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Étude du discours narratif dans Nord de Louis-Ferdinand Céline Elias, Bernd Burkhard 1980

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ETUDE DO DISCQUSS N A B S A T I F BANS NORD DE LOUIS-FERDINAND C&LINE B.A., The U n i v e r s i t y o f B r i t i s h C o l u m b i a , 1972 A TMESIS SUB&ITTED IN PARTIAL FULFILMENT OF THE REQ13IREMENTS FOR THE DEGREE OF DOCTOR OF PHILOSOPHY I n THE FACULTY CF GRADUATE STUDIES DEPARTMENT OF FRENCH We a c c e p t t h i s t h e s i s a s c o n f o r m i n g t o the r e q u i r e d s t a n d a r d TBE UNIVERSITY OF BRITISH COLUMBIA May 1980 BEHND BURKHARD EL I A S Bernd Burkhard E l l a s , 1980 In p resent ing t h i s t he s i s i n p a r t i a l f u l f i l m e n t o f the requirements f o r an advanced degree a t the U n i v e r s i t y of B r i t i s h Columbia, I agree tha t the L i b r a r y s h a l l make i t f r e e l y a v a i l a b l e f o r re fe rence and study. I f u r t h e r agree that permiss ion f o r ex ten s i ve copying o f t h i s t he s i s f o r s c h o l a r l y purposes may be granted by the Head of my Department o r by h i s r e p r e s e n t a t i v e s . I t i s understood that copying or p u b l i c a t i o n o f t h i s t h e s i s f o r f i n a n c i a l ga in s h a l l not be a l lowed wi thout my w r i t t e n permi s s ion . Department of F r e n c h  The U n i v e r s i t y of B r i t i s h Columbia 2075 Wesbrook P lace Vancouver, Canada V6T 1W5 n a t o May 12, 1980 1 1 RfesOMt Pendant une t r e n t a l n e d*annees* de l a p a r u t l o n de son premier roman Voyaae ay bou,t de 1 a n u i t en 1932 jusqu' a sa rnort en 1961, L o u i s — F e r d i n a n d C e l i n e a c o n t r l b u e de facon remar— quable au r e n o u v e l i e — e n t du genre romaneaque. Or, p l u s l e u r s etudes ont d e j a ete consacrees au s t y l e e e l I n i e n e t , en p a r t l c u l i e r * au v o c a b u l a I r e a r g o t i q u e et a l'emploi du f r a n c a i a p o p u l a l r e dans l e s premiers romans de I'auteur. T o u t e f o l s , l e s i n n o v a t i o n s de C e l i n e ne se v o i e n t pas moins dans l e domaine des s t r u c t u r e s et des techniques n a r r a t i v e s que dans c e l u i du langage. C e t t e these a done pour but d*examiner non pas I V h l s t o i r e n i meme l e langage employe, mais p l u t o t l e s s t r u c t u r e s du r e c i t n a r r a t i f * autreroent d i t l a facon dont C e l i n e o r g a n i s e l e r e c i t * A f l n de ne pas a l t e r sur l e s b r l s e e s d'autres chercheurs, l a presente etude s'appuie sur Nordi l e d e r n i e r roman pub l i e du v l v a n t de I'auteur. e t s * i n s p i r e de l a metnode s t r u c t u r a l e e l a b o r e e par Gerard Genette et appliquee a I'analyse de l a Recherche du temps perdu dans son Important e s s a i "Dlscours du r e c i t " ( f i g u r e s 111. P a r i s : S e u i l * 1972, pp. 65-282). C e t t e these reprend done l ' a n a l y s e du d l s c o u r s n a r r a t i f sous c i n q r u b r i q u e s : I'ordre, l a duree* l a frequence* l e mode e t l a v o i x . Chacune de ces rubriques forme l e s u j e t d'un c h a p l t r e . Les t r o i s premiers cencernent l e s t r a n s f o r m a t i o n s que s u b i t l a i i i temporal!te l o r s q u e I * h i s t o i r e d e v i e n t r e c i t ; l e qua trieme concerne l a p e r s p e c t i v e et l a quantIte d'Information que f o u r n i t l e r e c i t s u r l * h i s t o i r e ; et l e clnquleme, I'acte n a r r a t i f l u i — meme et l e r o l e du n a r r a t e u r et du n a r r a t a l r c . A f l n de permettre une etude a l a f o i s systernatique et exhaustive, c e t t e these se fonde sur une analyse inforraat ique de tous l e s verbes de ^ord, et des elements d * l n i o r n a t i o n grammaticale, s t y l l s t i q u e et n a r r a t i v e q u ' i l s proposent. Grace a I'analyse informatlque 11 est p o s s i b l e d 1 i d e n t i f i e r avec p l u s de p r e c i s i o n l e s s t r u c t u r e s n a r r a t i v e s qui c a r a c t e r l s e n t l e r e c i t de Nord. En axant son roman sur l e decalage e n t r e C e l i n e — n a r r a t e u r et C e l i n e — h e r o s , C e l i n e — a u t e u r r e u s s i t e f f e c t l w e a e n t a l u i donner une forme typlquement c e l l — nlenne. L•lndependance du n a r r a t e u r a pour r e s u l t a t de dedoubler l e r e c i t en deux n i v e a u * p a r a i l e l e s : c e l u i d'un r e c i t 1944 et c e l u l d'un r e c i t I960* L * i n t e r a c t i o n des deux r e c i t s a b o u t l t a son tour a un e f f e t t r e s marque de fragmentation au p l a n de i ' o r d r e n a r r a t i f . Le r o l e e x c e p t i o n n e l du n a r r a t e u r se r e f l e t e a u s s i dans I*absence de pauses d e s c r i p t i v e s et dans l'importance inattendue des e l l i p s e s ( e f f e t s de duree ), a i n s i que de l a repe-t i t i o n ( e f f e t de f r e q u e n c e ) . Le mode et l a voix n a r r a t i v e mettent egalement en r e l i e f l a predominance du n a r r a t e u r . En f a i t c ' e s t l u i qui assume f o r t souvent l e d i s c o u r s ou l e s r e c i t s des personnagest d'ou I'empioi t r e s frequent dans Kord du s t y l e i n d i r e c t l l b r e et du d i s c o u r s pseudo—dlegetique. En p l u s de ses f o n c t i o n s proprement n a r r a t i v e s , l e n a r r a t e u r r e m p l l t toute une s e r l e de f o n c t i o n s e x t r a — n a r r a t i v e s . L o i n de se c o n t e n t e r de n a r r e r l * h i s t o i r e , i l ne cesse de coramenter sa n a r r a t i o n . Iv d * I n t e r p e l l e r l e n a r r a t a i r e et d'exprimer ses propres r e f l e x i o n s sur l * h i s t o i r e q u ' i l raconte e t sur l e monde en general* Quant au n a r r a t a i r e , t e l que mis en scene par C e l i n e , 11 ne se contente pas d ' e t r e l e d e s t l n a t a i r e p a s s l f de ces e f f u s i o n s , i l l e s provoque* L* analyse i nf ormatlque pertnet a u s s i de c e r n e r avec r l g u e u r l e s techniques n a r r a t i v e s de C e l i n e q u i donnent a son r e c i t son etonnante modernite. Car en depassant l a v i s e e romanesque t r a d i t l o n n e l l e c e n tree e s s e n t l e l l e m e n t sur I * h i s t o i r e contee* L o u i s — F e r d i n a n d C e l i n e se p l a c e p l u t o t dans l a p o s i t i o n du n a r r a t e u r qui se raconte en t r a i n de r a c o n t e r l * h i s t o i r e * I I s ' e s t a i n s i assure une p l a c e importante parral l e s innovateurs du roman* V TABLE DES MATIBRES RESCMt . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11 T A B L E DES MATIERES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . v REMERC1EMENTS . . . . . . . . . . . v i 1 1 1KIRC DUCTIO N . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 CHAPITRE I. L ' CRDSE NARRATIF 13 R e c i t 1944 e t r e c i t 1960 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18 L e s anachronies ........................................ 24 L e s a n a l e p s e s • ....»•....•••.••••.•.»•••••••.•••«••»•»••• 26 A n a l e p s e s m l x t e s 27 A n a l e p s e s e x t e r n e s •••..••••»•»•••••••••••••••••••••• 33 A n a l e p s e s I n t e r n e s 44 L e s r a p p e l s 45 L e s r e n v o i s ....»................•••....••.••••••• 50 L e s p r o l e p s e s • • • . • • • • . . . . • • • • . * • • » » • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 61 P r o l e p s e s e x t e r n e s • ••••••••••••••*••-••»••••••<••••••• 62 P r o l e p s e s I n t e r n e s •..•••.•••.••••»•••••••••..••••••• 67 CHAPITRE I I . LA DUREE NARRATIVE 82 D i v i s i o n s d u t e x t e 83 S i t u a t l e n s r e c u r r e n t e s • •••••••••••••••••••<•»•»••••••••• 88 L e s p a u s e s d e s c r l p t i v e s ••••*»•»*•••»•••••••••••.•••••** 91 L e s s o m m a i r e s . . . » . ... 95 l e s e l 1 1 p s e s ....................•..•..•••....•.••.*..••102 E l l i p s e s e x p l i c i t e s •.••••••.••.•.••••••••....••.••.•103 v i E l l i p s e s i n p l i c l t e s . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 0 5 L e s s c e n e s »»•••••#•••*••••••••••••••••••••••*•• ••••••••••112 S e q u e n c e s n a r r a t i v e s ••••••••••••••••••••••••••••••••115 CHAPITRE I I I . LA FREQUENCE NARRATIVE .•...•.....•...•...••135 Le s i n g u l a t I f ..........................................136 Le s i n g u l a t l f - r e p e t i t i f ........137 L« i t e r a t I f . . • . .139 Le r e p e t l t l f •• ........149 La r e p r i s e ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••151 T r a d u c t i o n s e t c o m m e n t a i r e s •••••••••••••••••••••••••160 L e r e c i t r e p e t i t i f ......168 R e c i t 1960 .170 R e c i t 1944 .......••174 Une t e m p o r a l i t e c o m p l e x e •..••...............••••.......176 CHAPITRE I V . LE MODE NARRATIF .•.•....•.•.••...•.••••...••183 L a d i s t a n c e n a r r a t i v e ••••••••••••••••••••••••••••••••••184 Le r e c i t d * e v e n e m e n t s ••••••••••••••••••••••••••••••••••185 L e r e c i t de p a r o l e s ••••.•.••••••••.•••••••••••••••••»••191 D i s c o u r s n a r r a t i v i s e •••••••••••.••••••••••••••••••••193 D i s c o u r s t r a n s p o s e • •••••••••••••••••«•• •»••••••••••••!98 D i s c o u r s r a p p o r^•••••••••••••••••••••••••••••••••••218 L e s v e r b e s i n t r o d u c t e u r s •••••••••••••••••••••••••220 Le d i s c o u r s lamed l a t •••••••••••••••••••••••••••••226 Le d i s c o u r s p r o n o n c e • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 2 3 1 L e s i d i o l e c t e s • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • « 2 3 8 L a p e r s p e c t i v e • ••«••••••••••••••••••••••••<••••••••••••••248 CHAPITRE V- LA VOIX NARRATIVE ......255 Le temps de l a n a r r a t i o n ••••••••••••••••••••••••»••••••2S6 v i i Les niveaux n a r r a t i f s ••••••••»•••••••••••••*•••••••••*.260 Met alepses ••.•••••••••••••••»•••••••••••••••••••••••272 Le paeudo-dlegetlque • •.••••••••••••••••••••••••.»• 274 Les fonctions du narrateur ••••••••••*»••••••••»••••••••279 Fonction de regie •••••••••••••••••••••••••»•••••••••281 Fonctlon de communication •••••••••••••••••••••••••• »286 Fonction testiracnlale .••••••••••••••••••••••••••••••295 Fonctlon ldeologique ••••••••••••••••••••••••••••••••300 Le narratalre •••*••••••••••«•••••••*•«••••••*••••••••••310 CONCLUS ION ••• .....•...•••....•..... 321 BIBLIOCRAPHIE .............................................326 APPENDICE A* IISTE DES NCMS PROPRES ......332 APPENDICE B. DESCRIPTION DO CODAGE .......................334 APPENDICE C. PETIT GLCSSAIR£ .347 v i 11 REMERCIEMENTS Je t lens a remercier le professeur Freder ic J» Grover qui m*a f a i t decouvrlr les remans de C e l i n e et qui a bien voulu guider mes recherches; a l n s l que ma femmeT Olga, qui ro*a toujours encourage; et le progranuneur, Lewis James du centre "U.B»C» Arts Computing, H qui s ' e s t occupe de tout le cote technique de mes recherches informatiques. Je s u i s aussi t res reconnalssant a l a fondatlon H . H . MacMlllan et au Consei l de recherches en sciences humalnes du Canada dont les genereuses subventions m'ont permIs de mener mes recherches a terne. 1 INTRODUCTION D e p u i s bon nombre d* an n e e s l * i n t e r e s t g e n e r a l p o u r I * o e u v r e de L o u i s — F e r d i n a n d C e l i n e va c r o i s s a n t * L a v o l e a v a i t e t e o u v e r t e d e s 1961, annee de l a mort de I * a u t e u r , p a r Mme D e b r i e - P a n e l 1 e t p a r M* Marc H a n r e z . 2 Deux ans p l u s t a r d p a r u t l e p r e m i e r d e s deux volumes d e s C a h i e r s de I* H e m e c o n s a c r e s a C e l i n e * 3 Ces p r e m i e r s t a t o n n e m e n t s s ' a v e r a i e n t p o u r t a n t t r o p t l m i d e s p o u r b r i s e r I'anatheme q u i p e s a l t s u r C e l i n e * E n s u l t e v i n t une vague de t r a v a u x u n i v e r s i t a i r e s s u r d e s s u j e t s a v a n t t o u t i d e o i o g l q u e s e t t h e m a t l q u e s . * 1 L^uis,TFerd,ftoa,n.d C e l i n e ( L y o n : Emmanuel V l t t e , 1961). 2 C e l i n e ( P a r i s : G a l l l r e a r d , B i b l i o t h e q u e I d e a t e , 1961). 3 LffHi s-FggdAoatnd g e l j o e , I &± i l , l e s fifth, 31 ers, de I ' H e r q e , 3 e t 5 ( 1963 e t 1965). 4 Nous ne c i t e r o n s que q u e l q u e s — u n e s d e s t h e s e s de d o c t o r a l . La p r e m i e r e d a t e e s t c e l l e de l a s o u t e n a n c e de l a t h e s e , l a s e c o n d e ( s u l v i e du nouveau t i t r e ) , c e l l e de s a p u b l i c a t i o n * E r l k a O s t r o v s k y , "Nox I r a e : t h e L i t e r a r y V i s i o n o f L * - F * C e l i n e , " D i s s . New York U n i v . 1964 (1967, C e l i n e and H i s Vl3)lqn ) . J a c q u e l i n e Morand, " L e s I d e e s p o l l t i q u e s de L . — F . C e l i n e , " D i s s . F a c u l t e de d r o i t de P a r i s 1965 (1972, l e meme t i t r e ) . O t t a h A l l e n T h i h e r J r . , " F i r s t - P e r s o n N a r r a t i o n i n t h e N o v e l s o f L . - F . C e l i n e , " D i s s * U n i v . o f W i s c o n s i n 1967 (1973, £eI i pg_L t_he Wgygi a s fl_H.tl¥a)»^ P h i l i p S t e p h e n Day, " L ' A l l e g o r i e d a n s I ' o e u v r e de C e l i n e , " D i s s . U n i v . de D i j o n 1969 (1974, Lf i Mi TO I f a l l e g o r l q u e d_ L___F_* C e l i n e )* F r e d e r i c V l t o u x , " P a r o l e de l a roisere d a n s l e Vovaae de L • — F. C e l i n e , " D i s s * U n i v . de P a r i s X 1972 (1973, L . - F * C e l l n e :  rn.ls.ere e_t M j o j e )• 2 Les etudes c e l i n l e n n e s ne prennent cependant de I ' e l a n qu'avec l a p a r u t i o n en 1974 du premier numero de l a s e r i e " L o u i s - F e r d i n a n d C e l i n e " aux L e t t r e s Hodernes 5 et l a c r e a t i o n en 1976, a l a s u i t e du deuxieme "Collogue C e l i n e , " de l a S o c l S t e des Etudes C e l i n l e n n e s * La n o u v e l l e importance de C e l i n e se confirme par La p u b l i c a t i o n en 1974 du second volume des romans de C e l i n e dans l a c o l l e c t i o n de l a P l e l a d e . En 1976 p a r a l s s e n t l e s deux premiers volumes des " C a h i e r s C e l i n e " Chez fiallimard: C e l i n e e_t I* a c t u a l 1 te l i t t e r a i r e * reunion systematique de tous l e s p e t i t s ecrits» d e c l a r a t i o n s et i n t e r v i e w s de C e l i n e e n t r e 1932 et 1961. 6 L'annee s u l v a n t e , 1977, v e r r a l a p u b l i c a t i o n du premier v o l e t de I•importante b l o g r a p h l e par F r a n c o i s G i b a u l t , C q l i n q : -Le ftqn)BS esnerances ( 18/94,- 1332!•7 Les etudes c e l i n l e n n e s , s i b i e n l a n c e e s , sont encore t r e s i n e g a l e s * Ce n'est par exemple que depuis peu que l'on q u l t t e l e t e r r a i n f a m i l l e r de yovaaq flu bout de l a n u l t et de ffort a C r e d i t pour s'aventurer a e t u d l e r l e s a u t r e s roaians de C e l i n e * Notons a ce s u j e t q u ' i l est encourageant de v o i r que l e s numeros 3 et 4 de l a s e r i e "L*—F* C e l i n e " de l a Revug des  L e t t r e s Modernes sont c onsacres a des " L e c t u r e s " de F e e * * !B pour s Le premier numero, PJJUJC Mag Ppetjque c<?lin.lginin,e ( P a r i s : L e t t r e s Modernes, 1974), a ete s u l v i en 1976 par l e deuxieme, I n t i t u l e EcritWCfl -SuS fifi tfoet igae. 6 P u b l i c s en deux volumes, ces t e x t e s sont r e u n i s et presentes par J e a n — P i e r r e Dauphin e t H e n r i Godard, et r e p r e — sentent l e s deux premiers numeros de l a s e r i e " C a h l e r s C e l i n e " ( P a r i s : G a l l l m a r d , 1976)* En 1977 s u i v r a l e t r o l s i e m e volume, Seminelwel s _ t a u t r e s e c r i t s medicaux! en 1978 l e quatrleme, L_tl3LSS &1 J^gemler,s. J g c r i t s <H* I2JL6_i912; et en 1979 l e clnquieroe, Let t r e s & deg Rffllejs. 7 C e l i n e ( P a r i s : Hercure de France, 1977 ), 334 pages. 3 une auf r e f o i s * 8 C'est un pas dans l a bonne d i r e c t i o n , mais ce n'est qu* un dehut. Par a i l l e u r s l a c r i t i q u e en est encore a se con t e n t e r en grande p a r t i e d'une methode i n t e r p r e t a t i v e e t thematlque—une premiere l e c t u r e dont l a v i s e e est de " nomine .r l e sens du t e s t e examine** 9— au l i e u d ' a p p r o f o n d i r l a que s t i o n des "moyens" dont se s e r t I ' a u t e u r * 1 0 II e st neanmolns v r a l qu'au cours des d i x d e r n l e r e s annees quelques—uns des travaux u n l v e r s i t a l r e s ont e n f l n commence a s'adresser p l u s preelsement a l a q u e s t i o n du s t y l e et du v o c a b u l a i r e chez C e l i n e * I l y a eu, par exeraple, l e s theses d*A l a i n Genestre: "Etude du v o c a b u l a i r e des romans de L o u i s — F e r d i n a n d C e l i n e , " 1 1 d'Yves de La Querlere s u r l e s " E f f e t s de mots dans l e Voyage au bout cte i f t J U L i * " 1 2 e* <*e Gunther Holtus i n t i t u l e e Untersuchun^en ZH S%1I und Konzeotlon von  C e l i n e s Voyage au bout de l a n u l t * 1 3 (Notons en passant que l o r s 8 Le nuoero 3 e s t paru en 1978 e t l e numero 4 e s t prevu pour 1980. 9 Tzvetan Todorov, Foetlaue ( P a r i s : E d i t i o n s du S e u i l , C o l l . " P o i n t s , " 1973), p. 16. 1 0 Une t e l l e p e r s p e c t i v e s ' a p p l i q u e r a l t d'autant mleux a C e l i n e qu*11 vante a maintes r e p r i s e s son s t y l e aux depens de ses idees* Robert Stromberg r a p p o r t e dans son i n t e r v i e w l e s mots s u i v a n t s de C e l i n e ^ " ' c ' e s t t o u t ce que J ' a i , l e s t y l e , r i e n d'autre* I l n'y a pas de messages dans mes l i v r e s , c ' e s t I * a f f a i r e de I ' E g l l s e ' " ( i n t e r v i e w c i t e e dans C e l i n e et I ' a c t u a l i z e l l t t ^ f f f t l r ^ s 1957-1961* P. 175). 1 1 Soutenue a Indiana U n i v e r s i t y en 1968* 1 2 Soutenue a Columbia U n i v e r s i t y en 1969, e l l e a ete p u b l i e e en 1973 sous l e t i t r e de C e l i n e et l e s mots ( L e x i n g t o n : Univ. Press of Kentucky, 1973). 1 3 Soutenue a Mahrburg/Lahn en 1971 et p u b l i e e en 1972 ( F r a n k f u r t / M a i n : Peter Lang). 4 du dernier c o l l o q u e Celine, qui a eu l i e u a Paris en Jul l i e t 1979, toute une Journee a ete consacree aux problemes de langue et de l e x i c o l o g i e s ) Mais c'est Philippe Alneras qui, dans sa these "L*'evolution du langage romanesque de Louis-Ferdinand C e l i n e , " 1 4 s'est l e premier appuye sur des decooptages precis pour detruire quelques—uns des mythes qui entourent I'oeuvre de C e l i n e * 1 5 I i est evident que l a generalisation trop native d'un Henri Peyre concernant l e s " f o u r — l e t t e r words at the rate of a dozen per page" 1* ne saurait t e n l r devant les Bondages de M. Almeras. Cette methode represente un grand pas vers I'object!vite, mais e l l e a l a fai b l e s s e de ne fonder ses recensements que sur les dix premieres pages des romans—defaut d'autant plus grave que les longs i n c i p i t des romans c e l i n l e n s tendralent a fausser l e s r e s u l t a t s . Par consequent, s i dans la presente etude nous nous lnspirons du t r a v a i l de M. Almeras pour l*analyse numerlque, ce sera en nous llmitant a un seui roman dans I'espolr de f a i r e une etude exhaustive qui e v i t e r a preclsement ces ecuells* J * Soutenue a I'Universlte de C a l l f o r n i e en 1971. 1 5 l i faut remarquer q u ' i l e x l s t a l t des 1968 une concordance complete de Voyage _&u. bout de l a nult produite par M» Paul Fo r t i e r a I'Universlte du Wisconsin* La longueur de cet out!I important de l a recherche ayant empeche sa publication, M* F o r t i e r a p r i s le p a r t i d'en o f f r i r des exemplalres aux autres chercheurs* Grace a la generosite de M* F o r t i e r , I'Universlte de la Colombie britannique possede un exemplalre de l a concordance, que J'ai , pu consulter avant d*entreprendre mes propres recherches informatiques sur Nord. 1 6 French Novel i s t s of, Today (New York: Oxford Univ. Press, 1967), p. 192. 5 Une a u t r e o p t l q u e a s s e z n o u v e l l e en e t u d e s c e l l — n i e n n e s e s t c e l l e q u i c h e r c h e l e s s t r u c t u r e s r omanesques e t q u i , notamment, a n a l y s e l e d i s c o u r s n a r r a t i f . En 1974 M. D a v i d W a l k e r a v a i t s o u t e n u une t h e s e a I ' U n i v e r s l t e de l a C o l o r a b l e b r i t a n n i q u e s u r " N a r r a t i v e . T h e m a t i c , and S y m b o l i c S t r u c t u r e s i n C e l i n e " s Voyage au b o u t de i & n u l t . " L ' a t t e n t e c r e e e p a r l e t i t r e e t a i t decue p a r l a t h e s e elle-meme q u i r e t o m b a l t b l e n t o t d a n s l a c r i t i q u e t h e m a t i q u e . P a r c o n t r e , l e memoire de m a l t r i s e "Vovaqe au b o u t de I a n u j t : t e x t e e t c o n t r e t e x t e , " s o u t e n u p a r C a r l o s D a n c o u r t a I ' U n i v e r s l t e de P a r i s V I I en 1975, e s t b i e n p l u s i n t e r e s s a n t en c e q u ' i l e s t p l u s s y s t e m a t i q u e — a p p l i q u a n t a C e l i n e l a methode d ' a n a l y s e du d i s c o u r s n a r r a t i f e l a b o r e e p a r G e r a r d G e n e t t e dans s o n " D i s c o u r s du r e c i t " 1 7 — — e t p l u s o r i g i n a l . Ce memoire n ' e s t c e p e n d a n t pas e x h a u s t i f et ne f a i t done q u ' o u v r i r l e champ a. I* e t u d e du d i s c o u r s du r e c i t c e l i n i e n . Le p r o j e t du p r e s e n t t r a v a i l e s t ne du d e s i r de c o m b i n e r l ' a n a l y s e numerique ( d ' a p r e s A l m e r a s ) e t I ' a n a l y s e du r e c i t ( d ' a p r e s G e n e t t e ) p o u r I ' a p p l i q u e r a I ' e t u d e d'un roman de C e l i n e a u t r e que Vova#e au b o u t de l a nujLt. C ' e s t fjordi q u i s ' l f f i p o s a i t p o u r de m u l t i p l e s r a i s o n s : a u t a n t p a r s o n I m p o r t a n c e e t s a p o s i t i o n p r l v i l e g l e e d a ns I ' o e u v r e c e l l n l e n n e — v o l u m e c e n t r a l de l a t r l l o g l e q u i c l o t l a p r o d u c t i o n l i t t e r a i r e du r o m a n c l e r — q u e p a r l e f a i t que c ' e s t l e d e r n i e r roman p u b l l e du v l v a n t de I ' a u t e u r . 1 8 A u t r e c r l t e r e I m p o r t a n t , No r d e s t l e p l u s 1 7 G e r a r d G e n e t t e , F i g u r e s I I I ( P a r i s : E d i t i o n s d u S e u i l , 1 9 72), pp. 65-282. 1 8 Deux d e s romans de C e l i n e s o n t p o s t h u m e s : L e Pont c|e L o n d r e s ( 1964) e t R l a o d o n ( 1969 ). 6 l o n g des romans de l a t r i l o g i e a l l e m a n d e e t c e l u i q u i r a c o n t e I ' h l s t o l r e l a p l u s s u i v l e . Qui p l u s e s t , I ' a n a l y s e de c e d e r n i e r roman p u b l i e d u v i v a n t de I ' a u t e u r f a c l l i t e r a l a c o m p a r a l s o n a v e c Vovaae ajj b o u t de l a qu i : t . c e l e b r e p r e m i e r roman c e l i n l e n , e t I ' e t u d e de I ' e v o l u t i o o d e s t e c h n i q u e s n a r r a t i v e s d a n s I ' o e u v r e de C e l i n e * L a methode de b a s e p o u r e t u d l e r Nord me v l e n t e s s e n t i e l l e r a e n t d u " D l s c o u r s du r e c i t " de G e r a r d G e n e t t e . J e l u i e m p r u n t e r a l ega l e n i e n t s a t e r m l n o l o g i e » 1 9 p a r c e q u ' e l l e c o n s t i t u e un systeme c o m p l e t e t p a r c e que Je ne v o u d r a l s p a s a j o u t e r au " J a r g o n " de l a c r i t i q u e en r e n c h e r l s s a n t s u r l a t e r m i n o l o g l e d'un a u t r e * C ' e s t que, au l i e u de me l a n c e r d e s I ' a b o r d d a n s La t h e o r i e n a r r a t o l o g l q u e , J ' a i l * I n t e n t i o n d ' a p p l i q u e r a. N o r d une methode d * a n a l y s e s t r u c t u r a l e d u r e c i t q u i a d e j a f a i t s e s p r e u v e s s u r A J _ i r e c h e r c h e d_a temps p e r d u , a u t r e roman r e t r o — s p e c t l f r a c o n t e a l a p r e m i e r e p e r s o n n e l J ' e v i t e r a i a i n s i de c o m p l i q u e r e n c o r e d a v a n t a g e p a r d e s d i s c u s s i o n s " m e t a c r i t i q u e s " un champ d ' e t u d e s q u i n ' e s t d e j a que t r o p c o m p l e x e * 2 0 I I e s t d u r e s t e e s s e n t i e l de comoencer p a r un t r a v a i l p r a t i q u e , s a n s v o u l o l r t o u t d e s u i t e n e t t r e e n c a u s e l e s t h e o r i e s e t a b l l e s * 1 9 V o i r l e g l o s s a l r e en a p p e n d i c e * 2 0 Notons au p a s s a g e que dans s a d i s c u s s i o n c r i t i q u e " N a r r a t i o n e t l o c a l i s a t i o n : p our une t h e o r i e d e s i n s t a n c e s du r e c i t , " P o e t i a u e . 29 1 1 9 7 7 ) , 107-27, Mleke B a l a a p p o r t e de nombreux r a f f I n e n e n t s a l a t h e o r i e de G e n e t t e * Toutefois» e t a n t donne que c e s r a f f i n e m e n t s c o n c e r n e n t moins l e c a s p a r t i c u l i e r de l a n a r r a t i o n a u t o d l e g e t i q u e (comme No r<Jt) que l a t h e o r i e du r e c i t en g e n e r a l , i l s e r a i n u t i l e de m o d i f i e r I ' o p t i q u e de G e n e t t e p o u r l a p r e s e n t e e t u d e . 7 Cela ne veut pourtant pas d i r e que j ' a i e I ' i n t e n t i o n de c a l q u e r mon etude s u r c e l l e de Genette* Au c o u r s de mes recherches j ' a i tente p l u t o t d ' e l a b o r e r ma propre methode. En preparant une communication sur "Le r e c i t de p a r o l e s dans Voyaget Word e t B a g a t e l l e s pour un m a s s a c r e " 2 1 pour l e deuxieme c o l l o q u e C e l i n e ( P a r i s , J u i l l e t 1976), Je m'etais rendu compte que l a s e u i e f a j o n de f a i r e des comptages complets d* un roman s e r a i t de me s e r v i r d'un o r d i n a t e u r * En outre, vu l a longueur de Nord et l e genre d*etude a f a i r e , i l s e r a i t i m p r a t l c a b l e et i n u t i l e d ' a n a l y s e r chaque mo t . 2 2 Pour c e t t e r a l s o n J* a l developpe un systeme de codage base uniqueraent sur l e s v e r b e s * 2 3 Ce groupe de mots correspond a seulement e n v i r o n 15% du t e s t e e n t i e r de Nord* Etant donne l a nature de l a phrase c ' e s t pourtant l a un e c h a n t l l l o n tout a f a i t r e p r e s e n t a t i f e t s u f f isa n t • Les verbes renferment d ' a l l l e u r s a eux s e u l s presque toutes l e s i n d i c a t i o n s sur l a t e m p o r a l i t e du r e c i t ( I ' o r d r e , l a 2 1 Bans B u l l e t i n d g i a S o c l g t e dljgtuiiqs, QsllalSSmaSi 1 < 1978 ), 75-90. 2 2 La concordance de M» F o r t i e r a v a i t u t i l i s e 3000 pages pour donner une l i s t e alphabetique des 191*585 mots de V o y a g e s u i v i s chacun d' une l i g n e de contexte* Une t e l l e concordance, quoique e s s e n t i e l l e pour I*etude du v o c a b u l a i r e et de l a thematique, n ' a u r a l t cependant pas pu me f o u r n l r l e genre de denorabreraents dont j ' a v a i s be s o In sur N°y<* pour a n a l y s e r l e s s t r u c t u r e s proprement n a r r a t i v e s . I I me f a l l a l t une methode de recherche mieux adaptee a mon t r a v a i l p a r t l c u l i e r . 2 3 11 f a u t remarquer qu'a cause de I'envergure de I • e n t r e p r i s e i l a f a l l u e x c l u r e de l a c a t e g o r i e des verbes l e s p a r t i c l p e s passes a d j e c t i v a u x a i n s i que l e s s u b s t a n t l f s verbaux. 8 duree e t l a frequence ). Ce p l u s , groupes autour des verbes, se trouvent l e s pronoms s u j e t s , l e s a d v e r b e s 2 * e t l e s i n d i c a t i o n s du " a t a t u t " { a f f l r m a t i i , n e g a t l f , i n t e r r o g a t i f ) des verbes, q u i f o u r n i s s e n t tous d*importants renselgnements sur l e mode e t l a v o i x n a r r a t i v e . A un a u t r e n i v e a u , chaque verbe e s t code.seIon le genre de d l s c o u r s dont i l s ' a g i t ( d l s c o u r s du n a r r a t e u r ou d l s c o u r s rapporte, transpose ou n a r r a t l v l s e ) et l e niveau n a r r a t i f ou 11 se trouve. Avec Les i n d i c a t i o n s sur des aspects s t y l i s t l q u e s comme I*emploi des verbes pronominaux e t de l a " r e p r i s e " du pronom s u j e t , et t o u t e s l e s comblnalsons p o s s i b l e s des d i f f e r e n t s codes, on a a sa d i s p o s i t i o n un t r e s grand nombre de donnees i n f o r m a t i q u e s . Ce t r a v a i l de codage e f f e c t u e sur l e s 404 pages ou 17.012 l l g n e s de Word dans I * e d i t i o n de l a P l e i a d e , a donne 24.291 verbes r e p a r t l s sur 19.417 c a r t e s p e r f o r e e s . Chaque c a r t e represente un groupe v e r b a l 2 5 dont l a s i t u a t i o n dans l e texte e s t p r e c i s e e sous t r o l s r u b r i q u e s ( l a page, l a l i g n e e t l e 2 4 A cause de l e u r n u l t l p l i c l t e , l e s adverbes e t l e s p r o p o s i t i o n s a d v e r b l a l e s n'ont pas ete codes i n d l v i d u e l l e m e n t , mais leur apport a ete i n c o r p o r e dans l e s codes verbaux. 2 5 C o n s t l t u e un groupe v e r b a l t o u t temps compose du verbe et tout verbe s u i v i d'un ou de p l u s l e u r s l n f l n l t i f s , g e r o n d l f s ou p a r t i c l p e s p r e s e n t s . Ce concept pernet de d i s t l n g u e r des u n i t e s s y n t a c t l q u e s p l u s ou mains complexes. 9 "mouvement" ) . 2 * S u i v e n i 6 colonnes de codes i n d i q u a n t l e genre de d l s c o u r s , l e pronom s u j e t , l e temps du verbe, l e s t a t u t du verbe, l e niveau n a r r a t i f et l e s personnages qui d l s e n t l e s r e p l l q u e s . 2 7 E n f I n , dans l a dlxleme colonne se trouve l e groupe v e r b a l lui—meme, ce q u i nous permettra de p r o d u i r e une concordance des verbes pour e t u d l e r c e t t e p a r t i e e s s e n t l e i l e du l e x i q u e . 2 8 I l f a u t du r e s t e i n s l s t e r des maintenant sur l e f a i t que n o t r e analyse informatique ne represente pas une f i n en s o l , mais uniquement un o u t l l pour f a c l l i t e r I'examen systetnat ique du roman de C e l i n e * Ce toute manlere c* est l a methode de Genette qui a fourn1 l e p o i n t de depart de notre approche a n a l y t i q u e . A f i n de ne pas trop compllquer l e s choses, 2 6 L ' e x c e l l e n t e e d i t i o n de l a t r i l o g i e s Romans,. J_L (D'un  chateau I * a u t r e . Nord et Rlaodon). annotee par Henri Godard ( P a r i s : G a l l i m a r d , B i b l i o t h e q u e de l a P l e i a d e , 1974), a ete un o u t l l I n d i s p e n s a b l e dans l e present t r a v a i l . Toutes l e s c i t a t i o n s de Nqr«j seront t i r e e s de c e t t e e d i t i o n et ne seront I d e n t l f l e e s que par l e numero de l a page mis entre parentheses. En ce qui concerne l e s r e f e r e n c e s aux deux a u t r e s romans de l a t r i l o g i e et aux d i f f e r e n t e s n o t i c e s q u i f o n t p a r t i e de c e t t e e d i t i o n , e l l e s s e r o n t I d e n t l f i e e s par l e s l g l e "Ro. I I " s u l v l du numero de page. Quant aux 45 s e c t i o n s de Nord que " C e l i n e se r e f u s e a f a i r e a p p a r a T t r e comme des • c h a p i t r e s * " (Ro. I I , 952), nous s u l v r o n s I'exemple de M. Godard et l e s a p p e l l e r d n s des "mouvements" ( Ro. I I , 1005). I I ne f a u t cependant pas confondre l e mot "mouvement" avec l e terme "mouvement n a r r a t i f " dont se s e r t Genette pour designer l e s quatre degres de v l t e s s e du r e c i t , a s a v o l r l a pause d e s c r i p t i v e , l e sommaire, I ' e l l l p s e et l a scene. 2 7 Chaque rubr i q u e donne a u s s i des renseignements supplementalres: par exemple sur I'ordre des mots, s u r l e s verbes d e c l a r a t i f s , sur l e s anachronies et sur l a frequence narra t i v e • 2 8 Pour une d e s c r i p t i o n p l u s d e t a i l l e e du codage et de l a p r o d u c t i o n des frequences v o i r I'appendice B. 10 je suis son plan en cinq parties qui consacre t r o i s chap!tres a l * etude du temps (sous les rubriques de I'ordre, de la dxiree et de l a frequence) avant de s'adresser aux problemes du mode n a r r a t i f et de la volx narrative* Par a i l l e u r s , dans l e d e t a i l * c'est toujours l e texte de Nord lui—meme qui determine le b i a i s par lequel j*entreprends mon analyse* En ce qui concerne l e but de cette these, i l est de chercher a eluclder l a facon dont Celine raene l e r e c i t * I l s'agit done d'etudier non pas l a s i g n i f i c a t i o n de Nord* mais sa maniere de s i g n i f i e r * Car, comme I'auteur lui—meme I*a d l t dans une interview avec Madeleine Chapsal reallsee en 1957 au moment de l a pa rut Ion de D* up chateau I' au i;re» quand on s'est "trouve embarque dans des aventures" on a une h i s t o i r e toute f a i t e et " i l n'y a plus qu*une question de s t y l e qui se presente. Plus que l a question d'agencenent, d ' a r c h l t e c t u r e * • • * " 2 9 Ce qui nous interesse particullerment chez Celine c'est sa preoccupation du style et de l a structure* Comme le signale Henri Godard, cette preoccupation a conduit Celine a poser "en termes nouveaux l e s choix n a r r a t i f s que f a i t necessalrement tout romancier: choix entre d i f f e r e n t s rythmes temporels, entre d i f f e r e n t s types de regards j e t e s sur I ' h i s t o i r e et sur les personnaaes, entre une plus ou moins grande presence ou absence du narrateur dans son r e c i t . " 3 0 2 9 Celine s i 1«actuallte Ut**31&±£&1 1957-1961, p. 26. 3 0 Henri Godard, "Les references au t r a v a i l n a r r a t i f dans le roman c e l i n i e n , " Australian Jourqal sil French Studies, 13 ( 1976 ), 7. 11 I I v a s a n s d i r e que p o u r c o m prendre c e s c h o i x n a r r a t i f s e t p o u r a n a l y s e r l e u r s e f f e t s s u r l e " f o n c t l o n n e o i e n t " du roman 11 f a u d r a demonter l e r e c i t de Nord comme une p e n d u l e * C ' e s t qu*en f i n de compte, comme I ' e c r l t G e r a r d G e n e t t e , l e s c o n d i t i o n s d ' e x i s t e n c e d'un t e x t e ne s ' e c l a i r e n t pas "en r e d u i s a n t l e complexe au s i m p l e , m a i s au c o n t r a l r e en f a l s a n t a p p a r a t t r e Les c o m p l e x i t e s c a c h e e s q u i s o n t l e s e c r e t de l a s i r a p l l c i t e . " 3 * A f l n done d ' e v l t e r i e p l e g e d * e x a m i n e r I * h i s t o i r e p l u t o t que l e r e c i t ou de tomber d a n s l e s u b j e c t l v i s m e , n o t r e p e r s p e c t i v e r e s t e r i g o u r e u s e m e n t t e c h n i q u e e t nos c o n c l u s i o n s se f o n d e n t a v a n t t o u t s u r d e s denombrements e x h a u s t ! f s . Au d e b u t de n o t r e e t u d e i l s ' a g l t n a t u r e ! l e m e n t de s i g n a l e r I ' e x i s t e n c e d a n s l e r e c i t de c e r t a l n e s s t r u c t u r e s n a r r a t i v e s r e c u r r e n t e s , d e m o n s t r a t i o n q u i a i d e a nous c o n v a l n c r e d e s p r e o c c u p a t i o n s t e c h n i q u e s de I ' a u t e u r . M a i s b i e n p l u s i m p o r t a n t e que l e r e l e v e des s t r u c t u r e s s o u s — J a c e n t e s — a v e c c e que c e mot c o n n o t e s o u v e n t de f a c t i c e e t d ' a r b i t r a l r e — s e r a l * e t u d e d u d e c a l a g e e n t r e I ' h l s t o l r e d e s p e r s o n n a g e s e t c e l l e du n a r r a t e u r , e t I ' a n a l y s e d e s r a m i f i c a t i o n s q u * a c e d e c a l a g e s u r l a s t r u c t u r e du roman* On t r o u v e p a r exemple que l e r o l e c e n t r a l donne au n a r r a t e u r f a i t p a r t i e i n t e g r a n t e de l a v i s i o n r o a a n e s q u e de L o u i s — F e r d i n a n d C e l i n e * Se m a n i f e s t a n t d e s l e s p r e m i e r e s pages du roman, l a p r e d o m i n a n c e du n a r r a t e u r c o n s t i t u e en f a i t l a c l e f de v o u t e de t o u t e l a s t r u c t u r e du r e c i t * Au n i v e a u m a c r o — n a r r a t i f e l l e e n i r a t n e en p a r t i c u l i e r l e d e d o u b l e -3 1 G e n e t t e , " D i s c o u r s d u r e c i t , " p* 165. D e s o r m a i s l e s c i t a t i o n s de c e t t e e t u d e ne s e r o n t l d e n t i f l e e s que p a r l e s l g l e "G" e t l e nuraero de page, mis e n t r e p a r e n t h e s e s . 12 ment du p e c l t en deux nlveaux p a r a l l e l e s : c e l u i d'un r e c i t 1944 et c e l u i d'un r e c i t I960* Ce dedoublement c o n t r i b u e , a. son t o u r , a transformer l a temporal!te, l e mode e t l a v o i x n a r r a t i v e du r e c i t * Ce sont precisement ces t r a n s f o r m a t i o n s du r e c i t que nous avons I ' i n t e n t i o n d * e t u d l e r dans l e s pages qui s u l v e n t * 13 CHAPITRE I L•ORESE NARRATIF [••• ] l e mieux j e c r o l s , Imaglnez une t a p l s s e r l e , h a u l , bas, t r a v e r s , tous l e s s u j e t s a l a f o i s e t toutes l e s c o u l e u r s . . . tous l e s m o t i f s ! . . . t o u t sens dessus d e s s o u s l . . . pretendre vous l e s p r e s e n t e r a p l a t , debout, ou couches, s e r a i t mentlr... (318)* C e l i n e ne cesse de r a p p e l e r au l e c t e u r de Nord I * l m p o s s l b i l l t e de transformer l a m u l t i l i n e a r ! t e d'une h i s t o i r e en l a l l n e a r l t e d'un r e c i t . Au premier abord l e roman semble en e f f et un peu d i f f i c i l e a. s i t u e r — s u r t o u t par rap p o r t aux deux a u t r e s volumes de l a t r i l o g l e . Comme Henri Godard a t r a i t e ce problems en profondeur dans ses pages sur l a "composition de l a t r i l o g i e " (Bo. I I , 955—61), et que l e s t r o t s romans j o u i s s e n t d'une grande autonomic tout en f a l s a n t p a r t i e d'un " s e u l e t meme r e c i t " ( Ro. I I , 960), nous n ' a l l o n s pas essayer de r e f a l r e l e i son t r a v a i l . I l s e r a pourtant i n t e r e s s a n t de resumer brlevement l a c h r o n o l o g i e biographlque c e l l n i e n n e de c e t t e epoque t e l l e que nous l a connaissons pour en degager l e s t r a n s f o r m a t i o n s qu'y ope re l e r e c i t . Dix ou qulnze j o u r s apres l e debarquement des A l l i e s en Normandie, Le 6 j u l n 1944, C e l i n e , s a femme L i l i et l e u r chat Bebert q u i t t e n t I'appartement du 4, rue G l r a r d o n , a 14 M o n t m a r t r e p o u r i e Eanemark* B t a n t o b l i g e s de p a s s e r p a r I * A l l e m a g n e , l i s s o n t r e t e n u s a Baden—Baden de j u l n a j u l l l e t . P e ndant c e temps l i s p a s s e n t q u e l q u e s j o u r s a B e r l i n ou l i s r e n c o n t r e n t l e p r o f e s s e u r H a u b o l d t ( H a r r a s ) q u i f l n i t p a r l e u r t r o u v e r un r e f u g e a K r a n t z l i n ( Z o r n h o f ) a une c e n t a i n e de k i l o m e t r e s au n o r d — o u e s t de B e r l i n . 1 L e u r ami, Le V i g a n , q u ' i l s a v a i e n t r e n c o n t r e a Baden—Baden l e s accompagne a. K r a n t z l i n e t l i s y r e s t e n t t o u s l e s t r o i s du d e b u t d'aout J u s q u ' a l a f i n d ' o c t o b r e • Ayant a p p r i s que i e m a r e c h a l P e t a i n e t l e s m l n i s t r e s du gouvernement de V i c h y e t a l e n t d e p u i s septerabre a S i g m a r i n g e n , en A l l e m a g n e du Sud, C e l i n e demande e t o b t i e n t I • a u t o r i s a t i o n d*y s o i g n e r l e s r e f u g i e s . L e s t r o i s F r a n c a i s r e s t e r o n t a S i g m a r l n g e n du d e b u t de novembre 1944 j u s q u ' a u d e b u t de mars 1945. En mars l e s C e l i n e — — L e V i g a n ne l e s accompagne p a s — — q u i t t e n t S i g m a r l n g e n p o u r r e t r a v e r s e r I ' A l l e m a g n e en r o u t e p o u r Copenhague ou C e l i n e a v a i t envoye de l * a r g e n t a v a n t l a g u e r r e * l i s y a r r i v e n t p r e s q u e t r o i s s e r a a l n e s p l u s t a r d , l e 27 mars 1945* V o l l a p o u r l e s donnees de l * e x p e r i e n c e * La c h r o n o l o g i c b i o g r a p h l q u e s u b i r a p l u s i e u r s t r a n s f o r m a t i o n s i m p o r t a n t e s a u c o u r s de l a c r e a t i o n romanesque. Cn d e c o u v r e done que dans D* un c h a t e a u l ' a u t r e * l e p r e m i e r volume de l a t r i l o g i e , C e l i n e r a c o n t e S i g m a r l n g e n q u i e s t en r e a l i t e " l a d e r n i e r e e t a p e de s o n e r r a n c e d'un b o u t a l ' a u t r e de I • A l l e m a g n e " ( S o * I I , 957), a l o r s que d ans K o r d i l r a c o n t e l e s t r o i s p r e m i e r e s e t a p e s ( B a d e n — B a d e n , B e r l i n e t K r a n t z l i n ) q u i 1 On t r o u v e r a dans I ' a p p e n d l c e A l a l l s t e c o m p l e t e d e s no HIS p r o p r e s q u i d i f f e r e n t de c e u x de l a p r e m i e r e e d i t i o n * a v a l e n t raene a. S l g m a r i n g e n . Quant a RAaodon» dans ce t r o i s i e m e roman C e l i n e r e u n l t l e r e c i t d e s deux v o y a g e s a. t r a v e r s I ' A l l e m a g n e en flammes! l e " v o y a g e Nord—Sud q u i I ' a v a i t c o n d u i t de ' Z o r n h o f a S l g m a r i n g e n , p u i s [••*] c e l u i , Sud-Nord, q u i 1 1 a v a i t c o n d u i t de S l g m a r i n g e n a l a f r o n t i e r e d a n o l s e " ( R o . I I , 957 )• Ces d i s t o r s l o n s c h r o n o l o g i q u e s ne r i s q u e n t c e p e n d a n t p a s de d e r o u t e r l e l e c t e u r * C a r en t a n t que c h r o n i q u e u r , C e l i n e e s t d e s i r e u x de d o n n e r I * i m p r e s s i o n d u mouvement un p e u c h a o t l q u e de l a memoire, t o u t en p e r m e t t a n t au l e c t e u r de r e t a b l l r a s s e z f a c i l e m e n t I ' o r d r e c h r o n o l o g i q u e . P o u r c e t t e r a i s o n , C e l i n e g a r d e e s s e n t i e l l e m e n t I ' o r d r e c h r o n o l o g i q u e a I ' i n t e r i e u r d e s romans i n d l v i d u e l s de l a t r i l o g l e . Dans Nord l e r e c i t r e p r o d u l t I ' o r d r e de I ' h i s t o i r e p o u r c e q u i e s t d e s g r a n d s e p i s o d e s ( s e j o u r s d ' a b o r d a. Baden-Baden, e n s u i t e a B e r l i n e t a Z o r n h o f )• Ce n ' e s t done p a s l a q u ' i l f a u d r a c h e r e h e r l e manque d ' o r d r e d a n s l e r e c i t * L a d i s t o r s i o n c h r o n o l o g i q u e se v o l t mieux dans l a f r a g m e n t a t i o n du r e c i t : " t o u s l e s s u j e t s a l a f o i s e t t o u t e s l e s c o u l e u r s * • • t o u s l e s m o t i f s i . . , " ( 2 1 8 ) * La f r a g m e n t a t i o n du r e c i t p r o c e d e e s s e n t l e l l e m e n t de l a n a r r a t i o n u l t e r l e u r e q u i met en o e u v r e un n a r r a t e u r a u t o -d i e g e t i q u e , c ' e s t — a — d i r e q u i e s t l e h e r o s de s o n p r o p r e r e c i t * C ' e s t q u ' i l e x i s t e a l a f o i s un d o c t e u r D e s t o u c h e s ( C e l i n e ) , un C e l i n e — p e r s o n n a g e e t un C e l i n e — n a r r a t e u r ; e t i l f a u t d l s t l n g u e r e n t r e eux* L o u i s — F e r d i n a n d D e s t o u c h e s e s t ne a C o u r b e v o i e en 1894 e t e s t mort a Meudon en 1961* I l a q u i t t e P a r i s en j u i n 1944, e t a p a s s e un moIs a Baden—Baden, t r o l s m ois a K r a n t z l l n , 16 q u a t r e mo i s a S l g m a r I n g e n e t s i x ans au Daneiaark ( d o n t q u a t o r z e m o l s en p r i s o n a. Copenhague, q u a t r e mo i s comme p r l s o n n i e r s u r p a r o l e d a n s un h o p i t a l de l a v i l l e e t q u a t r e ans en r e s i d e n c e s u r v e l l i e e d 9 a b o r d a Copenhague meme* e n s u i t e a K o r s o r a une c e n t a l n e de k i l o m e t r e s de l a v i l l e ) , a v a n t de r e n t r e r e n P r a n c e en j u i l l e t 1951* En s e p t e m b r e de l a meme annee, a p r e s a v o i r p a s s e q u e l q u e s mols s u r l a C o t e d ' A z u r , l e d o c t e u r D e s t o u c h e s s ' l n s t a l l e dans une m a i s o n s u r l e c o t e a u de Meudon d'ou " i l p e u t v o i r en c o n t r e b a s l a S e i n e , l e s m o u e t t e s I ' h i v e r , I ' u s i n e R e n a u l t d a n s l * t l e , p u i s t o u t P a r i s " < Ro. I I , 1 0 0 3 ) . C ' e s t l a q u ' i l e c r l t D'un c h a t e a u i 1 a u t r e e n t r e 1955 e t 1957 ( p u b l i c en j u l n 1 957), N o r d e n t r e 1957 et 1959 < p u b l i c ' en mai 1960) e t Rlpodon de 1960 J u s q u ' a s a mort l e p r e m i e r J u i l l e t 1961. C e l i n e — p e r s o n n a g e , p a r c o n t r e , e s t l e p e r s o n n a g e de Nord que l ' o n r e t r o u v e a Baden—Baden, a. B e r l i n e t a Z o r n h o f ( K r a n t z l l n ) en 1944 a l n s i qu*a Meudon en 1 9 5 9 * 2 Le p e r s o n n a g e e s t l e meme, ma i s l e s q u l n z e a n s q u i s e p a r e n t Meudon de Z o r n h o f o n t c hange beaucoup de c h o s e s . A Meudon C e l i n e — p e r s o n n a g e e s t en t r a i n d ' e c r l r e un roman i n t i t u l e Nord s u r s e s a v e n t u r e s en A l l e t n a g n e . I l r e c o i t a u s s i l e s v i s i t e s de R o g e r N i m l e r e t de M i l e M a r i e , e t se r e n d c h e z s o n e d l t e u r . La d i f f e r e n c e e n t r e C e l l n e - p e r s o n n a g e e t C e l i n e — n a r r a t e u r e s t une d i f f e r e n c e de n i v e a u n a r r a t i f . A l o r s que C e l i n e — p e r s o n n a g e a g l t dans l * h i s t o i r e ( = n i v e a u i n t r a d i e g e — 2 Nous nous t l e n d r o n s d e s o r m a i s aux noms d e s p e r s o n n a g e s e t des l i e u x q u i p a r a i s s e n t dans I ' e d i t i o n de l a P l e i a d e . R a p p e l o n s que I ' a p p e n d i c e A donne une l l s t e c o m p l e t e d e s noms q u i d i f f e r e n t de ceu x de I ' e d i t l o n de 1960 ( l a s e u l e c o n f o r m e au m a n u s c r i t o r i g i n a l )• 17 t i q u e ) , C e l i n e — n a r r a t e u r r a c o n t e l * h i s t o i r e ( = n l v e a u e x t r a d i e g e — t i q u e ) * A u t r e m e n t d l t , C e l i n e — n a r r a t e u r o c c u p e l e p r e s e n t de l a n a r r a t i o n , l e moment p r o d u c t e u r du t e x t e q u i e s t t o u t p r e s du temps de 1 ' h i s t o i r e de C e l 1 n e — p e r s o n n a g e a Meudon, m a i s ne l e r e j o i n t j a m a i s t o u t a f a i t * Le n a r r a t e u r e x t r a d i e g e t l q u e p e u t a i n s i r a c o n t e r a l a f o i s l e s evenements de l a v i e de C e l i n e — p e r s o n n a g e a Meudon de 1959 a 1960 e t en A l l e m a g n e en 1944. Af In de ne pas c o n f o n d r e c e s deux r e c i t s , nous a p p e l l e r o n s I* tin l e r e c i t 1944 e t l ' a u t r e l e r e c i t 1960 s e l o n l a s i t u a t i o n h i s t o r i q u e ( a p p r o x i m a t i v e ) des evenements q u ' i l s r a c o n t e n t . L e s deux r e c i t s s o n t i n d e p e n d a n t s dans l a mesure o u l i s c o n s t i t u e n t deux u n i t e s n a r r a t i v e s c h a c u n e a v e c s a p r o p r e h i s t o i r e , s e s p e r s o n n a g e s e t s a t e m p o r a i i t e . E t a n t donne l a p r o x l m l t e t e m p o r e l l e de C e l i n e — p e r s o n n a g e 1960 e t de C e l i n e — n a r r a t e u r , nous i n c l u r o n s l e p r e s e n t de l a n a r r a t i o n d a n s l a r u b r i q u e g e n e r a t e du r e c i t I960* L a f r a g m e n t a t i o n e x l s t e a deux n i v e a u x d i f f e r e n t s d a n s Nord * Au n i v e a u m a c r o — n a r r a t i f l e n a r r a t e u r i n t e r r o m p t p l u s i e u r s f o i s l e r e c i t 1944, l e p l u s long; d e s deux, p a r d e s mouvements e n t l e r s c o n s a c r e s a u r e c i t i 9 6 0 * 3 Le meme v a — e t — v i e n t e n t r e l e s deux r e c i t s se m a n i f e s t e a u s s i a u n i v e a u m i c r o — n a r r a t i f * Ces changements de d i r e c t i o n d u r e c i t s o n t d * a u t a n t p l u s d e r o u t a n t s q u ' i l s s o n t c a c h e s a I * i n t e r l e u r d e s p a r a g r a p h e s e t des p h r a s e s e t que l e u r nombre e s t augmente p a r d ' a u t r e s s o u v e n i r s du n a r r a t e u r * La n a r r a t i o n a u t o d i e g e t i q u e q u i , a p r e m i e r e vue p a r a f t s i s i m p l e e t s i d i r e c t e , p e u t au c o n t r a i r e 3 I I s ' a g l t des mouvements 1, 2, 3, 5, 8, 20, 21 e t 41. 18 c r e e r un r e c i t t r e s c o m p l e x e . M a i s c e t t e complex i t e ne p o u r r a se d e c o u v r i r qu'en a n a l y s a n t l e d l s c o u r s n a r r a t i f a t o u s s e s n l v e a u x * Comme nc, on s p a r l e s deux r e c i t s q u i se c o t o i e n t dans l e roman* MSL±± 1944 £i x i c i t IS^Q Le r e c i t I860 r a c o n t e des evenements 1 s o l e s q u i s o n t p o u r c e t t e meme r a l s o n d i f f i d l e s a o r d o n n e r l e s uns p a r r a p p o r t aux a u t r e s * I I y a p o u r t a n t q u e l q u e s i n d i c a t i o n s h l s t o r i q u e s q u i p e r r a e t t e n t p a r f o l s de s i t u e r l e t e x t e * P r e n o n s d* a b o r d l e s mouvements c o n s a c r e s p r i n c i p a l e m e n t au r e c i t 1960* A l a p r e m i e r e page du roman l e n a r r a t e u r d i t a v o i r 65 a n s , ce q u i — s i I*on f a i t l e r a p p r o c h e -ment a v e c l a b i o g r a p h i e de C e l i n e — a u t e u r , ne en 1 8 9 4 — p l a c e r a i t c e moment—la en 1959* Le mouvement 20 p a r l e du sommet Gromyko-Couve de M u r v i l l e comme d'un evenement c o n t e m p o r a i n ( c i t a t i o n du F l a a r o d u 21 mai 1859 ), t a n d i s que l e mouvement 21 a v e c s o n " n o t r e h i v e r a e t e d u r " (504 ) se p l a c e r a i t au p r i n t e m p s ou en e t e 1959* P a r c o n t r e l e mouvement 41 ( C e l i n e — p e r s o n n a g e , a r r i v e a l a page 2500 de s o n m a n u s c r i t , s e r e n d aux e d i t i o n s B r o t t i n ) d o i t se s i t u e r au m oins p l u s l e u r s m ols a p r e s l e mouvement 21 out C e l i n e en e t a i t t o u j o u r s a l a m l l l i e m e page d u m a n u s c r i t * 19 Or. c e s h u i t mouvements s o n t d * h a b i t u d e r e l e v e s p a r l e s c r i t i q u e s comme l e s p r l n c l p a u x e x e m p l e s d e s "temps de r e d a c t i o n I l n'en e s t r i e n . l i s ne r e p r e s e n t e n t a v r a l d i r e que 23% du r e c i t I960* T o u t l e r e s t e , c ' e s t — a — d i r e 2235 g r o u p e s v e r b a u x , e s t d i s p e r s e d'un bout a l ' a u t r e d u t e x t e en d e s segments m i c r o — n a r r a t i t s dont l a l o n g u e u r aoyenne ne d e p a s s e p a s 6 g r o u p e s v e r b a u x . 3 Le p a s s a g e s u l v a n t a i d e r a a. e c l a i r e r c e t e l e m e n t d e v a — e t — v l e n t e n t r e l e s r e c i t s 1960 [ A J e t 1944 [ B ] q u i c a r a c t e r i s e N o r d : [ A ] a l l e z g u e u l e r en c e moment, a Moscou meme, q u ' E i s e n h o w e r a b i e n b a l s s e . . . v o u s recommencerez p a s t [ B ] l a c ' e t a l t l e t r e s g r a n d p o r t r a i t d ' A d o l * e n t r e deux enormes c a n d e l a b r e s , q u ' i l f a l l a i t r e g a r d e r b i e n p l e u s e m e n t . . . p a s " p e t i t m a l i n " ! h e i l l . . . he 11I... e t c ' e t a i t t o u t l i q u e l a g u e r r e e t a i t comme gagnee, [ A ] comme I ' A l g e r l e l ' h e u r e a c t u e l l e , comme I ' H e r a u l t e t l e P o i t o u d e m a i n , comme l e Cameroun n ' e s t pas r a c i s t e , n l l e s p i l l a r d s d ' a s l a t e s f i n s d e c o u p e u r s de m i s s l o n n a l r e s . . • £ B ] l a c ' e t a l t l e p o r t r a i t d * H i t l e r , son beau r e g a r d b l e u , s e s p e t l t e s m o u s t a c h e s e t p a s a u t r e c h o s e ! . . . son c a d r e au mur en p r e n a i t un coup I t r e r a b l o t a l t , comme nos a s s i e t t e s e t l a so u p e t i e d e , p a r r e p e r c u s s i o n d e s bombes p o u r t a n t [ A ] j ' a i d i t , [ B ] a p l u s de c e n t b o r n e s . • . [ A ] p e n s e z [ B ] q u ' i l s s * e n o c c u p a l e n t de j o u r e t de n u i t , r e t o u r n e r l e s r u i n e s e t c r a t e r e s l . . . t o u t e s nos s o u p e s en e t a i e n t v l b r a n t e s , p e t l t e s r i d e s e t v a g u e s , comme l e F u h r e r d a ns s o n c a d r e , l e s murs, l e s v l t r e s , l e s t r e s g r a n d s a r b r e s . . . * V o i r p a r exemple P h i l i p p e A l m e r a s , " C e l i n e : I ' i t l n e r a i r e d'une e c r l t u r e , " PMLA. 89 (1974), p . 1096. s P a r exemple, c ' e s t p r e c l s e m e n t d ans c e s c o u r t s segments que l ' o n t r o u v e t r o i s a u t r e s r e p e r e s e x t e r n e s au s u j e t du p r e s e n t de l a n a r r a t i o n . A l a page 315 on l i t " a u j o u r d ' h u l en 59..."; a l a page 370: " a p r e s e n t , en 60..." e t a l a page 470: " l e monde 60 e s t t r o p j e a n — f o u t r e . " C es deux d e r n i e r e s p r e c i s i o n s r e p r e -s e n t e n t t r e s p r o b a b l e m e n t d e s ex e m p l e s o u , comme l e s l g n a l e H e n r i G o d a r d , " l e s r e p r i s e s s u c c e s s l v e s du t e x t e " o n t e n t r a l n e des I n c o h e r e n c e s ( R o . I I , 978). C a r nous venons de v o i r que l e mouvement 20 s e s l t u e t o u j o u r s en 1959. 20 £ A ] Je me demande ou [ f i ] l i s I * o n t f o u r r e , [ A ] OU 11 peut e t r e l * h e u r e a c t u e l l e c e f o r m i d a b l e p o r t r a i t d ' A d o l f ? ( 5 1 8 ) . * B i e n que l e s t r a n s i t i o n s de I'un a I ' a u t r e d e s deux r e e l t s s o i e n t d * h a b i t u d e a s s e z c l a i r e m e n t marquees p a r d e s i n d i c a t i o n s s p a t i o — t e m p o r e l i e s comme " l a ( - h a u t " a " p l u s un non de l i e u , e t "dan s l e moment" po u r l e r e c i t 1944; "a p r e s e n t , " " m a i n t e n a n t , " " a u j o u r d " h u 1 , " "en c e moment" e t " l * h e u r e a c t u e l l e " p our l e r e c i t I960; c e m o r c e l l e m e n t d e s r e c l t s 1944 e t 1960 a j u s q u * i c i empeche l e s c h e r c h e u r s d ' a r r l v e r a une j u s t e a p p r e c i a t i o n de I ' i m p o r t a n c e du p r e s e n t de l a n a r r a -t i o n . A I " e t u d e , 11 s ' a v e r e que l e r e c i t 1960 ne s e r t pas un l q u e m e n t de v e h l c u l e aux a p h o r i s m e s du n a r r a t e u r . Le r e c i t 1960 permet e g a l e m e n t au n a r r a t e u r de s e m e t t r e lui-meme en v e d e t t e . S e s p r e o c c u p a t i o n s e n t r e 1959 e t 1960 ne s o n t p a s n o u v e l l e s . E l l e s c o n c e r n e n t l a s i t u a t i o n p o l i t i q u e , s e s b l e s s u r e s de g u e r r e , l a v i e p a u v r e q u ' i l mene e t l e t r a v a i l l n g r a t d ' e c r l v a l n q u ' i l d o l t a c c o m p l l r p o u r p a y e r s e s d e t t e s . L ' e s s e n t l e l c ' e s t que l e r e c i t 1960, q u i c o n s t l t u e en p r e m i e r l i e u l e c o m m e n t a l r e du n a r r a t e u r e t s * o p p o s e a l n s l a u r e c i t d e s a v e n t u r e s du h e r o s 1944, a t t e i n t lui-meme I ' e n v e r g u r e d'un r e c i t 1ndependa n t . Pour c e q u i e s t du r e c i t 1944, i l e s t a s s e z cotnplexe p o u r m e r l t e r d ' e t r e resume i c i * Au d e b u t du roman on * R a p p e l o n s au s u j e t d u g e n e r a l E l s e n h o w e r qu'en 1944 i l v e n a l t d ' e t r e nomine commandant en c h e f des f o r c e s a l l l e e s en E u r o p e , a l o r s qu'en 1960 i l a l l a i t p e r d r e S e l e c t i o n p r e s i d e n t l e l l e a J o h n F. Kennedy. 21 t r o u v e C e l i n e , L l l i , L a V i g u e e t l e c h a t B e b e r t a Baden-Baden ou l i s s e s o n t I n s t a l l e s a p r e s a v o i r q u l t t e P a r i s * l i s y f o n t l a c o n n a l s s a n c e de Mme v o n SecJkt e t s o n t t e m o i n s de l a r e j o u i s s a n c e g e n e r a l e que s u s c i t e au " B r e n n e r H o t e l " l a n o u v e l l e de l ' a t t e n t a t c o n t r e H i t l e r * P a r c o n s e q u e n t l i s d o l v e n t q u i t t e r Baden—Baden comme t o u s l e s a u t r e s n o t e s . Le L e g a t i o n s r a t S c h u l z e e n v o l e l e s t r o i s F r a n c a i s a B e r l i n * A r r i v e s a B e r l i n , l i s c h e r c h e n t des c a n n e s p o u r C e l i n e , s e p r e s e n t e n t a u b u r e a u de l a p o l i c e e t p r e n n e n t d e s chambres a u " Z e n i t h H o t e l * " l i s ne r e s t e n t c e p e n d a n t pas long t e m p s a B e r l i n , t a n t l e g e r a n t r u s s e de I ' h o t e l e t l e d o c t e u r P r e t o r i u s d'en f a c e l e u r p a r a l s s e n t V o u c h e s * V o u l a n t s e r e n d r e c h e z l e d o c t e u r H a r r a s a GrunwaId, l e s t r o i s F r a n g a l s s o n t a t t a q u e s p a r d e s " H i t l e r j u n g e n d " q u i l e s p r e n n e n t p o u r d e s p a r a t c h u t i s t e s * C ' e s t un F r a n c a i s a p p e l e P i c p u s q u i l e s s o r t d e c e ma u v a i s p a s * A Gru n w a l d l i s s o n t s o u s l a p r o t e c t i o n d ' H a r r a s q u i l e s emmene a F e l i x r u h e C a f l n de p o u v o i r l e u r p a r l e r l i b r e m e n t ) e t q u i f i n l t p a r l e u r t r o u v e r un r e f u g e a Z o r n h o f c h e z l e s von L e i d e n * C e t t e f a m i l l e se compose d u v i e u x comte von L e i d e n , S i t t m e i s t e r o c t o g e n a l r e ; s a s o e u r , M a r i e — T h e r e s e ; son f i l e , c u l — d e - j a t t e ; I s l s , l a femme de c e l u i — c l ; e t C i l l i e , l e u r f i l l e . Au m a n o i r 11 y a a u s s i l e p e r s o n n e l d'une " D l e n s t e l l e " ( s i c ) 7 d u s e r v i c e a d m i n i s t r a t l f d u m l n l s t e r e de l a S a n t e * Le t r a v a i l de l a ferine e s t a s s u r e p a r l e s " b i b e l f o r s c h e r " ( o u o b j e c t e u r s de c o n s c i e n c e ) q u i h a b l t e n t l e " X a n z h a l l e " ( o u d a n c i n g ) , e t p a r L e o n a r d e t J o s e p h , deux p r i s o n n l e r s f r a n c a i s * 7 C e s * l a a l l e m a n d D i em t r a n s f o r m a t i o n i t j que C e l i n e f a i t s u b i r au mot 22 Farm! l e a a u t r e s p e r s o o n a g e s 11 y a l a c o m t e s s e T u l l f - T c h e p p e (mere d ' I s i s ) , l e L a n d r a t Simmer < j u g e de l a r e g i o n ) , K r a c h t ( S . S . - c h e f de Z o r n h o f ) , K r e t z e r ( c h e f de l a " D i e n s t e l l e " ) e t s a femme, N i k o l a s ( p o r t e u r du c u l — d e — j a t t e ), H j a l m a r ( g a r d e c h a n p e t r e ) e t l e p a s t e u r R i e d e r . Avant de q u i t t e r Z o r n h o f , H a r r a s donne a C e l i n e l e s c l e s de I ' a r m o l r e aux c o n s e r v e s * C ' e s t g r a c e a. c e s t o c k , q u i l n c l u t d e s c i g a r e t t e s , que l e s t r o l s F r a n c a l s p o u r r o n t a l l e r c h e r e h e r du p a i n a I ' e p l c e r i e e t se f a i r e r e r a p l l r l e s g a m e l l e s au T a n z h a l l e a f i n de s u p p l e e r un p e u aux t r e s m a l g r e s " m a h l z e l t * " 8 f a c t i o n s ' i n t e n s l f l e a p r e s l e d e p a r t d * H a r r a s * Le p a s t e u r a p l c u l t e u r e s t a r r e t e au champ d ' a v i a t i o n , l e c u l — d e — j a t t e menace de t i r e r s u r C e l i n e , Z o r n h o f v o i t I ' a r r i v e e d'une bande de g i t a n s e t l a K r e t z e r a une c r i s e d ' h y s t e r i e * Dn peu p l u s l o i n , C e l i n e , L i l l e t Le V i g a n s o n t i n v i t e s a un b a n q u e t e t a un p i q u e — n i q u e * l i s v o n t a u s s i a p i e d a N o o r s b u r g p o u r I s l s e t p a r t i c i p e n t a, une e x p e d i t i o n a. t r a v e r s champs p o u r c h e r e h e r l e R i t t m e i s t e r q u i s ' e t a i t e g a r e a. c h e v a l . l i s t r o u v e n t l e R i t t — m e i s t e r a v e c l e R e v i z o r ( I * I n s p e c t e u r — J u r e p o u r l e B r a n d e b o u r g ) * l i s e t a l e n t t o u s l e s deux tombes d a n s l e s mains d'un g r o u p e de 8 II e s t i n t e r e s s a n t de n o t e r que, comme dans l e c a s du mot " D l e n s t e l l e , " C e l i n e . f a i t un e m p l o i un p e u p a r t i c u l l e r du s u b s t a n t i f a l l e m a n d d i e W a h l z e i t . I l omet non s e u l e m e n t l a m a j u s c u l e (marque du n o n ) , mais i l ne d i s t i n g u e p a s non p l u s e n t r e l a forme du s l n g u l i e r e t c e l l e du p l u r i e l : d i e M a h l z e l t e n . I l d e v i e n t v l t e a p p a r e n t que c e terme c o n s t l t u e b i e n p l u s qu'un s i m p l e synonyme p i t t o r e s q u e d u mot f r a n c a l s " r e p a s * " Dans Nord i l s i g n l f i e t o u r a t o u r l e r e p a s lui—meme, l e temps du r e p a s e t , p a r s y n e c d o q u e , l e g r o u p e des p e r a o n n a g e s q u i y p a r t i c i p e n t * C e l i n e n* i g n o r e p a s non p l u s l a v a l e u r d* i n t e r j e c t i o n que p e u t p r e n d r e c e terme* En ce q u i c o n c e r n e l a p r e s e n t e e t u d e , n o u s ne f e r o n s que c l t e r l e mot comme i l e s t employe p a r C e l i n e , e t g a r d e r o n s done l a forme i n v a r i a b l e de " m a h l z e l t . " 23 p r o s t i t u e e s en r e v o l t e . C e l i n e soigne l e s deux malades jusqu'au j o u r de l a f e t e g i t a n e , quand, au cours de I ' e n t r a c t e on trouve l e R l t t m e i s t e r oiort dans son l i t . On decouvre a u s s i que l e Landrat a ete S t r a n g l e et que l e c u l — d e — j a t t e a ete noye dans l a mare a pur i n . Le lendemain c * e s t I'enquete et l e surlendemaln I *enterrement des t r o i s morts. La d e r n i e r e c r i s e avant l e r e t o u r d'flarras a l i e u quand I s i s e t l a K r e t z e r e s s a i e n t de mettre l e f e u au manoir. A l a f i n du roman Harras r e o r g a n i s e l a D i e n s t e l l e , f a l s a n t p a r t l r l e s femmes avec K r c t z e r et N i k o l a s , et Kerner Goring donne a C e l i n e l a permissi o n de se rendre a Rostock. A i n s i se presentent l e s episodes p r l n c i p a u x du r e c i t 1944. En ce qui concerne l a c h r o n o l o g l e de ce r e c i t . e l l e e s t p r e c l s e e b i e n nettement par des reperes temporels. Le sej o u r a Baden—Baden se p l a c e en j u i l l e t 1944 9 et I * a t t e n t a t contre H i t l e r dont i l est q u e s t i o n dans l e tsouvement 7 a eu l i e u e f f e c t i v e n e n t l e 20 j u i l l e t de l a meme annee. Plus l o i n dans l e t e x t e , l e n a r r a t e u r indique que c' e s t en septembre qu'a l i e u l * e x c u r s i o n a F e l l x r u h e et que l e s t r o i s F r a n c a i s s ' l n s t a l l e n t a Z o r n h o f . 1 0 Du mouveraent 19 jusqu'a l a f i n du roman I ' a c t i o n se passe en o c t o b r e . 1 1 Le r e c i t 1944 s u i t done I'ordre chro.no— 9 A l a page 305 on l i t : " l a ou j e vous p a r i e , j u i l l e t 44, encore r a v i t a l l l e s t r e s b i e n e t t r e s ponctuellement... 1 0 On trouve "nous sommes en septembre.••" (382, 431) e t " l e s f e u i l l e s q ui tombent s i j o l l m e n t , l e s immenses f r e n e s . . . I *automne • • ." ( 4 1 1 ) . 1 1 V o i r "pour d i r e 11 f a i t p l u t o t f r a i s , o c t o b r e . . . " (463); "deja un j o l i t a p i s de ne l g e . . . f i n o c t o b r e . . . " (675); et "nous sommes f i n octobre" (702 1. 24 l o g i q u e pour l e s evenements p r l n c i p a u x * S i d e f o r m a t i o n s t e m p o r e l l e s i l y a, e l l e s v l e n d r o n t du c o t e d e s a n a c h r o n l e s m i c r o — n a r r a t i v e s e t de l a t r a n f o r m a t l o n de l a d u r e e * Les a n a c h y p n j e s On s a l t que l e s a n a c h r o n l e s marquent l a d i s -c o r d a n c e e n t r e I ' o r d r e de l * h l s t o l r e e t c e l u i du r e c i t * En t e r m e s p l u s p r e c i s , nous a n a l y s e r o n s l a f a c o n d o n t l e r e c i t t r a n s f o r m e l a c h r o n o l o g l e de I ' h l s t o i r e * L e s a n a c h r o n l e s s e d l v i s e n t n a t u r e l l e r a e n t en a n a l e p s e s e t p r o l e p s e s * Dans Nord, on compte e n v i r o n 65% d e s p r e m i e r e s * c o n t r e 35% de p r o l e p s e s * L e s a n a c h r o n l e s q u i i n t e r r o m p t e n t l e s r e c i t s 1944 e t 1960 r e s t e n t t o u j o u r s au n i v e a u m i c r o — n a r r a t i f • 1 2 En e f f e t l e s p l u s de 2000 g r o u p e s v e r b a u x d * a n a c h r o n l e s s o n t s i b i e n d i s p e r s e s d a n s l e t e x t e que l a l o n g u e u r moyenne d e s s e q u e n c e s a n a c h r o n i q u e s ne d e p a s s e pas 2 g r o u p e s v e r b a u x * C e c h i f f r e e s t t r e s s l g n i f i c a t i f , c a r i l r e v e l e c o m b i e n l e s a n a c h r o n l e s s o n t f r a g m e n t e e s dans l e t e x t e * C e t t e f r a g m e n t a t i o n a v a i t eu p o u r e f f e t j u s q u ' l c l de c a c h e r l " i m p o r t a n c e r e e l l e d e s a n a c h r o n l e s 1 2 On p o u r r a . l t n a t u r e l l e r a e n t c o n s i d e r e r t o u t l e r e c i t 1944 comme une enorme a n a l e p s e — r e p r e s e n t a n t 85% d u t e x t e , mais e t a n t d l v l s e e en 416 segments e t c r e a n t a i n s l 831 t r a n s i t i o n s e n t r e l e s deux r e c i t s ( d o n t 416 a n a l e p s e s e t 415 p r o l e p s e s ) — — p a r r a p p o r t au p r e s e n t de l a n a r r a t i o n * C e l a n • a p p o r t e r a i t p o u r t a n t r i e n de n o u v e a u e t ne f e r a l t d * a i l l e u r s que f a u s s e r l e s a u t r e s r e s u l t a t s * A v r a i d i r e i i s ' a g i t l a non pas d ' a n a c h r o n i e s m a i s p l u t o t de changements de n i v e a u n a r r a t i f d o n t nous r e p a r l e r o n s d a ns l e c h a p i t r e s u r l a v o i x * 25 d a n s Nord* M a i s g r a c e a nos r e c h e r c h e s I n f o r m a t i q u e s i l s e r a p o s s i b l e d ' a n a l y s e r l e f o n e t i o n n e m e n t de c e * e l e m e n t n a r r a t i f i m p o r t a n t • De meme que l a p l u s g r a n d e p a r t i e d u r e c i t 1960 e s t d l s p e r s e e p a r t o u t dans l e t e x t e , l e s a n a c h r o n i e s s o n t p o s e e s p a r p e t l t e s t o u c h e s * P o u r s* en p e r s u a d e r i l s u f f i r a d ' e x a m i n e r de p l u s p r e s un p a s s a g e t y p i q u e de Nord-[ A ] l e c a s e t a i t m a j e u r l [ B ] 11 [ H a r r a s ] m ' a v a l t d i t : t a p e z d e d a n s ! £ c ] j e l u i e x p i i q u e r a i s * « • [ D ] m a i n t e n a n t n o u s e t i o n s a n o t r e p a r e * • • l a g r a n d e a l l e e * * * l e p e r i s t y l e * • • oh mais d u nouveau! ••• un peu a I ' O u e s t , une a u t r e i s t a a . . . [ E ] l i s o n t e t e v i t e ! * * * £ F ] J« r e g a r d e l ' h e u r e , l ' e g l i s e . . . v r a l m e n t d e s c h a r p e n t i e r s de c h o c ! * * * £ G ] y a v a i t r i e n q u a n d n o u s sommes p a r t i s ! • • • [ H ] p o u r q u o l c e t a u t r e b a t l m e n t ? j e v a i s a l l e r l e u r demander*•• m a i s l i s ne d o i v e n t p a r l e r a p e r s o n n e , £ l j l * S * S * m'a p r e v e n u , £ j j e t meme p a s e n t r e e u x ! . * . l i s nous r e g a r d e n t meme p a s * • • ( 4 4 2 — 4 3 ) L * a n a l y s e t e m p o r e l l e de c e p a s s a g e r e v e l e q u ' i l c o n s i s t e e n d i x segments n a r r a t i f s (A a J ) r e p a r t i s s u r l e s q u a t r e p o s i t i o n s t e m p o r e l l e s s u i v a n t e s : 3 ( m a i n t e n a n t , ou l e p r e s e n t de l a d i e g e s e ) , 2 ( p l u s t o t l e meme m a t i n ) , 1 ( a v a n t l e d e p a r t d ' H a r r a s ) e t 4 ( l o r s du r e t o u r e v e n t u e l d ' H a r r a s ) * Le mouvement g e n e r a l s e d e g a g e r a p l u s c l a i r e m e n t de c e t t e f o r m u l e d e s p o s i t i o n s t e m p o r e l l e s : A3 - E1-C4-D 3 - E 2-F3-G2-H3-12-J3 A p r e s l e s a l l u s i o n s au d e p a r t e t a u r e t o u r e v e n t u e l d ' H a r r a s (segments A a C) c ' e s t un v a — e t — v l e n t p a r f a l t e n t r e l e p r e s e n t d i e g e t i q u e e t l e p a s s e p r o c h e ( s e g m e n t s D a J ) • C e t exemple t y p i q u e de l a f r a g m e n t a t i o n d e s a n a c h r o n i e s e x p l i q u e p o u r q u o l l a 26 l o n g u e u r moyenne de l e u r s s e q u e n c e s ne d e p a s s e p a s 2 g r o u p e s v e r b a u x • A v a n t d ' a l ' l e r p l u s l o i n , r a p p e l o n s que c e t t e e t u d e a p o u r s e u l b u t d ' e l u c i d c r l a f a c o n d o n t L o u i s - F e r d i n a n d C e l i n e r a c o n t e I * h i s t o i r e de N o r d . Nous n'avons p a s d ' h y p o t h e s e s a. p r o u v e r s i c e n ' e s t que l e d l s c o u r s n a r r a t i f de c e roman a beaucoup de " s e c r e t s " a nous r e v e l e r . P o u r c e t t e r a l s o n nous a l i e n s p l o n g e r s a n s t a r d e r dans l e d e t a i l d u r e c i t . L a n o t i o n d ' a n a l e p s e s e t de p r o l e p s e s nous s e r v i r a de p l e r r e de t o u c h e a c e t e g a r d . L e s a n a l e p s e s r e p r e s e n t e n t l a p l u s g r a n d e p a r t i e ( s o i t 6 5 % ) d e s a n a c h r o n l e s dans No r d . T r a i t t y p i q u e m e n t c e l i -n i e n , c e s a n a l e p s e s s o n t pour l a p l u p a r t I n t e r n e s . Au t o t a l e n v i r o n 83% d e s a n a l e p s e s s o n t i n t e r n e s , 15% e x t e r n e s e t 2% m i x t e s . C e s c h l f f r e s r e v e l e n t que l e n a r r a t e u r s e l i m l t e de p r e f e r e n c e aux a n a l e p s e s q u i ne d e p a s s e n t n i I * h i s t o i r e q u ' i l r a c o n t e n i l e r e c i t q u ' i l en f a i t . P a s s o n s m a i n t e n a n t a I * a n a l y s e d e t a l l l e e d e s a n a -l e p s e s . Nous s u l v r o n s I ' o r d r e du nombre g r a n d i s s a n t d ' e x e r a p l e s , cooiroenc.ant p a r l a c a t e g o r i e l a p l u s p e t i t e , c e l l e d e s a n a l e p s e s m i x t e s , p o u r a b o r d e r e n s u l t e c e l l e s d e s a n a l e p s e s e x t e r n e s e t i n t e r n e s . A f i n de d o n n e r une i d e e de l a d i v e r s l t e d e s a n a l e p s e s , l e s e xemples c i t e s s e r o n t a u s s i e x h a u s t i f s que p o s s i b l e . 27 an,al epgeg mlx,tes L * a b s e n c e p r e s q u e t o t a l e d ' a n a l e p s e s m i x t e s de ^jord a p o u r c a u s e d i r e c t e l e f a i t que t o u t e s l e s a n a c h r o n l e s s o n t d'une a m p l i t u d e t r e s r e s t r e l n t e * C a r i l e s t d i f f i c i l e de d e v e l o p p e r en deux ou t r o i s g r o u p e s v e r b a u x une a n a l e p s e d o n t " l e p o i n t de p o r t e e £soit ] a n t e r l e u r e t l e p o i n t d ' a r a p l l t u d e p o s t e r i e u r au debu t du r e c i t p r e m i e r " ( G 91)* Dans Nord l e s a n a -l e p s e s m i x t e s s e d e f i n l s s e n t m oins p a r l e d e b u t d u r e c i t p r e m i e r que p a r i e p r e s e n t d i e g e t l q u e ( l e p o i n t de l a d i e g e s e a u q u e l on se t r o u v e a un moment donne du r e c i t ) * C ' e s t q ue, p o u r c r e e r l ' i m p r e s s i o n de " c a p t e s u r l e v i f , " C e l i n e e v i t e v o l o n t a i r e m e n t t o u t c e q u i s e r v i r a i t de l i e n e x p l l c i t e e n t r e l e p a s s e e x t e r n e ( a u r e c i t p r e m i e r ) e t l e p r e s e n t d i e g e t l q u e * L a f r a g m e n t a t i o n d u r e c i t met a i n s i en v a l e u r l a q u a l i t e I n s t a b l e d e s s o u v e n i r s du n a r r a t e u r q u i s o n t s a n s c e s s e i n t e r r o m p u s p a r d ' a u t r e s p e n s e e s * La d i s c o n t l n u i t e n a r r a t i v e e s t augmentee p a r I ' e x i s t e n c e d a ns Nord de deux r e c i t s p r e m i e r s e t done a u s s i de deux " p r e s e n t d i e g e t l q u e * " L e s a n a l e p s e s peuvent e t r e m i x t e s s i e l l e s s ' e t e n d e n t d * a v a n t 1944 j u s q u ' a u p r e s e n t de l a d i e g e s e 1944, m a i s t o u t a u s s i b i e n s i e l l e s commencent en 1944 ( ou a v a n t ) p o u r a b o u t l r a u p r e s e n t d i e g e t l q u e I960* Au n i v e a u du r e c i t 1944 on t r o u v e notantraent un exemple o u , en n ' u t l l i s a n t que d e s noms de l i e u , C e l i n e — p e r s o n n a g e e s q u i s s e une a n a l e p s e m l x t e q u i r e c o u v r e p l u s de c i n q a n s : " p o u r t a n t deja. l ' i m p r e s s i o n d ' a v o l r un peu t r i n q u e * * * M o n t m a r t r e , S a r t r o u v i l i e , La B o c h e l l e , B e z o n s , Baden-Baden, B e r l i n * • • " (500)* Dans l e r e c i t 1960 l e s 2 8 analepses mixtes sont generalement d'une amplitude plus c o n s i d e r a b l e * Le n a r r a t e u r nous c o n f l e par exemple: " i i se trouve que ne assez studieux, ayant un p e t i t peu vecu, et sachant combien J ' a i d'amis, y compris A c h i l l e , j e tarde un peu a deceder..." 1505)* et " p l u s t a r d avec tant et tant d ' a u t r e s j ' a i eu b i e n n e t t e l a c e r t i t u d e que nous e t i o n s g u i g n o l s . . . et encore tous l e s j o u r s en France..• et j e c r o i s pour l a v i e . . . " ( 422). Le n a r r a t e u r saute a i n s i du passe au present sans e t a b l l r de l i e n entre eux. Meme l o r s q u e c ' e s t un sommalre comme " l e temps a passe, et bi e n des choses... a r e f l e c h l r j e c r o i s q u ' e i l e [ L l l i ] a v a i t assez r a i s o n . . . " (589) q u i cree I'analepse o i x i e , i l n'y a pas de c o n t i n u i t e e n t r e l e passe e t l e p r e s e n t . L'analepse externe ne devient pas i n t e r n e avant d ' a r r i v e r au pres e n t . Passe et present r e s t e n t separes dans I ' e s p r i t du n a r r a t e u r , u n i s seulement par l e f a i t que I'un s u i t l ' a u t r e dans l e temps. 1 3 Les analepses ralstes, meme d*amplitude l l t n i t e e , ne depassent guere l e s quelques exemples c i t e s c l — d e s s u s . I I e x i s t e p o u r t a n t de nombreux cas marginaux ou l a n o t i o n d"amplitude se fonde non pas sur une s e r i e de verbes ( c ' e s t — a — 1 3 V o i r a u s s i "mais quand j e c o n s i d e r e , apres des annees, combien y en a qui se sont s e r v l s , q ui se sont mis a gauche des m i l l i a r d s avec l e s J u i f s et l e s n a z i s , q u i s*en p o r t e n t f o u t r e pas p l u s real, j e v o l s qu'on e t a i t que des s a l e s puceaux..." (372); " c ' e s t l a magle de ma pauvre personne, s i g r a t u l t e , que toutes et tous m'ont accuse, n o l r s u r blanc, et ro'accusent encore e t m*accuseront ' o u t r e — l a * d ' a v o i r eraarge a tous l e s g u l c h e t s . ..." (485); e t "autrement en s e l l e que l e s ecuyers que J ' a i vus depuis , que j e v o l s tous l e s j o u r s passant l e pont de S a i n t - C l o u d . . . " ( 579). 29 d i r e un p a s s a g e d'une c e r t a i n e l o n g u e u r ) , mais p l u t o t s u r l a s e m a n t i q u e de c e r t a i n s m o t s - c l e s * I I f a u t r e m a r q u e r a c e p r o p o s que s i nous e t a b l l s s o n s , l e i e t a i l l e u r s , d e s d i s t i n c t i o n s p r e c i s e s e n t r e l e s d i v e r s a s p e c t s d'une meme c a t e g o r l e du r e c i t e t s i nous s l g n a l o n s s o u v e n t l e s " c a s m a r g l n a u x , " c ' e s t d a n s l e b u t d ' e t r e e x h a u s t ! f e t , p l u s p r e e l sement, de .four nix* aux a u t r e s c h e r c h e u r s un a p e r c u d ' a u t a n t d * a s p e c t s que p o s s i b l e du d l s c o u r s n a r r a t i f de No rd» C ' e s t qu'une e t u d e a p p r o f o n d l e , comme c e l l e — c i , d o i t d e g a g e r non s e u l e m e n t l e s g r a n d e s l l g n e s du r e c i t , m ais a u s s i s e s menus d e t a i l s * C a r c ' e s t t r e s s o u v e n t au n i v e a u d e s phenomenes s e c o n d a i r e s que l ' o n s ' a p p r o c h e l e p l u s p r e s de l a t e x t u r e d u r e c i t * Revenons done aux a n a l e p s e s m i x t e s m a r g i n a l e s * L e s m o t s - c l e s d o n t 11 s ' a g i t s o n t l e s p r e p o s i t i o n s , n e g a t i o n s , a d v e r b e s ou v e r b e s q u i i m p l l q u e n t l e p a s s a g e d u temps* L e s v e r b e s l e s p l u s i m p o r t a n t s d a n s c e g r o u p e s o n t " d u r e r , " " d e v e n i r " e t " c h a n g e r * " L o r s q u ' i l s s o n t e m p l o y e s a u p a s s e compose ( ave c s a q u a l i t e df i n d l q u e r "un f a i t a c h e v e a une epoque d e t e r m i n e e ou i n d e t e r m l n e e du p a s s e e t que l ' o n c o n s l d e r e comme e t a n t e n c o n t a c t a v e c l e p r e s e n t " ) 1 4 e t que l e p o i n t de p o r t e e s u g g e r e p a r l e v e r b e e s t a n t e r l e u r au d e b u t d u r e c i t p r e m i e r , on a I ' I m p r e s s i o n de s e t r o u v e r d e v a n t une a n a l e p s e m l x t e * P a r exemple quand l e n a r r a t e u r d i t " a v e c l e s a n n e e s , l e s d e c a d e s , e t a. t r a v e r s t a n t d'evenements j e s u i s d e v e n u a s s e z h a b i l e 1 4 M a u r i c e G r e v i s s e , .Ls Bon Usage* d l x i e m e e d i t i o n (Gembioux: D u c u l o t , 19*35), p. 727* 30 a c c o r d e u r de t o u s l e s t i n t a n a r r e s p o s s i b l e s . • •" ( 4 6 0 ) , l e v e r b e " j e s u i s d e v e n u " r e c o u v r e d'une f a $ o n i n d e f i n i e I'epoque de 1914, quand l e n a r r a t e u r a u r a i t e t e b l e s s e , j u s q u ' e n 1960 ( l e p r e s e n t de l a n a r r a t i o n ) . C e t t e a n a l e p s e e s t m i x t e a l a f o i s p a r r a p p o r t a u r e c i t 1944 e t au r e c i t 1 9 6 0 . I S L ' a d v e r b e " t o u j o u r s " e t l a n e g a t i o n " j a m a i s , " u t i l i s e s a v e c l e p a s s e compose, c o n s t i t u e n t s o u v e n t l e s deux p o l e s d'une a u t r e forme m a r g i n a l e d* a n a l e p s e m i x t e a. p a r t i r d u r e c i t 1960. C ' e s t i e n a r r a t e u r q u i remonte au p a s s e e x t e r n e a p a r t i r d u p r e s e n t de l a n a r r a t i o n . Le m e l l l e u r exemple e s t f o u r n l p a r l e p a s s a g e s u r I ' i n s o m n i e ( c ' e s t nous q u i s o u l i g n o n s ): J ' a i M&M t o u j o u r s o b t e n u mon h r e f i n s t a n t de s o m n o l e n c e , m a i s ou que c e s o l t , j ' a i t o u j o u r s t e n t e . . . en c h a n b r e a c o u c h e r o r d i n a i r e , ou en c e l l u l e , ou en c a s e b o u g n o u l e , ou s o u s i g l o u , j ' a i t o u j o u r s f a i t men p o s s i b l e . . . d e p u i s novembre 14..• s a n s r l e n d i r e , b i e n s a g e . . . a t t e n d a n t b i e n que mes t r a i n s d e m a r r e n t . . • aene r l g o l o a I * i n f i r m e r l e , d a ns l a c e l l u l e d e s a g l t e s , condamnes a m o rt, I ' e n c l o s s p e c i a l t o u t I l l u m i n e t o u t e l a n u l t o u l e s a p r i s t i a r r e t a i t pas de s e l a r d e r l a c u i s s e s o u s s a c o u v e r t u r e a c o u p s d ' e c l a t s de c r u e h e , e t h u r l a n t t o u t c e q u ' i l p o u v a l t . . . J a m a i s j ' a i t i q u e . • • ( 4 5 9 ) . G r a c e aux s a t e " t o u j o u r s " e t " j a m a i s " l e n a r r a t e u r t l e n t c o o p t e de I'epoque e n t r e 1914 e t l e p r e s e n t de l a n a r r a t i o n . E t a n t donne l a v i s i o n r e t r o s p e c t i v e du n a r r a t e u r , c e g e n r e d ' a n a l e p s e m i x t e m a r g i n a l e s e r t done a r e n f o r c e r l e l i e n e n t r e un p a s s e 1 S V o i r a u s s i l e s p a g e s 333, 548 e t 627 ( " d e v e n u " ) ; 548 ( " c h a n g e " ) ; 546 e t 331 ( " d u r e " e t " d u r e " ) . 31 l o i n t a i n e t l e p r e s e n t du n a r r a t e u r . 1 6 One a u t r e roanlere de f a i r e l e po n t e n t r e i e p a s s e e t l e p r e s e n t e s t de l e s r e u n i r p a r l a p r e p o s i t i o n "depuis.** C e l a s e p r o d u i t a s s e z frequemoient d ans l e r e c i t 1944. 1 7 P a r exemple l e "pope" de Baden—Baden a t t e n d a i t l e r e t o u r d e s t s a r s " d e p u i s 17..." (316) e t l e L a n d r a t ven»l-t en p e r s o n n e a u x e x e c u t i o n s " d e p u i s s i x n o i s " ( 4 8 6 ) . 1 8 M a i s l e s a n a l e p s e s l e s p l u s i m p o r t a n t e s de c e t t e r u b r l q u e s o n t c e l l e s q u i r e m o n t e n t a l a p e r l o d e q u i p r e c e d e immediatement l e debut du r e c i t 1944. 11 s ' a g i t du d e p a r t de P a r i s : "nous b i e n d l f f i c l l e s de r l r e d e p u i s n o t r e d e p a r t de M o n t m a r t r e . • • " (371), " d e p u i s .Mont mart r e c ' e t a l t j o u e i * . . " ( 358) e t " d e p u i s l a g a r e de I ' E s t * d e p u i s l e t o u r n i q u e t d e s b i l l e t s * • • nous s a v o n s c e q u i nous a t t e n d * • • " ( 5 5 6 ) * 1 9 II e s t n a t u r e l que l e p a s s e p r o c h e j o u e un r o l e c a p i t a l d a n s l e s s o u v e n i r s des p e r s o n n a g e s . 1 6 V o i r a u s s i " J e m ' a p e r g o i s , v i e u x comme j e s u i s , que j ' a i t o u j o u r s e t e s e r i e u x . . . " ( 667), " j a m a i s j e n ' a v a l s eu l ' i m p r e s s i o n q u ' i l [ H a r r a s ] nous p r e n a l t t r e s a u s e r i e u x " (422); " j e n ' a l j a m a i s r e v u p e r s o n n e de c e s r e f u g i e s de Baden—Baden*••" (326); e t " j e n ' a i p l u s j a m a i s marche d r o i t [ a p r e s ' B e r l l n -A n h a l t ' ] * * * " (331)* L a n e g a t i o n " j a m a i s " se t r o u v e employee s o u v e n t a u s s i d a n s l a f o r m u l e c l e d u n a r r a t e u r q u i r a c o n t e s o n p a s s e : " j ' a i j a m a i s s u " (560, 590, 617 e t 641). 1 7 N o t o n s que l e s a l l u s i o n s ( p r e ) h l s t o r i q u e s d u g e n r e " d e p u i s c i n q c e n t s m i l l i o n s d ' a n n e e s " ( 445, 453, 534), " d e p u i s l e s Romains" (316) e t " d e p u i s d e s s c i e c l e s " (331, 381) n ' o n t a b s o l u m e n t r i e n d'une a n a l e p s e , meme m a r g i n a l e . C ' e s t q u ' e l l e s r e s t e n t e x t e r i e u r e s a l a d i e g e s e . 1 8 La p r e p o s i t i o n " d e p u i s " r e n p l i t l a meme f o n c t l o n d a ns d ' a u t r e s exemples aux pages 318, 361, 471 e t 568* 1 9 V o i r a u s s i " [ L a V i g u e ] p r e n d f a c l l e m e n t I ' a i r t o u t a u b o u t de t o u s l e s m a l h e u r s . • • C h r i s t aux C l l v i e r s . . . c ' e s t d e p u i s s o n f i l m JLa P a s s i o n * « . e t m a i n t e n a n t d e p u i s l a g a r e de I ' E s t [ * • • ] " (342) e t " c ' e s t e n t e n d u d e p u i s s i l o n g t e m p s e n t r e t a n t de gens que nous d e v o n s e t r e e x e c u t e s [••• ]" ( 544)* 32 Le r e c i t 1960 e s t e n c o r e p l u s r i c h e en a n a l e p s e s m a r g l n a l e s f o r m e e s p a r l a p r e p o s i t i o n " d e p u i s * " I I s ' a g l t n a t u r e l l e m e n t s u r t o u t de r e f e r e n c e s a u p a s s e d u n a r r a t e u r * B i l e s se l a l s s e n t d l v l s e r en p l u s i e u r s p e r i o d e s . V i e n n e n t d ' a b o r d l e s " d e p u i s 14" comme: " j e peux d i r e que j e ne d o r s que p a r I n s t a n t s d e p u i s novembre 14***" ( 4 5 8 ) . 2 0 C ' e s t e n s u l t e I ' e n t r e — d e u x -g u e r r e s : " d e p u i s l a rue L e p l c , j e s u i s f i x e { . . . ] " ( 5 0 6 ) . P o u r f l n l r 11 y a l a p e r i o d e de l a g u e r r e : "ce que j e I ' a l r e p e t e d