1949; r p t . P a r i s : Hachette, 1970), p. 218. 93 1 2 J u s t i n O'Brien, " A l b e r t i n e the Ambiguous," PMLA, 64 (1949), 952. 1 3 I b i d . , pp. 937-38. V o i c i l e t e x t e o r i g i n a l de l a longue c i t a t i o n : The v e r y g i v e n names of G i l b e r t e , A l b e r t i n e , Andree - r e a d i l y f e m i n i z e d forms of masculine names - have d o u b t l e s s s t r u c k a l l r e a d e r s . I t i s c h a r a c t e r i s t i c t h a t when the young Marcel ^ f i r s t sees G i l b e r t e , on the o t h e r s i d e of her f a t h e r ' s hawthorne hedge "du cote de chez Swann," he notes nothing but the c o l o r of h e r - h a i r ("d'un blond r o u x " ) , her b l a c k eyes (which he l a t e r remembered as b l u e ) , her f r e c k l e s , and "un geste indecent" which she made i n h i s d i r e c t i o n . Though he saw the spade she h e l d i n her hand, he says nothing of her costume. On l a t e r o c c a s i o n s she i s d e s c r i b e d i n d e t a i l but o n l y i n r e l a t i o n to her f a c e and h a i r and o c c a s i o n a l l y her c l o t h i n g i s mentioned when she p l a y s b a l l or p r i s o n e r ' s base with Marcel i n the Champs-Elysees. Even i n the scene of h i s mock-struggle w i t h her " d e r r i e r e l e massif de l a u r i e r s " when he f e l t " s i a t t i r e par son c o r p s , " our v i s u a l i z a t i o n of G i l b e r t e must begin and end with her "toque p l a t e q u i d e s c e n d a i t assez bas sur ses yeux," the "nattes de ses cheveux," and her c h e r r y - r e d cheeks. !4 Maurice Bardeche, Marcel Proust, romancier ( P a r i s : Sept C o u l e u r s , 1971), I I , 60. 1 5 O'Brien, p.941. !6 Harry L e v i n and J u s t i n O'Brien, "Proust, Gide, and the Sexes," PMLA, 65 (1950), 648-52. Nous r e p r o d u i s o n s i c i l e t e x t e o r i g i n a l de l a longue c i t a t i o n : Once we commit o u r s e l v e s to t h i s process of " t r a v e s t i s s e m e n t " , the work reduces i t s e l f t o a t r a v e s t y . What of Andree, the c h i e f o b j e c t of 94 the n a r r a t o r ' s j e a l o u s s u s p i c i o n s ? Is she to be transposed i n t o Andre? In t h a t case, the s i t u a t i o n i s turned i n t o an u n r e l i e v e d homosexual t r i a n g l e . But i f , as P r o f e s s o r O'Brien 'Seems to t h i n k , A l b e r t remains b i s e x u a l (to which I would agree, w i t h the q u a l i f i c a t i o n t h a t A l b e r t i n e remains h e r s e l f ) , i t f o l l o w s t h a t Andree must then ' be regarded as a normal young woman i n lov e with A l b e r t - d e s p i t e the pains t h a t Proust takes t o e s t a b l i s h her r e p u t a t i o n as a L e s b i a n . F u r t h e r q u e s t i o n s might be m u l t i p l i e d , but these may s u f f i c e to back my o r i g i n a l c o n t e n t i o n t h a t a change i n the sex of A l b e r t i n e i n t r o d u c e s more d i f f i c u l t i e s than i t s e t t l e s . 1 7 O'Brien, p. 934. 1 8 Maurice Samuel, "The Concealments of M a r c e l , " Commentary, 29 (1960), 8-22. 1 9 Henry, P r o u s t romancier, p. 25. 2 0 Samuel, p. 14. 2 1 ( P a r i s : P r e s ses U n i v e r s i t a i r e s de France, 1970). Nous c i t o n s t o u t e f o i s l a cinquieme e d i t i o n de 1979. " Deleuze, p. 11. 2 3 I b i d . , pp. 161-62. 2 4 I b i d . * p. 163. 2 5 I b i d . , p. 165. 2 6 I b i d . , p. 166. 2 7 L i t t e r a t u r e , 10, no. 37 (1980), 100-12. 2 8 Bern, p. 105. 2 ^ Serge Gaubert, "Proust e t l e jeu de 1'alphabet," Europe, no. 502-03 (1971), pp. 68-82. 3 0 Bern, p. 108. 95 31 (New York: Columbia U.P., 1980). 32 R i v e r s , p. i x . 33 George D. P a i n t e r , Marcel P r o u s t : Les Annees de jeunesse, t r a d . G. C a t t a u i e t R.P. V i a l ( P a r i s : Mercure de France, 1966), p. 35. 3 4 v o i r R i v e r s , pp. 5 3-54. 3 5 J o c e l y n Brooke, "Proust and Joyce: The Case f o r the P r o s e c u t i o n , " Adam: I n t e r n a t i o n a l Review, 29: 297-98 (1961), p., 17. 36 Robert Vigneron, "Genese de Swann," Revue d ' H i s t o i r e  de l a P h i l o s o p h i e e t d ' H i s t o i r e Generale de l a C i v i l i s a t i o n , 5 (1937), 100-15. 37 R i v e r s , pp< 243-44. 38 Roland Barthes, "Une Idee de rec h e r c h e , " Paragone, no. 260 (1971), pp. 25-30. 39 R i v e r s , p. 219. 4 0 I b i d . , p. 22. 4 1 I b i d . , p. 187. Sodome 1 L e v i t i q u e , XVIII, 22. 2 J.E. R i v e r s , par exemple, ne f a i t pas t r e s a t t e n t i o n a c e t aspect de beaute q u i e s t cependant r e i t e r e a p l u s i e u r s r e p r i s e s dans Sodome I, d'ou l a metaphore du bourdon e t de l ' o r c h i d e e . Sa d i s c u s s i o n p o r t e p l u t o t sur l e s s i m i l i t u d e s 96 e n t r e l e s t h e o r i e s m§dicales du dix-neuvieme s i e c l e de 1 1homo-s e x u a l i t y et l a maniere dont P r o u s t en p a r l e dans son roman. Grace aux progres qu'on a f a i t s depuis l e debut du s i e c l e dans l e s domaines de l a s o c i o l o g i e e t de l a medecine, on s a i t que ces t h e o r i e s sont t r e s souvent erronees, e t meme on ne co n s i d e r e p l u s 1'homosexuality comme une maladie. Mais, s i ces o b s e r v a t i o n s peuvent e c l a i r e r des problemes l i e s a 1 1 e v o l u t i o n s o c i o l o g i q u e e t c u l t u r e l l e , e l l e s ne nous apprennent pas grand'chose sur l a l i t t e r a t u r e ou sur l a comprehension du t e x t e . Reprocher a Proust d ' a v o i r repandu l a n o t i o n de 1'homme-femme e t , a i n s i , d ' a v o i r n u i a l a s i t u a t i o n de l'homosexuel dans l a s o c i e t e o c c i d e n t a l e , c ' e s t f a i r e f a u sse r o u t e . Or, Pro u s t a e c r i t une oeuvre l i t t e r a i r e et non pas un d i s c o u r s s c i e n t i f i q u e ou m e d i c a l , e t to u t e s l e s t h e o r i e s q u ' i l l u i a r r i v e d'emettre sur l a s e x u a l i t e ou sur n'importe quel a u t r e s u j e t d o i v e n t e t r e c o n s i d e r e e s d'abord dans l e contexte de l'oeuvre, c ' e s t - a - d i r e dans l e s l i m i t e s de l a f i c t i o n . Encore J.E. R i v e r s n e g l i g e - t - i l de f a i r e remarquer que l e s t h e o r i e s medicales du dix-neuvieme s i e c l e , q u i ont sans doute i n f l u e n c e l a pensee de Prous t , e t a i e n t l o i n d'accorder a 1'homosexuality un aspect de beaute e t de n a t u r e l . Marcel M u l l e r a v a i t , pourtant, s o u l i g n e ce cote p o s i t i f de 1 ' i n v e r s i o n s e x u e l l e dans l a Recherche d i x ans avant l a p a r u t i o n de Pro u s t and the A r t of Love. 3 C'est nous q u i so u l i g n o n s . 9 7 Des l a premiere a p p a r i t i o n de C h a r l u s , l e n a r r a t e u r met l 1 a c c e n t sur l e s yeux: "Un monsieur h a b i l l e de c o u t i l e t que j e ne c o n n a i s s a i s pas, f i x a i t sur moi des yeux q u i l u i s o r t a i e n t de l a t e t e . " ( I : 1 4 1 ) 5 "Regard" ou "regarder" r e v i e n n e n t sept f o i s a l a page 6 0 5 du deuxieme volume. 6 Cf. Anne Henry, p. 3 3 . On a souvent p a r l e de l'absence de Dieu dans 1'oeuvre de P r o u s t . C e t t e a s s o c i a t i o n e n t r e l'homme et l ' u n i v e r s r e p r e s e n t e , neanmoins, l a croyance en un c e r t a i n o r d r e , ce qu'on ne trouve pas dans l a contingence d'un Sartre,) par exemple. 7 Cf. "La Race maudite", dans Contre Sainte-Beuve ( P a r i s : G a l l i m a r d , 1 9 5 4 ) , pp. 2 9 2 - 3 1 5 . 8 Depuis une t r e n t a i n e d'annees, l e s exegetes ont t e n -dance a c o n s i d e r e r comme cause p r i n c i p a l e de l a d e s t r u c t i o n de Sodome l e f a i t que ses h a b i t a n t s ne r e s p e c t e n t pas l e s l o i s de 1 ' h o s p i t a l i t e . V o i r John Boswell, C h r i s t i a n i t y ,  S o c i a l T o l e r a n c e , and Homosexuality (Chicago and London: U n i v e r s i t y of Chicago P r e s s , 1 9 8 0 ) , p. 9 4 . 9 Cf. R i v e r s , pp, 2 2 2 - 2 6 . I® Le concept de race e s t t r e s important dans l e roman p r o u s t i e n . Les Guermantes, par exemple, sont une r a c e , e t , par l e f a i t meme d ' a p p a r t e n i r a c e t t e ascendance i l l u s t r e , on se trouve, en quelque s o r t e , " a n n o b l i " en c o n s t i t u a n t un chainon dans 1'ecoulement du temps. 98 1 1 Cf. R i v e r s , p. 190. 1 2 Cf. R i v e r s , p. 225. 1 3 Cf. Deleuze, p. 17. 1 4 C'est sans doute a cause de 1'importance de 1'homo-s e x u a l i t y et du mensonge dans La P r i s o n n i e r e e t La F u g i t i v e que Proust a v a i t eu 1 ' i n t e n t i o n de l e s i n t i t u l e r Sodome et  Gomorrhe I I I e t IV. V o i r 1 ' i n t r o d u c t i o n de J . M i l l y a La P r i s o n n i e r e , p. 21. 15 C e t t e o p p o s i t i o n e n t r e 1 ' I s r a e l a n c i e n e t 1 ' a n t i q u i t y grecque ou romaine, nous l a trouvons encore dans l ' e m p l o i de Gomorrhe pour r e p r e s e n t e r 1'homosexuality des femmes au l i e u des symboles t r a d i t i o n n e l s de Lesbos ou de Sapho. 1 6 V o i r R i v e r s , p. 174. 1 7 C e r t a i n s c r i t i q u e s , comme Maurice Samuel e t M e l v i n Seiden, pretendent que l e n a r r a t e u r e s t , et veut que nous sachions q u ' i l est,.homosexuel. S i l ' o n v o u l a i t s o u t e n i r c e t t e hypothese, l e m e i l l e u r argument - dont Samuel e t : Seiden ne p a r l e n t pas - s e r a i t l a tendance du n a r r a t e u r a m e ntir. 18 A i n s i , c ' e s t en se promenant au hasard dans l e s rues obscures d'un P a r i s nocturne pendant l a guerre q u i evoque pour l u i une exotique c i t e o r i e n t a l e que l e n a r r a t e u r r e n c o n t r e M. de C h a r l u s . (111:763) 1 9 Dans Sodome I, par exemple, C h a r l u s se compare a un personnage des M i l l e et une n u i t s : " I l m ' a r r i v e en e f f e t , 99 comme l e c a l i f e de Bagdad p r i s pour un simple marchand, de condescendre a s u i v r e quelque p e t i t e personne dont l a s i l h o u e t t e m'aura amuse."(II:610) 2 0 Cf. 11:615-16. 2 1 R i v e r s , p.182. 2 2 La p l u s longue phrase de l a Recherche repose sur c e t t e comparaison, l e J u i f e t a n t l e comparant et l'homo-sexuel l e compare. ( I I : 615-18) 2 3 Cf. Jeanne Bern, p. 100. • 2 4 C f . 111:23. 2 5 Cf. 11:852. Gomorrhe 1 La scene des ebats saphiques de M i l e V i n t e u i l e t son amie a Montjouvain dans Combray joue sans doute un r o l e t r e s important dans l a Recherche en ce sens q u ' e l l e annonce l a f i n de Sodome et Gomorrhe I I ( c f . l a l e t t r e a Paul Souday dans Choix de l e t t r e s , p. 250) . Pourtant, l e n a r r a t e u r ne s'etend pas vraiment a ce moment-la sur 1'homosexualite feminine. 2 De meme que 1'episode de l a madeleine presage l a r e v e l a t i o n d e f i n i t i v e du Temps r e t r o u v e , on trouve d e j a dans Un Amour de Swann l e s materiaux e s s e n t i e l s de l a l i a i s o n e n t r e A l b e r t i n e et l e n a r r a t e u r . Un jo u r Swann s o r t au m i l i e u de l ' a p r e s - m i d i pour f a i r e une v i s i t e . 100 Ne t r o u v a n t p a s l a p e r s o n n e q u ' i l v e u t r e n c o n t r e r , i l d e c i d e d ' e n t r e r c h e z O d e t t e a c e t t e h e u r e o u i l ne v a j a m a i s c h e z e l l e . " L e c o n c i e r g e l u i d i t q u ' i l c r o y a i t q u ' e l l e e t a i t l a ; i l s o n n a , c r u t e n t e n d r e du b r u i t , e n t e n d r e m a r c h e r , m a i s o n n ' o u v r i t p a s . " ( 1 : 2 7 7 ) P r e o c c u p e p a r l e b r u i t q u ' i l c r o i t a v o i r e n t e n d u , i l r e v i e n t une h e u r e a p r e s e t t r o u v e O d e t t e c h e z e l l e : E l l e l u i d i t q u ' e l l e e t a i t c h e z e l l e t a n t o t q u a n d i l a v a i t s o n n e , m a i s d o r m a i t ; l a s o n n e t t e 1 ' a v a i t e v e i l l e e , e l l e a v a i t d e v i n e q u e c ' e t a i t S w a n n , e l l e a v a i t c o u r u a p r e s l u i , m a i s i l e t a i t d e j a p a r t i . E l l e a v a i t b i e n e n t e n d u f r a p p e r a u x c a r r e a u x . Swann r e c o n n u t t o u t d e s u i t e d a n s c e d i r e u n d e c e s f r a g m e n t s d ' u n f a i t e x a c t q u e l e s m e n t e u r s p r i s de c o u r t s e c o n s o l e n t de f a i r e e n t r e r d a n s l a c o m p o -s i t i o n d ' u n f a u x f a i t q u ' i l s i n v e n t e n t , c r o y a n t y f a i r e s a p a r t e t y d e r o b e r s a r e s s e m b l a n c e a l a v e r i t e . . . E l l e p a r l a i t ; i l ne 1 ' i n t e r r o m p a i t p a s , i l r e c u e i l l a i t a v e c u n e p i e t e a v i d e e t d o u l e u r e u s e c e s m o t s q u ' e l l e l u i d i s a i t e t q u ' i l s e n t a i t ( j u s t e m e n t p a r c e q u ' e l l e l a c a c h a i t d e r r i e r e eux t o u t e n l u i p a r l a n t ) g a r d e r v a g u e m e n t , comme l e v o i l e s a c r e , l ' e m p r e i n t e , d e s s i n e r l ' i n c e r t a i n m o d e l e , de c e t t e r e a l i t e i n f i n i m e n t p r e c i e u s e e t h e l a s ! i n t r o u v a b l e : - c e q u ' e l l e f a i s a i t t a n t o t a t r o i s h e u r e s , q u a n d i l e t a i t v e n u - de l a q u e l l e i l ne p o s s e d e r a i t j a m a i s q u e c e s m e n s o n g e s , i l l i s i b l e s e t d i v i n s v e s t i g e s , e t q u i n ' e x i s t a i t p l u s q u e d a n s l e s o u v e n i r r e c e l e u r d e c e t e t r e q u i l a c o n t e m p l a i t s a n s s a v o i r l ' a p p r e c i e r , m a i s ne l a l u i l i v r e r a i t p a s . ( 1 : 2 7 8 - 7 9 ) ( C ' e s t n o u s q u i s o u l i g n o n s ) A p a r t i r de c e moment , i l e s t q u e s t i o n p o u r Swann d ' i n t e r p r e -t e r l e s m e n s o n g e s d ' O d e t t e - i l l i s i b l e s e t d i v i n s v e s t i g e s de l a r e a l i t e - e x a c t e m e n t comme i l l e s e r a p l u s t a r d p o u r l e n a r r a t e u r d ' i n t e r p r e t e r c e u x d ' A l b e r t i n e . 101 Nous trouvons dans La P r i s o n n i e r e un passage analogue quand l e n a r r a t e u r , ayant passe l ' a p r e s - m i d i chez Mme de Guermantes, remonte chez l u i et s ' a p e r g o i t q u ' A l b e r t i n e e s t de j a r e n t r e e . I I renc o n t r e Andree dans l ' e s c a l i e r . C e l l e - c i , incommodee par l'odeur des s e r i n g a s q u ' i l r a p p o r t e de chez l a duchesse, l u i d i t q u ' A l b e r t i n e a v a i t a e c r i r e e t l ' a r e n -voyee. Quand i l sonne pour r e n t r e r chez l u i , A l b e r t i n e v i e n t l u i o u v r i r , ce q u ' e l l e ne peut pas f a i r e t o u t de s u i t e ; c a r Fr a n g o i s e e t a n t descendue, e l l e ne s a i t pas ou al l u m e r . E n f i n e l l e peut l u i f a i r e r e n t r e r , e t t a n d i s que l u i va dans l a c u i s i n e poser l e s f l e u r s , A l b e r t i n e va dans l a chambre du n a r r a t e u r , d'ou e l l e l ' a p p e l l e . Au moment-meme, i l ne trouve r i e n d ' e x c e p t i o n n e l a c e t t e scene; mais a l a r e f l e x i o n , i l commence a a v o i r des soupcons. " E l l e a v a i t f a i l l i e t r e s u r p r i s e avec Andree et s ' e t a i t donne un peu de temps en ete i g n a n t t o u t , en a l l a n t chez moi pour ne pas l a i s s e r v o i r son l i t en desordre, et a v a i t f a i t semblant d ' e t r e en t r a i n d ' e c r i r e . Mais on v e r r a tout c e l a p l u s t a r d , t o u t c e l a dont j e n ' a i jamais su s i c ' e t a i t v r a i . " ( I I I : 5 5 ) Chez Proust, l ' i n t e n s i t e de 1'amour depend de 1'ince r -t i t u d e e t de l a j a l o u s i e . Dans l e premier passage, Swann se doute qu'Odette l u i cache l a v e r i t e , a s a v o i r que Forche-v i l l e e t a i t l a l a premiere f o i s q u ' i l e s t venu chez e l l e . De meme, quand l e n a r r a t e u r repense au jour ou i l e s t r e n t r e de chez Mme de Guermantes, i l soupgonne A l b e r t i n e d ' a v o i r 102 f a i t t o u t e une mise en scene pour l u i d i s s i m u l e r q u ' e l l e a v a i t ete avec Andree. Soupgonnant l e mensonge, l'amant j a l o u x ne peut p l u s f a i r e c o n f i a n c e a sa m a i t r e s s e e t , a i n s i , e x c l u t toute p o s s i b i l i t y d ' a t t e i n d r e l a v e r i t e ; ce q u i s e r t a a c c r o i t r e sa j a l o u s i e e t , par consequent, a l u i rendre encore p l u s d e s i r a b l e l a connaissance de c e t t e v e r i t e i n a c c e s s i b l e . P l u s l o i n , Swann r e g o i t une l e t t r e anonyme l u i d i s a n t qu'Odette a ete l a m a i t r e s s e d'innombrables hommes, de femmes e t q u ' e l l e frequente des maisons de passe. Desireux de s a v o i r l a v e r i t e , i l prend l a r e s o l u t i o n de l a c o n f e s s e r . D'abord, e l l e n i e a v o i r jamais ete l a m a i t r e s s e d'aucune femme; mais, comme i l i n s i s t e , e l l e f i n i t par d i r e q u ' e l l e a p e u t - e t r e f a i t ce genre de choses deux ou t r o i s f o i s : "Je c r o i s que c ' e t a i t au B o i s un s o i r ou t u es venu nous r e t r o u v e r dans l ' i l e . . . A une t a b l e v o i s i n e i l y a v a i t une femme que j e n'avais pas vue depuis t r e s longtemps. E l l e m'a d i t : 'Venez done d e r r i e r e l e p e t i t rocher v o i r l ' e f f e t du c l a i r de lune sur l ' e a u . ' D'abord j ' a i b a i l i e e t j ' a i repondu: 'Non, j e s u i s f a t i g u e e e t j e s u i s b i e n i c i . ' E l l e a assure q u ' i l n'y a v a i t jamais eu un c l a i r de lune p a r e i l . Je l u i a i d i t : 'Cette blague!'; j e s a v a i s b i e n ou e l l e v o u l a i t en venir."(I:365-66) Odette raconte c e l a presque en r i a n t ; mais en voyant l e v i s a g e de Swann, e l l e change de ton: "Tu es un m i s e r a b l e , t u t e p l a i s a me t o r t u r e r , 103 a me f a i r e f a i r e des mensonges que j e d i s a f i n que t u me l a i s s e s t r a n q u i l l e . " ( I : 3 6 6 ) A i n s i , on trouve d e j a dans Un Amour de Swann 1 ' a s s o c i a t i o n e n t r e Gomorrhe e t l e mensonge q u i va dominer La P r i s o n n i e r e e t La F u g i t i v e . C e t t e p e r i o d e de l a l i a i s o n e n t r e Swann et Odette e s t a n n o n c i a t r i c e de l ' h i s t o i r e d ' A l b e r t i n e , e t on y trouve meme une a l l u s i o n a Vigny quand l e n a r r a t e u r d i t , en p a r l a n t de Swann plonge dans l a s o u f f r a n e e par l e r e c i t d'Odette: "Mais q u e l l e v e r i t e douleureuse p r e n a i e n t pour l u i ces l i g n e s du 'Journal d'un Poete' d ' A l f r e d de Vigny q u ' i l a v a i t l u e s avec i n d i f f e r e n c e a u t r e f o i s : 'Quand on se sent p r i s d'amour pour une femme, on d e v r a i t se d i r e : Comment e s t - e l l e entouree? Q u e l l e a ete sa v i e ? Tout l e bonheur de l a v i e e s t appuye l a - d e s s u s . ' Swann s ' e t o n n a i t que de simples phrases epelees par sa pensee, comme 'Cette blague!', 'Je v o y a i s b i e n ou e l l e v o u l a i t en v e n i r ' pussent l u i f a i r e s i mal."(I:367-68) "La C o l e r e de Samson", auquel P r o u s t f a i t a l l u s i o n dans Sodome et Gomorrhe I, a ete i n s p i r e par l a l i a i s o n amoureuse entre Vigny e t 1 ' a c t r i c e Marie D o r v a l . Comme Proust, Vigny a s s o c i e 1'amour a l a so u f f r a n e e , a l a j a l o u s i e e t au mensonge. "Quand e l l e (Marie Dorval) f a i s a i t des tournees en p r o v i n c e , l e s doutes l e t o r t u r a i e n t . I l p r i t ombrage, e n f i n , de ses r e l a t i o n s avec d'autres femmes, en p a r t i c u l i e r avec George Sand e t l ' a c c u s a d ' e t r e une "Sapho"... A i l l e u r s , i l reproche a c e t t e femme d ' a v o i r entretenu a ses co t e s un 104 mensonge p e r p e t u e l . " ( " L e s D e s t i n e e s " d ' A l f r e d de Vigny com- mentees par Pierre-Georges Castex, [ P a r i s : S o c i e t e d ' E d i t i o n d'enseignement s u p e r i e u r , 1968], pp. 88-89) La d e r n i e r e p e r i o d e de l a l i a i s o n e n t r e Swann et Odette dans Un Amour  de Swann a en f a i t une grande ressemblance avec 1'amour de Vigny pour Marie D o r v a l . Proust reprend l e meme theme en l ' a m p l i f i a n t dans La P r i s o n n i e r e et dans La F u g i t i v e . 3 Dans Sodome e t Gomorrhe I I , C h a r l u s a r e c o u r s a un procede semblable pour f a i r e r e v e n i r Morel aupres de l u i ; c ' e s t l e d u e l f i c t i f . ( I I : 1 0 6 3 - 7 4 ) 4 Cf. 11:614. ~> Anne Henry a pu demontrer de facon convaincante que 1'esthetique proustienne e s t e s s e n t i e l l e m e n t basee sur l e s p r i n c i p e s a r t i s t i q u e s du romantisme e t du dix-neuvieme s i e c l e , mais i l nous semble que l a predominance de 1 ' i n c e r -t i t u d e dans l e roman de P r o u s t f a i t c o n t r a s t e avec ses predecesseurs, e t correspond p l u t o t aux courants i n t e l l e c -t u e l s de l a premiere m o i t i e du vingtieme s i e c l e . On a beaucoup p a r l e ces d e r n i e r e s annees du ton d'au-t o r i t e d i v i n e e t de v e r i t e absolue qu'on trouve chez l e n a r r a t e u r b a l z a c i e n . ( C f . A l a i n R o b b e - G r i l l e t , Pour Un  Nouveau Roman [ P a r i s : E d i t i o n s de.minuit, 1963_, p. 118) S i P r o u s t e s t , a b i e n des egards, l e successeur de B a l z a c , i l n'y a aucun r a p p o r t sur ce p o i n t . Tandis que ce sont l e s n o t i o n s de v e r i t e et de c e r t i t u d e q u i predominent dans 105 La Comedie humaine, on d o i t a s s o c i e r l e n a r r a t e u r de l a Recherche a 1 1 i n c e r t i t u d e e t au mensonge. 6 V o i r Barthes, p. 34. I C'est nous q u i s o u l i g n o n s . o Nous so u l i g n o n s . 9 Nous s o u l i g n o n s . 1 0 Proust p e n s e - t - i l au t e x t e q u ' i l a v a i t e c r i t a ce s u j e t une v i n g t a i n e d'annees p l u s t o t , Avant La Nuit? Dans Jean S a n t e u i l ( P a r i s : G a l l i m a r d , 1973) , pp. 167-71. I I V o i r 1 ' i n t r o d u c t i o n de M i l l y a La P r i s o n n i e r e , pp. 13-16. De 1 ' I n v e r s i o n 1 Deleuze, p. 166. 2 S i p a r f o i s l a langue se p r e t e a ce j e u , comme dans l e cas du mot " v i r i l i t e " , i l semble que P r o u s t f a s s e souvent un e f f o r t c o n s c i e n t pour employer un mot c o n s t i t u a n t en s o i une i n v e r s i o n . A i n s i , i l p r e f e r e "1'effeminement",cqui p a r a i t c i n q f o i s dans l a Recherche, a " l a f e m i n i t e " qu'on n'y trouve p o i n t . 3 Comme dans l a c o n c l u s i o n de Combray dont nous avons p a r l e dans notre c h a p i t r e sur Gomorrhe, ce passage se c a r a c t e r i s e par une p r o g r e s s i o n , dans 1 ' e s p r i t du baron, de l a c e r t i t u d e a 1 ' i n c e r t i t u d e . 4 Q u ' i l s ' a g i s s e de l i t t e r a t u r e , de musique ou de 106 p e i n t u r e , l e s p r i n c i p e s e s t h e t i q u e s de Proust sont l e s memes. 5 Meme en ce c a s - c i i l y a de l'ambiguite en ce sens que l e l i v r e , A l a Recherche du temps perdu, renferme a l a f o i s deux choses e s s e n t i e l l e m e n t c o n t r a i r e s : l e contenant e s t temps r e t r o u v e , l e contenu temps perdu. C o n c l u s i o n 1 Les A n g l a i s e t l e s Allemands d i s e n t p l u s v o l o n t i e r s g majeur que s o l majeur. 2 V o i r Serge Gaubert, "Proust e t l e jeu de 1'alphabet." 3 V o i r 111:656. 4 Proust s ' e s t sans doute i n s p i r e de "La C o l e r e de Samson" d ' A l f r e d de Vigny; mais s i on trouve dans ce poeme une a s s o c i a t i o n e n t r e Gomorrhe et l a femme, 1'idee d'homo-s e x u a l i t y en e s t , sinon absente, du moins pas du t o u t e x p l i c i t e . 5 V o i r 11:665. 6 V o i r 11:621. 7 V o i r Deleuze, Proust e t l e s si g n e s . 8 V o i r Walter K a s e l l , Marcel Proust and the S t r a t e g y  of Reading (Amsterdam: John Benjamins, 1980). 107 B i b l i o g r a p h i e Bardeche, Maurice. Marcel Proust, romancier. 2 v o l s . P a r i s : Sept Couleurs, 1971. Barthes, Roland. "Une Idee de recherche." Paragone (1971), no. 260, pp. 25-30. Bern, Jeanne. "Le J u i f e t 1'homosexuel dans A l e Recherche du temps perdu." L i t t e r a t u r e , X (1980), no. 37, pp. 100-12. Deleuze, G i l l e s . P roust e t l e s s i g n e s . 5eme ed. P a r i s : P resses U n i v e r s i t a i r e s de France, 1979. Gaubert, Serge. "Proust e t l e jeu de 1'alphabet." Europe (1971), no. 502-03, pp. 68-82. Henry, Anne. Marcel P r o u s t : T h e o r i e s pour une e s t h e t i q u e . P a r i s : K l i n c k s i e c k , 1981. Henry, Anne. Proust romancier: Le Tombeau e g y p t i e n . P a r i s : Flammarion, 1983. Hyde, John. "Proust, His Jews and His Jewishness." French Review (1966), no. 39, pp. 837-48. K a s e l l , Walter. Marcel Proust and the S t r a t e g y of Reading. Amsterdam: John Benjamins, 1980. K e s s e d j i a n , F r a n c o i s . "Proust e t Racine." Europe (1971), no. 502-03, pp. 28-43. Lejeune, P h i l i p p e . " E c r i t u r e et S e x u a l i t e . " Europe (1971), 108 no. 502-03, pp. 113-43. L e v i n , Harry and J u s t i n O'Brien. "Proust, Gide, and the Sexes." PMLA (1950), 65:648-53. Maurois, Andre. A l a Recherche de Mar c e l P r o u s t . 1949. R e p r i n t . P a r i s : Hachette, 1970. M u l l e r , Marcel. Les Voix n a r r a t i v e s dans l a "Recherche du temps perdu." Geneva: Droz, 1965. M u l l e r , M a r c e l . "Sodome I ou l a n a t u r a l i s a t i o n de C h a r l u s . " Poetique (1971), 8:470-78. Nathan, Jacques. C i t a t i o n s , r e f e r e n c e s e t a l l u s i o n s de Marcel Proust dans "A l a Recherche du temps perdu." Rev. and e n l . ed. P a r i s : N i z e t , 1969. O'Brien, J u s t i n . " A l b e r t i n e the Ambiguous: Notes on P r o u s t ' s T r a n s p o s i t i o n of Sexes." PMLA (1949), 64:933-52. P a i n t e r , George D. P r o u s t : The E a r l y Years. Boston: L i t t l e , 1959. P a i n t e r , George D. P r o u s t : The L a t e r Years. Boston: L i t t l e , 1959. R i v e r s , J.E. "The Myth and Science o f Homosexuality i n A l a Recherche du temps perdu." In Homosexualities and  French L i t e r a t u r e . C o r n e l l U.P., 1979. R i v e r s , J.E. Proust and the A r t of Love. New York: Columbia U.P., 1980. Samuel, Maurice. "The Concealments of M a r c e l : P r o u s t ' s Jewishness." Commentary (1960), 29:8-22. 109 Seiden, M e l v i n . "Proust's Marcel and Saint-Loup: I n v e r s i o n Reconsidered." Contemporary L i t e r a t u r e (1969). 10 :220-40. V i e r s , Rina. " E v o l u t i o n e t s e x u a l i t e des p l a n t e s dans Sodome  et Gomorrhe." Europe (1971), no. 502-03, pp. 100-13. V i e r s , Rina. "The N a r r a t o r ' s Z i o n . " Adam, XL (1976), pp. 95-98. Vogely, Maxine A r n o l d . A Proust D i c t i o n a r y . New York: Whitston, 1981. 

Cite

Citation Scheme:

        

Citations by CSL (citeproc-js)

Usage Statistics

Share

Embed

Customize your widget with the following options, then copy and paste the code below into the HTML of your page to embed this item in your website.
                        
                            <div id="ubcOpenCollectionsWidgetDisplay">
                            <script id="ubcOpenCollectionsWidget"
                            src="{[{embed.src}]}"
                            data-item="{[{embed.item}]}"
                            data-collection="{[{embed.collection}]}"
                            data-metadata="{[{embed.showMetadata}]}"
                            data-width="{[{embed.width}]}"
                            async >
                            </script>
                            </div>
                        
                    
IIIF logo Our image viewer uses the IIIF 2.0 standard. To load this item in other compatible viewers, use this url:
https://iiif.library.ubc.ca/presentation/dsp.831.1-0096483/manifest

Comment

Related Items