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L'absence d'amour dans la litterature canadienne-francaise Shillih, George Igor 1956

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L'ABSENCE D AMOUR DANS LA LITTERATURE 1  OANADIENNE-FRANCAlSE  by George Igor S h i l l i h , B.A.,Acadia University,1955  A t h e s i s submitted i n p a r t i a l f u l f i l m e n t o f the requirements f o r the degree o f Master  of....4f£* • i n the Department o f Romance Studies  We accept t h i s thesis as conforming to the standard required from candidates f o r the degree o f MASTER Q&cfio&i-  Members of the Department o f . f l / f r V * * ? ^  The University of B r i t i s h Columbia A p r i l , 1956  ^/W^  ABSTRACT;  T h i s study p u r p o r t s t o e x p l a i n why o f t h e i r h e r i t a g e o f F r e n c h c u l t u r e and t h e p a s t f o u r c e n t u r i e s , t o c r e a t e one b i r t h t o one  literary  F r e n c h Canadians, i n s p i t e l i t e r a t u r e , have f a i l e d over single masterpiece, t o  genius.  In examining the v a r i o u s productions  o f the l i t e r a t u r e o f F r e n c h  Canada, whether t h e y be poems, n o v e l s or p l a y s , one t h a t they are almost c o m p l e t e l y  cannot but  devoid o f those analyses  t h e g r e a t p a s s i o n s w h i c h c o n s t i t u t e the b a s i s o f l i f e , l y of the great world  give  notice  of l o v e ,  and  consequent-  literatures.  I t i s g e n e r a l l y conceded t h a t l i t e r a t u r e f a i t h f u l l y m i r r o r s customs and h a b i t s o f a n a t i o n . The  f i r s t F r e n c h c o l o n i s t s who  a l o n g t h e S a i n t Lawrence R i v e r , had  not b r o u g h t t o t h e New  C i v i l i z a t i o n and  World o n l y  C h r i s t i a n f a i t h , b u t a l s o F r e n c h c u l t u r e and  Quebec a s m a l l , but w i t t y , gay p i e c e s o f R a c i n e , C o r n e i l l e and  literary  even M o l i e r e were p e r f o r m e d .  l i t e r a r y v a l u e . However, i n s p i t e of  s t r o n g i n f l u e n c e o f France and of t h e F r e n c h s p i r i t , t h e r e was i n f l u e n c e s l o w l y growing i n the  in  and b r i l l i a n t s o c i e t y , and t h e m a s t e r -  f i r s t works w r i t t e n about Canada appeared by and by,  o f them o f a c o n s i d e r a b l e  scattered settlements  and  almost a l l the another  villages,  and  s t r u g g l i n g w i t h a l l i t s might and  the  s p i r i t u a l and t e m p o r a l l i f e o f t h e p o p u l a t i o n : t h e i n f l u e n c e  t h e Church t h a t was  the  settled  geniuB. I n s p i t e of f r o n t i e r c o n d i t i o n s , there gathered together  The  of  r e s o l u t i o n ) t o get c o n t r o l o v e r of  f a r more concerned w i t h t h e s o u l s o f i t s f l o c k  t h a n w i t h a n a t i o n a l l i t e r a t u r e , which, a f t e r a l l , might even become  - 2 -  dangerous... The C a t h o l i c Church d i d n o t l o s e i t s d o m i n a t i n g i n f l u e n c e over t h e F r e n c h Canadians a f t e r t h e B r i t i s h conquest;  on the c o n t r a r y , t h e  C l e r g y became t h e i r v i r t u a l l e a d e r . Thus, f o r almost two c e n t u r i e s a f t e r t h e E n g l i s h v i c t o r y on t h e P l a i n s o f Abraham, Quebec l i v e d b e h i n d a s p i r i t u a l and i r o n c u r t a i n . d r o p p e d by t h e e c c l e s i a s t i c s who  intellectual  c o n t r o l l e d the  colony s 1  t h i n k i n g , a c t i n g , w r i t i n g u n t i l t h e f i r s t decades o f t h e t w e n t i e t h c e n t u r y . French Canadian l i t e r a t u r e , o f c o u r s e , b e a r s t h e i m p r i n t o f t h i s c l e r i c a l domination,  indelible  and nowadays, when the Church has  l o s t a g r e a t d e a l o f i t s former power and i n f l u e n c e , t h e change i n French Canadian l i t e r a t u r e , i s o b v i o u s . L i t e r a t u r e - f o r t h e Canadian C l e r g y - was n o t h i n g b u t a handmaid o f t h e i r r e l i g i o n . I t f o l l o w s t h a t h i s t o r y , the n o v e l , p o e t r y , c i s m and drama, became a means, and a means o n l y , f o r r e l i g i o u s ganda. H i s t o r y - l e s s dangerous f r o m the moral p o i n t of v i e w -  critipropawas,  i n consequence, the most p o p u l a r . F r e n c h Canadians can b o a s t o f many an " H i s t o i r e du Canada", where t h e i r h i s t o r i a n s r e v e a l , w i t h few except i o n s , of c o u r s e , t h e i r own  p h i l o s o p h y which i s e s s e n t i a l l y  The n o v e l , so much read and admired i n Europe, was  religious.  c o n s i d e r e d i n French  Quebec as a "weapon f o r g e d by Satan h i m s e l f t o d e s t r o y Mankind". I t was almost n o n - e x i s t e n t u n t i l t h e b e g i n n i n g o f the t w e n t i e t h c e n t u r y . Only two t y p e s were a l l o w e d * t h e h i s t o r i c a l n o v e l and t h e "propaganda n o v e l " . P o e t r y was t o l e r a t e d , y e t t h e p o e t s were not a l l o w e d t o s i n g of anyt h i n g e l s e but of the s o i l , altar,  simple p i e t y , i d y l l i c  the r a c e , t h e g l o r i o u s p a s t , God c o u n t r y and community l i f e and  and  the  nature...  - 3 -  A l l other objects - love and passions generally, were condemned as immoral. The role of " c r i t i c i s m " - i f we can speak of c r i t i c i s m - , was decidedly m i l i t a n t s the Canadian " o f f i c i a l " c r i t i c s fought against beral ideas", against " V o l t a i r i e n s " , "philosophes"••• National Theatre was  "li-  A French Canadian  allowed i n Quebec but recently.  Thus, the internal struggle between Free Thought and a rather narrow-minded "Canadian Catholicism" i s perhaps one of the most i n t e r e s t i n g aspects of French Canadian l i t e r a t u r e , and can, to a c e r t a i n point, give some i n k l i n g of i t s future development.  ACKNOWLEDGEMENT  Jfy sincere gratitude i s due to Dr. Gr.Tougas for h i s kind assistance, suggestions and encouragement.  - 1 PREFACE  Le present ouvrage a pour but l e t u d e c r i t i q u e des oeuvres l e s 1  plus importantes  et l e s plus s i g n i f i c a t i v e s des principaux  auteurs  canadiene-francais - des h i s t o r i a n s , des poetes, des romanciers, dee c r i t i q u e s , dee dramaturges; c'est une evaluation, et une analyse par l a q u e l l e nous nous evertuerons a prouver que c'est justement l absence 1  du sentiment de 1*amour et c e l l e de l a passion dans l a l i t t e r a t u r e canadienne-fran9aise  qui sont, avant tout, responsables de ce que cette  l i t t e r a t u r e naissante n' est n i aussi grende, n i d'une p e r f e c t i o n ausei achevee que c e l l e de l a mere p a t r i e , de ce que l e niveau de se formation arti8tique est bien l o i n d ' e t r e suffisamment eleve, et de ce qu'elle ne produit pas encore l e s oeuvres dont 1'esprit canadien est capable. La. l i t t e r a t u r e canadienne-francaise  est. foncierement  catholique  par l ' i n s p i r a t i o n et par l e sentiment. E l l e est a peu pres entierement depourvue d'amour, de grandes passions, et l a representation impitoyable de l a r e a l i t e l u i f a i t de*faut. E l l e exalte l a vertu et f l e t r i t l e mal. Pour l a plupart des Canadians e l l e n e s t que l a servante de l a r e l i g i o n . 1  Cet e s p r i t catholique, sinon p u r i t a i n , se f a i t d'autant plus sentir dans beaucoup de see oeuvres que l e s ecclesiastiques constituent une p a r t i e considerable de 1 ' e l i t e . En France, l ' e c r i v a i n n'..a pas pour mission de . moralise* l e s foules. L'art est essentiellement amoral. A Quebec, au contraire, on considers l e s plus grandes oeuvres europeennes de ce genre comma dangereuses au point de vue moral et r e l i g i e u x . Loin de se plaindre d'avoir"une l i t t e r a t u r e encore dans l'enfance, on se console asses f a c i l a ment a l a pensee que l a l i t t e r a t u r e canadienne-francaise  est meilleure,  morelement, que l e s creations l i t t e r a i r e s francaiaes et europe'ennes. V o l t a i r e d i t plaisamment dans l a preface de " Z a i r e " i  "Pour f a i r e un ouvrage p a r f a i t , I I faudrait se donner au diable Et c'est ce que je n'ai paa f a i t . " ( l ) Au Canada francais et catholique on pretend qu'on n a pas besoin 1  d'une l i t t e r a t u r e immorale, on de'teste franchement l e realisme audacieux du roman moderne q u i est "une arme forge"e par Satan lui-meme pour la. destruction du genre humain" (2), et on r e j e t t e l a doctrine de I a r t 1  pour l ' a r t comme essentiellement palenne. Impregnes de t r a d i t i o n et d'education religieuses, l e s poetee et l e s romanciers canadiens-franpais expriment surtout dans leura oeuvres 1'ideal  Chretien  et l e s aspirations  morales. I>es c r i t i q u e s canadiens-frencais voient l a difference entre l a l i t t e r a t u r e franpaise et l a l i t t e r a t u r e canadlenne-franpaise, mais i l s ne a'en soucient guere. M. Bourassa, f i d e l e interprete de l a grande majorite de see compatriotes,  repond meme tree serieusement,  en pariant  de l a valeur de sa l i t t e r a t u r e nationals: "Nous avone mo i n s e c r i t , beaucoup moins, et de moins beaux l i v r e s que no8 cousins de France; mais en revanche, nous n' avons pas blaspheme Dieu, nous n avons pas renie l ' E g l i s e , notre mere, n i l a France chretienne, p a t r i e de nos a£eux... Nous gardons rancune a see malfaiteurs l i t t e r a i r e s . . . Toutes ces 'betes d'encre' nous apparaisaent comme l e s p i r e s ennemis de l a race et de l a c i v i l i s a t i o n franpaise, plus coupables que l e s Bazaine, l e s Malvy, l e s Bolo. Ceux-ci ont servi l e s desseins de l'ennemi; l e s autres s o u i l l e n t l'^ame nationale, i l s dishonor ent l e s morts et cor romp ent l e s vivants, i l s tuent meme l e s enfants a naltre'. Non, certes, de cette categoric de Franpais nous n'envions n i l a langue, n i l a g l o i r e l i t t e r a i r e ; et nous ne tenons pas du tout a nourir de l e u r s putrides elucubrations l i n t e l l i g e n c e de nos enfants..." (5) 1  1  Ces "betes d'encre", naturellement,  sont l e s grands a r t i s t e s comme  Stendhal, Balzac, Flaubert, Zola, Anatole France, Baudelaire, et leurs "putrides elucubrations", l e s chefs-d'oeuvre  comme "Le Rouge et l e Noir",  "Le Pere Goriot", "Madame Bovary", "Germinal",  " L Jardin d'Epicure", e  (1) V o l t a i r e , Oeuvres choisies. Paris, L i b r a i r i e A. Hatier, I925. (2) Tardivel, J., Pour l a patrie. Montreal, Cadieux et Derone, 1895, P«5« (5) Bourassa, H., La langue gardienne de l a f o i . Montreal, 1918, p.47.  - 5 "Les Pleura du Hal"... Ce point de vue r e l i g i e u x et moral, assez e t r o i t et pedantesque qui  se manifesto au Canada francais toujoura et partout - explique  jusqu'a un certain point l a f a i b l e s s e et l a monotonie de l a l i t t e r a t u r e eanadienne-franpaise. Octave Cremazie, un de ses poetes nationaux,  exile  en France, n e t a i t pas tout a f a i t i n j u s t e en ecrivant que ses compa1  t r i o t e B avaient une "mentalite d'epicier" (4) et que, dans ces conditions, i l s ne parviendraient "jamais a creer une societe l i t t l r a i r e , a r t i s t i q u e . " (5) Pourtant, nous ne voulons pas du tout dire par l a que l a l i t t e r a t u r e eanadienne-franpaise n ' a i t pas l a p o s s i b i l i t e de se perfectionner dans un epanouissement soudain, vigoureux et epontane. De meme, nous n'avons pas 1'intention de pretendre qu'elle manque d * a r t i s t e s , d'esthetes et de poetes, et qu'elle ne s o i t pas capable de creer quelque chose de grande valeur, de nouveau, une l i t t e r a t u r e qui soit a l a f o i s canadienne et universelle. Au contraire, nous croyons a l a grandeur, a l a puissance, a l o r i 1  g i n a l i t e, aux forces creatrices de l a l i t t e r a t u r e eanadienne-franpaise; neanmoins, en c r i t i q u e impartial, i l nous faut regarder l e s choses de plus pres, examiner et etudier soigneusement, d'une maniere objective, les  d i f f e r e n t s Elements de cette l i t t e r a t u r e - jusqu aujourd hui l e plus 1  1  souvent ignores - et finalement expliquer pourquoi l'amour et l a passion sont presque entierement absents de l a l i t t e r a t u r e eanadienne-franpaise, a 1' exception de quelques oeuvres publiees recemment. Tous ceux qui ecrivent au sujet de l a l i t t e r a t u r e eanadienne-franpaise peuvent esparer que l'avenir vaudra mieux que l e passe. I l s'est ecoule bien du temps depuis que l e s premiers hommes de l e t t r e s de Que*bec se sont mis au t r a v a i l . Leur l i t t e r a t u r e f u t tardive et languissante. Et (A)  Cremazie, 0., Oeuvres completes, p . 2 8 .  ' (5) I b i i ,  P.50.  - 4 quand l e s premiers des ouvrages l e s plus importants v i r e n t l e jour, i l s ne b r i l l a i e n t que d'un pale eclat s i l'on l e s comparait aux productions l i t t e r a i r e s franpaises. D'une valeur locale, manquant de suite et de s o l i d i t e , depourvus presque completement et du sentiment de 1'amour et de passion, l e s poernes, l e s contes e t l e s romans Canadians furent plus ou moins inconnus en France, et entierement en Europe. Les hommes de l e t t r e s du Canada francais n'ont pas encore r e v e l 6 l a richesse et l a beaute de leur immense pays au reste du mondej i l s n'ont pas encore de*crit leur nation avec une maltrise suffisante, permettant au lecteur de l a v o i r v i v r e et esperer, aimer et l u t t e r ,  travail-  l e r et-mourir; i l s n'ont pas encore chante l a sauvage et t e r r i b l e beaute de leur p a t r i e bien-eimeej i l s n'ont pas encore penetre la. profondeur de son ame mysterieuse; i l s ne l'ont pas encore laiasee p a r l e r . Non, l e Canada reste toujours une enigme silencieuse et grave, attendant que see auteurs l e pre*sentent. I l s e r a i t , sans doute, peu raisonnable d'attendre du poete, du romancier ou du dramaturge Canadian quelque chose d"impossible et qui fasse sensation, ce que beaucoup de gens avaient attendu et attendent encore. Selon notre maniere de v o i r , e l l e est mal choisie, cette obsession de l e x c e n t r i c i t e " d'une force o r i g i n a l e , et de tous l e s autree develop1  -pements anormaux-, n l s du desir d'etre a tout p r i x canadien. Ce q u ' i l y a de certain, c'est que 1'Europe comprend l a p o s i t i o n d'une nation assez jeune du Nouveau Monde, ay ant egard a sea e f f o r t s , a ses nobles aspirat i o n s . C'est pourquoi e l l e saluerait toute oeuvre'canadienne-franpaise qui puisse etre egalee au roman simple, mais puissant et re'aliste, de Martha-Ostenso,  "Wild Geese", quelque chose qui r e v e l e r a i t de meme  l'lone des hommes et des femmes du Canada, le plus intime de leur coeur, leur mental its', aidant, a i n s i a l a f o i s a l a meilleure connai seance de  - 5 l e u r s moeurs et de leurs coutumes, de leur v i e et de leurs rapports avec l a nature. I l est assez curieux de penser a l a grandeur et a l a preeminence de l a France, ce v r a i foyer de culture-et un des guides i n t e l l e c t u a l s du monde civilise', et en meme temps aux creations i n e i g n i f i a n t e s et mediocres de sa f i l l e lointaine, l e Canada francais, qui, neanmoins, a .fait preuve - en depit de son retard dans l e domaine l i t t e r a i r e des l e e premiers jours - d'une v i t a l i t e extraordinaire, de courage, Jle vigueur, de maturity et de philosophic pratique. Peu a peu, i l commence a se r e v e i l l e r de son sommeil 1ethergique, tout en devenant politiquement et economiquement ce que l e monde appelle aujourd'hui "une puissance internationale". Sans aucun doute, l e s Canadiena-franpais de notre temps n'ont pas beaucoup en communl avec leurs freree d'outre-mer, du moins en ce qui . concerne l a l i t t e r a t u r e et l a culture; cependant, on ne peut nier que t  tout au fond de leur coeur i l s ne soient toujour a reatea Franpais.  Us  sont des'heritiers, heureux et dignes d'envie, de leur grande mere p a t r i e , ayant a leur d i s p o s i t i o n des tresors inepuisables qui sont l a plus b e l l e r e a l i s a t i o n du patrimoine s p i r i t u a l et artiBtique de notre c i v i l i s a t i o n : l a l i t t e r a t u r e et l a langue franpaiees. En e f f e t , i l s ont l ' e n t i e r e p o s s i b i l i t y de montrer leur talent, tous l e s moyens de reuseir dans l e domaine de l a l i t t e r a t u r e , de l ' a r t , de l a science. I»es v o i l a , sur les r i v e s du Saint-Laurent, sur un t e r r i t o i r e ' quatre f o i a aussi grand que l a France, nation jeune, vigoureuse, tenace, comptant quatre m i l l i o n s d'habitants, agee de plus de quatre siecles, v i v a n t dans l'union avec une autre grande nation, l a Grande Bretagne, qui n'est^pas seulement connue dans l e monde pour l e caractere democratique de ses i n s t i t u t i o n s p o l i t i q u e s , mais celebre aussi par sa culture, son  - 6 h i s t o i r e et sa t r a d i t i o n , et dont l ' i n f l u e n c e ne peut avoir que dee effete bienfaisants et feconds eur toute nation v o i s i n e . Pourquoi done, malgre" l a grande culture-franpaise, malgre" sa t r a d i t i o n et sa l i t t e r a t u r e , son e s p r i t gaulois et son e s p r i t ehevaleresque, mais surtout sa langue, ce'lebre a. cause de sa p r e c i s i o n dans 1'expression, de sa force, sa richesse et sa vivacite*, l e s CanadiensJ franpais n ' o n t - i l s pas reussi pendant ces deux derniers s i e c l e s a cre"er un seul chef-d'oeuvre^  a. donner naissance a u n s e u l genie U t t e r -  ly  aire? Ou chercher l e s raisona de cet etat i n t e l l e c t u e l a r r i e r e , de cette paresse de l ' e s p r i t , de cette surprenante e t e r i l i t e l i t t e r a i r e , du manque presque t o t a l d'amour et de passion dans leurs poemes, leurs contes, leurs romans et leurs drames, -sans nul doute l e s elements l e s plus important s, sinon l e s principaux, de toute grande l i t t e r a t u r e moderne? Quels sont done l e s motifs mysterieux qui avaient empeche l e s Canadiensfranpais de devenir une force eminente dans l e domaine l i t t e r a i r e de l'Amerique du Nord? D'ou vient que l e s Americains ont p r i s l a premiere place, et sont devenus des guides s p i r i t u e l s e t i n t e l l e c t u a l s du Nouveau Monde d'eujourd'hui, exerpant meme une influence sur l a l i t t e r a t u r e et sur l a peneee du Vieux Monde? Naturellement, l e Canada francais est encore, un pays jeune, see habitants ayant ve*cu en l u t t e perpe*tuelle avec la'nature, avec l a contree sauvage et avec l e s Indiens, et par consequent,  i l leur est reste* peu de  temps pour se preoccuper de l a l i t t e r a t u r e , des beaux-arts... Mais l e s Americains ont eprouve l e s memes d i f f i c u l t e s , i l s constituent une nation jeune et ont eu a l u t t e r , eux aussi, contre l e s forces de l a nature, contre l a contree sauvage, contre l'.immensite' de leur pays. Toutefois, i l B ont produit .un grand nombre d hommes de genie - Poe, M e l v i l l e , 1  Lewis,  - 7 Whitman, Sandburg, dont l e s chefs-d'oeuvre sont admire*s et l u s par toutes l e s nations de l'Europe et du monde c i v i l i s e . Pourtant, l e s Canadians ont perdu leur liberte* et leur  independance.  I l s ont ete a s u j e t t i s par l e s Anglais. - Tout cela est v r a i ; neanmoina, on ne doit pas oublier q u ' i l y a en Europe des nations qui ont vecu des s i e c l e s entiers sous l e joug de leurs v o i s i n s plus f o r t s , ay ant passe par de rudes epreuves, l e u r s habitants ayant ete persecutes, tues, emprisonnes, cruellement exploited, et cependant,  e l l e s ont survecu et  cre'e des chefs-d'oeuvre. Et leurs maltres n'etaient pas s i humains, s i indulgents que l e s Anglais. Les Canadians pretendent souvent qu'on ne saurait l e s comparer aux Americains. Les habitants des Etats-Unis ont l'avantage du nombre, et leur pays est l'une des grandes puissances du monde. Or, un homme de genie est  en dehors du temps et des contingences materielles. I l peut venir au  monde a toute heure, sans qu'on aache pour quelle raieon l a puissance de son genie s'exerce dans l e domaine de l a pensee et de 1'emotion. I I peut n a l t r e dans un:petit paradis, sanctuaire de l a culture et de l ' a r t , comme Dante dans l a v i l l a de Florence; son l i e u natal est p a r f o i s une v i l l e marchande, cosmopolite et animee, riche en souvenirs et en echos des v o i x du Moyen Age, comme Francfort-sur-le-Main, l a v i l l e natale de Goethe. I l peut arriver q u ' i l soit ne a l a campagne comme Pascal. H  peut'etre f i l s  de l a vaste eteppe, comme Dostoievsky ou T o l s t o i ; i l peut apparaltre parmi les p u r i t a i n s , e'troits d'esprit et haieeant l a beaute, e*leigne' de toute source de culture, comma justement Edgar Foe... Outre cela, l e s auteurs canadiens-francais avaient d£ja eu l e moyen de se f a i r e apprecier et ecouter. Car, comme l a grande l i t t e r a t u r e franpaise, l a l i t t e r a t u r e eanadienne-franpaise est e c r i t e dans une langue  - 8 u n i v e r e e l l e (6),  comprise de t o u t e s l e s n a t i o n s c i v i l i s e ' e s . F a r  consequent,  l a p o e s i e , l a p r o s e e t l e drame c a n a d i e n s - f r a n p a i s peuyent e t r e l u s , admires e t c r i t i q u e s de p r e m i e r e main - dans l e t e x t e o r i g i n a l - sans ' e t r e condamnes a l ' h o r r i b l e t r a i t e m e n t  e t aux methodes de P r o c r u s t e d ' u n e  t r a d u c t i o n ( e x c e p t e l o r s q u e c e t t e t r a d u c t i o n e s t f a i t e p a r un g e n i e e t un p o e t e l ) comme l e sont t a n t de l i t t e r a t u r e e e x c e l l e n t e s , mais malheureusement presque i n a c c e s s i b l e e , c e l l e s des p e t i t e s n a t i o n s europeennes peu connues. A u s s i e e m b l e - t - i l assez d i f f i c i l e  de comprendre que l e s p o e t e s ,  romanciers et lee h i a t o r i e n s canadiens-franpais, francaie,  malgre l e u r  l e s r i c h e s s e s s p i r i t u e l l e s e t l e s a u t r e s avantagea,  les  heritage n'aient  pas encore r ^ u s s i a. a p p o r t e r une c o n t r i b u t i o n c o n s i d e r a b l e a l a c u l t u r e e t aux t r e s o r s  communs de l ' h u m a n i t e . l i s o n t d e j a e c r i t beaucoup de l i v r e s ,  dee c e n t a i n e s de poemes du " t e r r o i r " , du " f o y e r " , du " c l o c h e r " e t de Inhabitant",  des c o n t e s , des romans, des h i s t o i r e a e t des  innombrables; t o u t e f o i s ,  dissertations  i l n ' y a pas l a une s e u l e oeuvre v r a i m e n t g r a n d e .  P a r m i c e s hommes i l n ' y a pas d ' a u t e u r s i m m o r t a l s v e r s  lesquels  nous p o u r r i o n s p o r t e r nos r e g a r d s e t dont l a l u m i e r e nous m o n t r e r a i t bon  le  chemin. I l e s t v r a i q u ' i l y a v a i t , dans l e domaine de l a poesie  eanadienne-franpaise,  des p o e t e s q u i a v a i e n t t o u s l e s aignes du g e n i e ,  E m i l e N e l l i g a n e t S a i n t - D e n y s - G a r n e a u , mais i l s n a v a i e n t pas p r o d u i t , 1  ils  ne p o u v a i e n t p r o d u i r e d ' o e u v r e d i g n e de l e u r remarquable f o r c e i n t e l l e c t u e l l e , de l e u r e x t r a o r d i n a i r e f a c u l t y imaginative e t c r P a t r i c e . l i s disparurent,  l ' u n apree 1' a u t r e ,  dans l a n u i t - comme des me*teores  -  l a i a s a n t c e t t e n u i t encore p l u s sombre e t p l u s m i s e r a b l e qu a u p a r a v a n t . 1  (6)  P o u c h k i n e a e c r i t a un de ses a m i s : "Mon ami, j e vous j o a r l e r a i l a langue de 1'Europe; e l l e m ' e s t p l u s f a m i l i e r e que l a n o t r e . . . " Pour r e p r e n d r e l e mot de P o u c h k i n e , l a langue f r a n p a i s e e s t i n c o n t e s t a b l e ment " l a langue de 1'Europe" a u s s i b i e n que du m o n d e . . . ( B e d i e r e t H a z a r d : L ' H i s t o i r e de l a L i t t e r a t u r e f r a n c a i s e . L a r o u s s e , P a r i s , p p .  292-295, I L  - 9 On ne peut s'empecher de se demander avec etonnementt Pourquoi en f u t - i l ainsi? Quelle e'tait done 1 * i n v i s i b l e force qui d e t r u i s i t dans son germe l e genie createur de grands poetes et prosateurs Canadians-franpais dont on avait s i ardemment desire l a venue? Quelle est l a r a i s o n de cette passivete et de cette soundssion d'une nation entiere? Quelle est l a raison de cette uniformity, de cette monotonie, de ce point de vue exclus i f ? De cette absence du sentiment de 1'amour dans l a l i t t e r a t u r e canadiennefranpaise? Ces questions, qui se representent  sans cesee a 1'esprit de c e l u i  qui etudie l a l i t t e r a t u r e canadienne-franpaise,  ne sont pas seulement  d'une grande importance pour l e Canada franpais, mais aussi pour tout l e Canada, parce que l e prestige d'une nation quelconque est beaucoup plus grand- s i e l l e possede une v i e i l l e t r a d i t i o n , une remarquable culture et, en p a r t i c u l i e r , une l i t t e r a t u r e nationale o r i g i n a l e - puissante, vigoureuse et a r t i s t i q u e - 1*expression f i d e l e du sol ou cette nation a p r i s racine. Avant de donner une reponse plus detaille'e a ces questions, qui sont regardees comme e s s e n t i e l l e s a cet ouvrage, i l faut f a i r e brievement une comparaison avec une autre l i t t e r a t u r e , semblable a l a l i t t e r a t u r e canadienne-franpaise,  tout en examinant see commencements, son developpe-  ment, l e s conditions dans l e s q u e l l e s e l l e a grand! e t muri. Cette rature sera l a l i t t e r a t u r e  litte-  americaine.  L on peut considerer l e s l i t t e r a t u r e s americaine et canadienne-fran1  paise comme l e s soeurs jumelles du Nouveau Monde. C'est pourquoi cette comparaison est valable. Des quatre plus grandee nations qui vivent aujourd'hui  sur l e Continent de l'Amerique du Nord, l e s Canadiens  franpais possedent une des plus v i e i l l e s l i t t e r a t u r e s ; ce sont l e s oeuvres de l e u r s hommes celebres - explorateure, colonisateurs, aventuriers et  - 10 missionnairee  comme JacqueB Cartier, Samuel de Champlain, l'ingenieux  Baron de La Hontan, et l e Pere Charlevoix,  qui, bien q u ' i l s ne soient  pas ne'e au Canada, avaient ete" tout de meme l e s premiers qui l chante, g l o r i f i a n t son sol et son peup l e .  1  avaient  (7)  Quand l e s Franpais avec leur courage extraordinaire, leur perseverance et leur volonte i n v i n c i b l e , toujoure prets a f a i r e des s'etablirent sur l e s r i v e s d'un  sacrifices,  fleuve gigantesque qui, c r o y a i e n t - i l s ,  e t a i t l e passage, a l'ouest vers l a Chine, i l s y poserent l a premiere p i e r r e , et y Etablirent a i n s i une fondation ferme pour l a Province de Quebec de nos jours. Leurs e f f o r t s , cependant, n avaient pas 4t4 1  vains: on peut  encore v o i r partout au Canada franpais l a croix et l'embleme des  trois  s  f l e u r s de l i s qui, i l y a longtemps, annonpaient a tout l e monde que  ce  t e r r i t o i r e appartenait au Roi de France. Profondement r e l i g i e u x , posse'dant un gout a r t i s t i q u e et un amour paseioime pour leurs v i e i l l e s chansons populaires, leurs contes,  leurs  drames herolques, l e s Franpais ne sont pas venus l e s mains vides en Amerique* au contraire, i l s ont apporte de l'Europe l a culture, l a c i v i l i s a t i o n et l e christianisme. De bonne heure d£ja. i l s commenpaient a creer a Quebec, l a c a p i t a l e de l a Colonie royale de l a Nouvelle-France, une  societe b r i l l a n t e , f r i v o l e autant que  s p i r i t u e l l e , d'hommes galanta  et de dames charmantesj et l a f o r e t vierge qui jusqu'alors n'avait entendu que des eons doux et p l a i n t i f a de quelque guerrier i n d i e n s o l i t a i r e , chantant a Manitou, tout soudainement entendit lee vers immortels de Racine. (7) L'auteur de cette these y partage l o p i n i o n de quelques c r i t i q u e s l i t t e r a i r e e , de M.Henri d A r i e s ("Estampes", Montreal, 1925, p.205 et suivantes), de M.F. Mason-Jones ("Le Roman Canadien-franpais", Montpellier, 1951* p.80), de M.J.Leger ("Le Canada franpais et son expression l i t t e r a i r e " , Paris, 1958, p.16*), et non pas de l'Abbe C. Roy ("Nos origines l i t t e r a i r e s " , Quebec, 1909, p.126). Apres tout, l a periode de 1608 a If60 e*tait une epoque de formation, constituent en somme l a premiere enfance de l a l i t t e r a t u r e c o l o n i a l e . 1  1  - 11 Les premiers ouvreges e c r i t s sur l e Canada apparurent des 1598s "Discours du Voyage f a i t par l e Capitaine Jacques C a r t i e r " . I l f u t s u i v i par des oeuvres r e l i g i e u s e s , historiques et se'culieres* "Des SauvageB, ou Voyages de Samuel de Champlain",  "Premiere Relation", "Nouveaux  Voyages de M. l e Baron de La Hontan", "Histoire et Description Generale de l a Nouvelle-France"... (8) Ce n'etaient pas des chefs-d'oeuvre, i l est v r a i , toutefois l'echo d'un etrange pays, vaste et sauvage, a f o r t influence des msitres t e l a que Rabelais, Rousseau, Chateaubriand... Bien qu'a peu pres toutes l e s pages portent l a marque de l a simplicite* et de l a s i n c e r i t e , du zele et da l a ve'rite, e l l e s ont, neanmoins, des signes evidents de grandeur. Cartier s a i s i t souvent l e d e t a i l pittoresque, en l e crayonnant sechement, sans commentaire.  Champlain e s t un excellent observateur, doue  d imagination. De temps en temps i l egaie ses r e c i t e par des descriptions 1  agreables. Le Pere Charlevoix est un h i s t o r i e n eerieux et l e premier e c r i v a i n de ce temps qui f u t p r i s par l e charme de l a nature canadienne. Dans l a correspondence de Marie de 1'Incarnation, cette mystique jetee dans l a v i e active de l a mission, on retrouve "une v i v a c i t e , un abandon, une l i b e r t e qui sont du monde plus que du convent..." (9) Et La Hontan, ce jeune a r i s t o c r a t s d'une moralite douteuse, nous a donne une oeuvre vivante et coloree, e t vraiment a r t i s t i q u e , qui nous entralne dans l e s f o r e t s immenses et lointaines du Canada. Tous ces ecrivains montraient l a Nouvelle-France de points de vue differents* chacun e c r i v a i t suivant son coeur. Mais malgre* l a grande influence de l a France absolutists et de 1 ' e s p r i t (8) Cartier, J . Piscours du Voyage. Rouen, 1598; Champlain, S., Pes SauvageB. Paris, 16u5; Marie de l'Incarnation, Premiere Relation. Paris,1655» Hontan, Nouveaux Voyages. La Haye, 170J; Charlevoix, H i t o i r e et descript i o n generale de l a Nouvelle-France. Paris, 1744. (9) Bremond, H i s t o i re l i t t e r a i r e du sentiment r e l i g i e u x en France. t.VT. I j a  9  Paris, 1955. P-119.  - 12 franpais, aussi bien que de cette l i b e r t e d expression, s i c a r a c t e r i s t i q u e 1  du Grand Sieele, i l y en a eu une autre dans l a Vallee du Saint-Laurent qui, peu a peu, commenpait a s emparer des etablissements et v i l l a g e s epare, 1  tendant a obtenir l e controle de l a v i e s p i r i t u e l l e de l a population: 1'influence de l ' E g l i s e , qui se souciait beaucoup plus dee'ames de sea o u a i l l e s que de l a l i t t e r a t u r e nationale qui pourrait devenir dangereuse. Et pourtant, i l e t a i t trop t o t ; l'heure de l a domination de l a toutepuissante E g l i s e n'etait pas encore venue, et on a joue en  Nouvelle-France  des pieces def endues, condamnees, comme "Mlthridate", "Nicomede", " L ' l c o l e des Femmes 'et meme "Tartuffe". l  Puis, apres l a v i c t o i r e anglaise des Plaines d'Abraham, l a s i t u a t i o n changea tout d'un coup: 1' epoque assez l i b r e , gaie et creatrice des dernieres annees de l a domination franpaise est passe'e a tout jamais, et l a population canadienne-franpaise  tomba sous un double eeclavage: l'un,  v i s i b l e , du cote' des Anglais, 1'autre, i n v i s i b l e , du cote du Clerge canadien-franpais. U s  resterent sous l e premier  joug jusqu'en 1840 quand  l i s obtinrent leur independence avec l'Acte d'Union; et a l'heure actuelle, quelques i n t e l l e c t u e l s font des e f f o r t s pour se debarrasser du second. Pendant presque deux siecles, apres l a conquete britannlque du Canada franpais, Quebec avait vecu derriere un rideau de f e r s p i r i t u e l et i n t e l l e c t u e l baisse par l e s ecclesiastiques qui controlaient l a maniere de penser, de creer et d'agir de l a colonie, et qui cherchaient a proteger le simple habitant, non seulement de l a contamination morale de 1'heresie et du materialisms anglo-saxon et ame'ricain, mais aussi de l a danger euse pense*e l i b r e et dee creations l i t t e r a i r e s et immorales des Franpais et des autres nations europeennes. BOB que 1'Eglise, qui e t a i t a cette epoque-la l a seule i n s t i t u t i o n \  canadienne-franpaise  existante, eut obtenu^un controle ferme sur l a v i e  - 15 s p i r i t u e l l e et morale dee masses - et e l l e eut 1'assistance entiere et enthouaiaete des administrateurs coloniaux britanniques, qui concur ent l a p o l i t i q u e de "divisor pour regner" comme l a meilleure assurance  contre  ce que P i t t appelait " l e danger d'un autre grand sehisme anglo-saxon", semblable a c e l u i de 1776, - l e s poetes et l e s romanciers  canadiens-  franpais ne furent autorises a chanter que l e sol canadien et l e passe glorieux de leur race. Dieu et l ' a u t e l et l a piete" simple etaient aussi des sujets recommandes. L'on pouvait egalement celeb rer  l a vie idyllique  du foyer, de l a communaute, et l a nature. Tous l e s autres sujets - 1'amour, les  sentiments puissants, l a passion, l e desespoir, l a beaute d'une femme,  l'extase d'un paradis a r t i f i c i a l , l e s desire ardenta et v i o l e n t s , etaient consideres et condamnes comme immoraux; et malheur au poete qui oaerait e c r i r e de t e l s poemes defendus, et empoisonner de cette maniere l e coeur innocent du peuple. I l ne pouvait plus raster a Quebec. Et,  de f a i t , un e s p r i t aimant l a l i b e r t e , un poete ayant quelque  genie, ne pourrait v i v r e longtempa dans cette atmosphere moyenageuse. Ou i l en perdra l a raison comme l e jeune Nelliganj ou i l e v i t e r a l a aociete de ses compatriotes,  comme Chopin, Morin... I l se pourra aussi q u ' i l se  fasse r i m a i l l e u r , ce qui est l a chose l a plus t e r r i b l e qui l u i puisse a r r l v e r . On ne l e comprendra pas, i l n'obtiendra aucun encouragement du public et, victime du m i l i e u et de 1'education,  sera, t o t ou tard, fores'  de s'humilier et d'accepter l e s sujets qui l u i seront permis. Et s ' i l t e n t a i t de se revolter contre ses guides s p i r i t u a l s , contre l e Clerge, i l s o u f f r i r a i t doublement: frapp^ d'ostracisme, meprise comme "empoisonneur" et  "ennemi du peuple", et poursuivi par l e remords, se sentant criminel  et veritablement t r a l t r e . Car 1' education est restee durant plus de t r o i s s i e c l e s l e domaine e x c l u s i f de l ' E g l i a e : l e s ecoles primaires, l e s ecoles secondaires, puis  - 14 l ' u n i v e r e i t e ont ete d i r i g e e s par e l l e . Sans nul doute, 1'Eglise exerpait aussi une influence puissante sur l a v i e des families et sur l a v i e publique. Le service que l e Clerge catholique avait rendu a l a population canadienne-franpaise  d'une maniere s i desinteressee, est, incontestable-  ment, considerable et digne de notre admiration, e t see e f f e t e sont e v i dentsjj car i l n'y a guere de nation aujourd'hui que l'on puisse comparer au Canada f r a n c a i s pour l a morals, l a simplicite de caractere, l a noblesse de coeur, 1'amour de l a p a t r i e , l a v i e de f a m i l l e et l a aincerite r e l i g i o u s e. Cependant, un p a r e i l sol n'est pas propice a l ' e c l o s i o n d'une grande l i t t e r a t u r e . L ' a r t i s t e , l e poete, l e romancier,  pour creer l e u r s chefs-  d'oeuvre, ont besoin de l'expression l i b r e de l a pensee. Or, a Que*bec, i l n'en avait jamais ete a i n s i t tous l e s oouvrages qui etaient ou auraient pu devenir dangereux pour l a morale, pour l e s 'ames des lecteurs, avaient e*te bannis et defendus absolument; et toutes l e s sciences qui mettaient en question l a l o i divine, ou menaient au scepticisme, avaient ete ignorees. A l a difference des colonisateurs franpais, l e s colons  americaine  ne se souciaient guere d e'er i r e des ouvrages comme, par exemple,les " E c r i t s 1  s p i r i t u e l s et historiques" d'une Marie de 1 Incarnation. Ces colons, l e 1  plus souvent des dissidents protestents, matelote,  soldats, marchands et  aventuriers - l e s gens qui desiraient oublier l e passe - n'avaient pas immigre dans l e Nouveau Monde par pur idealisms, par patriotisms ou zele religieux, comme l a piupart des Canadiens-franpais. Vers 1600,  l e s e f f o r t s des colons americains etaient principalement  concentres sur l a conquete des nouveaux t e r r i t o i r e s , sur l a fondation de l'ordre s o c i a l et c e l l e d'un gouvernement stable. Les e c r i t s des residents  - 15 americains d'alora etaient, pour l a plupart, a 1*imitation des oeuvres anglaises. H e ne v a l a i e n t pas grand* chose. Le plus souvent i l s se compose! ent de r e c i t e personnels et de voyage, de journaux, de rapports d e s c r i p t i f s et historiques, de sermons, et de quelques exemples de vers legers et de peu de valeur. Mais avec l O l i g a r c h i c des P u r i t a i n s en Nouvelle-Angleterre, i l y 1  eut une inondation de l i t t e r a t u r e r e l i g i e u s e - sermons, cantiques, e c r i t s polemiquee ou u t i l i t a i r e s , qui n'ont aujourd'hui aucune autre importance, aauf dans l e domaine h i s t o r i q u e . Par surer oat, i l y avait beaucoup de superstition chez eux, comme l a croyance aux sorcieres et aux pouvoirs demoniaques des Indiens* cela avait ete presque inconnu au Canada franpais catholique. Le premier l i v r e de quelque importance f u t "Simple Cobbler o f Aggawam" (l6hj) par Nathaniel Ward. Trois annees plus tard, l e s vers d'Anne Bradstreet, "The Tenth Muse", simples poemes sur l a r e l i g i o n et l a nature, etaient assez pres de l a l i t t e r a t u r e pure. Toutefois, i l e t a i t encore trop t o t pour p a r l e r de l i t t e r a t u r e de ce genre. Sous 1'influence des Puritains, toujoura croissants, 1'attention a e t a i t coneentree 1  principelement sur l e s sujets r e l i g i e u x . Les sermons e'taient l e s produita lee plus nombreux de l a presse. Toutes l e s autres tentatives l i t t e r a i r e s etaient conside'rees comme dangereuses. L oeuvre l a plus populaire - oeuvre d ' a i l l e u r s unique - de cette 1  periode f u t l e long poeme du Reverend Wigglesworth, "The Day o f Doom", qui d e c r i v a i t l e Jugement Dernier en termes t e r r i f i a n t s et sulfureux. Le celebre Reverend Cotton Mather s u i v i t . I I defendait avec passion l e s executions des sorcieres, et e t a i t l'auteur d'environ quatre cent ouvrages dont le plus remarquable e t a i t "Magnalia G h r i s t i Americana". Tous ces l i v r e e exerpaient une grande influence sur l a pensee de l'Americain d'alors,  - 16 et cette influence peut 'etre senti de temps a. autre meme aujourd'hui. Le Dieu des Puritains f u t transforms en une sorts de Demon superieur, toujours h o s t i l e et sans aucune p i t i e . Avec l a Revolution americaine, cependant,  de 1775 a 1785» i l 7 eut  un boulversement t o t a l dans l e domaine de l a l i t t e r a t u r e et de l ' a r t , une revolte violente contre l ' e s p r i t e t r o i t et l e puritaniame de quelques personnes. Et l a fortresse gigantesque du Puritaniame, qui, jusque-la, avait domine toutea l e s phases et tous l e s aspecte de l a v i e americaine: l a v i e publique, r e l i g i e u s e , p o l i t i q u e et c u l t u r e l l e , avait commence a s'ecrouler. Et l a ou l e s Canadians-franpais, combattant pour l a cause de l a pensee l i b r e , avaient miserablement  echoue, l e s Americains avaient reussi,  preparant a i n s i l a v o i e a des maitres t e l e que Poe, Whitman, Emerson, Lowell, Whittier, Hawthorne, Longfellow, Holmes, Thoreau, Irving, M e l v i l l e , Twain et autres. Le Siecle d'Or de l a l i t t e r a t u r e americaine commenpait. Inevitablement, a ses debuts, simple rejeton ou r e f l e t de l a l i t terature anglaise, l a l i t t e r a t u r e americaine, l i b r e et agressive acquit graduellement sa propre i n d i v i d u a l i t e , en se debarrassant des influences etrangeres, et aujourd'hui tout l e monde reconnalt que c'est une grande et riche l i t t e r a t u r e , comme toute autre l i t t e r a t u r e moderne independante. Et a present, de nouveaux hommes de l e t t r e s donnent a l'Amerique  et au  monde de nouveaux chefs-d'oeuvre: Upton S i n c l a i r , Dreiser, Lewis, O'Neil, Sandburg, Lindsay, Hemingway, Wolfe, Dos Passos, Steinbeck, Buck, Frost, Santayana, Faulkner, d'autres encore, produisant une l i t t e r a t u r e americaine qui e s t cependant largement  universelle.  Tant qu'une nation n e s t pas tout a f a i t l i b r e d'exprimer 1  sa person-  n a l i t e , l i b r e dans l e domaine de l a p o l i t i q u e , aussi bien que dans c e l u i de l a r e l i g i o n , on ne peut esperer qu'elle creera des chefs-d'oeuvre.  - 17 Pendant que Sandburg, intrepide et e l t i e r , e c r i v a i t ses "Poemes de Chicago", montrant a tout l e monde l a force et l a grandeur des E t a t s Unis, l e poete canadien-francais en est toujours aux "Contes v r a i s " , et "toute l a l i t t e r a t u r e est profondement r e l i g i e u s e et sa voix n'insuite ni Dieu, n i l a r e l i g i o n . . . "  Le lecteur trouvera dans l e dix chapitres suivants une etude c r i t i q u e dont l e but est d'expliquer pourquoi l a l i t t e r a t u r e  eanadienne-franpaise  ne a'est pas elev^e, pendant plus de deux siecles, jusqu'a l a dignite des oeuvres classiques. Nous tenterons aussi de prouver que c'est l e cont r o l e constant et severe des e'erivaina et de leurs oeuvres - ce rideau de f e r s p i r i t u e l et i n t e l l e c t u a l des ecclesiastiques - qui est principalement responsable du f a i t que 1'amour et l a passion manquent dans l a l i t t e r a t u r e eanadienne-franpaise. C'est done sur un t e r r a i n presque inexplore que nous nous aventurons a penetrer, c'est sur une "terre inconnue" que nous entreprenons recherchea. A notre connaissance,  nos  i l n'y a en franpais ou en anglais aucun  ouvrage qui etudie et analyse l a l i t t e r a t u r e eanadienne-franpaise  du meme  point de vue c r i t i q u e que l e .notre. Tel est l e plan de notre t r a v a i l * dans l a Premiere P a r t i e nous etudierons l e developpement historique, c u l t u r e l , r e l i g i e u x et p o l i t i q u e de Quebec des commencements jusqu'a nos jours,, et en p a r t i c u l i e r toutes l e s forces et toutes l e s influences qui, peu a peu, ont d e t r u i t l a l i b e r t e de l a peneee et l e x p r e s s i o n franpaise au Canada. (10) 1  Dans l a Seconde P a r t i e nous etudierons l a l i t t e r a t u r e canadienne(10) "Les Canadians, sous l a domination franpaise, ont joui d'une grande l i b e r t e . " Caagrain, Une paroiase canadienne au XVIIe aiecle, Quebec, 1880, p.165.  - 18 franpaise a l a lumiere d'une c r i t i q u e des oeuvres et des ecrivains l e s plus importants, tout en examinant l a valeur a r t i s t i q u e et l i t t e r a i r e de i  l a prose et de l a poesie en general. Nous voudrione surtout 'etre plus exact et concret que beaucoup de nos predecesseurs - les ecrivains et l e s c r i t i q u e s de l a l i t t e r a t u r e canadienne-franpaise - qui souvent, font etat de 1'"optimisme", de l a "preparation du t e r r a i n " , et qui voysient l e Canada comme un "pays jeune, pays americain", dont la. l i t t e r a t u r e "est pour nous digne d'interet".... Tout cela est bien eloquent, bien beau, mais, malheureusement, ce n'est pas l a solution de notre probierne. Ii importance de cette these, au contraire, consists dans l e f a i t 1  que nous esperons trouver une reponse a cette question! pourquoi l e Canada franpais, cette forieresse du Ge*nie l a t i n dans l e Nouveau Monde, f u t - i l s i longtemp8 dans un etat i n t e l l e c t u e l et c u l t u r e l arriere, pourquoi n ' a - t - i l pas encore reussi a nous donner un chef-d'oeuvre,  un genie?  Pour ecrire un l i v r e puissant i l faut c h o i s i r un grand sujet, et pour e c r i r e sur un t e l sujet on doit %tre  entierement l i b r e . La liberte",  c'est l a seule garantie de toute v r a i e l i t t e r a t u r e . Et aujourd'hui justement i l est plus que jamais nacessaire que l a l i t t e r a t u r e canadienne-frsnpaise parvienne enfin a 1'independence, a. sa l i b e r t e d'expression.  PREMIERE PARTIE  -  21  -  I. LE GENIE FRANCAIS  " L ' h i s t o i r e de l a l i t t e r a t u r e eanadienne-franpaise, e c r i t M. B. Brunet, o f f r e cette s i n g u l a r i t e que ses meilleurs ecrivains se rancontrent a ses de*buts et a-la periode contemporaineJ l e prologue et 1'epilogue ont plus d'importance que l e corps de l'ouvrage. S ' i l s comptent des noma remarquables, lee'ages intermed i a i r e s , juges dans l ensemble, ne a"elevent guere au-dessus d'une honorable mediocrite"..." ( l ) 1  Bien que l a juste observation du c r i t i q u e l i t t e ' r a i r e quebecois a l'egard de l a l i t t e r a t u r e eanadienne-franpaise des dix-huitieme et dixneuvieme sieclee ne nous donne pas une explication tout a f a i t  satis-  faieante et directe, e l l e est pourtant d'une extreme importance pour tous ceux qui ne cesseront de se demander pourquoi l e s meilleurs e c r i vains canadiens-franpais se rencontrent seulement periode contemporaine  aux debuts et dans l a  de l a l i t t e r a t u r e eanadienne-franpaise, tandis que  l'oeuvre feconde de l a plupart des autres hommes de l e t t r e s Canadians ne s'eleve pas au-dessus du mediocre? Pourquoi justement dans ces premieres creations l i t t e r a i r e s des fondateurs de l a l i t t e r a t u r e eanadienne-franpaise, et encore une f o i s dans c e l l e a d' aujourd'hui, l e lecteur t r o u v e - t - i l une o r i g i n a l i t e " surprenante, un souffle de l i b e r t e , un art personnel, une  simplicite,  une v i v a c i t e de style? Et pourquoi y trouve-t-on de meme imagination, entrain, profondeur, richesse en matiere s p i r i t u e l l e aussi bien qu'historique, independance dans l e jugement, hardiesse, p r e c i s i o n du d e t a i l , poe*sie, charme, descriptions r e a l i s t e a , de temps en temps des phrases mordantes et impertinentes, ou bien grossieres, mais surtout v a r i e t e , v i e et verite? Dans l e a annees intermediaires, au contraire, depuis l a conquete ( l ) Brunet, B., H i s t o i r e de l a l i t t e r a t u r e  canadienne-francaJBe.  p.7«  - 22 anglaise juequ'au commencement du vingtieme s i e c l e , i l y a eoudainement et aeeez etrangement un changement complet dans l e domaine de cette l i t terature naiesante; que,  et  nouB  n'avons que l a l i t t e r a t u r e devote et d i d a c t i -  un nombre i n f i n i d ' h i s t o i r e s du Canada et une poe"sie qui abonde en  sentiment patriotique aussi bien qu en descriptions du t e r r o i r , cependant 1  que l e s prosateurs et l e s poetes imitent presque servilement  l e s ancien-  nee oeuvres classiques qui sont profondement r e l i g i e u s e s ou du moins depourvues des "pieces immorales de  rebut".  Et pourquoi ce contrasts frappant  entre 1" expression  l i b r e de l a  pensee a r t i s t i q u e et 1'expression dogmatique et limitee de l a r e l i g i o n catholique?  Comment expliquer ce boulversement i n t e l l e c t u e l et l i t t e r a i r e ?  Ce retour a un etat de primitivisme r e l i g i e u x , a une epoque presque moyenageuse? Malheureusement, on ne repoit pae de reponse des c r i t i q u e s l i t t e r a i r e s Canadians, n i anciens, n i modernes* Plutot, on trouvera. une explication dans l e s documents o f f i c i e l s , dans l e s journaux d'autrefois, dans l e s Mandements de l E g l i s e canadienne. 1  Mais pour resoudre cette question importante et interessante,  aussi  bien que pour mieux comprendre de diverges raisons des forces et des influences qui avaient forme l e caractere s p i r i t u e l du Canadian franpais pendant des  siecles, i l faut analyser  soigneusement et examiner a fond  l e prologue de l a l i t t e r a t u r e canadienne-franpaise, tout en remontant l e s s i e c l e s juequ'a 1'epoque ou l e navigateur malouin, Jacques C a r t i e r , remontait l e fleuve Saint-Laurent  et p o r t a i t tree l o i n a 1'interieur  des  terres vierges et des f o r e t s immenses, jusqu'a l ' l l e d'Hochelaga, non seulement l a croix et l e s l i s , mais aussi l e genie franpais... "Et nous flmes f a i r e une croix de trente pieds de haut, nous raconte Cartier, qui f u t f a i t e devant plusieurs d'eux sur l a points de l'entree du d i t liable, sous l a c r o i s i l l o n de l a q u e l l e mimes un ecus son  • - 25 en bosse a t r o i s f l e u r s de l y s , et dessus un ecriteau en bois, engrave* en grosse l e t t r e de forme, ou i l y avait, VIVE LE ROY DE FRANCE. Et i c e l l e croix piantame a sur l a d i t e pointe devant eux, leaquela l a regardaient f a i r e et planter. Et apres qu'elle f u t elevee en l ' a i r , nous mimes tous a genoux, l e s mains jointes, en adorant i c e l l e devant eux, et leur flmes eigne, regardant et leur montrant l e c i e l , que par i c e l l e e t a i t notre redemption, de quoi i l s f i r e n t pluaieurs admirations, en tournant et regardant i c e l l e croix..." (2) Ce r l c i t pittoresque et tpuchant de 155^ - qui, cependant, ne manque pas de realiame et d exactitude dans 1'observation et l a description, 1  constitue, en effet, l a premiere page de l a l i t t e r a t u r e eanadiennefranpaise, laquelle s'ouvre avec l e s "Voyages" de Jacques Cartier, decouvreur du Canada, et ceux de Samuel de Champlain, l e pere de l a NouvelleFrance. C'est deja dans ces deux oeuvres,  encore tree chretiennes, qu'on  trouve un c e r t a i n charme seduisant de pays l o i n t a i n s et de t e r r e s inconnues, et on se sent epris presque immediatement du tout-puissant genie franpais, de cet e s p r i t sans p a r e i l qui se manifesto de plus en plus dans les genres de l a l i t t e r a t u r e canadienne sous l e regime franpais, s o i t dans l e s e c r i t s s p i r i t u e l s , fievreux et mystiques de Marie de 1'Incarnation, soit dans l e s dialogues impertinents et sarcaatiques du Baron de La. Rontan. Le t r a i t caracteristique de l a jeune l i t t e r a t u r e canadienne pendant plus de deux siecles du regime franpais, c'est avant tout une certaine l i b e r t y de l a pensee et de l'expression, particulierement s i nous l a comparons avec c e l l e qui f u t e c r i t e plus tard sous la domination anglaise et ecclesiastique. En depit d'un controle infatigable et energique du Clerge qui grandit toujours en force et en puissance, l a plupart des auteurs, principalement des r e l i g i e u x eux-memes, ne se g'enent point pour d^crire l a v i e et l e s choses t e l l e s q u ' i l s l e s voient, meme s i l e u r s descriptions sont souvent susceptibles d'etre dangereuses pour l a moralite (2) Cartier, J., Disconrs du Voyage. Quebec, 18^5, p.lA.  - 24 du peuple. Naturellement, tous l e s l i v r e s sont publics en France ou a l'etranger, et l e s peres jeeuites s u r v e i l l e n t surtout l e s oeuvres des voyageurs et des aventuriers. Fourtant, a cette epoque, l a France et l e Canada sont un crops et une 'ame,  et a l n s i i l ne faut pas songer a. une  domination absolue de l E g l i s e . .Avec l e s oeuvres de Cartier, de  Champlain,  1  de Lescarbot, mais surtout avec c e l l e s du Frere Gabriel-Theodat Sagard, de l a Mere Marie de 1'Incarnation et du Baron de La Hontan... l e genie l i t t e r a i r e franpais est transplants sur l e sol d'un pays sauvage. Malgre le. grande influence de 1'Eglise catholique en France, l e clerge n'y e t a i t jamais tout-puissant comme, par exemple, en Espagne. Si l'on examine l ' E g l i s e dans Bee rapports svec l a sooie'te, c'eet-a-dire, avec 1'aristocratie, l a bourgeoisie et l e peuple, on devra en t e n i r l e plus grand compte, parce que 1'esprit public est toujours ou i n s p i r e par e l l e , ou en reaction contre e l l e . On y est pieux, mais trop independent et trop i n d i v i d u e l pour se soumettre entierement a n imports qui. 1  La r e l i g i o n penetre l a l i t t e r a t u r e , c'est v r a i , mais sans l'envehir exclusivement. Des l a pSriode du moyen 'age et tout l e temps pendant l e s siecles suivants, le clerge avait seul represente l ' a u t o r i t e morale; ne*anmoins l e clerge" seculier, pas plus que l e clerge* regulier, n e t a i t 1  h o s t i l e a l a l i t t e r a t u r e , a l a poesie, aux beaux-arts* a 1'exception de quelquee bigots, faux devote et T r t u f f e s , i l avait l e gout de l a beaute, a  et meme de l a beaute* pafenne. Plus tard, on v o i t beaucoup de cardinaux et d'eveques se f a i r e l e s protecteurs des poetes et des erudite, et consacrer une large part de leurs revenue.a. pensionner des gens de l e t t r e s , des savants, des a r t i s t e s * En France, l ' E g l i s e catholique e t s i t plus ou moins tolerante, l a r e l i g i o n toujours humaine et t r a i t a b l e , et pour cette raison assez populaire parmi l e s paysans. Le clerge* se trouvait en contact quotidien avec l e peuple.  - 25 La v i e sociale etait en quelque sorte rythmee par l a r e l i g i o n . L'Eglise devint un aymbolet cette Egliae univeraelle ou l e riche et l e pauvre sont egauz devant Dieu, ou l a parole du pretre annonce l a j u s t i c e future et l a v i e eternelle, ou l enchantement a r t i s t i q u e se mele a l ' a t t r a i t du 1  mystere. Naturellement, dans l a l i t t e r a t u r e bourgeoise, narrative ou dramatique, s'etale de bonne heure l a s a t i r e mordante contre l e clerge et lee moines qui, d'une maniere ou d'une autre,  se sont montres indignes d'etre  l e s serviteurs de Dieu. L'opinion publique est severe pour leurs fautes, et on se mo que d'eux avec beaucoup d'esprit. On attaque impitoyablement aussi lea faux devote, lee bigots, l e s hypocrites et l e s fanatiques. Le clerge, cependant, s i puissant  et i n f l u e n t dans ce pays et en p a r t i c u l i e r  a l a Cour, avait t o l e r l a peu pres toutes ces s a t i r e s , justes ou injustes, dont l a violence etonne l e lecteur aujourd'hui... (5) Le clerge exercait une censure severe sur l e dogme, mais pour l e s personnes i l t o l e r a i t tout. A cause de cela, s i les ecrivains  protestants,  l i b e r t i n s et athees redoublent d'attaques contre l u i , l e s catholiques ne l e r a i l l e n t plus avec l a meme ardeur qu'au Moyen Age,  du moins en France*  Cette attitude pacifique et tolerante de l ' E g l i a e de France semblera peutetre singuliere, pourtant i l y a diverses raisons qui nous donnent une explication assez satisfaiaante. L'autorite ecclesiastique, combattant avec sueces l e protestantisme, se sentait peut-etre s i f o r t e et s i popul a i r e qu'elle permettait,  par p o l i t i q u e , ces piqures d'epingle, comme  Mazarin l e B chansons. De meme, i l y avait souvent une. certaine r i v a l i t e en France entre les seculiers et l e s reguliers, entre l e s g a l l i c a n a et lea ultramontains. I l ne faut pas oublier non plus l a grande influence (5) La l i t t e r a t u r e i t a l i e n n e exerpait une influence preponderante sur l a France, surtout par see ecrivains du XIVe s i e c l e . Boccace et son "Decameron" etaient tree populaires.  - 26 de l a Cour sur l a societe de ce temps* Et finalement,  c ' e t a i t l e genie  franpais, dont 1'esprit r e l i g i e u x et 1'esprit gaulois, quoique s'opposant l'un a l a u t r e , unissaient l e s Franpais toujours et partout. 1  Le genie l i t t e r a i r e franpais - qui est au fond l e genie l a t i n semble avoir toujours o s c i l l e entre l'idealieme, l e sentiment r e l i g i e u x et l e realisms, l e s grossiertes de I e s p r i t gaulois. I l presente deux 1  aspects d i f f e r e n t s et contradictoires* e s p r i t d idealisms 1  et de n a t u r a l i -  sms en l i t t e r a t u r e ; e s p r i t scolastique et cartesien en philosophic; e s p r i t d'apostolat  et d'Sgofisme en morale.  L e s p r i t gaulois exerce une influence immense et extraordinaire 1  partout, mais en p a r t i c u l i e r dans l a l i t t e r a t u r e , tout en s'opposant a l ' i n s p i r a t i o n chevaleresque, a 1'ideal r e l i g i e u x , patriotique ou s e n t i mental* I l est v i g i l a n t , agreseif, h o s t i l e , infatigables i l contraint l ' e s p r i t chevaleresque et r e l i g i e u x - l ' e s p r i t noble et superieur - d'agir, de Be d&fendre, de produire de nouveaux chefs-d'oeuvre, d'elever cesse see degree de connaissance, que ce s o i t en poesie, lee beaux-arts. II sert a contrebalancer  sans  en prose, dans  ce qui est moral, noble, s p i r i t u e l  et r e l i g i e u x , c'est-a-dire q u ' i l constitue un contrepoids  necessaire,  sinon i n f a i l l i b l e , aux bonnes qualites de l ' e s p r i t chevaleresque. Nous le retrouverons sous des formes tree variees a travers l e s s i e c l e s de l a l i t t e r a t u r e franpaise: a Roland B'oppose Pathelin, a l a p r e c i o s i t e , l e burlesque, au Cid, Figaro, a. Esther, Tartuffe, au symbolisms, l e naturalisms, a Olaudel, Jean-Paul Sartre... Et justement dans cette v a r i e t e , pleine de v i e et de v e r i t e , est l e secret de 1' universal i t e du Genie franpais... Dans l e sens large du mot, l ' e s p r i t gaulois est aussi l a revanche de la. bourgeoisie  contre l a noblesse et l e clerge; l a pensee athee et scep-  tique contre l a pensee r e l i g i e u s e ; l e materialisms contre  1'idealisms.  - 27 Pourtant,  cat e s p r i t gaulois est inherent a 1 ' e s p r i t national  franpais tout comme l e sentiment r e l i g i e u x est enracine profondement dans l a nature franpaise. L'un et 1'autre sont inseparables, chacun faisant tous ses e f f o r t s pour etre v i c t o r i e u x . Oette l u t t e dans l'^ame humaine et surtout franpaise, basee en p a r t i e sur 1'Ideal ethique de Platon - avec sa fameuae image d'Automedon et l e s chevaux a i l e s - est l a cause p r i n c i p a l e du dualisme dans l a l i t t e r a t u r e franpaise. Ainai, on peut comprendre pourquoi l e mysticisme Chretien regne dans l e aensualisme presque paien de bien des oeuvres de Baudelaire! Voile, l ' explication des caracteres de Marie de l ' Incarnation, l a mystique qui se consume d'amour d i v i n , e t pour qui Dieu eat "comme une grande mer"... et du Baron de l a Hontan, ce r a i l l e u r l i b e r t i n ,  crib1ant  de sarcasmes ses ennemis acharnes, juges et pretrea... Grace a ce ge*nie l i t t e r a i r e franpais, l a grande l i t t e r a t u r e nationale, jugee dans son ensemble, est l'expression d'une nation entierement l i b r e t l e s chansons de geste et l e s fabliaux, l e s comedies et l e s tragedies, l e s poemes et les romana sont plus que des chefs-d'oeuvre ou plus que des documents h i s t o r i q u e s * i l s sont une expression juste, f i d e l e et l i b r e de toutes l e s epoques de l ' h i s t o i r e et de l a c i v i l i s a t i o n franpaise. Rien d etonnant s i , meme au Moyen Age, 1  tout imp regne de C a t h o l i c i s m s , l a  mondanite a r r i v e a 1'emporter p a r f o i s sur 1 ' e s p r i t r e l i g i e u x , et s i l'on prefere avec une audace piquante  "I'&nfer des b e l l e s dames et des beaux  seigneurs l e u r s amants au Paradis des bigots et des eclopes..."  (4)  Tous ces genres sont d'une importance remarquable, mais surtout l e roman, l e theatre et l a poesie l y r i q u e . Par l a  poesie s'expriment l e s  'ames et leur amour sensuel, s p i r i t u a l et d i v i n ; par l e drame toute l a v i e humaine, avec 1'amour au premier plan; par l e roman 1'amour encore, l e (4) Aucassln et N l c o l e t t e . adaptation par M.G.Michaut, P a r i s , 1901.  - 28  -  gout de l'aventure, de l a quote de l'inconnu, l a societe, l a f o i , l e monde i n t e r i e u r , l e domaine du reve, du subconscient... En somme, dans ces romans, poernes, dramas, nous trouvons vivante devant nous toute l a France et tout l'univers... tout ce monde v i t , s'agite, palpite,  souffre,  se debat, espsre, c r o i t , exprime ses pensees, see desirs, ses passions, see amours... Nous y sommes temoins de l a Vie elle-memel Et l e Genie l i t t e r a i r e francais  triomphe!  L'Scrivain, conscient de sa grande mission "de c r i t i q u e et de reformateur" - et non pas l'ennemi acharne de Dieu, suivant l'accusation de quelques bigots et faux devote - tourne ses dons d a r t i s t e et de 1  penseur vers l a revelation des v i c e s et des erreurs de 1'human!te*, en montrant l'Hypocrieie, l A v a r i c e , l a V i l e n i e , l e Debauche, 1'Adultere et 1  l e s autres peches mortels dans leur vraie lumiere, r i d i c u l i s a n t et fustigeant ce q u ' i l est necessaire de f u s t i g e r . I l se rend compte que c'est l e devoir sacre* de 1'artiste de tendre un mirolr a. l a v i s et a l a nature a f i n que s'y r e f l a t e l a v r a i e image de son epoque. Mais s i l e s ecrivains, l e s poetes, l e s a r t i s t e s , l e s h i s t o r i e n s  d'un  certain pays sous Is joug - s o i t d'une dictature p o l i t i q u e , soit d'une dictature r e l i g i e u s e - ne sont pas completement l i b r e s d'exprimer leurs pensees et de depeindre l a v i e t e l l e qu'elle est en r e a l i t e , a quo!  bon  e c r i r e l e s l i v r e B ? ' . Et pourquoi done l e s lire?'. Cela n'en vaut pas l a peine! Au Canada du dix-septieme  s i e c l e nous voyons une grande l u t t e entre  l a l i b e r t e de peneer et l ' a u t o r i t l de l ' E g l i s e , laquelle n'a qu'un but en ce qui concerne l e colon francais aussi bien que l'indigene de l a "mission ' du Nouveau Monde* i l doit *etre un bon Chretien et suivre avec 1  obeissance et soumlssion l e s coneeils et l e s ordres de son pr'etre.  - 29 Mais tent que l e drapeau f l e u r d e l i s e f l o t t e sur l e cap de Quebec et que l e vent f r a i s et vigoureux souffle de France, on ne cesse de c r o i r e a 1'esprit l i b r e , a l a l i b e r t e de l expression, l a seule 1  gerantie  de l a survivance du Genie francaia'. On aime l a r e l i g i o n de ses aleux, tout comme on aime sa langue, cette langue aavoureuse et melodieuae de 1*heritage national. Mais on cherit l a l i b e r t e egalement: e l l e , aussi, f a i t p a r t i e de cet heritage franpais. Malheureusement, isole's dans un pay8  immense et sauvage, l o i n de tous l e s foyers c u l t u r e l s , l e s hommes  et l e s femmes qui aiment pasaionnement cette l i b e r t e de l a penaee, cette l i t t e r a t u r e , cette t r a d i t i o n e t ces beaux-arts de leur Mere Patrie, ne sont pas assez nombreux pour r e s i s t e r avec succes aux "robes noires", comme on appelle l e s Peres Jesuites de ce temps, et Frontenac lui-meme n e s t pas tout-puissant1 1  A i n s i , 1'Egliae catholique au Canada franpais grandit toujours en force et en influence. Par l a puissance qu'elle avait acquise des les premieres anneea, ces annees de ferveur r e l i g i e u s e , l ' E g l i e e , guidle presque exclusivement par l e s Jesuites, i n t r o d u i t de son cote un Element de controle particulierement  e f f i c a c e . V o i l a un pays ide"al, un pays...  "...pur de toute s o u i l l u r e morale; dans l e s grands bois on peut vivre dans l e sein de Dieu, mener cette existence simple et u t i l e dont revent tous l e s Chretiens, de maniere a assurer en meme temps, pour soi et pour ses descendants, l e bonheur en ce bas monde et dans 1"autre..." (5) "La f i n j u s t i f i e l e s moyens", croient l e s Peres Jesuites, et on continue 1'oeuvre moralisatrice du Pere Le Jeune et du premier eVeque de Quebec, Mgr de Laval, dont l e temperament a u t o r i t a i r e et l a conviction que l e Canada est, plus qu'une colohie, un poate d avant-garde du 1  catholicisme,  sont de"ja une source de d i f f i c u l t e B avec l e pouvoir c i v i l .  (5) Lemonnier, L., H l s t o i r e du Canada francaia. Paris, 19^9, L.H chette,p.78. a  - 50 Mgr de Laval e t a i t cormu pour son esprit absolu et dominateur. (6) I I f i t sans cease de 1'opposition aux Sulpiciens (7) et aux Recollets.(8) Meme I Abbe Gosselin est oblige* de d i r e que Mgr de Laval avait " l a passion 1  du pouvoir" (9) et q u ' i l "a montre un peu trop de zele, et depasse* quelquefois  l a mesure..." (10)  L a u t o r i t e ecclesiastique p a r a l t i l l i m i t e e : Mgr de Laval, se debar1  rassant tour a tour de ses "ennemis", des hommes capables et energiques comme d'Argenson, l e Baron d'Avaugour, de Mezy, Talon..., maitre dans 8 a "mission"  reste l e seul  du Canada. La l u t t e se revele inegale, parce que  l'eveque est nomine* a v i e , alors que l e gouverneur ne l est point! 1  Le c o n f l i t s'aggrave de plus en plus sous l e gouvernement c i v i l de Frontenac, l'homme f o r t , lorsque l'eveque attaque severement l e principe des d i s t r i b u t i o n s d'alcool aux t r i b u s indigenes par les commercants et les coureurs de bois. Cela se passe en scene! Mais l e v r a i motif de cette attaque a son origine autre part... Mgr de Laval v o i t en Frontenac un r i v a l , un homme a craindre. Et i l ne se trompe pas. Louis de Buade, Comte de Front enac, n aims pas l e s Jesuites et leur dictature theocratique!•II se 1  mefie de 1'autorite r e l i g i e u s e en matiere c i v i l e . I I veut, en NouvelleFrance, restreindre l e pouvoir du clerge* au p r o f i t du pouvoir r o y a l . . . Mais tout comme see predecesseurs, i l ne reussit past comme l e s autres, l u i aussi, est rappele en France... Les plans de 1"Eglise au Canada, cependant, ne s'arretent pas l a . Son ambition est avant tout d'exercer un controls complet sur l a population dans l e s v i l l e s aussi bien qu'a  l a campagne. Et tandis que l e s comb attants  pour l a l i b e r t e de penser suecombent l'un apres l'autre a cause de l a (6) (7) (8) (9) (10)  Garneau. F.X.. Hjstoire du Canada. t . I . . p.222. Gosselin, A., Vie de Mgr de Laval. p«155« Ibid, p.81. Ibid, p.166. l b i d . p.225.  - 51 s u p r e m a t i e du c l e r g e , l ' E g l i a e canadienne a o r g a n i s e g r a d u e l l e m e n t par 1  l e developpement des p a r o i s s e s , formant a i n s i une base  solide,sinon  i n d e s t r u c t i b l e , pour l ' a v e n i r . Pour mieux comprendre l e c l i m a t s o c i a l ,  1'atmosphere g e n e r a l s ,  v i e e t l e c a r a c t e r e de l a N o u v e l l e - F r a n c e du d i x - s e p t i e m e s i e c l e ,  la  aussi  b i e n que l e r o l e de l ' E g l i s e c a t h o l i q u e et son a t t i t u d e a l ' e g a r d de l a l i b e r t e de p e n s e r , i l e s t n e c e s s a i r e d ' i l l u s t r e r c e t t e t h e s e p a r des e x t r a i t s e t des c i t a t i o n s au s u j e t de c e t t e p e r i o d e , et de l a munir de quelquea documents e t l e t t r e s i m p o r t a n t s . I l ne f a u t pas o u b l i e r que justement c e t t e p r e m i e r e epoque de l a jeune l i t t e r a t u r e e a n a d i e n n e - f r a n p a i s e e s t d'une extreme i m p o r t a n c e pour t o u t l e developpement c u l t u r e l f u t u r du Canada, p a r c e que c ' e s t a. c e t t e epoque que 1 ' E g l i a e canadienne s ' a v i s e d ' e n t r e r  en c o n f l i t  avec l a  c u l t u r e a r t i B t i q u e f l e t r i s s a n t l e s chansons d'amour, l e s come*dies e t t r a g e d i e s " i m p i e s " , e t p e r e e c u t a n t t o u s ceux q u i l e s o s e n t  les  lire...  Depuie ce temps l a , cependant:, aprea l a conquete a n g l a i s e , ou I i n f l u e n c e f r a n p a i s e f a i b l i t de p l u s en p l u s , ou l a penaee l i b r e  franpaise  1  e s t b a n n i e du p a y s , nous avons un changement complet a Quebec: l ' e d u c a t i o n , l a v i e de f a m i l l e ,  l a c u l t u r e n a t i o n a l e , t o u t e s t s u j e t a une s u r v e i l l a n c e  e c c l e s i a s t l q u e , beaucoup p l u s severe e t i m p i t o y a b l e q u a u p a r a v a n t . 1  V o i c i d e j a l a reponae a c e t t e q u e s t i o n : p o u r q u o i l e Canada f r a n p a i s , m a l g r e son h e r i t a g e f r a n p a i s , sa l a n g u e , son e s p r i t l a t i n , n ' e t a i t - i l  pas  en e t a t de p r o d u i r e pendant t o u t ce temps un c h e f - d ' o e u v r e , de dormer l e j o u r a un g e n i e ? M a i s nous sommes encore sous l e regime f r a n p a i s : l ' e t e n d a r d  fleur-  d e l i s e f l o t t e encore sur l e s v a s t e a t e r r i t o i r e s de l a N o u v e l l e - F r a n c e . E t l a l u t t e e n t r e l e p r o g r e s et l ' e t a t 1'ignorance,  arrie*re, e n t r e l a c o n n a i s e a n c e et  e n t r e l ' a r t l i b r e e t l a p r i m a u t e de l a f o i , e n t r e l e p o u v o i r  - 52 royal et l a domination theocratique,  continue...  II va sans dire que l e s tout-puissanta missionnaires, l e s Jesuites, controlent de pres l e s moeurs des habitants et des indigenes, et d i r i g e n t toute l a v i e c i v i l e . Pour f a i r e "regner l a r e l i g i o n et l a piete*", l e Clerge a i n s t i t u e , a Quebec, "une Congregation de l a Sainte-Famille, ou l e s hommes sont conduits par l e s peres, l e s femmes par des Dames de piete et l e s f i l l e s par les Ursulines". ( l l ) A Montreal, aussi, "un grand nombre d'hommes et de femmes assistent a l a messe sur semaine..."  (12)  Pourtant, zeles et fervente, l'eveque et des peres ne sont pas facilement B a t i s f a i t s quand i l s'agit du salut des/ames... On va plue l o i n ! On a f f i c h e a l a porte de Quebec l e s peines encourues pour l i b e r t i n a g e , blaspheme, de'sobSissance, intemperance, absence a l a messe l e dimanche et l e s jours de fete; on erige un p i l o r i a l a porte de l a v i l l e pour l e s l i b e r t i n e , l e s ivrognes et l e s blasphemateurs; on force l e s habitants et surtout l e s coureurs de bois a se marier sur-le-champ sous peine d'amende; on ne r e c o i t pas a l a confession " l e s femmes frise'es et qui auraient  d autres r  parures extrsordinaires" (15)J on expulse des soldate "pour conduits licencieuee" ( l 4 ) ;  on s u r v e i l l e l a correspondence, l e s l i v r e s , lee  journaux prives (15), Frontenac,  et on v e i l l e exagerement, au dire de Talon et de  jusqu'a 1 ' i n t e r i e u r des foyers, a l a bonne conduite  des  families..* (16) Suite meme e c r i t que l e s Jesuites a l l a i e n t l e soir de maison en maison pour f a i r e eteindre lee lumieres et ordonner aux gens de se coucher (l7)« (11) (12) (15) (14) (15) (16) (17)  Une f o i a , l e s pretres sont obliges de f a i r e appel  LettreB de l a Reverende Mere Marie de 1'Incarnation.II. p.285.19 aout.166k Morin. Soeur Marie. Annales de 1'Hotel-Pi eu de Montreal.1951. p . l l 4 . Gosselin, A., L'Eglise du Canada. I..Quebec, 1911, p.97. Rapport. 1950-51, Talon a Colbert, p.89; 19 octobre, 1667. Journal des Jesuites. p.45, 557 et 120 et 519. L.Brousseau,Quebec, 1871 Rapport. 1926-27, Frontenac a. Colbert. 15 novembre, 1675» P-51' Suite, B., Hjstoire des Canediens francais. t.IV., p.102.  - 55 au bras seemlier, et, en consequence, "en 1661,  deux blasphemateurs,  Daniel V b i l et Laviolette, sont arquebuses", et beaucoup d'autres  mis  en prison... (18) Malheureusement, l a plupart des documents authentiques  et precieux,  aussi bien qu'interessants de cette periode importante - ou commence 1'ascension  de l ' E g l i s e et du Clerge vers l e pouvoir p o l i t i q u e et s p i -  r i t u a l presque i l l i m i t e - sont perdus a tout jamais: l'incendie du p a l a i s l e g i 8 l a t i f de Quebec, en 1852,  nous a prives de l a correepondance  o f f i c i e l l e des gouverneurs de Mbntmagny, d'Aillebouet, de Lauzon, d'Argenson, d'Avaugour, de Mezy... Mai8 i l nous reste un certain nombre d'autres documents et memoires qui revelent l a v i e sociale et s p i r i t u e l l e au Canada du  dix-septieme  s i e c l e . Un des plus s i g n i f i e a t i f s et des plus curieux memoires de ce tempsl a est, sans doute, "L'Histoire v e r i t a b l e et n a t u r e l l e des moeurs et productions  du pays de l a Nouvelle France - vulgairement  de P i e r r e Boucher, premier  d i t e l e Canada"  colon Canadian, e c r i t e avec 1'intention de  gagner pour l e developpement du pays 1'inteYet et l e s sympathies du minietre, Monseigneur Colbert "des q u ' i l sera plus amp 1ement inform! de l a bonte et de l a beaute de toutes nos controls." ( 1 9 ) On peut s'imaginer que l e s Peres Jesuites etaient furieux. Avec ce l i v r e , publie a Paris, l e bon, mais n a i f P i e r r e Boucher, toujours soumis a l a volonte de ses superieurs r e l i g i e u x et venerant  son cure, leur a  donne involontairement une g i f l e . M. Suite prltend que l e s "Relatione" des Jesuites representent mal l a s i t u a t i o n et les v r a i e s conditions au Canada pendant de longues annees, de 1640  a 1660.  Les Jesuites avant tout  (18) Journal des Jesuites. p p . 2 9 5 et 5 0 1 , Quebec, 1871. ( 1 9 ) Boucher, P., H j s t o i r e V e r i t a b l e . Dedicace a Colbert, 8 o c t o b r e , I 6 6 5 , p.118; Societe Roy ale du Canada, Seconde Serie,t.II.Ottawa, 1896.  - 54 tenaient a exciter l a sympathie en France pour leur t r a v a i l et, par consequent, peignaient  l a v i e actuelle du Canada sous l e a couleurs l e s  plus sombres. La rigueur du climat, l e caractere sauvage des indigenes, l ' i n f e r t i l i t ' e du s o l , l a pauvrete des habitants, l e labour desinteresBe des r e l i g i e u x et des religieuaes, tout e t a i t d e c r i t avec 1'intention de g l o r i f i e r l'hlrofsme  surhumain des Jesuites* Les rapports des Jesuites  disent peu au sujet de 1 agriculture, quoiqu'elle f i t des progres con1  siderables. M. F. Parkman se f a i t 1'echo du point de vue des Jesuites. L'ouyrage de Pierre Boucher, cependant, e t a i t e c r i t avec l ' i n t e n t i o n de peindre pour ses amis en France l a v r a i e image du Canada. l>es Jesuites et l e p a r t i c l e r i c a l accaparerent tous les exemplaires de " l ' H i a t o i r e Veritable" dont i l s purent s'emparer, et les detruialrent sans merci. , -Aujourd'hui, i l reste peu d'exemplaires de " l ' H i s t o i r e V e r i t a b l e " de P i e r r e Boucher... En 1661-62, Pierre Boucher e t a i t en France, et M. Suite attribue a son influence l a decision du Roi et de Colbert de transformer l e Canada franpais de mission r e l i g i e u s e en colonie royale... (20) L'animoeite de M. Suite contre les Jesuites saute aux yeux, neanmoins i l a donne a l'appui de son a r t i c l e des informations  suffisantes et inconteatables.  Dans l a preface mise en t'ete du tome premier de l E d i t i o n de 1705, 1  l e s editeurs louent l e realisme  et l a verite* des "Voyages" du Baron de  La Hontan (Ed. I705), qui ont ete s i bien recus du public justement pour cette raison. En meme temps, i l s attaquent severement l e s Jesuites, tout en prltendant que leurs "Relations" ne sont fondes n i sur l a v e r i t e , n i sur l e s f a i t s de l a v i e r e s i l e . l i s ecrivent. "On veut bien c r o i r e que l e gout du s i e c l e pour ces sortes de Relations a contribue beaucoup a cet heureux sueces; mais on ne c r o i t pas q u ' i l f a i l l e l ' a t t r i b u e r tout entier a cette raison. Le Suite, B., Pierre Boucher et son l i v r e , Societe Royale du Canada, Ottawa, 1896-97-  - 55 Livre a sa bonte; i l amuse agreablement, et pour peu qu'on a i t de penchant a f a i r e ou a entretenir connaissance avec l e s hommes du nouveau Monde, on n'a pu l i r e ces Lettres sans p l a i s i r . E l l e s fournissent certains d e t a i l s ou les autres Voyageurs ne sont point entrez, et l'Auteur y parle avec une franchise qui d o i t sembler bonne aux amateurs de l a V e r i t e . Ce ne sont point i c i lee r e c i t e d'un Jesuite ou de quelque autre Missionnaire, qui, pour donner une haute idee de ses travaux apostoliques, ne parlent que de conversions, que de miracles, et ne font connoltre les Sauvages que par rapport a la. Foi Chretienne et a l a C a t h o l i c i t l . . . " (21) EcoutonB maintenant Pierre Boucher lui-meme: son l i v r e est l e tableau de l a colonie au moment ou Louis XIV va l a d e l i v r e r des Iroquois et l'enlever a l a compagnie des Cent Associe's. On y v o i t partout l'empreinte d'une grande influence religieuse, et on constate deja que cette premiere generation des Canadians franpais est presque entierement sound se au dogma et d o c i l e a l a d i s c i p l i n e du Clerge*. "Pour l e S p i r i t u e l , l'on ne peut r i e n desirer de plus. Nous avons un Evesque dont l e zele et l a vertu sont au-dela de ce que i'en puis d i r e . . . Les Peres Jesuites secondent ses deeseins, t r a v a i l l a n t dans leur zele o r d i n a i r e infatigablement pour l e salut des Franpais et des Sauvages... En un mot, l e s gens de bien peuvent v i v r e i c y bien contens; mais non pas l e s mechans, veu q u ' i l s y sont eclairez de trop press c'est pourquoi i l ne leur c o n s e i l l e pas d'y v e n i r j car i l s pouvoient bien en.estre chassez, et du moins estre obligez de s'en r e t i r e r , comme plusieurs ont deja f a i t ; et ce sont ceux-la proprement qui decrient f o r t l e Pays, n'y ayans pas rencontre ce q u ' i l s pensoient..." (22) Ceci montre combien, jusque-la, on avait s u r v e i l l e l a conduite des colons et des immigrants. Mais P i e r r e Boucher continue: "D'ailleurs, nous avons i c y l e s Peres Jesuites qui prennent un un grand soin d ' i n s t r u i r e l e monde: de sorte que tout y v a p a i s i b l e ment; on y v i t beaucoup dans l a crainte de Dieu, et i l ne se passe r i e n de scandaleux qu'on n'y apporte aussitost remede. La devotion est grande en tout l e Pays..." (25) Un peu plus l o i n , Boucher declare d'un a i r menapant: "...meme l e s mauvais garnemens sont obliges de mener une v i e honnete autrement i l n'y aurait pas de jeu pour eux: on s a i t aussi bien pendre (21) La Hontan. Les Voyages. Preface. 1705. (22) Boucher, P., H i s t o i r e V e r i t a b l e . Societe Royale du Canada,1897,p.119. (25) Ibid, p.I65.  - 56 en ce Paya-ci qu'ailleure... et on l ' a f a i t v o i r a quelques-uns qui n'ont pas este sages..." (24) On n'exagere point en disant que l e Canada franpais du temps de Boucher reaaemblait a. un couvent ou l e sentiment r e l i g i e u x dominait l e s moindres actions. V o i c i une description de Seraphin Marion qui confirme nos assertions. L'auteur de "Pierre Boucher" d i t dans son l i v r e * "Si l'on j e t t e un coup d ' o e l l rapide aur l'epoque ou ve*cut Pierre Boucher, on constate que l e XVIIe siecle canadien f u t un'age de f o i . Moment beni ou l'eveque, chef v e r i t a b l e de son peuple, l e protege contre l'ennemi pervers qui rode sans cease autour de sa proie et cherche, selon l a f o r t e expression du psalmi ate, a l a devorer. Heurea exceptionnelles ou une f o i c o l l e c t i v e aupplee aux i n f i r m i t e s de l a raison et comble l e s appetences du coeurl La nation maintient a l o r s a un niveau eleve sa aante morale, et comme temoignage des convict i o n s qui l'animent, e l l e e d i f i e des oeuvres immortelles a l a g l o i r e du Tres-Hauts e l l e b a t i t des cathe'dralea, organise dee expeditions generales contre 1'infidele ou prepare l e royaume de Dieu dans un monde nouveau. Ce f u t l e p r i v i l e g e de Pierre Boucher de v i v r e dans l a NouvelleFrance sous l a t u t e l l e d'un grand eveque qui sut maintenir une d i s c i p l i n e de f e r et imposer ses volontes a son peuple, malgre l e s recriminations d'autoritea jalouses de leurs prerogatives et susceptibles a l'egard de leur preeminence.".(25) Contre cette louange touchant Mgr de Laval, assez naive et pompeuse, ornee de toutes l e s f l e u r s de 1*eloquence, i l faut c i t e r quelques f a i t s historiques qui mettent en lumiere l e caractere orgueilleux de notre Eveque. "Avec Mgr de Laval, nous racontent p l u s i e u r s historiens, commencerent l e s c o n f l i t s entre l e pouvoir c i v i l et l e pouvoir ecclesiaatique. Le jeune eveque, en toute occasion, cherchait a affirmer ses prerogatives, meme contre l e gouverneur, qui n ' e t a i t pas d'humeur a se l a i s s e r f a i r e . I l a'elevait conatamment entre eux des querelles assez mesquinea. Qui l e a enfants devaient-ils saluer l e premier aux jours de fete, l e gouverneur ou l'eveque? Qui devait avoir l a preseance au diner annuel des Jesuites?"(26) (24) Boucher, P., H j s t o i r e Veritable, p.165. (25) Marion, S., Un Pionnier Canadien. Pierre Boucher. Quebec, 1927,p.  162-165. (26) Lemonnier, L., H j s t o i r e du Canada franpais. p.p.109,110.  - 57 On se demande ou etaient l a l'humilite et l a bonte* de Jesus-Christ, notre Seigneur? A l ' a r r i v e e du Baron de La Hontan au Canada en 1685,  nous avons Is  premier vraiment grand et unique a r t i s t e de l a l i t t e r a t u r e canadiennefranpaise, qui n'avait pas seulement e c r i t avec un a i r de genie, d'esprit et de s i n c e r i t y , devanpant a l a f o i s V o l t a i r e et Montesquieu, mais qui avait aussi influence l e s plus grandes f i g u r e s l i t t e r a i r e s du dix-huitieme s i e c l e * Montesquieu, V o l t a i r e , Rousseau, Diderot, Beaumarchais, Dumas, Daniel de Foe,  Swift et plus tard Chateaubriand...  Traduits en anglais, eh allemand, en hoilandais, en i t a l i e n , l e s "Voyages" et lee "Dialogues" de ce cousin de d'Artagnan furent connus et discute's avec i n t e r e t et enthousiasme en France aussi bien qu'a. 1' Stranger. De 1705  a. 1900,  i l y eut exactement cinquante et une impressions ou edi-  t i o n s de l'oeuvre de La Hontan (27),  et i l faut ajouter que peu d'ouvra-  ges publies au debut du XVIIIe s i e c l e ont connu une p a r e i l l e fortune'. "Un l i v r e , d i e a i t Stendhal, est un miroir qui se promene sur une grande route... Tantot i l r e f l e t e a vos yeux l'azur des cieux, tantot l a fange du bourbier de l a route..." Or, personne n'a misux d e c r i t , et avec autant d esprit ,1s. v i e , 1  1'atmosphere generale,  l e climat s o c i a l et r e l i g i e u x et l a population  du Canada franpais du dix-septieme s i e c l e , que justement La Hontan* son oeuvre correspond a merveille a l ' e s p r i t de 1'epoque. Nous ne pretendons pas que l e r e c i t de L  a  Hontan soit toujours f i d e l e a l a v e r i t e * souvent  ce sont p l u t o t des f a i t s vus a travers un temperament. Heanmoins c'est un excellent observateur et i l a l e s  qualites necessaires a. tout  bon  narrateur. Son l i v r e nous retrace l e s p o r t r a i t s de d i f f e r e n t s types eociaux* l e s soldats, l e s marchands, l e s pretres, les coureurs de bois, l e s indigenes, (27)  appartenant a toutes l e s classes et a toutes l e s professions  La Hontan, New Voyages to North America. I, I I , Chicago, 1 9 0 5 , l i v - x c i i i .  - 58 dans l a nouvelle colonie. La phrase de La Hontan est mordante, l i b r e , irrespectueuse, impertlnente,  pleine d e s p r i t et de charme, e l l e annonee 1  V o l t a i r e par sa verve, par son hypocrisie r a i l l e u s e et par ses  brusqueries.  Le t r a i t caracteristique chez La Hontan, c'est son honnetete i n t e l l e c t u e l l e . I I repete de temps en temps quelque h i s t o i r e choquante et incroyable, et i l ne se eoucie guere de l a v e r i t e et de 1'authenticite de ce " r e l a t e refero"; pourtant,  11 ne ment jamais a deesein!  "Le caractere d'authenticite, de vecu d'un p a r e i l ' l i v r e de route', d i t M.F. de Nion, est assez frappant pour attester sa a i n c e r i t e j i l faut joindre a c e l a l e temoignage indiscutable des documents contemp or ain a de cette epopee..." (28) M. J . Edmond Roy  lui-meme, malgre toute sa mauvaise humeur contre  l e Baron de La Hontan, est oblige dans son etude de rendre a plusieurs reprises hommage a. sa ve'racite'. (29) M. G i l b e r t Chinard partage l ' a v i a de bien d'autres etudiants de La Hontan. I l e c r i t dans 1'Introduction  des "Dialogues Curieux"»  "C'est pour charmer l e s l o i s i r s que l u i l a i s s a i t l ' h i v e r et aussi pour obeir au desir d'un 'vieux cagot de parent' que L Hontan commenca alors cette eerie de l e t t r e s dont i l devait r e c u e i l l i r vingt-cinq dans l e premier volume de sea 'Voyages'. I l est permie de c r o i r e qu'elles ont ete* quelque peu retouchees, enjolivees et augmentees au moment de l a publication, s i meme quelques-unee d'entre e l l e a n'ont pas ete fabriqueee de toutes pieces. Dans 1'ensemble, cependant, e l l e s donnent l impression de chosea vues et vecuee et encore aujourd'hui constituent des documents pre*cieux pour l ' h i s t o i r e des moeurs au Canada a l a f i n du XVIIe s i e c l e . Surtout, e l l e s nous peignent l'auteur lui-meme 'au naturel', avec toute sa vantardise, ses rancunes, sea coleres, son depit, sa lachete, son manque de sens moral, mais aussi son gout de l'observation, son amour des d e t a i l s pittoresques, et ce s t y l e f a m i l i e r , vivant, nerveux, ne reculant devant aucun mot, dont i l avait p r i s l e modele chez ses auteurs f a v o r i s , Petrone et 'son cher Lucien qui jamais ne voulut l e q u i t t e r ' . . . " (50) a  1  Mais ecoutons p l u t o t La Hontan lui-meme. On l u i reproche q u ' i l "se f l a t t e . . . d'e^crire comme s ' i l n'avoit n i P a t r i e n i Religion..." (51)  Ce  (28) L Hontan, Un Outre-Mer au XVIIe Siecle. Paris, L.Plon,1900, Preface. (29) Roy, J.E., L Baron de L Hontan, Memoires de l a Societe" Royale,XII, a  e  (50) (51)  a  La Hontan, Dialogues Curieux. Hopkins Press, 1951, Ibid, p.21.  pp.6-7.  - 59 n'est pas tout a f a i t exact: La Hontan e t a i t seulement un homme qui aimait l e l i b e r t e passionnement, qui simp 1ement ne pouvait pas v i v r e sous un joug s o i t p o l i t i q u e , soit theocratique.  I I savait t r e s bien que  son ouvrage avait suscite de vives coleres au Canada et en Prance - ou, malheureusement, "regnait" l a pieuse Maintenon, l'amie des Jesuites, et qu'on 1 ' a v a i t a v e r t i q u ' i l avait "tout l i e u de craindre l e ressentiment de plusieurs Ecclesiastiques qui pretendent que j'sy i n s u i t e Dieu en insultant leur conduits..*" (52) En 1685,  L  & Hontan fut oblige de passer l ' h i v e r en garnison a Mont-  real, ou, pour echapper a l a surveillance e t r o i t e que l e s r e l i g i e u x exercaient  sur leurs o u a i l l e s , l e Baron f i t de nombreuses p a r t i e s de  chasse avec lee Algonquins. Quand i l revint i l se s e n t i t de nouveau comme un esclave. Un incident eut l i e u a l o r s qui sans doute l'indispo.sa d e f i nitivement contre l e clerge*. Dans l e r e c i t suivant de La Hontan se r e f l e t e toute l a v i e d'un peuple sous l e controls ecclesiastique: " J ' a i passe en v i l l e l e reste de l a mauvaise saison, et j e l ' a i passe l e plus desagreablement du monde. Vous avez au moins en Europe l e s divertissements du Camaval, mais c'est i c i un careme perpetuel. Nous avons un bigot de cure dont l ' i n q u i s i t i o n est toute misanthrope. I I ne faut pas penser, sous son despotisms s p i r i t u e l , n i au jeu, n i a v o i r l e s dames, n i a aucune p a r t i e d'un honnete p l a i s i r . On nomme l e s gens par leur nom a l a predication, on defend sous peine d'excommunication l a lecture des romans aussi bien que l e s masques, l e jeu d'hombre et l e lansquenet. Tout est scandals et peche mortel chez ce bourru. Croirez-vous q u ' i l a refuse l a communion a des femmes du premier rang pour une simple fontange de couleur? Le p i s , c'est q u ' i l , a des espions partout, et quand on a l e melheur d'etre sur ses t a b l e t t e s , i l VOUB envoie publiquement du haut de sa chaire une sanglante censure; jugez s i un honnete homme peut s'accommoder a cela. N'y a - t - i l point de remede? direz-vous. Aucun. Le gouverneur n'oBerait s'en meler, l e s devote ont l e s bras trop longs, et, de plus, comme ces Messieurs de Saint-Sulpice, sont aussi nos seigneurs temporals, i l s prennent pied la-dessus pour nous tyranniser. Ne vous imaginez pas que ces pretres bornent leur autorite aux predications et aux mercuriales dans 1 ' E g l i s e ; i l s persecutent jusque dans l e domestique et dans l ' i n t e r i e u r des maisons. C'est trop peu pour leur zele d'excommunier l e s masques, i l s l e s poursuivent comme on poursuivait un (52)  La Hontan. Dialogues Curieux. p.51.  - 4o loup, et apres avoir arrache ce qui couvre l e visage, i l s vomiasent un torrent de b i l e contre ceux qui s' etaient d e g u i e e B . Ces argus ont toujours l e s yeux ouvertes sur l a conduite des femmee et des f i l l e s , l e s peres et l e s maris peuvent dormir en toute assurance, et a ' i l s avaient quelque chose a craindre, ce ne serait que de l a part de ces v i g i l a n t e s sentinelles. Pour "etre bien dans leurs papiers, i l faut communier tous l e s mois, et de peur que l e a catholiques au gros sac n'enfreignent l e precepts de se confesser au moins une f o i s l'annee, chacun est oblige de donner a Paques un b i l l e t de son confesseur... Mais de toutes l e s vexations de ces perturbateurs, je n'en trouve point de plus insupportables que l a guerre q u ' i l s font aux l i v r e s . I I n'y a que l e s volumes de devotion qui vont i c i f e t e levee> tous l e s autres sont defendua et condamnes au feu..." (55) Montreal et Quebec servirent de modele aux nombreuses communautes et paroisses qui ee fonderent tout l e long du fleuve Saint-Laurent: partout l e s pretres font l a guerre sans merci aux l i v r e s , brulant tous ceux qui ne t r a i t e n t pas de devotion, et prechant de jour en jour que. ce sont justement les l i v r e s qui sont l e plus grand ennemi de Dieu et de l a Sainte Religion. Ainai i l n'y a r i e n d'e'tonnant % ce que, durant l e s i e c l e qui s'est ecoul e de I765 a 1840  n'apparaisse au Canada franpais aucune oeuvre de merite.  Peu a peu, l h a b i t a n t canadien - ce colon franpais d'autrefois - a perdu 1  l e gout de l a l i t t e r a t u r e , dee beaux-arts,  des chansons d'amour, et nous  l e voyons plus intlreaae a v i v r e r e t i r e et debarrasse du frapas du monde, ayant une grande f a m i l l e , et a t r a v a i l l e r pour l e salut de son lame et c e l u i de sa femme et de ses enfants... Ce n'est n i une lethargie, n i une ignorance qui enveloppe l e peuple de ce vaate pays: c'est p l u t o t l a consequence d'une dictature theocratique; l a surveillance et l a domination constante et severe de toutes l e s oeuvres d'ar't et d'esprit. Mais retournons a L  a  Hontan qui attaque ceux qui y regnent en maltrea,  avec autant d'intolerance que de devouement... "Je ne puis songer a cette t i r a n n i e , sane pester contre l e zele i n d i s c r e t du Cure de cette V i l l e . Ce cruel entrant chez mon hote (55)  L  a  Hontan. Un Outre-Mer au XVIIe Siecle. PP.  105.  104.  105.  •  - Al et trouvant des l i v r e s sur ma table, se j e t t a a corps perdu sur l e Roman d'aventures de 'Petrone' que j'estimois plus que ma v i e , parce q u ' i l n'etoit pas inutile*. I l en arracha presque tous l e s f e u i l l e t s avec s i peu de raison, que s i mon note ne m'eut retenu lorsque je v i s ce malbeureux debris, j'eusse alors accouru chez ce turbulent Pasteur pour arracher aussi tous l e s p o i l s de sa barbe. I l s ne se contentent pas d'etudier l e s actions des gens, i l s veulent encore f o u i l l e r dans leurs pensees..." (34) Pour prouver que l e s ecclesiastiques et, en p a r t i c u l i e r , les Peres Jesuites, etaient alors l e s "veritables seigneurs du Canada" (35), on peut c i t e r aussi plusieurs documents o f f i c i e l s * l e s l e t t r e s du Gouverneur Frontenac adressees a Colberts "Ma revocation, e e r i t - i l , avait rendu mes adversaires maltres des conseils et de l a conduits du gouvernement; e l l e a ete suivie de toutes les disgraces dont oette malheureuse colonie a ete accablee. J'espsre q u ' i l ne sera r i e n f a i t de ce que demande l a cabala qui s'agite contre moi..." (56) Et plus l o i n , Frontenac d i t * "Le mal vient surtout des exces de zele de quelques pretrest l e cure de Montreal est un Franc-Comptois qui voudrait e t a b l i r une I n q u i s i t i o n p i r e que c e l l e d'Espagne, et nombre de ses collegues agissent comme l u i ; l e s ecclesiastiques commencent a t r a i t o r d'impiee ceux qui sont obliges de r e s i s t o r a leurs passions et a leurs i n t e r e t s . . . " (37) Cans ces conditions, i l e t a i t impossible d'avoir au Canada un Reutebeuf ou un Francois V i l l o n , ce vagabond de genie, dont l'oeuvre est l e point culminant de l a poeeie medievale et en memo temps l e point de depart de l a poesie moderne... Non, parce q u ' i l s y seraient persecutes et chasses, sinon pendus, comme des v i l a i n e , des voleurs de grand chemin. I l e t a i t impossible d'y avoir aussi un Marot, un Ronsard, un Rabelais ou un Montaigne, ces e s p r i t s f o r t s , ces " l i b e r t i n s " , ces "empoieonneurs d'ames". On n'y a pas l a permission  d'agir, de creer, meme de penser comme on l e  veut. Le clerge* de 1' epoque v e i l l e sur see o u a i l l e s avec un soin jaloux et intransigeant, et, en e f f e t , maintient l'ordre et l a d i s c i p l i n e . (54) L Hontan. Voyages. I., p.60. 1703. (55) Salone, E., La Colonisation de l a Nouvelle-France. p.l05« (56) Frontenac a Colbert. Correspondence generale. vol.l5;20 oct.1691. (57) Ibid. Lettres 20 oct.1691. a  - 42 Mais cette d i s c i p l i n e de f e r qui pese sur l e pays, cette autorite dure, cette haine contre l e s l i v r e s et les beaux-arts, cette r e l i g i o n austere et f r o i d e , ressemblent plus a un dogme protestant,  calviniste,  p u r i t a i n ou janseniste, qu'a l a v r a i e r e l i g i o n catholique. Leur Dieu semble 'etre Oelui qui a d i t t "Je suis f o r t et jaloux!" et non pas Oelui qui a d i t doucement a. une femme egareet "Je ne t e condemne pas non plus; va, et ne peche plus..." (38) La l u t t e entre 1"expression l i b r e de l a pensSe et l a censure e t r o i te des ecclesiastiques, entre l e l i b e r a l i s m s et l e c l e r i c a l i s m s , touche peu a peu a sa f i n , tout comme l e regne independent et assez l i b r e de l a Nouvelle-France... Sans r e l a t i o n s , sans influences, sans un vent l i b r e venu de l a Mere Patrie, l ' e s p r i t gaulois, et surtout l e genie l i t t e r a i r e franpais sont en danger d'etre aneantis au Canada franpais. Le poete, l a r t i s t e n'y peut pas ignorer son milieu, 1' etat d'es1  p r i t general, c e l u i des i n s t i t u t i o n s r e l i g i e u s e s , p o l i t i q u e s et j u r i diques. I l s a i t q u ' i l doit'etre l i b r e , entierement l i b r e s ' i l veut creer des chefs-d'oeuvre. I l a besoin de cette l i b e r t e prScieuse pour exprimer ses idees, pour peindre l a v i e d'apres nature, pour suivre son temperament personnel,  son talent, son genie, les idees, lee aspirations et l e s  sentiments de son epoque... I l a aussi besoin d'un grand public enthousiaste  et qui f a i t de  l a c r i t i q u e pour l'encourager, 1'aider. En un mot, 1 ' a r t i s t e doit'etre en harmonie avec son m i l i e u social, car autrement son genie createur est ecrase, broye, foule aux pied des puissants, tue brutalement par une societe' ignorante  et par un groupe de gens qui croient comme M. d'Au-  t e u i l , l'ami de Mgr de S a i n t - V a l l i e r , que " s ' i l y a l i e u au monde, ou (39) l'on doive v e i l l e r a ce que l'lmpiSte soit bannie, ce doit "etre au Canada." (58) (39)  Jean. VIII, 11. Gosselin, A., L'Eglise du Canada. t . I . . p.115*  - 45 II. ORIGINES SPIRITUELLES DP PANADA FRANPAIS  A f i n de mleux comprendre l e c a r a c t e r e , llte,  l e temperament,  l a d e v o t i o n r e l i g i e u s e , 1 attachement a l a t e r r e , 1  i n t e l l e c t u e l l e s , bref,  l a menta-  les  facultes  t o u t e l a n a t u r e du C a n a d i a n f r a n p a i s de nos  j o u r s , i l e a t ne'e ess a i r e d ' e ' t u d i e r  et d'analyser  avant t o u t  sa maniere  de v i v r e e t de peneer au temp a passe*, quand - p l u s ou moins independent il  r e g a r d a i t avec a p p r e h e n s i o n , t o u j o u r s p l u s g r a n d e , l e s  de g u e r r e de ses v o i s i n a , l e s A n g l a i s , q u i a ' I f f o r e a i e n t  -  preparations de  a'emparer  de son pays n a t a l . I I e s t n e c e s s a i r e a u s s i d ' e n t r e r dans l e s p r i t de l ' a t m o s p h e r e 1  du c l i m a t s o c i a l dans l e q u e l v i v a i t l e s i m p l e h a b i t a n t pour  et  comprendre  comment une p e t i t e c o l o n i e d ' e n v i r o n s o i x a n t e m i l l e C a n a d i a n s , pour l a p i u p a r t des Normands, des A n g e v i n s , des B r e t o n s , des n a t i f s de P o i t o u e t d ' H e - d e - F r a n c e , p o u v a i e n t r e s i s t e r aux a t t a q u e s c o n t i n u e l l e s de b i e n des c o l o n i e s u n i e s , p r o e p e r e s et p r o g r e s s i v e s , l i o n d'habitants;  comptant p l u s d ' u n m i l -  comment ces s o i x a n t e m i l l e Canadians s u r v e c u r e n t ,  a v o i r ate* a s s u j e t t i s  f i n a l e m e n t p a r un ennemi p l u s f o r t ,  diffe*rente e t q u i p a r l a i t une langue d i f f e r e n t e ;  apres  d'une r e l i g i o n  comment l e s Canadians  f r a n p a i s n ' o n t pas aeulement conserve l e u r l a n g u e , l e u r s moeurs e t l e u r r e l i g i o n , mais sont devenus a u s s i - avec l e u r i d e e m e a s l a n i q u e - un e l e ment i m p o r t a n t ,  s i n o n r e v o l u t i o n n a i r e , du Nouveau Monde!  E t quand on apprend p a r s u r c r o i t que de ces quelque s o i x a n t e m i l l e hommea et femmes Canadians f r a n p a i s i l se c r e a une n a t i o n de p l u s de q u a t r e m i l l i o n s d ' h a b i t a n t s dans un c o u r t espace de temp a - moins de deux s i e c l e s - , on c r o i t a une m e r v e i l l e . C ' e s t a peu p r e s ce que nous  - 44 sentons, et nous eroyons que nous n'exagerons pas en parlant de temps en temps du "Miracle des Soixante M i l l e " . . . Oar i l y avait l a quelque chose qui t e n a i t du prodige, que l'on considere ce f a i t du point de vue religieux, comme l'Abbe Groulx, ou du point de vue purement b i o l o gique. Cependant, qu'eat-elle devenue l a l i t t e r a t u r e nationale et o r i g i n a l e eanadienne-franpaise?  Que pense-t-on de son niveau i n t e l l e c t u e l , de  ses forces creatrices, de son genie? En reponse a cette question i l faut c i t e r l e c r i t i q u e canadien-franpais, Henri d A r i e s lui-meme, qui 1  dit: "A l a f i n d'un 'Memoire' present! au premier Congree de l a Langue franpaise au Canada, i l y a ces mots, que j e c i t e de souvenir: ' i l n'y a pas de nation au monde qui t r a i t e ses ecrivains avec un plus profond mepris.' C'est de nous, helas'. q u ' i l est question. Et l a formula, s i f o r t e qu'elle s o i t , n'est que 1'expression de l a r e a l i te. Or, cela suppose un etat d'ame vraiment extraordinaire, et peutetre unique dans l ' h i s t o i r e . Hamlet d i s a i t : ' I l y a quelque chose de p o u r r i dans l e royaume de Benemark.' Nous pouvons bien nous eerier, en face de l a condition qui est f a i t e a nos ouvriers de l a pensee: 'II y a quelque chose d'anormal chez nous, dans notre temperament, notre culture...' ( l ) M. d A r i e s avoue q u ' i l y a "quelque chose d'anormal" dans l a l i t 1  terature eanadienne-franpaise, pourtant, n i l u i , n i aucun autre c r i tique l i t t e r a i r e canadien-franpais ne donnent une reponse nette et prec i s e a l a question suivante: pourquoi l a l i t t e r a t u r e du Canada franpais e t a i t - e l l e s i tardive, pourquoi p e r s i s t e - t - e l l e s i obstinement au niveau d'une "honorable mediocrite"? Ou chercher l e s raisons pour cela? M. d A r i e s donhe a. l ' e c r i v a i n canadien-franpais quel que s conseila, 1  mais i l ne l e l i b e r e point. Par consequent, 1'artiste reste toujours aux f e r s . I I peut "captor l a semence divine et l a feconder..." (2), mais en aucune fapon peindre l e s choseecomme e l l e s sont en r e a l i t e - l e Bien (1) Aries, H.de, Np HjstorienB. Montreal, 1921, Preface, p.9» (2) Ibid, p.10. a  - 45 et l e Mai, l e Beau et l e Laid, l'Ange et l a Bete. Toujours nous ne voyons qu'un cote* de l image de l a v i e et de l a condition humaine dans 1  ses oeuvres• seulement blanc, blanc, pur, impeccable et... p l a t . Au commencement du dix-huitieme  s i e c l e , l e s reprSsentants des t r o i s  majeure groupes de l a v i e sociale du Canada - 1*habitant,  l e seigneur  et l e pretre - avaient vecu ensemble, cote a cote, envisageant  l e s memes  dures conditions, souvent dangereuses, de l a premiere v i e pionniere. La rigueur du climat, l a grande solitude, l a l u t t e constante avec 1*impassible nature, et l a menace toujours presente des Indiens,  avaient  cree chez eux un sentiment de dependence mutuelle qui n a v a i t pas e x i s t s 1  en France. En e f f e t , l a jeune colonie royale n a v a i t jamais souffert d'un 1  r i g i d e systeme de castes, car l e s conditions de l a f r o n t i e r e elles-memes, auraient f a i t cela impossible. La possession de l a propriete seigneurial e n'eleva pas l e feudataire automatiquement au rang de l a noblesse comme c e l a requerait un consentement special du r o i . En outre, i l e t a i t possible qu'un habitant devint Beigneur, ou vice-versa, et plusieurs membres de l a classe o f f i c i e l l e dans l a Nouvelle-France etaient des hommes qui etaient s o r t i s des range. L'habitant ne se eentait jamais dans une p o s i t i o n sociale particulierement humil i a n t e , tandis que plusieurs seigneurs, d'autre part, etaient obliges, bon gre, mal gre, de s'occuper de commerce ou de f a i r e des travaux manuels aux champs et dans l e s f o r e t a . L habitant menait une v i e pieuse, frugale, et t r a n q u i l l e - en temps 1  de paix avec l e s Iroquois, bien .entendu - sans luxe, mais aussi sans grandee privations, se souciant peu de l'avenir. A d i r e v r a i , i l e t a i t dana une meilleure p o s i t i o n que l e paysan en France,  et, en beaucoup de  cas, i l v i v a i t plus commodement que " l a noblesse p r o v i n c i a l e " , parmi l e s  -} 6  rangs de laquelle on pourrait rencontrer un vieux gentilhomme appauvri dont l a f a m i l l e remontait aux oroiaades,  lequel avait 1'habitude de d i r e  a aon f i l e * Chevalier, as-tu donne a manger au cochon? Le Baron de La Hontan qui avait demeure au Canada dix ana, nous donne dans une de ses premieres l e t t r e s apres son arrivee, une excellent e d e s c r i p t i o n de l a v i e de 1'habitant canadien. I l e c r i t * Lea paysans y sont f o r t a leur aise, et j e souhaiterais une aussi bonne cuisine a toute notre noblesse delabree de France. Que d i s je* pay sane', amende honorable a ces messieurs. Ce nom-la, p r i s dans l a s i g n i f i c a t i o n ordinaire, mettrait nos Canadians aux champs. Un Espagnol, s i on l ' a p p e l a i t v i l l a g e o i s , ne f r o n c e r a i t paa plus l e s o u r c i l , ne r e v e l e r a i t pas plus fierement l a moustache. Ces gens-ci n'ont pas tout l e t o r t , apres tout, i l s ne payent n i ael, n i t a i l l e ; i l s chassent et pechent librement; en un mot, i l s sont riches... (5) Les conditions de l a v i e pionniere a l a f r o n t i e r e meme, des  ressour-  ces f o r t l i m i t e e que l e s colonisateura et lea defricheurs generalement possedaient, developpaient  un peuple capable de trouver  satisfaction  aux j o i e s simples de l a nature. L"habitant aimait son sol paaaionnement, l e s o l f e r t i l e qui l u i donnait l e pain quotidien, et cet attachement a l a terre arrachee de l a f o r e t et c u l t i v e e par l e labeur de aes mains, eat devenu un des t r a i t s caracteristiques du peuple canadien. Naturellenient, i l n'avait aucune raison de se plaindre, i l y avait beaucoup de t e r r e pour tout l e monde. La Hontan e c r i t que meme " l e s plus pauvres ont quatre arpents de t e r r e , et trente ou quarante de profondeur..."(4) En ce premier temps de l a colonie royale, encore franpaise et assez l i b r e , 1'habitant joyeux et p l e i n de v i e , n'avait pas trop de caaaetete pour trouver 1'amusement a sa guise, particulierement en saison d'hiver. D'octobre a mai,  l a s o c i a b i l i t e une f o i s en t r a i n , i l y avait  beaucoup de danses, on donnait des soirees, on f a i s a i t des v i s i t e s , e t tout cela. malgre l e controle croissant de l ' E g l i s e . (5) L Hontan. Un Outre-Mer ou XVIIe Siecle. p.l4. (4) La Hontan, Voyages au Canada, p.15. ' a  - hi Cependant, comme l e temps s'ecoulait et toujours de nouvelles parol sees s'etablissaient, l a place que l E g l i s e occupait dans l a v i e 1  de l'habitant cansdien-francais,  devint supreme. Les pouvoirs et l ' i n -  fluence du cure etaient d'un caractere plus que s p i r i t u e l , i l devint bient'ot le v r a i guide de ses o u a i l l e s . Mme Blanche Lamontagne-Beauregard, l a poetesse de "l'habitant , a bien depeint 1 ' E g l i s e canadienne-franpaise, 11  l e symbols d'une nation qui est restee profondement catholique les  sous tous  rapportsJ "L'eglise, c'eet l e coeur des paroisses rustiquss; C'est leur ame qui vibre, en sa cloche d ' a i r a i n . L'eglise est l e temoin dee ages heroiques Qu'ont ve"cu nos aieux, dans leur labeur serein."(5) En tete de l a societe de l a Nouvelle-France etaient l e s membres de  l a classe o f f i c i e l l e , lesquels avaient leur residence a. Quebec, capitale de l a colonie au milieu de l a contree sauvage. La cour provinciale du Chateau de Saint Louis, - miniature de l a cour de V e r s a i l l e s , - pouvait se venter d ' e t r e l e rendez-vous d'une societe r a f f i n e e et cultivee que l'on ne pouvait trouver l i e u sur l e continent  en aucun autre  americain. C'est l a que s'assemblaient l e gouver-  neur, l e s fonctionnaires,  l e s marchands, l e s o f f i c i e r s , l e s avocats et  plusieurs riches proprietairee t e r r i e n s , jouissant du p l a i s i r de l a s o c i a b i l i t e et concourant l'un avec 1'autre pour l a favour de b e l l e s dames b r i l l a n t e s . Les soire'es d'hiver etaient particulierement Que*bec, avec une ronde de danses., de banquets, p a r f o i s de  gaies a  representations  dramatiques - l e s p l a i s i r s de l a v i e auxquels quelques-une des ecclesiastiques prenaient part, tandis que l e s autres l e s condamnaient sever ement. M. J . Leger nous donne une description v r a i s de l a v i e de l a no(5) Lamontagne-Beauregard, Par nos Rives et nos Champs, L'Eglise, Montr e a l , L Devoir, 1917. e  - 48 blesse et de ses amusements i n t e l l e c t u e l s * "Ainsi, p e t i t a p e t i t , un nouveau groupement humain s'organise, caique sur l'ancien. Une societe n a i t l a ou i l n'y avait que barbarie. On a meme pu e c r i r e qu'une societe t r e s r a f f i n e e se rencontrait dans l e e salons de Quebec quelques annees avant l a conquete. Tous ces seigneurs qui s'etaient exile's de l a cour l a plus b r i l l a n t e de 1'Europe n'y avaient pas l a i s s e leur quel i t e" d'homme d'esprit. On s a i t qu'avant 1700 on jouait dans l e s salons de l a 'Divine' Madame de Frontenac les pieces de Racine et de Moliere..." (6) I I va de soi que l a nouvelle bourgeoisie eanadienne-franpaise, l e s citoyens, l e s p r o p r i e t a i r e s fonciers et quelques seigneurs, copiaient de l a cour p r o v i n c i a l e 1'etiquette et toute l a maniere de v i v r e , meme s ' i l s avaient a l u t t e r dur pour leur l i b e r t e peraonnelle avec l e Clerge. De temps a 1'autre, cependant, quand l e pouvoir de l ' E g l i s e diminua un peu, a cause de 1'intervention du r o i , 1'atmosphere lourde et morose des deux v i l l e s p r i n c i p a l e a de l a colonie royale - de Montreal et de  Quebec - changea considerablement. A Quebec, c a p i t a l e de l a colonie, et moins a Montreal, on peut trouver l e s seuls exemples de l a legerte feminine au Canada franpais qui peuvent 'etre compares de quelque fapon aux types feminines, celebres et b r i l l a n t e s , de l a v i e i l l e France du dix-septieme  et du dix-neuvieme  s i e c l e s . A Quebec, l a gaiete e*tait a l a hauteur des dernierea annees du regime franpais, quand l a s i t u a t i o n de l ' E g l i s e n'etait pas trop favorable. Pendant l e temps du retour de Gouverneur Frontenac  au Canada,  l e peuple devint plus assure et audacieux dans ea. conduits, et tout l e monde r e s p i r a i t librement. Pierre Kalm, n a t u r a l i s t e suedois qui avait v i s i t e Montreal, T r o i s Rivieres et Quebec en l'an 1749, avait trouve l e s femmes du Canada franpais j o l i e s , bien elevees, vertueuses, d'un a i r innocent et natural. (6) Leger, J . , Le Canada franpais et son Expression l i t t e r a i r e , p.42.  - 49 II e c r i t . " E l l e s sont bien elevees et vertueuses et ont un l a i s e e r - a l l e r qui oharme par son innocence meme et previent en leur favour. E l l e s s'habillent beaucoup l e dimanche, mais l e s autres jours e l l e s s'occupent assez peu de leur t o i l e t t e , eauf leur c o i f f u r e . "  (7)  II a pu v o i r q u e l l e s s'interessaient vivement aux bale et aux 1  reunions de l a societe*. Plus tard, son opinion a l'egard des femmes canadiennes-franpaises  et surtout c e l l e s de Quebec, devint tout a f a i t  different, probablement parce que l'on se moquait de son franpais. leur reproche "d avoir trop bonne opinion d elles-memes.••" (8) !  1  H  et a-  joute que leurs manieres l u i paraissent "quelque peu trop l i b r e s . " ( 9 ) Mais ce sur quoi on l e s a principalement blamees, c e t a i t leur coquet1  t e r i e , leur amour de l a t o i l e t t e et leur desir de p l a i r e . Les ecclesiastiques voyaient en cela un t r a i t caracteristique "trop franpais"! Le rapport du Baron de La Hontan au sujet du beau sexe de l a Colonie royale du temps de Frontenac a son p l e i n pouvoir, n'est pas trop f l a t t e u r . Les masses etaient de nouveau un peu plus l i b r e s du controls de 1'Eglise,  d'autant plus q u e l l e s savaient que Mgr 1  S a i n t - V l l i e r , qui a  avait e c r i t au r o i accusant Frontenac et ses amis de " l i b e r t i n a g e " , n a v a i t pas reussi, car " l e r o i condamna ces querelles r i d i c u l e s et en1  gagea ses sujets a v i v r e en paix, en p a r t i c u l i e r s ' i l s etaient haut places..."  (10)  Naturellement, l e s citoyens qui avaient longtemps ete opprimes, voulaient t i r e r tout l e p r o f i t possible de cette l i b e r t e ephemere. Adario, l e sauvage, c r i t i q u a n t l a societe de ce temps, se p l a i n t a l'auteur La Hontan dans ses "Dialogues Gurieux" qu'au reste, -  (7)  "...nos F j l l e s sont plus modestes que l e s votres; car on ne v o i t Kalm, P'i Voyages en Amerique, Memoires de l a Societe Historique  de Montreal, p.42,45. (8) Ibid, p.216. (9) Ibid, p.216. (10) Lemonnier. Hjetoire du Panada francais. p.209.  - 50 en e l l e s r i e n de nud que l e gras de l a jambe, au l i e u que l e s votres montrent l e sein tellement. a decouvert que nos jeunes gene..." sont vertigineux... " l o r s q u ' i l s trafiquent leurs Castors aux b e l l e s Marchandes qui sont dans vos V i l l a s . . . Ne ®:eroit-ce pas l a , mon Frere, un abus a reformer par mi l e s Francais?" ( l l ) Le Clerge de son cote n'omit r i e n pour"restituer l e s bonnes moeurs", en declarant l a guerre "aux nuditea de gorge"; l e s femmes, cependant, se montrerent beaucoup plus obstinees que l e s hommes. A i n s i , par exemple, Mgr de Laval fulmine, en 1682,  contre l e s femmes, parce q u e l l e s font 1  v o i r "des nudites scandaleuses de bras, d'epaules et de gorges..."(12) Mgr S a i n t - V a l l i e r e c r i t * "Comme l e luxe et l a vanite dee habits dans l e s f i l l e s et femmes est l'un des principaux desordres qui se remarquent i c i depuis longtemps..."(15) Et, environ deux siecles plus tard, en  1914,  l e cardinal Begin s'eleve contre toutes ces femmes qui viennent a l ' e (l4)  g l i s e "bras nus, dans un decolletage ehonte..."  Les fameux coureurs de bois, eux aussi, donnaient du f i l a retordre aux Peres Jesuites. II y avait certains habitants, particulierement de jeunes gene, qui ne se p l a i s a i e n t plus a. la. campagne, au v i l l a g e . La v i e monotone, de jour en jour, d'annee en annee, l e manque de l i b e r t e , l e defrichement de l a t e r r e a la. sueur de leurs fronts, tout cela leur paraissait intolerable. Les p r o f i t s de l a p e l l e t r i e etaient s i seduisants et l'appel de l a f o r e t s i persistant que beaucoup d'entre eux preferaient l a v i e l i b r e , romantique et aventureuse de coureur de bois a l e x i s t e n c e ennuyeuse et 1  dure du paysan attache au s o l . Rien ne put l e s arreter, ces vagabonds, ces casse-cous de grandes forets, n i l e s affiches, n i l e mariage, n i l e s menaces, n i l e s amendea d'un gouvernement absolu... Talon e c r i v a i t q u ' i l y avait "une classe de (11) (12) (15) (14)  L Hontan. Dialogues Curieux. p.225,226. Mandements des eveques de Quebec. t . I . p.107* Ibid, p.172. Ibid. t.XI.,p.67. a  - 51 r e s i s t a n t s * volontairea et coureurs de bois, qui partaient chaque annee, pour l a t r a i t e des fourrures dans l'Ouest immense, hors de toute d i s c i p l i n e . . . " (15) Ceux-la. ne se souciaient n i du l i e n conjugal, n i du present du r o i , aimant mi eux l a v i e d'aventure, ou l'.Indienne, f l a t tee de l'amour du blanc et " l i b r e de son corps" (16), ne se r e f u s a i t guere aux l i a i s o n s de passage. Cheque annee des centaines de jeunea gens desertaient l a terre, l e v i l l a g e et souvent leurs families pour p a r t i c i p e r aux p r o f i t s d'une p e l l e t e r i e i l l i c i t e . Finalement, contre ces r e f r a c t a i r e s , Talon f a i t adopter, en 1670, par l e Oonseil Souverain un arret enjoignant "a tous Oompagnons Volontairea e t autres personnes qui sont en 'age d'entrer dans l e mariege de se marier quinze jours apres l ' a r r i v e e des navires qui apportent l e a f i l l e s  soua peine d'eatre prives de l a l i b e r t e  de toute sorte de chasse, et peche et t r a i t e avec l e s sauvages.••" (17) Le resultat de cette "Ordormance", cependant, te\  En 1680,  f u t d'une p a r f a i t e n u l l i -  un an plus tard, nous avons des rapports suivant leaquels  i l n'y avait guere de f a m i l i e s dans l a Nouvelle-France, dont l e a f i l e , peres, freres, oncles et neveux ne se trouvaaeent pas par mi ces coureurs de bois. Libres des contraintes d'une societe' organised, i l s devinrent "des sauvages" eux-memes; et chaque f o i s q u ' i l s v i s i t a i e n t Montreal et Quebec, leur conduite e t a i t au-dessous de toute description. V o i c i , encore une f o i s que La Hontan nous donne une image achevee et r e a l i s t s de ces hommes temeVaires: "Vous seriez surpris de v o i r l e s debauches, l e s f e s t i n s , l e s jeux et l e s defenses que ces Coureurs de bois font tant en h a b i t s qu'en femmes, des q u ' i l s sont a r r i v e s . . . Ceux qui sont merle's sont ordinairement plus'sages: i l s vont se delasser chez eux et i l y portent leura p r o f i t s ; mais pour l e s garcons, i l s se plongent dans l a volupte juequ'au cou. La bonne chere, l e s femmes, l e jeu, l a boisson, tout y va..." (18) (15) (16) (17) (18)  Memoires de Talon a. Colbert. Can.arch.V.IV.p.155.Ottawa.2.nov.1671 La Hontan, Dialogues Curieux. p.52. Ordonnancea. Comm.dea Gouverneurs et Intendanta de l a N.F.p.104. La Hontan, Un Outre-Mer. IV, 42.  -  Naturellement,  52  -  lee coureurs de bois etaient obliges de se cacher  pendant leur sejour dans l a c i t e , toutefois, i l s y avaient bien des prot e c t eurs, des amis et des complices. lee  Le peuple, et surtout des femmes,  aimaient parce q u ' i l s apportaient toujours un souffle f r a i s ,  libre  dans l a v i e monotone de l a v i l l e . Les coureurs de bois, en effet, constituaient un grand prob1erne pour l e s a u t o r i t l a du regime absolu de l a France. Malheureuaement, l a colonie o f f r a i t peu de p o s s i b i l i t e s de c a r r i e r e s pour beaucoup de jeunes gens, ambitieux et energiques, les  qui connaissaient bien l a v i e sauvage et  Indiena. Talon et ses successeurs, l e Conseil Souverain de Quebec et  l e Clerge, avec leur aysteme paternel et leurs pretentions a l a d i s c i p l i ne et a l'obeissance, avaient ete* detestes par l e s coureure de bois qui, par contre, aimaient passionnement l a liberte', l'independence, l e danger, l'aventure, l e charme de l a contree sauvage. C'e'tait just ement ce paradia des immensea forets, des r i v i e r e s s o l i t a i r e s et deB m i l l i e r s de lacs, grands et p e t i t e , ou on se sentait entierement l i b r e , qui l e s a t t i r a i e n t plus que toutes l e s vagues promesses de l a societe. D ' a i l l e u r s , cette societe' s'etait montree souvent intolerante envers eux. i l s l a q u i t terent sans regret et sans remords. La colonie avait perdu de cette  man-  i e r e beaucoup de ses meilleurs f i l e , et l ' E g l i s e bien des croyanta. Et l'Amerique triomphait! M.E.  Salone nous donne une d e s c r i p t i o n qui touche l e but au sujet  dee r e l a t i o n s entre l e s coureurs de bois et l e s Indiena* "Les indigenes a c c u e i l l e n t v o l o n t i e r a ces hommes qui leur en imposent par leur hardiesse et leur vigueur, qui parlent f a cilement leurs langues et, ce qui s u f f i r a i t a leur assurer une cordiale reception, apportent l'eau-de-vie. Meilleur a c c u e i l encore de l a part des sauvagesses. Ces f i l l e s rouges qui, meme quand e l l e s ont passe par l a d i s c i p l i n e persuasive des Ursul i n e s , font f i d'un laboureur ou d'un artisan, se dependent mal contre ces hardis compagnons qui, en adoptant l a v i e nomade, se  - 55 rapprochent d e l l e s . Et l e melange des races s'opere. Mais non t e l que l ' a reve Champlain. Ce n'est pas 1'Europe qui, dans cette a l l i a n c e , c i v i l i s e l'Amerique, c'est l'Amerique qui se venge de 1'invasion en ramenant 1 envahisseur a l a barbarie..." (19) 1  1  Si l'on j e t t e un coup d ' o e i l rapide sur l a population canadiennefranpaise de nos jours, n' examinant point sa mentalite, son caractere national, son temperament, on c r o i t que c'est une race tout a f a i t differente de l a race franpaise. I I est v r a i que, malgre l a d i v e r s i t e des professions, l e degre de culture i n t e l l e c t u e l l e , l a plus ou moins grande richesse des individus, on constate chez tous l e s Canadians franpais l e s memes sentiments, l e s memes aptitudes, l e s memes qualites et l e s memes moeurs, pourtant, on ne constate c e l a qu'a premiere vue. Mais s i nous analysons soigneusement l e caractere du Canadian franpais, noue arrivons a une autre conclusion. (20) Le Canadian franpais tout au fond n'est qu'un Franpais. Bien entendu, i l n'est pas Franpais du vingtieme s i e c l e , pourtant,  i l peut  toujours reclamer l a France pour sa Mere p a t r i e . Comme son f r e r e d'outremer,  l e Canadian, l u i aussi, est tree humain, avec de bonnes et mauvai-  ses qualites, i l possede un certain humour sombre, l'heritage du nord, a i n s i qu'une v i v a c i t e l a t i n e , une i r r e s i s t i b l e gaiete et un amour profond des chansons. Les Canadians sont des i d e a l i s t e s ou des r e a l i s t e s , mais tree rarement des material!stes; i l s preferent l e s p l a i s i r s  spiri-  t u e l s d'une longue, sinon permanente duree, aux p l a i s i r s vains et ephemeres. Cela ne veut pas dire q u ' i l s soient depourvus de l a j o i e de v i v r e . Pour plusieurs d'entre eux l e temps n'est pas de l'argent, i l est l e l o i s i r . l i s sont tree conservateurs  et p a s s i f s , mais, i l y en a.  (19) Salone. E., La Colonisation de l a Nouvelle-France. p.2j55. (20) M.Hanotaux a d i t qu'on trouve au Canada franpais "une ame locale franpaise tout a l a f o i s . " Grarneau* H i s t o i r e du Canada (5e ed.)p.IX. Et M. J.Leger f a i t remarquer* "Les Canadiens-franpais ressemblent plus aux Franpais que furent leurs aieux qu'aux Franpais actuals." Le Canada franpais et son Expression l i t t e r a i r e . Paris, 1958.p.10.  - 54 q u e l q u e s - u n s q u i sont a c t i f s , meme r e v o l u t i o n n a i r e e . V o i l a p o u r q u o i ces deux t r a i t s  c a r a c t e r i s t i q u e s de l e u r n a t u r e l u t t e n t  suprematie. A present,  souvent pour l a  c ' e s t encore l a P a s s i v e t e q u i a l e d e s s u s ,  que pas a u t a n t q u ' a u d i x - h u i t i e m e et au d i x - n e u v i e m e s i e c l e s . t o u t ce temps,  quoi-  Pendant  l e C a n a d i e n - f r a n p a i s n ' a pas pu montrer franchement  v r a i c a r a c t e r e humain, s a d i s p o s i t i o n n a t u r e l l e ,  son  aes p a s s i o n s , n i  mer s a v o l o n t e l i b r e comme du temps de F r o n t e n a c . On l u i a v a i t  expri-  appris  a a v o i r h o n t e de son M o i , e t i l n ' y a v a i t guere de l i e u x ou i l p u t s'echapper  pour r e c o n q u e r i r l a l i b e r t e e t l ' i n d e p e n d e n c e .  c o u r e u r s de b o i s et de l i b e r t e sauvage I t a i e n t  Les j o u r s des  passes.  Hit l a f o r c e q u i l e subjugea s i durablement f u t l ' E g l i a e du Canada f r a n p a i s ,  une des p u i s s a n t e s  catholique  e t i n f l u e n t e s i n s t i t u t i o n s de l a  C o l o n i e r o y a l e . L e t u d e e t 1'analyse exacte de son o r g a n i s a t i o n , 1  chefs,  e t son c l e r g e ,  ses  sont d ' u n e i m p o r t a n c e e s s e n t i e l l e pour t o u t homme  q u i cherche l a reponse a l a q u e s t i o n - p o u r q u o i l a l i t t e r a t u r e n ' e a t - e l l e qu'une l i t t e r a t u r e  l o c a l e , p o u r q u o i aes oeuvres  canadienne  manquent-elles-  presque completement du sentiment de l ' a m o u r ? L ' E g l i s e c a t h o l i q u e canadienne e t en p a r t i c u l i e r l ' O r d r e de l a S o c i e t e de J e s u s e t a i e n t ,  sans n u l d o u t e ,  l a f o r c e dominante dans l a  p e r i o d e l a p l u s f o r m a t r i c e de l ' h i s t o i r e de l a N o u v e l l e - F r a n c e . C e t t e d o m i n a t i o n t e m p o r a l l e et s p i r i t u e l l e , l e systeme d ' i n s t r u c t i o n sous l ' e g i d e des e c c l e s i a s t i q u e s a i n a i que l ' a t m o s p h e r e t o u t e c a t h o l i q u e de l a m i s s i o n sur l e s b o r d s du S a i n t - L a u r e n t ; o n t l a i s s e l e u r  empreinte  dans 1 ' e s p r i t du C a n a d i e n - f r a n p a i s , . d a n s l a v i e e o c i a l e , economique, politique, raire.  e t i n t e l l e c t u e l l e , mais s u r t o u t dans 1'expression l i t t e -  L ' i n f l u e n c e p u i s s a n t e de l a r e l i g i o n c a t h o l i q u e peut  se  aentir  meme de noa j o u r s : l e s o e u v r e s de presque t o u s l e s e c r i v a i n a e t p o e t e s se t r o u v e n t profondement p e n e t r e e s du s e n t i m e n t r e l i g i e u x .  - 55 Sous l a d i r e c t i o n des r e l i g i e u x t e l s que Paul l e Jeune, Mgr de Laval, Mgr de S a i n t - V a l l i e r , Mgr de Pontbriand, Montgolfier et Mgr B r i and, 1 ' E g l i s e parvint a influencer tout aspect de l a v i e du Canada. Le Clerge* plus encore que l e s autorites c i v i l e s , e t a i t l e v r a i guide du peuple. E t l a f i d e l i t e des Canadiens a 1 ' E g l i s e e t a i t d'une loyaute plus profonde que c e l l e q u ' i l s ressentaient a l'egard de l a France. A Quebec, en e f f e t , r i e n n'a pu surpasser 1'influence et 1'importance de l E g l i s e , 1  n i l e patriotisms, n i l a culture franpaise. Son prestige t e n a i t a des causes historiques et sociales. La p o s i t i o n economique de l ' E g l i s e dans l a Nouvelle-France  etait  preeminente. L'Eglise devint l e plus grand p r o p r i e t a i r e de t e r r e . Be temps en temps, e l l e f a i s a i t dee e f f o r t s pour i n v i t e r leB colonisateurs a def r i c h e r et a. c u l t i v e r ses proprietes. Cela en v a l a i t l a peine car l a propriete de l ' E g l i s e e t a i t de beaucoup l a plus f e r t i l e et l a mieux administree dans l e pays. Be tous l e s ordres religieux, c ' e t a i t l'Ordre des Peres Jesuites qui e t a i t l e plus riche et l e plus puissant dans l a Nouvelle-France,  puis l e s Sulpiciens, tandis que l e s Recollets, envoyes  au Canada par Colbert pour contrebalancer 1'autorite des d i s c i p l e s de Loyola, etaient pauvres. Les regulaires subventions  royales aidaient  considerablement l e s finances de 1 ' E g l i s e , de meme que l e s contributions d'argent et de merchandises de beaucoup de gens riches et pieux de l a France. Apres 1667 l a dime f u t f i x e e par l a l o i . (21) Comme l a colonie se developpait, l e nombre de paroisses augmentait graduellement. La paroisse devint de bonne heure 1'unite pour l e depot des s t a t i s t i q u e s v i t a l e s , pour l'administration de l a j u s t i c e , pour l a levee des soldats. "Le C u r l " e t a i t l e guide inconteste* de ses o u a i l l e s , control ant souvent nfeme l e seigneur. I I avait 1 ' a u t o r i t e et l e dernier (21)  Mgr Paquet, L dime. M.C.R.C., 1911, p.14. a  - 56 mot a peu pres en toutes spheres d ' a c t i v i t e , et exerpait une enorme influence sur l a v i e et sur l e s esprits de ses paroissiena. A i n s i l a paroisse devint dans l e aens v r a i du mot "l'epine dorsale" de l a national i t e  eanadienne-franpaise.  L education e t a i t plus ou moins l e monopole du Clerge, et comme 1  t e l sous son controle immediat. Tous l e s jeunes gens, h a b i l e s et i n telligents,  etaient i n s t r u i t s par l e s Jesuites et c h o i s i s pour devenir  eux-memes pretres ou missionnaires. "Toute l a jeunesse canadienne passa par leurs mains, toute c e l l e , du moins, qui a besoin d'etre i n s t r u i t e . . . Jusqu'a l a fondation du seminaire i l s tiennent toutes l e s ecoles..."(22) e c r i t M. Salone, en parlant des Jesuites-instructeurs... Et Marie de 1'Incarnation d i t dans une de ses "Lettres s p i r i t u e l l e s " sur 1'education de jeunes  fillest  " l l n'y en a pas une qui ne passe par nos mains et c e l a r£forae toute l a colonie et f a i t regner l a r e l i g i o n et l a piete" dans toutes l e s f a m i l i e s . . . " (25) La grande masse du peuple, cependant, l e s payaana, l e a ouvriers et l e s artisans, e t a i t restee ignorante... "L'education du peuple est negligee..." (24) se p l a i n t meme F.X. Garneau dans son "Histoire du Canada". I I n'y avait point de journaux dans l a colonie, et v o i c i encore une f o i 8 Garneau qui s e e r i e avec amertume. 1  "Chose inouie, l'imprimerie ne f u t introduite dans l a colonie qu'en 1764, cent cinquante-six ans apres l a fondation de Que"bec." (25) I l y avait peu de l i v r e s a Quebec, moins encore a Montreal et i l n'y en avait presque aucuns a l a campagne, a l'exception, naturellement, de l i v r e s r e l i g i e u x . Dans l a Nouvelle-Angleterre de meme qu'au Canada franpais, ou l e puritanisme et l e catholicisme exagere dominaient l e s (22) Salone, E., La Colonisation de l a Nouvelle-France. p.106. (25) Marie de 1'Incarnation, Lettres s p i r i t u e l l e s . 19aout, 1664,p.250. (24) Garneau, F.X., H j s t o i r e du Canada. I . Montreal, 1882, p.l87« (25) Ibid, p.196.  - 57 masses, l e controle scrupuleux de l a lecture, et l a destruction  des  l i v r e s dangereux, l a surveillance continuelle de l a moralite, l ' a s sistance forcee au service d i v i n , l a censure e t r o i t e et l a r e s t r i c t i o n des amusements de toutes sortes, formaient l a p a r t i e integrante de l a v i e publique de ce temps. De nombreux o f f i c i e r s et d'autres personnes qui venaient d'une atmosphere beaucoup plus " l i b r e " de l a France absolutiste, trouvaient i n t o l e r a b l e cette theocratie au Canada franpais. Et tandis que l e s Jesuites d'une part ecrivaients "La Nouvelle-France est un v r a i climat ou on apprend parfaitement a. ne chercher que Dieu... Vivre en l a Nouvelle-France c'est, a v r a i d i r e , v i v r e dans l e sein de Dieu..." (26) une p a r t i e de l a population,  qui aimait l a l i b e r t e , adressa d'autre part  un appel emouvant a. la. France, par ses deputes secretement envoyes, cherchant delivrance de "cet enfer de l a domination temporelle et s p i r i t u e l l e , exercee par l a meme organisation..." (27) Cependant, dans 1'Eglise meme l e s differents.ordres l u t t a i e n t pour l e pouvoir et pour l a euperiorite. Bien entendu, l e s plus f o r t s et l e s plus intolerants etaient l e s Jesuites. l i s n'attaquaient pas  seulement  lee l i b e r t i n e , l e s huguenots et tous eeux qui s'opposaient a leur d i c tature, mais aussi l e s Sulpiciens et surtout l e s charitables et t o l e rants Recollets qui etaient f o r t aimee et respectes par l e peuple et par l e s Indiens.  Les Jesuites ne pouvaient t o l e r e r aucune r i v a l i t e j i l s  obtinrent enfin que l e Canada fut "ferme a. tout autre ordre r e l i g i e u x . " (28) A i n s i , i l n'y avait que quelques cas i s o l e s de l u t t e entre l e s membres de 1'ordre des Galileans et l e s Ultramontains du temps du regime frsnpais. Le point de vue des Ultramontains, appuye et defendu par l e s (26) Relations des Jesuites. 1655, H « P*^5» (27) Parkman, F., The Jesuits i n North America. V o l . 1 , p.250. (28) Lemonnier, L., H i s t o i r e du Canada. p*65»  -  58 -  Jesuites,  r e s t a pendant des s i e c l e s l e p o i n t de vue de l ' E g l i s e  nadienne.  L ' E g l i s e c a t h o l i q u e au Canada f r a n p a i s n i a i t  ca-  energiquement  l a d o c t r i n e de l ' E g l i s e n a t i o n a l e . Dana l e u r z e l e r e l i g i e u x l e s  eccle-  s i a s t i q u e s - U l t r a m o n t a i n s - a l l a i e n t t r o p l o i n i l i s a l l a i e n t aux e x tremes* i l s d e v i n r e n t p l u s p a p i s t e s que l e Pape l u i - m e m e . Avec l e u r exigence d'une r e l i g i o n p l u s a u s t e r e , avec l e u r s ques p e r p e t u e l l e s  c o n t r e " l a morale r e l a c h e e "  (29), l e s  ecclesiastiques  c a n a d i e n s se sont r a p p r o c h e s du p o i n t de vue des J a n s e n i s t e s des P u r i t a i n s . Le m e p r i s du c l e r g e c a n a d i e n pour l e s  atta-  et meme  chefs-d'oeuvre  f r a n p a i s e s t un m e p r i s typiquement p u r i t a i n . Grace a 1 ' o r g a n i s a t i o n de Mgr de L a v a l et au t r a v a i l a s s i d u syatematique  du C l e r g e , l a base et l a c o n s t r u c t i o n de l ' E g l i s e  ne sont beaucoup p l u s s o l i d e s et fermes que c e l l e s de l ' E g l i s e A dire vrai,  ce t r a v a i l du C l e r g e s u r v e c u t a c e l u i dea  et  canadienfranpaise.  adminiatrateurs  c i v i l s de meme q u ' e c e l u i dea commandants et des s o l d a t s . C a r , t a n d i a que l e regime f r a n p a i s d i a p a r u t au Canada a p r e s l a conquete en 1760,  britannique  l ' E g l i s e canadienne et l e s e c o l e s i n s p i r e e e p a r l a pensee r e -  l i g i e u s e continuent d ' e x i s t e r .  M . L e w i s Drummond e c r i t dans " L e Canada  e t ses P r o v i n c e s " * "Champlain, F r o n t e n a c , and Montcalm wrought and t a u g h t v a l i a n t l y t o b u i l d up a m a t e r i a l kingdom; B i s h o p L a v a l sought t o e s t a b l i s h a s p i r i t u a l e m p i r e . The work o f t h e w a r r i o r s has p e r i s h e d , b u t t h e l a b o u r s o f the g o d l y b i s h o p no armies c o u l d d e s t r o y and h i s educ a t i o n a l and r e l i g i o u s i n f l u e n c e l i v e s and g r o w s . . . " (50) Avec Mgr de L v a l e t Mgr S a i n t - V a l l i e r p l u s t a r d , a  l'Eglise  canadien-  ne p a r v i n t a 1'apogee de sa p u i s s a n c e . A l e mort de L o u i s X I V , cependant, i l y eut un changement  eoudain et presque f u n e a t e dans l a N o u v e l l e - F r a n -  c e , l a p e t i t e m i s s i o n c a t h o l i q u e du Nouveau Monde. J u s q u ' a l o r s e l l e  etait  (29) P a s c a l , B . , Les L e t t r e s P r o v i n c i a l s s . P a r i s . (50) Canada and i t s P r o v i n c e s . A r t i c l e * Lewis Drummond, Vol.11.,p.422. . T o r o n t o , 1914-17-  -  59 -  protegee dee influences etrangeres et dangereuses par son Clerge; maintenaht, v o i l a un vent qui commence a souffler de 1'autre cote de 1 Atlantique, apportant avec aoi des idees revolutionnaires et l a l i b r e 1  pensee des grands philosophes franpais* I I y avait .une lumiere de l i ber te dans l e pays, mais trop f a i b l e pour r e v e i l l e r l e peuple. Et cependant que l e s masses n'avaient pas tout a f a i t compris que l a France n e t a i t plus gouvernee par l a pieuse Mme de Maintenon, mais 1  par des femmes jeunes et charmantes, t e l l e s que la. Marquise de Pompadour et l e l e g a n t e et f r i v o l e Mme du Barry, l e s fonctiormaires et l e s 1  o f f i c i e r s franpais, l e s voyageurs et leurs families, ne permettaient plus a 1*Eglise canadienne d'exercer sur eux l e paternalisms moral et i n t e l l e c t u a l , chose du passe en France. Au contraire, tous ces hommes et toutes ces femmes etaient h o s t i l e s a 1'Eglise et particulierement a l a Societe' de Jesus. l i s formaient la. petite, mais tree l i b e r a l e bourgeoisie canadienne-franpaise. I l s osaient attaquer l e s Jesuites et permettaient aux marchands protestents de venir a Quebec. (5l) La raison en e t a i t que l e s Jesuites avaient trop d'ennemis en France, et des ennemis trop puissants. Le Parlement leur e t a i t violemment h o s t i l e . Lee jansenistes, bien entendu, n avaient pour eux aucune a f f e c t i o n . Les g a l 1  l i c a n s non plus. Les philosophes, V o l t a i r e , Rousseau, d'Alembert, D i derot, voyaient dans leur Compagnie l a c i t a d e l l e de ce q u ' i l s appelaient l a "superstition". Enfin, l a eharmante Mme de Pompadour n aimait pas l e s 1  severes Peres Jesuites, qui depuis longtemps essayeient de ruiner son influence. Par consequent, on ne d o i t pas s'etonner  s i l a Soeur Duples-  s i s , une des r e l i g i e u s e s de l'Hotel-Dieu, e c r i t dans sa l e t t r e "que l a s i t u a t i o n de l ' E g l i s e de Quebec est t r i s t e et desolee..." (32) E l l e (51) Voir* Salone. E.. L colonisation de l a Nouvelle-France. Paris* Giraud, M., H i s t o i r e du Canada. Paris, 1946. (52) Gosselin, A., L'Eglise du Canada. I.,p.462. a  - 60 a j o u t e p l u s l o i n * "Nous avons v u une g u e r r e o u v e r t e e n t r e l e C h a p i t r e et l e C o n s e i l . . . "  (55)  M. S a l o n e d e p e i n t l a s i t u a t i o n de l ' E g l i s e cansdienne  comme s u i t s  "Avec l e p r o g r e s de l a c o l o n i e , avec 1'accroiesement de sa p o p u l a t i o n , l a N o u v e l l e - F r a n c e e c h a p p a i t de p l u s en p l u s a. l a t h e o c r a t i e . O e r t e s l a propaganda p h i l o s o p h i q u e n ' a p o i n t passe* 1 ' A t l a n t i q u e . l<e8 Canadiens sont t o u j o u r s des e n f a n t s d o c i l e s de l ' E g l i s e c a t h o l i q u e . Mais l e s J e s u i t e s o n t p e r d u une grande p a r t i e de l e u r i n f l u ence, s i n o n sur l a eociStS, du moins sur l e gouvernement, et l e s Svequee de Quebec o n t , l a p l u p a r t du temps, l a sagesse de se r e n fermer dans l e u r s f o n c t i o n s e c c l e s i a s t i q u e s . . . " (34) En d e p i t de l a c o n t r a d i c t i o n dans l a d e s c r i p t i o n de M. Salone e n t r e " l a propaganda p h i l o s o p h i q u e n ' a p o i n t p a s s e l ' A t l a n t i q u e . . . " e t J e s u i t e s o n t p e r d u une grande p a r t i e  "les  de l e u r i n f l u e n c e . . . " , ce paseage  montre b i e n l e commencement d ' u n e c r i s e r e l i g i e u s e a Quebec. C e r t e s , i l e t a i t t r o p t o t pour que l e s i d l e s des grands p h i l o s o p h e s p e n e t r a s s e n t dans l ' e s p r i t de l a masse des pay sans c a n a d i e n s - f r a n p a i s ; M o n t r e a l e t a Quebec, ces i d e e s r e p r e s e n t a i e n t  pourtant,  l e p l u s g r a v e danger  a pour  l a r e l i g i o n c a t h o l i q u e au Canada f r a n c a i s . " E n ce j o y e u x h i v e r de 1756, sur l e s b o r d B g l s c e s du S a i n t - L a u r e n t , e'er i t M . de Bonnechose, q u e l l e et range a p p a r i t i o n de l a F r a n c e du d i x - h u i t i e m e s i e c l e , f r i v o l e e t g a i e , de l a F r a n c e a l a mode, p o u dree a b l a n c , s p i r i t u e l l e e t g a l a n t e a Quebec, joueuse a M o n t r e a l e t p a r t o u t i n s o u c i e u s e du l e n d e m a i n . " (55) Les n o b l e s comme Montcalm,  L e v i s , Bourlamaque, B i g o t ,  Bougainville,  p r o t e g e de d ' A l e m b e r t , l i s a i e n t 1 ' E n c y c l o p e d i c ou b i e n p a s s a i e n t v i e avec l e u r s o c i e t e ,  leur  chez Mesdames Pean, B e a u b a s s i n , N a u d i e r e . . .  Le C l e r g e c a n a d i e n s a v e i t t r e e b i e n que ce n ' e t a i e n t pas l e s A n g l a i s , Strangers a l a langue et a l a r e l i g i o n ,  Strangers a l a mentalitS l a t i n e ,  q u i Staient l e s ennemis m o r t e l s dee C a n a d i a n s - f r a n p a i s ,  enfants d o c i l e s  de l ' E g l i s e . N u l l e m e n t I Ces ennemis m o r t e l s de l a f o i des C a n a d i e n s (55) G o s s e l i n . A . . L ' E g l i s e du Canada. I. p.463. (54) S a l o n e , E . , La c o l o n i s a t i o n de l a N o u v e l l e - F r a n c e , p.408. (55) Ohauveau, P . O . , N o t i c e b i o g r a p h i q u e de Garneau. Garneau, H j s t o i r e du Canada. IV e E d . MontrSal, 1882,p.55.  - 61  -  franpais. c etaient en realite* l a Penaee franpaise, l e s i d l e s 1  encyclo-  pediquea, l e genie l i t t e r a i r e franpais. Malheureusement, l e C l e r g ! e t a i t entierement impuissant contre cet ennemi-la* i l a r r i v a pendant l e s premiers jours du grand changement qu'un pretre pieux et zele f u t appele par l e s autorites c i v i l e s "rebelle et desobeissant Les ecrivains canadiens-franpais  aux ordres du Roi". (56)  ne parlent aujourd'hui que rarement  de ce "grand danger" venu de leur Mere p a t r i e , car ce n'eat pas trop pat r i o t i q u e . Neanmoins, i l y en a quelquea-uns, comme M. Bourassa ou  M.S.  Marion, qui avouent franchement que " l a penaee franpaise a menepe", au s i e c l e dernier, notre unite r e l i g i e u s e . . . " (57)  ou se demandant: " S i l e  t r a i t e de P a r i s nous avait conserve a. l a Prance, que de noua?"  s e r a i t - i l advenu  (58)  Alors, en ce temp a c r i t i q u e et trouble, quand l e s ecclesiastiques canadiena, d i s c i p l e s f i d e l e s de Mgr de leur Organisation,  Laval, enviaageaient  l a ruine t o t a l e  un miracle eut l i e u * ce f u t l a conquete britannique  du pays qui p r i v a l e Clerge de ses rivaux franpais, et i s o l a l e s Canadiens-franpais d'une maniere encore plus e f f i c a c e de l a pensee revolutionnaire et "licencieuae" de l a Prance. Avec l e s garantie8 de l'Acte de Quebec, l e Gouvernement anglais donna a l ' E g l i s e une p o s i t i o n assuree sous l e nouveau regime protestant, ce qui l ' a i d a beaucoup a retrouver  sa  premiere puissance. M. Eastman d i t a. ce propos dans son l i v r e , "Church and  State i n  Early Canada": "Had Canada remained a province of France ahe would ultimately have f e l t the influence of the "Philosophes" and of revolutionary thought. The capture of Quebec i s o l a t e d French Canada; and, paradoxical as i t may seem, under Protestant B r i t a i n the Catholic theocracy waa reestabliahed..." (59) (56) Gosselin. A.. L'Eglise du Canada, p.466. (57) Marion, S., On pionnier Canadien. Pierre Boucher. p.279« (58) Bourassa, H., Le patriotisms canadien franpais. p.12. (59) Eastman,M.. Church and State i n Early Canada. Edinborough,1915»P« 265.  - 62  -  De cette maniere l a r e l i g i o n catholique avait survecu en Amerique du Nord, etant aujourd'hui l a plus f o r t e doctrine religieuse au Canada, avec plus de six m i l l i o n s de f i d e l e s .  (40)  La puissance de l ' E g l i s e au Canada franpais eat dans l a paroisse. Bien que l a plus p e t i t e et, au premier coup d ' o e i l , une i n s i g n i f i a n t e unite de l'organisation, e l l e est devenue avec l e temps l e v r a i coeur et l'essence de l a v i e r e l i g i e u s e a Quebec. Les gouverneurs,  l e s o f f i c i e r s , l e s marchands et l e s voyageurs  vinrent et s'en a l l e r e n t ; de meme que beaucoup de seigneurs et l a majeure p a r t i e de l a bourgeoisie retournerent definitivement dans l a v i e i l l e p a t r i e apres  176J.  La paroisse, cependant, continue a exister, et l ' E g l i s e , ce temoin des'ages heroiques, reste encore, pour l'avenir, l e guide s p i r i t u e l du peuple danadien franpais. "La France e t a i t dieparue sans retour dans l a tourmente de 1760, d i t S i r Thomas Chapais. "Mais l ' E g l i s e e t a i t restee. Et l ' E g l i s e , intimement l i e e a l a v i e morale et sociale de notre peuple, melee a toute notre h i s t o i r e , a toutes nos v i c i s s i t u d e s , a toutes nos t r a d i t i o n s , e t a i t incontestablement l'une de nos meilleures forces nationales..." (Al)  (AG) Canada 1955. The o f f i c i a l Handbook of Present Conditions and recent progress. Ottawa, p.69. (4l) Chapais, T., Oours d ' h i s t o i r e du Canada. 1919, Montreal, p.50.  - 65 III. LE RAPPORT DE DURHAM  La survivance de l ' E g l i s e catholique au Canada franpais apres l a conquete anglaise du pays en 1761, s i g n ! en 1765,  et plus tard avec l e T r a i t ! de Paris,  ! t a i t d'une enorme importance pour toute l a . v i e future  du peuple. C'est done l ' E g l i s e qui a sauve l a race et qui l ' a empechee d'etre abaorbee, mais c'est aussi l a domination de l a meme Egliae qui a empeche energiquement l a v i e i n t e l l e c t u e l l e de prendre son p l e i n essor. Au lendemain meme de l a c a p i t u l a t i o n de Montreal, quand l a paix l a plus profonde regnait dans toute la. province asservie et devaetee, l a s i t u a t i o n generale y e t a i t obscure. Les l u t t e s entre l e s Canadienafranpaia et l e s Anglais, l e bombardement, l e siege, l'incendie, l a p i l lage, l e passage des troupes ennemies, tout cela avait reduit v i l l e s et campagnes a un etat lamentable. La c a p i t a l e avait e t ! presque  aneantie,  tout comme l e celebre Chateau St. Louis de Quebec, ce foyer c u l t u r e l et p o l i t i q u e franpais, ou - symboliquement - i l ne r e s t a i t plus que des ruines et des cendres. C e t a i t , s e m b l a i t - i l , l a f i n de l a pensee l i b r e , de l a pensee franpaise, a Quebec. L ' a u t o r i t ! c i v i l e franpaise disparut aussi, battue par l a tempete de l a guerre: l e gouverneur, l'intendant et bien des o f f i c i e r s et des dirigeant8 etaient priaonniers. La aouffrance  et l a detrease de toute  l a nation furent grandes. Garneau nous depeint avec eloquence l a misere du peuple: "Les habitants ruinea, decimes par tant de combats, ne songerent plus qu'a se refugier sur leurs terres pour reparer leurs partes; et, s'isolant de leurs nouveaux maitres, i l s se l i v r e r e n t entierement a 1'agriculture..." ( l ) ( l ) Garneau. F.X.. H i s t o i r e du Canada. t . I I . . p. 591. Montreal. 1882.  - 64 Le general James Murray f u t nomme gouverneur m i l i t a i r e , et soumit l a colonie a l a l o i martiale. Oette epoque de regne m i l i t a i r e qui dura quatre ans, e t a i t une des plus rudes dans l ' h i s t o i r e du Canada. Ce pays malheureux donnait l'idee de 1'impuissancet  c ' e t a i t done l a une d i s -  organisation complete, du moins a premiere vue... Mais nonl Tout n e t a i t 1  pas perdu. Grace a l ' E g l i s e canadienne, de ce  temp8,  l a seule i n s t i t u t i o n organieee  l a race canadienne-franpaise e t a i t sauvle de l a destruction.  A l'heure de l a c r i s e supreme, l e s Canadiens-franpais, se r e t i r a n t dans leurs terres, se grouperent autour de leur E g l i s e , et entreprirent l a reconquete du s o l . . . Le clocher et l a t e r r e natalel  - ces deux mots, expliquant tout l e  Canada franpais, etaient l e s deux seuls eymboles, l e s deux seuls biens qui restaient aux habitants, et qui leur rappelaient leurs o r i g i n e s . A cause de l a guerre et de l a domination anglaise qui 1'avait suivie, l e s Canadiens-franpais oublierent l a t h l o c r a t i e ecclesiastique de l'ancien regime, et l e C l e r g l , d autre part, soumis au vainqueur anglais et pro1  testant, et craignant l e p i r e , ne songeait qu'a assurer l a survivance de l ' E g l i s e canadienne,  de l a f o i canadienne. I I va sans dire q u ' i l avait  besoin du peuple, du moins dans ce moment c r i t i q u e , et i l f a i s a i t tout pour gagner sa p o p u l a r i t l . Dans l e s conditions dangereuses ou lee evenements ont p l a c l l a population et l ' E g l i s e , maintenant l i e e s d' i n t e r e t , l a question r e l i g i e u s e e t a i t , sans nul doute, prleminente. Dlja. dans l a c a p i t u l a t i o n de Quebec, c'etait l a l i b e r t e r e l i g i e u s e qui i n s p i r a i t l ' a r t i c l e p r i n c i p a l . Dans c e l l e de Montreal un an plus tard, i l y a i n t e r e t a noter que sept a r t i c l e s l u i etaient consacres, tandis qu'on en trouvait un seul r e l a t i f au maintien des l o i s et des coutumes canadiennes-franpaises. Alors, ce n'etait pas l a France, l a Mere p a t r i e , qui tenait l a premiere place, mais l a r e l i g i o n romaine, en depit  - 65 du c r i t r a d i t i o n n e l et passionne de l a Reforme: No poperyI C e t a i t juetement cette froideur, sinon cette h o s t i l i t e , de l ' E g l i s e canadienne envera l a France dea "philosophes" et des " l i b e r t i n e " qui avait p l u aux Anglais a t e l point que, dorenavant, lee Protestants angl a i s et l e Clerge canadien devinrent a l l i e s , en comb att ant ensemble l e s idees revolutionnairea, l a pensee franpaise, l e s oeuvrea immorales des poetes, des romanciers et des dramaturges franpais, l ' i r r e l i g i o n des philosophes et des encyclopedistee... Des ce temps, l e s pretrea canadiens-franpais ne cessaient de repet e r a leurs o u a i l l e a en toute occasion qu'on n'etait plus Citoyen f r a n pais, mais Canadien-franpais, ne au Canada catholique... A cause de cela, a cause de ce remodelage, - l a mentalite, l e caractere, l e s gouts, l e s moeurs, l e s coutumes, oui, meme l a r e l i g i o n des d'aujourd'hui,  Canadiens-franpais  qui habitant l a paroisse quebecoiae, sont essentiallement  d i f f e r e n t s de ceux des Franpais. "Le Franpais a tout complique, l e Canadien aimplifie tout a outrance..." (2)  d i t a ce propos Louis Arnould, tandis que Mgr Camille  Roy,  reconnu partout comme un des maltrea de l a pensee canadienne, nous donne l a description euivante de sea  compatriotes*  "Noue ne sommes plus des Franpais - nous ne voudrions pas d'une union p o l i t i q u e avec l a France, et, h e r i t i e r s des meilleurs i n s t i n c t s de notre race, nous nous sommes i c i developpes dans l e sens de nos t r a d i t i o n s , mais aussi selon dea formea et des habitudes qui nous font nous-memes et nous distinguent nettement des Franpais contemporains... Et c'est pour cela justement que nous aimons l a France d'hier plus que c e l l e d'aujourd'hui: et, que s i nous savons encore admirer dans l a France du vingtieme s i e c l e ses merveilleuses ressources de v i e , de generosite d'art, d'apostolat, nous detestons franchement sa conception e t r o i t e de l a l i b e r t e , sa p o l i t i q u e et sa tyrannie. D'ou i l se f a i t que noa sentiments pour l a France sont un melange de sympathies et d' antipathies, d'amour et d indignation, et que 1'ame eanadienne-franpaise se porte tout naturellement vers ceux qui, la-baa, continuent les aaines t r a d i t i o n s , souffrent pour l e s idees, l e s croyances, l e s aspirations qui sont l e s riotres. 1  (2)  Arnould,  L., Nos Amis les Canadians. Paris, 1915,  P«5 « 2  - 66 A u s s i b i e n sommes-nous r e s t e s s o l i d e m e n t a t t a c h e s a l a f o i a n c i e n ne, a l ' E g l i s e q u i , au p r i x de n o b l e s s a c r i f i c e s , a f o n d e sur s e s propres a s s i s e s l a n a t i o n a l i t y canadienne-franpaise... (5) On comprend a p r e s e n t pourquoi  l a q u e s t i o n r e l i g i e u s e e t a i t pour  l e C l e r g e a u s s i b i e n que pour t o u t e l a n a t i o n canadienne de p r e m i e r e i m portance  en 1760.  L ' E g l i s e du Canada,. demeuree debout e t i n v a i n c u e au  m i l i e u de 1' ecroulement de*sastreux de l ' a n c i e n regime, c o n s e r v a i t s a c o n s t i t u t i o n , son organisms, e t une l i b e r t e d ' a c t i o n s u f f i s a n t e pour t i n u e r l'accomplissement  con-  de sa m i s s i o n sur l e s b o r d s du S a i n t - L a u r e n t .  Avec une d i p l o m a t i c i n g e n i e u s e  e t digne d' a d m i r a t i o n ,  a v a i t r e u s s i , non seulement a "etre p r e s e r v e e  l'Eglise  e t t o l e r e e p a r l a . Grande-  Bretagne p r o t e s t a n t e , mais a u s s i a r e t a b l i r une n o u v e l l e t h e o c r a t i e c a t h o l i q u e canadienne a Quebec, sous l a p r o t e c t i o n des A n g l a i s . E t q u i p l u s e s t , c e l a se p a s s e en p i e i n d i x - h u i t i e m e s i e c l e , dans un temps ou, comme d i t M. C h a p a i s ,  " l e philosophisme  triomphe.  L'Encyclopedic  fait foi. Vol-  t a i r e regne sur l e monde i n t e l l e c t u e l , e t bafoue l e s dogmes l e s p l u s v e n e r a b l e s . La f o i e s t b a t t u e en b r e c h e de t o u t e s p a r t s , e t beaucoup de m i n i s t r e s sont i n c r e d u l e s . . . " (4) La c a p i t u l a t i o n de Quebec a v a i t a s s u r e aux h a b i t a n t s l e l i b r e e x e r c i c e de l a r e l i g i o n c a t h o l i q u e . C e t a i t une des grandes v i c t o i r e a du C l e r g e * "Le l i b r e e x e r c i c e de l a r e l i g i o n romaine, sauvegardes a t o u t e s personneB r e l i g i e u s e s , a i n s i qu'a Monseigneur l'eveque, q u i p o u r r a v e n i r e x e r c e r , l i b r e m e n t e t avec decence, l e s f o n e t i o n s de son e t a t , l o r s q u ' i l j u g e r a a propos, j u s q u ' a ce que l a p o s s e s s i o n du Canada a i t e t e decidee e n t r e Sa M a j e s t e b r i t a n n i q u e e t Sa M a j e s t e t r e e c h r e t i e n n e . . . " (5) Done, i l  f a l l a i t beaucoup de prudence, de sagesse e t meme d ' h u m i l i -  t e de l a p a r t du C l e r g e e t dee communautes r e l i g i e u s e s , dans l e u r s r a p p o r t s avec l e gouvernement a n g l a i s e t p r o t e s t a n t . M a i s Mgr de P o n t b r i and, l e d e r n i e r eveque de l a N o u v e l l e - F r a n c e ,  s a v a i t ce q u ' i l  faisait.  ( 5 ) Roy. C Propos Canadians. Quebec. 1912, p.297. (4) Chapais, T., Cours d ' H i s t o i r e du Canada, t . I . , M o n t r e a l , 1919,p.32. (5) I b i d . Appendices* L C a p i t u l a t i o n de Quebec, p.251. a  - 67 I I e t a i t admirable a ce sujett i l comprit tout de suite q u ' i l ne f a l l a i t pas indisposer inutilement l e s vainqueurB, et leur f o u r n i r quelque pretexte pour une h o s t i l i t e dangeureuae. H  e c r i v a i t a M. Briand, qu'on  (6) appelait "son ombre". "Vous ne sauriez trop engager MM. l e a curls a user de toute l a prudence possible. Nous ne devons point nous meler de tout ce qui regarde l e temporel. Le s p i r i t u e l doit seul nous occuper." (7) Comm on est deja l o i n de l a domination temp o r e l l e et s p i r i t u e l l e de Mgr de Laval. Mais on va encore plus l o i n . "La r e l i g i o n chre'tienne exige pour l e s princes v i c t o r i e u x et qui ont conquis un pays, toute l'obeissance, l e respect que l'on doit aux autres..." (8; V o i l a une  soumission complete. Pas un seul mot  de reproche, pas  un  seul acte de resistance, de r e v o l t s ! II semble qu'on se soumette amoureusement, joyeueement... Le Clerge canadien s a l t que l a Franca est definitivement battue; des l o r s , tout l e probleme consiste a t i r e r l e plus d'avantagea possibles d'une mauvaise situation. Si l'on v o u l a i t d e f i n i r d'un mot  1'attitude passee de  1'Egliae  canadienne envers l'Angleterre.en p a r t i c u l i e r , et c e l l e des Canadians en general, l e seul qui convienne - c'est c e l u i de loyalisme... On emploie ce mot toujours et partout... L'expression de " f i d e l e s et loyaux sujets de Sa Majeate" revient, en effet, continuellement  dans leurs discoura  ou dans leurs e c r i t s . . . Cette humble attitude de l ' E g l i s e a ce moment de c r i s e nationale et religieuse,cependant,  ne f u t pas sans f r u i t . La soumission, l a p i l t e ,  l a modestie et l a bonne conduite des pretres et des habitants impressionnaient profondement l e General Murray qui ordonna que l e s sujets (6) Gosselin. A.. L'Eglise du Canada. III.Mgr Pontbriand. (7) Ibid, p.552. (8) Ibid, p.553.  p.552.  - 68 canadiens-francais puissant r e s s e n t i r et gouter, dans toute son etendue, l a royale protection de Sa Majeste. Les documents de cette epoque ne mentionnent aucun demele, aucun froissement entre l e gouvernement m i l i t a i r e de Murray et l autorite* re1  l i g i e u s e ; au contraire, l e gouverneur comptait  sur l e Clerge* pour f a i r e  d i s p a r a l t r e toute animosite et toute mesintelligenee, et operer un rapprochement salutaire entre l e s deux elements de l a population, franpais et anglais. C e t a i t un grand triomphe pour l ' E g l i s e canadienne* e l l e commencait de nouveau - tree lentement et tree prudemment - son ascension vers l e pouvoir s p i r i t u e l et p o l i t i q u e de l a province. On l a comprend maintenant* e l l e s'abaissa pour vaincre. L'Abbe Gosselin, en Icrivant a ce sujet, donne l'impression que l e Clerge e t a i t content que l a France et l e Canada eussent ete separeB* "Non seulement l ' E g l i s e du Canada n' eut r i e n a s o u f f r i r de notre premier gouverneur anglais, mais i l semble que l e premier hiver que l'on passa sous l e nouveau regime ne fut pas temoin d'orgies et de scandalss comme on en avait vus a Quebec 1'hiver precedent. La crainte de Dieu est l e commencement de l a sagesse. On venait d'etre terriblement eprouve* l'Eveque avait d i t * 'Dieu est i r r i t e , sa main est levee pour nous f r a p p e r ' t l e s cHatiments etaient venus en e f f e t ; et l'on voyait que l'Eveque avait raison..." (9) Cela rappelle estrangement l e s moyens par lesquels l e s pretres assuralent leur autorite du temps des premiers colons. Le Clerge se servait des fleaux de toute sorts* incendies, tremblements de terre, famine, epidemics,  guerre, toutes ces horreurs pour exciter l e peuple a  l a f o i et a l a vertu. L  a  Relation de 1663,  par exemple, d i t que l e s  tremblements de t e r r e "ont f a i t plus grands remuements dans l e s consciences que dans nos f o r e t s et sur nos montagnes...  11  (io)  V o l t a i r e , par contre, que l'on appelle impie, ne c r o i t point que l e bon Dieu se serve de t e l a fleaux pour punir son peuple. A 1'occasion (9) Goaselin. ^ ' E g l i s e du Canada. I l l , p.555. (10) Ferland, Cours d ' h i s t o i r e du Canada. t . I . p.489-490, Quebec,  1861.  - 69 du grand tremblement de t e r r e a Lisbonne, i l a d i t : "Direz-vous, en voyant cet amas de vietimea* Dieu e'est venge, leur mort est l e p r i x de leurs crimes? Quel crime, quelle feute ont commie ces enfants Sur l e sein maternal ecraaea et aanglants? Lisbonne qui n est plus, etit-elle plus de v i c e s Que Londree, que P a r i s , plonges dans l a s delices? Lisbonne est ab'lme'ei et l'on danse a P a r i s . ( l l ) 1  11  Selon l e mot du Clerge canadien quelques annees plus tard, ce f u t Dieu qui, en 1 7 6 3 , rompit l e u r s l i e n s avec l a France, l a Mere p a t r i e , et l e s preserva a i n s i dee horreurs, des crimes et des consequences de l a Revolution de  1789*  L'Eglise du Canada n'avait pas peur des Anglais,  meme a ' i l s avaient 1 ' i n t e n t i o n d'anglicieer l e peuple  canadien-franpais,  meme s ' i l s etaient protestants et comme t e l a h o B t i l e a au catholiciamej nont parce q u ' i l s p a r l a i e n t anglais, une langue etrange et incomprehens i b l e a l a plupart dea habitants. Ce que c r a i g n a i t l ' E g l i s e , c'etaient l e s influences franpaises, l i b e r a l e s , revolutionnaires de l'Encyclopedia qui menapaient d'infecter l e caractere profondement Chretien des f o u l e s . Secretement, e l l e declara l a guerre a cette ennemie juree qui - avec sa l i b e r t e de penaee et ses idees - avait deja empoisonne l e peuple franpais. Mais l e s pretres Canadians etaient prets a se battre pour l e u r s o u a i l l e s * C'est pourquoi l'Abbe Gosaelin p a r l e d'un Dieu T e r r i b l e et Jaloux dont l a main est levee pour frapper l a population, fremissante de terreur et d'inquietude.  C'est pourquoi M. Bourassa s'eerie avec passion:  "C'est un bonheur pour nous d'avoir ete separea de l a France a. l'heure ou l a l i t t e r a t u r e fangeuse et l i b e r t i n e du XVIIIe s i e c l e , tout en ravalant l a langue, corrompait lee moeurs, p e r v e r t i s s a i t l e s e s p r i t s et r a b a i s s a i t l a s i n t e l l i g e n c e s . Pour ma part, je garde une bonne dose de reconnaissance a Louis XV, a Madame l a marquise de Pompadour et a M. l e due de Choiseul, qui nous ont epargne' l ' h u m i l i a t i o n de devenir l e s sujets de l a Du Barry, l e s d i s c i p l e s de Jean-Jacques,les diocesains de Talleyrand, l e s paroiasiens de Fouche, l e s " f r e r e s " de Marat et de Robspierre, ( l l ) V o l t a i r e , Satires. P a r i s .  - 70 l e s trouplers et l e s esclaves de Bonaparte. Sipares de l a France encyclopedists et v o l t a i r i e n n e , de l a France revolutionnaire et devergondee, de l a France imperiale et asservie..." (12) Apres l a mort de Mgr de Pontbriand, l'attitud'e de l ' E g l i s e envers l a France ne changes point. Le gouvernement anglais et l e Clerge Canadi a n empechaient l a population d'entretenir de trop e t r o i t e s r e l a t i o n s , particulierement c u l t u r e l l e s , entre l e Canada et l a France. Lorsque l e pays se trouva temporairement sans pasteur,  l e gouvernement britannique  nomme M. Jean-Olivier Briand v i c e i r e general de Quebec, qui p a r t i t a son tour pour Londres et pour Paris, et revint au Canada comme "the Superintendent  o f the romish church" - l e superieur majeur de l ' E g l i s e  romaine du Canada, et sacre eveque de Quebec. I l continuait l'oeuvre de Pontbriand  avec l e meme zele et, en e f f e t , r e u s s i t , a force de d i p l o -  mat i e habile, de prudence et de sagesee, a se f a i r e accepter pecter d'un  et res-  gouvernement protestant et jaloux comme l ' e t a i t c e l u i de  1'epoque. I I r e u s s i t aussi a obtenir pour l ' E g l i s e l a jouissance de ses d r o i t s , a. procurer a son Clerge une s i t u a t i o n meilleure que c e l l e q u ' i l s avaient sous l'ancien regime. Sous son administration,  souvent protegee  et aidee par l e s autorites anglaises, l ' E g l i s e s'unit et se consolida. L'Acte de Quebec de 1774,  accordant aux habitants l e l i b r e exercice de  leur r e l i g i o n , en est l a preuve. L' accroissement du pouvoir du Clerge* f a v o r i s a cette unite et cette c e n t r a l i s a t i o n grand!ssantes. A i n s i , ce n'est pas  sans raison que l'Abbe Gosselin appelle Mgr Briand " l e second  fondateur de l ' E g l i s e du Canada"(13), et que M. Chapais dans son "Cours d'Histoire du Canada" exprime sa reconnaissance a tous ceux qui etaient venus au secours de l ' E g l i s e canadienne, naguere s i pres de l a ruine e t de l a destruction. Ces hommes, l e s Canadiene-franpais aussi bien que l e s (12) Bourassa. H.. La langue gardienne de l a f o i . Montreal. 1918.p.45(13) Gosselin, A., L'Eglise du Canada. I I I . , p.553.  - 71 AnglaiB, n'avaient paa settlement protege l ' E g l i s e canadienne contre l e s f a t a l e s influences franpaisea, contre une l i t t e r a t u r e "fangeuse et l i b e r t i n e " , mais aussi contre l ' e s p r i t revolutionnaire et a n t i - r e l i g i e u x qui semblait "etre dans l ' a i r dans cette epoque. M. Chapais s'exprime a i n s i sur ce sujet* " . . . C e t a i t l a conscience catholique qui triomphait. C e t a i t l a f i d e l i t e du C a t h o l i c i s m s canadien a l ' E g l i s e qui remportait l a v i c t o i r e , et une v i c t o i r e dont l e temps devait m u l t i p l i e r et amplifier l e s r e s u l t a t s . . . Ahi ce jour-la, l a grande 'ame de Mgr Briand dut t r e s s a i l l i r de bonheur. Cette apotheose, l'humble et glorieux eveque devait bien "etre force de ss d i r e que c'etait l u i qui 1'avait rendue possible...Honneur a sa purs et noble memoirei Honneur aussi a ses devoues cooperateurs, a Montgolfier, a La Corne, a l ' l l e - D i e u , a Etienne Charestl Et pourquoi n" ajouterionsnous pas? - l a j u s t i c e est l a l o i supreme de l ' h i s t o i r e - honneur a ces Anglais e c l a i r e s , a ces gouverneurs, a ces fonctionnaires et hommes d'Etat britanniques, Murray, Cremahe, Carleton, Burke, Rockingham, que leur droiture et leur sens p o l i t i q u e determinerent a seconder lea e f f o r t s de nos chefsi Tous ensemble, quoiqu'a des degree et a des t i t r e s divers, i l s ont d r o i t a. notre imper i s s a b l e reconnaissance pour avoir p a r t i c i p e au salut de cette grande i n s t i t u t i o n nationale, l ' E g l i s e canadienne..." (lA) Corenavant, l ' E g l i s e canadienne f i t l e plus grand caa de sa complete l i b e r t e d'action. Son autorite sur l a population et l a l e g i t l m i t e de sa j u r i d i c t i o n n'etaient plus discutees. La periode de son expansion commencsit. Encore une f o i s , l a r e l i g i o n catholique a Quebec e t a i t l e p r i n c i p a l element de l a v i e pour l a grande majorite, et i l n'y a r i e n de surprenant  a. ce que son influence se fasse sentir meme aujourd'hui  dans presque toutes l e s phases de l a v i e . Nous avons pu donner i c i une i d l e du role et aussi de l a diplomatic de l ' E g l i s e canadienne depuis l a conquete britannique jusqu'a l'Acte de Quebec, l a "Grande Charte  11  du Canada franpais* D'ailleurs, nous avons  vu l e s chefs c i v i l e et m i l i t a i r e s anglais et l e s r e l i g i e u x  canadiens-  franpais t r a v a i l l e r et v i v r e ensemble et dans l'harmonie. L'attitude du Canadien-franpais  d'autre part e t a i t c e l l e du  (14) Chapais, T., Cours d'Histoire du Canada, pp.58,60.  contente-  - 72  -  merit. I I e t a i t a a t i s f a i t de eon humble l o t parce que eon cure en e t a i t s a t i s f a i t , et parce q u ' i l avait obtenu l e s s e n t i a l de ce q u ' i l v o u l a i t . 1  Le C a t h o l i c i s m s avait verse dans son 'ame une sorte de philosophie de l a resignation qui l u i donnait preaque toujours l a force d'endurer l e s privations et l e s maIncurs de son sejour temporaire  dans ce monde. A  cause de 1'enseignement et des predications du Clerge', l a v i e e t a i t conpue comme ce qu'elle est reel1ement. ephemere et p r o v i e o i r e . On croyait qu'elle n'etait qu'une Bimple preparation a l a v i e eternelle, ce qu'elle comportait de recompenses et de beatitudes celestes, ou bien de chatiments  et de peinea infernales.  Ce contentement est v i s i b l e dans plusieurs textes de ce temps. Mgr Briand e c r i v a i t en 17^9,  meme avant l'Acte de Quebec* "Nous ne nous  apercevons point que nous sommes sous un gouvernement protestant." (15) Mgr Bourget d i s a i t plus tard que l e gouvernement a n g l a i B avait f a i t du Canada " l e plus heureux pays du monde..." (l6).  Mgr Baillargeon, cepen-  dant, s'exprimait plus clairement encore en disant q u ' i l ne connaiasait aucun pays "ou l a r e l i g i o n jouisse d'une aussi grande l i b e r t e . . . "  (17)  Ce que noua interesse maintenant, c'eat l ' a t t i t u d e du Clerge* envers l e commun du peuple, l a question de l a v i e i n t e l l e c t u e l l e et un des facteurs l e s plus importanta dans 1'evolution d'une nation* l'ecole et 1'education. Le gouvernement de l a Srande-Bretagne ne a'oppoaait guere au desir de l ' E g l i s e qui v o u l a i t se charger de 1'education et de 1 ' i n s t r u c t i o n des Canadiens-franpais. A i n s i , pour l a deuxieme f o i s dans l ' h i a t o i r e du pays, 1'education devenait l e monopole du Clerge et r e s t a i t sous son controle direct et absolu jusqu'au commencement du vingtieme  siecle.  (15) Gosselin, A., L'Eglise du Canada. t . I . p.221. (16) Mandements des eveques de Montreal, t.IV.p.269. Quebec, 1888. (17) Turcotte, Le Canada aous 1'Union. 2e partie, p.597, Quebec, 1882.  - 75 Pourtant, l a situation a cette epoque e t a i t entierement differente de c e l l e de l'ancien  regime,  et plus favorable aux ecclesiastiques. Sous  bien des rapports, l ' E g l i s e Stait maintenant beaucoup plus l i b r e qu'auparavant, au moins spirituellement, et pas davantage sujette aux inspect i o n s du Gouverneur ou de l'Intendant. I l ne faut pas oublier que malgre sa puissance et son importance - l ' E g l i s e de l a Nouvelle-France e t a i t , en grande partie, a l a charge du r o i . II est v r a i que l e Hoi de France ne songeait a f a i r e des Canadians que de braves colons, "bons seulement pour defricher et b a t a i l l e r " ! ( 1 8 ) Neanmoins, i l e t a i t aussi de son i n t e r e t de f a i r e d'eux tous de bons et de loyaux Franpais, car i l  s'agissait de l a g l o i r e de son royaume. En  outre, Louis XIV n'avait pas voulu que l'on, i n t r o d u i s i t l'imprimerie en Nouvelle-France, cependant, i l s'etait interesse* vivement a l'enseignement et au progres de ses sujets. Certes, i l y avait quelques tres bonnes Scoles dans l a colonie (19),  et bien des l i v r e s qui c i r c u l a i e n t l i b r e -  ment (20), sinon par mi l e s habitants, au moins parmi l a haute societe'. En ce qui concerne 1'enseignement pendant l'ancien regime, i l  faut  seulement c i t e r l e s l e t t r e s de quelques contemporains pour prouver q u ' i l e t a i t presque excellent, et, sans nul doute, sans aucune comparaison avec c e l u i qui s u i v i t immediatement l a Cession du Canada. A i n s i , l e Pere Joseph Germain e c r i v a i t a ce propos en 1711* "Pour ce qui est du college de Quebec, toutes choses y sont et' se font comme dans nos colleges d'Europe, et peut-'etre avec plus de regularite, d'exactitude et de f r u i t que dans plusieurs de nos colleges de France..." (2l) I l va sans dire que 1'enseignement avait ete donne par des eccle(18) Roy. 0.. Nos Origines litte'raires. Quebec. 1909. (19) En 1760 i l y en avait plus de quarante-quatre. (20) Bracq, J..The Evolution of French Canada, p.153. 60.000 l e nombre de volumes qui se trouvaient au conquete. (21) Groulx, L i n s t r u c t i o n au Canada. t . I . , Montreal, 1  P.17. - On a f i x e a Canada avant l a 1934.  - 74 siastiques et comprenait outre l a theologie, l a grammaire, l e s l e t t r e s et l a philosophie. (22) Malgre l e regime theocratique dea Jesuites au Canada franpais  sou8  l'ancienne monarchie du R o i - S o l e i l et de l a pieuse Mme de Main-  tenon, on n'exagere point en parlant de l a l i b e r t e de pense*e a cette epoque. A coup sur, l a masse des habitants ne s'interessaient pas a l a l i t t l r a t u r e , aux beaux-arts, a l a philoaophie, tout comme l a masse des pay sans en France ne s i n t e r e s s a i e n t point aux chefs-d'oeuvre de Racine 1  et de C o r n e i l l e j mais tous ceux qui parlent de l a l i b e r t e de penale de ce temps, penaent avant tout a une e l i t e qui s'asaemblait dans l e Chateau St.Louis, l a cour provinciale et l e centre c u l t u r e l du Canada.De meme, l e s dirigeants, l e s seigneurs,  quelques dames s p i r i t u e l l e s et bon  nombre d ' o f f i c i e r s nobles avaient 1'esprit cultive, et simp1ement ne pouvaient pas v i v r e dans un pays sauvage et rude, sans l i v r e s , sans beaux-arts, sans theatre, danse, musique... I l s gardaient de leur pays d'origine l e s gouts, l a facon de penser, l ' i n t e r e t pour l a l i t t e r a t u r e , l a j o i e de v i v r e . l i s charmaient l e s  soirees,  egayaierit l e s dames,  l i s a i e n t 1'Encyclopedic, ecoutaient l e s elexandrins des poetes franpais, en un mot,  i l s formalent l e premier noyau l i t t e r a i r e au Canada franpais,  et constituaient a i n s i l'espoir pour une future l i t t e r a t u r e eanadiennefranpaise. Car c'est presque toujours l a noblesse ou l a bourgeoisie  qui  est l e guide, 1'avant-garde, dana l e domaine l i t t e r a i r e et a r t i s t i q u e . Aussi, 1 ' a r i s t o c r a t i c eat ordinairement moins exposee aux foudres de l'Eglise... Apres l a conquete anglaise de Quebec, cependant, l a s i t u a t i o n changes brusquement et fatalement. La plupart de f a m i l i e s nobles.et riches, l e s o f f i c i e r s , l e s fonctionnairea, l e a hommea de l o i et l e s marchands q u i t t a i e n t l e pays qui ne leur o f f r a i t plus qu'une perspective de per(22) L philoeophie e t a i t exclusivement c e l l e des scolastiques. a  - 75 secution, d'esclavage,  d'isolement,  d ennui et d ' i n f e r i o r i t y perpetu1  e l l e . "Sur lee 70.000 habitants, 10.000 petu-'etre demanderent a passer en Prance; parmi eux, i l u eut peu d'agriculteurs et de fermiera, mais surtout de riches marchande..." (25) C'est l a reponse a l a questions pourquoi n'y a - t - i l pas une bourgeoisie puisaante au Canada-. Mais i l r e e t a i t encore environ soixante m i l l e  Canadiens-franpais,  pour l a plupart l e s paysans, ignorents et dociles, et quelques seigneurs et marchanda dont l e s f a m i l i e s etaient trop nombreusea pour r e tourner en Prance. Le Clerge, bien entendu, resolut en masse de rester parmi ses o u a i l l e a . A l'heure de l a c r i s e r e l i g i e u s e , ce changement e t a i t a peu pres comme un miracle, une "manifestation dans l e s desaeins provident i e l a " . (24) L'Eglise triompha. On se moquait de tous ceux qui avaient quit to" l e Canada* "Quand chevaliers, seigneurs, bourgeois, fuyant l'orage, T'abandonnaient un jour vagissant sur l a plage, Seul, ton clerge r e s t a pour partager ton sort, Car ton clerge, vois-tu, t'aime jusqu'a l a mortl..."(25) L'Eglise e t a i t maintenant l e seul malt re de la. population* e l l e e'etait debarrasse* de see rivaux - l a noblesse et l a bourgeoisie. On voyeit en cela l e eigne de Dieu. Frechette, l e poete national du Canada, a bien i n t e r p r e t ! l e s sentiments des masses et des eccle'siastiques* "Car ne l ' o u b l i e z pas, nous sommes en ce l i e u Les instruments choisis du grand oeuvre de Dieu."  (.26)  L'intention de l a plus grande p a r t i e du Clerge ! t a i t de f a i r e du Canada un pays entierement  catholique, et de l a population une popu-  l a t i o n bonne, obeiasante, pieuse et f i d e l e a l ' E g l i s e et au pays n a t a l . (25) Lemonnier. L.. H i s t o i r e du Canada, p.565. (2k) Bourassa, H., Le patriotleme canadien-francais. p.11. (25) Gingras, Au Foyer de mon presbytere. Quebec, 1881. (26) Frechette, L., L Legende d'un peuple. p.75> Montreal, 1908. a  - 76 Maia l e secret deeir d'un p e t i t groupe aur l e a borda du Saint-Laurent, plus ambitieux encore, e t a i t de rendre toute 1'Amerique du Nord catholique et franpaise... 0 ' I t a i t aux Canadiens-franpais - c r o y a i e n t - i l s de f a i r e du catholiciame 1'unique r e l i g i o n de l'univers... (27) E t l e peuple franpais en Amerique avait " d r o i t de se regarder comme un peuple l l u appel! par l a Providence..." (28) On se mit au t r a v a i l sans d e l a i . Dans l e chapitre suivant nous examinerons de plus pres ce t r a v a i l de l ' E g l i s e , et, en p a r t i c u l i e r , son intervention dans l e domaine de l a jeune l i t t l r a t u r e eanadienne-franpaise; maintenant,  cependant, noua  entreprendrone de prouver que c ' l t a i t l e Olergl, dirigeant l e s etudes, qui avait I t ! en p a r t i e responsable de leur insuffiaance. L'enseignement immediatement apres l a conquete anglaise et jusqu'a 185A - quand s'ouvrit l a premiere u n i v e r s i t ! eanadienne-franpaise, l ' u n i v e r s i t ! Laval de Quebec, - e t a i t en e f f e t dans un etat lamentable.  L'en-  8eignement primaire e t a i t i n s u f f i s a n t , tandis que 1'enseignement superieur n ' e x i s t a i t pas. De meme, i l n ' e x i s t a i t n i systeme, n i plan d'ensemble; i l n'y avait n i i n t e r e t , n i encouragement, n i argent, n i aide de l a part du C l e r g l . Et l ' E g l i s e e t a i t l a plus importante, l a plus riche i n s t i t u t i o n eanadienne-franpaise de cette periode! Certainement, i l y avait quelques protestations des marchands de Quebec qui d l c l a r a i e n t q u ' i l n'y avait aucune ecole digne de ce nom pour l e s garpons en dehors dea v i l l e a (29),  et ceux de Montreal se plaignaient  meme q u ' i l n'y eut pas "une seule ecole donnant l ' i n s t r u c t i o n des garpons dans un endroit quelconque du d i s t r i c t ! " (50); mais l a grande masse du (27) (28) (29) (50)  Bourassa, H., Le Panada apoatolique. p.164, Montreal, 1919* Desrosiers et Fournet, L race francaise en Amerique. p.292. Gosselin, Am., Louis Labadie. M.R.P.S. 1915, p.98. Ibid, p.98. a  - 77 peuple ne f a i e a i t rien, totalement i n d i f f e r e n t e , docile et aoumiae au Clerge*. Lea ecclesiastiques, de leur cote, ne f a i s a i e n t rien. non plus, et ne se souciaient guere de v o i r tant de generations d ' i l l e t t r e s dans l e pays* Car, apres tout, c ' e t a i t ce qu'on d e s i r a i t vivements v o i r l e s habitants mener une v i e t r a n q u i l l e , pieuse, simple et heureuse. Cela explique un peu, pourquoi, meme aujourd'hui, l e Canada franpais est s i profondement religieux, pourquoi on accepte volontairement 1 intervention 1  des chefs de l ' E g l i s e dans l a v i e c i v i l e et c u l t u r e l l e , et pourquoi l'on assigne souvent au Clerge un role t r e e important dans l e s grandes ent r e p r i s e s du gouvernement, comme 1'education et l a colonisation... Pourtant, i l y avait toujours des gens au Canada franpais qui pretendaient que l e Clerge de cette Province " s ' e f f o r p a i t de t e n i r l e peupl e dans l'ignorance pour l e a dominer..." (31) La reponse du Clerge, naturellement, est bien d i f f e r e n t e . On parle de l a rudesse du climat, de l a dispersion des maisons, du manque de l i v r e s , de l a d i f f i c u l t ! pour l e s enfants d'une paroisse de se reunir. D a i l l e u r s , on ajoute que l e s Canadiens ont autre chose a f a i r e que 1  d'etudier ou de s'interesser a l a l i t t e r a t u r e . . . Tout cela est v r a i , pourtant, i l est aussi v r a i que l e Clerge n'a pas cherche a. former au Canada franpais des l i t t e r a t e u r s , des professeurs, des savants, a donner meme une haute culture i n t e l l e c t u e l l e . Au contraire, f i d e l e s a leurs plans, l e s ecclesiastiques se sont bornes a vouloir f a i r e des enfants avant tout de bons Chretiens et de bons Canadiens, pretendant que 1'instruction n'est pas u t i l e au bonheur. Alors, il  s'ensuit qu'on v o u l a i t v o i r l e s Canadiens v i v r e et t r a v a i l l e r dans  une ignorance heureuse. Le but des colleges f u t principalement de former des pretres, (3l) Mandements des Eyeques de Quebec, p.594. Quebec, 1888.  - 78 d ' i n s t r u i r e un cadre nouveau dont l e a membrea seraient l e s guides future du pays. M. E.P.  Tache e c r i v a i t a ce sujet:  "Independamment du clerge, nous chercherions peut-'etre en v a i n dan8 toute l a v i l l e de Montreal une trentaine de lalquea ayant repu... une education c o l l e g i a l e ; et dana l a cote du sud, audeaaous de Quebec, parmi une population de pres de 100.000 habitants, i l peut s'en rencontrer un ou deux..." (32) Oe manque d'instruction e t a i t excellent peut-'etre pour l a moralite de l a population, mais i l e t a i t desastreux pour l a l i t t e r a t u r e et pour l a culture du pays. Meme l'Abbe Maurault e t a i t oblige* d'avouer: enseignement est l e fondement de l a culture, a. ce point qu'une culture i n t e l l e c t u e l l e serait impossible dans un pays ou 1'instruct i o n primaire et 1 i n s t r u c t i o n secondaire au moins aeraient i n exiatantes." (53) 1  Pourquoi done l e Clerge, - ne voulant  que des i n s t i t u t i o n s  exclu-  sivement dirigees par l u i , - ne f a i s a i t - i l r i e n pour developper l e n 1  seignement des masses? Pourquoi Mgr Hubert dans sa l e t t r e au president du Comite nomme pour l a creation d'une Universite mixte au Canada, d i t ilt  "Je conclurais de tout c e l a que l e moment n'est pas encore venu de  fonder une Universite a Quebec..." (5^) Et plus l o i n : "Le projet d'une Universite en general ne me s a t i s f a i t pas..." (35) Chez l e s Canadians de cette epoque on v o i t tous l e s eignea d'une i n f e r i o r i t e i n t e l l e c t u e l l e . On-n'ecrivait pas, ne p u b l i a i t pas parce qu'on n'etait pas  simplement  suffisamment i n s t r u i t . Le jour ou l e a l i v r e s  franpais purent enfin penetrer au Canada, on refusa do l e s l a i s s e r ent r e r , parce que l e Clerge craignait l a "dangeureuse" influence de l a l i t t e r a t u r e franpaise  sur l e s esprite. On aimait mieux se p r i v e r de  cette grande et b e l l e l i t t e r a t u r e , que de risquer de corrompre l'ame nationale du peuple, que de voir (52) (55) (54) (55)  sa f o i miBe en p e r i l . . .  Huaton. Repertoire national. t.IY. p.366. Montreal. 1895. Maurault, 0., La. v i e i n t e l l e c t u e l l e au temps de Garneau. p»3« Mand anient a des Eveque a de Quebec. 1888, p. 586, t . I I . Ibid, p.587-  - 79  -  Par consequent, l e s Canadiens-franpais ignorants" (36),  devenaient  "excessivement  " l a profonde ignorance regne dans l e s campagnes"(37),  et on y "rencontre tree peu d'hommes qui sachent l i r e ou ecrire."(58) On peut c i t e r encore plus de c r i t i q u e s , s p i r i t u e l l e s et severes, f a i t e s par l e s contemporains... Mais toutes ces c r i t i q u e s n'etaient d'aucune importance  en comparaison de c e l l e de Lord Durham qui est venu au Ca-  nada en 1858,  et qui a e*crit dans son "Rapport" bien connu, un an plus  tard, au sujet de 1'education dans l e Bas-Canada* "Au cours du precedent compte rendu, j ' a i de*ja fourni, en passant, plusieurs d e t a i l s importants sur l e s d i s p o s i t i o n s necessairss pour assurer l i n s t r u c t i o n au Bas-Canada. J ' a i d e c r i t l'ignorance gener a l e du peuple et l e s essais infructueux tentes pour l'etablissement d'un systems general d'instruction publique; j ' a i d e c r i t l a plenitude de l'enseignement, mais sous un aspect mauvais, qui e t a i t devolu aux classes superieures et entre l e s mains seuls du clerge catholique." (59) L'autorite* eccle*siastique a l a q u e l l e i l (l'habitant) s'e*tait h a b i tue e t a b l i t ses i n s t i t u t i o n s autour de l u i , et l e pretre continue d'exercer sur l u i son influence... (40) 1  Lord Durham, en parlant de l a difference entre l e s Canadiensfranpais et l e s Franpais, e*crit. " l i s sont restes une societe v i e i l l i e et retardataire dans un monde neuf et progressif. En tout et partout, i l s sont demeures Franpais, mais des Franpais qui ne ressemblent pas du tout a ceux de France. I l s ressemblent p l u t o t aux Franpais de l'Ancien regime." (4l) Lord Durham aurait du ajouter que l e s Canadiens-franpais  etaient  1-  solee par l ' E g l i s e , et separes du reste du monde. Ou bien, i l aurait du dire, comme l e f a i t M. Andre Siegfried, qu'au Canada " l e s v i e i l l e s croyances ont ete conserveee dans l a glace".  (42)  C'est Lord Durham qui a defie l e s Canadiens-franpais, (56) (57) (58) (59) (40) (41) (42)  Gosselin. Am..Louis L badie, p.97. Ibid., p.101. Weld, Voyage au Canada. P a r i s , 1802, p.65. L Rapport de Durham. Quebec, 1948. p.175-174. Ibid., p.80. I b i d . , p.82. Siegfried, A., Le Canada. Paris, 1906, p.21. a  e  en disant  - 80 q u ' i l s sont "un peuple sans h i s t o i r e et sans l i t t e r a t u r e " (43),ainsi r e v e i l l a n t toute une nation de son sommeil lethargique. Son "Rapport" restera celebre dans l e s annales historiques du Canada, parce q u ' i l f u t l e signal du commencement presque spontane de l a v i e l i t t e r a i r e et c u l t u r e l l e a Quebec, en depit de 1'opposition energique de l ' E g l i s e . Lord Durham d e f i a i t l e s Canadiens-francais et montrait q u ' i l s etaient une race i n f e r i e u r e . Mais un jeune clerc qui s'appelait F.X. Garneau, renvoyait a Durham son insulte*. "Pour r e h a b i l i t e r sa nation", pour sauver l'honneur de son peuple, i l e c r i v i t une h i s t o i r e qui, dans l e sens v r a i du mot, represente un moment caracteristique danB l e developpement de l a l i t t e r a t u r e canadienne-franpaiae.  (45) Le Rapport de Durham, p.511.  - 81 IV.  L'INTERVENTION, DE L'EGLISE  Le dix-neuvieme s i e c l e commenpa dans une atmosphere de g r i s a i l l e qui enveloppait l ' a r t naissant et l e s moeurs du Canada f r a n c a i s , sans l a i s s e r entrevoir l a moindre aurore.  La majorite des  Canadiens-franpais,  ensevelis dans un sommeil le*thargique, restaient entierement i n d i f f e r e n t s a toutes l e s choBes de l ' a r t et de l ' e s p r i t . a l a l i t t e r a t u r e , a l a science, aux beaux-arts. Le simple habitant, vivant sur "son bien", a. 1'ombre du clocher, l o i n des tentations et dee dangers du monde, e t a i t tout a f a i t heureux et content. Dieu, l ' E g l i s e , l e salut de son ame, sa f a m i l l e et son foyer, sa t e r r e et ©a paroisee, etaient presque l e s seuls objets qui meritassent  son attention. I l devait a l a puissante  influence  de l ' E g l i s e sur sa v i e , a 1'enseignement de son cure, l a sante morale, l a s i m p l i c i t e des moeurs et l a survivance. Depuis l e jour qui a vu l e Canada separe de l a France pour de bon, v o i l a l ' E g l i s e catholique, plus f o r t e et plus m i l i t a n t s qu'auparavant, s'emparant de nouveau de l a conduite du peuple Canadian-franpais avec 1'intention de t e n i r l e s habitants dans une ignorance heureuse. Aidle et encouragee eouvent par lee autorites anglaises - qui voyaient dans un etat a r r i e r e du peuple l a mort prochaine de l a race franpaise au Canada, - l ' E g l i s e , poureuivant see propres plans, declara l a guerre a tous ceux qui s'etaient donnes pour mission  sacree de raviver l a flam-  me i n t e l l e c t u e l l e au coeur des Canadians. Par son intervention, p a r f o i a meme v i o l e n t e , l ' E g l i s e a epouvante et decourage l e s jeunes hommes de l e t t r e s et, sans p i t i e , d e t r u i t dans leur germe toutes ces creations l i t t e r a i r e s qui n'etaient pas profondement r e l i g i e u s e s ou p a t r i o t i q u e s .  - 82 A f i n de proteger l e peuple contre l e s divers mauxs contre l e peche, contre l a d i s s o l u t i o n , contre l a s o i f du savoir, contre l e d e s i l l u s i o n nement et l e s idees de revolte, l e s pretres s'opposaient  energiquement  a une i n s t r u c t i o n superieure a Quebec, qui, tout en elevant l e niveau i n t e l l e c t u e l des habitants, eut pu devenir tree dangereUBe pour l ' E g l i s e elle-meme en tant que classe dirigeante de l a societe eanadienne-franpaise. Connaissant  l a nature humaine, l e e ecclesiastiques savaient qu'a  cause du peche o r i g i n e l , lee paysans et l e a citoyene, s ' i l e etaient trop l i b r e s , deviendraient dana peu de temps paresseux, desobeissants, mechant a, corrompua meme. Far consequent - pre*tendaient-ils - l e s masses auraient du v i v r e toujours sous l a d i r e c t i o n e p i r i t u e l l e du Clerge, dans l a crainte de Dieu, s a t i e f a i t e s quant aux besoins essentials, ignorantes, et pourtant heureuses. De f a i t , tout croyant au Canada de ce temps,etait oblige de f a i r e sa soumission, de se conformer a l a d i s c i p l i n e de son E g l i s e . Ceux-la, cependant, qui refuserent de se soumettre au Clerge, furent, par suite, privee des derniers aacremente et enterre8 sur l e bord des routes. Le Clerge demandait sans cesse 1'administration du temporal de l ' E g l i s e catholique* on ne pouvait nier ce principe sans nier en meme temps l a l i b e r t e r e l i g i e u s e au Canada. C'est l ' E g l i s e de Rome, comme s'expriment l e t r a i t e et plusieurs statuts, existant avec son organisation, sa h i e r a r c h i e et sa d i s c i p l i n e severe, qui se trouvera 'etre l ' a u t o r i t e edictant l e s l o i s sur l e s bien de l ' E g l i s e comme sur l a personne des f i d e l e s . H  a'ensuit que l ' a u t o r i t e premiere pour l ' E g l i s e de Rome est l e  Souverain Pontife de Rome; 1'Eveque constitue c e l l e du diocese et l e ( l ) Caron, I., La colonisation de l a province de Quebec - Debuts du regime anglaia (1760-1791). Quebec. 1925. p.101-102.  - 83 cure c e l l e de l a paroisee. Cette doctrine catholique se trouve condensee en peu de mots par Saint Thomas d'Aquin qui pretend que l e Pape est comme l e Roi dans un royaume; l e s Eveques sont comme des juges dans chaque c i t e ; tandis que l e cure du v i l l a g e est l e guide absolu de ses paroiesiens. Comme un enfant sounds et devoue a son E g l i s e catholique, l e croyant doit accepter done d'une maniere entiere ses enseignements sur toutes l e s questions. V o i l a l a demonstration des d r o i t s , des pouvoirs et des devoirs de l ' E g l i s e . L'Eglise du Canada, en p a r t i c u l i e r , y proclame a haute voix qu'elle est dans son d r o i t en faisant tout ce qu'elle f a i t . Aussi j u s t i f i e - t - e l l e son attitude envers l e peuple canadien-franpaie* e l l e demontre que son action accomplie - l a l u t t e contre 1'instruction publique sur une grande echelle, de meme que 1'intervention a peu pres constante dans l e domaine l i t t e r a i r e et a r t i s t i q u e , - e t a i t juste et necessaire. Le Clerge, sans nul doute, aims i t son peuple pieux et docile, et tout en t r a v a i l l a n t "ad majorem Dei gloriam", v o u l a i t leur assurer "un enfantin bonheur". En outre, personne ne peut jamais denier au Clerge de ce pays l a plus grande piete, une i n f i n i e bonte, l e desinteressement t o t a l , 1'heroisms et l e zele apostolique, pourtant, tout l e monde s a i t aussi que c'est justement  ce trop grand amour de l a part d e s e c c l e s i a s t i -  ques pour leurs o u a i l l e s , qui est responsable de "l'honorable mediocrite" de l a l i t t e r a t u r e canadienne-franpaise, et de 1'indifference a peu pres generale du peuple pour toutes l e s creations de l ' a r t et de l a culture. Pendant plusieurs decades apres l a Cession du Canada, a l'Angleterre on ne peut parler d'une l i t t e r a t u r e canadienne-franpaise pour des raisons connues* C'est l e haut moyen "age des l e t t r e s canadienness une seule oeuvre d'importance avant 1840.  i l n'y a pas  - 84 En deplt de l a l u t t e pour l a eurvivance, de 1 ' i n f e r i o r i t e p o l i t i q u e , et des rudes besognes des Canadiens, un f a i b l e mouvement i n t e l l e c t u e l a u i v i t de pres l e r e V e i l du sentiment patriotique. Un certain nombre de jeunes gens, se rendant compte de l a situation  deplorable de leurs  compatriotea, soit dana l e domaine p o l i t i q u e , s o i t dans l e domaine c u l t u r e l , commencerent a t r a v a i l l e r a l a creation d'une l i t t e r a t u r e nationale, car i l s savaient que l e degre de c i v i l i s a t i o n d'une nation se juge a. son developpement a r t i s t i q u e et l i t t e r a i r e . Avec pasaion et enthousiasme,  ces ecrivains, ou pluto.t amateurs,  cherchaient a a'inatruire, a developper leur i n t e l l i g e n c e , a combattre l'ignorance et l a paresse i n t e l l e c t u e l l e . U s  etaient p l e i n s d'espoir  et de courage. Aides par plusieurs "Franpais de France", principalement par Pierre du Calvet, Valentin Jautard et Fleury Meaplet, i l s fonderent l e premier journal l i t t e r a i r e du Canada franpais qui avait pour but l ' i n s t r u c t i o n generale de l a population. L'editeur et aes collaborateurs voulaient i n s p i r e r a leurs jeunes compatriotes l e gout de 1'etude et de 1'instruction, mettre au jour des monuments l i t t e r a i r e s franpais et europeens,  encourager l e s poetes  et l e s prosateurs dans leur t r a v a i l l i t t e r a i r e , et entretenir parmi eux une noble et louable emulation... Ce journal, "l>a Gazette l i t t e r a i r e de Montreal", a l a f o i a vivant, a p i r i t u e l et leger, e t a i t une manifestat i o n interesaante de l a v i e i n t e l l e c t u e l l e de ce temps.  (2)  La p o l i t i q u e n'etait pas encore i c i matiere a discussion, et de meme l e commerce; c e t a i t en p a r t i c u l i e r l a l i t t e r a t u r e , l e s chansons, 1  l e s satires, l e s poernes de circonstance, l e s legendes et l e s contes, qui v i r e n t l e jour dans l a "Gazette". I l y a i n t e r e t a noter que ce (2)  " L Gazette l i t t e r a i r e de Montreal" e t a i t fondee en j u i n 1778; diaperait en j u i n 1779• a  elle  - 85 journal hebdomadaire n'appartenait pas uniquement a une p e t i t e e l i t e de Quebec et de Montreal, mais a toutes l e a classes du pays* C'est dans les pages de l a "Gazette" de Fleury Mesplet que l'on trouvera "un aliment pour l e s esprits" - pour l e seigneur, pour l e marchand, pour 1'artisan et pour l e laboureur... Le grand public e t a i t malheureuaement tout a f a i t i n d i f f e r e n t , en grande p a r t i e a cause du controle et de l ' i n f l u e n c e ecclesiastiquea* Mais l e s ho mme s qui repr<esentaient 1' avant-garde de ce premier noyau l i t t e r a i r e r e t c u l t u r e l au Canada franpais, n'etaient paa facilement decourages. Le v o i c i leur declaration dans un des numero-proepectua* "0 Canadienal o mea compatriotee, ecoutez l a voix de votre ami qui s'adresse a vous'* Rompez l e charme qui vous t i e n t enseveli dans ce sommeil lethargique, reveillez-vous/ suivez-moi dans l e sentier qui conduit a l a lumiere..." (5) Plus tard, Fleury Mesplet, V a l e n t i n Jautard, avocat et p r i n c i p a l e c r i v a i n de l a "Gazette", et bien d'autres, fonderent une "Academie" ou on d i s c u t a i t avec ardeur l e s divers problemes l i t t e r a i r e s , moraux et philoaophiques. De nouveaux d i s c i p l e s et jeunes poetes, avides de connaissance et d'instruction, vinrent se grouper autour de cette Academie. On voya.it dans ce mouvement l i t t e r a i r e l a naiasance d'une pleiade canadienne* H  n'est paa Itonnant que 1'Academie de Montreal ae crea. en peu  de temps d ' i r r e c o n c i l i a b l e s ennemis* l e haut clerge. Les e c c l e s i a s t i ques qui avaient regarde avec mefiance et h o s t i l i t e l e s premiers journ a l i s t e s de l a "Gazette" et leura e f f o r t s pour ramener l ' e a p r i t canadien vers " l e s sentiers de la. lumiere", soudainement deciderent de mettre f i n a cette "Republlque des.Lettres voltairiennes", de se de-  w  barrasser de ces sophist es bavards.. .voulant endoctriner l a jeunesse." 11  (5) Leger. J * . Le Canada francais et son expression l i t t e r a i r e s . p . 5 1 * (4) Roy, C., Nos Origines l i t t e r a i r e s . p*67*  - 86 Avec leur "esprit franpais", avec leur enthousiasme et leur amour pour l a l i t t e r a t u r e , avec leur deeir de r e v e i l l e r l e s Canadians du "eommeil lethargique", Fleury Mesplet- et ses amis etaient coneideres par l e s pretres comme "empoisonneurs" et " v o l t a i r i e n s " . L'Abbe Roy e c r i t a ce sujet tout a f a i t franchement* "L'esprit franpais e t a i t malheureusement represente par ces hommes a reputation louche, par ces demi-lettres et par ces epaves de l a morale que l e f l o t de l a mer avsit deja jetes sur nos rivages. Esprit sature de cette atmosphere de scepticisms et d ' i r r e l i g i o n que l'on r e s p i r a i t partout en France, i l ne pouvait s'accorder, n i surtout s'indentifier avec l ' e s p r i t canadien, lequel e t a i t reste par-deseus tout Chretien, et respectueux de 1'autorite rel i g i e u s e . I l exerpa pourtant i c i une influence que l'on retrouve dans l e cercle bien connu de ces Canadiens qui a l a f i n du dixhuitieme et au commencement du dix-neuvieme siecle constituaient en ce pays l e groupe des l i b e r t i n s , ou de ceux que l'on nommait l e s v o l t a i r i e n s . . . " (5) Per consequent, l'Academie de Montreal n'eut qu'une v i e ephemere parce que ses membres etaient "fortement penetres de l a philosophic du dix-huitieme  s i e c l e " . D'apres l e Clerge, c e t a i t une Academie o f f i c i e l 1  lement v o l t a i r i e n n e . Et V o l t a i r e lui-meme n ' e t a i t que 1'equivalent du Diable. On l e voyait dana tous les ouvrages et dans tous l e s poemes de cette l i t t e r e t u r e balbutiante, on l e soupponnait partout. Chaque e c r i v a i n qui s'interessait vivement a l a v r a i e l i t t e r a t u r e , ou qui cherchait ses modeles dans l e s l e t t r e s franpaises, e t a i t accuse de voltsirianisme et persecute. De Gaspe nous raconte dans ses "Memoires" que, selon un de ses professeurs, ce q u ' i l y avait de plus h o r r i b l e apres l e diable, c ' e t a i t Voltaire...(6) A coup sur, l a suppression de l'Academie et de l a "Gazette l i t t e r a i r e de Montreal" n'etait pas tout* l e 2 j u i n 1779 un mandat d'arr e s t a t i o n avait ete eigne par l e Gouverneur Raldimand contre Mesplet et Jautard "pour arreter l e cours de leure insolences". I l est v r a i (5) Roy, C., Nos Origines l i t t e r a i r e s . p.68-69. (6) De Gaspe, Memoires. Quebec, 1885, p.309.  - 87r q u ' i l e avaient ete* souvent accuses d ecrire et d'imprinter des a r t i c l e s 1  contre l a r e l i g i o n et l e gouvernement, pourtant, i l s etaient innocents si l'on se souvient qu'a cette epoque meme sous l a c o n s t i t u t i o n d'Angleterre l e peuple avait l e droit de se f a i r e connaltre lui-meme par l e moyen de l a l i b e r t e de l a presse, et par l'expression l i b r e de ses (7)  sentiments...  M. Brunet, l u i aussi, affirms assez ironiquement- leur innocence en ecrivant dans son "Histoire de l a L i t t e r a t u r e canadienne-franpaise"» "Mai leur en p r i t l o r e q u ' i l s s'aviserent d'envahir l e domaine theologique. I l s auraient paru sans doute moderes, eussent-ils I c r i t en France, en Hollande ou en Angleterre (et du reste l e s temps changeaient deja... mais moquer l a r e l i g i o n dans l e pays ou l a f o i demeurait l a plus vivace!) S i bien que Montgolfier, superieur de Saint-Sulpice, mit en garde contre 'son insolence' l e s professionnels qui l i s a i e n t l a 'Gazette'. - Ce f u t ensuite l e gouverneur Haldimand qui se fachas toujours pour "arreter l e cours de leur insolence", i l f i t emprisonner Mesplet et Jautard. II en coutait cher a cette epoque l o i n t a i n e de se montrer a n t i anglais..." (8) I c i , M. Brunet se trompe quelque peu. I l ne d i t pas que  c'etait  juatement l e Superieur du Seminaire de Saint-Sulpice qui demandait au Suisse Haldimand d'emprisonner ces deux " v o l t a i r i e n s " , citoyens de France. L'Abbe Roy,  au contraire, e*crit»  "M. Montgolfier... e c r i v a i t a Haldimand pour l u i demander de r e p r i mer  l a l i c e n c e a n t i r e l i g i e u s e des ecrivains de l a 'Gazette'..."  (9)  On leur donna une bonne leconl Sortant de prison, Mesplet et Jautard continuaient d'imprimer, mais i l s s'etaient changes, leur esprit, leur volonte, leur enthousiasme avaient disparus... Jautard assagi, i l avait perdu son humeur frondeuse (io),  s'etait  et l a l i t t e r a t u r e  n ' i n t e r e s s a i t plus Mesplet depuis longtemps... ( l l ) (7)  Roy,  0.,  (8) (9) (10) (11)  Brunet, B., H i s t o i r e de l a l i t t e r a t u r e canadienne-francaise. Roy, C., N O B o r i g i n s B l i t t e r a i r e s . p.67* Trudel, M., L i n f l u e n c e de V o l t a i r e au Canada, p.109. l b l d . p.110.  Hps Orlgines l i t t e r a i r e s . Prospectus du Canadian.15,nov.  1806.  1  p.15.  - 88 Bee ce temps, l ' E g l i s e redoubla sa v i g i l a n c e . Les journaux ne vintent au monde que pour mourir. La cause, bien entendu, f u t aussi l'ignorance et I i n d i f f e r e n c e du peuple. Le "Courrier de Quebec" de 1  1788 ne parut qu'une f o i s ; l e "Magasin de Quebec" de 1792 l u t t a i t contre l e s difficulte's pendant deux ansj l e "Cours du temps", fonde en 1794 cessa de p a r a i t r e en 1795; "L'Abeille canadienne" vecut six mois... (12) Au Canada franpais, cependant, i l y avait meme plus que de 1'indifference a l'egard de l ' a r t et de l a l i t t e r a t u r e , i l y avait h o a t i lite', mepris... Ceux qui se l i v r a i e n t avec courage a des travaux i n t e l l e c t u e l s etaient, en effet, mal vus, sinon condamnes. On se moquait de 1 ' a r t i s t e canadien qui avait une fache p a r t i c u l i e r e a remplir dans ce pays sauvage. On l e t e n a i t pour un faineant* "Ce jeune homme ne f a i t r i e n . . . i l e c r i t . . . " (15) Les programmes remarquables comme c e l u i de l ' " A b e i l l e  canadienne"  etaient brutalement r e j e t l s par l e Clerge. Henri Meziere, editeur et p r o p r i e t a i r e de l a d i t e revue de*sirait vivement y "preaenter l'annonce raisonnee des ouvrages que produisent toutes l e s l i t t e r a t u r e s etrangeres, et specialement l'Anglaise et l a Franpaise..." (lA) Beja a cette epoque, i l eavait que l e s influences l i t t e r a i r e s etrangeres etaient necessaires a toute l i t t e r a t u r e nationale. I l y a i n t e r e t a noter que l a Russie qui avait longtempa imite l a France, en p a r t i c u l i e r l e s chefsd'oeuvre du Grand Siecle, commenpa, a p a r t i r du dix-neuvieme s i e c l e , a i n s p i r e r aux Franpais des idees nouvelles, tout en transformant et enrichissant l a l i t t e r a t u r e franpaise. (12)  Le premier numero a paru l e l e r aout, 1818, l e dernier en Janvier 1819-  (15)  Hoy, C., Nos Origines l i t t e r a i r e s . p.5°"-  (1A) Ibid. P.5A5.  - 89 Dane l e "Prospectus  du premier numero de l  11  1  "Abellle canadienne",  Henri Meziere exposa son "programme", demontrant que ses idees etaient vraiment serieuses et p o s i t i v e s * "Nous y donnerons accessoirement l a n a l y s e des Poernes, des pieces f u g i t i v e s de quelqu importance, des traductions nouvelles de nos vieux auteurs classiques, des voyages qui, aux notions l e s plus u t i l e s , joignent quelquefois tout 1 ' i n t e r e t du drama, et enfin des notices historiques ou bibliographiques sur l e s hommes celebres de tous l e s pays, et specialement sur ceux de nos compatriotee qui ont servi ou i l l u s t r e l e notre, n'importe dans quelle profession..."(15) 1  1  Mais l e Clerge canadien-franpais  ne v o u l a i t point une l i t t e r a t u r e  nationale, influenced par l a Prance ou bien par 1*Europe. Peu a peu, i l avait disperse l e s plus f a i b l e s signes de 1*atmosphere i n t e l l e c t u e l l e sans l a q u e l l e i l n'y a guere d'ecrivains. On d e t r u i s i t l e s l i v r e s f r a n pais - comme du temps de Calvin. Mgr P l e s s i s "prechant une r e t r a i t e pendant un hiver rigoureux, f i t apporter  sur l a place publique tous l e s  mauvais l i v r e s de l ' e n d r o i t et on en f i t un grand feu de j o i e . . . " ( 1 6 ) Bien d'autres l i v r e s etaient mysterieusement consumes par l ' i n c e n die. Un des ecrivains de l a "Gazette de Montreal"  se p l a i g n a i t *  "La rarete dea l i v r e s franpais se f a i t aentir de plus en plus dans cette province: l e s l i b r a i r e s en sont tout a f a i t depourvus et s i par hazard i l en a r r i v e quelques-uns, i l s sont enleves a des p r i x exorbitants avant que l a dixieme partie des amateurs en aient connaissance. On doit done regarder comme un contre-temps facheux, un accident funeste pour ce pays, l e malheur a r r i v e dernierement a M. Augustin Germain de Quebec. On sait que ce monsieur avait mis presque tout ce q u ' i l possedait en une speculation sur des l i v r e s franpais; q u ' i l e t a i t passe en Prance a cat effet l'automne dernier, q u ' i l avait f a i t dans ce pays une grande emplette de l i v r e s et que ces l i v r e s a peine debarquee ont ete consumes par l'incendie..." (17) M. Trudel nous raconte qu'une grande p a r t i e dea l i v r e s franpais avait ete achetee par l e s ecclesiastiques, meme "a des p r i x exorbitants" et puis renfexmee dans un "enfer" du Seminaire de Quebec... ( 1 8 ) ( 1 5 ) Hoy. 0 . Nos Origines l i t t e r a i r e s . p.545-546. L a c 8 B 8 e , R.P., Une quatrieme mine* dans l e camp ennemi. p . 9 4 . (17) Trudel, M., L'influence de V o l t a i r e au Canada, p . 5 3 . ( 1 8 ) Ibid, pp. 4 7 , 4 8 , 4 9 .  (16)  -  90 -  A i n s i d'explique que l e s l i b r a i r e s ne vendalent que des l i v r e s de classe et de piete (19), qu'au debut du dix-neuvieme s i e c l e , - un des grands s i e c l e s des l i t t e r a t u r e e europeennes, - d'apres Bibaud, "on ne trouvait a acheter chez l e eeul l i b r a i r e q u ' i l y eut a Montreal.*, que des calendriers, des alphabets, des catechismss et quelques  livres  d'Eglise et de devotion..." (20) En 1898, Mme Bentzon, une Franpaise en v i s i t e chez l e s Canadians,  e c r i v a i t qu' " i l n'y a r i e n de plus vide,  de plus de'sole qu'une l i b r a i r i e de Quebec, s i ce n'est l e meme magasin a Montreal..." (21) Dane ces conditions, on ne s'etonnera pas de v o i r que l a l i t t e r a t u re canadienne-franpaise est aseez differente de l a l i t t e r a t u r e europe*enne, et de constater que l e s Canadiens se trouvent meme aujourd'hui comme perdue dene l e s idees qui ne sont pae l e s leurs, dans l a peinture d'une societe q u ' i l s ignorent. Un vieux proverbe franpais d i t : Besogne commencee est a moitie" t e r minee. Mais 1'intervention de l ' E g l i s e dans l e plus important, sinon d e c i s i f moment de l'enfance de l a l i t t e r a t u r e canadienne-franpaise, avait emp'eche l e s premiers poetes et prosateurs de ce pays de commencer leur travail  litteraire.  Et pourtant i l y a quelques c r i t i q u e s canadiens-franpais qui se demandant a. l'heure actuelleS pourquoi l a l i t t e r a t u r e  canadienne-fran-  paise f u t - e l l e s i tardive? pourquoi n'a-t-elle pas encore reussi a nous donner un chef-d'oeuvre, n i un genie? V o i c i l a reponse de Joseph Quesnel, l e premier poete francocanadien, se plaignant de n'^etre pas l u : (19) Cremazie, 0 . , Oeuvres Completes, p.52'., Montreal, 1883. (20) Roy, C , Nos Origines l i t t e r a i r e s . p.308. (21) Bentzon, Mme., Au Canada. Revue des Deux-Mondes, p.3A7. 15 j u i l l e t , 1898.  -  91  -  "Parcours tout l'univers, de l'Inde en Laponie Tu verree que partout on fete l e genie, Hormis en ce pays* car l ' i n g r a t Canadian Aux talent8-de Vesprit n'accorde jamais r i e n . " (22) Selon l a juste expression de Cremazie, l e s oeuvres canadiennes avaient ete seulement dee "accidents l i t t e r a i r e s " , et une  litterature  vraiment nationale n'avait pu se conatituer... (23) Pas d'inteVet,  pas  d'encouragement, pas de mecenes, non plus, pour aider l e s jeunes auteura. MaiB au l i e u de cela 1 ' i n d i f f e r e n c e de l a part du peuple, 1 intervention de l ' E g l i s e , 1  1'ignorance,  l'apathie  l ' h o s t i l i t e et  intellectuelle.  Une f l e u r peut-elle c r o i t r e et f l e u r i r s i on l a met  dans une cave  ou e l l e n'a n i lumiere, n i s o l e i l ? Peut-'etre y c r d l t r a - t - e l l e , jamais a r r i v e r a l a p e r f e c t i o n de sa couleur et de son. parfurn.  (22) Roy,  0., Nos originea l i t t e r a i r e s .  (25) Cremazie, 0.,  Oeuvres Completes,  p.34. p.25.  mais sans  - 92  -  V;  VERS UNE LITTERATURE TOUT A FAIT LIBRE?  Au cours des chapitres precedents, necessaires pour f a i r e  com-  prendre l e developpement c u l t u r e l , historique et l i t t e r a i r e , du Canada f r a n c a i s depuis l e s premiers jours de l'Ancien Regime juequ'au commencement du dix-neuvieme s i e c l e , nous avons Studio surtout 1'organisation, et l e role t r e s important  et a c t i f de l ' E g l i s e canadienne. En outre,  nous avons s u i v i de pres sa l u t t e energique pour obtenir l e pouvoir  ab-  solu dans l e pays; nous avons vu son attitude envers l a culture, l ' a r t et l a l i t t e r a t u r e de l a nation. En e f f e t , l'examen de ce sujet nous semble indispensable, car i l est presque impossible de comprendre l a portee l i t t e r a i r e , 1'essence, l a valeur et l a r a i s o n d^etre de l a l i t terature canadienne-franpaise  sans une etude exacte de 1 ' h i s t o i r e et de  l a c i v i l i s a t i o n de l a province, et, en p a r t i c u l i e r , de  1'organisation  de l ' E g l i s e canadienne. Nous avons vu l e s Peres Jesuites etablissant avec zele "une  mission  catholique" dans un pays immense et sauvage, profondement interesses a l a conversion des Peaux-Rouges patens, de meme qu'a l a conversion du "castor", comme Frontenac l e f i t remarquer assez ironiquement  dans sa  l e t t r e adressee a Colbert, ( l ) Puis, noUB avons explique l'ascension lente, mais v i c t o r i e u s e de l ' E g l i s e vers l e pouvoir s p i r i t u e l et tempor e l absolu. Les changements dans l e Royaume de France apres l a mort du Roi-Soleil,  et l e s i d l e s l i b e r a l e s et revolutionnaires dont toute l ' e -  ( l ) Gosselin, A., Vie de Mgr de Laval. t . I . , p.611. Frontenac e c r i v a i t a Colbertt "(Les Jesuites) songent autant a l a conversion du castor qu'a c e l l e des "ames, car l a plupart de leurs missions sont de puree moqueries..." (Lettre du 2 novembre 1672).  - 95 poque semblait'etre marquee, menapaient de detruire, cependant,tous lee f r u i t s du t r a v a i l de Mgr de Laval et des e c c l e s i a s t i q u e s . Grace a. l a conquete britannique, l ' E g l i s e canadienne avait survecu sous l a protection protestantej e l l e avait meme reussi a r e t a b l i r son controls s p i r i t u s l s t temporel sur l e peuple canadien-franpais. A v r a i d i r e , l'Eveque catholique, quoique non reconnu immediatement comme t e l , exerpait une autorite bien plus etendue que du temps de l a domination franpaise, parce q u ' i l B ' e t a i t arroge tous l e s pouvoirs que l ' E t a t possedait a l o r s sur l e s a f f a i r e s r e l i g i e u s e s . I l n'est pas etormant que Mgr Denaut f i t chanter un "Te Deum", quand on apprit au Canada monarch! ate et catholique l a v i c t o i r e de Nelson a Aboukir, en 1799* I l y avait de nouveau l a theocratie a Quebec, et 1'enseignement e t a i t presque i n e x i s t a n t . Toutes l e s occupations  l i t t e r a i r e s et a r t i -  stiques e*taient reduites au minimum. L plupart des l i v r e s franpais a  etaient defendus. Les journaux etaient rares. De cette fapon, l e peuple s v a i t perdu peu a peu l e gout et 1'interet pour l e s amusements plus Sieves. Les consequences en etaient desastreuses*  l e s Canadiens, l e s  a r r i e r e s i n t e l l e c t u e l s , devinrent dans cette epoque un peuple "sans h i s t o i r e et sans l i t t e r a t u r e " . Les habitants, sans contredit, portent meme aujourd'hui  sup-  l e s consequences de cette longue paresse i n -  t e l l e c t u e l l e . Les premiers quatre-vingt ans qui avaient s u i v i l'occupation anglaise du pays, etaient dans l e sens v r a i du mot " l e haut moyenage de l a l i t t e r a t u r e  canadienne-franpaise."  Pendant ce temps, l e s autoritSs ee>clesiastiques avaient dStruit librement et aystematiquement tout c e r c l e nouveau-ne, tout groupe des "professionnels", toute "academie"... Mais meme a l'avsnir, l e Clerge n ' e t a i t pas moins v i g i l a n t . I I continuait a exercer un controle  severe  sur l e s oeuvres l i t t e r a i r e s et sur l e s gens de l e t t r e s sux-memeB. I I  - 9h l e s menapait de l a "damnation et de l'enfer", a i n s i que du "bannissement", s ' i l s o ser ent penser autrement que leurs superieurs. Les cas d'intimidation et de soumission d'une part, et d'ostracisms  et d'exile  d'autre part n'etaient pas rarea. On chuchotait que l ' E g l i s e ne dormait jamais. Ohacun qui n ' e t a i t pas entierement sounds a 1'Egliae et a son enseignement e t a i t conaidere par tout l e monde comme l'ennemi de Dieu, de l a r e l i g i o n et de l a socie'te. Tout poete, admirateur et partiaan du nouveau mouvement l i t t e r a i r e - de l a doctrine de l ' a r t pour l ' a r t ,  etait  accuse publiquement d'etre paien p l u f o t que C h r e t i e n ; tout e c r i v a i n qui oea exprimer des idees l i b e r a l e s l e s plus vaguea, f u t surnomme - "Volt a i r i e n " , d i s c i p l e du Satan. Toute cette e*troite, sinon moyeriageuse attitude de 1'Egliae canadienne exerpait, sans nul doute, une puissante influence sur l a l i t t e r a ture nationale qui, par consequent, laiaee v o i r meme a l'heure a c t u e l l e un f o r t assaisonnement r e l i g i e u x . Aucune autre l i t t e r a t u r e europeenne ne peut 'etre comparee a cet egard avec c e l l e du Canada francaia, meme l a l i t t e r a t u r e eapagnole. Car l'Espagne, en d i p i t de son caractere profond ement r e l i g i e u x et mystique, met dans l a r e l i g i o n l a f e r o c i t e nat u r e l l e de l'amour et de l a passion comme dans l a l i t t e r a t u r e . Choae etrange,  l e Clerge* canadien n'avait jamaia tenu l ' a r t : l a  musique, l a peinture, l a sculpture, l a poesie, pour l e s "consolations divines", comme l e s avait tenues l e grand poete catholique, Dante A l i g h i e r i . C'est pourquoi on ignore au Canada franpais l e carnaval, s i populaire chez l e s Egpagnols, l e a I t a l i a n s , l e s Franpais, et chez l e s nations de l'Amerique du Sud. On y f a i t l e careme et on y celebre mardi gras, tour a tour. Mais a. Quebec, comme avait deja d i t La Hontan, "c'eat  - 95 un- careme perpetual..." Vera 1870,  i l y avait une grande v i c t o i r e de l'Egliae canadienne  aur l ' l n e t i t u t Oanadien - une corporation l i t t e r a i r e c i v i l e - groupant toua ceux que lee i d l e s l i b e r a l e s de l epoque remplissaient d'enthou1  siaeme ou qui croyaient, l'heure venue pour l ' l l i t e i n t e l l e c t u e l l e de reunir ses forces en un faisceau, et de creer une l i t t e r a t u r e canadiennefranpaise toute neuve, o r i g i n a l e . M. Trudel e c r i t a ce sujett "Toutes l e s classes de l a societe* se donnerent l a main; ce f u t une grande f r a t e r n i t e : i l y aura dans l ' l n s t i t u t des juges et des typographies. Les e s p r i t s etaient aussi divers: parmi l e s membres-fondateurs, nous remarquons E r i c Dorion qui sera pour l ' E g l i s e un dur adversaire, et des l i t t e r a t e u r s comme Cremazie et Gerin-Lajoie qui, dans toutes leurs oeuvres, n'auront pas une once de Voltairianisms. On f u t bientot deux cents a discuter dans l e s reunions, a ecouter des conferenciers de choix, a recourir aux services d'une bibliotheque bien garnie. La culture i n t e l l e c t u e l l e a l l a i t connaltre un developpement sans precedent." (2)  Les membres de l ' l n s t i t u t , qui Itaient pour l a plupart d'excellent 8 catholiques, f i r e n t tout leur possible pour prendre recine a Que*bec, mais leurs e f f o r t s Itaient f u t i l e s . Mgr Bourget, l'Eveque de Montreal,  et son C l e r g ! m i l i t a n t , a i d l e par l a grande m a j o r i t ! des  habitants, d o c i l e s et oblissants, etaient de beaucoup trop puissants pour l e p e t i t groupe des i d l a l i s t e s et des poetes. I l s accuserent l e s membres de l ' l n s t i t u t de former une societe B e c r e t e et une maniere de carbonarisme, de recevoir des journaux qui parlaient sans respect de l ' E g l i s e catholique, et de posseder dans leur bibliotheque des ouvrages immoraux. l i s f i n i r e n t par i n t e r d i r e aux catholiques  l adhesion 1  a cette s o e i e t ! l i t t l r a i r e . Quelques journaux p r i r e n t p a r t i pour l ' l n s t i t u t Oanadien. Lee membres voulaient rester juges de l a m o r a l i t ! des l i v r e s tout en refusant l a censure de l'Eveque. On se declara contre 1'intervention de l ' E g l i s e . A cause dee demandee constantes de l a part des ecclesiastiques (2) Trudel, M., L' influence de V o l t a i r e au Panada. t . I I , p.20.  - 96 Canadians, l ' l n s t i t u t tomba sous l ' i n t e r d i t papal pour ses idees p o l i tiques, l i b e r a l e s et philosophiques,  de meme que pour sa persistence  dans l a c i r c u l a t i o n et l a diacussion dea l i v r e s qui etaient mis a l'index. Mais l e s l i v r e s i n s c r i t s a l'index atteignaient un c h i f f r e astronomique* tout Balzac, tout Zola, tout George Sand, tout Eugene Sue, tout Alexandre Dumas, pere et f i l e , e t a i t a l'index. Puis Rabelais, Montaigne, V o l t a i r e , Rousseau, Lafontaine, Hugo, Lamartine, Swift, Heine, une v e r i t a b l e voie lactee dea plua grande auteurs francaia et europeens e t a i t a l'index. Aussi l e s Dictionnaires de Larousae, de L i t t r e , de Quoquelin, de Garnier-Pages etaient a l'index... En 1868,  Mgr Bourget i n t e r d i t formellement aux catholiquea de l ' l n -  s t i t u t de continuer a en f a i r e p a r t i e sous peine d'excommunication, et cette condemnation e t a i t f a t a l e pour l a culture et l a l i t t e r a t u r e du pays. En meme temps, t r o i s journaux, l'Avenir, l e Defricheur et l e Rev e i l , cesserent de p a r a i t r e l'un apres 1'autre. Le triomphe de l ' E g l i s e f u t complet. E l l e continuait de t e n i r l e peuple dans un etat a r r i e r e . Depuis lore, lee ultramontains,  partisans du p a r t i  ultra-orthodoxe,  qui soutenaient que l ' E g l i s e du Canada eat sound se a l ' a u t o r i t e du pape, au temporel comme au s p i r i t u e l , ameliorerent beaucoup leur position, et leur pouvoir a Quebec. H a devinrent de plua en plua a f r e a s i f s . Un Cons e i l de 1'Egliae de ce temps comparait l e nouveau mouvement l i b e r a l catholique au Serpent rampant a l'Eden et tramant l a chute de l'homme. On appelait l e s liberaux - l'ennemia de l ' E g l i s e , et l e s g a l l i c a n s , aes dangereux amis. En 1871  un programme catholique f u t annonce qui main-  t e n a i t que toua ceux, charges du pouvoir l e g i s l a t i f , devaient "etre "de p a r f a i t accord avec l e s doctrines et 1'enaeignement de l ' E g l i s e " . Le triomphe de l a theorie de 1 ' i n f a i l l i b i l i t e papale dana l ' E g l i s e fut s u i v i par un e f f o r t du Clerge quebecois a controler - non aeulement lea  - 97 oeuvres de l ' a r t et de l a l i t t e r a t u r e , - mais aussi l e s elections dans toute l a province de Quebec, naturellement, aux intereta de l a h i e r a r chic. Les l e t t r e a pastorales des Eveques de Quebec, de Montreal et de T r o i s Rivieres etaient publiees, avertiasant l e peuple dea v i c e s du l i b e r a l i s m s p o l i t i q u e . Cette intervention dea eccleeiastiques dans l e domaine p o l i t i q u e , e*tait, bien entendu, exclusivement l a chose de l ' E g l i s e catholique du Canada, et non paa de l ' E g l i s e universelle de Rome. A ce sujet, i l n'y a aucun doute que l e Clerge canadien a outrepaese ses d r o i t s . Lorsqu'il a l u t t e contre l e p a r t i l i b e r a l , i l e t a i t tout a f a i t dana eon t o r t , et Rome, d ' a i l l e u r s l e l u i f i t bien v o i r , puisqu'elle envoys a 1' archeveque de severe a avertiasements. Le Saint-Siege en e f f e t au cardinal Taschereau, en 1876,  reprochant a certains membres  du Clerge de trop s'ingerer dana lea elections. A l'occaaion de l a dispute.entre  ecrivit  (3)  l ' E g l i s e et l e chef du p a r t i  li-  beral, Sir Wilfred Laurier, on a pu obaerver pour l a premiere f o i s a Quebec, cette grande forteresse des conservateurs, une reaction "en masse contre l e controle du Clerge'. Un des principes du liberalisme de Laurier e t a i t que l'homme peut etre un bon f i l e de l ' E g l i s e catholique, toutefois, i l peut accepter dea principes liberaux dans l e domaine de l a p o l i t i q u e . Maintea et maintea f o i s , i l avait c r i t i q u e courageusement l ' E g l i s e l o r s q u ' e l l e s ' i n gerait indument dans l e s a f f a i r e s p o l i t i q u e s . "Liberal de 1'ecole a n g l a i se", i l ne v o u l a i t s'inspirer n i du point de vue catholique n i du point de vue protectant; mais i l en appelait a l a conscience de tous l e s Canadians, quellea que fussent leurs croyances. Naturellement, l e peuple l'ecouta,  et approuva ses paroles et sea i d l e s . Mais l e Clerge*, alar me  de cea a l l u r e a qui "ne rappelaient que trop l e s revolutionnaires d'Eu-  (3)  M ndements des eveques de Quebec, t.VI., a  p.270-271.  - 98 r o p e " , d e c l a r a de s u i t e une g u e r r e i m p i t o y a b l e au nouveau p a r t i . semble q u ' o n a fortement  II  exagere* " l e grand danger" de l a p a r t des L i -  b e r aux. V o i l a M. B r u c h e e i q u i e c r i t dans eon " H i s t o i r e du Canada" a ce propos. "Tout ce que l a p r o v i n c e c o m p t a i t d ' e e p r i t s f o r t s , v o i r e d ' a u t h e n t i q u e s F r e r e s T r o i s - P o i n t s , d e s i r e u x de secouer l e ' j o u g ' de l ' E g l i s e , n o u r r i s de V o l t a i r e , de Rousseau et de L Mennais, a v a i t adhere en b l o c aux f o r c e s r o u g e s . . . " (4) a  Encore une f o i a l ' E g l i s e v o u l a i t se d e b a r r e s s e r de t o u s ceux q u i o s e r e n t "empoisonner" avec l e u r s i d e e s l i b e r a l e s l a p o p u l a t i o n s i m p l e e t p i e u s e du Canada. M. B r u c h e s i p a r l e de c e t t e a c t i o n e n e r g i q u e  et  immediate de l ' E g l i s e comme s u i t . "Une condamnation f o r m e l l e du l i b e r a l i s m e a v a i t s u i v i de p r e s c e l l e de l ' l n s t i t u t C a n a d i e n p a r Mgr B o u r g e t , a l a grande j o i e de ceux que l e u r s a d v e r s a i r e s l i b e r a u x a p p e l a i e n t ' u l t r a m o n t a i n s et q u i r e v a i e n t n i p l u s n i m o i n s , depassant en c e l a l e s d e s i r s de l e u r s c h e f s r e l i g i e u x , de fonder un p a r t i c a t h o l i q u e . . . " (5) 11  On s a i t ,  cependant,  l e proverbes  "Tant v a u t l e b e r g e r ,  tant vaut  son t r o u p e a u ! " En ce moment c r i t i q u e l o r s q u e l e s Canadiens f u r e n t d ' e t r e eepares non seulement p o l i t i q u e m e n t , mais a u s s i Laurier f i t  sur l e p o i n t religieusement,  son fameux d i s c o u r s sur l e " L i b e r a l i s m e p o l i t i q u e " , ou i l  ne t a r d a pas a montrer a t o u t l e monde q u ' i l  a v a i t r e p u d i e t o u t e com-  p r o m i s s i o n avec l e e r a d i c a u x f r a n p a i s et q u ' i l  s'inspirait  uniquement  du l i b e r a l i s m e a n g l a i s de G l a d s t o n e . . . M.W. L a u r i e r d i t . " I I e x i s t e en Europe, en F r a n c e , en I t a l i a e t en Allemagne une c l a s s e d'hommes q u i se donnent l e t i t r e de l i b e r a u x , mais q u i n ' o n t de l i b e r a l que l e nom, e t q u i sont l e s p l u s dangereux des hommes. Ce ne sont pas des l i b e r a u x , ce sont des r e v o l u t i o n n a i r e s j dans l e u r s p r i n c i p e s i l s sont t e l l e m e n t e x a l t e s q u ' i l s n ' a s p i r a n t a r i e n moins q u ' a l a d e s t r u c t i o n de l a s o c i e t e mo(4) B r u c h e e i , J . , H i s t o i r e du Canada, p.571. (5) I b i d ,  571.  - 99 derne. Avec ces homines, nous n'avone r i e n de communi" (6) Laurier, en declarant que l e liberaliame canadien e t a i t degage des aspects farouches du liberaliame franpais, a e t a i t sounds a l ' E 1  g l i s e , du moins jusqu'a un c e r t a i n point. Ce n'etait pas pour l a premiere f o i s . On sait que Laurier s'interessait vivement a l a l i t terature; i l e t a i t l e redacteur du "Defricheur" - l e journal plus tard condamne, et membre de l ' I n s t i t u t Canadien. Mais apres l a condemnation de cette organisation l i t t e r a i r e , une scission  s opera dans l ' I n s t i t u t , 1  et l e s moderes, Laurier, Jette et Cassidy, donnerent leur demission. L'attitude du Clerge envers l a l i t t e r a t u r e canadienne-franpaiae n'avait point change* pendant tout ce temps jusqu'aux premieres decades du vingtieme s i e c l e . Sa v i g i l a n c e n'avait point relache. Lea gens de l e t t r e s canadiens-franpais  v i v a i e n t sous l e controle qui l e s paralyaait  de plua en plus. Dociles et obeissants,.  i l s ecrivaient des  histoires,  des legendes ou de simples contes de l a v i e et moeurs champetrea; l e aujet perpltuel de leurs poemes e t a i t ou l e "foyer", ou l e "clocher", ou l e " t i r r o i r " , ou bien 1'"habitant", tour a tour. La plupart dee poetes et dea proaateurs de 1'Ecole patriotique de Quebec  (l860-19OO),  comme A l f r e d Garneau, Pamphile LeMay, Adolphe Poisson, Neree Beauchemin, William Chapman, l'Abbe Gingras et bien d'autrea, etaient entierement soumis a l ' E g l i s e , et, par consequent, honores, encourages, loues par l e haut Clerge et par l e public. Un autre groupe d'ecrivains, pourtant, qui reclamaient  l a l i b e r t e .de pensee, menaient une v i e tree dure. Quel-  que s-uns comme Garneau, Frechette,  L.O. David, A. Buies, h i e r encore  rebelles, etaient maintenant soumis; d'autres, plus f i e r s et plus audacieux, f i n i r e n t d'une maniere tragique. M. Dessaulles, l'ancien membre de l ' I n a t i t u t Canadien qui, d'apres Mgr Bourget lui-meme avait ete* l'"ennemi l e plus dangereux de l a r e l i g i o n , au Canada" (7), e t a i t " l a (6) Laurier. W.. Discours a l'etranger et au Canada, p.96. (7) Hudon, L ' l n e t i t u t Canadien de Montreal, p.77.  - 100 viotime du clerge canadien"  (8) et "...depouille de ses t i t r e s , de see  blene. de tout ce q u ' i l possedait... i l est venu mourir de faim dans un grenier..." (9) Au debut du vingtieme  siecle, l ' E g l i s e avait toujours continue a  exercer une surveillance severe sur toutes l e s phases de l a v i e publique du Canada franpais, cependant, non plus avec l e meme succee qu'auparavant. D'une maniere ou d'une autre, e l l e ne pouvait plus fermer l e pays hermetiquement, et l e s nombreuses manifestations de l a v i e moderne et l e s nouvelles idees s'etaient bien v i t e repandues parmi l e s masses. I I est v r a i que l e jeune groupe l i t t e r a i r e , l'Ecole de Montreal, r e s t a i t sounds et devoue a l ' E g l i s e , et que ses poetes principaux, Nelligan, Lozeau, Chopin et Morin montraient beaucoup de reserve et meme de t i m i d i t e en parlant de l'amour; i l est v r a i aussi que M. Bourassa, repetant en echo 1'opinion de l a majorite" des paysans, e c r i v a i t en 1902» "Le clerge est encore et doit raster notre classe dirigeante par. excellence!" (10); neanmoins, on pouvait v o i r partout des signes d'un grand changement soc i a l . Le nombre de journaux a n t i - c l e r i c a u x se double, l e s r e l a t i o n s economiques et c u l t u r e l l e s entre l a France et l e Canada devinrent plus f o r tes, l e s bibliotheques, l a presse, l e theatre Slargissent dans une grande mesure l'horizon s p i r i t u e l de l a population; i c i et l a l e s paysans reclamaient l ' a b o l i t i o n de l a dime et l e s Liberaux demandaient a haute voix l a "separation de l ' E g l i s e et de l ' E t a t " et " l e s ecoles subventionnees par l'Etat et depouille'es de tout enseignement sectaire." ( l l ) Plusieurs journaux, en meme temps, accusaient l e Clerge d ' e t r e corrompu, (8) (9) (10) (11)  Vibert. T.. La Nouvelle-France catholique. Dedicace. Ibid, p . 5 . Bourassa, H., Le patriotisme canadien francais, p.20. Trudel, M., L'Influence de V o l t a i r e au Canada, I I . , p«53«  - 101 d'etre "trop puissant, fastueux, avide de richease et de domination". (12) L'Eglise, naturellement, n'avait paa t o l e r e longtemps ce groupe "audacieux et revolutionnaire" de quelques individus, e l l e l e d e t r u i s i t sane plus de faeons. Lea journaux et l e s revues - "Lea Debate", "La Semaine de Montreal", "Le Pays", l e " S o l e i l " , " L Lumiere", a  " L Vigie", a  "L Opinion publique", "L'Eeho des Deux Montagnes", etaient i n t e r d i t s 1  par consequent,  et l'un d'eux s'etait meme servi de 1'expression -  "terrorisme religieux".(15) Mais l e point culminant du rigorisme et de l e censure exageree de l ' E g l i s e canadienne, c ' e t a i t l a condemnation d'une dee plua grandes et celebres revues l i t t e r a i r e s de Quebec, "Canada-Revue" qui s'occupait des b e l l e s - l e t t r e s . Cette revue comptait a peine t r o i a annees d'existence "que deja e l l e f a v o r i s a i t l a d i f f u s i o n d'idees entachees d'erreurs manifestos..." (l4) En 1892,  l e s eveques de l a province de Quebec publierent une l e t t r e  pastorale ou i l  e t a i t question dee devoirs de l a presse. Accusant tout  auteur immoral d'etre un empoiaonneur public, et attaquant severement a peu pres tous l e s journaux Canadians,  sauf l e s journaux r e l i g i e u x et  clericaux, i l s ecrivaient* "Grace a l a presse, l e s scandales ont 4te divulgues au l o i n et sont venus jeter l'emoi au aein de nos populations d'ordinaire ai caimes dana leur f o i r e l i g i e u s e . . . Aveugle par l e a prejugea, l a passion, l e s calomnies, on en est venu a soulever des questions qui ne regardant que ceux qui ont charge de gouverner l ' e g l i a e de Dieu et a qui seul i l appartient de l a d i r i g e r . " (15) Trois aemaines plus tard, "Canada-Revue" et "l'Echo des Deux Montagnes", "coupablee d'injures graves envers l a r e l i g i o n , l a d i s c i p l i n e de l ' E g l i s e et ses ministres" (16) e*taient condamnes par l'archeveque de (12) Mandements des eveques de Montreal, t.XI.p..98-99. (13) Mandements dea eveques de Quebec. t.X, p.560 et 366. (14) Marion, S.,Les Lettres oanadiennes d'autrefois.t.VIII. p.75. (15) Mandements des eveques de Quebec. t.XI, p.165. (16) Ibid. 165.  - 102 Montreal* "Noue defendons jusqu'a nouvel ordre, a tous l e s f i d e l e s , sous peine de refus des sacrements, d'imprimer ou de conserver en depot, de vendre, de distribuer, de l i r e , de recevoir ou de garder en sa possession ces deux f e u i l l e s dangereuses et malsaines, d'y collaborer ou de l e s encoureger d'une maniere quelconque." (17) La raison pour cette condamnation e t a i t l'annonce de "Canada-Revue" de publier bientot quelques romans des auteurs en vogue. Parmi ces auteurs i l y avait un dont l e s ouvrages etaient a 1'Index. Or, ce qui pourrait paraitre assez abeurde, c'est l e f a i t que ce roman mis a l ' I n dex, n'etait n i "Madame Bovary" de Flaubert, n i "Sapho" de Daudet, n i "Nana" de Zola non plus, mais simplement l e bien connu roman historique d Alexandre Dumas pere, l'oeuvre preferee de toute l a jeunesse europeen1  ne, "Les Trois Mousquetaires". Dans ces conditions deplorables, tout European ne peut s'smpiecher de s'apitoyer sur l e rigorisms et l ' e s p r i t e t r o i t et p u r i t a i n qui f l o r i s s s i e n t en terre quebecoise avant l a Grande Guerre. Car ce rigorisms, ce puritanisme i n t e l l e c t u e l sont, sans aucun doute, en grande p a r t i e responsables de l a mediocrite de l a l i t t e r a t u r e canadienne-franpaise. Toutefois, l a revue l i t t e r a i r e f u t condamnee et ruinee, et l e Clerge canadien prouva de nouveau q u ' i l e t a i t seul maitre dans ce pays. I l e t a i t encore trop t o t de penBer a une l i t t e r a t u r e tout a f a i t libre.  *  *  *  Aujourd'hui, cependant, un mouvement a l i e u au Canada franpais qui peut 'etre appele sans exageration l a renaissance du vingtieme siecle, et qui a ebranle l a province jusqu'a ses fondements. I l n'y a pas un (17)  Mandemente des eveques de Quebec, t . XI, p,177«  - 103 element dans l a v i e des Canadiens-franpais qui pourra l u i echapper, mais en aucun l i e u l e ferment n'a un plus grand e f f e t que sur 1'education, sur l a r e l i g i o n et sur l a l i t t e r a t u r e . Des hommes dont l a catholicisme est irreprochable mettent au d e f i leurs pretres et leurs eveques, lesquels ont commence enfin & comprendre que l e temps Present n'est point l e temps Passe, et qu'une p o l i t i q u e reactionnaire pourrait guider inevitablement vera l a destruction de l ' E g l i s e catholique au Canada franpais. L'importance de cette renaissance se peut sentir dans l e domaine l i t t e r a i r e . Les romanciers  canadiens-franpais ecrivent des l i v r e s q u ' i l s  n'auraient pas ose e c r i r e i l y a cinq ana... Les romans comme " T e s t a t i ons' , "Pantaisies sur l e s Peches C pitaux", 1  a  d'occaaion",  "Fin de l a Joie", "Bonheur  "Evade de l a Nuit", "Terrea S t e r i l e s " (18) sont tree po-  pulairea parmi l e s masses, non seulement a Quebec, mais encore dans l e s autres provinces du Canada. Le seul theatre du pays, l e Theatre National, represente l e drame a Quebec qui a une assez grande valeur l i t t e r a i r e . (19)  La poesie s'est approfondie. De plus en plus e l l e revele l e s secrets de l'*ame canadienne. L'existence d'une l i t t e r a t u r e canadienne d'expression franpaise n'est plus guere mise en doute* l ' a c t i v i t e l i t t e r a i r e des Canadiensfranpais d'aujourd'hui  et l a qualite de leurs oeuvres en sont l a preuve.  Les poetes, l e s romanciers,  l e s dramaturges et l e s c r i t i q u e s  canadiens-  franpais, l i b r e s d'exprimer leurs idees et de peindre l a v i e d'apres nature, ont desormais l a conviction que l'heure est enfin venue de (18) Les oeuvres par: Gerard Martin, Tentations; Roger Lemelin, Fantaiaiea sur lea peches capitaux; Jacqueline Mabit, Fin de l a Joie; Gabrielle Roy, Bonheur d'occaaion; A. Langevin, Evade de l a nuit; Jean F i l i a t r a u l t , Terres SterileB. (19) L  e  dr ame  de M. Jean F i l i a t r a u l t , "Le Roi David" remporta recemment  l e p r i x de "Dominion Drama Feativals" a Hamilton,  Ontario.  - 104 f a i r e servir d'abondantes ressourcee i n t e l l e c t u e l l e a a 1'enrichiesement de.la v i e nationale. C'eat pourquoi on peut eaperer qu'ainsi l a l i t t e r a t u r e canadiennefrancaise deviendra dans tree peu de temps humaine, universelle, i n contestablement vivante, pleine de force et de hardiesse.  DEUXIEME PARTIE  - 107 I. DE FRERE SAGARD A L ABBE GROULX 1  Ohose etrange, ce n'est n i l a Poesie n i l e Roman, mais l ' H i s t o i r e qui est, assurement, l e genre l i t t e r a i r e l e plus cultive* au Canada franpais* E l l e est presente des l e s commencements de l a l i t t e r a t u r e canadienne-franpaise  et devient l e plus important des genres litteraires?-  au dix-neuvieme s i e c l e , et meme aujourd'hui e l l e ne cesse de dominer l e s b e l l e s - l e t t r e s de Quebec. I>e grand nombre des h i s t o r i e n s canadiens en eet l a preuve. Toute cette legion d h i s t o r i e n s etudie avec eoin et 1  ardeur l ' h i s t o i r e des quatres s i e c l e s , depuis l a decouverte du pays par Jacques Cartier jusqu'a notre epoque, " l e B i e c l e du Canada", et encore ce domaine e s t - i l l o i n d' avoir ete' tout explore. I l en eet dans l e grand public qui contemplent cet "acharnement historique" d'un o e i l mefiant et avec un sourire moqueur, mais l ' h i s t o r i e n canadien-franpais ne se soucie n i de l a d e r i s i o n de quelques e s p r i t s c r i t i q u e s , n i de l a fatigue. I l continue a t r a v a i l l e r avec zele pour atteindre l e but q u ' i l s'est f i x e . E t quand, finalement, son "Histoire du Canada" est e c r i t e , l'auteur l e plus souvent d i t assez laconiquement dans " l ' A v i s au Lecteur", comme pour se defendret "'Encore une Histoire du Canada!' dira-t-on peut-'etre sur l e ton ironique. Eh bien! oui. Ni l a premiere, qui f u t e c r i t e par Pierre Boucher, n i l a derniere. Le s o l e i l b r i l l e pour tout l e monde..."(l) Pourquoi done l ' h i s t o i r e e e t - e l l e un genre l i t t e r a i r e f a v o r i au Canada franpais? D'ou vient qu'elle est s i populaire parmi l e s habitants? Pourquoi  l e s guides l i t t e r a i r e s de Quebec l u i o n t - i l s donne l a preferen-  ce aux depens de l a poesie, du roman? Pourquoi  l e Clerge c o n s e i l l a i t - i l  ( l ) Brucheei, J., H i s t o i r e du Canada. Montreal, 1951» Avis au Lecteur.  - 108 aux jeunes ecrivains de t a l e n t de se l i v r e r aux travaux historiques? Pourquoi ces travaux, et non pas l a poesie, l e roman ou l e drame, e t a i e n t - i l s consideres comme etant l e s seuls dignes d'une l i t t e r a t u r e nationale? Selon l e mot des ecclesiastiques, l e s travaux historiques avaient pour resultat "de f a i r e connaltre l a patrie a l'etranger", de " c u l t i v e r l a f l e u r divine du patriotisme" et de "decouvrir l a grandeur du passe et 1 ' e c l a t des actions" des anciens Canadians. (2) "Le p e t i t peuple canadien-francais aime l ' h i s t o i r e . . . " (3) a d i t M. Brunet dans son ouvrage, et c'est, bien entendu, une des raisons qui explique pourquoi l'on a tant de l i v r e s d'histoire a Quebec. Mais, ou chercher l e s autres raisons? La reponse a cette question est tree simple: en ecrivant son oeuvre, l ' h i s t o r i e n a pour but l a recherche e t l a discussion des f a i t s ; l'analyse exacte des problemes p o l i t i q u e s , sociaux et economiquesj 1'ordre et 1*.arrangement de son re*cit... C'est un t r a v a i l long, serieux, quelque peu pedantesque, dont l a base ne peut "etre que l e document authentique, l e manuscrit ou l a piece d'archives. Naturellement, on n'y peut parler de 1'amour, on n'y peut peindre des passions violentes, comme autrefois, dans l e s chroniques ecandaleuses, par exemple, dans l ' " H i s t o i r 6 de Louis XI" par Jean de Troyes, ou dans l a "Chronique" de Jehan l e Bel. Ce genre de r e c i t hietorique, narrant des intrigues, des amourettes, des scandales, des commerages mesquins, l e plus souvent associes a l a v i e de l a cour, est incompatible avec l e caractere canadienf r a n c a i s qui est au fond tree r e l i g i e u x et patriotique. D ' a i l l e u r s , ces anciennes chroniques ecandaleuses, equivalentes a notre moderne Ecole de l a Calomnie, sont aujourd'hui f o r t demodees, et l e grand public ne l e s l i t plus. On a l e s journaux quotidiens. Tandis que l e roman est un genre l i b r e , presque sans l i m i t e s (et (2) Lar eau, E., Histoire de l a l i t t e r a t u r e canadienne. Montreal,1874,p.lhO. (3) Brunet, B., H i s t o i r e de l a l i t t e r a t u r e canadienne-francaiae. p.25«  - 109 on pense i c i a ces divers types - roman historique, exotique, r e a l i s t e , personnel, psychologique...), l ' H i s t o i r e , particulierement  a Quebec,  n'est pas l i b r e . S i l'on parle du roman, on peut d i r e : i l montre de 1'imagination et contient un c e r t a i n realiame; a i l'on parle de l ' h i s t o i r e , on d i t qu'elle ne contient que du r e e l . De quelque fapon que ce aoit, l ' h i e t o i r e n'est pas s i dangereuse pour l a morale du peuple que l a poeaie erotique, l e roman et l e drame naturalistes.. L ' h i s t o i r e peut "etre revolutionnaire, cynique et completement depourvue de sentiment r e l i g i e u x , mais tree rarement sensuelle, immorale. On n'y trouve pas de r e c i t e complaisamment d e t a i l l e s et evocateurs. En Europe, l e v e r i t a b l e a r t i s t e , q u ' i l soit romancier ou poete, q u ' i l aoit h i s t o r i e n ou dramaturge, toujoura moraliste, jamais sermonneur, d o i t librement montrer dans see oeuvres toutes l e s tares de l a societe: l a d i s l o c a t i o n de l a f a m i l l e , l a auperatition et l'avarice du paysan, l'hypocriaie et l a corruption; des classes dirigeantes, l a s i t u a t i o n penible et inique de l a femme, l a degene*reacence hereditaire et alcoolique, et l e s denoncer. L'hiatorien, en p a r t i c u l i e r , doit "etre entierement l i b r e en ecrivant son etude qui, dee ce moment, appartient deja a l a poeterite. Sa mission est sacree,  sa r e s p o n s i b i l i t y envers 1'human!te est grande. H doit f i -  delement reproduire a l a maniere d'un peintre l'image de l'epoque dont i l eat l e chroniqueur, Sea qualites e s s e n t i e l l e s sont l a justesse d'observation, 1 i m p a r t i a l i t e , une scrupuleuse et froide exactitude, 1  et sur-  tout l a v e r i t e , toute l a v e r i t e . A i n s i , un p a r t i p o l i t i q u e , une claese dominante, ou un groupe d'ecclesiastiques n'on aucun d r o i t de se meler de son t r a v a i l , ou bien de l e menacer de "priaon", "d'ostraciame publique" ou "d'enfer", s ' i l rapporte fidelement  un f a i t ou un evenement. De  meme, l e v r a i h i s t o r i e n devra debarrasser l ' h i s t o i r e de toutes l e s fables  - 110 absurdea, du fanatisme,  -  du patriotisms exagere, de l e s p r i t romaneaque 1  et de l a c r e d u l i t e . Au Canada franpais. cependant, l ' h i s t o i r e entre 1840  et 1900  n'a  qu'un butt enaeigner l a morale et l a vertu, precher l a survivance,  aoit  r e l i g i e u s e aoit nationale, detourner du v i c e , c'eat-a-dire, l u t t e r  contre  l e s idees revolutionnaires et philosophiques  des encyclopedietes du dix-  huitieme s i e c l e . On a, sur ce genre l i t t e r a i r e , des vues bien e t r o i t e s et t r a d i t i o n n e l l e s depuis l e s h i s t o r i a n s l a t i n s , et on l e s garde j a louaement. Tout autre type d ' h i s t o i r e , influence par l e s h i s t o r i e n s f r a n pais, Cuizot, Thierry, Michelet, est defendu. On se aouvient que 1'oeuvre de 1'Historien National, quoique irreprochable au point de vue moral, f u t l'objet d'une c r i t i q u e brutale, et que toute 1' e d i t i o n du "Voyage en Angleterre" f u t supprime'e. (4) L'historien canadien-franpais  donne l a plus grande place aux por-  t r a i t s dea hommea et des femmes celebres, aux descriptions du paya, de l a nature et dea b a t a i l l e a , aux tableaux de moeurs, a l a narration des anecdotes, a l a defence de l a r e l i g i o n , de l a langue et des l o i s . L ' h i s t o i r e est maintenant excluaivement u t i l i t a i r e , et eon u t i l i t e sera morale, base aur l a r e l i g i o n catholique et sur l e patriotisms. Un des premiers h i s t o r i e n s l i t t e r a i r e s du Canada franpais,  M.E.  Lareau, eaquisse dana 8on ouvrage l e s evenements principaux du pays, et nous indique l e r o l e de l ' h i s t o r i e n canadien en general. Son r e c i t est a l a f o i s un eloge ardent et patriotique du peuple canadien et une desc r i p t i o n pittoresque et romantique de l a campagne, ce qui, cependant, doit etre evite par tout h i s t o r i e n o b j e c t i f et impartial. "Un bon h i s t o r i e n , a d i t Penelon, n'est d'aucun temps n i d'aucun. pays" (5), mais M. Lareau et l a plupart dea h i s t o r i e n s (4) Lanct'ot, G., F.X.Garneau. Toronto, (sans date), (5) Penelon, Lettre a 1'Academie. P a r i s , 1716.  canadiena-franpais  p.41.  - Ill du dix-neuvieme siecle, y compris F.X. Garneau, etaient d'une opinion tout a f a i t d i f f e r e n t e . M. Leresu e c r i v a i t a ce sujet: "Comme chez tous l e s peuples qui ont v i e i l l i , l ' h i s t o i r e du Canada o f f r e de grandes beautes et de hautB enseignements. Un passe a c c i dent!, des actions heroiques, des l u t t e s sans treve... Aussi, des hommes de merite, des citoyene e c l a i r e s et vertueux, se m i r e n t - i l s a l'oeuvre, et aujourd'hui, nous pouvons etudier l e s epoques l o i n taines de l a colonie, e c l a i r e s au flambeau des e c r i t s historiques de Garneau, Ferland, Bibaud, et tent d'autres ecrivains recommendables qui ont surgi comme par enchantement a notre epoque." ( 6 ) L etude de l ' e v o l u t i o n de l ' h i s t o i r e canadienne-franpaise n'est pas 1  sans i n t e r e t . Certes, on ne doit pas l a comparer a l ' h i s t o i r e franpaise, si v i e i l l e ,  s i riche et s i variee, avec l e s chroniqueurs celebres, comme  Villehardouiri, J o i n v i l l e , Froissart, Gommines, et plus tard avec l e s h i s t o r i e n s , V o l t a i r e , Thierry, Guizot, Thiers, Michelet; neanmoins, en examinent l e s documents historiques de l a Nouvelle-France a i n s i que du Canada franpais sous l e regime britannique, on v o i t que tout cela, toute cette v a r i e t l des oeuvres anciennea et modernes, forme un assez b e l ensemble. Malgre leurs insuffisances et leurs faibleeses, ces oeuvres deroulent devant nos yeux l e tableau colore et pittoresque, on pourrait presque dire l e f i l m , de l a v i e d'une race dans l e Nouveau Monde. L ' h i s t o i r e : un regard jete en a r r i e r e . L'historien moderne se met en route a l a recherche du temps perdu. I I e c r i t au sujet des morts, mais doit se souvenir que ces morts ont vecu. II d o i t f a i r e revivre l e passe. D'ailleurs, l ' h i s t o r i e n ne doit jamais e c r i r e du point de vue d'aujourd'hui,  mais du point de vue des contemporains de 1'epoque q u ' i l analyse.  Quand l e lecteur commence a songer au passe, a v o i r devant ses yeux lee hommes, l e s femmes et l a campagne d'autrefois, l ' h i s t o r i e n a bien accomp l i e son ouvrage, pourvu que ce songe corresponds a l a v e r i t e . Car, de cette fapon l e temps perdu est devenu l e temps retrouve. Or, les historiens canadiens du dix-neuvieme siecle aussi bien que (6)  Lareau,.E., H i s t o i r e de l a l i t t e r a t u r e canadienne. p.139-140.  - 112 ceux de nos jours ont eu l a chance de pouvoir se servir de bien des travaux du passe* documents,  r e l a t i o n s et manuscrits, qui, meme a  l'heure actuelle, contribuent a 1' e d i f i c a t i o n du grand temple historique du Canada. Pour cette raiaon, i l  eat bien etrange que l e s h i s t o r i e n s mo-  dernes parlent souvent dedaigneuaement  de quelquea-uns de leurs prede-  cesseurs, et qu'on l e s etudie a peine au Canada francaia. Et pourtant, cea l e t t r e s de l a Nouvelle-France, quoique aouvent obscurs et n a i f s , ont dans leurs oeuvres un souffle de genie, un "je ne sais quoi" de grand, de beau, d'independant et de personnel, qu'on ne retrouve point dans l e s ouvragea historiques, f r o i d s et pales, d'aujourd'hui, meme dans la. " r e f a i t e "  " H i B t o i r e  du Canada" de Garneau. A v r a i dire,  ce "je ne sais quoi", chez Cartier, chez Champlain, chez Lescarbot, mais avant tout chez l e Frere Sagard, chez Marie de 1'Incarnation et chez l e Baron de La Hontan, nous f a i t songer aux grands maitrea de l a l i t t e r a t u re franpaise du aeizieme siecle, comme Rabelais, Montaigne, Marguerite d'Angouleme. Ce n'eat pas seulement quand on veut se renseigner sur l ' h i s t o i r e dee premieres anneee du Canada qu'on doit f e u i l l e t e r lea pages d'un Lescarbot, d'un Champlain, d'un Sagard; on doit l e f a i r e l e plus souvent possible. Dans ces documents on decouvrira l a v i e elle-meme, l a sage philosophie du dix-septieme siecle, l e charme, l a paasion, l ' e a p r i t , et une grande l i b e r t e d'expression. La plupart des ecrivains sont l e s rel i g i e u x eux-memes, e t cependant i l peignent l a v i e t e l l e q u ' i l e l a voient* Si nous ne connaissons guere, par leurs r e c i t e pittoresques, les-: sentiments du dix-septieme s i e c l e , l a mentalite et l a physionomie des personnages, leurs moeurs et leurs coutumes, tout r e v i t sous nos yeux. La premiere impression est c e l l e de l a r e a l i t e , du mouvement. On s a i t que Samuel de Champlain, l e fondateur du Canada,  etait  - 115 profondement  religieux e t entierement devoue a l ' E g l i s e catholique.  Toute cette piete profonde, cependant, ne 1'emp*echeit pas de regarder les femmes et de l e s peindre "au natural". Le p o r t r a i t physique des Peaux-Rouges dans ses "Voyages" revele a l a f o i s son talent d'observat i o n et un certain i n t e r e t a r t i s t i q u e . Champlain. ecrits "Tous ces peuples sont bien proportionnes de leur corps. l i s sont sans difformites et sont dispos. Les femmes sont aussi bien formees, potelees et de couleur basanee a cause de certaines peintures dont e l l e s se f r o t t e n t . Cela l e s f a i t paraitre o l i v a t r e s . U s sont h a b i l l e s de peaux. Une p a r t i e de leur corps est couverte et 1'autre de*couverte..." (7) Comme Cartier, Champlain nous l a i s s a des r e l a t i o n s de ses voyages, et non pas une h i s t o i r e du pays. Le premier h i s t o r i e n de l a NouvelleFrance est Marc Lescarbot, avocat lettre*, poete et philosophe "a l a Montaigne". Son "Histoire de l a Nouvelle-France" (I6O9), malgre* un grand nombre de defauts, est un ouvrage o r i g i n a l . Lescarbot, l u i aussi,n'etait pas insensible a l a beaute. Tout en g l o r i f i a n t "Les Muses de l a NouvelleFrance" (8), i l comparait l e s Sauvages americains aux peuplee de l'Antiquite*, et i l admirait sincerement l a beaute des formes corporelles des femmes du pays. La premiere "Histoire du Canada" d'une certaine valeur f u t e c r i t e pax l e Frere Gabriel-Theodat Sagard, mineur Recollet de l a Province de P a r i s . Cette h i s t o i r e f u t tree bien a c c u e i l l i e en France en 1656, et plus tard, en 1866, e l l e f u t meme reimprimee. Le Frere Sagard, appartenant a 1'ordre r e l i g i e u x de Saint-Franpoie, n'eet pas seulement une figure vraiment sympathique, c'est aussi un excellent narrateur et un assez bon h i a t o r i e n . Ce qui est surprenant chez l u i , c'est l a f i d e l i t e avec laquelle i l decrit l e moindre d e t a i l . A 1'exception du Baron de La Hontan, c'est Sagard qui a f a i t la. meilleure et l a plus complete des(7) Champlain. S.. Voyages. Paris. 1619. Reedition Gueean. p.240. (8) Leecarbot, M., Lee Muses de l a Nouvelle-France. Paris, I609.  - 114 c r i p t i o n de l a v i e des Sauvages; e l l e est pleine de couleur locale, de vie,  de verite". En effet, Sagard s a i t v o i r et i l f a i t v o i r . I I nous donne  tree souvent des p o r t r a i t s vrsiment "naturels" et franca, ce qui l e rend f o r t impopulaire parmi l e s austerea eccleaiaatiques de Quebec, nTeme a l'heur e actuelle. Le passage auivant est presque dans l e genre de Boccace ou de Marguerite de Navarre. "Lea Sauvages et Sauvagesees du B r e s i l et de tous l e s p a l s circonvbiains ne se servent non plus de vestemens que nos Cheveux relevez et demeurent nuds, hommes et femmes comme l e s enfants sortans du ventre de leur mere. Mais l e s femmes et f i l l e s des Cheveux relevez plus honnestes et vergogneuses, ont un p e t i t cuir a peu pres grand comme une serviette, duquel e l l e s se couvrent l e s reins juaquas au m i l i e u des cuisses et tout l e reate du corps est decouvert, a l a facon de nos Huronnes..." (9) Ce qui ajoute a l a popularite de 1'"Histoire du Canada" de Sagard, c'est l a naivete et l a s i m p l i c i t e dans son r e c i t , de meme que l e s couleurs, l e s gestes, les d e t a i l s pittoresques de toute sorte. On l u i f a i t des reproches q u ' i l est de temps en temps un peu trop l i b r e et meme grossier dana ses narrations, et q u ' i l parle trop souvent des "femmes et f i l l e s toutes nues" (lO). Et en e f f e t , l e bon Frere semble un peu trouble par l a beaute, l a v i v a c i t e et l a jeunesse des "nymphes" du Canada, quand i l e c r i t d'une maniere poetiquet "Les ieunes femmes et f i l l e s semblent des nymphes, tant e l l e s sont bien accommodees, et des biches, tant e l l e a sont legeres du pied..." ( l l ) Pourtant, c'est avec (9) Sagard, G.T., Hjatoire du Canada et Voyages. Depuis l'an 1615, p.195. (10) Tandis qu'au Canada franpais on deteste franchement toute a l l u s i o n de l a "chair seductrice" dans l a l i t t e r a t u r e , on trouve en Europe un t e l ouvrage entierement innocent au point de vue r e l i g i e u x et moral. V o i c i l'approbation de l ' E g l i s e . "Nous aoussignez, Professeurs en l a aainte Theologie... c e r t i f i o n s avoir l e u un l i v r e i n t i t u l e , Voyage du Pays des Hurons.•• auquel nous n'avons rien trouve contraire a l a R e l i g i o n Catholique, Apoatolique et Romaine. aine tree u t i l e et necesaaire au public..." (XXIV,XXV) - Sagard, Le Grand voyage du Pays des Hurons, Paris, L i b r a i r i e Tross, 1865. (11) Ibid, p.252.  - 115 des yeux d.'enf ant q u ' i l considere l e nouveau monde. I I ne v o i t que l a bonte et l a beaute'. Tout comme Montaigne ou Rousseau, Sagard c r o i t de tout aon coeur a l a bonte des Indiens. H aime l e Canada, i l est s i n cere et t r i s t e quand i l prend conge du pays* "C'est a present, c'est a cette heure, q u ' i l faut que i e te quitte, o pauvre Canada, o ma chere Province dee Hurons, c e l l e que i ' a v a i s choisie pour f i n i r ma v i e en t r a v a i l l a n t en t a converaion..."(12) Le Pere Charlevoix de l a Compagnie de Jesus publia en 17^4 son " H i s t o i r e de l a Nouvelle-France" qui, a coup sur, eat l a meilleure et l a plua complete h i a t o i r e qui a i t ete e c r i t e sur l a Colonie Royale. L'auteur s'y montre un narrateur p r e c i s , assez elegant et a p i r i t u e l , et un grand admirateur de l e nature canadienne. Malheureusement,  c'etait  un de ces "historiens de carriere" qui ecrivaient surtout "pour l a plus grande g l o i r e des J l a u i t e s " , et non pas un e s p r i t l i b r e et independent, un v r a i a r t i s t e . Bien q u ' i l nous donne une image exacts de l a v i e sociale de l a colonie a cette e*poque, i l evite 80igneueement  toute description "risquee"  du "beaux sexe", des moeurs et des coutumes chez l e s indigenes. En un mot, i l e c r i t comme un "engage" du p a r t i c l e r i c a l , et par consequent, quelques passages de son "Histoire" ou bien de son "Journal Historique" sont t r e s monotones. M.G. Lanctot pretend dans son l i v r e  "F.X.Garneau"  que l e s auteurs des "Relatione", Le Clercq, Charlevoix et l e s autres, se preoccupaient beaucoup plus de r e l i g i o n que de p o l i t i q u e , exagerant l e s moindres d e t a i l s r e l i g i e u x . Preaque un eiecle s ' l t a i t ecoule* depuis l a p u b l i c a t i o n de l ' " H i s t o i r e de l a Nouvelle-France" de Charlevoix, et aucun ouvrage d importance 1  n'avait paru au Canada franpais. On ne doit done pas trop blamer Lord Durham pour see paroles duree et dedaigneuses quand i l a d i t , en parlant (12) Sagard, Le grand voyage du pays des Hurons. Paris, I865, p. 266-267.  - 116 a propos des Canadiens* "C'est un peuple sans h i s t o i r e et sans l i t t e r a ture. .." Le plus ancien et assez important document historique apres l a Cession du Canada, e c r i t en 1784, est l'"Appel a l a Justice de l ' E t a t " de Pierre du Calvet, descendant d'une f a m i l l e noble de huguenots franpais. Victims de ses idees " l i b e r a l e s et i r r e l i g i e u s e s " i l f u t poursuivr; par l e Clerge* comme revolutionnaire et conspirateur, et enferme pendant trente-deux mois dans l a prison m i l i t a i r e de Quebec par l e general Haldimand. L eloquence de son pamphlet patriotique est toute 1  nourrie de r e a l i t e s et animee d'une passion continue. Mais c'est seulement a p a r t i r de 1850 que s'accentue l e mouvement des e*tudes historiques. Le Docteur Jacques Labrie, ardent p a t r i o t e et l i b e r a l , e c r i v i t une "Histoire Generale du Canada" bien documentee et soigneusement preparee, mais i l mourut avant d'avoir pu l a publier. M.A. Morin: propose a l a l e g i s l a t u r e de publier cette synthese de tous l e s evenements historiques depuis l e s origines jusqu'a 1830, mais l e manus c r i t , l e t r a v a i l de trente anneee, a mysterieusement p e r i dans l ' i n c e n dlie de St. Benoit, pendant 1'insurrection de 1837' Les quatre p e t i t s volumes de Jean-Franpoie Perrault, "Abrege de 1'Histoire du Canada", ne sont qu'un manuel a 1'usage des e c o l i e r s . L'oeuvre principale de cette epoque (principale - parce qu'elle e t a i t sans r i v a l e l ) , 1'"Histoire du Canada" de Michel Bibaud, "n'est plus guere l u aujourd'hui".(13)  E l l e manque d'eloquence, de passion;  e l l e est tree seche, comme son auteur, et c'est une assez pale copie de 1'"Histoire de l a Nouvelle-France" de Charlevoix. Le p i s est que Bibaud s'e st rendu tree impopulaire a Quebec avec son "Anglomania",  exprimee  presque a chaque page de son r e c i t . En outre, 1'auteur ne ee soucie pas (15) Roy, C.., Tableau de 1' Histoire de l a l i t t e r a t u r e canadienne. p.51«  - 117 du tout de critique et de methode. I I e t a i t etranger a l a penaee cartes i enne. Un v e r i t a b l e renouveau l i t t e r a i r e , aurtout dans l e domaine h i s torique, commenpa avec l a p u b l i c a t i o n de l " H i s t o i r e du Canada" de Gar1  neau, une oeuvre qui, malgre toua aes defaute et faibleases, a l ' i n t e r e t d'un drame. Comme ecrivain, Garneau n'eat pas un grand a r t i s t e ,  surtout  du point de vue europeen. Son style a souvent une certaine raideur archaique, sa narration eat de temps en temps monotone et lourde, et l e contenu de son oeuvre n'est pas toujours o r i g i n a l . Car, l e s h i s t o r i e n s dont Garneau s'est inspire sont nombreuxJ Thierry, Guizot, Sismondi, V o l t a i r e , Montesquieu, Raynal, Volney... Pourtant, aon importance dana l a l i t t e r a t u r e eanadienne-franpaise est considerable. Ce que Garneau veut ecrire, c'est l ' h i s t o i r e du peuple canadien et de son ascension vers l a l i b e r t e p o l i t i q u e de meme que vers l a l i b e r t e i n t e l l e c t u e l l e . Garneau est dans l e sens v r a i du mot l e Promethee Canadian. C'est son "Histoire" que procede une grande p a r t i e de l a l i t t e r a ture nationale de l a periode auivante. Malheureusement, Garneau n'etait pas l i b r e . I I ne l u i e*tait pas permis d'exprimer ses pensees, d ' e t r e f i d e l e a soi-meme. Quelques c r i t i q u e s l i t t e r a i r e s croient que s i Garneau avait vecu en France toute sa v i e , i l aurait cree une oeuvre vraiment remarquable. M. G. Lanct'ot, son biographe, e'erit que Garneau aejourna en France "trop peu et r e tomba trop v i t e  danB  un milieu d i f f i c i l e . . . " ( l 4 ) En e f f e t , e'etait un  "milieu d i f f i c i l e " ! Car, immediatement apres l a p a r i t i o n de l a premiere edition de 1 ' " H i s t o i r e " de Garneau, meilleure et plus objective que toutes l e s autres, l'ouvrage et l'auteur furent attaques avec violence (14) Lanctot, G., Garneau h i s t o r i a n national, p.129. (15) Ibid, p. 32.  - 118 par "quelques ultramontains". (15) Toutefois, ces "quelques ultramontains" etaient bien puissants a Quebec, l e s v e r i t a b l e s chefs de l a population canadienne-franpaise. I l s ont accuse Garneau d'etre infecte par l ' e s p r i t v o l t a i r i e n , et Garneau, bien entendu, s'est soumis aux corrections qui l u i furent suggerees et presents au public une edition bien acceptable au point de vue C h r e t i e n et philosophique... Roma locuta est, causa f i n i t e est... Edmond Lareau, contemporain de Garneau, nous donne un commentaire de premiere main* "On s a i t que l a premiere edition de 1'"Histoire du Canada" a ete r e t i r e e de l a c i r c u l a t i o n aussitot que mise en vente. Des c r i t i q u e s acerbes, venant surtout du clerge de ce pays, reprochaient a Garneau de donner, dans plusieurs questions, l a predominance aux i n t e r e t a temp orels sur l e s i n t e r e t s s p i r i t u e l s ; de condamner ensuite 1'intervention du clerge dans l e s a f f a i r e s temporelles sous l a domination franpaise, notamment a propos des d i f f i c u l t e s produites par l e commerce de l'eau de v i e ; enfin, de desapprouver l e gouvernement franpais qui empechait toute emigration de Huguenots en ce pays, quand i l s etaient l e s seuls colons disposes a emigrer en Amerique. A f i n d'avoir l a paix Garneau consentit a corriger certaines p a r t i e s de son ouvrage qui n'en est pas moins, aupres de certains esprits, entache de gallicanisme. I I est f a c i l e de comprendre que l ' h i s t o r i e n a subi cette influence sans 1'accepter ' volontairement. C'est a f i n de rendre eon l i v r e plus acceptable a l a majorite des lecteurs canadiens q u ' i l a du accepter l e s cons e i l e , l e s avis et l e s remontranees du clerge canadien..." (l6) Tandis que Michel Darveau exprime l a meme idee de but en blanc* "... Pour se soustraire a l a persecution!..." (17),  l'Abbe Casgrain-dit  de l ' h i s t o r i e n d'un ton doux et assez hypocrites "II a donne une preuve eclatante de sa piete f i l i a l e envers l ' E g l i s e en soumettant cette edition de son "Histoire" a un ecclesiastique competent..." (18) On peut a'imaginer l a souffrance, l e desespoir et l'apathie de tout auteur s i son beuvre est mutilee sans raison, s i ses meilleures pensees sont expurgees sans merci. (16) Lareau, E., L' H i s t o i r e de l a l i t t e r a t u r e canadienne. p. 160. (17) Darveau, M., NQB hommes de l e t t r e s , Montreal, 1875, p.90. (18) R o b i t a i l l e , G., Etudes sur Garneau. p.81.  - 119 II va sane d i r e que cette troisieme e d i t i o n de Garneau est un ouvrage pale, presque ennuyeux. M. Lanctot a d i t * "Ces a l t e r a t i o n s ne sont pas toutes heureuses historiquement, n i meme l i t t l r a i r e m e n t . L ouvrage s'est assobri dans 1'ensemble... maiB d'autre part i l a perdu quelque chose de l'eloquente conv i c t i o n et de l'ardeur vibrante qui traversaient comme un coup d ' a i l e l e s deux premieres editions..." (19) 1  En examinant de plus pres l e s creations historiques, produites a l a f i n du dix-neuvieme et au commencement du vingtieme s i e c l e , on trouvera des oeuvres d'une valeur considerable, dignes de notre  confiance,  minutieusement d e t a i l l e e s , extremement bien documentees, precises, logiques, basees sur une etude tout a f a i t moderne et s c i e n t i f i q u e , et de temps en temps meme impartiales, neanmoins, ce qui manque dans leurs pages, c'est l a v i e . En general, e l l e s sont f r o i d e s et souvent lourdes, pleines d'un patriotisms exagere. I I est v r a i que tout h i s t o r i e n d o i t "etre homme de science d'abord. II ne peut, comme l e poete ou l e romancier, se l i v r e r a son temperament et ecouter l e s voix secretes et seduisantes qui l e conduisent  incon-  sciemment sur les chemins de l ' a r t . Toutefoia, un grand h i s t o r i e n peut "etre en meme temps un grand a r t i s t e . A i n s i , selon Thierry, l ' h i s t o r i e n ne doit pas se borner a rel a t e r l e s eVenementB. L'historien d o i t f a i r e revivre l e passe, avec see idees, ses sentiments, see croyances, ses coutumes, oui, meme avec ses amours et ses passions'* Michel et, l u i aussi, f a i t de son " H i s t o i r e de France" une oeuvre savants et pourtant fremissante de v i e . " L ' H i s t o i r e de l ' E t a t Russe" de Karamzine e t a i t une oeuvre qui f i t epoque. Selon Pouchkine, Karamzine a revele l a Russie aux Russes, justement comme Golomb a decouvert l'Amerique. I I a redonne l a v i e aux ossements desseches de l ' h i s t o i r e , et i l a e c r i t , en prose, un grand poeme e"pique (19)  Lanctot, G., Garneau h i s t o r i e n national, p.43.  - 120 p l a i n d'animation.  Et Macaulay f u t l e premier a "populariser" l ' h i s t o i r e  dana sa fameuse "Histoire d'Angleterre". E l l e remplapa l e dernier roman dans l e boudoir elegant et somptueux d'une dame, et trouva sa place a cote de Shakespeare et de l a Bible sur l e rayon e t r o i t d'une bibliotheque d'un pionnier. Et Niebuhr, Mommsen, Strachey, Guedalla, tous ces hommes ont reussi a reconstituer avec exactitude l e m i l i e u historique d e c r i t dans leurs ouvrages, a donner une image de l a societe. Comme une reaction contre l e l i v r e de Garneau, ou l'auteur a'est "servi de 1'esprit contagieux de V o l t a i r e " , l'Abbe J.B. Ferland a e c r i t un "Coura d'Histoire du Canada" dans un esprit tree d i f f e r e n t de c e l u i de 1'Historien national. A v r a i dire, cet ouvrage dogmatique en eat l a contre-partie. Plus qu'une h i s t o i r e , c'est une apologia ardente de l ' E g l i s e canadienne. Le Canada, pour Ferland, n'est qu'une "colonie catholique", fondee par l a France et, apres l a conquete britannique, sauvee par 1'organisation r e l i g i e u s e . Ferland est un de ces nombreux h i s t o r i e n s canadiens-franpais qui pretendent que l a Providence  est intervenue dane  toutes lea circonatances historiques du paya au coura du passe. " I l comp r i t mieux que Garneau l e caractere r e l i g i e u x de nos o r i g i n e s historiques, d i t l'Abbe Roy,  et rendit, a ce point de vue, meilleure j u s t i c e a ceux  qui en furent l e s principaux ouvriers..." (20) Le style de l'Abbe Ferland est un style de "sang-froid" (21), comme son caractere et tout son ouvrage. Le style d'un autre religieux, l'Abbe Casgrain, au contraire, "bouillone de chaleur" (22), mais son. oeuvre historique - quelques port r a i t s moraux de grands personnages - est, en depit d'un arc-en-ciel de couleurs criardes, sans v i e , sans vigueur et sans mouvement. On nomme (20) Roy, C., Manuel de l ' H i s t o i r e de l a l i t t e r a t u r e canadienne. p.46. (21) Brunet, B., H i s t o i r e de l a l i t t e r a t u r e canadienne-franpaise. (22) Ibid, p.29.  p.2°.  - 121 Casgrain - h i s t o r i e n , mais, en realite*, ce n'est qu'un homme d'imaginat i o n . L ' h i s t o i r e n'est pas pour l u i une oeuvre de science; i l n'en v o i t que l e s aspects dramatiques, qui, peints par l u i , deviennent souvent melodramatiques. A 1'exception de Turcotte, Bedard, David, De Celles, Dionne, "l'enfant t e r r i b l e de l ' h i s t o i r e canadienne" - Benjamin Suite, dont " i l est u t i l e de controler" l e texte (25), et deux h i s t o r i e n s vraiment remarquables, M. Joseph E. Roy et M. Thomas Chapais, presque tous l e s autrea h i s t o r i e n s nationaux sont des r e l i g i e u x . A i n s i , l ' h i s t o i r e au Canada est, sans nul doute, l e monopole des ecclesiastiques. Car i l y en a beaucoup* l'Abbe Auguate Gosselin, l'Abbe H.A.  Scott, l'Abbe J.P.A. Maurault, l'Ab-  be N. Caron, Mgr H . Tetu, Mgr J.A. Douville, l'Abbe J.B.A. A l l a i r e , Mgr 0. Maurault, l'Abbe L.A. Desrosiers, l'Abbe C o u i l l a r d - D e s p r e B ,  l'Abbe  C.H.  Laverdiere et bien d'autrea. Tous ces historiens, un grand nombre d'entre eux tres habiles et erudite, croient aincerement que l a race eanadienne-franpaise doit jouer un role en Amerique,  qu'elle a une mission a y remplir; et i l s r e -  jettent energiquement l'idee r e a l i s t e de V o l t a i r e * " L ' h i s t o i r e c'est un tableau des crimes et des malheura..." (24) Pour eux, l ' h i s t o i r e est un l i v r e des dlcrets providentiels. Le v e r i t a b l e chef de ce "Canada apoatolique", c'est l'Abbe Groulx. Cet  ardent t h e o r i c i e n du p a r t i nationaliate franpais pense que 1'his-  t o r i e n doit'etre conduit par une idee* l'idee mesaianique. I l met l ' h i s t o i r e au service d'une cause* c e l l e de l a survivance de l a race franpaise en Amerique. A i n s i l ' h i s t o i r e est deliberement releguee au second plant l a r e l i g i o n occupe l e premier. (25) Hoy, C., Tableau de l'Hjatoire de l a l i t t e r a t u r e canadienne. (24) V o l t a i r e , L'ingenu. Oh. X. Paris, 1767.  p.56.  - 122 L ' h i s t o i r e du Canada franpaia d'aujourd'hui n'eat pas encore delivree de l a grande influence r e l i g i e u s e . Les jeunes h i s t o r i e n s canadiens-franpais trouvent leurs meilleurs modeles presque e x c l u s i vement dans l e s oeuvres des h i s t o r i e n s d'action,  comme l'Abbe Groulx,  M. Thomas Chapais, l'Abbe Gosselin, M. Jean Bruchesi...  H e devien-  nent a i n s i "engages" eux-memes, partisans d'une "party l i n e " , dont l a p a r t i a l i t e eat l e plua souvent responsable de l a faiblesae, de l a (25) monotonie, de l absence de v i e dana l a l i t t e r a t u r e eanadienne-franpaise. 1  L'oeuvre de Garneau fut une f a i b l e reaction contre l e a  narrations  ecclesiastiques d'autrefois. Mais Garneau s ' e t a i t corrige. La premiere e d i t i o n "avait souleve des tempetee chez l e s ' s a c r i s t a i n s et marguill i e r s ' . . . " (26), l a troiaieme "est une preuve eclatante de piete  fili-  ale"... Et pourtant, l ' " H i a t o i r e du Canada" de Garneau ne cease d'etre regardee comme une oeuvre essentiellement  "voltairienne e t liberale"(27)«  La reaction contre sa premiere edition condamnee f u t exprimee dana une masse d'histoires plus ou moins " r e l i g i e u s e s " . Des l o r s , a peu pres r i e n n'a change a Quebec, du moins dans l e domaine de l ' h i s t o i r e . En depit d'une opposition de quelques i n t e l l e c t u e l s , l'Abbe Groulx, professeur de 1'Universite  de Montreal, M. Bruchesi de l a Societe Royale  du Canada, l'Abbe Teasier,  secretaire de l a Societe d'Histoire, Mgr 0.  Maurault de l a Societe Royale du Canada et Vice-president Historique  de l a Societe  de Montreal, sont encore l e s seulee autorites. La c r i t i q u e  de M. Edmond Lareau, e c r i t e en 1874 n'eat point demodee. "Ce n'est paa que 1'ecole actuelle soit entierement exempte de certains prejuges, d'une certaine t i m i d i t e ; i l y a des chosea qu'elle n'ose pas dire, qu'elle Bemble crai.ndre de d i r e , qu'elle (25) I l eat v r a i que l e jeune h i s t o r i e n Guy Fregault est assez impartial, tout de meme, i l eat "eleve et successeur de l'Abbe Groulx..." - A. Viatte, Hjstoire l i t t e r a i r e de 1'Amerique franpaise. p.169. (26) Lanctot, G., Garneau h i s t o r i e n national, p.42. (27) Trudel, M., L influence de V o l t a i r e au Canada, o p . c i t . , t . I , 167185. 1  - 125 d i t dans une edition et qu'elle efface dans une eeconde, comme s i e l l e suspecteit un ennemi cache et secret qui serait pret a l'etouffer s i e l l e d i s a i t toute l a v e r i t e . " (28) • Aujourd'hui on s a l t qui est cet "ennemi cache et secret" de l'expression l i b r e dans l a l i t t e r a t u r e canadienne-franpaise.. Les v i e i l l e s t r a d i t i o n s  (28)  ne meurent que d i f f i c i l e m e n t  Lareau, E., H i s t o i r e de l a l i t t e r a t u r e canadienne.  a Quebec.  p.268.  -  124 -  II. LES ROMANOIERS 00 LES MORALISATEURS?  Le roman eet apparu assez tard dans l a l i t t e r a t u r e canadiennefranpaise. Les premiers essais de ce genre furent de mediocre qualite et i l s reaterent longtemps l a t i m i d i t e meme. A v r a i dire, on ne saurait l e s appeler des "romans", mais tout simp1ement des "contes", t o i r e s " . E t meme en tant que "contes",  des " h i s -  i l s n'avaient r i e n de commun  avec l e s exemples classiques des "novelle", Sorites par l e s fameux ecrivains de l a Renaissance, Boccace, Sacchetti, Piorentino,  Bandello.  "Le roman, en Canada, d i t L reau, un des premiers c r i t i q u e s l i t a  t e r a i r e s de ce pays, porte un caractere tout p a r t i c u l i e r , i l est essentiellement national." ( l ) M. Lareau a raison* s i l a l i t t e r a t u r e canadienne-franpaise ne pouvait  se vanter de rien, du moins en ce qui  concerne l ' o r i g i n a l i t e , e l l e pouvait  certainement se vanter de son ro-  man. Car ce roman est unique. A quelques egards, i l n a v a i t pas de r i 1  v a l dans toute l a littSrature u n i v e r s e l l e , depuis l e temps ou Heliodore, un Syrien, Scrivit "Aethiopica." - un conte d' amour au moins quelque peu vecu - , ou lorsque Zola, sous l ' i n f l u e n c e du physiologists Claude Bernard f i n i t son roman experimental celebre, "Les Rougon-Maquart". Plus tard, apres l a Grande Guerre, deux pays europeens avaient imite jusqu'a un c e r t a i n point l e modele du roman canadien-franpais,  mais  selon toute apparence sans en avoir connaissance. Ces deux pays etaient l'Allemagne f a s c i s t e et l a Russie Sovietique, et leurs l i t t e r a t u r e e etaient pleines de sermons p o l i t i q u e s , d'idees "positives", de regies du p a r t i , de t e l l e sorte que l ' a r t v e r i t a b l e n'y trouvait plus sa place, ( l ) L r eau, E., H i s t o i r e de l a l i t t e r a t u r e canadienne. p.274. a  - 125 V o i l a la-question: comment s'appelle l e genre de roman cree par l a plupart dea auteura Canadians-franpaia, a l'exception de quelquesuns appartenant  a l a generation moderne. Comment l e c l a s s i f i e r ? Pouvons-  nous parler d'un roman romantique, r e a l i a t e , impreasionniste, n a t u r a l i s te ou e x i s t e n t i a l i s t e ? E s t - i l base sur 1'experience humaine? Quelle qualite* considere-t-on comme e s s e n t i e l l e dans sa structure: l ' i n t r i g u e ou l a presentation du caractere? Avant qu'on ne reponde a ces questions, i l est necessaire de dire quelques mots au sujet du roman en general. Le terme "roman" au sens d'aujourd'hui  s'applique exclusivement  a l a narration f i c t i v e en prose,  d'une longueur plus ou moins considerable, representant des *etres humains, leura actions, leurs aventurea et leura passions, et montrant une grande v a r i e t e de caracteres humains dans l ' h i s t o i r e ou dans l a vie quotidienne. C'est a l'egard de ces dernieres qualites que l e roman d i f f e r e de l'ancien roman de chevalerie ou l'aventure d'un heroa occupe l a premiere place. Le public moderne ne a'intereaae plus aux aventurea imaginaires de t e l l e sortet i l a s o i f de v e r i t e . Le romancier aura done comme seule matiere l homme d'aujourd'hui dana l a c i v i l i s a t i o n moderne. Balzac a 1  raison quand i l e c r i t dana 1'Avant-propos de l a "Comedie humaine": "En dressant l ' i n v e n t a i r e des v i c e s et des vertus, en raesemblant l e s principaux f a i t a des passions, en peignant l e s caracteres, en choisiesant l e s evenements principaux de l a societe, en composant dea types par l a reunion des t r a i t s de plusieurs caracteres homogenes, peut-etre pourrai-je a r r i v e r a e c r i r e l ' h i s t o i r e oubliee par tant d'historiens, c e l l e des moeurs..." (2) A i n s i , nous voyons que l e v r a i romsncier doit "etre a l a f o i 8 peintre, h i s t o r i e n , philoeophe, moralists, a r t i s t e enfin! C'est pourquoi l e roman englobe tous l e s genres a r t i s t i q u e s . H  aborde tous l e s sujets, e'er i t  l ' h i s t o i r e , t r a i t e de physiologie et de psychologie, monte jusqu'a l a (2) Balzac, H., La Comedie humaine, Avant-propos, Paris, 1842.  - 126 poesie l a plus haute, etudie l e a questions l e s plus diverses, l a p o l i t i q u e , l economic sociale, l a r e l i g i o n , l e s moeurs, en un mot, 1  toute Is societe, toute l a v i e humaine. C'est a p a r t i r du genre i t a l i e n "novella" que se developpa plus tard l e "roman" moderne. L' apparition de "Cento Novelle Aritiche", des l e debut du quatorzieme siecle, mit a l a mode cette forme de narration. Ces "novelle" e*taient dans bien des cas r e a l i s t e s d'une maniere piquante, et l a grande majorite d'entre e l l e s s'occupaient  exclusivement  de l'e*-  tude de 1'homme. E l l e s etaient l e miroir ou l e s hommes de 1'epoque pouvaient  se v o i r en toute r e a l i t e . La l i t t e r a t u r e , comme nous l e savons,  et l e roman en p a r t i c u l i e r , sont souvent 1'expression de l a societe'. Le devoir de 1'artiste est de peindre cette societe fidelement et objectivement. M i s l'image de l a societe n'est pas toujours b e l l e . "Ne a  blame pes l e miroir, d i t l e proverbe russe, " s i ton visage est l a i d . . . " Dans l e "Decameron" de Boccace, mieux que dans toute  autre.oeuvre  historique de l a meme epoque, nous avons l a plus f i d e l e image de l ' l t a l i e du quatorzieme s i e c l e . C'est une vie gaie, f r i v o l e et corrompue, mais malgre tout cela riche, a r t i s t i q u s , pleine de chefs-d'oeuvre. Des femmes legeres, des pretres peu scrupuleux, des paysans g r o s s i e r s et 4  de nobles chevaliers sont les personnages principaux de l a plupart de ces contes. I l nous apparalt done assez paradoxal que l a France, immediatement apres l ' l t a l i e ,  soit un des pays l e s plus riches en ce qui concerne ce  genre l i t t e r a i r e ; tandis que l e Canada franpais compte parmi l e s nations l e s plus pauvres dans l a creation des romans. Vers 1450 on e c r i v i t en France l e s "Quinze Joies du Mariage", oeuvre anonyme a l a maniere des i t a l i e n n e s . En 1555 (a P  e u  P  r e  s a 1'epoque ou  J. Cartier decouvrit l e Canada et en p r i t possession au nom du Roi de  - 127 France), apparut l e "Gargantua" de Rabelais qui, bien l o i n d'etre un roman, possede neanmoina un c e r t a i n internet n a r r a t i f soutenu. L'"Astree" d'Honore d'Urfe a decidement quelques-unes de ces qualites qu'on trouve aujourd'hui dans l e roman. Au milieu du dix-septieme s i e c l e , Mile de Scudery e c r i v a i t des romans de chevalerie dans leaquels "l"amour herolque" jouait un role important. Cea romana, quelquee-una assez volumineux, etaient t r e s populaires parmi l e s "honnetes gens". l i s charmerent pourtant precieux et precieuses, pour qui ces romana furent une espece de code des b e l l e s manieres et du beau langage. l i s etaient e c r i t a dans l a meme intention que plua tard deux journaux v i c t o r i e n s "The Tatler" et "The Spectator". Une revolte contre lea qualites romanesques de Mile de Scudery provoqua^urje reaction r e a l i s t s de Scarron qui e c r i v i t son celebre "Roman Gomique". Mais c ' e t a i t Mme de l a Fayette avec sa "Princesse de Cleves", ecrite entre 1660 et 1678 qui e t a i t l e premier "romancier" en Europe. Son l i v r e eat au nombre dea chefs-d'oeuvre immortels de l a l i t t e r a t u r e romanesquej  de siecle en siecle, i l n'a cesee de charmer un public e-  tendu, par 1'atmosphere  ou Be developpe une aventure d'eternelle veri-  t e . Des l o r s , l a popularite du roman a l l a i t toujours croissant. I I devint un dee genres l e s plus importants et l e s plus puissanta de l e x 1  pression l i t t e r a i r e de l a societe. Le roman n'est pas e c r i t seulement pour amuser l e lecteurj 8a r a i s o n d'etre est a i l l e u r s . H comprend divers genrea, d i f f e r e n t s par l ' i n t e r e t : l e roman historiquej l e roman sociologique: l e roman r e l i gieux, ethique et psychologique. Mais ce roman, q u ' i l s o i t l e roman historique comme "Ivanhoe" de S i r Walter Scott, l e roman d'incidents comme "Robinson Crusoe" de Defoe, l e roman picaresque comme " G i l Bias" de Le Sage, l e roman psychologique comme "Les Freres Karamazov" de (?) Scarron p u b l i a i t l e "Roman Comique" en 1651, h i s t o i r e veridique d'une troupe de comediens ambulants et de provinciaux r i d i c u l e s .  - 128 Dostoievsky ou l e roman sentimental comme "The Vicar o f Wakefield" de Goldsmith, i l est toujours base sur 1"experience humaine, et ses caracteres et l e milieu dans lequel i l s se meuvent et respirent, seront d e c r i t s aussi pres de l a nature que possible. Peu importe de quel genre de roman i l s'agit* l a Verite* en est toujours l ' o b j e t unique. Sans cette Verite de l a v i e , l e roman ne peut jamais "etre appele un bon roman, une oeuvre d'art. Dans beaucoup de ces romans, 1*amour, l a passion, l'extase, l a violence, sont des elements predominants comme i l s l e sont dans l a v i e . Depuis l age prehistorique, depuis l e temps des premieres c i v i |J  l i s a t i o n s et des anciennes cultures, jusqu'a notre "age atomique", nous entendons toujours a travers l e s s i e c l e s l e s vers magiques du grand poete latin;* "Omnia v i n c i t Amor; et nos cedamus Amori* 1'amour conquiert tout", cedons done a 1'amour!" (4) Car, une breve h i s t o i r e , un conte, une nouvelle, un poeme, un drame pourraient p a r f o i s se passer de descriptions amoureusea, mais presque jamais un roman. Le roman, au contraire, est une oeuvre d'une certaine duree, souvent l ' h i s t o i r e d'un heros, d'une f a m i l l e , meme d'une generat i o n . L a t t e n t i o n de 1'auteur est tournee principalement vers l ' a c t i o n 1  de ses personnages. En e f f e t , cet i n t e r e t porte aux personnages du roman,  comme l a source de laquelle j a i l l i t l ' a c t i o n humaine, force l e  romancier a d l c r i r e en d e t a i l et fidelement tout ce que f a i t son heros. La rigueur de 1'observation est e s s e n t i e l l e . Naturellement, l e romancier ne peut pas meconnaltre l e role de 1'amour, car s ' i l meconnait 1'amour, i l meconnait l a v i e . E t s i nous examinons l e s plus grands romans de l a l i t t e r a t u r e universelle, ceux de T o l s t o i , de Flaubert, de Dickens, de Cervantes, de Sigrid Undset, de Knut Hamsun ou de Thomas Mann, nous trouvons que "l'amour" occupe une place preeminente dans leurs oeuvres, (k) V i r g i l , Eclogues. X.  - 129 non parce que ces auteurs s'ltaient delactes dans l a description des amours de diverses sortee, l amour d enfant, 1'amour reveur, l'amour 1  1  sensuel..., male tout simp1ement parce q u ' i l s etaient de v r a i s a r t i s t e s peignant d'apres nature. Pour en revenir a 1'etude du roman canadien-franpais, on constate avec etonnement que ce roman est entierement d i f f e r e n t du roman europeen ou americain. L' attitude de l a major its' des romancier s canadiens dans leur maniere d'envisager l a r e a l i t e , d i f f e r e aussi  considerablement  de c e l l e des ecrivains franpais,allemands, russes ou americains. Le p r i n c i p a l t r a i t caracteristique du roman canadien-franpais, c'est decidement son manque a peu pres complet du sentiment de 1'amour, s i abondant dans toutes l e s autres l i t t e r a t u r e s du monde. La plupart des c r i t i q u e s quebecois ont horreur du "sexe" dans l e s romans et dans l e s poernes, et i l s detestent franchement l e s moindres descriptions de l ' a mour, car "l'amour", pretendent-ils, se ramene souvent aux turpitudes sexuelles. l i s pretendent aussi q u ' i l est cause de l a corruption de l a morale du peuple, et l a decadence de l a f o i . Per consequent, i l s declarerent l a guerre a toutes l e s oeuvres l i t t e r a i r e s "pornographiques et decadentes"  sans exception, ignorant s i ces oeuvres etaient e c r i t e s par  Stendhal, par Daudet, ou bien par Paul de Kock. Jusqu'ici, i l s avaient en grande p a r t i e du succes, en combattant l e s oeuvres d'art, et aujourd'hui l a l i t t e r a t u r e canadienne-franpaise porte l'empreinte ineffapable de cette obsession morale. I l s ont transform! l e roman en conte moral, en sermon. I l s ont decompose l e visage de l a v e r i t l . Hostiles a l a beaut! dans toutes ses formes, i l s ont l u t t e contre e l l e , craignant son influence sur l e s e s p r i t s . Seuls l e s auteurs franchement catholiques ont !te l u s . L element p r i n c i p a l de l a l i t t ! r a t u r e nationale, e c r i v a i e n t - i l s , 1  ne devrait pas etre chose aussi f r i v o l e que l ' a r t pur; au contraire, l a  - 130 l i t t e r a t u r e nationale d o i t 'etre exclusivement u t i l i t a i r e . A i n s i p l u p a r t des C n a d i e n s ne peuvent j a m a i s penser a une oeuvre a  la  entiere-  ment d ' i m a g i n a t i o n depourvue de c o n t e n u moral* L a c o n c e p t i o n a r i s t o c r a t i q u e de l a d o c t r i n e de l ' a r t pour l ' a r t ,  l ' i d e e de l a t o u r  d'ivoire,  l e c u l t e du Beau n ' o n t paa p r i s r a c i n e a Quebec e t dans l e Nouveau Monde en g e n e r a l . Tout ce q u i eat n e c e s s a i r e pour p r o u v e r c e t t e m a t i o n , c ' e s t de l i r e q u e l q u e s - u n s des l i v r e s c a n a d i e n s - f r a n p a i s p l u s i m p o r t a n t s , e c r i t a e n t r e I860 e t  affirlea  1920.  "Voyez n o t r e l i t t e r a t u r e , d i t M . A . R o u t h i e r dans l a p r e f a c e q u ' i l e c r i v i t pour l e " R e p e r t o i r e n a t i o n a l " de H u s t o n , n ' e s t - e l l e pas b i e n sage, b i e n i n n o c e n t e , t o u j o u r s soumise a l ' e p i s c o p a t , t o u j o u r s f i d e l e a l a perruque de 1660 ou a l a l y r e r e l i g i e u s e des romantiques? Voyez nos romans, on nomme a p e i n e 1'amour; v o y e z nos p o e t e s , i l s ne chantent que 1 ' E g l i a e , l a p a t r i e e t l a f a m i l l e . " (5) Comment done d l f i n i r  l e t y p e de ce "roman i n n o c e n t " dont M . L a r e a u  a p p e l l e "un roman e s s e n t i e l l e m e n t n a t i o n a l " ? La d e f i n i t i o n en eera t o u j o u r e " l e roman a t h e s e " ou mieux encore " l e roman de propaganda", terme q u i s ' a p p l i q u e a t o u s l e s romana q u i sont e c r i t s dans un b u t delibere,  sous l a forme d'une t h e s e ,  e t q u i - a peu d e x c e p t i o n a p r e s , 1  b i e n entendu, - n ' o n t aucune des q u a l i t e s dee c r e a t i o n s d ' a r t romancier  d'un  libre.  I l s presentent  un expose pour ou c o n t r e une c l a s s e du p e u p l e ,  maniere de v i v r e , une a c t i v i t e de c i v i l i s a t i o n .  Comme l e  une  caractere  humain e s t l e s u j e t d ' u n i n t e r e t c o n s t a n t pour l e l e c t e u r , e t comme l ' h u m a n i t e se t r o u v e c o n t i n u e l l e m e n t en p r e s e n c e des problemes de l a v i e e t de l a c o n d u i t e , i l s ' e n s u i t  que l e roman a t h e s e e s t a s s e z repandu  dans l a l i t t e r a t u r e u n i v e r a e l l e . Au Canada f r a n p a i s ,  cependant,  i l ne  nous e s t pas p o s s i b l e de p a r l e r eeulement du roman a theae ou du roman de propaganda, mais du roman de propaganda dont l a s e u l e base e s t l a (5) H u s t o n , J . , Le R e p e r t o i r e n a t i o n a l ou r e c u e i l de l a l i t t e r a t u r e canadienne, 1893, P r e f a c e .  - 131 r e l i g i o n . A i n s i , on ne peut s'imaginer de trouver a Que"bec "The  Scarlet  Letter" de Hawthorne, un exemple classique de roman a theae, simp1ement parce q u ' i l t r a i t e d'un probleme "immoral"* Comment une jeune femme qui a'etait etablie recemment dans une nouvelle communaute puritaine, et qui f u t declaree coupable d'adulters par l e peuple - peut-elle se debarraaser de cette accusation et elaborer son propre salut dans un m i l i e u tout a f a i t h o s t i l e ? Les c r i t i q u e s canadiena-franpais - appartenant a. l a classe d'une e l i t e eccleaiaatique - ont impose de bonne heure l e s regies r i g i d e s et severes qui gouvernent  l e s hommes de l e t t r e s Canadians l o r s q u ' i l s ec-  rivent leurs l i v r e s ^ Le poete ou l e prosateur a Quebec n'est n i l i b r e d'exprimer ses sentiments e t ses i d l e s , de peindre d'apres nature. Au contreire, i l eat responsable v i s - a - v i s de l a societe' de see moindres actions, de aes creations a r t i s t i q u e s . Malheur a c e l u i qui o s e r a i t ecr i r e dea l i v r e s immoraux et de cette fapon "empoisonner" l e coeur  simple  et pieux du grand p u b l i c . Accable' d'une crainte, veritablement puritaine des idees, suivant avec obeissance l e s regies d'Arlstote, touchant l e s t r o i s unites, pensant  sans cesse aux "Maximes sur l a comedie" de Bossuet,  qui f a i B a i e n t encore l o i a Quebec, l e romancier  canadien-franpais s'est  soumis a l ' a u t o r i t e de l ' E g l i s e . C'est a i n s i que aes romana sont e c r i t s dans l ' i n t e r e t de l a race, i l s constituent une defence, de temps en temps meme violente, de l a r e l i g i o n . Bien des oeuvres l i t t e r a i r e s , meme a l'heure actuelle, portent 1'approbation du cenaeur - n i h i l obstat. Dana l e a essais c r i t i q u e s , l e s d i s s e r t a t i o n s et l e s a r t i c l e s de l a l i t t e r a t u r e eanadienne-franpaise, on repete continuellement ces regies, cet appel a l a chastete, cette adoration de l a Muse pudique. M. N. Legendre e c r i t dans eon a r t i c l e i n t i t u l e - "A propos de notre l i t t e r a t u r e nationale":  -  152  -  "Nous avons une l i t t e r a t u r e canadienne; e l l e est bien. a nous..* Mais cette l i t t e r a t u r e , e l l e sort a peine de son enfance. Cependant, cette jeunesse est une precieuse qualite; car, comme tout ce qui est jeune, e l l e est encore pure et saine; e l l e n'a pas subi le souffle de l a contamination..." (6) L'Abbe Legendre est evidemment tout a f a i t s a t i s f a i t de 1'enfance de l e l i t t e r a t u r e canadienne-franpaise,  et i l se rejouit du f a i t qu'elle  est encore pure et saine, simp 1ement parce que lee aspects r e l i g i e u x et moraux 1'interessent plus que ceux de l ' a r t et de l a l i t t e r a t u r e . II semble q u ' i l se soucie peu de ce que l a l i t t e r a t u r e nationale s o i t diocre ou p a r f a i t e aussi longtemps qu'elle est profondement S'adressant aux representants de l a jeune generation,  me-  religieuse.  i l dit*  "A vous surtout, l e s jeunes, - car c'est a vous que je m'adresse i c i . . . a vous de l u i conserver ce caractere d i s t i n c t i f qui est peut-etre, apres tout, ce qu'elle a de plus Canadien. A tous. d'emp'echer que, pour arriver a cette vogue qui donne, sinon l a richesse, du moins l e pain de cheque jour, e l l e ne soit forcee de se l a i s s e r g l i s s e r sur cette pente qui mens s i v i t e a l ' o u b l i de toute decence et de toute morale..." (7) II est c l a i r aujourd'hui lectuals"  canadiens-franpais,  que pour l e groupe dirigeant des " i n t e l une l i t t e r a t u r e parvenue a son point de  perfection e t a i t en meme temps une l i t t e r a t u r e immorale. I l s ne voulaient point de chefs-d'oeuvre de t e l l e s conditions. l i s ignoraient l e f a i t  que  l a l i t t e r a t u r e est l a plus haute expression du degre de c i v i l i s a t i o n chez l e s peuples. l i s se contentaient d'une l i t t e r a t u r e pauvre, mediocre et modeste, et desiraient resolument de l u i "conserver  ce caractere  d i s t i n c t i f qui est... ce qu'elle a de plus Canadien..." Et justement cette chaste to* predominante, cette vue Stroite,  ce manque de presque  tout l e sentiment de 1'amour dans l e s romans, dans l e s poemes et dans l e s dramas canadiens-franpais,  est, sans aucun doute, "ce qu'elle a de  plus canadien". Cette derniere d i r e c t i o n avait domine l e s b e l l e s - l e t t r e s (6) (7)  Legendre, N., A p r o p o s de.notre l i t t e r a t u r e nationale. The Royal Society of Canada, 1895. Ibid, p.72.  p.72.  - 155 canadiennes-francaisee jusqu'a l a f i n de l a Grande Guerre. A f i n de decourager  l a creation de t e l l e s h i s t o i r e s des "plus an-  ciene romanciers canadiens" comme " L f i l l e du brigand" par Eugene L'Ea  cuyer, ou l'auteur g l o r i f i e " l e s beautes feminines" en peignant "des cous d'albatre, des levres de c o r a i l et des joues au v i f incarnat" (8), l e Clerge i n t e r v i n t et enonpa l e s regies que l e romancier  canadien-  francais e t a i t oblige* de suivre s ' i l v o u l a i t que ses oeuvres fuasent acceptees par l ' E g l i s e de meme que par l a Societe, et " s ' i l v o u l a i t "etre digne du nom d'honnete homme et de c e l u i de bon citoyen..." (9) II faut done que l e nouveau roman canadien soit avant tout profondement religieux, patriotique et u t i l e . La l i t t e r a t u r e , en general, d o i t t r a i t e r des idees representant l ' U t i l e , l e Juste, l e Beau, l e V r a i et l e Divin. L baee du Beau, en p a r t i c u l i e r , doit *etre toujours l a verite*, a  1'ordre, 1'honnete et l e decent. On rejette comme sans valeur toute chose qui n'exists "que dans l ' e s p r i t des poetes et des a r t i s t e s " . On peut a peine s'imaginer  jusqu'a quels extremes a l l a i e n t bien des c r i -  tiques clericaux, condamnant l e s romans europeens et surtout l e s franc a i s d'une facon generale, s i meme M. Lareau, qui e t a i t consider! dans l e s cercles des ultramontains de Quebec comme " v o l t a i r i e n " et " l i b e r a l " , s'exprime de l a maniere suivantes "On f e r a i t done une erreur grave s i on pense que l e roman ne doit 'etre qu'un r e c i t d'aventures diverses imaginees seulement pour amueer..." (10) Puis i l  c i t e un long passage, t r a i t a n t du problems suivants comment  l e roman doit etre e c r i t et quel est son but. Ces dernieres i n s t r u c t i o n s avaient domine l e s l e t t r e s canadiennes-francaises jusqu'a l a f i n de t r o i s premieres decades du vingtieme s i e c l e . Les romanciers  canadiens,  (8) Lareau, E., Histoire de l a l i t t e r a t u r e canadienne. p.277« (9) Ibid, p.274. (10) l b i d . p.275.  -  154 -  s u i v a n t c e s r e g i e s scrupuleusement e t avec o b e i s s a n c e , "dea  romanciers" e t devinrent  "des m o r a l i s a t e u r s " ,  cesserent  d'etre  "des sermonneurs".  "Le d i v e r t i s s e m e n t que l e r o m a n c i e r h a b i l e semble se p r o p o s e r pour b u t , n ' e s t qu'une f i n subordonnee a l a p r i n c i p a l e , q u i d o i t ' e t r e 1 ' i n a t r u c t i o n de l ' e s p r i t ou l a c o r r e c t i o n des moeurs. A u s s i , c e n s u r e r l e r i d i c u l e e t l e s v i c e s , montrer l e s t r i s t e s e f f e t e des p a s s i o n s desordonnees, s ' e f f o r c e r t o u j o u r s d ' i n s p i r e r l'amour de l a v e r t u , q u ' e l l e a e u l e e s t d i g n e de ses hommages, q u ' e l l e s e u l e e s t l a source de n o t r e bonheur, - t e l e s t l e p r i n c i p a l d e v o i r du r o m a n c i e r . Ce n ' e s t qu'en l e r e m p l i s s a n t q u ' i l p e u t f a i r e un ouvrage q u i t o u r n e a s a p r o p r e g l o i r e , a i n s i qu'a l ' a v a n t a g e des moeurs de l a s o c i e t e . Le r o m a n c i e r d o i t t o u j o u r s p r e s e n t e r l a v e r t u sous dea c o u l e u r s f a v o r a b l e B e t a t t r a y a n t e s , l a f a i r e r e s p e c t e r , l a f a i r e aimer dans l e s e i n meme des p l u s a f f r e u x malheurs e t des p l u s g r a n d e s d i s g r a c e s ; i l d o i t p e i n d r e l e v i c e sous l e s c o u l e u r s l e s p l u s n o i r e s e t l e s p l u s p r o p r e s a nous i n s p i r e r l ' h o r r e u r q u ' i l m e r i t e , f u t - i l monte au f a i t e des honneurs e t p a r v e n u au comble de l a p l u s b r i l l a n t e p r o s p e r i t e . Tout c i t o y e n q u i a ' l c a r t e de ce p r i n c i p e n'eat digne n i du nom d'honnete homme n i de c e l u i de bon c i t o y e n . " ( l l ) De c e t t e maniere l a v r a i e l i t t e r a t u r e se r e d u i t a l a propagande, e t l e romancier ae f a i t p r e c h e u r g r o n d a n t de s a c h a i r e c o n t r e l e v i c e . . . L ' a r t i s t e n ' e s t p l u s l i b r e . Au c o n t r a i r e , a u i v a n t l e s r e g i e s r i g i d e s de son " p a r t i " i l c o n f i n e , bon g r e mal g r e , l a l i t t e r a t u r e n a t i o n a l e au domaine e t r o i t e t l i m i t ! de l a l i t t e r a t u r e d i d a c t i q u e e t r e l i g i e u s e du "bon  Jean e t du mauvaia M i c h e l " . Le r e s u i t a t e s t n a t u r e l l e m e n t  l a medi-  o c r i t ! de t o u t e s c e s o e u v r e s , un p o i n t de vue e x c l u s i f , une monotonie, un p i e u x bavardage. Le r o m a n c i e r , h u m i l i e regardant ses Superieurs,  e p i r i t u e l l e m e n t , t o u t en  s o u s c r i r a i t a " S k l a v e n m o r a l " . Sachant que l a  v i e n ' e s t p a s seulement b e l l e , mais a u s s i l a i d e , p a s seulement j u s t e , mais a u a s i i n j u s t e , h o r r i b l e , i l s a c r i f i e l a v e r i t e e t l ' o b j e c t i v i t ! au dogme. I I r e j e t t e a u a s i l ' a n a l y s e , l ' o b s e r v a t i o n , l ' ! t u d e d e a d i v e r s aspects  de l a v i e humaine a f i n de p l a i r e au C l e r g ! . P a r consequent, a f -  f i r m e M. L a r e a u dans son " H i s t o i r e de l a l i t t ! r a t u r e canadienne", "...on r e c h e r c h e r a i t en v a i n dana l e a r e c i t e de nos n o u v e l l i s t e s c e s i n t r i g u e s de b o u d o i r s , c e t t e a c c u m u l a t i o n de s e n t i m e n t s , t o u s ( l l ) Lareau, E., H j s t o i r e de l a l i t t e r a t u r e canadienne. p.274.  - 135 auasi invraieemblables l e a una que l e a autres, ces tramea qui se denouent que pour ce renouer de nouveau avec de nouvellea complications, cette superfetation de sentiments, ce luxe de personnages et de types l a plupart abaents de l a societe', ces galanteries qui effeminent et ces beaux riens qui ne servent souvent qu'a fauaeer l e jugement chez l e s hommea et l e s e n t i ment chez l e s femmes. Nos romanciers ont rejete tout cela, et n'ont r i e n emprunte, sous ce rapport,aux ecrivaina traneatlantiques..." (12) La naivete et 1'imrnaturite de ce passage de M. Lareau sont emouvantea dana leur simplicite, d'autant plus que presque dans l e meme temps q u ' i l e c r i v a i t cette "Histoire de l a l i t t e r a t u r e canadienne", l e 8 "ecrivains transatlantiques" donnerent a l'humanite dea chefs-d'oeuvre t e l s que " L Guerre et l a Paix" (I869), "Salambo" (1862), "Crime et a  chatiment" (I865), "Peer Gynt" ( 1 8 6 7 ) . . . Independamment de l a question religieuse et morale, i l y a aussi l a question esthetique et i n t e l l e c t u e l l e . Les l i v r e a modernes franpais ne piaisent point aux Canadiena-franpais, parce q u ' i l a ne correspondent plus a leur mentalite. Leur mentalite eat devenue pendant ces deux aiecles lourde et rustique. Ce qui interesse l e s  Europe'enB  dana un roman  de Marcel Proust, de P.M. Dostoievsky, de Franz Kafka ou d'Anatole France, l e s l a i s s e - a 1'exception d'une e l i t e i n t e l l e c t u e l l e , bien entendu - tout a f a i t i n d i f f e r e n t s . l i s ne go*utent pas ce qui en const i t ue l e charme et l a valeur a un Franpais. Avec leur attitude h o s t i l e envers l a r e a l i t e de l a v i e humaine, avec leur methode de ne peindre que des couleurs blanches et noires, i l s a'ecarterent de leur devoir d'artiate. Meme l e pretention de rendre l ' a r t u t i l e , de l e mettre au B e r v i c e de l a aociete, est i n t o l e r a b l e pour un v e r i t a b l e a r t i s t e , mais detruire l ' a r t pur parce q u ' i l pourrait devenir dangereux - comme trop paien, immoral - cela revolte l e bon sens. Dans son roman, "Mademoiselle de Maupin" (1855-5^),qui, (12)  par son  Lareau, E., H i s t o i r e de l a l i t t e r a t u r e canadienne. p.274.  - 136 sujet audacieux,  est une protestation severe contre l e moralisme  l i t t e r a i r e , Theophile Grautier d i t que l e beau est l e seul but de l ' a r t . Dans l a Preface du meme roman i l repond a tous ceux qui attaquent "l'immoralite" dans l e s creations d'artt "L*epoque, quoi q u ' i l s en disent, est immorale... Les l i v r e s suivent l e s moeurs et l e s moeurs ne suivent pas l e s l i v r e s . . . La Regence a f a i t Crebillon, ce n'etait pas C r e b i l l o n qui a f a i t l a Regence. Les p e t i t e s bergeres de Boucher etaient f a r dees et debraillees, parce que l e s p e t i t e s marquises etaient farde'es et debraillees! Les tableaux se font d'apres l e s modeles et non l e s modeles d'apres l e s tableaux... Les l i v r e s sont l e s f r u i t s des moeurs..." (15) C'est au v r a i romancier q u ' i l echoit en partage d'examiner tous l e s elements de l a v i e et, au besoin meme ceux que l a convention avait ignores. D examiner tous l e s elements, c'est-a-dire, de peindre 1'homme 1  sans autre souci que c e l u i de l a v e r i t e ; de l e presenter t e l q u ' i l est, sans excuses. L'ecrivain doit accepter le f a i t que 1'homme, apres tout, est une creature des i n s t i n c t s et des desire caches, force souvent de v i o l e r l e s conventions sociales. Partout ou l'on va, lee hommes sont domines par lee impulsions toutee-puiesantes, dans une l u t t e continuell e pour l a survie. Dans ces l u t t e s ou l ' i n d i v i d u sensible est souvent battu, l a v i e est bien l o i n d'etre b e l l e * au contraire, e l l e est laide, amere. Cependant, meme au temps de l a paix, de l a prosperite, du progres, l homme reete ordinairement ce q u ' i l est, obsede par l'amour du pouvoir, 1  de l a g l o i r e , de l'argent, des femmes, de l ' a r t . En peignant l'homme d'une maniere ai exacte, 1'artiste montre ouvertement l'absurdite de l a premiere regie selon laquelle " l e romancier doit toujours presenter l a vertu sous des couleurs favorables et a t t r a yantes..." De meme, i l s'oppose energiquement a. l a seconde regie, s u i vant laquelle " l e romancier canadien doit peindre l e vice sous l e s (13) Gautier, T, Mademoiselle  de Maupin. Preface, Paris, 1836.  - 157 couleurB l e s plus noires et l e s plus propres a nous i n s p i r e r l'horreur q u ' i l merite..." parce q u ' i l c r o i t decouvrir un grain de bonte* meme dans l e a choses du mal. I I se declare, comme Moliere dans ses incomparable s comedies r e a l i a t e a , pour l e juste m i l i e u . "La p a r f a i t e raison f u i t toute extremite* Et veut que l'on soit sage avec aobriete*. "(l4) En etudiant precisement l ' e v o l u t i o n du roman canadien, i l est, cependant, possible de connaltre d'apres ce genre l i t t e r a i r e ,  quoique  mediocre, p'ale et souvent didactique au commencement, et depourvu d'amour et de passion meme plus tard, toute l a v i e sociale, p o l i t i q u e , c u l t u r e l l e et r e l i g i e u s e du pays, parce q u ' i l porte l e s eigne a de la. puiasante influence de 1'Egliae. L'ouvrage de Joseph Doutre, "Las Fiances de 1812" qui ne ressemb l a i t que par son t i t r e a 1'oeuvre celebre de Manzoni, avait ete recu avec enthouaiaame de l a part de quelques jeunes gens, avec des souppons et h o s t i l i t e de l a part du Clerge* et avec indifference de l a part des masses des payaans*  La preface de ce l i v r e e t a i t toute revolutionnaire  pour cette epoque-la. "Notre but p r i n c i p a l est de donner quelqu'essor a l a l i t t e r a t u r e parmi nous s i toute f o i s i l est possible de l a t i r e r de son etat de lethargie." (15) " C e t a i t un magnifique exemple, d i t Lareau, donne a une foule d'imitateurs qui entrerent dans l a meme voie." ( l 6 ) Et on e c r i v a i t avec ardeur dans un genre romanesque t r a n s p l a n t ! au Canada* "La chambre e*tait noire..., noire comme l'ame de ce pere inhumain..." (17) "Caroline de G*** ou 1'amour d'une femme au visage pale", nouvelle historique, par Louis-Wenceslal Dupont, s u i v i t . Mais, probablement, on songeait trop (14) (15) (16) (17)  Moliere, Le Misanthrope. Acte I, 1. Paris. Doutre, J., Les Fiances de 1812. Preface, Montreal, 1844. Lareau, E., L'Hjatoire de l a l i t t e r a t u r e canadienne. p.280. Doutre, J . , Les Fj nce*a de 1812. p.VI. a  - 158 aux "belles Creoles", aux "longs cheveux noirs", aux "prunelles, couleur d'ebene" (18)... v i c e que l e Clerge ne pouvait t o l e r e r plus longt emp s • La reaction f u t immediate* "On ne saurait trop blamer d'encourager cette ecole de p e r d i t i o n ou aont enseignes tous l e s v i c e s que l a societe* deteste." (19) Un autre c r i t i q u e voyait l'age d'or du roman au dix-septieme siecle parce qu'alors l e but general du roman e t a i t de " f a i r e triompher l a v e r i t e et l a vertu, de f l e t r i r l e v i c e , de soumettre l a raison aux enseignements de l ' E g l i s e , de f a i r e disparaltre dea e c r i t a l a nudite et l a volupte des sens..." (20) Le roman canadien-franpaise du dix-neuvieme siecle, comme on peut l e constater, n'a connu que deux genres* l e roman de moeurs et l e roman historiquej tous deux, bien entendu, l e s types l e s moins dangereux du point de vue moral et r e l i g i e u x . " C h a r l e 8 Guerin" (1852) de P.J.O. Chauveau,le premier dea romans Canadians qui a i t une certaine valeur, f u t l e commencement de l a "posit i v e l i t t e r a t u r e eanadienne-franpaise", dont l e s oeuvres de presque tous lee auteure importanta se trouvent toutes penetrees du sentiment r e l i g i e u x et patriotique. V o i c i l e roman de moeurs, et non paa l e roman d' amour'. P.O. Chauveau d i t dans l a Preface de son ouvrage* "O'eet simplement l ' h i a t o i r e d'une famille canadienne contemporeine que l'auteur s'est efforce d'ecrire, prenant pour point de deaprt un principe tout oppose a c e l u i que l'on a'etait mis en fete de f a i r e prevaloir i l y a quelques annees, " l e beau, c'est l e l a i d " . C'est a peine s ' i l y a une i n t r i g u e d'amour dans l'ouvrage* pour bien d i r e , l e fond du roman semblera, a bien dea gens, un pretexte pour quelques peintures de moeurs et quelques d i s s e r t a t i o n s Gaspe, A. ( f i l s ) . Le Chercheur de Tresor ou 1'influence d'un l i v r e . (19) Noiseaux, H., L'Action malaaine du roman. Revue Canadienne,t.25,p.16. (20) Beauchamp, J . J . , E q u i s s e s historiques sur l a roman, Revue Canadienne, t.20,p.407. 8  - 159 p o l i t i q u e s ou philosophiques..." ( 2 l ) Un peut plus tard, i l semble que l'auteur s'excuse aupres du Clerge et du p u b l i c : " I l faut done espSrer qu'on ne l u i saura pas trop mauvais gre de quelques expressions un peu vives, meme de quelques sorties un peu exagereee, que se permettent quelquee-uns de ses personnages*"  (22)  Vers l a f i n , Chauveau, quoique docile et obeissant a l ' E g l i s e , ne peut s'emp'echer de remarquer assez ironiquement et impatiamment• " I l est i n u t i l e d'ajouter que deux ou t r o i s caracteres odieux, qui ont ete* i n t r o d u i t s sur l a scene, ne sont pas l e s types d'une classe bien nombreuee en Canada, et se trouvent l a simplament, parce qu'avec l a meilleure volonte du monde, tout ne peut pas 'etre couleur rose dans un drama ou dans un roman..." (25) Lee c r i t i q u e s clerieaux, cependant, etaient inexorables. Le l i b e r a lisms l i t t e r a i r e de V i c t o r H u g o et son oeuvre "immorale" - "Notre Dame de Paris", l e s idees aristocratiques de Vigny, l'auteur de "Cinq-Mars", l a legerte l i b e r t i n e de Musset, l e realisms r a f f i n e de Merimee, o u i , meme l a volupte poetique du grand a r t i s t e catholique, Chateaubriand,etaient rejetes avec l a derniere energie au Canada, et, d'une maniere paradoxale, on permettait aux romanciers canadiens de chercher leurs modeles dans l e domaine des l i t t e r a t u r e s anglaise et americaine. La l i t t e r a t u r e anglaise avait deja exerce une certaine influence sur l e s ecrivains quebecois, et des maitres t e l s que Shakespeare, Milton et l e grand romancier historique, Walter Scott etaient bien populaires parmi l e s membres d'une p e t i t e e l i t e du pays. Lss r e l a t i o n s c u l t u r e l l e s avec l e s Etats-Unis, cependant, n'existaient pas encore. Maintenant, l e Clerge canadien, tout en preferant l e s ouvrages protestante et puritains, mais sainea et puree, des Americains aux ouvrages audacieux, immoraux et revolutionnaires des Franpais,ouvrit (21) Chauv e8U, P.O., Charles Guerin. p.VI. (Preface) (22) Ibid, p.VI. (25) Ibid, p.VI.  - 140  -  avec precaution l a porte du vieux Quebec et i n t r o d u i s i t  quelques-uns  des poetes et des prosateurs americains e l i g i b l e s s Fenimore Cooper qui encombrait  ses h i s t o i r e s romanesques, non pas des populations qui l'en-  touraient, mais des Peaux-Rouges au dela des horizons brumeuxj Washington Irwing, narrant des "contes de fees" su sujet des "Knickerbockers" oublies; Longfellow, l e poete, qui avec "une reserve de jeune f i l l e " racontait l a tragedie romantique  et touchante de l a vierge acadienne...  Pourtant, tous ces exemples n etaient pas mauvais. U s 1  ne pouvaient  q u i n s p i r e r a tout l e monde les sentiments l e s plus nobles, l e s pensees 1  l e s plus elevees. Mais d'une maniere ou d'une autre, l e s hommes de l e t t r e s canadiens de ce temps etaient d assez mauvais imitateurst l e s Indi1  ens de Joseph Marmette dans son ouvrage "Le Tomahawk et l'Epee" sont semblables aux statues de bois; l ' h i s t o i r e prend l e dessus dans l e "roman historique" - Le Chateau de Beaumanoir:" d"Edmond Rousseau; "La 11  Jongleuee" de l'Abbe Casgrain, une " v i e i l l e h i s t o i r e du passe" qui a l i e u au Canada, est un melange "de couleurs tres-poetiques" et d'"actes d'atrocite", de f a i t s "historiques" et "d'une foule de d e t a i l s feeriques", "enveloppee de cette t e i n t e diapree et gazeuse qui rappelle l e s chants d'Ossian et l e s vagues reveries de 1'Orient", (24) ou mieux, du p i r e Chateaubriand; l e r e c i t de M. Faucher de St. Maurice, "La b e l l e aux cheveux blonds" est sentimental jusqu'a l'absurdite; Georges de Boucherv i l l e dans son "roman de moeurs et d'aventures" - "Une de perdue et deux de trouvees" conduit ses heros de meme que ses lecteurs, q u ' i l s l e veulent ou non, dans l'Amerique du Sud, en Louisiana, dans l e s A n t i l l e s , dans l a mysterieuee Cave des Coco-Letort et au Canada, et s'egare dans l e labyrinths de se propre riche imagination, neanmoins, dans l e l i v r e (24) Lareau, E., H i s t o i r e de l a l i t t e r a t u r e canadienne. p.311-312.  - 141 il  n ' y a "pas un mot, paa una a l l u e i o n q u i p o u r r a i e n t b l e s a e r l a m o r a l e  ou que r e p r o u v e r a i t l a s t r i c t e c o n v e n a n c e . . . " ( 2 5 ) ; t a n d i s q u ' u n g l o u g l o u , a demi-amoureux et a d e m i - p i e u x de Napoleon B o u r a s s a , "Jacques e t M a r i e " t r a n a f o r m e l ' h i s t o i r e d ' E v a n g e l i n e en melodrama. S i l ' o n mentionne 1 amour du t o u t dans ces romana, e c r i t a p l u a ou 1  moina p a r l e a d i l e t t a n t e a ,  ce n ' e a t que 1'amour l e p l u s c h a a t e ,  le plua  i n n o c e n t q u i a o i t j a m a i s apparu dana l a l i t t e r a t u r e , meme dana l a t e r a t u r e r e l i g i e u s e . L'amour de D i e u de l a m y a t i q u e , M a r i e de  lit-  1'Incarna-  t i o n , par exemple, e s t v i o l e n t e t p a s s i o n n e en comparaison de c e l u i des r o m a n c i e r s e t des p o e t e s c a n a d i e n a - f r a n c e i a . En e f f e t , nadiermes e t a i e n t  lea lettres  s i profondement c h r e t i e r m e s du temps du c r i t i q u e  t e r a i r e C a a g r a i n , que M. L . A . B i s s o n ,  celui-la,  lit-  r a p p r o c h a n t l e a noma de C a e g r a i n  e t de C h a t e a u b r i a n d , a pu e c r i r e ! " C e l u i - c i v e u t i n t r o d u i r e l ' a r t la religion;  ca-  l a r e l i g i o n dans l ' a r t . . . "  dana  (26)  Avec des ouvrages t e l a que " C h a r l e s G u e r i n " de P . J . O . Chauveau, "Pour l a P a t r i e " de J . P . T a r d i v e l ,  " L a t e r r e p e t e r n e l l e " de P.Lacombe,  maia en p a r t i c u l i e r "Jean R i v a r d , l e D e f r i c h e u r c a n a d i e n " e t "Jean R i v a r d economiate" d ' A n t o i n e G e r i n - L a j o i e , du roman a t h e s e . a l a terre  n o u 8  e n t r o n s dans l e domaine  Deja dans " C h a r l e 8 G u e r i n " l e h e r o s du r e c i t  retourne  apres d'amerea d e c e p t i o n s et y t r o u v e l e bonheur. La meme  i d e e e s t exprimee a u s s i dans 1.'ouvrage de P a t r i c e Lacombe. " L a i s s o n s aux v i e u x p a y a , que l a c i v i l i s a t i o n a g'ate, l e u r s romana e n s a n g l a n t e s , p e i g n o n s 1 ' e n f a n t du s o l , t e l q u ' i l e a t , r e l i g i e u x , honriete, p a i s i b l e de moeurs et de c a r a c t e r e , j o u i s s a n t de I ' a i s a n ce e t de l a . f o r t u n e , sana o r g u e i l , s u p p o r t a n t avec r e s i g n a t i o n e t p a t i e n c e l e s p l u s grandes adver a i t e a . . . (27) 1 1  Gerin-Lajoie,  cependant,  va plua l o i n .  Son "Jean R i v a r d " ,  aelon l a  (25) L a r e a u , E . , H j s t o i r e de l a l i t t e r a t u r e canadienne. p . 2 9 0 . (26) B i s a o n , L . A . , Le romantisme l i t t e r a i r e au Canada f r a n c a i a . p . 1 5 3 . (27) Lacombe, P . , La t e r r e p a t e r n e l l e , p.123-125.  - 142 c r i t i q u e canadienne, est un l i v r e remarquable, d'une grande valeur et d'une s i g n i f i c a t i o n nationale, parce que eon but est surtout de persuader  la. jeunesee quebecoise de coloniser leur propre province, vaste et  f e r t i l e , au l i e u d'immigrer aux Etats-Unis. Cette these n'est qu'une propaganda  en faveur de l a colonisation, du retour a l a t e r r e .  A dire v r a i , l ' i n t e n t i o n de 1'auteur n'a jamais ete de f a i r e un roman. I I d i t dans l a preface* "Ce n ' e B t pas un roman que j ' e c r i s , et s i quelqu'un est a l a r e cherche d'aventures merveilleuses, duels, meurtres, suicides, ou• d'intrigues d'amour tant soit peu compliquees, je l u i c o n s e i l l e amicalement de s'adresser a i l l e u r s . . . " (28) "Jean Rivard" est une g l o r i f i c a t i o n naive et i d e a l i s e s de l a v i e du defricheur canadien dans l e s grands bois, de son retour "a l a t e r r e " qui  est l a seule source de bonheur et de contentement. Pourtant, ce  "roman a these" n'est aucunement un roman du sol, comme l e sont l e s chefsd'oeuvre de Knut Hamsun-, de Martha Ostenso, de Rfllvaag, de Reymont... I l ne montre point d'un coup de maitre tantot l e s beautes de l a nature, tantot l a cruelle r e a l i t e de l a condition humaine* un groups des paysans luttant desesperement,  et souvent vainement, contre leur milieu.  Grerin-Lajoie a S c r i t son ouvrage sans habilete, sans genie ou i n s p i r a t i o n a r t i s t i q u e , i l n'a pas ecoute l a voix de l a grande nature, n i l e battement du coeur humain. Au contraire, 1'auteur est devenu eermonneur,-. en appelant l e s jeunes gens a quitter sur-le-champ l a v i e detestable et malsaine dee grandes v i l l e s ou meme des v i l l a g e s , - justement comme l ' a f a i t Jean Rivard, - et a s'etablir au milieu des f'orets. Tout d'abord on doit l e s defricher, puis i l faut se marier, avoir une nombreuse f a m i l l e . II est possible que, peu a peu, on. devienne un riche p r o p r i e t a i r e , maire du v i l l a g e , fondateur du bourg commercial "a l a R i v a r d v i l l e " , et p l U B tard on deviendra peut-etre membre du parlament. (28) Ge'rin-Laloie. A.. Jean Rivard. I.II.. Preface.  - 145 La morale eat simple* l e succes couronne lee e f f o r t s du jeune homme. Le l i v r e de Gerin-Lajoie a, sans nul doute, un but noble; t o u t e f o i s , au point de vue l i t t e r a i r e . c'est un ouvrage peu elegant, assez ennuyeux et t r e e didactique et lourd, comme s ' i l avait e c r i t par l e defricheur lui-meme. En e f f e t , l'auteur aemble mepriser tous cea f r i v o l e s et i n u t i l e s "affiquets" de l a l i t t e r a t u r e ; c'est l a preoccupation u t i l i t a i r e qui l ' i n t e r e s s e . Meme 1'amour - quoique tree chaste et tree innocent y est regarde comme u t i l i t a i r e . Quebec a beaoin d'enfants. D'une plus grande valeur esthelique, sinon l i t t e r a i r e , etaient deux romans de moeura et d'histoire* "Les Anciens Canadiens" (1862) de Phil i p p e Aubert de Gaspe, pere, p r o p r i e t e i r e de l a b e l l e seigneurie de SaintJean-Port-Joli, et "Angeline de Montbrun" (1884) de L ure Conan, autrea  ment nomme Mile F e l i c i t e Angers. Le sujet des "Anciens Canadiens" n'est pas sans grandeur; mais l ' e s s e n t i e l , ce sont l e s digressions dont l e roman  abonde. E l l e s servent toutes a depeindre l e s moeurs des anciens Cana-  diens, avant tout c e l l e s des paysans. C'est un document s o c i a l d'une valeur considerable, amplament releve de couleur l o c a l e et d'effete p i t tore sques. Quand a l ' i n t r i g u e d'amour, e l l e est toute cornelienne et comme d'ordinaire f o r t irmocente. L  a  jeune Franpaise, Blanche, apres l a con-  quete du Canada, ne c r o i t pas que l'honneur l u i permette d'epouser l e jeune Anglais, Archibald, qu'elle aime et dont e l l e eat aimee. A i n s i , ce n'est pas l'amour qui est 1'element p r i n c i p a l et tout-puissant dans ce roman, mala l'honneur. "II y a maintenant un gouffre entre nous, d i t l a f i e r e Blanche, que je ne f r a n c h i r a i jamaia..." "L'auteur des 'Anciens Canadiena', e c r i t M. Brunet, n'avait e c r i t n i "Candide"ni l e s "CKatimenta". Son "ame e t a i t restee pure et, parmi see admirateurs, i l y avait autant de jeunes f i l l e s que de jeunes hommes* e l l e s etrennaient leurs premieres crionolines pour f a i r e honneur a c e l u i qui avait compose un roman sur lequel pouvaient s'ar-  - 144 reter leurs yeux e r a i n t i f s . E l l e s pouvaient rever ensuite en toute innocence..."(29) H  f a l l a i t qu'un Franpais v l n t au Canada et donriat l e modele d'une  oeuvre d'art, typiquement  canadienne, et pourtant universelle, qui a  rendu l e plus b e i hommage au genie coloniaateur et a l a puissante v i t a l i t e de l a race eanadienne-franpaise en Amerique du Nord. Ce Franpais, que l e sort avait conduit a Quebec en 1912,  e t a i t l e timide et sensible  Louis Hemon, l'auteur de "Maria Chapdelaine", qui, apres h u i t mois passes a l a campagne autour du L c Saint Jean, a revele aux Canadiens-franpais a  des beautos et dea grandeurs de l a nature et de l a v i e humaine q u ' i l s avaient sous l e s yeux depuis t r o i s siecles  sanB  reussir a l e s v o i r . Ce  que Iouis Hemon avait cree, c'etait un v e r i t a b l e roman de moeurs, roman du s o l , representant avec un realisms poignant et artietique l e s paysans canadiens habitant l a region inculte et isolee du Peribonca, couverte de foreta. Ecrivant avec un grand  8entiment  de l a poesie de l a v i e , He-  mon, toujours a r t i s t e , avait u t i l i s e l a l u t t e des pionniers contre l a nature sauvage comme 1 a r r i e r e - p l a n de som h i s t o i r e de Marie Chapdelaine. 1  Marie, une simple jeune f i l l e paysanne, eat l'heroine de l'ouvrage. La perte tragique de son amant, Franpois Paradis, qui, par un hiver rude, a'e'tait egare dans l e s grandes forets sans en jamais revenir, eat un des plus simples contes du monde, d'une s i g n i f i c a t i o n profonde, non seulement canadienne, mais universelle. Hemon e t a i t un grand a r t i s t e et un excellent observateur. i l ne peignait que d'apres nature. Les bois, l e s p e t i t a lacs, l a r i v i e r e , toute cette contree sauvage autour de l u i l u i semblait pleine de magie et de poeaie. A i n s i , i l n'est paa etonnant que Peribonca devienne presque une persormalite' dans "Maria Chapdelaine". Le jeune auteur s'interes(29)  Brunet, B..Hjstoire de l a l i t t e r a t u r e canadienne-franpaiae, p . 4 l .  - 145 s a l t vivement aussi aux habitants* c'est pourquoi tous ses h!ros vivent devant nos yeux. Contrairement au reste des ecrivains Canadians, Hemon a peint l a v i e comme i l 1'avait vue, c ' e t a i t un admirateur pasaionne de l a beaut! et de l a v e r i t e . Pour l u i a i n s i que pour tant de Franpais, r i e n n'est beau que l e v r a i . I l n'aurait jamais pu 'etre de l ' a v i s des P u r i tains qui regardaient l a beaute comme un mal, comme une chose qui seduit et corrompt l e s coeurs simples. Hemon a vu une s i m i l a r i t e et une r e l a t i o n entre l a beaut! de l a nature et l a beaute de l a femme, et n'a jamais eu honte d'en p s r l e r . V o i c i sa description poatique et presque voluptueuse des champs, des p r a i r i e s et des c o l l i n e s de Quebec» "La campagne qui s'offre nue aux baisers du s o l e i l avec un abandon d'epouse." E t v o i c i une autre image, l'image du jeune Franpois Paradis, regardant Maria! "Qu'elle e t a i t done plaisante a contempler. D'etre assis aupree d'elle, d'entrevoir sa p o i t r i n e f o r t e , son beau visage, honnete et patient..." (30 ) Pour Franpois Paradis, l a nature et Maria etaient un seul "etre, un corps et une a me, e t i l l e s aimait toutes deux  passionnement.  Les sentiments et 1'attitude de Maria envers l a nature devinrent d i f f e r e n t s . Sa douleur engourdie s'est changee en haine pour cette terre s i n i s t r e et f!roce qui l u i avait p r i s son amant. Comme e l l e reput l ' o r dre de se marier - l e c u r ! du v i l l a g e a s i g n a l ! que c ' ! t a i t l e devoir d'une jeune f i l l e ,  saine et vigoureuse comme e l l e - Maria decida tout  d'abord d'accepter l e jeune pretendant, un Canadien expatrie, qui l u i peignait une image b r i l l a n t e du bien-etre et des merveilles de l e v i e americaine. Pourtant, a l a f i n , Maria resta dans son pays natal. E l l e accepta d'!pouser  son premier pretendant, tree patient et tres humble, qui ne  peut l u i o f f r i r qu'une v i e continuelle de labeur dur. L ' i n s t i n c t , l e sens du devoir, l'example de sa mere, tout c e l a avait i n f l u e n c ! l e choix de (50) Hemon, L., Mari a . Chap delaine. Paris, p.92.  - 146 Maria. Mais sa decieion f i n a l e avait son origine a i l l e u r s * dans cette devotion presque mystique de 1'habitant pour tout ce qui est canadienfranpais - pour son pays natal, pour aa langue et pour sa r e l i g i o n . Le p e t i t l i v r e classique de "Maria Chapdelaine" e8t 1'interpretat i o n l a plus perspicace de l'ame du Canada franpais, et l e meilleur l i v re qui a i t jamais ete e c r i t sur Quebec et sur sa. population. L'influence que "Maria Chapdelaine" exerpa au Canada ne f u t pas d'une courte dureet on peut l a aentir encore dans l e a derniers roman8 canadiens-franpais. M. Jules Leger, c r i t i q u e l i t t e r a i r e franpais, e c r i t a ce eujet* "On ne saurait juatement parler de l i t t e r a t u r e canadienne-franpaiae aana mentionner l'influence qu'exerpa Louie Hemon sur l e s ecrivains canadiens; a notre avis, son oeuvre a mieux eervi l e s l e t t r e s canadienne 8, l e Canada meme, que n'auraient pu l e f a i r e des l i v r e s h i s toriques ou des documents. On connait trop ce chef-d'oeuvre pour que nous ayona a en f a i r e 1'analyse: l e succes q u ' i l eut en France, i l l e connut aussi au Canada. Lee auteurs canadiens y voyaient un modele a imiter; i l s l'imiterent un peu trop meme..." (31) A v r a i dire, I C B Canadiens-franpaie avaient ete lenta a reconnaltre ce grand l i v r e et l e genie createur de Louis Hemon. Eblouis par l e succes extraordinaire et soudain de "ce eimple conte" - a peine un roman avec ses quarante-huit m i l l e mote - l e s romanciers canadiens-franpais et a i e n t a l a f o i s enchantea, inspires et jaloux. Pluaieura d'entre eux conaideraient "Maria Chapdelaine" comme une "provocation" et Hemon, l u i meme, comme un intrua. H e ne parlaient pas de Chrietophe Colomb et de son oeuf celebre, mais selon toute apparence, i l s y pensaient. On reprochait a Louia Hemon de n'avoir pa8 depeint un "cure i d e a l " , et, par consequent, Olivar Maurault e c r i v a i t : "Apres nous avoir p r i s pour dea sauvages, v o i c i que nos P a r i a i n B vont nou8 prendre dorenavant pour dea bucherona..."  (32) et Ernest Choquette accusait Hemon de " r i d i c u l i s e r  (31) Leger, J., Le Canada francais et son expression l i t t e r a i r e . p.152-53« (32) . Maurault, 0., Brievete s. p. 165. <  - 147 ou p e r s i f l e r l a race" canadienne... (53) Apres l a Grande Guerre nous avons a Que*bec l e s premiers signes d'un renouveau i n t e l l e c t u e l . Peu a peu, l e s romanciers canadiens deviennent plus l i b r e s , et cette l i b e r t e leur permet d'etre plus o b j e c t i f s et plus r e a l i s t e s dans leur maniere d'envisager l a r e a l i t e . I I est v r a i que nous n'avonB que deux genres principaux du romans l e roman h i s t o rique et l e roman de moeurs; toutefois, nous pouvons maintenant l e s appeler "des romans". Les romans historiques de Robert L roque de Roquea  brune, "Les Habits Rouges" (1923), "D'un Ocean a 1'autre"... bien q u ' i l s ne soient pas sans valeur l i t t e r a i r e , par malheur, montrent un nationalisms exagere et un amer antagonisms des races. L' amour, bien entendu, y est relegue au second plan. D'une importance beaucoup plus; considerable sont l e s "romans de moeurs" du vingtieme s i e c l e , quelques-uns v r a i s romans du s o l . Cela ne veut pas dire que tous ces ecrivains qui ont imites Louis Hemon aient eu du succes* nullement. L'oeuvre qui approche l e plus de l a grandeur de "Maria Chapdelaine" est, sans aucun doute, "Menaud, Maitre-draveur" de l'Abbe' Antoine Savard. Ce roman, quoique depourvu d'amour et de passion brulante pour une femme, eet, en r e a l i t e , un vibrant poeme en prose, 1'epopee lyrique de l a f o r e t des Laurentides venue a des exploiteurs strangers et l i v r e e a 1'Industrie devastatrice qui tue l a beaute de l a nature, tout cela sous l e regard impuissant de ses premiers posseseeurs. Le roman de Jean-Charles Harvey, "Les Demi-Civilises" est l e drame du p e t i t paysan qui, seduit par l e s divers charmee de la. c i v i l i s a t i o n , plonge sans y penser dans l e courant de l a v i e d'une grande v i l l e . Les idees de heros, Max Hubert, sont de temps a autre assez revolutionnairee, et on ne doit pas s'etonner s i ce roman f u t proclamera Quebec "pierre (33) Ohoquette, E., L  e  bouee. Prologue, p.94.  - 148 de scandals". Pourtant, avec son pessimisms poignant et avec son i r o n i e amere, i l p r e d i t l e changement futur de l a v i e sociale au Canada franpais. Claude-Henri Grignon a revele son t a l e n t l i t t l r a i r e quand i l a e c r i t le roman i n t i t u l e "Un homme et son peche". R e a l i s t s a l ' e s p r i t perpant et bon peintre de l a nature humaine, 1'auteur de ce roman a reussi a c r i e r une oeuvre' canadienne d'une indiscutable v e r i t e . Le peche que M. Grignon a choisi avec beaucoup de precaution, n'est point un de ces peches qui conduisent l e plus souvent dans l e domaine des "sujets risques" et "defendus", comme l'adultere. De f a i t , i l a c h o i s i l'avarice, sujet eternel et de tous l e s pays. Par consequent, l e succes du roman f u t immediat au Canada franpais catholique. Le romancier canadien d o i t f l e t r i r l e v i c e . . . selon l a regie t r a d i t i o n n e l l e . Le perBonnage p r i n c i p a l est Seraphim Poud r i e r , un vieux pingre dont l'avarice, l'egolsme et l a b r u t a l i t e tuent tout d'abord sa femme, pauvre esclave, puis i l s l e ruinent l u i aussi... Essayant desesperement de sauver son argent de l a maison en flammes, i l devient victime de sa propre avarice. Et v o i l a l a morale! Poudrier, naturellement,  ne peut *etre compare avec l e s types eternels de l a l i t t e r a -  ture universelle, t e l s que Gobseck, Harpagon, Grandet ou bien Scrooge; neanmoins, i l devint tree c l l e b r e a Quebec, un des personnages l e s plus populaires des l e t t r e s  canadiennes-franpaises.  La s i g n i f i c a t i o n du roman de Philippe Panneton-Ringuet, "Trente Arpente" eet aussi considerable. Ce roman - une grande fresque rurale est,  jusqu'a un c e r t a i n point, l e l i e n entre l e roman de moeurs et l e  roman i n d u s t r i e l . L ' h i s t o i r e q u ' i l raconte, pessimists et amere, est un appel f a i t a tous l e s paysans canadiens de ne point abandonner l e pays natal pour emigrer aux Etats-Unis. Le heros du roman, l e deserteur, r u ine,  appauvri et oublie par tout l e monde, habite un des bas quartiers,  miserables  et p l a i n s de suie, d'une grande v i l l e i n d u s t r i e l l e de Nouvelle-  - 149 Angleterre, et reve, un jour de printemps, accable de douleur et de remords, a see trentes arpenta, ou - un jour - i l avait vecu comme un petit r o i . "Le aurvenant" de Germaine Guevremont eat un ouvrage tout a f a i t d i f f e r e n t : i l eat p l e i n de j o v i a l i t e ruatique, agremente de f a n t a i s i e et soutenu par une intrigue amoureuse bien conduite. Une reaction violente et inattendue pour l e Canada catholique, contre l e genre dea romana traditiomrels, f u t l e commencement d'une nouvelle epoque l i t t e r a i r e . On trouve l a vraie raiaon de cette revolte dana l e s nombreux r e c u e i l s de contes, l e a nouvelles et l e s romans du t e r r o i r , e c r i t s par l'Abbe Groulx ("Rapaillages"), l'Abbe 0. Roy ("Propos canadiens"), Frere Marie-Victorin ("Recite laurentins"), A. Rivard ("Chez nous"), Mme Lamontagne ("Un  coeur f i d e l e " ) et par bien des imitateurs de Louis Hemon  qui se mirent a "maria-chapdelainiaer" a qui mieux mieux... Comme en poeaie, ce aont l e s femmes qui forment 1'avant-garde dans le domaine d'un roman. "plua l i b r e " . Suivant lea paa de ce premier r e b e l l e l i t t e r a i r e moderne, Jean-Charlea Harvey, on recommenca l a guerre* l e 8 romanciers de l a jeune generation reclamerent l e d r o i t de peindre l a v i e t e l l e q u ' i l s l a voyaient, source de bien et de mal. Selon l a c r i t i q u e catholique leur amoralisme blesse par l a peinture crue de tableaux ou l e mal eat e*tudie. Ce sont l e s objets audacieux que l e a romanciers et lee romancieres (eurtout l e s romancieres!) du Canada franpais osent aborder aujourd'hui. I l s font l'examen des decheances et des f a i l l i t e a morales, des amours coupables... Eva Senecal a e c r i t l e roman "Dans l e s Ombres" - une peinture de perturba.tiona interieures. "La Chair decevante" de Mile JovetteA l i c e Bernier est l ' h i s t o i r e d'une femme tombee qui veut reparer sa faute. T r i s t e s consequences du peche de l a chair, pleines de passions  B.  - 150 humainesi 0e roman produit une impression de v i e et de s i n c e r i t e assez rares dans l e roman canadien... Le roman de Claude Robillard,  "Dilet-  tante" semble 'etre l e premier ouvrage a peu pres donjuanesque dans l a l i t t e r a t u r e eanadienne-franpaise. Et v o i l a l amour et l a passion. V o i l a 1  l a revolte contre l e jansenisme dans l a l i t t e r a t u r e . Comme pour defier les  ecclesiastiques "aux fronts moroses", l e jeune Claude Robillard  commence son h i s t o i r e avec l e s mots. "Et  l e baiser durait encore, passionne..." (34)  A i n s i l e s jeunes se sont venges du Clerge... de l a longue et severe domination r e l i g i e u s e des b e l l e s - l e t t r e s canadiennes! Pourtant, ces t r o i s romans, mal gre* une certains independence, sont toujours i n f l u e n ces  par 1" education catholique, par l e milieu s o c i a l , par l a r e l i g i o n ,  dans l e a t r o i s ouvrages l e bien f i n i t par triompher du mal. C'est toujours l a morale qui prend l e dessus dans l e s oeuvres de l a jeune generat i o n avant l a Seconde Grande Guerre. Mais avec l e a deux romans de M.A.  Langevin, "Evade de l a Nuit" et  "Poussiere sur l a v i l l e " , nous avons une revolte ouverte et brutale contre l i n f l u e n c e ecclesiaatique a Quebec. Dana "Poussiere sur l a 1  v i l l e " e'eet l e pretre qui est l e mediant du r e c i t . On commence une campagne methodique pour developper 1"esprit d'observations a l a place de personnages en carton-pate ou de figures etherees, nous avons maintenant, grace a cette liberte* dans l e domaine de l a l i t t e r a t u r e eanadienne-franpaise, des hommes et des femmes en chair et en os, vivant devant noe yeux. Le romancier, l e poete canadienfranpais peut dire finalement l a v e r i t e , aans f a l s i f i e r  la vie.  Et l e Clerge? lea c r i t i q u e s ecclesiastiques? l i s etaient obliges de cesser d'etre intranaigeanta. Enfin, i l s ont accepte l e compromia, (54) Robillard, C., Dilettante, p . l .  - 151 parce qu'a l'heure actuelle l a v i e n'est preeque f a i t e que de compromis. M. Alphonee de P a r v i l l e z e c r i t dans l e s "Etudes"* L ' e c r i v a i n catholique a l e d r o i t de peindre l e s passions, meme l e s plus violentes, et de ne s'adresser, par consequent, qu'a des lecteurs d'^ge mur..." (35) n  Oomme on est l o i n deja de Mgr St V a l l i e r , de Tardivel, de Mgr Bourget. Resultat* aujourd'hui, l e s ecrivains canadiens-franpais ont reussi a composer des oeuvres d'art. Les romans de Charbonneau, " l i s possederont l a t e r r e " , de Lemelin, de Desmarchais... sont partout tree popul a i r e s au Canada* Comme une revelation dans l a l i t t e r a t u r e canadienne moderne f u t "Bonheur d'occasion", roman i n d u s t r i s l de Gabrielle Roy qui, comme Martha Ostenso, a vecu dans l'Ouest. Ce roman, qui pourrait s ' i n t i t u l e r "Misere a Montreal", nous o f f r e un tableau tres vivant de l a penible existence des p e t i t e B gens dans un quartier ouvrier de l a plus grande v i l l e de l a Province de Que*bec. I I revele un talent extraordinaire, une s e n s i b i l i t e toute feminine, une grande puissance d'observation et l a connaissance du metier. Les romans e c r i t s a Quebec re*cemment sont plus ou moins des romans psychologiques. Les romanciers de "l'inquietude et du refoulement" nous donnent leurs "confessions" intimes, comme "Tentations" de Gerard Martin, "Orages sur mon corps" d'Andre Beland, "Fantaisies sur l e s peches capitaux" de Roger Lemelin, "Fin de l a Joie" de Jacqueline Mabit, "La coupe vide" d'Adrienne Choquette,  "Terres S t e r i l e s " de F i l i a t r a u l t ,  l i v r e s p l e i n s de preoccupations morales, d'analyses secretes, d'amours incertaines. Nous voyons l ' a r t i s t e canadien retourner du monde exterieur des r e a l i t e s dans un monde nouveau, c e l u i des idees, des doutes et des reves... (55) P a r v i l l e z , de A., Etudes. 20 decembre, 1929, P-721, Montreal.  - 152 De toutes ces creations l i t t e r a i r e s , c'est l'oeuvre de F i l i a t r a u l t en p a r t i c u l i e r qui merite notre attention.! c'est peut-'etre l e premier chef-d'oeuvre  canadien- en prose. M. F i l i a t r a u l t , auteur de "Torres Ste*-  r i l e s " , pourrait 'etre appele 8ana exageration l e Flaubert canadien,  non  seulement a cause de son.realisms extraordinaire et de son choix du aujet, mais aussi a cause de son style p a r f a i t . Ce qui caracteriae toutes ces oeuvres de l a jeune generation, aoudainement l i b r e , de ces jeunes v i e i l l a r d s  degoutes de l a v i e , c'est  un profond pessimisme, ce sont l e s vaguea f a n t a i a i e s amoureuses des adolescents, c'est l e tourment des testations, suivies dee remords et des cauchemars affreux, c'est l'angoisse de l'^me, le desir de resoudre l e probleme de l a v i e , ce sont l e s recherches de l a v e r i t e , c'est l a presence d'un gouffre pa.sc a l l en toujours beant, et un c r i dechirant pour l a redemption, c'est tout ce qui suggere l a "mortelle education janseniate..." (36") Les romans, mieux que l e s h i s t o i r e s et l e s documents, nous montrent l a v r a i e image de l a societe, i l s nous apportent une reponse a bien des questions. Par consequent, nous savons pourquoi on r i t a peine a Quebec, pourquoi, meme a l'heure actuelle, on attaque ei amerement l e s "morales relacheea", pourquoi l e s poetes et l e s romanciers ecrivent a contrecoeur sur 1'amour et l a passion, pourquoi dea l i v r e s d e l i c i e u x et p l e i n s de gaiete, t e l a que "Don Camillo" de Giovanni Guareschi, aeraient presque impossibles au Canada franpais. Pour tant, l e s temps changent, i l s ont deje. change  considerablement  depuis 1914... I l ne faudra attendre que quelques annees encore pour v o i r apparaitre l e roman canadien, digne du roman europeent un sujet universal developpe de facon canadienne; une oeuvre reapirant l ' a i r du paya. . (36) V i a t t e , A., H i s t o i r e l i t t e r a i r e de l'Amerique franpaise, p.212.  - 155 III.  LA POESIE EHOHAIKEE  C'est l a poesie qui est, sane doute, l e genre l e mieux c u l t i v e au Canada franpais et qui nous revele encore certaines caracteristiques de l a mentalite canadienne. E l l e est aussi un des premiere genres l i t t e r a i r e s nationaux, nee a peu pres en meme temps que l e journalisme, c'esta-dire, vers 1774. Ee f a i t , e l l e l ' a meme precede, puisque on retrouve quelques couplets, - pieces lyriques, sstiriques, bucoliques, d ' a i l l e u r s anonymee, - qui ont ete" composes avant 1760. Cette poesie f u g i t i v e et jeune qui, cependant, exprime assez clairement l e s joies, l e s preoccupations et l e s inquietudes de l'ame canadienne, a son o r i g i n s dans l a chanson populaire franpaise. Mais tout comme l e roman, l ' h i s t o i r e et l e drame de ce pays sur l e s rives du Saint-Laurent, l a poesie canadiennefranpaiae, e l l e aussi, a un caractere tout p a r t i c u l i e r et d i f f e r e considerablament de l a poesie europe'enne. Iongtemps enchainee a cause d'une severe censure ecclesiaatique, e l l e est essentia11ement nationale et f u t , jusqu'en 1900 presque completement depourvue du sentiment de 1'amour et des grandes passions humaines. Et pourtant, c'eet 1'amour qui est l a source unique, primordiale de toute poesie. Selon Walther von' der Vogelweide, l Amour, l a Passion 1  et l a Poesie constituent une t r i n i t e indissoluble. Le grand  troubadour  allemand, dont l e s chansons lyriques n'ont ete surpassees que par c e l l e s de Goethe et de Heine, semble avoir raison. L o r i g i n s de l ' expression poetique est cachee dans l e passe obscur 1  de l'homme. Aucun h i s t o r i e n l i t t e r a i r e n'en peut nous parler.avec autor i t e . Selon toute apparence l a premiere expression l i t t e r a i r e de ce  - 154 genre avait p r i s l a forme du vers p r i m i t i f . Sans nul doute, l e s premiers essais de l a poesie furent aaaocies a l a musique et a l a danse. Lorsque l'ame est profondement  remuee, l e langage a r t i c u l e ne s u f f i t plus a  traduire son emoi. II l u i faut l e aecoura du rythme et de l a melodie pour atteindre a l a hauteur de aes aentimenta, et l e poete chante i n atinctivement, t r i a t e , joyeux ou passionne. Cette d i s p o s i t i o n se manifeste surtout a l apogee des grandes passions, t e l l e s que 1'amour, l a joie, 1  l a v i c t o i r e , l e triomphe..* L  a  poeaie exprime avec v e r i t e l e a emotions du poete, excitees par  une b e l l e scene, par une experience, par un attachement ou un souvenir. B i l e est souvent riche en sentiments et en passions. E l l e encourage l e a hommea et l e a anime d'une certaine ardeur. C'est par l e chant que l e poete oae dire a c e l l e q u ' i l aime l ' ardeur de sea sentiments. C'est aussi par l u i que l ' e p i c u r i e n exalte aon. bonheur de v i v r e et l'enivrement de ses p l a i a i r s sensuels. Le premier auteur de strophes amoureuses qui nous s o i t connu v i v a i t a Sparte sept siecles avant l'ere chretienne; c ' e t a i t Alcman qui chant a l e a louangea dee femmes avec tant de ferveur q u ' i l mourut de l'exces de ses voluptes. A peu pres en meme temps, " l a male Sapho, l'amante et l e poete" ( l ) chantait et g l o r i f a i t dans ses "Odes" passionnees l a beaute de Venus. Et deux siecles plus tard nous trouvons a l'ancien Teos Anacreon, l'aimable chantre des p l a i a i r s sensuels. Le s i e c l e d'Augusta,  aussi, est riche en chansons d'amour, C'est  l e siecle des amenta celebres - Catule, Horace, Ovide, T i b u l l e , Properce - qui ont chante a l a grace de leurs "deesses",, Lesbie, Lycoris, Corinne, Delie, Cynthie - vivant toujoura, jeunes et b e l l e s , a cause de cet amour eternel. ( l ) Baudel a i r e , Ch., Lee Fleurs du Mal, Lesbos, p.189-  - 155 C'est " l e desir de 1"amour l o i n t a i n " qui guide tous l e s troubadours a travers l e Moyen. Age. L amour "plus f o r t que l a v i e et que l a mort" et 1  l e s passions coupables et f a t a l e s dans l a legende de "Tristan et Yseult"; l amour triomphant dans " l e Roman de l a Rose"; 1 amour-reveur 1  1  de Jofroy  Rudel, prince de Bleye, qui est "devenu amoureux de l a comtesse de T r i p o l i sur l a seule renommee de ea beaute;"l amour 1  lyrique dans " F l o i r e et  Blanchefleur"; l e s amours raffinnees et passionnees de Chretien de Troyes, de Thibaut de Champagne, de Richard d'Angleterre, d'Adam de l a Halle, de Daniel Arnaud... manifestent en toute occasion leur puissance dans l a v i e humaine aussi bien que dans l ' a r t . On d i t meme que Saint Bernard, avant de songer aux austerites monastiques, e c r i v a i t des chansons badines et quelques peu risquees. A i n s i l a flamme de l a poe"sie erotique brule, haute et c l a i r e , purement franpaise, meme au Moyen Age, epoque profondement religieuse, tandis qu'au Canada franpais nous la. chercherons en v a i n avant l e vingtieme s i e c l e . Des l e commencement de l a Renaissance et au cours des epoques suivantes, l a poesie amoureuse n'a point diminue en Europe; au contraire, e l l e a a t t a i n t a l a perfection avec l e s creations  Bans  comparaison de Ronsard,  de Shakespeare, de Racine, de Pouchkine... Ces poetes trouvaient l e v r a i bonheur dans l ' a r t et principalement, dans l'amour. Et pour eux, l e s plus grands biens de l a v i e - l ' a r t et 1'amour - ne se confondaient-ils pas? Le r o l e de 1' amour est tout-puissant partout, mais en p a r t i c u l i e r dans l a poesie et dans l a musiqus. Mozart a e c r i t dans l'album d'une de ses amies* "Ni l ' e e p r i t seul, Ni 1 imagination, Ni leur a l l i a n c e Creent l e genie. L'amour, 1'amour, 1'amour 1  - 156 E t l'ame du genie!" B  I l aemble que l e poete a i t une autre ame  (2) quand i l aime que quand  i l n'aime pae. A force d'emotion et d'imagination l a nature change sous ses yeux. Le monde qui l'entoure deviant un monde d i f f e r e n t , enchante, i d e a l ; aa maltresse soudain ressemble a l a b e l l e Helene. Personne n'a mieux d e c r i t et analyse l e s sentiments, l e s v i s i o n s et l'tune creatrice d'un poete que Shakespeare: "The lunatic, the lover and the poet Are of imagination a l l compact: One sees more d e v i l s than the vast h e l l can hold, That i s the madman: the lover, a l l aa f r a n t i c , Sees Helen's beauty i n a brow of Egypt: The poet's eye, i n a fine frenzy r o l l i n g , Doth glance from heaven to earth, from earth to heaven* And as imagination bodiea f o r t h The forma of things unknown, the poet's pen Turns them to shapes and gives to airy nothing (3)  A l o c a l habitation and a name."  I l s'ensuit que l a poesie est un art entierement  l i b r e , et l e poete,  l u i , est "semblable au prince des nuees". Son genie a besoin de 1'amour, car cet amour symbolique - sensuel ou i d e a l - l u i donne toute i n s p i r a t i o n , toute force c r e a t r i c e . En g l o r i f i a n t l a dame de aea pensees, i l devient toute grandeur: l a passion, eleve tout a sa hauteur. A l ' i n s t a r de Platon, de Dante, de Petrarque, de Goethe, i l esquisse une image divine et imprecise de 1'amour. I l chante bien parce que c'eat l'Amour qui l i n s p i r e et l u i donne 1  pouvoir d'exprimer tout ce q u ' i l aent au fond de aon coeur. I l ne  sait  pas, mais i l sent d'une mahiere ou d'une autre que "Das Ewig Weibliche Zieht uns hinan..." (4) Et c'est encore cette a s p i r a t i o n vera l'Eternel Feminin, vers l a (2) Die Weltwoche, Unabhangige schweizerische Umschau, Literatur und Kunst, Februar 1956 (3) Shakespeare, W., A Midsummer Night's Dream. V, 1. (4) Goethe,J.W., Faust. I.  - 157 beaute et l a vertu, qui l'ennoblit, 1'encourage. Son esprit se perfections,  son 'ame s approfondit et son coeur s'enrichit... On ne doute pas 1  apres cela que l e poete ne soit au monde pour autre chose que pour aimer, a f i n de dormer a l'humanite de nouveaux chefs-d'oeuvre. En somme, c'est l a poesie d'amour qui f l e u r i t partout et toujours l a , ou un peuple est sensible a l a voix de l ' a r t , a 1' emotion, a l a passion. Cette poesie est Is plus sieve* de tous l e s genres poetiques, plus sublime, plus detache de l a v i e qui est souvent vulgaire et materialists. Le poete qui aime nous chants ses j o i e s et ses t r i s t e s s e s , ses peines et ses p l a i s i r s , ses amours et ses haines. H  nous rend d i r e c t e -  ment son'ame, i l nous ouvre completement son coeur. I l est l i b r e de f a i r e ce q u ' i l veut, d'aimer - noh pas une, mais plusieurs femmes a l a f o i s . Lui, p a p i l l o n personnifie, va de f l e u r en f l e u r , car c'est 1'amour, l a source de 1 ' i n s p i r a t i o n poetique, qui l e guide. Le jeune Goethe, par example, nous declare que s i l'uns de ses maltresses l e quitte, l a seconde est encore plus douce, plus desirable que l a premiere. "Es kusst sieh' so susse der Busen der Zweiten, Ala kaum sich der Busen der Ersten gekusst..." (5) Mais, s ' i l n'est pas permis au poete de f a i r e tout cela et d'exprimer fidelement ses sentiments et ses pensees en vers, puis sa Muse est condamnee de mourir, isolee et s o l i t a i r e , comme l e poete lui-meme... C'est pourquoi Nelligan, vivant dans un pays austere et "janseniste", se p l e i n t amerement d'errer, sombre et desespere, dans son "amour comme en un cimetierel" (6) Et c'est pourquoi i l est a peine possible de s'imaginer un Goethe, poete et amant, avec toutes see aventurea amoureuses dans l e Quebec de Mgr Bourget... (5) Goethe, J.W., Ljederbuch. 1770,  Leipzig.  (6) Nelligan, E., Poesies completes. Amour iramaculs*, p-74.  - 158 Cela nous ramene dans l e domaine de l a poesie eanadienne-franpaise entre 1774 et 1900. E t - e l l e une poesie l i b r e ou bien une poesie enB  chalnee? Le poete canadien, p e u t - i l exprimer aes sentiments l e s plus personnels dana des vers vibrants de paasion lyrique? P e u t - i l g l o r i f i e r dans ses poemes l e s a t t r a i t s de l a femme? P a r l e - t - i l de I'amour? V o i c i l a reponse du Profeaseur Antoine Jobin, l'auteur dea "Visagea l i t t e r a i r e s du Canada franpais". H  e*crit*  "Si puissante que f u t l'influence du Romantisme franpais sur ces Canadians de l a seconde moitie du dix-neuvieme s i e c l e , c'est un f a i t curieux que leur oeuvre se revele presque depourvue du sentiment de l'amour dont s'inspirent s i souvent les Romantiques. Meme aux rares occasions ou ce sentiment se f a i t sentir, c'est plutot 1'amour calme dea simples gens que l a v r a i e passion... Mais l a l i t t e r a t u r e canadienne jusqu'a nos jours aemble fermee a toute suggestion ou v e l l e i t e de l u b r i c i t e . Quelque louable que aoit cet etat d'eaprit au point de vue ethique, i l n'en est pas moins v r a i que dans ces conditions l a l i t t e r a t u r e ne saurait etre l e miroir f i d e l e de l a v i e . . . " (7) Un peu plus l o i n , cet auteur, profondement religieux, qui n ' e c r i t qu'au sujet du "foyer", de 1'"habitant"; du " t e r r o i r " , du "aentiment r e l i g i e u x " et du "aentiment patriotique", eat oblige d'ajouter: "On B a i t que, d'une fapon generale, l e s regionalistes canadiens font peu de cas des grandes passions humainea et q u ' i l arrive p a r f o i s qu'un lecteur etranger se damende, non sans inquietude, s i 1'amour exists au Canada..." (8) A f i n de mieux comprendre " l a raison d'etre" et "l'lime" de l a poeaie eanadienne-franpaise, de meme que l a penale de ses createura, i l est necessaire d' examiner de plua pres l e panorama assez vaste dea debuts de cette poesie a nos jours. Mala avant d'analyser lea oeuvres poetiques et l e a poetes principaux de l'Ecole de Quebec de 1860, de 1'Ecole de Montreal de 1898 et de notre periode toute moderne, i l faut d i r e quelques mots a propos des origines de l a poeaie du Canada franpaia et surtout de l a Chanson populaire. (7) Jobin, A.J., Visages l i t t e r a i r e s du Oanada-francaia. Montreal,p.40-41. (8) Ibid, p.56.  - 159 Ce sont l e s chansons du peuple qui peut-*etre rev e l ent l e mi eux sa mentalite. Le f o l k l o r e de l a Nouvelle-France  montre que  canadien-francais est essentiellement conservateur.  l'esprit  La grande majorite  des chansons populaires de l a Province de Quebec, est  d importation 1  franpaise. On aime et chante encore l e s v i e i l l e s chansons comme - "A Saint-Malo, beau port de mer",  "Sur l e pont d'Avignon", "Alouette", qui  ont quelque chose de beau, de doux, de simple et de n a i f . Parce qu'elles furent irreprochables  du point de vue moral, r e l i g i e u x ou patriotique,  e l l e s reaterent pieusement conservees.  Mais 1'influence r e l i g i e u s e se  montre particulierement dans toutes l e s chansons populaires d'amour, bien qu'elles fussent rares meme a cette epoque-la. A v r a i dire, l e s passages et l e s a l l u s i o n s tant soit peu legers ont ete soigneusement elimines par l e s censeurs ecclesiastiques ou clericaux, et remplaces par des expressions, preferables a l e u r s yeux, mais qui - malheureusement - n.' ameliorent pas toujours l e texte... Le Franpais proclame "a tout vent q u ' i l f a i t bon blonde"; tandis que  'dormir' aupres de sa  son cousin l o i n t a i n , l e Canadien-franpais,  plus  modests et chaste, ee contente du verbe "se t e n i r " . . . Le menu peuple ordinairement  n'est n i trop r a f f i n e dans ses gouts,  n i blase. I I exprime ses pensees sans hypocrisie et emploie ses mots sans fapons de parler et sans embellissements;  i l est p l u f o t grossier,  plaisant et s p i r i t u e l , mais avant tout - natural! Et pourtant - grace a. l a v i g i l a n c e du Clerge qui l u t t a i t sans cesee contre l'immoralite et contre l a superstition parmi l e s masses - l e lecteur ne trouvera point dans l e s chansons populaires d'amour du Canada franpais de passages ou de vers audacieux et immoraux, point de descriptions sensuelles et d'allusions badines, point de g a u l o i s e r i e s . . . (9) (9) Gagnon, E., Chansons populaires du Canada. Montreal,  1908.  - 160 Une grande p a r t i e de ces chansons se trouve dans an r e c u e i l i n t i t u l e "Les Chansons Populaires du Canada", qui reste, a Quebec, un l i v r e classique de f o l k l o r e . E l l e s furent r e c u e i l l i e s et reunies par Ernest Gagnon, et forment un ouvrage t r e s interessant, non  seulement  du point de vue l i t t e r a i r e et historique, mais aussi du point de vue moral. L'auteur a note un peu plus de cent chansons de toutes sortes, y compris l e s chansons d'amour, qui, cependant, ne sont pas tree  nom-  breuses. La plupart d'entre e l l e s sont accompagnees d'une note h i s torique sur leur origine, leur auteur, leur ressemblance avec des chansons populaires en France. Chose etrange, preaque toutes ces chansons sont entierement innocentes. Edmond Lareau e c r i v a i t au sujet de cette e d i t i o n des "Chansons Populairee du Canada" de 1864» "Le peuple, d i t M. Gagnon, chante peu de chansons g r i v o i s e s . 'Dans tout l e cours de mes recherches, je n'ai guere rencontre que deux chanaons vraiment immorales." C'est l a un beau compliment a l a moralite du peuple..." ( 1 0 ) Les chansons populairee du Canada sont uniques dans l a l i t t e r a t u r e univereelle* par leur modestie, par leur s i m p l i c i t e et par leur chast e t e exageree, e l l e s sont d i f f e r e n t e s dee chansons populaires de toutes l e s nations. E l l e s ont peu, ou r i e n de ces images sympathiques,  pleines  de v i e , de rythme et de couleur des chansons i t a l i e n n e s ou francaises; de cette sagesse dee chansons russesj de ces a l l u s i o n s bruteles et extremement suggeetives des chansons allemandes: ou bien, de cette passion ardente et sensuelle qu'on trouve dans l a chanson espagnole. A tout prendre, " l e s Chansons des Regrets" n'occupent  aucune place  dana l e p e t i t l i v r e de M. G gnon> I l n'y a point de "Peronnelle", n i de a  "Jeune Heiduck" de 1'Europe Centrale, "qui f a i t l a cour a l a jeune (10)  Lareau, E., H i s t o i r e de l a l i t t e r a t u r e canadienne. p.486, 4 8 7 .  - 161 fille,  l a posaede et a en va. a tout jamaia", n i de paysanne canadien1  ne qui, pendant 1'abaence de eon mari, cede aux deairs de son amant, l e Demon... De meme, i l n'y a paa un Lancelot canadien dane l a chanaon populaire du vieux Quebec, n i une Genievre canadienne. L canadienne, qui a perdu aa v i r g i n i t e ,  jeune  a  fille  ne f a i t point une confeeaion du  pouvoir de l"amour t e l l e que l a f a i t aa soeur de Picardie* "Que veut-tu que je t e donne? Je t ' a i deja. trop donne* Je t ' a i donne une rose, La plus b e l l e de mee roses, Que j'avaia aur mon roaier." ( l l ) E l l e ne chante pas non plus ses complaintea et sea regrets, apres avoir trouve l e pouvoir de l'amour i r r e s i s t i b l e comme sa soeur ecossaiae* "But had I wist, before I k i s t That love had been ao i l l t o win , I'd lock'd my heart i n a caae o f goud And pinned i t wi' a a i l l e r pin:..." (12) -  La "Galanterie canadienne" de M. Gagnon est entierement innocente, tout comme "La Petite Jeanneton" est vertueuse. La comparaison variantea franpaises et canadiennea de "Marianne  entre l e s  a'en va-t-au moulin"  ou mieux encore, "La Petite Jeanneton" montreront iramediatement un abime qui  separe cee deux paya franpais mentalement et morBlement. La gauloiserie qui tranaforme l a chanson d amour en galanterie, se 1  manifeate dana l e "Papillon, t u es volagel" De f a i t , l e s chansons d'amour du Canada franpais, f o r t raree en general, sont puree et simples. Si l'on chante l e s louangea dea femmes, on ne g l o r i f i e que leurs yeux, leurs visages, leurs cheveux. V o i c i l a chanson d'amour bien connue, typiquement  canadienne, ou apparait l'^me naive et joyeuae des voya-  geurs des pays d'en haut* (11) Tieraot, Ohanaons populaires. Paris,nb«87« (12) Ibid, no.122.  - 162 "Vive l a Canadienne. - Vole, mon coeur, vole. Vive l a Canadienne Et aea j o l i s yeux douxl" (15) Si l'on met a part cea ruatiquea chansona, l e a premieres oeuvres poetiquea canadiennea eont dues a quelques amateurs qui rimaient pour des cerclea reatreints. Juaqu'aux environa de 1840, deux "poetes" d'or i g i n e s franpaise, Joseph Queenel et Joseph Mermet, compoaent des vers galanta et f r i v o l e s , et des chenaona badinea et ironiques qui ee r a t tachent a l ' a r t leger du XVIIIe aiecle. Rien d'etonnant que leurs creat i o n s poetiques soient considere'es par leurs contemporains Canadians comme une revelation, et que meme l'auatere eatirique Bibaud d i t q u ' i l y a une "divine flamme dans l a poeaie de Quesnel..." ( l 4 ) La poeaie amoureuse de tous deux, bien entendu, est f o r t innocente et se l i m i t e aux p e t i t e poemes ou " l e doux rossignol chante son amour..." Quesnel, poete, qui "rima aur tout et aur r i e n " eet "immortaliae" par un de aea aucceaseurs dan8 l a strophe suivante, aasez extraordinaire pour cette periode* "Quesnel, l e pere des amours, Semblable a-son p e t i t bonh'omme, V i t encore et v i v r a toujours..." (15) J.D. Mermet, l e pere de l a poesie patriotique au Canada franpais, prefere - comme plus tard Octave Cremazie et Louis H. Frechette - l e s vers qui "grondent" aux vera doux et amoureux. Dans sa populaire "Vict o i r e de Chateauguay"  i l chante*  " L trompette a aonne, l ' e c l a i r l u i t , l ' a i r a i n grondej Salaberry paralt, l a valeur l e seconde, Et t r o i s cents C n a d i e n 8 qui marchent aur aes pas, Comme l u i , d'un a i r g a i , vont braver l e trepas." (16) a  a  Le troisieme "poete" de cette periode, cette f o i s de formation ea(15) (14) (15) (16)  Gragnon, Bibaud, L r eau, Hueton, B  E., Chansons populairea du Canada, p.27. M., Epitres. Satires. Chansons. Epjgrammes. p.46. E., Hjstoire de la. l i t t e r a t u r e canadienne. p.68. Le repertoire national. (Mermet, V i c t o i r e de Chateauguay).  - 165 sentiellement canadienne, eet Michel Bibaud. Poete malgre l u i , amateur, admirateur du plus mauvais Boileau et auteur d'un r e c u e i l i n t i t u l e "Epitrea, Satires, Chansons, Epigrammes, et autres Pieces de Vers", i l e c r i t des vers qui sont lourds, eeveres, gourmes. Mais bien que sa peinture des moeurs canadiennes soit gauche, du moins e l l e est sincere. Ayant entrepris de tracer un p o r t r a i t de ses contemporains, i l voulut etaler leurs defauts au grand jour.  Cette piece ou i l ne  chantera point "eh vere doux de douces voluptes", mais d i r a "en vera durs de dures v e r i t e s " , sera-une s a t i r e contre chacun des sept peches capitauxs  "l'avarice, l'ignorance,  l a vanite, l ' o r g u e i l , l e fourbe,  1'injustice, l e v i l seducteur..." Probablement c ' e t a i t un sujet trop risque, trop suggestif et immoral pour un pays aussi profondement r e l i gieux que l e Quebec. Dans un de ses derniers poernes, Bibaud se montre 1'ennemi des femmes.  I I "abhorre leurs appas et meprise leurs charmes", tout en attaqu-  ant les poetes europeens qui chantent l a grece de l'Amour: et de ss. Mere* "L'insense qui brula l'encens sur tea autels, 0 Venus, encensa l a mere des f o l l i e s * Le vulgaire te d i t f i l l e des Immortals; Tu n'ee-.que l a soeur des Furies..." (17) "Les decades qui suivirent, d i t M. Brunet, "l'on n'eut guere l e temps de taquiner l a muse: tout e*tait aux l u t t e s p o l i t i q u e s , democratiques et. nationales." (18) C'est avec Octave Cremazie que l a poesie canadienne-franpaise p r i t un assez large essor et devint surtout patriotique. E l l e est trop grandiloquente  et trop lourde, et l e poete semble ignorer l a valeur musicale  et plastique des mots. Selon Frechette, l a strophe de Cremazie "...tantot roule comme un b r u i t pesant d ' a r t i l l e r i e ; tantot e l l e eclate comme une fanfare de cuivre. Parfois e l l e gronde comme l e  (17)  Bibaud, M., Epitree. Satires. Chansons. Epigrammes. p«97« (18) Brunet, B., H i s t o i r e de l a l i t t e r a t u r e canedienne-francaise. p.20.  -  164 -  vent d'hiver dans l e s forete du Nord, et p a r f o i a on o r o i r a i t entendre l e s accords majesteux de l'orgue soufflant sous l e a " p i l l i e r s des v i e i l l e s cathedrales..." (19) Heureusement, l e sentiment chez Cremazie est beaucoup plus o r i g i n a l que l e rythme et l a forme. De meme, i l  f u t l e premier des poetes cana-  diens qui " a i t etudie l e s auteurs claasiques et qui se soit debarrasse du mauvais gout angendre par 1'ecole de l'abbe Deliale au XVIlie s i e c l e . . . " (20) Pourtant, ce lecteur paaeionne" des romantiques - qui chantaient surtout 1'amour - n'emprunte r i e n a leur a r t , ce qui est assez etrangel A v r a i d i r e , Cremazie a f a i t dans tous ses poemes une seule a l l u s i o n a 1*amour: c'est dans l e s " M i l l e - I l e s " qu'on l a trouve» "0 souvenir de l a jeunesse, Praia comme un rayon du p r i n t amps'. 0 Fleuve, temoin de l ' i v r e s s e De nos jeunes coeurs de v i n g t ans..." (21) Cremazie n'est pas grand comme poete - bien que quelques-uns de ses poemes soient bone, sinceres et p l e i n s d'emotion - ; i l est remarquable avant tout comme c r i t i q u e . Au moyen d'une l i t t e r a t u r e toute neuve, i l voulut boulveraer l a eociete quebecoise laquelle v i v a i t encore au Moyen Age. Des revere de fortune, ou i l  se trouva gravement compromis, l ' o -  bligerent, en 1862, a quitter Que*bec et son pays... E x i l e , pauvre et i s o l e , i l vecut et mourut en France, sous l e nom de Jules Fontaines. En Louis Frechette, nous avons encore un rebelle et un e x i l e . En 1863 parut a Quebec, sous l e t i t r e de "Mea L o i s i r s " , son premier r e c u e i l de vers, un peu trop influence par l e poesie de "Musset, L m a r t i a  ne et Hugo". Naturellament, l e l i v r e f u t ignore par l e grand public e t "...dormit chez l e poete ou chez l e l i b r a i r e " . (22) Dana un a r t i c l e qui parut dans l e "Journal de Quebec", l e 4 f e v r i e r , I865, l e correspondent (19) (20) (21) (22)  Lareau, E., H i s t o i r e de l a l i t t e r a t u r e canadienne. p.92. Ibid, p. 9 1 , 92. Cremazie, 0 . , Poesies. M i l l e - I l e s , p. 171. Roy, C., Nouveaux Essais sur l a l i t t e r a t u r e canadienne. p.158.  - 165 du Journal e c r i t ceci a propos de "Mes  Loisirs"*  "Ce l i v r e a cause* f o r t peu de sensation, et i l ae vend ( a i d ) presque pas, a preuve que l e debut n'a paa encore couvert l e s f r a i s d'impression." (23) Peu dispose de se soumettre a l ' a u t o r i t e r e l i g i e u s e ou bien aux "Castors" clericaux, Louis Frechette commence a l e s attaquer... " I l avait e c r i t danB l e 'Journal de Levis' des a r t i c l e s d'un liberalieme t e l que l e p r o p r i e t a i r e de l a f e u i l l e en avait p r i s peur et q u ' i l avait congedie son jeune V i c t o r Hugo..." (2k) Pendant ce temps, l e poete-idealiste decouvrit soudainement avec t r i s t e s s e et desespoir qu'a Quebec l a poeaie n ' e t a i t pas l i b r e , mais enchalnee... Sans fortune, humilie et decourage, frappe d'ostraciame, mecontent, et pleurant ses i l l u s i o n s perdues, ce Coriolan canadien q u i t t a son pays natal qui l u i e t a i t a i h o s t i l e . La strophe suivante "there i s a world eleewhere" - exprime l e mieux son etat d'ames "Trop f a i b l e pour dompter ce aerviliame immonde, Fuyone-en l e contact; allona de par l e monde, Chercher un coin de t e r r e ou l'honneur aoit reste."  (25)  Apres cinq-ans d ' e x i l , cependant, Frechette, epuise, vaincu et accuse de "demagogic a n t i c l e r i c a l e " (26)  ae soumit a l a Hierarchie, et  dorenavant i l ne g l o r i f i e r a que l ' E g l i s e , l e s eccle'siaatiques et l e peuple canadien. Dans son "Ode  a Mgr  de Laval", i l exalte 1'oeuvre  p r o t e c t r i c e du Clerge canadiens "Pour sauver notre race et defendre no a droita, Le temple ae f i t citadelle..."(27) Par consequent, on 1'appelle - "Poete National" - , l e celebre auteur de " L  a  Legende d'un peuple"... et l'Abbe Roy e c r i t de l u i s  "Sa poesie est chretienne, comme c e l l e de presque tous nos poetes, et e l l e se soucie de r e f l a t e r dans l a lumiere plus ou moins vive (25) Roy, C., Nbuveaux Essais sur l a l i t t e r a t u r e canadienne. p.158. (2k) Brunet, B., Hjstoire de l a l i t t e r a t u r e canadienne-francaiae. p.68. (25) Frechette, L.,• L i x d'un e x i l e . Chicago, 1866. (26) Roy, C., Nouveaux E s a i a , p.152. (27) Frechette, L., Epaves poetiques. p«15« e  v o  8  - 166 des strophes l'ame instinctivement croyante qui l ' a meditee, l'*ame profondement chretienne du peuple qu'elle doit e d i f i e r . " (28) Chez tous l e s poetes qui suivent et se groupent autour de l'Ecole de Quebec - Pamphile Lemay, William Chapman, Adolphe Poisson, Alfred Garneau, Appolinaire Gingras, Neree Beauchemin. enfin, nous voyons q u ' i l s sont tous devotement r e l i g i e u x et d'ardents r e g i o n a l i s t e s . Leur poesie extremement modeste, simple et innocente - touche a de nombreux sujets* l a beaute majesteuse de l a nature canadienne,  des scenes de l a v i e ru-  r a l e , l a race, l a langue et l a r e l i g i o n . I l s chantent l a peine des hommes,  leur esperance d'une v i e future, leur devotion pieuse. U s ont  infuse dans leur poesie leur "amour f i l i a l , l'humble besogne de cheque homme devant son pays et devant Dieu". Ce sont l e s ouvrages qui ss consacrent au sujet plus ou moins banal de 1'amour pour l a p a t r i e , p l e i n s de cliches* "nos aieux", "un immortel  s i l l o n " , " l e sang de nos peres",  "les douleurs de notre s a c r i f i c e " . . . Les poetes ont rejete a l'unanimite l ' e s p r i t revolutionnaire et libre-peneeur de certains Romantiques, Hugo, Musset, Vigny, declarant q u ' i l s n'etaient point f i l e de l a Revolution, que leur langage devrait etre comme echo de l a sains l i t t e r a t u r e d'autref o i s . . . La plupart d'entre eux apprecient mieux Beranger, Delavigne que V i c t o r Hugo, et, en general, i l semble qu'on n ' a i t pas goute* et compris Musset. Leur oeuvre manque de souplesse et de nuance, de meme que de v i e , de chaleur, d'amour et de passion... Leurs poemes sont doctrinaires; et monotones. Les poetes font souvent de commentaires sentencieux et moraux, e t de reflexions superf'lues. Le meilleur poete de ce groupe est peut-etre Alfred Garneau, l e f i l s de l ' h i s t o r i e n national, souvent ignore dans l e s anthologies de l a poesie canadienne-francaise. (28) Roy, C , Mouveaux Essais. p.182.  - 167  -  "On a i m a i t c e t t e v o i x suave e t douce q u i f a i s a i t o u b l i e r l a t r o p c l a i r o n n a n t e f a n f a r e de F r e c h e t t e e t de Chapman. On a u r a i t d i t du Musset, t e l l e m e n t ces p o e s i e s a v a i e n t de g r a c e , de l e g e r t e , m a i s d'un Musset impregne de c h r i s t i s n i s m e . . . " (29) A l f r e d Garneau e t a i t a v a n t t o u t a r t i s t e , p o e t e , mais poete dont l a p o e s i e f u t enchalnee,  comme c e l l e de t a n t de ces amis. H  etait a l a fois  e e n s i b l e , nerveux e t t i m i d e . E t p o u r t a n t , i l y a dea v e r s parmi l e s poernes e t l e s sonnets i n t i m e s de ce poete dans l e s q u e l s l'amour se g l i s s e de temps a a u t r e * "Ouvre done l a cage de t o n lime. Aims! 1'amour, c ' e s t du bonheur. P r e t e 1' o r e i l l e aux mots de flamme Qui f o n t l e s s u r p r i s e s du coeur..."  (50)  V e r s l a f i n du s i e c l e , nous avons une n o u v e l l e g e n e r a t i o n de q u i v o u l a i e n t donner "une nuance d'^me nadienne,  poetes  particuliere" a l a litterature  ca-  ou, en d ' a u t r e s termes, se d e b a r r a s s e r d i s c r e t e m e n t du c o n t r o -  l e s p i r i t u e l e t t e m p o r e l du Clerge*. M. Brunet e c r i t a ce propos* p o e s i e canadienne s'emancipa e n t r e 1890  e t 1900,  coupe t o u t e s ses amarres mais, timidement, bordees..."  "La.  non p o i n t q u ' e l l e a i t  e l l e osa prendre  deux ou  trois  (51)  C'est l ' E c o l e de M o n t r e a l , fondee en 1898  qui r e a g i t contre l e s  anciennes v a l e u r s l i t t e r a i r e s , r e p r o c h a n t aux F r e c h e t t e , aux Lemay v o i r m u t i l i e l ' a r t romantique, t a i l l e . Maintenant,  de 1 ' a v o i r r e d u i t a l a mesure de  on a p p e l l e l a France  d'a-  leur  aa p a t r i e i n t e l l e c t u e l l e .  La  p l u p a r t dea p o e t e s - C h a r l e s G i l l , A l b e r t F e r l a n d , A l b e r t Lozeau, L u c i e n R a i n i e r , E m i l e N e l l i g a n , Rene Chopin, P a u l M o r i n . . . - c o n s a c r e n t  leur  t a l e n t a un a r t s u b j e c t i f e t p e r s o n n e l , p l u t o t qu'aux g e n r e s o b j e c t i f s de l e u r s p r e d e c e s s e u r s .  On e s t f o r t e m e n t i n f l u e n c e p a r l e s P a r n a s s i a n s  s t p a r l e s S y m b o l i s t e s . Leconte de L i s l e , T h e o p h i l e G u t i e r , H e r e d i a , a  (29) Leger, J . , Le Canada f r a n c a i s e t son e x p r e s s i o n l i t t e r a i r e . p.108. (JO) Garneau, A., P o e s i e s , p.63. (Ecoute). (5l) B r u n e t , B., H i s t o i r e de l a l i t t e r a t u r e c a n a d i e n n e - f r a n c a i s e . p.77*  - 168 Verlaine, R o l l i n a t , Baudelaire, Rimbaud... remplacerent Hugo et Lamartine dana l'eatime dea jeunes i n t e l l e c t u e l a de Quebec. Louie Dantin, c r i t i q u e , event une grande penetration d'eaprit, d i t plaiaamment dans l a preface aux oeuvres d'Emile Nelligan* "De meme que Cremazie avait v o l e a V i c t o r Hugo dea minarets, de meme quelques jeunes gens ne craignent pas d'emprunter a l a menagerie de Leconte de L i s l e , un certain nombre de granda f e l i n e dont nous avons deja entendu quelque part l e s miaulementa, et les rugissements..." ( 3 2 ) A cauae de cette influence, l a poesie patriotique lentement tomba en decadence, l a poesie r e l i g i e u s e devint vaguement mystique, l a poesie philosophique s'approfondit et l a poesie descriptive p r i t un essor extraordinaire. Bien entendu, toute cette poesie reste toujours enchainee, mais non paa toute entiere. Le poete parle de l amour, toutefoia, i l 1  montre beaucoup de reserve. C'est Albert Lozeau, t r e s sincere et tree sensible, dont 1'amour ideal eat "comme un beau jour de mai". "Le reve de sa bien-aimee l u i est cher comme un baiaer d ' e l l e " , et en l a voyant, il  sent une "sereine et chaate ivrease". (33) Ce qui caracteriae toutea cea nouvelles creations artiatiques, c'est  l e peaaimieme, l'angoisse, l a triateaae, l'amertume, l e doute et meme le deeeepoir. I I n'y a point dans l e s poemes de 1'Ecole de Montreal cette " H i l a r i t a a Chriatiana", cette joie de v i v r e , et cette liberte* d expression, qu'on trouve dana l a poeaie i t a l i e n n e , francaiae, alleman1  de ou eapagnole. Peraonne, aauf Blanche Lamontagne peut-'etre, n a don1  ne une s i charmante et a i delicieuse description "des amours et des sentiments tendres et voluptueux" de l a jeune f i l l e canadienne aongeant a son amant, que justement l a poetesse canadienne-anglaiae, Iaabella Valancy Crawford, avec aa celebre "BlanchiaeuBe". (52)  Dantin. L.. P r e f a c e aux oeuvrea d'Emile Nelligan. p.XXXIII.  (33) Lozeau, A., L'Ame s o l i t a i r e , Intimite, Paria, 1907.  -  V o i l a une  169  -  jeune femme q u i aime e t q u i ne v o i t que  eon amour. C'est  l e eang q u i c o u l e p l u s v i t e e t p l u s joyeueement dans ses v e i n e a que p e t i t r u i s s e a u p r e s d ' e l l e . Bans ce poeme, t o u t n ' e s t que  j o i e , musique,  s o l e i l , v o l u p t e . Aucune de ces v i s i o n s sombres e t t r i s t e s , poetes canadienB-franeais,  d'un  le  s i chores  aux  Canada n o s t a l g i q u e , h a n t e ou tourmente.  Tout l e c o n t r a i r e * "Margaton s a shapely maid; 1  Laughter h a u n t s her l a r g e , s o f t eye; When she t r i p s by v i n e y a r d shade T r i p s t h e sun w i t h h e r , Bay I. Wooden shoes she l a y e a s i d e , P u t s her l i n e n i n t h e r i l l ; And t h e stream, i n g o s s i p ' s p r i d e , C h a t t e r s t o her w i t h a w i l l : "Blanchisseuse, Blanchisseuse, I - I know a t h i n g or two'. Thus, t h i e i s t h e l a t e s t news, Some one dreams o f eyes o f blue'." C ' e s t l a chanson de r u i s s e a u , l a chanson d'un  (34)  coeur amoureux. E t  l a jeune femme, r e v e u s e ,  r e p e t e l e s mots doux e t s e d u i s a n t s que  Jean" l u i a murmur! h i e r  soir:  1  "son  "Blanchisseuse, Blanchisseuse, Y e t another t a l e I know, Some one dreams o f , r u n s my news, Golden h e a r t i n bosom's snow!" P r e s q u e t o u s l e s p o e t e s de l ' E c o l e de M o n t r e a l a r t i s t e s , mais l e u r Muse e s t t r i s t e .  (35) sont d a s s e z grands 1  Lozeau a e c r i t , comme Cyrano, de  b e l l e s e l e g i e s , sans e s p o i r d'etre aime; A l b e r t F e r l a n d a a r r e t ! son r e g a r d p e n s i f e t d o u l o u r e u x sur l e e h o r i z o n s de son p a y s , t o u t comme s ' i l v o u l a i t d i r e ! "Une  f r o i d e p l a i s a n t e r i e , c e t t e v i e , n'eet-ce pas?";  J e a n Charbonneau a r e v e l e son coeur dans un r e c u e i l de m e d i t a t i o n s  pee-  s i m i s t e s , "Les B l e s s u r e s " ; L u c i e n R a i n i e r f u t t o u c h ! par l e s m i s e r e s humaines, e t sa p o ! s i e e s t comme un c r i p l a i n t i f ; C h o p i n , M o r i n , (54) (35) Choquette C r a w f o r d . seI.V. B l a n c h i sseuse, Rochers, sontC o sl el ne tc it se de xPoems. i l e s auL Canada... a  Bes-  Toronto,1905*  - 170 Mais l e plus grand poete d'entre eux, l e plus sincere et l e seul genie de l a l i t t e r a t u r e eanadienne-franpaise, e'eat Emile Nelligan. V i c time de eon milieu aocial, entoure par l e a "hommes aux fronts moroses", deeourage et critique malieieusement (36), i l aemble prevoir dana aes poemes " l e naufrage de son i n t e l l i g e n c e " . H  n'etait paa compris par aea  compatriotes, i l ne l u i e*tait pas permis de v i v r e comme un bohemien, comme un poete, et d aimer l e s jeunes f i l l e s , n i d'exprimer toutes ses 1  pensees, ses paaaions et ses desirs en vers. M. Jules Leger e c r i t * "Le m i l i e u dana lequel i l vecut f u t defavorable a son genie poetique* aa mere, tout en encourageant aes debuts, comprenait mal cet enfant qui 'n'etait pas comme l e a autres ; son pere s'opposait obetinement a ce q u ' i l y eut un poete dana l a f a m i l l e . Au college, i l est un. eleve mediocre; i l en sort avant d'avoir termine aes etudes et s'enferme dana une banque comme c a i s s i e r . C'est l a v i e affreuse, infernale durant toute l a journee. Le soir venu, i l se l i v r e a son reve i n t e r i e u r , i l redevient l e poete t r i s t e , exalte, fantaeque. A dix-neuf ana, i l succombe a l a facile; l e genie l u i a ronge juaqu'a l a moindre parcelle de son i n t e l l i g e n c e . I I e t a i t poete, i l est fou. Et ce jeune homme a laisse" l'oeuvre qui f a i t l e plua d'honneur aux l e t t r e s canadiennee'." (37) 1  La t r i s t e s s e de Nelligan est incurable et va jusqu'a 1'obsession; il  a toujours "l'amertume dana l'ame". I l eat jeune, maia 8on seul amour  aemble etre "une Sainte aux yeux bleus" dans une eglise. I I se p l e i n t * "Telle sur l e v i t r a i l de mon coeur je t ' a i peinte, Ma romanesque aimee, o pale et blonde aainte, Toi, l a aeule que j'aime et toujours aimerai; Maia t u restes muette, impaaaible, et, trop f i e r e , Tu t e p l e i a a me v o i r , eombre et desespere, Errer dana mon amour comme en un cimetierei" (38) La meme idee et l e meme amour paaaionne et pur pour " l a Sainte adoree" aont exprimeB dans l e s poemes "Sainte Cecile", " B i l l e t Celeste", "Reve d'une Nuit d'Ropital"...Nelligan souffre beaucoup a cause de son d u a l i s me et de l a "mortelle education.janslniste". Dana aon "ame l u t t e n t sans (36) La c r i t i q u e de Marcel Dugas, La l i t t e r a t u r e canadienne, p.17• Be Marchy, Monde I l l u a t r e , l e 11 mara, 1899. (37) Leger, J., La Canada franpais et son expression l i t t e r a i r e . p.155. (38) Nelligan, E., Poesies completes, Amour Immacule, p.7^.  - 171 ceese 1'amour charnel et l'amour platonique. Par consequent, i l est rempli de remords et se sent pecheur. Mais 1'influence religieuse est plus f o r t e , i l chasse l e s pensees " d i a b o l i q u e s " , i l va jusqu'a f a i r e cette confession touchante: "Je ne veux plus pecher, j e ne veux plus j o u i r , Oar l a sainte m'a d i t que pour encor l'oufir, I l me f a l l a i t vaquer a mon salut sur terre..."(39) Le r l s u l t a t de cette adolescence tourmentee f u t l a Deraison  complete:  "Le nuit, i l avait des v i s i o n s , s o i t radieuses, soit h o r r i b l e s ! jeunes f i l l e s qui etaient a l a f o i a des seraphins, des muses et des amantes; ou bien spectres enrages, chats fantomes, demons s i n i s t r e s qui l u i souffleient l e desespoir..." (4o) Banalites et i n j u s t e s c r i t i q u e s aussi blesserent vivement l a sensib i l i t e du poete. V o i c i comment on juge son oeuvre de genie. "Ecrire des nouvelles et des romans ou l'analyse psychologique, au l i e u d entrer dans l e v i f de l'lane canadienne, ne l a i s s e v o i r que des etats de conscience tout franpais; f a i r e des poesies ou l e sentiment est purement livresque et soutenu de reminiscences toutes francaises, comme, par exemple, i l a r r i v a i t trop souvent a ce pauvre et s i aympathique Emile Nelligan; user sans raison du neologisms et de tous ces mots nouveaux, etranges, qu'inventent la-bas ceux qui n ay ant rien a dire cherchent a supplier a l'idee par l ' i n attendu de 1'expression; employer tous ces vocables mievres, ou pretentieux et miroitants comme de faux bijoux, qui t i r e n t l ' o e i l plus q u ' i l n'eveillent l a pensee; . . . v o i l a ce qui n'est pas canadien et v o i l a done ce q u ' i l faut condemnor..." ( 4 l ) 1  1  I l n'y a done r i e n d'etonnant a ce que la. celebre "Romance du v i n " de Nelligan - son chant du cygne - ressemble  a l'explosion d'un r i r e  convulsif tout secoue de sanglots, semblable  au r i r e du bouffon dans  "I Pagliaccio" de Leoncavallo: "Ridi Pagliaccio, sul tuo amore infrantol R i d i del duol che t'avvelena i l c o r i . . . " "Ri, Pagliaccio, en depit de ton amour ruins'. Ri, en depit de l a douleur qui a fendu ton coeur." (42) (39) Nelligan, E., Poesies completes. Reve d'une nuit d'hopital, 137* (40) Nelligan, E., Oeuvre. Preface par L.Dantin, p.VI. (41) Roy, C , Essais sur l a l i t t e r a t u r e canadienne. p.221. (42) Leoncavallo, I P a g l i a c c i .  - 172 Et Nelligan, ce genie enchalne, chante, tout en pretendant 'etre entierement heureux. Son coeur e s t - i l gueri enfin d'avoir aime? "Je suis g a i . Je suia g a i . Vive l e aoir de mail Je aula follement g a i , aana "etre pourtant i v r e i . . . Serait-ce que je aula enfin heureux de v i v r e ; Enfin mon coeur e a t - i l gueri d'avoir aime? Lea cloches ont chante; l e vent du aoir odore... Et pendant que l e v i n ruiaaelle a joyeux f l o t s , Je suia s i g a i , s i g a i , dans mon r i r e sonore, Ohl s i gai, que j ' a i peur d'eclater en sanglotsl" (43) La reaction contre cette atmosphere etouffante d'un paya "ou 1'amour a f r o i d " (44)  v i e n t soudain de l a part dea femmea. E t tandia  que l e s hommes - moins a c t i f s et plus timides et reserves - Morin, Chop i n , Delahaie, cherchent  1"evasion et 1'exile volontaire dans " l e d e l i r e  du paganiame" (45) et p a r f o i s meme dana " l e Citheron ou exultent Bacchantes"  (46), tandis que les poetes comme Albert Dreux, autrement nom-  me M a i l l e , trouvent l ' o u b l i et un bonheur de courte duree dans l ' i v r e s se, en chantant " H ne v o i t paa l e s p h i l i s t i n s Se detourner de son chemin. II eat i v r e . I I chante..."  (47) ..."une cohorte de  poetesses  amoureuaes" (48), Jovette-Alice Bernier, Simone Routier, Eva.  Senecal, Medje Vezina, Anne Hebert, Rina Laanier, Ruth Lafleur-Hetu demandent a haute voix l a l i b e r t e et l amour. "Oui, Ami, C eat un reve Que j e tiena d'Eve, Saurai-je r e s i s t e r ? " (49) 1  (43) (44)  Nelligan, E., La Romance du v i n . Routier, S., Lea Tentations. Je m en v a i s l a ou jamais, Paris,195^. (45) Roy, C , Nouveaux Esaais. p.298. (46) Ibid, p.298. (47) Dreux, A., Le mauvais passant. 1920. (48) V i a t t e , A., H i s t o i r e l i t t e r a i r e de l'Amerique francaiae, p.187* (49) Routier, S., Ceux qui aeront aimea, Simple desir de femme, Paris,1931* 1  - 173  -  Toutes ces f e m e s ne so up i rent plus apres un amour l o i n t a i n et vague; e l l e s veulent aimer et etre aimees. "J'aime. Qui? - Mon coeur ne s a i t pas encor. J'aime, et sur l a nuit mon bras se resserre."  (50)  Au tradieionalisme timide d a u t r e f o i s , e l l e s opposent l e s confessions 1  ardentes et suggestives. Simone Routier r e j e t t e l amour i d e a l i s e et f e 1  erique et l e peint t e l q u ' i l est en r e a l i t e . L  a  passion est l a parure  d'Eve Senecal, Jovette-Alice Bernier "mele l'amour charnel a 1'amour divin".  (51)  L'emancipation de l a poesie est vraiment en marche. Les poetes, Robert Ohoquette, Jean Narrache, l e genial Saint-Denys Garneau et Franpois Hertel, poete maudit, se joignent aux femmes. On va jusqu'a l a vulgarite: "Et v o i c i qu'un beau matin on se r e v e i l l e , pore parmi l e s pores, Avec tous ces i n s t i n c t s qu'on deplorait chez l e s autres Et qu'on a cru refoules en s o i . . . " (52) Dans ces poernes extremement r e a l i s t e s , dans ce lyrisme feminin, dans cette poesie abstraite, symbolique  et s u r r e a l i s t s d'aujourd'hui, l e l e c -  teur trouve enfin un eouffle nouveau et tout a f a i t l i b r e . La revolte de l a jeune generation a reussi. V o i l a l a poesie canadienne-franpaise, debarrassee de ses chalnes, envisageant l'avenir avec confiance.  (50 ) Routier, S., L'lmmortel Adolescent, Quebec, 1928. (51) Viatte, A., Histoire l i t t e r a i r e de l'Amerique franpaise. p.l87« (52) Hertel, F., Mes naufrages, Paris, 1951.  - 174 IV. LA CRITIQUE EST-ELLE NECESSAIRE7  La c r i t i q u e l i t t e r a i r e fut longtempa neglige au Canada franpais. Selon M. A. V i a t t e , ce n'est qu'au debut du vingtieme  s i e c l e qu'elle  n a i t au monde canadien. Comme tous l e s autres genres l i t t e r a i r e s ,  elle  aussi e t a i t l e monopole dea ecclesiastiques, et, par consequent, toute penetree de morale chretienne. A v r a i dire, e l l e e t a i t servante de l a r e l i g i o n , et 8on premier but e t a i t , non paa de corriger et de perfectionner l e a ouvragea et l e s essais l i t t e r a i r e s au point de vue a r t i atique, maia de dominer lee b e l l e s - l e t t r e s et de t e n i r en echec leurs auteurs. Lea c r i t i q u e s de "circonstance" et l e s c r i t i q u e s "engagea" du dixneuvieme et meme du vingtieme  siecle semblent 'etre l e s d i s c i p l e s des  c r i t i q u e s r e l i g i e u x du Moyen Age. En effet, l ' i n f l u e n c e d'Isidore de S e v i l l e est considerable, tandis que c e l l e du Saint-Auguatin, ennemi acharne de l a poeaie paienne et amoureuae, est toute-puissante. Les c r i t i q u e s l i t t e r a i r e a canadiens, tous ceux qui appartiennent au p a r t i c l e r i c a l , semblent ignorer completement l e s oeuvres c r i t i q u e s t e l l e s que "De Vulgari Eloquentia" de Dante et surtout l a celebre defence de l a poesie, "Genealogia Deorum Gentilium" de Boccace. De l a meme f a m i l l e a p i r i t u e l l e que Pascal, i l s repetent aes mots en toute occaaion. "Tous l e s grand a divertiaaementa  aont dangereux  pour l a vie chretienne." ( l ) En faiaant l a c r i t i q u e d'une oeuvre d'art, i l a releguent avec i n t e n t i o n l ' a r t au second plan. Pour eux, l ' a r t reste toujours aubordonne a l a morale comme a aa f i n derniere, puisque, ( l ) Pascal, B., Diacoura aur lea passions de 1'amour. Parie.  - 175 pretendent-ils, l a morale est l a regie d e f i n i t i v e de l e v i e . A i n s i , l a c r i t i q u e e s t - e l l e necessaire? Peut-on l'appeler - critique? N est1  e l l e pas denuee de sens et de valeur dans un pays ou l e s c r i t i q u e s principaux disentJ Perisse l ' a r t plutot que l a morale'. On peut deja trouver l e s o r i g i n e s d'une " c r i t i q u e " nationale dans l a "Gazette l i t t e r a i r e " de Montreal en 1778.  Lea membres de  l'"Acade-  mie naissante" - un des cercles l i t t e r a i r e s du Canada franpais - corrigeaient et jugeaient avec l i b e r t e et rigueur l e s premiers timides essais en prose et en vers de quelques amateurs. Plus tard, a p a r t i r de  1306,  des journaux franpais, l e "Canadien" et l e "Spectateur"  (1813)  attaquerent de temps en temps l e s defecteuses productions des r i m a i l leurs de ce temps. Chose etrange, ces premiers essais de l a c r i t i q u e canadienne etaient aesez bona, assez s p i r i t u a l s , et surtout -  as9ez  impartiaux. Par malheur, tous ces journaux n'eurent qu'une v i e ephemere. "Certains a r t i c l e s du 'Courrier de Quebec , du 'Canadien' et du 'Spectateur' soient parfois animes d'un- souffle qui rappelle l e s enthousiasmes du lyrisme ou l e s v i v a c i t e e mordantes de l a s a t i r e . Malins et patriotes, nos ancetres l e furent toujours, et l ' e s p r i t gaulois n'a jamais manque a leurs plus graves ent r e p r i s e s . La prose de nos journsux f u t done profondement impregne*e de cette generosite... que rarement l'^me franpaise r e u s s i t . a oublier tout a f a i t . . . " (2) 1  L . "Bibliotheque canadienne" de 1825, a  1' "Encyclopedic canadienne"  de 1842,  "L Observateur" de 1  1850,  recueils public's successive-  ment par Michel Bibaud n'ont aucune des qualites d'une oeuvre c r i t i q u e , parce q u ' i l s sont partiauxi "II n'est pas necessaire d'avertir que rien de contraire a l a r e l i g i o n , a l a morale, ou aux convenances soc i a l e s n'y  sera admis..."  (5)  Mais avec l e s "Silhouettes l i t t e r a i r e s " de l'Abbe Casgrain et de Joseph Marmette - hommes de tous l e s metiers - , avec l e s " P o r t r a i t s  (2) (5)  Roy, C., Hps origines l i t t e r a i r e a . Ibid, p. 554.  p.110.  - 176 et Pastels l i t t e r a i r e s " - qui, plutot, devraient 'etre nommes! " l e s Sermons l i t t e r a i r e a " - du Juge A. Routhier, nous avona l e commencement de l a c r i t i q u e dogmatique, qui domine l e a l e t t r e s canadiennes-francaises juaqu'a nos jours. (4) Cette c r i t i q u e dogmatique et p a r t i a l e de Quebec, cependant,  ne ae borna pas seulement a l a l i t t e r a t u r e ; au  contraire, etant militante et agreBaive, e l l e attaqua et t e r r o r i a a l e a individua et l e s groupes l i t t e r a i r e s . E l l e s'est alora et v o l o n t i e r s mise au service des passions dominantes* e l l e eat devenue, trop souvent, l instrument de sympathies ou d a n t i p a t h i e s personnelles qui n'ont r i e n 1  1  a v o i r avec l e go'ut a r t i a t i q u e . L'Abbe Caagrain eat l e chef abaolu de cette ecole, " l e Pere n o u r r i c i e r de notre l i t t e r a t u r e " . (5) I l fonda en 1861 l e a "Soirees canadiennes"  et en 1865 l e "Foyer Canadian",  ce qui veut dire que des  l o r s toute l a l i t t e r a t u r e eanadienne-franpaise et tous ses auteurs et collaborateurs sont destines a v i v r e et ecrire sous l a surveillance e t r o i t e dea eccleeiastiques. La grande theorie l i t t e r a i r e et c r i t i q u e de Caagrain, c'est que lea  l e t t r e s canadiennea  doivent etre profondement "chretiennes et cana-  diennes" : Si, comme cela est incontestable, e c r i t - i l , l a l i t t e r a t u r e eat l e r e f l e t dea moeurs, du caractere, des aptitudes, du genie d'une nation, s i e l l e garde aussi l'empreinte des lieux, des divers aapects de l a nature, dea s i t e s , des perspectives, des horizons, l a notre sera grave, meditative, s p i r i t u a l i s t e , r e l i g i e u s e , evang e l i s a t r i c e comme nos missionnaires, genereuse comme nos martyra, energique et perseverante comme nos pionniers d'autrefois; et en meme temps e l l e sera largement decouple, comme nos vaates fleaves, nos larges horizons, notre grandiose nature, mysterieuse comme les echos de nos immenses et impenetrablea forets, comme l e a e c l a i r a de nos aurores boreales, melancoliques comme nos pales soirs d'automne enveloppea d ombres vapoureuses, comme l'szur profond, un peu severe de notre c i e l , chaate et pure comme l e manteau v i r g i n a l de nos longs hivera..." (6) 11  1  (4) I l faut conaulter l e a ouvrages c r i t i q u e s de S.Marion, M.Hebert, H. Bernard. (5) Legendre, N., Echoa de Que*bec, Quebec, 1877» t . I I , p.35. (6) Casgrain, H.R. Oeuvres completes, t . I . , p.10,11.  - 177  -  C'est plutot l a r e l i g i o n que l a l i t t e r a t u r e ; d ' a i l l e u r s , dans ces conditions, une c r i t i q u e , reduite a l'esclavage n'est plus necessaire. L'Abbe Casgrain est l o i n d'etre un c r i t i q u e l i t t e r a i r e : par des l o u anges excessives i l f a i t reposer ses amis - l e plus souvent des  auteurs  mediocres - sur des l a u r i e r s ephemeres, et leur f a i t c r o i r e qu'ila ont a t t e i n t l a perfection de leur genre. "Le temps est passe des panegyriques l i t t e r a i r e s , e c r i r a plus tard, en 1872, l'abbe Casgrain, qui reprenait ce j o u r - l a l e s idees q u ' i l avait exprimees six ans auparavant. Ces menagements, ces c r i t i q u e s a l'eau de rose qui avaient leur u t i l i t e , qui etaient meme necessaires i l y a quelques annees, quand l e s l e t tres canadiennes etaient a leur debut, seraient f a t a l e s aujourd'hui... "(7) Le premier c r i t i q u e serieux de l a l i t t e r a t u r e au Canada est Octave Cremazie. Malheureusement, i l dut f u i r l a j u s t i c e de son pays, quitter Quebec, et s'exiler. I l ne devait jamais plus revenir au Canada: i l mourut en France en 1879,  ignore de tous, dans un denuement bien pres  de l a mi sere. See l e t t r e s a l'Abbe Casgrain nous revelent son t a l e n t extraordinai r e et son etonnante erudition. La c r i t i q u e , severe, mais juste, pour Cremazie, est un element necessaire au developpement d'une l i t t e r a t u r e , non seulement pour f a i r e connaltre l e s oeuvres, mais aussi pour d i r i ger l e s ecrivaine, pour l e s avertir de leurs faiblesses, pour l e s juger. Ce qui manque chez nous, e c r i t - i l , c'est l a crituque l i t t e r a i r e . Je ne s s i s s i , depuis que j ' a i quitte l e pays on a f a i t , des progres dans cette p a r t i e e s s e n t i e l l e de l a l i t t e r a t u r e ; mais de mon temps c'etait pitoyable..." (8) L'ambition  de Cremazie e t a i t d' enseigner l a phalange des jeunes  talents - l'esperance du Canada franpais - qui se groupait avec une ardeur fievreuse autour de leur maltre. I l e t a i t toujours leur ami. I l encourageait  leura e f f o r t s , s'interessait a leurs etudes, leur ouvrait  (7) Darveau, C., C r i t i q u e l i t t e r a i r e . 1872. (8) Cremazie, 0 . , Poesies, Montreal, 1925,  p.65. p.27.  - 178 de nouveaux horizons. I l avait 1 ' i n t e n t i o n de l e s guidef vera un pays inconnu, p i e i n de lumiere et de beaute. En v e r i t e , Cremazie ne manquait jamais d'entretenir l a flamme de l enthousiasme chez l e s amateurs de 1  l i v r e s . I I I t a i t , sans aucun doute, l e fondateur d'un foyer i n t e l l e c t e u l canadien qui, peu a peu, se r e v e l a i t clairement bien d i f f e r e n t du vieux foyer des Ferland, des Casgrain, des Parent... Car Cremazie f a i a a i t tous ses e f f o r t s pour accelerer au Canada l a naissance des beaux-arts, de l a v r a i e l i t t e r a t u r e , de l a c r i t i q u e impartiale. I I voulut dissiper l a nuit d'ignorance, de lethargie et d'etat a r r i e r e d'un pays trop longtemps sous l a domination du Clerge. Cependant, Cremazie ne d i t jamais directement qui est - en r e a l i t e - responsable de cette ignorance, de cette pauvrete i n t e l l e c t u e l l e d'un peuple. I l s a i t tree bien ou chercher l a cause de 1 ' i n f e * r i o r i t e de l a l i t t e r a t u r e  canadienne-  franpaise, i l sait aussi que l e gout l i t t e r a i r e a diminue considerablement au cours de quelques annees de son e x i l e . Tout de meme, i l ne montre pas du doigt l e s ecclesiastiques; plutot, i l se tourne vers l a societe*, i n d i f f e r e n t e et apathiques "Nous n'avons malheureusement qu'une societe d'epiciers. J appelle " e p i c i e r " tout homme qui n'a d'autre savoir que c e l u i qui l u i est necessaire pour gagner sa v i e , car pour l u i l a science est un o u t i l , r i e n de plus... Comme l e vendeur de melasse et de cannelle, i l s ne savent, i l s ne veulent savoir que ce qui peut rendre leur met i e r p r o f i t a b l e . Dans ces natures p e t r i f i e e s par l a routine, l a pensee n'a pas d'horizon. Pour e l l e s , l a l i t t e r a t u r e franpaise n'existe pas apres l e dix-huitieme s i e c l e . Ces messieurs ont bien entendu parler vaguement de Chateaubriand et de Lamartine, et l e s plus f o r t s d'entre eux ont peut-etre l u l e s 'Martyrs' et quelques vers des 'Meditations'. Mais l e s noms d'Alfred de Musset, de G ut i e r , de Nicolas, d'Ozanam, de Merlmee, de Ravignan, de Lacordaire, de Nordier, de Sainte-Beuve, de Cousin, de Gerbet, etc., enfin de toute cette pleiade de grands ecrivains, l a g l o i r e et l a force de l a Prance du dix-neuvieme s i e c l e , leur sont presque completement inconnus. N' a l l e z pas leur parler des classiques etrangers, de Dante, d ' A l f i e r i , de Goldoni, de Goethe, de Metastase, de Lope de Vega, de Calderon, de S c h i l l e r , de Schlegel, de Lemondorff, etc., car i l s ne sauraient ce que vous voulez d i r e . . . " ( 9 ) 1  a  ( 9 ) Cremazie, 0 . , Poesies, p.52.  - 179 Cremazie ne d i t pas que l e s l i v r e s de presque t o u s ces  ecrivains  sont mis a l ' i n d e x . C ' e s t l a l a q u e s t i o n ! S i l e s C a n a d i e n s - f r a n p a i s peuvent pas l i r e l i b r e m e n t l e s c h e f s - d ' o e u v r e  ne  de l e s p r i t humain, comment 1  p o u r r i e n t - i l s e s p e r e r a v o i r une grande l i t t e r a t u r e  nationale?  Cremazie a ete l ' u n dea f o n d a t e u r a de l ' l n a t i t u t C a n a d i e n de Quebec,  et l ' u n de aea membres l e e p l u s a c t i f s t a n t q u ' i l a v e c u au C a n a -  d a . E x i l e en P r a n c e , i l s e m b l a i t c r i e r dana l e d e e r t s o n ' n e 8  l'ecoutait  point. M e d i o c r e poete maia e x c e l l e n t c r i t i q u e , Cremazie eat, doute, L  l e p r e c u r s e u r des F o u r n i e r , des A s s e l i n , a  p r e m i e r e " H i s t o i r e de l a l i t t e r a t u r e  des D n t i n . a  canadienne",  1874 par Edmond Lareau n'eBt pas m a u v a i s e . C e r t e a , et  ses f a i b l e s s e s ,  maia i l f a u t t o u j o u r s penser  ments sont d i f f i c i l e s .  L  a  c r i t i q u e des a u t e u r s e t de l e u r oeuvre  l u r e n t preparer foi  se  e l l e est plus  Lareau aime l e s noms des g e n i e s de l a pense'e  l e s a u t e u r s c a n a d i e n s ce q u i e s t 8  defauts  que t o u s l e s commence-  europeenne e t u n i v e r s e l l e , m a i s , malheureusement,  Lea a u t r e  e c r i t e en  e l l e a aea  r a p p r o c h e p l u s de l a b i b l i o g r a p h i c que de l ' e s t h e t i q u e , anecdotique que s a v a n t e .  sans aucun.  i l l e s compare avec  abeurde.  p i o n n i e r s de l a c r i t i q u e l i t t e r a i r e au Canada q u i v o u une l i t t e r a t u r e  canadienne,  "bonne, l o y a l e et p l e i n e de  en son D i e u et son c a r a c t e r e n a t i o n a l . . . " (10)  aont P . O . Chauveau,  H e c t o r F a b r e , A l p h o n s e L u s i g n a n , Joseph Marmette, Napoleon Legendre, Paucher de S a i n t - M a u r i c e . . . Les champions de l a m o r a l e c h r e t i e n n e dans l a l i t t e r a t u r e ne-franpaise, ion,  l e s c r i t i q u e s sans compromis, l e s d e f e n s e u r s  aont avant t o u t S i r A d o l p h e - B a e i l e R o u t h i e r , l ' a u t e u r  eanadien-  de l a  relig-  de " C e n t u r i -  on" e t dea " C a u a e r i e a du dimanche", 1 ' a u t o d i d a c t e J u l e a T a r d i v e l , (10) Faucher de S a i n t - M a u r i c e , Chosee et a u t r e s , Quebec, 1874,  et  p.32.  - 180 ce " j o u r n a l i s t e m i l i t a n t " , Thomaa C h a p a i a , q u i a epuiae p l u s t a r d son excessive  e n e r g i e en e t u d i e n t  A.B. R o u t h i e r  "la froide histoire".  e s t p l u t o t sermonneur que c r i t i q u e . I l r e j e t t e b r u -  t a l e m e n t 1'oeuvre de t o u s c e s g i a n t s de 1 ' e s p r i t q u i ne sont pas en- . t i e r e m e n t r e l i g i e u x , o u mieux - d e v o t s . V o i l a aa maniere de f a i r e l a "critique": "Et p o u r t a n t , i l y a l a . quelquea t a c h e a . Boasuet e t l e p e r e du g a l l i c a n i s m e l P a a c a l e a t janaeniste'. F e n e l o n , R a c i n e e t t o u a l e s l i t t e r a t e u r s de ce temps, o n t l a t a c h e p a y e n n e i . . . - J e ne p a r l e pas de B o i l e a u . J e n ' a i jamaia aime ce v i e u x garpon a l'humeur a c a r i a t r e , q u i ne v o y a i t pas de p o e s i e dans l e c h r i s t i a r i i s m e , e t q u i n'a t r o u v e dana noa t e m p l e s qu'un l u t r i n q u i v a l u t l a p e i n e d ' e t r e chante. Je ne p a r l e p a s non p l u s de M o l i e r e ; aes comedies n'ont jamaia c o r r i g e personne, pas meme s a femme, e t e l l e s o n t f a i t m e n t i r l e ' c a s t i g a t r i d e n d o mores' d e s a n c i e n s , n i de l a F o n t a i n e dont l e s p l u s j o l i e a f a b l e s n'ont p u f a i r e pardonner l e a contes..." ( l l ) B  Jules Tardivel v o i t dan par  8  l a l i t t e r a t u r e franpaiae  "une arme f o r g e e  S a t a n pour d e s t r u c t i o n du genre humain". (12) Ce j o u r n a l i s t e u l t r a -  montain, "que l a g l o i r e de V e u i l l o t empechait de d o r m i r " (15 prend au s e r i e u x meme l e s h e r o s de roman, e t , avec c o l e r e , demande l e u r p u n i t i o n . Meme l i n n o c e n t 1  Lemay - malgre sa m e d a i l l e  d'or - n'echappe pas a s a  " c r i t i q u e f e r o c e " . M. T a r d i v e l penae que l e " P e l e r i n de Sainte-Anne" de Lemay e s t beaucoup t r o p  reaiiate:  "Expoaer l e v i c e ne s u f f i t p a s : i l f a u t de p l u a l e f l e t r i r , l e p u n i r . M. Lemay n'a. pas t o u j o u r s o b s e r v e c e t t e r e g i e . P l u s i e u r s de ses homines de c h a n t i e r . . . a p r e s a v o i r a s s o u r d i nos o r e i l l e s de l e u r s h o r r i b l e s blasphemes, d i s p a r a i a a e n t a l a f i n du roman, impunis e t eana recueillir un mot de reprimande de l ' a u t e u r . " (l4) A p a r t i r de 1880, un jeune c o n s e r v a t e u r , Thomas Chapaia,  commenpa  a l u t t e r c o n t r e l e a i n f i l t r a t i o n a e t l e s i n f l u e n c e s m a l s a i n e a de l a l i t t e r a t u r e f r a n p a i s e - "cette l i t t e r a t u r e c o r r u p t r i c e " . . . I l ri'est pas eeulement i n t r a i t a b l e , i l e s t a g r e a s i f . H condamne aans c o n d i t i o n l e a (11) R o u t h i e r . A.B.. O a u s e r i e s du dimanshe, p . l 4 3 . (12) T a r d i v e l , J . , Pour l a P a t r i e . p.^J. (15) B r u n e t , B., H i s t o i r e de l a l i t t e r a t u r e eanadienne-franpaise.p .kk. Ilk) T a r d i v e l , J . , Melange a. t . I . , p. 227-  - 181 ohefs-d'oeuvre, tout en l e e jugeant par oui-dire et d'apres l e s t i t r e s . I l e c r i t sans aucun plan et sans aucun systems! "Une oeuvre comme "Les t r o i s Mousquetaires" ne s'expurge pas... Four assainir l e l i v r e i l faud r a i t l e bruler..." (15) Quittant ce l i v r e "pour l e e enfanta", i l se tourne vers "Renee Mauperin", l e roman naturaliate: " l e s Goncourt, retal i a t e s a outrance, n'ont recule devant aucune p u t r i d i t e . . . " (16) En attaquant violemment tout l e dix-neuvieme eiecle, i l ecrits "...Alexandre  Dumas pere, l'un des plus grands corrupteurs de ce s i e c l e ; Alexandre  Dumas f i l e ,  i'apotre du divorce et du l i b r e amour; Balzac, l ' i n i t i a t e u r  du realisms et l e theoricien de 1'adulters; Georges Ohnet, 1'auteur de la  "Comtesse Sarah", Alphonse Daudet, 1'auteur de "Sapho", Paul Bourget,  l a u t e u r de "Physiologie de l amour moderne", tous ces empoisonneurs..." 1  1  (17) Chapais n'a jamais l u Dumas f i l e * cela saute aux yeux. Dumas f i l s soutient - justement comme l a plupart des ecclesiastiques canadiensfranpais, - que l e theatre doit etre " u t i l e " . . . "Toute l i t t e r a t u r e , e c r i t - i l , qui n'a pas en vue l a p e r f e c t i b i l i t e , l a moralisstion, l ' i d e a l , 1 ' u t i l e , en un mot, eat une l i t t e r a t u r e racbitique et malsaine, ne'e morte. La reproduction pure et simple des f a i t s et des hommes est un t r a v a i l de g r e f f i e r et de photographe, et je defie qu'on me c i t e un seul ecrivain, consacre par l e temps, qui n'ait pas eu pour dossein l a plus-value humaine. (18) 11  Dans son drame,"Le P i l e Natural", Alexandre Dumas f i l s ,  selon Thomas  Chapais "i'apotre du divorce et du l i b r e amour", ecrits "Les hommes sont dans l e faux tant q u ' i l s sont en dehors de l a f a m i l l e . Comme f i l s , comme epoux, comme pere. Le but de l a nature est que 1'homme a i t beaucoup d'enfants, q u ' i l l e s eleve bien pour q u ' i l s soient u t i l e s , et q u ' i l l e s aime bien pour q u ' i l s soient heureux. Se marier quand on est jeune et sain, c h o i s i r dans n'imports quelle classe, une bonne f i l l e honnete et saine, 1'aimer de toute son ame et de toutes ses forces, en f a i r e une compagne sure et une mere feconde, pour elever ses enfants, et leur l a i s s e r en mourant l'exemple de sa vies v o i l a l a v e r i t e . . . " (19) (15) (16) (17) (18) (19)  Chap ais, T., Melanges de polemique. A r t i c l e de 1894, p . l 3 4 , l 4 l . Ibid. A r t i c l e de 1885, p.126. Ibid, p.140. Dumas, A. ( f i l s ) , L F i l e Natural. 1858, Preface. Ibid. Preface. e  - 182 La c r i t i q u e des Routhier, des Tardivel, dea Chapaia et de leurs d i s c i p l e s subit a i n s i une metamorphose e*trange. Nous avons maintenant l a c r i t i q u e , gardienne de l a f o i ; l a critique, defenaeur de l a morale publiquej l a critique, l e moyen de l a propagande c l e r i c a l e . . . , tout, excepte - l a c r i t i q u e . Vera 1900,  cependant,  l a c r i t i q u e eanadienne-franpaise devint plua  8 e r i e u a e i ce sont Mgr Camille Roy et le Chanoine Emile Chartier, t o u  8  deux profeaseurs de l a l i t t e r a t u r e canadienne-franpaiae, l'un a l U n i 1  v e r s i t e Laval a Quebec, 1'autre a l'Univeraite de Montreal. H  est v r a i  que ces deux pretres ont cree " l a c r i t i q u e l i t t e r a i r e a caractere a c i entifique", tout de meme, M. V i a t t e exagere quand i l constate assez pathetiquement: "L'Abbe Groulx avait des precuraeurs. Mgr Camille Roy n'en a guere..."  (20)  En publiant en 1911  des "Pagea de combat" et en 1925 " L  a  litteratu-  re frenpaiae a l'etranger", Mgr Chartier se moatre un ardent partisan de 1'Ecole de Nationalisation. I l attaque avec severite " l ' a r t p r i m i t i f " et " l ' i m i t a t i o n exageree" dans sa l i t t e r a t u r e nationale. I I e c r i v i t * "'Nationaliser', c'est... t i r e r un meilleur p a r t i des creations heureuses d'expression qu'a susciteesi'.le genie p a r t i c u l i e r de l a race. C'est aussi, en continuant de s'abreuver a des sources exterieures, c u l t i v e r plus que par l e passe' l e riche fonds de sa terre, de ses paysages, de ses horizons, de ses coutumes, de son h i s t o i r e . . . " (21) Le programme de Mgr Chartier n'eat pas, cependant, tout a f a i t o r i g i n a l ; ses "paysages",  sa "terre", aea "horizons" font penser l e  lecteur a "nos vaatea fleuves, nos larges horizone, notre grandiose nature..." de l'Abbe Caagrain en 1872... Avec Mgr Roy l a c r i t i q u e l i t t e r a i r e a p r i a au Canada quelque  con-  sistence et e l l e compte finalement parmi l e s genres c u l t i v e s . Le chef (20) Viatte, A., L'Histoire l i t t e r a i r e de l'Amerique francaiae. p.l69« (21) Chartier, E., L l i t t e r a t u r e franpaise au Canada, p.69. a  - 185 absolu de cette nouvelle Ecole et l'auteur de plusieurs l i v r e s de c r i t i q u e l i t t e r a i r e - "Eseais sur l a Litterature canadienne" "Nos  (1907);  Origines l i t t e r a i r e s " (1909); "Nouveaux Essais sur l a l i t t e r a t u r e  canadienne"  (1914);  "Erables en Fleurs"  (1925)  - Mgr Oamille Roy occupe  une place eminente dans l e domaine de l a l i t t e r a t u r e  canadienne-franpaise.  Sa reputation de c r i t i q u e et d'erudit est incontestable: 1'influence de sa pensee sur lea b e l l e s - l e t t r e s canadiennes est grande. Champion de l a cause catholique au Canada, i l e c r i t a propos de l a l i t t e r a t u r e nationals: "Faisons done i c i une bonne l i t t e r a t u r e canadienne; et cette l i t t e rature sera l e prolongement necessaire des vertus de notre langue franpaise, et e l l e en sera aussi comme un rempart solide et reapecte... F i s o n s - l a m i l i t a n t s , appliquee a defendre l e verbe gardien de l a f o i , et e l l e s'erigera jusqu'a l a hauteur du plus genereux apostolat..." (22) a  C'est l a v i e i l l e chanson de Casgrain, de Chapais, de Chartier; selon Mgr Roy,  l u i aussi, l ' a r t , l a l i t t e r a t u r e et l a r e l i g i o n sont insepara-  bles. II n'est pas d i f f i c i l e de decouvrir l e "talon d ' A c h i l l e " de Mgr C. Roy: on l e trouve dans l e s "etudes panegyriques" de tous ces  auteurs  canadiens qui sont profondement r e l i g i e u x . Mgr Roy aime annoncer au public canadien  l e s "chefs-d'oeuvre"  en r e a l i t e , sont moins que mediocres. Dans "Nos il  11  qui,  Origines l i t t e r a i r e s "  commente et diseeque ces pauvretee avec l e plus grand serieux, du  meme ton, et dans l e meme style, q u ' i l etudierait l a 'Phedre' de Racine ou l e s 'Oraisons funebres' de Bossuet..." (23) C'est bien l a c r i t i q u e l i t t e r a i r e de Mgr Roy.  I l y a une dispropor-  t i o n enorme entre l e ton. du c r i t i q u e et l'importance apprecie. M. J. Fournier nous d i t : (22) Roy,  C , Etudes et croquis. p.82-83*  (25) Fournier, J., Mon encrier. I I , p.57'  des oeuvres q u ' i l  - 184 "En d'autres termes, M.Roy, qui nous avez parle deja de Frechette, d'Arthur Buies et de quelquee autres ecrivaina de cette valeur, a'est cru oblige de conserver l a meme methode et l e meme t o n a propos dea chansons de Joseph Quesnel ou dee poesies ( i ) de Michel Bibaud..." (24) Dans aon l i v r e "Nos Originea l i t t e r a i r e s " , Mgr Roy parle de " l a c r i t i q u e l i t t e r a i r e " , bien que - a cette epoque - l a " l i t t e r a t u r e " , de son propre aveu, n e x i s t a t paa encore au Canada. 1  Asselin, l u i aussi, d i t que Mgr Roy - c r i t i q u e - "n'a r i e n de v i vant. H  a des t o i l e s d'araignee  sur l e s yeux, du coton dans l a boite  crariienne, l e s narines e t l e s o r e i l l e s . H  sort a 1'instant de chez  Toutankhamon..." (25) Grace a un. t r a v a i l acharne et aux e f f o r t s perseveranta de quelques hommes de talent, d'esprit et de courage, l a c r i t i q u e canadienne e'ameliora considerablement  apres l a premiere Grande Guerre. Dea c r i t i q u e s  et des journalistes, Julee Fournier, Olivar A s s e l i n : e t Louia Dantin, autrement nomme Eugene Seer a, ont mene une rude b a t a i l l e contre 1'intervention du Clerge dana l e domaine de l a l i t t e r a t u r e , contre " l a c r i t i q u e panegyrique",  contre l e culte de "l'a-peu-pres" et de l a "me-  d i o c r i t e s a t i s f a i t e " . S'oppoaant au nationalisme e t r o i t , reclamant a haute voix l e d u c a t i o n non-sectaire a Quebec, i l s aont l e s courageux 1  defenseurs dee droits du franpais* "Nous, l e s Franpais d'Amerique, e c r i t Asselin, nous ne restons Franpais que par l a France..." (26) La deviae de Jules Fournier et de sa c r i t i q u e pourrait etre* "I muat be cruel only to be kind, Thus bad begins, but worse remains behind.  (27) H  e t a i t peut-etre l e seul parmi l e s c r i t i q u e s canadiena qui ne se  f a i s a i t pas i l l u s i o n s a l'egard de aa l i t t e r a t u r e nationale. Au cont r a i r e . I l d i t franchement* (24) Fournier. J.. Mon encrier. p.42.t.II. (25) Aaselin, 0., L oeuvre de l'Abbe Groulx. p.p.24,25. (26) Bastien, H.. Oliver Asselin, Montreal, 1938, p.112. (27) Shakeapeare, W., Hamlet. I l l , 4. 1  -  185 -  " I l n'y a pas de l i t t e r a t u r e eanadienne-franpaise. La chose ne se discute paa. I l faut en e f f e t se f a i r e une rare conception des choses pour appeler ' l i t t e r a t u r e ' l a c o l l e c t i o n l i l l i p u t i e n n e des ouvrages e c r i t a en franpais par dee Canadiena et qui comptent m i l l e f o i a moins encore par l a valeur que par l e nombre." (28) Cependant, Fournier n'eat n i mi anthrope, n i pessimists. I l c r o i t 8  aux f a c u l t e a creatrices, au t a l e n t des i n t e l l e c t u e l B  canadiens-franpais.  "H est incontestable que nous avons en notre province un nombre considerable de r e e l s talenta qui pourraient f a i r e leur marque dana l e a l e t t r e s , s ' i l s ne mouraient pas dans l e germe avant d a v o i r pu seulement prendre conscience d'eux-memes. Quelques-uns en nombre extremement r e s t r e i n t , i l faut l e dire, - ont donne des oeuvres relativement b r i l l a n t e s et ont revele des q u a l i t e s qui n'eussent pas manque de l e s signaler a 1'attention publique, s ' i l s etaient nes dans un pays comme l a France, par exemple, ou l a r i v a l i t e de tant de puiaaanta esprita eut ete amp1ement compeneee pour eux par 1'influence feconde du milieu. - A l'heure q u ' i l eat, nous connaissons noua-meme, seulement a Montreal, une dizaine de jeunes gens des plus remarquablement doue's. Avec 1'indispensable encouragement qui ne leur viendra sans doute paa de s i t o t , i l s pourraient produire des choses evidemment pas comparables aux l i v r e s de nos cousins de France, mais qui, malgre leurs faiblesses, ne manqueraient n i d'original i t e , n i de couleur, n i de charme." (29) 1  Fournier eat d'avis que aeulement l a vraie c r i t i q u e peut creer  une  grande l i t t e r a t u r e nationale. Et tandis que Mgr Roy d i t avec beaucoup d'hesitations " . . . i l ne sera pas juste de dire que l a c r i t i q u e est tout a f a i t i n u t i l e . . . " (30), Fournier affirme. " L l i t t e r a t u r e depend abaolument de l a c r i t i q u e . La ou i l n'existe paa une v e r i t a b l e c r i t i q u e , vous chercherez en v a i n une l i t t e r a t u r e . . . " (5l)» tout en ajoutant un peu plua l o i n . " L c r i t i q u e eat pour l e champ de l a l i t t e r a t u r e ce que l e s o l e i l est pour l a t e r r e ou pouaaent l e s bles* c'est l a lumiere qui feconde. - Nous autres, l e s Canadiens, nous sommes dana l e s tenebres, et c'est pourquoi nos semences ne levent jamaia et ne peuvent pas lever..." (32) a  a  Asselin, moins s p i r i t u e l , et moins audacieux et passionne,  a,  d ' a i l l e u r s , toutes l e s autres qualites, tendences et croyances de Fourn i e r . I l partage  eon opinion au aujet de l a "non-existence"  ritable litterature (28) (29) (30) (31)  eanadienne-franpaise.  Fournier, J., Mon encrier. I I . , p.7,8. Ibid, p.8,9Roy, C., Essaia aur l a l i t t e r a t u r e canadienne, (32) Fournier, J., Mon encrier. pp.7,10.  p.16.  d'une ve-  - 186 "Une l i t t e r a t u r e peut etre nationale par l a nature des sujets, mais a condition d'etre d'abord une l i t t e r a t u r e , c'est-a-dire autre chose qu'un ensemble d ' e c r i t s sans valeur l i t t e r a i r e propre. Si l'on admet cette condition... ce qui a'est publie chez nous d'ouvrages a pretentions l i t t e r a i r e s sur des sujets canadiens ne saurait constituer une l i t t e r a t u r e canadienne."(32) Les c r i t i q u e s canadiens-franpais modernes - Henri d'Arles, de son v r a i nom.Beaudet, Pierre Dupy, Marcel Dugas, Maurice Hebert, mais  sur-  tout Seraphin Marion, sont des c r i t i q u e s clericaux; Qmer Heroux, Georges P e l l e t i e r , et E. Montpetit, B. Brunet, sont plus ou moins l e s c r i t i q u e s neutres; tandie que Louis Dentin, habitant Boston pendant l e a dernieres annees de sa v i e , est un c r i t i q u e independarit. Par mi l e s c r i t i q u e s clericaux, c'est, sans doute, Maurice  Hebert  qui est l e plue remarquable. I l a beaucoup d'esprit, de finesse, de connaissance. Mais ce n'est pa8 un c r i t i q u e "militant", comme son r i v a l , M. Seraphin Marion; i l est plutot timide. M. Marion, "tres docte d i s c i ple de Oamille Roy"  (33) e c r i t de  lull  M. Hebert...est... "un c r i t i q u e d'une excellente lignee. Oe n'est pas l u i qui oserait s'arroger l e role de censurer sans mandat; i l estime sans doute que, dans certaines metieres plus delicates, l e s mots d'ordre doivent venir non pas de simples soldats plus aptes a gueroyer qu'a l e g i f e r e r , mais plutot de l ' E g l i s e enseignante dont l ' a u t o r i t e peut seule trancher tous l e s debets." (34) Avec Louis Dentin et Seraphin Marion, cependant, l a c r i t i q u e canadienne-franpaise envisagea de nouveau l e vieux problems de l ' A r t et de l a Morale dans l a l i t t e r a t u r e . Le point de vue de Dentin est l e point de vue d'un a r t i s t e , d'un esthete; c e l u i de Marion est l e point de vue d'un  c r i t i q u e r e l i g i e u x et orthodoxe  qui d i t s ' i l est necessaire*  "Perisse l ' a r t plutot que l a morale!" La c r i t i q u e c l e r i c a l e au Canada ne cease de declarer  categoriquement  meme aujourd'hui, que toute immoralite dans l a l i t t e r a t u r e , dans l ' a r t (52) Asselin, 0., Preface a l'Anthologie des Poetes canadiens. p»7« (33) Brunet, B., H i s t o i r e de l a l i t t e r a t u r e canadienne-francaise. p.165. (34) Marion, S., En f e u l l l e t a n t nos ecrivains. p.27.  - 187 ou n'imports ou, est "laide" et "malsains"... Or, Louis Dentin n'est point d accord avec cette "philosophie". Dans son a r t i c l e "L'Art et l a 1  Morale", i l e*crits "Un stetuaire sculpte une femme nue. C'est une oeuvre achevee, ideale de lignes, ravissante d'expression, p a r f a i t s de proportion, de grace; c'eet l e chef-d'oeuvre du monde cree g l o r i f i e par un chef-d'oeuvre. Cette statue, par tout un. aspect, sera immorale". E l l e p a r a i t r a un flagrant d e f i aux preceptes de l a pudeur; e l l e contiendra des evocations, des suggestions charn e l l e s , e v e i l l e r a chez certaines ames des desirs morbides; e l l e pourra devenir l a cause de r a p t B et d'adulteres. Allons-nous soutenir pour cela que l a statue est laide?" (35) Selon M.Marion, cependant, i l faut mettre l ' a r t au service de l a morale. V o i l a ce q u ' i l d i t dans son a r t i c l e " L i t t e r a t e u r s et moralistes d'autrefois et d'aujourd'hui"x "Les theoriciens d'un art source d'apostolat, d'un a r t u t i l i t a i r s et positivement moralisateur, n'ont jamais manque de recruter l a majeure p a r t i e de leurs e f f e c t i f s dans l e s milieux catholiques. Le contraire eut ete surprenant. Chaque catholique v e r i t a b l e est Is gardien de son f r e r e . I l f a i t partie d'une Eglise qui n'a d'autre mission que de sauver l e s ames et qui proclame l a necessite de combattre pour l'obtention du salut eternels ' M i l i t i a est v i t a hominis super tsrram'..." (36) On ne sait pas s i M. Marion veut introduire l a c r i t i q u e dans l a r e l i g i o n , ou l a r e l i g i o n dans l a c r i t i q u e . En outre, toute cette lutte acharnee contre "l'immoralite r e v o l tante" de certains l i v r e s , " l a paste qui empoisonne l e s coeurB , devient 11  graduellement assez monotone et banale a Quebec. "There i s no such thing as a moral or an immoral book..." nous d i t 0 car Wilde, "Books are well B  written or badly written. That i s a l l . . . " (57)  Et Charles Baudelaire  e c r i t a ce sujet avec beaucoup d'esprit et de veritex "Tous l e s imbeciles de l a bourgeoisie qui prononcent sans cesse lea mote* immoral, immoralite, moralite dans l ' a r t et autres betises, me font penser a Louise V i l l e d i e u , putain. a cinq francs, (55) Dantin, L., GrloeeB c r i t i q u e s , p.217* (36) Marion, S . , Lee l e t t r e s canadiennes d'autrefois. p.179* (37) Wilde, 0., The Picture of Dorian gray.  - 188 qui, m' accompagnant une foia- au louvre, ou e l l e n e t a i t jamaia allee, ae mit a rougir, a se oouvrir l e visage, et me t i r a n t a chaque instant par l a manche, me demandait devant l e s atatuea et l e 8 tableaux immortela comment on pouvait etaler publiquement de p a r e i l l e s indeoencee..." (38) 1  La c r i t i q u e quebecoise de l'heure actuelle n'a pas encore a t t e i n t au niveau d'une critique americaine, toutefois, grace a Jules Fournier, a Louis Dentin, l e temps n'est plus ou Cremazie d i s a i t que ce qui manque au Canada franpais, c'est l a c r i t i q u e .  (38) Baudelaire, Ch., Mon Coeur Mis a Nu. Paris, A l b i n Michel, p.83-84.  - 189 V<. UN THEATRE NATIONAL? i - VOILA L'EHNEMl!  Parmi tous l a s genres l i t t e r a i r e s , c'eet justement l e theatre qui exerce 1'influence l a plus p u i s B a n t e et l a plus directe sur 1'homme. n  L ' imitation dee actions humaines", - selon A r i s t o t e - i l remue l'ame  du spectateur l e plus profondement. Son sujet - l'homme, est d'un i n t e ret continuel et universel. Lire une oeuvre poetique, un conte ou un roman dans l e silence de l a chambre, et ensuite v o i r se debattre sur l a scene des hommes reels, appartenant  a toutes l e s classes sociales, se  passionner pour leur sort, p a r t i c i p e r a leur j o i e , s ' a f f l i g e r de leur t r i s t e s s e , v o i l a une difference immense. Au theatre, ce ne eont pas seulement l e s idees qui nous parlent, mais c'est l a passion qui descend de l a scene et qui envahit toute l a s a l l e . On ne peut se lasser d admi1  rer l e s effete qui produit 1'eloquence des grande acteurs et a c t r i c e s David Garrick, Sarah Bernhardt,  Jean-Iouis Barrault, S i r Lawrence O l i -  v i e r - t i l s parlent, l e silence regne. I l s fremissent, et l ' a u d i t o i r e fremit. l i s pleurent, et l a multitude est accablee de t r i s t e s s e .  Us  r i e n t , et tout l e monde r i t et se r e j o u i t . Les spectateurs suivent avec angoisse l a l u t t e du heros contre l e deatin impitoyable: l a l u t t e d'Oedipe-Roi; i l s sympathisent  avec Othel-  l o , victime de sa jalousie et de son trop grand amour; i l s pleurent a l a chute morale de Phedre, et poussent un soupir de spulagement quand l e jeune amant epouse, a l a f i n de l a piece delicieuse de Shakespeare, " A l l ' s Well that Ends Well", l a femme q u ' i l aime. Meme dans l a comedie r a f f i n e e d'un Marivaux ou dans l a comedie satirique d'un Beaumarchais, dans l e leger sourire ou dans l e r i r e a gorge deployee se cache toujours  - 190 un fond de sympathie pour notre heros. Lorsque l e rideau se leve, nous nous transportons immediatement dana un monde imaginaire, et nous sommes desormais tout entiers aur l a scene. Le theatre est vraiment 1 ' i l l u s i o n l a plua puissente de l a r e a l i t e , et Stendhal dana son "Racine et Shakespeare", l'appelle - 1 * i l l u s i o n p a r f a i t e . "L i l l u s i o n theatrale, e c r i t Stendhal, "ce aera l ' action d'un homme qui c r o i t veritablement exiatantes l e s choaea qui ae passent aur l a scene..." ( l ) 1  V o i l a l a puissance de l i l l u s i o n que donne l e theatre. Son i n f l u e n 1  ce sur l e peuple est incontestable. Deja. a l'epoque primitive i l  etait  l e r e f l e t de l a v i e aociale. Ce nos jours, l a scene est l e miroir de notre v i e , de nos preoccupations, de nos sentiments et de nos passions. H  n'est pas done etonnant que ce genre l i t t e r a i r e a t t e i n t a l a perfec-  t i o n l a plua haute dana l a l i t t e r a t u r e du monde. I l n'y a guere une nat i o n en Europe qui ne puiase se vanter de aon "dramaturge national".  H  y en a d'entre eux qui appartiennent a l'humanite. Le8 noma t e l a qu'Eschyle, Sophocle, Shakespeare, Racine, Moliere, Oorneille, Goethe, S c h i l l e r , Pouchkine, Gogol, Tschekhov, Calderon, Lopez de Vega, Goldoni, Ibaen, Strindberg en aont l a preuve... Ou chercher l a raiaon d'etre, 1'importance, l a popularity du theatre?  I l y a une r e l a t i o n entre l a v i e et l a scene* dans une piece  dramatique nous voyons nous-memee. La v i e humaine et l a scene sont analogues* " A l l the world's a stage, And a l l the men and women merely players." (2) L'auteur dramatique se conforme souvent au gout du public, car, autrement, sa piece echoue, ou n'est pas comprise des spectateurs. De l a vient que chaque peuple cree eon theatre special, et de temps en (1) Stendhal. Rac ine et Shakespeare. Etudes eur l e Romantiame, p.13. (2) Shake speare, W., Aa You Like I t . I I , 7«  - 191 temps t r e s o r i g i n a l , qui correspond l e mieux a son gout, qui ref1ete l e mieux sa paychologie, sa mentalite. "Voila d'ou nait l a d i v e r s i t e des Spectacles, selon l e s gouts divers des nations..." d i t Jean-Jacques Rousseau dans sa "Lettre sur l e s Spectacles". "Un Peuple intrepide, grave et cruel, veut des f e t e s meurtrieres et p e r i l l e u s e a , ou b r i l l e n t l a valeur et l e sang-froid. Un Peuple feroce et b o u i l l a n t veut du sang, des combats, des passions atroces. Un Peuple voluptueux veut de l a musique et des dances. Un Peuple galant veut de 1'amour et de l a p o l i t e s s e . Un Peuple badin veut de l e plaieanterie et du r i d i cule. 'Trahit sua quemque voluptas ..." (3) 1  Quelle est done l e x p r e s s i o n dramatique du Canada franpais? Quelle 1  e t a i t 1"attitude du peuple envera l e theatre sous l e regime franpais, et plus tard, sous l e regime anglais? Lee Canadiens-franpais, s ' i n t e r e s s a i e n t - i l e a. l ' a r t dramatique? V o u l a i e n t - i l s - cette race de pionniers herdie - , du sang, des combatB, des passions, dans leurs drames? Ou bien de 1'amour? de l a plaisanterie? du r i d i c u l e ? O n t - i l s cree un Theatre National durant plus de t r o i s s i e c l e s de leur v i e dans le Nouveau Monde? Le c r i t i q u e l i t t e r a i r e , l'Abbe Roy nous donne cette e x p l i c a t i o n assez p a r t i a l e , quand i l  d i t pourquoi l e theatre canadien-franpais  etait s i tardif: "De tous l e s genres l i t t e r a i r e s , l e genre dramatique est certainement c e l u i qui eprouve l e plus de d i f f i c u l t e s a s'organiser et a. se developper par mi nous. I l y a sans doute a cela bien dee causes, et en p a r t i c u l i e r c e l l e - c i . I l faut pour exceller dans l e genre dramatique une culture generale de l ' e s p r i t , une finesse d'observat i o n , une penetration psychologique, un sens de l a v i e r e e l l e , un gout a r t i s t i q u e , et une connaissance de l a langue que j u s q u ' i c i l'on n'a guere pu suffisamment r e a l i s e r dans notre Province. Les conditions de notre v i e sociale ne permettent pas encore a l ' a r t canedien.de s' exercer toujours svec une grande chance de succes dans l e s genres ou pour reussir i l faut exceller. C'est au fur et a mesure que l'on voudra bien, dane nos preoccupations o f f i c i e l l e s , f a i r e une plus large part au developpement de l a v i e i n t e l l e c t u e l l e que pourront se constituer l e s a r t s d i f f i c i l e s et exigeants au nombre desquels i l faut placer l a l i t t e r a t u r e dramatique..." (4) (5) Rousseau. J . J . . Lettre a Mr. D'Alembert  sur l e s spectacles, p.23•  (4) Roy, C., Tableau de l ' H i s t o i r e de l a l i t t e r a t u r e canadienne. p.70.  - 192 L'explication de Louie Dantin, cependant, bien qu'elle ne soit paa aussi directe que c e l l e de Boileau quand i l parle du theatre f r a n pais au Moyen Age, "Chez nos devote aieux l e theatre abhorre Put longtempa dans l a France un p l a i s i r ignore'." (5) est tout de meme r e v e l a t r i c e * " S ' i l est une province l i t t e r a i r e qui soit restee i n c u l t e chez nous, c'est bien c e l l e de l ' a r t dramatique. Est-ce l a v i e quasimonaatique ou notre peuple s'est longtemps enclos qui nous a tenus etrangers aux pompea seductrices du theatre? Est-ce 1'absence de contact avec lea c r i s e s morales, l e a remous sociaux qui agitent l e re ate du monde? Est-ce notre defiance envers l e s idees neuves et l e s passions ardentes qui fourniasent des sujets au drame? En f a i t , malgre des tentative a louablea et quelques demireussites, aucune oeuvre scenique n'a encore revele chez nous l e talent muri et complet. La comedie elle-meme, ou nous etions plus l i b r e s , ou nous pulsions au fond de notre humeur native, n'a pas rompu l a ligne moyenne..." (6) Le theatre e v e i l l e en noua toute notre paasion en noua montrant l a v i e des heros ambitieux,  amoureux, jaloux ou v i n d i c a t i f s . L homme 1  bon est tree rarement l'objet d'un drame, car l a vertu n'est paa i n teressante en scene, et e l l e ennuie. Rousseau f a i t remarquer -dana sa "Lettre sur l e s Spectacles": "Un homme sans passion, ou qui l e s dominerait toujours, n'y saurait interesser peraonnej et l'on a deja remarque qu'un Sto-cien, dens l a Trage*die, serait un personnage insupportable: dans l a Comedie, i l f e r a i t r i r e , tout au plus..." (7) M. Faguet, l u i aussi, observe a ce propos* "Voua avez remarque l a locution franpaise tree populaire: 'II n'y a rien a dire.' Cela a i g n i f i e : Tout va bien. C'eat qu'en e f f e t i l n'y a rien a dire, quand tout va bien. Les peuples heureux n'ont pas d'histoire..." (8) I l s'ensuit que l a v i e des hommes heureux et vertueux, des vierges qui ne font autre chose que baisser lee yeux, eat egalement griee et (5) (6) (7) (8)  Boileau, L'Art Poetique. I I I . Dantin, L., Gloses C r i t i q u e s , p.128. Rou sseau, J.J., Lettre sur l e s Spectacles, p.24. Faguet, Drame ancien. drame moderne, Paria, 1898, Colin, p.12, 21 (op.cit.21)  - 195 monotone sur l a scene. L amour raisonnable et l e bonheur domestique. 1  lee sujets s i chers aux auteurs canadiens-franpais, ne sont guere amusants. C'est pourquoi I S B auteurs dramatiques s'attachent surtout a peindre l e s vices, l e s grandes passions, l e s deliress l e p u b l i c l e s suit alors attentivement  et sympathise avec l e type qui l u i p l a i t .  "Le public, d i t V o l t a i r e , prend toujours l e p a r t i du heros amant contre l e mari qui n'est pas heros." L  a  scene est, en un mot,  un miroir qui  r e f l a t e l e s passions humaines. Or, l e s ecclesiastiques canadiens du temps de l'ancien regime aussi bien que sous l e gouvernement britannique, meme au debut du vingtieme s i e c l e , savaient f o r t bien jusqu'a quel point l e theatre pouvait donner au peuple 1 ' i l l u s i o n de l a v i e r e e l l e et, par consequent, des "mauvaises idees", et comment pouvait l e s influencer. I l s l u i declarerent done l a guerre, en 1'appelant "une peste qui empoisonne l e s coeurs", "l'ecole de p e r d i t i o n , inventee par Satan", et on s'eleva a l'unanimite contre les oeuvres dramatiques franpaises qui etaient "l'egout l e plus i n f e c t de tous ce que l e theatre franpais produit de plus sale et de plus revoltant pour l a pudeur..." (9) En somme, l e Clerge canadien l u t t a avec succes contre ce genre l i t t e r a i r e , decouragea l e s jeunes amateurs et l e s groupes qui s'interessaient aux comedies et aux tragedies franpaiaes, et rejeta energiquement l'idee meme d'etablir a Quebec "un theatre canadien-franpais", tant desire par une e l i t e d ' i n t e l l e c t u e l s et par l e s etudiants. Bref, l e s membres du haut Clerge, t e l a que Mgr S a i n t - V a l l i e r , Mgr Bourget, Mgr Begin, Mgr Bruche*sii... sonnerent  "le toscin" contre l e danger et eem-  blerent s'ecrier en colere* "Un theatre national?! - V o i l a 1'ennemi!" Dans ces conditions, on ne doit pas s'etonner s i l a l i t t e r a t u r e (9) Mandements des eveques de Montreal, t.VIII, p.465*  - 194 eanadienne-franpaise eat pauvre en theatre et l'a. toujours ete; a i e l l e commence a peine a c u l t i v e r un genre que l a France a porte a. aa perfection depuis longtemps. A f i n de montrer l a situation generale du theatre canadien-franpais et l a place q u ' i l occupait pendant dea aiecles; de f a i r e connalt r e 1'attitude dea eccleaiaatiques quebecois envers lee oeuvres dramatiques franpaiaes, classiquea et modernea, et de reveler l e a sentiments et l ' i n t e r e t du peuple a l'egard de ce genre a r t i s t i q u e  typiquement  franpais, i l faut tracer une esquisse de l ' h i s t o i r e du Theatre au Canada, des sea commencements jusqu'a nos joura. Lea ^ranpais de meme que l e s Canadiena-franpais aiment l e theatre. Le drame - 1'expression nationale franpaise - commenpa de bonne heure au Canada* A v r a i dire, l e premier spectacle dana ce pays,  11  Le Theatre  de Neptune", "une g a i l l a r d i s e " en rimes de Marc Lescarbot (10) f u t representee a Port-Royal, l e 14 novembre, 1606,  a l ' o r i g i n e meme de l a  colonie. L  a  premiere representation dramatique  a Quebec, cependant,  remonte  a 1640, donne par ordre du gouverneur De Montmagny, en l'honneur du Dauphin, p l u B tard l e R o i - S o l e i l . Le 51 decembre, 1646, i l e t e i t question de l a representation du "Cid" de Corneille dana une dee pieces du magasim des Cent-Associes. Cette grande tragedie a ete auivie de c e l l e d'Heraclius de Corneille, l e 4 decembre, 1651. Le 28 j u i l l e t , 1658, l a jeunesse a joue un p e t i t drame en franpais, huron et algonquin, en honneur du gouverneur  d'Argenson et de l'Abbe Queylus, a l a vue de  tout le peuple de Quebec... Le 7 f e v r i e r , 1668,  une piece, i n t i t u l e e  "Le Sage Visionnaire" obtient un sueces extraordinaire, et a l a demande generale de l a population, on l a reprend deux joura apres. V o i l a (10) Lescarbot, M., Les Muses de l a Nouvelle-France. Paria, 1609•  - 195 l'enthousiasme et l i n t e r e t pour l e a oeuvres dramatiques, l a meilleure 1  garantie d'un grand drame national de l'avenir. De f a i t , l e s colons Canadians aimaient l e theatre passionnement. Leopold Houle, 1' auteur de 1 "'Histoire du Theatre au Canada" e c r i t a ce propos* "Nos peres, malgre une rude v i e , une v i e f a i t e de p e r i l s de toutes sortes, savaient r i r e et chanter. Le Pere Charlevoix raconte q u ' i l s ne perdaient aucune occasion de s'amuser. L ' h i s t o r i e n A.D. DeCelles f a i t observer que ' l e colon normand et picard n'aurait r i e n voulu s a c r i f i e r des coutumes de France susceptibles de donner du charme a 1'existance'. Ces p l a i s i r s etaient v a r i e s . L'arrivee d'un v a i s seau devenait une f e t e . Le retour d'un coureur des bois tenait, avec ses r e c i t s , du fantastique. Mais l e p l a i s i r l e plus recherche, c ' e t a i t l e theatre. Au f a i t , Frontenac declare, d'apres les jugements du Conseil superieur, que 'des tragedies avaient ete representees de tous temps dans notre pays' • I l est v r a i que le theatre, avec see spectacles a i n t e r v a l l e s f o r t eloignes, e t a i t destine a des p r i v i l e g i e s comme l e s gens de l a maison du gouverneur et de l a bourgeoisie. I I y avait tolerance. Le clerge voyait d'un tres mauvais o e i l l e s fetes elegantes donnees par exemple par Frontenac. Mgr de S a i n t - V a l l i e r avait deja a t t i r e 1 ' a t t e n t i o n du gouverneur precedent, M. de Denonville, sur l a comedie, q u ' i l considerait 'plus dangereuse que l a dansel.." ( l l ) C'est Mgr S a i n t - V a l l i e r qui a donne au theatre canadien-francaia le coup mortel. A cause de quelques pieces representees au Chateau SaintLouis, "Mithridate" et "Nicomede", qui etaient - a son avis - "d'une immoralite revoltante", et en p a r t i c u l i e r a cause de l a nouvelle que Frontenac  a l l a i t jouer "Tartuffe" a Quebec, comedie, consideree comme  "sacrilege et impie", i l a condarane de sa chaire tout l e theatre, sans exception. Desormais, on ne pouvait assister a l a representation de "Tartuffe" ou d'une piece quelconque, sans commettre de peche* " I l y a des pieces qui sont honnetes de leur nature mais ne l a i s s e n t paa que d ' e t r e tres dangereuses par l e s circonstances du temps, du l i e u , ou dee personnes"; et c e l l e s "qui sont absolument mauvaises et c r i m i n e l l e s d'elles-memes comme p o u r r a i t etre l a comedie ou autres semblables..." (12) La querelle du "Tartuffe" entre esthetes et moralietes a eu l i e u en 1694 et a f i n i par l a v i c t o i r e du Clerge. Or, Mgr S a i n t - V a l l i e r dans (11) Houle. L.. L'Histoire du Theatre au Canada. Montreal. 1945. p.20. (12)  Lbrin, H., L  e  Oomte de Frontenac. Paris, 1895, P«455, 456.  - 196 son rigorisme p u r i t a i n , et un grand nombre de ses succesaeura  reli-  gieux, ne sont pas seulement responsablea, du moins en grande partie, de l ' e t a t a r r i e r e dea maaaes, de la. mediocrite du theatre national, du manque de gout a r t i a t i q u e chez l e a habitanta, mais aussi du changement considerable du caractere et de l a mentalite dea Canadiena-franpaia. Ou sont l e s coureurs dea boia intrepides et casse-cous d'autref o i s ? ou sont ces soldats qui ont herolquement r e s i s t e aux ennemis plus nombreux qu'eux? out sont ces pionniera hardis et f o r t s qui ont l u t t e obstinement  et courageuaement contre l a grande nature d'une contree  sauvage? - Meme l e s hommes qui savaient r i r e et chanter ont disparu, i l y a longtemp '. 8  La celebre actrice europeerme, Mme Sarah Bernhardt, deux s i e c l e s plus tard, dans un interview qu'elle donna aux journalistes quebecois, indiqua en quelques mots l e s raisons pour ce "changement" du caractere et de l a mentalite des Oanadiens-franpais, tout en revelant qui en e t a i t responsable. Mme Bernhardt parle comme une femme paaaionnee, comme une a r t i a t e , accoutumee a l a l i b e r t e de penaee et d'expression, pourtant, e l l e eat entierement exempts de prejugea et d'antipathie envers  n'im-  porte qui. A v r a i dire, e l l e est t r e s franche et t r e s sincere, car e l l e semble aimer Quebec. Mme Bernhardt, a M. U l r i c Barthet "M is je ne comprenda r i e n a votre population... Voulez-vous me dire pourquoi vous vous appelez des Canadiens-franpais? - des franpais, vous autres1 Mais pourquoi?... Vous avez a peine une goutte de sang franpais dans l e s v e i n e s i . . . a  I c i , M. U l r i c Barthe, journaliate, voulut riaquer une obaervation mais l a comedienne ne l u i en donne pas l e temps. E l l e p a r l a i t avec une v o l u b i l i t e et une passion debordantea"Voua avez un beau pays, mais c'est tout! Depuis 25 ans, 1 ' a g r i c u l ture peut-etre a proapere, mais l e reste? - Vous n'avez pas de peintres, vous n'avez pas de l i t t e r a t e u r a, voua n'avez paa de  - 197 eculpteurs, vous n'avez paa de poetes... Frechette peut-'etre et un autre jeune... Mais s a p r i s t i voua n'avez paa d'hommea, voua n'avez paa d homme si' .1" 1  1  A l a f i n , Mme Sarah donne ce coneeil precieux aux Canediens-franpaia* "C'eat a voua l e a journaliates, et a l a jeunesse etudiantej a preparer l'avenir et a former l e gout et lea moeura d'un pays. Maia l e a etudiant s . • * • 1  11  "Maia l e clerge a f a i t beaucoup pour l e s Canadiena-franpaia obaerve un autre. "Je auppose, repris narquoisement l a comedienne... Vous l u i devez ce progres en arriere qui vous f a i t reasembler a l a Turquie..." (15) A f i n de mieux comprendre 1'attitude de l ' E g l i s e canadienne, toujour a h o 8 t i l e et implacable envera un Theatre National, et condamnant l e plus energiquement l e s oeuvres dramatiques franpaises, i l faut examiner de plus prea l a celebre " a f f a i r e Tartuffe", sujet d'une controverse meme aujourd'hui. On n'a paa encore completement  e c l a i r c i l e myatere touchant l e  chef-d'oeuvre de Moliere, "Tartuffe" que Frontenac voulut f a i r e jouer a Quebec en 1694. On ne aait paa exectement ai cette piece f u t jouee au Canada franpaie de ce temps ou non. L. Houle e c r i t categoriquement• "'Tartuffe' ne f u t joue, n i d'autrea pieces dans l a colonie, sous l e regime franpaie.••" ( l 4 ) Seraphin Marion est de son avis, tandis que Jules Leger f a i t remarquer. "Un document asaez curieux eigne de l'eveque de Quebec, Mgr de S a i n t - V a l l i e r , nous montre ce p r e l a t aux priaes avec M. de Frontenac q u ' i l accuee d'avoir l a i a s e jouer 'Tartuffe', malgre q u ' i l a i t accepte l a somme de cent p i s t o l e s contre l'engagement de a'opppaer a cette representation..." (15) Comment expliquer l a grande austerite et l e puritanisme exagere de Mgr de S a i n t - V a l l i e r , et sa l u t t e constante contre l e s f e s t i n s , l e s bals, l e s deguisements e t particulierement contre l a comedie? En e f f e t , (13) L Evenement, 5 decembre, 1905, Quebec. Cite par L.Houle, L H i s t o i r e du Theatre au Canada. (14) Houle, L., L H i s t o i r e du Theatre au Canada, p.29(15) Leger, J . , Le Canada franpaie et aon Expreaaion l i t t e r a i r e . p.42,431  1  1  - .198 Mgr de S a i n t - V a l l i e r eemble hair l e Theatre, et i l  e t a i t plus au-  t o r i t a i r e encore que son predecesseur, Mgr de Laval, du moins a l'egard de l a comedie. M. Seraphim Marion dans son etude, intitule'e "Le Tartufe et Mgr de S a i n t - V a l l i e r " f a i t tout son possible pour defendre l e "despotisms s p i r i t u e l et temporel du second eveque quebecois", pretendant q u ' i l n'agissait pas autrement que l'arctieveque de Paris, Hardouin de Peref i x e , qui svait i n t e r d i t l a piece sous peine d' excommunication vingt ans auparavant. M. Marion considere "Tartuffe" comme une oeuvre e s s e n t i e l l e ment dangereuse et a n t i c l e r i c a l e , "une machine en guerre contre l ' E g l i s e " (16) mais i l ne mentionne pas d'un seul mot " l a Compagnie du Saint-Sacrement", autrement nommee l a "Cabale des devots". Or, cette "Oompagnie du Saint-Sacrement", formee des 1627,  etait  une. societe secrete dont on a retrouve et etudie de nombreuses archives.  (17) E l l e avait p r i s , des 1650, une extension extraordinaire. E l l e a g i s s a i t en France et meme au Canada. E l l e c o n t r o l a i t presque toutes l e s a f f a i r e s publiques et privees. E l l e formait une police implacable opposee a tous l e s vices' et a tous l e s divertissements, l e jeu, l e blaspheme, l'heresie, l a licence du Carnaval, maia surtout l a comedie, l e theatre. A 1'occasion, e l l e denoncait aux peres l e s f i l s debauches, aux maris l e s femmes trop coquettes. Avec son espionnage sacre et son t e r rorisms religieux, ses membres ne reculaient devant aucune solution extreme. l i s tendaient a e t a b l i r en France et au Canada une r e l i g i o n non pas humaine et t r a i t a b l e , mais austere, impitoyeble, puritaine. On a ete tente t r e s souvent en France de meme qu'a Quebec, de v o i r en "Tartuffe" une philosophic i r r e l i g i e u s e . Pourtant, on se trompe. (16) Marion, S., Les Lettres canadiennes d'autrefoie. p-30. (17) Baumal, F., Tartuffe et see Avatars, H i s t o i r e des relatione de Moliere avec l a Cabale des Devots, Paris, 1925.  -  "Tartuffe" est une  199  -  satire non de l a r e l i g i o n catholique, mais d'une  certaine fausse r e l i g i o n ou se g l i s s a i e n t trop aisement des f a n a t i s mes  qui semblaient dea hypocrisies. Moliere e t a i t un e c r i v a i n huma-  n i t a i r e , un partisan de l a v e r i t e et du bon sens. II croyait a l a s o l i d a r i t e du genre humain, a la. tolerance. La condemnation de "Tartuffe" a tue l e theatre du Quebec pour longtemps. H  e'ensuit qu'au cours des decades suivantes, l e theatre  au Canada franpais e t a i t e peu pres inexistant. " L re" ne l a i s s e r i e n  a  Gazette L i t t e r a i -  prevoir au sujet des spectacles. Peu a peu,  les  groupes anglais jouaient quelques pieces, selon B. Suite - pour chasser l'ennuij maia l e p e t i t peuple n'y avait pas  acces.  "Enfin Quesnel v i n t . . . " l e premier des auteurs dramatiques canadiens-franpais  et, peut-etre, le meilleur et l e plus o r i g i n a l  jusqu'a l ' a r r i v e e des dramaturges de l a jeune generation du vingtieme s i e c l e . D'origine franpaise, i l a'interessait vivement aux beaux-arts, aimait l a musique, e c r i v a i t l a poesie et l e s p e t i t e s comedies en vers ou en prose. A Montreal,  c'est l'animateur des fetes mondaines, son-  geant a fonder une ecole d'art au Canada franpais sur l e plan de l ' E cole royale de chant et de declamation, i n s t i t u e e en France. Bien entendu, i l n'etait pas un grand poete ou dramaturge; ce v a u d e v i l l i s t e s p i r i t u e l , pourtant,  aavait que l e premier but de l a comedie est de  p l a i r e , d'amuser et de d i v e r t i r l e s spectateurs par l a peinture  des  f a i b l e s s e s dont souffre l e genre humain. Quesnel a e c r i t deux comedies en prose: "Cola8 et Colinette", jouee en 1790 a Montreal,  et "Les Republicains Franpais" ou "La  Soiree du Cabaret", " d e s p r i t plutot franpais que canadien" (18), 1  c'est-8-dire, inadmissible a Quebec comme "trop immorale et dangereuse". (18) Roy,  C.,  Nos Origines l i t t e r a i r e s . p . l 4 5 , l 4 6 .  - 200 D'ailleura, nous avons de l u i un opera, "Lucas et Cecile" et une bluette dramatique - "La Partie de Campagne". Mais, c'est "L Anglo!  manie" ou "Le Diner a l'Anglaiae" qui est une piece d'inspiration typiquement canadienne e t en meme temp a t r a i t a n t d'un sujet univer-  "L Anglomania" est une satire assez s p i r i t u e l l e contre quelques 1  f a m i l i e s canadiennes - bourgeoises ou seigneurialea - qui se l a i s serent entrainer dans l'anglomanie sous 1'influence de 1'ambition, de l a mode, du pouvoir et meme de 1'argent. I I y a dea vers qui nous charment encore, et des descriptions qui ne sont point demodees aujourd'hui. En v o i c i une a propos du " f i v e o'clock tea" ou bien, du the  en general* La Douairiere* Comment va notre f i l l e ? Le Colonel* Toujours a 1'ordinaire. On p r i t hier l e the Chez l e vieux general, et je suis i n v i t e Avec e l l e aujourd'hui chez l a jeune Baronne. La. Douairiere* Voua l a ferez mourir, je crois, Dieu me pardonne, Avec tout ce t h e - l a l Du temps de nos Franpais Q'on se p o r t a i t s i bien - en buvait-on jamaia? Jamais; - que pour remede, ou bien pour l a migraine; Mais avec vos Anglais l a mode est qu'on l e prenne Soir et matin, sans gout et sans necesaite; On c r o i r a i t etre mort s i l'on manquait de the; Aussi ne voit-on plus que des visages blames, Des mauvai8 eatomacs, des faces de ceremes, Au l i e u du t e i n t vermeil de notre temps passe. V o i l a ce que produit cet usage inaensel (19) "L*Anglomania" de Quesnel resta longtemp non imprimee a Quebec, 8  et on ne represents pas de nouveau aes autres ouvrages. (19) Le Canada francaia. Joaeph Quesnel, L Anglomanie. Scene I I . 1  1952-1955, t . x x .  - 201 " I I e s t g a i , o b s e r v e l ' A b b e Roy, e t q u e l q u e f o i s t r e s c a u s t i q u e dans ses e s s a i s d r e m a t i q u e s ou i l t r o u v e 1 ' o c c a s i o n d ' e x e r c e r t o u s l e s dons de son e s p r i t . I l na l a i s s e meme pas p a r f o i s d ' e t r e legerement s c a b r e u x , et d e n g a g e r 1 ' i m a g i n a t i o n des s p e c t a t e u r s dans des sous-entendus ou l a g r i v o i s e r i e g a u l o i s e se donne c a r r i e r e . . . " (20) 1  Quelques jeunes e n t h o u e i a s t e s - inspires des p i e c e s dramatiques de l e u r p r e d e c e s s e u r ,  se m i r e n t au t r a v a i l . En 1790 i l s e t a b l i r e n t  T h e a t r e du m a r c h ! a f o i n " ,  "le  l e p r e m i e r T h ! a t r e N a t i o n a l du Canada f r a n -  p a i s , m a i s , p a r malheur, l e u r s e n t r e p r i s e s t h e e t r a l e s n ' e u r e n t pas l e l e n d e m a i n . L ' A b b ! P l e s s i s f i t r e v i v r e l e s i n t e r d i c t i o n s de Mgr de S a i n t Vallier,  ! l e v a n t l a v o i x c o n t r e l e a gravee dangers de l a scene. Ce  "grave danger" c o n t r e l e q u e l tonna l ' A b b e P l e s s i s f u t l a com!die de Q u e s n e l , " C o l a s e t C o l i n e t t e " . On ne d o i t pas s ' ! t o n n e r  s i l e pauvre  "Pere des Amours" se p l a i n t J "Ma f o i , l a p o e s i e E s t un t a l e n t q u ' i c i personne n ' a p p r ! c i e . Je s u i s s i d ! g o u t ! de t o u t l e Canada Que j ' i r a i s pour un r i e n r i m e r au K a m t c h a t k a . " (21) En 1824 des amateurs c a n a d i e n s - f r a n p a i a v o u l u r e n t donner une r e p r e s e n t a t i o n a Qu!bec, "et l e meme Mgr P l e a s i a empechera q u ' i l s ne recommencent..."  (22)  V i n r e n t 1 ' i n s u r r e c t i o n de 1837 e t Lord Durham, grand a d m i r a t e u r de l a l i t t ! r a t u r e f r a n p a i s e . culturel,  S u i t son cpmmentaire a propos de l ' e t a t  i n t e l l e c t u e l e t l i t t e r a i r e du B a s - C a n a d a . . . En p a r l a n t du  t h e a t r e , Lord Durham d i t « " B i e n que descendants du p e u p l e q u i goute l e p l u s l ' a r t dramatique e t q u i l ' a c u l t i v ! avec l e p l u s de s u c c e s , e t q u i h a b i t e un c o n t i nent ou presque cheque v i l l e , grande ou p e t i t e , poesede un t h e a t r e a n g l a i s , l a p o p u l a t i o n f r a n p a i s e du Bas-Canada, separee de t o u t p e u p l e q u i p a r l e sa l a n g u e , ne peut aubventionner un t h e a t r e n a t i o n a l . . . " (23) (20) (21) (22) (25)  Roy; C . , Nos o r i g i n e s l i t t l r a i r e s . p . 1 4 5 • I b i d , p.154. V i a t t e , A . . H i s t o i r e l i t t l r a i r e de l ' A m e r i q u e f r a n c a i s e . p . 5 7 . Le Rapport de Durham, p.311.  - 202 L ' o u v r a g e dramatique l e p l u s i m p o r t a n t , e c r i t quelques anneea cette "depression i n t e l l e c t u e l l e " , fut  "Le Jeune L t o u r " (24), t r a g e a  d i e de t r o i a a c t e s et en v e r s , de G e r i n - L a j o i e . litterairea  apres  B i e n des c r i t i q u e s  canadiens d i s e n t q u ' e l l e e s t " l a p l u a c e l e b r e p i e c e  d'avant  1 9 0 0 " . Edmond L a r e a u l a juge dans c e s t e r m e a . "Le p l a n n ' a n i l ' a m p l e u r , n i l e a d i m e n s i o n s des grandee t r a g e d i e s de C o r n e i l l e ou de R a c i n e , de S c h i l l e r ou de G o e t h e . . . " (25) C e t t e c o m p o s i t i o n de c o l l e ge ne t r a i t e pas d ' u n s u j e t d'amourj ment f i l i a l , d'interet  c'eat l e patriotiame,  l'attache-  l e aentiment du d e v o i r . . . l e a themes q u i sont s e u l s d i g n e s  a Quebec.  Lea e a s a i s dramatiquee q u i l a s u i v i r e n t n ' a j o u t e n t g l o i r e de l a l i t t e r a t u r e c a n a d i e n n e - f r a n c a i e e .  rien a l a  H a nous f o n t  songer  quelque peu aux comedies de Regnard - sans sa nonchalance e p i c u r i e n n e - , et l e u r m e r i t e p r i n c i p a l  e s t l a b r i e v e t e . Lea a u t e u r a ,  naturellement,  sont t o u s soumis a l ' a u t o r i t e e c c l l a i a s t i q u e , e t l e u r s oeuvrages  sont  completement depourvus du sentiment de l ' a m o u r e t des grandee p a a s i o n a . C h a r l e a Ab der Halden e c r i t d a n  8  aon " H i a t o i r e de l a  litterature  canadienne" "que l e a p i e c e s a l a D ' E n n e r y " ne p o u r r o n t jamai8 c r e e r un theatre^national,  t o u t en se demandant a i " L e s Maximea aur l a Comedie"  de Boasuet, n ' o n t paa r e g i e l a q u e s t i o n au Canada. Les dramaturges d ' a v a n t l a Grande G u e r r e , F r e c h e t t e tion",  " L Brigand", e  Brillanta",  ( " V e r o n i c a " ) , P e t i t c l e r c ( " L Donaa  "Vengeance d ' u n V a l e t " ) , Marchand ( " L e a Faux  " E r r e u r n ' e a t pas compte", "Un Bonheur en a t t i r e un a u t r e " ) ,  Lemay ("Sous l e s B o i s " ,  "Rouge e t b l e u " ) , D a v i d ("Le Drapeau de C a r i l -  l o n " ) , M a r s i l l e ( " L e v i s " ) , Marinette ( " H ne f a u t d e s e s p e r e r  de r i e n ! ' ) ,  M a r i a - V i c t o r i n ("Peuple sans h i s t o i r e " ) Choquette ( " M a d e l e i n e " , " L B o u e e " ) , Mme Raoul Dandurand ( " L C a r t e P o a t a l e " , "Ce que peneent B  (24) "Le Jeune L a t o u r " a ete compose en 1842. (25) L a r e a u , E . , H j s t o i r e de l a l i t t e r a t u r e c a n a d i e n n e ,  p.74.  a  les  - 205 F l e u r s " ) , manquent d ' e l a n , d ' a t t i r a n c e ,  de a e d u c t i o n , de v e r i t e . Toua  l e u r s personnages sont d'une a i m p l i c i t e e l e m e n t a i r e , i l s p o r t e n t  presque  l a meme l i v r e e . Les a u t e u r s eux-memea d r e s s e n t gauchement l e u r i n t r i g u e , t r e s souvent i l s ne savent pas l a c o n d u i r e . I l s sont l o i n d ' a v o i r l ' i n a t i n o t acenique et l e t a l e n t dea dramaturgea europeena. On ne p e i n t que l e s " i n n o c e n t e a a v e n t u r e s " dea h a b i t a n t s canadiens* l e s deux f i a n c e s separes par l a g u e r r e , l e c h e r c h e u r de d o t , l e c a l o m n i a t e u r , l e p e r e intraitable,  l a r e l i g i o n r e t r o u v e e . . . B i e n entendu, l a p l u p a r t de cea  ouvragea sont f o r t s e r m o n n a i r e s , i m i t e s ou i n f l u e n c e s p a r l e s dramea f r a n p a i e . Cependant, i l s peuvent ' e t r e c o n s i d e r e d comme un document t r e s interessant  aur l ' e s p r i t de l ' e p o q u e . L  "religion",  8ont l e s problemes p r i n c i p a u x du t h e a t r e de c e t t e epoque,  et non paa  a  "aurvivance", l a "langue", la.  1'amour.  A p a r t i r de 1900, l e s r e p r e s e n t a t i o n s t h e a t r a l e a  se m u l t i p l i e r e n t  e t dea a c t e u r s f r a n p a i e v i a i t e r e n t l a P r o v i n c e de Quebec, ce c o i n de . v i e i l l e P r a n c e . A M o n t r e a l , l e T h e a t r e des Nouveautes joue s u r t o u t p i e c e s d'une m o r a l i t e i n c o n t e a t a b l e , r e j e t a n t  les  t o u t ce q u i p o u r r a i t  b l e a a e r l a pudeur de l a p o p u l a t i o n . Tout de meme, l e C l e r g e ne cesse de repeter  a ses o u a i l l e s d ' e v i t e r " l e t h e a t r e c o r r u p t e u r " . On d i t que l e s  f o r a i n a d o i v e n t v i v r e a Rome comme a Rome et a Quebec comme a Quebec. Dea l e s p r e m i e r s mois de 1'annee 1906, l a r c h e v e q u e de M o n t r e a l , Mgr 1  B r u c h e a i ' , donna un a o l e n n e l a v e r t i a s e m e n t aux d i r e c t e u r s du t h e a t r e franpaie,  l e a accusant d a v o i r - j o u e l e s "drames l e a p l u s p e r v e r s " . 1  "Que l e s d i r e c t e u r s de ce t h e a t r e , d i t - i l , se souviennent q u ' i c i , au Canada, l e code c r i m i n e l condamne severement de p a r e i l l e e s c e n e a . Lea a u t o r i t e s c i v i l e s chargeea de p r o t e g e r l e a bonnes moeurs o n t done l ' o b l i g a t i o n grave de v e i l l e r e t d ' a g i r ; nous nous permettons de l a l e u r r a p p e l e r . Pour nous, dana l e l e g i t i m e e x e r c i c e de n o t r e d r o i t e t de n o t r e a u t o r i t e e p i a c o p e l e , noua a v e r t i s s o n s a u j o u r d ' h u i cea d i r e c t e u r s que s ' i l s c o n t i n u e n t dans l a v o i e ou i l a sont e n t r e e d e p u i s quelque tempe, nous aurons r e c o u r s c o n t r e eux aux meaurea  - 204 d'ordre morel plus effieaces encore peut-'etre que l a sanction des l o i s de l ' E t a t . . . " (26) H  ajoute un peu plus l o i n *  "O'en est trop, nos t r e s chers freres, nous ne pouvons pas permett r e qu'un enseignement aussi pervers soit donne impune'ment a notre population, grace a Dieu, encore vertueuse et pleine de foi."(27) Bien sur, cet i n t e r d i t du haut Clerge equivalent a l a d i s p a r i t i o n certaine du Theatre des Nouveautes. C e t a i t aux environs de 1907,  1908!  En ce qui concerne l e theatre canadien, ce n'est que l e "Theatre National" qui put tenir l e coup, grace au grand nombre de r e l i g i e u x qui l e dirigerent. Naturellement, i l est profondement chretien! Dans son repertoire i l y a des "pieces" ou l a vertu est l a vertu; le vice, l e v i ce: l e chatiment, l e chatimentj l a recompense, l a recompense... Rien que les couleurs noireg et blanches, et l a vertu qui triomphe a l a f i n . Apres l a premiere Grande Guerre, cependant,  en depit de l a redou-  table concurrence du f i l m americain, 1'evolution du theatre canadienfranpais eat plus marquee. "L*anatheme de Mgr de S a i n t - V a l l i e r , malgre Tardivel, n'avait plus force de loi..."(28) observe M. V i a t t e . Selon Mile Marie-Claire Daveluy de l a Bibliotheque de Montreal, i l y a dans l a l i t t e r a t u r e canadienne-franpaise deja D I U S de 500 pieces dramatiques.  (29) L i n f l u e n c e de grands acteurs et actricee est considerable* Sarah Bern1  hardt, Coquelin, Mounet-Sully, Gemier v i s i t e n t Quebec... Durant l a Seconde Guerre, c'est Ludmilla F i t o e f f qui apporte aux amateurs canadiens ses conseils et sa collaboration. Les dramaturges d'aujourd'hui - Mme Yvette Gouin ("Marie-Claire", "Le Jeune Dieu", "Le plus bel Amour"), Marie-Claire Daveluy ("Une  Heure  de garde", "La Cloche du Soir"), Henri Letondal ("Un Jeune Homme nerveux")^ (26) (27) (28) (29)  Marion, Ibid. Viatte, I l faut plus de  S., Les Lettres canadiennes d'autrefois, La Patrie,1,IV,1907 1907. A., H i s t o i r e l i t t e r a i r e de l'Amerique franpaise, p.201. oublier pour l e moment que Lopez de Vega a e c r i t a l u i aeul 700 comediea.  - 205 Leopold Houle ("Le Presbytere en fleure", "Matinee et Laudes"), l e Pere Gustavo Lamarche ("Jonathas"), Jean F i l i a t r a u l t ("Le Roi David") ont  cree des oeuvres de theatre qui "depassent l e simple exercice  l i t t e r a i r e " . (30) On s i n s p i r e des "Ecritures", on e c r i t des drames psychologiques, 1  on analyse l e paysan canadien, on revele l e s miseres des p e t i t e s gens habitant l e s v i l l e B i n d u s t r i e l l e e , on e'approche meme du theme eternel de 1'amour... Et pourtant, nous sommes encore l o i n de l i n d i v i d u a l i s m e 1  de Moliere, du sensualisms de Beaumarchais, du naturalisms de Becque, ou bien de 1'"imraoralisme" de Sartre... "Auteurs honnetes et sains pour un public egalement honnete et sain..." (51) e c r i t M. Houle.  (50) Houle, L., L'Histoire du Theatre au Panada, p.118. (51) Ibid, p.118.  - 206 CONCLUSION  Nous v o i c i au terms de cette etude ou nous avons esaaye de prouver que c'eat avant tout l'abaence du sentiment de 1"amour et c e l l e dea grandes passions humainea dana l a l i t t e r a t u r e eanadienne-franpaise qui aont, en grande partie, responsables de ce que l e niveau de aa format i o n a r t i B t i q u e est bien l o i n d'etre suffisamment eleve, en p a r t i c u l i e r s i nous l e comparone a c e l u i des l i t t e r a t u r e s europeenne et americaine; de ce que cette l i t t e r a t u r e naissante n'a pas encore attaint a l a perf e c t i o n meme a l'heure actuelle. A v r a i dire, i l y a diveraea opinions a propoe de l a l i t t e r a t u r e canadienne. Selon Barthelot Brunet, par exemple, " l a l i t t e r a t u r e eanadienne-franpaise ne a'eleve guere au dessus d'une honorable mediocrite; selon Mgr Camille Roy " e l l e existe"; selon Adolphe Routhier "c'est une assez j o l i e f i l l e . . . quoique t r e s f a i b l e encore"; tandis que Jules Fournier generalise brutelement* "II n'y a paa de l i t t e r a t u r e canadienne..." Meme Jules Leger, un c r i t i q u e l i t t e r a i r e vraiment o b j e c t i f et impartial, avoue dans son ouvrage, "Le Canada franpais et son Expression l i t t e r a i r e " , que, " s i l e Canada franpais connalt aujourd'hui une v i e a r t i s t i q u e assez importante pour aa population, i l n'a jamais ete l e paradis des arts n i des ecrivains..." Pourtant, aucun de ces auteurs, n i Brunet, n i Fournier, n i Leger, ne nous d i t franchement. pourquoi i l  en est a i n s i . En e f f e t , l i s ne  nous expo sent pas leurs raisons d'une maniere tout a f a i t  aatisfaisan-  te. On compare l e Canada et aa v i e c u l t u r e l l e a l'arbre qui ne a'est pas developpe normalement parce qu'une violente tenapete l ' a deracine. On d i t que l e s Canadiena avaient autre chose a f a i r e que de v e r e i f i e r ou d'ecrire des romans* i l s avaient a b a t i r un pays neuf, a defricher  - 207 d immenses etendues de t e r r a i n , a l u t t e r , apres l a conquete, contre 1  l a misere materielle qui f u t t r e s grande, a conduire des l u t t s s p o l i tiques pour revendiquer  leurs droits, a organiser l a v i e c i v i l e entiere  de l a minorite franpaise. D' a i l l s u r s , on constate que ce sotit des cond i t i o n s defavorables t e l l e s que - l a s i t u a t i o n geographique, l e s longs hivers, l'isolement de meme que l a l u t t e constants contre l a nature, qui ont empeche l a l i t t e r a t u r e canadienne-franpaise  de prendre son  p l e i n essor. Mais on ne parle que tree rarement et t r e s discretement  du role  de l ' E g l i s e au Canada franpais et de son influence sur l e s esprits- Et cependant, c'est l e controle des ecrivains et de leurs oeuvres - ce rideau de fer s p i r i t u e l et i n t e l l e c t u e l des ecclesiastiques - qui est principalement responsable du f a i t que l'amour et l a passion manquent dans l a l i t t e r a t u r e canadienne-franpaise.  Par consequent, cette i n t e r -  vention et cette surveillance de l ' E g l i s e canadienne pendant plus de deux s i e c l e s nous expliquent aussi pourquoi l e Canada franpais, malgre son heritage franpais, malgre l e s memes tendances l i t t e r a i r e s et a r t i st iques, et l e meme penchant vers l e s professions l i b e r a l e s , fut s i longtemps dans un etat i n t e l l e c t u e l et culturel arriere, pourquoi i l n'a paa encore reussi a donner a l'humanite un chef-d'oeuvre, un genie. Car, ce n'est ni l a rude nature, n i l a misere materielle, n i l ' i solement, n i meme l a conquete et 1'occupation qui sont l e s plus grands ennemis du genie createur, de l a culture et de l a v i e s p i r i t u e l l e d'une nation. Le p i r e , c'est l'esclevage de l ' e s p r i t , l e controle, l ' i n t e r vention de l a hierarchie ou d'un parti p o l i t i q u e , et l a persecution des 11  empoisonneurs publics" et des "ennemis du peuple". Dans ces conditions,  il  est impossible de creer un chef-d'oeuvre. Or, l e Clerge, 1'autorite s p i r i t u e l l e et temporelle des Canadians-  - 208  -  franpais, voulut leur donner une l i t t e r a t u r e nationale, maia cette l i t t e r a t u r e devrait "etre aaine, r e l i g i e u a e et p a t r i o t i q u e . Aujourd'hui, franchement catholique, cette l i t t e r a t u r e exprime nettement l e s aentiments profondement r e l i g i e u x de l a majorite. Sa moralite austere ne dement en r i e n l e s moeurs d'un peuple soumis a l a forte influence de l ' E g l i s e . Le reaultats l'abaence de genie dans l a l i t t e r a t u r e  canadien-  ne, 1'indifference et 1'ignorance de l a plupart des habitants. Avec l a theorie de l a "nationalisation" l e s ecclesiastiques essayerent de se debarrasser de 1'influence franpaise et des l i v r e s immoraux. C'est pourquoi l e s Peres du troisieme Concile p r o v i n c i a l de Quebec se maint i n r e n t dans l a ligne de l a t r a d i t i o n catholique l o r s q u ' i l s inviterent leurs f i d e l e s a "rejeter l o i n de leura demeures", a moins de motifs graves, l i v r e s , journaux ou revues qui transgressaient l e s p r e s c r i p t i o n s de l a morale ou blessaient l a pudeur. Malheureusement, i l n'y avait aucun Pierre l e Grand canadien a Quebec pour percer aa fameuse "fenetre aur 1'Europe". A quelquea egards i l y a une certaine ressemblance entre l a geographie, l ' h i s t o i r e et l a l i t t e r a t u r e russe et canadienne. C'est l'Abbe Roy lui-meme qui d i t que l e s Canadiana-franpais  d aujourd'hui 1  "ont un  peu de l'ame russe". ( l ) Nous avons l e miracle canadien et l e miracle russe. Les steppes russes et l e s p r a i r i e s canadiennea semblent sane bornes. L'hiver est long et rude au Canada auasi bien qu'en Ruesie. Le Saint-L urent et l a a  Volga 8ont comme deux soeurs. Lea ancetrea des Canadiena-franpais  ont  cree "La Chanson de Roland", ceux des Russes l e "Dit de 1'ost d Igor". 1  La Russie f u t de bonne heure envahi par des ennemis superieurs en ( l ) Royj C., Essais sur l a l i t t e r a t u r e canadienne. p.225.  - 209 nombre, tout comme l a Nouvelle-France par lea Anglais. Refule vers l e nord-est, l o i n de tous Bes foyers culturels, l e peuple russe n'evita l e metiasage avec l e s Tartarea que grace au sentiment de sa superiority morale et s p i r i t u e l l e j toutefois, son developpement a l l a i t marquer l e pas et meme retrograder. Au Canada franpais, au contraire, a eu l i e u une l u t t e entre l e a deux hautea cultures. Pourtant, l e s Canadiens-franpai8 reaiaterent avec aucces a l a a a i m i l a t i o n anglaise. Des l o r s , l a reaaemblance entre l e s 1  deux nations, l e Canada et l a Russia, s'arretent. Car tandis que l a culture s'est enracinee profondement dana l'^ame du peuple russe, et que l ' a r t est devenu leur seconde nature, l e s Canadiena-franpais, grace a leur Eglise, ne gardent que leur^ r e l i g i o n et leur langue. Desormais, nous voyons l e peuple russe, pieux gardien dea richesees accumuleea par des epoquea merveilleuaea, et l e a Canadiens-franpais qui continuent a garder jalouaement  leur r e l i g i o n .  Au dix-neuvieme siecle nous avons l a naiasance d'une l i t t e r a t u r e canadienne.  Lea poetes et l e s prosateurs t e l s que Garneau, Cremazie,  Frechette, Lemay, de Gaspe, revelent l'ame canadienne... Mais l e s t r a i t s caracteriatiquea de cette l i t t e r a t u r e ne sont que l e "regionalisme", 1'element patriotique, et surtout l e sentiment r e l i g i e u x . Selon l e mot de Casgrain, cette l i t t e r a t u r e "sera grave, meditative, a p i r i t u a l i a t e , religieuse, evangelisatrice..." Au meme siecle, v o i l a l a miraculeuae renaissance dea Russes. comment ce f a i t - i l que l a Russia a i t ete capable de produire Pouchkine,  l'egal  de Shakeapeare, au bout de cent a n d'imitation et d'etudes? 8  Plus tard, Tourguenief, T o l s t o i et Dostoievsky sont apparua a leur tour, et tous t r o i s sont devenua l e s maitres du roman europeen. H en  - 210 va de meme pour l a musique. Cinq ana apres Pouchkine, on v o i t appar a l t r e Glinka, l e pere de l a musique russe. Ensuite se f u t l e tour de Moussorgsky, Borodine et Rimsky-Korsakof, des contemporains de T o l s t o i et de Dostoievsky. En 1908 D i a g h i l e f presente ses B a l l e t s russes aux Occidentaux et provoque un v e r i t a b l e  eblouissement.  En depit de 1'autocratic des Tsars, l e s masses des paysans, des etudiants et des i n t e l l e c t u e l s resterent l i b r e s spirituellement. "Le Tsar est l o i n et l a Mere Russie est vaste," dit-on, et l e s poetes, l e s dramaturges et l e s romanciers  ecrivent "Ceux qui vivent bien en Russie",  l e "Revisor", ou bien l e "Mai de trop d'esprit", l e s "Ames mortes"... Le Genie createur et l a l i b e r t e d'expression vont toujours ensemble. A i n s i , d apres l a l i t t e r a t u r e , nous connaissons toute l a v i e soci1  ale, religieuse, c u l t u r e l l e d'un peuple. Les l i v r e s suivent toujours l e s moeurs, i l s sont un miroir ou se r e f l a t e l a v i e humaine dans toutes ses manifestations, bonnes et mauvaises. H  est done necessaire que l ' a r t  soit l i b r e . Le poete ou l e prosateur d o i t exprimer toutes ses i d l e s , toutes ses pensees sans'etre nomme "empoisonneur public" et persecute. Peindre l a v i e d'apres nature n'est pas seulement son p r i v i l e g e , mais aussi son devoir. Et quel est l e role de 1'amour dans l ' a r t ? C'est une chose bien connue que l'amour est l e sujet c a p i t a l , essentiel de tout a r t . Prenons pour a i n s i d i r e n'importe quelle oeuvre dramatique, comique, tragique, et meme epique, l i s o n s des romans, des poemes, des chansons populaires, contemplons l e s chefs-d'oeuvre  de l a sculpture et de l a peinture, enfin,  ecoutons l e s sons de l a musique, l e s symphonies, l e s operas, l e s a r i e t t e e , presque partout s'eleve l e chant eternel de 1*amour.  - 211 D ' a i l l e u r s , i l y a 1'amour dans toute l a nature* pourquoi done n ' e t a i t - i l pas permis au poete canadien d'exprimer dans son oeuvre ce q u ' i l avait repu de son CreVteur* l a passion et l e sentiment de 1'amour?  LA FIN  4  BI5LIOGRAPHIE  - 214 Area (R«), Notre question nationale. 3 v o l . Montreal, 1944-47. A r i e s (Henri d'), NQ Historiens. Action Franpaise, Montreal, 1921. Louis Frechette. The Ryerson Press, Toronto, 1924. Estampes. Action Franpaise, Montreal, 1926. s  The C r i s i s of Quebec 1914-18. 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