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L'esthetique d'Andre Gide Baker, Donald Charles Burchall 1941-12-31

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L'ESTHETIQTJE D'ANDRE GIDE  Donald C h a r l e s B u r c h a l l Baker  A T h e s i s submitted I n P a r t i a l F u l f i l m e n t o f the Requirements f o r the Degree o f Master of A r t s " "  "  4  i n the Department of Modern  Languages  The U n i v e r s i t y o f B r i t i s h Columbia April,  1941  '« . • the l i n e s of a f r e s h school, a school that i s to have i n i t a l l the p a s s i o n o f the r o m a n t i c s p i r i t , a l l the p e r f e c t i o n of the s p i r i t t h a t i s G r e e k . The harmony of s o u l and "body . • « «" W i l d e : The P i c t u r e of Dorian G-ray  "» • • c e t t e croyance en 1'oeuvre d ' a r t et ce c u l t e que j e l u i voue • • , G-ide: J o u r n a l ;"• 1915  • TO MT MOTHER  9 a v r i l , 1941  AVAMT-PROPOS  I •  '  • •  Eth.iq.ue, e s t h e t i q u e ,  psychologie—voil& les t r o i s  grandes d i v i s i o n s d'une etude comprehensive de Gide e t de son oeuvre*  C e t t e etude e s s a i e a t r a i t e r du second de ces  a s p e c t s — l a t h ^ o r i e et l a p r a t i q u e de sa p h i l o s o p h i e d ' a r t , s  Y o i c i l e theme p r i n c i p a l de son 6 t h i q u e : l horome d o i t egalement developper l e s c6tes opposes de sa p e r s o n a l i t e * !  L esthe*tique  g i d i e n n e ne montre aucune t e l l e s c h i z o p h r e n i c  voulue: tout  s assujettit  s  a l a d o c t r i n e du c l a s s i c i s m s ,  M a i s , oomme on n o t e r a , l e c l a s s i c i s m e de Gide n ' e s t tout a f a i t  pas  c e l u i de l a France au d i z - h u i t i e m e s i e c l e . . • •  II I I y a t r e s peu de c r i t i q u e s sans p r e v e n t i o n envers G i d e : i l s l o u e n t ou maudisent son e s t h 6 t i q u e  selon q u ' i l  j u s t i f i e ou condamne l e u r s o p i n i o n s e t h i q u e s .  Get e s s a i  n ' e s t pas p o l e m i q u e : i l p e r m e t t r a a Gide de se ,juger,» A i n s i c e t t e etude r e ' a l i s e - t - e l l e une c o n c e p t i o n q u e l que peu n o u v e l l e de l a f o n c t i o n du c r i t i q u e : a l u i e s t rble de c l a s s i f i c a t e u r au l i e u d ^ v o c a t .  Tous l e s deux  rassemblent l e s f a i t s et l e s mettent en o r d r e .  Mais  tandis  que c e l u i - c i arrange son d o s s i e r de t e l l e maniere "a pre*disposer son a u d i e n c e  s  le  l e c l a s s i f i c a t e u r ne ^eut  que  rendre l e s f a i t s l e s p l u s a o c e s s i b l e s , l e s p l u s u t i l e s , , I I va de s o i q u ' i l e s t n i c e s s a i r e de l a i s s e r a Gide l e d r o i t de p a r l e r l i b r e m e n t «  I I y a beaucoup de j u s t i -  f i c a t i o n s des nombreuses c i t a t i o n s au cours de c e t  essai.  En p r e m i e r l i e u Gide est lui-mfeme a u t a n t c r i t i q u e que createur: s'ensuit  i l s ' e n t e n d e longuement sur sa t h d o r i e .  II  que Gide s a l t a u s s i M e n que l e s a u t r e s ce q u ' i l  tache de f a i r e .  E t une enquete s u r l e s d i v e r s c r i t i q u e s  de Gide i n d i q u e r a q u ' i l s f o n t p a s s e r pour l e u r s decouvertes des i d d e s que Gide exprime a u s s i  propres  distinctement  sur l u i - m a m e . Ces phrases e n t r e g u i l l e m e t s ont une f i n double— c e l l e d ' o f f r i r l e s i d ^ e s de Gide dans l a m e i l l e u r e des e x p r e s s i o n s p o s s i b l e s , et c e l l e de f o u r n i r un panorama de son s t y l e ,  T h e o r i e et  pratique  Gide cree l e p r e c e d e n t :  9  ses deux grands ouvrages de  c r i t i q u e D o s t o i e v s k y et Montaigne sont des  commentaires  p o i n t p a r p o i n t d'une s u i t e de c i t a t i o n s ,  ( n o t e r en  passant q u ' i l se s e r t de ces deux a u t e u r s pour ses p r o p r e s o p i n i o n s . )  Enfin,  presenter  ces p a r o l e s du M a i t r e  donnent  une a p p r o b a t i o n e x p l i c i t e : " . . , j e l i s une a s s e z longue • dtude d'une. C h i n o i s e (1) sur 1 ' A t t i t u d e d'Andre" G i d e ; oomme e l l e e s t f a i t e a coups de c i t a t i o n s (mais b i e n c h o i s i e s ) ,  1  Mme Yang Tchang Lbmine  vi  e l l e me p a r a i t e x c e l l e n t e , et paree q u ' e l l e accepte  de  me prendre simple me n t pour ce que j e s u i s . " (1)  III I I j a e i n q c h a p i t r e s de longueurs f o r t dans l e c o r p s de cet e s s a i — un sur 1' e s t h e t i q u e t r o i s sur I ' e s t h e t i q u e  inegales critique,  o r e ' a t r i c e , un sur 1' e s t h e t i q u e  com-  pare e. Le p r e m i e r n ' o f f r e  qu'une s e l e c t i o n des o p i n i o n s  1  de Gide s u r l e s oeuvres d a u t r e s a r t i s t e s i l un g u i d e a ses p r o p r e s 1 l y r e s .  et a i n s i  fournit-  Dans l e deuxienie  c h a p i t r e Gide expose sa p l i i l o s o p h i e d ' a r t ; dans l e t r o i s i e m e on remarque 1 ' a p p l i c a t i o n g e n e r a l e 1  l e n s e m b l e de son o e u v r e .  de ces p r i n c i p e s dans  Le grand quatrieme  chapitre  est beaucoup p l u s p a r t i c u l l e r , et d i s c u t e t o u r a t o u r c ha que ouvrage.  Le d e r n i e r c h a p i t r e n ' a pas  d ' e t r e comple t :  i l comment e s i m p l e Kent sur  des i n f l u e n c e s e s t h e t i q u e s Annexee a cet  1'intention quelques-unes  exercees sur et par G i d e .  e s s a i i l y a une b i b l i o g r a p h i c des  ouvrages par et sur Andre. Gide dans l a b i b l i o t h e q u e de 1 ' U n i v e r s i t y of B r i t i s h C o l u m b i a .  Ohaque mention de t i t re  ou de page dans l e corps de 1'etude se r a p p o r t e aux m a t i e r e s i n s c r i t e s dans c e t t e append!ce.  1  J o u r n a l ' 3 1 , p 1020.  Les t a b l e s  des  a r t i c l e s dans l e s revues seront peut~e*tre u t i l e s k ceuz q u i desiretfte'tudier davantage l a personnalite" l a p l u s s i g n i f i a n t e dans l e developpement de l a l i t t e r a t u r e frangaise  contemporaine«  D» 0 « B» B» avril,  1941  Chapitre I  L'ESTHETIQUE CRITIQUE  1. MUSIQUE  "De l a musique avant t o u t e c h o s e " . . . . E t l ' o e u v r e de Gide en est c e r t a i n e m e n t impregnee.  On s a l t  qu'il  a u r a i t pu d e v e n i r m u s i c i e n autant qu ' e c r i v a i n (1) on s a l t r o l e de l a musique dans s a v i e . (2)  le  E t l a musique comme s o i 1  e n t r e t r e s souvent dans ses oeuvres d i m a g i n a t i o n . ftpres  une l e c t u r e de n ' i m p o r t e  quel l i v r e  de G i d e , on p o u v a i t i m a g i n e r q u ' i l n ' a i m e r a i t p o i n t Wagner. "Wagner a c c a b l e t r o p , " d i t - i l t o u t simplement dans s o n p r e m i e r l i v r e Andre W a l t e r ( 3 ) , et developpe c e t t e i d e e dans S i l e G r a i n ne m e u r t . . . (4) eurs.  (5)  et dans l e J o u r n a l des Faux-Monnay-  Mais 1 ' e x p r e s s i o n p e u t - e t r e l a p l u s ramassee de •. .,/:<. 1  c e t t e .repugnance se t r o u v e dans s a r.eponse a une enquete du B e r l i n e r T a g e b l a t t a 1 ' o c c a s i o n du v i n g t - c i n q u i e m e a n n i v e r s a i r e de l a  mort de Wagners  " J ' a i l a personne e t l ' o e u v r e  de Wagner en h o r r e u r ; mon a v e r s i o n passionnee n ' a f a i t que c r o i t r e d e p u i s mon enfance. pas t a n t q u ' i l n ' e c r a s e . gens de l e t t r e s  Ce p r o d i g i e u x g e n i e n ' e x a l t e  I I a perrais a  q u a n t i t e de snobs,de  e t de s o t s de c r o i r e q u ' i l s a i m a i e n t l a m u s i -  que, et a quelques a r t i s t e s de c r o i r e que l e g e n i e  s'apprenait.  L'Allemagne n ' a p e u t - § t r e jamais r i e r i p r o d u i t a r i a f o i s  1 2 3 4 5  J o u r n a l ' 1 0 , p 325 V o i r mon E t h i q u e d ' A n d r e G i d e , pp 6-11 p 201 p 206 p 71  d'aussi  g r a n d n i *cP a u s s i barbare'.'CQ Wagner e e l a i r e t o u t ce q u i e s t Stranger  £ G i d e : emphase,  1'emotion,  "Synthese des  eloquence, l a p a r o l e a u - d e l a de arts."  Beethoven ne v a pas beaucoup mieux a l a mainr. de G i d e , l e q u e l l u i p r e f e r e  infiniment Mozart.  Les i d e e s de  Gide sur d ' a u t r e s m u s i c i a n s sont p i q u a n t e s e t p r o f o n d e s , mais pour l u i l e s deux c o m p o s i t e u r s l e s p l u s import ants sont Bach et C h o p i n .  C e u x - c i , q u i demontrent l e s deux  de son e t h i q u e , p r o t e s t a n t i s m e en e u t r e deux a s p e c t s de son  cotes  e t immoralisme, s p n b o l i s e n t esthetique.  Gide a p p r e c i e f o r t b i e n en Bach 1 ' i m p r e s s i o n de s a beaute calme et  de s a p e r f e c t i o n , mais s ' o c c u p e eg a l e  ment a I ' e t u d e de s a mecanique. I I s ' e m e r v e i l l e de I ' M . de l a fugue,  sur l e modele d u q u e l E d o u a r d , dans l e s Faux-  Monnayeurs, v o u l a i t f agonner son roraan. (2)  V o i c i deux  c r i t i q u e s g i d i e n n e s de l a Kunst der Fugue, l e s q u e l l e s e c l a i r ent l e roman de G i d e et s o n t , de p l u s , d ' u n i n t e r e t a 1 ' e g a r d de s o n e s t h e t i q u e ;  general  " C e l a n ' a presque p l u s r i e n  d ' h u m a i n , et ce n ' e s t p l u s l e sentiment ou l a p a s s i o n q u i ! i l e v e i l l e , mais 1 ' a d o r a t i o n .  Quel calme.' Q u e l l e a c c e p t a t i o n  de t o u t ce q u i e s t s u p e r i e u r a 1'hommeI chair.'  Quel d e d a i n de l a  Q u e l l e p a l x . " ' ; (3) " R i e n de ce que j ' e n a i d i t  1 ' a u t r e j o u r ne me  p a r a i t p l u s b i e n e x a c t . Non, I ' o n ne  s e n t p l u s l a , s o a v e n t , n i s e r e n i t e n i b e a u t e ; mais tourment  1 J o u r n a l ' 0 8 , p 259 2 Faux-»Monnayeurs p 243 3 J o u r n a l « 2 1 , p 704  4 d ' e s p r i t e t - v o l o n t e de formes, r i g i d e s comme des l o i s e t i n humainement i n f 1 e x i b l e s. l e • c b i f f r e ; .etjsavant  1  C est l e t r i o i a p h e , de ill e s p r i t -,sur  l e triomphe, l a l u t t e .  E t , t o u t en  se soumettant  & l a contrainte,  travers e l l e ,  en d e p i t d ' e l l e , ou g r a c e a e l l e , d e geu,  tion,  de t e n d r e s s e ,  t o u t ce q u i se peut encore a  ex, somme t o u t e ,  d'harmonie."  (1)  Chopin e s t pour Gide l e c o n t r e - p i e d de B a c h . E t i l a des i d e e s r e s o l u e s au s u j e t  d'emo-  artistique  de son i n t e r p r e -  t a t i o n . On d o i t l e j o u e r non pas b r i l l a n t e mais l o i s i b l e m e n t , (2) Gide a meme e c r i t des Notes sur C h o p i n , pour l a Revue music a l e , ou i l m a i n t i e n t que 1 ' e x e c u t i o n de Chopin  est  d ' o r d i n a i r e t r o p l i s z t i e n n e : ses morceaux d o i v e n t a v o i r d ' e t r e i m p r o v i s e s . E t , t a n d i s que "pour Beethoven, l a qu a n t i t e (3)  1!air  assurement  de son i m p o r t e , pour Chopin seulemeht l a q u a l i t e u  Ces o b s e r v a t i o n s sur C h o p i n ne p e u v e n t - e l l e s pas se  rapporter  a l a l i n g u i s t i q u e g i d i e n n e ? (4) Dans 1 ' e s t h e t i q u e de G i d e , Back e s t l a s q u e l -  e t t e , Chopin l a c h a i r .  Gide r a c o n t e quelque p a r t 1 • e x p l i c a t i o n amusante du p r o v e r b e : "Un bon t i a n s  vaut mieux que deux  t u 1 ' a a r a s , " que F r a n c i s ^ammes f o u r n i t el Athman, page de Gide en A l g e r i e : "  Les T u l o r a s , l u i d i s a i t - i l ,  sont  des  1 J o u r n a l pp 705-6 2 I b i d , , - 693 3 I b i d . , " F e u i l l e t s " , p 395 4 On d o i t r e l i r e a c e t egard l e s c i t a t i o n s sur Bach e t Chopin dans mon E t h i q u e d Andre" Gide l e s q u e l l e s etaient cette theorie. 1  especes d e g r o s trombones dont on ne t i r e ;  affzeiox.*  5 que des sons  Le t i e n s est une espece de p e t i t e . f l u t e . " . . . ( 1 )  Et le tiens  est 1 ' i n s t r u m e n t de G i d e . I I avouB  formes l i m i t l e s s  lul-meme s a p r e f e r e n c e pour l e s  "Je me r e j e t a i s d ' a u t a n t p l u s passionement  1  v e r s ce que j a p p e l a i s l a musique ' p u r e ' , c ' e s t - a - d i r e c e l l e q u i ne p r e t e n d r i e n s i g n i f i e r :  et par p r o t e s t a t i o n  c o n t r e l a polyphonie wagnerienne, p r e f e r a i s (Je l e encore) l e quatuor a 1 ' o r c h e s t r e , (2)  L a Symphonie P a s t o r a l e  prefere  l a senate a l a symphonie.  n ' e s t pas une s y m p h o n i e . . . .  On p o u r r a i t d e d u i r e de l a p r e f e r e n c e de Gide pour Bach et Chopin (dont l a musique ne d o i t que sonner i m p r o v i e e e ) , q u ' i l ne t o l e r a i t gudre une f u i t e v e r s une i m p r e c i s i o n music a l e dans l a l i t t e r a t u r e : " L e g r a n d i n s t r u m e n t de c u l t u r e , e ' e s t l e d e s s e i n , non l a musique. 1  C e l l e - c i se deseprend chacun de soi-merne; e l l e 1 epanouit vaguement.  Le d e s s e i n , au c o n t r a i r e , e x a l t e l e p a r t i c u l i e r  i l p r e c i s e , par l i i i  triomphe l a c r i t i q u e . " (3)  Neanmoins l e dionysme f o n c i e r de Gide permet au c r i t i q u e d ' e v a d e r une d i s c u s s i o n de ses o p i n i o n s s u r les arts plastiques. prefere,  Suffit  a* ce q u ' i l p a r a l t ,  en passant de n o t e r  qu'il  l e s grands p e i n t r e s et  sculp-  t e u r s v l t a l i e n s ( p e u t - i t r e parce q u ' i l v o y a i t dans l a  1 2 3  F r a n c i s "gemmes^ NRFt. 5 1 , p 903 G r a i n , p 260 „ , _ More • c h o i s i s , " R e f l e x i o n s sur l'AHsnagne'p 51  Renaissan.ee l a p o s s i b l e v r a i e beaute, que 1* a r c h i t e c t u r e -  a l u i , (2) tants  t o u t e p h y s i q u e ) , (1)  a c t u e l l e ne p l a i t pas p a r t i c u l i e r e m e n t  et q u ' i l c r o i t l a mode de 1900 l a i d e et  attris-  (3)  Et' t o u t l e r e s t e  est:  2 . LITTERATURE  L a c u l t u r e I n t e r n a t i o n a l e de Gide et  sa  c u r i o s i t e perpetuelle I'ont f a i t connaltre l a l i t t e r a t u r e de p l u s i e u r \ s n a t i o n s e t r a n g e r e s . quelque i d e e de ses i n t e r e t s i  Ses t r a d u c t i o n s donnenb  i l a t r a d u i t en f r a n c a i s  des l i v r e s de P o u c h k i n e , Goethe, K e l l e r , Shakespeare, Conrad, Tagore, Whitman.  Blake,  (4)  S a c r i t i q u e est a u s s i p e n e t r a n t e des l i t t e r a ture s etrangeres  que de l a s i s n n e . Comme exemples de ses  o p i n i o n s , ces mots a propos des  Reven ants  en poussant l e s c h o s e s , non en l e s heart a n t ,  d'Ibsen:"C'est q u ' on l e s  remue" (5) ; c e u x - c i sur D i e Rauber de S c h i l l e r j " L ' a b s p r d i t e dans l e pathos e t l a demesure ne s a u r a i e n t e t r e  poussees  plus loin,  (6)  et c e l a sans mem® 1'excuse du v e r s . "  1»Journal ' 9 1 , p 21 2 I b i d . . " F e u i l l e t s " , p 345 3 G r e e n ; P e r s o n a l R e c o r d , p 88 4 V o i r 1'appendice. J o u r n a l ' 9 3 , p 40 6 I b i d . ' 3 4 , p 1215 5  et c e u x - c i sur N i e t z s c h e : "Ceuvre admirable? non — mais preface-d'oeuvres  a d m i r a b l e s . " (1)  I I s ' i n t e V e s s e p a r t i c u l i e r e m e n t , a ce par a i t ,  £ l a litterature  qu'il  a n g l a i s e . Dans une l e t t r e a C h a r l e s  du Bos i l d i t : " L ' A n g l e t e r r e n ' a guere peche j u s q u ' a p r e s e n t p a r exces de c u i s i n e ; James e s t un m a i t r e - c u i s i n i e r . M a i s , quant a m o i , precisement j ' a i m e ces  g r o s morceaux non pares  que F i e l d i n g ou de F o S ' n o u s s e r v e n t ,  i. p e i n e c u i t s ,  gardant  t o u t l e goQt-de-sang de l a v i a n d e . Tant d ' appret e t de d i s t i n c t i o n , j ' e n s u i s soule d'avance; defauts..."(2) peare.  i l r e n c h e r i t sur nos p r o p r e s  Au merae t i r t r e i l aime l a v i g u e u r de Shakes7  "Rous p a r a i s s o n s b i e n sees a c8t e d ' e u x , " (3)  a propos de ses p i e c e s h i s t o t i q u e s , d'une analyse g i d i e n n e de H a n l e t  et c e t t e d e r n i e r e  dit-il phrase  demon t r e son a p p r e c i a t i o n :  1  "Oh non.' pas 1 a c t i o n d ' u n 'homme r e s o l u ' , mais c e l l e de quelqu'un qui n ' e t a i t saura d i r e :  pas ne pour a g i r , et a q u i H o r a t i o  'Vous a u r i e z pu n a t t r e p o e t e ' . " f  (4)  Gide peut g o u t e r a u s s i l a u t r e litterature  aspect de l a  a n g l a i s e : " P r i d e and P r e j u d i c e . . . . ou Jane  Austen a t t e i n t  l a p e r f e c t i o n , mais ou 1 'on s e n t assez v : i t e  e  1: X I I " L e t t r e a A n g e l e , " P r e t e x t e s , p 169 2 NRF -t. 3 3 - 2 9 . 2 , p 762 3 Green, "Pages de J o u r n a l 1935", R . PARIS, 1 a v r i l ' 3 9 , p 728 4 Post-scriptum & l a V I I " L e t t r e a Angele", P r e t e x t e s , p 134. N o t e r en p a s s a n t que B e r n a r d dans l e s FauxMonn©years se rapproche a Hamlet. e  8 (comme dans M a r i v a u x ) q u ' e l l e ne se Bisquera pas mets exposes a des v e n t s t r o p f o r t s .  sur des som-  Une exquise m a i t r i s e de  ce q u i peut e t r e m a l t r i s e V Charm ante d i f f- e r e n c i a t i o n des personnages may ens.  R e u s s i t e par-f a i t e et  triomphe a i s £ e de  l a decenfie." (1) Stevenson s ' e n f a u t un p e u : " . . . . f i n , d e l i c a t , e x t r em ement c i v i l i s e . toujours c o n t e u r ,  L u i r e s t e c o r r e c t et  specieux, disceet;  acteur j a m a i s ; l a v i e l e g r i s e , mais comme  un t r e s l e g e r champagne; r i e n de d i o n y s i a q u e en c e t t e i v r e s s e ^ r i e n de d i v i n ;  son i v r e s s e e s t toujonrs l u c i d e et n ' e m t e que  son c e r v e a u ; i v r e s s e de salon^de causeurj ce n ' e s t pas l a  mienne; et j e s o u f f r e souvent,  s e n t i r que t o u j o u r s distant,  - - vous savez que  i l e s t r e s t e devant  l e l i s ant,  de  l e s choses, un peu  voyeur amuse, non v i v e u r . . . . " ( 2 )  Quant au D r . J e k y l l :  "Trop i n g e n i e u x , t r o p p o l i c e ; c e l a manque de grandeur." (3) E t K e a t s e s t presque t r o p r a f f i n e : " . . . Hero and Leander • . . . c e t t e arddnte et magnifique p o e s i e . ...presque f r o i d ,  K e a t s . . . me p a r a i t  aupres  d e c o l o r e , et s u r t o u t de r y t h m e s i s u b t i l  q u ' i l echappe p a r f o i s a f o r c e de d e l i c a t e s s e . " ( 4 ) Dans l a seconde conference C a r l y l e , i l manque de p e n e t r a t i o n : comme c e l a . "  "Je ne d e v r a i s r i e n l i r e  Mais dans l a p r e m i e r e , "  A chaque l i g n e , j ' e n  a v a l s pour un quart d ' h e u r e de r e f l e x i o n s  1 2 3 4  (des Heros) de  et  Journal ' 2 9 , ; 910 VT "Lettre a Angele," Pretextes, J o u r n a l ' 2 4 , p 780 I b i d . *12, p 383 e  de  vagabon-  p 115  9' d a g e s . " ( l ) * Gide c o n s i d e r e que l e s ouvrages l e s p l u s i n t & r e s sanfs e t l e s p l u s d i s t i n c t i f s de Browning (11 l ' a i m e p r e s q u ' en  totalite)  sont l e s monologues corame S l u d g e ,  " C e s t pour  l a g e n e r a t i o n s u i v s n t e q u ' e c r i v a i t Browning —• et pour nous. (2)  E t dans une epoque r e c e n t e Gide d i t ces mots a propos  de The O l d W i v e s ' Tale d ' A r n o l d B e n n e t t : " R i e n de p l u s s i m p l que son i n t r i g u e ; r i e n que de b a n a l , que d ' o r d i n a i r e dans l a r e l a t i o n de l a v i e des deux s o e u r s . "  r  (3) C e s t  encore  de l a l o u a n g e .  1  M a i s , quoique 1 a p p r e c i a t i o n de Gide pour l a litterature  etrangfere  l a litterature  s o i t c o n s i d e r a b l e , son i n t e r e t  franpaise  pour  est proportionnellement plus grand.  Pendant son voyage au Congo, par exemple, i l t r o u v a l e temps de l i r e et de r e l i r e quelques p i e c e s de C o r n e i l l e , M o l i e r e et de R a c i n e .  V o i c i son o p i n i o n du monologue 1  d ' E m i l i e q u i ouvre C i n n a : " L a b s t r a c t i o n , l a p r e c i o s i t e , soufflure,  1 ' a n t i - r e a l i s m e . . . ne -sauraient  sonnet  a comprendre que, pour l e  s p e c t a t e u r non p r e v e n u , non a p p r i v o i s e par avance, vetrement  Cest  sur l e n a t u r e l . Be p l u s a b s t r u s  de M a l l a r m ^ n ' e s t p l u s d i f f i c i l e  la  § t r e pousses p l u s  l o i n et j e ne c o n n a i s pas de v e r s p l u s a d m i r a b l e s . l e triomphe de 1 ' a r t  de  l'enche-  de c e t amphigouri s u b l i m e . " (4)  1 J o u r n a l ' 9 1 , p 19 2 " L ' O e u v r e de R o b e r t Browning," NRF 1 . 1 6 - 2 1 . 2 , p 415 3 " A r n o l d Bennett",NRF t . 3 6 - 3 1 . 1 , p 728 4 "Voyage au Congo", p 197  10 * i  E t ces phrases (cachees encore mieux que c e l l e s  de Rousseau) f o n t l a c r i t i q u e du Misanthrope.' "Les sentiments qui font l e s  r e s s o r t s de 1 ' i n t r i g u e ,  Moliere s a t i r i s e , plus delicate, cette  l e s . i - i d i c u l e s que  c o m p o r t e r a i e n t une p e i n t u r e p l u s  et supportent  ' e r o s i o n des c o n t o u r s '  assez  et  et,  Le c a r a c t e r e & * A l e e s t e  precis^ment parce q u ' i l y  l  met du s i en, 1' auteur s y montre moins pretait  ce g r o s s i e r e m e n t  que j ' a d m i r e t a n t dans l e  B o u r g e o i s , l e Malade, ou 1 ' A v a r e . me p a r a i t un peu f a b r i q u e ,  raal  nuancee,  a 1' a i s e . . . . Le  au roman p l u t o t q u ' au t h e a t r e ou i l f a u t  t r o p ; l e s sentiments d ' A l c e s t e s o u f f r e n t  sujet  exterioriser  de c e t t e e x p r e s s i o n  f o r c e e q u i a j o u t e a son c a r a c t e r e un r i d i c u l e de s u r f a c e  et  de moins "bonne q u a l i t e . Les m e i l l e u r e s scenes sont p e u t e t r e c e l l e s ou lui-meme ne p a r a t t p a s , . . . "  (1)  V o i c i ce  q u i p l a i t - : a Gide chez M o l i e r e » " c e t t e s o r t e de j o i e , p l e i n e de sagesse un peu t r i v i a l e , d ' a r t un peu f r u s t e , un peu e p a i s . "  d'esprit  (2) Gide demontre p o u r t a n t  sympathie p l u s grande pour R a c i n e .  dans son oeuvre une  Quelques remarques  Ip_higjdnie: " I I me par a l t a u j o u r d ' h u i que c e t t e p i e c e aussi parfaite  qu'aucune  est  a u t r e et ne l e cede en r i e n a  ses s o e u r s ; mais sans doute n^en e s t - i l p o i n t q u ' i l plus d i f f i c i l e  sur  de b i e n j o u e r .  soit  Aucun r o l e ne peut e t r e l a i s s e  dans 1 ' o m b r e . . . .LSon p o u r r a i t merne d i r e q u ' i l n ' y a pas un  1 I b i d . , p 47-48 2 J o u r n a l , " F e u i l l e t s , " p 664  premier r o l e ,  et que tour a t o u r  c ' e s t I p h i g e ' n i e , Agamemnon,  C l y t e m n e s t r e , A c h i l l e et E r i p h i l e que 1' on s o u h a i t e de v o i r l e mieux i n t e r p r e t e r "  (1) On s e r a i t p e u t - e t r e j u s t i f i e r de  c l a s s e r R a c i n e parmi l e s i n f l u e n c e s d i r e c t e s . s u r Gides.^J^ai :  aime l e s •vers,-.de" R'aeine p a r - d e s s u s t o u t e s p r o d u c t i o n s a i r s . \ J ' a d m i r e Shakespeare  litter-  enormement; mais j ' eprouve  R a c i n e une emotion que ne me donne j a m a i s Shakespeare: de l a p e r f e c t i o n . . . .Homme et n a t u r e , aux v e n t s ,  dans ses p i e c e s  devant celle  ouvertes  t o u t e l a p o e s i e r i t , p l e u r e et f r e m i t dans Shakes1  p e a r e ; R a c i n e e s t au sommet de I a r t . "  (2)  Deux v e r s de M o l i e r e e t de R a c i n e 6 c l a i r e i s s e n t 1 ' e s t h e t i q u e J d e G i d e , parce q u ' i l l e s c i t e comme t o u s l e s deux exemples d ' " a r t c l a s s i q u e . " De T a r t u f f e : "Vous vous aimez tous,.deux p l u s que vous ne pensez" (3) et de Bajiazet: " J e me p l a i n s de mon s o r t moins que vous ne p e n s e z . " (4)  1. Vova&e au Congo* p 198-9 2 J o u r n a l ' 3 3 , p 1187. C f . a u s s i p 113 de l a " P r e f ace aux F l e u r s du .USaiy •''Moreeaux c h o i s i s : " I ' u n et 1' a u t r e (Racine et B a u d e l a i r e ) p a r l e n t & m i - v o i x , de s o r t © que nous l e s 6coutons longuement;" l e s e x t r a i t s du P e r s o n a l R e c o r d de Green et du J o u r n a l d ' A l i s s a dans L a P o r t e ~ ^ t r o i t e , ou Gide l o u e l e s chants r e l i g i e u x de Racine.; et l e s a t i r i q u e " D i a l o g u e e n t r e R a c i n e et l e P . Bouhours" ( J o u r n a l , " F e u i l l S t s / p 662 - 3 . ) • 3 J o u r n a l des Faux-Monnayeurs, p 75 1  4  Ibid.,  p 108  12 - \  Des a u t r e s e c r i v a i n s du d i x - s e p t i e m e s i d c l e  La Bruyere e s t 1 'un de ses p r e f e r e s . " S i c l a i r e e s t l ' e a u x de  A propos des C a r a c t e r s s ;  ces b a s s i n s , q u ' i l f a u t se pen-  cher longtemps au-dessus pour en comprejidre. l a p r o f o n d e u r . (1) En ce q u i coneerne l e s i e c l e e n t i e r i l e s t d ' a c c o r d avec 1 ' o b s e r v a t i o n de B r u n e t i e r e que p l u s i e u r s auteurs  (sans  compter P a s c a l ) ne se sont pas profondement exprimes sur l a v i e parce q u ' i l s m e t t a i e n t l e u r pensee d ' h a b i t u d e & l a poittee des femmes de s o c i e t e .  (2)  E t i l ajoute ce commen-  t a i r e de l u i - m e m e : " I f the w r i t e r s o f the seventeenth  cent-  u r y coulfl have f o r e s e e n t h a t t h e y would be r e a d t h r e e hundred years  later,  t h e y ' w o u l d have w r i t t e n q u i t e d i f f e r e n t l y ,  ho d o u b t . . . . F o r one f e e l s v e r y c o n s c i o u s t h a t t h e y c o u l d have done b e t t e r ,  but didn t dare."  Flaubert p l u s de c i n q ans,  ?  (3)  dont l a Correspondence " a durant  a mon c h e v e t , rempl&cje l a B i b l e " ,  et q u i r e s t e encore son oeuvre de c e t auteur  (4)  preferee,(5)  f  "n • 6 c r i t pas s i b i e n q u ' i l s' e f f o r c e d e c r i r e . . . Chaque p h r a s e ne s o r t d'embarras que par une t i o n de l a s y n t a x e ;  extreme  e l l e m o r c e l l e et juxtapose. E l l e n ' o b -  t i e n t non p l u s l a f u s i o n que 1 ' a n a l y s e ; a l'etat  1 3 4 5 6  brut."  simplifica-  l e s elements en r e s t e  (6)  J o u r n a l '26y.fr 826 2 Ibid., G r e e n : P e r s o n a l R e c o r d , t> 253 " F e u i l l e t s " , NRF t . " 1 8 - 2 2 . 1 , p 8X3 " F e u i l l e t s " , NRF t . 3 1 - 2 8 . 2 , p. 803 . " F e u i l l e t s " , NRF t . 1 8 - 2 2 . 1 , o 319  ' 9 1 , p 21  13 » \ livres soit,  B a l z a c , au c o n t r a i r e ,  quoique l ' u n de ses  en t o u t , "une des choses l e s p l u s  mais b i e n a u s s i l e s p l u s t r o u b l e s ,  puissantes,  les plus imparfaites  chargees de s c o r i e s , de t o u t e n o t r e l i t t e r a t u r e ,  (1)  "...  comment ne p o i n t comprendre que ses d e f e u t s memos', f o n t b i e n p a r t i e de s a grandeur; pas s i g i g a n t e s q u c . "  que, p l u s p a r f a i t ,  et  i l ne  aussi serait  (2)  Gide tache de j u g e r avec i m p a r t i a l i t y Hugo, quoique 1 on p u i s s e c o n e l u r e de ses c r i t i q u e s qu'il  ferait  son elog'e avec d i f f i c u l t e .  anterieures  Son s t y l e par  exemple e s t c a r a c t e r i s e par "Trop de j o u r , r h e t o r i q u e , mot p l u s g r o s que l a pensee;" (3) e x t e r i e u r e et fS^erbale temps son emploi de que, r i e n de p l u s majestueux,  "(4)  et par  le  "...L'antithese...  I I l o u e du r e s t e en meme  a l a maniere de B o s s u e t : de p l u s g r a v e ? " (5)  "Est-il  En somme, "De  W a u x v e r s , d ' a d m i r a b l e s v e r s . . .mais d'une beaut6 presque u n i quern en t v e r b ale et sonore. On* n ' imagine r i e n de p l u s c r e u x , de p l u s absurde  n i de p l u s  splendide."(6)  Gide condamne A n a t o l e France pour s®n manque  1 2. 3 4  J o u r n a l des Faux Monnayeurs, p 73 J o u r n a l ' 3 5 , p 1226 AndreHfiralter, p 177 " P r e f a c e aux F l e u r s da M a i " , Morceaux  c h o i s i s , p 113 5 • F e u i l l e t s " , NRF t . 3 1 - 2 8 . 2 , p 807 6 Journal ' 1 8 , p 660. C f . I b i d . , ' 2 9 , p 955  14 de "tremblement" (2)  (1) et l e s Goncourt pour l e u r manque  Z o l a , t o u t au c o n t r a i r e , % e r i t e d ' e t r e p l a c e 1  — autant q u a r t i s t e  generale.  t r e s haut  et sans aucun s o u c i de t e n d a n c e . "  (3)  V o i c i s e l o n Gide l e grand crime de S a i n t Georges de B o u h e l i e r j "Yous ..."(4)  aiumez n o t r e tangue, Monsieur •  mais H e n r i d e R e g n i e r " e s t 1 ' u n des s e u l s q u i  "ecrivent; i l a 1' amour e t l e s o u c i de n o t r e l a n g u e . " Si R^gnier e t a i t  p l u s age' ou  Gide p l u s j e u n e ,  (5)  celui-ci 1 lau-  r a i t c h o i s i pour mat t r e . Quant a~ l ' e c o l e s y m b o l i s t e en g e n e r a l : " L e grand g r i e f c e n t r e  e l l e , e ' e s t l e peu de c u r i o s i t e q u ' e l l e  mar qua devant l a v i e . peut-^tre...,  A l a s e u l e e x c e p t i o n de V i e l e -  t o u s f u r e n t des  pessimistes,  des  renonpants,  des r e s i g n £ s . . . . . L a p o e s i e d e v i n t pour eux un r e f u g e ; seule ^chappatoire  aux h i d e u s e s r e a l i t e s ;  avec une f e r v e u r d e s e s p e r e e . " (6)  Griffin  la  on s ' y p r e c i p i t a i t  Les s y m b o l i s t e s  appor-  1  t £ r e n t £ 1 a r t une n o u v e l l e e s t h e t i q u e mais pas une n o u v e l l e ethique.  P e u t - e t r e l e s o p i n i o n s de Gide sur deux a u t e u r s conteraporains s e r o n t - i l s d ' u n certain c i s XTammes est un grand poete;  i l a l'audace  interet:  " Fran-  l a p l u s nobles  1 J o u r n a l «06, p 207 2 I b i d . , " F e u i l l e s de r o u t e " , p 71; " T h e o p h i l e G a u t i e r , " Morceaux c h o i s i s , p 456; " F e u i l l e t s " , NRF t . 3 1 2 8 . 2 , p 804 3 J o u r n a l ' 34, p 1220 4 " I n Memoriam," P r e t e x t e s , 5 J o u r n a l des F a u x - M o n . , p 236 p 66-7  15 c e l l e de l a ' s i m p l i c i t y .  P a t i e n t denuement de pensee pour  p e r m e t t r e un a c c u e i l p l u s v a s t e e t p l u s s u r p r i s £ t o u t enioi v i / b r a n t , aVtoute s e n s a t i o n eparse  a u t o u r l d e l u i . " (1) Gide  s ' e t o n n e que ZJTammes peut employer l e v i e i l a l e x a n d r i ^ n pour des  chants s i nouveaux. I I l e r e n d p o u r t a n t  "C'est  pour ne p o i n t f a u s s e r  ment. " (2)  E n f i n : " J ' aime  meconnaissable;  1  sa voix qu i1 faussait  F r a n c i s ^fammes; mais j e  1'instruprefere  l a v e r i t e . (Je ne s a i s p l u s comment c e l a se d i t en l a t i n . ) " ( 3 ) Gide a v a i t longtemps esspe P r o u s t "un snob, un mondairi' amateur",  (4)  st s e n t i r pour l u i " . . .  mais peu a peu i l commencait  une des a d m i r a t i o n s : . l e s p l u s v i v e s  que j ' a l e j a m a i s eprouvees pour un auteur c o n t e m p o r f c i n — e t j e d i r a i s sans doute l a p l u s v i v e , s i P a u l V a l e V y n ' e x i s t a i t p o i n t . . . . n u l e c r i v a i n ne nous a v a i t p l u s e n r i c h i s . " (5) I I t r o u v e d e j a dans Les P l a i s i r s et l e s j o u r s  t o u t ce que  l ' o n admirer a dans l e s oeuvres p o s t e r i e u i c s : " . . . . du s o u v e n i r , emoussement du r e g r e t , noms de l i e u x , abondance,  intermittence  p u i s s a n c e ' e v o c a t r i c e des  t r o u b l e s de l a j a l o u s i e . . . c e d e t a i l et  ceite  1  1 e x t r a o r d i n a i r e f o i s o n n e m e n t . . . . " (6) E t v o i c i  s a c r i t i q u e de l ' o e u v r e e n t i ^ r e : "Lorsque nous l i s o n s P r o u s t , nous commencons de p e r c e v o i r b r u s quern en t du d e t a i l ou. ne nous a p p a r a i s s a i t j u s q u ' a l o r s qu'une m a s s e . . . .  e  NRF t .  L ' ^ c r i t u r e de P r o u s t  1 I I " L e t t r e & Angele*,' P r e t e x t e s , p 94 2 F r a n c i s $ammes," NRF t . 5 1 - 3 8 . 2 , p 881 3 J o u r n a l , " F e u i l l e t s " , p 721 4 L e t t r e & P r o u s t , NRF t . 3 1 - 2 8 . 2 , p 6509 •Se Ve " B i l l e t el A n g £ l e , " NRF t . 1 6 - 2 1 . 1 , p 586 6 "En r e l i s a n t Les P l a i s i r s et l e s j o u r s , " 2 0 - 2 3 . 1 , p 123-4  16; e s t . . . . l a plus a r t i s t e  que j e c o n n a i s e e . . . . J e • c h e r c h e  le  defaut de ce s t y l e et ne l e p u i s t r o u v e r . J e cherche  ses  q u a l i t l s dominantes, e t j e ne l e s p u i s t r o u v e r non p l u s , . . . Si  pour informer 1' i n d i c i b l e , le mot l u i manque,  5  1  & I i m a g e ; i l d i s p o s e de t o u t un t r e s u r valences,  1  d analogies,  d'equi-  de comparaisons s i p r e c i s e s et s i e x q u i s e s . . . .  ne se t i e n t pour s a t i s f a i t fleur,  i l recourt  II  que s ' i l nous m on t r e avec l a  l a t i g e , p u i s meme l e d^ l i e a t c h e v e l u r a e i n i e r , . . . 1  S i j e cherche i. p r e s e n t ce que j admire l e p l u s dans c e t t e 1  1  oeuvre, j e c r o i s que c est s a g r a t u i t e .  J e n en connais  de p l u s i n u t i l e , n i q u i  a; p r o u v e r . "  cherche moins  En g u i s e de c o n c l u s i o n on p e u t c i t e r  pas  (1)  les  d i x romans f r a n c a i s p r e f e r es de G i d e : (2) L a C h a r t r e u s e de" ft arm e ( S t e n d h a l ) ,  Les L i a i s o n s dangereuses ( L a d o s ) , L a P r i n -  cess* de C l e v e s , Manon Lescaut ( P r e v o s t ) , Dominique (Fromentin) La gousine  Bette  ( B a l z a c ) * Madame Bovary ( F l a u b e r t ) ,  n a l ( Z o l a ) , Marianne ( M a r i v a u x ) ,  Germi-  Mais i l n ' y a que neuf  romans: dans son l i s t e . E s t - c e que l e d i x i e m e s e r a i t Les Faux-Monnayeurs ( G i d e ) ?  1  Ve " B i l l e t a A n g e l e , " NRF t .  16-21.2,  p 587-90 2 "Les D i x romans f r a n j a i s C h o i s i s . p 142-8  q u e . . . " , Morceaux  Chapitre  II  L'ESTHETIQUE CREATRICE.: ' CREDO  18 1..  ART  * '• "...  l e dout e, l e t r o u b l e ,  l e romantisme  et  l a m e l a n c o l i e ; de tout c e l a nous e t i o n s l a s ; de tout p e l a nous v o u l i o n s s o r t i r . . . . un i d e a l d ' e q u i l i b r e , de p l e n i t u d e et de s a n t e .  Oe f u t ,  je c r o i s , bien,  ma premiere a s p i r a t i o n v e r s oe qu' on a p p e l l e (1) le ' classicisme';"  voici l'attitude  temps des I T o u r r i t u r e s ; v o i c i l ' a t t i t u d e  aujourd'hui  de Gide au a c t u e l l e de  Gide, Quel est ee romantisme que Gide prend en h o r r e u r ? "Le romantisme est t o u j o u r s accompagne d ' o r g u e i l , ( £) •d'infatuation".  "Notre l i t t e r a t u r e ,  ment l a romantique,  a louange, c u l t i v e , propage  tristesse;  et non p o i n t c e t t e t r i s t e s s e  et s i n g u l i e r e la  a c t i v e et  r e s o l u q u i p r e c i p i t e l'homme aux a c t i o n s l e s p l u s g l o r i e u s e s ; mais une s o r t e d ' e t a t f l a s q u e de 1'ame, qu'on a p p e l a i t m e l a n c o l i e . . . Je t i e n s pour i m p i e l e v e r s de Musset t a n t prone:  1 2 3  4  ' L e s p l u s desesperes sont (3) l e s chants l e s p l u s b e a u x ' . " Et i l approuve c e t t e (4) c r i t i q u e du Times L i t e r a r y Supplement: "Romanticism G r a i n , p 289-90. "Reponse a une enquete de l a Renaissance sur l e c l a s s ! c i s i n e " , Nouveaux P r e t e x t e s (Morceaux c h o i s i s ) p 415. Nouv. H o u r . , p 109-10. H e " B i l l e t a A n g e l e " , NRP t . 1 6 - 2 1 . 1 , p 343.  19 i s an excess -of emotion; and the emotion i s not n e c e s s a r i l y o f the e x p r e s s i v e , i t may be o f the r e s t r i c t i v e k i n d . excess may be not o f l o v e but of f e a r .  The  In g e n e r a l ,  r o m a n t i c i s m i s to be d i s t i n g u i s h e d from c l a s s i c i s m by i t s attitude  to the fundamental mystery o f l i f e ,  of i n f i n i t y .  the  element  The achievement of c l a s s i c i s m i s to accept  p l a c e t h a t element,  t o a c k n o w l e d g e . i t w i t h o u t denying  r e a s o n ; and no a r t  can be c a l l e d c l a s s i c a l t h a t i s not  and  entire."  Une enquete de La Renaissance s u r i e c l a s s i c ! sme poussa Gide a. s ' o c c u p e r de l a t h e o r i e du c l a s s i c i s m s , q u ' i l d e v e l o p p a i t dans aa reponse a. l a r e v u e , dans ses deux p r e m i e r s " B i l l e t s a. A n g e l e " , et p a r - c i p a r - l a dans b i e n des a u t r e s e c r i t s c r i t i q u e s .  "Le v r a i c l a s s i c ! sine  n-' est pas l e re s u i t at d'une cent r a i n te e x t e r i e u r e " , r  i l  conaluip-  dans l a Reponse, mais b i e n "un harmonieux f a i s c e a u de  vertus,  dont l a premiere est l a m o d e s t i e . "  e x i g e une s o u m i s s i o n , parce que:  '  "En g e n e r a l ,  L'art 1'insubor-  d i n a t i o n c o n t r e l e s r e g i e s v i e n t d'une s u b o r d i n a t i o n i n i n t e l l i g e n t e au r e a l i s r a e , d'une incomprehension des f i n s (3)  de 1' a r t . "  Mai s ces r e g i e s sont i n t e r ! e u r e s :  "La  p e r f e c t i o n c l a s s ique i m p l i q u e , non p o i n t c e r t e s une s u p p r e s s i o n de 1 ' i n di v i du . . . m a i s l a s o u m i s s i o n de 1 T LIT, S, t . 20, p 525. £ "Reponse a une enquSte de l a Renaissance sur l e c l a s s i c i s i s e " , Nouveau Pre t e x t e s (Morceaux c h o i s i s )~ p 4 5 2 - 3 . 3 J o u r n a l , " F e u i l l e t s " , p 345. %  20 l'individu, phrase,  sa s u b o r d i n a t i o n , et c e l l e du mot dans l a  de l a phrase dans l a page, de l a page dans l ' o e u v r e , ,  C e s t l a ml s e - e n - e v i d e n c e  d'une h i e r a r c h i e .  "Le  triomphe de 1 ' i n d i v i d u a l i s m e et l e triomphe du c l a s s i c i s m e se confondent. renoncement  Or l e triomphe du c l a s s i c i s m e est dans l e  a 1'individuality.  I I n ' e s t pas une des  q u a l i t e s du s t y l e c l a s s i q u e q u i ne s ' a c h e t e par l e s a c r i f i c e d'une c o m p l a i s a n c e .  Les p e i n t r e s et l e s  litterateurs  que nous louangeons l e p l u s a u j o u r d ' h u i ont une maniere; l e grand a r t i s t e maniere;  c l a s s i q u e t r a v a i l l e a. n ' a v o i r p o i n t de  i l s' e f f o r c e v e r s l a b a n a l i t e .  cette banalite  sans e f f o r t ,  a r t i s t e, p a r b l e u I  S ' i l p a r v i e n t a.  c ' e s t q u ' i l n ' e s t pas un grand  L ' o e u v r e c l a s s i q u e ne s e r a f o r t e ( 2)  b e l l e q u ' e n r a i s o n de son romantisme dompte." de l a d i f f i c u l t e v a i n cue.'  et  Encore 1  Mais c e t t e c o n t r a i n t e . . . n e s t - c e  pas que Gide juge l a pudeur,  l a d i s c r e t i o n , l a modestie  des  oeuvres c l a s s i q u e s du p o i n t de vue du v i n g t i e m e s i e c l e ? Oette b a n a l i t e (ne d e v r a i t - o n d i r e p l u t o t " u n i v e r s a l i t e " ? ) d o i t p r e s e n t e r au l e c t e u r une oeuvre " q u i se p a s s e r a d ' a b o r d i n a p e r c u e plus contraires, f o r c e et douceur,  . . . ; ou. l e s q u a l i t e s  l e s p l u s o o n t r a d i c t o i r e s en tenue et gr&ce, l o g i q u e et  1 "Eeponse p 453. 2 I e r " B i l l e t a A n g e l e " , NRF t .  les  apparence: abandon,  1 6 - 2 1 . 1 , p 338.  21 p r e c i s i o n e t - p o e s i e - r e s p i r e r o n t s i aisement , q u ' e l l e s p a r a i t r o n t n a t u r e l l e s et pas surprenant es du t o u t .  Ce q u i  fait  que l e premier des renoncements a o b t e n i r de s o i , (1) c ' est c e l u i d ' e t o n n e r ses oont emporains. " D e plus : "L'etonnement, en a r t , ne vaut que s ' i l cede a u s s i t o t a I ' e m o t i o n ; et l e p l u s .souvent i l 1' empeche.  )  On se s e r t t r o p l i b r e m e n t du mot " c l a s s i q u e " . On nomme c l a s s i q u e t o u t e oeuvre grande et b e l l e , mais l a p i apart d e t e l s  l i v r e s ne sont n i c l a s s i q u e s n i romant i q u e s .  A v r a i d i r e , ce n ' e s t que l e s oeuvres f r a n c h i s e s q u i ont d r o i t au nom de c l a s s i q u e s :  "Le c l a s s i c i s m e me p a r a i t a  ce p o i n t une i n v e n t i o n f r a n g a i s e , synonymss ces deux mots:  que pour un peu j e  c l a s s i q u e et f r a n c a i s ,  ferais  s i le  p r e m i e r terme p o u v a i t pre tend re a e p u i s e r l e g e n i e de l a 'France et  s i l e romantisme a u s s i n ' a v a i t pas su se f a i r e  francais;  du moins a ' e s t dans son a r t  c l a s s i q u e que l e i (5)  g e n i e de l a Prance s' est l e p l u s pleinement r e a l i s e . " Quel d o i t § t r e l e champ de 1 ' a r t ? l'art  a. l a v i e est  de l ' a r t  absurde,  qu'avec l a v i e .  surabonde que l ' a r t  parce que 1'on ne peut  faire  Mais ce n ' e s t que l a ou l a v i e  a chance de commencer.  par s u r c r o i t , p a r press i o n de surabondance; 1 2 '3  "Opposer  Ibid., p 588. J o u r n a l ' 2 1 , p 695. Ier " B i l l e t a Angele, p 339-40.  L'art  nait  i l commence la.  22 ou v i v r e ne* s u f f i t  p l u s a. exprimer l a v i e . " ^ " ^  pourtant n ' e s t pas mat I ere a. 1' a r t .  L a Nature  D'abord l e p a s t o r a l :  "Oeux q u i l ' i d o l a t r e n t ( l a Nature) c r o i e n t t r o p q u ' o n s o r t T  de l a N a t u r e s i t 6 t qu on s o r t des champs de b l e „ " ensuite:  ;  Et  " L a beaute ne s e r a jamais une p r o d u c t i o n  naturelle;  e l l e ne s ' o b t i e n t  cont r a i n t e . r  et,  v  A r t et nature  que par une  artificielle  sont en r i v a l i t e sur l a terre'.'^  ' L ' a r t ne r e s p i r e que.dans l e part i c u l i e r " , ^ * )  en e f f e t ,  " L ' a r t est de p r e n d r e un s u j e t p a r t i o u l i e r  ayec asses de p u i s s a n c e pour que. l a g e n e r a l i t y dont i l 5  dependait s ' y c o m p r e n n e . " ( ) n'existent  pas:,  " I I ne s ' a g i t  Les l i m i t e s de l ' a r t p l u s , pour 1 ' a r t i s t e de  v a l e u r , de prendre a p p u i s u r l ' a r t  d ' h i e r pour t a c h e r  d ' a l l e r au d e l a , et de r e c a l e r ses. l i m i t e s , mais de changer l e sens meme de l ' a r t  et d ' i n v e n t e r a son e f f o r t  une  6  n o u v e l l e d i r e c t i o n . "^ ^ Gide veut abandonner l a q u e r e l l e "assez v a i n e " des a n c i e n s et des mod e r n e s .  I I s ' e x p l i q u e au mo yen de  deux t h e o r i e s de 1'economie:  l a t h e o r i e de R i c a r d o  s o u t i e n t que l e s premiers c u l t i v a t e u r s d'une  1 2 3 4 5 6  terre  V i l e " L e t t r e a A n g e l e " , P r e t e x t e s , p 126» I b i d . , p 127. " N a t u r a l i s m e " , Nouveaux P r e t e x t e s , (Morceaux G h o i s i s ) , p 63. G r a i n , p 224. . P a i u d e s , p 100. "Les l i m i t e s de l ' a r t " , P r e t e x t e s , p 59.  23 labourer!t les' s o l s l e s p l u s f e r t i l s . sur l e s champs de l e u r s a'ieux.  Les sages  resteront  Mais l a t h e o r i e de Garey  t o u t au o o n t r a i r e m a i n t i e n t que l e s t e r r e s c u l t i v e e s d ' a b o r d sont l e s p l u s p a u v r e s : haute l i t t e r a t u r e ) ,  l e s hauts p l a t e a u x ( l a  au s o l sens grande p r o f ondeur. et dont  l a c h a r f c ^ e ( l e s t y l e ) aura f a c i l e m e n t r a i s o n . pensees, l e s hauts s e n t i m e n t s ,  Les hantes  l e s pass ions n o b l e s ,  la  parure du faux c l a s s i e i s m e , ne p l a i s e n t pas a G i d e :  a  l u i " 1 ' a l l u v i o n barbare,  ou Jean-Jacques v i n t h e r b o r i s e r ;  l e s romant iques n ' y p e n e t r e r e n t q u ' e n s a b o t e u r s . Racine et B a u d e l a i r e e t a i e n t t e r r a i n s dangereux.  deux c u l t i v a t e u r s de ces  V o i c i l e nouveau c l a s s i c i s m e de G i d e :  "0 t e r r a i n s d ' a l l u v i o n J dangereuses,  terres nouvelles, d i f f i c i l e s  mais fecondes i n f i n i m e n t l  f arouches p u i s s a n c e s , que c e l l e s d ' u n a r t  et  C ' e s t de vos p l u s  et q u i n ' e c o u t e r o n t  d' autre  souver-ain, que n a i t r o n t ,  l e s oeuvres l e s p l u s m e r v e i l l e u s e s . attendee apres n o u s .  )  contrainte  je l e s a i s ,  Je s a i s que vous  Que m ' i m p o r t e n t des l o r s l e s T r i a n o n (2)  l e s p l u s pares et l e s p l u s s o l e n n e l s V e r s a i l l e s ! " L ' a r t i s t e p o u r t a n t ne f e r a pousser que des plantes robustes,  comme. temoignent  d ' u n contemporain: j e v o u d r a i s miennes. 1 2  cette c r i t i q u e Gidienne  " I I mene a p e r f e c t i o n des q u a l i t e s que Son a r t  est f a i t du d e p o u i l l e m e n t de  " L a T h e o r i e de Garey", Morceaux e h o i s i s , p 4 2 . I b i d . , p 44.  24 t o u t e s l e s f ausses r i c l i e s s e s . "( 1)  Enf i n :  "Le v e r i t a b l e  c l a s s i c i s m e ne comporte r i e n de r e s t r i c t i f n i de s u p p r e s s i f ; i l n ' e s t p o i n t t a n t c o n s e r v e t e u r que c r e a t e u r ; detourne de 1'archaisme  i l se  et se refuse a c r o i r e que tout a  de j a ete d i t . "( ^ )  2.  OEUVRE D'ART.  " . . . c e t t e croyance en l ' o e u v r e d ' a r t et ce c u l t e que je l u i voue . . . . " ( £ ) " L a forme, c e t t e r a i s o n de l ' o e u v r e d ' a r t * " presenter  1  '  "Sans c o m p o s i t i o n , l ' o e u v r e d ' a r t ne s a u r a i t qu'une beaute s u p e r f i c i e l l e . " ( 4 )  "Oeuvre d ' a r t . Le g r a n d nombre r e s t e r a tou j o u r s p l u s s e n s i b l e a l a g r o s s e u r d ' u n d i am ant q u ' a l a pure"te de son eau."( 5) G  " L ' o e u v r e d ' a r t est une exagerat i on. " ( ) " L ' o e u v r e d ' a r t est une oeuvre de d i s t i l l a t i o n ; l ' a r t i s t e est un b o u i l l e u r de c r u . Pour une g o u t t e de .oe f i n a l c o o l , i l f a u t une somme enorme de l a v i e , q u i s ' y concent r e n t . "( 7 ) " . . . cette s i m p l i f i c a t i o n , cette 'puissante e r o s i o n de cent&uri' dont p a r l e M e t z s c b e , et sans l a q u e l l e i l n ' y a pas de p a r f a i t e oeuvre d ' a r t . ' ° '  1 2 5 4 5 6 7 8  "Reponse p 455 J o u r n a l ' 1 3 , p 389 • " P r e f a c e aux F l e u r s du M a i " , Morceaux o h o i s i s , p 110. J o u r n a l , " P e u i l l e t s " , p 711. I b i d . , ' 3 5 , p 1236. I b i d . , '92, p 33. V i l e " L e t t r e a A n g e l e " , P r e t e x t e s , p 126. J o u r n a l ' 0 8 , p 257.  25 "* je v o u d r a i s p o u v o i r e o n s i d e r e r 1' oeuvre d ' a r t comme un microcosme complet, e t r a n g e , t o u t e n t i e r , bu pour t a n t t o u t e l a complexite de l a v i e se retr.ouve. Je v o u d r a i s y s e n t i r une p h i l o s o p l i i e s p e c i a l e , une morale s p e c i a l e , une langue s p 6 c i a l e , une p l a i s a n t e r i e s p e c i a l e »(1) "Dans t o u t e oeuvre d ' a r t , l e defaut, l a f a i b l e s s e passe a. l a f a v e u r du p a r f a i t ; c ' est l ' i m p a r f a i t que reprend l e d i s c i p l e parce que c ' e s t c e l a s e u l q u ' i l peut esperer de pousser p l u s l o i n . " ( 2 ) " L ' o e u v r e d ' a r t a c c o m p l i a c e c i de d e l i c i e u x : qu' e l l e nous present e t o u j o u r s p l u s de s i g n i f i c a n c e que n ' e n i m a g i n a i t l ' a u t e u r ; e l l e permet sans ces.se une interpretation plus murie."(3) "Pour moi j e veux une oeuvre d ' a r t ou r i e n ne s o i t accorde par avanee, devant l a q u e l l e chaeun e x i s t e l i b r e de p r o t e s t e r . -) "Une oeuvre ne, s u r v i t que par des q u a l i t e s p r o f o n d e s ; ces q u a l i t e s s e c r e t e s sont ce q u i f a i t p a r a i t r e l ' o e u v r e d ' a b o r d i n c e r t a i n e un peu, t r o u b l e p a r f o i s , m y s t e r i e u s e , i n q u i e t a n t e pour ceux q u i pretendent d e c o u v r i r d'un coup tout, "ce que l ' a u t e u r a v o u l u d i r e " enigmatique e n f i n e t l S c h o n s l e mot a f f r e u x : m a l s a i n e I " ( 5) " . . . l a r a i son d ' e t r e de l ' o e u v r e d ' a r t composition."^) " L a pa t i n e est  . . . sa 1  l a recompense des c h e f s - d oeuvre ."(7 )  " I I m' est b i e n d i f f i c i l e de e o n s i d e r e r d ' a r t autrement que comme un about i s s e m e n t . "f 8) "En a r t , ou 1 ' e x p r e s s i o n s e u l e i m p o r t e , i d e e s ne p a r a i s s e n t jeunes q u ' u n j o u r . " * '  l'oeuvre les  9  1 2 3 4 5 6 7 8 9  Ier " L e t t r e • a Angele", Pretextes, p 83. J o u r n a l , " F e u i l l e t s " , p 714. " Consider at i o n s a i r l a my t ho log i e g r e c q u e " , Morceaux o h o i s i s , p 188. J o u r n a l ' 2 7 , p 837. " B a u d e l a i r e et M . Fague t " , Mor c eaux oho i s i s, p 120. J o u r n a l , " L i t t e r a t u r e et m o r a l e " p 9 4 . I b i d . ' 2 3 , p 754. " V i s i t e s de 1 ' I n t e r v i e w e r " , Morceaux c h o i s i s , p 30. " B a u d e l a i r e et M . Paguet", Morceaux c h o i s i s , p 121.  26 " L ' o e u v r e d ' a r t e x i g e une ordonnance. "^ "L'oeuvre d ' a r t  nui t. «(2)  . . . ou. tout ce q u i ne s e r t  " L ' o e u v r e d ' a r t est oeuvre v o l o n t a i r e . d ' a r t est oeuvre de r a i s o n . " ' 3 )  pas,  L'oeuvre  "Le p r e o c c u p a t i o n . Mot a d m i r a b l e . L ' o e u v r e d ' a r t ne pent germer, c r o i t r e et s ' e p a n o u i r que dans un e s p r i t non p r e - o c e u p e . " ( 4 ) "L'oeuvre d ' a r t est toujours perseverance i n q u i e t e . "( 5)  le resultat  d'une  . " L ' o e u v r e d ' a r t ne s ' e p a n o u i t q u ' a v e c l a p a r t i c i p a t i o n , l a connivence, de tous l e s elements v e r t u e u x de 1 ' e s p r i t . " \ ° ' " L ' o e u v r e d ' a r t ne s ' o b t i e n t que par c o n t r a i n t e , et par l a s p u m i s s l o n du r e a l i s m e a. l ' i d e e de beaute preconcue."(T) I : ~ " L ' o e u v r e d'un a r t i s t e est en r e l a t i o n d i r e c t e et s i n c e r e avec l e mon de e x t e r i e u r , en r e l a t i o n i n t i m e et s e c r e t e avec son au t e a r . " ( 8 ) "Les grandes oeuvres s i l e n c i e u s e s . l ' o e u v r e se t a i s e en s o i , pour l ' e c r i r e . " ( 9 ) "Ce que j ' a i m e en l ' o e u v r e d ' a r t , est c a l i n e . " ' <  A t t e n d r e que c ' e s t qu ' e l l e  1 0  1 2 3 4 5 6 7 8 9 1 0  " L a T h e o r i e de Carey", Morceaux c h o i s i s , p 4 4 . J o u r n a l , "FeuSLlets", p 716. "Les L i m i t e s de l ' a r t " , Moroeaux o h o i s i s , p 4 5 . J o u r n a l ' 3 4 , p 1212. I b i d . 1 6 , p 541. I b i d . ' 1 0 , p 310. V H I e " L e t t r e a. A n g e l e " , P r e t e x t e s , p 141. I n c i d e n c e s , p 96, c i t e de M a r c e l dans une r e v u e , p 109. . J o u r n a l ' 9 3 , p 38. J o u r n a l ' 9 3 , p 36. r  27 I I he r e s t e a a j o u t e r a ce p r e c i s de g i d i e n n e , que deux a n a l o g i e s . dans l a n a t u r e l'homme est  l'esthetique  Gide trouve que t a n d i s , que  soumis a l a n a t u r e ,  d ' a r t i l soumit l a n a t u r e a. l u i .  dans 1'oeuvre  Done, c r o i t - i l ,  le  paradoxe de Dieu propose et l'homme d i s p o s e , pent e x p l i q u e r l'oeuvre d'art.  Dieu propose, v o i l a I ' h ^ r e s i e du  n a t u r a l i s m e , de 1' o b j e c t i v i s me ; l'homme d i s p o s e , l e sen isme de I ' a - p r i o r i s m e , de 1 ' i d e a l i s m e . entiere:  voila.  La phrase  v o i l a l'oeuvre.^ Gide trouve a u s s i dans B a u d e l a i r e une  d e f i n i t i o n de l ' o e u v r e d ' a r t .  parfaite  Ohaque p a r o l e du fameux  r e f r a i n de L ' In v i t a t i on au vo y.ag e p o u r r a i i; s e l on l u i d e v e n i r l e t i t re d ' u n c h a p i t r e d ' u n t r a i t e  d'esthetique:  " 1 ° Ordre ( L o g i q u e , d i s p o s i t i o n r a i s ® n n a b l e des  parties';  2° Beauts ( L i g n e , e l a n , p r o f i l 3° Luxe  de  1'oeuvre);  (Abondanae d i s c i p l i n e e ) ;  4 ° Galme (Tran qu i l l i s a t i on du t u m u l t e ) ; 5° Y o l u p t e ( S e n s u a l i t e , charme adorable de l a m a t i l r e , a t t r a i t ) . " ( 2)  3.  ARTISTE Gide d i s t i n g u e nettement e n t r e poete et  1 2  "Les L i m i t e s de l ' a r t " , Morceaux c h o i s i s , p 4 6 , J o u r n a l , " F e u i l l e t s " , p 664.  artiste.  28 T  Celui-Ia,  c ' e s t l e v i e i l homms ; 1 homme nouveau, c ' est  1'artiste.  " I I faut  que 1 ' a r t i s t e s u p p l a n t e l e  poete. 1  De l a l u t t e entre l e s deux n a i t l ' o e u v r e d ' a r t " ( )  Les  0  d i f f e r e n c e s e n t r e oes deux s ' e x p l i q u e n t par l e my the de l a n a i s s a n c e de C a s t o r et de P o l l u x .  Dans 1'un des oeufs  e t a i t P o l l u x et C l y t e m n e s t r e ( l a p a s s i o n ) ; dans C a s t o r et He l i n e ( b e a u t e ) .  Et S i d e veut que l e s Gemaux  r e s i d e n t dans l'ame de I ' e c r i v a i n : artiste,  I'autre  " J ' i r a a g i n a i s l e poete-  do c i l e m e n t soumis a l e u r double i n f l u e n c e , sent i r  se eonjuguer en l u i l e s rayons de ces deux a s t r e s opposes.  1  w  Racine, et Goethe sont exemples du  poete-artiste s  " i l s se t i e n n e n t e q u i d i stent s de P o l l u x et de C a s t o r . "( ) Gide condamne l e s a r t i s t e s dont l a plume s e u l e est b a r d i e . ^ ^ ^ . Et en meme temps un peu de l e n t ear utile:  est  "Je e r o i s que l e majeur defaut des l i t t e r a t e u r s  des a r t i s t e s  d'aujourd'hui c'est 1'impatience:  et  s'ils  s a v a i e n t at ten dre, l e u r su j e t se composer a i t l e n t ement de (5)  lui-meme, dans l e u r e s p r i t " , peu de duree a l e u r o e u v r e . les opportunistes:  ce q u i donnera a u s s i un Gide s ' i n d i g n e sur tout  " I I y a quelque bassesse d'ame, & n e ,  jamais r i e n exagerer que des o p i n i o n s p r o f i t able s " . 1  2 3 4 5 6  contre  Journal '92, p 30. L e t t r e a A . Rouveyre, NRF t . 3 0 - 2 8 . 1 , p 730. I b i d . , p 731. J o u r n a l ' 5 2 , p 1114 et ' 2 2 , p 745. I b i d . , " F e u i l l e t s " , p 716. I b i d . , ' 0 V , p 235,  1  '  "On n ' e c r i t b i e n , on ne pense b i e n , que ce que 1'on n ' a 1  aucun i n t e r § t p e r s o n n e l a penser ou a e c r i r e . " ^ ) enfin:  "Immense degout pour presque t o u t e l a p r o d u c t i o n  l i t t e r a i r e d ' a u j o u r d ' h u i et pour l e contenternent 'public'  St  en epr ouve."( 2)  que l e  P l u s i e u r s f o i s dans son oeuvre  d ' i m a g i n a t i o n , Gide condamne quelques exemples de " l a production l i t t e r a i r e d'aujourd'liui":  A l i s s a dans L a P o r t e  E t r o i t e s u r l e l i v r e de son c o u s i n A b e l , Edouard dans Les  ffaux-Monnayeurs  sur L a B a r r & f i x e de P a s s a v a n t .  ,Quant  a L ' A i r des oimes de J u l i u s dans Les Oaves du V a t i c a n , v o i c i l a c r i t i q u e de son p e r e : dernier l i v r e .  " J ' a i parcouru v o t r e  S i , apres c e l a , vous n ' e n t r e z  pas a  l ' A c a d e m i e , vous e t e s impardonnable d ' a v o i r e c r i t  ces  3  so&nettes."f ) . Oe q u i l u i a-a p l a i t t a n t oh ez l e s  litterateurs'  co nt em p or a i n s, c ' e s t qu ' i l s ont perdu l e goftt de l ' o e u v r e d'art:  " L ' a r t i s t e t r o p scuvent  suffisamraent  croit avoir f a i r e  quand, dans sa p e i n t u r e ou ses v e r s , i l a  montre q u ' i l est a r t i s t e ,  considerant  l e part de l a r a i s o n ,  de 1 ' i n t e l l i g e n c e et de l a v o l o n t e , l a c o m p o s i t i o n en un mot, comme n e g l i g e a b l e et ban a l i s a n t e  1 I b i d . ' 1 7 , p 614. , 2 I b i d . ' 0 7 , p 247. 3 Oaves, p 5 2 . 4; l i e s L i m i t e s de l ' a r t " ,  Pretextes,  H  p 42.  souliaite  30 presque en v a i n l e "bien e c r i r e : t r o p remarquer,  a r r e t e et r e t i e n t  " c e l u i q u i , sans se f a i r e l e l e c t e u r et  sa pensee a n ' a v a n c e r q u ' a v e c l e n t e u r .  contraint  Je veux que son  a t t e n t i o n enfonce a chaque pas dans un s o l r i c h e et profondeiuent a m e u b l i . le lecteur,  c ' e s t une s o r t e  l'entralne.  de t a p i s r o u l a n t q u i  Et c ' e s t v r a i que " t o u t e s l e s gran des  oeuvres sont d ' a s s e z croit aisees, l'oeuvre.  Mais ce que cherche, a 1 ' o r d i n a i r e ,  c ' est  d i f f i c i l e acces.  Le l e c t e u r q u i l e s  qu ' i l n ' a pas su p e n e t r e r  . . . La t r e s grande c l a r t e  au coeur de  . . . est,  pour  defendre  une oeuvre, l a p l u s s p e c i e u s e c e i n t u r e ; on en v i e n t a. douter q u ' i l y S i t l a quelque s e c r e t ; touche l e fond d ' a b o r d .  i l sernble q u ' on en  M a i s on r e v i e n t d i x ans apres et 2  1'on e n t r e p l u s avant encore.^ ^ Gide ne tache pas d ' e t r e a l a mode; de p l u s : . "Je ne cherche pas d ' e t r e de mon epoque; j e clherche a. . deborder mon epoque."(3)  " j e s a i s . . . que j e n ' a i pour  moi n i l e s c a f e s , n i l e s s a l o n s , n i l e s b o u l e v a r d s ; ce sont eux q u i font l e s s u c c e s . l i v r e s c h o i s i r patiemment  . . . Je l a i s s e r a i mes  leurs lecteurs; le petit  d ' a u j o u r d ' h u i f e r a l ' o p i n i o n de d e m a i n . " ^ Stendhal,  1 2 3 4  et  nombre  E t , comme  "Je. n ' e c r i s pas pour l a g e n e r a t i o n q u i v i e n t ,  J o u r n a l ' S 3 , p 760. I b i d . , " F e u i l l e t s " , p 660. I b i d . , '18, p 651. I b i d . , ' 2 1 , p 703.  31 mai s pour l a  suivante."(^  Pour quo! S i d e e c r i t ? poussent  "Les r a i s o n s q u i me  a e c r i r e sont m u l t i p l e s . . . m e t t r e quel que  chose  a l ' a b r i de l a mort - et c ' e s t l a ce q u i me f a i t , dans mes e c r i t s,  rechercher,  e n t r e tout es q u a l i t e s , c e l l e s sur q u i ,  l e temps a i t l e moins de p r i s e , et par quoi l i s se  derobent  a tous l e s engouments passager s. "^ ^) Comment i l e c r i t ?  "Je n ' a i jamais r i e n p r o d u i t  de bon que par une longue s u c c e s s i o n de menus  efforts.  N u l n ' a p l u s m e d i t e , n i mieux compris que moi l e mot .de Buffon sur l a ' l o n g u e p a t i e n c e ' . "(3-)  n  reste d'assez  long temps sans r i e n e c r i r e , mais t a n t mieux:  " L ' i d e e de  l ' o e u v r e c ' est sa compos i t i o n . . . Pour moi l ' i d e e  d'une  oeuvre precede souvent de p l u s i e u r e s annees son imagination."^)  Et i l veut  :  "Ne jamais p r o f i t e r ,  aucune oeuvre n o u v e l l e , de l ' e l a n a c q u i s par l a  pour  precedente.  De m§me, c o n q u e r i r pour chaque oeuvre n o u v e l l e un nouveau public."(5)  1 2 3 4 5  Ibid. Ibid. Ibid. Ibid. Ibid.  '22, '22, '15, '14, '22,  V o i l a l e code de 1 ' a r t i s t e g i d i e n .  p v p p p  744. 738 512. 497. 746.  Chapitre  III  L'ESTHETIQUE CREATRICE: TECHNIQUE  33 1.  LINGUISTICS  Ce t o u t p e t i t  c h a p i t r e n ' o f f r e qu'une i n t r o d u c t i o n T  a l a technique g i d i e n n e qui s e x p l i q u e r a l i v r e par dans l e quatrieme  livre  chapitre.  Le v o c a b u l a i r e de Gide est v a s t e et d'une c l a r t e trompeuse.  I I e m p l o i t b i e n des mots dans l e u r sens  etymologique e t d'autres.  donne de n o u v e l l e s s i g n i f i c a t i o n s a  "Le v o c a b u l a i r e b i z a r r e , complique, nombreux  et c h i n o i s qu'on nous impose a u j o u r d ' h u i d'ec.riture  artiste",  a propos des Gon court s i ^  d i t Maupassant  R i e n de p l u s faux a 1 ' e g a r d de G i d e . juste,  l e mot simple*  r a r e s chez G i d e :  sous l e nom  L u i s u f f i t l e mot  Et l e s f i g u r e s de rhe t o r i que sont  " I know v e r y w e l l t h a t every word we use  i n t h i n k i n g summons up an image, and keeps a t r a c e of a k i n d of p r i m a r y metaphor; thought  but i t  is precisely desirable  s h o u l d , f o r i t s own r e c t i t u d e ' s  sake,  that  use these  c o i n s , t h a t are words, w i t h o u t paying t o o much a t t e n t i o n to t h e i r - e f f i g i e s , w h i c h can s l o w l y become  effaced, f 2)  w i t h o u t the c o i n s l o s i n g hereby t h e i r exchange v a l u e . "  1  '  La phrase t r o u b l e Gide beaucoup p l u s que l e mot. V o i c i contre quoi i l doit l u t t e r : ma p h r a s e , l a d i c t e presque, 1 2  Cite dais Lalou, p 71. Montaigne, p 9 8 - 9 .  " . . . l e nombre domine  epouse e t r o i t e m e n t  ma pensee.  34 . . . L a s c a n s i o n de l a phrase,  l a d e s c r i p t i o n des s y l l a b e s ,  l a p l a c e des f o r t e s et des f a i b l e s , t o u t  c e l a m'importe  autan t que, l a pen see m§me et c e l l e - c i me p a r a i t b o i t e u s e ou faussee s i quelque p i e d l u i manque ou l a  surcharge."(D  Mais v r a i m e n t i l n ' a i m e que l e s t r i c t et l e n u . n u d i t y e s t pourtant m y s t e r i e u s e : cesse suggere p l u t o t insinuation. mes e c r i t s ,  " . . . ma phrase sans  qu'elle n'affirme,  et precede  par  . . . Ifc m' a tou j o u r s pa.ru que l a pensee, dans i m p o r t a i t moins que l e mouvement de ma pensee:  the g a i t . " ( 2) l a couleur.  Cette  Et ce mouvement i l s o u h a i t e de p r e f e r e n c e Et " . . . l a t r a j e c t o i r e  de mon e s p r i t  a  . . . ne  se rev e l era que. dans mon s t y l e . I I commenca d ' e e r i r e Andre W a l t e r "avant s a v o i r t r e s b i e n l e f r a n c a i s - et sur t o u t : 3  s a v o i r b i e n m' en s e r v i r . ' ^ ^ il  s'est resolu:  de  avant de  Au temps de La P o r t e E t r o i t e  "Je ne veux p l u s a c c u e i l l i r de su j e t q u i  ne p e r m e t t e , q u i n ' e x i g e , l a langue l a p l u s f r a n c h e , p l u s aisiSe et l a p l u s b e l l e . " ( 4 ) l i v r e d ' i m a g i n a t i o n Genevieve: ecrit  Mais dans son d e r n i e r " . . . ce l i v r e d o i t  sans aucun s o u c i de s t y l e et que t o u t e f f o r t 1  p e r f e c t i o n forme l i e que j y a p p o r t e r a i s  1 2 3 4  J o u r n a l ' 3 5 , p 1223. I b i d . , ' 1 8 , p 644. I b i d . ' 2 4 , TO 7 9 5 . I b i d . ' 1 3 , p 387.  la  sentirait  §tre de  trop  35 ma manque  . . <M ^) Les deux ennemi0s de Side sont l a r h e t o r i q u e  et  l a p r e c i o s i t e ; i l v a i n c l a premiere par l a d i v e r s i t e d'un s t y l e e l l i p t i q u e et renverse a 1' a u t r e :  q u i rom.pt l a p e r i o d e ;  quant  "Tons nos £ c r i v a i n s d ' au j o u r d ' h u i ( j e  des m e i l l e u r s ) sont p r e c i e u x . en p l u s de p a u v r e t e .  parle  J ' e s p e r e a c q u e r i r de p l u s  (Paradoxe.)  Dans l e denfiment,  le  2  salut."^ ^ Somme t o u t e , clair, aise«  l e langage de Gide est  demesure,  On pent l i r e ses oeuvres pour l e u r musique  seule.  2.  MANIERE  L ' a o t i o n dans l e s oeuvres de Gide devient gratuit.  G ' e s t l ' a o t i o n psych o l o g i q u e , 1 ' a n a l y s e  1' i n t e r e s s e .  Et par consequent  l a societe qui 1 ' a t t i r e .  l'acte  qui  c ' est 1 ' i n d i v i d u p l u s que  II moralise toujours,  mais i l  donne et l e pour et l e c o n t r e .  I I emploie deux moyens a  faire l'analyse:  " . . . cet e t a t de d i a l o g u e  l e dialogue:  qui,  pour tant d ' a u t r e s , e s t a peu pres i n t o l e r a b l e , d e v e n a i t (3) pour moi n e c e s s a i r e , " d i t - i l a propos de son e t h i q u e , 1 2 3  I b i d . ' 3 0 , p 977." I b i d . '26,. p 8 2 3 . I b i d . , " P e u i l l e t s " , p 777.  35  et i l s ' e t e n d dan s s o n e s t h e t i q u e ;  et l e J o u r n a l :  les  t r o i s quarts des oeuvres de Gide sont ou en t i e r ement j ou rn aux ou f a i t s a. moi t i e de j o u r n a u x . Presque ehaque l i v r e de Gide p o u r r a i t a v o i r comme s o u s - t i t r e Dichtung und W a i i r h e i t . r i e n pu i n v e n t e r " ,  "Je n ' a i jamais  d i t Sdouard dans Les Paux-Monnayeurs.  Gide i n s i s t e que c e t t e phrase n ' a p p l i q u e pas a. l u i , mais tout de meme ses oeuvres s o n t f o r t  personnelles.  L ' o b j e c t i v i t y romanciere s e l o n l u i d o i t s ' a t t a c h e r a. ce que l ' a u t e u r  3.  a d'abord  ressenti.  MATIERE  Comme on a note c i - d e s s u s S i d e t i r e l a p l u p a r t 1  de 1 i n s p i r a t i o n de ses l i v r e s de sa propre v i e . sources thematiques pourtant  sont des evenements  p o r a i n s , l a m y t h o l o g i e grecque, l e champ de l a p s y c h o l o g i e s  et l a B i b l e .  centem-  II cultive  l e s p a s s i o n s innommees de  l'homrne, l e s i m p u l s i o n s i r r a t i o n n e l l e s , l ' a p p e t i t souffranee,  Les  de l a  l e demon de l a p e r v e r s i t e . Ge n ' e s t vraiment que 1'essence i n t e r i e u r e de ses  personnages q u i 1 ' i n t e r e s s e ; done on v o i t q u ' i n d i v i d u e l s des s e n s a t i o n s . groupes:  plutot  Gide depeint d ' h a b i t u d e  l e s a d o l e s c e n t s - immoral i s tes presque  les litterateurs;  l e s corrompeurs; l e s v i e i l l a r d s ;  ces  toujours; et  les  pitoyables  T  s  ' M a r o e l i n e et M i c h e l de L I m m o r a l i s t e  r e p r e s e n t e n t d'une maniere t y p i q u e l a souffrance bonheur chez G i d e .  et  le  C h a p i t r e IV .  L'E5THETIQUE CREATRICE; GENRE  38 1. CARTERS  Andre W a l t e r ( e c r i t 1 8 8 6 - 9 ) , 1891 (292 pp,19cm) J o u r n a l ( e c r i t 1889-1939),1929-39 (1332 pp,i8cm)  On p o u r r a i t presque a p p l i q u e r & 1 ' e s t h e t i q u e de Gide c e t t e phrase d ' u n de ses a r t i c l e s : " P l u s encore que l a b e a u t e , l a j e u n e s s e m' a t t i r e ,  et d'un i r r e s i s t i b l e  attrait,"  (1) car i l est l e P r o t e e du monde l i t t e r a i r e : un n o u v e l ouvrage,  un nouveau G i d e . Mais s i on consideVe 1'ensemble de son  oeuvre on v e r r a une u n i t e f o n c i e r e , une t o t a l i t e  artistique.  Gide emploie des genres et des s t y l e s v a r i e s ; i l s r e s t e n t pourtant  ceux d ' u n s e u l e c r i v a i n . On se r a p p e l l e  l e s remar-  ques de G i d e a propos de l a conquete d ' u n nouveau p u b l i c pour chaque l i v r e .  E t ces phrases de J u l i a n Green approuve  un t e l dynamisme de 1' e s t h 6 t i q u e :  "By the time he has a r r i v e d  at h i s seventh o r e i g h t h book, the s e c o n d - r a t e  w r i t e r can no  l o n g e r w r i t e u n l e s s he uses s t o c k p h r a s e s w h i c h not o n l y abs o l v e him from the need for' thought,  but a l s o g i v e him the  i l l u s i o n t h a t he has an i n d i v i d u a l way o f e x p r e s s i n g i t . The t r u e w r i t e r i s always at h i s f i r s t b o o k . "  1 2  " F e u i l l e t s " , NRF t . 1 8 - 2 2 . 1 , p 318 G r e e n : P e r s o n a l R e c o r d , p 113  (2)  . ,  L ' a n t i - i n t e l l e c t u a l i s r a e de 1 ' e t h i q u e g i d -  ienne s ' e t e n d j u s q u ' £ un  c e r t a i n p o i n t dans son  I I h a l t l e s c o n t r B i n t e s et l e s c l a s s i f i c a t i o n s I I r e j e t t e toujours 1  1 eclaircissement  l'art  accepte et t r o u v e ,  esthetique,  exterieures. au raoyen de  des problemes q u i n " e x i s t e n t pas pour  I ' e c r i v a i n moyen, l e chemin v e r s  un a r t p l u s n o b l e .  II  v e t i t l e s genres a c c e p t e s d'une s i g n i f i c a t i o n p a r t i c u l i e r e y il  en cree  de nouveaux. Gide r e c o n n a i t dans son oeuvre c i n q groupe-  ments: roman, s o t i e , r e c i t , t h e a t r e , c r i t i q u e - , i m p l i q u e un s i x i e m e : t r a i t e ,  e t prend en b l o c l e r e s t e , sous l a c a -  t e g o r i e peu e x p l i c i t e de d i v e r s .  On peut r e g a r d e r  d u c t i o n l i t t e r a i r e de Gide comme achevee;  l a pro-  a i n s i pour mon-  t r e r l e p l u s d i s t i n c t ement son ' e v o l u t i o n e s t h e t i q u e ,  les  ressemblanees  se ~:  et l e s differences  e n t r e ses ouvrages,  s e r v i r a - t - o n de q u a t r e genres supplement stir e s : autobipgraohle, poesies et  cahiers,  voyages. I I ne r e s t e de p l u s  que deux c l a s s i f i c a t i o n s , que 1'on ne d i s c u t e r a pas a c a u s e .de l e u r i n t e r e t psychologiques(dont  esthetique  par exemple  secondaire  :  l e s Oeuvres  Corydon, S o u v e n i r s de  l a Cour d ' A s s i s e s , L ' A f f a i r e Hedureau),  et l e s  traductions,  (1) On a n o t e c i - d e s s u s l e r<5le  extraordinaire  joue par l a t e c h n i q u e du j o u r n a l dans 1'Oeuvre de  1 Voir  1'appendice.  Gide.  • 40 et son tout, p r e m i e r ouvrage Andre W a l t e r , l i v r e au p u b l i c quantfs.son auteur n ' a v a i t . que d i x - n e u f ans, est un J o u r n a l . L ' i n t e r e t p a r t i c u l i e r de c e l i v r e c o n s i s t e en l e f a i t que c ' e s t son unique p r o d u c t i o n entierement Dans une  preface  romantique.  a l a deuxierne-: e d i t i o n  d ' A n d r e Walter ( 1 9 3 0 ) , Gide en admet l e s i n s u f f i s a n c e s : "A c e t age, j e ne s a v a l s pas e c r i r e . . . . . J e cher chats  a plier  l a l a n g u e ; j e n ' a v a i s pas encore comprisscombien on apprend p l u s en se p l i a n t a e l l e , e t de q u e l l e i n s t r u c t i o n sont ces r e g i e s q u i d'abord importunent, contre l e s q u e l l e s regimbe et q u ' i l s o u h a i t e p o u v o i r r e j e t e r . " meme temps i l comprend b i e n que: e c r i t ce p r e m i e r l i v r e ,  1'esprit  (1) Mais en  " . . . . s i j e n ' a v a i s pas  sans doute e u s s e - j e moins b i e n  ' e c r i t l e s s u i v a n t s . '* (2) Le g i d e muri a pour t a n t e c r i t avaht-propos a v e r t i s s e u r "  avec ce b u t :  "cet  "qu 'un t r o p t e n d r e  l e c t e u r n ' a i l l e pas cher cher i c i un modele de f aeons d ' e c r i r e , ou de s e n t i r , ou de p e n s e r . "  (3)  L ' i n f l u e n c e de Nov a l l s e s t a ce q u ' i l par a l t assez f o r t e . Au s u j e t  de l a langue allemande elle-ra&ne Andre  W a l t e r d i t : " L " a l l e m a n d a des a l l i t e r a t i o n s cliuchotees q u i mieux que l e f r a n c a i s d i s a i t l e s s o n g e r i e s  embruraees."(4)  1 Andre W a l t e r , p 7-8 2 Ibid., p 8 3 Ibid., p 9 4. I b i d . , p 5 5 . C f . G r a i n , p 246: "Quand j e r o u v r e a u j o u r d ' h u i mes C a h i e r s d'Andre WalterV l e u r t o n j a c u l a t o i r e m'exaspere. JJ.affectionnais en ce temps l e s mots q u i l a i s s e n t a^ 1 ' i m a g i n a t i o n p l e i n e l i c e n c e , t e l s qu ' i n c e r t a i n , i n f i n i , i n d i c i b l e . . . Les mots de ce genre, q u i abondent dans l a langue allemande, l u i donnaient a mes yeux un c a r act ere (V.p )  41 La compassion pour soi-ra§me e t l ' a t t i t u d e du "pauvre mourant" ne se r e p r o d u i s e n t  dans l e s  d e r n i e r e s annees du J o u r n a l .  M e r i t s de Gide que j u s q u ' a u x Mais o u t r e une t r i s t e s s e roman-  t i q u e l e l i v r e c o n t i e n t b i e n des i d e e s de N i e t z s c h e , dont Gide ' n ' a v a i t pas f a i t  en ce temps l a c o n n a i s s a n c e , E t i l y a  un emploi purement e s t h e t i q u e de p l u s i e u r s l i g n e s de l ' f a r t p o e t i q u e de V e r l a i n e ,  c a r i l y a i c i peu d ' a u t r e s m a n i f e s t a -  t i o n s de l ' e c o l e s y m b o l i s t e . La l i n g u i s t i q u e  e s t beaucoup p l u s  "artiste"  quoiqu ' e l l e ne s o i t pas p l u s audacieuse que c e l l e de l ' o e u v r e gidienne poster!eure.  L a d i s p o s i t i o n des mots dans l e s phrases  l a d i v i s i o n des paragraphes e t des p l u s grandes est a s s e z a r b i t r a i r e ; l a quant i t e  sections  de p a p i e r i n u t i l i s e f e r a i t  peur aux A n g l a i s d ' a u j o u r d ' h u i . De p e t i t e s phrases t i q u e s q u i commencent avec un i n f i n i t f i f frequentes:(1).  ellip-  ou avec que  " M u l t i p l i e r les emotions".(2)  sont  Entreraeles  avec c e l l e s - c i sont p l u s i e u r s exemples de c e t o r d r e de mots r e n v e r s e q u i v a d e v e n i r une des p a r t i c u l a r i t e s de G i d e : 5  "Amoureuse, a d o r a t r i c e ou p a s s i o n n e e , j a i 1 o b s e s s i o n de l a car e s s e :  j e v o u d r a i s 1 ' e t r e i n t e absorb ante, 1' enveloppe-  ment, ou b i e n 1 ' o u b l i de s o i , ce q u i f a i t  l'extase  eperdue;"  ( 3 ) ; " T o i , d i s t r a i t e , semblant i g n o r e r l e s r e g a r d s , , v o i c i que t u  t ' approches p o u r t a n t ,  et que j e ne p u i s pas f u i r ,  et  3 (p s u i t e ) - p a r t i c u l i e V e m e n t p o e t i q u e . J e ne compris^que beaucoup p l u s t a r d que l e c a r a c t & r e propre de l a langue f r a n c a i s e e s t de t e n d r e a l a p r e c i s i o n . 1 Technique du J o u r n a l c o u t u m i e r e . C f p a r exemple P a s c a l . 2 I b i d . , p 37 3 I b i d . , p 71  t a main p r e n d ma main, i n u t i l e m e n t se d e r o b a n t e , " t i f remplace l e p a r t i c i p e ) " p u i s lentement, caresse;"  (I'adjec-  tendrement,  la  ( D ^ D a n s l a n u i t , quand l e r e g a r d s ^ a l l u c i n e , 8  Lutber j e t ant son e c r i t o i r e c o n t r e l e demon maraudeur. "(2) Noter l l o m i s s i o n i t a l i a n i s e e du s u j e t dans c e t t e p h r a s e - c i : - ' 1  " E t e e s t 1 ementee a l o r s et a p l e u r e parce q u ' e l l e s * est  sen-  t i e malheureuse. "(3) Un langage f i g u r a t i f  se t r o u v e rarement chez  G i d e , et p a r consequent ses images a t t i r e n t t o u j o u r s 1' at ten. t i o n du l e c t e u r . se p r o j e t t e  En v o i c i un exemple peu commun: " L a pensee  comme s u r un fond n o i r ; l e temps a v e n i r appa-  r a i t sur l e sombre comme une bande d ' e s p e c e " c i p l u s banals  ( 4 ) , et  celui-  "Aucun b r u i t , que p e u t - e t r e p a r f o i s l e s  grandes clameurs des montagnes, l e s v o i x l u g u b r e s des g l a ciers. ....."(5) L a d e s c r i p t i o n e s t romantique mais pas t i v e et i m p r e s s i o n i s t s comme dans l ' o e u v r e Andre W a l t e r  fugi-  posterieure.  c o n t i e n t l e s deux s e u l e s c r e p u s c u l e s g i d i e n n e s  (probablement p a r c e que t o u t l e monde peut depeindre urn coucber du s o l e i l ) : s ' et-endre sur l a mer  "Nous r e g a r d i o n s longtemps 1'ombre v i o l e t t e et du fond des v a l l e e s monter  comme une a u t r e maree peu a; peu noyant t o u t e s formes. Un a un dans l e l o i n t a i n des c o t e s , dans l e c i e l ,  l e s phares s' a l l u m a i e n t , et  p l u s c l a i r e s une a une, l e s l o i n t a i n e s e t o i l e s  (6), 1 I b i d . , p 99 .3 . I b i d . , p 192 5 I b i d . , p 45  2 4 6  I b i d . , p 166 I b i d . , p 15 I b i d . , p 32  4  Le s o l e i l s ' e s t couche; p l u s de c o u l e a n s , r i e n que des t e i n tes,  des r e f l e t s d ' o r que I ' e a u r e n v o i e aux choses et q u i  l e s enveloppent t o u t e s . D e j a une r i v e e s t dans 1"ombre, t a i n e , m y s t e r i e u s e . L a n u i t monte dans l a t8t tout s'endort  incer-  v a l l e e , —et b i e n -  au chant nocturne des g r e n o u i l l e s , " ( 1 )  Mais t o u t l e m o n d c p e u t - i l d e e r i r e l a c r e p u s c u l e comme G i d e ? l  L a t t i t u d e d'Andre W a l t e r envers Chopin (que Gide changer a b i e n t o t ) temoigne du romantisme du l i v r e . Apres a v o i r j o u e du C h o p i n , " j * a i . couru dans l a campagne, gris1= de s o n o r i t e s , d « h a r m o n i e s . " ( 2 ) E t p l u s t a r d , a propos de son premier S c h e r z o : " l a m e l o d i e p l e u r a , morbidement douce comme l e s p e r l e s d ' u n j e t d ' e a u s ' e g r e n e n t , l e s notes  d'en  h a u t tombaient obstinetnent l e s memes, mais d i f f ereaiment e l o quentes,  t a n d i s q u ' a l t e r n a i t l ' h a r m o n i e . " (3)  Le jeune £ c r i v a i n Andre W a l t e r e s t epr.is de ;  1  s a c o u s i n e Emmanuele, q u i e s t p b u r t a n t ; a f f i a n c e e : a un a u t r e -  en- /presence de.' la.imere imour.ant'e^d'AndrevLe l i v r e se d i v i s e en deux p a r t i e s : l e C a h i e r B l a n c montre 1 ' e s p o i r  grandissant  d'Andre,' l e C a h i e r jSToir son d e s e s p o i r q u i f i n i t par l a f o l i e . Dans l e  Cahier  B l a n c l e jeune  sieurs extraits  d'un  les  (4)  evenements,  journal et l e s  6crivain ecrit  incorpore  reproduit p l u -  avant tout  et sfc  durant fait  1 I b i d . , "D 31 2 I b i d . , p 43 3 ' I b i d . , p 87-8 4 N o t e r que e ' e s t autant un j o u r n a l d e c i d e q u ' un j o u r n a l d A n d r e et a i n s i p e u t - o n en t i r e r l a pensee g i d i e n n e d ' a v a n t 1889: " . . . . j ' a v a l s p r i s I ' h a b i t u d e de t e n i r ^ u n j o u r n a l , par b e s o i n d ' i n f o r m e r une confusfe a g i t a t i o n i n t e r i e u r e ; e t maintes 1  .  .  .  4  4  franchement- dans un j o u r n a l e c r i t apres l e s evenements.C ' e s t une s o r t e de  Rahmenerzshiung•; i l commence et f i n i t par l a  mort de s a mere. PourquoI i l e c r i t ? " . . . P a r c e que l a p o e s i e deborde de mon ame, - - et l e s mots n ' e n s a u r a i e n t dire:  1'emotion plane, sur l a pensee;  rien  — I ' h a r m o n l e seule  A l o r s des mots, des mots sans s u i t e , des phrases  fremissantes,  quelque chose comme de l a m u s i q u e . " (1) "Les chimeres p l u t o t que l e s r e a l i t y ' s " , (2) v e u t - i l ,  et l e l i v r e demontre l a faute  d'une t e l l e p h i l o s o p h i e . Mais en d e p i t de son romantisme i l est fortuit,  realiste  p a r c e q u ' i l donne l a r a i s o n s c i e n t i f i q u e de son  l y r i s m e : " C e r t e s , quand on songe i. ce qu^ f a i t l a p o e s i e ; . . . , q u e l l e poussee de d e s i r s l  et l e s n e r f s s i v i b r a n t s au  charme des c o u l e u r s a cause d ' u n peu de f l u i d e epars dans 1  1 e t r e ; . . . . ah.' q u e l l e prose.' q u e l l e s a l e prose au fond de t o u t c e l a . . . . 0 1 ' i n c o n s c i e n c e du podte*'-- aveuglementj c r o i r e a l a muse i n s p i r a t r i c e quand c ' e s t l a p u b e r t e q u i 1' inquiete'.' (3). Dans l e C a h i e r N o i r Andre cherche l a c a t h a r s e de 1' a r t en s 'occupant d ' u n l i v r e q u ' i l a v a i t reve deux annees: A l l a i n lui  ( E t l e j o u r n a l de Gide r e n s e i g n e que  a u s s i v o u l a i t "ecrire A l l a i n  ter. )  pendant  apres a v o i r f i n i Andre W a l -  I I ne s a i t pas comment t e r m i n e r a son oouvrage; i l ne  4 (pb s u i t 4 ) - p a g e s a d e ce j o u r n a l ont ete t r a n s c r i t e s t e l l e s que l i e s d a i s ces C a h i e r s " . ( G r a i n y p 224. V o i r a u s s i p 244.) B o t e r eh o u t r e q u ' i l c r o y a i t qu'Andre Walter e t a i t son. unique l i v r e e t q u ' i l d e v i e n d r a i t fou comme Andre et comme A l l a i n . rain_j p 2 2 3 . ) " " I b i d . , p 38 2 I b i d . , p 37 3 I b i d . , p 39  45 v e u t pas s a v p i r j l a f i n se d e c o u v r i r a a: t r a v e r s 1' e v o l u t i o n de l ' o e u v r e : " a i t pas  L a v e r i t e voudr a i t , j e c r o i s , q u ' i l n ' y  de c o n c l u s i o n s e l l e d o i t r e s s o r t i r  du r e c i t meme,  sans q u ' i l s o i t be so i n d'une p e r i p e t i e q u i l a f asse f l a g r a n t e . J a m a i s . l e s choses ne se c o n c l u e n t : -  l e s c o n c l u s i o n s des c h o s e s . "  c ' e s t I'homme q u i t i r e  (1)  P a r t out dans ce l i v r e e t p l u s p a r t i c u l i e r ement dans l a seconde p & r t i e , Andre expose son credo que l ' o n d o i t maintenant  a b o r d e r ; " Pour l e s t y l e , que l a  saveur s ' e n p r e c i s e — e t ,  puisque ce n ' e s t pas l a p l a s t i q u e  que l a musique a l o r s s ' a f f i r m e : quo i p a s ? " (2) emples de l a ••>.  •  esthetique,  — l a strophe meVne  pour-  P u i s i l s ' e x p l i q u e au moyen de quelques exp r o s e e c r i t e ..comme du v e r s :  " K e t s t a main dans ma main, que nos d o i g t s s ' e n l a c e n t . Ton coeur sur mon e p a u l e , et que nos coeurs .se s e n t e n t  battre...." (3)  Son i d e e se m o d i f i e un peu quand i l commence a eiaborer A l l a i n :  "Le m e i l l e u r , c ' e s t d ' e c r i r e au h a s a r d -  -mais c e l a j e ne s a i s p l u s l e f a i r e , c a r l a v i s i o n de 1 ' o e u v r e me p o u r s u i t : j ' y subordonne t o u t e s c h o s e s . M a i n t e n a n t t o u t se coordonne, l e but e s t p r e c i s : t o u t y converge . . . . a d i e u l e s r e f r a i n s j e t e s au v e n t et t a n t p i s s ' i l s 1 2 3  I b i d . , p 110 I b i d . , p 76 I b i d . , p 76  se  perdent."  (1) Mais i l eprouve t o u t de meme quelgpe 1  "Ce q u i  m erapeche d ' e c r i r e , f u t - c e des  difficulty:  notes t r e s n a t i v e s ,  1  c est l a coraplexite i n e x t r i c a b l e des emotions p l u s encore que l e u r m u l t i p l i c i t y . . . " ( 2 ) E t v o i c i un de ses e n n u i s : " E n f a n t -que j ' e t a i s , de c r o i r e que t o u t p o u v a i t se d i r e . ' — Mais l e s mots memes n ' e x i s t e r a i e n t p a s .  Le langage n ' e s t que pour  l e s emotions moyennes; l e s extremes se derobent pour l e s  a  1'effort  reveler."(3) Par consequent  i l tache de r e n d r e  du langage p l u s d e l i c a t : " S u j e t — l e rapport i n e v i t a b l e .  s  I instrument  Verbe et A t t r i b u t . . . . .  P o u r t a n t c e l a ne s a t i s f a i t pas:, t o u t e s  choses ne sont pas dans une s i f a t a l e dependence;  i l est  des  c o r r e l a t i o n s p l u s s u b t i l e s . C e t t e syntaxe b r u t a l e l e s s o u l i g n e il  l e s f a u d r a i t i n d i q u e r tout e a p e i n e . . . .Mais p l u t o t  l e rythme a l l i t e r e ,  1' ondulement de l a p e r i ode  encore  et l e  r'appel i n t e r r o m p u des assonances. E t quand l a syntaxe p r o t e s t e il  l a faut  mater,  l a r e t i v e - - car l u i soumettre s a pensee,  j e t r o u v e c e l a i r e s l a c h e . . . . en p r o s e , r e g i e s , pour p o u v o i r l e s e n f r e i n d r e dees."  i l faudrait  des  apres q u ' o n l e s a posse-  (4)  P. C. ( c • e s t - a - d i r e dire Pierre  L o u i s ou Louys) a  Pierre Chrysis,  c'est-a-  sijoute au bas de t r o i s pages  de t e x t e des "Notes pour A l l a i n " ,  q u ' i l avait  decouvertes  parmi l e s m a n u s c r i t s l a i s s e s par Andre; a - s a mort.. I c i - d e d a n s , 1 .3  I b i d . , p 116 I b i d . , p 164  2 4  I b i d I , p 121 I b i d . , p' 174-5  47 ou Andre r e d i t p l u s i e u r s des i d e e s c i t e e s c i - d e s s u s , entre autres  celle-ci:  musique," (1)  "En f r a n c a i s ? Won, j e v o u d r a i s e c r i r e en  i l e x p l i q u e s a premiere t h e o r i e du roraan.  V o i c i l e n e c e s s a i r e : deux a c t e u r s , 1'Ange et l a Bete — l ' a m e et l a c h a i r . Une l u t t e e n t r e l e m a t e r i a l i s m e et 1" i d e a l isme, d ' o u n a i t r a l e r e a l i s m e .  L ' i d e e t o u t e p u r e ; "Done l e s  l i g n e s s i m p l e s , -r- I ' o r d o n n a n c e schematique. a: I ' E S S E N T I E L . L ' a c t i o n  Reduire tout  d e t e r m i n e e , r i g o u r e u s e . Le personn-  age s i m p l i f i e j u s q u ' a un s e u l .  - - E t comme l e drame e s t  1  i n t i m e , r i e n n en a p p a r a r t au d e h o r s , pas un f a i t  , pas une  image, sinon p a u t - § t r e s y m b o l i q u e : l a v i e phenomenale absente - - s e u l s l e s noumenes; - - done p l u s de p i t t o r e s q u e et l e decor indifferent;  n ' i r a p o r t e quand et n ' i m p o r t e ou; h o r s du temps  1  et de 1 e s p a c e . . . . L ' o r d o n n a n c e de S p i n o z a pour 1 ' E t h i q u e , l a t r a n s poser dans l e Roman; l e s l i g n e s g e o m e t r i q u e s . Un roraan c ' e s t un theoreme."  (2)  Les mots s u i v a n t s des "Ifotes pour A l l a i n ^ " peuvent  avoir  r a p p o r t s p 6 c i a l e m e n t a Andre W a l t e r ; - "UN personnage seulement et encofe. un quelconque, ou p l u t o t son c e r v e a u , n ' e s t que l e l i e u commun ou l e drame se l i v r e , s a i r e s s ' a s s a i l l e n t . " (3)  l e champ c l o s du l e s adver-  Dans Andr^ Walter  i l n'y a  p o i n t d ' a c t i o n , p o i n t de r e c i t , r i e n que de 1 ' a n a l y s e . L a seconde p a r t i e se c o n s a c r e par exemple presque entierement a la  1 3  1  p r o g r e s s i o n d Andre p e u o V p e u v e r s l a f o l i e ,  I b i d . , p 110 I b i d . , p 109  2  I b i d . , p 108-9  pendant  • q u ' i l explxque l a d em-en ce c r o i s s a n t e d ' A l l a i n .  48 (1)  Dans l e u r s d i s c u s s i o n s de ce l i v r e de m y s t i cisme (2) et de c a l v i n i s m e , (3) i l semble que l e s c r i t i q u e s ont n e g l i g e 1 " e x p l i c a t i o n donnee par S i l e G r a i n ne m e u r t . . . .  G i d e lui-meme dans  ou i l y a un examen de s a concep-  t i o n et de son a c c u e i l . D*abord l e s remarques d ' u s a g e : " . . „ Andre W a l t e r . . . . que j ' a l i m e n t a i s de t o u t e s mes i n t e r r o g a t i o n s , de tous mes defeats i n t e r i e u r s , de tous mes t r o u b l e s , de t o u t e s mes p e r p l e x i t ^ s ; de mon amour s u r t o u t , proprement I ' a x e du l i v r e e t autour de q u o i j e  qui formait faisais  t o u t l e r e s t e g r a v i t e r . " (4) Mais comparer ces a u t r e s paroles  au  moment que j e l ' e c r i v a i s , ce l i v r e me p a r a i s s a i t  un des p l u s import ants du monde, e t l a c r i s e que j ' y p e i g n a i s , de l ' i n t e r e t l e p l u s g e n e r a l , l e p l u s u r g e n t ;  comment  eusse-  j e corapris en ce temps, q u ' e l l e m ' e t a i t p a r t i c u l i e r e ? . . . . 1 ' e t a t de c h a s t e t e ,  1  f o r c e e t a i t de m' en p e r s u a d e r ,  restait  Les Oeuvres de Gide temoigne de son i n t e r e t pour l a t h e o r i e de 1 i n f l u e n c e de 1 a r t sur l a n a t u r e . Dans son J o u r n a l c e t t e r e c o n n a i s s a n c e : " . . . j e c r o i s , avec W i l d e , que -les p l u s imp or t an* s a r t i s t e s ne c o p i e n t p o i n t t a n t l a n a t u r e qu ' i l s ne l a p r e c e d e n t ; de s o r t e que c ' e s t eux au c o n t r a i r e que l a n a t u r e semble i m i t e r . " ( J o u r n a l ' 2 9 , p 9 1 3 ) ; et ce r e s u l t a t : " I I me p a r a r t que chacun de mes l i v r e s n ' a p o i n t t a n t ete l e p r o d u i t d'une d i s p o s i t i o n i n t 6 M e u r e n o u v e l l e , que s a cause t o u t au c o n t r a i r e . . . . " ( J o u r n a l ' 2 2 , p 7 3 7 ) . C e t t e t h e o r i e de Wilde e s t t i r e de son Decay o f L y i n g . C f , a u s s i The "Picture--of D o r i a n Sray_, c h . l l . 2 Andr6 e t a b l i t une d i s t i n c t i o n e n t r e e s p r i t ,et ame 3 Le l i v r e e s t surcharge de c i t a t i o n s de 1 ' E c r i t u r e , ^ meme apres que 1' a u t e u ^ e u t , s u r 1' a v i s d ' u n ami, supprime l e s deux t i e r s . ( G r a i n , p 2 4 8 ) . 4 G r a i n , p 223 1  1  A  T n s i d i e u x et p r e c a i r e ; t o u t autre echappement m' e t a n t r e f u s e , j e r e t o m b a i s ' dans l e v i c e de ma premiere enfance et me desesperais  i. neuf chaque f o i s que j ' y r e t o m b a i s , Avec beaucoup  d'amour, de musique, le  sujet  de  de mon l i v r e . "  raetaphorique  et de p o e s i e ,  c'etait  (1)  Les c r i t i q u e s m a i n t i e n n e n t q u ' i l s peuvent t r o u v e r en embryon dans c e t ouvrage t o u t l e developperaent futrar de G i d e . C ' e s t p a r c e q u ' i l s savent d'avance l a . tendance de son o e u v r e . I I s e r a i t b i e n d i f f i c i l e t i o n de c e t t e Schwarmerei  de p r e d i r e s a d i r e c -  s e u l e . Mais c * e s t t o u t de meme  v r a i q u ' i l y a i c i beaucoup de g i d i s m e s , a": q u o i <I' importance du l i v r e .  L a t e c h n i q u e du j o u r n a l saute aux yeux. E t v o i c i  ce s t y l e e l l i p t i q u e et r e n v e r s e . Andre W a l t e r " e c r i t sur l u i merne ( et Gide sur l u i - m e n e ) ; i l s' i n t e r e s s e  au&8<ft a 1 ' e v o -  l u t i o n de l ' o e u v r e q u ' a l ' o e u v r e elle-meme, et o f f r e  autant  de t h e o r i e que de p r a t i q u e ; a l i a p s y c h o l o g i e ('le paysage i n 1  t e r i e u r " ) p l u t o t qu a* l a d e s c r i p t i o n e x t erne l i e .  I I y a une  c e r t a i n s q u a l i t e na'ive s o u h a i t e e dans s a raaniere de poser observations. V o i c i cette c o n s t r u c t i o n d bdrtes  ses  chinoises  que Gide emploie s i souvent: des j o u r n a u x dans des j o u r n a u x , un l i v r e s u r un l i v r e , de  l a melange du monde r e e l et du monde  l'art. A l l a i n mourut, Andre W a l t e r mourut, Gide l a i s s a  miourir 1 ' A n d r e - W a l t e r isme. Tant mieux.'  1  I b i d . , p 246  50 . , Le J o u r n a l de Gide f o u r h i t un panorarae de cinquante annees de ses i d e e s sur t o u t aspect imaginable de l a s c i e n c e , de l _ a r t , ce q u ' i l f a i s a i t ,  de l a r e l i g i o n . I I r a c o n t e ce q u ' i l ceux q u ' i l r e n c o n t r a i t .  pensait,  Y compris l e s pages  a n t e r i e u r e s r e n v e r s e e s dans Andre W a l t e r , l e J o u r n a l erabrasse, et s ' e n p r o l o n g e au-delel du dommericement et de l a f i n , s a p e r iode c r eat r i c e . Pour l u i a" q u i , comme et G i d e , l a glih&S'e de l'oeuvre,  et I'bomme d e r r i e r e  l ' o e u v r e elle-raeme,  l'oeuvre,  important  autant que  l e J o u r n a l s e r a un e c r i t de l a p l u s  haute v a l e u r . B i e n des phrases et l a p l u p a r t des i d 6 e s du J o u r n a l rep a r a i s sent dans l e s l i v r e s d ' i m a g i n a t i o n . I c i on peut s u i v r e l a t r a c e de l a meme e v o l u t i o n e s t h e t i q u e que dans  les  a u t r e s oeuvres de G i d e : un acheminement d'une s e n s i b i l i t e vague v e r s une v i s i o n mise au p o i n t , d ' u n "emotionalisme v e r s 1  1 i n t e l l i g e n c e (ce q u i ne u e u t pas d i r e . ' . l ' i n t e l l e c t u a l i s m e ) , du r e c h e r c h e v e r s l e b a n a l . Une e v o l u t i o n e s t h e t i q u e dans un j o u r n a l ? . Mais o u i j L e ~ s t y l e du J o u r n a l est a u s s i :  soigne que. ceux des a u t r e s ouvrages. (1) foiss  negligemment  Gide d i t menie une  "Le d e s i r de b i e n e c r i r e ces pages de j o u r n a l l e u r ote W\<^  me'rite meme de s i n c e r i t e ; " (2) " J * a i d e c h i r e , d e c h i r e , comme l a v e i l l e j e c o u p a i s et a r r a c h a i s  dechire,  l e b o i s mort des  espa-  l i e r s ; "(3) mais pendant l e s annees i l a r e u s s i a r e c o n c i l i e r l a forme avec l a p e n s e e .  (4)  1  1 - e t el: c e t -egard i l d i f f e r e f o r t ement des C a h i e r s eLesBjarr£s, l e s q u e l s ressemblent p l u s aux 'Notebooks of E l k i n Dogger e l " dans .Punch* „' „ . • -~ -. M J b u n t a l ? § 3 , p 39 S3 I b i d . , ' 1 6 , p 546 1  r  c / 1  51  Le j o u r n a l a-tendu peu a peu a d e v e n i r t i o n ( e t p a r consequent  s'aceroit  s a premiere  preoccupa-  precipitemment),  surtout  apres q u ' i l eut donne l e j o u r aux l i v r e s q u ' i l a v a i t b e s o i n profond .  "un  d'ecrire." Mais c e l u i q u i s o u h a i t e se c o n c e n t r e r comme  Gide sur l e J o u r n a l d o i t se rememorer que  l'homme  entier  n ' e s t pas i c i - d e d a n s : "Je ne l ' a i p o i n t tenu durant l e s longue p e r i o d e s d ' e q u i l i b r e , de s a n t e , de bonheur; mais b i e n durant ces p e i i o d e s de d e p r e s s i o n , me r e s s a i s i r , (i)  -  1  ou j a v a l s b e s o i n de l u i pour  e t ou j e me raontre do l e n t , g u i g n a n t ,  pitoyable."  .  >2. CRITIQUE  Pretextes :  •*  ( e c r i t ,1897-1903), 1903,, (306 pp,18.5cm)  Nouveaux P r e t e x t e s  ( i o c r i t 1903-11) , 1 9 1 1 .  I n c i d e n c e s , 1924, ( i n d i s p o n i b l e )  D o s t o i e v s k y ( 6 c r i t 19G8 et 1922), 1923, (309 pp,18.5cra) Montaigne, 1929, (128 pp, 20cm)  4 1 x  Des exemples du s t y l e du J o u r n a l se trouvent" dans l e s c i t a t i o n s nombreuses a i l l e u r s dans c e t t e 'etude. I b i d . ' 2 4 , p 782. Cf. a u s s i G r e e n : P e r s o n a l R e c o r d , p 113. ' I t ( l e J o u r n a l ) n a r r o w l y escaped becoming a cemetery of s t i l l - b o r n a r t i c l e s . I t g i v e s a c o m p l e t e l y f a l s e i d e a o f m y s e l f . . . f o r I h a r d l y ever w r i t e , e x c e p t when I am f e e l i n g .depressed, w i t h the r e s u l t t h a t I g i v e t h e impres s i o n o f b e i n g a s a d p e r s o n , which i s not the c a s e . I am n e i t h e r sad nor unhappy."  52  " . . ' G i d e . . . p e u t - e t r e c e l u i de tous nos contemp o r a i n s q u i a v a i t l e p l u s de v a b l e successeur  moyens de d e v e n i r l ' i n t r o u -  de S a i n t e . - B e u v e . " (1) E t de p l u s : Gide  donne en lui-meme un exemple de 1 ' u n i o n e n t r e 1 ' a r t i s t e  et  l e c r i t i q u e ; ses moyens sont e g a l s dans l e s deux champs. Presque chacune de ses oeuvres c o n t i e n t s a propre t h e o r i e , s a p r o p r e c r i t i q u e , e t l a t h e o r i e et l a c r i t i q u e du genre en g e n e r a l (  comme on peut n o t e r a i l l e u r s dans c e t t e  etude).  r  Le " J o u r n a l d Edsuard", par exemple, dan's l e s Faux-Monnayeurs,  " c o n t i e n t l a c r i t i q u e continue de mon roman; ou mieux:  du roman en g e n e r a l . "  (2)  P l u s i e u r - s c r i t i q u e s , q u i semblent  ignorer  l e grand i n t e r e t de Gide pour des " q u e s t i o n s du m e t i e r " , (3) l e condarane a c e t e g a r d , comme temoigne eet  ereintment  du Times L i t e r a r y Supplement.: " H i s base may be e a s i l y d i a g nos ed as t h a t of a w r i t e r whose c r i t i c a l powers are  const-  a n t l y s t e r i l i z i n g hSs c r e a t i v e powers, who knows t h a t is  so and s t r u g g l e s  this  a g a i n s t i t , and c o n s e q u e n t l y produces  work w h i c h has a k i n d o f s t e r i l e i n t e l l e c t u a l i t y but no r e a l charm or s t r e n g t h  . . . . h i s i s an a r i d c o m p l e x i t y . " (4)  Gide .se c r o i t p o u r t a n t j u s t i f i e ' , car " L a c r i t i q u e est a l a base de t o u t  afet."  1 R e f l e x i o n s sur l a 2 3 . ••••r.'X 4 t . 21, p 404 5 c h o i s i s p 50 ;  (5)  T h i b a u d e t : "De l a c r i t i q u e g i d i e n n e , " c r i t i q u e , p 231 Faux-MoM.,' p 241 Journal': des\FMx-Mon* r e v u e de Paludes (anbnyme), T LIT S !  R e f l e x i o n s s s u r 1' PJ lemagne, " Morceaux..._  53 f  C e s t c u r i e u x que dens ses c r i t i q u e s d ' a u t r e s c e t e s t h e t e consacre t a n t de mots a une d i s c u s s i o n des v r a i semblances p s y c h o l o g i q u e s p l u t o t q u ' a une techniques;  analyse  C e l a s ' a d r e s s e a ses a r t i c l e s  aux Nouveaux P r e t e x t e s .  et  des  aux P r e t e x t e s ,  aux I n c i d e n c e s , q u i sont des  r e c u e i l s d ' a r t i c l e s aunterieurement  p u M i e s . Un  masque  charm ant pour s a c r i t i q u e sont l e s " L e t t r e s " et l e s " B i l l e t s a A n g e l e " , 1 'amie du l i t t e r a t e u r dans P a l u d e s . Cheque l e t t r e t r a i t e d ' o r d i n a i r e - d e p l u s d ' u n s u | e t et c o n t i e n t qi elques p e t i t e s remarques p e r s o n n e l l e s . Ou.Gide repond a ses i o n s ou i l donne a v i s sur ce q u ' o n d o i t l i r e et J  doit oublier.  quest-  ce q u ' o n  .  Ses deux ouvrages de c r i t i q u e etendue D o s t o i evsky et Mont aigne . d i s c u t e deux de ses assteurs p r e f e r e s , avec l e s q u e l s i l  s ' i d e n t i f i e . Dans 1 ' u n , q u i c o n s i s t e en  neuf a r t i c l e s e t can s e r i e s , — - q u i me f i t ? - . . . p r e s e n t e r  " . . .c ' e s t b e s o i n de sympathie ma propre e'thidque a l ' a b r i de \  c e l l e de D o s t o i e v s k y , " (1) t a n d i s que dans 1 ' a u t r e , "Comment a i r e " a a s s i peu o r g a n i s e | f t e Montaigne lui-meme; "So much have I made him my o w n . . . . i t seems he i s my v e r y s e l f . " ( 2 ) Neamoins i l desapprouve doucement s a t e c h n i q u e : " me par a i t que j e myy s u i s forcer,  i l  montre s i s o u c i e u x de ne r i e n  que ma propre p o s i t i o n , devant l a p h i l o s o p h i e que j e  degage des E s s a i s , v a p a r a i t r e b i e n i n c e r t a i n e . " (3j) 1 J o u r n a l ' 2 2 , p 739 2 Mont a i g n e , p 77 3 J o u r n a l ' 2 9 , p 911  54  3.  AUTOBIOSKAPRTE  S i l e G r a i n ne meurt  , 1920 (372 pp, 18.5cm)  1  "Je forme une e n t r e p r i s e q u i n etat jamais d'exemple, et dont 1 ' e x e c u t i o n n aura p o i n t d ' L m i t a t e u r . Je veux montrer a mes semblables un homme dans t o u t e l a v e r i t e . de i a n a t u r e :  et cet homme ce s e r a m o i . "  Gide a u r a i t pu  c h o i s i r ce deux p h r a s e s comme epigraphe pour  I'autobiographie  de ses v i n g t - c i n q p r e m i e r e s annees: S i l e G r a i n ne m e u r t . . . . Et s a j u s t i f i c a t i o n du l i v r e e s t j u s q u & u n  certain point  l a meme: " J ' a i e c r i t ce l i v r e pour c r e e r un un exemple de f r a n c h i s e , djautres,  ^ c l a i r e r quelques-uns,  1  a f f e c t e d ' l g n o r e r au grand dam de l a  p s y c h o l o g i e , de l a m o r a l e , de l ' a r t , e'er i t  en r a s s u r e r  f o r c e r 1 o p i n i o n de t e n i r complet.de ce que l ' o n  i g n o r e ou que l(on  J'ai  precedent,donner  ...et  ce l i v r e p a r c e que j e p r e f e r e  pour ce que j e ne s u i s p a s . " (1)  de l a socie'te'.  e t r e h a i ' , q u ' aime  V o i c i cet  "imitateur"I  Rousseau e c r i v i t l e s C o n f e s s i o n s pour s ' a u t o riser  a l a f i n de l a v i e ; on l e s p u b l i a apres deces: Gide  e c r i v i t l e Grain  dans l a f l e u r de H\#ge et ne d e v a i t se  j u s t i f i er q u ' apre's l a p u b l i c a t i o n . (11 r e m i t pendant q u e l ques annees, e ' e s t v r a i , l a v e n t e du l i v r e . )  1  L e t t r e a Gosse, NRF t .  3 1 - 2 8 . 2 , p 50  55  . L a t o u t e premiere page du l i v r e e s t  assez  f o u d r o y e n t e , mais r i e n en comparaison avec c e l l e s q u i se t i e n n e n t en ambuscade pour e f f r a y e r  l e "trop; tendre  lecteur."  Mais quoique Gide o f f r e son h i s t o m r e sans pudeur (et 11 ne-ressent de  aucune h o n t e ) ,  i l l a r a c o n t e avec l a d e l i c a t e s s e  L a Porte IJitroite. L ' o u v r a g e e s t t o u t penetrecide  gidien verfilla  cet  effort  s i n c e r i t e : "Les Memoires ne sont jamais  q u ' a demi e i n c e r e s , s i g r a n d que s<ait l e s o u c i de l a v e r i t e : t o u t e s t t o u j o u r s p l u s complique qu'©n ne l e d i t .  Peut-etre  meme approche-tson de p l u s pres l a v e r i t e dans l e roman. "(L) Q u e l l e est l a s i g n i f i c a t i o n du t i t r e biblique? "Je chercbe depuis quelques j o u r s l e t i t r e que j e d e v r a i s donner a ces Memo i r e s ,  c a r j e ne v o u d r a i s precisement n i  de Memoires, n i de S o u v e n i r s , n i de C o n f e s s i o n s . E t 1 ' i n c o n v e n i e n t de t o u t  autre t i t r e ,  nif ication(.'). J'hesite c i t l e sens;  c ' e s t q u ' i l comporte une s i g -  e n t r e : E t E g o . . . , mais q u i r e t r e -  et S i l e G r a i n ne m e u r t . . . , mais q u i 1' i n c l i n e  en 1' e l a r g i s s a n t . " (2) E c r i t dans l e meme s t y l e c l a s s i q u e que l e s recits,  e t c a r q c t e ' r i s e p l u s qu'aucun o u t r e l i v r e de Gide  p a r une  c e r t a i n e beaute sent im en t a l e , c e t ouvrage e s t  de grande v a l e u r comme une source d ' i n f o r m a t i o n sur l e s annees f o r m a t i v e s du M a i t r e (comme s i t o u t e annee ne c o n t r i b u e pas au d^veloppement du GideJiJ Ifea^iSfse""'  1 2  G r a i n , p 282 J o u r n a l ' 1 7 , p 612  u  \  de l a f a m i l l e . p r o t e s t a n t e e s t quelque chose de nouveau dans 1*autobiographic f r a n c a i s e . L a d i x i e m e s e c t i o n de l a premiere par t i e c o n t i e n t une quant i t e d ' e s q u i s s e s f o r t o r i g i n ales des h a b i t u e s des cenacfes Regnier, V i e l e - G r l f f i n , L a deuxierae pebtte  s y m b o l i s t e s : H e r e d i a , Louys, Mallarrae'', Kefrold, Bonnier es', L a z a r e , M o c k e l .  d e p e i n t l e s eVenements de  l a v i e de Gide  q u i i n s p i r e r o n t Les N o u r r i t u r e s T e r r e s t r e s , L ^ I m m o r a l i s t e  et  Amyntas.  4 . POESIES  Andre' W a l t e r ( P o e s i e s ) , 1892 Les N o u r r i t u r e s ^ e r r e s t r e s ^  1897 ( e x t r a i t s )  Persephone, 1934 Les N o u v e l l e s N o u r r i t u r e s , 1935 ( e x t r a i t s )  C ' e s t dommage que" M. G i d e , p r o s a t e u r t a n t a c c o m p l i , a l<£gue a u s s i d ' a s s e z mediocre p o e s i e .  Souhaitait-il  l a d i s c i p l i n e du rythtae et de l a r i m e ? Non, parce  qu'il  r e b e l l e t o u j o u r s c o n t r e c e t t e d i s c i p l i n e . S a prose e s t  aussi  b e l l e que l a p o e s i e , mais c a ne v e u t pas d i r e s a poe'sie.  Le jeune homme de d i x - n e u f ans donne une d i z a i n e de poernes e t de poernes en p r o s e , de'plorablement rom a n t i q u e s ma f o i , dans, l e s deux C a h i e r s d 'Andre  Walter,  et une v i n g t a i n e e ' c r i t e en h u i t j o u r s dans l l a p p e n d i c e de ;  c e t t e oeuvre  -  -  Ce c y c l e , ou Andre exprime ses  57  sentiments  envers Emmanuele, ne p a r l e d ' abord que de l a n u i t , des iarmfes, et de l a l e c t u r e . Le c o u p l e prend peu a peu connaissance de l a nature et du j o u r . Quelques-uns des psomes sont a t t r a y a n t s ;  le s  d e r n i e r s s o n t m e i l l e u r s que l e s p r e m i e r s . Comme dans l e s C a h l e r s 11 y a quelques elements peu romantiques, - p a r exemple, un v o c a f t u l a i r e q u a s i - s i l e n t i f i q u e j "Ah..' quand r e v i e n d r o n t l e s  metempsychoses?"(1)  Que 1'on c o n s i d e r e a u s s i ces deux v e r s : "Pendant que de ses vocalisesmmeoaniques Un r o s s i g n o l f a i s a i t des t r o u s dans l a n u i t . " (2) Le v i n g t i e m e est un pfeeeme en prose dans l e s t y l e des F o u r r l t u r e s t e r r e s t r e s y mais t r i s t e . V o i c i t r o i s strophes r e p r e s e n t a t i v e s  des P o e s i e s  d'Andre Walter; "Un vent t i e d e a s o u f f l e ' dans l e s branches; E l l e s ont agite' p l a i n t i v e m e n t l e u r s f e u l l l e s rousses, Nous, nous r e g a r d l o n s l e l o n g de i a mousse G e s i E nos pauvres p e t i t es ombres p a l e s . " ^ '(3) "Une rythmique a l l e e haute et de'couverte De t r o n c s aligne's syme'triqu ement, • I f s et t i l l e u l s aux f e u i l l e s r o u s s e s et v e r t e s , Se p r o l o n g e sous l e c r e p u s c u l e i n d e f i n i m e n t . " (4) " L ' e a u somnolente q u i s ' e g o u t t e , S'eboute c o u l e r . Un mouton Q u i , sans l e v e r l a te'te, b r o u t e E n t r e l e s bancs de vase v e r t e . . . . " (5) 1 3 5  :  Andre Walter;(Polssles )7••• V.;r-xp .263••• v - ^ l f e t a ^ . xii,7p- 27S-" I b i d . , V I I , p 268 4 I b i d . , X I I , p 275 I b i d . , X V I I , p 286 ..  !  . -  58  * '  Dans Les N o u r r i t u r e s t e r r e s t r e s i l y a a un  grand nornbre de rondes et de b a l l a d e s , ,.pour l a p l u p a r t de l a prose en p o e s i e ,  q u i se perdent dans l e r e s t e du l i v r e .  Dans beaucoup de c e s longues l i s t e s "de ce que j ' a i b r i i l e , " "des b e l l e s preuves de 1' e x i s t e n c e de Dieu,!* "des m a l a d i e s , " "cle t o u s mes d e ' s i r s , " -de mes s o i f s e'tanchees," i l semble que 1  1  1 auteur s amuse avec des j e u x de t y p o g r a p h i e . quelque p r o f i t d ' e'er i r e  Y a-t-il  d'abords 1  " E n t r e l e de'sir e t 1 ennui Notre inquietude balance." et p u i s :  (1)  ••. • E n t r e l e d e s i r et 1 ' e n n u i n o t r e i n q u i e t u d e balance!??'' . ;  Gide d i t M l l e u r s U q u e q u e l q u e f o i s un simple changernent dans l a maniere d ' i m p r i m e r un poeme, comme par exemple l e r a c o u r . cissement des v e r s , l e rend t r i v i a l .  (2) S " e f f o r c e - t - i l  meme en 1897 v e r l a b a n a l i t e ? Un groupe de jeunes gens de F l o r e n c e chante ces  toallades  e t ces rondes  (comme f i t ~ - i l  y a c i n q cents  c i n q u a n t e annees l e c e r c l e de B o c c a c c i o ) , q u i sont p r o b a b l e men t i m p r o v i s e e s . a son b u t ,  E t Gide e s t parvenu a ce q u - ' i l para-rt,  ear v o i c i son d e s s e i n dans l e p l u s l o n g des  poems^La Ronde de l a Or*™** ( 3 ) : "J> e c r i v a i s c e l a sans aucune idee preconcue,  sanss a u t r e p r e t e n s i o n qu'une p l u s  o b e i s s a n c e au rythme i n t e r i e u r i - w (4)  1  3 4  N o u r . t e r . , p 103 2 I b i d . , D 104 " F e u i l l e t s " , NRF t . 3 1 - 2 8 . 2 , p 805 G r a i n , p. 320  souple  . ,  Lyncdus se t r o u v e parmi l e s m e i l l e u r s . . En  v o i c i l e s t r o i s premiers v e r s ; "Commenelements, de D i e u , vous avez e n d o l o r i mon ame. Commandements de D i e u , s e r e z - v o u s d i x ou ' tingt? J u s q u ' o h r e t r e c i r e z - v o u s vos l i m i t e s ? " (1)  L a forme quelque peu l i f e r e de l a pfoesie dans. Persephone est l e seul't a-art de 1 ' e s p r i t g r e c . Les deux a*. l o n g e u r s or d m a i r e s des v e r s r i m e s sont 1 ' o c t o s y l l a b e et 1' alexanderiw>, mais i l y en a d ' a u t r e s de t r o i s a v i n g t p i e d s . Le poeme e s t t o u t p l e i n de r e p e t i t i o n s et de p r o s a i ' s mes, q u i s'accortdent  avec l e mouveau Gide et avec son  sujet.  P l u s i e u r s v e r s , p l u s i e u r s strophes se r e t r o u v e r o n t dans Lae:s N b u v e l l e s N o u r r i t u r e s . On d l s c u t e r a p l u s p a r t i c u l i e r e m e n t Persephone e t <©n donnera quelques c i t a t i o n s sous l e  titre  de t h e a t r e .  Dans Les I f o u r r i t u r e s t e r r e s t r e s l a poe'sie s e u l e e ' t a i t mi.se en i t a l i q u e s . Dans ILes N o u v e l l e s N o u r r i t u r e s presque t o u t e s t en i t a l i q u e s , et dans une revue dans l a MBF (2) on l e s c r i t i q u e sous l e t i t r e de poe'sies. Cet ouvrage r e s t e p o u r t a n t beaucoup moins. l y r i q u e que 1' a u t r e . I I n ' y a que c i n q po ernes v r a i s , tous dans l e premier du l i v r e .  tiers  (3)  1 Nour. t e r . ,  p 131  2  M a l r a u x : "Les N o u v e l l e s . Nourritures,NRF t.45-35.2 p 935-7  60 Le p l u s c o u r t e s t de h u i t v e r s , l e p l u s l o n g de v i n g t ; l e premier e s t t r o p vague, l e d e r n i e r t r o p p o s i t i f . Le deuxieme poeme se repose p l u t o t sur  asson-  ance, consonance et r e p e t i t i o n que sur r i m e , et e s t imprime comme" paragraphe, Wi l h elm i n a S t i t c h .  a l a maniere du T i t a n l y r i q u e cana&ien Les a u t r e s poernes se servent  s i x s ^ l l a b e s (avec quelques d i f f e r e n c e s  du v e r s de  i n s i g n i f i a n t e s mais  t o u t de meme d e c o n e e r t a n t e s ) et d'une rime f o r t u i t e exemple; espace, poeme?  disgrace,,  ejgtase).  Un v e r s du d e r n i e r  . "Mon poeme i n g e n u " (1)  les  pourrait  designer  autres. Le t r o i s i e m e poeme d e p e i n t  merveilleusement  " 1 ' i n d o l e n c e " ; i l manque i c i l e s f a u t e s des autres? "Printemps p l e i n d"'indolence, J ' i m p l o r e t a clemence A t o i p l e i n de langueur abondonne mon c o e u r . Ma pensee i n d e c i s e F l o t t e au g r e ' d e l a b r i s e . Un r u i s s e l l e m e n t t e n d r e Me pe'netre de m i e l . Ah.' ne v o i r , ah.' n ' e n t e n d r e Q u ' a t r a v e r s l e sommeil.  3.  1  (par  " L a b r i s e vagabonde," p 11 "Le r a m i e r q u i e x u l t e parmi l e s b r a n c h e s , " p 14 "Printemps p l e i n d ' i n d o l e n c e " , p 18 "Eblouissement t e n d r e , " p 28 " S e u i l de l a v r a i j e u n e s s e , " p 52 Nouv. F o u r . , p 53  61  . .  A t r a v e r s ma paupiere J ' a c c u e i l l e t a lumiere, S o l e i l q u i me c a r e s s e ; Pardonne a ma p a r e s s e . . . , Piois mon coeur sans defense S o l e i l p l e i n d'indulgence.  Une connaissance de 1 a r t p s e t i q u e g i d i e n e x p l i q u e r a et j u s t i f i e r a ses v e r s . Sa c r i t i q u e de l a p o e s i e a n g l a i s e i n d i q u e r a i t une a t t i t u d e presque o r t h o d o x e : " . . . p l u s r i c h e , p l u s abondante que l a f r a n q a i s e ; mais c e l l e - c i , me s e m b l e - t - i l , atteint parfois plus h a u t  r  Je  ne p u i s aimer  t o u t e s l e s f a c i l i t e s que l e poete a n g l a i s s ' a c c o r d e , absence de r i g u e u r ; l e s c o r ^ s de s a l y r e , presque me p a r a i s s e n t  induffisamment tendx^es."  et c e t t e  toujours,  (1)  •Mais l e poete a c c o m p l i ecliappe aux r e g i e s : n'y  avait poesie q u ' a conditions s t r i c t e s ,  des l o r s que ce q u ' o n a p p e l a i t 'genie  e t de l a v i n t  poe'tique-'xn'e'tait  souvent q u ' u n g e n i e t o u t v e r b a l , e t metaphorique, En une p e r i o d e comme l a n o t r e , semble surafconder,  e t eurabonde,  p r o s o d i q u e s ne sont p l u s que c e r t a i n s p o e t e s , s'en passent."  2  poetique  c ' e s t parce que l e s r e g i e s  suffisarament poetes pour s*en p a s s e r ,  (2) ces poetes fcomme V i e l e ' - G r l f f i  J o u r n a l ' 2 3 , ; 760-1 / V T "Lettre a Angele," Pretextes, e  rheteur.  n e c e s s a i r e s pour s o u t e n i r l a p o e s i e  Quelques-uns de  1  ou l e sentiment  et  p 121  .:• 62 et Verhaeren). ont l i b e r e pour l e s a u t r e s l a p r o s o d i e f r a n p a i s e : " . . . p e u t - e t r e d o n n e n t - i l s sans l e v o u l o i r l e coup de g r a c e a l a p o e s i e v r a i m e n t f r a n c a i s e . . . ; p e u t - e t r e , ne sant apres eux pliiis aucune forme que f i x e ,  banale,  lais-  aucune forme m e t r i -  a r b i t r a i r e , d i s p o n i b l e , independente  del'emotion  q u i l ' e m p l i t , c o n t r a i n d r o n t - i l s l e s faux e t mediocres pontes a ne p l u s oser e c r i r e eh v e r s ; et p e u t - e t r e l e s v r a i s poetes eux-mernes n ' e c r i r o n t - i l s p l u s nec e s s a i r em en t en v e r s , e t mot poe'sie ne s e r a - t - i l p l u s neeessairemerit v e r s , quand de'ja c e l u i de synonyme de p o e s i e . heureux,  synongtme de  v e r s e s t s i rarement,  en F r a n c e ,  E t p e u t - e t r e c e l a s e r a - t - i l tree.  s i l a prose d ' a u t « n t y gagne,  s i l e s poetes a v e n i r  h e r i t i e r s d'aucune forme, mais de l a t r e s r i c h e f e r v e u r , i'intense  et d i v e r s e emotion de l a p l e i a d e  •trouvent, p l a s t i q u e  le  a souhait, unelangue,,  de  1  d aujourd'hui, prose t a n t  qu'on  v o u d r a , mais s i b e l l e , s i souple et nombreuse et rythmiquee enfin,  s i h a r d i e , s e n g u e l l e et soucieuse d ' e m o t i o n , que l e  p l u s p o e t i q u e g e n i e p o u r r a s ' - y . ' d i r e * t a n d i s que l e s mauvais poetes s e u l s deraanderont  encore aux formes surannees l a  p r o t e c t i o n , l e support et l e deguisement de l e u r lyrique..."  debility  (1) C e t t e d e r n l e r e phrase e x p l i q u e l a prose mer-  v e i l l e u s e de G i d e , mais n ' h a b i t u e pas l e l e c t e u r  1 2  a sa ooesie. (2)  I b i d . , p 120-1 , Ces p a r o l e s d ' A l i s s a , dans L a P o r t e E t r o i t e (p 132-3) demontre que l e gdut de Gide r e s t e a u s s i impeccable-vponr l a poe'sie que pour l e s a u t r e s g e n r e s : " . . . j e donneraisppresqtae  62a  t o u t o h e l l e y , t o u t B y r o n , pour l e s quatre odes de K e a t s ?nn + ? n i° 5 de raefne que j e donnerais ! f i , q l ^ s sonnets de B a u d e l a i r e . Le mot feand poete , ne veut r i e n d i r e ; c ' e s t e t r e pure poete, qui Lnporte." n  S  n S  +  e  n  s  e  p  p  u  r  m  b  l  €  u e  i  e  • 5. THEATRE  • -  63  Saul. ( e e r i t  1896), 1903 (.llOpp, 16cm)  Le R o i Candaule, 1901  Oedipe, 1931 Persephone,  (indisponible^  (47pp, 22.5cm) 1934  (17pp>.ji 22 5cm) 9  " . . . j e me persuade une foass d e ' p l u s de IJimpos s i b i l i t . e de f a i r e d'une p i e c e de t h e a t r e une oeuvre d ' a r t " , (1) d i t Gide en 1920.  Toufi de meme i l a e c r i t quatre drames  e t e l a b o r ^ une t h e o r i e dramatique. C e s t l e t h e a t r e "pur" q u i 1 ' i n t e r e s s e : "Le s e u l t h e a t r e que j e p u i s s e  supporter  est un t h e a t r e q u i se donne simplement pour ce q u ' i l e s t , ne pr^tende "§tre que du t h e a t r e . " (2)'  et  E t de p l u s : " L * a r t  dramatique ne d o i t pas p l u s chercher a donner 1 ' i l l u s i o n de l a r e ' a l i t e que ne d o i t f a i r e l a p e i n t u r e ;  i l doit faire  oeuvre avec ses moyens p a r t i c u l i e r s et t e n d r e a des  effets  q u i ne r e s s o r t i s sent q u ' a l u i . Comme un t a b l e a u est un espace a emouvoir, u n e - p i e c e de t h e a t r e e ' e s t une duree a a n i m e r . " (33  Comment animer c e t t e duree?" i l ne d e v s r a i t  pas y a v o i r . . . u n e ide'e  au t h e a t r e , ce d e v r a i t *etre un c a r a c -  t e r e , une s i t u a t i o n ; l e s pseudo-ide'es que  l'onpreteala  bouche des personnages ne s o n t j a m a i s que des o p i n i o n s et  1 2 3  J o u r n a l ' 2 0 , p 681 J o u r n a l des F a u x - M o n . , p 71 Journal * ; 423  d o i v e n t e t r e subordonnees aux personnages; p a r e l l e s sur t o u t q u ' i l s s ' e x p r i m e n t ; que l e contenu c o u s c i e n t de l e u r s  ce n ' e s t pas  e l l e s ne d o i v e n t e t r e  actes."(1)  L a p u r e t e au. t h e a t r e e x i g e que l e s n ' o n t pas de  signification,  situations  q u i < & s t l ' e q u i v a l e n t dramatique  de 1 eloquence ( 2 ) .  L ' a r t i s t e d o i t o f f r i r ..son oeuvre d ' a r t  comme oeuvre d ' a r t ,  son drame comme drame, et ne pas chercher  1 ' i l l u s i o n de l a r e a l i t e . I I d o i t r e t r o u v e r des c o n t r a i n t e s , comme c e l l e s des t r o i s u n i t e s ,  (3) a u x q u e l l e s " v o l o n t i e r s j ' a -  - 1  j o u t e r a i s une q u a t r i e m e : l unite* du s p e c t a t e u r . r a i t q u ' i l i m p o r t e que, p i e c e ou l i v r e ,  la  s ' a d r e s s e , d ' u n bout a 1 ' a u t r e de s a duree, ou a u d i t e u r . " (4)  Elle  implique-  cremation poetique au. meme  lecteur  C e t t e q u e s t i o n du p u b l i c i s e empeche un peu  l a purete du g e n r e , p a r c e que " l ' o e u v r e dramatiqtie  est,  comme nous nous p l a i s o n s tous a d i r e ; • ' f a i t e pour e t r e j o u e e " , pour e t r e l i v r e e a l a f o u l e . . . . C ' e s t avec t o u t e s l e s p r e t e n d t i o n s q u ' o n voudr a, une oeuvre q u i ne t r o u v e pas s a f i n en elle^meme, q u i v i t e n t r e l e s a c t e u r s et l e p u b l i c et q u i n ' e x i s t e q u ' a l ' a i d e de l u i . . . E t p o u r t a n t j e ne peux c o n s i d e r e r l e ' d r a m e comme soumis au p u b l i c ; non j a m a i s , j e l e c o n s i d e r e comme un l u t t e au c o n t r a i r e . . . . L a grande de nos  dramaturges modernes e s t de ne pas m e p r i s e r  erreur suffisa-  mment l e u r p u b l i c . I I ne f a u t pas chercher* a I ' a c q u e r i r ; mais e r e  1 I "Lettre a A n g e l e , " P r e t e x t e s , p 85 2 I b i d . , p 87 3 " N a t u r a l i s m e " , Nouveaux P r e t e x t e s (More. C h o i s i s ) , p 62-3 4 J o u r n a l ' p 351  a le  v a i n c r e . Un d u e l , Hous d i s - j e , e t d ' o u l e p u b l i c  s o r t V et b a t t u , e t c o n t e n t .  (1)  Pour arracher l e the'atre'a. 1'episodisme et .-. 1  a u s s i pour l e " p u r i f i e r " , 1 ' a r t i s t e d o i t I e c a r t e r . d e de l a v i e . Un des r n e i l l e u r s moyens d ' a c c o m p l i r c e c i f s e r a i t d'employer des personnages s i e c l e s ces c a r a c t e r e s  ce  Pendant  les  1  se sont debarasses de 1 e p i s o d i q u e ,  du b i z a r r e e t du t r a n s i t o i r e ; fonde; (2)  classiques.  nouveau  i l ne r e s t e que l a v e r i t e p r o -  ^ L a mystique pai'enne, a proprement p a r l e r ,  pas. du m y s t d r e s , et c e u x - l a meme d ' S l e u s i s n ' e t a i e n t 1  1 enseignement cftuchote de quelques grandes l o i s  n'a  r i e n que  naturelles..  Au defaut de l a l o i physique l a v e r i t e p s y c h o l o g i q u e se f a i t jouer,  q u i me  requlert  b i e n davantage."  (3)  d e s t i n n ' e s t pas e x t e r i e u r : " C e s t f, en eux q u ' e t a i t fatalite;  i l s l a p o r t a i e n t en eux; c ' e t a i t une  p s y c h o l o g i q u e " . (4)  Le cette  fatalite  E t c e t t e f a t a l i t e se r e t r o u v e dans  R a c i n e . (5)  Le drame de S a u l , en c i n q a c t e s ,  e c r i t en  /  1S96, p u b l i e en 1903, repressente en 1922 (au V i e u x - C o l o r a b i e r ) , possede un langage': et uh m i l i e u e x a l t e s , t o n de Hero des  und Mariamne de  Hebb$l»  et f a i t penser au u  & piece  est  pour t a n t peu c l a s s i q u e . E l l e renonce a 1 ' u n i t e ' de l i e u .  II  y a quatbrze personnages p r i n c i p a u x , y compns t r o i s demons  1 2 3  e  V I I " L e t t r e a A n g e l e " , P r e t e x t e s , p 129-30 " N a t u r a l i s m e " , Nouveaux P r e t e x t e s , p 62 C o n s i d e r a t i o n s sur l a m y t h o l o g i e g r e c q u e " , Morcaaux C h o i s i s , p 187 • ~  . 66:. • import ant s j| le.t dans quelque s scenes une f o u l e s'amasse. Deux massacres ont l i e u sur l a scenne. A l a f i n de l a pie'ce S a u l rompt 1 ' i l l u s i o n en apostropliant  1'assistance.  S a u l e s t un b e l amalgame de l a p o e s i e et de l a p r e c i s i o n . Le theme b i b l i q u e (1) se developpe avec beaucoup d'adresse.  Les scenes ou D a v i d et Jonathan f o l a t r e n t  sont  d'une p e n e t r a t i o n et d'une sympathie peu communes,, L a s i t u a t i o n s ' a p p u i e sur 1 ' i n f a t u a t i o n de S a u l et par  consequent  ce drame est une etude p s y c h o l o g i q u e du s u j e t de l ' I m m o r a l i s t ; e . Ce premier e f f o r t dramatique p l a i t beaucoup v  a G i d e ; " A r e l i r e ma pie ce, e l l e  ra'apparalt  une des m e i l l e u r e s  choses que j ' a i e e ' c r i t e s , et p e u t - e t r e l a p l u s  surprenante.  On l a d e ' c o u v r i r a p l u s tarld et 1'on s' e t o n n e r a sans doute qu• e l l e a i t pu r e s t e r  s i longtemps i n a p e r p u e . "  En 1900 Gide e s s a i e un s u j e t Morceaux C h o i s i s i l r e p r o d u i t l a premiere  (2)  c l a s s i q u e . Dans scene d'une piece.-  Aj_ax. C ' e s t un d i a l o g u e e n t r e Minerve et U l y s s e , et complete ment depourvue d ' a c t i o n . I I v en a i t d ' e c r i r e un de ses t r a i t e s dans une forme dramatique, P h i l o c t e l s e ( 1 8 9 9 ) , e t e c r i r a encore un  4 5 1 2  I b i d . , p 187 I b i d . , p 188 I . Samuel, 16 s e q . J o u r n a l 1 ' 3 1 , p 1065  •  67  a u t r e , Beth-sabe' ( p u b l i e 1 9 0 8 - 9 ) . U s ne sont pas d e s t i n e s  a l a scene,  evidemment  comme admet Gide a^propos du  p r e m i e r : " C e s t un t r a i t ^ de m o r a l e . . . . i l n ' a pas de p r e tentions  sceniques..."  (1)  Ce n ' e s t pas avant 1931 que Gide prend en main encore une f o i s une forme purement dramatique, l e sujet  c l a s s i q u e d ' O e d i p e , dont l e sous-tiVre p o u r r a i t  § t r e "Le Eriomphe  de l a m o r a l e . "  Nouvel Oedipe - - mais b i e n : Un  dans  traitament  (2) Ce n*est pas "Le  -La C o n v e r s i o n d ' O e d i p e " (3)  du tb erne comme c e l u i de Sophocle  aurait  9  r e ' u s s i , mais n a u r a i t pas i n t e r esse G i d e . V o i c i son b u t : "Je me p r o p o s e , non de vous f a i r e f r e m i r ou p l e u r e r , mais de vous f a i r e r e f l e c h i r . " -  ;  ^  Oedipe  des " p l a i s a n t e r i e s , $att±e que,  (4) est une p i e c e de deux n i v e a u x : c e l u i  triviality  et i n c o n g r u i t e s "  aux yeux e t e s t f o r t a g r e a b l e .  (5)  Le t o n at m o i t i e s a t i r i r  a"moitie s e r i e u x . r a p p e l l e l T h e .Trfaj'an H b r s e d e - C h r i s t o -  pher M o r l e y . L ' e x p o s i t i o n e s t t o u t a f a i t  ouverte:—les  premieVes p a r o l e s de l a pie'ce, dans un monologue d.TOedipe: "Me v o i c i t o u t p r e s e n t , complet en c e t i n s t a n t de l a dur^e e't erne l i e ; p a r e i l l e a" q u e l q u ' u n q u i s ' a v a n c i r a i t sur l e devant d ' u n t h e a t r e et q u i d i r a i t ^ J e s u i s O e d i p e . Quarante ans d ' a g e : v i n g t ans de r e g n e . Par l a f o r c e de mes p o i g n e t s . . . ; " (6) 1 3 5  P h i l o c t e f c e , 112 I b i d . , p 840 I b i d . , 1150  2 J o u r n a l ' 2 7 , p 837 4 I b i d . ' 3 3 , p 1150 6 Oedipe, p 180  • et c e l l e s du choeur:  68  A- . , . "Nous,-. Choeur. .'-qui- avons pour m i s s i o n p a r t i eu.l-i.ere, en ce l i e u ^ de r e p r e s e n t e r 1*opinion du p l u s grand nombre? nous?nous-declaxons'-surori-s etooeines' oar l a p r o f e s s i o n d'une i n d i v i d u a l i t e s i farouche.' (1) ;  .  Le Choeur s ' a p p r e t e a" p a c i f i e r l e s d i e u x  dans une phrase t y p i q u e d ' A n a t o l e F r a n c e :  "Nous t a c h e r o n s ,  par quelques s a c r i f i c e s p o i n t t r o p couteux et  prieres bien  d i r i g e e s j de nous v a l o i r l e u r i n d u l g e n c e . . . . " (2) Oedipe r e g a r d e l e v i e u x T i r e ' s i a s comme un o f f i c i e u x . Les deux f i l s P o l y n i c e et E t e ' o c l e , et  les  deux f i l l e s Ismene et A n t i g o n e animent 1 ' h i s t o i r e comme font toujours  l e s j e u n e s gens de G i d e . P o l y n i c e d e p e i n t  d'une maniere savoureuse un groupe de p e s t i f e r 4 s  et. Ismene  s ' e v a n o u i i . A n t i g o n e t a c h e d ' amener P o l y n i c e aT c r o i r e en Dieu;. i l repond que s i i l p o u v a i t se m a r i e r avec s a soeur, " j e me l a i s s e r a i s g u i d e r par t o i j u s ^ u ' Creon. et Oedipe, q u i d i s c u t e n t  a ton D i e u . "  (3).  au commencement du deuxieme  acte quelques. d e ' t a i l s de l a sante' des e n f a n t s ,  entendent  par h a s a r d A n t i g o n e et Ismene; l e coramentaire de Cre^on: "Mais c r o i s - t u  w u ' i l s s'expriraent M e n a c e s enfants.'  "Ma ;  j o i e est une chose a i l e ' e . . . ' S ' e s t a r e t e n i r . . . "(4) E t p u i s l a mechahfcete' du d i a l o g u e ou E t ^ o c l e et Polemic e c h e r c h e n t des " a u t o r i s a t i o n s " pour l e u r 1 3  I b i d . , p 181 I b i d . , p 360  2 4  conduite:  I b i d . , p 182 I b i d . , p 363  Eteocle. A i n s i , . par exemple, a"present, j ' y cherche quelque phrase q u i m ' a u t o i i s e a coucher avec Ismene. Creon ( a d e m l - v o i x v e r s O e d i p e ) . Un p o l i s s o n j Polynice. Avec t a soeur? Ete'ocle,. Avec n o t r e s o e u r . . . . E t b i e n , quoi? Polynice* .. . S i t u l a t r o u v e s . . . d i s , tu me l a d i r a s , Cre'on. D.euxopdlissonsj (1) I I y a une i r o n i e dramatique quelque effrontee:  — ces p a r o l e s d ' O e d i p e ; " J o c a s t e . 1  epouse.' Q u e l l e meVe. Quant a moi q u i n^a  peu  Quelle  jamais connu  l a mienne, j ' a i pour e l l e un amour q u a s i f i l i a l  et c o n j u g a l  a" l a f o i s . "  embarasse  (2)  Et plus tard  quand Oedipe est  par quelque d e ' t a i l de son h i s t o i r e , J o c a s t e 1' admoneste: "Mon ami, mon. ami, n.I a t t i r e pas 1 ' a t t e n t i o n  l a - d e s s u s . Aucun  h i s t o r i e n ne 1 ' a j u s q u ' a p o i n t remarque." (3) L a f u t i l i t e ' d e f i n i t i v e dans l a scene de l a comprehensions : "Tiresias. A s - t u besoiin de moi? Oedipe. Pas e n c o r e . J e veux d ' a b o r d deseendre au. p l u s bas du g o u f f r e . Ce r o i que j a i tufe, d i s . . . .Mais non; ne p a r l e p a s . J e comprends t o u t . J ' e t a i s son f i l s . Creon. Ah.' Par exemple.'.. .Comment? Qu' apprends^je? Ma soeur s e r a i t s a mere.' Oedipe, a q u i j e ra a t t a c h a i s . ' Se p e u t - i l r i e n i m a g i n e ^ de p l u s abominable? Ne p l u s s a v o i r s ' i l e s t ou mon b e a a - f r e r e ou mon neveui Oedipe N * e s t - c § done que c e l a q u i t ' i m p o r t e ? Ne v i e n s pas a m ' e t o u r d i r avec ces problemes de p a r e n t e . S i mes f i l s 1  1 . I b i d . , p 364-5 3 I b i d . , p 375  2  I b i d . , p 189  70 sont a u s s i mes f r e r e s , j e ne l e s en aimer a i s que mi eux. Creon. ^ Permets-moi de t r o u v e r c e t t e c o n f u s i o n de sentiments extEsmement j p e n i b l e . ' Au s u r p l u s , en t a n t q u ' o n c l e , j ' a i M e n d r o i t a quelque r e s p e c t . " (1) .  I I y a a u s s i l e niveau t r a g i q u e de l a p i e c e .  Quoique l e langage est  assea bavard et un exemple de  h i s t o r i c i s m e de Gide,- Oedipe classique,  avec t r o i s a c t e s ,  e s t fondu dens h u l t personnages,  une  se pend pendant que Creon s u r v e i l l e Oedipe. Quand v e r s s a soeur, Oedipe s a i s i t l e s  d ' o r de son manteau et arrache errer  dans l e l o i n t - a i n ,  l e s yeux.  forme  et un choeur  en deux groupes. L a scene de 1 * e x p i E t i o n n e s t f o r t e .  se p r e ' c i p i t e  1'anti-  Jodaste celui-la  agrafes  I I s'apprete &  avec Antigone pour g u i d e .  • Le mystere (2)  de Persephone,  "me'lodrame"  en t r o x s t a b l e a u x , posse'de comme Oedipe une q u a l i t e grecque mais au l i e u de l a s u p e r s t r u c t u r e celui-ci, poesie  i l n ' y a dans Persephone  anaEhroniqxieuet i r o n i e i i d e que 1 ' e c a r t d'une  libre. I I y a deux personnages  dans c e t t e c o m b i n a i -  son de b a l l e t et d ' o r a t o r i o — Eumolpe, s a c e r d o t e ,  qui  i n t e r p r e t e l e m y s t e r e e t chant des c o n s e i l s a Persephone, et e e l l e - c i ,  q u i p a r l e . I I y a a u s s i des choeurs de nymphsg  e t de g a r c o n s . L'atmosphere r e l i g i e u s e de l a p i e c e , son  1 I b i d . , p 3^77 2. "The m y s t e r i e s y e a r l y performed at E l e u s i s i n a n c i e n t times i n connexion w i t h the nine^day worship of "the Mother" and "the M a i d e n " , Demeter and Persephone, were d r a m a t i c repr eseratatio"ns r e s e m b l i n g the m e d i a e v a l m y s t e r i e s  71  s t y l e et s a mode e l e v e s , son dans l e s d i n q  caractere,  se t r o u v e n t  tous  p r e m i e r s v e r s d'Eumolpe:  "Deesse aux m i l l e s noms, p u i s s a n t e Demeter Qui couvre du moisson l a t e r r e T o i ^ d i s p e n s a t r f c e du b l e C e l e b r o n s i c i t e s mysteres Devant t o u t ce peuple assemble." (1) . .  Homere a cree l a legende, s e l o n t r o i s v e r s .  P e r s e p h o n e , " q u i f a i t l e -pr i n temps sur l a t e r r s " ( 2 )  con-  temple l e n a r c i s s e , symbole de 1'amour u n i v e r s e l , dont l ' o d e u r r e v e i l l e s a compassion pour l e - p e u p l e des t e n e b r e s .  desespere  V o i c i l a c o n c l u s i o n du mystere dans l e s  quatre d e r n i e r es l i g n e s : " I I f a u t , p o u r q u ' u n printemps r e n a i s s e Que l e g r a i n consente a m o u r i r Sous; t e r r e , a f i n q u ' i l r e p a r a i s s e En m o i s s o n ' d ' o r pour 1 ' a v i a i r . " (3) Ce "rae'lodrame" n ' e s t - l l pas une i n t e r p r e t a t i o n symbolique, ;  avec des c o n n o t a t i o n s de communisme, du v e r s de I ' E v a n g i l e que Gide c i t e et paraphrase  sans c e s s e : " C e l u i q u i aime s a  v i e . . . l a perdre^ mais c e l u i - l a . q u i en f e r a 1' abandon l a r e n d r e y v r a i m e n t v i v a n t e . . , "? (4)  3  o f t h e events i n t h e s t o r i e s o f the two " h o l y " and "pure" . goddesses. Development^of the p r i m i t i v e worship . o f the s p i r i - t u a l forms of the e a r t h and of the seed, these r e p r e s e n t a t i o n s and some of t h e o t h e r e x e r c i s e s . o f the f e s t i v a l cane, under..the "pr e s i d e n c y o f the Eumclpp.ae and memb e r s of o t h e r sacerd@tal f a m i l i e s , t o express c e r t a i n o f the deepest and most c o n s o l i n g c o n c e p t i o n s of t h e Greek r e l i g i o n . , " . P a u l R n s e n f e t t : " T h e M v s t e r v of Persephone, F REP, 3 a v r i l ' 3 5 , p 213 I Persephone p 745 2 I b i d , , p 745 3 I b i d . , p 761 4 D o s t o i e v s k y , p 223  72  6  TRAITES Le T r a i t e du N a r c S s s e , 1891  (,19pp, 18.5cm)  .  L a T e n t a t i v e Amoureuse. 1893 (3&pp, 18.5cm) E l Had.i, 1897 (42pp, 18.5cm) P h i l o c t e & e , -1899 ( S l o p . 18.5cm) Bethsabe* 1908-9 (28pp,. IS.5cm) Le Retaur de I ' E n f a n t P r o d i g u e , 1907 (41pp, 18.5cm). . Gide a e c r i t s i x p e t i t e s . o e u v r e s  symboliques,  p h i l o s o p h i q u e s et p a r a d o x a l e s qu ' i l nomme des t r a i t e s . l i s 'sont d'une l o n g e u r de onze a c i n q u a n t e ;. et un pages^ re p r e sent ent d i x - s e p t annees de s a jeUnesse a r t i s t i q u e . Q u e l l e 1  . d i f f e r e n c e e n t r e 1 efaotiom dAAndre V/alter  et c e l l e du  second ouvrage de G i d e : Le T r a i 1 4 du.'JHaroisse. Le soust i t r e T h e o r i e du Symbols i n d i q u e son eoutenu.  "Toutes choses  sont d i t e s dej a; mais comme personne n ' e c o u t e ,  i l faut  t o u j o u r s recommencer ( 1 ) , d i t r . l e jeune Gide en f aussant L a . B r u y e r e , et p u i s i l r a c o n t e encofe une f o i s ,  dais l e plus  beau 1 engage i n d o l e n t , l " h i s t o i r e de H a r c i s s e : " A u b o r d du f l e u v e de temps, I f a r c i s s e s' est a r r e t e . F a t a l e et s o i r e r i v i e r e ou l e s annees p.assent et s ' e c o u l e n t .  illu-  Simples  b o r d s , comme un cadre b r u t ou skenchasse l ' e a u , comme une g l a c e sans t a i n ; ou r i e n ne se v e r r a i t d e r r i e r e ; ou, d e m e r e ,  1  N a r c i s s e , p 10  . 73 ' l e v i d e e n n u i s ' e p l o y e r a i t . ' » (1) S u i t une d e s c r i p t i o n du P a r a d i s , c a r a c t e r i s e ' e par l e vague t r o p f a c i l e du symbolisme: " E d e n . ' , . . o\a l e s . o i s e a u x e'taient. c o u l e u r du tempps et l e s p a p i l l o n s sur l e s f l e u r s f a i s a i e n t des.harmonies p r o v i d e n t i elles.(2) r  V o i c i l . a p p l i c a t i o n du mythe de N-areisse*.'"Le Poete est  v  c e l u i qui regarde";  (3r 'Le poe'te, l u i , q u i  saitfer q u ' i l c r e e , d e v i n e a t r a v e r s chaque chose-—— et une seule l u i s u f f i t ,  sjimbole, pour r e v e l e r son a r c h e t y p e . " . . " ( 4 )  E t l e poe"te se penche sur l ' o e u v r e d ' a r t s " un c r i s t a l p a r a d i s p a r ' t i e l oh l ' I d e e r e f l e u r i t (5) E t dans  l e m i r o i r de l ' a r t  en s a p u r e t e s u p e r i e u r e .  i l a r r e t e l e s formes  eter-  n e l l e s des choses comme e l l e s e t a i e n t au P a r a d i s . Une note supplement a i r e du T r a i t d du N a r e i s s e developpe l a seconde phase, d e . i ' . e s t h e i i q u e g i d i e n n e s ; r e g i e s de l a morale et de 1 ' e s t h e t i q u e  "Les  sont l e s mernes: t o u t e  oeuvre q u i ne m a n i f e s t e pas e s t i n u t i l e et par c e l a meme mauvaise,  L'artiste,  l e B a v a n t , ne d o i t pas se p r e f e r e r  a  l a V e r i t e q u ' i l veut d i r e : v o i l a " toute sa morale; n i l e mot, n i l a p h r a s e ,  a l ' I d e e q u ' i l s veulent montrer:  d i r a i s presque, que c ' e s t l a . toute 1 ' e s t h e t i q u e . morale n ' e s t pas que l ' I d e e  je  La question  q u ' i l m a n i f e s t e s a l t p l u s ou  moins u t i l e ^ u g r a n d nombre; l a q u e s t i o n e s t q u ' i l l a m a n i -  1 3 5  Ibid., ,'pll I b i d , , p 23 I b i d . , 24  .2 4  I b i d , , p 14 I b i d . , p 24  feste  bien.(1) L ' i n f l u e n c e du N a r c l s s e  des oeuvres de G i d e .  e s t evidente d a i s b i e n  i-»a t e c h n i q u e d ^ e c r i r e un l i v r e sur un  l i v r e , n ' e s t - c e pas N a r c i s s e contemplant s a r e f l e x i o n ? Au temps d'Andre W a l t e r e t du N a r c i s s e de son personnage.  v  Gide g t a i t tre s soucieux  i l voiilait paraltre  et  devint  poseur;.!tQuand i l e c r i v a i t i l se r e g a r d a i t dans une  petite  g l a c e q u ' i l t e n a i t t o u j o u r s pres de l u i :  artiste,  "Comme N a r c i s s e  .je me p e n c h a i s sur mozx image; t o u t e s l e s phrases que v a i s a l o r s en r e s t e n t quelque peu c o u r b e e s . "  (2)  j'ecri-  Voici  Andre W a l t e r : "Je plonge mes yeux dans ces yeux: et mon ame f l o t t e i n c e r t a i n e e n t r e c e t t e double apparence,  doutant  comme e t o u r d i , e , l e q u e l  e t §.i j e  est l e r e f l e t de l ' a u t r e  s u i s pas 1 'image, un fan tome i r r e e l . . . . " d-'Allain  enfin,  (3) E t l e roman  v  d e v a i t e tre eviderament quelque peu comme  The .  P i c t u r e osgTDorian Gray, q u i n ' e s t qu'une e l a b o r a t i o n du theme de N a r c i s s e :  " A l l a i n a jete  7  sur 1'image un g r a n d d r a p  etendu;  desBous e l l e e s t e m p r i s o n n e ' e . . . . "(4) L ' i d e e du N a r c i s s e  r e v i e n t quand  Gide c r i -  t i q u e un contemporain ( P r o u s t ) 5 " Echappe de l a v i e , i l ne se detourne de l a v i e ; pench\e sur e l l e , i l l a contemple, ou p l u t o t i l contemple en l u i son r e f l e t ; " f a i r e tout  1  artistes "L artiste  (5) ce que d o i t  v e r i t a b l e , a v i d e des i n f l u e n -  I t : I b i d . , n o t e , p 21 2 G r a i n , p 235 3 Andre' W a l t e r , 184 4 I b i d . , p 184 5 t e " B i l l e t a Angele',' NRF tl 1 6 - 2 1 . 1 , p 591  75 ces p r o f o n d e s , s e penchera sur l ' o e u v r e d ' a r t , t a c h a n t de I ' o u M x e r et de pene'trer p l u s a r r i e r e . . . . L A a r t i s t e v e r i t a b l e -cher chef a, d e r r i e r e . l ' o e u v r e , l'homme, et c ' est de l u i q u ' i l rt  • apprendra. ;MaiiS' qui., e s t c e t homme? S e l o n Oedipe* l a reponse :  a t o u t e q u e s t i o n que l e Sphinxe p o u r r a i t demander, c I e s t l'homme, et 1'Homme s i g n i f i e p o u r . c h a c u n : S o i . (1) "It's  .  a l l done w i t h m i r r o r s ,  folks.'"  Dans, son deuxieme. t r a i t e " L a -Tentative Amoureuse  o u : Le T r a i t e du v a i n d e ' s i r , Gide a v o u l u i n d i q u e r  encore  une f o i s " 1 ' i n f l u e n c e du l i v r e sur c e l u i q u i 1 ' e B r i t , pendant c e t t e e ' c r i t u r e meme. " ( 2 ) ,  et  I I r a c o n t e un r e v e d ' i r r e a l /  i s a b l e j o i e q u i 1' a v a i t t 3 : o u b l e a u p r i n t emps; Luc et R a c h e l ne se rendent compte de  l a j t o l e de l e u r amour; Gide  se r e ' j o u i t d'une maniere idealQ - "C ' est done une  methoded'ac-  t i o n s u r Soi-raeme, i n d i r e c t e , que j ' a i donne l a ; et aussi tout  pourtant  c'est  simplement un conte " (3) V o i c i a l o r s deux f o n e -  t i o n s de l ' a r t ;  l e p l a i s i r et l a s u b l i m a t i o n : "Fos l i v r e s . . .  nos p l a i n t i f s d e s i r s , de'f e n d u e s . . . . "  l e s o u h a i t d ' a u t r e s v i e s a jamais  (4) Ge " c o n t e " d ' u n amour e s t p l e i n de d e s c r i p -  t i o n s de l a nature e t pre'sage Jbes N o u r r i t u r e s : " L a n u i t v i n t et l e c l a i r de l u n e .  Le b o i s se f i t t r a n q u i l l e  s ' e m p l i t d ' o n b r e s m e r v e i l l e u s e s ; l e vent f r e m i t ; l e s 1  et oiseaux  de n u i t s e v e i l l e V e n t . " (5) Mais 1'ouvrage e s t beaucoup p l u s 1 Oedipe, p 367 3 I b i d . , p 41 5 I M d . , p 34  2 4  J o u r n a l ' 9 3 , p 40 T e n t . A m . , p 31  76 symbolique. I I y . a i c i a u s s i une s o r t e d ' i r o n i e romantique S t a b l e , t r a i t f o r t g i d i e n . L ' a u t e u r se f a u f i - l e dans son l i v r e et  f s t t p l u s i e u r s o b s e r v a t i o n s a c e t t e "Madame", q u ' I 1  a v a i t snvosae a l a f i n du Voyage d ' U r i e n ; "Luc et R a c h e l m enn u i ent, Madame:  que vous d i r a i - j e d ' e u x encore?" (1) E t  un des personnages d e t r u i t l e l y r i s m e de l A a u t r e . Apres. que Luc s ' e s t e x t a s i e au s u j e t de 1' automne: " V o t r e h i s t o i r e est s t u p i d e , d i t R a c h e l : on et-Je  ne d i t g l u s : des p a l e f r o i s ;  n ' aime pas .le'tap-age.  Dormons." (2)  E l Hadff ou: Le T r a i t e du. faux propfaete e s t un c o n t r e - e o u r a n t -de---!' e s t h e t i q u e g i d i e n n e . . I I y a l a dedans u n e . p o e s i e morne, une prose g r a v e mais t i e d e , comme dans Le Voyage^ d ' U r i e n ? E l Had;] efet  Comme Les I f o u r r i t u r e s T e r r e s t r e s ,  i n s p i r e par l e d e s e r t et l e K o r a n . .... Deux exemples_du s t y l e : 1  "Oh.' s i . l e vent m e m p o r t a i t sur ses a i l e s , . a 1' a u t r e b o r d de c e t t e mer embrasee. Oh.' que ^ c e s o i t ou l a s a i g n a n t e l u n e , b e r ger du c i e l j . avant de p a T t r e v a Be l e v e r . ^itLboiSides eaux, dans de v a s t e s j a r d i n s , ©omme une attrante au s o i r des. n o c e s , e l l e se p a r e ; e l l e se r e g a r d e daas I'eau"." (3) A propos des m i r a g e s : " P a r f o i s ,  des l ' a u b e , nous marchions  v e r s eux, e t j u s q u ' a u s o i r , pour nous de'soler de l e s v o i r , d ' abord lentement e c a r t e s , dissoudre."  dans I ' e f f a c e m e n t  du. s o l e i l , s e  (4)  1 I b i d . , p 59 3 E l Had,i, p 80-1  2 4  I b i d . , p 60' I b i d . , p 83  77 ' j  PhilecteXe,  ou: Le Traite'' des T r o i s m o r a l e s ,  l e p l u s l o n g des s i x , es€ eferit dans une forme m a i s sans .'-"pretentions de ces c i n q a c t e s y  dranatique,  sc-ilniques" (1) Les t r o i s  personnages  U l y s s e , Neoptoleme e t P h i l o c t e l e r  f epre'sentent l e s t r o i s : m o r a l e s , d a g r e s s i o n ,  d'emulation,  et de r-e'signation.-.Ulys.ee f r a n c h i t l e code m o f a l pour l a p a t r i e ; Neoptoleme, q u i admire beaucoup P h i l o c t e t e , a i d e son a d v e r s a i r e ; P h i l o c t e t e , q u i se l a i s s e e t r e d e p o u i l l e de son a r c , v a i n c p o u r t a n t s u r 1' e s p r i t dJ$Ilysse. L a forme e s t a s s e z d e ' f a i t e , ressemble beaucoup a U r i § S nature,  i m p r e s s i o n i s t e . L'ouvrage  dans ses d e s c r i p t i o n s de l a  dans une c e r t a i n e g u a l i t e m a l s a i n e , et dans 1 ' e l e -  ment saagrenu.Uns phrase g i d i e n n e : "Ce f u t e l l e q u i , sur une f i e inconnue devant q u i s ' a r r e t e r e n t nos rames, l ' e m ;  - porte."  (2),  Qu e l que s elements s a t i r i q u e s a d o u c i s s e n t l a  g r a v i t e du langage et des i d e e s . Ces d e v i a t i o n s g i d l e n n e s sont semblables a 1 ' i r r e v e r e n c e  des p r e t r e s .  A l a f i n d'un  l o n g passage p o e t i q u e de Philtoctele, U l y s s e d i t t o u t s i m p l e ment: "Tu t ' e ^ p r i m e s b i e n , pour q u e l q u ' u n q u i s o u f f r e . "  Bethsabe  (3)  a pour s u j e t un theme b i b l i q u e  semblable a . c e l u i de S a u l , mais l a forme e s t i c i beaucoup p l u s c l a s s i q u e . I I n ' y a que deux personnages: Joab, qui renseignent Nathan.  f  1 3  l e l e c t u u r a u s s i sur U r i e ,  Ce t r a i t e e s t e'er i t en v e r s ,  rime. I l n y  David et Bethsabe,  en a l e x a n d r i n s sans  a q u ' u n e c a r t du t o n e l e v e . Au commencement  P h i l o c t e l e , p 112 I b i d . , p 136  2. I b i d . , p 117  78 David  r e c i t e une p r i e r e ;  " J ' a v a i s d'p.bord m i s : " l e u r s a i l e s r e p o u s ser.ont comme c e l l e s . . . " . ' . Mais.: " L u i repousseront,comme aux a i g l e s " v a u t m i e u x . " (1) V o i c i une n o u v e l l e faeon de p a r l e r . N o t B r r l a  r u p t u r e du  rythme a cause d u d e e a s y l l a b e et unerimie i n c i d e n t a l s ^'David :  p a r l e sur U r i e . r " I I v a done re t r o u v e r t o u t son bbnheur t r a n q u i l l e T e l q u ' i l 1 ' a v a i t ilaisse"; du moins l e c r o i r a - t il; Car l a t r a c e du n a v i r e sur 1 onde, De I'homme s u r l e cow.ps de l a femrae p r o f onde Dieu &ui-meme, J o a b , ne l e c onn a T t r a i t p a s . " (2) 1  L a d e r n i e r e des t r o i s scenes e s t un monologue q u i de'veloppe l a p s y c h o l o g i e de D a v i d . I I passe en revue au .mo yen de s u g g e s t i o n s vague s i l e s t e n e m e n t s .  L'action  se denoue comme dans l a v e r s i o n b i b l i q u e , sauf pour l e g r a n d c hang ement f i n a l .  Dans l e V i e u x Testaments  "And when the mourning was pas^" D a v i d went and f e t c h e d her t o h i s house, and she became h i s w i f e , and b a r e him a son. But the t h i n g t h a t D a v i d had done d i s p l e a s e d the L o r d . " (3) E t dans Gide ( D a v i d p a r l e a J o a b , q u i ne d i t r i e n ,  derriere  l e q u e l i l ^ . a p l i ^ o i - t une femme' v o i ' l e e . )•: s,  %ad e s t - o e done que t u t r a i n es apres t o i ,  dens 1'ombre- et t o u t  en d e u i l ? . . .  BethSabe.'..... Va-t-'-en.' R e m p o r t e - l a l j e t f a i d i t qu€ j e  B e t h s a b e , p 168 I I Samuel 12, V 27.  2  I b i d . , p 185-6  79  ne veux p l u s l a v o i r , . , Je l a h a i s J " (1)  Au commencement du Retour de 1'Enfant  Prodi-  1  gue - on l i t ces mots de 1 a u t e u r s " Mon D i e u , . l i s ! j e me rememoire et t r a s c r i s i c i v o t r e pressante p a r a b o l e ,  c'est  que j e s a i s q u e l et a i t v o t r e enfant p r o d i g u e ; c ' e s t  qu'en  l u i j e me v o l s ; "(2)  q u i semblent i n d i q u e r un  orthodoxe. Et le retour  traitement  lui-'m'em.e s u i t I ' h i s t o i r e b i b l i q u e *  Mais des q u a t r e diadogues qui s u i v e n t : l a reprimande l a reprimande  durPere  du F f e r e alne*, l a Mere, e t d i a l o g u e avec  l e F r e r e pulne^s'.'est r e s o l u de s o r t i r l u i - m e m e , e t en d e p i t des c o n s e i l s s o u h a i t e s par l a Mere, 1 ' e n f a n t l u i mongre  laroute:  "—Mon f r e r e . . .Qet 1 ' e n f a n t , q u i s ' e s t leve" du l i t , pose, autour du cou d u . p r o d i g u e , sen b r a s q u i se f a i t a u s s i doux que s a v o i x ) - - P a r s avec m o i . —•Saisse-mbi.' 'Je r e s t e a c o n s o l e r n o t r e mere .Sans moi t u s e r a s p l u s V a i l l a n t . I I e s t temps a p r e s e n t . Le c i e l p & l i t . P a r s sans b r u i t . A l l o n s J embfasse-moi, mon j e u n e f r e r e : t u amportes t o u s mes e s p o i r s . Sois- f o p ' t y o a b l i e fious^aullle-moi. P u i s s e . s - t u ne pas r e v e n i r . . .Descends < M M e m i « t £ o j f i e t i e h s l a . lampe. 'i*. Imp ^ . - — A h . donne-mol l a main j u s q u ' a l a p o r t e . — P r e n d s ' g a r d e aux marches du p e r r o n . . . "(3) 1  Dans 1 "Enfant P r o d i g u e  et dans Bethsabe  comme W i l d e dans ses poemes en p r o s e , m o d i f i e l e s  7  Gide, paraboles  mais pas t o u t s i r a p l e m i n t pour o b t e n i r une c o n c l u s i o n t a n t e . Bethsabe  1 3  I b i d . , p 194 I b i d . , p 235  epa-  est psychologlquement l e g i t i m e ; un p a s t e u r  2  E n f . P r o d . , p 203  1  m ' a d i t a propos de L Enfant P r o d i g u e • " G i d e ' s v e r s i o n i s much more probao l e .  7.  VOYAGES  Le Voyage d ' U r i e n , 1893 (.165 pp, 19cm)  Les N o u r r i t u r e s t e r r e s t r e s . 1897 .  (190pp, 16cm)  Amyntas, 1906 Les N o u v e l l e s N o u r r i t u r e s . 1935 (163pp,  16cm)  Voyage au- Congo., 1927 (249 pp, 19cm) Le R e t o u r du Qfchad. 1928 R e t o u r de L'URSS.  1936, (124pp, r  18.5cm)  Retouches a mon Retour de 1 URSS, 1927 (125pp,18.5 cm.)  .  ;•  si  Dans ses l i v r e s de voyage on peut remarqiier lVaciAnlneraent s u c c e s s i f de Gide v e r s l a c'est  feanalite',  Urien,  un voyage a t r avers I'.ame, un voyage l i v r e s q u e ; . l e s  N o u r r i t u r e s I'ame du v^yagera* a t r avers-,, l e monde, 1'essence du voyage ; l e Congo  l e t o u r isme-moyen.-.  Voici l e repoussant :diriges  v r a i voyage d ' B r i e n : " . . . . . . . . . .  dans l e passe ma r e v e r i e consuraee, l e s yeux  v e r s l - ' a u r d r e , j e m ' a v e n t u r a i dans l e v a l "4tr<sdt  des metempsychoses " (1) Mais dans c e t t e oeuvre s y m b o l i s t e l e s d e s c r i p t i o n s ne r e s u i t e n t d'une i m a g i n a t i o n f i e ^ v r e u s e , qud'ique Gide f u t Sbsede, h a n t e , presque f o u ,  pendant  son e c r i t u r ^ , (2)mais sont b i e n r e a l i s t e s - , comme f o n t f o i ces  mots t i r e s du Retour du,- Tchad: . "Paysage de p l u s en p l u s  palude'en, et  t e l que j e, l e d e p e i g n a i s dans l a deuxieme  p a r t i e du Voyage d'Urien'.' (3)  Quelques scenes s o n t i d e ' a l -  i s e e s , comme c e l l e du p o r t e t des bateaux; quelques-unes so s o n t s c i e n t i f i q u e s , meme dans l e j a r g o n , comme c e l l e des l i e s f l o ' t t a n t e s . Des d e ' t a i l s a u s s i s " D e g r o s s e s mouches, au s o l e i l , v i b r a i e n t centre l e s portes blanches."(4) Les problem em l i n g u i s t i q u e s d'-Andre Walter se Besoudent i c i ; P a l u d e s  e l e V e r o n t encore de c l a i e s .  Une phrase t y p i q u e : "Lentement, tous l e s d o u z e , a l o r s , majestueux et s y m e t r i q u e s , g r a c e s a cause de n o t r e p a r u r e , nous d e s c e n d i o n s  vers le s o l e i l , jusqu'a l a dern-  i e r e marche ou l a vague b r i s e e  raouillait  1 3  G r a i n , p 346 U r i e n , p 36-7  U r i e n , 'p 9 Tchad, p 733  somptueuse  2 .4  d'ecume  notre  r o b e . " (1)  Ht c e l l e - c i : " V o i c i  82 que l e t r a n q u i l l e passe en  nous comme un r e g r e t r e m o n t e . " ( 2 ) Ces p a r o l e s de l a "Conference" d ' U r i e n a n t i c i p e n t l e Promethee: " J ' a i p a r l e '  beaucoup  t r o p longtemps. A des choses inordonnees i l f a u t dea phrases i n c o h e r e n t e s ; j e t e r m i n e r a i par quelquas a l l i t e r at i o n s — e t l a i s s a n t entomber ma v o i x soudain j u s q u ' a n ' e ' t r e p l u s qu'un murmure, j e c h u c h o t a i pour l a ?...  chanter a la  cadence:  sauterelle des s a b l e s , "  I I y a dans U r i e n  (3)  l e premier exemple du sau-  grenu  gldien: . "Le septieme j o u r nous rencontrames ma chere E l l i s q u i nous a t t e n d a i t s u r l a p e l o u s e , a s s i s e sons un pommi er . E l l e e t a i t l a depuis quatorze j o u r s , par l a r o u t e de t e r r e p l u s v i t e que nous a r r i v e e : e l l e a v a i & t une robe a p o i s une ornbrelle c o u l e u r c e r i s e ; aopre's d ' e l l e une p e t i t e v a l i s e a^rec des o i ? | e t s ' d e t o i l e t t e et quelques l i v r e s ; un chaLe e cos sals, . s u r l e b r a s ; e l l e mangeait une s a l a d e d ' e s c a r . o l e en lisarrfc l e s Prolegomeiies. S 'toute metaphysique f u t u r e . "f4) ,;  :  Dans l e s t r o i s p a r t i e s : " P r e l u d e " ( c ; ' e s t - a ~ d i r e : Les l i e s t r o o i c a l e s , ) " L a Mer des SfeEtgasses" et "Voyage v e r s une mer g l a c i a l e " ,  i l y a de p l u s que l e s t e g r e n u un&  element pr on o n c e ' d u m a l s a i n , de l a m a l a d i e , , dont l e cas l e p l u s h o r r i b l e e s t dans doute l a mort de P a r i d e : " J e v o u l u s l u i s e r r e r l a m a i n ; e l l e se d e f i t dans l a mianne en me l a i s s a n t e n t r e l e s d o i g h t s du sang et de l a : p o L T r r l t a E e . " ( 5 ) P a m d e . . . mais l e s noras des a u t r e s personnages sont encore pjbus e t r a n g e s : M e ' l i a n , T r a d e l i n e a u , A g l o » a l Bbhor  1 I b i d . , p 65 3 I b i d . , p 102 5 I b i d . , p 142  2 4  I b i d . , p 98 I b i d . , 91  83 d i n , Angain et beaucoup d ' a u t r e s . (1) Ces camarades de voyage n . ' o n t pas d ' e x i s t e n c e p s y c h o l o g i q u e ? t o u t e s t e x t e r n a l i s e , 1  i l s ne sont dessine's q u a deux, dimensions,, Encore un exemple de l a t e c h n i q u e f o n c i e r e de G i d e : - dans l a d e r n i e r e p a r t i e : " I c i cesse l e s ' temps de ...souvenirs., .commence mon j o u r n a l sans datfe.  "C2) Ces p e t i t e s  s e c t i o n ' s temoignent a u s s i de l a tendance g i d i e n n e d ' o b s e r v e r l ' h i s t o & r e . Le: l i v r e se termine par un poeme i n u t i l e de qu'arante-trois  vers: -  :  "Madam e.'Je vous a i trompe'e; f o u s n ' a v o n s pas f a i t ce v o y a g e . " ( 3 ) " P a l u d e s , c ' e s t specialement 1 ' h i s t o i r e 4e q u i ne peut pas •' v o y a g e r . . . . " M a y s i l y a i c i t o u t de meme une b e l l e d e s c r i p t i o n du d e p a r t d'une v i l l e :  "le  diffi-  c i le., . c ' e s t d e f r a n c h i r l e s b a n l i eues °,." (4) on do i t pr endr e uh e x p r e s s . C e c i et l e s i n d i d e n t s du p e t i t voyage d ' A n g e l e et de l ' a u t e u r dans l a  campagne fon& \an c o n t r a s t e v i f a  l a t e c h n i q u e p o s t e r i e u r e du v o y a g e : " "Du haut des p i n s , l e n t ement descenditeS, une a une, en f i l e brune, 1'on v o y a i t l e s c h e n i l l e s p r o c e s s i o n a i r e s —• qu ' au bas des p i n s , longuement a t t e n d u e s , ,  a i e n t l e s g r o s c'aZo ssmes--"Je n & a i  boulott-  pas vu l e s C a l o s o m e s l "  d i t Angele ( c a r j e l u i m o n t r a i c e t t e p h r a s e ) . —  " M o i non  p l u s , chere A n g e l e , — n i l e s c h e n i l l e s . - - Du r e s t e , c a n ' e s t pas l a s a i s o n ; mais cette phrase ffest^ i l pas v r a i - - r e n d excel!ement 1 ' i m p r e s s i o n cfe^ndtee• ••v^age_^6) 1 Of l e s noms des personnages dans l e passage des Paux-Mon n a y e u r s , q u ' ^ d o u a r d l i t a Georges. 2 I b i d . , 125 3 I b i d . , 163 4 P a l u d e s ,,p 13  " J ' a i e c r i t t o u t un l i v r e d'une f o l i e  tres  m e d i t e e , p o u r . e x a l t e r l a beaute" du voyage'lCSst ce l i v r e c ' e s t Les F o u r r i t u r e s istess  fierrestres.  Tci  i l rompt avec l e s s y t r b o l -  l e ' l i v r e n'irnporte pas, oourvu q u ' i l c r e e une f s r v e u r  dais- l e l e c t e u r . Dans ce: " l i v r e b r u t a l e " ( £ 0 q u i t i r e son ..epigraphe, du K o r a n : " V o i c i l e s , f r u i t s dont nous nous somne s n o u r r i s sur l a t e r r e " ,  d a n s ' c e "Manuel dfevasion^de d e l i v e r -  ancey" ( J ) Gide depeint ce que l e voyageur sent p l u t o t que ce q u ' i l v o i t . C ' e s t e x u l t e dans 1 ' a l l e g r e s s e rnentale,  e t dont  l e l i v r e d'.un c o n v a l e s c e n t , q u i de s a re'cente l i t o e r t e physique  l e . l y r i s m e presque  et  e x c e s s i f e s t du au  n o u v e l a c c u e i l de l a v i e . En o u t r e i l e c r i v a i t ce l i v r e a un temps quand " l e f a c t i c e et l e renferme" e t a i t de r i g e i x r dans l a ^ l i t t e ' r a t u r e ; i l v o u l a i t embfiasser laf t e r r e .  Les F o u r r i t u r e s  e'taxent s i completement c o n t r e l e s g o u t s du p u b l i c que pendant une d i z a i n e d'anne'es, c i n q c e n t s eiaemplaires s e u l s se. v s n d i r e n t . E l l e s sont un melange de phrases d i s j o i n t e s , de paragraphes  I s o l d s , m a i s avec r a i s o n : "Les F o u r r i t u r e s ;  un l i v r e q u ' i l f a l l a i t l a i s s e r s S e c r i r e t o u t s e u l " ; (4) 1  " J e m ? s u i s mis sans a p p r e t s , - sans pu.de u r . . . "(5) "Se tous mes l i v r e s i l n ' e n e s t pas de p l u s spontane,  de p l u s s i n c e r e .  5 C f la^emarque de C h a t e a u b r i a n d dans s a l e t t r e a J o u b e r t ^ " S i l a lune n ' a v a i t pas e t £ l a r e e l l e m e n t , j e I ' a u r a i s t o u j o u r s raise dans ma l e t t r e . " 1 " A oropos des D e ' r a c i n e s " , P r e t e x t e s . , p 51 , 2 J o u r n a l ' 3 1 , p 1079 3 Four. T e r . , Preface a : " 1 ' E d i t i o n de 1927 4 G r a i n , p 320 5 F o u r . T e r . , Preface  •  85  Du- r e « t . e > . i l . e s t f a i t en grande p a r t i e d ' e x t r a i t s de journaux et c a h i e r  " |;lc)oEncoreJ 1  V o i c i I i m p o r t a n c e de l a g u e r i s o n pour 1 ' i n s p i r a t i o n des F o u r r i t u r e s : - - S r l e c o n s e i l du D r . U  A n d r e s S . j i l se plongeaftt dsns chaque eau q u ' i l v o y a i t s " , . ce n ^ e ' t a i t pas seulement -le b a i n que j ' a i m a i s , mais l a mythblogique a t t e n t e , e n s u i t e , de 1'enveloppement nu du d i e u . . . ; j ' o u h l i a i s avec mes vetements, torments, sollicitudes,  et,  contraintes,  tandis; que. se v o l a t i l i s a x t t o u t  vouloir,  j e l a i s s a i s l e s s e n s a t i o n s , en moi poreux comme une r u c h e , secreHement d i s t i l l e r  ce m i e l q u i c o u l a dans mes F o u r r i t u r e s . " (2)  Les F o u r r i t u r e s  n e r aeon tent pas un voyage  mais l e s emotions provoquees par t o u t voyage, "Par une t i o n s u b i t e , simmltanee  de t o u s l e s s e n s . . . .  atten-  dans mon o r e i . l l e  -dans mes yeux, ' dans ma c h a i r , d a i s mes n a i i n e s . " (3) Ml y a des l i s t e s des s o u r c e s , des c a f e s , des j a r d i n s par t o u t . L ' a u t e u r chante s u f t o u t l e s louanges de 1 * A l g e r i e , de  1'Italie  et de l a F o r m a n d i e . - L ' e t a b l e , par example: " E l l e e s t i n t o l e r * p a b l e m e n t - t i l d e , mais l e s vaches s e n t e n t b o n . . . . l e s du f e f m i e f  dont l a c h a i r en s u e u r e s e n t a i t  l e s granges, pressoir,  enfants  b o h . . . .(4) a u s s i  les greniers, l a l a i t e r i e , le f r u i t i e r , le  la.distillerie,  les remises.  £ a phrase g i d l e n n e lentement se d e v e l o p p e .  Celle-ci  e s t presque t r o p s o i g n e e : "Je me s o u t e n a i s p a r o r g u e i l , mais regrettais  a l o r s H i l a i r e qui.me d s ^ p a r t i s s a i t I ' a n  l " J o u r n a l ' 3 1 , 1079 3 Hour. Teg, p 149  2 4  grafm , p 321 I b i d . , p 124  d'avant  de ce que mon humeur a v a i t s i n o n de t r o p f arouche. "(1) Sm v o i c i un b e l exemple:" J e vous a i v u s , grands champs, b a i g n e s de l a blancheur &e 1'aube; l a c s b l e u s , j e me sw-is baigne dans v o s - f l o t s — et que chaque c a r e s s e de I ' a i r riant m ait fait  © o u r i r e , v o i l a ce que j e ne me l a l s s e r a i  pas de t e r e d i r e, Nathan e e l . " (2) du l i s t e : chanter,  L a t h e o r i e de l a technique  "Je v o u d r a i s e t r e ne' dans un temps ou n ' a v o i r a p o e t e , que, simplement an  les  de'nombr ant, t o u t es  l e s c h o s e s . Mon admiration se s e r a i t po/see  successivement  sur chacune e t s a loaange 1' eftt demon t r e e ; e ' e n eut ete' l a r a i s o n suf f i s ante. "(3) Quant a l a p o i f t u a t i o n , i l y a t r o p de a h , I, et  ... • I n s ere dans l e s " N o u r r i t u r e s  est l e r e c i t  -de M £ n a l q u e , per son nag e i'o&t w i l d i e n : " C ' e s t un morceau surajoute;  j e l ' e c i - x v i s . <, . t o u t d'une h a l e i n e . . . .ce r e c i t ,  d'une e t h i q u e assez d i f f e r e n t e de c e l l e des pages des N o u r r i tures  dej et e c r i t es, mais q u i me. p a r a i s s a i e n t de c a r act ere  t r o p f r a g m e n t a i r e pour que j e : c o n s e n t i s s e a l e s  livrere?  a u s s i t S t (4) I I y a une l e g e r e i r o n i e dans 1 ' h i s t o i r e de Me'nalque ("te s t a b l e a u x que ma connaissance de l a p e i n t u r e me -permit d ' a c q u e r i r a t r e s baa p r i x " ) et a i l l e u r s Gide condamne d'une  1 8  I b i d . , o 78 I b i d . , p 148  a u t r e maniere c e t homme et g u i i l . d o i t  2 4  tant.  I b i d . , p 22 J o u r n a l ' 3 5 , p.,lg2!|2  87 "Nathanael" ( c ' e s t  l e gar eon i m a g i n a i r e pour q u i  i l ecrit  lew N o u r r i t u r e s ) , " ne c r a i n s pas que j ' a b u s e de c e t t e forme d ' a p o l o g u e , c a r j e ne l ' a p p r o u v e  pas beaucoup", d i t - i l  apres.  a v o i r donne uu exemple d ' u n poeme en prose a" l a W i l d e : " J ' a v a l s b e s o i n d ' u n poumon, m ' a d i t l ' a r b r e ; feuille,  a l o r s ma -seve est  devenue  a f i n d ' y p o u v o i r r e s p i r e r . P u i s guand j ' e u s r e s p i r e ' ,  ma f e u i l i e e s t tombee, e t j e n ' e n s u i s pas m o r t . Mon f r u i t 1  1  c o n t i e n t t o u t e m a p ens ee sur l a v i e . . (1)  Le r e c i t de L ' ImmoraMste  /  est a m o i t i e un  l i v r e de voyages, e t i l d i s c u t e l e s t r o i s r e g i o n s qui interessent  Gide— l'Algerie,  g'eographiques  I ' l t a l i e et l a NormandiOj  avec beaucoup de p r e c i s i o n . M a i s dans L a P o r t e E t r b i t e - t a n d i s t  que Jerome voyage beaucoupf l e l e c t e u r n ' e n apprend r i e n .  Amyntas (2) q u i p r o j e t t t o t  est une c o l l e c t i o n de quatre l i v r e t s  1  1 ame et l a c h a i r des N o u r r i t u r e s . " M o p s u s "  t r a i t e de l ' A l g e r i e s e u l e . Ses  douze e s q u i s s e s  disjointes  sont d epourvues de 1' a c t i o n mais p l e i n e s d ' u n symbolisme L  freudien.  C e t t e p e t i t e oeuvre c o n t i e n t 1'essence du voyage  et a u s s i l ' e s s e n t i e l de l a l i n g u i s t i q u e g i d i e n n e . I I y a t r o i s t y p e s de phrasesss «• —- l e group ement e l l i p t i q u e : "Un b r u i t de f Iftte;  un g e s t e b l a n c ; une eau doucement  cfeufchotante; un r i r e d ' e n f a n t  1  Nour. T e r . , p 47  p r e s de 1'eau—puis r i e n ; p l u s  2  Dont "De B i s k r a a Touggourt" est i n d i s p o n i b l e .  p l u s une i n q u i e t u d e et p l u s u n e p e n s e e ; " ( l ) - - l ' e x c l a m a t i o n avec a h i ;  "Beau pays d e s i r e , pour q u e l l e extase e t q u e l r e -  pos v a s - t u repandre  ah.' t o n etendue,  sous l a chaude l u m i e r e  d o r e e ; " (2) - - l ' o r d r e des mots, r e v e r s e e t l e veifcfee . a l a f i n : " D e s A r a b e s songeurs r eg ardent s i n u e r l a danse qu'uae musique,. donstante text;  comme l e . b r u i t d'une onde c o u l a n t e , c o n -  "(3.) " J ' a i vu dans l e s c r e u x cryqueles c e t t e eau montei?  l o u r d e de t e r r e ,  t i l d e et q u ' u n r a y o n de s o l e i l  (4) I I y a a u s s i dans "Mopsus Q'  deux f i g u r e s  jaunissait." interessantes:  a propos de l a r i v i e r e O u M , " c e t t e eau b&onde;"(J5) e t : "Ne bougeons p l u s ; l a i s s o n s l e temps se r e f o r m e r comme une . onde, comme une onde ou l ' o n j e t t e un c a i l l o u ; l e t r o u b l e que nous avons f a i t en e n t r a n t s ' e e a r t e comme l a r i d e de I 'onde; l a i s s o n s se  refermer sur ce monde l a s u r f a c e eg a l e  du temps. "(6) " F e u i l l e s de Route" experiment l e s impressions du voyageur dans une maniere p l u s b a n a l e ; ce q u ' i l v o i t ,  ce  q u ' i l r e i T e c h i t fpar exemple ses i d e e s sur l e s p e i n t r e s de l a Renaissance en I t a l i e ) , l e s i d e e s et l e s  personnalites  de ceux q u ' i l r e n c o n t r e (par exemple d ' A n n u n z i e ) . L ' u n e des deux p a r t i e s , I  I autre,  seche et c l a s s i q u e , d i s c u t e 1 ' E t a l i e ;  ebaude e t tie*de, depeint l ' A f r i q u e  Septefltiionale  Franc a i s e .  1 3 5  Amyntas, p 222 I b i d . , p 223-4 I b i d . , p 225  2 4 ©  I b i d . , 0222 I b i d . , p 225 I b i d . , p 228-9  89  "Le Renoncenent au Voyage" enseigne comment on peut l e p l u s p r o f i t e r du voyage. L a maladie meme s e r t a augmenter slbilite.  CB d o i t accepter  s a j o i e sans tacher de I  1  l a sen© analyser:  J e p e n e t r a l dans ce v e r g e r comme A l a d d i n dans, l e j a r d i n des p i e r r e r i e s ; j e m a r c h a l s , c h a n c e l a n t , ravissement  at dtextase,  i v r e a neuf de  l a i s s a n t j o u s r en moi de 1'ombre  e t du s o . l e i i l a b i f e u l t i a n t e a l t e r nance".  (1)  Une a n a l o g i e  avec l a f l Q t e arabe e x p l i q u e l a nature d'Anr/ntas: "Je voudr a i s que, de page en page,  evoqutot quatre tons mouvants,  l e s p h r a s e s q u i j ' e c r i s i c i so l e n t pour vous ce q u ' e t a i t pour moi c e t t e : f l u t e ,  ce que f u t pour moi l e de'sert — de  d i v e r s e mors&onie." (2)  •' ;• Le t r o i s i e m e l i v r e de ' voyages e d e c i d e que 1''on consider-© maintenant  ( l e sixieme selon l e s d a t e s ) ,  Les .Nouvelles. Nourr i t ur es  a p p e l l e une comparaison avec L e a  F o u r r i t u r e s t e r r e s t r e s . Ce l i v r e r e s s e m b l e r - a - t - i l a l ' o u v r a g e a n t e r i e u r ? On I ' e s p ^ r a i t  presque. Mais on se  s o u v i e n t du cons a i l do nne a N a t b a n a e l : "Ne d e s i r e : jam a i s „ . s  negouter  l e s eaux du pass^,"  (3) S t a u s s i de  ces  paroles  du J o u r n a l : "Ne j a m a i s p r o f i t e r , pour aucune oeuvre n o u v e l l e , de l ' e ' l a n acqmis par l a pre cedent e. "(4) E t de p l u s : champion de l a s p o n t a n e i t e «& de l a l i b e r t e s ' e s t  1 3  I b i d . , p 236 F o u r . t e r . , p 37  2 4  I b i d . , p 241 J o u r n a l ' 2 2 , p 746 :  le mairfenant  90 allieavec^le parti  communiste.  •ue s t y l e et l a p o n c t u a t i o n des N o u v e l l e s N o u r r i t u r e s sont moins e x c l a m a t o i r e s . L a .technique du l i s t e est d i s p a r u e ,  excepte' dsn s c e t e x c e l l e n t exemple.;" 6n vo i t  des eoraplexi'tes rsr i s s a n t e s n'attre. de 1'enchevetrement des lots;  saisons,  retour  a g i t a t i o n des marees, d i s t r a c t i o n s ,  en ruissellement  puis  des -vapeurs; t r a n q u i l l e a l t e r nance  des j o u r s ; r e t o u r s • p e r i o d i q u e s  des v e n t s . . . "  (1) 6a forme  s*-est quelque peu -re's-seE'vee: l e s - h u r t lxvr.es sont quatre et 11 ny a aucun avant-propos  ou envoi 4 e t a c h e . M a i s  Gide e e r i v i t l e s Nouvelle s N o u r r i t u r e s "Ce que j e v o u d r a i s e c r i r e ,  devenus  Somme l e s  vieilles:  a p r e s e n t , c ' e s t Les N o u v e l l e s  N o u r r i t u r e s ; "Et j e ne ..puis M e n l e s e c r i r e que malgre m o i . R i e n ne d o i t e t r e moins c o n c e r t e ' i ( 2 ) ''  ,.  Ee l i v r e commence darfs l a meme liumeur, dt  developpe des p h r a s e s comme c e l l e s - c i : "Une eparse j o i e baigne l a t e r r e , e t que l a t e r r e exsude a T l ' a p p e l $.."(3);  du s o l e i l  " C ' e s t de l a j o i e que t u a p p e l l e s f r u i t quand e l l e  se f a i t s u c c u l e n c e ;  et,  quand e l l e se f a i t chant,  raisea^J'(4)  "Je me s u i s couche e,ontre l a t e r r e . Pres de m o i , l a branch e, chargee d r f r u i t s  eclatants,  touche 1 ' h e r b e ; e l l e f r o t e  p l o i e j u s q u ' a 1'herJbe; e l l e et c a r e s s e l e p l u s t e n d r e e p i du  g a z o n . "(5) I I y a dissemine d ' t o arol..tjautrewde&'"MeWce comme: " C ' e s t v e r s l a v o i u p t e que s ' e f f o r c e la 1 3 5  Nouv. N o u r . , p 12 Nouv. N o u r . , p 12 I b i d . , p 20  2 4  J o u r n a l ' 2 2 , p 734 I b i d . , p 13  91  l a nature.. '^.(1) Mais c e l l e s - c i ne s o n t qu'Sne couche. Car ce l i v r e  est  f o r t d i a l e c t i q u e . L ' i n t e l l i g e n c e b o u s c u l e 1 ' e m o t i o n s "De 1'amour et de l a pensee, c ' e s t i c i l a . c o n f l u e n t de meme que l e D i e u  s u b t i l . Et  -se f a i t homme, a i n s i v i e n t se  soumettre  aux. l o i s du rythmeemon i d e e . "(2) Les Nourr i t ures t e r r e s t r e s e t a i e n t l a source j a i l l l i s s a n t e de I'tomoralisme; Les Nouvelles Nourritures unism®.  un p u i t s d ^ t p r o t e s t a n t i s m s , et du comm-  Les voyages de G i d e en A f r i q u e 1892-6  Les N o u r r i t u r e s t e r r e s t r e s a travers  inspirenent  et jfciyntas ; l e voyage de G i d e .  l a v i e motive Les N o u v e l l e s N o u r r i t u r e s . Le "voyage  p u r " est d i s p a r u ;  a l a ' p l a c e i l y a une d i s c u s s i o n d ' i d e e s  comme l e s suivaytes: "Je ne t r o u v e pas precisement de defenses e t r d e p r o h i b i t i o a s dans l a l e t t r e de I ' s V a n g i l e ; "(3) I I y a sur t e r r e de t e l l e s immensltes de m i s e r e , de detresse,, de gene et d ' h o r r e u r  r  due l'homme heureux m y peut songer  sans prendre honte de son b o h h e u r . " ( 4 )  I I y a l a - dedans^  q u e s t i o n s de l i t t e & a t u r e (5) e t d e p s y c h o l o g i e s " J ' admire d O B b i e n l e d e s i r , des q u ' i l se f a i t  amoureux, s' e m p r e c i s e . . "  (6) Au l i e u de l a n a t u r e Gide invoque Goethe, S p i n o z a et F l a u b e r t . E^k t o u t e s ces chsses sont l e s " n o u v e l l e s n o u r r i tures. " "Ce I d v r e comme l e s N o u r r i t u r e s t e r r e s t r e s s'adressej-tt a. un g a r c o n ; " T o i q u i v i e n d f a l o r s q u e j e n'en4 t e n d r a i p l u s l e s b r u i t s de l a t e r r e et que mes l e v r e s ne ;v  ;  l ' . ' l ? b i d . i p 97 3 I b i d . , , p 51 5 dont on a f a i t 6 I b i d , , p 10  2 I b i d . , p 20 4 I b i d . , p 60 a i l l e u r s des c i t a t i o n s  ne pomront p l u s s a r o s e e . . . " . | u ' i l p a r a i t l a meme: pages;  92 (1) E t s a m i s s i o n e s t a c e  . .c'est  pour to i que, rj.'ecris ces  .  car tu ne t ' e t o n n e s p e u t - e t r e pas assez de v i v r e ;  tu  . n admi^res pas comme i l f m d r a i t ce m i r a c l § 1  qu'est t a v i e . " ( 2 )  e'tourdissant  Mais ce gefcon n ' e s t p l u s N a t h s n a e l , "un  nom q u i me'panitit aujourd?hui t r o p p l a i n t i f " ; (3) i l e s t "camarade." Dans son •Reto.ur.de ITJRSS  Gide p r e c i s e p l u s : • l e s : N  N o u v e l l e s N o u r r i t u r es. sont adressees aux "jeunes gens de l a R u s s i e n o u v e l l e . " (3)  E t son c o n s e i l ne r e s W p l u s ^ " . . . j ette  mon l i v r e . E m a n c i p e - t ' en. Q u i t t e - m o i ..... .Ne c r o i s pas que t a v e r i t e p u i s e e e t r e t r o u v e e par quelque a u t r e , " (4) mais M e n c e c i s " J ' e ' c r i s pour qu'un. a d o l e s c e n t , que  p l u s tarid, p a r e i l a c e l u i  g ' e t a i s a s e i z e aps, mais p l u s l i b r e ^ . p l u s a c c o m p l i , trouve  i c i response a son i n t e r r o g a t i o n  palpitante."  (5)  • . Plalgre l a d'edicace on peut meme p r e ' t e r e r c e t t e . oeuvre aux Ifou r r i . t u r e s t err- e s t r e s . L a c o n c l u s i o n apres t e a t ne  /  ......  t.  s' ecarte pas beaucoup." Camarade, ne c r o i s a r i e n j n ' accepte r i e n sans p r e u v e , " ( 6 ) c o n s e i l l e l ' a u t e u r ; e t l a demrfLere phrase du l i v r e :  "Ne s a c r i f i e pas aux i d 6 1 e s . " $ 7 ) .  Ce l i v r e q u i con c l u e l a technique du 'vogsgge commencee dans -Uss N o u r r i t u r e s terresferes Amyntas 1 3  contient  et pro.jetee d a i s  a u s s i un genre comoletement nouveau:,^ et dont  Ibid., p 9 . .2 Ibid,, o 9 I b i d . , p 162 4 Retour de I'URSS, p 104 • Nour. t e r . , p 189 . . 6 . N o u V . N o u r . , p 21 7 I b i d . , p 149. E s t - c e q u ' o n ecoute i c i l e s p p a r o l e s d ' u n c r o y a n t communiste? 5  l e s exemple s nleXisCent que par semes d a s  93 le s o l f a i t l i e  des N o u v e l l e s E o u r r i t u r e s : Kericontres. Ces h i s t o ' i r e a .-exquis.es, d'une  longueur d'une a c i n q pages, remplagtat l e s  anterieurs  "Ipondes"  et pad? consequent l e ..lyBism:e par l e f a i t . I I y a  un c e r t a i n r a p p o r t e n t r e eux et l e s t r a i t e s  symbolistes,et  a u s s i l e s t r o i s " r g n c o n t r e s " , de F & e u r i s s o i r e dans Les Caves V a t i c am avec l a f aund de l a chambre a cbp~cher, mais i l s r e s s emblent surtout  egalement aux eontes p h i l o s o p h i q u e s de V o l a i r e  et  aux poernes en prose de Wilde (1) Les " r e n c o n t r e s " ont un l e g e r v e r n i s de s a t i r e .  Hon seuiement e s t l a l o n g u e u r  borne'e; l e s t y l e e s t concis  et l a c o n i q u e , s u r t o u t ;-a 1 ' e g a r d des i n s l n u a ^ t i o n s  des  p h r a s e s f i n a l e s , I I v a sans d i r e que I ' a u t e u r se f o u r r e dans chacun.  Le premier e t a i t  serieusement:  e c r i t avant 1919 ( 2 ) . I I debute  l e s deux piersonnages'peffoiriiient tous l e s a c t e s  de l e u r v i e q u o t i d i e n n e en dansant: " . . . sur un rythrrre etudie''.." c ' e s t quelque peu ennuyeux. Mais ver l a f i n du p r e m i e r l o n g paragraphe(  i l n ' y a que deux, et l e deuxieme  c o n s i s t e en une s e u l e p h r a s e ) ,  i l y a une s a t i r e  croissante  dans l a d e s c r i p t i o n des deux qui s ' a p p r e t e n t a se bjaigner: " . . . c ' e t a i t un mouvement t r e s r a p i d e . . . ; l a pente du pre f a v o r i s a i t nos enjembe'es enbrmes, une main tendue en avant Oomme f o n t ceux q u i courent appes l e tramway, et soutenant de 1 ' a u t r e l e f l o t t a n t p e i g n o i r ' q u i nous c o u v r a i t } . on a r r i v a i t at'eau t o u t e s s d u f l e ' et nous p l o n g i o n s a u s s i t o t a avec de g r @ a - r i r e s , en r e c i t a n t du M a l l a r m e . " ( 3 ) 1 dont Gide c i t e c i n q exemples, dans "Oscar W i l d e : I n Memoriam", P r e t e x t e s . pp 2 7 0 - 1 , 272-3, 274-5, 275-8,279-80 2 M o r e . c h o i s i s , p 252 3 F b u v . F o u r . , p 24  Et l e  cllimsecdans l a  9  deriiiere phrase:  4  "Mais tout c e l a , d i r e z - v o u s , pour e t r e l y r i q u e m a i q u a i t un peu da l a i s s e r - a l l e r . . . A h . ' j • o u b l i a i s : nous avions a u s s i 1" e n t r e c h a t s u b i t de l a s p o n t a n e i t e . "  (1)  Les t r o i s " r e n c o n t r e s " sraivants sont p l u s au moins t r i s t e s satiriquess rencontre  ( l a t r i s t e s s e de P e t r o u c h k a ) „ mais  encore  une d e s c r i p t i o n a l a B a l z a c d ' u n pauvre negre  dans l e a r u e s de P a r i s , " t r e s s o u c i e u x de s a dignitell-  une c o n v e r s B t i o n  entre l ' a u t e u r  thique qui t r i m b a l a i t  et "ce . p e t i t homrne s i sympa-  un b o c a l avec des p o i s s o n s " ; un e n t r e -  t i e n avec l ' i n v e n t e u r du bout on ( q u i s a i t ma f o i . ' ce que que 1 ' e l o q u e n c e ) ,  et  p u i s avec l ' i n v e n t e u r de l a  c'est  boutonniere,  l e s q u e l - s . s e sont b r o u i l l a s par j a l o u s i e . Le cin.quieme a l i e u un j o u r de f e t e a F l o r e n c e . Une p e t i t e f i l l e  se s u i & i d e du Pont#-'Secchio. Un garxon v e t u  de- h a i l l o i s a v a i t tache"' de l a s a i s i r , . mais e l l e : " P r e g o . . , l a s c i a t e m i . " St etudiant  v o i c i 1 ' i n t e r e t de  c e t ev^nement pour G i d e ,  i n f a t i g a b l e de l a p s y c h o l o g i e ; "Que n ' e u s s d - j e donne  pour en s.avoir davantage,.' et s i son pere a v a i t une ou s a mere un amant,_ et ce q u i t o u t a coup devant  maitresse, elletaavait  cdde^sur quoi e l l e s ' a p p u ® . y a i t pour v i i r e . . " ( 2 ) %e conte est d i d a c t i q u e : " l e r e c i t , j ' a u r a i s v o u l u l e f a i r e en termes p l u s sfaiples e n c o r e . En v e r i t e ' ' , l a bon&eur qui prend elan sur. l a f n i s e r e , 1 2 3  j e n ' e n veux p a s . "  Ibid..,, p 25 I b i d . , p 58 I b i d . , p 58  (3) .  95 Le sixieme et l e septieme r e n c o n t r e s tancent I ' o r t h o d o x i e . Le p r e m i e r e s t un d i a l o g u e avec l e S e i g n e u r , q u i commence assez f a m i l i e r e m e n t : "©n a moi ces d e r n i e r s temps, m ' a d i t c e i m i de r ' l l e des P i n g o d i n s * l a phrase q u i d i t a pe u press  beaucoup p a r l e de  D i e u . " (1) 'Le s t y l e  suggere  ,d.*toatole F r a n c e , . e t s u r t o i t "A cette question l e d i a b l e ,  q u i e t a i t bon t h e o l o g u e , r d p o n d i t p a r u n e a u t r e . " Dieu et Gide font l a c a u s e t t e sur 1 ' e t a t de 1 •'homme. Dieu s ' e x p l i ^ i e au moyen de compar-aison's f o r t s a i s i s s a b i e s s  "j '  ai  cache  mes p l u s beaux s e c r e t s ^ comme sous f a i t e s , pour vos enfants, sous l e s b u i s s o n s , l e s oeufs de Pagues. JTaJme s u r t o u t  ceux-  l a q u i se donnent un peu de p e i n e a chercher . " ( 2 ) Q u e l l e difference  e n t r e ces p h r a s e s - c i e t l e langage d'Andre Walter ,  ou de Hum q u i d et  tu?...  Au septieme "cette chamante enfant"  sarmoime  1 ' a u t e u r s u r D i e u e t sur l a S a i n t e V i e r g e . E l l e ne peut comprendre s a r e s i s t a n c e : dedans,  " E t , s i j ' o s a i s d i r e toute ma penseV.. ^ l a j e vous t r o u v e un peu sot, - A l l o n s , p a r l o n g d ' a u t r e chose, l u i d i s - j e . "  (3) Le h u i t i e m e et le plus b r e f a e p e i n t i e s d e s i r s d ' u n malade: " P o u v o i r une f o i s e n l a c e r de mes b r a s  1  qui  que ce s o i t pour q u i j e b r u l e S " ; l e comment a i r e de 1' auteur: ^ : " - - C e t t e j o i e , m a l h e u r e u x . ' . . .pour 1* a v o i r une f o i s g b u t e e , t u ne l a s o u h a i t e r a i s que b i e n da-®antage. 1 I b i d . , p 74 .3. I b i d . , , p 83-84  2  I b i d . , p 77  96 S i poete..que t u p u i s s e s e t r e , , 1' i m a g i n a t i o n , en ces s o r t e s de c h o s e s , ' t o u r m e n t e moins que ne l e f a i t l e s o u v e n i r . —Penses-tu me console'r' a i n s i c ? r e p r i t e i l . " '(1) .  Le neuvienie d e c r i t un .malade, pres de l a mort,  q u i se c r o i t a m e l i o r e r . (En p a s s a n t i l t r o u v e " l a c o n s o l a t i o n et 1* encouragement"  dans Les N o u r r i t u r e s t e r r . e s t r e s . )  Les t r o i s d e r n i e r s r e n c o n t r e s comme du v e r s :  sont e'er i t s  un renouvellement. de l a "prose en poemes  " g i d i e n n e " . Dans l e p r e m i e r ( q u i n ' a pas pour t i t r e  "Rencon4  tfreg" p a r c e q u i Gide ne r e n c o n t r e personne, mais q u i r-essemb l e n t aux a u t r e s dans l a forme et dans l a m a t i e r e) 1' auteur c r o i t que l a sagesse de ceux q u i  v i v / e n t l e moins possible  et-.qqui donnent des c o n s e i l s aux a u t r e s e s t a u s s i s o t t e que l e s reprimandes que p l u s i e u r s meres donnent. sans eesse a leurj^s e n f a n t s .  S u i t une l i s t e de re@>mmandations,  et  enfin:  1  "Get enfant e s t i n s u p p o r t a b l e ! • -ah. -Madame, pas/'-taut que v o u s . " (2) 1  Le t o u t d e r n i e r r e n c o n t r e developpe i d e e dans une d i r e c t i o n typiquement g i d i e n n e i  cette  Le gegs  de b i e n des gens est un t.as de d e s i r s peu s a t i s f a i t s . p e u t - e t r e l e onzieme e s t - i l l e p l u s a t t r a y a n t  des  Mais  trois  p a r c e q u ' i l e s t un e x c e l l e n t exemple de l a s a t i r e douce d§ Gide (et  :  a u s s i de son epatement des b o u r g e o i s ) . "Une aimable  v i e i l l e d e m o i s e l l e " bourbonne ne peut se resoudre  a J e t e r ses,  me'dicame&ts: " E t ces p i l u l e s me p r o c u r a i e n t de 1 ' a i s a n c e Du temps que j ' e ' t a i s un peu cortstip^e. 1 I b i d . , p. 100 ™lr.^  . 2  . I b i d . , p 130. Qe r e n c o n t r e -est. i d e e tirie du J o u r n a l d ' M -  97 Enfin. e l l e m'ateoua que, dans l e temps, t o u f c > ces m e d i c i n e s l u i avaient coute t r e s cher E t j e compris que c ' e t a i t suntout c e l a q u i l a r e t e n a i t de l e s b a l a n c e r . " (1)  Que 1'on c o n s i d e r e maintenant l a l i v r e de voyages o r t h o d o x e , dont Gide a e c r i t J o u r n a l . En e f f e t 1925 a j u i n 1926. .  deux dans l e style.aLu  l i s remplacent son J o u r n a l de Q u i l l e t ' .  :  .  On se r a p p e l l e l e s " F e u i l l e s de r o u t e " 6) q u i form en t une p a r t i e d'Amyntas modele  pour ce nouveau sous-genre.  Gide i l y a deux  (1896-  e t q u i sont l e premier Dans l e J o u r n a l de  a u t r e s exemples 'element a i r e s : "Voyage^(en  Andorre" (191®) et " L a Marche Turqu'e" ( 1 9 1 4 ) . L ' avant-ppopos de c e l l e - c i  e x p l i q u e l a t h e o r i e : "On note au j o u r l e j o u r , en  voyage, avec I ' e s p o i r , une f o i s de r e t o u r , de recomposer a 1 l o i s i r l e s r e c i t s , de retrac-er so igneus erne nt l e s pays ages-; p u i s on s ' a p e r c o i t  que t o u t l ' a r t qu * on y met ne p a r v i e n t  q u ' a d i l u e r 1 ' e m o t i o n p r e m i e r e , dont 1 ' e x p r e s s i o n l a p l u s naive  r,e s t e r a toU j o u r s l a m e i l l e u r e . " (1) Voyage au Congo et Le Retour du Tchad sont .  deux l i v r e s de voyages comme c e u x - c i . I m p r e s s i o n s de voyage parsemeWd'observations et 1'ethique.  sur  l a litterature,  Ife. p h i l ^ o s o p h i e  C ' e s t etrange de n o t e r que c e t homme, q u i 1  p r e c h a i t l e c u l t e de I a n t i - i h t e l l e c t u a l i s m e , d.e 1'importance de l a V i e , peut l i r e dans l e s j u n g l e s de 1 ' A g r i q u e Equat o r i a l e F r a n c a i s e , entre autres,  ces l i v r e s - c i : The Master  o f B a l l a n t r a e , Les F l e u r s du M a i , Les F a b l e s , The O l d W i v e s ' " ^ 1  J o u r n a l , " L a Marche Turque,"' p 399  , D i e Wahlverwandmchaften. Romeo and J u l i e t . ' B § a s t , Mark Rutherford,  T r a i t e de l a C D c i i n i f l n p n  S e v i l l e , Samson A g o n i s t es. comraenter Cinna  m  P j  3Le B a r b i e r de  et B i g Game and P i g m i e s ; et pent  (comme on a mentionne c i - d e s s u E ^ L e M i s a n t h r o p e ,  et I p h i g e n i e . I I y a dans Le R e t o u r du Tchadr  quelques  exemples d ' u n t i c s t e n d h a l i e n e v i d e n t a i l l e u r s dans l ' o e u v r e de G i d e e t s u r t o u t dans l e J o u r n a l : "un des p o i n t s l e s p l u s etonnants de n o t r e voyage, e t meme un des p l u s b e a u x I s.aM;"  (1)"JB n o t e . . . l e s Mais  ever  passages worth, t r a n s l a t i n g . "(2)  ces deux ouvrages ne sont pas des  l i v r e s de voyages " p u r . s " : i l s ent un b u t . . . c e l u i de montrer les(abus d e s grandes s o c i e t e s c o l o n i a l e s a l ' e g a r d du negre. Mass Gide. e s t t r o p  reserve,  trop timide. I I avait  pourtant  'envisage a u t r e chose: "On h i s , r e t u r n from A f r i c a he had felt  tempted t o w i t e  a s a t i r i c a l defence  of s l a v e r y (what a  s u b j e c t f o r S"Mft.'9 '-^-e. 'would have l a i d s t r e s s - on the  fact  t h a t t h e s l a v e owner t a k e s g r e a t care o f t h a t which has c o s t h i m money, w h i l e t h e employer i n c o n t r o l of workers i s f a r  l e s s anxious on t h e s c o r e of t h e i r  the.free health." (3)  On p o u r r a i t p a r c o u r i r i c i une c r i t i q u e a n g l a i s e interessante apropos  du Voyage au Congo e t du Retour du  -lEcftadt. "Perhaps an i n d e x t o G i d e ' s  esthetic  b e found i n the. f r e q u e n t r e f e r e n c e s  t o p u r i i t y of l i g h t ( o r  .1 3  credo i s  Tchad, p 188 2 I b i d . , p 201 G r e e n : P e r s o n a l R e c o r d , p 310  to  t h e i r / l a c k ) i n the A f r i c a n landscape and day. H e a r i n g La8e Tchad, Gide expresses r a p t u r e t h a t he I s g e t t i n g away from "recent f o r m l e s s n e s s . " L a t e r , he s a y s : " T h i s n o t i o n o f e r e n t i a t i o n , which I haste a c q u i r e d h e r e ,  diff-  and from which p r o -  ceeds the sense b o t h of the e x q u i s i t e and of the r a r e ,  is  so i m p o r t a n t , t h a t i t seems t o me the . ' p r i n c i p a l t h i n g . "(1)  Les. deux l i v r e s q u i d e c r i v e n t l e voyage de s  Gide a I'URSS comme htfte du g o u v e r n m e n t s o v i e t i q u e l e s p l u s g r a v e s de ses Voyages.  sont  Au l i e u du s t y l e dm  J o u r n a l i l y a un r e c i t d i r e c t et une p r o s e o r d i n a i r e . Gide 4xprime lui-meme l e mieux l a nature du Retaur  ( q u i est  de-  vance par deux pages sur l e mythe de Demeter): "Je l i v r e i c i mes r e f l e x i o n s p e r s o n n e l l e s sur ce que ,1'URSS prend pTaisir e t l e g i t i m e o r g u e i l a montrer, j'ai  pu v o i r . "(2)  e t / ce que, a Cote"  de c e l a ,  A i m s i dans ces r^'jplexi on s " e'er i t e s au c o u -  r a n t de l a plume" (3) Gide r e s e r v e - t i l l encore une f o i s son a v i s . I I n ' e x a g e r e . r i e n . E t pour o b t e n i r une connaissance sans .prejuges du p a y s , i l y amena c i n q compagnons. Retouches  n ' e s t pas une oeuvre  mais un supplement f r a g m e n t a i r e 1  au Pa;tour  c r i t i q u e s et o f f r e d a u t r e s renseignements  independente  qui discute  ses  interessants,  p a r t i c u l i e r p l u s i e u r s groupes de s t a t i s t i q u e s . Ces' deux l i v r e s ont occasionne autant de  1 2  C h a m b e r l a i n , J . : " T r a v e l s i n the Congo, BKMff, j u i l l e t ' 2 9 , p 554 R e t o u r , p 16 3 J o u r n a l "36, p 1258  en  100  b r u i t que R o u t e s l e s oeuvres .atiterieures de Gide ensemble (exeepte S i l e G r a i n ne m e u r t . . . terndu).  , deuxieme. p a r t i e , b i e n en-  Bes. t i r a d e s des c r i t i q u e s de l a gau&he et de l a d r o i t e  sont t r e s anus a n t e s . L a l u n e de m i e l de Gide avec le'-communism e a eu deux r e s u l t a t s pour l u i : e l l e augmenta enormement  la  vente de ses l i v r e s . . . . et e l l e d e t r u i s . i t p a p r o d u c t i o n l i t t e r aire.  (1)  8;. SOTISS -  •Paludes, 1895  (198pp, 16.5cm)  Le Prometbee M a i ' enchain eV 1899 (158pp,16.5cm)  - Les Caves du V a t i c a n , 1914 (301pp, 18.5cm)  Une s o t i e e t a i t au moyen-age une p i e c e b u r l e s que jouee l e s j o u r s de  car n a v a l par l a c o n f r e r i e  des "Sote" au " E n f a n t s sans Souffii".  dramatique  L a s a t i r e de l a p o l i t i q u e  et des q u e s t i q n s p u b l i q u e s e t a i t t e n e m e n t exagere'e q u ' e l l e n ' o f f u s q u a i t . guere. -ses v i c t i m i s e . 1475) e t a i t  P i e r r e G r i n g o i r e ( ne-em.  l e p r i n c i p a l auteur des  soties.  Gide ranime l e nom du genre d i s p a r u , en l e v e t a n t d'une s i g n i f i c a t i o n n o u v e l l e . s u b t i l , de r e a l l s m e e t d e f f a n t a i s i e ,  Au moyen d ' u n melange qui cont±aint le  de q u e s t i o n n e r t o u t r e e l , 11 rend ses -personnages,  lecteur  q u i ne  1 C f l e J o u r n a l ' 3 2 , p l l 2 8 - 9 : "Comment peut-on encore _ e'er i r e des romans? quand se desagrege autour de nous n o t r e v i e u x monde, quand j e ne s a i s q u o i d ' i n c o n n u s' e l a b o r e , que j ' a t tends,  IGI sont pas . du t o u t comiques en eux-meraes, r i s i b l e s ,  sots,  impo-  ssibles. .  L a premiere so t i e Paludes  r a c o n t e une semaine  de l a v i e s e r r e e mais i n u t i l e d ' u n s y m b o l i s t e par i s i en Andre'. Walt er e e r i v a i t  Allain;  (1).  l e heros de P r u d e s e-or i t P a -  l u d e s , d t s par consequent l a ^ i z i e et l ' a r t se s o n t i n e x t r i c ® . blement. e n t r e m e i e s . I I y a d ' a b o r d l e s evenements t o u t s i m p l e s - - I ' h i s t o i r e moyenne. E t p u i s lea l i t t e r at H U T  donne des  e x t r a i t s . d e son j o u r n a l , des extraits de P a l u d e s , des des e s q u i s e e s pour P a l u d e s ,  extraits  des e x t r a i t s du j o u r n a l de  '•TiSaty«F&j' l e beros d e l ' a u t r e Paludes., En p a s s a n t ,  les >  . e x t r a i t s des l i v r e s e'crft. s par l e s personnages des l i v r e s de G i d e ; A l l a i n , eurs,  P a l u d e s , L ' A i r 'des Gimes, Les Faux-Monnay-  sont tou j o u r s peu at t r a y ants - - l e langagte est complexe,  l e s noms des c a r a c t e r e s f a n t a s t i q u e s ,  I ' h i s t o i r e meme r i d i c u l -  ement developpee. En d e p i t de l a p r e f a c e t A e Paludes t" Avant d'fcxpMquer sus autres mon l i v r e , j ' a t t e n d s que d ' a u t r e s me 1  1 e x p l i q u e n t y ( 2 ) l e l e c t e u r en s a i t l e s u j e t . Mais 1  que c ' e s t l e suget de 1 a u t r e Paludes?  . 1 ' i d e e  qu'est-ce d'ecrire  P a l u d e s ; l e sentiment d'une i n u t i l e c o n t e m p l a t i o n . . . ; " "Paludes.. .c'est  I ' h i s t o i r e du t e r r a i n n e u t r e ,  a t o u t l e m o n d e . . . . —mieuxs de  (3)  c e l u i qui est  r  1 homme n o r m a l , c e l u i sur  qui commence chsasewar;—I'histoire de l a t r o i s i e m e personne l . . . . . . q u e j l e s p e r e , e t que de t o u t e non - a t t e n t i o n j fob serve lentement se f o r m e r . " L a c o n v e r s a t i o n q u i a i n s p i r e c e t t e r e marque s e " t r o u v e dans l e P e r s o n a l Bebgrd de Green, p 78  102  paludes, c ' e s t  1 ' h i s t o i r e de I'homme couche;" (1)  moment, P a l u d e s c ' e s t  "En ce  1 ' h i s t o i r e du s a l o n d*Angele;" (2)  " . . . S ' e s t l ' h i s t o S r e des anlmaux v i v a n t dans l e s cavernes tenefereuses,  e t -qui- piadent l a vue a for'ee de ne pas s ' e n  s e r v i r . " (2) Qui e s t . T i t y r e , son heros? " T i t y r e , c ' e s t moir et c e . n ' e s t pas m o i ; - - T i t y r e , c ' e s t M a m h ^ c i l e ; c ' e s t m o i , c ' e s t t o i — c ' e s t nous t o u s . . . j e prends i m b e c i l e dans l e sens d i i m p o t e n t ; i l ne se -soil v i e n t pas t o u j o u f s . d e s a m i s e r e . . . • (3)  M ' e s t - c e pas l a l a n e g l i g e n c e d ' E d a u a r d dans l e s  Faux-  Monnayeurs? \ L'impudenee e s t l e t r a i t c a r a c t e r i s t i q u e de Paludes*  "Pour q u i b l - c e l l b at a i r e ? " demande Angele* l ' a m i e des  litterateurs,  a'propos du c a r a c t e r e d e T i t y r e ;  re'pond: , " 0 h , ' . . . pikur p l u s  a quoi l ' a u t e u r  de s i m p l i c i t e (4) mais  cette  - p l a i s a n t e r i e se retros;ve t o u t de menie dans l e s e r i e u x J o u r n a l des Faux-Monnayeurs." L ' e n n u i , v o y e z - v o i l s , c ' e s t d ' a v o i r a 1 L ' i n s p i r a t i o n du l i v r e se t r o u v e dans l a v i e meme de Gide^ Dans P a l u d e s i l s a t i r i s e s " l a p e r i ode l a p l u s confuse de ma v i e , s e l v e obsscure dont je ne me degageai q u ' a mo# d e p a r t . . . pour I ' A f r i q u e . " ( G r a i n , p 2 5 7 ) . .2 3 4 1 3  Paludes, p 9 I b i d . . , p 51 I b i d . , p 51 I b i d . , p 95-6 I b i d . , p 99-100  "  2 4  I b i d . , p 96-7 i M d . , p 17  103  c o n d i t i o n n e r , ses personnages. * . . l ^ e  v o l s chacun de mes heros  :  vou s 1'antjft&er a z - j e., orph e l i n , f i Is un i q ue, c e* l i b a t a i r e, et sans- e n f a n t . "  (I)  1  L impudence encore; a^ l a f i n d'une longue  d e s c r i p t i o n s c l e n t i f i q u e de l a faune et de l a f l e u r dans une eau stagnant e-. a u ' J a r d i n des P l a n t e s s pensee p o e t i q u e e t ,  "Je ne pus r e t a n i r  une  s o r t a n t un nouveau f e u i l l e t de ma poche,  j'ecrivis: T i t y r e sour i t . "  (2)  P a r t i c u l i e r e m e n t - savour eux e s t l e menu prepare par un des lite'ratiaurs: • ;  "Du bonheur dans l a r e g i e . E t r e jqyeiaK. Recherche d ' u n menu t y p e . . ' 1 ° Pot age ( s e l o n Monsieur Huysmans. | 2 B e e f s t e a k ( s e l o n Monsieur B a r r e s . ) 3° C h o i x de leguiaes (.selon Monsieur Gabriel Trarieux.) 4 ° Eonbonne d'eaux d ' S v i s n ( s e l o n Monsieur • , Mallarme.) 5 Char t r eusefsfeut-dor ee ( s e l o n Monsieur Oscar n  W i l d e . ) 53) E n f i n ces p h r a s e s d ' u n j o u r n a l que l e heros t i e n t l ,  "Sur l ' a -  genda, s i t o t l e v e j e pus l i r e : t a c h e r de se l e v e r a s i x h e u r e s , I I e t a i t hut t heures;  j e p r i s ma plume; j e b i f f a i ;  au l i e u : .Se l e v e r j M e r e s t e ; " ( 4 )  "fagenda  j'ecrivis  a du bon, pensai-j.^,  car s i j e n ' e u s s e pas marque pour ce matin ce que j ' eusse du faire,  j ' a v a l s pu l A o u b l i e r , et j e n ' a u r a i s pu me r e j o u i s 7  de ne 1 ' a v o i r p o i n t f a i t . " (5) C ' e s t 1 ' a b s u r d e , 1ft-f o r c e dans Paludes q u i p l a i t  1  2 3 & 5  J o u r n a l des Faux-Monnayeorts, p 64-5 I b i d . , p 54 I b i d . , p 90 I b i d . , p 135 I b i d . , p 140  ' 104  a G i d e : / ' Y e s * . I ought to have deratinued on those  lines.La-  S  t e r on, I adopted c e r t a i n c o n v e n t i o n s . . .1 wonder whether I ^asn* t  wrong i n d o i n g s o . . . ? " (1)  n  Deux exemples de t e c h n i q u e q u i ne se t r o u v e n t que dans P a l u d e s : , un r e v e h e c t i q u e de s i x pages e s t !  of c o n s c i o u s n e s s . ' (2)  e c r i t en "stream  I I y a a u s s i dans Paludes deux p e t i t e s 1  h i s t o i r e s de l a c h a s s e , a l a maniere de Blackwood s Magazine. Ces deux nouveaute's temoignent du success de Gide dans chague r genee q u i 1 ' a t t i r e . s a u f  l a poesie. "  Une, l e c t u r e de Paludes etait  n ' i n d i q u e pas que ce l i v r e u  "une ©euvre de m a l a d e , " pare e q u ' i l e s t s i v o l o n t a t e -  ment r e t r e c i . " (3)  / ' - Mais c ' e s t en e f f e t  1 ' h i s t o i r e de  " L ' a g i t a t e a r a g i t e " . L l i n q u i e t u d e morale, se t r a n s p o s e le plan s o c i a l .  dans  (4) A l a f i n du l i V r e un ami e n t r e et demande  a l'auteur  I n d u s t f i e u x mais i m p u i s s a n t l a question du  desmm en c ement J "—Tiens.'tu t r a v a i l l e s ? . Je repondis:  11  -  J * e'er i s P o l d e r s . . . '  (5)  Le r o l e de l a d e r n i e r e phrase dans l ' o e u v r e g i d i e n n e . . . , L :v-  L a t o u t e d e r n i e r e page du l i v r e c o n t e n t  une  1 Green PersonalZp.eoord, p 72 2 Paludes p 128-33 3 J o u r n a l ' 9 4 , p 50. C f G r a i n , p 322: "Un t e l e t a t d ' e s t r angement. . . .m eut f o r t b i e n conduit^ au s u i c i d e , n ' e t a i t 1 ' eehappement upe j e t r o u v a i s a" l e deer i r e ironiquement dans P a l u d e s . . . . • Un c e r t a i n sense du saqgrenu, q u i deja. s ' e t a i t f a i t : j o u r dans l a seconde p a r t i e de mon Voyage d ' U r i e n ^ , me d i c t a , l e s f p s m i e r a s phrases., et l e l i v r e , comme malgre m o i , se'forme t o u t e n t i e r Sstdufade't c e l l e sec i . 4 I b i d . , ' 3 5 , fi 1224 5 P a l u d e s , p 195 1  1  105  sne" t a b l e ' d e s phrases l e s p l u s remarquables de P a l u d e s . " E l l e en c i t ' e deux et l a i s s e une l i g n e pour que l e l e c t e u r y p u i s s e i r ^ p r i r e s a p r e f e r e n c e . Ce n ' e s t que l a d i f f i c u l t e du choix. ' .  Ealudes  s a f i r i s a i t 1'intBaspeotio-n pt. l a t r o p  const'ante a n a l y s e . L a deuxieme s o t l e r a i l l e contre c e l u i q u i se devoue a son i d e e et se f a i t d l « o r e r par e l l e , d'en v i v r e .  ..' Le promethee mal Enchaine  l.'acte g B a t u i t ,  au l i e u  expose 1 ' i d d e de  (1) et i l semble presque que l a g r a t u i t e  s'ex-  t e n d j usque dans l a d i v i s i o n des c h a p i t r e s , q u i correspond quelque peitt. a l a d i v i s i o n des scenes dans l e t h e a t r e f r a n c a i s . Le l i v r e consiste pour l a p l u m r t en l e s h i s t o i r e s des ents personnages,  differ-  r aeon t e e s par eujc-memes. I I e s t t o u t  plein  de r e p e t i t i o n s , p a r exemp^le ce r e f r a i n des c h a p i t r e s de l a . conference de Promethee: "Prome'th'ee -.but une gorgee d ' e a u . L i a i g l e f i t en p i r o u e t t a n t t r o i s f o i s l e tour de Promethee, p u i s s a l u a . Promethee r e p r i t . " ( 2 ) Ce l i v r e est sans doute l e plus g e n i a l  des oeuvres de G i d e . Considere<r 1 ' l p i l o g u e :  "pour t a c h e r de f a i r e c r o i r e au l e c t e u r que s i ce l i v r e t e l ce n ' e s t p a s l a f a u t e de 1' a u t e u r . "  est  (3)  V e r s l a f i n 'Angele et T i t y r e r e p a r a i w s e n t . AngeLe, e t Prbmeth4e r e g g r d e n t l a procession de Mdelibee l e I. 2 3''  V o i r mon E"thlque H'Andne G i d e , p 46-8 Promethee, p 84, e t c , I b i d . , D 155  106  l o n g du b o u l e v a r d q u i mene de l a Madeleine a . ! • Opera. M o e l i b e e d  i  %  i  "Romamr- ubbem quan d i c u n t Rom am"  et A n g e l e : " — Oh.' que  T  c ' e s t d e l i c i e u x , ce qu » i l d i t . ' — Q u ' e s t - c e que c e l a veut d i r e ? " CD I I y a dans Pro me thee c l a s s i q u e et des anchcomismes de  un melange du theme  affaire Codes—Damocles.  (Le banquier s ' a p p e l l e ;Zeus.) . P r o m e t h e e tue e n f i n son a i g l e , •san* con s c i e n c e , et l e manges "Le r e p a s f u t n ' e s t permis i c i de l e r e d i r e ,  plus gai  qu'il  et 1' aigle.-. f u t ' trouve* a e l i c i e u x . "  (2) Le mythe s ' a p p l i q u e  a l a v i e de G i d e :  "J'etais  pafeeil a Promethee q u i s ' e ' t o n n a i t qu'on put v i v r e sans a i g l e et sans se l a i s s e r d e v o r e r . Au demeurant,  sans l e s a v o i r ,  1  j aim ais- -cet- a i g l e ; mats avec l u i j e commeng.ai de t r a n S i g e r . W (3) Les Caves du V a t i c a n  sont presque un roman.  L e s deux s o t i e s a n t e r i e u r e s . c o n t i e n n e n t ,  comme on v e r r a dans  l a d i s c u s s i o n des Faux-Monnayeures ^ baen des elements l a technique  du roman g i d i e n n e . Les ¥ a v e s :  une technique de c o n t r e p o i n t , manque que l ' e p a i s s e u r  de  c o n t r i b u e n t de p i l l s  e t . . .une h i s to ire-.- Ce l i v r e . ne  des Faux~Monnayeure,s  et l a t h e o r i e  et  l a c r i t i q u e cons.idereds comme un aspect e s s e n t i e l dd. l ' o e u v r e . Car i c i l e s o p i n i o n s de J u l i u s de B a r a g l l Q U l , q u i ressamble p l u s a B a r r e s qu ' a f i d e , ne v a l e n t pas izeaucoup , sauf a I'-egard 1 3  I b i d . , p 140 G r a i n , p 286  2  I b i d . , p 153  107  de 1 ' a c t i o n g r a t u i t e ,  dont l e s Caves f o n t I ' a p o l o g i e .  Mais cet ouvrage est beaucoup plus qu'une •apolbgie*' "The l i t e r a r y c o c k t a i l of our a g e : " ( l )  ainsi  Angel F l o r e s norome-t-elle ce melange c u r i e u x de " d e t e c t i v e s t o r y " , s a t i r e s o c i a l e , comedie f a n t a s t i q u e ,  et  aventures  picaresques. Edouard dans Les Faux-Monnayenirs  condamne  Passavant pour s a complaisance envers l a f o u l e s " s u i v a n t que l e :vent de 1 ' e s p r i t s o u f f l a i t  ou de Ronie ou d ' a i l l e u r s , ses  heros t o u r k t o u r devenaient p r e t r e s ou fralae-anagons...* Dans l e s .Saves  " (2)  Gide s . a t i r i s e e t l e s p r e t r e s et l e s f r a n c -  mapons. Anthime d e v i e n t , c a t h o l i q u e a cause de s a g u e r i s o n de l a s c i a t i q u e . La.Loge e s t c o n t r e l u i ; l ' E g l i s e b i e n t o t I ' o u - . blie. Julius,  d e v o t , d e v i e n t s c e p t l q u e . (Anthime e s t une unique  creation d e G i d e : le  savant e n t r e deux ages, g r o s , l a i d , f i -  dele a l a s c i e n c e . ) .  Les. c i n q p a r t i e ® du l i v r e sont p l e i n e s de v i e  m a i s v i d e s d ' a c t i o n . P l u s dSune v i n g t a i n e de  personn^es  b e l l e m e n t d i f f e r e n c i e s a developper psycholdp^ement. Des c o i n c i d e n c e s au t a n t q u ' o n v e u t , - - par exemple l a premiere r e n c o n t r e de L a f c a d i o e t G e n i v i e v e de B a r o g l i o u l ; et  la  convergence dea c a r a ^ t e r e s en I t a l i e . Gide v e u t t o u j o u r s 1  epatea' l e s b o u r g e o i s , comme dans s a d e s c r i p t i © " n s a n i m e e des moeurs des punai'des, des p u c e s , et  des, putalBS. Mais pour:  w  1  1 : A . F l o r e s : "Andre Gide and h i s f i r s t M o v e l " , BKMN" o c t , "27, p 170 2 F a u x - M o n . , p 244  108  quad  v e u t - i l a u s s i prendre l e s l e c t e n r s dans s a c o n f i d e n c e ^ ,  comme l e s auteurs allemandss ne r e l a t e r que I ' e s s e n t i e l ,  " I c i , malgre t o u t mon. d e s i r de. j e ne puis, pas passer sous s i -  l e n c e l a loupe d'anthime Armand-Duboiss" (1) ^ L a f c a d i o , mon ami, vous donnez dras un f a i t - d l v e r s et ma plume'vous abandonne;" (2)  11  J e ne s.ais t r o p que pehser de C a r o l s V e n i t e o u a . " (3) J  Le  Le c a r a c t e r e  d'Ameclee F l e u r i s s o i r e est p i t o y -  a b l e ; i l s e r a i t r i d i c u l e s i Gide n ' e t a i t r e p o n d i t - i l a l a patronne c'etait:  pas s i doux.i'GBazia"  d'une aiberge i t a l i e n n e : " G r a z i a . '  mer c i , l e s e u l mot i - t a l i e n q u ' i l put d i r e et  qu'il  j u g e a i t p o l l de mettre, au if em i n i n quand i l r e m e r c i a i t une. dame." (4) S a femme c o n v i ent a l u i : "Je n ' a i jamais t r a h i c o n f i a n c e de personne,  la  d i t dolemment A r n i c a , a q u i persnnne  1  encore n await jamais c o n f i e aucun- s e c r e t . "  (5)  L a s i t u a t i o n n i r p n l q u e oh J u l i u s d i s c u t e L a f c a d i o l e s d e t a i l s d^un crime immotive que f e r a . s o n  avec heros  e s t semblable a 1 a . l e c t u r e d ' u n e x t r a i t des Faux-Monnayeurs a Georges. P r e s de l a f i n du l i v r e t o u t se denoue sommairement comme d> h a b i t u d e dhaz G i d e .  Genevieve se l i v r e a L a f -  c a d i o men e quand e l l e a a p p r i s q u ' i l e s t m e u r t r i e o . " I c i commence un nouveau l i v r e . " (6) Lafcadio' ne se changer a' paspour G e n e v i e v e ; c ' e s t l a v i e q u i 1' a t t i r e . 1 -Caves, p 18 3 I b i d . , p 170 5 I b i d . , p 138  2 , I b i d . , p 260 . . 4 I b i d . , p 163 6 I b i d . , p 301  109  9.  RECITS  L ' - I m m o r a l i s t e . 1912  (259pp  T  iQnmV  L a P o r t e E t r o i t e . 1909 (246pp. 19cm) I s a b e l l e , 1911  (155pp, 17.5cm)  L a Symohonie P a s t o r a l e . 1919 (145pp, 17cm)  :  - L ' E c o l e des femmes. 1929. (160pp, 18.5cm) R o b e r t , 1929  (73pp, 18.5cm)  Genevieve, 1936 (62pp, 24.5cm)  : £te l a F o v e l l e  Le r e c i t  g i d i e n est a" peu pres  I'equivalent  allemandei Dans ses^ ouvrages de ce genre Gide 1  merse l e s elements e s t h e t i q u & s mis a 1 epreuve dans' ses res l i v r e s . Gide.  aut-  Le r e c i t est l e p l u s c^lsSsique des. e c r i t s de  L ' e s s e n t i a l est en g e n e r a l deux c a r a c t e r e s  paux et p l u s i e u r s personnages  princi-  s e c o n d a i f e s . Au moyen d'une  c o n f e s s i o n l e he'ros p r e s e n t e s a p h i l o s o p h i c , s a p s y c h o l o g i e , s a fagon de r e g a r d e r l a r e a l i t e . Souvent, conformement a son e s p r i t j u r i d i q u e (ou d o i t - o n d i r e peu j u r i d i q u e ? ) , Gide permet a u r i a u t r e personnage d ' o f f r i r un aberege' au p o i n t de v  vue oppose a c e l u i du h e r b s . Dans l e s r e c i t s l e l e c t e u r petit remarqusE  une d e s c B i p t i o n a l a B a l z a c , quelques  elements  de Marife'aadage, et une p u i s s a n c e p s y c h o l o g i q u e r a c i n i e n n e .  Dans L ' I m m o r a l i s t e  Gide a mis '"toute s a  p a s s i o n , t o u t e s ses l a _ e s et t o u t son d e v o i r , " (1) Ui  "Je n ' a i v o u l u f a i r e en ce l i v r e non p l u s  Mais  acte d ' a c c u s a t i o n  q u ' a p o l o g i e , e t me s u i s garde' de j u g e r . " (2) Le drame a eu l i e u presque "entierement dans 1'ame du h e r o s , q u i cherche " L ' e t r e authentique,  le  'vie'fl. homme'" (3) et q u i t r o u v e . . .un  d e b a c l e . I I n ' y a que t r o i s scenes d ' a c t i o n v i g o u r e u s e dans l e l i v r e : ou l e hdros M i c h e l l u t t e c o n t r e , l e cochef i v r e q u i f a i t peur a s a femme M a r c e l i h e ; ou C h a r l e s , l e f i l s  de son  " v i e u x garde" Socage dans l a ferme normande L a M o r i n i e r e , d r e s s e un c h e v a l ; et ou l u i et  M i c h e l pechent aux a n g u i l l e s .  L ' h i s t o i r e est dans un c a d r e ; M i c h e l l a r a c o n t e a t r o i s amis ( l ' u n d e s q u e l s pose p l u s , t a r d son r e ' c i t ) l a n u i t , sur l a h r r a s s e  de s a maison a " S i d i , b . M , T  en A l g e r i e . 11  'cherche l e u r c o n s e i l et l e u r a i d e , en se d d p o u i l l a n t de l ' h i s t o i r e de son education apres son mariage avec M a r c e l i n e a I ' a g e de v i n g t - q u a t r e ans.  Peut-etre  son comment a i r e du  commencement e x p l i q u e - t - i l 1' essence des a u t r e s r e c i t s : , "Souff e r e z que j e  p a r l e de m o i ; j e v a i s vous r a c o n t e r ma v i e ,  simplement, sans modestie et sans  o r g u e i l , p l u s simplement  que s i j e p a r l a i s a moi-meme . " ( 4 ) Comme on a mentionne' c i ~ d e s s u s c e t  ouvrage  c o n t i e n t des elements du l i v r e de voyages. I I y a a u s s i dans l e deuxieme c h a p i t r e de l a deuxieme p a r t i e un t r a i t e m e n t de l a m a t i e r e de P a l u d e s : des s a l o n n i e r s ,  1'existence  des l i t t e r a t e u r s  direct  et  a p r o p o s de q u o i M i c h e l observe: "On ne peut  a l a f o i s ^ t r e s i n c e r e et l e ^ Nourritures-  par ai.tr e" (1) Menalque des  joue a u s s i un r o l e c o n s i d e r a b l e  dans  L'Immoral-  i s t e . . E t c ' e s t l u i q u i e ' c l a i r e l a v i e de M i c h e l d ' u n autre p o i n t , d e v u e . Menalque est vraiment p l u s d ' u n i m m o r a l i s t e que  ne 1 ' e s t  M i c h e l , mala i l n ' e n l a i s s e r i e n  " I I f a u t . . . l a i s s e r l e s autres  apparaitre:  a v o i r r a i s on, paisque  l e s console de n ' a v o i r pas autre c h o s e . "  cela  (2)  Quelques phrases t y p i q u e s : "Sh.' M i c h e l , t o u t e . j o i e nous a t t e n d t o u j o u r s , couche v i d e , e t r e l a s e u l e , veuf ;."•(3)  mais veut t o u j o u r s t r o u v e r  la  e t q u ' o n a r r i v e k e l l e comme un 1  E t par i n s t a n x s , uh b r u i t nouveauf j o u v e r a i s  l e s yeux; c ' e t a i t  l e vent, l e g e r dans l e s paim.es; i l nme  d e s c e n d a i t pas v e r s nous, n ' a g i t a i t que l e s palmes h a u t e s . . ; " (4.)  Le v i l l a g e e t a i t  endormi; dans l a n u i t q u i p a r a i s s a i t  Immense, on e n t r e v o y a i t vaguement la'"masse informe des ruines^ des c h i e n s h u r l a i e n t . ' "  (5)  " E n t e r ye i n at the s t r a i t - gate? i a t h e g a t e , a n d . b r o a d i s the way t h a t leaefcthto and many there be which go i n t h e r e a t : Because s t r a i £ h i s i t h e " b g a t e , and the way which leadabh unto l i f e , and few t h e r e be i t . " (6)  1, 3 o 1 2 3 4 5 6  Immoraliste Preface, p IX I b i d . , p 83 I b i d . , p 141 I b i d . , p 146 I b i d . , p 172 I b i d . , p 67, I b i d . , p 31 S t . M a t t h e w , 7,  -13,14  . 2 4  Ibid., p VIII I b i d . , p 20  f o r wide destruction, narrow i s that f i n d  * Stroite  Ces deux v e r s i n s p i r a t e u r s de L a -gprte temoignentde l a d i f f e r e n c e a ce q u ' i l  entre l e sujet aliste.  par a i t  et l e t r a i t e m e n t de ce l i v r e et de L'Immor-  M a i s , "ma P o r t e S t r o i t e e t a i t un l i v n e c r i t i q u e 5 "  (1) c ' e s t une s a t i r e sans aueune s a t i r e m a n i f e s t e . Ces deux r e c i t s s o n t tous l e s deux des Etudes p e r v e r s e s de l a f r u s t r a t i o n de 1 ' u n i o n h e t e f o s e x u e l l e ; 1'un dans une atmosphere de c o n s c i e n c e . ( 2 ) p a r f a i t e m e n t classique, p a i s  O o f r  -  ... ^  K  L'intrigue  est  i l n ' y a pas de denouement .Un  ami.de Gide c r i t i q u a l e l i v r e parce q u ' i l y manque l e s qual i t e s attrayantes  dd ses oeuvres a n t e r i e u r e s . Mais " 1 ' impor-  t a n t , l e d i f f i c i l e , "etait p r e c l £ e m e n t de ne pas l e s y mettre ici,  ces q u a ! i t i l s - q u i n ' & a i e n t pas c e l l e s q u i convenaient  a ce roman." (3) Tout de meme i l c r i t i q u e l ' o e u v r e a u s s i : " "SI l e s d i a l o g u e s , l e s l e t t r e s paraissent  et l e j o u r n a l d ' A l i s s a . m' en  e x c e l l e n t s — a u s s i r e ' u s s i s que p o s s i b l e - -  par c o n t r e l e s morceaux de rejointiament ne sont pas exempts de p r e ' c i o s i t e ' . D i r a i t - o n que l e s u j e t a l o r s i l f a l l a . i t prendre  un a u t r e s u j e t .  a c c u e i l l i r de s u j e t q u i ne permette, langue l a p l u s f r a n c h e ,  le voulait:  Je ne veux p l u s  qui n'exige, l a  l a p l u s , aise'e et l a p l u s b e l l e . " ( 4 )  1 J o u r n a l ; '14,* p 428-9 2 C f Andre' Walt eg . 3 I b i d . , "09, p 275 4 I b i d . , *13, p 387. A c e t £ g a r d comparer l e sujet et I ' e s t h ^ t i q u e de l ' E c o l e des Femmes et de ses deux s u i t e s .  V o i c i I'estbfcique de JerSme, l e heros du r e ' c i t :  r  "J ecrivai..,  t r e s simplement mes s o u v e n i r s , e t s ' i l s sont en lanbeaux s  p a r e n d r o i t s , j e - n B a u r a i r e c o u r s , a. aucune i n v e n t i o n pour l e a r apiece* ou l e s j o i n d r e . " (1)  La caracterisation  exterieure  est breve mais complete: — l e pasteur V a u t i e r : « ? . . . • . e i r c o n s p e c t et n a i f a l a f o i s , sans r e s s o i r ces c e n t r e I ' i n t r i g u e et completement desarme' devant l e m a l ; " ( 2 ) P l a h t i e r : "Un affairement etaient  - - l a tante P e l i c i e  continu 1'essoufflait;  ses gesi^s  sans douceur, pa v o i x e ' t a l t Sc.ns'melodie; e l l e nous  b o U s c u l a i t de c a r e s s e s ,  p r i s e , a n ' i m p o r t e q u e l moment du .  j o u r , d ' u n b e s o i n d ' e f f u s i o n o i i son a f f e c t i n n pour nous de^bordait .,"(3)  L a d i s c i p l i n e pur i t aine l e de m i l i e u  protes-  t a n t est une des cboses l e s mieux d^peintes d u : l i v r e . ,  Le p o i n t de v u e d e Jerome, a. t r a v e r s ses mem-  ..oires, dbmine l e ' l i v r e , mais c-'est A l i s s a q u ' e l l e s d e c r i v e n t * 1  S t 1' a t t i t u d e d S l i s s a se montre dans l e premier et l e t r o i sieme c a h i e r s de son j o u r n a l t r a n s c r i t s par Jer^me^^et s e s E l e t t r e s . A l i s s a se re'signe d ' a b o r d  dans-  en faveur de s a  soeur J u l i e t t e . ' Mais JerSme n e s ' i n t e r e s s e  pas a c e l l e - c i .  EnsuTte M I s s a tache^ d ' e f f o r c e r Jerome, quqlque peu i m p i , d'entrerepar  l a Per t e E t r o i t e, par l a q u e l l e on ne peut  marcher deux de f r o n t . I I d o i t c o n c e n t r e r son amour sur D i e u . . E t c ' e s t a u s s i d i f f i c i l e p o u r e l l e que pour l u i .  1 3  Porte B t r o i t e , o 7 I b i d . , : p 47  2 4  I b i d . , p 15  . :' 114  I s a b e l l e est l ' o e u v r e de Gide q u i  correspond  v  aux - S e l i b a t a i r es de Henry de M o n t h e r l a n t . C ' e s t a d e s s e i n , un l i v r e de faux-romantisme. G e r a r d Lacase, F r a n c i s Jammes et "moi" v i s i t e n t l e chateau en m i n e s de l a Quamtfourche. he s o i r Gerafcd  r a c o n t e ses aventures dans c e t t e maison  :  quand i l p r e p a r a i t une these sur l e s sermons de Boasu.et. •'-'es personnages; M , et Mme F l o c h e , M i l e Olympe Ver&re, C a s i m i ^ r , l e baron et Mme de S a i n t - A u r ^ o l , 1'abbs' S a n t a l , f o r t b a l z a & i e n s dans l e u r  sont  e c c e n t r i c i t y . E t l a b e l l e et  me'chante I s a b e l l e exerce une i n f l u e ^ s i e sur G e r a r d comparable a c e l l e de Rebecca sur-' l a deuxieme femme dans l e  l i v r e de  Daphne du M a u r l e r . F o r t amusantes sont l e s d i s c u s s i o n s l o 1  t a n i q u e s de 1' abbe et M i l e Verdur e. C ' est surprenant  que  Gide n ' a . p a s remportd un p r i x pour'*ce l i v r e dans l a p e t i t e tradition  francaise.  L& Symphonie. P a s t o r a l e est encore t y p i q u e ment g i d i e n n e . "C^est l ' h i s t o i r e du developpement i n t e l l e c t u e l e t m o r a l de G e r t r u d e , que j ' a i e n t r e p r i s de t r a c e r I c i , " (1) Julie.  d i t l e pasteur  en j u s t I f i c a t i an de c e t t e Nouvelle.  I I c o n s e i l l e I ' a v e u g l e que " l e mal n ' e s t j a m a i s  dans 1' amour; "(2)  l e l i v r e demontre l a f a u s s l t e ' de ce  remarque. Dans• .Je s deux c a h i e r s du j o u r n a l du pasteur  1 2  Symph. P a s t . I b i d . , p 94  , p 65  qui  forme l ' o e u v r e , l a d e s c r i p t i o n et l a c a r a c t e r i s a t i o n Sfi-feV bonne^: " . . . l e v i s a g e endormi de  l a v i e i l l e , dont l a houche  p l i s s e ' e et.• f e n t r e e s e m b l a i t t i r l e comme par l e s 1  d'une bourse d ay-are,  cordons  i n s t r u i t e a ne r i e n l a i s s e r  (1) (kppro.pos de M i l e L o u i s e de l a i . , ,  echapper;"  qui hebergealt  Ger-  :  t r u d e : ) " . . . . c ' est une ame p r o f ondement r e l i g i e u s e , q u i gamble f  ne/ f a i r e que se p r e t e r a c e t t e t e r r e e t n_ y  svivre  que p  pour aimer; malgre ses cheveux presque t o u t argentes d e j a qu'encadre  un bonnet de g u i p u r e , r i e n de p l u s e n f a n t i n que  son s o u r i r e ; • r i e n de p l u s barmonieux que son g e s t e , de p l u s musicale depelnt  que s a v o i x . " (2) L l a d r e s s e avec l a q u e l l e Gide l e s sentimerits-d'une  aveugle e s t digne de grandes  e l o g e s . G e r t r u d e c r o y a i t par exemple oiseaux e t a i t  "un pur. e f f e t  q u e , l e chant  des  de l a l u m i e r e . " (3)  L ' i r o n i e ' S u r e c i t . est d o u b l e : l e . p a s t e u r , a u s s i f an t a s q a e u e t n a i f que l e v i e a i r e de W a k e f i e l d , ne se rend eompte  de 1'amour de G e r t r u d e que s a femm'e .apereoit  s i c l a i r e m e n t . E t quand l a v i s i o n e s t donn^e a l i a  .,  jeune  1  femme, . e l l e v i t en Jacques ce q u e l l e a v a i t imaginee dans son p e r e . Mais c ' e s t t r o p t a r d . Jacques est maintenant l e s o r d r e s ; G e r t r u d e se s u i c i d e ; l e p a s t e u r a u r a i t  "voulu  p l e u r e r , mais j e s e n t a i s mon coeur p l u s a r i d e que l e (4) 1 3  I b i d . , p 17 I b i d . , p 46  2 4  I b i d . , p 118 I b i d . , P.14S  dans  desert."  ;  Pourqu/oi Gide e c r i v i t - i l c e t o u v r a g e ? " . . . . j e 1  1  ne f a i s a i s , en 1 e c r i v a n t , que in a c q u i t t e r d'une ancienne d e t t e c o n t r a c t e e j a d i s e l v e r s moi-meme." ( 1 ) , Gide a v a i t r e 1  f i e c h i sur chatran de ses l i v r e s d avant 1919 i l y a v i n g t ans. Mais c ' e t a i t  assez d i f f i c i l e  de ramiraer le passes i l  dut % e r r i b l e r a e n t me -contref a i r e , @u du mo i n s r e n t r e r des p l i s e f f a c e s . "  dans  (2)  V o i c i 1'examen de Gide lui-meme des s u j e t s de ses quatre p r e m i e r s r e c i t s ? " L * I m m o r a l i s t e , La P o r t e E t r o i t e et I s a b e l l e . . . . t r o i s l i v r e s a v e r t i s s e u r s . . . l i s denoncent a t o u r l e s dangers de l ' i n d i v i d u a l i s m e o u t r a n c i e r ,  tour  d'une  c e r t a i n e forme de m y s t i c i s m e t r e s preeisement p r o t e s t a n t . . . , du romantisme  dabs  L a Symphonie P a s t o r a l e , de l a l i b r e  i n t e r p r e t a t i o n des e c r i t u r e s . #  (3)  Les t r o i s r ^ c i t s de Gide e ' c r i t s , apres l ' o e u v r e c u l m i n a n t e des Faux-Monnayeurs L';Ec ole' des Femmes c e l u i de son m a r i ,  forment un t r i p t y q u e .  o f f r e l e p o i i t de vue d f e l i n e , Robert et Genevieve  de R o b e r t est une longue l e t t r e ;  c e l u i de s a f i l l e . l e s -deux  Le r e c i t  a u t r e s sont des  j b u r n a u x , Dans c e s t r o i s l i v r e s Gide o b t i e n t l a b a n a l i t e ' t a n t souhaite'9, m a i s , chose etrange,  1 2 3  ce n ' e s t pas une b a n a l i t e '  Ve " B i l l e t a A n g e l e " , NRF t . 1 6 - 2 1 . 1 , p 465 I b i d i , p 466 L e t t r e a u R . P . V i c t o r B o u c e l , NRF t . 3 8 - 2 8 . 2 , p 42  ban ale:.'  *D!abord Gide Sonne  ces r £ c i t s comme e c r i t s par  f a m i l l e elle-meme. Dans l a p r e f a c e  a I ' E c o l e des Femm4s,  Genevieve suggere que M . Gide s ' i n t e r e s s e r a eahiers,  p e u t - e t r e a "ces  c o p i e d a c t y l o g r a p b i e e du J o u r n a l que m ' a l a i s s e ma  mere" (1) mes,  la  En v o i c i l e theme:' "Mais de songer que t a n t de fem-  q u i n ' o n t pas ma bonheur,  se v o l e n t r e f u s e r  l e d r o i t de  N  prendre p a r t a l a v i e , que l e u r r a i s o n d ' e t r e sur t e r r e de met t r e en v a l e u r l e s v e r t u s  et  r  et l e s dons q u e l l e s ont  nn e l l e s , que t o u t c e l a s o i t subofidonne au p l u s ou moins bon bon v o u l o i r d ' u n Monsieasr, c e l a m' i n d l g n e . " (2)  Robert en  prend l e . c o n t r e p i e d . I I s a l t q u ' i l ne peut pas ^ s r i r e comme M. G i d e ; t o u t de meme i l propose un E c o l e des M a r i s : "un s o u c i de i ^ e r i t e , de j u s t i c e , et de remise au p o i n t " . (3) !  L Interessant  c ' e s t que Robert reuseIgne l e , l e c t a s M f sur  evenernents des v i n g t annees e'coule'es e n t r e l e s deux  les  eahiers  de s a femme. Noter que l e s p a r o l e s de 1'abbe (4). r i s o n n e  les  p h r a s e s s e n t e n t i e u s e s du F i l s , aine" dans 1'Enfant P r o d i g u e . Dans Genevieve v^e  , uoixzi ce que l a f i l l e  oa : L a Confidence i n a c h e d e s i r e d i s c u t e r avec 1' aide  des evememeints de^son adolescence ( 1 9 1 3 - 1 6 ) : "Qu' e s t - c e que, de nos j o u r s , une femme est en mesure et en d r o i t pe'rer?" (5)  Pourquoi e l l e e c r i t ? "Avec un but analogue a  c e l u i des f o u v e l l e s I f o u r r i t u B e s : satisfaite 1 2 5  d'es-  " O u i , j e me t i e n d r a i pour-  s i quelque jeune femme q u i me l i r a trouve d a i s ce  E c o l e des Femme_s, p 9 R o b e r t , p 167 G e n e v i e v e , p 722  2 4  I b i d . , p 71 I b i d . , p 225  118  que j ' e c r i s i c i un avertissement  et s i ce l i v r e l a met 1  en garde c o n t r e c e r t a i n e s i l l u s i o n s dont j eus a> s u a f f r i r q u i r i s q u e r e n t de gacher ma v i e . " (1)  et  Mais t o u t de meme,  "Nous taoici b i e n l o i n , M. G i d e , des c o n s i d e r a t i o n s q u i dictent  %os l i v r e s . ¥ o u s  d i s i e z , i l m * en s o u v i e n t : " J ' e^cris  pour © t r e r e l u ; "Quant a m o i , t o u t  1  au c o n t r a i r e , j e'er i s  c e c i pour a i d e r c e l u i ou c e l l e q u i me l i t a passer  outre."  (2) O u i , l a b a n a l i t e ' ; "Tu s o u r i r a i s quand j e d i s a i s que j e ne s a u r a i s pas quoi y metfre, dans ce j o u r n a l . E t en effex v o i c i que j ' e n a i d b j a r e m p l i guatre  pages."(3)  Mais i l y a a u s s i un marivaudage d e l i c i e u x : "Une angoisse du d ^ s i r p a r c e que j e ne p e n s a i s 1  j e ne p e n s a i s pas que I on un e t r e d e l ' a u t r e  pas e t r e du d l s i r parce que  put eprouver du d e s i r sinon pour  s e x e ; et par i n s t a n t s , s u r r l e p u p i t r e  devant nous o\i j e v o y a i s l a main de S a r a p o s s e , ma main s appro ch a i t de l a s i e n n e ,  i n v o l o r i t a i r ement car j ' a v a i s perdu t  t o u t empire sur m o i , p u i s se r e t i r a i t brusquement r e m a r q u a i t mon a v a n c e . . . . "(4) A i r i s i l e d e r n i e r d ' im agin a t i o n de G i d e „  1 3  ;  Ibid., p l£cole des Femmes, p 19  2 4  I b i d . , p 733 G e n e v i e v e , p 753  s i Sara  livre  119 10.  ROMAN  Les Faux-Monnayeurs, 1926  (503 pp, 18.5 cm)  ( J o u r n a l des Faux-Monnayeurs, 1926:  144 pp, 17.5cm)  "Pourquoi j ' a p p e l l e ce l i v r e So tin.?" d i t Gide a propos des CAVes; "Pourquoi r e c i t s l e s t r o i s precedents? .Pour b i e n marquer que ce ne sont p o i n t l a des romans."  (I)  Et l e mot Roman chez Gide importe une s i g n i f i c a t i o n p a r t i . culiere.  Parce que Les Faux-Monnayeurs, l e s e u l l i v r e  i l accorde ce t i t r e  est un genre f o r t  auquel  o r i g i n a l , non s e u l e -  ment un r e ' c i t d ' e'vsnerr:e n t s , mais a u s s i un roman "pur", une the*orie. du roman, de sa trentieme monde  Ce grand ouvrage,  jusqu'a  qui 1 ' a v a i t  et  occupe  sa t r e n t e - s e p t i b m e ann^e, est un  entier. Les Faux-Monnayeurs contienvfe^la c r i t i q u e du Roman  et a u s s i i e u r propre c r i t i q u e .  I I y a auosi l e J o u r n a l des  Faux/Monnayeurs, un carnet " . . . o u je n o t e , tous l e s progress de mon roman".  (2)  i n c h by i n c h ,  Cette n o u v e l l e e s t h e -  t i q u e s ' e x p l i q u e dans ce c a r n e t , dans l e " J o u r n a l d ' E d o u a r d " , et dans l e d i a l o g u e "a S a a s - F e e . 1 ' a n a l y s e , e l i e s se d e r o u l e n t des a u t r e s d i a l o g u e s  1 2  (trait  Quant a 1 ' e x p o s i t i o n et k  en outre par l e moyen de b i e n  de D o s t o i e v s k y , ce d^-sir de  J o u r n a l ' 1 4 , p 457 I b i d . , ' 1 9 , p 67 9  120 p a r l e r incessaniment), et au mo yen de c i n q l e t t r e n , Laura a Edouard, de Lady G r i f f i t h  Passavent,  de  du f r e r e  d'Armand V c e l u i - c i , - - l e s q u e l l e a ne sont qu'une e x p o s i t i o n t o u t e s i m p l e - - j de Bernard a O l i v i e r ,  et d ' O l i v i e r a  B e r n e r d , - - l e s q u e l l e s exercent une i n f l u e n c e sur l e s c e s t i n a t a i r e s .  epouvantable  I I ya a u s s i de 1 ' e x p o s i t i o n  o r d i n a i r e , mais a u s s i peu que p o s s i b l e ; v o i c i l a " D ^ p o u i l l s r l e roman de tous l e s e'veriements q u i tiennent  theorie; n'appar-  pas spe/cif iquement au roman,,... Les evenements  exterieurs,  les accidents,  l e s traumatismes,  appartiennent  au cinema; i l s i e d que l e roman l e s l u i l a i s s e .  Meme l a  d e s c r i p t i o n des personnages ne me p a r a x t p o i n t  appartenir  proprement au g e n r e .  Oui v r a i m e n t ,  que l e roman pur (et en a r t ,  i l ne me p a r a x t  comme par-tout,  l a purete*  importe} a i t k s ' e n o c c u p e r . . . . Le romancier, ne f a i t p o i n t suffisamment lecteur."  seule  c'ordinaire,  1  c r e d i t a 1 i m a g i n a t i o n du  (I) La m a t i e r e de ce roman?  tout  pas  ce que j ' a p p r e n d s ,  tout  "Tout ce que je v o l s ,  ce qu$ m'advient  depuis  q u i l q u e s mois, je y o u d r a i s l e f a i r e e n t r e r dans ce roman, et m'en s e r v i r pour 1 ' e n r i c h i s s e m e n t Gide d o i t mener une v i e v i g o u r e u s e ,  de sa t o u f f e . " car l e s  (2)  trente-cinq  personnages , par example, f o n t 1*amour i n t e l l e c t u a l ,  1 2  Faux"Mon., p 97 J o u r n a l des Faux-Mon., p 33  121 fraternel,  paternal,  CSest a u s s i l a l e n t e I'interecse:  c o n j u g a l , adultfere,  et homosexuel.  " d e c r i s t a l l i s a t i o n " de 1'amour qui  "Quel admirable sujet  de roman: au bout de  quinze ans, de v i n g t ans de v i e c o n j u g a l e ,  la decristal-  l i s a t i o n p r o g r e s s i v e et r e c i p r o q u e des c o n j o i n t s ! " (I) Mais l a q u e r e l l e des v i e u x L a parouse n ' e s t qu'un des a s p e c t s presque  innombrables du l i v r e .  La l \ $ g u i s t i q u e des Faux-Monnayeurs permet encore quel ques. phrases g i d i e n n e s : par l a f e n e t r c  "Le s o l e i l de*ja haut,  ouverte, viont caresser  l e p i e d nu de  V i n c e n t , sur l e l a r g e l i t ou pres de L i l i a n I I (2)  Et i l y a a u s s i une b e l l e p r e c i o s i t y :  repose".  "Scrupuleuse  3 1' ex ces, son &me e ' t a i t h a b i l e )x se persuader 3 t r e • E*douard t r o u v a i t sa pr6seri.ee importune. pas p l u t ^ t m e n t i , q u ' i l r o u g i t . rougeur,  et,  que c ' e t a i t Le s u j e t  ,..  II n'eut  Ebouard s u r p r i t  cette  corame d ' a b o r d i l a v a i t s a i e i l e bras d ' O l i -  v i e r d'une 6 t r e i n t e men t ,  que p e u t -  passionnee,  c r u t , par s c r u p u l e ^.gale-  l a ce q u i l e f a i s a i t r o u g i r . " du roman?  (3)  "Mon roman n ' a pas de  sujet.  Mettons s i vous p r ^ f e r e z q u i t n ' y aura pas un s u j e t .  "Une tranche  de v i e " , d i s a i t l ' i c o l e n a t u r a l i s t e .  grand de'faut dc c e t t e e'cole, c ' e s t de couper sa  1 2 3  Faux-Mon., p 95 I b i d . , p.79 I b i d . , p 100  Lc tranche  122 t o n j o u r s dans l e mime sens; dans l e sens du temps. en longueur.  Pourquoi pas en l a r g e u r ? ou en profondeur?  moi, je BQudrais ne pas couper du t o u t , je v o u d r a i s t o u t y f a i r e e n t r e r , tard,  1  "le  Comprenez-moi:  dans ce roman," ( I )  s u j e t p r o f o n d ' ds mon l i v r e .  representa-  I I y a en e f f e t  romans dans l e monde des Faux-Monnayeurs. et p r e s e n t s  Plus  CSest, ce sera  sans doute l a r i v a l i t r f du monde r e e l et de l a t i o n que nous nous en f a i s o n s . " (20  Pour  L ' u n est  deux realiste,  1  l e s (fvenements t e l s q u e l s ; 1 a u t r e e s t i d ^ a l i s t e ,  et comporte une i n t e r p r e t a t i o n f i g u r a t i v e . merne du t i t r e indique. cet e t a t d o u b l e :  La s i g n i f i c a t i o n  l a bande des garpons  q u i onjs a f f a i r e a l a fausse monnaie; et ceux q u i b a t t e n t une monnaie de l a v i e f a u s s e . 1  Peut-e t r e ce n ' e s t pas' l a un roman pur, mais en de'pit d ' S d o u a r d , q u ' i m p o r t e l a  1 2  I b i d . , p 238 I b i d . , p 261  purete?  Chapitre V  L'ESTHETIQUE COMPARES  124  1.  INFLUENCES SUR GIBE  1  "Celui qui f a i t  1 humanite pour lui-meme,  n ' a r r i ve qu'a. d e v e n i r p a r t i e u l i e r , Done  Gide s o u h a i t e  bizarre,  les influences.  def e c t u e u x . . . "(1)  Mais l a  puissance  d'un l i v r e " v i e n t de c e c i q u ' e l l e n ' a f a i t que  reveler  quelque p a r t i e de moi encore inconnue a. moi-m§me •"L' i n f l u e n c e ne cree r i e n : consequent  z  e l l e e v e i l l e . "^ ^  ..."^)  Et par  Gide eondamne " c e t t e manie mod erne de v o i r  i n f l u e n c e } ^ chaque resserablanee que 1' on decouvre. "( -) Gide a v a i t a c r i t Andre, 7Talter, Les N o u r r i t u r e s 1  L I m m o r a l i s t e avant de d e c o u v r i r N i e t z s c h e . ^ ^) il  reconnait  d'habitude  ces resserablances:  c ' e s t un reproche que 1' on me f a i t , . souvent ;  et Plus tard  "'Livresque', j ' y donne  p r i s e par c e t t e h a b i t u d e que j ' a i de c i t e r toujours a q u i ma pensee s ' a p p a r e n t e .  On c r o i t que j ' a i p r i s  ceux d'eux  c e t t e pensee; c ' e s t f a u x ; c e t t e pensee est venue a. moi 6  d ' elle-meiue. "^ ' (7 ) I I y a d'abord dont B a r r e s est 1 2 5 4 5 6 7  " 1 ' i n f 1 uence par p r o t e s t a t i o n " /  1'exemple chez G i d e .  Deux f o i s dans  "De 1 ' I n f l u e n c e en l i t te" rat a r e " , Pre t ext e s, p 21. I b i d . , p 14. I b i d . , , p 32* J o u r n a l des Paux-Mon., p 128. J o u r n a l ' 2 2 , p 739; et ' 2 7 , p 859. I b i d . ' 2 5 , p 752. I b i d . , " P e u i l l e t s " , p 902.  ses  1  125  l i v r e s d ' i m a g i n a t i o n i l y a une a l l u s i o n d e r i s o i r e (en r a i son de son contexte) a cet homme de l e t t r e s . ^  Quant  a 1 ' e s t h e t i q u e t o u t e s i m p l e B a r r e s p l a i t assez a Gide, ma-is i l depasse l e royaume de 1 ' a r t i s t e . Deracines:  A propos des  " P o u r q u o i , ce d e s s i n s i t o n , a v o i r c r u d e v o i r  l e b o u r s o u f f l e r i n a r t is t iq uement d'une these e l e c t o r a t e , interessante  c e r t e s en e lie-meme (sans s o u c i meme qu' e l l e  s o i t j u s t e au nom), mais dont presque t o u t e s l e s pages s'empesent  et q u i en e p a i s s i t l e s moindres mouvements?"'' ^)  De p l u s  dans- l e s r e c i t s de B a r r e s . . . un grand  nombre de sophismes,  Sur ving't l e c t e u r s capables  d'apprecier  l e s q u a l i t e s r e e l l e s de 1 ' e c r i v a i n , i l y en a cent ou mi l i e capables de prendre ces sophismes pour des v e r i t e s ;  et  c ' e s t a ces.sophismes memes . . . que B a r r e s d o i t l e p l u s  ( 3) g r o s de sa g l o i r e au. j o u r d ' h u i . "  l  '  Des c l a s s i q u e s f r a n c a i s Racine est preference.  ~'  sa  Des "romanti ques domptes", F l a u b e r t a  quelqu.es e g a r d s ; s u r t o u t B a u d e l a i r e , q u i a v a i t rem.pl ace l a p e r f e c t i o n c a r a c t e r i s t i q u e de l a langue franc a i s e par "une p e r f e c t i o n p l u s cachee, m u s i c a l s de j a, mais comme a son i n s u  ^  Comme Gide dans Les Faux-Konnayeurs:  1 P a l u d e s , p 161-2; ffaux-Mon., p 4 0 . 2 "A Propos des D e r a c i n e s " , P r e t e x t e s , p 5 3 . 3 T i e . " B i l l e t a A n g e l e " , NRF t . 1 6 - 2 1 . 1 , p 708. 4 V . pp 10-11 de c e t t e e t u d e . 5 " B a u d e l a i r e et M . F a g u e t " , Nouveaux P r e t e x t e s (Morceaux c h o i s i s ) , p 122.  126 " L a p l u s grande nouveaute de s o n a r t , precisement  n ' a - t - e l l e pas ete  f  d i m m o b i l i s e r ses poemes, de l e s developper x  en p r o f o n d e u r . ' " ( )  s t encore comme G i d e , " R i e n de p l u s  et-ranger a, E a u d e l a i r e , a 1' a r t de B a u d e l a i r e , que 1 ' a m p l i f i c a t i o n i n u t i l e du g e s t e et que l e gonflement du 2  v o i x . "( ) B a u d e l a i r e et S t e n d l i a l e t a i e n t  l e s deux s e u l s  de l a p e r i o d e romant Ique q u i possedaient  "cet  sens c r i t i q u e ' . ' ^ )  long temps avec  "Je n'aime pas r e s t e r  immanent  B e y l e ; mais j e n ' a i m e pas r e s t e r longtemps sans l u i . "^ ^ Dans Armance Gide est heureux de n o t e r que Stendhal a v a i t c h o i s i pour theme de son premier roman un sujet interest g e n e r a l . ^ ^ ^ yraiment magi que:  sans  St " L a Chart reuse de Parme a e e c i de  a. ehaque f o i s q u ' o n y r e v i e n t , 6  t ouj ours un nouveau l i v r e q u ' o n l i t . "( ) Stendhal r e s t e r a toujours  c'est  En somme ,  jeune parce q u ' i l "ne veut  proprement  r i e n a f f i r m e r ; l e l i v r e e n t i e r est e c r i t pour f7) le pjaisir.." ' En d e p i t de s a p l a i n t e oontre W i l d e : "Avec l u i  1 2 3 4 5 6 7  I b i d . , p 124. I b i d . , p 153. I b i d . , p 132. "Quelques Jugement s", Mor ceaux c h o i s i s , p 139 . "Preface a Armance", NRF t . 1 7 - 2 1 - 2 , p 159. "Les d i xTOmans f r a n c a i s que . . . ", Mor o e aux cho i s I s , p 142. I b i d . , p -142.  127 j ' a v a l s d e s a p p r i s de penser", ^ G i d e  a v a i t trouve en  l u i une souroe de s a v o i r e t h i q u e et e s t h e t i q u e . n'est  pas un grand e c r i v a i n " "> ^) t  "Wilde  mais tout, de meme son  oeuvre, et en p a r t i c u l l e r son t h e a t r e — "dont l e p l u s grand i n t e r e t g i t entre l e s lignes "( ^) etude s o i g n e u s e .  Wilde ne v o u l a i t pas de premiere  . (4) personne en a r t ,  m e r i t e n t une  1  '  \ a quoi Gide ne f a i s a i t pas d ' a t t e n t i o n ;  t r o i s a u t r e s i d e e s l ' a t t i r ent p o u r t a n t : mondes:  " I I j a deux  T  c e l u i q u i est sans qu on en p a r l e ; on 1 ' a p p e l l e  l e monde r e e l ,  parce q u ' i l n ' e s t n u l b e s o i n d'en p a r l e r  pour l e v o i r .  Et 1 ' a u t r e ,  1  c est l e monde de l ' a r t ;  c e l u i dont i l f a u t p a r l e r , parce q u ' i l n ' e x i s t e r a i t sans c e l a , " ^ ^ ce q u i f a i t  "Saves-vous ce qui f a i t  pas  l'oeuvre d'art  et  l ' o e u v r e de l a nature"? . . . Savez-vous ce q u i  l e s distingue? - L'oeuvre d'art  est. t o u j o u r s u n i q u e ,  " I I y a . . . deux especes d ' a r t i s t e s : des reponses, et l e s a u t r e s , des oeuvres q u i a t t e n d e n t ,  )  l e s uns apportent  et q u ' o n ne comprend pas pendant  7  Journal '92, p " I n Memoriam", Journal ' IS, p " I n Memoriam", I b i d . j p 272. I b i d . , p 273. I b i d . , p 280.  6  des q u e s t i o n s . . . . I I y a  longtemps."( ) 1 2 3 4 5 6 7  o'est  28. P r e t e x t e s , p 266. 589. P r e t e x t e s , p 299.  120 Le l i v r e de D o s t o i e v s k y e x p l i q u e de l ' a u t e u r r u s s e sur l u i , et on en v o i t  1'influence  1'application  dans Les. Oaves et dans Les Faux-Monnayeurs.  I l avait  a p p r i s quelque chose a u s s i de Gogol, Tourgueniev, Pouchkine, T o l s t o i , S o l o g o u t , G h t c h e d r i n e , Tchekhov, G o r k i , et quelque chose e s t :  cette  " l e s p l u s surprenantes r e v e l a t i o n s  sur 1'homme en g e n e r a l ,  et sur moi-meme, prospectant  r e g i o n s de l ' & n e que l e s a u t r e s l i t t e r a t u r . e s  des  avaient  l a i s s e e s i n e x p l o r e e s . "^ Goethe est  "ce g e n i e a u q u e l , sans doute,  je d o i s  1  p l u s qu'a. aucun a u t r e , p e u t - e t r e mehne qu a tous l e s a u t r e s I 2)  reunis".  "Je comprenai s,  en l e l i s a n t , que 1'homme  peut se desengager de ses langes sans prendre f r o i d , r e j e t e r l a c r e d u l i t e de son enfance sans en e t r e a p p a u v r i , et que l e s c e p t i s i s m e ( j ' e n t ends: recherche)  pouvait et  " O u i , c ' e s t s u r tout confian ce.  ^)  trop  1 ' e s p r i t de  devait d e v e n i r c r e a t e u r . "  1  '  c e l a que Goethe m ' a p p o r t a i t :  la  Gide rapproche Goethe et R a c i n e :  deux sont de v r a i s auteurs  peut  tous l e s  classiques.  Dans l e domaine de l a p h i l o s o p h i c , I I regarde Berg son comme se l a l s s a n t 1 2 3 4  entraine  Re t o u r de l ' U R S S , p 1 0 7 / "Goethe", NRF t , 3 8 - 3 2 . 1 , p 368. I b i d . , p 369. I b i d . , p 373.  par 1'epoque;  "... j'ai  •  120  long temps ete b e r g s o n i e n sans l e s a v o i r .  . . . Je me me f i e  beaucoup d ' u n systeme q u i v i e n t k p o i n t pour re pond re aux gouts d'une epoque et d o i t une p a r t i e de son sue ces a. oe (1) q u ' i l o f f r e de  flatteur."  Quant a. l a l i t t e r a t a r e a c t u e l l e ,  en d e p i t de .  son a c c u e i l aux c e n a c l e s sjnnbolisfces, Gide r e s t e au l a r g e : "Je n ' a i pas g r a n d c o n t a c t avec 1'epoque et l e s jeux de (2) mes contemporains n e m ' o n t jamais beaucoup d i v e r t i " . 1  2.  ;  INFLUENCES PAR GIDE  Bien des c r i t i q u e s mejugent son e t h i q u e p r i v e e , m a i s :  Gide, a cause de  " C ' e s t du p o i n t de vue de  l'art  q u ' i l s i e d de j u g e r oe que j ' e e r i s , p o i n t de vue ou ne se place jamais,  ou presque j a m a i s , l e c r i t i q u e  et  c e l u i q u i , par m i r a c l e , s ' y p l a c e , eprouve l e p l u s grand mal a f a i r e admettre par ses l e e t e u r s .  3  semblent  Et l e s o p i n i o n s e s t h e t i q u e s des  etre malavisees:  -  C ' e s t du  r e s t e l e s e u l p o i n t de vue q u i ne so i t e x c l u s i f des a u t r e s . )  que  d'aucun critiques  S a u l . . . r i e n que de l a  d e c l a m a t i o n ; Les N o u r r i t u r e s . . . r i e n que des p h r a s e s . "Ne pouvez-vous done r e c o n n a i t r e  1 2 3  Congo, p 4 4 . . No uv. No u r . , ,p 2 1 . J o u r n a l ' 1 8 , p 6 58.  un s a n g l o t  que s ' i l a  130 1  meme son que l e v o t r e ? . " ^ )  Gide a du; r e s t e r  longteiaps  sans aucune r e c o n n a i s s a n c e du t o u t . Son i n f l u e n c e a t r a v e r s La N o u v e l l e revue fraacaise etait-de litterature; etait,  l a p l u s haute v a l e u r pour l a jeune  son i n f l u e n c e a t r a v e r s ses propres l i v r e s  s e l o n ses juges,  corrompante.  "Pourtant  c'est  pour a v e r t i r que j ' e e r i s , pour e x a l t er ou pour i n s t r u i r e , et j ' a p p e l l e un l i v r e manque c e l u i qui l a i s s e intact, le lecteur",  dit-il  Walter, et,  en 1935: 3  d'inquieter"J ) grand r e s p e c t  dans sa preface a l a re e d i t i o n d'Andre " B e l l e f o n c t i o n a. assumer;  Tout de meme:  celle  " J ' a i tou j o u r s eu t r o p  de l a personnalite* d ' a u t r u i pour a v o i r  cherche a i n c l i n e r q u i que ce so i t dans mon sens. "(4) Le premier ahord est decevant: vous d e c o n c e r t e ,  r e l i s e z - l e ; sous l e v e n i n apparent,  s o i n de cacher 1 ' a n t i d o t e ; tant q u ' i l  n'avertit."(5)  e c r i v a i n s f r a n c a i s et s u r t o u t  influence" p l u s i e u r s Jacque s R i v i e r e et  jeunes Julian  Pour eux i l est une s o r t e de d i r e e t e u r de  conscience.  1 2 3 4 5  j'eus  c b a c u n d ' e u x ne t r o u b l e p o i n t  Gide a profondement  Green.  " S i quelque l i v r e de moi  Mais i l ne donne jamais de e o n s e i l s .  I b i d . ' 2 2 , p 7 37 . Andre W a l t e r , P r e f a c e , p 9 . J o u r n a l 5 5 7 P 1224. "Jacques R i v i e r e " , NRF t . 2 4 - 2 5 . 1 , p 498. J o u r n a l ' 2 8 , p 880. r  La  131  technique de son oeuvre est  ce q u i importe pour a u t r u i  ( quoique Jacques dans Les T h i b a u l t s ' a f f r a n c h i s s e  avec  l'aide-des Nourritures).  "Defense  Son u t i i i t e g i t dans sa  et i l l u s t r a t i o n de l a langue  francaise".  P o i n t Counter P o i n t d ' A l d o u s Huxlej'" se forme d ' a p r e s l e modele des Paux-Monnayeurs.  Le J o u r n a l de  T  M i c h a e l correspond a c e l u i d Edouard; l e s developpes en l a r g e u r , roman.  alternant  C'est interessant  evenements,  avec une t h e o r i e du  de n o t e r que ce l i v r e ne p l a i t  pas du- tout a. Gride. ^  "De l a musique encore et t o u j o u r s  ..."  On  p o u r r a i t f a i r e une comparaison e n t r e Gide et Mann, ou .entre Gide et P i r a n d e l l o , mais p e u t - e t r e s e r a - t - i l de p l u s 1  d interet  et de p l u s de v a l e u r de t e n t e r une a n a l o g i e  e n t r e Gide et S t r a v i n s k y .  La musique, comme un a u t r e a r t  q u i evoque de d i v e r s - s e n t i m e n t s ,  peut f o u r n i r un notiveau  mo yen d ' a p p r e c i e r un a u t e u r . Une comparaison comme c e l l e - c i est sur tout a l ' e g a r d de G i d e .  utile  I I est d i o n y s i e n , a u r a i t pu f a i r e de  l u i un p i a n i s t e avant  r  d etre litterateur,  et,  comme on a  note c i - d e s s u s , f a i t c o n t i n u e l i e m e n t a l l u s i o n a. l a musique. A cet e g a r d . - o n I ' a rapporte a Bach et a Chopin.  1  Ibid.,  ' 3 1 , • p 1037.  Stravinsky  132  pour tant u n i t l e s elements d i s p a r a t e s de ces deux et de p l u s est un cont emporain de G i d e , et a i n s i dispose aux memes i n f l u e n c e s . I I y a quelques ressemblanees peu profondes interessantes  et b i e n i n u t i l e s entre l e u r s  carrieres.  Gide n ' a l l a pas a l ' T J n i v e r s i t e , S t r a v i n s k y non p l u s au Conservatoire.  Mailarme joue a peu.pres l e meme r o l e  dans l a v i e de Gide que Rimsky dans c e l l e de S t r a v i n s k y . Gide s ' i n t e r e s s a i t il  d e v i n t pendant  a. et e t a i t  i n f l u e n c e par D o s t o i e v s k y ;  quelques; temps communiste, mais ne  p o u v a i t pas d e g u i s e r ses q u a l i t e s f r a n c h i s e s f o n c i e r e s . S t r a v i n s k y s' i n t e r e s s a i t  a. et e t a i t i n f l u e n c e par Debussy  et l e s i m p r e s s i o n i s t e s ; i l d e v i n t c i t o y e n de F r a n c e , mais ne p o u v a i t pas r e j e t e r  son h e r i t a g e  russe.  Ges phrases d ' u n c r i t i q u e de S t r a v i n s k y , ne p e u v e n t - e l l e s pas s ' a p p l i q u e r a 1' e s t h e t i q u e g i d i e n n e ? " U n l i k e much 'modern' m u s i c , t h i s work i s p l e a s i n g to the average e a r .  One need o n l y come to i t pure i n heart and  mind to understand i t .  I t i s because c h i l d r e n are t h a t  way t h a t they enjoy the music of S t r a v i n s k y so much. i t i s a c h i l d i s h r a t h e r than c h i l d - l i k e aspect t h a t i n the minds o f c e r t a i n of S t r a v i n s k y ' s c r i t i c s . i s the resentment  But exists  Theirs  of a c h i l d who has f i n i s h e d a meal of  f a b u l o u s g o o d i e s and i s o f f e r e d a g l a s s o f w a t e r f o r dessert.  To them, the development of S t r a v i n s k y i s not  133 "logical".  The composer of "Le S a c r e " ought to be  producing works of monstrous p r o p o r t i o n s .  One must c o n -  t i n u a l l y a p o l o g i z e t o them f o r each new masterpiece i n •the -wrong s t y l e . "(1) Gide et S t r a v i n s k y sont tous l e s deux P r o t e e s . I I s e r a i t ma l a v i s e de j u x t a p o s e r des oeuvres s p e c i f i q u e s des deux, mais l e s genres p r i n c i p a u x sont l e s ra§mes.  On  p o u r r a i t c o n s i d e r e r ensemble Les Caves du V a t i c a n et Betrouchka.  L ' i n f l u e n c e de 1 ' " a c c o r d Petrouehka" sur  l a musique mod erne est comparable a. c e l l e de L a f c a d i o sur la litterature.  •  •  "  '  Tous l e s deux sont des c l a s s i q u e s , mais des c l a s s i q u e s modemes.  L ' o e u v r e p o s t e r i e u r e de S t r a v i n s k y ,  comme c e l l e de G id e, tend a des themes e t a . une instrumentation l i m i t e s .  La Symphonie des Psaumes temoigne  d'une e l i m i n a t i o n i n t e n t i o n n e l l e de q u a l i t e dans l ' h a r m o n i e .  expressive  Les phrases de Gide et de S t r a v i n s k y  ont l e s memes r u p t u r e s de rythme.  Et ce n ' e s t  sans  s i g n i f i c a t i o n q u ' i l s ont c o l l a b o r e sur une oeuvre: Persephone, melodrame, p o e s i e s de Gide, musique de Stravinsky.  I  B a b i t z , S o l : " S t r a v i n s k y ' s Symphony i n C , I 9 4 0 " , The M u s i c a l Q u a r t e r l y , Jan. 1941  Append!ce  G-I DIANA  Catalogue des l i v r e s et des a r t i c l e s p a r et sur Andre" G-Ide dans l a b i b l i o t h e q u e de 1 ' U n i v e r s i t y of B r i t i s h Columbia ®  135  1,  ABRE1/1ATI01\B:. ; a) S et M s i g n i f i e n t p a r t o u t Gide et Andre Gide .. b). Revues (18) Abreviation .. T i t r e Ghlffre'de catalog' BKMN • The Bookman AP4 B713 CONT R The Contemporary ReviewAP4 07. GURR H Current. H i s t o r y " D501 N5 EUR' N L'Europe nouvelle AP20 E-88 L AGE Tbe L i v i n g Age AP2 •L65 L MERC The London M e r c u r y . PR1265 S8 MERC F ' Mercure de Prance AP20 M5 NATION The N a t i o n AP2 . N-2 " N REP The New R e p u b l i c , AP2 N624 ' NRF N6ha. N o u v e l l e revue f r a n p a i s e AP 20 R BLEU1 Revue Bleue ( P o l i t . e t l i t t , ) AP 20 R64 RDM Revue des Deux Mondes AP20 R3 R L I T T C Revue de l i t t 6 r a t u r e comparee PN851 R4 , R: PARIS L a Revue de P a r i s AP20 R-27 ROM R The Romanic Review PB1 R6 SAT. E l The S a t u r d a y Review of Literature AP2 S2 TIME Time, the Weekly News ' Magazine AP2 T37 . T L I T S The Times L i t e r a r y Supplement AP4 ,f45 1  1  2.  CHIFFRES DE CATALOGUE: a) Pour l e s r e v u e s — v o i r au-dessus b) Pour l e s l i v r e s — i n d i q u e e s seulement quand l e l i v r e ne s e t r o u v e pas sur l e rayon consacrd a Gide (PQ2613 I S )  3.  DATES: Chaque date:: ne s ' i n d i q u e que par "les deux a) c h i f f r e s d e r x t i e r e s . Done: 91,,#1891; 00» 1900; 24 1924 Chaque date e n t r e c r o c h e t s s i g n i f l e l a date b) l a premiere p u b l i c a t i o n . Sources de ces renseignements: I V G i d e : Morceaux : e l i o i s i s (avant 20) 2 Gabory: AG- (avant 24] 3 $ P i e r r e - Q u i n t : AG (avant 31) 4 ; Les revues (apre"s 31) Who * s m o (apres 31) O 9  a 9 8  de  a  4,  Le t i t r e d'une revue e n t r e c r o c h e t s s i g n i f i e l a source d'une r e p r o d u c t i o n , .  136  Les ' t r a d u c t i o n s • e h a n g l a i s des M e r i t s p a r ou sur G ne. s ' i n d i q u e n t que s i I ' o u v r a g e o r i g i n a l n ' e s t pas •dlsponible, :  Les revues allemandes a l a b i b l i o t h e q u e ne r i e n sur G .  contiennent  L e s ouvrages s u i v a n t s c o n s u l t e s sont i n d i s p o n \ i b l e s a l a , bibliotheqjue: Moroeauz: • c h o i s i s : de l a b i b l i o t h e q u e du Br>_AxJE,.B* ' - C l a r k . Les. I l o u v e l l e s N o u r r i t u r e s ; de l a b i b l i o t h e q u e du  ''v.Dr,.^-D>o>J.Xvas.s  J u l i a n - G r e e n : P e r s o n a l Record 1928-1959: de l a "Vghcouver P u b l i c L i b r a r y  137  OUTRAGES. DE GID1  l  e  GRA1©S OWRAGES OPJLGimUX . c a t a l o g u e s : chronologiq.uena.eht rehselgnements: t i t r e , ' E d i t i o n , date de l a p r e m i e r e ' p u b l i c a t i o n ; ; e t ~ l r v r . e s . : v i l l e , e'dit.eur, d a t e . d e l a p u b l i c a t i o n de c e t t e e d i t i o n ; - - o u v rages p u b l i e s dans une r e v u e : t i t r e de l a r e v u e , l i v r a i s o n , pages n o t e : ' ' G a l l i m a r d " e s t synonyme de " E d i t i o n s d e ' l a - MRE" e  0  Andrei W a l t e r ( C a h i e r s et Poesies). E d i t i o n d e f i n i t i v e . ' a u g niente'e d'une p r 6 f a c e (Sme) ' (91-2) P a r i s : Les Oeuvres r e p r e s e n t a t i v e s , 3 0 Le T r a i t e du l f e r c i ; s s | " ; ;..;.._;; dans: Retpur d e l ' E n f a n t  (91) Prodigue  (q.v.}  L a T e n t a t i v e amoureuse/ dans: Retour -de 1 'Enfant P r o d i g u e  (q Ve)  Le-Voyage d ' U r l e n 15© ^ . d i t i o h P a r i s : G a l l i m a r d , 29 Paludes  (2 p a r t i e s en 92)  (93) (93)  f  18e e d i t i o n P a r i s : G a l l i m a r d , 26  Les N o u r r i t u r e s t e r r e s t r e s 97e " ~ ' . . P a r i s : : G a l l i m a r d , 37 Philocteteo  s  (95) Edition  (97)  . dans: R e t o u r de 1 ' E n f a n t P r o d i g u e  (q v„)  (99)  dans: Retour d e l ' E n f a n t  (q*v„)  e  E l Hadj  (99) Prodigue  Le Prome'thee. mal enchalne n o u v e l l e e d i t i o n (2e) " Paris: Gallimard,30 T  L Immoraliste 72e «V^^n P a r i s : Mercure de P r a n c e ,  (99) (02)  33  S a u l (drame en c i n q a c t e s ) lOe E d i t i o n ( e c r i t P a r i s : G a l l i m a r d , 29  96)  (03)  138 Pretextes  Amyntas  :  ( R e f l e x i o n s sur quelques p o i n t s " d e l i t t e r a t u r e " ot de morale) 2 0 e E d i t i o n ( p a r t i e s 9 7 - 0 3 ) (03) P a r i s : Mercure de P r a n c e , 29 en p a r t i e . dans: Morceaux c h o i s i s (q".v-.:)': ""MOpsus";(99}; "Le Renoncement au  (06)  .,'.yoy&ge>\.{eXbza±ts) dans: J o u r n a l (1889-1939 ( q . v U ' " P e u l l l e s de route 1895-1896" (99) PP58-87. Le Ret our de l^^^t'l^d&i^e pre'cepLe', de cine a u t r e s T r a j t'6; du . Nar c i g s e. 11 Had,i, P h i l o c t a t e , P a r i s : G a l l i m a r d , 32 Bethsabe'  26e E d i t i o n (07) traitds:. La/i~ Tent a t ' i Ve amour eus e Betbsabg  ..'^.". , ( p a r t i e s 03) dans: Retour d e l ' E n f a n t P r o d i g u e ( q » v . )  La P o r t e ' I t r o l t e • " 21e --edition' ~~ P a r i s : Mercure de P r a n c e , 07 (???)  (08-09) (09)  Nouveaux P r e t e x t e s  ( R d f l e x i o n s s u r q u e l q u e s p o i n t s de l i t t e r a t u r e pt- de morale) en p a r t i e dans: Morceaux c h o i s i s ( q . v . )  Isabelle  7e E d i t i o n ' P a r i s : G-allimard, 21  (11)  L e s Oaves, du V a t i c a n 58e e d i t i o n P a r i s : G a l l i m a r d , 22 L a gymphonie P a s t o r a l e 56e.edition . P a r i s : G a l l i m a r d , 22  (11)  (14) •'  (19)  S i l e G r a i n ne meurt "« . « • 55e e d i t i o n ~ ~~ P a r i s r G a l l i m a r d , 31 H0TE: l ' ' a r t i c l e Jeunesse (NRP t . 5 7 - 5 1 . 2 pp 369-83) c o n s t i t u e un c h a p i t r e supplementaire du G r a i n  (20)  6  Morceaux c h o i s i s Paris:  16e e ' d i t i o n (21) Gallimard,28 indisponible k l a bibliothbque. double beaucoup d ' e x t r a i t s d ' a u t r e s ouvrages. c o n t i e n t en o u t r e : Amyntas et Wouveaux P r e t e x t e s en p a r t i e , et quatorze a r t i c l e s indd'i't's  Numquid' et t u , . . ? _ ( e c r i t 16-19) dans: J o u r n a l 1889-1959 (g»v«).  (22)  Dostoievsky 83e e d i t i o n (23) :.'.' ^ a r i s : L i b r a i r l e P l o n , 34 dont:"Dostoievsky d'apres'sa.correspondence".-date de 08, et " S i s conferences au V i e u x - C o l o m b i e r " de 2 2 . L e s Faux-Monnayeurs 88e e d i t i o n P a r i s : G a l l i m a r d , 34  (2 p a r t i e s  en .25)  (26)  :  Le J o u r n a l des Faux-Monnayeurs P a r i s : ; G a l l r m a r § , 34  20e.edition  Voyage au Congo (Garnets de r o u t e ) 4 l e " e ' d i t i o n • - ' P a r i s : G a l l i m a r d , 34 (DT 546. G48 1934) Le Retour du Tchad premiere pubIIcation'..'. f r a g m e n t s " i n t i t u l e * s s W l e Logone: NRF t„29-27.2 pp 723-46 t . 3 0 - 2 8 . 1 pp 28-54, 177-204  (26) (27) (27-8)  L ' A f f a i r e Redureau ( s u i v i de F a i t s - D i v e r s ) ~ " .premiere: p u b l i c a t i o n ' .', . (26-8) NRF t . 2 7 - 2 6 «2 pp 610-14 28- 27*1 238*-41, 595-8, 532-6, 808 29- 2 7 2 120-4, 262-7, 410-12, 666-70 30- 28,1 278-80, 566-9, 839-49 3 1 - 28.2 109-24 e  1  L E c o l e des Femmes n o u y e 3 i a . e d i t i o n augmented du supplement R o b e r t : 30e e d i t i o n P a r i s : G a l l i m a r d , 34  (29)  Robert  {13) dans: L ' E c o l e des Femmes  (q.v ) e  Montaigne (an essay i n two p a r t s ) (traduit) • (29) New Y o r k : Horace L i v e r i g h t , 29 (PQ, 1645 G52) Oedipe Persephone  premiere - p u b l i c a t i o n ' ' -NRF t . . 3 6 - 3 1 , 1 pp 180-94:,: 355f86 premiere p u b l i c a t i o n • NRF t-.42.-34*1 pp 745-61  L e s N o u v e l l e s -NourrituresS9e e d i t i o n ~~~ P a r i s : G a l l i m a r d , 35 indisponlble a l a bibliotheque  (31) (34) .- (55)  Genevieve .  premiere p u b l i c a t i o n R PARIS  (36)  15 j u i n 36 pp 721-56 1 j u i l l e t 36 pp 13-38  Retour de l ' U R S S 245e e d i t i o n • •:. P a r i s : " G a l l i m a r d , 37 (DK 267 G5)  (36)  Retouches a\mOh Retour de l ' U R S S 19e e d i t i o n " ~ P a r i s : G a l l i m a r d , 57 (DK 267 G53)  (37)  Journal  (29-39) 1889-1959 P a r i s : B i b l i o t h e q u e • de l a P l e x a d e (HHF)., m a i , 59 c o n t i e n t : J o u r n a l 1889-1959 . "Peuillets" " F e u i l l e s . . ;&e r o u t e (1895-1896)" (d'Amyntas) " L i t t e r a t u r e et morale" "Morale c h r e t i e n n e " '. .... . " L a Mort de C h a r l e s - l o u i s P h i l i p p e " "Voyage en Andorre" . ' " L a Marche.,turque". ^ Bumquid et t u « , . » ? tf  DUPLICATIONS DES CI-DESSUS c a t a l o g u e e s : chronologiquement • renseignements: t i t r e ; revue," l i v r a i s o n , ' pages, note': t out es ces d u p l i c a t i o n s sont "premieres e d i t i o n s S i l e G r a i n ne m e t i r t , ' « . 4e-7e fragments NRF t , 1 5 - 2 0 , 2 16-21,1 22-24,1  pp 744-64, 811-38 39^-66 . 24-45  Dostoievsky ' " " a l l o c a t i o n l u e au T i e u x - C o l o m b l e r pour l a ce'idB.ration du c e n t d n a i r e de D o s t o i e v s k y " NRF t « 1 8 - 2 2 . 1 pp 129-33 Les Eaux-Monnayeurs premiere' et seconde p a r t i e s mS t « 2 4 - 2 5 . 1 pp 261-308, 894-915, 995-1037 25-25,2'. 74-110, 172-222 J o u r n a l des Faux-Monnayeurs p r e m i e r et de.uxieme e a h i e r s NRF; t « 2 7 - 2 6 . 2 pp 129-47, 293-317 "Voyage - au Conf-;o complet; d i s p o s i t i o n o r l g i n e l l e NRF t . 2 7 ^ 2 6 , 2 pp 562-80 660-96 28-27.1 5-42, 180-220, 320-61,.477-514 s  I ' i S c o l e des Femmes complete. R PARIS 15 mars 29 • 1 a v r i l 29 Journal  pp 241-68 543-74  "Pages de J o u r n a l " NRF • tome dates 58-32.1 29-30 39-32.2 31;32 4445464849-  35yl 35.2 36«l 57-1 S7-.2  32;35;S4 54; 3 4 - 5 , 3 5 35 56 37  pages 985-1004 3 2 - 4 2 , 161-72, 362-71; 481-506 657-70, 497-518, 861-73 38-49; 181-94;. 801-11 • 5-16, 350-8 538-49 881-94  " F e u i l l e t s - r e t r o u v e s (1920-21) NRF t . 4 5 - 3 5 . 2 pp 715-30 ( J o u r n a l p.715 s e q ) a  "Pages retrouveesB -— NRF 5.0-58«1 pp 705-26 ( J o u r n a l p 1 2 7 7 sea..) a  GRANDS OUTRAGES INDISPONIBLES c a t a l o g u e s ; chronologiguement renseignements: t i t r e , date de premiere p u b l i c a t i o n . Le R o i Candaule (Drame en t r o i s a c t e s ) Oorydon (QuatreV d i a l o g u e s s o c r a t i q u e s ) S o u v e n i r s de l a 'dour d ' A s s i s e s  (01) ( e l a r g i 20)  (11) (14)  Incidences (24) " p e u t - d t r e l a b i b l i o t h e q u e p o s s e d e - t - e l l e une p a r t i e de ce l i v r e parmi l e s a r t i c l e s catalogue's de l a NRF ( q . v . ) Qaraoteres  (35)  Dinaiki  (27)  Un E s p r i t non prdvenu  (29)  L a - S e g u e s t r e e de P o i t i e r s (50) en p a r t i e : Amyntas, Nouveauz P r e t e x t e s , Le - Ret our _ du Tchad ( c e l u i - c i e s t d i s p o n s i b l e dans une v e r s i o n a n g l a i s e complete a l a Vancouver P u b l i c L i b r a r y )  2V  TRADUCTIONS EN ERANCAIS c a t a l o g u e s : a l p h a b e t i q u e m e n t ' p a r auteur renseignements: a u t e u r , t i t r e ; revue, l i v r a i s o n , pages; date  B l a k e : Le Mari'age du O i e l 'et de: l ' E n f e r NRF t . 1 9 - 2 2 . 2 pp 129-47 precede' d'une courte note  (22)  Conrad: Typhon R PARIS  (18)  :  1 mars 18 15 mars 18  pp 17-59 pp 534-81  . Goethe: Le second F a u s t ( E x t r a i t ) (32) " NHF" t « 3 8 - 3 2 ' l ..pp 532-8 • d i a l o g u e e n t r e Eaust et C h i r o n , en v e r s e  K e l l e r : L ' E n f a n t q u i s'acouse • ~1NW t . 2 9 - 2 7 . 2 pp~503-5  (29)  Shakespeare: A n t o i n e et C l e o p a t r e • . NPJ? t . 1 5 - 2 0 . 2 pp 5-40, 178-207, 592-429 en prose  (20)  145  TRADUCTIONS INDISPONIBLES c a t a l o g u e e s : alphabetiquement par a u t e u r reuseignements: a u t e u r , t i t r e , date Pouchlcine: L a Dame de P i q u e ( c o l l a b o r a t i o n )  (38)  Shakespeare: Hamlet•, a c t e p r e m i e r  (29)  Tagore: L ' O f f r t o d e l y r i q u e ( G - i t a n j a l i )  (13)  Tagore: Amal et l a l e t t r e du R o i  (24)  Whitman: Oeuvres c h o i s i e s ( c o l l a b o r a t i o n )  (18)  3.  LETTRES c a t a l o g u e s s : alphabetiquement par d e s t i n a t a i r e renseignements: d e s t i n a t a i r e ; l i v r a i s o n et pages dans l a NRF, nombre de l e t t r e s ( s ' i l y en a p l u s -d'une) note: p l u s i e u r s de oes l e t t r e s ont ^te incorppre.es, avec quelques m o d i f i c a t i o n s , dans l e J o u r n a l  destinataire B e l g i o n , Montgomery du B o s , C h a r l e s Cholokhov, M i c h e l Combelle, L u c i e n Dommartin, H . F e r r a r i , Eugene Gheon, H e n r i Gosse, S i r Edmund Laloy, Louis L e v i n s o n , Andre Massis, Henri Mauriac,. Francois P a u l h a n , Jean Porche, Francois Poucel, R . P . Victor Proust, Marcel Rathenau, W a l t e r R i v i e r e , Jacques Rouveyre, Andre 1  Schlumburger, Jean Schwob, Rend Souday, P a u l T h e r i v e , Andre Thibaudet, A l b e r t I »C » Madame X  ••• •  tome 34-•30.1 33^-•29*2 42-•34.1 47-•36*2 53-•39.2 s r - •28 2 39-•32 o 2 3 1 , 38 ©2 31*" 23 « 2 36- 5 1 , 1 33-•29.2 50^•28.1 50-•28 . 1 46-•36.1 32-•29.1 31-'23 $ 2 31-'28 ©2 31-•28.2 18-'22 ©1 30- 2 8 . 1 31-•28.2 31-*28 o 2 •35.1 52-•29.1 21-•23.2 31- 28.2 45- 55«,2 33- 29.2 33- 29.2 3 1 - 28 . 2 e  pages 194 -7 (non envoyee) 759 -62 731 © 2 918 353 46- 8' 632 -4 49= 50 (non envoyee) 506 -9 791 -2 765 -e (2 l e t t r e s ) 722 -6 721 »2 501 -3 59- 65 (2' l e t t r e s ) 41- 6 609 - 1 0 , 612-13 (2 l e t t r e s ) 505 -6 384 (3 l e t t r e s ) 726 -35 (10 l e t t r e s ) 239 -41 520 -3 946 -8 57- 9 ( l e t t r e ouverte) 657'-40 (non envoyee) 509 -14 ( l e t t r e ouverte) 142 (non envoyee) 764 -5 (non envoyee) 762 -4. 314--5  L e s l e t t r e s rangees par o r d r e de p u b l i c a t i o n dans l a NRF tome pages 18-22.1 584 21-23.2 637-40 50~28 l 721-35 51—28.2 41-50 227-41 305-15 516-23 609-15 e  32-29.1 33-29.2 34-20.1 56—31.1 39-32*2 42-34.1 44-35 l 45-35.2 46-36-.1 47-36.2 53-39.2 e  57-65759-66 194-7 791-2 632-4 731-2 946-8 142 301-3 918 333  143  4„  ARTICLES c a t a l o g u e s : alphabetiquement par premier mot du t i t r e reuseignements: t i t r e ; revue (NRF s ' i l n ' y a aucune i n d i c a t i o n ) , l i v r a i s o n , pages  A l f r e d V a l l e t t e ( p e i n t r e ) MERC- IP dec 35 265-6 A r n o l d Bennett 36-31,r. 727-29 L ' A v e n i r de I ' E u r o p e 2 0 - 2 3 , 1 590-1 (Revue de Geneve) B i l l e t s a Angele 16-21.1 I et II:' 337-43 C l a s s i c i s m e e t romantisme I I I : 462~4 p o l i t i q u e et a r t ; prqgraimne.de l a NRF I V : 465-6 j u s t i f i c a t i o n de l a Symphonie Pastorale V : 586-91 sur P r o u s t V I : 706-12 sur B a r r e s (notes d a v a n t - g u e r r e ) La D e t r e s s e de n o t r e A f r i q u e e q u a t o r i a l e R PARIS 15 o c t 27 721-32 Deux p r e f a c e s (a une r e n d i t i o n d'Andre^ W a l t e r — d u p l i c a t i o n ! a l a t r a d u c t i o n - allemande des N o u r r i t u r e s terrestres) 34-50*1 319-22 D i c t e e s ( " I I y a r r i v e que dans quelques a s s o c i a t i o n s , c o n j u g a l e s ou a m i c a l e s , . . " ) 3 3 - 2 9 , 2 15-22 En r e l i s a n t L e s P l a i s i r s et' l e s .jours ( P r o u s t ) 2 0 - 2 3 . 1 123-6 Eugene D a b i t ( e c r i v a i n ) 4 7 - 3 6 , 2 581*90 F e u i l l e t s ("On a d i t que j e cours apres ma j e u n e s s e . . . " ) 1 8 - 2 2 , 1 318-21 F e u i l l e t s ("On a beaucoup e c r i t . . . a propos de F l a u b e r t . . . " ) (1922) 31-28.2 891-8 F e u i l l e t s ("Qu'un r i c h e p u i s s e se d e c l a r e r pour l e communisme ...") 40-33.1 720-7 F r a n c i s Jammes 51-58.2 8 8 1 - 2 , 895-904 Goethe 3 8 - 3 2 . 1 368-77 Jacques R i v i e r e 2 4 - 2 5 . 1 497-502 Jef Last 50-38.1 647-50 Jeunesse ( C h a p i t r e . supplementaire du G r a i n ) 57-31.2 369-85 <J oseph .Conrad 23-24.2 659-62 L e s J u i f s , C d l i n e et M a r i t a i n 50-38.1 630-6 L*Oeuvre de Robert Browning ( c o l l a b o r a t i o n a v e c P a u l A l f a s s u ) et G i l b e r t de V o i s i n s ) 1 6 - 2 1 . 1 414-6 Pages r e t r o u v e e s ("Ce q u i caract^rls'erfe. n o t r e e p o q u e ; s u r l a m y t h o l o g i e grecque) 3 2 - 2 9 , 1 493-503 Le Pave de l ' O u r s (7 l i g n e s b. propos d'une remarque de M a u r r a s sur Hugo) 4 4 - 5 5 . 1 957 P r d f a c e a Armance (Stendhal) 17-21.2 129-42 P r e f a c e aux l e t t r e s du Cameroun ( d ' u n a d m i n i s t r a t e u r c o l o n i a l ) 54-40*1 855 ' A propos de T o c q u e v i l l e 4 5 - 3 5 . 2 788-90 1  Les Quatre elements de Chamson 4 6 - 3 6 . 1 464-5 La Q u e s t i o n des r a p p o r t s i n t e l l e o t u e l s avec l ' A l l e m a g n e 18-22.1 238-40 Les Rapports i n t e l l e o t u e l s - e n t r e l a France e t • l t A l l e m a g n e 17-21.2 513-21 -• Le Romantisme et l e C l a s s i c i s m e 16-21.1 379-80 (La Renaissance) ----S u l v a n t Montaigne 3 2 - 2 9 . 1 . 7 4 5 - 6 6 Sur une t r a d u c t i o n de Pouchkine 44-35.1 629-32 N o t e : T a r i l l o . n et .Rarnibaud: Bnq,ufete-sur l e s m a l t r e s de l a jeune l i t t e r a t u r e ; P a r i s L i p r a i r i e . Blo'u'd "et Gay, 23 (PQ,306 V 2 ) : p.305—re*ponse e v a s i v e de G a. une q u e s t i o n n a i r e . ;  t  OUVRAGES SUR GIDE  1. 6  OUVRAGES ENTIERS OU GRANDES ETUDES SUR GIDE c a t a l o g u e s : alphabetiquement par auteur . renseignements: a u t e u r , t i t r e , v i l l e , e d i t e u r , T s o u s - t i t r e et pages)  date  B e l g i o n , Montgomery: Our P r e s e n t P h i l o s o p h y of L i f e (BD431 B58) London: Faber and F a b e r , 29 P a r t I I I : " A c c o r d i n g t o M r . G" pp 125-214 Fernandez, Ramon: A.G-'. P a r i s : E d i t i o n s R , - A . C o r r e a , 31 Gabory, Georges: A»G»: son oeuvre P a r i s : E d i t i o n s de l a N o u v e l l e revue c r i t i q u e , 24 L e m a i t r e , Georges: Four F r e n c h N o v e l i s t s (PQ.671 L4) London: Oxford U n i v e r s i t y P r e s s , 38 P a r t I I : " A G " pp 115-205 P i e r r e - Q u i n t , L e o n : A G : H i s L i f e ' a n d H i s Work ( t r a d u i t ) London: Jonathan Gape, 34 Souday, P a u l : A G P a r i s : K r a — " L e s Documentaires", 27 ( r e l i e avec des etudes s u r P r o u s t et V a l e r y )  151  2.  CHAPITRES OU SECTIONS SUR GIDE c a t a l o g u e s : alphabetiquement par a u t e u r renseignements: a u t e u r , t i t r e , v i l l e , e d i t e u r , d a t e , s o u s - t i t r e , pages  B i d a l , M . - L . : L e s E c r i v a i n s de I ' A b b a y e P a r i s : B o i v i n et C i e , 38 pp 51-2  (PQ.306 B5)  B i l l y , Andre*: L a L i t t e r a t u r e f r a n p a i s e oontemporaine (PQ305 B 5} ~~~ . P a r i s : L i b . Armand C o l i n , 27 " A . G : et 1* immoral!sme n i e t z s c h e e n " pp 164-6 B o u l a n g e r , Jacques-; . , . M a i s l ' a r t e s t d i f f i c i l e (PQ297 B6-0'S" ~~ — P a r i s : P l o n , 21 • "La Symphonie P a s t o r a l e " , p p l l 5 - 2 4  (2e  serie)  Boyd, E r n e s t : S t u d i e s from Ten L i t e r a t u r e s (PN511 B6) New Y o r k : C h a r l e s S c r i b n e r ' s Sons, 27 "The P r o t e s t a n t B a r r e s : A G " , pp 32-40 B r a u n s c h v i g , M a r c e l : L a L i t t e r a t u r e f r a n g a i s e contemporaine 6 t u d l e e dans l e s t e x t e s (1850-1925} jPQ.296 B7) P a r i s : L i b , Armand C o l i n , 26 p 156 CurttuLs, E r n s t R o b e r t : F r a n z f l s i s c h e r G e i s t im neuen Suropa (PQ305 08} ~ — — . _ S t u t t g a r t : Deutsche V e r l a g s - A n s t a l t , 25 pp 294-304 Curtituls, E r n s t R o b e r t : D i e l i t e r a r i s o h e n Wegbereiter des neuen Frankreioh" 1PQ306 08) " A . G , " pp 43-78 D u c l a u x , Mary: T w e n t i e t h Century F r e n c h W r i t e r s (PQ506 D8) New Y o r k : C h a r l e s S c r i b n e r * s Sons, 20 ~~ " A . G . " . , pp 126-34 E h r h a r d , J e a n : Le Roman f r a n c a i s d e p u i s M a r c e l P r o u s t (PQ629 E4) P a r i s : E d i t i o n s de l a N o u v e l l e revue c r i t i q u e pp 17-40 Fay,  B e r n a r d : Panorama de l a l i t t e r a t u r e oontemporaine (PQ305 F3} . : ~~ P a r i s : Aux E d i t i o n s du S a g i t t a i r e , 25- ' " A G , ou l e triomphe du d d s i r " , pp 181-91  f  32  Gourmont, Rfemy de: Le L i v r e des Masques P a r i s : Meroure de F r a n c e , 14 "AG" , pp 175-9  (PQ294 G743)  Green, J u l i a n : P e r s o n a l Record 1928-1959 (traduit) New Y o r k : H a r p e r and B r o t h e r s , 39 • d i s p o n i b l e a. l a Vancouver P u b l i c L i b r a r y ( 9 2 1 G7962a) b i e n des a l l u s i o n s a G . s u r t o u t des c o n v e r s a t i o n s e n t r e G . et Green, avec l e s p a r o l e s de G euxmdmes '. - • •• v o i r s u r t o u t pp 9, 1 0 , 57-, 4 0 , 4 5 , 66, 67, 72, 78, 8 8 , 248, 253, 254, 276, 287, 509, 510, 515 8  L a l o u , Rene; H i s t o i r e de l a l i t t e r a t u r e f r a n g a i s e contemporaine IPQ.294 L2 1931) P a n s : L e s E d i t i o n s G . Ores et c i e , 31 " A G " , pp 688-704 L a n g , Andre": Voyage en Z i g z a g s dans l a r e p u b l i q u e des l e t ^ ^ ™~ P a r i s : ' L a Renaissance du l i v r e , 22 p 150, p 267 L e f e v r e , F r d d e r i c : Une heure avec » o (lfere s d r i e ) (PQ,302 L 4 ) ~ ~ ~~ — P a r i s : E d i t i o n s de l a E R F , 24 (lOe e d i t i o n ) pp 2 5 , 5 0 - 2 , 57, 123, 144, 177 e  M o r n e t , Daniel.:. H i s t o i r e de l a l i t t e r a t u r e e t de l a pens^e f r a n g a i s e s contemporaines (PQ.296 M'7'5) P a r i s : B i b ' l , L a r o u s s e , 27 "Les Romans d * A G " , pp 95-6 S e n 6 s c h & l , C h r i s t i a n : Les Grands courants de l a l i t t e r a t u r e f r a n ^ a i s e contemporaine (PQ,301 S4) P a r i s : S o c . F r . d^e'dite'urs l i t t e r a i r e s et t e c h n i q u e s , 54 "Le sensualisiae i n t e l l e c t u e l " , pp 42-3 "ohj n a l t r e de n o u v e a u l " pp 96-100 " H o r r e u r du c o n f o r t et recherche du depaysment" pp 111-3 "AG e t l e roman p u r , " pp '169-70 T h i b a u d e t , A l b e r t : R d f l e x l o n s s u r l a c r i t i q u e (PQ.505 T52 1939) P a r i s : Gallimard,~B9 •' "De l a c r i t i q u e g i d i e n n e " , pp 231-7 ( t i r e e de laiNRF) 1  Thomas, Jean: Quelques A s p e c t s du romantisme contemporaine PQ306 T4 P a r i s : S o c . d ' E d i t i o n "Les b e l l e s L e t t r e s " pp 64-7  153  3*  LETTRES A GIDE c a t a l o g u e e s : alphabetiquernent par envoyeur renseignements: envoyeur, d a t e s ; tome et pages de l a NRF (dont t o u t e s ces 32 l e t t r e s sont t i r e e s ) , nombre de l e t t r e s , s u j e t .  Gh.ololcb.ov, M i c h e l  42-34.1 730-1 ses oeuvres en France D u j a r d i n , ^douard 45-35.2 50 S a i n t P a u l et l e C h r i s t F e r n a n d e z , Ramon 42-34.1 703-8 (ouverte) G et' communisme Jammes, F r a n c i s (93 -6) 51-38.2 883-95 8 l e t t r e s l ' o e u v r e de Jammes et de G 36-31.1 960-1 Klossowski, E . un eVenement dans l a v i e de D o s t o i e v s k y L o u y s , ' P i e r r e (89,9 3-4) 5 3 - 2 9 . 2 640-9, 7 8 2 - 9 1 , 794-8 5 lettres un t a s de s u g e t s ; r i e n s u r G M a r i t a i n , Jacques 50- 3 8 . 1 1020-2 . 1 ' a r t i c l e de G: L e s J u i f s : C e l i n e et M a r i t a i n " Massis, Henri 45-35*2 ""811 C r i t i q u e de G . de son Z o l a 5 1 - 38.2 155-6 — Nicolas, M.P. l e C h r i s t et' N i e t z s c h e 610-12, 613-15, 2 l e t t r e s P r o u s t , M a r c e l (14) 5 1 - 2 8 . 2 ses oeuvres et G a l l i m a r d R i v i e r e , Jacque (09 -13) 2 4 - 2 5 . 1 758-80 6 l e t t r e s ses tatonnements l i t t e r a i r e s 31-28.2 227-30, 516-20 4 l e t t r e s R o u v e y r e , Andre une a m i t i e et une b r o u i l l e l i t t e r a i r e s  4.  ARTICLES GENE^UX SUR GIDE c a t a l o g u e s : alphabetiquement par auteur reuseignements: a u t e u r , t i t r e ; r e v u e , l i v r a i s o n , pages.  A l i b e r t , Franeois-Paul Arland, Marcel "AG" B a l d e n s p e r g e r , Fernand  "En marge d ' A G " NRF 3 4 - 3 0 . 1 41-55 NRF 3 6 - 3 1 . 1 255-66 "AG a n t i g o t h e e n " R LITT C Oct 33 651-75 B e a u n i e r , Andre " L ' A u t e u r de P a l u d e s " . RDM s e p t - o c t 14 360-71 Benda, J u l i e n "De G , de M a u r i a c et de B a r r e s " NRF 39-32.2 617-27 B u r k e , Kenneth "Thomas Mann and AG" BKMN j u i n 30 257-64 Daudet, Leon " A G " (Candidefr NRF 3 7 - 3 1 . 2 828-9 F l o r e s , A n g e l "AG S e l l s Out" L AGE 20 j u i n 25 645-6 G o s s e , Edmund "The W r i t i n g s o f M . AG" CONT R sept 09 342-50 G u d r i n , Jean "Hommage a. AG" ( C a p i t o l e ) NRF 3 0 - 2 8 . 1 575-6.M a s s i s , H e n r i " F a i l l i t e d ' A G " (Revue u n i v e r s e l l e ) NRF 33-29.2""" 867 "~™ M a u r i a c , F r a n p o i s " A Propos d ' A G " ( U n i v e r s i t d de P a r i s ) NRF 1 8 - 2 2 . 1 2~5G^2~ " ~™ O ' B r i e n , J u s t i n "A Rapprochement; M . AG and Lautreamont" ROM R f e v 37 54-8 Rhodes, S.A* " M a r c e l Schwob and AG: A L i t e r a r y A f f i n i t y " ROM R . j a n 31.. . 28-37 Schlumberger, Jean "AG et ses Morceaux c h o i s i s " NRF 18-22.1 41-55 ~~" T h i b a u d e t , A l b e r t AG R PARIS 15 aout 27 743-75 Thibaudet " L a Contre p a r t i e ; D r o i t e et gauche" NRF 3 1 - 2 8 . 2 93-7 Thibaudet "Derlancritique gidienne" (reproduit dans son R e f l e x i o n s s u r l a c r i t i q u e )  NRF 40-3371 507-13  "  Thibaudet  "Sur Un E s p r i t non prdvenu; Autobiographid? L'idee de manque; l a q u e r e l l e de l a c e l l u l e " NRF 33-29.2 815-20 West, Rebecca "A L e t t e r from Abroad" BKMN dec 29 433-9 Yang Tchang Lomin# Mm@ "Sur AG" MERC F j a n 35 203-7 o . . "Gide Before H i s Judges" ( l e s o p i n i o n s de M a s s i s , de M a r c e l , de M a r i t a i n ) L AGE a v r i l 35 176-7 3  Note;  L ' a r t i c l e d'Edmund Gosse possede une v a l e u r h i s t o r i q u e ; c ' e s t une des premieres a p p r e c i a t i o n s de G.' O f . Fernandez, apres l a mort de Gosse (NRF t . 3 1 - 2 8 . 2 p . 1 4 6 ) : " L ' i n t e r e t s i c l a i r v o y a n t que ce v i e i l l a r d a v a i t manifeste pour A G . • . . "  ARTICLES AVEC ALLUSIONS SPECIFIQJOES A GIDE c a t a l o g u e s : alphabetiquement par a u t e u r renseignements: a u t e u r , t i t r e ; r e v u e , l i v r a i s o n , pages Chevalley, Abel  "A L e t t e r from France" SAT R L 24 sept 39 136 l e Dantec, Y v e s - G e r a r d "Le mouvement p o e t i q u e " RDM 15 aout 34 959-40 ' Green., J u l i a n "Pages de J o u r n a l 1935" R PARIS 1 a v r i l 39 731-50 ( l a v e r s i o n o r i g i n e l l e d'une p a r t i e de P e r s o n a l Record') R i v i e r e , Jacques " L e t t r e a A l a i n - F o u r n i e r " NRF 34-35.1 755-6 -. ' ' •• - - ' " T h i b a u d e t , A l b e r t (iApres v i n g t ans" NRF 3 3 - 3 9 . 1 366-74 Tliibaudet "Langage, l i t t e r a t u r e et s e n s u a l i t e " NRF 3 8 - 5 3 . 1 723 Tliibaudet "Le Roman de l ' E n e r g i e " NRF 2 2 - 2 4 . 1 335 Thibaudet "Le S t y l e du voyage" NRF 29-27.2 384-5 Thibaudet "Le Voyage i n t e r i e u r " NRF 17-21.2 329-57 • • . "The Guide P o s t " L AGE a v r i l 51 219  156  5.  REVUES D''OUVRAGES PAR GIDE c a t a l o g u e e s : alphabet!quement par ouvrage renseignements: ouvrage, c r i t i q u e , t i t r e ( s i ce n ' e s t pas l e t i t r e du l i v r e mime); r e v u e , l i v r a i s o n , pages  Amyntas . Ren^. L a l o u NRF 2 6 - 2 6 „ 1 616-7' ' Antorne-et Cldouatre H e n r i Gheon NRF 1 5 - 2 0 . 2 318-26 Oaves ( I j Andre B e a u n i e r "L*Auteur- de P a l u d e s " RDM s e p t - o c t 1.4 . .360-71 (2) P i e r r e L i e v r e "Les Caves du V a t i c a n , s o t i e en 9 j e u x de Mme L a r t i g a j j d , d ' apres l e roman • d ' A G " : MERC F 15 dec 33 645-7 :-. (3) « , . "Lafcadio's Adventures'" T L I T S ' t-*S9 238 Chopin . . B o r i s de S c h l o e z e r NRF 58-32.1 515-16 D o s t o i e v s k y .:. M i c h e l Arna.ua NRF 21-23.2 151-9 E c o l e des Femmes (1) A b e l C h e v a l l e y - " T h e - S c h o o l for" Wives" SAT RL 5 o c t 29 295 (2) . . . T L I T S t.29 511 ., . . (3) . . ... .« "The S c h o o l f o r Wives" T L I T S t . 3 0 296 Faux-Monnayeurs : (1) lam'ori Fernandez " L a F i g u r e de' l a v i e dans l e s FauxMonnaveurs" NRF 2 7 - 2 6 . 2 98-103 (2) A n g e l F l o r e s "AG and h i s F i r s t N o v e l " BKMN o c t 27 167-72 (3) H e n r i H e r t z NRF . 2 6 - 2 6 . 1 345.-51 (4) M i c h a e l Joseph "The C o u n t e r f e i t e r s " BKMN nov 25 355; mai 26 571 " (5c) . , "The C o u n t e r f e i t e r s " T L I T S t « 2 8 ' 411 Genevieve (1) Maj?cel A r l a n d NRF" ' 4 8 - 3 7 . 1 86-8 (2) , . T L I T S. „ .. t 3 7 _ . 110; Immoraliste . P e t e r V i n c e n t ?The I m m o r a l ! s t " BKMN j u i n 30 327-8 ~ ~~ " I n c i d e n c e s (1) G M a r c e l NRF 23-24.2 108-10 (2) . . « T L I T S t.25 253. Isabelle (1) G e o f f r e y Stone "Two Symphonies" BKMN o c t 31 196-7 (2) . . . "Two Symphonies" T L I T S t . 3 1 708 Journal (1) Denis de Eougemont "Au S u j e t du J o u r n a l a'AG" NRF 54-40.1 24-32 (2) » "Pages de J o u r n a l 1929-1952" T L I T S t.34 550 J o u r n a l d e s Faux Monnayeurs A . Thibaudet NRF 29-27.2 390-1 Montaigne (1) . . . T L I T S t . 2 9 955 (2) . , . T L I T S t . 5 9 280 4  6  T  9  N o u v e l l e s N o u r r i t u r e s (1) Andre M a l r a u r NRF 45-35.8 935-7 (2) G a b r i e l M a r c e l EUR N 18 j a n 36 70-1 (3) d i v e r s •(6- revues pour, 6 contre) NRF 46-36.1 252-3 des annonces Numguid et t u . C h a r l e s du Bos NRF 2 8 - 2 7 . 1 756-69 Oedipe (lj •Benjamin Cr6mi«ux NRF 3 8 - 3 2 . 1 765-7 — ^ (2) Cremieux (en a n g l a i s ) (Je s u i s p a r t out) L AGE a v r i l 31 196-8 (3) P i e r r e L i e v r e MERC F ( a v r i l 32 158-60 (4) J . P . EUR N 27 f e v 32 158-60 ( l a c o u v e r t u r e du '•• tome i n d i q u e " j u i l - d e c 32") P a l u d e s ( I ) V a l e r y Larbaud NRF ". 17-21.S 93-6 "(2) . . . • T L I T S t . 2 1 404 Persephone (1) Y - G l e Dantec Le mouvement poetique RDM 15 aout 34 939-40 (2) M a r i e - J e a n n e -Durry EUR N ..22. sept 34 .945-6. (3) Adrienne Monnier "Le Symbolisme de Persephone" .. NRF 4 3 - 3 4 . 2 152-3 (4) P a u l R o s e n f e l d . "The M y s t e r y o f Persephone" N REP 3 a v r i l 35 2l3~ ~ ~ ~~ P o r t e E t r o i t e ( l ) Edmund Gosse "The W r i t i n g s of M . AG" C0NT R sept 09 342-50 (2) . . . " S t r a i t i s the Gate" T L I T S t . 2 4 820 Promethee ..."Prometheus I l l - B o u n d : "Philosophic Fantasy" T LIT. S t . 1 9 348 Retouches a mon Retour — •.—cry Behj • Cremieux: NRF 4 9 - 3 7 . 2 339-41 (2) T L I T S t , 37 596 R e t o u r de l ' U R S S (et BetouchesJ ( I ) I v a n A n i s s i m o v !!Gvand C a p i t a l i s m " ( L i t e r a t u m a y a Gazeta) L AGE mars 33 72 (2) Emmanuel. B e r l "AG changes H i s M i n d " (Marianne) L AGE j a n 37 455-5 (3) M a l c o l m Cowley " R e t r e a t from Moscow" N REP 17 mars 37 172-3. (4) B e n j . Cremiaux NRF 4 7 - 5 6 . 2 1071-7 (5) P i e r r e Dominic EUR N 21 aout 37 814 (6) L u c i e n Duran "AG et 1'URSS" MERC F 15 aout 33 93-106 LOon Feuchtwanger " A G ' s Communism" (Pravda) (7) CURR H mai 37 110 (8) Z« Lvovsky " G . and Communism" ( N o u v e l l e s l i t t e r a i r e s ) L AGE mars 53 71 1166-7 (9) G a b r i e l M a r c e l EUR N 21 nov 36 (10) Y . Georges Prade "AG Idesenchante" R BLEUE 1936 829-33 (11) M . E . Ravage "What Good i s R e v o l u t i o n ? " NATION . 20 f e v 37 210-11 (L2) W i l l i a m Troy "The Conversion of AG" NATION 17 o c t 34 444, 446-7 m  —  (13) Barbara Wood "AG on S o v i e t R u s s i a " . -CONT R mai 38 578-84 (14) . . . " I n c o n s t a n t G i d e " ( l e s o p i n i o n s de H o l l a n d dans Humanite, de Feuchtwanger dans P r a v d a et d ' A z o r i n dans. L a "Prerisa^ , Buenos A i r e s ) L AGE mars 37 ." 74-5 (15) . . . "Gide on R u s s i a " TIME 3 mai 37 85 (16) . . . T L I T S t.36 1068 Retour du Tohad(l) John Chamberlain " T r a v e l s i n the Congo" - - .BKMNj u i l l e t 29 ~T5T~™"~ (2) . . . " T r a v e l s i n the 0 ongo" T LIT S . t . 50 384 Robert. . L o u i s M a r t i n - C h a u f f i e r NRF 54-30.1 407-10 Si l e Grain (1) F 6 1 i x BertSux NRF 28-27.1 258-63 (2) E r n e s t ±joyd " A G s Autobiography" SAY R L • - 30 nov 55 111. (3) M i c h a e l Joseph BKMN mai 27 356-7 (4) A . Thibaudet L MERC j a n 27 502 S o u v e n i r s de l a Cour d A s s i s e s Jean P r e v o s t NRF 25-24.2 209-10 Symphonie P a s t o r a l e (1) ' F r a n p o i s l e G r i x ( L a Revue hebdomadaire) NRF 15-20.2 465 " "~ """" ™~ (2) G e o f f r e y Stone "Two Symphonies" • BKMN o c t 31 196-7 • (3) A . Thibaudet NRF 15-20.2 587-98 (4) T LIT S t 2 0 535 (5) . . . ^Two Symphonies" T LIT'.S t.5.1 , 708. Voyage au Congo(1) J o h n . c h a m b e r l a i n " T r a v e l s : i n the Congo" BKMN j u i l l e t 29 " ~ ~ 5 5 T ~ " ~~ (2) . . . ' " T r a v e l s i n the Congo" T L I T S t . 30 384 :  5  1  e  6  0  REYUES D ' OUTRAGES SUR GIDE c a t a l o g u e e s : alphabdtiquement p a r auteur renseignementsl a u t e u r , t i t r e ; r e v u e I I v r a i s o n , pages; c r i t i q u e i  au . D O S ,  Charles  De D i a l o g u e avec AG T . L I T S t 29 6.62 ( • • •) Fernandez, Ramon AG NRF : S 7 » 3 1 2 481-5 (J.Schlumherger) H y t i e r , Jean AG "Tttu? . 51-58*1 . . . (M. S a i n t - C l a i r ) L e m a l t r e , Georges Four French N o v e l i s t s T LIT S t .'33 "~5"65" '• "'("•*• '' ™~ Pierre-Q,uint AG "(1) SAT R £ " 4 aout 54 51 TBen Ray Redman) (.2). T L I T S t 5 4 550. ( . 0 . ) Semper, Johannes A (G*l S t i l l i S t r u k t u u r (en e s t o n i e n ) iTTRtf-.G'-' ' oct 35 769-72 ( H e n r i Tronohon) Simonson, R a o u l , e t D o r e , Robert L e s L i v r e s d'AG NRF 22-24.1 219 [Frang H e l l e n s ) Souday, P a u l : A G , M a r c e l P r o u s t , P a u l V a l e r y NRF 5 0 - 2 8 . 1 691-3 ( R . Fernandez) Yang Tchang Lomine, Mme L A t t i t u d e d ' A G NRF 36-51.1 785 (Jean Wahl) ffl  0  6  1  REYUES D * OUTRAGES" AVEC 1JNE PREFACE DE GIDE c a t a l o g u e e s : alpbabe'tiquement par a u t e u r renseignements: a u t e u r , t i t r e ; r e v u e , l i v r a i s o n , pages; c r i t i q u e © V  Dupouey  L e t t r e s du l i e u t . d u v a i s s e a u Dupouey NRF 19-22.2 732-3 {EBEHT&IG^I)~ Pouchkine L a Dame de P i q u e ( t r a d u i t e de Sehiffin- en c o l l a b o r a t i o n avec Gide) NRF 21-23,2 626 (Gabriel Marcel)  ICONOGRAPHIE DE GIDE 1*  PORTRAITS c a t a l o g u e s : p o r t r a i t s dans l e s ouvrages de G i d e , dans l e s ouvrages sur G i d e , dans l e s revues renseignements: l i v r e et page; ou: r e v u e , l i v r a i s o n , page note : XXX i n d i q u e l e s quatre m e i l l e u r s p o r t r a i t s  Andre W a l t e r frontispiece (a l'age de 20 ans) Morceaux c h o i s i s ' frontispiece s x x Gahory: AG . frontispiece . (a., l ' a g e de-20 ans) Gourmont: Le L i v r e des masques p«174 xxx C l a r k et L e c l e r c q : L*ame franchise ( N e l s o n , oct 37) BKMN T.76 p 17 CTJRR H a v r i l 37 p 90 FORUM dec 28 frontispiece ILLUSTRATION 18' dec , 26 p 696 xxx  L AGE  p 26  20 juin 25 ' p 645  L MERC f e v 39 p 388a NRF t . 24 p 399 SAT E L 5 o c t 29 p 203 (de Win. R o t h e n s t e i n ) SAT R L 4' aofit 34' p 31 (un a u t r e de Wm. R o t h e n s t e i n ) SAT R L 30 nov 35 p 11 xxx TIME 3 mai 37 p 85 2JOJT0GRAPHES Montaigne (An E s s a y i n Two P a r t s ) lui-meme BKMN t « .76 p.17 FORUM dec 28 frontispiece  l ' e c r i t u r e de Gide  162 TABLE DES MATIERES Page t Avant-propos Chapitre I  Chapitre  i i i L'ESTHETIQUE CRITIQUE, . . . . . . . . . . «„„ ... .  I  1  Musique  2  2  Litt6rature  6  I I L'ESTHETIQUE  CREATRICE: C R E D O . . . . . . . . .  17  1  Art  18  2  Oeuvre d ' a r t  24  3  Artiste  27  C h a p i t r e I I I L'ESTHETIQUE CREATRICE; TECHNIQUE  32  1 ' Linguictique  33  2  Maniere  35  3  Matiere  36  C h a p i t r e IV L'ESTHETIQUE  CREATRICE: G E N R E . . . . . . . . . '  37  1  Cahierc  38  2  Critique  51  3  Autobiographic  54  4  Poe^sies  56  5  Theatre  63  6  T r a i t efe  72  7  Voyages  80  8  Soties  100  9  Recits  109  Roman  119  10  163 Chapitre V  L*ESTHETIQUE  COMPAPJE  ...........  123  1  I n f l u e n c e s sur Gide  124  2  I n f l u e n c e s par Gide  129  GIDIAKA.  134  Quelques notes  135  Ouvrages de Gide  137  "Appendice  1 2 3 4  Grands ouvrages o r i g i n a u x D u p l i c a t i o n s des c i - d e s s u s Grands ouvrages i n d i s p o n i b l e s T r a d u c t i o n s en f r a n c a i s Traductions indisponibles Lettres Articles  Ouvrages s„ur Gide 1 2 3 4 5 6  150  Ouvrages e n t i e r s  ou grandes e*tudes sur Gide 150 C h a p i t r e s ou s e c t i o n s sur Gide 151 L e t t r e s a Gide 153 A r t i c l e s g<*ne'raux-- sur Gide 154 A r t i c l e s avec a l l u s i o n s s p e c i f i q u e s • a Gide 155 Revues c o u v r a g e s par Gide 156 Revues d'ouvrages sur Gide 159 Revues d'ouvrages avec une preface de Gide 160 1  Iconographie de Gide 1 2  137 141 143 144 145 146 148  Portraits Autographes  Table des m a t i e r e s  161 161 161 162  

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