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Rilkes Suche nach Gott; eine Untersuchung des "Stunden-Buches" Runge, Britta Maria Ruth 1960

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RILKES SUCHE NACH GOTT Eine Untersuchung des „Stunden-Buches" von B r i t t a M. R. Runge B.A., U n i v e r s i t y of B r i t i s h Columbia, 1958 A THESIS SUBMITTED IN PARTIAL FULFILMENT OF THE REQUIREMENTS FOR THE DEGREE OF MASTER OF ARTS i n the Department of German We accept t h i s t h e s i s as conforming t o the r e q u i r e d s t a n d a r d THE UNIVERSITY OF BRITISH COLUMBIA September, I960 In presenting t h i s t h e s i s i n p a r t i a l f u l f i l m e n t of the requirements f o r an advanced degree at the U n i v e r s i t y of B r i t i s h Columbia, I agree th a t the L i b r a r y s h a l l make i t f r e e l y a v a i l a b l e f o r reference and study. I f u r t h e r agree that permission f o r extensive copying of t h i s t h e s i s f o r s c h o l a r l y purposes may be granted by the Head of my Department or by h i s r e p r e s e n t a t i v e s . I t i s understood tha t copying or p u b l i c a t i o n of t h i s t h e s i s f o r f i n a n c i a l g a i n s h a l l not be allowed v/ithout my w r i t t e n permission. The U n i v e r s i t y of B r i t i s h Columbia, Vancouver 8, Canada. Angeregt durch das Gedicht „Ich k r e i s e urn Go t t " im e r s t e n T e i l des „Stunden-Buch.es", i n welchem R i l k e a u s d r u c k t , dass er Gott suche, aber noch n i c h t w i s s e , ob er b e i Ihm Z u f l u c h t nehmen, s e i n e n B e g r i f f von Ihm z e r s t o r e n oder Ihn p r e i s e n werde, hat der V e r f a s s e r d i e s e r A r b e i t es s i c h zur Aufgabe gemacht, Das Stunden-Buch im H i n b l i c k auf R i l k e s Gottessuche zu s t u d i e r e n urn h e r a u s z u f i n d e n , auf welche Bahnen und zu welchen E r g e b n i s s e n d i e s e Suche den D i c h t e r g e f t i h r t h a t . Im e r s t e n K a p i t e l werden d i e F a k t o r e n a u f g e z e i g t , d i e den jungen R i l k e zu s e i n e r A u s e i n a n d e r s e t z u n g mit Gott g e f i i h r t sowie s e i n e besonderen Gedanken h i n s i c h t l i c h d i e s e r A u s e i n -andersetzung mitgeformt haben mogen. A l s F a k t o r e n , d i e i h n zu e i n e r A u s e i n a n d e r s e t z u n g mit der G o t t e s f r a g e g e l e n k t haben, s i n d jene Zeitstromungen ange-sehen worden, d i e s i c h gegen den m a t e r i a l i s t i s c h - p o s i t i v i s t i -schen G e i s t des ausgehenden 1 9 . J a h r h u n d e r t s , i n dem der junge R i l k e l e b t e , wandten, und eine „Rtlckwendung zum I r r a t i o n a l e n , zur Metaphysik, zur S e e l e , zu M y s t i k und Mythos" mit s i c h b r a c h t e n . 1 An B e i s p i e l e n von Hofmannsthals und Georges Werk s i n d Grundhaltungen d i e s e r Stromungen v e r a n s c h a u l i c h t worden. A l s w e i t e r e r F a k t o r i s t R i l k e s w i d e r s p r u c h s v o l l e E r z i e h u n g angesehen worden, d i e e i n e r s e i t s i n e i n e r f e m i n i n e n , v e r -w e i c h l i c h t e n , r e l i g i O s e n S c h e i n w e l t , a n d e r e r s e i t s i n e i n e r mannlichen, s t r a f f e n , m i l i t a r i s c h e n T a t w e l t s t a t t f a n d und aus dem u b e r s e n s i b l e n Kinde e i n e n u n s i c h e r e n , v e r w i r r t e n Menschen machte, d e r s i c h nach e i n e r „ruhigen M i t t e " sehnte und d i e s e i n Gott zu f i n d e n h o f f t e . Unter den F a k t o r e n , d i e R i l k e s Gedankengange i n Bezug - i i i -auf s e i n e Gottessuche b e e i n f l u s s t haben, s i n d M a e t e r l i n c k s Voreingenommenheit mit der Gottessuche, s e i n e mystische Welt-schau, sowie s e i n Glaube an d i e S o n d e r s t e l l u n g des D i c h t e r s gesehen worden. F e r n e r s i n d Jacobsens e n t w i c k l u n g s g e s c h i c h t -l i c h e G o t t e s v o r s t e l l u n g , s e i n e unorthodoxe H a l t u n g dem C h r i s t e n t u m gegenilber und s e i n e V e r h e r r l i c h u n g des i n d i v i d u e l l e n Lebens und Todes, sowie N i e t z s c h e s Apotheose des „Ubermenschen" und „Verg6ttlichung des Lebens" a l s b e e i n f l u s s e n d e F a k t o r e n e r f l r t e r t worden. In den f o l g e n d e n d r e i K a p i t e l n werden d i e d r e i T e i l e des „Stunden-Buches" g e t r e n n t i n H i n s i c h t auf den G e h a l t der Gottessuche besprochen. Da d i e v e r s c h i e d e n e n E r l e b n i s w e l t e n , d i e wahrend der Entstehung e i n e s jeden T e i l e s auf R i l k e e i n -w i r k t e n , d i e A r t s e i n e r Gottessuche aufs s t a r k s t e b e e i n f l u s s t e n , i s t j e d e r T e i l des ,,Stunden-Buches" i n Verbindung mit dem j e w e i l i g e n K e r n e r l e b n i s e r f i r t e r t worden: „Das Buch vom mOnchischen Leben" mit R i l k e s R u s s l a n d - R e i s e , „Das Buch von der P i l g e r s c h a f t " mit s e i n e n L e b e n s v e r h a l t n i s s e n vom Herbst 1 8 9 9 b i s zum H e r b s t 1 9 0 1 , und „Das Buch von der Armut und vom Tode" mit seinem A u f e n t h a l t i n P a r i s . Im f u n f t e n K a p i t e l , i n dem d i e E r g e b n i s s e der Untersuchung zusammengefasst s i n d , w i r d darauf hingewiesen, dass R i l k e s Auseinandersetzung mit der G o t t e s v o r s t e l l u n g s e i n e r K i n d h e i t und den aus v e r s c h i e d e n e n anderen Q u e l l e n g e s p e i s t e n G o t t e s -v o r s t e l l u n g e n s e i n e s J t i n g l i n g s a l t e r s i h n zu keinem e i n h e i t -l i c h e n G o t t e s b i l d f i i h r t e n . F e r n e r w i r d f e s t g e s t e l l t , dass R i l k e den d r e i M d g l i c h k e i t e n , d i e e r h i n s i c h t l i c h s e i n e s G o t t e s v e r h a l t n i s s e s i n dem zu Anfang erwahnten G e d i c h t aus-- i v -s p r a c h , s e l t s a m e r w e i s e Rechenschaft t r u g . In der V o r s t e l l u n g des „werdenden G o t t e s " f a n d er z e i t w e i s e Z u f l u c h t , das B i l d des o r t h o d o x - c h r i s t l i c h e n G o t t e s z e r s t o r t e e r , und e i n e n p a n t h e i s t i s c h e n Gott b e a b s i c h t i g t e e r auf dem Weg liber das „Ding" zu p r e i s e n . Und s c h l i e s s l i c h w i r d i n diesem K a p i t e l d a r a u f hingewiesen, dass obwohl R i l k e an k e i n e r e i n d e u t i g e n G o t t e s v o r s t e l l u n g a n l a n g t e , s e i n e Gottessuche dennoch zu einem E r g e b n i s f i l h r t e . S i e b r a c h t e i h n n a m l i c h , auch wenn er s i c h dessen zur Z e i t n i c h t bewusst war, s e i n e r w i r k l i c h e n k u n s t l e r i s c h e n Berufung naher. Diese l a g aber n i c h t i n der Suche nach e i n e r metaphysischen Begrundung der menschlichen E x i s t e n z , sondern i n der menschlichen Bewaltigung des D a s e i n s . H e r b e r t und E l i s a b e t h F r e n z e l , Paten d e u t s c h e r Dichtung ( 2 . v e r b e s s e r t e und vermehrte A u f l a g e ; B e r l i n : Kiepenheuer & W i t s c h , 1959) , S. 338. - V -INHALT KAPITEL I Fakt o r e n , d i e zu R i l k e s Gottessuche be i g e t r a g e n haben S. 1 - 1 9 Fussnoten S. 20 - 21 KAPITEL I I „Das Buch vom monchischen Leben" S. 22-4-0 Fussnoten S. 4 1 - 4 3 KAPITEL I I I „Das Buch von der P i l g e r s c h a f t " S. 44 - 57 Fussnoten S. 58 - 59 KAPITEL IV „Das Buch von der Armut und vom Tode" S. 6 0 - 6 9 Fussnoten S. 7 0 KAPITEL V Ergebnisse S. 7 1 - 76 Fussnoten S. 77 BIBLIOGRAPHIE S. 7 8 - 8 0 K e i n D i c h t e r , v o r a l l e m k e i n gunger, i s t imstande, s i c h den Geistesstrttmungen s e i n e r Z e i t zu e n t z i e h e n . Auch R i l k e s B e s c h a f t i g u n g mit der G o t t e s f r a g e muss zum T e i l auf den E i n -f l u s s e i n e r s o l c h e n Stromung z u r u c k g e f i i h r t werden, und zwar e i n e r , d i e s i c h gegen den Z e i t g e i s t des ausgehenden 19• J a h r -hunderts wandte. Das ausgehende 19. J a h r h u n d e r t , das i n d i e l e t z t e n R e g i e -rungs j a h r e Bismarcks und damit i n d i e B l t i t e z e i t p o l i t i s c h e n und w i r t s c h a f t l i c h e n Machtdenkens f i e l , war e i n m a t e r i a l i s t i s c h -d i e s s e i t s g e r i c h t e t e s . H a t t e n z a h l r e i c h e Entdeckungen auf v e r s c h i e d e n e n Gebieten der N a t u r w i s s e n s c h a f t e n schon e i n e Ahwendung vom Transzendenten zur F o l g e , so h a t t e d i e R e i c h s -grtindung von 1870, d i e e i n e n Aufschwung i n der W i r t s c h a f t und e i n damit verbundenes Anwachsen der I n d u s t r i e , der G r o s s t a d t e und des K a p i t a l s mit s i c h b r a c h t e , das Augenmerk noch mehr auf das D i e s s e i t s g e r i c h t e t . 1 Ausserdem begannen Ideen, d i e urn d i e M i t t e des J a h r h u n d e r t s p o s t u l i e r t worden waren und eine G o t t e s e x i s t e n z i n Frage s t e l l t e n oder n e g i e r t e n , s i c h i n w eiten K r e i s e n d u r c h z u s e t z e n . Unter d i e s e n Ideen f a n d man Schopenhauers Anschauung, dass d i e Welt d i e l u s s e r u n g e i n e r b l i n d e n Macht s e i , n i c h t aber e i n e s a l l m a c h -t i g e n G o t t e s . F e r n e r gehorte Darwins E v o l u t i o n s t h e o r i e , welche d i e Entstehung des Menschen auf e i n e n uber Jahrtausende s i c h e r s t r e c k e n d e n E n t w i c k l u n g s p r o z e s s z u r i i c k f u h r t e und damit den e i n m a l i g e n g O t t l i c h e n SchOpfungsakt i n Frage s t e l l t e , h i e r h e r . Marxs G e s c h i c h t s a u f f a s s u n g , welche jede G e s e l l s c h a f t s o r d n u n g a l s das R e s u l t a t e i n e s Klassenkampfes, n i c h t aber e i n e r v o r -herbestimmten g f t t t l i c h e n Ordnung ansah, sowie Feuerbachs - 2 -Glaube, dass n i c h t d e r G e i s t , sondern d i e M a t e r i e das e i n z i g B l e i b e n d e s e i , waren w e i t e r e V o r s t e l l u n g e n , d i e e i n e Loslttsung vom Transzendenten und e i n e Hinwendung zu w e l t l i c b e n Problemen b e w i r k t e n . Ausdruck d i e s e r m a t e r i a l i s t i s c h - w i s s e n s c h a f t l i c h e n G e i s t e s b a l t u n g auf dem G e b i e t der L i t e r a t u r war der Realismus. Seine V e r t r e t e r machten es s i c h zur Aufgabe, d i e Welt unpar-t e i i s c h zu beobachten. A l l e s , was j e n s e i t s des Realen l a g , s o l l t e a u s g e s c h a l t e t werden. Beobacbtung und genaue Wiedergabe der W i r k l i c h k e i t war o b e r s t e s Gebot. So kam es, dass auf j e g l i c h e I d e o l o g i e v e r z i c h t e t und der Mensch nur i n v e r e i n -z e l t e n F a l l e n i n s e i n e r Beziehung zum Transzendenten, dagegen vorwiegend i n seinem V e r h a l t n i s zum A l l t a g , zur A r b e i t und zum M i l i e u d a r g e s t e l l t wurde. Der s t a r k s t e Ausdruck d i e s e r Lebenshaltung wurde jedoch d i e i n den a c h t z i g e r J a h r e n des 19. J a h r h u n d e r t s zur B l u t e g e l a n g t e l i t e r a r i s c h e Bewegung des N a t u r a l i s m u s . Auch i h r g i n g genaue Beobachtung der W i r k l i c h k e i t uber a l l e s , j edoch s e t z t e d i e s e W i r k l i c h k e i t s i c h nur aus Not und E l e n d , H a s s l i c h e m und Niedrigem zusammen. Kranke, G e i s t e s g e s t f i r t e , A l k o h o l i k e r und D i r n e n wurden bevorzugte C h a r a k t e r e . Das a s t h e t i s c h e Empfinden des Menschen wurde j e d o c h n i c h t nur i n Bezug auf den Gehalt sondern auch i n Bezug auf d i e Form der Dichtung a u s s e r Acht g e l a s s e n . Die V e r s s p r a c h e wurde a l s u n n a t u r l i c h abgelehnt und d i e n i e d r i g s t e Form der Umgangssprache zur R i c h t s c h n u r gewahlt. So kam es, dass v e r s c h i e d e n e Mund-a r t e n , g r ammatikalische F.ehler, verstiimmelte S a t z e , kurzum e i n e v e r z e r r t e , u n v e r d i c h t e t e Umgangssprache das neue A u s d r u c k s m i t t e l - 3 -wurde. Gegen d i e s e s i c h im a l l g e m e i n e n s t a r k durchsetzende Bewegung i n der Kunst standen d i e l o s e m i t e i n a n d e r verbundenen K u n s t l e r der GegenstrSmung. S i e v e r s u c h t e n , s i c h i n der E i n -samkeit oder i n abgesonderten K r e i s e n A u s e r l e s e n e r uber d i e p lhnen d i s i l l u s i o n i e r t e r s cheinende W i r k l i c h k e i t zu erheben. Ihr e Sehnsucht nach einem f e s t l i c h erhfihten D a s e i n f i l h r t e s i e zum I r r a t i o n a l e n , zur Metaphysik, zur S e e l e , zu M y s t i k und ti Mythos". 5 H a t t e der N a t u r a l i s t s i c h gesund und k r a f t i g gef iih.lt und s i c h daher p o s i t i v mit der Gegenwart und o p t i m i s t i s c h mit der Zukunft a u s e i n a n d e r g e s e t z t , so war der D i c h t e r der Gegenstrfi-mungen zu v e r f e i n e r t und mude urn d i e W i r k l i c h k e i t genauestens zu b e t r a c h t e n . S t a t t dessen a n a l y s i e r t e er d i e eigene S e e l e , b l i c k t e s e h n s t l c h t i g auf e i n e goldene Vergangenheit zuruck und l i t t am Leben. H a t t e der N a t u r a l i s t s i c h f u r den A r b e i t e r , den G r o s s t a d t e r , d i e Masse i n t e r e s s i e r t , so wurde j e t z t der a u s e r l e s e n e E i n z e l n e , der A r i s t o k r a t , d e r I n d i v i d u a l i s t M i t t e l p u n k t des I n t e r e s s e s . H a t t e der N a t u r a l i s t aussere A b l a u f e b e s c h r i e b e n , so wurden j e t z t i n n e r e Vorgange bespro-chen. N i c h t das, was mit dem V e r s t a n d , sondern das, was mit dem Geftihl e r f a s s t werden konnte, wurde bedeutsam, n i c h t das Ding s e l b s t , sondern das, was das Ding s y m b o l i s i e r t e ; und a n s t a t t s i c h e i n e r p r o f a n i s i e r t e n Umgangssprache zu bedienen, wurde der d i f f e r e n z i e r t e , e s o t e r i s c h e Ausdruck gewahlt. Die H a u p t v e r t r e t e r d i e s e r Gegenstrttmung, entweder I m p r e s s i o n i s t e n genannt—wegen i h r e r Hingabe an den A u g e n b l i c k mit s e i n e n wechselnden Stimmungen, oder Symbolisten—wegen - 4 -i h r e r Benutzung von Worten a l s S i n n b i l d e r inneren Geschehens, Oder Neuromantiker—wegen i h r e r Ankntipfung an S t o f f - und Form-werte der a l t e r e n Romantik, waren auf dem Gebiet der L y r i k Hugo von Hofmannsthal und S t e f a n George. Eine Grundhaltung d i e s e r D i c h t e r , d i e i n b e i d e r Werk immer wiederkehrte und im Zusammenhang mit R i l k e s Gottessuche von Bedeutung wurde, war deren Sehnsucht, eine „durftige Z e i t " mit neuen Glaubenswerten zu f u l l e n . Diese Sehnsucht f u h r t e Hofmannsthal und George aber i n verschiedene Richtungen und zu verschiedenen Ergebnissen. Hofmannsthal wurde von d i e s e r Sehnsucht liber Lebenstrauer zur V e r h e r r l i c h u n g des Todes g e f u h r t . Dies kommt sowohl i n Der Tor und der Tod a l s auch i n Der Tod des T i z i a n zum Ausdruck. In Der Tor und der Tod t r a u e r t Hofmannsthal durch d i e G e s t a l t des C l a u d i o tiber seine U n f a h i g k e i t , s i c h durch eine f e s t e , menschliche Bindung ans Leben v e r l i e r e n zu konnen. Er f u h l t s i c h a l s trauernder Erbe e i n e r „uberreifen S p a t z e i t " , i n der d i e eigene K r a f t n i c h t mehr zur Schaffung neuer Werte, sondern nur noch zum Genuss v e r f e i n e r t e r K i i n s t l i c h k e i t a u s r e i c h t . Auch i n Per Tod des T i z i a n f i n d e t man d i e s e Lebenstrauer wieder. H i e r s i n d es d i e S c h d l e r des grossen Renaissance-Malers T i z i a n , d i e — i n d e m s i e s i c h vor dem Sterbezimmer des grossen M e i s t e r s liber den K o n f l i k t zwischen Kunst und Leben u n t e r h a l t e n — t r a u e r n d empfinden, dass s i e diesen K o n f l i k t noch n i c h t gemei-s t e r t haben. In beiden E i n a k t e r n f l i h r t d i e s e Lebenstrauer zur V e r h e r r -l i c h u n g des Todes. Da der bevorstehende Tod f u r C l a u d i o d i e Erlosung aus einem s i n n l o s e n Leben bedeutet, g i b t er s i c h i n d i o n y s i s c h e r Ekstase dem Tode h i n : - 5 -Da t o t mein Leben war, s e i du mein Leben, Tod. Auch im „Tod des T i z i a n " t r i f f t man die Verherrlichung des Todes wieder an. Hier a l l e r d i n g s wird der Tod nicht a l s Krfinung eines vertanen, sondern eines reichen Lebens einer vergangenen Zeit empfunden, namlich der des Malers T i z i a n . Wie schon erwahnt, schlagt George i n seiner Sehnsucht, neue Glaubenswerte zu finden, andere Bahnen a l s Hofmannsthal ein. Sein Weg—im Spiegel seines Werkes gesehen—ftihrt nicht zur Verherrlichung des Todes, sondern—nach s o r g f a l t i g e r Prufung verschiedener Lebens- -und Glaubensweisen—zur Verherr-5 lichung des Kil n s t l e r s . So prti f t George zum B e i s p i e l i n Algabal die von der Natur v811ig abgekehrte Lebensweise der Ku n s t l i c h k e i t ; i n „Das Buch der H i r t e n - und Preisgedichte" die Welt Griechenlands mit dem Ideal der Ub ereinstimmung zwischen KOrper und Seele; und i n „Das Buch der Sagen und Sange" die m i t t e l a l t e r l i c h e Welt i n i h r e r Harmonie zwischen r i t t e r l i c h e r Lebensweise und r e l i g i f i s e r Welthaltung. Da George keine dieser Lebensweisen v o l l anerkennen konnte, schuf er s i c h s c h l i e s s l i c h i n Der Stern des Bundes seinen persflnlichen Gott i n der Form eines schfinen, begabten Jtinglings (Maximin). G l e i c h z e i t i g sprach er sein Bekenntnis zur Sendung des Dichters a l s eines M i t t i e r s zwischen Gott und Mensch aus. Was R i l k e mit Hofmannsthal und George verband, war nicht nur deren Sehnsucht nach neuen Glaubenswerten, sondern— wenn auch i n abgewandelter Form—deren Versuch einer B e f r i e -digung dieser Sehnsucht duron die Verherrlichung des Todes und die Vergflttlichung des Ktinstlers. Hierauf wird bei der Besprechung des 2. und 3. Teiles des „Stunden-Buches" noch - 6 -zuruckzukommen s e i n . Auch d i e Tats a c h e , dass b e i d e D i c h t e r durch i h r e Hingahe an das A s t h e t i s c h e — i h r e V o r l i e b e f i l r den e s o t e r i s c h e n Ausdruck und d i e e r l e s e n e F o r m — e i n e r Welt zu e n t f l i e h e n h o f f t e n , der s i e s i c h n i c h t gewachsen f u h l t e n , s o l l t e n i c h t ohne E i n f l u s s auf d i e A r t von R i l k e s Gottessuche b l e i b e n . Dennoch kann R i l k e s Sehnsucht nach e i n e r K l a r u n g s e i n e s G o t t e s v e r h a l t n i s s e s n i c h t nur a l s Ausdruck e i n e r G e i s t e s -strflmung angesehen werden, sondern muss zum T e i l auf s e i n e p e r s t i n l i c h e n , v e r w i r r e n d e n J u g e n d e r l e h n i s s e zurtickgef u h r t werden. S e l t e n wohl hat d i e Jugend e i n e s Menschen u n t e r zwei so entgegengesetzten E i n f l i i s s e n gestanden wie d i e R i l k e s . Da war a l s e r s t e s der E i n f l u s s s e i n e r Mutter, P h i a R i l k e . I h r V e r n a l t n i s zum Leben war v o l l e r S c h e i n und O b e r f l a c h l i c h k e i t . Obwohl i h r e g e l d l i c h e n M i t t e l a l s F r a u e i n e s m i t t l e r e n E i s e n -bahnbeamten sehr b e g r e n z t waren, v e r s u c h t e s i e , den glanzenden H a u s h a l t e i n e r Dame von Welt v o r z u s p i e g e l n . So wurde zum B e i s p i e l zu F e s t l i c h k e i t e n gewtfhnlicher Wein aus F l a s c h e n , d i e einen „alten Jahrgang" v o r t a u s c h t e n , g e r e i c h t . F e r n e r zog P h i a , obwohl s i e b u r g e r l i c h e r H e r k u n f t war und e i n b u r g e r l i c h e s Leben f t i h r t e , mit V o r l i e b e schwarze K l e i d u n g an, urn s i c h den Ans c h e i n e i n e r verwitweten E r z h e r z o g i n zu geben; und s c h l i e s s -l i c h gab s i e s i c h , obwohl s i e e i n e gesunde F r a u war und das b e a c h t l i c h e A l t e r von a c h t z i g Jahren e r r e i c h t e , z e i t l e b e n s einem e i n g e b i l d e t e n L e i d e n h i n . N i c h t nur i n ihrem V e r h a l t n i s zum Leben g a i t P h i a R i l k e d i e a u s s e r e Form mehr a l s d i e i n n e r e Uberzeugung, sondern auch i n ihrem V e r h a l t n i s zum Glauben. I h r zur Schau g e s t e l l t e s - 7 -G o t t e s v e r h a l t n i s w i r d v i e l l e i c h t am b e s t e n i n R i l k e s B e s c h r e i -bung von Maman i n Die Aufzeichnungen des Malte L a u r i d s B r i g g e gekennzeichnet. Nachdem Malte von der h f i f l i c h e n H a l t u n g s e i n e s V a t e r s Gott gegenuber gesprochen hat, f a h r t er f o r t : Maman dagegen s c h i e n es f a s t v e r l e t z e n d , dass jemand zu Gott i n einem h f i f l i c h e n V e r h a l t n i s stehen konnte. Ware s i e i n e i n e R e l i g i o n mit d e u t l i c h e n und a u s f u h r -l i c h e n Gebrauchen g e r a t e n , es ware ein e S e l i g k e i t f u r s i e gewesen, stundenlang zu k n i e e n und s i c h hinzuwerfen und s i c h r e c h t mit dem gros s e n Kreuz zu gebarden v o r der B r u s t und urn d i e S c h u l t e r n herum.^ Obwohl P h i a s Wohnung mit H e i l i g e n b i l d e r n a u s s t a f f i e r t war, s i e von ihrem „geliebten Rom" sprach und i n i h r e Tagebucher s e i t e n -lange S c h i l d e r u n g e n von immer neuen K i r c h e n e i n s c h r i e b , z e i g e n s e l b i g e E i n tragungen „nicht d i e Spur e i n e s warmen G o t t e s v e r -t r a u e n s , geschweige denn e i n e s H i l f e h o l e n s aus g t f t t l i c h e n 7 Q u e l l e n . " Wohl aber z e i g e n andere Aufzeichnungen, dass i h r Glaube e i n Aberglaube war und Jesus und M a r i a willkommene S c h u t z h e i l i g e i n i h r e n GeisterbeschwOrungen d a r s t e l l t e n . I n dem f o l g e n d e n B r i e f an i h r e n Sohn e r z a h l t s i e zum B e i s p i e l von e i n e r s o l c h e n S p u k v o r s t e l l u n g und der e r f o l g r e i c h angewandten H e i l m i t t e l : Aber b e i mir spukt es zuweilen s c h a u d e r h a f t . Es i s t e i n e i g e n t u m l i c h e s d o p p e l t e s K l o p f e n und w i r d i n Zwischen-pausen immer s t a r k e r , so wie wenn e i n V e r z w e i f e l t e r doch w a r t e t , dass ihm g e f i f f n e t w i r d . ... I c h b e t e , e r f l e h e Schutz von der Madonna. S i e i s t mit dem J e s u s k i n d gerade u n t e r meinen P e n s t e r n , und wenn meine Lage mich zu sehr e r r e g t , so sprenge i c h , v o r dem Schlafengehen, Weihwasser auf meine Schwelle und b e i d e Turen. Das w i r k t f u r Q e i n i g e Z e i t . Und Jesus und M a r i a v e r l a s s t mich n i e . Auch P h i a s L i e b e zu ihrem Sohn war v o l l e r W i l l k u r und V e r z e r r u n g . Aus Enttauschung tiber e i n f r u h v e r s t o r b e n e s Madchen l i e s s s i e i h r e n Sohn b i s zu seinem 5« L e b e n s j a h r i n MadchenkleidJern und mit langen Haaren umhergehen, f S r d e r t e - 8 -seine Vorliebe f u r Puppen und h i e l t ihn vom Verkehr mit Altersgenossen f e r n . So kam es, dass R i l k e nichts anderes tlbrig b l i e b , a l s seine Madchenrolle so lange zu spielen, wie es seiner Mutter b e l i e b t e . Nicht nur s e e l i s c h , sondern auch kf l r p e r l i c h wurde er von seiner Mutter v e r z a r t e l t . Von der kl e i n s t e n Veranderung i n seiner Verhaltensweise wurde Notiz genommen, und selbst wenn der Arzt kein Anzeichen einer Krankheit finden konnte, wurden verschiedene Vorbeuguhgsmass-nahmen e r g r i f f e n . Da auch die r e l i g i O s e Erziehung R i l k e s i n den Handen seiner Mutter l a g , musste R i l k e auch h i e r eine Verausserlichung liber s i c h ergehen lassen. Er le r n t e zum B e i s p i e l das Kreuz an den S t e l l e n der Nagelmale kiissen, mit den H e i l i g e n wie mit seinesgleichen umgehen und Gott „Himmelspapa" und Maria „Himmelsmama" nennen. Von frtlher Jugend an kannte R i l k e also diese Scheinwelt seiner Mutter besser a l s die w i r k l i c h e Welt und hatte das Christentum nur i n der Form anempfundener Frfimmigkeit und v e r s p i e l t e r Glaubensbekenntnisse kennengelernt. Dass a l l diese Eindrucke nicht ohne Wirkung an dem jungen, empfanglichen Kindergemtit vorbeigehen konnten, i s t nicht verwunderlich, und dass s i e — s o w i e er mit der wirk l i c h e n Welt i n Beruhrung kommen s o l l t e — z u einer Auseinandersetzung drangen wurden, sehr naheliegend. Ein anderer Faktor, der zu R i l k e s Auseinandersetzung mit der Gottesfrage b e i t r u g , war- seine Sc h i i l e r z e i t i n der Kadet-tenanstalt. Vier Jahre lang, von 1886 b i s 1890, besuchte er die M i l i t a r s c h u l e i n St. Pttlten, und das darauffolgende - 9 -J a h r , 1890-1891, d i e i n M&hrisch-Weisskirchen. Der Gedanke, R i l k e s o l c h eine s t r a f f e , m i l i t a r i s c h e E r z i e h u n g angedeihen zu l a s s e n , kam von seinem V a t e r . D i e s e r h o f f t e , s e i n e n eigenen v e r e i t e l t e n Traum, O f f i z i e r zu werden, i n seinem Sohn v e r -w i r k l i c h t zu sehen. So kam es, dass R i l k e e i n e r s o l d a t i s c h e n E r z i e h u n g unterzogen wurde, d i e morgens urn 4 Uhr hegann, Turnen, Fecht e n , Schwimmen und R e i t e n i n den Vordergrund s t e l l t e , und durch gemeinsame S p i e l e den G e m e i n s c h a f t s g e i s t i n den S c h u l e r n zu f S r d e r n h o f f t e . Kaum jemals hat es wohl e i n K i n d gegeben, das f u r d i e E r z i e h u n g i n e i n e r K a d e t t e n s c h u l e , auch wenn s i e w a h r s c h e i n l i c h n i c h t h a r t e r und s t r e n g e r war a l s jede andere E r z i e h u n g s o l c h e r A r t , weniger g e e i g n e t und v o r b e r e i t e t gewesen ware a l s R i l k e . Da e r n i c h t , wie s e i n e Kameraden, an den Umgang mit G l e i c h -a l t r i g e n gewOhnt war, stand er i h r e n S p i e l e n , Spassen und Rohheit e n h i l f l o s gegentlber. Die jungen Kadetten a n d e r e r s e i t s , denen d i e S c h u c h t e r n h e i t und E m p f i n d l i c h k e i t des neuen E l e v e n etwas Premdes war, a r g e r t e n , v e r l a c h t e n und q u a l t e n i h n . Die Polgen waren, dass der s i c h einsam und unverstanden f u h l e n d e R i l k e o f t krank wurde und s i c h auf d i e s e Weise s e i n e n V e r -f o l g e r n entzog, o d e r — w e n n K r a n k h e i t n i c h t zur H i l f e kommen w o l l t e — d i e E i n s a m k e i t des S t . P o l t e n e r K i r c h h o f s a u f s u c h t e , urn d o r t i n der S t i l l e und Zuruckgezogenheit T r o s t zu f i n d e n . In einem B r i e f an C l a r a R i l k e s c h r e i b t e r v i e l e J a hre s p a t e r , am 11. 3« 1907, das f o l g e n d e uher d i e s e s P r i e d h o f s a s y l : So r i c h t i g g e l e b t habe i c h doch auf der k l e i n e n K i r c h -h o f s e c k e im A n s t a l t s g a r t e n , wo i c h v o r den A l t e r s g l e i c h e n s i c h e r war und der a u s s e r s t u n g e s e l l s c h a f t l i c h e n Umgebung i h r e r R u c k s i c h t s l o s i g k e i t , d i e e i n e n wie ein e P a p i e r -schere ganz s c h a r f und k l a r n h e r a u s s c h n i t t aus dem Gruppen-b i l d der unliebsamen Masse.y - 10 -Hier auf dem Kirchhof begann Rilke mit dem Schreiben seiner ersten Gedichte, wodurch er sich von seiner inneren Not befreite; und hier h i e l t er Zwiesprache mit dem Gott seiner Kindheit und schien in der Vorstellung, dass Er ihn zu seinem Werkzeug auserkoren habe, Kraft zu f i n d e n . 1 0 Schien es, als habe Rilke wahrend dieser spannungsreichen Zeit in der Gottesvorstellung seiner Kindheit Trost gefunden, so war der Trost doch nur ein vorubergehender. Die Erlebnis-welten seiner Jugend—in Prag mit seiner Mutter, in St. Pttlten und Mahrisch-Weisskirchen mit seinen Kameraden—waren zu widerspruchsvoll als dass sie in dem christlich-orthodoxen Gottesbild seiner fruhen.. .. Jugend auf die Dauer haVtten vereint werden kOnnen. So kam es, dass Rilkes Sehnsucht nach einer Auseinandersetzung mit dem Gott, der die Welt nicht nur ge-schaffen, sondern sinnvoll geschaffen haben s o l l t e , immer starker wurde. Zu Beginn dieser Arbeit wurde schon angedeutet, in welcher Hinsicht Hofmannsthal und George die Gedankenrichtung Rilkes mitbestimmt haben mogen. Von weit starkerem Einfluss als seine deutsch-sprachigen literarischen Zeitgenossen sollten • aber zwei auslandische Dichter werden, der Belgier Maurice Maeterlinck und der Dane Jens Peter Jacobsen. Ihr Einfluss f a l l t in die Zeit von Rilkes Mtinchener Aufenthalt 1896-97. Er war 21jahrig in die stlddeutsche Kunstmetropole iiberge-siedelt, nachdem er ein Jahr vorher sein Abitur in Prag abge-legt, an der dortigen Universitat ein Semester Philosophie, deutsche Literatur und Kunstgeschichte studiert und sich ein weiteres Semester vergeblich an den Rechtswissenschaften - 11 -versucht h a t t e . H i e r i n Munchen w o l l t e er s i c h nun ganz der L i t e r a t u r widmen. In d i e s e r f r e i e n l i t e r a r i s c h e n Betatigung t r a f R i l k e a l s e r s t e s mit dem Fruhwerk M a e t e r l i n c k s zusammen. Was i h n an dem b e l g i s c h e n D i c h t e r , tiber den er i n den Jahren 1898 und 1899 mehrere A r t i k e l f u r Z e i t s c h r i f t e n s c h r i e b , 1 1 o f f e n s i c h t l i c h anzog, waren dessen mystische Weltschau, dessen Gedanken tlber d i e Bestimmung des D i c h t e r s und dessen mystische Gottesvor-s t e l l u n g . M a e t e r l i n c k g l a u b t e , dass es des Menschen i n t i m e Beziehung zum Metaphysischen s e i , d i e dem Leben T i e f e und Schflnheit v e r l e i h e , und dass es deshalb k e i n httheres Z i e l f i i r i h n geben kSnne, a l s nach einem s e i n e r A r t gemassen G o t t e s v e r h a l t n i s zu s t r e b e n . So h e i s s t es zum B e i s p i e l i n dem K a p i t e l "The Deeper L i f e " i n The Treasure of the Humble: Each man has t o seek out h i s own s p e c i a l a p t i t u d e f o r a h i g h e r l i f e i n the midst of the humble and i n e v i t a b l e r e a l i t y of d a i l y e x i s t e n c e . Than t h i s there can be no n o b l e r aim i n l i f e . I t i s o n l y by the communications we have w i t h the i n f i n i t e t h a t we are to be d i s t i n g u i s h e d from each other.12 Obwohl je d e r Mensch di e s e Gottessuche zu seinem obersten Z i e l machen s o l l t e — " O u r l i v e s must be spent seeking our 13 God" — w a r M a e t e r l i n c k tlberzeugt, dass es der D i c h t e r s e i , der es w i r k l i c h tue und s i c h dadurch von seinen Mitmenschen u n t e r s c h e i d e . I t i s because these poets have been more h e e d f u l than we to the "never-ending shadow" ... That i s the es-sence of supreme p o e t r y , t h a t , and t h a t alone, and i t s s o l e aim i s to keep open "the great road t h a t leads from the seen to the unseen."-'-^ M a e t e r l i n c k glaubte f e r n e r , dass d i e Einsamkeit, das Dunkel und d i e S t i l l e Wegbereiter zu Gott s e i e n . Er glaubte - 12 -f e r n e r , dass Gott i n a l i e n Dingen wohne und a l l e Dinge i n 15 Gott. Wie verwandt R i l k e s Gedanken mit denen M a e t e r l i n c k s s i n d , w i r d i n der D i s k u s s i o n des zweiten T e i l e s des „Stunden-Buches" zu sehen s e i n . Von weit g r f l s s e r e r Reichweite a l s d i e l i t e r a r i s c h e Begegnung mit M a e t e r l i n c k s o l l t e aber d i e mit Jacobsen werden. Z e i t l e b e n s z o l l t e R i l k e dem danischen D i c h t e r , der schon 1885 3 8 j a h r i g s t a r b , und den er n i e p e r s S n l i c h kennengelernt h a t t e , seine Anerkennung. So h e i s s t es zum B e i s p i e l i n einem B r i e f an Franz Xaver Kappus: Wenn i c h sagen s o i l , von wem i c h etwas liber das Wesen des Schaffens, liber seine T i e f e und Ewi g k e i t e r f u h r , so s i n d es nur zwei Namen, d i e i c h nennen kann: den Jacobsens, des grossen, grossen D i c h t e r s , und den Auguste Rodins, des B i l d h a u e r s , der s e i n e s g l e i c h e n n i c h t hat unt e r a l i e n K l i n s t l e r n , d i e heute leben. 16 In demselben B r i e f e r f a h r t man, dass R i l k e , wohin auch immer er g i n g , Jacobsens Romane Marie Grubbe und N i e l s Lyhne, sowie d i e N o v e l l e Mogens b e i s i c h t r u g . Obwohl R i l k e s Jacobsen-Tribut s e l t e n liber lobende A l l -gemeinausserungen wie „der grosse, grosse D i c h t e r " oder „der grosse, danische D i c h t e r " hinausging und eine Empfehlung an einen jungen D i c h t e r , Jacobsen zu l e s e n , s i c h auch nur i n e i n e r wenigsagenden Verallgemeinerung wie der folgenden e r -schopfte: Eine Welt w i r d liber S i e kommen, das G l l i c k , der ^ „ Reichtum, d i e u n b e g r e i f l i c h e Grflsse e i n e r Welt, so scheinen es doch ganz besondere d i c h t e r i s c h e F a h i g k e i t e n und ganz bestimmte Weltanschauungen gewesen zu s e i n , d i e R i l k e t i e f b e eindruckt haben mlissen. S i e Ziehen namlich—wenn auch i n verwandelter Form—durch R i l k e s Gesamtwerk und s i n d daher - 1 3 -auch im „Stunden-Buch" wie d e r z u f i n d e n . In H i n s i c h t auf d i e d i c h t e r i s c h e n F a h i g k e i t e n Jacobsens war es dessen gute Beobachtungsgabe, d i e R i l k e anzog. Ob Jacobsen Personen oder Seelenzustande, Naturerscheinungen oder Atmospharen b e s c h r i e b , immer wieder kam seine Gabe, E i n z e l n e s und Besonderes beobachten und e r f a s s e n zu kttnnen, zum V o r s c h e i n . Dieser Jacobsen, so behauptete R i l k e , habe i h n „irgendwie 18 besser und e i n f a c h e r im Schauen" gemacht. Ausser Jacobsens guter Beobachtungsgabe scheinen es ganz bestimmte Weltanschauungen des D i c h t e r s gewesen zu s e i n , d i e R i l k e b e e i n d r u c k t haben. Da i s t zum B e i s p i e l Jacobsens Haltung Gott gegenuber. S i e t r i t t uns unter anderem i n den lusserungen N i e l s Lyhnes, der Z e n t r a l f i g u r des 1880 erschienenen g l e i c h -namigen Romans, entgegen. Da h e i s s t es zum B e i s p i e l von N i e l s Lyhne, a l s er s i c h bemtiht, s e i n e r jungen Frau Gerda seine G o t t e s v o r s t e l l u n g nahe zu bringen: He e x p l a i n e d t o her t h a t a l l gods were the work of men and, l i k e e v e r y t h i n g e l s e made by men, c o u l d not endure e t e r n a l l y , but must pass away, ge n e r a t i o n a f t e r g e n e r a t i o n of gods—because humanity i s ever-l a s t i n g l y d e v e l oping and growing beyond i t s own i d e a l s . A\god on whom the n o b l e s t and g r e a t e s t of men c o u l d not l a v i s h the r i c h e s t g i f t s of t h e i r s p i r i t , a god t h a t d i d not take h i s l i g h t from men, but had to g i v e l i g h t by v i r t u e of h i s own b e i n g , a god t h a t was not developing but s t i f f e n e d i n the h i s t o r i c p l a s t e r of dogmas, was no longer a god, but an i d o l . 1 9 Jacobsen i s t s i c h aber bewusst, dass es Jahrhunderte dauern w i r d , b i s d i e s e G o t t e s v o r s t e l l u n g w i r k l i c h angenommen werden kann, da der Mensch s e i t Generationen von K i n d h e i t an mit e i n e r bestimmten G o t t e s v o r s t e l l u n g v e r t r a u t gemacht worden i s t und i n K r i s e n z e i t e n immer wieder zu d i e s e r K i n d h e i t s -erinnerung Z u f l u c h t nehmen w i r d . So sagt N i e l s Lyhne zum - 14 -B e i s p i e l kurz vor seinem Tode zu seinem Freund H j e r r i l d : Let us be honest! No matter what we c a l l o u r s e l v e s , we can never q u i t e get t h a t God out of heaven; our b r a i n has f a n c i e d him up there too o f t e n , the p i c t u r e has been rung i n t o i t and sung i n t o i t from the time we were l i t t l e c h i l d r e n . 2 0 Es waren a l s o verschiedene Geisteshaltungen Jacobsens, d i e R i l k e nahe standen. Es war Jacobsens Anschauung, dass Gott keine a b s o l u t e E x i s t e n z habe, sondern vom Menschen „geschaffen" werde; dass das G o t t e s b i l d der j e w e i l i g e n R e i f e s t u f e des Menschen entsprechen mtisse und daher s t a n d i g im Wechsel be-g r i f f e n s e i ; und dass das F e s t h a l t e n an e i n e r neuen Gottes-v o r s t e l l u n g sehr schwer s e i , da der Mensch s i c h s e l t e n ganz von r e l i g i o s e n T r a d i t i o n e n trennen kOnne. Auf R i l k e s Verwer-tung d i e s e r Gedanken w i r d b e i der Besprechung des e r s t e n und zweiten T e i l e s des „Stunden-Buches" hingewiesen werden. Jacobsens unorthodoxe Haltung dem Christentum gegenuber mag e i n w e i t e r e r Anziehungspunkt f t i r R i l k e gewesen s e i n . Jacobsen p r o t e s t i e r t e immer wieder gegen d i e phantasiebe-ladenen Dogmen, i n welchen d i e Menschen Z u f l u c h t vor der herben W i r k l i c h k e i t zu f i n d e n h o f f t e n . Er weigerte s i c h zum B e i s p i e l , d i e Theorie anzuerkennen, dass eine g u t i g e Vorsehung d i e Konsequenzen der menschlichen M i s s e t a t e n aus dem Weg raume, wenn Zeichen der Reue vorhanden s e i e n , oder dass der Mensch im J e n s e i t s das f i n d e n werde, was ihm im D i e s s e i t s v ersagt geblieben s e i . S t a t t dessen bemtlhte er s i c h , des Menschen Sinn auf den Reichtum und d i e SchOnheit des D i e s s e i t s zu r i c h t e n und d i e Idee des immanenten Gottes zu s t a r k e n . Diesem Gedanken gab Jacobsen i n dem Gesprach zwischen H j e r r i l d und N i e l s i n N i e l s Lyhne Ausdruck, a l s er s c h r i e b : - 15 -Think what i n t e n s i t y i t w i l l g i v e to l i f e , when every t h i n g must be concentrated w i t h i n i t and n o t h i n g l e f t f o r a h e r e a f t e r . The immense stream of l o v e t h a t i s now r i s i n g up to the God of men's f a i t h w i l l bend to e a r t h again and f l o w l o v i n g l y among a l l those b e a u t i f u l human v i r t u e s w i t h which we have endowed and embellished the godhead i n order to make i t worthy of our love.21 Das Hflchste, was e i n Mensch i n Jacobsens Augen e r r e i c h e n kann, i s t weder d i e E r r i c h t u n g eines neuen G o t t e s b i l d e s noch d i e Weiterfuhrung des "happy dream of a Heavenly F a t h e r , who guides and r u l e s " , sondern das Streben, das Einmalige i n s i c h s e l b s t zur grttsstmflglichen E n t f a l t u n g zu b r i n g e n . Dieses E i n m a l i g e , so glaubte Jacobsen, w i r d und wurde immer dann v e r w i r k l i c h t when the i n d i v i d u a l s t r o v e to b r i n g h i s l i f e i n t o harmony w i t h what seemed to him., -: i n h i s best moments, the h i g h e s t t h a t dwelt i n him, i n s t e a d of seeking i t o u t s i d e of h i m s e l f i n a c o n t r o l l i n g deity.22 Jacobsen war uberzeugt, dass wenn der Mensch d i e F r e i h e i t haben werde, e i n s e i n e r E i g e n a r t gemasses Leben zu leben, er auch einen s e i n e r E i g e n a r t gemassen Tod sterben werde. Daher konnte er seinen Helden N i e l s Lyhne i n dem Gesprach mit H j e r r i l d f r e u d i g ausrufen l a s s e n : Don't you see what n o b i l i t y i t w i l l g i v e men to l i v e t h e i r l i f e and d i e t h e i r death, without f e a r of h e l l or hope of heaven, but f e a r i n g themselves, hoping f o r themselves?23 Und i n der Tat, a l l e Charaktere Jacobsens leben i h r eigenes 24-Leben und sterben einen diesem Leben entsprechenden Tod. U l r i k C h r i s t i a n Gyldenloeve, der t a p f e r e K r i e g e r und g e f e i e r t e danische General zum B e i s p i e l bekampft i n seinem Sterben den P a s t o r Hans D i d r i c h s e n B a r t s k j a e r wie einen E r z f e i n d und l e i s t e t dessen Konvertierungsversuchen genau so h a r t n a c k i g e n Widerstand wie e i n s t den Schweden, oder s p a t e r — n a c h s e i n e r - 16 -Bekehrung durch einen anderen P a s t o r — d e m T e u f e l . Marie Gruhhe, deren Lehen v o l l e r S e l b s t a n d i g k e i t und E i g e n w i l l i g -k e i t gewesen war, s t i r b t ohne mit einem P a s t o r gebetet und ohne d i e Sakramente empfangen zu haben. Und von N i e l s Lyhne, der u n g e t r o s t e t durch einen Gott s t i r b t , da er n i c h t auf dem Ster b e b e t t einen Glauben annehmen kann, den seine nilchterne U r t e i l s k r a f t e i n s t zuriickgewiesen h a t , h e i s s t es: 25 And at l a s t he d i e d the d e a t h — t h e d i f f i c u l t death. Obwohl beide Ideen, d i e des „eigenen Lebens" und d i e des „eigenen Todes" i n Jacobsens Werk g l e i c h w e r t i g nebeneinander stehen, s c h e i n t d i e Idee des „eigenen Todes" einen weit s t a r k e r e n Eindruck auf R i l k e gemacht zu haben. Auf welche Weise R i l k e s i e verwertet hat, w i r d im d r i t t e n T e i l des „Stunden-Buches" zu zeigen s e i n . Obwohl Annahmen h i n s i c h t l i c h der E i n f l u s s e eines D i c h t e r s auf einen anderen schwer zu beweisen s i n d , s c h e i n t der E i n f l u s s Jacobsens auf R i l k e zu den o f f e n s i c h t l i c h e r e n zu gehflren. N i c h t nur R i l k e s eigene Xusserungen wie d i e schon erwahnten oder eine v i e l s p a t e r e , i n der er e r k l a r t , dass Jacobsen ihm „ein B e g l e i t e r im G e i s t und eine Gegenwart im Gemut" wurde, sprechen d a f u r , sondern auch ganz s c h l i c h t e Tatsachen. So weiss man zum B e i s p i e l , dass R i l k e d i e e r s t e N i e d e r s c h r i f t des d r i t t e n T e i l e s des „Stunden-Buches" auf d i e l e e r e n S e i t e n e i n e r Reklam-Ausgabe mit Jacobsen-Novellen s c h r i e b . Die Annahme, dass der Keim zu R i l k e s Idee vom „eigenen Tod" b e i Jacobsen 27 zu f i n d e n i s t , 1st a l s o sehr naheliegend. Auch geht man s i c h e r l i c h n i c h t f e h l i n der Annahme, dass R i l k e s undogmatische G l a u b i g k e i t durch Jacobsens Haltung den orthodoxen R e l i g i o n e n - 17 -gegeniiber b e e i n f l u s s t wurde. T r o t z der o f f e n s i c h t l i c h e n E i n f l u s s e Jacobsens auf R i l k e schuf R i l k e — w e n n auch noch n i c h t auf so ausgesprochene Weise im „Stunden-Buch", so doch i n seinem Spatwerk—etwas sehr Eigenstandiges aus diesen Anregungen. E i n D i c h t e r , dessen s e e l i s c h e und g e i s t i g e Verfassung R i l k e sehr nahe gestanden haben muss, i s t N i e t z s c h e . Obwohl s e i n Name i n R i l k e s B r i e f e n kaum erwahnt w i r d , l a s s e n gewisse Ideen des „Stunden-Buches" wenig Z w e i f e l an e i n e r B e e i n f l u s s u n g . Inwieweit N i e t z s c h e s Ideen durch Lou Andreas-Salome', N i e t z s c h e s ehemalige Freundin, an R i l k e herangetragen wurden, i s t schwer zu bestimmen. Wenn man aber bedenkt, dass R i l k e i n der f a s t 15 Jahre a l t e r e n Freundin n i c h t nur d i e G e l i e b t e sowie d i e langentbehrte M u t t e r g e s t a l t f a n d , sondern g l e i c h z e i t i g eine k u n s t l e r i s c h e B e r a t e r i n , dann i s t es nur schwer denkbar, dass i h r g e g e n s e i t i g e r Gedankenaustausch Nietzsche tibergangen haben s o l l t e . E. M. B u t l e r i s t o f f e n s i c h t l i c h tiberzeugt, dass N i e t z s c h e s E i n f l u s s auf R i l k e e i n entscheidender war, wenn s i e sagt: I t was under her [Lou Andreas-Salome's] aegis and Ni e t z s c h e ' s t h a t he conceived at the age of twenty-one those great l e a d i n g ideas which were the con-d i t i o n of e x i s t e n c e of Duino E l e g i e s . 2 8 E i n Gedanke N i e t z s c h e s , der n i c h t ohne E i n f l u s s auf R i l k e g e b l i e b e n s e i n kann, i s t dessen V e r h e r r l i c h u n g des a u s s e r o r d e n t l i c h e n Individuums. N i e t z s c h e war tiberzeugt, dass „das Z i e l der Menschheit i n i h r e n hflchsten Exemplaren" l i e g e 2 ' ' , und dass eine Erneuerung der Menschheit nur durch das V o r b i l d d i e s e r Wenigen, d i e nach neuen Wertmasstaben l e b t e n , - 18 -hervorgeruf en werden konne. So schuf er sich. Z a r a t h u s t r a , seinen „Ubermenschen", dessen e i n z i g e r Wertmasstab S e l b s t -vervollkommnung wurde. I n diesem ub ermenschen w o l l t e N i e t z s c h e d i e lebensbejahenden Ei g e n s c h a f t e n des Menschen: k o r p e r l i c h e S t a r k e , Mut, Liebe und Heroismus betont, und d i e c h r i s t l i c h e Lebenshaltung mit i h r e n Idealen wie M i t l e i d , Demut und Vergebung verkummert wissen. Er war uberzeugt, dass nur unter d i e s e n Umstanden e i n r e i c h e s , s c h f l p f e r i s c h e s Leben mtfglich s e i . Obwohl R i l k e s V e r h e r r l i c h u n g des K u n s t l e r s von anderer A r t a l s N i e t z s c h e s Apotheose des Ubermenschen i s t , s i n d doch beide Ideen aus demselben Verlangen geboren: eine g e i s t i g v e r f l a c h t e Z e i t mit neuen Glaubenswerten zu f u l l e n . Eine Haltung N i e t z s c h e s , d i e R i l k e o f f e n s i c h t l i c h b e e i n -f l u s s t haben muss, war dessen E e i n d s c h a f t dem orthodoxen Christenturn gegenuber. N i e t z s c h e stand der Idee, den Menschen auf e i n besseres J e n s e i t s zu v e r t r o s t e n , ablehnend gegenuber. S t a t t dessen w o l l t e er d i e g e i s t i g e n und k B r p e r l i c h e n K r a f t e des Menschen auf das D i e s s e i t s g e r i c h t e t sehen urn eine „Ver-g f l t t l i c h u n g des Lebens" h e r b e i z u f u h r e n . Wenn auch R i l k e s „h i e r i s t des S a g l i c h e n Z e i t , h i e r seine Heimat" e r s t i n der „Neunten E l e g i e " zu v o l l e m Ausdruck kommt, so t r i f f t man seine Abneigung gegen das orthodoxe Christentum i n a l i e n T e i l e n des „Stunden-Buches" an und erkennt Ansatze zu s e i n e r „Verherrlichung des Daseins" schon im d r i t t e n T e i l d i e s e s Werkes. R i l k e s B e d u r f n i s , s i c h mit der c h r i s t l i c h - o r t h o d o x e n G o t t e s v o r s t e l l u n g auseinanderzusetzen, wurde a l s o durch ge-wisse Geistesstromungen der Jahrhundertwende, sowie durch - 19 -seine eigene, w i d e r s p r u c h s v o l l e Erziehung hervorgerufen. Die A r t s e i n e r Auseinandersetzung wurde jedoch n i c h t nur durch d i e G o t t e s v o r s t e l l u n g s e i n e r K i n d h e i t , sondern zu weit s t a r -kerem Masse durch d i e Bekanntschaft mit dem Werke M a e t e r l i n c k s und Jacobsens, sowie durch bestimmte Ideen N i e t z s c h e s , b e e i n -f l u s s t . - 2 0 -FUSSNOTEN ZU KAPITEL I Darwins Abstammungslehre, Mendels Vererbungslehre, Li e b i g s Begrtindung der organischen Chemie und Humboldts Klimastudien, um nur einige zu nennen. 2 Der Kreis um Stefan George; die Jung-Wiener Gruppe mit Hofmannsthal, S c h n i t z l e r und Bahr. v Herbert und E l i s a b e t h Frenzel, Paten Deutscher Dichtung ( 2 . verbesserte und vermehrte Auflage; B e r l i n : Kiepenheuer & Witsch, 1959) , S. 338. ^ Hugo von Hofmannsthal, Per Tor und der Tod ( L e i p z i g : Insel-Verlag, 1 9 5 4 ) , S. 31 . ^ E. K. Bennett, Stefan George (Cambridge: Bowes &Bowes, 1 9 5 ^ ) , PP. 31-45. 6 Rainer Maria R i l k e , Ausgewahlte Werke ( 2 Bd.; L e i p z i g : Insel-Verlag, 1948), I I , S. 97-7 ' ' C a r l Sieber, Rene R i l k e , Die Jugend Rainer Maria R i l k e s ( L e i p z i g : Insel-Verlag, 1 9 3 2 ) , S. 49. 8 I b i d . , S. 57-9 Rainer Maria R i l k e , Gesammelte B r i e f e , hrsg. von Ruth Sieber R i l k e und C a r l Sieber~ T 6 Bd.,; L e i p z i g : Insel-Verlag, 1 9 3 6 - 1 9 4 0 ) , I I , S. 282. 1 0 R i l k e , Ausgewahlte Werke, I I , S. 271. 1 1 E. M. Butler, Rainer Maria Ril k e (Cambridge: University-Press, 1941), p. 42. 1 2 Maurice Maeterlinck, The Treasure of the Humble, trans, by A. Sutro (New York: Dodd, Mead & Co., 1 9 " 0 3 7 7 P» 187. 1 3 I b i d . , p. 2 0 3 . I b i d . , p. 204. 1 5 I b i d . , pp. 2 0 3 - 2 0 5 . 1 6 Rainer Maria R i l k e , B r i e f e an einen .jungen Dichter ( L e i p z i g : Insel-Verlag, 1 9 4 9 7 7 S. 16. 1 7 I b i d . , S. 1 5 . 1 8 I b i d . , S. 18. - 21 -^ Jens P e t e r Jacobsen, N i e l s Lyhne, t r a n s , from the Danish by H. Astrup Larsen (New York: Oxford U n i v e r s i t y P r e s s , 1919) , pp. 266-267. 2 0 I b i d . , p. 282. 2 1 I D i d . , p. 161. 2 2 J P i d . , P. 268. 2 5 I D i d . , p. 161. 2 ^ U l r i k C h r i s t i a n Gyldenloeve, Marie Grubbe, N i e l s Lyhne, Bdele Lyhne, Mrs. Boye, E r i k und Gerda. 2 ^ Jacobsen, N i e l s Lyhne, p. 284. 2 6 R i l k e , Gesammelte B r i e f e , V, S. 306. 2 7 B u t l e r , p. 167. 2 8 B u t l e r , p. 2 9 . 2 ^ P r i e d r i c h N i e t z s c h e , A l s o sprach Z a r a t h u s t r a ( L e i p z i g : A l f r e d Kroner V e r l a g , 1917) , S. X. - 2 2 -I I . Obwohl R i l k e s B e d u r f n i s , s e i n V e r n a l t n i s zu Gott zu k l a r e n , zum T e i l auf Geistesstrfimungen der Jahrhundertwende, zum T e i l auf p e r s o n l i c h e K i n d h e i t s e r l e b n i s s e zuruckzufuhren i s t , wurden doch noch d r e i ganz bestimmte E r l e b n i s s e f u r d i e besondere A r t s e i n e r Gottessuche im dStunden-Buch*' ausschlaggebend: das E r l e b n i s der r u s s i s c h e n Landschaft und des r u s s i s c h e n Menschen wahrend s e i n e r f a s t zweimonatigen Russland-Reise im F r u h j a h r 1 8 9 9 ; das E r l e b n i s der H e i m a t l o s i g k e i t und eines u n e r b i t t l i c h e n Existenzkampfes i n den darauffolgenden anderthalb Jahren; und s c h l i e s s l i c h das E r l e b n i s der Grosstadt P a r i s und des B i l d -hauers Rodin im Herbst des Jahres 1 9 0 2 . Da gedes d i e s e r E r l e b n i s s e n i c h t nur seinen N i e d e r s c h l a g i n einem T e i l des „Stunden-Buches" fand, sondern auch d i e Richtung von R i l k e s Gottessuche aufs s t a r k s t e b e e i n f l u s s t e , s o l l e n d i e Tatsachen eines jeden E r l e b n i s s e s sowie d i e Bedeutung, d i e f l i r R i l k e aus dem j e w e i l i g e n erwuchs, der naheren Besprechung eines jeden „Buches" v o r a n g e s t e l l t werden. Die ausseren Geschehnisse der Russland-Reise h a t t e n n i c h t s Ungewfihnlich.es an s i c h . R i l k e f u h r i n der B e g l e i t u n g s e i n e r Preundin Lou Andreas-Salome'' und deren Mannes, b l i e b ungefahr zwei Wochen i n Moskau, machte d i e Bekanntschaft T o l s t o i s i n Jas n a j a P o l j a n a und verbrachte d i e r e s t l i c h e n ft i n f Wochen i n S t . P e t e r s b u r g b i s er wieder, nach einem aber-maligen A u f e n t h a l t i n Moskau, seine Rtickreise a n t r a t . Ungewfihnlicher a l s d i e ausseren Geschehnisse waren jedoch d i e i n n e r e n E r l e b n i s s e der Russland-Reise. Da war zum B e i -s p i e l das E r l e b n i s der r u s s i s c h e n Landschaft. I n einem B r i e f aus P e t e r s b u r g l i e s t man daruber: - 23 -Man l e r n t a l l e Dimensionen urn. Man e r f a h r t Land i s t g r o s s , Wasser i s t etwas Grosses, und gross vor a l l e m i s t der HimmeftL. Was i c h b i s h e r sah war nur e i n B i l d von Land und F l u s s und Welt. H i e r aber i s t a l l e s s e l b s t . - M i r i s t a l s h a t t e i c h der SchGpfung zugesehen; wenig Worte f u r a l l e s S e i n , d i e Dinge i n den Massen G o t t -v a t e r s . x Der Eindruck, dass Russland „ein Land Gottes" s e i , erwuchs f u r R i l k e aber n i c h t . nur aus den ganz anderen Dimensionen d i e s e s Landes, sondern aus e i n e r gewissen, v e r h e i s s u n g s v o l l e n „Zu-k u n f t i g k e i t " , d i e s i c h ihm u b e r a l l o f f e n b a r t e . Dies drtickte R i l k e i n einem anderen B r i e f aus S t . P e tersburg aus. In diesem h e i s s t es: Man kann es schwer sagen, wie neu d i e s e s Land i s t , wie z u k i i n f t i g . A l s ob seine P a l a s t e und K i r c h e n e r s t s e i n wtirden - einmal ! 2 Auf d i e s e s „Werdende", „Zukunftige", das R i l k e an Russland betonte, w i r d b e i der Besprechung der G o t t e s v o r s t e l l u n g im „Buch von der P i l g e r s c h a f t " noch zuruckzukommen s e i n . Es war aber n i c h t nur d i e r u s s i s c h e Landschaft, d i e f u r R i l k e Ausdruck e i n e r besonderen Gottbezogenheit wurde, sondern g l e i c h z e i t i g der r u s s i s c h e Mensch. Diesen Menschen sah R i l k e a l s einen einsamen Menschen an, bescheiden, g e d u l d i g und demutig, a l s e i n Wesen, v o l l t,Ungewissheit und Hoffnung", v/o l l „Dunkelheit" und immer im Werden b e g r i f f e n . Gertrud Baumer hat v e r s u c h t , den Eindruck, den d i e s e r Mensch auf R i l k e gemacht haben muss, auf d i e folgende Weise zu e r k l a r e n : In diesem r u s s i s c h e n Menschen stand das Menschliche und das G o t t l i c h e g r o s s , ungebrochen und e i n f a l t i g nebeneinander, keine R e l a t i v i e r u n g s k u n s t h a t t e d i e grossen entscheidenden L i n i e n v e r w i s c h t . 3 Nach R i l k e stand tiber diesem Menschen, genau wie tiber der r u s s i s c h e n Landschaft, e i n „nie f e s t g e s t e l l t e r , ewig s i c h wandelnder Gott. "4" - 24 -Welche Bedeutung h a t t e d i e s e s E r l e b n i s r u s s i s c h e r G o t t -bezogenheit f u r R i l k e ? Auf Grund z a h l r e i c h e r S t e l l e n aus B r i e f e n an Freunde i s t man genei g t , das R u s s l a n d - E r l e b n i s R i l k e s an E i n d r u c k s s t a r k e dem I t a l i e n e r l e b n i s Gbethes g l e i c h -5 zusetzen. Eine Aussage wie d i e folgende: Es i s t e i n t a g l i c h e s seltsames Erleben unter diesem Volke v o l l E h r f u r c h t und Frommigkeit, und i c h f r e u e mich t i e f d i e s e r neuen Erfahrung,^ e r i n n e r t an Goethes beglttckende Ausrufe uber das i t a l i e n i s c h e Volk. Und eine Bemerkung wie d i e nachstehende: Eine f r e u n d l i c h e Ftigung hat mich zum nachsten Dinge g e f t i h r t , w e i t e r i n d i e T i e f e , i n d i e grossere E i n f a c h -h e i t und zu der schonen E i n f a l t hin,7 e r i n n e r t an Goethes Finden von E i n f a c h h e i t und E i n h e i t wahrend s e i n e r w i s s e n s c h a f t l i c h e n Studien i n der Umgebung von Neapel. T r o t z der i t h n l i c h k e i t der begluckenden Aussage, und t r o t z der Tatsache, dass f u r beide D i c h t e r d i e entsprechende Reise einen k u n s t l e r i s c h e n Neubeginn bedeutete, l i e g t e i n e n t s c h e i -dender U n t e r s c h i e d zwischen R i l k e s E r l e b n i s r u s s i s c h e r Frttmmigkeit und Goethes E r l e b n i s i t a l i e n i s c h e r S i n n l i c h k e i t . Wahrend Goethe i n der „Italienischen R e i s e " d i e i t a l i e n i s c h e Landschaft, das i t a l i e n i s c h e Volk und d i e i t a l i e n i s c h e Kunst mehr oder weniger so be s c h r i e b wie s i e waren, sah R i l k e den r u s s i s c h e n Menschen und d i e r u s s i s c h e Landschaft so wie er s i e sehen w o l l t e . E. M. B u t l e r , o f f e n s i c h t l i c h eine Kennerin Russlands, aussert s i c h sehr s k e p t i s c h liber "the r e a l i t y of h i s f R i l k e ' s J f e e l i n g s " h i n s i c h t l i c h der r u s s i s c h e n Frommig-k e i t , und 0. F. Bollnow s p r i c h t i n unzweideutigen Worten uber den N i e d e r s c h l a g von R i l k e s R u s s l a n d - E r l e b n i s , Das Stunden-Buch, wenn er sagt: - 25 -Neben der V e r s p i e l t h e i t schon i n der ausseren Form, d i e a l s solche schon b e i so we s e n t l i c h e n Fragen be-d e n k l i c h anmutet, i s t diese ganze F i k t i o n e i n e r m8n-chis c h e n Welt z u g l e i c h von e i n e r t i e f e n i n n e ren Unehr-l i c h k e i t u n t e r h 8 h l t . 9 Z w e i f e l l o s war R i l k e im Fruhjahr des Jahres 1 8 9 9 noch n i c h t r e i f genug, s i c h mit der r u s s i s c h e n oder i r g e n d e i n e r anderen W i r k l i c h k e i t auseinanderzusetzen. Seine v i e l e n lusserungen im Herbst des Jahres 1 9 0 0 uber seine „unreifen Augen" und seine i n n e r e P a s s i v i t a t s i n d e i n nur a l l z u s t a r k e r Beweis d a f u r , dass ihm s e l b s t d i e s e r Mangel zum Bewusstsein kam. 1^ Dennoch d a r f man n i c h t vergessen, dass s e l b s t wenn R i l k e den r u s s i s c h e n Menschen so sah wie er n i c h t war, dass s e l b s t wenn er Russland eine Gottnahe z u s c h r i e b , d i e diesem Lande n i c h t weniger oder mehr zu eigen war a l s jedem anderen, es dennoch d i e s e Russland-Reise war, d i e seinen r e l i g i S - s e n Gefiihlen zum Durchbruch v e r h a l f . S i c h e r l i c h h a t t e eine I n d i e n - oder China-Reise im F r u h j a h r des Jahres 1 8 9 9 dasselbe Ergebnis g e z e i t i g t , da R i l k e i n der s e e l i s c h e n Verfassung war, von einem E r l e b n i s , das ihm zu p e r s o n l i c h e r Aussage v e r h a l f , e r -g r i f f e n zu werden. Diese Annahme w i r d durch einen B r i e f an F r i e d a von Billow b e s t a t i g t , worin es h e i s s t : Im Grunde sucht man i n jedem Neuen (Land oder Mensch oder Ding) nur einen Ausdruck, der i r g e n d einem per-s S n l i c h e n Gestandnis zu grOsserer Macht und MUndigkeit v e r h i l f t . A l l e Dinge s i n d j a dazu da, damit s i e uns B i l d e r werden i n i r g e n d einem SinnfJ...] Und i c h f u h l e i n d i e s e n Tagen, dass mir r u s s i s c h e Dinge d i e Namen schenken werden f u r jene f u r c h t i g s t e n Frommigkeiten meines Wesens, d i e s i c h , s e i t der K i n d h e i t schon, danach sehnen, i n meine Kunst e i n z u t r e t e n . H Obwohl das E r l e b n i s der r u s s i s c h e n Fr5mmigkeit Anlass zum Schreiben des r,Stunden-Buches" gab und d i e aussere Form der Aussage b e s t i m m t e — e s i s t e i n r u s s i s c h e r MSnch, der mit - 26 -Gott Zwiesprache h a l t — k a n n d i e Tatsache, dass das E r l e b n i s zum T e i l e i n anempfundenes war und f u r R i l k e eine A r t Rettung vor den ungelSsten Pragen seines eigenen Lebens d a r s t e l l t e , n i c h t ubergangen werden. Auch der Gottessuche im e r s t e n T e i l des „Stunden-Buches" h a f t e t etwas von einem Ausweichen vor der W i r k l i c h k e i t an. Man hat den Eindruck, dass R i l k e s i c h mit e i n e r gewissen Ereude i n seine Gottessuche v e r l i e r t und mit a l i e n M i t t e l n v e r s u c h t , d i e s e zu r e c h t f e r t i g e n . Die Beweggrunde, d i e er a n f t i h r t , v e r -r a t e n a l l e r d i n g s eine e i g e n a r t i g e , innere G e s p a l t e n h e i t i n R i l k e . E i n e r s e i t s g l a u b t man, im e r s t e n T e i l des „Stunden-Buches" den Menschen R i l k e , f u r den d i e Gottessuche eine g e i -s t i g - s e e l i s c h e Sehnsucht i s t , hOren zu kfinnen. D i e s e r R i l k e g l a u b t , dass er i n Gott „seines Lebens v i e l e Widersinne" v e r -s6*hnen kfinne. Er gla u b t f e r n e r , dass mit dem Einzug Gottes das „Laute und Larmende" aus ihm verdrangt werden kflnne und dass dann, wenn Gott d i e „ruhige M i t t e " s e i n e r Gedanken geworden s e i , d i e Verbindung vom Z e i t l i c h e n zum Ewigen n i c h t mehr f e h l e . Die Suche nach Gott i s t a l s o f u r den Menschen R i l k e eine Not-wendigkeit um seinem Leben einen Sinn zu geben und d i e F t i l l e und V i e l f a l t der Erscheinungen i n i h r e r E i n h e i t zu b e g r e i f e n . Die Suche nach Gott i s t aber aus einem noch anderen Grund eine Notwendigkeit f u r i h n . Wenn R i l k e sagt: „Ich w i l l meine 1-5 frflmmsten Geftihle b e f r e i n " , so drtlckt er damit aus, dass er noch r e l i g i o s e Gefuhle wie E h r f u r c h t , Demut, Hingabe, Lieb e und M i t l e i d b e s i t z e und d i e s e entbinden w o l l e . Die Tatsache, dass R i l k e Gott zum Gegenstand d i e s e r Gefuhle macht, begrundet er mit der einfachen Darlegung: - 27 -Daraus, dass e i n e r d i c h einmal g e w o l l t h a t , weiss i c h , dass w i r d i c h wollen durfen.14 Er sagt a l s o , dass d i e Sehnsucht nach Gott genug s e i um d i e Suche nach Gott zu r e c h t f e r t i g e n . Ausser dem Menschen R i l k e s p r i c h t aber auch der Sohn P h i a R i l k e s i n diesem T e i l des „Stunden-Buches". Dies i s t e i n R i l k e , der s i c h — s o wie seine Mutter i n d i e R o l l e e i n e r verwitweten G r o s s h e r z o g i n — i n d i e M i s s i o n eines Gottesktlnders s t e i g e r n kann . D i e s e r R i l k e weiss, dass f u r M a e t e r l i n c k — den von ihm so bewunderten D i c h t e r — d i e Gottessuche das oberste Z i e l a l l e r menschlichen Bestrebungen, vor a l l e m derer der D i c h t e r , d a r s t e l l t e . Da diesem R i l k e n i c h t s anderes am Herzen l i e g t , a l s e i n gro s s e r D i c h t e r zu werden, s e t z t auch er s i c h d i e Gottessuche zum Z i e l , und zwar damit er Ihn „bekennen" und t,kunden" kOnne „wie k e i n e r vorher". Er i s t namlich uberzeugt, dass das von so v i e l e n versuchte G o t t e s b i l d e i n f a l s c h e s s e i , er aber e i n wahres an seine S t e l l e setzen k5nne. A n s t a t t Gott durch zu „laute Namen" zu „zerstreuen", wie v i e l e D i c h t e r es getan h a t t e n , mdchte er Gott „wiedersammeln" und i n d i e „Stille" zuruckftihren. A n s t a t t d i e Menschheit durch d i e V i e l s e i t i g k e i t der G o t t e s b i l d e r zu v e r w i r r e n , mflchte er zeigen, dass h i n t e r der V i e l f a l t der Erscheinungen e i n und der s e l b e Gott s t e h t . R i l k e s Sehnsucht, Gott zu kunden, ruht f e r n e r auf s e i n e r fiberzeugung, dass d i e Menschheit schon einmal ganz nahe daran war, Gott zu e r f a s s e n , dann aber i r r e g e f u h r t wurde und a l l i h r e K r a f t „dem strah l e n d e n Knaben" ( C h r i s t u s ) zuwandte, d i e s e r s i c h daher „vollenden" konnte, n i c h t aber Gott. - 28 -Einen l e t z t e n Grund f t i r d i e Berechtigung, Gott zu ktinden, l e i t e t R i l k e aus dem Glauben an seine besondere Sehergabe her. Er l e g t dar, dass e r , i n e i n e r V i s i o n , den MDom" ( G o t t ) , an dem d i e Menschheit s e i t Jahrtausenden baut ohne i h n v o l l e n d e n zu kflnnen, i n s e i n e r Ganzheit geschaut habe. Auch wenn es ihm, wie der tlbrigen Menschheit, n i c h t mflglich s e i n s o l l t e , d i e Kuppeln auf d i e Turme d i e s e s Domes zu setzen, so konne er doch wenigstens „im Traum" d i e l e t z t e n „Zierrate" b i l d e n und von d i e s e r V i s i o n Kunde geben. H i e r s p r i c h t o f f e n s i c h t l i c h e i n Mensch, f u r den d i e k u n s t l e r i s c h e M i s s i o n w i c h t i g e r i s t a l s d i e K l a rung u n g e l t i s t e r Fragen. R i l k e s Gottessuche wurde a l s o zum T e i l aus echten, zum T e i l aus anempfundenen Gefiihlen geboren, e n t w i c k e l t e s i c h daher t e i l w e i s e zu einem echten Fragen nach Go t t , t e i l w e i s e zu e i n e r gewollten k t i n s t l e r i s c h e n Beschaftigung mit Gott. So kommt es, dass der Leser des „Stunden-Buches" neben t i e f e n , i n t u i t i v e r f a s s t e n E i n s i c h t e n e i n bewusstes S p i e l mit Worten f i n d e t . Obwohl man 0. F. Bollnow beistimmen muss, dass d i e „Verspieltheit i n der ausseren Form", das Ausprobieren z a h l -r e i c h e r Metaphern, den Leser „bei so we s e n t l i c h e n Fragen b e d e n k l i c h anmutet", so hat man doch das G e f t l h l , dass s i c h h i n t e r d i e s e r Fassade e i n junger Mensch mit s e i n e r eigenen, e i g e n a r t i g e n c h r i s t l i c h - o r t h o d o x e n Erziehung und den aus v i e l e n anderen Quellen g e s p e i s t e n G o t t e s v o r s t e l l u n g e n auseinander-s e t z t . Dies w i r d o f f e n s i c h t l i c h , wenn R i l k e tiber d i e Schwie-r i g k e i t e n , Gott zu f i n d e n , s p r i c h t . Eine S c h w i e r i g k e i t s i e h t er d a r i n , dass das G o t t e s b i l d s e i n e r A n s i c h t nach n i c h t s Permanentes habe, sondern e i n - 2 9 -„schwankendes B i l d " s e i , das von gedem e i n z e l n e n Menschen i n jedem L e b e n s a l t e r neu e r f a s s t werden miisse. I n diesem Glauben an einen r e l a t i v e n im Gegensatz zu einem ahsoluten Gott, i s t R i l k e z w e i f e l l o s das Ki n d s e i n e r Z e i t , e i n e r Z e i t , i n der man so verschiedene p e r s o n l i c h e G o t t e s v o r s t e l l u n g e n wie Jacobsens e n t w i c k l u n g s g e s c h i c h t l i c h e Gottesauffassung, N i e t z s c h e s V e r h e r r l i c h u n g des „Ubermenschen" und Georges V e r g t i t t l i c h u n g der Maximin-Gestalt f i n d e t . Obwohl a l l e Versuche d i e s e r D i c h t e r , einen „neuen" Gott zu s c h a f f e n , aus demselben Dilemma entspringen: der Er k e n n t n i s namlich, dass der c h r i s t l i c h -orthodoxe Gott unzureichend, eine E x i s t e n z ohne Gott aber u n e r t r a g l i c h i s t , b e s c h r e i t e t j e d e r d i e s e r D i c h t e r verschiedene Bahnen. N i e t z s c h e und George v o l l z i e h e n einen d i r e k t e n Bruch mit dem Christentum und s c h a f f e n s i c h einen G o t t - E r s a t z . Jacobsen s t r e b t einen Kompromiss zwischen der c h r i s t l i c h -orthodoxen und s e i n e r p e r s t t n l i c h e n G o t t e s v o r s t e l l u n g an, und R i l k e bemiiht s i c h urn d i e Schaffung eines p e r s O n l i c h e n Gottes, i s t aber n i c h t f a h i g , s i c h vollkommen von den Gottes- und Glaubensvorstellungen s e i n e r K i n d h e i t zu 16" sen. Eine andere S c h w i e r i g k e i t Gott zu e r f a s s e n s i e h t R i l k e i n der E i n f a c h h e i t und Z e i t l o s i g k e i t des g f l t t l i c h e n Daseins, das a l l e B e g r i f f e i i b e r s t e i g t . Er g l a u b t , dass s e l b s t wenn Gott gefuhlsmassig e r f a s s t werden kflnne, e i n b e g r i f f l i c h e s , 15 w t f r t l i c h e s Aussagen unmtfglich s e i . ' Diese Haltung R i l k e s e r i n n e r t an d i e M y s t i k e r , welche auch glaubten, dass es n i c h t mflglich s e i , das u n m i t t e l b a r e Erleben Gottes b e g r i f f l i c h f e s t z u h a l t e n . Eine andere S c h w i e r i g k e i t Gott zu e r f a s s e n s i e h t R i l k e i n - 3 0 -der U n z u l a n g l i c h k e i t des Menschen. Da s i n d zum B e i s p i e l seine Sinne, d i e i h n s t a n d i g u b e r w a l t i g e n . Wenn die s e Sinne d i e feineren s e e l i s c h e n Schwingungen n i c h t fortwahrend uber-t f l n t e n , konnte er Gott denken und b e s i t z e n , wenn auch nur f u r Augenblicke. Auch des Menschen V e r g a n g l i c h k e i t s t e h t im Wege der Gottessuche. S e i n Leben i s t v i e l zu k u r z , f l u c h t i g 16 und h i n f a l l i g um e i n G o t t e s b i l d jemals v o l l e n d e n zu kflnnen. Ausserdem s i n d es d i e menschlichen L e b e n s v e r h a l t n i s s e , d i e den Weg zu Gott v e r s p e r r e n . Der Mensch i s t von so v i e l „Zufalligem" und „Ungefahrem" umgeben, dass es ihm schwer w i r d , zum Wesent-17 l i c h e n v o r z u s t o s s e n . ' Aus der Aufzahlung a l l d i e s e r menschlichen H i n f a l l i g k e i t e n geht h e r v o r , wie s t a r k R i l k e an o r t h o d o x - c h r i s t l i c h e Vor-s t e l l u n g e n gebunden i s t , vor a l l e m an d i e A n s i c h t , dass des Menschen Sinne dem G e i s t l i c h e n f e i n d l i c h gegenuberstiinden. R i l k e s Haltung dem orthodoxen Christentum gegeniiber i s t aber v o l l e r Ambivalenz. I d e n t i f i z i e r t e er s i c h durch Aussagen wie d i e gerade erwahnten unbewusst mit c h r i s t l i c h - o r t h o d o x e n G e i s t e s h a l t u n g e n , so hat man den Eindruck, dass er s i c h h a u f i g bewusst gegen s e l b i g e s Christentum wendet. So glaubt er zum B e i s p i e l , dass c h r i s t l i c h e T r a d i t i o n e n dem Menschen i n s e i n e r Gottessuche unuberwindliche S c h w i e r i g k e i t e n a u f e r -l e g t h a t t e n . Er i s t der Uberzeugung, dass das Christentum den Weg zu Gott und s e i n e r B o t s c h a f t durch d i e G e s t a l t C h r i s t i , c h r i s t l i c h e Glaubenslehren und c h r i s t l i c h e I n s t i t u t i o n e n v e r -s p e r r t habe. Gott sagte „leben l a u t und sterben l e i s e und 18 w i e d e r h o l t e immer wieder: S e i n " , n i c h t so jedoch d i e c h r i s t -l i c h e Lehre. Durch den Opfertod C h r i s t i wurde das Sterben - 31 -betont, n i c h t jedoch das Leben, und s t a t t der V e r h e r r l i c h u n g des Daseins begann d i e V e r h e r r l i c h u n g des J e n s e i t s . So kam es, dass d i e Stimmen, „die eben e r s t s i c h sammelten" urn Gott zu ktlnden, f o r t g e r i s s e n und n i c h t mehr gehcrt wurden. S e i t h e r jedoch i s t des Menschen Versuch Gott auszusagen g e s c h e i t e r t . Nur e i n T e i l Gottes w i r d e r f a s s t , n i e aber das Ganze. Und was s i e s e i t h e r stammelten, s i n d Stticke -, Q deines a l t e n Namens. Neben der c h r i s t l i c h e n Lehre, so glaubt R i l k e , s e i e n es d i e z a h l r e i c h e n G o t t e s b i l d e r und Gottessymbole, d i e den Weg zu Gott v e r s t e l l t h a t t e n . Er hat den Eindruck, dass, wenn der Mensch i n Augenblicken t i e f e r E r k e n n t n i s Gott zu schauen glaube, er b e i naherem H i n b l i c k e n entdecken miisse, dass das L i c h t der Er k e n n t n i s n i c h t G o t t , sondern nur den Rahmen eines Gottes-b i l d e s e r l e u c h t e t habe, der Mensch aber nach wie vor von . 20 Gott getrennt s e i . R i l k e s f e i n d l i c h e Haltung der C h r i s t u s - G e s t a l t , c h r i s t -l i c h e r Glaubenslehren und c h r i s t l i c h e r I n s t i t u t i o n e n gegen-uber, hat zu d i e s e r Z e i t noch n i c h t d i e Scharfe angenommen, 21 d i e man i n seinem'„Brief des jungen A r b e i t e r s " f i n d e t . Dennoch s i n d e i n i g e Grundhaltungen schon i n diesem T e i l des „Stunden-Buches" zu f i n d e n : d i e Anschauung, dass C h r i s t u s den 22 Weg zu Gott v e r s p e r r t habe, dass c h r i s t l i c h e Symbole Gott 23 „verbraucht" , und c h r i s t l i c h e I n s t i t u t i o n e n und Glaubenslehren 24 das H i e s i g e zu Gunsten des J e n s e i t s entwertet h a t t e n . Aus a l l d i e s e n Gedanken R i l k e s h i n s i c h t l i c h des orthodoxen C h r i s t e n -turns e r g i b t s i c h eine S c h l u s s f o l g e r u n g : R i l k e s „Weg zu Gott" w i r d n i c h t tiber das orthodoxe Christentum f u h r e n . - 32 -Schon i n diesem T e i l des „Stunden-Buches" deutet R i l k e das an, was er im zweiten T e i l naher a u s f t i h r t , namlich auf welche Weise er Gott ktinden mflchte. Er weiss, dass das B i l d G o ttes, das seine „Sinne" „erfinden" dem „einfachen S e i n " 25 Gottes n i c h t gerecht werden kann. Daher e n t s c h l i e s s t er s i c h , dem Rat s e i n e r i n n eren Stimme zu f o l g e n , d i e da sagt: „Gestalte d i e Dinge" . Das, was Gott e i n s t an d i e Menschheit gab, Baum, T i e r und Blume, w i l l er aussagen, um damit Gott m i t t e l b a r uber das „Ding" zu ktinden. So htfrt man denn R i l k e s B i t t e : Gib mir noch eine k l e i n e Weile Z e i t : i c h w i l l d i e Dinge so wie k e i n e r l i e b e n b i s s i e d i r a l l e wiirdig s i n d und w e i t . 27 Gott zu ktinde.n, Ihm gerecht zu werden, Ihn aber dennoch n i c h t einzuengen, das s i e h t R i l k e a l s seine Aufgabe an. Obwohl R i l k e sehr d e u t l i c h a u s s p r i c h t , dass eine Aussage tiber Gott nur auf dem Weg tiber das „Ding" mttglich i s t , a l s o nur m i t t e l b a r , versucht er dennoch, den G o t t e s b e g r i f f f t i r s i c h s e l b s t zu k l a r e n . So k r e i s e n denn seine Gedanken unauf-h f l r l i c h um d i e Prage: wer oder was i s t Gott? I n z a h l r e i c h e n inneren Zwiegesprachen g i b t er h i e r a u f Antwort. Was f t i r einen Namen R i l k e auch immer wahlt um Gott zu i d e n t i f i z i e r e n , eine Tatsache i s t o f f e n s i c h t l i c h : R i l k e s Gott i s t k e i n t r a n s z e n -denter, sondern e i n immanenter; er i s t k e ine G e s t a l t , sondern eine K r a f t ; er i s t n i c h t s Permanentes, sondern etwas, das s t a n d i g im Werden i s t . Er i s t zum B e i s p i e l d i e sc h f l p f e r i s c h e 28 29 30 K r a f t i n der Natur, im Menschen und im K t i n s t l e r . Er i s t 31 d i e lebenserhaltende K r a f t im Universunr und d i e g e i s t i g e 32 K r a f t i n a l l e m G e s t a l t e t e n . Er i s t d o r t gegenwartig wo der - 33 -33 Mensch s i c h l i e b e n d h i n g i b t r , oder wo er l e i d e n d e r t r a g t , und er i s t s c h l i e s s l i c h d o r t zugegen, wo das Leben mit seinem 34 Widersinn s i c h zum S i n n v o l l e n s c h l i e s s t . Obwohl es o f f e n s i c h t l i c h i s t , dass Gott f u r R i l k e eine p o s i t i v e , s c h d p f e r i s c h e K r a f t und keine f e s t umrissene G e s t a l t i s t , hat man den Eindruck, dass R i l k e s i c h noch n i c h t von der G o t t e s v o r s t e l l u n g s e i n e r K i n d h e i t und der r e l i g i S s e n Erziehung P h i a R i l k e s f r e i machen kann. Daher mag es kommen, dass R i l k e d i e s e g f l t t l i c h e K r a f t p e r s o n i f i z i e r t , wenn immer er ver^ucht ,, das V e r h a l t n i s zwischen Gott und dem Menschen durch an Gott g e r i c h t e t e Fragen zu k l a r e n . So redet er Gott zum B e i s p i e l mit „Du, Nachbar Gott" oder „Du Ingstlicher" an, s t e l l t Fragen an Ihn und b e s c h r e i b t Sein Kommen und Gehen wie das eines Menschen. Auch f u r d i e Beschreibung von Gottes' ausserer G e s t a l t wahlt R i l k e menschliche B e g r i f f e , und zwar d i e eines a l t e n Mannes. Gott hat zum B e i s p i e l e i n „schattiges G e s i c h t " , „wurzelhaftes Haar", eine „wolkige S t i r n " , „graue Brauen", einen „dunklen Mund", und einen „bebenden B a r t " . Auch d i e Gebarden Gottes s i n d menschliche. So sagt R i l k e zum B e i s p i e l von Ihm: „Du h a l t s t mich seltsam z a r t und h o r c h s t " , oder „ich seh i h n s i t z e n und sinnen". Obwohl d i e s e r p e r s o n i f i z i e r t e Gott v i e l e menschliche Eigenschaften b e s i t z t , d i e Ihn f a s s b a r machen, w i r d er durch den i n v i e l e n V a r i a n t e n wiederkehrenden B e g r i f f der Dunkelheit immer wieder i n den B e r e i c h mystischer U n f a s s l i c h k e i t ge-r u c k t . K e i n A t t r i b u t i s t im Zusammenhang mit Gott so v i e l benutzt wie das der Dunkelheit. Gott i s t „dunkel und wie 36 37 e i n Gewebe von hundert Wurzeln"^ , er i s t „dunkles S e i n " ^ ' , - 34 -38 der „dunkle Unbewusste" oder w i r d a l s „dunkles Netz, d a r i n 39 s i c h f l u c h t e n d d i e Gefuhle fangen" beschrieben. Wenn R i l k e sagt: „So b l i e b das Dunkel d i r ([Gott] a l l e i n " ^ , betont e r , dass d i e Eig e n s c h a f t des Dunkelseins eine s p e z i f i s c h g t t t t l i c h e i s t . Wie s t e h t nun der Mensch zu diesem dunklen Gotte? Da R i l k e den Menschen a l s eine SchOpfung Gottes b e t r a c h t e t , kann 41 er sagen: „Du Du n k e l h e i t , aus der i c h stamme" . Wahrend Gott aber immer dunkel i s t , kennt der Mensch nur vorilbergehende Dunkelheit. In di e s e n Augenblicken, i n denen der Mensch von Gott e r g r i f f e n i s t , und „dunkel" w i r d , v e r l i e r t er aber auch g l e i c h z e i t i g seine i n d i v i d u e l l e I d e n t i t a t . J e t z t hast Du mich und w e i s s t n i c h t wen, denn deine b r e i t e n Sinne sehn nur, dass i c h dunkel ward. ^ Schon b e i der Behauptung R i l k e s , dass es unm8glich s e i , d i e Gotteserfahrung i n B e g r i f f e zu f a s s e n , war auf R i l k e s Verwandtschaft mit den M y s t i k e r n hingewiesen worden. Auch h i e r kommt wieder eine mystische G e i s t e s h a l t u n g zum Ausdruck: d i e Sehnsucht nach der „unio m y s t i c a " , der i n n i g e n V e r e i n i -gung mit der G o t t h e i t . Neben der Dunkelheit i s t S t i l l e das A t t r i b u t Gottes. 43 Gott i s t „der L e i s e s t e von a l i e n " , und er i s t „wie e i n 44 Gewebe von hundert Wurzeln, welche schweigsam t r i n k e n " Wenn immer Gott zugegen i s t , i s t es s t i l l . Im Gegensatz zu der Dunkelheit Gottes s t e h t d i e Gott f e i n d l i c h e H e l l i g k e i t . Wahrend d i e Dunkelheit erweiternd 45 w i r k t , w i r k t Lichtbegrenzend , wahrend Dunkelheit mit der Ewi g k e i t v e r b i n d e t , z i e h t L i c h t seine Gegenstande i n s E n d l i c h e . - 35 -46 Obwohl R i l k e mit seinem L i c h t s y m b o l n i c h t konsequent i s t , s c h e i n t er doch L i c h t im allgemeinen mit Negativem und Gott-Entgegengesetztem zu verbinden. L u z i f e r zum B e i s p i e l i s t 47 „der F u r s t im Land des L i c h t s " . G l e i c h z e i t i g i s t er „der h e l l e Gott der Z e i t " . Die Z e i t i s t aber „das h e l l e Gewand 48 das Gott verworfen hat". Wahrend a l s o Dunkelheit mit S t i l l e verbunden i s t , w i r d L i c h t mit Larm i n Zusammenhang gebracht. D i e s e r dunkle Gott, der n i c h t b e g r i f f e n , sondern nur e r f u h l t werden kann, dem der Mensch s i c h n i c h t durch Larm, sondern nur durch Schweigen nahert, e r i n n e r t an den Gott der M y s t i k e r . In Angelus S i l e s i u s 1 „Cherubinischem Wandersmann" f i n d e t man d i e s e l b e Grundhaltung. Gott i s t so uber a l l s , dass man n i c h t s sprechen kann, Drum b e t e s t du i h n auch mit Schweigen besser an.4-9 oder Schweig, A l l e r l i e b s t e r , schweig; kannst du nur g a n z l i c h schweigen. So w i r d d i r Gott mehr Guts, a l s du begehrst, e r z e i g e n . 5 0 Wenn immer R i l k e Zwiesprache mit seinem Gott h a l t , s c h e i n t d i e V o r s t e l l u n g des immanenten Gottes verschwunden und d i e eines p e r s o n i f i z i e r t e n erstanden zu s e i n . R i l k e s V e r h a l t n i s zu diesem Gott i s t a l l e r d i n g s v o l l e r Ambivalenz. Es s c h e i n t a l s kampften zwei verschiedene s e e l i s c h e Haltungen i n ihm, d i e des o r t h o d o x - c h r i s t l i c h e n Glaubigen und d i e des D i s s e n t e r s . Der traditionsgebundene R i l k e hat diesem G o t t v a t e r gegenuber d i e Gefiihle eines u n s i c h e r e n , gehorsamen, e h r f t i r c h -t i g e n Kindes. Er mochte mit dem J l l t e r e n , Weiseren, of f e n und v e r t r a u l i c h sprechen, w i r d dann aber wieder u n s i c h e r ob s e i n e s 51 Wunsches und sagt: „Ist das vermessen, mein Gott, v e r g i b . " - 36 -Zu Z e i t e n hat man aber den Eindruck, dass d i e s e r G o t t v a t e r n i c h t wohlwollend, sondern g l e i c h g t i l t i g i s t . So nur kann man d i e enttauschten Worte des MOnches verstehen: „Wenn i c h d i c h male, Gott, du merkst es kaum." lusserungen tiber d i e G o t t v e r l a s s e n h e i t des Menschen, d i e N i c h t i g k e i t menschlicher Bemtihungen und den Abstand zwischen Gott und Mensch durchziehen den ganzen e r s t e n T e i l des „Stunden-Buches". So h 5 r t man den Mflnch zum B e i s p i e l sagen: Du b i s t so gr o s s , dass i c h schon n i c h t mehr b i n , wenn i c h mich nur i n deine Nahe s t e l l e . 5 3 Immer wieder schwingt das Geftihl g r o s s e r Einsamkeit und Ver-l a s s e n h e i t des Menschen mit. A n d r e r s e i t s f i n d e t man z a h l r e i c h e Aussagen, d i e der s e e l i s c h e n Haltung des D i s s e n t e r s , des R e b e l l e n und Neuerers zu eigen s i n d . D i e s e r Neuerer R i l k e wagt zu denken und aus-zusprechen, dass n i c h t der Mensch von Gott, sondern umgekehrt, Gott vom Menschen abhangig s e i . In dem bekannten Gedicht des „Stunden-Buches" „Was w i r s t du tu n , Gott, wenn i c h s t e r b e ? " drtickt R i l k e aus, dass es nur d i e e h r f t i r c h t i g e n Gedanken und Gebete des Menschen s e i e n , d i e der E x i s t e n z Gottes einen Sinn gaben. Wenn d i e s e Gedanken auch n i c h t neu s i n d , sondern an Angelus S i l e s i u s ' „Cherubinischen Wandersmann", Goethes „Prometheus"^^ oder d i e Worte des sterbenden Heine e r i n n e r n ^ , so u n t e r s c h e i d e n s i e s i c h doch grundlegend von d i e s e n . S i e s i n d weder mit der S e l b s t v e r s t a n d l i c h k e i t des „Wandersmannes" gesagt, noch i n dem herabsetzenden Ton des Prometheus, noch i n dem f r i v o l - z y n i s c h e n eines Heine, sondern i n dem a n g s t l i c h -besorgten: „Was w i r s t du tun, Gott? I c h b i n bange" 7 eines - 37 -R i l k e . H i e r s p r i c h t e i n Mensch, den der Gedanke, dass d i e Sinngehung e i n e r G o t t e s e x i s t e n z nur vom Menschen abhangig s e i n konnte, aufs t i e f s t e beunruhigt. Obwohl d i e s e r Neuerer R i l k e Gott a l s vom Menschen ab-hangig a n s i e h t , a u s s e r t er Ihm gegenuber keine Gefuhle des Hochmuts, sondern Gefuhle des- M i t l e i d s . I n dem V e r g l e i c h Gottes mit dem jungen, aus dem Nest g e f a l l e n e n V o g e l , kenn-zeichnet R i l k e d i e sen neuen Gott: er i s t h e i m a t l o s , unge-59 s c h t i t z t , h i l f l o s und a n g s t l i c h . y Dies i s t der Gott, dem R i l k e t r t i s t e n d z u r u f t : „Ich b i n , du X n g s t l i c h e r . " ^ D i e s e r von R i l k e geschaffene Gott i s t z w e i f e l l o s mit e i n e r hervorstechenden E i g e n s c h a f t s e i n e s Schopfers R i l k e , der Angst namlich, versehen worden.^ Man s o l i t e annehmen, dass, wenn R i l k e von s e i n e r Angst h a t t e b e f r e i t werden konnen, auch das Herz seines Gottes n i c h t mehr „aus Angst" „klopfen" wttrde. Wenn man jedoch das l e t z t e K a p i t e l i n F r a n c o i s Mauriacs The Son of Man l i e s t , hat man den Eindruck, dass Mauriac R i l k e zu den D i c h t e r n zahlen wtirde, "who c h e r i s h i n t h e i r anguish the 62 v e r y source of t h e i r i n s p i r a t i o n " . Ihre Suche nach e i n e r „ruhigen M i t t e " muss nach Mauriac u n e r f t i l l t " b l e i b e n , da Gottes Gabe F r i e d e n i s t , es aber gerade d i e s e r F r i e d e i s t , den s i e n i c h t w o l l e n . Whitcomb Hess, e i n anderer k a t h o l i s e h e r Author, i s t tiberzeugt, dass Das Stunden-Buch keine Suche nach Gott, sondern eine F l u c h t vor Gott ausdrticke, da R i l k e s i c h immer w e l t e r von 63 seinem grossen, k a t h o l i s c h e n Erbe fortbewege. Z w e i f e l l o s e n t f e r n t R i l k e s i c h i n s e i n e r Gottessuche immer mehr von der o r t h o d o x - c h r i s t l i c h e n G o t t e s v o r s t e l l u n g , - 38 -und o f f e n s i c h t l i c h i s t er n i c h t b e r e i t , seine „Angst" f u r den F r i e d e n orthodoxer G l a u b i g k e i t einzutauschen. Dennoch i s t s e i n „angstlicher Gott" mehr a l s eine b l o s s e k u n s t l e r i s c h e Schflpfung und mehr a l s eine einfache „Flucht vor Gott"; er i s t eine Ubergangsstufe i n R i l k e s Suche nach Wahrheit. Obwohl diesem Gott d i e A t t r i b u t e des c h r i s t l i c h - o r t h o d o x e n Gottes f e h l e n , Allmacht und Gtite, s i e h t R i l k e Ihn dennoch a l s den Schtfpfer der Welt und des Menschen an. Aus den Grunden, d i e R i l k e f t i r d i ese Schflpfung a n g i b t , geht a l l e r d i n g s seine eigenstandige G o t t e s v o r s t e l l u n g hervor. Er behauptet namlich, dass d i e s e r Gott d i e Welt und den Menschen n i c h t aus L i e b e , sondern aus Angst geschaffen habe, w e i l Ihm „das N i c h t s wie eine Wunde" war und weh t a t . Seitdem d i e Menschen aber „lin-dernd auf dem N i c h t s " l i e g e n und „alle R i s s e " verbergen, i s t 64 Ihm s e i n S e i n e r t r a g b a r . Ftir d i e s e n Gott i s t der Mensch k e i n unbedeutendes N i c h t s , sondern eine N o t w e n d i g k e i t — a l s Sinngeber Seines S e i n s , a l s Q u e l l S e i n e r Freude, und a l s Ktinder Seines Daseins. Dieser Gott l e b t a l s o i n g r 5 s s t e r Abhangigkeit vom Menschen. Er weiss, dass wenn er den Menschen v e r l i e r t , er damit den Gegenstand Se i n e r Kontemplation e i n -b t i s s t . Daher, so sagt der Mttnch, f r e u t Gott s i c h „,jedes G e s i c h t s , das d i e n t und d t i r s t e t " und a l l e r d e r e r , d i e Ihn 59 „wie e i n Gerat gebrauchen"^ . Darum i s t Er beunruhigt, wenn s i c h der Mensch vor Ihm v e r s c h l i e s s t , und darum b i t t e t Gott den Menschen: Lass d i c h von mir n i c h t trennen [.. .J Gib mir d i e Hand 65 oder f l e h t - 3 9 -Geh b i s an de i n e r Sehnsucht Rand, g i b mir Gewand.66 Der Gott des Neuerers R i l k e i s t genau so u n s i c h e r und „unbehaust" wie der Mensch s e l b s t . Wenn R i l k e sagt: I c h f t i h l e d e i n Herz und meines k l o p f e n und beide aus Angst,67 betont er d i e Verbundenheit zwischen Mensch und Gott, d i e aus derselben Daseinsnot e n t s p r i n g t . Und wenn er d i e Worte a u s s p r i c h t : Und wer b i n i c h und wer b i s t du wenn w i r uns n i c h t verstehen?"° weist er auf d i e g e g e n s e i t i g e Abhangigkeit zwischen Mensch und Gott h i n . Die Untersuchung des e r s t e n T e i l e s des „Stunden-Buches" hat g e z e i g t , dass R i l k e s Gottessuche sowohl aus echten, a l s auch aus anempfundenen Geftlhlen geboren wurde, a l s o nur zum T e i l aus i n n e r e r Notwendigkeit entstand. S i e hat f e r n e r ergeben, dass obwohl das E r l e b n i s r u s s i s c h e r Erflmmigkeit d i e r e l i g i t f s e n Geftlhle des D i c h t e r s a u s l S s t e , d i e Bahnen, d i e er i n s e i n e r Gottessuche b e s c h r i t t , wenig mit Russland zu tun hat t e n . Diese wurden vielmehr durch R i l k e s c h r i s t l i c h - o r t h o -doxe Erziehung, d i e aus verschiedenen Quellen g e s p e i s t e n G o t t e s v o r s t e l l u n g e n seines J u n g l i n g s a l t e r s sowie seine eigenen Sehnslichte, Hoffnungen und Z w e i f e l bestimmt. Die Untersuchung hat f e r n e r aufgewiesen, d a s s — d a o f f e n s i c h t l i c h zwei v e r s c h i e -dene s e e l i s c h e Haltungen i n R i l k e miteinander kampften—der Gott des e r s t e n T e i l e s des „Stunden-Buches" v o l l e r Ambivalenz i s t . D i e s e r Gott i s t e i n immanenter Gott, b e s i t z t aber v i e l e A t t r i b u t e des transzendenten Gottes; er i s t e i n unpersttnlicher Gott, hat i n v i e l e r H i n s i c h t aber d i e Merkmale eines persOn-- 40 -l i c h e n Gottes. Er bedarf der M i t t l e r g e s t a l t eines C h r i s t u s n i c h t , sehnt s i c h aber dennoch nach einem M i t t l e r , dem Ktinst-l e r . Er i s t e i n G o t t , welcher der P r a c h t , dem L i c h t und dem Larm f e i n d l i c h i s t und mystische Dunkelheit und S t i l l e l i e b t ; und er i s t s c h l i e s s l i c h e i n Gott, welcher u n e r r e i c h b a r w e i t tiber dem Menschen s t e h t , g l e i c h z e i t i g aber denselben Unsicher-h e i t e n und Jlngsten wie d i e s e r ausgesetzt i s t . - 41 -FUSSNOTEN ZU KAPITEL I I 1 R a i n e r Maria R i l k e , B r i e f e una Tagebtlcher aus der F r u h z e i t , 1 8 9 9 - 1 9 0 2 ( L e i p z i g : I n s e l - V e r l a g , 1 9 3 3 7 7 S. 266. 2 I b i d . , S. 1 2 . 3 Gertrud Baumer, „Ich k r e i s e urn Gott', der Beter Rainer Maria R i l k e ( B e r l i n : F. A. Herbig V e r l a g s b h d l g . , 1 9 3 5 ) , S. 1 ? . R i l k e , B r i e f e und Tagebtlcher aus der F r u h z e i t , S. 419. 5 I b i d . , S. 1 2 , 14, 16, 1 7 , 1 1 0 , 266, 268, 342. 6 I b i d . , S. 14. 7 I b i d . , S. 16. 8 B u t l e r , p. 5 0 . ^ 0. F. Bollnow, R i l k e ( 2 . erw. Auflage; S t u t t g a r t : W. Kohlhammer V e r l a g , 1 9 5 6 7 , S. 3 2 . 1 0 R i l k e , B r i e f e und Tagebtlcher aus der F r u h z e i t , S. 268 und 342. 1 1 I b i d . , S. 1 6 - 1 7 . 1 2 R a i n e r Maria R i l k e , Das Stunden-Buch, ( L e i p z i g : I n s e l -V e r l a g , 1 9 2 2 ) , S. 1 5 . 1 5 I b i d * , S. 1 2 . 1 4 I b i d . , S. 1 5 . 1 5 I b i d . , S. 44. 1 6 I b i d . , S. 14. 1 7 I b i d . , S. 9. 1 8 I b i d . , S. 1 0 . 1 9 I b i d . , S. 1 1 . 2 0 Diese Sehnsucht, ohne einen M i t t l e r eine d i r e k t e Ver-bindung zu Gott h e r z u s t e l l e n , v e r b i n d e t R i l k e mit den M y s t i k e r n a l l e r Z e i t e n . 21 Rainer Maria R i l k e , Ausgewahlte Werke, h r s g . vom R i l k e -A r c h i v i n Weimar ( L e i p z i g : I n s e l - V e r l a g , 1948), I I , S. 3 0 5-308. 2 2 R i l k e , Stunden-Buch, S. 24. _ 42 -23 Ibid., S. 16. 24 Ibid., S. 38. 25 Ibid., S. 44. 26 -r, . ., Ibid., S. 48. 27 Ibid., S. 44. 28 T . Ibid., S. 12. 29 IbM. , S. 45. I^id-, S. 39, S. 8. 31 Ibid., S. 14. 32 Ibid., s. 18. 33 Ibid., S. 18. 34 Ibid., S. 26. 35 Ibid., S. 48. 3 6 Ibid., S. .-8. 37 -r. Ibid., S. 41. 38 , S. 27. 39 Ibid., S. 20. Ibid., S. 45. ^I T V . Ibid., S. 11. 42 Ihld., S. 31. 43 Ibid., S. 32. 44 Ibid., S. 8. 45 Ibid., S. 11. 46 Ibid., S. 9. 47   36. 8 Ibid., s. . samtlichejtferke, hrsg. und eingel. T T — COT> Verlag, 1949), von n. -I I I , S. 35 48 I b i d . , S. 36. u r i d  A n S H e l d (3 Bd., HUncnen: C a r l n ^1 Z7, - 4 3 -5 0 I ^ i d . , S. 4-3. 5 1 R i l k e , Stunden-Buch, S. 1 2 . 5 2 I b i d . , S. 1 5 -5 5 I b i d . , S. 2 1 . 5 4 I b i d . , S. 26. 55 ,,Ich w e i s s , dass olme mich Gott n i c h t e i n Nu kann l e b e n , / Werd i c h z u n i c h t , er muss von Not den G e i s t aufgeben." 56 „Ihr nahret kummerlich/von-Opfersteuern/und Gebetshauch/ Eure Majestat/Und d a r b t e t , waren/Nicht Kinder und B e t t l e r / H o f f n u n g s v o l l e Tore." 57 „God w i l l f o r g i v e me - t h a t ' s H i s b u s i n e s s . " Lewis Browne, That Man Heine (New York: The MacMill a n Co., 1 9 2 7 ) , p. 403. 5 8 R i l k e , Stunden-Buch, S. 2 7 . 5 9 I b i d . , S. 18. 6 0 I b i d . , S. 16. John C. Blankenagel, "Rainer Maria R i l k e ' s S t r i v i n g f o r Inner Harmony", The Germanic Review, XI (1936), p. 1 1 1 - 1 1 2 . F r a n c o i s Mauriac, The Son of Man, t r a n s , by Bernard Murchland (London: Burns & Oates, 1 9 6 0 J , p. 1 2 5 . 6 ^ M. Whitcomb Hess, "Rainer M a r i a R i l k e ' s F l i g h t from God", C a t h o l i c World, CLXXV ( 1 9 5 2 ) , p. 278. 64 R i l k e , Stunden 65 I b i d . , S. 43. 66 I b i d . , S. 18. 67 I b i d . , S. 18. 68 I b i d . , S. 37. _ 44 -I I I . Obwohl zwischen dem e r s t e n und zweiten T e i l des „Stunden-Buches" eine Zeitspanne von zwei Jahren l i e g t , vom Herbst 1899 b i s zum Herbst 1901, hat s i c h weder das Grundthema—die Suche nach G o t t — g e a n d e r t , noch d i e Form—der mit Gott Zwiesprache haltende Mflnch. Es l i e g t R i l k e sogar sehr am Herzen, dass „Das Buch von der P i l g e r s c h a f t " im Sinne des e r s t e n gelesen w i r d . Z e i l e n wie d i e folgenden: Ich b i n derselbe noch, der k n i e t e vor d i r im mOnchischen Gewandl oder , I c h b i n derselbe noch, der bange ^ d i c h manchmal f r a g t e , wer du s e i s t s i n d Zeugen d i e s e s Wunsches. Dennoch w i r f t d i e Tatsache, dass R i l k e i h n so betont, gewisse Z w e i f e l auf, und mit Recht, denn es i s t n i c h t mehr derselbe Mttnch, d e r s e l b e R i l k e , der d i e Gottessuche wiederaufnimmt. Es i s t e i n R i l k e , der zwei unruhige Wanderjahre durchgemacht hat. E i n k u r z e r B l i c k auf d i e zwischen dem e r s t e n und zweiten T e i l des „Stunden-Buches" l i e g e n d e n E r e i g n i s s e i n R i l k e s Leben werden d i e s b e s t a t i g e n . Vom Mai b i s zum August des Jahres 1900 f i n d e t man i h n , zusammen mit Lou Andreas-Salome' auf e i n e r erneuten R u s s l a n d r e i s e ; im Herbst desselben Jahres i n der Gemeinschaft von Malern, B i l d -hauern und D i c h t e r n i n der K u n s t l e r k o l o n i e Worpswede b e i Bremen;^ im Winter desselben Jahres i n s e i n e r eigenen Wohnung i n Schmargendorf b e i B e r l i n , um d o r t Ruhe und Musse zur A r b e i t zu f i n d e n ; im Frt l h j a h r 1901 wieder i n Worpswede, um s i c h mit der B i l d h a u e r i n C l a r a Westhoff zu v e r h e i r a t e n ; und im Sommer desselben Jahres i n . Westerwede b e i Worpswede, um i n einem k l e i n e n Bauernhaus zusammen mit C l a r a e i n Heim zu grunden. - 45 -V e r s c h i e d e n a r t i g wie diese E r l e b n i s s e waren, so h o f f t e R i l k e doch i n a l i e n e i n und dasselbe zu l i n d e n : Heimat, innere und aussere Geborgenheit. Es s c h e i n t aber, dass er d i e s weder i n Russland, noch i n Worpswede, weder i n s e i n e r Schmargendorfer D i c h t e r s t u b e , noch i n seinem Westerweder Bauernhaus oder i n s e i n e r Ehe mit C l a r a f i n d e n konnte. Obwohl man i n einem B r i e f an P a u l a Becker das folgende tiber d i e zweite R u s s l a n d r e i s e l i e s t : M i r i s t j a doch Russland das geworden, was Ihnen Ihre Landschaft bedeutet: Heimat und Himmel^ so i s t der Leser von d i e s e r Behauptung n i c h t tiberzeugt. Einen Monat vor diesem B r i e f h a t t e R i l k e namlich noch i n s e i n Tagebuch geschrieben: H i e r [Westerwede] kann i c h wieder mitgehen, werden, e i n s i c h Verwandelnder s e i n . Auf der grossen Reise war das eine grosse B a n g i g k e i t , dass man das F e s t e , das Stehende, Unbewegliche s e i n musste dem v i e l e n F l i e h e n d e n , dem immer Unerwarteten gegentiber.5 Es s c h e i n t , a l s wurde R i l k e s i c h immer e r s t r i i c k b l i c k e n d bewusst, dass e i n E r l e b n i s n i c h t das war, wozu er es i n s e i n e r Phantasie erhoben h a t t e . Das zweite R u s s l a n d e r l e b n i s war a l s o n i c h t nur „Heimat und Himmel", sondern g l e i c h z e i t i g „grosse B a n g i g k e i t " . Auch e i n B r i e f vom Oktober des Jahres 1 9 0 0 o f f e n b a r t , dass Russland seine Sehnsucht nach Geborgen-h e i t n i c h t w i r k l i c h g e s t i l l t h a t t e , denn er s c h r e i b t h i e r i n an C l a r a : Eure Heimat war mir, vom e r s t e n Augenblick, mehr a l s nur eine gtitige Fremde. War eben Heimat, d i e ERSTE HEIMAT IN DER ICH MENSCHEN LEBEN SAH (sonst leben a l l e i n der Fremde, a l l e Heimaten stehen l e e r , ... ) Das e r g r i f f mich so.6 Dennoch v e r l i e s s R i l k e Worpswede im Winter desselben Jahres um s i c h i n Schmargendorf n i e d e r z u l a s s e n . Seine Heimatgeftihle - 46 -f u r Worpswede kflnnen a l s o auch n i c h t ganz echte gewesen s e i n . Aber auch Schmargendorf konnte seine i n n e r e und aussere Ungeborgenheit o f f e n b a r n i c h t s t i l l e n . Auch d i e s geht wieder aus e i n e r r i i c k b l i c k e n d e n Betrachtung hervor. I n einem B r i e f an Gustav P a u l i vom Januar 1 9 0 2 s c h r e i b t er: Meine mit dem z e i t l i c h e n Leben so wenig zusammen-hangende Welt war i n der Junggesellenstube a l i e n Winden preisgegeben, unumschiitzt, und be d u r f t e zu i h r e r Entwicklung des s t i l l e n , eigenen Hauses unter den weiten Himmeln der Einsamkeit.7 Aber auch „das s t i l l e , eigene Haus" wurde f t l r R i l k e n i c h t der Schutz, den er s i c h e r h o f f t h a t t e . S e i n auf das Wester-weder Jahr (1901) z u r u c k b l i c k e n d e r B r i e f , geschrieben an C a r l Mflnckeberg, drtlckt Angst und V e r z w e i f l u n g aus. Und so hab i c h e i n v e r l o r e n e s Jahr h i n t e r mir ... und d i e Zukunft s t e i g t wie Hochwasser urn mich her und droht uns zu e r t r a n k e n . " Sein B r i e f an P o l de Mont, urn d i e s e l b e Z e i t geschrieben, s c h e i n t den T i e f s t a n d s e i n e r inneren Verfassung w i d e r z u s p i e g e l n . I n diesem h e i s s t es: Ic h habe mich h i e r h i n und d o r t h i n gewandt: aber man braucht andere, weniger Einsame und l a s s t mich i n dem Gefangnis meiner Angst am v e r g i t t e r t e n Penster stehen und warten.9 Aus a l i e n diesen B r i e f e n und Tagebucheintragungen geht hervor, dass R i l k e schon zu d i e s e r Z e i t d i e Ungeborgenheit der menschlichen E x i s t e n z — s i e f i n d e t spater Ausdruck i n den „Aufzeichnungen des Malte L a u r i d s Brigge" und b i l d e t den Ausgangspunkt der „Elegien"—zutiefst e r f u h r . Diese Tatsache i s t sehr w i c h t i g , da nur aus i h r d i e veranderte Grundhaltung i n der Gottessuche e r k l a r t werden kann. Hatte man im e r s t e n T e i l des „Stunden-Buches" noch den Eindruck, dass d i e Gottes-- 47 -suche aus e i n e r gewissen a s t h e t i s c h e n Freude an metaphysischen Fragen, n i c h t a l s o aus w i r k l i c h e r Notwendigkeit entstanden war, so gla u b t man h i e r , t i e f e , i n n e r e Not a l s treibe n d e K r a f t zu spuren. Hatte man im e r s t e n T e i l noch o f t den E i n -druck, a l s sehne „schOnes Gefuhl" s i c h nach Ausdruck, so i s t man h i e r zum grfi s s t e n T e i l uberzeugt, dass „erlebtes Leben" Fragen aufgeworfen h a t , d i e nach Antworten drangen. Ob der M5nch Erfahrungen menschlicher Entwurdigung ausdruckt"^, E r l e b n i s s e menschlicher Vereinsamung preisgibt"'""'", von seinen 12 u n e r t r a g l i c h e n A n g s t v o r s t e l l u n g e n s p r i c h t oder an der Gtttt-13 l i c h k e i t des Menschen z w e i f e l t , immer wieder glaubt man, R i l k e s B e d u r f n i s nach e i n e r Klarung der menschlichen Daseins-s i t u a t i o n d a r i n hflren zu kfinnen. R i l k e s E r l e b n i s s e der zwischen dem e r s t e n und zweiten T e i l des „Stunden-Buches" lie g e n d e n Jahre haben aber n i c h t nur d i e s e e l i s c h e Grundhaltung des nach Gott suchenden MOnches geandert, sondern auch der Gottessuche eine andere Richtung gegeben. Im e r s t e n T e i l des „Stunden-Buches" h a t t e man den Eindruck, dass R i l k e s i c h , t r o t z v i e l e r aufkommender Z w e i f e l , darum bemtihte, gewisse K i n d h e i t s v o r s t e l l u n g e n des c h r i s t l i c h -orthodoxen Gottes zu r e t t e n um mit ihnen e i n neues G o t t e s b i l d zu s c h a f f e n . Wenn d i e s e s Bemuhen auch im zweiten T e i l noch v o r h e r r s c h t , so t r i t t doch e i n w e i t e r e s Bemuhen w e t t e i f e r n d neben das e r s t e . Dieses Bemuhen k r e i s t n i c h t um d i e Frage wie e i n neues G o t t e s b i l d geschaffen werden kann, sondern was f u r e i n Glaube dem Menschen, der grosse, s e e l i s c h e Erschtitterungen e r l i t t e n h a t , h e l f e n kann, das Dasein zu be w a l t i g e n . - 48 -Auch i n diesem Zusammenhang i s t es o f f e n s i c h t l i c h , dass R i l k e s i c h von dem dogmatischen Christentum e n t f e r n t . Er g i b t namlich s e i n e r tiberzeugung Ausdruck, dass d i e s e r r,neue 14 Glaube" weder an einem Gottesbeweis , noch an g S t t l i c h e n 15 Wundern oder der VertrOstung des Menschen auf e i n J e n s e i t s 16 i n t e r e s s i e r t s e i n werde. Das I n t e r e s s e d i e s e s Glaubens werde v i e l m e h r dem D i e s s e i t s g e l t e n . Die „ruhige M i t t e " kann a l s o nach R i l k e s A n s i c h t n i c h t durch „Jenseitswarten" oder „Schaun nach drflben" gefunden werden, sondern nur durch des Menschen s t e t i g e s Bemlihen „dienend s i c h am I r d i s c h e n zu 17 uben" . Dies h e i s s t aber, eine Bejahung von Freude u n d L e i d anzustreben. So kann R i l k e denn im „Stunden-Buch" sagen, dass der Glaubige „ein Lachelnder und doch e i n Halbverweinter" • * 18 s e i n w i r d . Es i s t e r s t a u n l i c h , wie nahe d i e s e Gedanken denen des R i l k e s c h e n Spatwerkes kommen. Wenn R i l k e i n der „Neunten Duineser E l e g i e " sagt: „Erde, du l i e b e , i c h w i l l , " oder „namenlos b i n i c h zu d i r e n t s c h l o s s e n " , so i s t d i e s nur eine B e s t a t i g u n g des schon im „Stunden-Buch" ausgesprochenen Ge-dankens, dass der Mensch nur dann das Dasein b e w a l t i g e n kOnne, wenn er s i c h „diehend am I r d i s c h e n l i b e " . Oder wenn er i n ' dem „Neunten Sonett an Orpheus" ( T e i l I ) sagt: „Erst i n dem Doppelbereich werden d i e Stimmen ewig und m i l d " , so i s t d i e s nur eine Weiterfiihrung des ..Stunden-Buch'^-Gedankens, dass nur aus der Erfahrung von Freude und L e i d d i e „ruhige M i t t e " g e f u n -den werden konne. Der Beginn von R i l k e s Begahung des Dies-s e i t s , wie s i e dem Leser schon i n diesem T e i l des „Stunden-Buches" e n t g e g e n t r i t t , e r i n n e r t sowohl an Jacobsens a l s auch - 4-9 -an N i e t z s c h e s Wunsch, d i e besten K r a f t e des Menschen dem Leben zuzuwenden. Obwohl R i l k e schon i n diesem T e i l von seinem ursprung-l i c h e n Bemiihen, der Suche nach einem neuen G o t t e s b i l d , abweicht, k e h r t er doch nach kurzem wieder zu selbigem zurilck. Es s c h e i n t , a l s s e i e n d i e zwischen dem e r s t e n und zweiten T e i l des „Stunden-Buches" liegenden E r l e b n i s s e noch n i c h t s t a r k genug gewesen, urn R i l k e k t i n s t l e r i s c h unabhangig zu machen. So s c h l i e s s t denn, im Grossen gesehen, d i e Gottessuche im zweiten T e i l des „Stunden-Buches" g e d a n k l i c h an d i e im e r s t e n T e i l an. Schon im e r s t e n T e i l h a t t e R i l k e seine f e i n d l i c h e Haltung c h r i s t l i c h e n I n s t i t u t i o n e n , c h r i s t l i c h e n Glaubenslehren und der G h r i s t u s g e s t a l t gegenuber ausgesprochen. Auch im zweiten T e i l betont e r , dass s e i n Weg zu Gott n i c h t fiber das dogmatische Christentum f t i h r e , w e i l c h r i s t l i c h e I n s t i t u t i o n e n und Glaubens-19 l e h r e n Gott zu sehr eingeengt h a t t e n . Obwohl seine E e i n d -s e l i g k e i t der C h r i s t u s g e s t a l t gegentiber i n diesem T e i l n i c h t so o f f e n s i c h t l i c h i s t , geht doch aus einem B r i e f , der i n d i e Z e i t zwischen der Entstehung des e r s t e n und zweiten T e i l e s des „Stunden-Buches" f a l l t , h ervor, dass s i c h seine Haltung 20 i n d i e s e r H i n s i c h t keineswegs geandert hat. I n diesem B r i e f w e i s t er namlich darauf h i n , dass C h r i s t u s eine grosse Gefahr f u r gunge Menschen bedeute, da er „der Verdecker Gottes" s e i . Ausserdem s e i er g e f a h r l i c h , da d i e Menschen s i c h durch seine G e s t a l t daran gewShnten, G o t t l i c h e s „mit den Massen des Menschlichen" zu suchen. S i e v e r w e i c h l i c h t e n s i c h dabei aber so sehr f,am Menschlichen", dass, wenn s i e mit der „herben H o c h l u f t der E w i g k e i t " i n Bertihrung kamen, daran e r f r t t r e n . - 50 -C h r i s t u s v e r f u h r e f e r n e r dazu, dass der Mensch s i c h mit ihm bescheide, a n s t a t t unbescheiden zu s e i n , „um Gott zu haben." Neben der Verwerfung des dogmatischen Christentums a l s eines Weges zu Gott, f i n d e t man auch i n diesem T e i l d i e Idee des „werdenden" Gottes wieder. Hatte R i l k e schon im e r s t e n T e i l des „Stunden-Buches" ausgesprochen, dass Gott n i c h t s Permanentes s e i n ktinne, da das G o t t e s b i l d eines jeden Menschen e i n anderes s e i , so geht er im zweiten T e i l auf den Gedanken naher e i n . Da auch i n diesem Zusammenhang e i n B r i e f vom Herbst des Jahres 1900 w e s e n t l i c h zum V e r s t a n d n i s b e i t r a g t , s o i l er 21 an d i e s e r S t e l l e mitherangezogen werden. In diesem B r i e f sagt R i l k e i n d i r e k t , dass es e i g e n t l i c h gar keinen G o t t — s o wie d i e dogmatischen C h r i s t e n Ihn s i c h v o r s t e l l f e n — g a b e . - Er e r k l a r t , dass jedoch des Menschen Be-d u r f n i s , eine f e s t e G o t t e s v o r s t e l l u n g zu haben, s t e t s so gross gewesen s e i , dass Gott immer a l s „Seiender" empfunden worden ware, obwohl er doch e i n „Werdender" s e i , da er von jedem Menschen, s e i n e r g e i s t i g e n und s e e l i s c h e n R e i f e s t u f e entspre-chend, geformt werde. So h e i s s t es i n diesem B r i e f : M i t uns w i r d er ([Gott] , mit unseren Preuden wachst e r , und unsere T r a u r i g k e i t e n begriinden d i e Schatten i n seinem Angesicht. Wir konnen n i c h t s t un, was w i r n i c h t an ihm tun, wenn w i r uns e r s t gefunden haben.22 R i l k e sagt a l s o h i e r , dass es n i c h t s anderes a l s eine p er-s f l n l i c h e G o t t e s v o r s t e l l u n g gabe, und dass s e l b s t d i e s e , solange der Mensch s i c h w e i t e r e n t w i c k e l e , keine feststehende s e i n kflnne. - 51 -Qbwohl R i l k e b e t o nt, dass das, was Gott i s t , n i c h t 23 w i r k l i c h e r f a s s t werden kttnne, bemiiht er s i c h dennoch darum, es zu b e g r e i f e n , und da er s i c h der Unmb'glichkeit bewusst i s t , Werdendes i n B e g r i f f e zu f a s s e n , d i e n i c h t einengen, bemuht er s i c h , seine V o r s t e l l u n g des „werdenden Gottes" durch neue B i l d e r und Symbole auszudrucken.' H i e r i n geht R i l k e sowohl uber seine eigene, u n k l a r e V o r s t e l l u n g des „werdenden r u s s i s c h e n Gottes" a l s auch uber Jacobsens a l l -gemeine e n t w i c k l u n g s g e s c h i c h t l i c h e G o t t e s v o r s t e l l u n g hinaus. Eines der Symbole, mit denen R i l k e v e r s u c h t , d i e Idee des „werdenden" Gottes auszudrucken, i s t das Symbol des Sohnes. R i l k e dreht d i e a l t t e s t a m e n t a r i s c h e V o r s t e l l u n g , dass Gott der Vater und der Mensch der Sohn s e i , um, indem er Gott d i e R o l l e des Sohnes, dem Menschen d i e R o l l e des Vaters z u s c h r e i b t . Dies g e s c h i e h t , w e i l f u r R i l k e der Sohn mehr a l s der Vater i s t . M i t dem B e g r i f f des Sohnes v e r b i n d e t er namlich d i e V o r s t e l l u n g der Wiederkehr und der Unsterb-l i c h k e i t , da der Sohn sowohl das i s t , was der Vater war, a l s auch das, was der Vater zu werden h o f f t e . M i t dem B e g r i f f des V a t e r s hingegen v e r b i n d e t er d i e V o r s t e l l u n g von Vergan-genheit und V e r g a n g l i c h k e i t , da der Vater das i s t „was war" 24 und das was sterben w i r d . Der Vater i s t ausserdem d e r j e n i g e , der den Sohn an s e i n e r Entwicklung h i n d e r t , da er i h n durch seine v a t e r l i c h e Liebe b i n d e t und u n f r e i macht. Nachdem R i l k e durch- das•<Sohn-Symbol versucht hat, den B e g r i f f des „werdenden" Gottes zu v e r a n s c h a u l i c h e n , hat man den Eindruck, dass er von s e i n e r Metapher m i t g e r i s s e n w i r d . Er v e r s u c h t namlich nun, durch das Vater-Sohn Symbol das - 5 2 -V e r h a l t n i s zwischen Mensch und Gott zu beleuchten. Hatte R i l k e noch zu Beginn des zweiten Buches den unuberbruckbaren Abstand zwischen Mensch und Gott d a r g e l e g t , so hat man p l t t t z l i c h den Eindruck, dass d i e s e r n i c h t mehr vorhanden i s t , sondern e i n i n n i g e s V a t e r - S o h n - V e r h a l t n i s zwischen Mensch und Gott b e s t e h t . So h6r t man den Mflnch f r e u d i g mit Gott sprechen: Du b i s t mein Sohn. I c h werde d i c h erkennen, wie man s e i n e i n z i g l i e b e s K ind erkennt, auch dann, wenn es e i n Mann geworden i s t . 2 5 Und an anderer S t e l l e e r f a h r t der L e s e r , dass der Mensch Gott wegen d i e s e s V a t e r - S o h n - V e r h a l t n i s s e s i n t u i t i v erkennen kflnne, das h e i s s t — i n R i l k e s W orten—Ihn ohne Ohren h6ren, ohne Augen sehen, ohne Ftisse zu Ihm gehen und ohne Arme Ihn fa s s e n kflnne. Von d i e s e r V o r s t e l l u n g i n t u i t i v e n Erkennens zwischen Mensch und Gott nahert R i l k e s i c h wieder der M y s t i k . Wenn R i l k e wenig spater seine urn Gott werbende Seele mit e i n e r Magd v e r g l e i c h t , d i e am Tage „tiefe Dienste" t u t , s i c h am Abend aber i n schflne K l e i d e r w i r f t um Gott zu g e f a l i e n , w i r d 26 man an M e c h t h i l d von Magdeburgs Minnemystik e r i n n e r t , und Satze wie: Und meine Seele s c h l a f t dann, b i s es t a g t , b e i deinen Ftissen, warm von deinem B l u t . Und i s t e i n Weib vor d i r . 2 7 kdnnten aus dem „Fliessenden L i c h t der G o t t h e i t " stammen. Auch der Glaube an eine „unio my s t i c a " kommt b e i R i l k e immer wieder i n abgewandelter Form zum V o r s c h e i n , so zum B e i s p i e l , . wenn er davon s p r i c h t , dass Gott „als D u f f i n s e i n „gesenk-t e s A n t l i t z " s t e i g e , oder wenn er zu Gott sagt: „Ich wunsche 28 manchmal d i c h i n mich zuruck." - 53 -Neben dem Versuch, seine eigene V o r s t e l l u n g des „werdenden Gottes" durch d i e V a t e r - S o h n - A l l e g o r i e zu e r h e l l e n , b e s c h a f t i g t R i l k e s i c h ausgiebig mit der A r t und Weise, auf welche der Mensch zu diesem neuen Gott f i n d e n kflnne. Immer wieder s p r i c h t er von dem „weiten" und „schweren" Weg. Der Weg i s t w e i t , „weil i h n lange k e i n e r g i n g " , und schwer, w e i l das Z e i t a l t e r der Maschine und des Gewinnes v o r h e r r s c h t , das an t i b e r s i n n -l i c h e n Fragen n i c h t i n t e r e s s i e r t i s t . E r s t wenn d i e s e s Z e i t -a l t e r i n Chaos untergegangen und „ein Volk von H i r t e n und von Ackerbauern" neu erstanden s e i n w i r d , glaubt R i l k e , den Weg f t i r den „neuen Gott" gebahnt zu sehen. Inwieweit R i l k e an di e p r a k t i s c h e V e r w i r k l i c h u n g dessen, was er p o e t i s c h aus-dr t i c k t e , g l a u b t e , i s t schwer zu sagen. Im L i c h t e seines Spatwerkes s c h e i n t d i e s e r „Weg zu Gott" a l l e r d i n g s keine Bedeutung zu haben. Obwohl R i l k e s Idee von einem „Weg zu Gott", der tiber eine s o z i a l e Umwalzung f t i h r t , n i c h t ganz ernst genommen werden kann, muss doch s e i n e r Idee vom „Weg zu Gott", der tiber das „Ding" f t i h r t , Beachtung geschenkt werden. I n der D i s k u s s i o n des e r s t e n T e i l e s des „Stunden-Buches" war schon kurz darauf hingewiesen worden, dass R i l k e das „Ding" a l s eine Offenbarung Gottes ansah und darum Gott, dessen S e i n a l l e B e g r i f f e tiber-s t e i g t , durch das „Ding" zu kiinden h o f f t e . Im zweiten T e i l jedoch e r f a h r t der Leser e r s t Naheres tiber das „Ding" und warum R i l k e es zum M i t t l e r zwischen Gott und Mensch gewahlt hat. Die Dinge, im Gegensatz zum Menschen, haben noch e i n pq i n n i g e s V e r n a l t n i s zu Gott . S i e stehen noch i n einem f e s t -- 54- -geftlgten, s i c h e r e n Zusammenhang mit dem Grund a l i e n Seins w e i l s i e , d i e Gott am Herzen hingen, n i c h t von ihm fortgegangen s i n d . 3 0 Der Mensch aber hat d i e s e s i n n i g e V e r h a l t n i s zu Gott v e r l o r e n . S e in B e d i i r f n i s nach F r e i h e i t hat i h n aus den ruhigen Wachstums-k r e i s e n der Natur h e r a u s g e r i s s e n und einsam, ,,so namenlos a l l e i n " gemacht. Ausserdem s i n d d i e Dinge, im Gegensatz zum Menschen, „zu W i r k l i c h k e i t g e r e i f t " , das h e i s s t , s i e s i n d f a h i g , Gottes B o t s c h a f t zu h a l t e n , wenn s i e dazu gewahlt wer-den s o l l t e n . Der Mensch jedoch muss e r s t wieder l e r n e n , „sich s t i l l und w i l l i g e i n z u r e i h e n " , bevor Gott i h n zu seinem M i t t l e r wahlen kann. Hat er aber e r s t wieder g e l e r n t , „demutig wie e i n Ding" zu s e i n , w i r d Gott s i c h ihm u b e r a l l offenbaren, 31 n g e f l t i s t e r t von der F l u r " und „gesungen von den Sternen" . In diesem Glauben an d i e Gottnahe des „Dinges" s t e h t R i l k e der mystischen Weltschau M a e t e r l i n c k s sehr nahe, und i n dem Glauben, dass Gott u b e r a l l i n der Natur zu f i n d e n s e i , der p a n t h e i s t i s c h e n Auffassung von der E i n h e i t zwischen Gott und Welt. N i c h t a l l e Menschen aber haben nach R i l k e s A n s i c h t das D i n g - V e r h a l t n i s zu Gott v e r l o r e n . Die K i n d e r , d i e Liebenden und d i e K u n s t l e r , zum B e i s p i e l , haben es immer besessen und b e s i t z e n es noch immer. Wahrend R i l k e h i e r aber n i c h t w e i t e r auf d i e „Ding-Nahe" der Kinder e i n g e h t — d i e s h a t t e er i n dem 1899 geschriebenen Marchen „Wie der Fingerhut dazu kam der 32 l i e b e Gott zu s e i n " getan^ — u n d s i c h seine Aussagen tiber d i e Liebenden f u r d i e „Elegien" aufhebt, f u h r t er d i e Gott-nahe der K u n s t l e r i n diesem T e i l e des „Stunden-Buches" naher aus. - 5 5 -Die K t i n s t l e r s i n d Gottnahe, w e i l s i e , so wie G o t t , Sch6p-f e r von Ewigem s i n d . So h e i s s t es: Die, welche b i l d e n , s i n d wie du, f G o t t j S i e w o l l e n E w i g k e i t . S i e sagen: S t e i n s e i ewig. Und das h e i s s t : s e i d e i n ! 3 3 Da R i l k e E w i g k e i t mit G 5 t t l i c h k e i t g l e i c h s e t z t und d i e Kunst s e i n e r A n s i c h t nach ewig i s t , i s t s i e auch g l e i c h z e i t i g g o t t -l i c h . R i l k e betont d i e G t f t t l i c h k e i t der Kunst f e r n e r durch den V e r g l e i c h zwischen Natur und Kunst. Obwohl d i e Natur eine Offenbarung Gottes i s t , i s t s i e doch v e r g a n g l i c h . E r s t durch d i e Schttpfungen der D i c h t e r oder Maler w i r d s i e i n s Unvergang-34 l i c h e , i n s Ewige erhoben und damit Gott zuruckgegeben. V i e l e Frauen, so sagt R i l k e zum B e i s p i e l , wachsen zu der Stufe f r a u l i c h e r R e i f e heran, aber e r s t i n der Sch5pfung e i n e r Mona 35 L i s a w i r d f r a u l i c h e R e i f e v erewigt. y R i l k e s Aussagen uber d i e G o t t a h n l i c h k e i t der K t i n s t l e r und d i e Gottnahe der Kunst haben immer wieder zu s k e p t i s c h e n lu s -serungen der K r i t i k e r h i n s i c h t l i c h R i l k e s Gottesverehrung Anlass gegeben. E. M. B u t l e r sagt zum B e i s p i e l : H i s [ R i l k e ' s ] g e n t l e manners, h i s s e n s i t i v e mind, the s k i l l und f l u e n c y w i t h which he used r e l i g i o u s terms seemed to prove t h a t he l o v e d humanity and worshipped God. Whereas i n r e a l i t y he r e c o g n i z e d onl y the god of a r t and Rainer Maria R i l k e h i s prophet.^" Diese Aussage E. M. B u t l e r s w i r f t aber e i n f a l s c h e s L i c h t auf R i l k e s Charakter. S i e macht einen glauben, dass R i l k e v o r -gab, Gott zu verehren, im Grunde aber nur d i e Kunst und seine eigene M i s s i o n a l s K t i n s t l e r anerkannte. Z w e i f e l l o s v e r e h r t e R i l k e keinen c h r i s t l i c h - o r t h o d o x e n Gott; dennoch brachte er aber seine E h r f u r c h t einem Gotte dar, namlich dem uGott - 56 -im Menschen". Auch kann k e i n Z w e i f e l d a r i n bestehen, dass R i l k e e i n e r V e r h e r r l i c h u n g des K u n s t l e r s v e r f a l i e n war, Aber auch d i e s e Behauptung bedarf der Einschrankung, da R i l k e i n d i e s e r Haltung nur zum T e i l er s e l b s t war, zum T e i l aber e i n 57 Kind s e i n e r Z e i t . Ausserdem d a r f man n i c h t vergessen, dass R i l k e den Weg zu Gott uber d i e Kunst nur a l s seinen ganz p e r -sOnlichen Weg ansah, da er h i e r i n f t i r s i c h d i e grfisstrnflgliche S e l b s t v e r w i r k l i c h u n g , s e i n „eigenes Leben" sah. Dies bedeutete aber n i c h t , dass R i l k e seinen Weg f u r den e i n z i g m6glichen h i e l t . Wie kftnnte er sonst i n Z e i l e n wie den folgenden darauf hingewiesen haben, dass j e d e r einmal eine p e r s t f n l i c h e Gottes-v o r s t e l l u n g haben werde. Denn jedem w i r d e i n anderer Gott erscheinen, b i s s i e erkennen, nan am Weinen, dass durch i h r meilenweites Meinen£.. .J e i n Gott wie eine Welle geht.58 oder Du [Gott] b i s t der Dinge t i e f e r I n b e g r i f f , der seines Wesens l e t z t e s Wort verschweigt und s i c h den andern immer anders z e i g t . 3 9 Wo s t e h t R i l k e nun am Ende des zweiten „Buches" h i n s i c h t -l i c h der Gottessuche? Im Grossen gesehen i s t das zweite „Buch" eine F o r t s e t z u n g des e r s t e n , a l l e r d i n g s mit verschobenen Schwerpunkten. Wahrend R i l k e s Gottessuche im e r s t e n „Buch" zum T e i l aus a s t h e t i s c h e r Freude an metaphysischen Fragen wuchs, e n t f a l t e t s i e s i c h im zweiten „Buch" aus dem E r l e b n i s der Not, Entwurdigung, Angst und Vereinsamung. Wahrend R i l k e im e r s t e n „Buch" nur k o n s t a t i e r t e , dass er Gott uber das „Ding" kunden w o l l e , l e g t er im zweiten „Buch" E i n z e l h e i t e n uber das „Ding" und seine Eignung a l s M i t t l e r zwischen Gott - 57 -und Mensch dar. Wahrend R i l k e im e r s t e n „Buch" erklarte, dass Gott n i c h t s Permanentes s e i n konne, sondern etwas Werdendes h l e i b e n musse, v e r a n s c h a u l i c h t er im zweiten „Biich" den B e g r i f f des „werdenden Gottes" durch d i e V a t e r - S o h n - A l l e g o r i e ; und wahrend das V e r h a l t n i s zwischen Mensch und Gott im e r s t e n „Buch" v o l l e r Amhivalenz war, zwischen Nahe und Ahstand schwankte, erkennt R i l k e im zweiten „Buch" d i e Gottnahe e i n i g e r Auser-l e s e n e r an. - 58 -FUSSNOTEN ZU KAPITEL I I I 1 R i l k e , Stunden-Buch, S. 53 . 2 I b i d . , S. 54. 3 Otto Modersohn, F r i t z Mackensen; P a u l a Becker, F r i t z ?beck; C l a r a Westhoff ( R i l k e s z u k u n f t i g e F r a u ) ; C a r l jtmann (der Bruder Gerhard Hauptmanns). 4 R i l k e , B r i e f e und Tagebucher aus der F r u h z e i t , S. 53 . 5 I b i d . , S. 316. 6 I b i d . , S. 4 9 . 7 I b i d . , s . 141 . 8 I b i d . , s . 137. 9 I b i d . , s . 149. 10 R i l k e , Stunden-Buch, S. 5 2 . 11 I b i d . , S. 54. 12 I b i d . , s . 55 . 1 3 I b i d . , s . 60 . 14 I b i d . , s . 64 . 1 5 I b i d . , s . 64 . 16 I b i d . , s . 72 . 1 7 I b i d . , s . 7 2 . 18 I b i d . , s . 7 2 . 1 9 I b i d . , s . 7 2 . 20 R i l k e , B r i e f e und Tagebucher aus der F r u h z e i t , S. 369. 21 I b i d . , S. 369. 22 I b i d . , S. 369-370. 23 R i l k e , Stunden-Buch, S. 80 . 24 I b i d . , S. 58. 2 5 I b i d . , S. 57-- 59 -26 Wolfgang G o l t h e r , Die deutsche Dichtung im M i t t e l a l t e r , 800-1500 (2. Auflage; S t u t t g a r t : J . B. Metzlersche V e r l a g s -buchhandlung), S. 523. Die V i s i o n , i n der M e c h t h i l d a l s arme Dirne weit vom A l t a r auf i h r e n Seelenbrautigam h a r r t . 27 28 29 30 31 32 R i l k e , Stunden-Buch, S. 58. I b i d . , S. 58. I b i d . , S. 53. I b i d . , S. 64. I b i d . , S. 65. Rainer M a r i a R i l k e , Geschichten vom l i e b e n Gott (Wiesbaden: I n s e l - V e r l a g , 19557, S. 109-120. ^ R i l k e , Stunden-Buch, S. 59. 5 4 I b i d . , S. 59. 35 36 37 I b i d . , S. 59. B u t l e r , p. 7' Es war eine Z e i t , i n der M a e t e r l i n c k seinem Glauben an di e A u s s e r o r d e n t l i c h k e i t des K t i n s t l e r s Ausdruck gab, N i e t z s c h e seine V e r h e r r l i c h u n g des nach immer g r f l s s e r e r S e l b s t v e r w i r k -l i c h u n g strebenden s c h 8 p f e r i s c h e n Individuums p r o k l a m i e r t e und George den D i c h t e r a l s den Ausnahmemenschen, „froh s e i n e r E i n z i g k e i t " b e t r a c h t e t e . 5 8 R i l k e , Stunden-Buch, S. 70. 5 9 I b i d . , S. 70. . - 60 -IV. Zwischen dem zweiten und d r i t t e n T e i l des „Stunden-Buches" l i e g t wieder eine b e a c h t l i c h e Zeitspanne, d i e s e s Mal von anderthalb Jahren. Wieder i s t es a u f s c h l u s s r e i c h , einen B l i c k auf d i e E r l e b n i s s e R i l k e s , d i e zwischen dem Herbst des Jahres 1 9 0 1 und dem F r u h l i n g des Jahres 1 9 0 3 l i e g e n , zu werfen, da auch s i e zum V e r s t a n d n i s des veranderten Gehaltes der Got-tessuche im ,,Buch von der Armut und vom Tode" b e i t r a g e n . Im Winter des Jahres 1 9 0 1 wurde R i l k e eine Tochter gebo-re n , eine Tatsache, d i e t r o t z a l l e r Freude erneute Verantwor-tung auf i h n l u d , da d i e Notwendigkeit, nach einem s i c h e r e n Lebensunterhalt zu suchen, unumganglich wurde. Unzureichende s c h r i f t s t e l l e r i s c h e T a t i g k e i t , sowie v e r g e b l i c h e H i l f e r u f e an Freunde, endeten mit R i l k e s E n t s c h l u s s , das Westerweder Heim im J u n i 1 9 0 2 aufzugeben, da er seine F a m i l i e n i c h t ernahren konnte. So gingen R i l k e und seine Frau vom August 1 9 0 2 b i s Marz 1 9 0 3 nach P a r i s , wo j e d e r „als eingeschrankter Jungge-s e l l e , wie v o r h e r , der A r b e i t zu leben" gedachte,"*" C l a r a i n der Hoffnung, unter Rodin i h r e B i l d h a u e r a r b e i t f o r t s e t z e n , R i l k e i n der A b s i c h t etwas tiber Rodin schreiben zu ktinnen. Zwei E r l e b n i s s e waren es, d i e i n diesen sieben Monaten einen u n a u s l O s c h l i c h e n Eindruck auf R i l k e machten: Rodin und P a r i s . Was R i l k e an dem damals zweiundsechzigjahrigen B i l d -hauer so bewunderte, war des a l t e r n d e n M e i s t e r s S c h a f f e n s k r a f t . Nachdem er Rodins A r b e i t s p l a t z i n Meudon besucht h a t t e , s c h r i e b er unter dem Eindruck der gewaltigen Marmorstatuen, T o r s i und Gipsabgtisse an C l a r a : Wie das Werk eines Jahrhunderts ... eine Armee von A r b e i t . 2 - 61 ~ Noch mehr a l s von Rodins S c h a f f e n s k r a f t war R i l k e von dessen Haltung der A r b e i t gegeniiber eingenommen. Rodin war B i l d h a u e r , und ausser der A r b e i t an seinen Skulpturen s c h i e n f u r i h n n i c h t s von Belang zu e x i s t i e r e n . S e in o f t z i t i e r t e s „il f a u t t r a v a i l l e r , r i e n que t r a v a i l l e r " kttnnte a l s Motto uber seinem Leben stehen. In einem B r i e f an C l a r a , den R i l k e kurz nach einem Zusammensein mit Rodin s c h r i e b , kann man schon di e Gedanken des M e i s t e r s i n den Worten des i h n verehrenden Schulers hOren. H i e r i n h e i s s t es: Man s o i l a r b e i t e n und Geduld haben. N i c h t r e c h t s , n i c h t l i n k s schauen. Das ganze Leben i n d i e s e n K r e i s h i n e i n z i e h e n , n i c h t s haben ausserhalb d i e s e s Lebens.4 Am meisten aber wurde R i l k e von Rodins Schaffensweise b e e i n d r u c k t . A r b e i t e n h a t t e f t i r Rodin namlich n i c h t s mit I n s p i r a t i o n zu t u n , sondern h i e s s : s e l b s t b e h e r r s c h t e Beobach-tung der W i r k l i c h k e i t , K o n z e n t r a t i o n auf das Wesentliche u n d — unter Zuhilfenahme des eigenen Ausdrucksmittels—Umsetzung des Beobachteten i n „Wirklichkeit". Wie unzureichend R i l k e — im V e r g l e i c h mit R o d i n — d i e eigene Schaffensweise, d i e so sehr von Stimmungen abhing, erschienen s e i n muss, w i r d i n einem B r i e f an C l a r a mit den folgenden Worten angedeutet: Das i s t d i e Hauptsache, dass man n i c h t beim Traumen, beim Vornehmen, beim In-Stimmung-Sein b l e i b t , sondern immer mit Gewalt a l l e s i n Dinge umsetzt.5 oder Man s o l i n i c h t daran denken, etwas machen zu w o l l e n , man s o l i nur suchen, das eigene A u s d r u c k s m i t t e l aus-zubauen und a l l e s zu sagen.S Neben dem Rodin-Erlebnis' brachte das Jahr 1902 das E r l e b n i s der Grosstadt P a r i s . P a r i s wurde f t i r R i l k e aber n i c h t d i e l e i c h t l e b i g e , bunte W e l t s t a d t , sondern M e i n e grosse, - 62 -fremde S t a d t " , v o l l e r H o s p i t a l e r , Kranker und Armer, v o l l e r Angst und Tod. In einem B r i e f an C l a r a vom 31 . August 1902 aussert R i l k e s i c h auf d i e folgende Weise daruber: Mich angstigen d i e v i e l e n H o s p i t a l e r , d i e h i e r u b e r a l l s i n d . . ... Man s i e h t Kranke, d i e hingehen oder h i n -f a h r e n , i n a l i e n S t r a s s e n . Man s i e h t s i e an den Fenstern des H o t e l Dieu i n i h r e n seltsamen Trachten, den t r a u r i g e n b l a s s e n Ordenstrachten der K r a n k h e i t . Man f u h l t auf einmal, dass es i n d i e s e r weiten Stadt Heere von Kran-ken g i b t , Armeen von Sterbenden, V d l k e r von Toten.7 P a r i s wurde aber f t i r R i l k e ausserdem e i n S i n n b i l d v e r -f a l s c h t e n , vergeudeten Lebens. I n der Beschreibung der „Ge-s i c h t e r " i n den „Aufzeichnungen des Malte L a u r i d s Brigge" v e r a n s c h a u l i c h t R i l k e das Scheinleben v i e l e r Grosstadtmenschen m e i s t e r l i c h . Diese Menschen s i n d im B e s i t z v i e l e r „Gesichter", tragen e i n s nach dem anderen aber so s c h n e l l ab, dass s i e mit v i e r z i g Jahren schon am l e t z t e n angelangt s i n d . So h e i s s t es denn im „Malte": Das hat n a t t i r l i c h seine T r a g i k . S i e s i n d n i c h t ge-wohnt, G e s i c h t e r zu schonen, i h r l e t z t e s i s t i n acht Tagen durch, hat LOcher, i s t an v i e l e n S t e l l e n dtinn wie P a p i e r , und da kommt dann nach und nach d i e Unter-lage heraus, das N i c h t g e s i c h t , und s i e gehen damit herum.8 N i c h t nur das Leben i n P a r i s e r s c h i e n R i l k e a l s v e r f a l s c h t , sondern auch das Sterben und der Tod. Er h a t t e den Eindruck, dass der Wunsch, einen „eigenen Tod" zu haben i n s o l c h e i n e r Grosstadt b a l d genau so s e l t e n s e i n wtirde, wie der Wunsch, e i n „eigenes Leben" zu leben. So h e i s s t es wieder i n den „Aufzeichnungen des Malte L a u r i d s Brigge": Dieses ausgezeichnete H o t e l i s t sehr a l t , schon zu Kflnig Chlodwigs Z e i t e n s t a r b man d a r i n i n e i n i g e n B etten. J e t z t w i r d i n 559 Betten gestorben. Nattir-l i c h f a b r i k m a s s i g . B e i so enormer P r o d u k t i o n i s t der e i n z e l n e Tod n i c h t so gut ausgeftihrt, aber darauf kommt es auch n i c h t an. Die Masse macht es . 9 - 63 -Der A u f e n t h a l t i n P a r i s brachte R i l k e a l s o z w e i e r l e i . Er brachte ihm e i n e r s e i t s durch d i e Begegnung mit Rodin d i e E i n s i c h t , dass A r b e i t V e r z i c h t auf d i e z u g e l l o s e n Rausche des G e f t i h l s , a u s s e rste Verdichtung des M a t e r i a l s , V e r f e s t i g u n g der Konturen, r t t c k h a l t l o s e K o n z e n t r a t i o n auf d i e immer mehr g e s t e i g e r t e n Ansprtiche der FormlO bedeutete. A n d e r e r s e i t s brachte er ihm das E r l e b n i s der Grosstadt mit Scheinleben, K r a n k h e i t , Armut und Tod, e i n E r l e b n i s , das danach drangte, durch k u n s t l e r i s c h e Aussage i n n e r l i c h b e w a l t i g t zu werden. Obwohl d i e Spuren des R o d i n - E r l e b n i s s e s im d r i t t e n T e i l des ,,Stunden-Buches" noch n i c h t i n R i l k e s A u s d r u c k s m i t t e l n zu f i n d e n waren—noch immer l i e s s er s i c h durch seine Preude an schonen Metaphern da v o n t r a g e n — s o war das E r l e b n i s doch n i c h t ohne Wirkung an R i l k e vorubergegangen. Er h a t t e g e l e r n t , seine Gedanken mehr auf das, was urn i h n vor s i c h ging zu r i c h -t e n , a n s t a t t b l o s s e n Gefuhlen zu f o l g e n . Er h a t t e f e r n e r g e l e r n t genauer zu beobachten und s i c h mit dem Beobachteten auseinanderzusetzen, wie abstossend und erschreckend es auch immer s e i n mochte. So hat man dann den Eindruck, dass R i l k e ohne d i e Begegnung mit Rodin n i c h t den Mut gefunden h a t t e , d i e P a r i s e r E r l e b n i s s e im e i n z e l n e n zu v e r a r b e i t e n und e i n ganzes „Buch" der Armut und dem Tode zu widmen. Obwohl s i c h d i e A u s d r u c k s m i t t e l , abgesehen von e i n i g e n n a t u r a l i s t i s c h e n Schilderungen, im „Buch von der Armut und vom Tode" wenig geandert haben, i s t doch ,der Gehalt e i n anderer geworden. Das Bemiihen, Gott zu i d e n t i f i z i e r e n , hat aufgehSrt. S t a t t dessen e r f a h r t der L e s e r , was den Menschen Gott ent-fremdet hat und was f u r Voraussetzungen geschaffen werden - 64 -mussen, damit er wieder i n E i n k l a n g mit Gott leben kann. R i l k e s Suche nach einem transzendenten Gott s t e h t a l s o n i c h t mehr im M i t t e l p u n k t , sondern seine Suche nach „Gott im Men-schen" . R i l k e s e r s t e grosse Klage g i l t daher den Grosstadten. Sie s i n d Gott entfremdete, da i n ihnen „nichts von dem weiten, w i r k l i c h e n Geschehen", das s i c h urn Gott bewegt, v o l l z i e h t . Sie s i n d e g o i s t i s c h , „wollen nur das Ihre und r e i s s e n a l l e s mit i n i h r e n Lauf""^"'". Im Namen des F o r t s c h r i t t e s s i n d s i e r t i c k s i c h t s l o s , „larmen" mit vermehrtem B e s i t z und widmen a l l i h r e K r a f t e dem Geld um damit „vergangliche Geschafte" zu machen. R i l k e i s t uberzeugt, dass das Leben der Menschen i n diesen Grosstadten s i n n l o s geworden i s t . Sie {"die Menschen! gehn umher, entwurdigt durch d i e 1 2 Mtih, s i n n l o s e n Dingen ohne Mut zu dienen. Ihr Leben i s t s i n n l o s , da s i e e i n e r s e i t s den Zusammenhang mit der Natur v e r l o r e n haben und ihnen a n d e r e r s e i t s d i e Mog-l i c h k e i t zur S e l b s t e n t f a l t u n g genommen i s t . So h e i s s t es im „Stunden-Buch" zum B e i s p i e l von Kindern: S i e wissen n i c h t , dass draussen Blumen r u f e n ^ , zu einem Tag v o l l Weite, Gltick und Wind. Daher s i n d es t r a u r i g e K i n d e r . Oder R i l k e sagt, dass junge Madchen a l t e r n , ohne i h r Leben durch eine M u t t e r s c h a f t e r -f u l l t zu haben. Sie leben i n „verhullten Hinterzimmern" „kalte Jahre ohne Kampf und K r a f t " . S ie haben weder e i n „eigenes Leben" noch einen „eigenen Tod". Das unpersonliche G r o s s t a d t l e b e n zwangt s i e a l l e i n d i e g l e i c h e n Formen und macht eine i n d i v i d u e l l e E n t f a l t u n g unmOglich. - 65 -R i l k e i s t uberzeugt, dass d i e T i e r e d i e Gottnahe, d i e der Grosstadtmensch v e r l o r e n h a t , b e s i t z e n , da s i e noch e i n un m i t t e l b a r e s V e r h a l t n i s zum Tode haben. S i e tr a g e n , wenn auch unwissend, i h r e n Tod i n s i c h und enden i h r Leben sowohl zur r e c h t e n Z e i t , a l s auch i h r e r A r t gemass. Der Mensch aber e r f a h r t einen Tod, der „fremd und schwer" i s t , da er n i c h t g e l e r n t h a t , seinen „eigenen Tod" zu „reifen". Was der Mensch a l s o l e r n e n muss i s t n i c h t , den Tod aus dem Leben zu verbannen, sondern i h n mit i n das Leben einzubeziehen. Aus dem Glauben, dass des Menschen Wurde, und damit seine Gottnahe, nur dann a u f r e c h t e r h a l t e n werden kann, wenn er seinen „eigenen Tod", der i n ihm wie.eine Frucht r e i f t , s t i r b t , geht R i l k e s i n -standiges Gebet hervor: 0 H e r r , g i b jedem seinen eignen Tod, das Sterben, das aus jenem Leben geht, d a r i n er Liebe h a t t e , Sinn und Not. 14-R i l k e s Sehnsucht nach dem „eigenen Tode" hat aber n i c h t s mit der T o d e s v e r h e r r l i c h u n g , wie man s i e b e i Hofmannsthal f i n d e t , zu tun. S i e drtickt v i e l mehr eine Sehnsucht nach S e l b s t e n t -f a l t u n g aus, denn e i n „eigener Tod" kann nur aus einem „eigenen Leben" entspringen. Wie sehr R i l k e i n d i e s e r H i n -s i c h t a l l e r d i n g s mit den Gedanken Jacobsens ubereinstimmt, i s t 15 n i c h t schwer zu sehen. Wahrend d i e Idee b e i Jacobsen aber schon W i r k l i c h k e i t geworden i s t , seine Charaktere schon diesen „eigenen Tod" st e r b e n , s c h e i n t d i e Idee b e i R i l k e noch i n dem Stadium t h e o r e t i s c h e r Betrachtung zu s e i n . Nach R i l k e brauchen aber d i e s e neuen Gedanken, so wie e i n s t d i e c h r i s t l i c h e n , einen „Kunder", und er h o f f t , der Trager d e r s e l b e n s e i n zu kOnnen. Wenn er a l s o Gott b i t t e t , - 66 -ih n zum „Tod-Gebarer" zu erheben, so g i b t er damit wieder s e i -nem Glauben Ausdruck, dass der K t h i s t l e r M i t t l e r zwischen Gott und Mensch s e i n konne. Es s i n d aber n i c h t nur d i e Grosstadte a l s s o l c h e , d i e den Weg zu Gott v e r s p e r r t haben, sondern auch d i e Menschen, d i e f u r deren ungesunde, s o z i a l e V e r n a l t n i s s e mitverantwort-l i c h s i n d , d i e Neureichen. Darum g i l t R i l k e s P l u c h n i c h t nur den Stadten, sondern auch den „Herren der P a l a s t e " . Diese Reichen s i n d s e i n e r A n s i c h t nach a u s s e r l i c h r e i c h , n i c h t aber i n n e r l i c h . E i n s t a l l e r d i n g s bestand eine Harmonie zwischen ausserem und innerem Reichtum. Das war zur Z e i t , da d i e Reichen noch e i n d i r e k t e s V e r h a l t n i s zu Gott h a t t e n . Wenn di e „Herren der H i r t e n v O l k e r " s i c h zum B e i s p i e l nachts auf ihrem f l a c h e n Wanderlande zur Ruhe l e g t e n , oder d i e „Scheichs der Wustenstamme" i h r e T i e r e mit E d e l s t e i n e n schmuckten, oder d i e „Fursten des O r i e n t s " d i e Produkte der Erde („Ambra, MandelOl und Sandelholz") hOher a l s Gold werteten, o f f e n b a r -ten s i e damit i h r e n Glauben an G o t t . ^ Auch i n di e s e n l u s -serungen R i l k e s z e i g t s i c h wieder, wie nah er i n seinen Gedan-ken dem Pantheismus s t e h t . Wenn R i l k e d i e Natur auch n i c h t mit Gott g l e i c h s e t z t , so s i e h t er i n i h r doch eine besondere Gottnahe. In den oben erwahnten B e i s p i e l e n waren es namlich i n dem einen F a l l d i e Naturgewalten, im anderen d i e T i e r e , und im l e t z t e n d i e Fruchte der Erde, d i e der Mensch a l s Aus-druck Gottes ansah und denen er daher Vertrauen, L i e b e oder Verehrung entgegenbrachte. Obwohl R i l k e mit Trauer s e i n eigenes, Gott entfremdetes Z e i t a l t e r b e t r a c h t e t und man i n gewisser Weise an Hofmannsthals - 67 -und Georges Lebenstrauer e r i n n e r t w i r d , hat man doch n i c h t den Eindruck, dass R i l k e s i c h i n einen neuen Mythos zu r e t t e n sucht. Auch i s t R i l k e s i c h bewusst, dass eine Rettung aus der v e r f l a c h e n d e n Z i v i l i s a t i o n n i c h t durch e i n Wiedererschaffen eines vergangenen Z e i t a l t e r s e r r e i c h t werden kann, sondern 17 nur durch eine innere Umkehr des Menschen. R i l k e s Z e i t a l t e r hat aber seine Gottbezogenheit, wie R i l k e g l a u b t , n i c h t nur deshalb v e r l o r e n , w e i l d i e Reichen n i c h t mehr „reich", sondern auch w e i l d i e Armen n i c h t mehr „arm" s i n d . W i r k l i c h e Armut i s t namlich nach R i l k e s A n s i c h t 18 „ein.grosser Glanz aus Innen". Die w i r k l i c h Armen s i n d d i e Gottnahen. S i e g l e i c h e n den Dingen, da s i e immer b e r e i t s i n d , Gott zu „halten", und s i e g l e i c h e n den T i e r e n , da s i e wie jene 19 aufs i n n i g s t e mit den K r a f t e n der Natur verbunden s i n d . Die Armen aber, d i e R i l k e i n P a r i s gesehen h a t t e , waren nur d i e „Nicht-Reichen", d i e Verworfenen, Missbrauchten, Gedemu-t i g t e n , V e r n a c h l a s s i g t e n . S i e waren d i e , „die ohne W i l l e n " waren und „ohne Welt", diej'enigen, d i e mit „der l e t z t e n Ingste Zeichen" gebrandmarkt waren und an d i e s i c h „aller Unrat" und „Staub der Stadte" h i n g . Es waren a l s o Menschen, d i e noch n i c h t zu s i c h s e l b s t gefunden h a t t e n . Genau so d r i n g l i c h wie R i l k e um den „eigenen Tod" gebeten h a t t e , b i t t e t er auch Gott darum, d i e Armen w i r k l i c h „arm" zu machen, das h e i s s t , ihnen a l s Menschen zu i h r e r S e l b s t -e n t f a l t u n g zu h e l f e n . Wieder h o f f t R i l k e , der M i t t l e r zwischen d i e s e n E r n i e d r i g t e n und Gott werden zu kOnnen wenn er sagt: Und g i b t es einen Mund zu ihrem Schutze, so mach i h n mundig und bewege ihn.21 - 68 -Obwohl i n diesem T e i l des „Stunden-Buches" n i c h t mehr Gott im Brennpunkt des I n t e r e s s e s s t e h t , sondern der Mensch, n i c h t mehr der „neue Gott" gesucht w i r d , sondern der „neue Mensch", i s t d i e Wandlung des G o t t e s b i l d e s a u f s c h l u s s r e i c h . Gott i s t n i c h t mehr, wie im e r s t e n T e i l , der „dunkle Gott", er i s t auch n i c h t mehr wie im zweiten T e i l der „werdende Gott", sondern er i s t e i n Gott, versehen mit A t t r i b u t e n der Armut, der Not und Entwurdigung. Er w i r d der „Mittellose", der „Bettler", der „Heimatlose", der „Aussatzige" und der „Arme" genannt. Es s c h e i n t , a l s habe R i l k e Ihm d i e v e r s c h i e -denen A t t r i b u t e der Armut gegeben, um damit zu sagen, dass G O t t l i c h k e i t auch i n einem Zustand ausserer Armut gefunden werden kGnne. Ausserdem hat man den Eindruck, dass R i l k e h i e r , t r o t z s e i n e r A n t i p a t h i e zum Christentum, seinem eigenen c h r i s t l i c h e n Erbe unbewusst Rechenschaft t r u g . Er versah seinen Gott namlich mit A t t r i b u t e n , d i e c h r i s t l i c h e Tugenden wie Demut, Bescheidenheit und Geduld e i n s c h l o s s e n . Es i s t ausserdem bemerkenswert, dass zu Schluss des d r i t t e n T e i l e s weder Gott, „der M i t t e l l o s e " , v e r h e r r l i c h t w i r d , noch Go t t , „der Tod-Gebarer", sondern e i n Mensch, der durch seine aussere Armut und seinen inneren Reichtum e i n s t d i e E i n h e i t zwischen Mensch, T i e r und Ding h e r s t e l l t e und damit seine Gottnahe o f f e n b a r t e , Franz von A s s i s i . Dieses ausgeglichene S c h l u s s b i l d am Ende des d r i t t e n „Buches"—der mit T i e r und Ding i n Harmonie lebende F r a n z i s -kanermOnch—ist e i n uberraschendes, zumal R i l k e noch im Dezem-ber des Jahres 1900 i n s e i n Tagebuch geschrieben h a t t e : Aber das i s t e i n so c h r i s t l i c h e r Gedanke: a l l e s U n e r t r a g l i c h e i n etwas T r O s t l i c h e s umzustulpen, - 69 -... i c h f u h l e , dass i c h n i c h t e r n s t h a f t daran glaube.22 Dennoch kann man s i c h n i c h t 0. F. Bollnow a n s c h l i e s s e n , den di e s e s harmonische S c h l u s s b i l d mit dazu v e r a n l a s s t haben muss, Das Stunden-Buch eine von einem „enthusiastischen Ver-h a l t n i s zum Leben get r a g e n [ e ] " Dichtung zu nennen. 2^ Der V e r f a s s e r d i e s e r A r b e i t hat vielmehr den Eindruck, dass Das  Stunden-Buch, vor a l l e m im zweiten und d r i t t e n T e i l , von Le-bensangst und Lebensnot uhterhtthlt i s t . Auch i s t er der A n s i c h t , dass man d i e stattgefundene innere Entwicklung R i l k e s ausser Acht l a s s e n wurde, wenn man s i c h 0. F. Bollnows I n t e r -p r e t a t i o n anschlflsse. Z w e i f e l l o s r e t t e t e R i l k e s i c h am Ende des „Stunden-Buches" noch einmal i n etwas „Christlich-Trost-l i c h e s " . Dies h i e s s aber n i c h t , dass er s i c h einem Lebens-enthusiasmus hingab. Es h i e s s v i e l m e h r , dass R i l k e zu d i e s e r Z e i t i n n e r l i c h noch n i c h t s e l b s t a n d i g genug war, s e i n e r eigenen Uberzeugung t r e u zu b l e i b e n . Wo s t e h t R i l k e nun h i n s i c h t l i c h der Gottessuche im d r i t t e n T e i l des „Stunden-Buches"? Unter der Wucht der P a r i s e r Eindrucke hat s i c h d i e Richtung der Gottessuche noch einmal geandert. An d i e S t e l l e der Suche nach einem t r a n s -zendenten Gott i s t d i e Suche nach einem immanenten Gott ge-t r e t e n . D i e s e r Gott kann nach R i l k e weder i n den Grosstadten, noch im Reichtum gefunden werden, sondern nur i n der „Armut", i n dem durch einen „eigenen Tod" nach S e l b s t e n t f a l t u n g s t r e -benden Menschen und i n der Natur. In diesem Zusammenhang e r s c h e i n t R i l k e das Leben und Wirken des h e i l i g e n F r a n z i s k u s a l s I d e a l . - 70 -FUSSNOTEN ZU KAPITEL IV 1 R i l k e , B r i e f e und Tagebiicher aus der F r i i h z e i t , S. 192. 2 R i l k e , Gesammelte B r i e f e , I , S. 252. 5 I b i d . , S. 261. 4 I b i d . , S. 261. 5 I b i d . , S. 261-262. 6 I b i d . , S. 261. 7 I b i d . , S. 246-247. 8 R i l k e , Ausgewahlte Werke, I I , S. 10. 9 I b i d . , S. 11. 1 0 Hans Egon Holthusen, Rainer Maria R i l k e , i n S e l b s t -zeugnissen und BilddokumentenTHamburg: Rowohlt Taschenbuch V e r l a g , 1958), S. 73. 1 1 R i l k e , Stunden-Buch, S. 66. 1 2 I b i d . , S. 86. 1 5 I b i d . , S. 85. 1 4 I b i d . , S. 86. 1 5 V g l . S. 14-16 d i e s e r A r b e i t . 1 6 R i l k e , Stunden-Buch, S. 92. 1 7 I b i d . , S. 9 3 . 1 8 I b i d . , S. 94. 1 9 I b i d . , S. 96-97. 2 0 I b i d - ^ S. 9 3 . 2 1 I b i d . , S. 100. PP R i l k e , B r i e f e und Tagebucher aus der F r i i h z e i t , S. 404. 2 ^ Otto F r i e d r i c h Bollnow, R i l k e (2. erw. A u f l a g e ; S t u t t g a r t : W. Kohlhammer V e r l a g , 1956), S. 28. - 71 -V. Die Untersuchungen des „Stunden-Buches" haben g e z e i g t , dass R i l k e i n s e i n e r Suche nach Gott auf v i e l e verschiedene Batmen ge f u h r t wurde, aber an k e i n e r e i n d e u t i g e n Gottesvor-s t e l l u n g anlangte. Z a h l r e i c h e und v e r s c h i e d e n a r t i g e Faktoren waren i n d i e s e r H i n s i c h t ausschlaggebend. E i n e r s e i t s waren es R i l k e s gespaltene Beweggrtinde i n d i e s e r Suche. Seine Sehn-sucht war namlich sowohl auf das Erlangen e i n e r „ruhigen M i t t e " a l s auch auf d i e E n t f a l t u n g s e i n e r k t i n s t l e r i s c h e n F a h i g -k e i t e n g e r i c h t e t , wurde a l s o sowohl aus einem psychologischen a l s auch aus einem k i i n s t l e r i s c h e n B e d t i r f n i s heraus geboren. Die Bemiihungen, d i e dem e r s t e n Wunsche entsprangen, r i c h t e t e n . s i c h immer wieder auf das Finden e i n e r g t i l t i g e n G o t t esvor-s t e l l u n g , und d i e Bemuhungen, welche aus dem zweiten Wunsch hervorgingen, auf d i e A r t und Weise, i n welcher der K u n s t l e r d i e s e neue G o t t e s v o r s t e l l u n g kunden konne. So kommt es, dass R i l k e s Denken durch das ganze „Stunden-Buch" hindu r c h zwischen Gottessuche und Gotteskundung h i n - und herschwankt. War es R i l k e s k t l n s t l e r i s c h e s Streben, das i h n immer wieder von der e i g e n t l i c h e n Gottessuche a b l e n k t e , so waren es d r e i andere Faktoren, d i e i h n im „Stunden-Buch" zu k e i n e r e i n h e i t -l i c h e n G o t t e s v o r s t e l l u n g kommen l i e s s e n : seine r e l i g i 6 s e Erziehung im E l t e r n h a u s , seine besondere Geftihlsveranlagung und s e i n gugendliches A l t e r . L i e s s seine i n n e r e Gebundenheit an das G o t t e s b i l d s e i n e r K i n d h e i t i h n unbewusst an c h r i s t l i c h -orthodoxen G o t t e s v o r s t e l l u n g e n f e s t h a l t e n , so erzeugten seine s e n s i b l e , empfangliche Natur sowie s e i n Mangel an menschlicher und k u n s t l e r i s c h e r R e i f e i n ihm immer wieder d i e B e r e i t s c h a f t , s i c h a l i e n E i n f l t i s s e n , d i e auf i h n e i n w i r k t e n , w i l l i g hinzugeben. - 72 -Daher hat man den Eindruck, dass seine Suche nach Gott immer wieder von den Gedanken und Haltungen anderer Menschen b e e i n -f l u s s t wurde, so zum B e i s p i e l von M a e t e r l i n c k s mystischer Weltschau, Jacobsens V e r h e r r l i c h u n g des i n d i v i d u e l l e n Lebens und Todes, N i e t z s c h e s Z a h i g k e i t , s i c h einen p e r s f i n l i c h e n Gott zu schaffen" und Hofmannsthals V o r l i e b e , mit schdnen Worten zu s p i e l e n . Einen l e t z t e n Grund f t i r das Eehlen eines e i n h e i t l i c h e n G o t t e s b i l d e s muss man aber wohl i n der Tatsache sehen, dass R i l k e weder e i n Theologe noch e i n R e l i g i o n s p h i l o s o p h war, sondern e i n D i c h t e r . Er versuchte namlich n i c h t , eine Theorie auf systematische Weise darzulegen, sondern i n t u i t i v e r f a s s t e B i l d e r und Gedanken i n d i c h t e r i s c h e r Form wiederzugeben. Daher stehen v i e l e verschiedene Gottes- und Glaubensvorstellungen im „Stunden-Buch" nebeneinander. Neben der V o r s t e l l u n g des absoluten Gottes, der von a l l e r E w i g k e i t her da war und b i s i n a l l e E w i g k e i t da s e i n w i r d , f i n d e t man d i e V o r s t e l l u n g des r e l a t i v e n Gottes, der d i e Schttpfung eines jeden e i n z e l n e n Menschen i s t . Neben dem immanenten Gott, der a l s schopfe-r i s c h e K r a f t im Menschen geschaut w i r d , f i n d e t man einen transzendenten Gott, der a l s a l t e r Mann mit Bart p e r s o n i f i z i e r t i s t und i n fernen Bereichen t h r o n t . Und neben R i l k e s F e i n d -s c h a f t der M i t t l e r g e s t a l t C h r i s t i gegentiber f i n d e t man seine Sehnsucht nach einem neuen M i t t l e r zwischen Gott und Mensch, dem K t i n s t l e r . Obwohl R i l k e s Gottessuche durch d i e E i n f l t i s s e gewisser D i c h t e r und GeistesstrOmungen immer wieder auf andere Bahnen gelenkt wurde, waren es doch l e t z t e n Endes s t a r k e , p e r s 5 n l i c h e - 73 -E r l e b n i s s e R i l k e s , welche d i e Richtung s e i n e r Gottessuche bestimmten und i h n s e i n e r k u n s t l e r i s c h e n Berufung naher brach-te n . Wahrend R i l k e s i c h unter dem Eindruck s e i n e s Russland-e r l e b n i s s e s i n s e i n e r Auseinandersetzung mit der c h r i s t l i c h -orthodoxen G o t t e s v o r s t e l l u n g noch darum bemuhte, e i n neues G o t t e s b i l d zu s c h a f f e n und b e i der V o r s t e l l u n g des „dunklen Gottes" anlangte, machte s i c h unter dem E i n f l u s s des spateren E r l e b n i s s e s der H e i m a t l o s i g k e i t schon e i n neues Bemuhen be-merkbar. Dieses Bemtlhen k r e i s t e n i c h t mehr urn den Versuch der I d e n t i f i z i e r u n g e ines neuen Gott e s , sondern urn das Finden eines Glaubens, welcher dem der „Ungeborgenheit des mensch-l i c h e n Daseins" ausgesetzten Menschen h e l f e n kflnnte, d i e s e s zu „bestehen". Wenn R i l k e auch im zweiten T e i l noch einmal auf den Versuch der I d e n t i f i z i e r u n g eines „neuen" Gottes z u r t t c k f i e l (diesmal l a n g t e er aber n i c h t b e i der V o r s t e l l u n g des „dunklen" sondern des „werdenden" Gottes an), so s t e l l t e d i e oben erwahnte Richtungsverschiebung doch einen e n t s c h e i -denden V o r w a r t s s c h r i t t i n s e i n e r k u n s t l e r i s c h e n Entwicklung dar. War d i e Gottessuche im e r s t e n T e i l des „Stunden-Buches" noch von e i n e r gewissen a s t h e t i s c h e n Freude an metaphysischen Fragen getragen, und h a f t e t e der Voreingenommenheit mit dem „dunklen" Gott noch etwas von der ,,romantischen W e l t f l u c h t " an, so h a t t e man im zweiten T e i l des „Stunden-Buches" den Eindruck, dass R i l k e begann, s i c h mit den nach Klarung drangen-den Fragen seines eigenen Lebens auseinanderzusetzen. Dass d i e s e Richtungsanderung eine aus R i l k e s Uberzeugung geborene war, wurde durch den d r i t t e n T e i l des „Stunden-Buches" be-s t a t i g t . H i e r schob R i l k e unter der Macht der P a r i s e r Eindrilcke - 74 -d i e Suche nach einem transzendenten Gott g r t t s s t e n t e i l s b e i -s e i t e und s t e l l t e d i e Suche nach „Gott im Menschen" i n den Vordergrund. Ohwohl di e s e Entwicklung i n R i l k e s Gottessuche vom c h r i s t l i c h - o r t h o d o x e n Standpunkt aus a l s eine negative angesehen werden d u r f t e , da R i l k e s i c h von dem Glauben an einen transzendenten Gott fortbewegte und s i c h immer mehr den N5ten und Ingsten des Menschen zuwandte, i s t diese Bewegung doch a l s p o s i t i v e r S c h r i t t i n s e i n e r k u n s t l e r i s c h e n Entwicklung anzusehen. Wenn R i l k e auch d i e „ruhige M i t t e " n i c h t fand, so brachte seine Gottessuche i h n doch s e i n e r k u n s t l e r i s c h e n Berufung naher. Diese l a g aber n i c h t i n der Suche nach e i n e r metaphysischen Begrttndung der menschlichen E x i s t e n z , sondern i n der menschlichen Bewaltigung des Daseins. Da der V e r f a s s e r d i e s e r A r b e i t gerade i n der Entwicklung der R i l k e s c h e n Gottessuche etwas von R i l k e , dem „Dichter des Daseins", der er spater wurde, s i e h t , kann e r s i c h auch n i c h t der Auffassung Ruth M5vius' a n s c h l i e s s e n , d i e dem „Stunden-Buch" eine p o s i t i v e Enddeutung h i n s i c h t l i c h der Gottessuche geben mttchte, indem s i e d i e s e s Werk „ruckwarts" i n t e r p r e t i e r t . S i e behauptet namlich, dass R i l k e i n dem d r i t t e n und zweiten T e i l des „Stunden-Buches" den Weg a u f z e i g e , der zu der , I tjubeln-den Gewissheit" des e r s t e n T e i l e s f t i h r e . Der V e r f a s s e r d i e s e r A r b e i t hat vielmehr den Eindruck, dass R i l k e s Finden e i n e r „ruhigen M i t t e " , das i n den verschiedenen T e i l e n des „Stunden-Buches" mehr oder weniger zum Ausdruck kommt, n i c h t uberzeugend i s t ; n i c h t a l l e r d i n g s w e l l R i l k e s „Enthusiasmus", wie 0. P. Bollnow es d a r l e g t , spater n i c h t s t a n d h i e l t , sondern w e i l das E r l e b n i s der „Ungeborgenheit des menschlichen Daseins" einen - 75 -v i e l s t a r k e r e n Ausdruck im „Stunden-Buch" fand a l s d i e Gewiss-h e i t e i n e r Harmonie zwischen Mensch und Welt. Dahingegen mochte der V e r f a s s e r d i e s e r A r b e i t h i n s i c h t l i c h R i l k e s Gottessuche s e i n e r tlbereinstimmung mit E r i c h H e l l e r s I n t e r p r e t a t i o n Aus-druck geben. In seinem ausgezeichneten A r t i k e l „Rilke und N i e t z s c h e " z e i g t H e l l e r auf sehr iiberzeugende Weise d i e s e e l i s c h e und g e i s t i g e Verwandtschaft d i e s e r beiden D i c h t e r auf. Er behauptet, dass b e i d e r Werk e i n e r G e i s t e s h a l t u n g entsprange, f t i r welche d i e E x i s t e n z des Absoluten i n n e r h a l b des menschlichen Daseins l a g e , das, um G i i l t i g k e i t zu erlangen, n i c h t e r s t e i n e r transzendenten R e c h t f e r t i g u n g b e d i i r f e ; und er versucht f e r n e r zu beweisen, dass beide D i c h t e r eine „Um-wertung a l l e r Werte" v o l l z o g e n , da s i e erkannten, dass eine N e u o r i e n t i e r u n g des G e i s t e s eine N e u o r i e n t i e r u n g orthodoxer Denk- und Glaubensweisen notwendig mache. So s c h r e i b t H e l l e r : N i e t z s c h e spoke f o r h i m s e l f as w e l l as f o r R i l k e when at the time of w r i t i n g " Z a r a t h u s t r a " he made the f o l l o w i n g e n t r y i n h i s notebook: "He who no longer f i n d s what i s great i n God w i l l f i n d i t no-where - he must e i t h e r deny o r . c r e a t e i t . " I t i s the most p r e c i s e formula of the r e l i g i o u s l y d i s i n h e r i t e d r e l i g i o u s mind.I Obwohl R i l k e s i c h zur Z e i t , da er das „Stunden-Buch"schrieb, di e s e s Dilemmas noch n i c h t bewusst war, so wurde der Gehalt des G e d i c h t z y k l u s ' dennoch das Zeugnis eines Menschen, der unbewusst an den orthodoxen Gott glauben mflchte, an Ihn aber n i c h t mehr glauben kann und daher v e r s u c h t , s i c h einen pers6n-l i c h e n Gott zu s c h a f f e n . S o l c h e i n p e r s t t n l i c h e r Gott h i e l t aber. den h a r t e r e n Lebenserf ahrungen, d i e tiber R i l k e h e r e i n -brachen, n i c h t stand. Obwohl R i l k e das B i l d des orthodox-c h r i s t l i c h e n Gottes z e r s t f l r t e , i n der V o r s t e l l u n g des - 76 -„werdenden,! Gottes z e i t w e i s e Z u f l u c h t fand und einen pan-t h e i s t i s c h e n Gott auf dem Weg uber das „Ding" zu p r e i s e n b e a b s i c h t i g t e , hat man den Eindruck, dass R i l k e zu d i e s e r Z e i t d i e langersehnte „ruhige M i t t e " noch n i c h t fand. Dieser s o l l t e er s i c h e r s t v i e l spater nahern, zu e i n e r Z e i t , da er erkannte, dass das Dasein nur durch den Prozess fortwahrender Verwandlung von Xusserlichem i n I n n e r l i c h e s , Z e i t l i c h e m i n Ewiges ptlberstanden" werden kQnne. E r s t nachdem R i l k e d i e s e n Weg der ErlOsung des Menschen aus der Gebundenheit seines Daseins erkannt h a t t e , konnte er i n der „Neunten E l e g i e " lebensbejahend ausrufen: Was, wenn Verwandlung n i c h t , i s t d e i n drangender Auftrag? Erde, du l i e b e , i c h w i l l . Zur Z e i t der N i e d e r s c h r i f t des „Stunden-Buches" war R i l k e aber i n n e r l i c h noch n i c h t s t a r k genug, den Menschen mit der Verant-wortung s e i n e r eigenen „Erlosung" zu beladen. - 77 -FUSSNOTEN ZU KAPITEL V E r i c h H e l l e r , The D i s i n h e r i t e d Mind (New York: F a r r a r , S trauss and Cudahy, 1957) , p. 160. • - 78 -B I B L I O G R A P H I E WERKE George, S t e f a n . Gesamt-Ausgabe der Werke, end g t l l t i g e Fassung, 18 Bande. B e r l i n : Georg Bondi, 1927-1934. Hofmannsthal, Hugo von. Per Tor und der Tod. L e i p z i g : I n s e l -V e r l a g , 1954. Hofmannsthal, Hugo von. Per Tod des T i z i a n . L e i p z i g : I n s e l -V e r l a g , 1920. Jacobsen, Jens P e t e r . Marie Grubbe, A l a d y of the 17th Century, t r a n s , from the Danish by H. Astrup Larsen. New York: Oxford U n i v e r s i t y P r e s s , 1917. Jacobsen, Jens P e t e r . N i e l s Lyhne, t r a n s , from the Danish by H. Astrup Larsen. New York: Oxford U n i v e r s i t y P r e s s , 1919. M a e t e r l i n c k , Maurice. The Treasure of the Humble, trans, by A. S u t r o . New York: Dodd, Mead & Co., 1903. Mauriac, F r a n c o i s . The Son of Man, t r a n s , by Bernard Murchland. London: Burns & Oates, I960. R i l k e , R a i n e r Maria. Ausgewahlte Werke, hrs g . vom R i l k e A r c h i v i n Weimar, 2 Bande. L e i p z i g : I n s e l - V e r l a g , 1948. R i l k e , R ainer Maria. Verse und P r o s a aus dem Nachlass. L e i p z i g : I n s e l - V e r l a g , 1929. R i l k e , R a i n e r Maria. Das Stunden-Buch. L e i p z i g : I n s e l -V e r l a g , 1922. R i l k e , R ainer Maria. Geschichten vom l i e b e n Gott. Wiesbaden: I n s e l - V e r l a g , 1955* S i l e s i u s , Angelus. Samtliche P o e t i s c h e Werke, h r s g . und e i n g e l . von H. L. Held, 3 Bande. MUnchen: C a r l Hauser V e r l a g , 1949. BRIEFE UND TAGEBUCHER R i l k e , R ainer Maria. B r i e f e und Tagebucher aus der F r t i h z e i t , 1899-1902. L e i p z i g : I n s e l - V e r l a g , 1933. R i l k e , R a i n e r Maria. Uber Gott, zwei B r i e f e . L e i p z i g : I n s e l - V e r l a g , 1933~ - 79 -R i l k e , R ainer Maria. Gesammelte B r i e f e , h r s g . von Ruth S i e b e r - R i l k e und C a r l S i e b e r , 6 Bande. L e i p z i g : I n s e l - V e r l a g , 1936-1940. R i l k e , R ainer Maria. B r i e f e an einen jungen D i c h t e r . I n s e l - B i i c h e r e i Nr. 406. L e i p z i g : I n s e l - V e r l a g , 1949. R i l k e , R a i n e r Maria. B r i e f e an eine junge Frau. I n s e l -Bucherei Nr. 409- L e i p z i g : I n s e l - V e r l a g , 1949. 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