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L'esthetique d'Andre Gide Baker, Donald Charles Burchall 1941

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L'ESTHETIQTJE D'ANDRE GIDE Donald Char les B u r c h a l l Baker A Thes is submitted I n P a r t i a l F u l f i l m e n t of the Requirements f o r the Degree o f Master of A r t s " " " 4 i n the Department The U n i v e r s i t y of B r i t i s h Columbia of Modern Languages A p r i l , 1941 '« . • the l i n e s of a f r e s h s c h o o l , a s c h o o l tha t i s to have i n i t a l l the pass ion of the romantic s p i r i t , a l l the p e r f e c t i o n of the s p i r i t tha t i s Greek . The harmony of sou l and "body . • « «" Wi lde : The P i c t u r e of Dorian G-ray "» • • ce t t e croyance en 1'oeuvre d ' a r t et ce c u l t e que je l u i voue • • , G-ide: J o u r n a l ;"• 1915 • TO MT MOTHER 9 a v r i l , 1941 AVAMT-PROPOS I ' • • • Eth.iq.ue, e s the t ique , p s y c h o l o g i e — v o i l & l e s t r o i s grandes d i v i s i o n s d'une etude comprehensive de Gide et de son oeuvre* Cette etude essa ie a t r a i t e r du second de ces a spec t s—la t h ^ o r i e et l a p ra t ique de sa p h i l o s o p h i e d ' a r t , Y o i c i l e theme p r i n c i p a l de son 6 th ique : lshorome d o i t egalement developper l e s c6tes opposes de sa p e r s o n a l i t e * L ! esthe*tique gidienne ne montre aucune t e l l e sch izophren ic voulue: tou t s s a s s u j e t t i t a l a doc t r i ne du c l a s s i c i s m s , M a i s , oomme on no te ra , l e c l a s s i c i s m e de Gide n ' e s t pas tout a f a i t c e l u i de l a France au d i z - h u i t i e m e s i e c l e . . • • I I I I y a t r e s peu de c r i t i q u e s sans p reven t ion envers Gide: i l s louen t ou maudisent son es th6t ique se lon q u ' i l j u s t i f i e ou condamne l e u r s op in ions e th iques . Get e s s a i n ' e s t pas polemique: i l permet t ra a Gide de se ,juger,» A i n s i ce t t e etude r e ' a l i s e - t - e l l e une concept ion q u e l -que peu n o u v e l l e de l a f o n c t i o n du c r i t i q u e : a l u i es t l e rble de c l a s s i f i c a t e u r au l i e u d ^ v o c a t . Tous l e s deux rassemblent l e s f a i t s et l e s mettent en o r d r e . Mais t a n d i s que c e l u i - c i arrange son d o s s i e r de t e l l e maniere "a pre*disposer son audience s l e c l a s s i f i c a t e u r ne ^eut que rendre l e s f a i t s l e s p l u s a o c e s s i b l e s , l e s p l u s u t i l e s , , I I va de s o i q u ' i l est n i c e s s a i r e de l a i s s e r a Gide l e d r o i t de p a r l e r l i b r e m e n t « I I y a beaucoup de j u s t i -f i c a t i o n s des nombreuses c i t a t i o n s au cours de cet e s s a i . En premier l i e u Gide est lui-mfeme autant c r i t i q u e que c rea teur : i l s 'entende longuement sur sa t h d o r i e . I I s ' e n s u i t que Gide s a l t a u s s i M e n que l e s au t res ce q u ' i l tache de f a i r e . E t une enquete sur l e s d i v e r s c r i t i q u e s de Gide i n d i q u e r a q u ' i l s font passer pour l e u r s propres decouvertes des iddes que Gide exprime aus s i d i s t inc tement sur lui-mame. Ces phrases entre g u i l l e m e t s ont une f i n double— c e l l e d ' o f f r i r l e s id^es de Gide dans l a m e i l l e u r e des express ions p o s s i b l e s , et c e l l e de f o u r n i r un panorama de son s t y l e , Theor ie et p r a t i q u e 9 Gide cree l e precedent : ses deux grands ouvrages de c r i t i q u e Dos to ievsky et Montaigne sont des commentaires po in t par po in t d'une s u i t e de c i t a t i o n s , (noter en passant q u ' i l se s e r t de ces deux auteurs pour p resen te r ses propres o p i n i o n s . ) E n f i n , ces p a r o l e s du M a i t r e donnent une approbat ion e x p l i c i t e : " . . , je l i s une assez longue • dtude d'une. Chino ise (1) sur 1 ' A t t i t u d e d'Andre" G i d e ; oomme e l l e es t f a i t e a coups de c i t a t i o n s (mais b i e n c h o i s i e s ) , 1 Mme Yang Tchang Lbmine v i e l l e me p a r a i t e x c e l l e n t e , et paree q u ' e l l e accepte de me prendre simple me nt pour ce que je s u i s . " (1) I I I I I j a e inq chap i t r e s de longueurs f o r t inega les dans l e corps de cet e ssa i — un sur 1' es thet ique c r i t i q u e , t r o i s sur I ' e s t h e t i q u e ore 'a t r ice , un sur 1' es the t ique com-pare e. Le premier n ' o f f r e qu'une s e l e c t i o n des op in ions de Gide sur l e s oeuvres d 1 au t re s a r t i s t e s et a i n s i f o u r n i t -i l un guide a ses propres 1 l y r e s . Dans l e deuxienie chap i t r e Gide expose sa p l i i l o s o p h i e d ' a r t ; dans l e t ro i s i eme on remarque 1 ' a p p l i c a t i o n generale de ces p r i n c i p e s dans l 1 ensemble de son oeuvre. Le grand quatrieme chap i t r e est beaucoup p lus p a r t i c u l l e r , et d i scu t e tour a tour c ha que ouvrage. Le d e r n i e r chap i t r e n ' a pas 1 ' i n t e n t i o n d ' e t r e comple t : i l comment e s imple Kent sur quelques-unes des i n f luences es the t iques exercees sur et par G ide . Annexee a cet e ssa i i l y a une b i b l i o g r a p h i c des ouvrages par et sur Andre. Gide dans l a b i b l i o t h e q u e de 1 ' U n i v e r s i t y of B r i t i s h Columbia. Ohaque mention de t i t re ou de page dans l e corps de 1'etude se rapporte aux mat ieres i n s c r i t e s dans ce t t e append!ce. Les t a b l e s des 1 Journa l ' 3 1 , p 1020. a r t i c l e s dans l e s revues seront peut~e*tre u t i l e s k ceuz qui desiretfte'tudier davantage l a personnalite" l a p lus s i g n i f i a n t e dans l e developpement de l a l i t t e r a t u r e f ranga i se con tempora ine« D» 0 « B» B» a v r i l , 1941 Chapi t re I L'ESTHETIQUE CRITIQUE 1. MUSIQUE "De l a musique avant tou te c h o s e " . . . . E t l ' o e u v r e de Gide en est certainement impregnee. On s a l t q u ' i l a u r a i t pu deveni r music ien autant qu ' e c r i v a i n (1) on s a l t l e r o l e de l a musique dans sa v i e . (2) E t l a musique comme s o i entre t r e s souvent dans ses oeuvres d 1 imag ina t ion . ftpres une l e c t u r e de n ' impor te quel l i v r e de Gide , on pouva i t imaginer q u ' i l n ' a imer a i t p o i n t Wagner. "Wagner accable t r o p , " d i t - i l t o u t simplement dans son p re -mier l i v r e Andre Walter ( 3 ) , et developpe ce t t e idee dans S i l e G r a i n ne m e u r t . . . (4) et dans l e J o u r n a l des Faux-Monnay-eurs . (5) Mais 1 ' express ion peu t -e t r e l a p lu s ramassee de •. .,/:<. c e t t e .repugnance se t rouve dans s a r.eponse a1 une enquete du B e r l i n e r Tagebla t t a 1 'occas ion du v ing t -c inqu ieme anniver -s a i r e de l a mort de Wagners " J ' a i l a personne et l ' o e u v r e de Wagner en ho r r eu r ; mon avers ion passionnee n ' a f a i t que c r o i t r e depuis mon enfance. Ce p rod ig i eux genie n ' e x a l t e pas t a n t q u ' i l n ' e c r a s e . I I a perrais a quan t i t e de snobs,de gens de l e t t r e s e t de so ts de c r o i r e q u ' i l s aimaient l a mus i -que, et a quelques a r t i s t e s de c r o i r e que l e genie s ' a p p r e n a i t . L 'Allemagne n ' a p e u t - § t r e jamais r i e r i p r o d u i t a r i a f o i s d ' a u s s i 1 J o u r n a l ' 10 , p 325 2 V o i r mon Eth ique d 'Andre G i d e , pp 6-11 3 p 201 4 p 206 5 p 71 grand n i *cP aus s i barbare'.'CQ Wagner e e l a i r e tout ce qu i est St ranger £ G i d e : emphase, eloquence, l a pa ro le au -de la de 1 'emotion, "Synthese des a r t s . " Beethoven ne v a pas beaucoup mieux a l a mainr. de Gide , l e q u e l l u i prefere i n f i n i m e n t Mozar t . Les idees de Gide sur d ' au t resmus ic ians sont piquantes et profondes, mais pour l u i l e s deux compositeurs l e s p lus import ants sont Bach et Chopin . C e u x - c i , qu i demontrent l e s deux cotes de son e th ique , pro tes tan t i sme et immoralisme, spnbo l i sen t en eu t re deux aspects de son e s the t ique . Gide apprecie f o r t b i e n en Bach 1 ' impress ion de s a beaute calme et de s a p e r f e c t i o n , mais s 'occupe eg a le ment a I ' e t ude de s a mecanique. I I s ' e m e r v e i l l e de I ' M . de l a fugue, sur l e modele duquel Edouard, dans l e s Faux-Monnayeurs, v o u l a i t f agonner son roraan. (2) V o i c i deux c r i t i q u e s g id iennes de l a Kunst der Fugue, l e s q u e l l e s e c l a i r ent l e roman de Gide et sont , de p l u s , d 'un i n t e r e t gene ra l a 1 'egard de son e s the t i que ; " C e l a n ' a presque p lu s r i e n d 'humain, et ce n ' e s t p lus l e sentiment ou l a pass ion q u i ! i l e v e i l l e , mais 1 ' a d o r a t i o n . Quel calme.' Que l l e accep ta t ion de tou t ce qu i est super ieur a 1'hommeI Quel dedain de l a chai r . ' Que l l e p a l x . " ' ; (3) "R ien de ce que j 'en a i d i t 1 'autre j o u r ne me p a r a i t p l u s b i e n exac t . Non, I ' o n ne sent p l u s l a , soavent , n i s e r e n i t e n i beaute; mais tourment 1 J o u r n a l ' 08 , p 259 2 Faux-»Monnayeurs p 243 3 J o u r n a l «21, p 704 4 d ' e s p r i t e t -vo lon te de formes, r i g i d e s comme des l o i s et i n -humainement i n f 1 e x i b l e s. C 1 est l e t r ioiaphe, de ill e s p r i t -,sur l e • c b i f f r e ; . e t j savan t l e tr iomphe, l a l u t t e . E t , t ou t en se soumettant & l a c o n t r a i n t e , tout ce qu i se peut encore a t r a v e r s e l l e , en d e p i t d ' e l l e , ou grace a e l l e , d e geu, d'emo-t i o n , de tendresse , ex, somme tou te , d 'harmonie ." (1) Chopin es t pour Gide l e c o n t r e - p i e d a r t i s t i q u e de Bach. E t i l a des idees r e so lues au suje t de son i n t e r p r e -t a t i o n . On d o i t l e jouer non pas b r i l l a n t e mais l o i s i b l e m e n t , (2) Gide a meme e c r i t des Notes sur Chopin , pour l a Revue music a l e , ou i l ma in t i en t que 1 ' execu t ion de Chopin est d ' o r d i n a i r e t rop l i s z t i e n n e : ses morceaux do iven t avo i r 1 !a i r d ' e t r e improv i se s . E t , t and i s que "pour Beethoven, assurement l a qu a n t i t e de son importe , pour Chopin seulemeht l a qual i teu (3) Ces observa t ions sur Chop in ne p e u v e n t - e l l e s pas se rappor te r a l a l i n g u i s t i q u e g id ienne? (4) Dans 1 ' e s the t ique de Gide , Back es t l a s q u e l -e t t e , Chopin l a c h a i r . Gide raconte quelque par t 1 • e x p l i c a t i o n amusante du proverbe: "Un bon t i a n s vaut mieux que deux t u 1 ' aa ras , " que F r a n c i s ^ammes f o u r n i t el Athman, page de Gide en A l g e r i e : " Les T u l o r a s , l u i d i s a i t - i l , sont des 1 J o u r n a l pp 705-6 2 I b i d , , - 693 3 I b i d . , " F e u i l l e t s " , p 395 4 On d o i t r e l i r e a cet egard l e s c i t a t i o n s sur Bach et Chopin dans mon Ethique d 1 Andre" Gide l e s q u e l l e s e t a i e n t ce t t e t h e o r i e . 5 especes d e ; g r o s trombones dont on ne t i r e que des sons affzeiox.* Le t i ens est une espece de p e t i t e . f l u t e . " . . . (1 ) E t l e t i e n s est 1 ' instrument de G i d e . I I avouB lul-meme sa preference pour l e s formes l i m i t l e s s "Je me r e j e t a i s d 'autant p lus passionement ve rs ce que j 1 appela is l a musique ' p u r e ' , c ' e s t - a - d i r e c e l l e qu i ne pretend r i e n s i g n i f i e r : et par p r o t e s t a t i o n contre l a polyphonie wagnerienne, p re fe r a is (Je l e prefere encore) l e quatuor a 1 'o rches t re , l a senate a l a symphonie. (2) L a Symphonie P a s t o r a l e n ' e s t pas une symphon ie . . . . On p o u r r a i t deduire de l a preference de Gide pour Bach et Chopin (dont l a musique ne d o i t que sonner improv ieee) , q u ' i l ne t o l e r a i t gudre une f u i t e ve r s une i m p r e c i s i o n music a l e dans l a l i t t e r a t u r e : "Le grand instrument de c u l t u r e , e ' e s t l e desse in , non l a musique. C e l l e - c i se deseprend chacun de soi-merne; e l l e 1 1 epanouit vaguement. Le des se in , au c o n t r a i r e , e x a l t e l e p a r t i c u l i e r i l p r e c i s e , par l i i i triomphe l a c r i t i q u e . " (3) Neanmoins l e dionysme f o n c i e r de Gide permet au c r i t i q u e d 'evader une d i s c u s s i o n de ses op in ions sur l e s a r t s p l a s t i q u e s . S u f f i t en passant de noter q u ' i l p r e f e r e , a* ce q u ' i l par a l t , l e s grands p e i n t r e s et s c u l p -t eu r s v l t a l i e n s ( p e u t - i t r e parce q u ' i l v o y a i t dans l a 1 F r a n c i s "gemmes^ NRFt. 51 , p 903 2 G r a i n , p 260 „ , _ 3 More • choi s i s , "Re f l ex ions sur l'AHsnagne'p 51 Renaissan.ee l a p o s s i b l e v r a i e beaute, toute phys ique) , (1) que 1* a r ch i t e c tu r e a c t u e l l e ne p l a i t pas p a r t i c u l i e r e m e n t a- l u i , (2) et q u ' i l c r o i t l a mode de 1900 l a i d e et a t t r i s -tants (3) Et' tou t l e r e s t e e s t : 2 . LITTERATURE L a c u l t u r e I n t e r n a t i o n a l e de Gide et s a c u r i o s i t e p e r p e t u e l l e I ' o n t f a i t conna l t r e l a l i t t e r a t u r e de p l u s i e u r \ s na t ions e t rangeres . Ses t r a d u c t i o n s donnenb quelque idee de ses i n t e r e t s i i l a t r a d u i t en f r a n c a i s des l i v r e s de Pouchkine, Goethe, K e l l e r , Shakespeare, B l a k e , Conrad, Tagore, Whitman. (4) Sa c r i t i q u e est a u s s i penetrante des l i t t e r a -tu re s etrangeres que de l a s i snne . Comme exemples de ses o p i n i o n s , ces mots a propos des Reven ants d ' I b s e n : " C ' e s t en poussant l e s choses, non en l e s heart ant , qu ' on l e s remue" (5) ; c e u x - c i sur Die Rauber de S c h i l l e r j "L 'absprdi te dans l e pathos et l a demesure ne saura ien t e t re poussees p l u s l o i n , et c e l a sans mem® 1'excuse du v e r s . " (6) 1 » J o u r n a l ' 9 1 , p 21 2 I b i d . . " F e u i l l e t s " , p 345 3 Green; Pe r sona l Record , p 88 4 V o i r 1 'appendice . 5 J o u r n a l ' 9 3 , p 40 6 I b i d . '34 , p 1215 et c e u x - c i sur N i e t z s c h e : "Ceuvre admirable? non — mais preface-d 'oeuvres admirab les . " (1) I I s ' i n t eVesse p a r t i c u l i e r e m e n t , a ce q u ' i l par a i t , £ l a l i t t e r a t u r e a n g l a i s e . Dans une l e t t r e a Char les du Bos i l d i t : " L ' A n g l e t e r r e n ' a guere peche j u s q u ' a present par exces de c u i s i n e ; James es t un m a i t r e - c u i s i n i e r . Ma i s , quant a moi , precisement j ' a i m e ces gros morceaux non pares que F i e l d i n g ou de FoS'nous servent , i. peine c u i t s , gardant tout l e goQt-de-sang de l a v i a n d e . Tant d ' appret et de d i s t i n c -t i o n , j ' e n s u i s soule d 'avance; i l r e n c h e r i t sur nos propres d e f a u t s . . . " ( 2 ) Au merae t i r t re i l aime l a v igueur de Shakes-peare . "Rous para i s sons b i e n sees a c8t7e d ' e u x , " (3) d i t - i l a propos de ses p ieces h i s t o t i q u e s , et ce t t e de rn ie re phrase d'une analyse g id ienne de Hanle t demon t r e son a p p r e c i a t i o n : "Oh non.' pas 1 1 a c t i o n d 'un 'homme r e s o l u ' , mais c e l l e de quelqu 'un qu i n ' e t a i t pas ne pour a g i r , et a qu i Hora t i o saura d i r e : 'Vous aur iez pu n a t t r e p o e t e ' . " (4) Gide peut gouter auss i l f a u t r e aspect de l a l i t t e r a t u r e a n g l a i s e : "P r ide and P r e j u d i c e . . . . ou Jane Austen a t t e i n t l a p e r f e c t i o n , mais ou 1 'on sent assez v:i te 1: X I I e " L e t t r e a A n g e l e , " P r e t e x t e s , p 169 2 NRF -t. 33-29 .2 , p 762 3 Green, "Pages de J o u r n a l 1935", R. PARIS, 1 a v r i l ' 39 , p 728 4 Pos t - sc r ip tum & l a V I I e " L e t t r e a Angele" , P r e t ex t e s , p 134. Noter en passant que Bernard dans l e s Faux-Monn©years se rapproche a Hamlet. 8 (comme dans Marivaux) q u ' e l l e ne se Bisquera pas sur des som-mets exposes a des vents t rop f o r t s . Une exquise m a i t r i s e de ce q u i peut e t re m a l t r i s e V Charm ante d i f f- e r e n c i a t i o n des personnages may ens. Reuss i t e par-f a i t e et triomphe a i s £ e de l a decenfie." (1) Stevenson s ' en fau t un p e u : " . . . . f i n , specieux, d e l i c a t , e x t r em ement c i v i l i s e . L u i r e s t e c o r r e c t et disceet; toujours conteur , acteur j amais ; l a v i e l e g r i s e , mais comme un t r e s l ege r champagne; r i e n de d ionysiaque en ce t t e iv resse^ r i e n de d i v i n ; son i v r e s s e es t toujonrs l u c i d e et n ' e m t e que son cerveau; i v r e s s e de salon^de causeurj - - vous savez que ce n ' e s t pas l a mienne; et j e souff re souvent, l e l i s ant, de s e n t i r que tou jours i l es t r e s t e devant l e s choses, un peu d i s t a n t , voyeur amuse, non v i v e u r . . . . " ( 2 ) Quant au D r . J e k y l l : "Trop ingen ieux , t rop p o l i c e ; c e l a manque de grandeur." (3) E t Keats es t presque t rop r a f f i n e : " . . . Hero and Leander • . . . c e t t e arddnte et magnifique p o e s i e . K e a t s . . . me p a r a i t aupres . . . p r e sque f r o i d , deco lo re , et surtout de ry thmesi s u b t i l q u ' i l echappe p a r f o i s a fo rce de d e l i c a t e s s e . "(4) Dans l a seconde conference (des Heros) de C a r l y l e , i l manque de p e n e t r a t i o n : "Je ne dev ra i s r i e n l i r e comme c e l a . " Mais dans l a p remie re , " A chaque l i g n e , j ' e n avals pour un quart d 'heure de r e f l e x i o n s et de vagabon-1 J o u r n a l ' 29 , ; 910 2 V T e " L e t t r e a A n g e l e , " P r e t e x t e s , p 115 3 J o u r n a l '24, p 780 4 I b i d . *12, p 383 9' d a g e s . " ( l ) * Gide considere que l e s ouvrages l e s p lus in t&res sanfs et l e s p l u s d i s t i n c t i f s de Browning (11 l ' a i m e presqu ' en t o t a l i t e ) sont l e s monologues corame Sludge, " C e s t pour l a gene ra t ion su ivsn te q u ' e c r i v a i t Browning —• et pour nous. (2) E t dans une epoque recente Gide d i t ces mots a propos de The O l d Wives ' Tale d ' A r n o l d Benne t t : " R ien de plus s impl que son i n t r i g u e ; r i e n que de b a n a l , que d ' o r d i n a i r e dans l a r e l a t i o n de l a v i e des deux soeurs . " (3) C r e s t encore de l a louange. M a i s , quoique 1 1 a p p r e c i a t i o n de Gide pour l a l i t t e r a t u r e etrangfere s o i t cons ide r ab l e , son i n t e r e t pour l a l i t t e r a t u r e f ranpa i se es t p ropor t ionne l lement p lu s grand. Pendant son voyage au Congo, par exemple, i l t r o u v a l e temps de l i r e et de r e l i r e quelques p ieces de C o r n e i l l e , de M o l i e r e et de R a c i n e . V o i c i son o p i n i o n du monologue d ' E m i l i e q u i ouvre C i n n a : " L 1 a b s t r a c t i o n , l a p r e c i o s i t e , l a s o u f f l u r e , 1 ' a n t i - r e a l i s m e . . . ne -sauraient § t r e pousses p lu s l o i n et j e ne connais pas de v e r s p lu s admirables . C e s t l e triomphe de 1 ' a r t sur l e n a t u r e l . Be p lus abstrus sonnet de Mal la rm^ n ' e s t p l u s d i f f i c i l e a comprendre que, pour l e spectateur non prevenu, non app r ivo i se par avance, l ' e n c h e -vetrement de cet amphigouri sub l ime . " (4) 1 J o u r n a l ' 9 1 , p 19 2 "L 'Oeuvre de Robert Browning," NRF 1 .16-21.2 , p 415 3 " A r n o l d Bennett",NRF t . 3 6 - 3 1 . 1 , p 728 4 "Voyage au Congo", p 197 10 * i E t ces phrases (cachees encore mieux que ce l les de Rousseau) font l a c r i t i q u e du Misanthrope. ' "Les sentiments qu i font l e s r e s s o r t s de 1 ' i n t r i g u e , l e s . i - id icu les que M o l i e r e s a t i r i s e , comporteraient une pe in tu re p lus nuancee, p l u s d e l i c a t e , et supportent assez raal ce grossierement et ce t t e ' e r o s i o n des con tours ' que j ' a d m i r e t an t dans l e Bourgeois , l e Malade, ou 1 'Avare . Le ca rac t e r e & * Alees t e me par a i t un peu f ab r ique , e t , precis^ment parce qu ' i l y met du s i en, 1' auteur s ly montre moins a 1' a i s e . . . . Le suje t p r e t a i t au roman p l u t o t qu ' au thea t re ou i l f au t e x t e r i o r i s e r t r o p ; l e s sentiments d ' A l c e s t e souff rent de ce t t e express ion forcee qui ajoute a son ca rac te re un r i d i c u l e de surface et de moins "bonne q u a l i t e . Les m e i l l e u r e s scenes sont peut-e t re c e l l e s ou lui-meme ne para t t p a s , . . . " (1) V o i c i ce qu i p l a i t - : a Gide chez M o l i e r e » "ce t te sor te de j o i e , p l e i n e de sagesse un peu t r i v i a l e , d ' a r t un peu f r u s t e , d ' e s p r i t un peu e p a i s . " (2) Gide demontre pourtant dans son oeuvre une sympathie p l u s grande pour R a c i n e . Quelques remarques sur Ip_higjdnie: " I I me par a l t au jourd 'hu i que ce t t e p iece es t auss i p a r f a i t e qu'aucune autre et ne l e cede en r i e n a ses soeurs; mais sans doute n^en e s t - i l p o i n t q u ' i l s o i t p lus d i f f i c i l e de b i e n j o u e r . Aucun r o l e ne peut e t re l a i s s e dans 1 ' ombre . . . .LSon p o u r r a i t merne d i r e q u ' i l n ' y a pas un 1 I b i d . , p 47-48 2 J o u r n a l , " F e u i l l e t s , " p 664 premier r o l e , et que tour a tour c ' e s t Iphige 'nie , Agamemnon, Clytemnest re , A c h i l l e et E r i p h i l e que 1' on souhai te de v o i r l e mieux i n t e r p r e t e r " (1) On s e r a i t peut -e t re j u s t i f i e r de c l a s s e r Racine parmi l e s i n f luences d i r e c t e s . s u r Gides.^J^ai aime : l e s •vers,-.de" R'aeine par-dessus toutes p roduc t ions l i t t e r -a i r s . \ J ' admi re Shakespeare enormement; mais j ' eprouve devant Racine une emotion que ne me donne jamais Shakespeare: c e l l e de l a p e r f e c t i o n . . . .Homme et na ture , dans ses p ieces ouvertes aux ven t s , toute l a poesie r i t , p l eu re et f r emi t dans Shakes-peare; Racine est au sommet de I 1 a r t . " (2) Deux vers de M o l i e r e et de Racine 6 c l a i r e i s -sent 1 'es the t iqueJde Gide , parce q u ' i l l e s c i t e comme tous l e s deux exemples d ' " a r t c l a s s i q u e . " De T a r t u f f e : "Vous vous aimez tous,.deux p lus que vous ne pensez" (3) et de Bajiazet: " J e me p l a i n s de mon s o r t moins que vous ne pensez ." (4) 1. Vova&e au Congo* p 198-9 2 J o u r n a l ' 33 , p 1187. C f . auss i p 113 de l a " P r e f ace aux F l e u r s du .USaiy •''Moreeaux c h o i s i s : " I ' u n et 1' autre (Racine et Baude l a i r e ) p a r l e n t & m i - v o i x , de so r t© que nous l e s 6coutons longuement;" l e s e x t r a i t s du Personal Record de Green et du J o u r n a l d ' A l i s s a dans L a Po r t e~^ t ro i t e , ou Gide loue l e s chants r e l i g i e u x de Racine.; et l e s a t i r i q u e "Dialogue entre Racine et l e P . Bouhours" ( J o u r n a l , " F e u i l l S t s 1 / p 662 - 3 . ) • 3 J o u r n a l des Faux-Monnayeurs, p 75 4 I b i d . , p 108 12 - \ Des autres e c r i v a i n s du d ix-sept ieme s i d c l e La Bruyere es t 1 'un de ses p r e f e res . A propos des Carac te rss ; " S i c l a i r e est l ' e a u x de ces ba s s in s , q u ' i l fau t se pen-cher longtemps au-dessus pour en comprejidre. l a profondeur. (1) En ce qui coneerne l e s i e c l e e n t i e r i l est d ' a c c o r d avec 1 'observa t ion de Brune t i e re que p l u s i e u r s auteurs (sans compter Pasca l ) ne se sont pas profondement exprimes sur l a v i e parce q u ' i l s met ta ien t l e u r pensee d 'habi tude & l a poittee des femmes de s o c i e t e . (2) E t i l ajoute ce commen-t a i r e de lui-meme:" I f the w r i t e r s of the seventeenth cent-u ry coulf l have foreseen tha t they would be read three hun-dred years l a t e r , t hey 'wou ld have w r i t t e n qu i t e d i f f e r e n t l y , ho d o u b t . . . .For one f e e l s ve ry conscious tha t they c o u l d have done b e t t e r , but d idn t da r e . " (3) F l a u b e r t ? dont l a Correspondence " a durant p l u s de c i n q ans, a mon chevet , rempl&cje l a B i b l e " , (4) et qu i r e s t e encore son oeuvre de cet auteur p re fe ree , (5 ) "n • 6 c r i t pas s i b i e n q u ' i l s ' ef fo rce d f e c r i r e . . . Chaque phrase ne so r t d'embarras que par une extreme s i m p l i f i c a -t i o n de l a syntaxe; e l l e m o r c e l l e et j ux tapose . E l l e n ' o b -t i e n t non p l u s l a fu s ion que 1 ' ana lyse ; l e s elements en r e s t e a l ' e t a t b r u t . " (6) 1 J o u r n a l '26y.fr 826 2 I b i d . , ' 9 1 , p 21 3 Green: Pe r sona l Record , t> 253 4 " F e u i l l e t s " , NRF t . "18-22.1, p 8X3 5 " F e u i l l e t s " , NRF t . 31 -28 .2 , p. 803 6 . " F e u i l l e t s " , NRF t . 18-22 .1 , o 319 13 » \ B a l z a c , au c o n t r a i r e , quoique l ' u n de ses l i v r e s s o i t , en t ou t , "une des choses l e s p lu s pu i s san tes , mais b i e n auss i l e s p lus t r o u b l e s , l e s p lu s impar fa i t e s et chargees de s c o r i e s , de toute not re l i t t e r a t u r e , (1) " . . . comment ne p o i n t comprendre que ses defeuts memos', fon t aus s i b i e n p a r t i e de s a grandeur; que, p l u s p a r f a i t , i l ne s e r a i t pas s i g igan tesquc . " (2) Gide tache de juger avec i m p a r t i a l i t y Hugo, quoique 1 on pu i s se conelure de ses c r i t i q u e s an te r ieures q u ' i l f e r a i t son elog'e avec d i f f i c u l t e . Son s t y l e par exemple es t c a r a c t e r i s e par "Trop de j o u r , r h e t o r i q u e , l e mot p l u s gros que l a pensee;" (3) et par " . . . L ' a n t i t h e s e . . . e x t e r i e u r e et fS^erbale "(4) I I loue du r e s t e en meme temps son emploi de que, a l a maniere de Bossuet : " E s t - i l r i e n de p l u s majestueux, de p l u s grave?" (5) En somme, "De W a u x v e r s , d ' admirab les v e r s . . .mais d'une beaut6 presque un i quern en t verb ale et sonore. On* n ' imagine r i e n de p l u s creux, de p l u s absurde n i de p lu s s p l e n d i d e . " ( 6 ) Gide condamne Anatole France pour s®n manque 1 J o u r n a l des Faux Monnayeurs, p 73 2. J o u r n a l ' 3 5 , p 1226 3 AndreHfiralter, p 177 4 "Preface aux F l e u r s da M a i " , Morceaux c h o i s i s , p 113 5 • F e u i l l e t s " , NRF t . 31-28 .2 , p 807 6 J o u r n a l '18 , p 660. C f . I b i d . , ' 29 , p 955 14 de "tremblement" (1) et l e s Goncourt pour l e u r manque genera le . (2) Z o l a , tou t au c o n t r a i r e , % e r i t e d ' e t r e p lace t r e s haut — autant qu 1 a r t i s t e et sans aucun souc i de tendance." (3) V o i c i se lon Gide l e grand crime de S a i n t -Georges de B o u h e l i e r j "Yous aiumez notre tangue, Monsieur • . . . " ( 4 ) mais Henr i d e R e g n i e r "est 1 'un des seu l s qui "ecrivent; i l a 1' amour et l e souc i de notre l angue . " (5) S i R^gnier e t a i t p lus age' ou Gide p lu s jeune, c e l u i - c i 1 l a u -r a i t c h o i s i pour mat t r e . Quant a~ l ' e c o l e symbol is te en gene ra l : "Le grand g r i e f cent re e l l e , e ' e s t l e peu de c u r i o s i t e q u ' e l l e mar qua devant l a v i e . A l a seule except ion de V i e l e - G r i f f i n p e u t - ^ t r e . . . , tous furen t des p e s s i m i s t e s , des renonpants, des r e s i g n £ s . . . . . L a poes ie dev in t pour eux un refuge; l a seule ^chappato i re aux hideuses r e a l i t e s ; on s ' y p r e c i p i t a i t avec une f e rveu r desesperee." (6) Les symbol i s tes appor-t £ r e n t £ 11 a r t une n o u v e l l e es the t ique mais pas une nouve l le e th ique . Peu t -e t r e l e s op in ions de Gide sur deux auteurs conteraporains s e r o n t - i l s d 'un certain i n t e r e t : " Fran-c i s XTammes est un grand poete; i l a l ' audace l a p lu s nobles 1 J o u r n a l «06, p 207 2 I b i d . , " F e u i l l e s de r o u t e " , p 71; "Theophile G a u t i e r , " Morceaux c h o i s i s , p 456; " F e u i l l e t s " , NRF t . 31-28 .2 , p 804 3 J o u r n a l ' 34, p 1220 4 " In Memoriam," P r e t e x t e s , 5 J o u r n a l des Faux-Mon. , p 236 p 66-7 15 c e l l e de l a ' s i m p l i c i t y . P a t i e n t denuement de pensee pour permettre un a c c u e i l p lus vas te et p lus s u r p r i s £ tout enioi vi /brant , aVtoute sensa t ion eparse autour lde l u i . " (1) Gide s 'etonne que ZJTammes peut employer l e v i e i l a l exandr i^n pour des chants s i nouveaux. I I l e rend pour tant meconnaissable; " C ' e s t pour ne p o i n t fausser s a v o i x q u 1 i 1 f a u s s a i t 1 ' i n s t r u -ment. " (2) E n f i n : " J ' aime F r a n c i s ^fammes; mais j e prefere l a v e r i t e . (Je ne s a i s plus comment c e l a se d i t en l a t i n . ) " ( 3 ) Gide ava i t longtemps esspe Proust "un snob, un mondairi' amateur", (4) mais peu a peu i l commencait st s e n t i r pour l u i " . . . une des admira t ions : . les p lus v i v e s que j ' a l e jamais eprouvees pour un auteur contemporfcin— et j e d i r a i s sans doute l a p l u s v i v e , s i Pau l ValeVy n ' e x i s t a i t p o i n t . . . . n u l e c r i v a i n ne nous a v a i t p lus e n r i c h i s . " (5) I I t rouve d e j a dans Les P l a i s i r s et l e s j o u r s t ou t ce que l ' o n admirer a dans l e s oeuvres pos ter i e u i c s : " . . . . i n t e rmi t t ence du souven i r , emoussement du r e g r e t , puissance ' evoca t r ice des noms de l i e u x , t r o u b l e s de l a j a l o u s i e . . . c e d e t a i l et c e i t e abondance, 1 1 e x t r a o r d i n a i r e f o i s o n n e m e n t . . . . " (6) E t v o i c i s a c r i t i q u e de l ' o e u v r e e n t i ^ r e : "Lorsque nous l i s o n s Prous t , nous commencons de p e r c e v o i r br u s quern en t du d e t a i l ou. ne nous a p p a r a i s s a i t j u s q u ' a l o r s qu'une m a s s e . . . . L ' ^ c r i t u r e de Proust 1 I I e " L e t t r e & Angele*,' P r e t ex t e s , p 94 2 F r a n c i s $ammes," NRF t . 51-38 .2 , p 881 3 J o u r n a l , " F e u i l l e t s " , p 721 4 L e t t r e & Prous t , NRF t . 31-28 .2 , p 6509 •Se Ve " B i l l e t el A n g £ l e , " NRF t . 16-21 .1 ,p 586 6 "En r e l i s a n t Les P l a i s i r s et l e s j o u r s , " NRF t . 20-23 .1 , p 123-4 16; e s t . . . . l a p lu s a r t i s t e que j e c o n n a i s e e . . . . J e • c h e r c h e l e defaut de ce s t y l e et ne l e pu i s t r o u v e r . Je cherche ses q u a l i t l s dominantes, et j e ne l e s p u i s t rouver non p l u s , . . . S i 5 pour informer 1' i n d i c i b l e , le mot l u i manque, i l r ecour t & I 1 image ; i l d ispose de tout un t r e s u r d 1 a n a l o g i e s , d ' e q u i -va lences , de comparaisons s i p r e c i s e s et s i e x q u i s e s . . . . I I ne se t i e n t pour s a t i s f a i t que s ' i l nous m on t r e avec l a f l e u r , l a t i g e , pu i s meme l e d^ l i e at chevelu r a e i n i e r , . . . S i je cherche i. present ce que j 1 admire l e p l u s dans ce t t e oeuvre, j e c r o i s que c 1 est s a g r a t u i t e . Je n 1 en connais pas de p l u s i n u t i l e , n i qu i cherche moins a; p rouve r . " (1) En gu i se de conc lus ion on peut c i t e r l e s d i x romans f ranc a i s prefer es de G i d e : (2) L a Chartreuse de" ft arm e (S tendha l ) , Les L i a i s o n s dangereuses ( L a d o s ) , L a P r i n -cess* de C l e v e s , Manon Lescaut ( P r e v o s t ) , Dominique (Fromentin) L a gousine Be t t e (Ba lzac ) * Madame Bovary ( F l a u b e r t ) , Germi-n a l ( Z o l a ) , Marianne ( M a r i v a u x ) , Mais i l n ' y a que neuf romans: dans son l i s t e . E s t - c e que l e dixieme s e r a i t Les Faux-Monnayeurs (G ide )? 1 Ve " B i l l e t a A n g e l e , " NRF t . 16-21 .2 , p 587-90 2 "Les D i x romans f r a n j a i s q u e . . . " , Morceaux C h o i s i s . p 142-8 Chapi t re I I L'ESTHETIQUE CREATRICE.: ' CREDO 18 1.. ART * '• " . . . l e dout e, le t r o u b l e , le romantisme et l a m e l a n c o l i e ; de tout c e l a nous e t i o n s l a s ; de tout pe l a nous v o u l i o n s s o r t i r . . . . un i d e a l d ' e q u i l i b r e , de p l en i tude et de sante . Oe fu t , je c r o i s , b i e n , ma premiere a s p i r a t i o n vers oe qu' on appe l l e au jourd 'hu i (1) l e ' c l a s s i c i s m e ' ; " v o i c i l ' a t t i t u d e de Gide au temps des ITourr i tures ; v o i c i l ' a t t i t u d e a c t u e l l e de Gide , Quel est ee romantisme que Gide prend en horreur? "Le romantisme est toujours accompagne d ' o r g u e i l , ( £) • d ' i n f a t u a t i o n " . "Notre l i t t e r a t u r e , et s i n g u l i e r e -ment l a romantique, a louange, c u l t i v e , propage l a t r i s t e s s e ; et non point ce t te t r i s t e s s e a c t i v e et r e s o l u qui p r e c i p i t e l'homme aux a c t i o n s l e s p lus g l o r i e u s e s ; mais une so r t e d ' e t a t f lasque de 1'ame, qu'on appe la i t me l anco l i e . . . Je t i e n s pour impie le vers de Musset tant prone: 'Les p lu s desesperes sont (3) l e s chants l e s p lus b e a u x ' . " Et i l approuve ce t te (4) c r i t i q u e du Times L i t e r a r y Supplement: "Romanticism 1 G r a i n , p 289-90. 2 "Reponse a une enquete de l a Renaissance sur l e c l a s s ! c i s i n e " , Nouveaux Pre tex tes (Morceaux c h o i s i s ) p 415. 3 Nouv. Hour . , p 109-10. 4 H e " B i l l e t a Ange le" , NRP t . 16 -21 .1 , p 343. 19 i s an excess -of emotion; and the emotion i s not n e c e s s a r i l y of the exp res s ive , i t may be of the r e s t r i c t i v e k i n d . The excess may be not of love but of f ea r . In g e n e r a l , romant ic ism i s to be d i s t i n g u i s h e d from c l a s s i c i s m by i t s a t t i t u d e to the fundamental mystery of l i f e , the element o f i n f i n i t y . The achievement of c l a s s i c i s m i s to accept and place tha t element, to acknowledge. i t without denying reason; and no art can be c a l l e d c l a s s i c a l that i s not e n t i r e . " Une enquete de La Renaissance sur ie c l a s s i c ! sme poussa Gide a. s 'occuper de l a t heo r i e du c l a s s i c i s m s , q u ' i l developpai t dans aa reponse a. l a revue, dans ses deux premiers " B i l l e t s a. Ange le" , et p a r - c i p a r - l a dans b ien des autres e c r i t s c r i t i q u e s . "Le v r a i c l a s s i c ! sine n-' est pas l e re s u i t at d'une cent r a i n te e x t e r i e u r e " , conaluip-r i l dans l a Reponse, mais b i e n "un harmonieux f a i sceau de v e r t u s , dont l a premiere est l a modes t i e . " ' L ' a r t exige une soumission, parce que: "En gene ra l , 1 ' insubor -d i n a t i o n contre l e s r eg i e s v i e n t d'une subord ina t ion i n i n t e l l i g e n t e au rea l is rae , d'une incomprehension des f i n s ( 3 ) de 1' a r t . " Mai s ces r e g i e s sont i n t e r ! e u r e s : "La p e r f e c t i o n c l a s s ique impl ique , non point ce r tes une suppress ion de 1 ' i n di v i du . . . m a i s l a soumission de 1 T LIT, S, % t . 20, p 525. £ "Reponse a une enquSte de l a Renaissance sur l e c l a s s i c i s i s e " , Nouveau Pre tex tes (Morceaux cho i s i s )~ p 452-3 . 3 J o u r n a l , " F e u i l l e t s " , p 345. 20 l ' i n d i v i d u , sa subord ina t ion , et c e l l e du mot dans l a phrase, de l a phrase dans l a page, de l a page dans l 'oeuvre , , C e s t l a ml se-en-evidence d'une h i e r a r c h i e . "Le triomphe de 1 ' i n d i v i d u a l i s m e et l e triomphe du c l a s s i c i s m e se confondent. Or l e triomphe du c l a s s i c i s m e est dans l e renoncement a 1 ' i n d i v i d u a l i t y . I I n ' e s t pas une des q u a l i t e s du s t y l e c l a s s i q u e qui ne s 'achete par l e s a c r i f i c e d'une complaisance. Les p e i n t r e s et l e s l i t t e r a t e u r s que nous louangeons l e p lus au jou rd 'hu i ont une maniere; l e grand a r t i s t e c l a s s i q u e t r a v a i l l e a. n ' a v o i r po in t de maniere; i l s' e f force vers l a b a n a l i t e . S ' i l parv ien t a. cet te b a n a l i t e sans e f f o r t , c ' e s t q u ' i l n ' e s t pas un grand a r t i s t e, parb leu I L 'oeuvre c l a s s ique ne se ra f o r t e et ( 2) b e l l e qu 'en r a i s o n de son romantisme dompte." Encore de l a d i f f i c u l t e v a i n cue.' Mais cet te con t ra in t e . . . n 1 es t -ce pas que Gide juge l a pudeur, l a d i s c r e t i o n , l a modestie des oeuvres c l a s s i q u e s du point de vue du vingt ieme s i e c l e ? Oette b a n a l i t e (ne d e v r a i t - o n d i r e p l u t o t " u n i v e r s a l i t e " ? ) d o i t presenter au l e c t e u r une oeuvre "qui se passera d 'abord inapercue . . . ; ou. l e s q u a l i t e s l e s p lus c o n t r a i r e s , l e s p lus o o n t r a d i c t o i r e s en apparence: fo rce et douceur, tenue et gr&ce, log ique et abandon, 1 "Eeponse p 453. 2 I e r " B i l l e t a Angele" , NRF t . 16-21 .1 , p 338. 21 p r e c i s i o n e t -poes ie - r e s p i r e r o n t s i aisement , q u ' e l l e s p a r a i t r o n t n a t u r e l l e s et pas surprenant es du t o u t . Ce qui f a i t que l e premier des renoncements a ob t en i r de s o i , (1) c ' est c e l u i d ' etonner ses oont emporains. " D e plus : "L'etonnement, en a r t , ne vaut que s ' i l cede a u s s i t o t a I ' emot ion ; et l e p lus .souvent i l 1' empeche. ) On se s e r t t rop l ibrement du mot " c l a s s i q u e " . On nomme c l a s s ique toute oeuvre grande et b e l l e , mais l a p i apart d e t e l s l i v r e s ne sont n i c l a s s i q u e s n i romant iques . A v r a i d i r e , ce n ' e s t que l e s oeuvres f ranch i ses q u i ont d r o i t au nom de c l a s s i q u e s : "Le c l a s s i c i s m e me p a r a i t a ce po in t une i n v e n t i o n f ranga i se , que pour un peu je f e r a i s synonymss ces deux mots: c l a s s i q u e et f r a n c a i s , s i le premier terme pouvai t pre tend re a e p u i s e r l e genie de l a 'France et s i l e romantisme a u s s i n ' a v a i t pas su se f a i r e f r a n c a i s ; du moins a ' es t dans son art c l a s s ique que le i (5) genie de l a Prance s' est l e p lus pleinement r e a l i s e . " Quel do i t § t r e l e champ de 1 ' a r t ? "Opposer l ' a r t a. l a v i e est absurde, parce que 1'on ne peut f a i r e de l ' a r t qu'avec l a v i e . Mais ce n ' e s t que l a ou l a v i e surabonde que l ' a r t a chance de commencer. L ' a r t n a i t par s u r c r o i t , par press ion de surabondance; i l commence la. 1 Ibid. , p 588. 2 Jou rna l ' 2 1 , p 695. '3 I e r " B i l l e t a Angele , p 339-40. 22 ou v i v r e ne* s u f f i t p lus a. exprimer l a v i e . " ^ " ^ La Nature pourtant n ' e s t pas mat I ere a. 1' a r t . D'abord l e p a s t o r a l : "Oeux qui l ' i d o l a t r e n t ( l a Nature) c r o i e n t t rop qu'on sor t de l a Nature s i t 6 t qu Ton sort des champs de b l e „ " v ; Et ensu i t e : "La beaute ne sera jamais une product ion n a t u r e l l e ; e l l e ne s ' o b t i e n t que par une a r t i f i c i e l l e cont r a i n t e . Ar t et nature sont en r i v a l i t e sur l a terre'.'^ r ' L ' ar t ne r e s p i r e que.dans l e part i c u l i e r " , ^ * ) et , en e f f e t , " L ' a r t est de prendre un sujet p a r t i o u l i e r ayec asses de puissance pour que. l a g e n e r a l i t y dont i l dependait s ' y comprenne."( 5 ) Les l i m i t e s de l ' a r t n ' e x i s t e n t pas : , " I I ne s ' a g i t p l u s , pour 1 ' a r t i s t e de v a l e u r , de prendre appui sur l ' a r t d ' h i e r pour tacher d ' a l l e r au d e l a , et de r e c a l e r ses. l i m i t e s , mais de changer l e sens meme de l ' a r t et d ' invent er a son e f fo r t une nouve l l e d i r e c t i o n . "^ 6 ^ Gide veut abandonner l a que re l l e "assez va ine" des anciens et des mod ernes . I I s ' e x p l i q u e au mo yen de deux theo r i e s de 1'economie: l a t heo r i e de Ricardo sou t ien t que l e s premiers c u l t i v a t e u r s d'une t e r r e 1 V i l e " L e t t r e a Angele" , P r e t ex t e s , p 126» 2 I b i d . , p 127. 3 "Natura l i sme" , Nouveaux P re t ex t e s , (Morceaux G h o i s i s ) , p 63 . 4 G r a i n , p 224. . 5 Paiudes , p 100. 6 "Les l i m i t e s de l ' a r t " , P r e t ex t e s , p 59. 23 labourer!t les ' s o l s l e s p lus f e r t i l s . Les sages res teront sur l e s champs de l eu r s a'ieux. Mais l a t heo r i e de Garey tout au o o n t r a i r e main t ien t que l e s t e r r e s c u l t i v e e s d 'abord sont l e s p lus pauvres: l e s hauts p la teaux ( l a haute l i t t e r a t u r e ) , au s o l sens grande prof ondeur. et dont l a charfc^e ( l e s t y l e ) aura fac i lement r a i s o n . Les hantes pensees, l e s hauts sentiments , l e s pass ions nobles , l a parure du faux c l a s s i e i s m e , ne p l a i s e n t pas a Gide: a l u i " 1 ' a l l u v i o n barbare, ou Jean-Jacques v i n t h e r b o r i s e r ; l e s romant iques n ' y penetrerent qu 'en saboteurs . ) Racine et Baude la i re e t a i e n t deux c u l t i v a t e u r s de ces t e r r a i n s dangereux. V o i c i l e nouveau c l a s s i c i s m e de Gide : "0 t e r r a i n s d ' a l l u v i o n J t e r r e s n o u v e l l e s , d i f f i c i l e s et dangereuses, mais fecondes i n f i n i m e n t l C 'es t de vos p lus f arouches puissances , et q u i n 'ecouteront d ' autre con t r a in t e que c e l l e s d 'un a r t souver-ain, que n a i t r o n t , je l e s a i s , l e s oeuvres l e s p lu s m e r v e i l l e u s e s . Je s a i s que vous attendee apres nous. Que m'importent des l o r s l e s Tr ianon (2) l e s p lu s pares et l e s p lus so lenne l s V e r s a i l l e s ! " L ' a r t i s t e pourtant ne f e ra pousser que des p lan tes robustes , comme. temoignent ce t te c r i t i q u e Gidienne d 'un contemporain: " I I mene a p e r f e c t i o n des q u a l i t e s que j e voudra i s miennes. Son ar t est f a i t du depouil lement de 1 "La Theor ie de Garey", Morceaux e h o i s i s , p 42 . 2 I b i d . , p 44. 24 toutes l e s f ausses r i c l i e s s e s . "( 1) Enf i n : "Le v e r i t a b l e c l a s s i c i s m e ne comporte r i e n de r e s t r i c t i f n i de suppress i f ; i l n ' e s t poin t tant conserveteur que c rea teur ; i l se detourne de 1'archaisme et se refuse a c r o i r e que tout a de j a ete d i t . "( ^ ) 2 . OEUVRE D'ART. " . . . ce t te croyance en l ' o e u v r e d ' a r t et ce c u l t e que je l u i voue . . . . " ( £ ) "La forme, ce t te r a i s o n de l ' o e u v r e d ' a r t*" 1 ' "Sans compos i t ion , l ' o e u v r e d ' a r t ne s a u r a i t presenter qu'une beaute supe r f i c i e l l e . " (4) "Oeuvre d ' a r t . Le grand nombre r e s t e r a tou jours p lus s ens ib l e a l a grosseur d 'un di am ant qu' a l a pure"te de son eau."( 5) "L 'oeuvre d ' a r t est une exagerat i on. " ( G ) "L 'oeuvre d ' a r t est une oeuvre de d i s t i l l a t i o n ; l ' a r t i s t e est un b o u i l l e u r de c r u . Pour une goutte de .oe f i n a l c o o l , i l fau t une somme enorme de l a v i e , qu i s ' y concent r e n t . "( 7 ) " . . . ce t te s i m p l i f i c a t i o n , ce t te ' pu i ssan te e r o s i o n de cent&uri' dont p a r l e M e t z s c b e , et sans l a q u e l l e i l n ' y a pas de p a r f a i t e oeuvre d ' a r t . ' ° ' 1 "Reponse p 455 2 Journa l ' 1 3 , p 389 • 5 "Preface aux F l e u r s du M a i " , Morceaux o h o i s i s , p 110. 4 J o u r n a l , " P e u i l l e t s " , p 711. 5 I b i d . , ' 35 , p 1236. 6 I b i d . , ' 92 , p 33. 7 V i l e " L e t t r e a Ange le" , P re t ex te s , p 126. 8 Jou rna l '08 , p 257. 25 "* je voudra i s pouvoir eons iderer 1' oeuvre d ' a r t comme un microcosme complet, e trange, tout e n t i e r , bu pour tant toute l a complexite de l a v i e se retr.ouve. Je voudra i s y s e n t i r une p h i l o s o p l i i e s p e c i a l e , une morale s p e c i a l e , une langue s p 6 c i a l e , une p l a i s a n t e r i e s p e c i a l e »(1) "Dans toute oeuvre d ' a r t , l e defaut, l a f a i b l e s s e passe a. l a faveur du p a r f a i t ; c ' est l ' i m p a r f a i t que reprend l e d i s c i p l e parce que c ' e s t c e l a s e u l q u ' i l peut esperer de pousser p lus l o i n . " ( 2 ) "L 'oeuvre d ' a r t accompli a c e c i de d e l i c i e u x : qu' e l l e nous present e toujour s p lu s de s i g n i f i c a n c e que n ' en imag ina i t l ' a u t e u r ; e l l e permet sans ces.se une i n t e r p r e t a t i o n p l u s mur i e . " (3 ) "Pour moi j e veux une oeuvre d ' a r t ou r i e n ne s o i t accorde par avanee, devant l a q u e l l e chaeun e x i s t e l i b r e de p r o t e s t e r . - ) "Une oeuvre ne, s u r v i t que par des q u a l i t e s profondes; ces q u a l i t e s secre tes sont ce qu i f a i t p a r a i t r e l ' o e u v r e d 'abord i n c e r t a i n e un peu, t r oub le p a r f o i s , myster ieuse , i nqu ie t an t e pour ceux qui pretendent decouvr i r d 'un coup tout, "ce que l ' a u t e u r a vou lu d i r e " enigmatique e n f i n e t lSchons l e mot a f f r eux : malsa ineI"( 5) " . . . l a r a i son d ' e t r e de l ' o e u v r e d ' a r t . . . sa c o m p o s i t i o n . " ^ ) "La pa t ine est l a recompense des chef s - d 1 oeuvre ."(7 ) " I I m' est b i en d i f f i c i l e de eons iderer l ' o e u v r e d ' a r t autrement que comme un about issement . "f 8) "En a r t , ou 1 ' express ion seu le importe , l e s idees ne para issent jeunes qu 'un j o u r . " * 9 ' 1 I e r " L e t t r e • a Ange le" , P r e t e x t e s , p 83. 2 J o u r n a l , " F e u i l l e t s " , p 714. 3 " Consider at ions a i r l a my t ho log i e grecque", Morceaux o h o i s i s , p 188. 4 J o u r n a l ' 27 , p 837. 5 "Baudela i re et M. Fague t " , Mor c eaux oho i s i s, p 120. 6 Jou rna l , " L i t t e r a t u r e et morale" p 94. 7 I b i d . ' 2 3 , p 754. 8 " V i s i t e s de 1 ' I n t e r v i e w e r " , Morceaux c h o i s i s , p 30. 9 "Baudela i re et M . Paguet", Morceaux c h o i s i s , p 121. nu i t . « (2) 26 "L 'oeuvre d ' a r t ex ige une ordonnance. "^ "L 'oeuvre d ' a r t . . . ou. tout ce qu i ne ser t pas, "L 'oeuvre d ' a r t est oeuvre v o l o n t a i r e . L 'oeuvre d ' a r t est oeuvre de r a i s o n . " ' 3 ) "Le p reoccupa t ion . Mot admirable . L 'oeuvre d ' a r t ne pent germer, c r o i t r e et s ' epanoui r que dans un e s p r i t non pre-oceupe."(4) "L 'oeuvre d ' a r t e s t tou jours l e r e s u l t a t d'une perseverance i n q u i e t e . "( 5) . - "L 'oeuvre d ' a r t ne s 'epanoui t qu 'avec l a p a r t i c i p a t i o n , l a connivence, de tous l e s elements vertueux de 1 ' e s p r i t . " \ ° ' "L 'oeuvre d ' a r t ne s ' o b t i e n t que par c o n t r a i n t e , et par l a spumisslon du rea l i sme a. l ' i d e e de beaute preconcue."(T) I : ~ "L 'oeuvre d'un a r t i s t e est en r e l a t i o n d i r e c t e et s i n c e r e avec le mon de e x t e r i e u r , en r e l a t i o n in t ime et secre te avec son au t ea r . " (8 ) "Les grandes oeuvres s i l e n c i e u s e s . Attendre que l ' o e u v r e se t a i s e en s o i , pour l ' e c r i r e . " ( 9 ) "Ce que j ' a i m e en l ' o e u v r e d ' a r t , c ' e s t qu ' e l l e est c a l i n e . " ' 1 0 < 1 "La Theorie de Carey", Morceaux c h o i s i s , p 44 . 2 J o u r n a l , "FeuSLlets", p 716. 3 "Les L i m i t e s de l ' a r t " , Moroeaux o h o i s i s , p 45 . 4 J o u r n a l '34, p 1212. 5 I b i d . r 1 6 , p 541. 6 I b i d . ' 10 , p 310. 7 V H I e " L e t t r e a. Ange le" , P re t ex te s , p 141. 8 Inc idences , p 96, c i t e de Marce l dans une revue, p 109. . 9 J o u r n a l ' 93 , p 38. 1 0 J o u r n a l ' 93 , p 36. 27 I I he reste a a j outer a ce p r e c i s de l ' e s t h e t i q u e g id i enne , que deux ana log i e s . Gide trouve que tandis , que dans l a nature l'homme est soumis a l a na ture , dans 1'oeuvre d ' a r t i l soumit l a nature a. l u i . Done, c r o i t - i l , l e paradoxe de Dieu propose et l'homme dispose , pent exp l ique r l ' o e u v r e d ' a r t . Dieu propose, v o i l a I ' h ^ r e s i e du na tu ra l i sme , de 1' object i v i s me ; l'homme d i spose , v o i l a . l e sen isme de I ' a - p r i o r i s m e , de 1 ' i d e a l i s m e . La phrase e n t i e r e : v o i l a l ' o e u v r e . ^ Gide trouve a u s s i dans Baude la i r e une p a r f a i t e d e f i n i t i o n de l ' o e u v r e d ' a r t . Ohaque paro le du fameux r e f r a i n de L ' In v i t a t i on au vo y.ag e p o u r r a i i; s e l on l u i devenir l e t i t re d 'un c h a p i t r e d 'un t r a i t e d ' e s the t i que : "1° Ordre (Logique , d i s p o s i t i o n r a i s ® n n a b l e des par t ies ' ; 2° Beauts ( L i g n e , e l a n , p r o f i l de 1 'oeuvre) ; 3° Luxe (Abondanae d i s c i p l i n e e ) ; 4° Galme (Tran qu i l l i s a t i on du tumul te) ; 5° Yolupte ( S e n s u a l i t e , charme adorable de l a m a t i l r e , a t t r a i t ) . " ( 2) 3. ARTISTE Gide d i s t i n g u e nettement entre poete et a r t i s t e . 1 "Les L i m i t e s de l ' a r t " , Morceaux c h o i s i s , p 46, 2 J o u r n a l , " F e u i l l e t s " , p 664. 28 C e l u i - I a , c ' e s t le vie i l homms ; 1Thomme nouveau, c ' est 1 ' a r t i s t e . " I I faut que 1 ' a r t i s t e supplante le poete . De l a l u t t e entre l e s deux n a i t l ' o e u v r e d ' a r t 0 " ( 1 ) Les d i f fe rences entre oes deux s ' exp l iquen t par l e my the de l a naissance de Castor et de P o l l u x . Dans 1'un des oeufs e t a i t P o l l u x et Clytemnestre ( l a p a s s i o n ) ; dans I ' a u t r e Castor et He l i n e (beaute) . Et Side veut que l e s Gemaux res ident dans l 'ame de I ' e c r i v a i n : " J ' i r aag ina i s l e poete-a r t i s t e , do ci lement soumis a l e u r double i n f l u e n c e , sent i r se eonjuguer en l u i l e s rayons de ces deux as t r e s opposes. 1 w Racine, et Goethe sont exemples du p o e t e - a r t i s t e " i l s se t iennent equ id i stent s de P o l l u x et de Cas to r . "( s ) Gide condamne l e s a r t i s t e s dont l a plume seule est bardie .^ ^ ^ . Et en meme temps un peu de l en t ear est u t i l e : "Je e r o i s que l e majeur defaut des l i t t e r a t e u r s et des a r t i s t e s d ' a u j o u r d ' h u i c ' e s t 1 ' impat ience : s ' i l s savaient at ten dre, l e u r su j e t se composer a i t lent ement de (5) lui-meme, dans l e u r e s p r i t " , ce qu i donnera aus s i un peu de duree a l e u r oeuvre. Gide s ' i n d i g n e sur tout contre l e s o p p o r t u n i s t e s : " I I y a quelque bassesse d'ame, & ne , jamais r i e n exagerer que des op in ions p r o f i t able s" . 1 ' 1 J o u r n a l ' 92 , p 30. 2 L e t t r e a A . Rouveyre, NRF t . 30-28 .1 , p 730. 3 I b i d . , p 731. 4 Jou rna l ' 52 , p 1114 et ' 2 2 , p 745. 5 I b i d . , " F e u i l l e t s " , p 716. 6 I b i d . , ' 0V, p 235, "On n ' e c r i t b i e n , on ne pense b i e n , que ce que 1'on n ' a aucun i n t e r § t personnel a penser ou a e c r i r e . " ^ 1 ) St e n f i n : "Immense degout pour presque toute l a product ion l i t t e r a i r e d ' a u j o u r d ' h u i et pour le contenternent que l e ' p u b l i c ' en epr ouve."( 2) P l u s i e u r s f o i s dans son oeuvre d ' i m a g i n a t i o n , Gide condamne quelques exemples de " l a p roduc t ion l i t t e r a i r e d ' a u j o u r d ' l i u i " : A l i s s a dans La Por te E t r o i t e sur l e l i v r e de son cousin A b e l , Edouard dans Les ffaux-Monnayeurs sur LaBar r&f ixe de Passavant . ,Quant a L ' A i r des oimes de J u l i u s dans Les Oaves du V a t i c a n , v o i c i l a c r i t i q u e de son pere: " J ' a i parcouru vo t re de rn ie r l i v r e . S i , apres c e l a , vous n ' en t r ez pas a l 'Academie , vous etes impardonnable d ' a v o i r e c r i t ces s o & n e t t e s . " f 3 ) . Oe qui l u i a-a p l a i t tant oh ez l e s l i t t e r a t e u r s ' co nt em p or a i n s, c ' e s t qu ' i l s ont perdu l e goftt de l ' o e u v r e d ' a r t : " L ' a r t i s t e t rop scuvent c r o i t avo i r f a i r e suffisamraent quand, dans sa pe in ture ou ses v e r s , i l a montre q u ' i l est a r t i s t e , considerant l e part de l a r a i s o n , de 1 ' i n t e l l i g e n c e et de l a vo lon t e , l a composi t ion en un mot, comme n e g l i g e a b l e et ban a l i s a n t e H soul ia i te 1 I b i d . ' 17 , p 614. , 2 I b i d . ' 07 , p 247. 3 Oaves, p 52. 4; l i e s L i m i t e s de l ' a r t " , P r e t e x t e s , p 42 . 30 presque en v a i n l e "bien e c r i r e : " c e l u i q u i , sans se f a i r e trop remarquer, a r r e t e et r e t i e n t l e l e c t e u r et con t r a in t sa pensee a n 'avancer qu'avec l e n t e u r . Je veux que son a t t e n t i o n enfonce a chaque pas dans un s o l r i che et profondeiuent ameubl i . Mais ce que cherche, a 1 ' o r d i n a i r e , l e l e c t e u r , c ' e s t une so r t e de t ap i s roulant qu i l ' e n t r a l n e . Et c ' e s t v r a i que "toutes l e s gran des oeuvres sont d 'assez d i f f i c i l e acces . Le l e c t e u r qui l e s c r o i t a i s e e s , c ' est qu ' i l n ' a pas su penet rer au coeur de l ' o e u v r e . . . . La t r e s grande c l a r t e . . . e s t , pour defendre une oeuvre, l a p lus specieuse c e i n t u r e ; on en v i e n t a. douter q u ' i l y S i t l a quelque sec re t ; i l sernble qu ' on en touche l e fond d ' abord . Mais on rev ien t d i x ans apres et 1'on entre p lus avant encore.^ 2 ^ Gide ne tache pas d ' e t r e a l a mode; de p lus : . "Je ne cherche pas d ' e t r e de mon epoque; je clherche a. . deborder mon epoque."(3) " je s a i s . . . que je n ' a i pour moi n i l e s cafes , n i l e s s a lons , n i l e s boulevards ; et ce sont eux qui font l e s succes . . . . Je l a i s s e r a i mes l i v r e s c h o i s i r patiemment l e u r s l e c t e u r s ; l e p e t i t nombre d ' a u j o u r d ' h u i f e r a l ' o p i n i o n de d e m a i n . " ^ E t , comme Stendha l , "Je. n ' e c r i s pas pour l a genera t ion qu i v i e n t , 1 Journa l ' S 3 , p 760. 2 I b i d . , " F e u i l l e t s " , p 660. 3 I b i d . , ' 18 , p 651. 4 I b i d . , ' 2 1 , p 703. 31 mai s pour l a s u i v a n t e . " ( ^ Pour quo! Side e c r i t ? "Les r a i sons q u i me poussent a e c r i r e sont m u l t i p l e s . . . mettre quel que chose a l ' a b r i de l a mort - et c ' e s t l a ce q u i me f a i t , dans mes e c r i t s, rechercher , entre tout es q u a l i t e s , c e l l e s sur qui , l e temps a i t l e moins de p r i s e , et par quoi l i s se derobent a tous l e s engouments passager s. "^ ^) Comment i l e c r i t ? "Je n ' a i jamais r i e n produi t de bon que par une longue success ion de menus e f f o r t s . Nu l n ' a p lu s medite , n i mieux compris que moi l e mot .de Buffon sur l a ' longue p a t i e n c e ' . "(3-) n res te d 'assez long temps sans r i e n e c r i r e , mais tant mieux: " L ' i d e e de l ' o e u v r e c ' est sa compos i t i o n . . . Pour moi l ' i d e e d'une oeuvre precede souvent de p l u s i e u r e s annees son i m a g i n a t i o n . " ^ ) Et i l veut : "Ne jamais p r o f i t e r , pour aucune oeuvre n o u v e l l e , de l ' e l a n acquis par l a precedente. De m§me, conquer i r pour chaque oeuvre nouve l l e un nouveau p u b l i c . " ( 5 ) V o i l a l e code de 1 ' a r t i s t e g i d i e n . 1 I b i d . ' 22 , p 744. 2 I b i d . ' 2 2 , v 738 3 I b i d . ' 1 5 , p 512. 4 I b i d . ' 14 , p 497. 5 I b i d . ' 22 , p 746. Chapi t re I I I L'ESTHETIQUE CREATRICE: TECHNIQUE 33 1. LINGUISTICS Ce tout p e t i t chap i t r e n ' o f f r e qu'une i n t r o d u c t i o n a l a technique g id i enne qui s T exp l ique ra l i v r e par l i v r e dans l e quatrieme c h a p i t r e . Le v o c a b u l a i r e de Gide est vaste et d'une c l a r t e trompeuse. I I emploi t b ien des mots dans l e u r sens etymologique e t donne de nouve l l e s s i g n i f i c a t i o n s a d ' a u t r e s . "Le v o c a b u l a i r e b i z a r r e , complique, nombreux et c h i n o i s qu'on nous impose au jou rd ' hu i sous l e nom d 'ec . r i tu re a r t i s t e " , d i t Maupassant a propos des Gon court s i ^ Rien de p l u s faux a 1 'egard de G i d e . L u i s u f f i t l e mot j u s t e , l e mot simple* Et l e s f i g u r e s de rhe t o r i que sont ra res chez Gide : " I know very w e l l tha t every word we use i n t h i n k i n g summons up an image, and keeps a t race of a k ind of pr imary metaphor; but i t i s p r e c i s e l y des i r ab l e that thought shou ld , fo r i t s own r e c t i t u d e ' s sake, use these c o i n s , that are words, wi thout paying too much a t t e n t i o n to t h e i r - e f f i g i e s , wh ich can s l o w l y become effaced, f 2) without the co ins l o s i n g hereby t h e i r exchange v a l u e . " 1 ' La phrase t roub le Gide beaucoup p lus que l e mot. V o i c i contre quoi i l d o i t l u t t e r : " . . . l e nombre domine ma phrase, l a d i c t e presque, epouse etroi tement ma pensee. 1 C i t e d a i s L a l o u , p 71. 2 Montaigne, p 98 -9 . 34 . . . La scans ion de l a phrase, l a d e s c r i p t i o n des s y l l a b e s , l a p lace des f o r t e s et des f a i b l e s , tou t c e l a m'importe autan t que, l a pen see m§me et c e l l e - c i me p a r a i t boi teuse ou faussee s i quelque p ied l u i manque ou l a s u r c h a r g e . " ( D Mais vraiment i l n 'aime que l e s t r i c t et le nu . Cette nudi ty es t pourtant mys te r ieuse : " . . . ma phrase sans cesse suggere p l u t o t q u ' e l l e n ' a f f i r m e , et precede par i n s i n u a t i o n . . . . Ifc m' a tou jours pa.ru que l a pensee, dans mes e c r i t s , i m p o r t a i t moins que l e mouvement de ma pensee: the g a i t . " ( 2) Et ce mouvement i l souhai te de preference a l a cou l eu r . Et " . . . l a t r a j e c t o i r e de mon e s p r i t . . . ne se rev e l era que. dans mon s t y l e . I I commenca d ' e e r i r e Andre Wal te r "avant de s a v o i r t r e s b ien le f r a n c a i s - et sur tou t : avant de s a v o i r b i e n m' en s e r v i r . ' ^ 3 ^ Au temps de La Por te E t r o i t e i l s ' e s t r e s o l u : "Je ne veux plus a c c u e i l l i r de su j e t qui ne permette, qui n ' e x i g e , l a langue l a p lus franche, l a plus aisiSe et l a p lu s b e l l e . " ( 4 ) Mais dans son d e r n i e r l i v r e d ' i m a g i n a t i o n Genevieve: " . . . ce l i v r e do i t § t r e e c r i t sans aucun s o u c i de s t y l e et que tout e f f o r t de p e r f e c t i o n forme l i e que j 1 y appor t e ra i s s e n t i r a i t t rop 1 Journal ' 3 5 , p 1223. 2 I b i d . , ' 18 , p 644. 3 I b i d . ' 24 , TO 795. 4 I b i d . ' 13 , p 387. 35 ma manque . . <M ^) Les deux ennemi0s de Side sont l a rhe to r ique et l a p r e c i o s i t e ; i l va inc l a premiere par l a d i v e r s i t e d 'un s t y l e e l l i p t i q u e et renverse qui rom.pt l a pe r iode ; quant a 1' autre : "Tons nos £ c r i v a i n s d ' au j o u r d ' h u i ( j e p a r l e des m e i l l e u r s ) sont p r e c i e u x . J ' espere a c q u e r i r de p lus en p lus de pauvre te . (Paradoxe.) Dans l e denfiment, le sa lu t . "^ 2 ^ Somme tou t e , l e langage de Gide est demesure, c l a i r , a i s e « On pent l i r e ses oeuvres pour l e u r musique s eu l e . 2 . MANIERE L ' a o t i o n dans l e s oeuvres de Gide devient l ' a c t e g r a t u i t . G'es t l ' a o t i o n psych o log ique , 1 'analyse qui 1' i n t e r e s s e . Et par consequent c ' est 1 ' i n d i v i d u p lus que l a s o c i e t e qu i 1 ' a t t i r e . I I mora l i se tou jours , mais i l donne et l e pour et l e cont re . I I emploie deux moyens a f a i r e l ' a n a l y s e : l e d i a logue : " . . . cet e ta t de dialogue q u i , pour tant d ' a u t r e s , es t a peu pres i n t o l e r a b l e , devenait (3) pour moi n e c e s s a i r e , " d i t - i l a propos de son e th ique , 1 I b i d . ' 3 0 , p 977." 2 I b i d . '26,. p 823. 3 I b i d . , " P e u i l l e t s " , p 777. 35 et i l s ' e tend dan s son es the t ique ; et l e Jou rna l : l e s t r o i s quarts des oeuvres de Gide sont ou en t i e r ement j ou rn aux ou f a i t s a. moi t i e de journaux. Presque ehaque l i v r e de Gide p o u r r a i t a v o i r comme s o u s - t i t r e Dichtung und Waiirhei t . "Je n ' a i jamais r i e n pu i n v e n t e r " , d i t Sdouard dans Les Paux-Monnayeurs. Gide i n s i s t e que ce t te phrase n ' app l i que pas a. l u i , mais tout de meme ses oeuvres sont f o r t p e r s o n n e l l e s . L ' o b j e c t i v i t y romanciere se lon l u i do i t s ' a t t a c h e r a. ce que l ' a u t e u r a d 'abord r e s s e n t i . 3 . MATIERE Comme on a note c i -dessus S ide t i r e l a p lupar t de 1 1 i n s p i r a t i o n de ses l i v r e s de sa propre v i e . Les sources thematiques pourtant sont des evenements centem-pora ins , l a mythologie grecque, et l a B i b l e . I I c u l t i v e l e champ de l a psychologies l e s passions innommees de l'homrne, l e s impuls ions i r r a t i o n n e l l e s , l ' a p p e t i t de l a souffranee, l e demon de l a p e r v e r s i t e . Ge n ' e s t vraiment que 1'essence i n t e r i e u r e de ses personnages q u i 1 ' i n t e r e s s e ; done on v o i t p l u t o t q u ' i n d i v i d u e l s des s ensa t i ons . Gide depeint d 'habi tude ces groupes: l e s adolescents - immoral i s tes presque tou jours ; l e s l i t t e r a t e u r s ; l e s corrompeurs; l e s v i e i l l a r d s ; et l e s p i t o y a b l e s s 'Maroel ine et Miche l de L T Immora l i s t e representent d'une maniere typique l a souffrance et l e bonheur chez Gide . Chapi t re IV . L'E5THETIQUE CREATRICE; GENRE 38 1. CARTERS Andre Walter ( e c r i t 1886-9) , 1891 (292 pp,19cm) J o u r n a l ( e c r i t 1889-1939),1929-39 (1332 pp,i8cm) On p o u r r a i t presque app l iquer & 1 'es the t ique de Gide c e t t e phrase d 'un de ses a r t i c l e s : "Plus encore que l a beaute, l a jeunesse m' a t t i r e , e t d 'un i r r e s i s t i b l e a t t r a i t , " (1) car i l est l e Protee du monde l i t t e r a i r e : un nouvel ouv-rage, un nouveau G i d e . Mais s i on consideVe 1'ensemble de son oeuvre on v e r r a une un i t e f o n c i e r e , une t o t a l i t e a r t i s t i q u e . Gide emploie des genres et des s t y l e s v a r i e s ; i l s r e s t en t pourtant ceux d 'un s e u l e c r i v a i n . On se r a p p e l l e l e s remar-ques de Gide a propos de l a conquete d 'un nouveau p u b l i c pour chaque l i v r e . E t ces phrases de J u l i a n Green approuve un t e l dynamisme de 1' e s th6 t ique : "By the t ime he has a r r i v e d at h i s seventh or e igh th book, the second-rate w r i t e r can no longer w r i t e un le s s he uses s tock phrases which not only ab-so lve him from the need for' thought, but a lso g i v e him the i l l u s i o n that he has an i n d i v i d u a l way of express ing i t . The true w r i t e r i s always at h i s f i r s t book." (2) 1 " F e u i l l e t s " , NRF t . 18 -22 .1 , p 318 2 Green: Pe r sona l Record , p 113 . , L ' a n t i - i n t e l l e c t u a l i s r a e de 1 'ethique g i d -ienne s ' e t end ju squ ' £ un c e r t a i n p o i n t dans son esthetique, I I h a l t l e s c o n t r B i n t e s et l e s c l a s s i f i c a t i o n s ex t e r i eu re s . I I r e j e t t e toujours l ' a r t accepte et t rouve , au raoyen de 1 1 e c l a i r c i s s e m e n t des problemes qu i n " e x i s t e n t pas pour I ' e c r i v a i n moyen, le chemin ve r s un a r t p lus nob le . I I v e t i t l e s genres acceptes d'une s i g n i f i c a t i o n p a r t i c u l i e r e y i l en cree de nouveaux. Gide r econna i t dans son oeuvre c i n q groupe-ments: roman, s o t i e , r e c i t , t hea t r e , c r i t i q u e - , implique un s i x i e m e : t r a i t e , et prend en b loc l e r e s t e , sous l a ca-t e g o r i e peu e x p l i c i t e de d i v e r s . On peut regarder l a p ro-duc t ion l i t t e r a i r e de Gide comme achevee; a i n s i pour mon-t r e r l e p lu s d i s t i n c t ement son ' evolu t ion es the t ique , les ressemblanees e t l e s d i f f e r ences entre ses ouvrages, se ~: s e r v i r a - t - o n de quatre genres supplement stir es: c a h i e r s , au tob ipgraohle , poes ies et voyages. I I ne r e s t e de p lus que deux c l a s s i f i c a t i o n s , que 1'on ne d i s c u t e r a pas a cause .de l e u r i n t e r e t es the t ique secondaire : l e s Oeuvres psychologiques(dont par exemple Corydon, S o u v e n i r s de l a Cour d ' A s s i s e s , L ' A f f a i r e Hedureau), et l e s t raduct ions, On a note c i -dessus l e r<5le e x t r a o r d i n a i r e joue par l a technique du j o u r n a l dans 1'Oeuvre de Gide . (1) 1 V o i r 1 'appendice. • 40 et son tout, premier ouvrage Andre Wal t e r , l i v r e au p u b l i c quantfs.son auteur n ' a v a i t . que d i x - n e u f ans, est un J o u r n a l . L ' i n t e r e t p a r t i c u l i e r de ce l i v r e cons i s t e en l e f a i t que c ' e s t son unique p roduc t ion entierement romantique. Dans une preface a l a deuxierne-: e d i t i o n d 'Andre Walter (1930), Gide en admet l e s i n s u f f i s a n c e s : "A cet age, j e ne s avals pas e c r i r e . . . . .Je cher chats a p l i e r l a langue; j e n ' a v a i s pas encore comprisscombien on apprend p l u s en se p l i a n t a e l l e , e t de q u e l l e i n s t r u c t i o n sont ces r e g i e s q u i d ' abord importunent, contre l e s q u e l l e s 1 ' e s p r i t regimbe et q u ' i l souhai te pouvoi r r e j e t e r . " (1) Mais en meme temps i l comprend b ien que: " . . . . s i j e n ' a v a i s pas e c r i t ce premier l i v r e , sans doute eusse-je moins b i e n ' e c r i t l e s s u i v a n t s . '* (2) Le g ide muri a pour tan t e c r i t "cet avaht-propos a v e r t i s s e u r " avec ce bu t : "qu 'un t rop tendre l e c t e u r n ' a i l l e pas cher cher i c i un modele de f aeons d ' e c r i r e , ou de s e n t i r , ou de penser . " (3) L ' i n f l u e n c e de Nov a l l s est a ce q u ' i l par a l t assez f o r t e . Au sujet de l a langue allemande elle-ra&ne Andre Walter d i t : "L"a l lemand a des a l l i t e r a t i o n s cliuchotees qu i mieux que l e f r a n c a i s d i s a i t l e s songer ies embruraees."(4) 1 Andre Wal t e r , p 7-8 2 I b i d . , p 8 3 I b i d . , p 9 4. I b i d . , p 55. C f . G r a i n , p 246: "Quand j e rouvre aujourd ' -h u i mes Cah ie r s d 'Andre WalterV l e u r ton j a c u l a t o i r e m'exas-pere . JJ.affectionnais en ce temps l e s mots q u i l a i s s e n t a^  1 ' i m a g i n a t i o n p l e i n e l i c e n c e , t e l s qu ' i n c e r t a i n , i n f i n i , i n d i c i b l e . . . Les mots de ce genre, q u i abondent dans l a langue allemande, l u i donnaient a mes yeux un car act ere (V.p ) 41 La compassion pour soi-ra§me et l ' a t t i t u d e du "pauvre mourant" ne se r ep rodu i sen t dans l e s M e r i t s de Gide que jusqu 'aux dern ie res annees du J o u r n a l . Mais outre une t r i s t e s s e roman-t ique l e l i v r e con t i en t b i e n des idees de N ie t z sche , dont Gide ' n ' a v a i t pas f a i t en ce temps l a connaissance, E t i l y a un emploi purement es the t ique de p l u s i e u r s l i g n e s de l ' f a r t poet ique de V e r l a i n e , car i l y a i c i peu d ' autres manifes ta-t i o n s de l ' e c o l e symbo l i s t e . L a l i n g u i s t i q u e est beaucoup plus " a r t i s t e " quoiqu ' e l l e ne s o i t pas p l u s audacieuse que c e l l e de l ' o e u v r e g id ienne pos t e r ! eu re . La d i s p o s i t i o n des mots dans l e s phrases l a d i v i s i o n des paragraphes et des p l u s grandes sec t ions est assez a r b i t r a i r e ; l a quant i t e de papier i n u t i l i s e f e r a i t peur aux A n g l a i s d ' a u j o u r d ' h u i . De p e t i t e s phrases e l l i p -t i q u e s qu i commencent avec un i n f i n i t f i f ou avec que sont f r e q u e n t e s : ( 1 ) . " M u l t i p l i e r l e s emot ions" . (2) Entreraeles avec c e l l e s - c i sont p l u s i e u r s exemples de ce t ordre de mots renverse qu i v a deveni r une des p a r t i c u l a r i t e s de Gide : "Amoureuse, a d o r a t r i c e ou passionnee, j a i 1 5 obses s ion de l a car esse: je voudra i s 1 ' e t r e i n t e absorb ante, 1' enveloppe-ment, ou b i e n 1 ' o u b l i de s o i , ce q u i f a i t l ' e x t a s e eperdue;" (3 ) ; " T o i , d i s t r a i t e , semblant i gno re r l e s regards, , v o i c i que t u t ' approches pour tan t , et que j e ne pu i s pas f u i r , et 3 (p s u i t e ) - pa r t i cu l i eVemen t poe t ique . Je ne compris^que beaucoup p l u s t a r d que l e ca rac t&re propre de l a langue f r a n -c a i s e es t de tendre a l a p r e c i s i o n . 1 Technique du J o u r n a l coutumiere. Cf par exemple P a s c a l . 2 I b i d . , p 37 3 I b i d . , p 71 t a main prend ma main, i nu t i l emen t se derobante," ( I ' ad j ec -t i f remplace l e p a r t i c i p e ) "pu is lentement, tendrement, l a ca res se ; " (D^Dans l a n u i t , quand l e regard s ^ a l l u c i n e , 8 Lutber j e t ant son e c r i t o i r e contre l e demon maraudeur. "(2) Noter l l o m i s s i o n i t a l i a n i s e e du su je t dans ce t te phrase -c i : - ' "Et e 1 est 1 ementee a l o r s et a p leure parce qu ' e l l e s * est sen-t i e malheureuse. "(3) Un langage f i g u r a t i f se trouve rarement chez Gide , et par consequent ses images a t t i r e n t tou j ou r s 1' at ten-. t i o n du l e c t e u r . En v o i c i un exemple peu commun: " L a pensee se p r o j e t t e comme sur un fond n o i r ; l e temps a v e n i r appa-r a i t sur l e sombre comme une bande d 'espece" ( 4 ) , et c e l u i -c i p l u s banals "Aucun b r u i t , que peu t -e t r e p a r f o i s l e s grandes clameurs des montagnes, l e s v o i x lugubres des g l a -c i e r s . . . . . . " ( 5 ) L a d e s c r i p t i o n es t romantique mais pas f u g i -t i v e et i m p r e s s i o n i s t s comme dans l ' o e u v r e pos t e r i eu r e . Andre Wal te r c o n t i e n t l e s deux seules crepuscules g id iennes (probablement parce que tout l e monde peut depeindre urn coucber du s o l e i l ) : "Nous regard ions longtemps 1'ombre s ' et-endre sur l a mer v i o l e t t e et du fond des v a l l e e s monter comme une autre maree peu a; peu noyant toutes formes. Un a un dans l e l o i n t a i n des co tes , l e s phares s ' a l lumaien t , et dans l e c i e l , p lus c l a i r e s une a une, l e s l o i n t a i n e s e t o i l e s (6), 1 I b i d . , p 99 2 I b i d . , p 166 .3 . I b i d . , p 192 4 I b i d . , p 15 5 I b i d . , p 45 6 I b i d . , p 32 4 Le s o l e i l s ' e s t couche; p lus de couleans, r i e n que des t e i n -t e s , des r e f l e t s d ' o r que I ' e au renvoie aux choses et qu i l e s enveloppent t o u t e s . D e j a une r i v e es t dans 1"ombre, i n c e r -t a i n e , mys te r ieuse . L a n u i t monte dans l a v a l l e e , —et b i en -t 8 t t o u t s ' endor t au chant nocturne des g r e n o u i l l e s , " ( 1 ) Mais tou t l e mondcpeut - i l d e e r i r e l a crepuscule comme Gide? L l a t t i t u d e d'Andre Walter envers Chopin (que Gide changer a b i e n t o t ) temoigne du romantisme du l i v r e . Apres avo i r joue du Chopin , " j *a i . couru dans l a campagne, gris1= de s o n o r i t e s , d « h a r m o n i e s . " ( 2 ) E t p lus t a r d , a propos de son premier Scherzo: " l a melodie p l e u r a , morbidement douce comme l e s p e r l e s d 'un j e t d 'eau s ' egrenent , l e s notes d 'en haut tombaient obstinetnent l e s memes, mais d i f f ereaiment e l o -quentes, t andis q u ' a l t e r n a i t l ' h a r m o n i e . " (3) Le jeune £ c r i v a i n Andre Walter est epr.is de sa cousine Emmanuele, qu i est pburtant ; ; affiancee: 1 a un autre en- /presence de.' la.imere - imour.ant'e^d'AndrevLe l i v r e se d i v i s e en deux p a r t i e s : l e Cahie r B lanc montre 1 ' e spo i r grandissant d 'Andre, ' l e Cah ie r jSToir son desespoi r qu i f i n i t par l a f o l i e . Dans l e Cahie r Blanc l e jeune 6 c r i v a i n r ep rodu i t p l u -s i e u r s e x t r a i t s d 'un j o u r n a l e c r i t avant et durant l e s evenements, (4) et l e s incorpore tout sfc f a i t 1 I b i d . , "D 31 2 I b i d . , p 43 3 ' I b i d . , p 87-8 4 Noter que e ' e s t autant un j o u r n a l d e c i d e qu ' un j o u r n a l d 1 Andre et a i n s i peut-on en t i r e r l a pensee g id ienne d 'avant 1889: " . . . . j ' ava l s p r i s I ' hab i tude de t e n i r ^ u n j o u r n a l , par be so in d ' i n fo rmer une confusfe a g i t a t i o n i n t e r i e u r e ; e t maintes . . . 4 4 franchement- dans un j o u r n a l e c r i t apres l e s evenements.C ' es t une so r te de Rahmenerzshiung•; i l commence et f i n i t par l a mort de s a mere. PourquoI i l e c r i t ? " . . . P a r c e que l a poesie deborde de mon ame, - - et l e s mots n ' en saura ien t r i e n d i r e : 1 'emotion plane, sur l a pensee; —I'harmonle seule A l o r s des mots, des mots sans s u i t e , des phrases f remissantes , quelque chose comme de l a musique." (1) "Les chimeres p l u t o t que l e s r e a l i t y ' s " , (2) v e u t - i l , et l e l i v r e demontre l a faute d'une t e l l e p h i l o s o p h i e . Mais en d e p i t de son romantisme i l est r e a l i s t e f o r t u i t , parce q u ' i l donne l a r a i s o n s c i e n t i f i q u e de son l y r i s m e : "Cer tes , quand on songe i. ce qu^ f a i t l a p o e s i e ; . . . , q u e l l e poussee de d e s i r s l et l e s ner fs s i v i b r a n t s au charme des cou leurs a cause d 'un peu de f l u i d e epars dans 1 1 e t r e ; . . . . ah.' q u e l l e prose.' q u e l l e sa le prose au fond de tou t c e l a . . . .0 1 ' i nconsc ience du podte*'-- aveuglementj c r o i r e a l a muse i n s p i r a t r i c e quand c ' e s t l a puberte qu i 1' inquiete'. ' ( 3 ) . Dans l e Cah ie r N o i r Andre cherche l a catharse de 1' a r t en s 'occupant d 'un l i v r e qu ' i l ava i t reve pendant deux annees: A l l a i n (Et l e j o u r n a l de Gide renseigne que l u i auss i v o u l a i t "ecrire A l l a i n apres a v o i r f i n i Andre Wal-t e r . ) I I ne s a i t pas comment t e rmine ra son oouvrage; i l ne 4 (pb sui t4)-pagesade ce j o u r n a l ont ete t r a n s c r i t e s t e l l e s que l i e s da i s ces C a h i e r s " . (Grainy p 224. V o i r au s s i p 244.) Boter eh outre q u ' i l c r o y a i t qu'Andre Walter e t a i t son. unique l i v r e et q u ' i l d e v i e n d r a i t fou comme Andre et comme A l l a i n . rain_j p 223.) " " I b i d . , p 38 2 I b i d . , p 37 3 I b i d . , p 39 45 veut pas s avp i r j l a f i n se d e c o u v r i r a a: t r a v e r s 1' e v o l u t i o n de l ' o e u v r e : " La v e r i t e voudr a i t , j e c r o i s , q u ' i l n ' y a i t pas de conclus ions e l l e d o i t r e s s o r t i r du r e c i t meme, sans q u ' i l s o i t be so i n d'une p e r i p e t i e qu i l a f asse f l a g r a n t e . J a m a i s . l e s choses ne se conc luen t : c ' e s t I'homme qu i t i r e les - conc lus ions des choses ." (1) Pa r t out dans ce l i v r e et p lus p a r t i c u l i e r ement dans l a seconde p & r t i e , Andre expose son credo es the t ique , que l ' o n d o i t maintenant aborder;" Pour l e s t y l e , que l a saveur s ' en p r e c i s e — et , puisque ce n ' e s t pas l a p l a s t i q u e que l a musique a lo r s s ' a f f i r m e : — l a strophe meVne pour-quo i pas?" (2) P u i s i l s ' e x p l i q u e au moyen de quelques ex-emples de l a prose e c r i t e ..comme du v e r s : •>. • "Kets t a main dans ma main, que nos do ig t s s ' e n l a c e n t . Ton coeur sur mon epaule, et que nos coeurs .se sentent b a t t r e . . . . " (3) Son idee se modi f i e un peu quand i l commence a e iaborer A l l a i n : "Le m e i l l e u r , c ' e s t d ' e c r i r e au hasard --mais c e l a j e ne s a i s p l u s l e f a i r e , car l a v i s i o n de 1'oeuvre me p o u r s u i t : j ' y subordonne toutes choses. Ma in -tenant tou t se coordonne, l e but est p r e c i s : tou t y converge . . . . a d i e u l e s r e f r a i n s j e t e s au vent et t an t p i s s ' i l s se 1 I b i d . , p 110 2 I b i d . , p 76 3 I b i d . , p 76 perden t . " (1) Mais i l eprouve tout de meme quelgpe d i f f i c u l t y : "Ce qu i m 1 erapeche d ' e c r i r e , fu t - ce des notes t r e s n a t i v e s , c 1 est l a coraplexite i n e x t r i c a b l e des emotions p lus encore que l e u r m u l t i p l i c i t y . . . " ( 2 ) E t v o i c i un de ses ennuis : "En-fan t -que j ' e t a i s , de c r o i r e que tout pouvai t se d i re . '— Mais l e s mots memes n ' e x i s t e r a i en t pas. Le langage n ' e s t que pour l e s emotions moyennes; l e s extremes se derobent a 1 ' e f f o r t pour l e s r e v e l e r . " ( 3 ) Par consequent i l tache de rendre I s i n s t rumen t du langage p l u s d e l i c a t : "Sujet — Verbe et A t t r i b u t . . . . . l e r appor t i n e v i t a b l e . Pourtant c e l a ne s a t i s f a i t pas:, toutes choses ne sont pas dans une s i f a t a l e dependence; i l es t des c o r r e l a t i o n s p lu s s u b t i l e s . Cet te syntaxe b r u t a l e l e s soul igne i l l e s f a u d r a i t i n d i q u e r tout e a p e i n e . . . .Mais p l u t o t encore l e rythme a l l i t e re , 1' ondulement de l a p e r i ode et l e r 'appel interrompu des assonances. E t quand l a syntaxe pro tes te i l l a f au t mater, l a r e t i v e - - car l u i soumettre sa pensee, j e t rouve c e l a i r e s l a c h e . . . . en prose , i l f a u d r a i t des r e g i e s , pour pouvo i r l e s enfre indre apres qu 'on l e s a posse-dees ." (4) P . C. ( c • e s t - a - d i r e P i e r r e C h r y s i s , c ' e s t - a -d i r e P i e r r e L o u i s ou Louys) a sijoute au bas de t r o i s pages de t ex t e des "Notes pour A l l a i n " , q u ' i l ava i t decouvertes parmi l e s manuscr i t s l a i s s e s par Andre; a-sa mort.. Ici-dedans, 1 I b i d . , p 116 2 I b i d I , p 121 .3 I b i d . , p 164 4 I b i d . , p' 174-5 47 ou Andre r e d i t p l u s i e u r s des idees c i t e e s c i - d e s s u s , entre autres c e l l e - c i : "En f r a n c a i s ? Won, j e voudra i s e c r i r e en musique," (1) i l exp l ique s a premiere t heo r i e du roraan. V o i c i l e n e c e s s a i r e : deux ac teurs , 1'Ange et l a Bete — l 'ame et l a c h a i r . Une l u t t e entre l e mater ia l i sme et 1" i d e a l isme, d 'ou n a i t r a l e r e a l i s m e . L ' i d e e toute pure; "Done l e s l i g n e s s i m p l e s , -r- I 'ordonnance schematique. Reduire tout a: I 'ESSENTIEL. L ' a c t i o n determinee, r i gou reuse . Le personn-age s i m p l i f i e j u s q u ' a un s e u l . - - E t comme l e drame est i n t i m e , r i e n n 1 en apparar t au dehors, pas un f a i t , pas une image, sinon p a u t - § t r e symbolique: l a v i e phenomenale absente - - s e u l s l e s noumenes; - - done p lu s de p i t t o r e sque et l e decor i n d i f f e r e n t ; n ' i rapor te quand et n ' impor te ou; hors du temps et de 1 1 e s p a c e . . . . L ' o r d o n n a n c e de Sp inoza pour 1 'E th ique , l a t rans poser dans l e Roman; l e s l i g n e s geometriques. Un roraan c ' e s t un theoreme." (2) Les mots su ivan t s des "Ifotes pour A l l a i n ^ " peuvent avo i r rappor t sp6cia lement a Andre Wal t e r ; - "UN personnage seulement et encofe. un quelconque, ou p l u t o t son cerveau, n ' e s t que l e l i e u commun ou l e drame se l i v r e , l e champ c l o s du l e s adver-s a i r e s s ' a s s a i l l e n t . " (3) Dans Andr^ Walter i l n ' y a p o i n t d ' a c t i o n , p o i n t de r e c i t , r i e n que de 1 ' ana lyse . L a seconde p a r t i e se consacre par exemple presque entierement a l a p r o g r e s s i o n d 1 Andre peuoVpeu ve r s l a f o l i e , pendant 1 I b i d . , p 110 3 I b i d . , p 109 2 I b i d . , p 108-9 • 48 q u ' i l explxque l a d em-en ce c r o i s s a n t e d ' A l l a i n . (1) Dans l e u r s d i s c u s s i o n s de ce l i v r e de m y s t i -cisme (2) et de c a l v i n i s m e , (3) i l semble que l e s c r i t i q u e s ont neg l ige 1 " e x p l i c a t i o n donnee par Gide lui-meme dans S i l e G r a i n ne m e u r t . . . . ou i l y a un examen de sa concep-t i o n et de son a c c u e i l . D*abord l e s remarques d ' u sage : " . . „ Andre W a l t e r . . . . que j ' a l imen ta i s de toutes mes i n t e r r o g a -t i o n s , de tous mes defeats i n t e r i e u r s , de tous mes t r o u b l e s , de toutes mes p e r p l e x i t ^ s ; de mon amour su r tou t , qu i formai t proprement I ' a x e du l i v r e et autour de quoi j e f a i s a i s tou t l e r e s t e g r a v i t e r . " (4) Mais comparer ces autres paro-l e s au moment que j e l ' e c r i v a i s , ce l i v r e me p a r a i s s a i t un des p l u s import ants du monde, et l a c r i s e que j ' y pe igna i s , de l ' i n t e r e t l e p l u s g e n e r a l , l e p lus urgent ; comment eusse-je corapris en ce temps, qu ' e l l e m ' e t a i t p a r t i c u l i e r e ? . . . . 1 ' e t a t de chas te te , fo rce e t a i t de m' en persuader, r e s t a i t 1 Les Oeuvres de Gide temoigne de son i n t e r e t pour l a t h e o r i e de 1 1 i n f l u e n c e de 1 1 a r t sur l a na ture . Dans son J o u r n a l ce t t e reconnaissance : " . . . j e c r o i s , avec Wi lde , que -les p lus imp or t an* s a r t i s t e s ne copien t p o i n t tant l a nature qu ' i l s ne l a precedent; de sor te que c ' est eux au c o n t r a i r e que l a nature semble i m i t e r . " ( Journa l '29 , p 913) ; et ce r e s u l t a t : " I I me pa ra r t que chacun de mes l i v r e s n ' a p o i n t t an t ete l e p r o d u i t d'une d i s p o s i t i o n i n t 6 M e u r e n o u v e l l e , que sa cause tou t au c o n t r a i r e . . . . " ( Jou rna l ' 22 , p 737). Ce t te t h e o r i e de Wilde es t t i r e de son Decay of L y i n g . C f , auss i The "Picture--of Dor ian Sray_, c h . l l . A 2 Andr6 e t a b l i t une d i s t i n c t i o n entre e s p r i t ,et ame 3 Le l i v r e es t surcharge de c i t a t i o n s de 1 ' E c r i t u r e , ^ meme apres que 1' a u t e u ^ e u t , s u r 1' av i s d 'un ami, supprime l e s deux t i e r s . ( G r a i n , p 248) . 4 G r a i n , p 223 T n s i d i e u x et p r eca i r e ; tout autre echappement m' e tant re fuse , j e retombais ' dans l e v i c e de ma premiere enfance et me deses-p e r a i s i. neuf chaque f o i s que j ' y re tombais , Avec beaucoup d'amour, de musique, de raetaphorique et de poes ie , c ' e t a i t l e sujet de mon l i v r e . " (1) Les c r i t i q u e s maint iennent q u ' i l s peuvent t rouve r en embryon dans cet ouvrage t o u t l e developperaent futrar de G i d e . C ' e s t parce q u ' i l s savent d'avance l a . tendance de son oeuvre. I I s e r a i t b i e n d i f f i c i l e de p red i r e sa d i r e c -t i o n de c e t t e Schwarmerei s eu l e . Mais c*est tout de meme v r a i q u ' i l y a i c i beaucoup de g id i smes , a": quoi <I' importance du l i v r e . L a technique du j o u r n a l saute aux yeux. Et v o i c i ce s t y l e e l l i p t i q u e et r enver se . Andre Walter "ecri t sur l u i -merne ( et Gide sur l u i -mene ) ; i l s ' i n t e r e s se au&8<ft a 1 'evo-l u t i o n de l ' o e u v r e q u ' a l ' o e u v r e elle-meme, et o f f r e autant de t h e o r i e que de p r a t i q u e ; a l i a psycho log ie ('le paysage i n -t e r i e u r " ) p l u t o t qu 1 a* l a d e s c r i p t i o n ext erne l i e . I I y a une c e r t a i n s q u a l i t e na'ive souhaitee dans s a raaniere de poser ses obse rva t i ons . V o i c i c e t t e c o n s t r u c t i o n d bdr tes ch ino i se s que Gide emploie s i souvent: des journaux dans des journaux, un l i v r e sur un l i v r e , l a melange du monde r e e l et du monde de l ' a r t . A l l a i n mourut, Andre Walter mourut, Gide l a i s s a miourir 1 'Andre-Walter isme. Tant mieux.' 1 I b i d . , p 246 50 . , Le J o u r n a l de Gide f o u r h i t un panorarae de cinqu-ante annees de ses idees sur tout aspect imaginable de l a sc ience , de l _ a r t , de l a r e l i g i o n . I I raconte ce q u ' i l pensa i t , ce q u ' i l f a i s a i t , ceux q u ' i l r e n c o n t r a i t . Y compris l e s pages an ter ieures renversees dans Andre Wal t e r , l e J o u r n a l erabrasse, et s ' en prolonge au-delel du dommericement et de l a f i n , sa per-iode c r eat r i c e . Pour l u i a" q u i , comme et Gide , l a glih&S'e de l ' o e u v r e , et I'bomme d e r r i e r e l ' o e u v r e , important autant que l ' o e u v r e elle-raeme, l e Jou rna l s e r a un e c r i t de l a p lus haute v a l e u r . B i e n des phrases et l a p l u p a r t des id6es du J o u r n a l rep a r a i s sent dans l e s l i v r e s d ' i m a g i n a t i o n . I c i on peut su iv re l a t r ace de l a meme e v o l u t i o n es thet ique que dans l e s autres oeuvres de G i d e : un acheminement d'une s e n s i b i l i t e vague ve r s une v i s i o n mise au p o i n t , d 'un "emotionalisme vers 1 1 i n t e l l i g e n c e (ce qu i ne ueut pas d i r e . ' . l ' i n t e l l e c t u a l i s m e ) , du recherche ve r s l e b a n a l . Une e v o l u t i o n es thet ique dans un j o u r n a l ? . Mais o u i j Le~ : s ty le du J o u r n a l est auss i negligemment soigne que. ceux des autres ouvrages. (1) Gide d i t menie une f o i s s "Le d e s i r de b i e n e c r i r e ces pages de j o u r n a l l eu r ote W\<^ me'rite meme de s i n c e r i t e ; " (2) " J * a i d e c h i r e , dech i r e , dech i r e , comme l a v e i l l e j e coupais et a r r acha i s l e b o i s mort des espa-l i e r s ; "(3) mais pendant l e s annees i l a r e u s s i a r e c o n c i l i e r l a forme avec l a pensee. (4) 1 1 - e t el: cet -egard i l d i f f e r e f o r t ement des Cah ie r s 1eLesBjarr£s, l e sque l s ressemblent p lus aux 'Notebooks of E l k i n Dogger e l " dans .Punch* „' „ . • r - ~ c / 1 - . M J b u n t a l ? § 3 , p 39 S3 I b i d . , ' 16 , p 546 51 Le j o u r n a l a-tendu peu a peu a devenir sa premiere preoccupa-t i o n (e t par consequent s ' a c e r o i t precipi temment) , sur tout apres q u ' i l eut donne l e j o u r aux l i v r e s q u ' i l a v a i t "un beso in profond d ' e c r i r e . " . Mais c e l u i qui souhai te se concentrer comme Gide sur l e J o u r n a l d o i t se rememorer que l'homme en t i e r n ' e s t pas i c i - d e d a n s : "Je ne l ' a i po in t tenu durant l e s longue per iodes d ' equ i l i b r e , de sante, de bonheur; mais b i e n durant ces pe i iodes de depress ion , ou j 1 avals beso in de l u i pour me r e s s a i s i r , e t ou j e me raontre do l e n t , guignant , p i t o y a b l e . " ( i ) - . >2. CRITIQUE Pre tex tes ( e c r i t ,1897-1903), 1903,, (306 pp,18.5cm) • *: Nouveaux P re t ex te s ( iocr i t 1903-11) ,1911. Inc idences , 1924, ( i n d i s p o n i b l e ) Dos to ievsky ( 6 c r i t 19G8 et 1922), 1923, (309 pp,18.5cra) Montaigne, 1929, (128 pp, 20cm) 4 Des exemples du s t y l e du J o u r n a l se trouvent" dans l e s c i t a t i o n s nombreuses a i l l e u r s dans ce t t e 'etude. 1 I b i d . '24 , p 782. Cf. auss i Green: Pe r sona l Record, p 113. x ' I t ( l e J o u r n a l ) na r rowly escaped becoming a cemetery of s t i l l - b o r n a r t i c l e s . I t g ives a comple te ly f a l s e i dea o f m y s e l f . . . f o r I h a r d l y ever w r i t e , e x c e p t when I am f e e l i n g .depressed, w i t h the r e s u l t that I g ive the impre-s s i o n o f be ing a sad person , which i s not the case. I am n e i t h e r sad nor unhappy." 52 " . . ' G i d e . . . peu t -e t re c e l u i de tous nos contem-pora ins qu i a v a i t l e p lu s de moyens de devenir l ' i n t r o u -vab le successeur de Sainte.-Beuve." (1) E t de p l u s : Gide donne en lui-meme un exemple de 1 'union entre 1 ' a r t i s t e et l e c r i t i q u e ; ses moyens sont egals dans l e s deux champs. Presque chacune de ses oeuvres con t i en t s a propre t h e o r i e , sa propre c r i t i q u e , et l a t h e o r i e et l a c r i t i q u e du genre en genera l ( comme on peut noter a i l l e u r s dans ce t t e e tude) . Le " Jou rna l d rEdsuard", par exemple, dan's l e s Faux-Monnay-eurs , " con t i en t l a c r i t i q u e continue de mon roman; ou mieux: du roman en g e n e r a l . " (2) Plusieur-s c r i t i q u e s , qu i semblent ignore r l e grand i n t e r e t de Gide pour des "quest ions du me t i e r " , (3) l e condarane a ce t egard, comme temoigne eet ereintment du Times L i t e r a r y Supplement.: "His base may be e a s i l y d i a g -nos ed as tha t of a w r i t e r whose c r i t i c a l powers are const -a n t l y s t e r i l i z i n g hSs c r e a t i v e powers, who knows tha t t h i s i s so and s t rugg le s agains t i t , and consequently produces work which has a k i n d of s t e r i l e i n t e l l e c t u a l i t y but no r e a l charm or s t r eng th . . . . h i s i s an a r i d complex i t y . " (4) Gide .se c r o i t pour tant j u s t i f i e ' , car " L a c r i t i q u e est a l a base de tout afet." (5) 1 Thibaudet : "De l a c r i t i q u e g i d i e n n e , " R e f l e x i o n s sur l a c r i t i q u e , p 231 2 Faux-MoM., ' p 241 3 Journal ' : ! des \FMx-Mon* . ••••r.'X 4 revue de Paludes (anbnyme), T LIT S t . 21, p 404 5 R e f l e x i o n s s s u r 1' PJ lemagne, " Morceaux..._ c h o i s i s ; p 50 53 C f e s t cur ieux que dens ses c r i t i q u e s d ' au t res cet esthete consacre tan t de mots a une d i s c u s s i o n des v r a i -semblances psychologiques p l u t o t qu ' a une analyse des techniques; C e l a s 'adresse a ses a r t i c l e s aux P re t ex te s , aux Nouveaux P r e t e x t e s . et aux Incidences , qu i sont des r e c u e i l s d ' a r t i c l e s aunterieurement p u M i e s . Un masque charm ant pour s a c r i t i q u e sont l e s " L e t t r e s " et l e s " B i l l e t s a Ange le" , 1 'amie du l i t t e r a t e u r dans Paludes . Cheque l e t t r e t r a i t e d ' o r d i n a i r e - d e p l u s d 'un s u | e t et c o n t i e n t qi elques p e t i t e s remarques p e r s o n n e l l e s . Ou.Gide repond a ses quest-ions ou i l donne avis sur ce qu 'on d o i t l i r e et ce qu 'on d o i t o u b l i e r . J . Ses deux ouvrages de c r i t i q u e etendue D o s t o i -evsky et Mont aigne . d i s c u t e deux de ses assteurs p re fe res , avec l e s q u e l s i l s ' i d e n t i f i e . Dans 1 ' un , qu i cons i s t e en neuf a r t i c l e s et can s e r i e s , " . . .c ' est beso in de sympathie — - q u i me f i t ? - . . .p resen te r ma propre e'thidque a l ' a b r i de \ c e l l e de D o s t o i e v s k y , " (1) t and i s que dans 1 'au t re , "Commen-t a i r e " aa s s i peu organise |f te Montaigne lui-meme; "So much have I made him my o w n . . . . i t seems he i s my v e r y s e l f . " ( 2 ) Neamoins i l desapprouve doucement sa t echnique :" i l me par a i t que j e myy s u i s montre s i soucieux de ne r i e n f o r c e r , que ma propre p o s i t i o n , devant l a ph i lo soph ie que j e degage des E s s a i s , v a p a r a i t r e b i e n i n c e r t a i n e . " (3j) 1 J o u r n a l '22 , p 739 2 Mont aigne, p 77 3 J o u r n a l ' 29 , p 911 54 3. AUTOBIOSKAPRTE S i l e Gra in ne meurt , 1920 (372 pp, 18.5cm) "Je forme une e n t r e p r i s e qu i n 1 etat jamais d'exemple, et dont 1 ' execu t ion n aura po in t d ' L m i t a t e u r . Je veux montrer a mes semblables un homme dans toute l a v e r i t e . de i a na ture : et cet homme ce se ra moi . " Gide a u r a i t pu c h o i s i r ce deux phrases comme epigraphe pour I'autobiographie de ses v i n g t - c i n q premieres annees: S i l e Gra in ne m e u r t . . . . Et s a j u s t i f i c a t i o n du l i v r e est j u s q u & u n c e r t a i n p o i n t l a meme: " J ' a i e c r i t ce l i v r e pour c reer un precedent,donner un exemple de f r a n c h i s e , ^ c l a i r e r quelques-uns, en r a s s u r e r d jau t res , f o r c e r 1 1 o p i n i o n de t e n i r complet.de ce que l ' o n ignore ou que l(on a f fec te d ' l g n o r e r au grand dam de l a p sycho log i e , de l a morale , de l ' a r t , . . . e t de l a socie'te'. J ' a i e'er i t ce l i v r e parce que j e prefere e t re hai ' , qu ' aime pour ce que j e ne s u i s pas . " (1) V o i c i ce t " imitateur" I Rousseau e c r i v i t l e s Confessions pour s ' au to-r i s e r a l a f i n de l a v i e ; on l e s p u b l i a apres deces: Gide e c r i v i t l e Gra in dans l a f l e u r de H\#ge et ne deva i t se j u s t i f i er qu ' apre's l a p u b l i c a t i o n . (11 remi t pendant que l -ques annees, e ' e s t v r a i , l a vente du l i v r e . ) 1 L e t t r e a Gosse, NRF t . 31-28 .2 , p 50 55 . L a toute premiere page du l i v r e es t assez foudroyente, mais r i e n en comparaison avec c e l l e s qu i se t i ennen t en ambuscade pour e f f rayer l e "trop; tendre l e c t e u r . " Mais quoique Gide o f f r e son histomre sans pudeur (et 11 ne-ressent aucune honte) , i l l a raconte avec l a d e l i c a t e s s e de L a Por te IJ i t roi te . L 'ouvrage est tou t penetrecide cet e f f o r t g i d i e n v e r f i l l a s i n c e r i t e : "Les Memoires ne sont jamais q u ' a demi e i n c e r e s , s i grand que s<ait l e souc i de l a v e r i t e : tou t es t t ou jours p lus complique qu'©n ne l e d i t . Peut -e t re meme approche-tson de plus pres l a v e r i t e dans l e roman. "(L) Que l l e est l a s i g n i f i c a t i o n du t i t r e biblique? "Je chercbe depuis quelques j o u r s l e t i t r e que j e dev ra i s donner a ces Memo i r e s , car j e ne voudra is precisement n i de Memoires, n i de Souven i r s , n i de Confess ions . E t 1 ' incon-ven ien t de tout autre t i t r e , c ' e s t q u ' i l comporte une s i g -n i f i c a t i o n ( . ' ) . J ' h e s i t e en t re : E t E g o . . . , mais qui r e t r e -c i t l e sens; et S i l e Gra in ne m e u r t . . . , mais qu i 1' i n c l i n e en 1' e l a r g i s s a n t . " (2) E c r i t dans l e meme s t y l e c l a s s i q u e que l e s r e c i t s , et ca rqc te ' r i se p lus qu'aucun outre l i v r e de Gide par une ce r t a ine beaute sent im en t a l e , ce t ouvrage est de grande v a l e u r comme une source d ' i n f o r m a t i o n sur l e s annees fo rmat ives du M a i t r e (comme s i toute annee ne con t r ibue pas au d^veloppement du GideJiJ Ifea^iSfse""' u \ 1 G r a i n , p 282 2 J o u r n a l ' 17 , p 612 de l a f a m i l l e . p r o t e s t a n t e est quelque chose de nouveau dans 1*autobiographic f r a n c a i s e . L a dixieme sec t ion de l a premiere par t i e con t i en t une quant i t e d ' e squ i sses for t o r i g i n ales des habi tues des cenacfes symbol i s t e s : Heredia , Louys, Mallarrae'', Regnier , V i e l e - G r l f f i n , Kefrold, Bonnier es', Lazare , Mocke l . La deuxierae pebtte depeint l e s eVenements de l a v i e de Gide qui i n s p i r e r o n t Les N o u r r i t u r e s T e r r e s t r e s , L^Immoraliste et Amyntas. 4 . POESIES Andre' Wal ter ( P o e s i e s ) , 1892 Les N o u r r i t u r e s ^er res t res^ 1897 ( e x t r a i t s ) Persephone, 1934 Les Nouve l l e s N o u r r i t u r e s , 1935 ( e x t r a i t s ) C ' e s t dommage que" M. G ide , prosateur t an t acc-o m p l i , a l<£gue auss i d ' a ssez mediocre poes i e . S o u h a i t a i t - i l l a d i s c i p l i n e du rythtae et de l a r ime? Non, parce q u ' i l r e b e l l e tou jours contre ce t t e d i s c i p l i n e . Sa prose est auss i b e l l e que l a poes ie , mais c a ne veut pas d i r e s a poe'sie. Le jeune homme de d i x - n e u f ans donne une d i z a i n e de poernes et de poernes en prose , de'plorablement rom ant iques ma f o i , dans, l e s deux Cahie rs d 'Andre Wal te r , et une v i n g t a i n e ; e 'cr i te en h u i t j o u r s dans l l append ice de ce t t e oeuvre - - 57 Ce c y c l e , ou Andre exprime ses sentiments envers Emmanuele, ne pa r l e d ' abord que de l a n u i t , des iarmfes, et de l a l e c t u r e . Le couple prend peu a peu connaissance de l a nature et du j o u r . Quelques-uns des psomes sont a t t r ayan t s ; le s de rn i e r s sont m e i l l e u r s que l e s p remie r s . Comme dans l es Cahlers 11 y a quelques elements peu romantiques, -par exemple, un vocaftulaire q u a s i - s i l e n t i f ique j "Ah..' quand rev iendron t l e s metempsychoses?"(1) Que 1'on considere auss i ces deux v e r s : "Pendant que de ses vocalisesmmeoaniques Un r o s s i g n o l f a i s a i t des t rous dans l a n u i t . " (2) Le v ingt ieme est un pfeeeme en prose dans l e s t y l e des F o u r r l -tu res t e r r e s t r e s y mais t r i s t e . V o i c i t r o i s strophes r ep re sen t a t i ve s des Poesies d 'Andre Wal t e r ; "Un vent t i e d e a souf f le ' dans l e s branches; E l l e s ont agite ' p la in t ivement l e u r s f e u l l l e s rousses , Nous, nous regard lons l e long de i a mousse Ges iE nos pauvres p e t i t es ombres p a l e s . " ^ ' ( 3 ) "Une rythmique a l l e e haute et de'couverte De t roncs aligne's syme'triqu ement, • I f s et t i l l e u l s aux f e u i l l e s rousses et ve r tes , Se prolonge sous l e crepuscule i nde f in imen t . " (4) " L ' e a u somnolente qu i s ' egou t t e , S 'eboute c o u l e r . Un mouton Q u i , sans l e v e r l a te'te, broute En t r e l e s bancs de vase v e r t e . . . . " (5) 1 Andre Walter;(Polssles )7••• V.;r-xp .263••• v - ^ l f e t a ^ . xii,7p- :27S-" ! 3 I b i d . , V I I , p 268 4 I b i d . , X I I , p 275 5 I b i d . , X V I I , p 286 .. . 58 - * ' Dans Les N o u r r i t u r e s t e r r e s t r e s i l yaa un grand nornbre de rondes et de b a l l a d e s , ,.pour l a p lupa r t de l a prose en poes ie , qu i se perdent dans l e r e s t e du l i v r e . Dans beaucoup de ces longues l i s t e s "de ce que j ' a i b r i i l e , " "des b e l l e s preuves de 1' ex is tence de Dieu,!* "des malad ies , " "cle tous mes d e ' s i r s , " -de mes s o i f s e'tanchees," i l semble que 1 1 auteur s 1 amuse avec des jeux de typographie . Y a - t - i l quelque p r o f i t d ' e'er i r e d'abords "Entre l e de'sir e t 1 1 ennui Notre inquie tude b a l a n c e . " (1) et p u i s : • • . • ; Ent re l e d e s i r et 1 'ennui notre inquietude balance!??'' . Gide d i t M l l e u r s U q u e que lquefo i s un simple changernent dans l a maniere d ' imprimer un poeme, comme par exemple l e racour -. cissement des v e r s , l e rend t r i v i a l . (2) S " e f f o r c e - t - i l meme en 1897 ver l a b a n a l i t e ? Un groupe de jeunes gens de F lo rence chante ces toallades e t ces rondes (comme f i t ~ - i l y a c i n q cents cinquante annees l e c e r c l e de B o c c a c c i o ) , qu i sont probable-men t improv i sees . E t Gide es t parvenu a ce q u - ' i l para-rt, a son bu t , ear v o i c i son desse in dans l e p lus long des poems^La Ronde de l a Or*™** ( 3 ) : "J> e c r i v a i s c e l a sans aucune idee preconcue, sanss autre pre tens ion qu'une p lus souple obeissance au rythme inter ieur i -w (4) 1 Nour. t e r . , p 103 2 I b i d . , D 104 3 " F e u i l l e t s " , NRF t . 3 1 - 2 8 . 2 , p 805 4 G r a i n , p. 320 . , Lyncdus se t rouve parmi l e s m e i l l e u r s . . En v o i c i l e s t r o i s premiers v e r s ; "Commenelements, de D i e u , vous avez endolor i mon ame. Commandements de D ieu , serez-vous d i x ou ' t i n g t ? Jusqu'oh r e t r e c i r e z - v o u s vos l i m i t e s ? " (1) L a forme quelque peu l i fer e de l a pfoesie dans. Persephone est l e seul't a-art de 1 ' e s p r i t g r e c . Les deux a*- . longeurs or d m a i r e s des ve rs r imes sont 1 ' o c t o s y l l a b e et 1' alexanderiw>, mais i l y en a d ' au t res de t r o i s a v i n g t p i e d s . Le poeme es t tout p l e i n de r e p e t i t i o n s et de prosai 's-mes, qu i s'accortdent avec l e mouveau Gide et avec son su je t . P l u s i e u r s v e r s , p l u s i e u r s strophes se r e t rouveron t dans Lae:s Nbuvel les N o u r r i t u r e s . On d l s c u t e r a p l u s p a r t i c u l i e r e m e n t Persephone et <©n donnera quelques c i t a t i o n s sous l e t i t r e de t h e a t r e . Dans Les I four r i tu res t e r r e s t r e s l a poe'sie seule e ' tai t mi.se en i t a l i q u e s . Dans ILes Nouvel les N o u r r i -tu res presque tou t est en i t a l i q u e s , et dans une revue dans l a MBF (2) on l e s c r i t i q u e sous l e t i t r e de poe'sies. Cet ouvrage r e s t e pour tant beaucoup moins. l y r i q u e que 1' au t re . I I n ' y a que c i n q po ernes v r a i s , tous dans l e premier t i e r s du l i v r e . (3) 1 Nour. t e r . , p 131 2 Malraux: "Les Nouvel les . Nour r i tu res ,NRF t . 4 5 - 3 5 . 2 p 935-7 60 Le p l u s cour t es t de h u i t v e r s , l e p lus long de v i n g t ; l e premier es t t rop vague, l e de rn ie r t rop p o s i t i f . Le deuxieme poeme se repose p l u t o t sur asson-ance, consonance et r e p e t i t i o n que sur r ime , et est imprime comme" paragraphe, a l a maniere du T i t a n l y r i q u e cana&ien Wi l h elm i n a S t i t c h . Les autres poernes se servent du vers de s i x s^ l l abes (avec quelques d i f f e r ences i n s i g n i f i a n t e s mais tou t de meme deconeertantes) et d'une rime f o r t u i t e (par exemple; espace, disgrace, , ejgtase). Un vers du dern ier poeme? . "Mon poeme ingenu" (1) p o u r r a i t designer l e s au t res . Le t r o i s i e m e poeme depeint merveil leusement " 1 ' i n d o l e n c e " ; i l manque i c i l e s fautes des autres? "Printemps p l e i n d" ' indolence, J ' i m p l o r e t a clemence A t o i p l e i n de langueur abondonne mon coeur . Ma pensee i n d e c i s e F l o t t e au g r e ' de l a b r i s e . Un r u i s s e l l e m e n t tendre Me pe'netre de m i e l . Ah.' ne v o i r , ah.' n 'entendre Qu 'a t r a v e r s l e sommeil. 3. " L a b r i s e vagabonde," p 11 "Le ramier qu i exu l t e parmi l e s branches ," p 14 "Printemps p l e i n d ' i n d o l e n c e " , p 18 "Eblouissement t end re , " p 28 " S e u i l de l a v r a i j eunesse ," p 52 1 Nouv. F o u r . , p 53 61 . . A t r a v e r s ma paupiere J ' a c c u e i l l e t a lumiere , S o l e i l qu i me caresse; Pardonne a ma p a r e s s e . . . , Piois mon coeur sans defense S o l e i l p l e i n d ' i ndu lgence . Une connaissance de 1 a r t pse t ique g i d i e n e x p l i q u e r a et j u s t i f i e r a ses v e r s . Sa c r i t i q u e de l a poesie ang la i se i n d i q u e r a i t une a t t i t u d e presque orthodoxe:" . . . p lus r i c h e , p l u s abondante que l a f r anqa i se ; mais c e l l e - c i , me s e m b l e - t - i l , a t t e i n t p a r f o i s p lus h a u t r Je ne pu i s aimer toutes l e s f a c i l i t e s que l e poete angla is s ' accorde , et ce t te absence de r i g u e u r ; l e s cor^s de s a l y r e , presque tou jours , me para i s sen t induffisamment tendx^es." (1) •Mais l e poete accompli ecliappe aux r e g i e s : n ' y a v a i t poesie q u ' a c o n d i t i o n s s t r i c t e s , e t de l a v i n t des l o r s que ce qu 'on appe l a i t 'genie poe' t ique- 'xn'e ' tait souvent qu'un genie tout v e r b a l , e t metaphorique, et rhe t eu r . En une per iode comme l a no t re , ou l e sentiment poetique semble surafconder, e t eurabonde, c ' e s t parce que l e s r e g i e s prosodiques ne sont p lus necessa i res pour sou ten i r l a poesie que c e r t a i n s poetes, suffisarament poetes pour s*en passer , s ' en passent . " (2) Quelques-uns de ces poetes fcomme V i e l e ' - G r l f f i 1 J o u r n a l ' 23 , ; 760-1 / 2 V T e " L e t t r e a A n g e l e , " P re t ex t e s , p 121 .:• 62 et Verhaeren). ont l i b e r e pour l e s autres l a prosodie f r a n -p a i s e : " . . . p e u t - e t r e donnen t - i l s sans l e v o u l o i r l e coup de grace a l a poesie vraiment f r a n c a i s e . . . ; peu t -e t r e , ne l a i s -sant apres eux pliiis aucune forme banale , aucune forme m e t r i -que f i x e , a r b i t r a i r e , d i s p o n i b l e , independente d e l ' e m o t i o n qu i l ' e m p l i t , c o n t r a i n d r o n t - i l s l e s faux et mediocres pontes a ne p l u s oser e c r i r e eh v e r s ; et peu t -e t re l e s v r a i s poetes eux-mernes n ' e c r i r o n t - i l s p lus nec e s s a i r em en t en v e r s , et l e mot poe'sie ne s e r a - t - i l p lus neeessairemerit synongtme de v e r s , quand de'ja c e l u i de vers es t s i rarement, en France , synonyme de p o e s i e . E t peu t -e t re c e l a s e r a - t - i l tree. heureux, s i l a prose d ' a u t « n t y gagne, s i l e s poetes a v e n i r h e r i t i e r s d'aucune forme, mais de l a t r e s r i c h e f e rveu r , de i ' i n t e n s e et d i v e r s e emotion de l a p l e i a d e d 1 a u j o u r d ' h u i , •trouvent, p l a s t i q u e a souha i t , unelangue, , prose tant qu 'on voudra, mais s i b e l l e , s i souple et nombreuse et rythmiquee e n f i n , s i h a r d i e , senguel le et soucieuse d 'emot ion , que l e p l u s poet ique genie pou r r a s ' - y . ' d i r e * t and i s que l e s mauvais poetes seu ls deraanderont encore aux formes surannees l a p r o t e c t i o n , l e support et l e deguisement de l eu r d e b i l i t y l y r i q u e . . . " (1) Ce t t e de rn le re phrase expl ique l a prose mer-v e i l l e u s e de Gide , mais n 'hab i tue pas l e l e c t eu r a s a ooes i e . (2) 1 I b i d . , p 120-1 , 2 Ces p a r o l e s d ' A l i s s a , dans L a Por te E t r o i t e (p 132-3) demontre que l e gdut de Gide r e s t e auss i impeccable-vponr l a poe'sie que pour l e s autres g e n r e s : " . . . j e donneraisppresqtae 62a tou t o h e l l e y , tout Byron, pour l e s quatre odes de Keats ?nn + n ? n S + i ° n S e n s e m b l € i 5 de raefne que j e donnerais ! f i , p p u r q u e l ^ e s sonnets de B a u d e l a i r e . Le mot feand poete , ne veut r i e n d i r e ; c ' e s t e t re pure poete , qu i L n p o r t e . " • • - 63 5. THEATRE Saul. ( e e r i t 1896), 1903 (.llOpp, 16cm) Le R o i Candaule, 1901 ( i n d i s p o n i b l e ^ Oedipe, 1931 (47pp, 22.5cm) Persephone, 1934 (17pp>.ji 22 95cm) " . . . j e me persuade une foass de ' p lu s de IJimpos s i b i l i t . e de f a i r e d'une p iece de thea t re une oeuvre d ' a r t " , (1) d i t Gide en 1920. Toufi de meme i l a e c r i t quatre drames e t e labor^ une t h e o r i e dramatique. C e s t l e thea t re "pur" qu i 1 ' i n t e r e s s e : "Le s eu l thea t re que j e pu isse supporter est un thea t re qui se donne simplement pour ce q u ' i l es t , et ne pr^tende "§tre que du t h e a t r e . " (2)' E t de p l u s : " L * a r t dramatique ne d o i t pas p l u s chercher a donner 1 ' i l l u s i o n de l a r e ' a l i t e que ne d o i t f a i r e l a p e i n t u r e ; i l d o i t f a i r e oeuvre avec ses moyens p a r t i c u l i e r s et tendre a des e f fe t s qui ne res so r t i s sent qu ' a l u i . Comme un t ab l eau est un es-pace a emouvoir, une-piece de thea t re e ' e s t une duree a animer." (33 Comment animer ce t t e duree?" i l ne d e v s r a i t pas y a v o i r . . . u n e ide'e au thea t r e , ce d e v r a i t *etre un carac-t e r e , une s i t u a t i o n ; l e s pseudo-ide'es que l ' o n p r e t e a l a bouche des personnages ne sont jamais que des op in ions et 1 J o u r n a l ' 20 , p 681 2 J o u r n a l des Faux-Mon. , p 71 3 J o u r n a l * ; 423 doivent e t r e subordonnees aux personnages; ce n ' e s t pas par e l l e s sur tou t q u ' i l s s ' expr iment ; e l l e s ne doivent e t re que l e contenu cousc ient de l e u r s ac tes . " (1 ) L a purete au. theat re exige que l e s s i t u a t i o n s n 'on t pas de s i g n i f i c a t i o n , qui <&st l 'equivalent dramatique de 1 eloquence ( 2 ) . L ' a r t i s t e d o i t o f f r i r ..son oeuvre d ' a r t comme oeuvre d ' a r t , son drame comme drame, et ne pas chercher 1 ' i l l u s i o n de l a r e a l i t e . I I d o i t r e t rouver des c o n t r a i n t e s , comme c e l l e s des t r o i s u n i t e s , (3) auxquel les " v o l o n t i e r s j ' a -j o u t e r a i s une quatrieme: l - 1 unite* du spec ta teur . E l l e impl ique -r a i t q u ' i l importe que, p iece ou l i v r e , l a cremation poetique s ' adresse , d 'un bout a 1 'autre de s a duree, au. meme l e c t e u r ou a u d i t e u r . " (4) Cet te quest ion du publicise empeche un peu l a purete du genre, parce que " l ' o e u v r e dramatiqtie es t , comme nous nous p l a i s o n s tous a d i r e ; • ' f a i t e pour e t re jouee", pour e t re l i v r e e a l a f o u l e . . . . C ' e s t avec toutes l e s pretend t i o n s qu 'on voudr a, une oeuvre qu i ne t rouve pas s a f i n en elle^meme, qu i v i t entre l e s acteurs et l e p u b l i c et qu i n ' e x i s t e q u ' a l ' a i d e de l u i . . . E t pourtant j e ne peux c o n s i -derer le 'drame comme soumis au p u b l i c ; non j amais , j e l e considere comme un l u t t e au c o n t r a i r e . . . . L a grande erreur de nos dramaturges modernes est de ne pas mepriser s u f f i s a -mment l e u r p u b l i c . I I ne f au t pas chercher* a I ' a cque r i r ; mais 1 I e r e " L e t t r e a A n g e l e , " P r e t e x t e s , p 85 2 I b i d . , p 87 3 "Na tu ra l isme", Nouveaux Pre tex tes (More. C h o i s i s ) , p 62-3 4 J o u r n a l ' p 351 a l e v a i n c r e . Un d u e l , Hous d i s - j e , et d 'ou le pub l i c s o r t V et b a t t u , e t content . (1) Pour arracher l e the'atre 'a. 1 'episodisme et .-. auss i pour le " p u r i f i e r " , 1 ' a r t i s t e d o i t I 1 eca r t e r .de nouveau de l a v i e . Un des r n e i l l e u r s moyens d ' accompl i r c e c i f ce s e r a i t d 'employer des personnages c l a s s i q u e s . Pendant l e s s i e c l e s ces carac te res se sont debarasses de 1 1 ep isodique, du b i z a r r e et du t r a n s i t o i r e ; i l ne r e s t e que l a v e r i t e pro-fonde; (2) ^ L a mystique pai'enne, a proprement p a r l e r , n ' a pas. du mystdres , et c e u x - l a meme d ' S l e u s i s n ' e t a i e n t r i e n que 1 1 enseignement cftuchote de quelques grandes l o i s n a t u r e l l e s . . Au defaut de l a l o i physique l a v e r i t e psychologique se f a i t j oue r , qui me r e q u l e r t b i e n davantage." (3) Le d e s t i n n ' e s t pas e x t e r i e u r : " C e s t f, en eux q u ' e t a i t ce t t e f a t a l i t e ; i l s l a p o r t a i e n t en eux; c ' e t a i t une f a t a l i t e psycholog ique" . (4) E t ce t t e f a t a l i t e se re t rouve dans Rac ine . (5) Le drame de S a u l , en c i n q ac tes , e c r i t en 1S96, p u b l i e / en 1903, repressente en 1922 (au Vieux-Colorabier ) , possede un langage': et uh m i l i e u e x a l t e s , et f a i t penser au ton de Hero des und Mariamne de Hebb$l» u & piece est pour tan t peu c l a s s i q u e . E l l e renonce a 1 ' un i t e ' de l i e u . I I y a quatbrze personnages p r i n c i p a u x , y compns t r o i s demons 1 V I I e " L e t t r e a Ange le" , P r e t e x t e s , p 129-30 2 "Natura l i sme" , Nouveaux P re t ex t e s , p 62 3 Cons ide ra t ions sur l a mythologie grecque", Morcaaux C h o i s i s , p 187 • ~ . 66:. • import ant s j| le.t dans quelque s scenes une fou le s'amasse. Deux massacres ont l i e u sur l a scenne. A l a f i n de l a pie'ce Saul rompt 1 ' i l l u s i o n en apostropliant 1 ' a s s i s t a n c e . Saul est un b e l amalgame de l a poesie et de l a p r e c i s i o n . Le theme b i b l i q u e (1) se developpe avec beaucoup d 'adresse . Les scenes ou David et Jonathan f o l a t r e n t sont d'une p e n e t r a t i o n et d'une sympathie peu communes,, L a s i t u a -t i o n s 'appuie sur 1 ' i n f a t u a t i o n de Sau l et par consequent ce drame est une etude psychologique du sujet de l ' Immora l i s t ;e . Ce premier e f f o r t dramatique p l a i t beaucoup a Gide ; "A r e l i r e ma pie vce, e l l e ra'apparalt une des m e i l l e u r e s choses que j ' a ie e ' c r i t es , et peu t -e t re l a p lus surprenante. On l a de 'couvri ra p lu s tarld et 1'on s ' e tonnera sans doute qu• e l l e a i t pu r e s t e r s i longtemps inaperpue." (2) En 1900 Gide essa ie un sujet c l a s s i q u e . Dans Morceaux C h o i s i s i l r e p r o d u i t l a premiere scene d'une piece.-Aj_ax. C ' e s t un d ia logue entre Minerve et U l y s s e , et complete ment depourvue d ' a c t i o n . I I v en a i t d ' e c r i r e un de ses t r a i t e s dans une forme dramatique, Phi loc te l se (1899), et e c r i r a encore un 4 I b i d . , p 187 5 I b i d . , p 188 1 I . Samuel, 16 seq. 2 Jou rna l 1 ' 3 1 , p 1065 • 67 autre , Beth-sabe' ( p u b l i e 1908-9) . U s ne sont evidemment pas des t ines a l a scene, comme admet Gide a^propos du p remier : " C e s t un t r a i t ^ de m o r a l e . . . . i l n ' a pas de p re -t e n t i o n s s c e n i q u e s . . . " (1) Ce n ' e s t pas avant 1931 que Gide prend en main encore une f o i s une forme purement dramatique, dans l e suje t c l a s s i q u e d 'Oedipe, dont l e sous-tiVre p o u r r a i t § t r e "Le Eriomphe de l a morale . " (2) Ce n*est pas "Le Nouvel Oedipe - - mais b i e n : -La Convers ion d 'Oedipe" (3) Un t ra i tament du tb erne comme c e l u i de Sophocle au ra i t r e ' u s s i , mais n 9 a u r a i t pas i n t e r esse G i d e . V o i c i son but : "Je me propose, non de vous f a i r e f remir ou p l e u r e r , mais de vous f a i r e r e f l e c h i r . " (4) - ; ^ Oedipe est une p i e c e de deux niveaux: c e l u i des " p l a i s a n t e r i e s , t r i v i a l i t y et i ncong ru i t e s " (5) $att±e aux yeux et es t f o r t agreable . Le ton at m o i t i e s a t i r i que, a"moitie s e r i e u x . r a p p e l l e l T h e .Trfaj'an H b r s e r d e - C h r i s t o -pher M o r l e y . L ' e x p o s i t i o n es t t ou t a f a i t ouver te :—les premieVes pa ro l e s de l a pie'ce, dans un monologue d.TOedipe: "Me v o i c i tou t present , complet en cet i n s -t an t de l a dur^e e't erne l i e ; p a r e i l l e a" quelqu 'un qu i s 'avan c i r a i t sur le devant d 'un thea t re et qu i d i r a i t ^ Je su i s Oedipe. Quarante ans d 'age: v i n g t ans de regne. Par l a fo rce de mes p o i g n e t s . . . ; " (6) 1 Phi loctefce , 112 2 J o u r n a l ' 27 , p 837 3 I b i d . , p 840 4 I b i d . ' 3 3 , p 1150 5 I b i d . , 1150 6 Oedipe, p 180 • 68 et c e l l e s du choeur: A- . , . "Nous,-. Choeur. .'-qui- avons pour m i s s i o n p a r t i -eu.l-i.ere, en ce l i e u ^ de representer 1*opinion du p lu s grand nombre? ; nous?nous-declaxons'-surori-s etooeines' oar l a p ro fes -s ion d'une i n d i v i d u a l i t e s i farouche.' (1) . Le Choeur s 'apprete a" p a c i f i e r l e s dieux dans une phrase typique d 'Ana to le France : "Nous tacherons, par quelques s a c r i f i c e s p o i n t t rop couteux et p r i e r e s b i e n d i r i g e e s j de nous v a l o i r l e u r i n d u l g e n c e . . . . " (2) Oedipe regarde l e v i e u x T i re ' s i a s comme un o f f i c i e u x . Les deux f i l s P o l y n i c e et Ete 'ocle , et l e s deux f i l l e s Ismene et Antigone animent 1 ' h i s t o i r e comme font toujours l e s jeunes gens de G i d e . P o l y n i c e depeint d'une maniere savoureuse un groupe de p e s t i f e r 4 s et. Ismene s ' e v a n o u i i . Antigone tache d ' amener P o l y n i c e aT c r o i r e en Dieu; . i l repond que s i i l pouva i t se marier avec sa soeur, " je me l a i s s e r a i s gu ider par t o i j u s ^ u ' a ton D i e u . " (3). Creon. et Oedipe, qu i d i scu ten t au commencement du deuxieme acte quelques. de ' t a i l s de l a sante' des enfants , entendent par hasard Antigone et Ismene; l e coramentaire de Cre^on: "Mais c r o i s - t u w u ' i l s s 'expriraent Menaces enfants.' "Ma ; j o i e est une chose a i l e ' e . . . ' S ' e s t a r e t e n i r . . . "(4) Et p u i s l a mechahfcete' du d ia logue ou E t ^ o c l e et Polemic e cher-chent des " a u t o r i s a t i o n s " pour l eu r condu i t e : 1 I b i d . , p 181 3 I b i d . , p 360 2 I b i d . , p 182 4 I b i d . , p 363 E t e o c l e . A i n s i , . par exemple, a"present, j ' y cherche quelque phrase qui m ' a u t o i i s e a coucher avec Ismene. Creon ( a deml-voix ve r s Oedipe) . Un p o l i s s o n j P o l y n i c e . Avec t a soeur? Ete'ocle,. Avec not re s o e u r . . . . E t b i e n , quoi? Po lyn i ce* .. . S i tu l a t r o u v e s . . . d i s , tu me l a d i r a s , Cre'on. D.euxopdlissonsj (1) I I y a une i r o n i e dramatique quelque peu e f f ron tee : — ces paro les d 'Oedipe; " Jocas te . Quel le epouse.' Que l l e meVe.1 Quant a moi qu i n^a jamais connu l a mienne, j ' a i pour e l l e un amour quas i f i l i a l et conjugal a" l a f o i s . " (2) E t p l u s t a r d quand Oedipe est embarasse par quelque d e ' t a i l de son h i s t o i r e , Jocas te 1' admoneste: "Mon ami, mon. ami, n.I a t t i r e pas 1 ' a t t e n t i o n l a -de s sus . Aucun h i s t o r i e n ne 1 ' a j u s q u ' a p o i n t remarque." (3) L a f u t i l i t e ' d e f i n i t i v e dans l a scene de l a comprehensions : " T i r e s i a s . A s - t u besoiin de moi? Oedipe. Pas encore. Je veux d 'abord deseendre au. p lus bas du gou f f r e . Ce r o i que j a i tufe, d i s . . . .Mais non; ne p a r l e pas. Je comprends t o u t . J ' e t a i s son f i l s . Creon . Ah.' Par exemple. ' . . .Comment? Qu' apprends^je? Ma soeur s e r a i t s a mere.' Oedipe, a qu i j e ra1 a t tachais . ' Se p e u t - i l r i e n imagine^ de p lus abominable? Ne p lus savoi r s ' i l es t ou mon beaa-f rere ou mon neveui Oedipe N * e s t - c § done que c e l a qu i t ' i m p o r t e ? Ne v i ens pas a m ' e t o u r d i r avec ces problemes de parente . S i mes f i l s 1 . I b i d . , p 364-5 3 I b i d . , p 375 2 I b i d . , p 189 70 sont auss i mes f r e r e s , j e ne l e s en aimer a i s que mi eux. Creon. ^ Permets-moi de t r ouve r ce t te confus ion de sentiments extEsmement jpen ib le . ' Au su rp lus , en t an t qu ' onc l e , j ' a i M e n d r o i t a quelque r e s p e c t . " (1) . I I y a auss i l e niveau t rag ique de l a p i e c e . Quoique l e langage est assea bavard et un exemple de 1 ' a n t i -h i s t o r i c i s m e de Gide,- Oedipe est fondu dens une forme c l a s s i q u e , avec t r o i s actes , h u l t personnages, et un choeur en deux groupes. L a scene de 1*expiEt ionnes t f o r t e . Jodaste se pend pendant que Creon s u r v e i l l e Oedipe. Quand c e l u i - l a se p r e ' c i p i t e ve r s sa soeur, Oedipe s a i s i t l e s agrafes d ' o r de son manteau et arrache l e s yeux. I I s 'apprete & e r re r dans l e l o i n t - a i n , avec Antigone pour gu ide . • Le mystere (2) de Persephone, "me'lodrame" en t roxs tab leaux , posse'de comme Oedipe une q u a l i t e grecque mais au l i e u de l a supers t ruc tu re anaEhroniqxieuet i ron ie i ide c e l u i - c i , i l n ' y a dans Persephone que 1 'ecar t d'une poesie l i b r e . I I y a deux personnages dans ce t t e combinai-son de b a l l e t et d ' o r a t o r i o — Eumolpe, sacerdote , qu i i n t e r p r e t e l e mystere e t chant des c o n s e i l s a Persephone, et e e l l e - c i , qui p a r l e . I I y a auss i des choeurs de nymphsg et de garcons . L'atmosphere r e l i g i e u s e de l a p i e c e , son 1 I b i d . , p 3^ 77 2. "The mys te r ies y e a r l y performed at E l e u s i s i n ancient t imes i n connexion w i t h the nine^day worship of "the Mother" and "the Maiden" , Demeter and Persephone, were dramatic repr eseratatio"ns resembl ing the mediaeval myster ies 71 s t y l e et sa mode e leves , son ca rac t e re , se t rouvent tous dans l e s d i n q premiers ve r s d'Eumolpe: "Deesse aux m i l l e s noms, puissante Demeter Qui couvre du moisson l a t e r r e T o i ^dispensatr fce du b l e Celebrons i c i tes mysteres Devant t ou t ce peuple assemble." (1) . . Homere a cree l a legende, s e lon t r o i s v e r s . Persephone," qu i f a i t l e -pr i n temps sur l a t e r r s " ( 2 ) con-temple l e n a r c i s s e , symbole de 1'amour u n i v e r s e l , dont l ' o d e u r r e v e i l l e s a compassion pour l e -peuple desespere des tenebres . -V o i c i l a conc lus ion du mystere dans l e s quatre de rn ie r es l i g n e s : " I I f a u t , p o u r q u ' u n printemps r ena i s se Que l e g r a i n consente a mourir Sous; t e r r e , a f i n q u ' i l r epa ra i s s e En m o i s s o n ' d ' o r pour 1 ' av ia i r . " (3) Ce "rae'lodrame" n ' e s t - l l pas une i n t e r p r e t a t i o n symbolique, ; avec des connota t ions de communisme, du vers de I ' E v a n g i l e que Gide c i t e et paraphrase sans cesse : " C e l u i qu i aime sa v i e . . . l a perdre^ mais c e l u i - l a . qu i en f e r a 1' abandon l a rendreyvraiment v i v a n t e . . , "? (4) 3 of t he events i n the s t o r i e s of the two "ho ly" and "pure" . goddesses. Development^of the p r i m i t i v e worship . of the s p i r i - t u a l forms of the ear th and of the seed, these r ep re sen t a t i ons and some of the other e x e r c i s e s . o f the f e s -t i v a l cane, under..the "pr esidency of the Eumclpp.ae and mem-be r s of other sacerd@tal f a m i l i e s , to express c e r t a i n of the deepest and most c o n s o l i n g conceptions of the Greek r e l i g i o n . , " . P a u l Rnsenfe t t : "The Mvsterv of Persephone, F REP, 3 a v r i l ' 35 , p 213 I Persephone p 745 2 I b i d , , p 745 3 I b i d . , p 761 4 Dos to ievsky , p 223 72 6 TRAITES Le T r a i t e du NarcSsse, 1891 (,19pp, 18.5cm) . L a Ten ta t ive Amoureuse. 1893 (3&pp, 18.5cm) E l Had.i, 1897 (42pp, 18.5cm) P h i l o c t e & e , -1899 ( S l o p . 18.5cm) Bethsabe* 1908-9 (28pp,. IS.5cm) Le Retaur de I ' E n f a n t Prodigue , 1907 (41pp, 18.5cm). . Gide a e c r i t s i x p e t i t e s . o e u v r e s symboliques, ph i losoph iques et paradoxales qu ' i l nomme des t r a i t es . l i s 'sont d'une longeur de onze a cinquante ;. et un pages^ re pre-sent ent d i x - s e p t annees de s a jeUnesse a r t i s t i q u e . Quel le .d i f fe rence entre 1 1 efaotiom dAAndre V/alter et c e l l e du second ouvrage de Gide : Le Tra i14 du.'JHaroisse. Le sous-t i t r e Theorie du Symbols ind ique son eoutenu. "Toutes choses sont d i t e s dej a; mais comme personne n ' ecou te , i l faut toujours recommencer ( 1 ) , d i t r . l e jeune Gide en f aussant L a . Bruyere , et pu is i l raconte encofe une f o i s , da i s l e plus beau 1 engage i n d o l e n t , l " h i s t o i r e de H a r c i s s e : " A u bord du f l euve de temps, I farcisse s ' est a r r e t e . F a t a l e et i l l u -s o i r e r i v i e r e ou l e s annees p.assent et s ' e c o u l e n t . Simples bo rds , comme un cadre b ru t ou skenchasse l ' e a u , comme une g l ace sans t a i n ; ou r i e n ne se v e r r a i t d e r r i ere ; ou, d e m ere, 1 N a r c i s s e , p 10 . 73 ' l e v i d e ennui s ' e p l o y e r a i t . ' » (1) S u i t une d e s c r i p t i o n du P a r a d i s , caracter ise 'e par l e vague t rop f a c i l e du symbolisme: " E d e n . ' , . . o\a les . o iseaux e'taient. couleur du tempps et l e s p a p i l l o n s sur l e s f l e u r s f a i s a i e n t des.harmonies p r o v i d e n t i -e l l e s . ( 2 ) V o i c i l . r a p p l i c a t i o n du mythe de N-areisse*.'-"Le Poete est c e l u i qu i regarde"; (3r v 'Le poe'te, l u i , qu i saitfer q u ' i l c ree , devine a t r a v e r s chaque chose-—— et une seule l u i s u f f i t , sjimbole, pour r e v e l e r son archetype." . ."(4) Et l e poe"te se penche sur l ' o e u v r e d ' a r t s " un c r i s t a l -pa rad i s p a r ' t i e l oh l ' I d e e r e f l e u r i t en sa pure te super ieure . (5) E t dans le m i r o i r de l ' a r t i l a r re te l e s formes e t e r -n e l l e s des choses comme e l l e s e t a i en t au P a r a d i s . Une note supplement a i r e du T r a i t d du Nare isse developpe l a seconde phase, d e . i ' . e s t h e i i q u e gidiennes; "Les r e g i e s de l a morale et de 1 'es the t ique sont l e s mernes: toute oeuvre qu i ne manifeste pas es t i n u t i l e et par c e l a meme mauvaise, L ' a r t i s t e , l e Bavant, ne d o i t pas se p re fe re r a l a V e r i t e q u ' i l veu t d i r e : v o i l a " toute s a morale ; n i l e mot, n i l a phrase, a l ' I d e e q u ' i l s veu len t montrer: j e d i r a i s presque, que c ' e s t la . toute 1 ' e s the t ique . La quest ion morale n ' e s t pas que l ' I d e e q u ' i l manifeste s a l t p l u s ou moins u t i l e ^u grand nombre; l a quest ion est q u ' i l l a mani -1 I b i d . , , ' p l l 3 Ibid, ,p 23 5 I b i d . , 24 .2 I b i d , , p 14 4 I b i d . , p 24 f e s t e b i e n . ( 1 ) L ' i n f l u e n c e du N a r c l s s e est evidente da i s b i e n des oeuvres de G i d e . i-»a technique d^ec r i r e un l i v r e sur un l i v r e , n ' e s t - c e pas Na rc i s se contemplant s a r e f l e x i o n ? Au temps d'Andre Walter e t du Narc i s se Gide g t a i t tre vs soucieux de son personnage. i l v o i i l a i t p a r a l t r e a r t i s t e , e t dev in t poseur;.!tQuand i l e c r i v a i t i l se r e g a r d a i t dans une p e t i t e g l ace q u ' i l t e n a i t toujours pres de l u i : "Comme Narc i s se .je me penchais sur mozx image; toutes l e s phrases que j ' e c r i -v a i s a l o r s en r e s t e n t quelque peu courbees ." (2) V o i c i Andre Wal te r : "Je plonge mes yeux dans ces yeux: et mon ame f l o t t e i n c e r t a i n e entre ce t t e double apparence, doutant e n f i n , comme e tou rd i , e , l eque l est l e r e f l e t de l ' a u t r e et §.i j e s u i s pas 1 ' image, un fan tome i r r e e l . . . . " (3) E t l e roman d - ' A l l a i n deva i t e vtre eviderament quelque peu comme The . P i c t u r e osgTDorian Gray, qu i n ' e s t qu'une e l a b o r a t i o n du theme de N a r c i s s e : " A l l a i n a je te 7 sur 1'image un g r a n d d r a p etendu; desBous e l l e est emprisonne 'e . . . . "(4) L ' i d e e du Narc i s se r e v i e n t quand Gide c r i -t i que un contemporain (Prous t )5" Echappe de l a v i e , i l ne se detourne de l a v i e ; pench\e sur e l l e , i l l a contemple, ou p l u t o t i l contemple en l u i son r e f l e t ; " (5) ce que d o i t f a i r e tout a r t i s t e s " L 1 a r t i s t e v e r i t a b l e , avide des i n f l u e n -It : I b i d . , note , p 21 2 G r a i n , p 235 3 Andre' Wal te r , 184 4 I b i d . , p 184 5 t e " B i l l e t a Angele',' NRF tl 16 -21 .1 , p 591 75 ces profondes,se penchera sur l ' o e u v r e d ' a r t , tachant de I ' o u M x e r et de pene'trer p lu s a r r i e r e . . . . L A a r t i s t e v e r i t a b l e -cher chef a, d e r r i e r e . l ' o e u v r e , l 'homme, et c ' est de l u i q u ' i l • apprendra. r t : ;MaiiS' qui., es t ce t homme? Selon Oedipe* l a reponse a toute quest ion que l e Sphinxe p o u r r a i t demander, c I est l'homme, et 1'Homme s i g n i f i e pour .chacun: S o i . (1) " I t ' s a l l done w i t h m i r r o r s , f o l k s . ' " . Dans, son deuxieme. t r a i t e " L a -Tentative Amoureuse ou: Le T r a i t e du v a i n de 's i r , Gide a vou lu ind ique r encore une f o i s " 1 ' i n f l u e n c e du l i v r e sur c e l u i q u i 1 ' e B r i t , et pendant ce t t e e ' c r i tu re meme. "(2) I I raconte un reve d ' i r r e a l -i s a b l e j o i e qui 1' a v a i t t3 : , ouble / au p r i n t emps; Luc et Rachel ne se rendent compte de l a j to le de l eu r amour; Gide pourtant se r e ' j ou i t d'une maniere idealQ - "C ' est done une me thoded ' ac -t i o n sur Soi-raeme, i n d i r e c t e , que j ' a i donne l a ; et c ' e s t auss i tou t simplement un conte " (3) V o i c i a l o r s deux fone-t i o n s de l ' a r t ; l e p l a i s i r et l a s u b l i m a t i o n : "Fos l i v r e s . . . nos p l a i n t i f s d e s i r s , l e souhai t d ' a u t r e s v i e s a jamais de'f e n d u e s . . . . " (4) Ge "conte" d 'un amour es t p l e i n de d e s c r i p -t i o n s de l a nature et pre'sage Jbes N o u r r i t u r e s : " L a n u i t v i n t et l e c l a i r de l u n e . Le b o i s se f i t t r a n q u i l l e et s ' e m p l i t d 'onbres m e r v e i l l e u s e s ; l e vent f r e m i t ; l e s oiseaux de n u i t s 1 e v e i l l e V e n t . " (5) Mais 1'ouvrage est beaucoup p lus 1 Oedipe, p 367 2 J o u r n a l ' 93 , p 40 3 I b i d . , p 41 4 Tent .Am. , p 31 5 I M d . , p 34 76 symbolique. I I y . a i c i auss i une sor te d ' i r o n i e romantique S t a b l e , t r a i t f o r t g i d i e n . L ' au teur se fauf i - le dans son l i v r e et f s t t p l u s i e u r s observat ions a c e t t e "Madame", qu ' I a v a i t snvosae a l a f i n du Voyage d ' U r i e n ; "Luc et Rache l m1 en-n u i ent, Madame: que vous d i r a i - j e d 'eux encore?" (1) Et un des personnages d e t r u i t l e l y r i sme de l A a u t r e . Apres. que Luc s ' e s t ex ta s i e au suje t de 1' automne: "Votre h i s t o i r e est s tup ide , d i t R a c h e l : on ne d i t g l u s : des p a l e f r o i s ; e t -Je n ' aime pas . le ' tap-age. Dormons." (2) E l Hadff ou: Le T r a i t e du. faux propfaete es t un contre-eourant -de---!' es thet ique gidienne.. I I y a l a -dedans une.poesie morne, une prose grave mais t i e d e , comme dans Le Voyage^ d ' U r i e n ? Comme Les I four r i tures T e r r e s t r e s , E l Had;] efet i n s p i r e par l e deser t et l e Koran . .... Deux exemples_du s t y l e : "Oh.' s i . l e vent m 1 emportai t sur ses a i l e s , . a 1' autre bord de ce t t e mer embrasee. Oh.' que ^ce s o i t ou l a saignante lune , ber-ger du c i e l j . avant de paTtre v a Be l e v e r . ^itLboiSides eaux, dans de vas tes j a r d i n s , ©omme une attrante au s o i r des. noces, e l l e se pare; e l l e se regarde daas I 'eau"." (3) A propos des mirages: " P a r f o i s , des l ' a u b e , nous marchions ve r s eux, et ju squ ' au s o i r , pour nous de'soler de l e s v o i r , d ' abord lentement eca r t e s , dans I 'effacement du. s o l e i l , s e d i s s o u d r e . " (4) 1 I b i d . , p 59 3 E l Had,i, p 80-1 2 I b i d . , p 60' 4 I b i d . , p 83 77 ' j Phi lec teXe, ou: Le Traite' ' des T r o i s morales, l e p l u s l o n g des s i x , es€ eferit dans une forme dranat ique, mais sans .'-"pretentions sc-ilniques" (1) Les t r o i s personnages de ces c i n q ac tesy U l y s s e , Neoptoleme et P h i l o c t e l e f epre'sentent l e s t r o i s : morales , d r a g r e s s i o n , d ' emula t ion , et de r-e'signation.-.Ulys.ee f r a n c h i t l e code mofal pour l a p a t r i e ; Neoptoleme, qu i admire beaucoup P h i l o c t e t e , aide son adve r sa i r e ; P h i l o c t e t e , qu i se l a i s s e e t re d e p o u i l l e de son a rc , va inc pourtant sur 1' e s p r i t dJ$Ilysse. L a forme est assez de ' fa i te , i m p r e s s i o n i s t e . L 'ouvrage ressemble beaucoup a U r i § S dans ses d e s c r i p t i o n s de l a na ture , dans une ce r t a ine g u a l i t e malsa ine , et dans 1 ' e l e -ment saagrenu.Uns phrase g id i enne : "Ce fu t e l l e q u i , sur une f i e inconnue devant q u i s ' a r r e t e ren t nos rames, l ' e m -- ; p o r t e . " (2), Qu e l que s elements s a t i r i q u e s adoucissent l a g r a v i t e du langage et des idees . Ces d e v i a t i o n s g id lennes sont semblables a 1 ' i r r e v e r e n c e des p r e t r e s . A l a f i n d 'un l o n g passage poet ique de Philtoctele, U lys se d i t tout s imple-ment: "Tu t ' e^p r imes b i e n , pour quelqu 'un qu i s o u f f r e . " (3) Bethsabe a pour suje t un theme b i b l i q u e semblable a . c e l u i de S a u l , mais l a forme est i c i beaucoup p l u s c l a s s i q u e . I I n ' y a que deux personnages: David et Joab, qu i renseignent l e l e c tuu r aussi sur U r i e , Bethsabe, Nathan. Ce t r a i t e e s t e'er i t en v e r s , en a lexandr ins sans r ime . I l n f y a qu 'un ecar t du ton e l eve . Au commencement 1 P h i l o c t e l e , p 112 2. I b i d . , p 117 3 I b i d . , p 136 78 David r e c i t e une p r i e r e ; " J ' a v a i s d'p.bord mis : " l e u r s a i l e s repous-ser.ont comme c e l l e s . . . " . ' . Mais.: " L u i repousseront,comme aux a i g l e s " vaut mieux ." (1) V o i c i une n o u v e l l e faeon de p a r l e r . N o t B r r l a rupture du rythme a cause : du deeasyl labe et unerimie i n c i d e n t a l s ^'David p a r l e sur U r i e . r " I I va done re t rouver tout son bbnheur t r a n q u i l l e T e l q u ' i l 1 ' a v a i t i laisse"; du moins l e c r o i r a - t -i l ; -Car l a t r ace du nav i re sur 1 1 onde, De I'homme sur le cow.ps de l a femrae prof onde Dieu &ui-meme, Joab, ne l e c onn a T t r a i t pas ." (2) L a de rn ie re des t r o i s scenes es t un monologue qu i de'veloppe l a psychologie de D a v i d . I I passe en revue au .mo yen de suggest ions vague s i l e s t e n e m e n t s . L ' a c t i o n se denoue comme dans l a v e r s i o n b i b l i q u e , sauf pour l e grand c hang ement f i n a l . Dans l e Vieux Testaments "And when the mourning was pas^" David went and fe tched her to h i s house, and she became h i s w i f e , and bare him a son. But the t h i n g tha t David had done d i sp l ea sed the L o r d . " (3) Et dans Gide (David p a r l e a Joab, qu i ne d i t r i e n , d e r r i e r e l e q u e l i l ^ . a p l i ^ o i - t une femme' v o i ' l e e . )•: s,%ad est-oe done que tu t r a i n es apres t o i , dens 1'ombre- et tout en d e u i l ? . . . BethSabe. ' . . . . . Va-t-'-en.' Rempor te - la l j e t f a i d i t qu€ j e Bethsabe, p 168 2 I b i d . , p 185-6 I I Samuel 12, V 27. ne veux p lus l a v o i r , . , Je l a h a i s J " (1) 79 Au commencement du Retour de 1 'Enfant P r o d i -gue - on l i t ces mots de 1 1 auteurs" Mon D i e u , . l i s ! j e me rememoire et t r a s c r i s i c i vo t re pressante parabole , c ' e s t que j e s a i s q u e l et a i t vo t r e enfant prodigue; c ' e s t qu'en l u i j e me v o l s ; "(2) qu i semblent i nd ique r un t ra i tement orthodoxe. E t le re tour lui-'m'em.e s u i t I ' h i s t o i r e b i b l i q u e * Mais des quatre diadogues qui su iven t : l a reprimande durPere l a reprimande du F fe re alne*, l a Mere, e t d ia logue avec l e F r e r e pulne^s'. 'est r e s o l u de s o r t i r lui-meme,et en d e p i t des c o n s e i l s souhai tes par l a Mere, 1 'enfant l u i mon-gre l a r o u t e : "—Mon f r e r e . . .Qet 1 'enfant , qu i s ' e s t leve" du l i t , pose, autour du cou du .p rod igue , sen bras qui se f a i t a u s s i doux que sa v o i x ) - - P a r s avec mo i . —•Saisse-mbi.' 'Je r e s t e a consoler notre mere .Sans moi t u seras p lu s V a i l l a n t . I I es t temps a present . Le c i e l p & l i t . Pars sans b r u i t . A l l o n s J embfasse-moi, mon jeune f r e r e : t u amportes tous mes e s p o i r s . Sois- fop ' tyoabl ie fious^aullle-moi. Puisse .s- tu ne pas r e v e n i r . . .Descends <MMemi« t£o j f i e t i ehs l a . lampe. 'i*. Imp ^ . - —Ah. 1 donne-mol l a main j u s q u ' a l a po r t e . —Prends 'garde aux marches du p e r r o n . . . "(3) Dans 1 "Enfant Prodigue et dans Bethsabe 7 Gide , comme Wilde dans ses poemes en prose , modif ie l e s paraboles mais pas tou t s iraplemint pour ob ten i r une conclusion epa-t a n t e . Bethsabe est psychologlquement l e g i t i m e ; un pasteur 1 I b i d . , p 194 3 I b i d . , p 235 2 E n f . P r o d . , p 203 m'a d i t a propos de L 1 Enfant Prodigue• " G i d e ' s v e r s i o n i s much more probao l e . 7 . VOYAGES Le Voyage d ' U r i e n , 1893 (.165 pp, 19cm) Les N o u r r i t u r e s t e r r e s t r e s . 1897 (190pp, 16cm) . Amyntas, 1906 Les Nouve l les N o u r r i t u r e s . 1935 (163pp, 16cm) Voyage au- Congo., 1927 (249 pp, 19cm) Le Retour du Qfchad. 1928 -Retour de L 'URSS. 1936, (124pp, 18.5cm) Retouches a mon Retour de 1 r URSS, 1927 (125pp,18.5 cm.) . ;• s i Dans ses l i v r e s de voyage on peut remarqiier lVaciAnlneraent s u c c e s s i f de Gide ve rs l a feanalite', U r i e n , c ' e s t un voyage a t r avers I'.ame, un voyage l i v r e s q u e ; . l e s N o u r r i t u r e s I'ame du v^yagera* a t r avers-,, l e monde, 1'essence du voyage ; l e Congo le tour isme-moyen.-. V o i c i l e v r a i voyage d ' B r i e n : " . . . . . . . . . . repoussant dans l e passe ma r e v e r i e consuraee, l e s yeux : d i r i ge s ve r s l - ' aurdre , j e m 'aven tura i dans l e v a l "4tr<sdt des metempsychoses " (1) Mais dans ce t t e oeuvre symbolis te l e s d e s c r i p t i o n s ne r e s u i t e n t d'une imagina t ion f i e^v reuse , qud'ique Gide fu t Sbsede, hante, presque f o u , pendant son e c r i t u r ^ , (2)mais sont b i en r e a l i s t e s - , comme f o n t f o i ces mots t i r e s du Retour du,- Tchad: . "Paysage de p l u s en plus palude'en, et t e l que j e, l e depe igna is dans l a deuxieme p a r t i e du Voyage d 'Urien ' . ' (3) Quelques scenes sont ide ' a l -i s e e s , comme c e l l e du por t et des bateaux; quelques-unes so sont s c i e n t i f i q u e s , meme dans l e j a rgon , comme c e l l e des l i e s f l o ' t t a n t e s . Des d e ' t a i l s aussis"De grosses mouches, au s o l e i l , v i b r a i e n t cent re l e s por tes b l anches . " (4 ) Les problem em l i n g u i s t i q u e s d'-Andre Walter se Besoudent i c i ; Paludes e leVeront encore de c l a i e s . Une phrase t y p i q u e : "Lentement, tous l e s d o u z e , a l o r s , majes-tueux et symetr iques , graces a cause de notre somptueuse parure , nous descendions ve r s l e s o l e i l , j u s q u ' a l a de rn-i e r e marche ou l a vague b r i s e e raouillait d'ecume notre 1 U r i e n , 'p 9 2 G r a i n , p 346 3 Tchad, p 733 . 4 U r i e n , p 36-7 82 r o b e . " (1) Ht c e l l e - c i : " V o i c i que l e t r a n q u i l l e passe en nous comme un r eg re t remonte."(2) Ces pa ro les de l a "Confer-ence" d ' U r i e n a n t i c i p e n t l e Promethee: " J ' a i pa r l e ' beaucoup t rop longtemps. A des choses inordonnees i l fau t dea phrases incoherentes ; j e terminer a i par quelquas a l l i t e r at ions—et l a i s s a n t entomber ma v o i x soudain j u s q u ' a n 'e ' t re plus qu'un murmure, je chuchota i pour l a cadence: ? . . . chanter a l a s a u t e r e l l e des s a b l e s , " (3) I I y a dans U r i e n l e premier exemple du sau-grenu g l d i e n : . "Le septieme j o u r nous rencontrames ma chere E l l i s qu i nous a t t e n d a i t sur l a pelouse , a s s i s e sons un pom-mi er . E l l e e t a i t l a depuis quatorze j o u r s , par l a route de t e r r e p lus v i t e que nous a r r i v e e : e l l e avai&t une robe a po i s une ornbrelle couleur c e r i s e ; aopre's d ' e l l e une p e t i t e v a l i s e a^rec des o i? |e t s 'de t o i l e t t e et quelques l i v r e s ; un chaLe e cos sals, .sur l e bras ; e l l e mangeait une salade d 'escar.ole en lisarrfc l e s Prolegomeiies. , ;S : ' toute metaphysique fu tu r e . "f4) Dans l e s t r o i s p a r t i e s : " Pre lude" (c; 'est-a~ d i r e : Les l i e s t r o o i c a l e s , ) " L a Mer des SfeEtgasses" et "Voyage ve r s une mer g l a c i a l e " , i l y a de p lus que l e stegrenu un& element pr on once'du m a l s a i n , de l a m a l a d i e , , dont l e cas l e plus h o r r i b l e est dans doute l a mort de P a r i d e : " J e voulus l u i s e r r e r l a m a i n ; e l l e se de f i t dans l a mianne en me l a i s s a n t en t r e l e s do igh t s du sang et de l a :poLTrr l t aEe . " (5 ) P a m d e . . . mais l e s noras des aut res personnages sont encore pjbus e t ranges: Me ' l ian , T rade l ineau , A g l o » a l Bbhor 1 I b i d . , p 65 2 I b i d . , p 98 3 I b i d . , p 102 4 I b i d . , 91 5 I b i d . , p 142 83 d i n , Angain et beaucoup d ' a u t r e s . (1) Ces camarades de voyage n . ' o n t pas d ' e x i s t e n c e psychologique? tou t est e x t e r n a l i s e , i l s ne sont dessine's qu 1 a deux, dimensions,, Encore un exemple de l a technique fonc ie re de Gide : - dans l a dern iere p a r t i e : " I c i cesse les ' temps de ...souvenirs., .commence mon j o u r n a l sans datfe. "C2) Ces p e t i t e s section's temoignent auss i de l a tendance g id ienne d 'observer l ' h i s t o & r e . Le: l i v r e se termine par un poeme i n u t i l e de qu 'arante- trois v e r s : -: "Madam e.'Je vous a i trompe'e; fous n 'avons pas f a i t ce voyage."(3) "Paludes , c ' e s t specialement 1 ' h i s t o i r e 4e q u i ne peut pas '• voyager . . . . " M a y s i l y a i c i tout de meme une b e l l e d e s c r i p t i o n du depart d'une v i l l e : " l e d i f f i -c i le. , . c ' es t d e f r anchir l e s b a n l i eues °,." (4) on do i t pr endr e uh express . C e c i et l e s i n d i d e n t s du p e t i t voyage d 'Angele et de l ' a u t e u r dans l a campagne fon& \an cont ras te v i f a l a technique p o s t e r i e u r e du voyage:" "Du haut des p i n s , l en t ement descenditeS, une a une, en f i l e brune, 1'on v o y a i t l e s c h e n i l l e s p r o c e s s i o n -a i r e s —• qu ' au bas des p i n s , longuement at tendues, b o u l o t t -a ien t l e s gros c'aZo ,ssmes--"Je n&ai pas vu l e s Calosomesl" d i t Angele (ca r j e l u i montrai ce t t e phrase) .— "Moi non p l u s , chere Angele , — n i l e s c h e n i l l e s . - - Du r e s t e , c a n 'est-pas l a s a i s o n ; mais ce t t e phrase f f e s t ^ i l pas v r a i - - r e n d excel!ement 1 ' impress ion cfe^ndtee• ••v^age_^6) 1 Of l e s noms des personnages dans l e passage des Paux-Mon nayeurs ,qu '^douard l i t a Georges. 2 I b i d . , 125 3 I b i d . , 163 4 Paludes ,,p 13 " J ' a i e c r i t tou t un l i v r e d'une f o l i e t r e s meditee, p o u r . e x a l t e r l a beaute" du voyage'lCSst ce l i v r e c ' e s t Les F o u r r i t u r e s fierrestres. Tc i i l rompt avec l e s sytrbol-i s t e s s l e ' l i v r e n ' irnporte pas, oourvu q u ' i l c ree une f s rveur dais- l e l e c t e u r . Dans ce: " l i v r e b r u t a l e " ( £ 0 qui t i r e son ..epigraphe, du Koran: " V o i c i l e s , f r u i t s dont nous nous somne s n o u r r i s sur l a t e r r e " , dans 'ce "Manuel dfevasion^de d e l i v e r -ancey" ( J ) Gide depeint ce que l e voyageur sent p l u t o t que ce q u ' i l v o i t . C ' e s t l e l i v r e d'.un convalescent , qu i exu l t e dans 1 ' a l l e g r e s s e de s a re'cente l i toer te physique e t rnentale, e t dont l e . l y r i sme presque e x c e s s i f est du au nouvel a c c u e i l de l a v i e . En outre i l e c r i v a i t ce l i v r e a un temps quand " l e f ac t i c e et l e renferme" e t a i t de r igeixr dans l a ^ l i t t e ' r a tu re ; i l v o u l a i t embfiasser laf t e r r e . Les F o u r r i t u r e s e'taxent s i completement cont re l e s gouts du p u b l i c que pendant une d i z a i n e d'anne'es, c i n q cents eiaemplaires seuls se. v s n d i r e n t . E l l e s sont un melange de phrases d i s j o i n t e s , de paragraphes I s o l d s , mais avec r a i s o n : "Les F o u r r i t u r e s ; un l i v r e q u ' i l f a l l a i t l a i s s e r s S e c r i r e t o u t s e u l " ; (4) " J e m 1 ? s u i s mis sans apprets , - sans pu.de u r . . . "(5) "Se tous mes l i v r e s i l n ' en e s t pas de p l u s spontane, de p lus s i n c e r e . 5 Cf la^emarque de Chateaubriand dans s a l e t t r e a J o u b e r t ^ " S i l a lune n ' a v a i t pas e t £ l a ree l lement , j e I ' a u r a i s toujours raise dans ma l e t t r e . " 1 " A oropos des De'racines", Pretextes. , p 51 , 2 J o u r n a l ' 3 1 , p 1079 3 Four . T e r . , Preface a : " 1 ' E d i t i o n de 1927 4 G r a i n , p 320 5 F o u r . T e r . , Preface • 85 Du- re« t .e> . i l . es t f a i t en grande p a r t i e d ' e x t r a i t s de journaux et cah ie r " |;lc)oEncoreJ V o i c i I 1 impor tance de l a guer i son pour 1 ' i n s p i r a t i o n des F o u r r i t u r e s : - - S U r l e c o n s e i l du D r . AndresS . j i l se plongeaftt dsns chaque eau q u ' i l v o y a i t s " , . ce n^e' tai t pas seulement -le ba in que j ' a i m a i s , mais l a mythblogique a t t en te , ensu i t e , de 1'enveloppement nu du d i e u . . . ; j ' o u h l i a i s avec mes vetements, torments, c o n t r a i n t e s , s o l l i c i t u d e s , e t , tandis; que. se v o l a t i l i s a x t tout v o u l o i r , j e l a i s s a i s l e s s ensa t i ons , en moi poreux comme une ruche, secreHement d i s t i l l e r ce m i e l qu i cou la dans mes F o u r r i t u r e s . " (2) Les F o u r r i t u r e s n e r aeon tent pas un voyage mais l e s emotions provoquees par tou t voyage, "Par une a t t en-t i o n s u b i t e , simmltanee de tous l e s s e n s . . . . dans mon o re i . l l e -dans mes yeux, ' dans ma c h a i r , da i s mes n a i i n e s . " (3) Ml y a des l i s t e s des sources, des cafes , des j a r d i n s par t o u t . L ' au teu r chante suftout l e s louanges de 1*Alger ie , de 1 ' I t a l i e et de l a F o r m a n d i e . - L ' e t a b l e , par example: " E l l e est i n t o l e r * p a b l e m e n t - t i l d e , mais l e s vaches sentent b o n . . . . l e s enfants du fefmief dont l a c h a i r en sueuresenta i t b o h . . . .(4) auss i l e s granges, l e s g r e n i e r s , l a l a i t e r i e , l e f r u i t i e r , l e p r e s s o i r , l a . d i s t i l l e r i e , l e s remises . £ a phrase g id lenne lentement se developpe. C e l l e - c i est presque t rop soignee: "Je me soutenais par o r g u e i l , mais r e g r e t t a i s a l o r s H i l a i r e qui.me d s ^ p a r t i s s a i t I ' a n d 'avant l " J o u r n a l ' 3 1 , 1079 2 grafm , p 321 3 Hour. Teg, p 149 4 I b i d . , p 124 de ce que mon humeur ava i t s inon de t rop f arouche. "(1) Sm v o i c i un b e l exemple:" Je vous a i vus , grands champs, baignes de l a blancheur &e 1'aube; l a c s b l e u s , j e me sw-is baigne dans v o s - f l o t s — et que chaque caresse de I ' a i r r i a n t m a i t f a i t © o u r i r e , v o i l a ce que j e ne me l a l s s e r a i pas de te r e d i r e, Nathan e e l . " (2) La t h e o r i e de l a technique du l i s t e : "Je voudrais e t re ne' dans un temps ou n ' a v o i r a chan te r , poete, que, simplement an l e s de'nombr ant, tou t es l e s choses. Mon admiration se s e r a i t po/see successivement sur chacune et s a loaange 1' eftt demon t r e e ; e ' en eut ete' l a r a i s o n suf f i s ante. "(3) Quant a l a poi f tua t ion , i l y a t rop de ah , I, e t . . . • Ins ere dans l e s "Nourr i tures est l e r e c i t -de M£nalque, per son nag e i'o&t w i l d i e n : " C ' e s t un morceau sura jou te ; j e l ' e c i - x v i s . <, . t ou t d'une h a l e i n e . . . .ce r e c i t , d'une ethique assez d i f f e r e n t e de c e l l e des pages des N o u r r i -tu res dej et e c r i t es, mais qui me. p a r a i s s a i e n t de car act ere t rop fragmentaire pour que je : consent i sse a l e s l ivrere? a u s s i t S t (4) I I y a une legere i r o n i e dans 1 'his toire de Me'nalque ("te s t ab leaux que ma connaissance de l a pe in ture me -permit d ' a c q u e r i r a t r e s baa p r i x " ) et a i l l e u r s Gide condamne d'une autre maniere ce t homme et g u i i l . d o i t t a n t . 1 I b i d . , o 78 8 I b i d . , p 148 2 I b i d . , p 22 4 Jou rna l ' 35 , p.,lg2!|2 87 "Nathanael" ( c ' e s t l e gar eon imag ina i r e pour qu i i l e c r i t lew N o u r r i t u r e s ) , " ne c r a in s pas que j ' a b u s e de ce t t e forme d 'apologue, ca r j e ne l ' approuve pas beaucoup", d i t - i l apres. a v o i r donne uu exemple d 'un poeme en prose a" l a W i l d e : " J ' aval s beso in d 'un poumon, m 'a d i t l ' a r b r e ; a l o r s ma -seve est devenue f e u i l l e , a f i n d ' y pouvoir r e s p i r e r . P u i s guand j ' e u s respire ' , ma f e u i l i e est tombee, e t j e n ' en su i s pas mort . Mon f r u i t con t ien t toute map ens ee sur l a vie 1 . 1 . (1) Le r e c i t de L ' ImmoraMste est a moi t i e / un l i v r e de voyages, et i l d i s c u t e l e s t r o i s r eg ions g'eographiques qui i n t e re s sen t G i d e — l ' A l g e r i e , I ' l t a l i e et l a NormandiOj avec beaucoup de p r e c i s i o n . Mais dans L a Por te E t r b i t e -t t andis que Jerome voyage beaucoupf l e l e c t e u r n ' en apprend r i e n . Amyntas est une c o l l e c t i o n de quatre l i v r e t s (2) qu i p r o j e t t t o t 1 1 ame et l a c h a i r des Nourr i tu res . "Mopsus" t r a i t e de l ' A l g e r i e s eu le . Ses douze esquisses d i s j o i n t e s sont dLepourvues de 1' ac t ion mais p l e i n e s d 'un symbolisme f r eud i en . Cet te p e t i t e oeuvre con t i en t 1'essence du voyage et a u s s i l ' e s s e n t i e l de l a l inguis t ique g i d i e n n e . I I y a t r o i s types de phrasesss «• —- l e group ement e l l i p t i q u e : "Un b r u i t de f Iftte; un ges te b l a n c ; une eau doucement cfeufchotante; un r i r e d 'enfant pres de 1'eau—puis r i e n ; p lu s 1 Nour. T e r . , p 47 2 Dont "De B i s k r a a Touggourt" est i n d i s p o n i b l e . p lus une inquie tude et p lu s unepensee ; " ( l ) - - l ' e x c l a m a t i o n avec a h i ; "Beau pays d e s i r e , pour q u e l l e extase e t quel r e -pos v a s - t u repandre ah.' ton etendue, sous l a chaude lumiere doree;" (2) - - l ' o r d r e des mots, reverse et l e veifcfee . a l a f i n : " D e s Arabes songeurs r eg ardent s inue r l a danse qu'uae musique,. donstante comme le . b r u i t d'une onde coulante , con-text; "(3.) " J ' a i vu dans l e s creux cryqueles ce t t e eau montei? lourde de t e r r e , t i l d e et qu 'un rayon de s o l e i l j a u n i s s a i t . " (4) I I y a auss i dans "Mopsus Q' deux f i g u r e s in t e res san tes : a propos de l a r i v i e r e O u M , " ce t t e eau b&onde;"(J5) e t : "Ne bougeons p l u s ; l a i s s o n s l e temps se reformer comme une . onde, comme une onde ou l ' o n j e t t e un c a i l l o u ; l e t r oub le que nous avons f a i t en en t ran t s ' eea r te comme l a r i d e de I 'onde; l a i s s o n s se refermer sur ce monde l a surface eg a le du temps. "(6) " F e u i l l e s de Route" experiment l e s impressions du voyageur dans une maniere p lus banale; ce q u ' i l v o i t , ce q u ' i l r e i T e c h i t fpar exemple ses idees sur l e s p e i n t r e s de l a Renaissance en I t a l i e ) , l e s idees et l e s pe r sonna l i t e s de ceux qu ' i l r encont re (par exemple d 'Annunz ie ) . L 'une des deux p a r t i e s , seche et c l a s s i q u e , d i s c u t e 1 ' E t a l i e ; I I au t re , ebaude e t tie*de, depeint l ' A f r i q u e Sep te f l t i iona le Franc a i s e . 1 Amyntas, p 222 3 I b i d . , p 223-4 5 I b i d . , p 225 2 I b i d . , 0222 4 I b i d . , p 225 © I b i d . , p 228-9 89 "Le Renoncenent au Voyage" enseigne comment on peut l e p lus p r o f i t e r du voyage. L a maladie meme s e r t a augmenter l a sen© s l b i l i t e . CB d o i t accepter sa j o i e sans tacher de I 1 ana lyser : Je p e n e t r a l dans ce verger comme A l a d d i n dans, l e j a r d i n des p i e r r e r i e s ; j e marchals , chancelant , i v r e a neuf de ravissement a t d tex tase , l a i s s a n t j ous r en moi de 1'ombre et du s o . l e i i l a b i feu l t i an te a l t e r nance". (1) Une analogie avec l a f l Q t e arabe expl ique l a nature d'Anr/ntas: "Je voud-r a i s que, de page en page, evoqutot quatre tons mouvants, l e s phrases q u i j ' e c r i s i c i so l e n t pour vous ce qu ' e t a i t pour moi cet te: f l u t e , ce que fu t pour moi l e de'sert — de d i v e r s e mors&onie." (2) •' ;• Le t r o i s i e m e l i v r e de ' voyages e d e c i d e que 1''on consider-© maintenant ( l e s ixieme selon l e s d a t e s ) , Les .Nouvelles. Nourr i t ur es appe l le une comparaison avec Lea F o u r r i t u r e s t e r r e s t r e s . Ce l i v r e r e s s embler -a- t - i l a l ' o u v r a g e an te r i eu r? On I ' e s p ^ r a i t presque. Mais on se souvient du cons a i l do nne a Natbanael : "Ne desire : jam a i s s „ . negouter l e s eaux du pass^," (3) S t aus s i de ces paro les du J o u r n a l : "Ne jamais p r o f i t e r , pour aucune oeuvre nouve l l e , de l ' e ' l a n acqmis par l a pre cedent e. "(4) E t de p l u s : l e champion de l a spon tane i te «& de l a l i b e r t e s ' e s t mairfenant 1 I b i d . , p 236 3 F o u r . t e r . , p 37 2 I b i d . , p 241 4 J o u r n a l '22 , p : 746 90 a l l i e a v e c ^ l e p a r t i communiste. •ue s t y l e et l a ponctuat ion des Nouvel les N o u r r i t u r e s sont moins exc lamato i res . La .technique du l i s t e est d i sparue , excepte' dsn s ce t e x c e l l e n t exemple.;" 6n vo i t des eoraplexi'tes rsr i s s an t e s n'attre. de 1'enchevetrement des l o t s ; sa i sons , a g i t a t i o n des marees, d i s t r a c t i o n s , pu is r e t o u r en ruissellement des -vapeurs; t r a n q u i l l e a l t e r nance des j o u r s ; r e t o u r s • p e r i o d i q u e s des v e n t s . . . " (1) 6a forme s*-est quelque peu -re's-seE'vee: l e s -hur t lxvr.es sont devenus quatre et 11 ny a aucun avant-propos ou envoi 4etache.Mais Gide e e r i v i t l e s Nouvelle s N o u r r i t u r e s Somme l e s v i e i l l e s : "Ce que j e voudrais e c r i r e , a present , c ' e s t Les Nouvel les N o u r r i t u r e s ; "Et j e ne ..puis M e n l e s e c r i r e que malgre moi . R i e n ne d o i t e t r e moins concerte ' i (2) , . '' Ee l i v r e commence darfs l a meme liumeur, dt developpe des phrases comme c e l l e s - c i : "Une eparse j o i e baigne l a t e r r e , e t que l a t e r r e exsude a T l ' a p p e l du s o l e i l $ . . " ( 3 ) ; " C ' e s t de l a j o i e que tu appe l les f r u i t quand e l l e se f a i t succulence; e t , quand e l l e se f a i t chant, raisea^J'(4) "Je me su i s couche e,ontre l a t e r r e . Pres de moi , l a branch e, chargee dr f r u i t s e c l a t a n t s , p l o i e j u s q u ' a 1'herJbe; e l l e touche 1 'herbe; e l l e f ro t e et caresse l e p lu s tendre ep i du gazon. "(5) I I y a dissemine d ' t o arol..tjautrewde&'"MeWce comme: " C ' e s t ve r s l a vo iupte que s ' e f f o r c e l a 1 Nouv. N o u r . , p 12 2 J o u r n a l '22 , p 734 3 Nouv. N o u r . , p 12 4 I b i d . , p 13 5 I b i d . , p 20 91 l a nature.. '^.(1) Mais c e l l e s - c i ne sont qu'Sne couche. Car ce l i v r e est f o r t d i a l e c t i q u e . L ' i n t e l l i g e n c e bouscule 1 'emotions "De 1'amour et de l a pensee, c ' e s t i c i l a . confluent s u b t i l . E t de meme que le Dieu -se f a i t homme, a i n s i v i en t se soumettre aux. l o i s du rythmeemon idee . "(2) Les Nourr i t ures t e r r e s t r e s e t a i e n t l a source j a i l l l i s s a n t e de I 'tomoralisme; Les Nou-v e l l e s N o u r r i t u r e s un p u i t s d^t protestantisms, et du comm-unism®. Les voyages de Gide en Afr ique 1892-6 in sp i r enen t Les N o u r r i t u r e s t e r r e s t r e s et jfciyntas ; l e voyage de Gide . a t r a v e r s l a v i e motive Les Nouve l les N o u r r i t u r e s . Le "voyage pur" est d i s p a r u ; a l a ' p lace i l y a une d i s c u s s i o n d ' i dees comme l e s suivaytes: "Je ne t rouve pas precisement de defenses e t rde p r o h i b i t i o a s dans l a l e t t r e de I ' s V a n g i l e ; "(3) I I y a sur t e r r e de t e l l e s immensltes de mise re , de detresse,, de gene et d 'hor reur due l'homme heureux m r y peut songer sans prendre honte de son bohheur ."(4) I I y a l a - dedans^ quest ions de l i t t e & a t u r e (5) e t d e psychologies " J ' admire dOBbien l e d e s i r , des q u ' i l se f a i t amoureux, s ' emprec ise . . " (6) Au l i e u de l a na ture Gide invoque Goethe, Spinoza et F l a u b e r t . E^ k tou tes ces chsses sont l e s "nouvel les n o u r r i -t u r e s . " "Ce Idvre comme l e s N o u r r i t u r e s t e r r e s t r e s s'adressej-tt a. un garcon; " T o i qu i v i e n d f a lorsque j e n'en4 t e n d r a i p l u s l e s b r u i t s de l a t e r r e et que mes l ev re s ne l ' ; v . ' l ?b id . ; i p 97 2 I b i d . , p 20 3 I b i d . , , p 51 4 I b i d . , p 60 5 dont on a f a i t a i l l e u r s des c i t a t i o n s 6 I b i d , , p 10 92 ne pomront p lus s a r o s e e . . . " (1) E t sa mis s ion es t a c e . | u ' i l p a r a i t l a meme: . . c ' e s t pour to i que, rj . 'ecris ces . pages; car tu ne t ' e tonnes peu t -e t re pas assez de v i v r e ; tu . n 1 admi^res pas comme i l f m d r a i t ce m i r a c l § e ' tourdissant qu 'es t t a v i e . " ( 2 ) Mais ce gefcon n ' e s t p lus Nathsnael , "un nom qu i me'panit i t aujourd?hui t rop p l a i n t i f " ; (3) i l est "camarade." Dans son •Reto.ur.de ITJRSS Gide p r e c i s e p l u s : • les : N Nouve l les N o u r r i t u r es. sont adressees aux "jeunes gens de l a Russ ie n o u v e l l e . " (3) E t son c o n s e i l ne r e s W p l u s ^ " . . . j ette mon l i v r e . Emancipe- t ' en. Qui t te-moi ..... .Ne c r o i s pas que t a v e r i t e puisee e t r e trouvee par quelque au t re , " (4) mais M e n cec i s " J ' e ' c r i s pour qu'un. adolescent , p lus tarid, p a r e i l a c e l u i que g ' e t a i s a s e i ze aps, mais p lu s l i b r e ^ . p l u s accompl i , t rouve i c i response a son i n t e r r o g a t i o n p a l p i t a n t e . " (5) • . Plalgre l a d'edicace on peut meme pre ' terer ce t t e . oeuvre aux If ou r r i . tu r e s t err- e s t r e s . L a conc lu s ion apres teat ne / . . . . . . t. s ' ecarte pas beaucoup." Camarade, ne c r o i s a r i e n j n ' accepte r i e n sans preuve ," (6) c o n s e i l l e l ' a u t e u r ; et l a demrfLere phrase du l i v r e : "Ne s a c r i f i e pas aux id61es ."$7) . Ce l i v r e qu i con c lue l a technique du 'vogsgge commencee dans -Uss N o u r r i t u r e s terresferes et pro.jetee da i s Amyntas con t i en t au s s i un genre comoletement nouveau:,^ et dont 1 I b i d . , p 9 . .2 I b i d , , o 9 3 I b i d . , p 162 4 Retour de I 'URSS, p 104 5 • Nour. t e r . , p 189 . .6 . NouV.Nour . , p 21 7 I b i d . , p 149. E s t - c e qu 'on ecoute i c i l e spparo les d 'un croyant communiste? 93 l e s exemple s nleXisCent que par semes d a s le s o l f a i t l i e des Nouve l les E o u r r i t u r e s : Kericontres. Ces h i s t o ' i r e a .-exquis.es, d'une longueur d'une a c i n q pages, remplagtat l e s "Ipondes" an te r i eu r s et pad? consequent l e ..lyBism:e par l e f a i t . I I y a un c e r t a i n rappor t entre eux et l e s t r a i t e s s y m b o l i s t e s , e t auss i l e s t r o i s "rgncontres" , de F & e u r i s s o i r e dans Les Caves V a t i c am avec l a f aund de l a chambre a cbp~cher, mais i l s r e s s -emblent egalement aux eontes phi losophiques de V o l a i r e et sur tout aux poernes en prose de Wilde (1) Les "rencontres" ont un leger v e r n i s de s a t i r e . Hon seuiement es t l a longueur borne'e; l e s t y l e est concis et l acon ique , su r tou t ;-a 1 'egard des i n s l n u a ^ t i o n s des phrases f i n a l e s , I I v a sans d i r e que I ' au t eu r se four re dans chacun. Le premier e t a i t e c r i t avant 1919 ( 2 ) . I I debute serieusement: l e s deux piersonnages'peffoiriiient tous l e s actes de l e u r v i e quot idienne en dansant: " . . . sur un rythrrre etudie''.." c ' e s t quelque peu ennuyeux. Mais ver l a f i n du p re -mier long paragraphe( i l n ' y a que deux, et l e deuxieme c o n s i s t e en une seule phrase) , i l y a une s a t i r e c ro i s san t e dans l a d e s c r i p t i o n des deux qui s ' appre tent a se bjaigner: " . . . c ' e t a i t un mouvement t r e s r a p i d e . . . ; l a pente du pre f a v o r i s a i t nos enjembe'es enbrmes, une main tendue en avant Oomme font ceux qu i courent appes l e tramway, et soutenant de 1 'autre l e f l o t t a n t p e i g n o i r ' q u i nous couvrai t} . on a r r i v a i t a t ' eau tout essdufle ' et nous plongions a u s s i t o t a avec de g r @ a - r i r e s , en r e c i t a n t du Mal la rme ." (3 ) 1 dont Gide c i t e c i n q exemples, dans "Oscar Wi lde : I n Memoriam", P r e t e x t e s . pp 270-1, 272-3, 274-5, 275-8,279-80 2 M o r e . c h o i s i s , p 252 3 Fbuv. F o u r . , p 24 Et l e cllimsecdans l a de r i i i e re phrase: 9 4 "Mais tout c e l a , d i r e z - v o u s , pour e t re l y r i q u e maiquai t un peu da l a i s s e r - a l l e r . . . A h . ' j • o u b l i a i s : nous avions auss i 1" entrechat s u b i t de l a spontane i te . " (1) Les t r o i s "rencontres" sraivants sont plus au moins t r i s t e s ( l a t r i s t e s s e de P e t r o u c h k a ) „ mais encore s a t i r i q u e s s une d e s c r i p t i o n a l a Balzac d 'un pauvre negre rencont re dans l e a rues de P a r i s , " t res soucieux de s a dignitell-une conve r sB t ion entre l ' a u t e u r et "ce . p e t i t homrne s i sympa-thique qu i t r i m b a l a i t un boca l avec des poissons" ; un en t r e -t i e n avec l ' i n v e n t e u r du bout on (qu i s a i t ma f o i . ' ce que c ' e s t que 1 'e loquence) , et pu i s avec l ' i n v e n t e u r de l a boutonniere , lesquel-s . se sont b r o u i l l a s par j a l o u s i e . Le cin.quieme a l i e u un j o u r de fe te a F l o r e n c e . Une p e t i t e f i l l e se su i&ide du Pont#-'Secchio. Un garxon ve tu de- h a i l l o i s ava i t tache"' de l a s a i s i r , . mais e l l e : "Prego . . , l a s c -i a t e m i . " S t v o i c i 1 ' i n t e r e t de ce t ev^nement pour Gide , e tudiant i n f a t i g a b l e de l a p sycho log i e ; "Que n ' eussd- je donne pour en s.avoir davantage,.' et s i son pere a v a i t une mai t resse , ou s a mere un amant,_ et ce q u i tou t a coup devant e l le taavai t cdde^sur quoi e l l e s ' appu®.ya i t pour v i i r e . . " ( 2 ) %e conte est d i d a c t i q u e : " l e r e c i t , j ' a u r a i s v o u l u l e f a i r e en termes p lus sfaiples encore. En veri te ' ' , l a bon&eur qui prend elan sur. lafnisere , j e n ' e n veux pas ." (3) . 1 Ibid. . , , p 25 2 I b i d . , p 58 3 I b i d . , p 58 95 Le sixieme et le septieme rencontres tancent I ' o r t h o d o x i e . Le premier es t un dia logue avec le Seigneur, qu i commence assez f amil ierement: "©n a beaucoup par le de moi ces d e r n i e r s temps, m ' a d i t D i e u . " (1) 'Le s t y l e suggere ce imi de r ' l l e des Pingodins* ,d.*toatole France , . et surtoit l a phrase qui d i t a pe u press "A ce t t e ques t ion l e d i a b l e , qu i e t a i t bon theologue, rdpondi t par uneautre ." Dieu et Gide font l a causet te sur 1 'e ta t de 1 •'homme. Dieu s ' e x p l i ^ i e au moyen de compar-aison's f o r t s a i s i s s a b i e s s " j ' a i cache mes p lus beaux secre ts^ comme sous f a i t e s , pour vos enfants, sous l e s bu i s sons , l e s oeufs de Pagues. JTaJme sur tout ceux-l a qu i se donnent un peu de peine a chercher . " (2) Quel le d i f f e r e n c e entre ces p h r a s e s - c i et l e langage d'Andre Walter , ou de Hum qu id et t u ? . . . Au septieme "cette chamante enfant" sarmoime 1'auteur sur Dieu et sur l a Sa in te V i e r g e . E l l e ne peut comprendre s a r e s i s t a n c e : " E t , s i j ' o s a i s d i r e toute ma penseV.. ^ l a -dedans, j e vous t rouve un peu sot, - A l l o n s , pa r long d ' au t r e chose, l u i d i s - j e . " (3) Le hui t ieme et le plus b r e f aepeint i e s des-i r s d ' un malade: "Pouvoi r une f o i s enlacer de mes bras 1 qu i que ce s o i t pour qu i j e b r u l e S " ; l e comment a i r e de 1' auteur: ^ : " - - C e t t e j o i e , malheureux. ' . . .pour 1* avoir une f o i s gbutee, t u ne l a souha i t e r a i s que b i e n da-®antage. 1 I b i d . , p 74 2 I b i d . , p 77 .3. I b i d . , , p 83-84 96 S i poete..que tu puisses e t r e , , 1' imagina t ion , en ces sor tes de choses, ' tourmente moins que ne l e f a i t l e souveni r . —Penses-tu me console 'r ' a i n s i c ? r e p r i t e i l . " ' ( 1 ) . Le neuvienie d e c r i t un .malade, pres de l a mort, qu i se c r o i t ame l io r e r . (En passant i l t rouve " l a conso la t ion et 1* encouragement" dans Les N o u r r i t u r e s t e r r . e s t res . ) Les t r o i s de rn ie r s rencontres sont e'er i t s comme du v e r s : un renouvellement. de l a "prose en poemes "g id i enne" . Dans l e premier (qu i n ' a pas pour t i t r e "Rencon4 tfreg" parce qu i Gide ne rencontre personne, mais qu i r-essem-b l e n t aux autres dans l a forme et dans l a matier e) 1' auteur c r o i t que l a sagesse de ceux qui v i v / e n t l e moins possible et-.qqui donnent des c o n s e i l s aux autres es t a u s s i so t te que l e s reprimandes que p l u s i e u r s meres donnent. sans eesse a leurj^s enfants . S u i t une l i s t e de re@>mmandations, et e n f i n : "Get enfant es t i n s u p p o r t a b l e ! 1 • -ah.1-Madame, pas/'-taut que vous . " (2) Le tou t de rn ie r rencontre developpe ce t te idee dans une d i r e c t i o n typiquement g i d i e n n e i Le gegs de b i e n des gens est un t.as de d e s i r s peu s a t i s f a i t s . Mais peu t -e t re l e onzieme e s t - i l l e p lus a t t rayant des t r o i s parce q u ' i l es t un e x c e l l e n t exemple de l a s a t i r e douce d§ Gide (et : auss i de son epatement des b o u r g e o i s ) . "Une aimable v i e i l l e demoi se l l e " bourbonne ne peut se resoudre a J e t e r ses, me'dicame&ts: "Et ces p i l u l e s me p rocura ien t de 1 'a isance Du temps que j ' e ' t a i s un peu cortstip^e. 1 I b i d . , p. 100 . 2 . I b i d . , p 130. Qe rencontre -est. ™ l r . ^ idee tirie du J o u r n a l d ' M -97 Enfin . e l l e m'ateoua que, dans l e temps, toufc > ces medicines l u i avaient coute t r e s cher E t j e compris que c ' e t a i t suntout c e l a qu i l a r e t e n a i t de l e s b a l a n c e r . " (1) Que 1'on considere maintenant l a l i v r e de voyages orthodoxe, dont Gide a e c r i t deux dans le style.aLu J o u r n a l . En e f f e t l i s remplacent son J o u r n a l de Q u i l l e t 1925 a j u i n 1926. . ' . : . On se r a p p e l l e l e s " F e u i l l e s de route" (1896-6) qu i form en t une p a r t i e d'Amyntas et qui sont l e premier modele pour ce nouveau sous-genre. Dans l e J o u r n a l de Gide i l y a deux autres exemples 'element a i r e s : "Voyage^(en Andorre" (191®) et " L a Marche Turqu'e" (1914). L ' avant-ppopos de c e l l e - c i exp l ique l a t h e o r i e : "On note au jou r l e j o u r , en voyage, avec I ' e s p o i r , une f o i s de r e t o u r , de recomposer a 1 l o i s i r l e s r e c i t s , de retrac-er so igneus erne nt l e s pays ages-; pu i s on s ' a p e r c o i t que tou t l ' a r t qu * on y met ne parv ien t q u ' a d i l u e r 1 'emotion premiere , dont 1 'express ion l a p lus na ive r, e s te r a toU jou r s l a m e i l l e u r e . " (1) Voyage au Congo et Le Retour du Tchad sont . deux l i v r e s de voyages comme c e u x - c i . Impressions de voyage p a r s e m e W d ' o b s e r v a t i o n s sur l a l i t t e r a t u r e , Ife. ph i l^osoph ie e t 1 ' e th ique . C ' e s t etrange de noter que ce t homme, qu i p r e c h a i t l e c u l t e de I 1 a n t i - i h t e l l e c t u a l i s m e , d.e 1' importance de l a V i e , peut l i r e dans l e s jung les de 1 'Agrique Equa-t o r i a l e F r a n c a i s e , entre au t res , ces l i v r e s - c i : The Master o f B a l l a n t r a e , Les F l e u r s du M a i , Les F a b l e s , The Old W i v e s ' " ^ 1 J o u r n a l , " L a Marche Turque,"' p 399 , Die Wahlverwandmchaften. Romeo and J u l i e t . 'B§as t , Mark Ruther fo rd , T r a i t e de l a C n D c i i n i f l n m p P j 3Le Ba rb i e r de S e v i l l e , Samson Agonis t es. et B i g Game and Pigmies ; et pent comraenter (comme on a mentionne c i - d e s s u E ^ L e Misanthrope, C i n n a et I p h i g e n i e . I I y a dans Le Retour du Tchadr quelques exemples d 'un t i c s t endha l i en evident a i l l e u r s dans l ' o e u v r e de Gide e t sur tout dans l e J o u r n a l : "un des po in t s l e s p lus etonnants de notre voyage, e t meme un des p lus beaux I ever s . a M ; " (1)" JB n o t e . . . l e s passages worth, t r a n s l a t i n g . "(2) Mais ces deux ouvrages ne sont pas des l i v r e s de voyages "pur.s": i l s ent un b u t . . . c e l u i de montrer les(abus des grandes soc i e t e s c o l o n i a l e s a l ' e g a r d du negre. Mass Gide. e s t t rop reserve, t r o p t i m i d e . I I a v a i t pourtant 'envisage autre chose: "On h i s , r e t u r n from A f r i c a he had f e l t tempted t o w i t e a s a t i r i c a l defence of s l a v e r y (what a subjec t f o r S"Mft.'9 '-^ -e. 'would have l a i d s t r ess - on the f a c t tha t the s l a v e owner takes great care of that which has cost h im money, w h i l e t h e employer i n c o n t r o l of t h e . f r e e workers i s f a r l e s s anxious on the score of t h e i r h e a l t h . " (3) On p o u r r a i t p a r c o u r i r i c i une c r i t i q u e ang la i se i n t e re s san te a p r o p o s du Voyage au Congo e t du Retour du -lEcftadt. "Perhaps an index to G i d e ' s e s t h e t i c credo i s to be found i n the. f requent re ferences to pur i i ty of l i g h t (or .1 Tchad, p 188 2 I b i d . , p 201 3 Green: Pe r sona l Record , p 310 t h e i r / lack) i n the A f r i c a n landscape and day. Hear ing La8e Tchad, Gide expresses r ap tu re that he I s g e t t i n g away from "recent fo rmlessness . " L a t e r , he says: "This not ion of d i f f -e r e n t i a t i o n , which I haste acquired here , and from which pro-ceeds the sense bo th of the e x q u i s i t e and of the r a r e , i s so important , tha t i t seems t o me the . ' p r i n c i p a l t h i n g . "(1) Les. deux l i v r e s qu i decr iven t le voyage de Gide a I 'URSS comme htfte du gouvernment s soviet ique sont l e s p lus graves de ses Voyages. Au l i e u du s t y l e dm J o u r n a l i l y a un r e c i t d i r e c t et une prose o r d i n a i r e . Gide 4xprime lui-meme l e mieux l a nature du Retaur (qu i est de-vance par deux pages sur l e mythe de Demeter): "Je l i v r e i c i mes r e f l e x i o n s personnel l e s sur ce que ,1'URSS prend pTaisir e t l e g i t i m e o r g u e i l a montrer, et / ce que, a Cote" de c e l a , j ' a i pu v o i r . "(2) A i m s i dans ces r^'jplexi on s " e'er i t e s au cou-ran t de l a plume" (3) Gide r e s e r v e - t i l l encore une f o i s son a v i s . I I n 'exagere . r i e n . E t pour ob ten i r une connaissance sans .prejuges du pays , i l y amena c i n q compagnons. Retouches n ' e s t pas une oeuvre independente mais un supplement fragmentaire au Pa;tour qu i d i scu te ses c r i t i q u e s et o f f r e d 1 autres renseignements i n t e r e s s a n t s , en p a r t i c u l i e r p l u s i e u r s groupes de s t a t i s t i q u e s . -Ces' deux l i v r e s ont occasionne autant de 1 Chamberla in , J . : "Trave l s i n the Congo, BKMff, j u i l l e t ' 29 , p 554 2 R e t o u r , p 16 3 J o u r n a l "36, p 1258 100 b r u i t que Routes l e s oeuvres .atiterieures de Gide ensemble (exeepte S i l e Gra in ne m e u r t . . . , deuxieme. p a r t i e , b i e n en-terndu). Bes. t i r a d e s des c r i t i q u e s de l a gau&he et de l a d r o i t e sont t r e s anus antes . L a lune de m i e l de Gide avec le'-communism e a eu deux r e s u l t a t s pour l u i : e l l e augmenta enormement l a vente de ses l i v r e s . . . . et e l l e de t ru i s . i t pa product ion l i t t e r -a i r e . (1) 8;. SOTISS -•Paludes, 1895 (198pp, 16.5cm) Le Prometbee M a i ' enchain eV 1899 (158pp,16.5cm) - Les Caves du V a t i c a n , 1914 (301pp, 18.5cm) Une s o t i e e t a i t au moyen-age une piece b u r l e s -que jouee l e s j o u r s de car nava l par l a c o n f r e r i e dramatique des "Sote" au "Enfants sans Souffii". L a s a t i r e de l a p o l i t i q u e et des quest iqns publ iques e t a i t t enement exagere'e q u ' e l l e n ' o f fu squa i t . guere. -ses v ic t imise . P i e r r e G r i n g o i r e ( ne-em. 1475) e t a i t l e p r i n c i p a l auteur des s o t i e s . Gide ranime l e nom du genre d i s p a r u , en le ve t an t d'une s i g n i f i c a t i o n n o u v e l l e . Au moyen d 'un melange s u b t i l , de r ea l l sme e t d e f f a n t a i s i e , qu i c o n t ± a i n t l e l e c t e u r de quest ionner tout r e e l , 11 rend ses -personnages, qu i ne 1 Cf l e J o u r n a l ' 32 , p l l 2 8 - 9 : "Comment peut-on encore _ e'er i r e des romans? quand se desagrege autour de nous not re v i e u x monde, quand je ne s a i s quoi d ' inconnu s' e labore , que j ' a t tends, IGI sont pas . du t o u t comiques en eux-meraes, r i s i b l e s , so t s , impo-s s i b l e s . . L a premiere so t i e Paludes raconte une semaine de l a v i e serree mais i n u t i l e d 'un symbol is te par i s i en ( 1 ) . Andre'. Walt er e e r i v a i t A l l a i n ; l e heros de P r u d e s e-or i t P a -ludes , d ts par consequent l a^ iz i e et l ' a r t se sont i n e x t r i c ® . -blement. entremeies. I I y a d 'abord l e s evenements tou t s imples - - I ' h i s t o i r e moyenne. E t pu i s lea l i t t e r at H U T donne des e x t r a i t s . d e son j o u r n a l , des extraits de Paludes , des e x t r a i t s des esquisees pour Pa ludes , des e x t r a i t s du j o u r n a l de '•TiSaty«F&j' l e beros d e l ' a u t r e Paludes., En passant , l e s > . e x t r a i t s des l i v r e s e'crft. s par l e s personnages des l i v r e s de Gide ; A l l a i n , Pa ludes , L ' A i r 'des Gimes, Les Faux-Monnay-eurs , sont tou j o u r s peu at t r a y ants - - l e langagte est complexe, l e s noms des ca rac t e r e s f an t a s t i ques , I ' h i s t o i r e meme r i d i c u l -ement developpee. En d e p i t de l a preface tAe Paludes t" Avant d 'fcxpMquer sus autres mon l i v r e , j ' a t tends que d ' au t res me 1 1 exp l iquen ty (2 ) l e l e c t e u r en s a i t l e su j e t . Mais qu ' e s t - ce que c ' e s t l e suget de 1 1 autre Paludes? . 1 ' i d e e d ' e c r i r e Paludes ; l e sentiment d'une i n u t i l e c o n t e m p l a t i o n . . . ; " (3) "Pa ludes . . . c ' e s t I ' h i s t o i r e du t e r r a i n neut re , c e l u i qu i est a tou t l e monde. . . . —mieuxs de 1 rhomme normal, c e l u i sur qui commence chsasewar;—I'histoire de l a t ro i s i eme personne l . . . . . . q u e j l e s p e r e , et que de toute non -a t tent ion j fob serve lentement se f o r m e r . " L a conversa t ion qu i a i n s p i r e ce t t e r e -marque se"trouve dans le Pe r sona l Bebgrd de Green, p 78 102 paludes , c ' e s t 1 ' h i s t o i r e de I'homme couche;" (1) "En ce moment, Paludes c ' e s t 1 ' h i s t o i r e du sa lon d*Angele;" (2) " . . . S ' e s t l ' h i s t o S r e des anlmaux v i v a n t dans l e s cavernes tenefereuses, e t -qui- piadent l a vue a for'ee de ne pas s 'en s e r v i r . " (2) Qui e s t . T i t y r e , son heros? " T i t y r e , c ' e s t moir et c e . n ' e s t pas moi ; - - T i t y r e , c ' e s t M a m h ^ c i l e ; c ' e s t moi , c ' e s t t o i — c ' e s t nous t o u s . . . j e prends imbec i l e dans l e sens d i impotent ; i l ne se -soil v i e n t pas tou joufs .de sa m i s e r e . . . •  (3) M ' e s t - c e pas l a l a negl igence d 'Edauard dans l e s Faux-Monnayeurs? \ L'impudenee est l e t r a i t c a r a c t e r i s t i q u e de Paludes* "Pour q u i b l - c e l l b at a i r e ? " demande Angele* l ' a m i e des l i t t e r a t e u r s , a 'propos du caracterede T i t y r e ; a quoi l ' a u t e u r re'pond: , " 0 h , ' . . . pikur p l u s de s i m p l i c i t e (4) mais ce t t e - p l a i s a n t e r i e se retros;ve tout de menie dans l e s e r i e u x J o u r n a l des Faux-Monnayeurs." L ' ennui , voyez-voi l s , c ' e s t d ' a v o i r a 1 L ' i n s p i r a t i o n du l i v r e se t rouve dans l a v i e meme de Gide^ Dans Paludes i l s a t i r i s e s " l a p e r i ode l a p lu s confuse de ma v i e , se lve obsscure dont je ne me degageai qu ' a mo# d e p a r t . . . pour I ' A f r i q u e . " ( G r a i n , p 257) . .2 Pa ludes , p 9 " 3 I b i d . . , p 51 4 I b i d . , p 51 1 I b i d . , p 95-6 2 I b i d . , p 96-7 3 I b i d . , p 99-100 4 i M d . , p 17 103 condi t ionner , ses personnages. * . . l ^ e v o l s chacun de mes heros vou s 1'antjft&er az- j e:., orph e l i n , f i Is un i q ue, c e* l i b a t a i r e, et sans- enfant . " ( I ) L 1 impudence encore; a^  l a f i n d'une longue d e s c r i p t i o n s c l e n t i f i q u e de l a faune et de l a f l e u r dans une eau stagnant e-. a u ' J a r d i n des Plantess "Je ne pus r e t a n i r une pensee poet ique e t , so r tan t un nouveau f e u i l l e t de ma poche, j ' e c r i v i s : T i t y r e sour i t . " (2) P a r t i c u l i e r e m e n t - savour eux est l e menu prepare par un des l i t e ' r a t i au r s : • ; "Du bonheur dans l a r e g i e . E t r e jqyeiaK. Recherche d 'un menu type . . ' 1 ° Pot age ( se lon Monsieur Huysmans. | 2 Beefsteak ( se lon Monsieur B a r r e s . ) 3° Choix de leguiaes (.selon Monsieur n G a b r i e l T r a r i e u x . ) 4° Eonbonne d'eaux d ' S v i s n (se lon Monsieur • , Mal la rme . ) 5 Char t r eusefsfeut-dor ee ( se lon Monsieur Oscar W i l d e . ) 53) E n f i n ces phrases d 'un j o u r n a l que l e heros t i e n t l , "Sur l ' a -genda, s i t o t l eve j e pus l i r e : tacher de se l eve r a s i x heures, I I e t a i t hut t heures; j e pr i s ma plume; j e b i f f a i ; j ' e c r i v i s au l i e u : .Se leverjMe r e s t e ; " ( 4 ) " f a g e n d a a du bon, pensai-j.^, car s i j e n 'eusse pas marque pour ce matin ce que j ' eusse du f a i r e , j ' a v a l s pu l A o u b l i e r , et j e n ' a u r a i s pu me r e j o u i s de ne 1 ' avo i r p o i n t f a i t . " 7 (5) C ' e s t 1 'absurde, 1 ft- fo rce dans Paludes qu i p l a i t 1 J o u r n a l des Faux-Monnayeorts, p 64-5 2 I b i d . , p 54 3 I b i d . , p 90 & I b i d . , p 135 5 I b i d . , p 140 ' 104 a G i d e : / 'Yes* . S I ought to have deratinued on those l i n e s . L a -t e r on, I adopted c e r t a i n conven t ions . . .1 wonder whether I ^asn*nt wrong i n doing s o . . . ? " (1) Deux exemples de technique qu i ne se t rouvent que dans Paludes: , un reve hect ique de s i x pages est e c r i t en "stream of consc iousness . ! ' (2) I I y a auss i dans Paludes deux p e t i t e s h i s t o i r e s de l a chasse, a l a maniere de Blackwood 1 s Magazine. Ces deux nouveaute's temoignent du success de Gide dans chague r genee qui 1 ' a t t i r e . s a u f l a poes i e . " Une, l e c t u r e de Paludes n ' i n d i q u e pas que ce l i v r e e t a i t "une ©euvre de malade," pare e q u ' i l e s t u s i v o l o n t a t e -ment r e t r e c i . " (3) / ' - Mais c ' e s t en e f fe t 1 ' h i s t o i r e de " L ' a g i t a t e a r a g i t e " . L l i n q u i e t u d e morale, se t ranspose dans l e p l a n s o c i a l . (4) A l a f i n du l i V r e un ami entre et demande a l ' a u t e u r Indus t f i eux mais impuissant l a question du desmm en c ement J "—Tiens . ' tu t r a v a i l l e s ? . Je r epond i s : 11 J -* e'er i s Po lde r s . . . ' (5) Le r o l e de l a de rn ie re phrase dans l ' o e u v r e g i d i e n n e . . . , L :v- La toute de rn ie re page du l i v r e c o n t e n t une 1 Green PersonalZp.eoord, p 72 2 Paludes p 128-33 3 J o u r n a l '94 , p 50. C f G r a i n , p 322: "Un t e l e ta t d ' e s t r -angement. . . .m 1 eut f o r t b i e n conduit^ au s u i c i d e , n ' e t a i t 1 ' -eehappement upe j e t r o u v a i s a" l e deer i r e ironiquement dans P a l u d e s 1 . . . . • Un c e r t a i n sense du saqgrenu, q u i deja. s ' e t a i t f a i t : j o u r dans l a seconde p a r t i e de mon Voyage d ' U r i e n ^ , me d ic ta , les fpsmieras phrases., et l e l i v r e , comme malgre mo i , se 'forme tout e n t i e r Sstdufade't c e l l e sec i . 4 I b i d . , ' 35 , fi 1224 5 Paludes , p 195 105 sne" t a b l e ' d e s phrases l e s p lus remarquables de Pa ludes . " E l l e en ci t 'e deux et l a i s s e une l i gne pour que l e l ec t eu r y pu i s s e i r^pr i re sa preference . Ce n ' e s t que l a d i f f i c u l t e du c h o i x . ' . Ealudes s a f i r i s a i t 1'intBaspeotio-n pt. l a t rop const'ante ana lyse . La deuxieme s o t l e r a i l l e contre c e l u i qui se devoue a son idee et se f a i t d l « o r e r par e l l e , au l i e u d ' en v i v r e . ..' Le promethee mal Enchaine expose 1 ' idde de l . ' ac te g B a t u i t , (1) et i l semble presque que l a g r a t u i t e s'ex-tend j usque dans l a d i v i s i o n des c h a p i t r e s , qu i correspond quelque peitt. a l a d i v i s i o n des scenes dans l e theatre f r a n c a i s . Le l i v r e consiste pour l a p lum r t en l e s h i s t o i r e s des d i f f e r -ents personnages, r aeon tees par eujc-memes. I I es t tout p l e i n de r e p e t i t i o n s , par exemp^le ce r e f r a i n des chap i t r e s de l a . conference de Promethee: "Prome'th'ee -.but une gorgee d 'eau . L i a i g l e f i t en p i r o u e t t a n t t r o i s f o i s le tour de Promethee, pu i s s a l u a . Promethee r e p r i t . " ( 2 ) Ce l i v r e est sans doute l e p lus g e n i a l des oeuvres de G i d e . Considere<r 1 ' l p i l o g u e : "pour tacher de f a i r e c r o i r e au l e c t e u r que s i ce l i v r e est t e l ce n ' e s t pas l a f au te de 1' auteur ." (3) Vers l a f i n 'Angele et T i t y r e repara iwsent . AngeLe, e t Prbmeth4e reggrdent l a procession de Mdelibee l e I . Voi r mon E"thlque H'Andne Gide , p 46-8 2 Promethee, p 84, e t c , 3'' I b i d . , D 155 106 long du boulevard qui mene de l a Madeleine a . ! • Opera. Moelibee d i % i "Romamr- ubbem quan d icun t Rom am" T et Angele: " — Oh.' que c ' e s t d e l i c i e u x , ce qu » i l d i t . '— Qu 'es t -ce que c e l a veut d i r e ? " C D I I y a dans Pro me thee un melange du theme c l a s s i q u e et des anchcomismes de a f f a i r e Codes—Damocles . (Le banquier s ' appe l le ;Zeus.) .Promethee tue enf in son a i g l e , •san* con sc i ence , et l e manges "Le repas fu t p lus g a i q u ' i l n ' e s t permis i c i de l e r e d i r e , et 1' aigle.-. f u t ' trouve* a e l i c i e u x . " (2) Le mythe s ' app l ique a l a v i e de Gide : " J ' e t a i s pafeeil a Promethee qu i s ' e ' tonnai t qu'on put v i v r e sans a i g l e et sans se l a i s s e r devorer . Au demeurant, sans l e s a v o i r , j 1 aim ais- -cet- a i g l e ; mats avec l u i j e commeng.ai de t ranSiger .W (3) Les Caves du V a t i c a n sont presque un roman. Les deux s o t i e s an t e r i eu re s . con t i ennen t , comme on v e r r a dans l a d i s c u s s i o n des Faux-Monnayeures ^ baen des elements de l a technique du roman g id ienne . : Les ¥ a v e s contr ibuent de pi l l s une technique de con t r epo in t , e t . . .une h i s to ire-.- Ce l i v r e . ne manque que l ' e p a i s s e u r des Faux~Monnayeure,s et l a t heo r i e et l a c r i t i q u e cons.idereds comme un aspect e s s e n t i e l dd. l ' o e u v r e . Car i c i l e s op in ions de J u l i u s de B a r a g l l Q U l , qu i ressamble p lus a Barres qu ' a f i d e , ne va l en t pas izeaucoup , sauf a I'-egard 1 I b i d . , p 140 2 I b i d . , p 153 3 G r a i n , p 286 107 de 1 ' a c t i o n g r a t u i t e , dont l e s Caves font I ' a p o l o g i e . Mais cet ouvrage est beaucoup plus qu'une •apolbgie*' "The l i t e r a r y c o c k t a i l of our age : " ( l ) a i n s i Angel F l o r e s norome-t-elle ce melange cu r i eux de "de tec t ive s t o r y " , s a t i r e s o c i a l e , comedie f an t a s t i que , et aventures p ica resques . Edouard dans Les Faux-Monnayenirs condamne Passavant pour s a complaisance envers l a foules "su ivant que l e :vent de 1 ' e s p r i t s o u f f l a i t ou de Ronie ou d ' a i l l e u r s , ses heros tour k t o u r devenaient p re t r e s ou fralae-anagons...* " (2) Dans l e s .Saves Gide s . a t i r i se et l e s p re t r e s et l e s f r anc -mapons. Anthime devient , ca tho l ique a cause de sa guer i son de l a s c i a t i q u e . La.Loge est contre l u i ; l ' E g l i s e b i en to t I ' o u - . b l i e . J u l i u s , devot, devient scep t lque . (Anthime est une unique c r e a t i o n d e G i d e : l e savant entre deux ages, g ros , l a i d , f i -dele a l a s c i e n c e . ) . Les. c i n q p a r t i e ® du l i v r e sont p l e ine s de v i e mais v ides d ' a c t i o n . P lu s dSune v i n g t a i n e de pe r sonn^es bel lement d i f f e r encies a developper psycholdp^ement. Des c o i n -c idences au tant qu 'on veu t , - - par exemple l a premiere r e n -contre de Lafcad io e t Geniv ieve de B a r o g l i o u l ; et l a convergence dea cara^ teres en I t a l i e . Gide veut toujours epatea'1 l e s bourgeois , comme dans s a descr ip t i©"nsanimee des moeurs des punai'des, des puces, et des, : putalBS. Mais pour-1 : A . F l o r e s : "Andre Gide and h i s w f i r s t M o v e l 1 " , BKMN" oc t , "27, p 170 2 Faux-Mon. , p 244 108 quad v e u t - i l auss i prendre l e s l e c t e n r s dans s a confidence^, comme l e s auteurs allemandss " I c i , malgre tout mon. de s i r de. ne r e l a t e r que I ' e s s e n t i e l , j e ne puis, pas passer sous s i -lence l a loupe d'anthime Armand-Duboiss" (1) ^Lafcad io , mon ami, vous donnez dras un f a i t - d l v e r s et ma plume'vous aban-donne;" (2) 11 Je ne s.ais t rop que pehser de Caro l s Ven i teoua . " (3) J Le Le carac tere d'Ameclee F l e u r i s s o i r e est p i t o y -ab le ; i l s e r a i t r i d i c u l e s i Gide n ' e t a i t pas s i doux.i 'GBazia" r e p o n d i t - i l a l a patronne d'une aiberge i t a l i e n n e : "Grazia . ' c ' e t a i t : mer c i , l e s e u l mot i - t a l i e n q u ' i l put d i r e et q u ' i l j u g e a i t p o l l de mettre, au if em i n i n quand i l r e m e r c i a i t une. dame." (4) S a femme convi ent a l u i : "Je n ' a i jamais t r a h i l a conf iance de personne, d i t dolemment A r n i c a , a qu i persnnne encore n 1 await jamais conf i e aucun- s ec r e t . " (5) L a s i t u a t i o n n i r p n l q u e oh J u l i u s d i s cu t e avec Lafcad io l e s d e t a i l s d^un crime immotive que f e r a . s o n heros es t semblable a 1 a . l e c tu re d 'un e x t r a i t des Faux-Monnayeurs a Georges. Pres de l a f i n du l i v r e tou t se denoue sommaire-ment comme d> habi tude dhaz G i d e . Genevieve se l i v r e a La f -cadio men e quand e l l e a appr i s q u ' i l est meur t r i eo . " I c i commence un nouveau l i v r e . " (6) Lafcadio ' ne se changer a' paspour Genevieve; c ' e s t l a v i e qu i 1' a t t i r e . 1 -Caves, p 18 2 , I b i d . , p 260 . . 3 I b i d . , p 170 4 I b i d . , p 163 5 I b i d . , p 138 6 I b i d . , p 301 109 9 . RECITS L'-Immoral is te . 1912 (259ppT iQnmV L a Porte E t r o i t e . 1909 (246pp. 19cm) I s a b e l l e , 1911 (155pp, 17.5cm) L a Symohonie P a s t o r a l e . 1919 (145pp, 17cm) : - L ' E c o l e des femmes. 1929. (160pp, 18.5cm) Rober t , 1929 (73pp, 18.5cm) Genevieve, 1936 (62pp, 24.5cm) : Le r e c i t g i d i e n est a" peu pres I 'equivalent £te l a F o v e l l e allemandei Dans ses^ ouvrages de ce genre Gide merse l e s elements es thet iqu&s mis a 1 1 epreuve dans' ses aut-res l i v r e s . Le r e c i t est l e p l u s c^lsSsique des. e c r i t s de Gide . L ' e s s e n t i a l est en genera l deux carac teres p r i n c i -paux et p l u s i e u r s personnages secondai fes . Au moyen d'une confess ion l e he'ros presente s a p h i l o s o p h i c , s a psycho log ie , sa fagon de regarder l a r e a l i t e . Souvent, conformement a son e s p r i t j u r i d i q u e (ou d o i t - o n d i r e peu j u r i d i q u e ? ) , Gide permet a u r i autre personnage d ' o f f r i r un aberege' au po in t de vue oppose a v c e l u i du herbs . Dans l e s r e c i t s l e l e c t e u r petit remarqusE une d e s c B i p t i o n a l a B a l z a c , quelques elements de Marife'aadage, et une puissance psychologique r a c i n i e n n e . Dans L ' Immora l i s t e Gide a mis '"toute sa p a s s i o n , toutes ses la_ U i es et tout son d e v o i r , " (1) Mais "Je n ' a i voulu f a i r e en ce l i v r e non p lus acte d ' a ccusa t i on q u ' a p o l o g i e , et me su i s garde' de j u g e r . " (2) Le drame a eu l i e u presque "entierement dans 1'ame du heros , qu i cherche " L ' e t r e authentique, l e 'vie'fl. homme'" (3) et qu i t r o u v e . . .un debacle . I I n ' y a que t r o i s scenes d ' a c t i o n vigoureuse dans l e l i v r e : ou l e hdros M i c h e l l u t t e c o n t r e , l e cochef i v r e qui f a i t peur a sa femme M a r c e l i h e ; ou C h a r l e s , l e f i l s de son "v ieux garde" Socage dans l a ferme normande L a M o r i n i e r e , dresse un cheva l ; et ou l u i et M i c h e l pechent aux a n g u i l l e s . L ' h i s t o i r e est dans un cadre; M i c h e l l a raconte a t r o i s amis ( l ' u n desquels pose plus, t a r d son r e ' c i t ) l a n u i t , sur l a h r r a s s e de s a maison a " S i d i , b . M , T en A l g e r i e . 11 'cherche l e u r c o n s e i l et l eu r a ide , en se d d p o u i l l a n t de l ' h i s t o i r e de son education apres son mariage avec Marce l ine a I ' age de v i n g t - q u a t r e ans. Peu t -e t re son comment a i r e du commencement e x p l i q u e - t - i l 1' essence des autres r e c i t s : , "Souf-f e r ez que j e pa r le de moi ; j e v a i s vous raconte r ma v i e , simplement, sans modestie et sans o r g u e i l , p lu s simplement que s i j e p a r l a i s a moi-meme . " (4 ) Comme on a mentionne' ci~dessus cet ouvrage con t i en t des elements du l i v r e de voyages. I I y a aus s i dans l e deuxieme c h a p i t r e de l a deuxieme p a r t i e un t ra i t ement d i r e c t de l a matiere de Pa ludes : 1 ' ex i s t ence des l i t t e ra t eu r s et des s a l o n n i e r s , a p r o p o s de quoi M i c h e l observe: "On ne peut a l a f o i s ^ t re s incere et l e ^ par ai. tr e" (1) Menalque des Nourr i tures- joue auss i un r o l e cons iderable dans L ' Immora l -i s te . . E t c ' e s t l u i q u i e 'c la i re l a v i e de M i c h e l d 'un autre p o i n t , d e v u e . Menalque est vraiment p lus d 'un immoral is te que ne 1 'est M i c h e l , mala i l n ' en l a i s s e r i e n appa ra i t r e : " I I f a u t . . . l a i s s e r l e s autres a v o i r r a is on, paisque c e l a l e s console de n ' avo i r pas autre chose." (2) Quelques phrases typ iques : "Sh.' M i c h e l , toute . j o i e nous a t tend tou jours , mais veut toujours trouver l a couche v i d e , e t re l a s eu l e , et qu 'on a r r i v e k e l l e comme un veuf ;."•(3) E t par i n s t a n x s , uh b r u i t nouveauf j 1 ouverais l e s yeux; c ' e t a i t l e vent, leger dans l e s paim.es; i l nme descendai t pas ve r s nous, n ' a g i t a i t que l e s palmes h a u t e s . . ; " (4.) Le v i l l a g e e t a i t endormi; dans l a n u i t qu i p a r a i s s a i t Immense, on en t revoya i t vaguement la'"masse informe des ruines^ des chiens h u r l a i e n t . ' " (5) "Enter ye i n at the s t r a i t - gate? f o r wide i a the ga t e , and.broad i s the way t h a t leaefcthto d e s t r u c t i o n , and many there be which go i n the rea t : Because s t r a i £ h i s i t h e " b g a t e , and narrow i s the way which leadabh unto l i f e , and few the re be that f i n d i t . " (6) 1, Immoral is te Pre face , p IX . 2 I b i d . , p V I I I 3 I b i d . , p 83 4 I b i d . , p 20 o 1 I b i d . , p 141 2 I b i d . , p 146 3 I b i d . , p 172 4 I b i d . , p 67, 5 I b i d . , p 31 6 St .Matthew, 7, -13,14 * Ces deux vers i n s p i r a t e u r s de L a -gprte S t r o i t e temoignentde l a d i f f e r ence a ce q u ' i l par a i t entre l e suje t et l e t ra i tement de ce l i v r e et de L'Immor-a l i s t e . Ma i s , "ma Por te S t r o i t e e t a i t un l i v n e c r i t i q u e 5 " (1) c ' e s t une s a t i r e sans aueune s a t i r e manifes te . Ces deux r e c i t s sont tous l e s deux des Etudes perverses de l a f r u s t r a t i o n de 1 'union he t e fosexue l l e ; 1'un O o f r - K . . . ^ dans une atmosphere de consc ience . (2 ) L ' i n t r i g u e est parfa i tement classique, p a i s i l n ' y a pas de denouement .Un ami.de Gide c r i t i q u a l e l i v r e parce q u ' i l y manque l e s qua-l i t e s a t t rayantes dd ses oeuvres an te r i eu res . Mais " 1 ' impor-t an t , l e d i f f i c i l e , "etait p r e c l £ e m e n t de ne pas l e s y mettre i c i , ces q u a ! i t i l s - q u i n '&a ien t pas c e l l e s qu i convenaient a ce roman." (3) Tout de meme i l c r i t i q u e l ' o e u v r e a u s s i : " "SI l e s d i a logues , l e s l e t t r e s et l e j o u r n a l d ' A l i s s a . m' en p a r a i s s e n t e x c e l l e n t s —auss i re 'ussis que p o s s i b l e - -par contre l e s morceaux de rejointiament ne sont pas exempts de p re ' c ios i t e ' . D i r a i t - o n que l e sujet l e v o u l a i t : a l o r s i l f a l l a . i t prendre un autre su j e t . Je ne veux p l u s a c c u e i l l i r de su je t qu i ne permette, qu i n ' e x i g e , l a langue l a p l u s f ranche, l a plus, aise'e et l a p lu s b e l l e . " ( 4 ) 1 J o u r n a l ; '14,* p 428-9 2 Cf Andre' Walt eg . -3 I b i d . , "09, p 275 4 I b i d . , *13, p 387. A cet £ga rd comparer l e sujet et I ' e s t h ^ t i q u e de l ' E c o l e des Femmes et de ses deux s u i t e s . V o i c i I 'estbfcique de JerSme, l e heros du re ' c i t : " J r e c r i v a i . . , t r e s simplement mes souveni r s , e t s ' i l s sont en lanbeaux par e n d r o i t s , j e - n B s a u r a i recours , a. aucune i n v e n t i o n pour l e a r apiece* ou l e s j o i n d r e . " (1) L a c a r a c t e r i s a t i o n ex te r i eu re est breve mais complete: — l e pasteur V a u t i e r : « ? . . . • . e i r c o n s -pect et n a i f a l a f o i s , sans r e s so i r ces centre I ' i n t r i g u e et completement desarme' devant l e ma l ; " (2 ) - - l a tan te P e l i c i e P l a h t i e r : "Un affairement con t inu 1 ' e s s o u f f l a i t ; ses gesi^s e t a i en t sans douceur, pa v o i x e ' tal t Sc.ns'melodie; e l l e nous b o U s c u l a i t de caresses , p r i s e , a n ' impor te que l moment du . j o u r , d 'un beso in d ' e f f u s i o n o i i son af fec t i n n pour nous de^bordait .,"(3) L a d i s c i p l i n e pur i t aine l e de m i l i e u p ro t e s -t an t est une des cboses l e s mieux d^peintes d u : l i v r e . , Le p o i n t de v u e d e Jerome, a. t r a v e r s ses mem-..oires, dbmine l e ' l i v r e , mais c-'est A l i s s a q u ' e l l e s decr ivent* St 1' a t t i t u d e d 1 S l i s s a se montre dans l e premier et l e t r o i -sieme cah ie r s de son j o u r n a l t r a n s c r i t s par Jer^me^^et dans-s e s E l e t t r e s . A l i s s a se re'signe d ' abord en faveur de sa soeur J u l i e t t e . ' Mais JerSme n e s ' i n t e r e s s e pas a c e l l e - c i . EnsuTte M I s s a tache^ d ' e f fo r ce r Jerome, quqlque peu i m p i , d ' en t r e repa r l a Per te E t r o i t e, par l a q u e l l e on ne peut marcher deux de f r o n t . I I d o i t concentrer son amour sur D i e u . . E t c ' e s t auss i d i f f i c i l e pour e l l e que pour l u i . 1 Por te B t r o i t e , o 7 2 I b i d . , p 15 3 I b i d . , : p 47 4 . :' 114 I s a b e l l e est l ' oeuvre de Gide qu i correspond aux - S e l i b a t a i r es de Henry de Monther lan t . C ' e s t va desse in , un l i v r e de faux-romantisme. Gerard Lacase, F r a n c i s Jammes et "moi" v i s i t e n t l e chateau en m i n e s de l a Quamtfourche. he s o i r Gerafcd raconte ses aventures dans ce t t e maison : quand i l p r e p a r a i t une these sur l e s sermons de Boasu.et. •'-'es personnages; M, et Mme F l o c h e , M i l e Olympe Ver&re, Ca-s i m i ^ r , l e baron et Mme de S a i n t - A u r ^ o l , 1'abbs' S a n t a l , sont f o r t ba lza&iens dans l eu r e c c e n t r i c i t y . E t l a b e l l e et me'chante I s a b e l l e exerce une in f lue^s ie sur Gerard comparable a c e l l e de Rebecca sur-' l a deuxieme femme dans l e l i v r e de Daphne du M a u r l e r . F o r t amusantes sont l e s d i s cus s ions l o -tanique s de 1' abbe1 et M i l e Verdur e. C ' est surprenant que Gide n ' a .pas remportd un p r i x pour'*ce l i v r e dans l a p e t i t e t r a d i t i o n f r a n c a i s e . L& Symphonie. Pas to ra l e est encore t y p i q u e -ment g i d i e n n e . "C^est l ' h i s t o i r e du developpement i n t e l l e c -t u e l e t moral de Ger t rude , que j ' a i e n t r e p r i s de t r a c e r I c i , " (1) d i t l e pasteur en j u s t I f i c a t i an de c e t te Nouvelle. J u l i e . I I c o n s e i l l e I ' a v e u g l e que " l e mal n ' e s t jamais dans 1' amour; "(2) l e l i v r e demontre l a f aussl te ' de ce remarque. Dans• .Je s deux cah i e r s du j o u r n a l du pasteur qu i 1 Symph. Pas t . , p 65 2 I b i d . , p 94 forme l ' o e u v r e , l a d e s c r i p t i o n et l a c a r a c t e r i s a t i o n Sfi-feV bonne^: " . . . l e v i sage endormi de l a v i e i l l e , dont l a houche p l i sse 'e et.• fen t ree semblai t t i r l e comme par l e s cordons d'une bourse d 1 ay-are, i n s t r u i t e a ne r i e n l a i s s e r echapper;" (1) (kppro.pos de M i l e Louise de l a i . , , qui hebergeal t Ger-t rude : ) " . . . . c ' est une : ame p ro f ondement r e l i g i e u s e , qui gamble ne/ f a i r e que se p re te r a ce t t e t e r r e e t n_ f y s v i v r e que p pour aimer; malgre ses cheveux presque tout argentes de ja qu'encadre un bonnet de gu ipure , r i e n de p lu s enfant in que son s o u r i r e ; • r i e n de p l u s barmonieux que son ges te , de p lus mus ica l e que s a v o i x . " (2) L lad re s se avec l a q u e l l e Gide depelnt l e s sentimerits-d 'une aveugle est digne de grandes e loges . Gertrude c r o y a i t par exemple que , le chant des o iseaux e t a i t "un pur. e f fe t de l a l u m i e r e . " (3) L ' i r o n i e ' S u r e c i t . est double: l e . pasteur , auss i f an tasqaeuet n a i f que l e v i e a i re de Wakef i e ld , ne se rend eompte de 1'amour de Gertrude que s a femm'e .apereoit ., s i c l a i r e m e n t . E t quand l a v i s i o n est donn^e a l i a jeune femme, . e l l e v i t en Jacques ce qu 1 e l l e a v a i t imaginee dans son pere . Mais c ' e s t t r o p t a r d . Jacques est maintenant dans l e s o rd res ; Gertrude se s u i c i d e ; l e pasteur au ra i t "voulu p l e u r e r , mais je s en ta i s mon coeur p lu s a r ide que l e dese r t . " (4) 1 I b i d . , p 17 3 I b i d . , p 46 2 I b i d . , p 118 4 I b i d . , P .14S ; Pourqu/oi Gide e c r i v i t - i l ce t ouvrage?" . . . . je ne f a i s a i s , en 1 1 e c r i v a n t , que in1 acqu i t t e r d'une ancienne de t te cont rac tee j a d i s e l v e r s moi-meme." (1) , Gide a v a i t r e -f i e c h i sur chatran de ses l i v r e s d 1 avant 1919 i l y a v i n g t ans. Mais c ' e t a i t assez d i f f i c i l e de ramiraer le passes i l dut %err ibleraent me -contref a i r e , @u du mo i n s r e n t r e r dans des p l i s e f f aces . " (2) V o i c i 1'examen de Gide lui-meme des suje ts de ses quatre premiers r e c i t s ? "L*Immoral is te , La Porte E t r o i t e et I s a b e l l e . . . . t r o i s l i v r e s a v e r t i s s e u r s . . . l i s denoncent tour a tour l e s dangers de l ' i n d i v i d u a l i s m e o u t r a n c i e r , d'une c e r t a i n e forme de myst ic isme t r e s preeisement p ro te s t a n t . . . , du romantisme dabs La Symphonie P a s t o r a l e , de l a l i b r e i n t e r p r e t a t i o n des e c r i t u r e s . # (3) Les t r o i s r ^ c i t s de Gide e 'cr i ts , apres l ' o e u v r e culminante des Faux-Monnayeurs forment un t r i p t y q u e . L';Ec ole' des Femmes o f f r e l e p o i i t de vue d f e l i n e , Robert c e l u i de son m a r i , et Genevieve c e l u i de sa f i l l e . Le r e c i t de Robert est une longue l e t t r e ; l e s -deux autres sont des jburnaux, Dans ces t r o i s l i v r e s Gide ob t i en t l a bana l i t e ' tant souhaite '9, mais , chose etrange, ce n ' e s t pas une bana l i te ' 1 Ve " B i l l e t a Ange le" , NRF t . 16 -21 .1 , p 465 2 I b i d i , p 466 3 L e t t r e a u R . P . V i c t o r B o u c e l , NRF t . 38-28 .2 , p 42 ban ale:.' *D!abord Gide Sonne ces r £ c i t s comme e c r i t s par l a f a m i l l e elle-meme. Dans l a preface a I ' E c o l e des Femm4s, Genevieve suggere que M. Gide s ' i n t e r e s s e r a peut -e t re a "ces eah ie r s , copie dac ty lograpbiee du J o u r n a l que m'a l a i s s e ma mere" (1) En v o i c i l e theme:' "Mais de songer que tan t de fem-mes, qui n ' o n t pas ma bonheur, se vo len t re fuser l e d r o i t de prendre p a r t Na l a v i e , que l eu r r a i s o n d ' e t r e sur t e r r e et de met t r e en v a l e u r l e s ver tus et l e s dons q u r e l l e s ont nn e l l e s , que tout c e l a s o i t subofidonne au p lus ou moins bon bon v o u l o i r d 'un Monsieasr, c e l a m' i nd lgne . " (2) Robert en prend l e . c o n t r e p i e d . I I s a l t q u ' i l ne peut pas ^ s r i r e comme M. Gide ; tou t de meme i l propose un E c o l e des M a r i s : "un souci de i ^ e r i t e , de j u s t i c e , et de remise au p o i n t " . (3) L ! I n t e r e s s a n t c ' e s t que Robert reuseIgne l e , l ec tasMf sur l e s evenernents des v i n g t annees e'coule'es entre l e s deux eahiers de s a femme. Noter que l e s pa ro les de 1'abbe (4). r i sonne l e s phrases sentent ieuses du F i l s , aine" dans 1'Enfant Prodigue . Dans Genevieve oa : La Confidence inache-v^e , uoixzi ce que l a f i l l e d e s i r e d i s c u t e r avec 1' aide des evememeints de^son adolescence (1913-16): "Qu' es t -ce que, de nos j o u r s , une femme est en mesure et en d r o i t d ' e s -pe'rer?" (5) Pourquoi e l l e e c r i t ? "Avec un but analogue a c e l u i des f o u v e l l e s I f o u r r i t u B e s : " O u i , j e me t i e n d r a i pour-s a t i s f a i t e s i quelque jeune femme qu i me l i r a trouve da i s ce 1 Eco le des Femme_s, p 9 2 I b i d . , p 71 2 Rober t , p 167 4 I b i d . , p 225 5 Genevieve, p 722 118 que j ' e c r i s i c i un avertissement et s i ce l i v r e l a met en garde contre c e r t a i n e s i l l u s i o n s dont j 1 eus a> s u a f f r i r et qu i r i s q u e r e n t de gacher ma v i e . " (1) Mais tout de meme, "Nous taoici b i e n l o i n , M. Gide , des cons ide ra t ions qui d i c t e n t %os l i v r e s . ¥ous d i s i e z , i l m * en souvient : " J ' e^cris pour © t r e r e l u ; "Quant a moi , tout au c o n t r a i r e , j 1 e'er i s c e c i pour a ider c e l u i ou c e l l e qui me l i t a passer ou t re . " (2) O u i , l a bana l i t e ' ; "Tu s o u r i r a i s quand j e d i s a i s que j e ne saura is pas quoi y metfre, dans ce j o u r n a l . E t en effex v o i c i que j ' e n a i db ja r e m p l i guatre pages."(3) Mais i l y a auss i un marivaudage d e l i c i e u x : "Une angoisse du d ^ s i r parce que je ne pensais pas e t re du d l s i r parce que j e ne pensais pas que I 1 on put eprouver du d e s i r sinon pour un e t r e d e l ' a u t r e sexe; et par i n s t a n t s , s u r r l e pup i t r e devant nous o\i j e voya is l a main de Sara posse, ma main s ap-pro ch a i t de l a s ienne, invo lor i t a i r ement car j ' a v a i s perdu t tou t empire sur moi , pu i s se r e t i r a i t brusquement s i Sara remarquait mon avance . . . . "(4) A i r i s i l e dern ier l i v r e d ' im agin a t i o n de Gide„ ; 1 I b i d . , p 3 l£cole des Femmes, p 19 2 I b i d . , p 733 4 Genevieve,p 753 119 10. ROMAN Les Faux-Monnayeurs, 1926 (503 pp, 18.5 cm) (Journal des Faux-Monnayeurs, 1926: 144 pp, 17.5cm) "Pourquoi j ' a p p e l l e ce l i v r e So tin.?" d i t Gide a propos des CAVes; "Pourquoi r e c i t s l e s t r o i s precedents? .Pour b i en marquer que ce ne sont po in t l a des romans." (I) Et l e mot Roman chez Gide importe une s i g n i f i c a t i o n p a r t i -. c u l i e r e . Parce que Les Faux-Monnayeurs, l e seu l l i v r e auquel i l accorde ce t i t r e est un genre f o r t o r i g i n a l , non seu le -ment un re 'c i t d ' e'vsnerr:e n t s , mais aus s i un roman "pur", et une the*orie. du roman, Ce grand ouvrage, qui 1 ' ava i t occupe de sa trentieme jusqu 'a sa t rente-sept ibme ann^e, est un monde e n t i e r . Les Faux-Monnayeurs contienvfe^la c r i t i q u e du Roman et au s s i i e u r propre c r i t i q u e . I I y a auosi l e Journal des Faux/Monnayeurs, un carnet " . . . o u je note , i nch by inch , tous l e s progress de mon roman". (2) Cette nouvel le esthe-t ique s ' e x p l i q u e dans ce carnet , dans l e "Journal d 'Edouard", et dans l e d ia logue "a Saas-Fee. Quant a 1 ' e x p o s i t i o n et k 1 ' ana lyse , e l i e s se deroulent en outre par l e moyen de b ien des autres d ia logues ( t r a i t de Dos to ievsky , ce d^-sir de 1 Journa l '14 , p 457 2 I b i d . , ' 19 , p 67 9 120 p a r l e r incessaniment), et au mo yen de c inq l e t t r e n , de Laura a Edouard, de Lady G r i f f i t h Passavent, du frere d'Armand V c e l u i - c i , - - l e s q u e l l e a ne sont qu'une e x p o s i t i o n toute s i m p l e - - j de Bernard a O l i v i e r , et d ' O l i v i e r a B e r n e r d , - - l e s q u e l l e s exercent une inf luence epouvantable sur l e s c e s t i n a t a i r e s . I I ya auss i de 1 ' e x p o s i t i o n o r d i n a i r e , mais au s s i peu que p o s s i b l e ; v o i c i l a t heo r i e ; " D ^ p o u i l l s r l e roman de tous l e s e'veriements qui n 'appar-t iennent pas spe/cif iquement au roman,, . . . Les evenements e x t e r i e u r s , l e s a cc iden t s , l e s traumatismes, appartiennent au cinema; i l s i e d que l e roman l e s l u i l a i s s e . Meme l a d e s c r i p t i o n des personnages ne me paraxt po in t appar ten i r proprement au genre . Oui vraiment , i l ne me paraxt pas que l e roman pur (et en a r t , comme par-tout, l a purete* seule importe} a i t k s ' en o c c u p e r . . . . Le romancier, c ' o r d i n a i r e , ne f a i t po in t suffisamment c r e d i t a 1 1 imag ina t i on du l e c t e u r . " (I) La matiere de ce roman? "Tout ce que je v o l s , tout ce que j ' app rends , tout ce qu$ m'advient depuis qui lques mois, je youdra is l e f a i r e ent rer dans ce roman, et m'en s e r v i r pour 1 'enr ichissement de sa t o u f f e . " (2) Gide d o i t mener une v i e v igoureuse , car l e s t r e n t e - c i n q personnages , par example, font 1*amour i n t e l l e c t u a l , 1 Faux"Mon., p 97 2 Journa l des Faux-Mon. , p 33 121 f r a t e r n e l , p a t e r n a l , conjuga l , adultfere, et homosexuel. CSest auss i l a l en te " d e c r i s t a l l i s a t i o n " de 1'amour qui I ' i n t e r e c s e : "Quel admirable sujet de roman: au bout de quinze ans, de v i n g t ans de v i e conjugale, l a d e c r i s t a l -l i s a t i o n progress ive et reciproque des con jo in t s ! " (I) Mais l a que re l l e des v ieux La parouse n ' e s t qu'un des aspects presque innombrables du l i v r e . La l \$guist ique des Faux-Monnayeurs permet encore quel ques. phrases g id i ennes : "Le s o l e i l de*ja haut, par l a fenetrc ouver te , v i o n t caresser l e p ied nu de V i n c e n t , sur l e l a rge l i t ou pres de L i l i a n I I repose". (2) Et i l y a auss i une b e l l e p r e c i o s i t y : "Scrupuleuse 3 1' ex ces, son &me e ' tai t hab i l e )x se persuader que peut-3 t r e • E*douard t r o u v a i t sa pr6seri.ee importune. I I n ' eu t pas p l u t ^ t ment i , q u ' i l r o u g i t . Ebouard s u r p r i t cet te rougeur, e t , corame d 'abord i l a v a i t s a i e i l e bras d ' O l i -v i e r d'une 6 t r e i n t e passionnee, c r u t , par scrupule ^.gale-men t , que c ' e t a i t l a ce qui l e f a i s a i t r o u g i r . " (3) Le sujet du roman? "Mon roman n ' a pas de su je t . , . . Mettons s i vous pr^ferez qu i t n ' y aura pas un su je t . "Une tranche de v i e " , d i s a i t l ' i c o l e n a t u r a l i s t e . Lc grand de'faut dc cet te e'cole, c ' e s t de couper sa tranche 1 Faux-Mon., p 95 2 I b i d . , p .79 3 I b i d . , p 100 122 tonjours dans l e mime sens; dans l e sens du temps. en longueur. Pourquoi pas en l a rgeur? ou en profondeur? Pour moi, je BQudrais ne pas couper du tou t , Comprenez-moi: je voudrais tout y f a i r e en t r e r , dans ce roman," (I) Plus t a r d , " l e 1 su j e t profond ' ds mon l i v r e . CSest, ce sera sans doute l a r i v a l i t r f du monde r e e l et de l a representa-t i o n que nous nous en f a i s o n s . " (20 I I y a en e f fe t deux romans dans l e monde des Faux-Monnayeurs. L ' u n est r e a l i s t e , et presents l e s (fvenements t e l s que l s ; 1 1 autre est i d ^ a l i s t e , et comporte une i n t e r p r e t a t i o n f i g u r a t i v e . La s i g n i f i c a t i o n merne du t i t r e indique. cet e ta t double: l a bande des garpons qui onjs a f f a i r e a l a fausse monnaie; et ceux qui bat tent une monnaie de l a v i e fausse . Peut-e 1 t re ce n ' e s t pas' l a un roman pur, mais en de'pit d 'Sdouard, qu ' importe l a purete? 1 I b i d . , p 238 2 I b i d . , p 261 Chapi t re V L'ESTHETIQUE COMPARES 124 1. INFLUENCES SUR GIBE " C e l u i qui f a i t 1 1 humanite pour lui-meme, n ' a r r i ve qu'a. devenir p a r t i e u l i e r , b i z a r r e , def ec tueux . . . "(1) Done Gide souhaite l e s i n f l u e n c e s . Mais l a puissance d'un l i v r e "v ient de c e c i q u ' e l l e n ' a f a i t que r e v e l e r quelque p a r t i e de moi encore inconnue a. moi-m§me . . . " ^ ) •"L ' i n f l uence ne cree r i e n : e l l e e v e i l l e . "^ z^ Et par consequent Gide eondamne "cet te manie mod erne de v o i r i n f l uence}^ chaque resserablanee que 1' on decouvre. "( -) Gide a v a i t a c r i t Andre, 7Talter, Les N o u r r i t u r e s et L 1 Immora l i s t e avant de decouvr i r Nie tzsche .^ ^) P l u s t a rd i l r econnai t d 'habi tude ces resserablances: " ' L i v r e s q u e ' , c ' e s t un reproche que 1' on me fa i t , . souvent ; j ' y donne p r i s e par ce t t e habitude que j ' a i de c i t e r toujours ceux a qu i ma pensee s 'apparente . On c r o i t que j ' a i p r i s d'eux ce t te pensee; c ' e s t faux; ce t te pensee est venue a. moi d ' elle-meiue. "^ 6 ' (7 ) I I y a d 'abord " 1 ' i n f 1 uence par p r o t e s t a t i o n " / 1 dont Barres est 1'exemple chez Gide . Deux f o i s dans ses 1 "De 1 ' Inf luence en l i t te" rat are" , Pre t ext e s, p 21. 2 I b i d . , p 14. 5 I b i d . , , p 32* 4 Journal des Paux-Mon., p 128. 5 J o u r n a l ' 22 , p 739; et '27 , p 859. 6 I b i d . ' 25 , p 752. 7 I b i d . , " P e u i l l e t s " , p 902. 125 l i v r e s d ' imag ina t i on i l y a une a l l u s i o n d e r i s o i r e (en r a i son de son contexte) a cet homme de l e t t r e s . ^ Quant a 1 'es the t ique toute s imple Barres p l a i t assez a Gide, ma-is i l depasse l e royaume de 1 ' a r t i s t e . A propos des Deracines : "Pourquoi , ce dess in s i t o n , a v o i r cru devoir l e bou r sou f f l e r i n a r t is t iq uement d'une these e l e c t o r a t e , i n t e res san te cer tes en e lie-meme (sans souc i meme qu' e l l e s o i t jus te au nom), mais dont presque toutes l e s pages s'empesent et qui en e p a i s s i t l e s moindres mouvements?"'' ^) De plus dans- l e s r e c i t s de Barres . . . un grand nombre de sophismes, Sur ving't l e c t e u r s capables d ' apprec ie r l e s q u a l i t e s r e e l l e s de 1 ' e c r i v a i n , i l y en a cent ou mi l i e capables de prendre ces sophismes pour des v e r i t e s ; et c ' e s t a ces.sophismes memes . . . que Barres do i t l e p lus ( 3) gros de sa g l o i r e au. j o u r d ' h u i . " l ' Des c l a s s iques f r a n c a i s Racine est sa preference . ~ ' Des "romanti ques domptes", F lauber t a quelqu.es egards; sur tou t Baude l a i r e , q u i avai t rem.pl ace l a p e r f e c t i o n c a r a c t e r i s t ique de l a langue franc a i se par "une p e r f e c t i o n p lus cachee, mus ica l s de j a, mais comme a son i n s u ^ Comme Gide dans Les Faux-Konnayeurs: 1 Paludes , p 161-2; ffaux-Mon., p 40 . 2 "A Propos des Derac ines" , P re t ex te s , p 53. 3 T i e . " B i l l e t a Angele" , NRF t . 16-21 .1 , p 708. 4 V . pp 10-11 de ce t t e etude. 5 "Baudela i re et M. Faguet", Nouveaux Pre textes (Morceaux c h o i s i s ) , p 122. 126 "La p lu s grande nouveaute de son a r t , n ' a - t - e l l e pas ete precisement d f i m m o b i l i s e r ses poemes, de l e s developper en profondeur . ' " ( x ) s t encore comme Gide , "Rien de p lus et-ranger a, Eaude l a i r e , a 1' a r t de Baude la i r e , que 1 ' a m p l i f i c a t i o n i n u t i l e du geste et que l e gonflement du v o i x . "( 2 ) Baudela i re et S tendl ia l e t a i en t l e s deux seuls de l a per iode romant Ique qui possedaient "cet immanent sens c r i t i q u e ' . ' ^ ) "Je n 'aime pas r e s t e r long temps avec Bey le ; mais j e n 'a ime pas r e s t e r longtemps sans l u i . "^ ^ Dans Armance Gide est heureux de no te r que Stendhal avai t c h o i s i pour theme de son premier roman un sujet sans interest g e n e r a l . ^ ^ ^  St "La Chart reuse de Parme a eec i de yraiment magi que: a. ehaque f o i s qu'on y r e v i e n t , c ' e s t t ouj ours un nouveau l i v r e qu 'on l i t . "( 6 ) En somme , S tendhal r e s t e r a toujours jeune parce q u ' i l "ne veut proprement r i e n a f f i r m e r ; l e l i v r e e n t i e r est e c r i t pour f 7 ) l e p j a i s i r . . " ' En depi t de sa p l a i n t e oontre Wi lde : "Avec l u i 1 Ib id . , p 124. 2 I b i d . , p 153. 3 I b i d . , p 132. 4 "Quelques Jugement s", Mor ceaux c h o i s i s , p 139 . 5 "Preface a Armance", NRF t . 17-21-2, p 159. 6 "Les d i x TO mans f r anca i s que . . . ", Mor o e aux cho i s I s , p 142. 7 I b i d . , p -142. 127 j ' avals desappris de penser", ^ G i d e avait trouve en l u i une souroe de s avo i r e thique et e s the t ique . "Wilde n ' e s t pas un grand e c r i v a i n " t "> ^) mais tout, de meme son oeuvre, et en p a r t i c u l l e r son theatre — "dont le p lus grand i n t e r e t g i t entre l e s l ignes "( ^) meritent une etude soigneuse. Wilde ne v o u l a i t pas de premiere . (4) \ personne en a r t , 1 ' a quoi Gide ne f a i s a i t pas d ' a t t e n t i o n ; t r o i s autres idees l ' a t t i r ent pour tant : " I I j a deux mondes: c e l u i qui est sans qu T on en p a r l e ; on 1 'appel le l e monde r e e l , parce q u ' i l n ' e s t n u l besoin d'en p a r l e r pour l e v o i r . Et 1 'aut re , c 1 est l e monde de l ' a r t ; o 'es t c e l u i dont i l fau t p a r l e r , parce q u ' i l n ' e x i s t e r a i t pas sans c e l a , " ^ ^ "Saves-vous ce qui f a i t l ' o e u v r e d ' a r t et ce qui f a i t l ' o e u v r e de l a nature"? . . . Savez-vous ce qui l e s d i s t ingue? - L 'oeuvre d ' a r t est. toujours unique, 6 ) " I I y a . . . deux especes d ' a r t i s t e s : l e s uns apportent des reponses, et l e s au t res , des ques t ions . . . . I I y a des oeuvres qu i a t tendent , et qu 'on ne comprend pas pendant long temps . " ( 7 ) 1 Journa l ' 92 , p 28. 2 "In Memoriam", P re t ex te s , p 266. 3 Jou rna l ' IS , p 589. 4 "In Memoriam", P re t ex te s , p 299. 5 I b i d . j p 272. 6 I b i d . , p 273. 7 I b i d . , p 280. 120 Le l i v r e de Dostoievsky expl ique 1 ' in f luence de l ' a u t e u r russe sur l u i , et on en v o i t 1 ' a p p l i c a t i o n dans Les. Oaves et dans Les Faux-Monnayeurs. I l ava i t appr i s quelque chose aussi de Gogol, Tourgueniev, Pouchkine, T o l s t o i , Sologout , Ghtchedrine, Tchekhov, G o r k i , et ce t te quelque chose e s t : " l e s p lus surprenantes r e v e l a t i o n s sur 1'homme en gene ra l , et sur moi-meme, prospectant des regions de l '&ne que l e s au t res l i t t e r a t u r . e s avaient l a i s s e e s i n e x p l o r e e s . "^ Goethe est "ce genie auquel , sans doute, je do i s p lu s qu'a. aucun au t r e , peut -e t re mehne qu 1 a tous l e s autres I 2) r e u n i s " . "Je comprenai s, en le l i s a n t , que 1'homme peut se desengager de ses langes sans prendre f r o i d , peut r e j e t e r l a c r e d u l i t e de son enfance sans en etre t rop appauvr i , et que l e scept i s i sme ( j ' e n t ends: 1 ' e s p r i t de recherche) pouvai t et devait deveni r c rea teu r . " 1 ' " Oui , c ' e s t sur tout c e l a que Goethe m ' appo r t a i t : l a confian ce. ^ ) Gide rapproche Goethe et Racine: tous l e s deux sont de v r a i s auteurs c l a s s i q u e s . Dans l e domaine de l a p h i l o s o p h i c , I I regarde Berg son comme se l a l s s a n t entra ine par 1'epoque; " . . . j ' a i 1 Re tou r de l ' U R S S , p 1 0 7 / 2 "Goethe", NRF t , 38-32 .1 , p 368. 3 I b i d . , p 369. • 4 I b i d . , p 373. 120 long temps ete bergsonien sans l e s a v o i r . . . . Je me me f i e beaucoup d 'un systeme qui v i e n t k po in t pour re pond re aux gouts d'une epoque et d o i t une p a r t i e de son sue ces a. oe (1) q u ' i l o f f r e de f l a t t e u r . " Quant a. l a l i t te r a tare a c t u e l l e , en depi t de . son a c c u e i l aux cenacles sjnnbolisfces, Gide res te au l a r g e : "Je n ' a i pas grand contact avec 1'epoque et l e s jeux de ( 2 ) mes contemporains n e m ' o n t jamais beaucoup d i v e r t i " . 1 ; 2. INFLUENCES PAR GIDE Bien des c r i t i q u e s mejugent Gide, a cause de son e th ique p r i v e e , mais : "C 'es t du poin t de vue de l ' a r t q u ' i l s i e d de juger oe que j ' e e r i s , po in t de vue ou ne se p lace jamais , ou presque jamais , l e c r i t i q u e et que c e l u i q u i , par m i r a c l e , s ' y p lace , eprouve l e p lus -grand mal a f a i r e admettre par ses l e e t e u r s . C 'es t du r es te l e s eu l po in t de vue qu i ne so i t e x c l u s i f d'aucun des a u t r e s . 3 ) Et le s op in ions es thet iques des c r i t i q u e s semblent e t re malav isees : Sau l . . . r i e n que de l a declamat ion; Les N o u r r i t u r e s . . . r i e n que des phrases. "Ne pouvez-vous done r econna i t r e un sanglot que s ' i l a 1 Congo, p 44 . . 2 No uv. No u r . , ,p 21 . 3 Journa l '18 , p 6 58. 130 meme son que le votre?."^ 1 ) Gide a du; r e s t e r longteiaps sans aucune reconnaissance du t o u t . Son in f luence a t r ave r s La Nouvel le revue f raaca i se e t a i t - d e l a p lus haute v a l e u r pour l a jeune l i t t e r a t u r e ; son in f luence a t r ave r s ses propres l i v r e s e t a i t , s e l o n ses juges, corrompante. "Pourtant c ' e s t pour a v e r t i r que j ' e e r i s , pour exa l t er ou pour i n s t r u i r e , et j ' a ppe l l e un l i v r e manque c e l u i qui l a i s s e intact, le l e c t e u r " , d i t - i l dans sa preface a l a re ed i t ion d'Andre Wal te r , e t , en 1935: " B e l l e f o n c t i o n a. assumer; c e l l e d ' i n q u i e t e r " J 3 ) Tout de meme: " J ' a i tou jours eu t rop grand respect de l a personnalite* d ' a u t r u i pour a v o i r cherche a i n c l i n e r qui que ce so i t dans mon sens. "(4) Le premier ahord est decevant: " S i quelque l i v r e de moi vous deconcerte, r e l i s e z - l e ; sous l e ven in apparent, j ' e u s s o i n de cacher 1 ' an t ido t e ; c b a c u n d ' e u x ne t rouble point tant q u ' i l n ' a v e r t i t . " ( 5 ) Gide a profondement influence" p l u s i e u r s jeunes e c r i v a i n s f r anca i s et sur tout Jacque s R i v i e r e et J u l i a n Green. Pour eux i l est une so r te de d i r ee t eu r de consc ience . Mais i l ne donne jamais de e o n s e i l s . La 1 I b i d . ' 22 , p 7 37 . 2 Andre Wal te r , Preface , p 9 . 3 Journa l r 557 P 1224. 4 "Jacques R i v i e r e " , NRF t . 24-25 .1 , p 498. 5 Journa l ' 28 , p 880. 131 technique de son oeuvre est ce qu i importe pour a u t r u i ( quoique Jacques dans Les Thibaul t s ' a f f r anch i s se avec l ' a i d e - d e s N o u r r i t u r e s ) . Son u t i i i t e g i t dans sa "Defense et i l l u s t r a t i o n de l a langue f r a n c a i s e " . Po in t Counter Po in t d 'Aldous Huxlej'" se forme d 'apres l e modele des Paux-Monnayeurs. Le Journal de Michae l correspond a c e l u i d T Edouard; l e s evenements, developpes en l a rgeu r , a l t e rnan t avec une theor ie du roman. C 'es t in te ressant de noter que ce l i v r e ne p l a i t pas du- tout a. Gride. ^ "De l a musique encore et tou jours . . . " On p o u r r a i t f a i r e une comparaison entre Gide et Mann, ou .entre Gide et P i r a n d e l l o , mais peut -e t re s e r a - t - i l de p lus d 1 i n t e r e t et de p lus de v a l e u r de t en te r une ana log ie entre Gide et S t r a v i n s k y . La musique, comme un autre a r t qui evoque de d ivers - sentiments, peut f o u r n i r un notiveau mo yen d ' app rec i e r un auteur . Une comparaison comme c e l l e - c i est sur tout u t i l e a l ' e g a r d de Gide . I I est d i o n y s i e n , a u r a i t pu f a i r e de l u i un p i a n i s t e avant d r e t r e l i t t e r a t e u r , e t , comme on a note c i - d e s s u s , f a i t cont inuel iement a l l u s i o n a. l a musique. A cet egard . -on I ' a rapporte a Bach et a Chopin. S t r av insky 1 I b i d . , ' 31 , • p 1037. 132 pour tant un i t l e s elements d ispara tes de ces deux et de p lus est un cont emporain de Gide, et a i n s i dispose aux memes i n f l u e n c e s . I I y a quelques ressemblanees peu profondes in te ressan tes et b ien i n u t i l e s entre l e u r s c a r r i e r e s . Gide n ' a l l a pas a l ' T J n i v e r s i t e , S t r av in sky non p lus au Conse rva to i re . Mailarme joue a peu.pres le meme r o l e dans l a v i e de Gide que Rimsky dans c e l l e de S t r a v i n s k y . Gide s ' i n t e r e s s a i t a. et e t a i t in f luence par Dosto ievsky; i l devint pendant quelques; temps communiste, mais ne pouvai t pas deguiser ses q u a l i t e s f ranch i ses f o n c i e r e s . S t r a v i n s k y s' i n t e r e s s a i t a. et e t a i t in f luence par Debussy et l e s i m p r e s s i o n i s t e s ; i l devint c i t o y e n de France, mais ne pouvai t pas r e j e t e r son her i t age rus se . Ges phrases d 'un c r i t i q u e de S t r a v i n s k y , ne peuven t -e l l e s pas s ' a p p l i q u e r a 1' es thet ique gidienne? "Un l ike much 'modern' music, t h i s work i s p leas ing to the average ear . One need only come to i t pure i n heart and mind to understand i t . I t i s because c h i l d r e n are that way that they enjoy the music of S t r a v i n s k y so much. But i t i s a c h i l d i s h ra the r than c h i l d - l i k e aspect that e x i s t s i n the minds of c e r t a i n of S t r a v i n s k y ' s c r i t i c s . The i r s i s the resentment of a c h i l d who has f i n i s h e d a meal of fabulous goodies and i s of fered a g l a s s of water for des se r t . To them, the development of S t r a v i n s k y i s not 133 " l o g i c a l " . The composer of "Le Sacre" ought to be producing works of monstrous p ropo r t i ons . One must con-t i n u a l l y apologize to them f o r each new masterpiece i n •the -wrong s t y l e . "(1) Gide et S t r a v i n s k y sont tous l e s deux Pro tees . I I se ra i t ma l a v i s e de juxtaposer des oeuvres spec i f iques des deux, mais l e s genres p r i nc ipaux sont l e s ra§mes. On p o u r r a i t cons iderer ensemble Les Caves du Va t i can et Betrouchka. L ' i n f l u e n c e de 1 '"accord Petrouehka" sur l a musique mod erne est comparable a. c e l l e de Lafcadio sur l a l i t t e r a t u r e . • • " ' Tous l e s deux sont des c l a s s i q u e s , mais des c l a s s iques modemes. L 'oeuvre pos te r i eure de S t r a v i n s k y , comme c e l l e de G id e, tend a des themes e t a . une ins t rumenta t ion l i m i t e s . La Symphonie des Psaumes temoigne d'une e l i m i n a t i o n in t e n t i o n n e l l e de q u a l i t e express ive dans l ' h a rmon ie . Les phrases de Gide et de S t r a v i n s k y ont l e s memes ruptures de rythme. Et ce n ' e s t sans s i g n i f i c a t i o n q u ' i l s ont co l l abore sur une oeuvre: Persephone, melodrame, poesies de Gide, musique de S t r a v i n s k y . I B a b i t z , S o l : " S t r a v i n s k y ' s Symphony i n C, I940" , The M u s i c a l Q u a r t e r l y , Jan. 1941 Append!ce G-I DIANA Catalogue des l i v r e s et des a r t i c l e s par et sur Andre" G-Ide dans l a b ib l io theque de 1 ' U n i v e r s i t y of B r i t i s h Columbia ® 135 1, ABRE1/1ATI01\B:. ; a) S et M s i g n i f i e n t par tout Gide et Andre Gide .. b). Revues (18) A b r e v i a t i o n .. T i t r e 1 G h l f f r e ' d e ca ta log ' BKMN • The Bookman AP4 B713 CONT R The Contemporary Review- AP4 07. GURR H Current. H i s t o r y " D501 N5 EUR' N L 'Europe nouve l le AP20 E-88 L AGE Tbe L i v i n g Age AP2 •- L65 L MERC The London Mercury . PR1265 S8 MERC F ' Mercure de Prance AP20 M5 NATION The N a t i o n AP2 . N-2 " N REP The New Republ ic , AP2 N624 ' NRF ha. Nouvel le revue f ranpa i se AP 20 N6-R BLEU1 Revue Bleue ( P o l i t . e t l i t t , ) AP 20 R64 RDM Revue des Deux Mondes AP20 R3 R LITT C Revue de l i t t 6 r a t u r e comparee PN851 R4 , R: PARIS L a Revue de P a r i s AP20 R-27 ROM R The Romanic Review PB1 R6 SAT. E l The Saturday Review of L i t e r a t u r e AP2 S2 TIME Time, the Weekly News ' Magazine AP2 T37 . T LIT S The Times L i t e r a r y Supplement 1 AP4 ,f45 2 . CHIFFRES a) b) DE Pour Pour CATALOGUE: l e s revues — v o i r au-dessus l e s l i v r e s — i n d i q u e e s seulement quand l e l i v r e ne s e t r o u v e pas sur l e rayon consacrd a Gide (PQ2613 IS) 3 . DATES: a) b) Chaque date:: ne s ' i nd ique que par "les deux c h i f f r e s derxtieres. Done: 91,,#1891; 0 0 » O 9 1 9 0 0 ; 2 4 a 9 8 1 9 2 4 Chaque date entre crochets s i g n i f l e l a date de l a premiere p u b l i c a t i o n . Sources de ces renseignements: I V Gide : Morceaux :e l io is is (avant 20) 2a Gabory: AG- (avant 24] P i e r r e - Q u i n t : AG (avant 31) Les revues (apre"s 31) Who * s m o (apres 31) 3 $ 4 ; 4 , Le t i t r e d'une revue entre crochets s i g n i f i e l a source d'une reproduct ion, . 136 Les ' t r aduc t ions•eh a n g l a i s des Mer i t s par ou sur G ne. s : ' i nd iquent que s i I 'ouvrage o r i g i n a l n ' e s t pas •d l sponib le , -Les revues allemandes a l a b ib l io theque ne contiennent r i e n sur G. Les ouvrages su ivants consul tes sont i n d i s p o n \ i b l e s a l a , b ibl iotheqjue: Moroeauz: •cho i s i s : de l a b ib l i o theque du Br>_AxJE,.B* ' -Cla rk . Les. I louvel les N o u r r i t u r e s ; de l a b ib l i o theque du ' 'v.Dr,.^-D>o>J.Xvas.s J u l i a n - G r e e n : Pe r sona l Record 1928-1959: de l a "Vghcouver P u b l i c L i b r a r y 137 OUTRAGES. DE GID1 l e GRA1©S OWRAGES OPJLGimUX . ca ta logues : chronologiq.uena.eht -rehselgnements: t i t r e , ' E d i t i o n , date de l a premiere ' pub l i ca t ion ; ; e t~ l rv r . e s . : v i l l e , e'dit.eur, date.de l a p u b l i c a t i o n de ce t te e d i t i o n ; - - o u v -rages p u b l i e s dans une revue: t i t r e de l a revue, l i v r a i s o n , pages e n o t e : ' ' G a l l i m a r d " es t synonyme de " E d i t i o n s d e ' l a - MRE" 0 Andrei Wal te r (Cahiers et Poesies). E d i t i o n d e f i n i t i v e . ' a u g -niente'e d'une pr6face (Sme) ' (91-2) P a r i s : Les Oeuvres r ep resen ta t ives ,30 Le T r a i t e du l fe rc i ; ss | " ; ;..;.._;; (91) dans: Retpur d e l ' E n f a n t Prodigue (q .v .} L a Tenta t ive amoureuse/ dans: Retour -de 1 'Enfant Prodigue (q s Ve) (93) Le-Voyage d ' U r l e n 15© ^ .d i t i oh (2 p a r t i e s en 92) (93) P a r i s : G a l l i m a r d , 29 f Paludes 18e e d i t i o n (95) P a r i s : G a l l i m a r d , 26 Les N o u r r i t u r e s t e r r e s t r e s 97e E d i t i o n (97) " ~ ' . . P a r i s : : G a l l i m a r d , 37 P h i l o c t e t e o . (99) dans: Retour de 1 'Enfant Prodigue ( q e v „ ) E l Hadj (99) dans: Retour d e l ' E n f a n t Prodigue (q*v„) Le Prome'thee. mal enchalne nouvel le e d i t i o n (2e) (99) " P a r i s : G a l l i m a r d , 3 0 L T I m m o r a l i s t e 72e «V^^n (02) P a r i s : Mercure de Prance, 33 Sau l (drame en c i n q actes) lOe E d i t i o n ( e c r i t 96) (03) P a r i s : G a l l i m a r d , 29 138 Pre tex tes (Ref lex ions sur quelques poin ts"de l i t t e r a t u r e " : ot de morale) 2 0 e E d i t i o n (par t ies97-03) (03) P a r i s : Mercure de Prance, 29 Amyntas en p a r t i e . (06) dans: Morceaux c h o i s i s (q".v-.:)': "-"MOpsus";(99}; "Le Renoncement au .,'.yoy&ge>\.{eXbza±ts) dans: Journa l (1889-1939 ( q . v U ' " P e u l l l e s de route 1895-1896" (99) PP58-87. -Le Ret our de l^^^t'l^d&i^e 26e E d i t i o n (07) pre'cepLe', de cine autres t r a i t d s : . T r a j t'6; du . Nar c i g s e. La/i~ Tent a t ' i Ve amour eus e 11 Had,i, P h i l o c t a t e , Betbsabg P a r i s : G a l l i m a r d , 32 Bethsabe' . . ' ^ . " . , ( p a r t i e s 03) (08-09) dans: Retour d e l ' E n f a n t Prodigue ( q » v . ) L a P o r t e ' I t r o l t e • " 21e --edition' (09) ~ ~ P a r i s : Mercure de Prance, 07 (???) Nouveaux P re t ex t e s (Rdf lex ions s u r q u e l q u e s po in t s de l i t t e r a t u r e pt- de morale) en p a r t i e (11) dans: Morceaux c h o i s i s ( q . v . ) I s a b e l l e 7e E d i t i o n ' (11) P a r i s : G-al l imard, 21 Les Oaves, du V a t i c a n 58e e d i t i o n (14) P a r i s : G a l l i m a r d , 22 L a gymphonie P a s t o r a l e 5 6 e . e d i t i o n . •' (19) P a r i s : G a l l i m a r d , 22 S i l e G r a i n ne meurt "« . « • 55e e d i t i o n (20) ~ ~~ P a r i s r G a l l i m a r d , 31 H0TE: l ' ' a r t i c l e Jeunesse (NRP t . 57 -51 .2 pp 369-83) cons t i tue un chap i t re supplementaire du G r a i n 6 Morceaux c h o i s i s 16e e 'd i t ion (21) P a r i s : G a l l i m a r d , 2 8 i n d i s p o n i b l e k l a b i b l i o t h b q u e . double beaucoup d ' e x t r a i t s d ' au t res ouvrages. cont ien t en out re : Amyntas et Wouveaux Pre tex tes en p a r t i e , et quatorze a r t i c l e s indd'i't's Numquid' et t u , . . ? _ ( e c r i t 16-19) (22) dans: J o u r n a l 1889-1959 (g»v«). Dosto ievsky 83e e d i t i o n (23) :.'.' ^ a r i s : L i b r a i r l e P l o n , 34 dont : "Dos to ievsky d ' a p r e s ' s a . c o r r e s -pondence".-date de 08, et " S i s conferences au Vieux-Colombier" de 22. Les Faux-Monnayeurs 88e e d i t i o n (2 p a r t i e s en .25) (26) P a r i s : : G a l l i m a r d , 34 Le Jou rna l des Faux-Monnayeurs 2 0 e . e d i t i o n (26) P a r i s : ; G a l l r m a r § , 34 Voyage au Congo (Garnets de route) 4 le"e 'd i t ion• - ' - (27) P a r i s : G a l l i m a r d , 34 (DT 546. G48 1934) Le Retour du Tchad premiere pubIIcation'..'. (27-8) f ragments"int i tule*s s W l e Logone: NRF t„29-27.2 pp 723-46 t . 3 0 - 2 8 . 1 pp 28-54, 177-204 L ' A f f a i r e Redureau ( s u i v i de F a i t s - D i v e r s ) ~ " .premiere: p u b l i c a t i o n ' .', . (26-8) NRF t .27-26 «2 pp 610-14 28- 27*1 238*-41, 595-8, 532-6, 808 29- 27 e 2 120-4, 262-7, 410-12, 666-70 30- 28,1 278-80, 566-9, 839-49 3 1 - 28.2 109-24 L 1 E c o l e des Femmes nouye3ia . e d i t i o n augmented du supplement Robert : 30e e d i t i o n (29) P a r i s : G a l l i m a r d , 34 Robert {13) dans: L ' E c o l e des Femmes ( q . v e ) Montaigne (an essay i n two par t s ) ( t r a d u i t ) • (29) New Y o r k : Horace L i v e r i g h t , 29 (PQ, 1645 G52) Oedipe premiere -pub l i ca t i on ' ' -- (31) NRF t . .36-31,1 pp 180-94:,: 355f86 Persephone premiere p u b l i c a t i o n • (34) NRF t-.42.-34*1 pp 745-61 Les Nouve l les -Nourritures- S9e e d i t i o n .- (55) ~~~ P a r i s : G a l l i m a r d , 35 i n d i s p o n l b l e a l a b ib l io theque Genevieve premiere p u b l i c a t i o n (36) . R PARIS 15 j u i n 36 pp 721-56 1 j u i l l e t 36 pp 13-38 Retour de l 'URSS 245e e d i t i o n • •:. P a r i s : "Ga l l imard , 37 (DK 267 G5) Retouches a\mOh Retour de l 'URSS 19e e d i t i o n " ~ P a r i s : G a l l i m a r d , 57 (DK 267 G53) Jou rna l 1889-1959 P a r i s : B ib l io theque • de l a Plexade (HHF)., m a i , 59 c o n t i e n t : Jou rna l 1889-1959 . " P e u i l l e t s " "Feu i l l es . . ;&e route (1895-1896)" (d'Amyntas) " L i t t e r a t u r e et morale" "Morale chre t ienne" '. .... . "La Mort de C h a r l e s - l o u i s P h i l i p p e " "Voyage en Andorre" . ' "La Marche.,turque". ^ t fBumquid et tu«, .»? (36) (37) (29-39) DUPLICATIONS DES CI-DESSUS cataloguees: chronologiquement • renseignements: t i t r e ; revue," l i v r a i s o n , ' pages, note': t out es ces d u p l i c a t i o n s sont "premieres e d i t i o n s S i l e G r a i n ne me t i r t , ' « . Dosto ievsky ' " " a l l o c a t i o n lue au Tieux-Colombler pour l a ce'idB.ration du centdnaire de Dostoievsky" NRF t « 1 8 - 2 2 . 1 pp 129-33 Les Eaux-Monnayeurs premiere' et seconde p a r t i e s mS t « 2 4 - 2 5 . 1 pp 261-308, 894-915, 995-1037 25-25 ,2 ' . 74-110, 172-222 J o u r n a l des Faux-Monnayeurs premier et de.uxieme eahiers NRF; t « 2 7 - 2 6 . 2 pp 129-47, 293-317 "Voyage - au Conf-;o complet; d i s p o s i t i o n o r l g i n e l l e NRF t .27^26 ,2 pp 562-80 s 660-96 4e-7e fragments NRF t , 15-20,2 16-21,1 22-24,1 pp 744-64, 811-38 39^-66 . 24-45 28-27.1 5-42, 180-220, 320-61,.477-514 I ' iSco le des Femmes complete. R PARIS 15 mars 29 • 1 a v r i l 29 pp 241-68 543-74 J o u r n a l "Pages de J o u r n a l " NRF • tome dates pages 58-32.1 29-30 39-32.2 31;32 985-1004 32-42, 161-72, 362-71; 481-506 44- 3 5 y l 45- 35.2 46- 3 6 « l 48- 57-1 49- S7-.2 35 56 37 32;35;S4 54; 34-5,3 5 657-70, 497-518, 861-73 38-49; 181-94;. 801-11 • 5-16, 350-8 538-49 881-94 " F e u i l l e t s - re t rouves (1920-21) NRF t . 4 5 - 3 5 . 2 pp 715-30 ( Jou rna l p.715 seq a ) "Pages retrouveesB - — NRF 5.0-58«1 pp 705-26 ( Journa l p a 1277 sea..) GRANDS OUTRAGES INDISPONIBLES cata logues; chronologiguement renseignements: t i t r e , date de premiere pub l i ca t i on . Le R o i Candaule (Drame en t r o i s actes) (01) Oorydon (QuatreV dia logues socra t iques) ( e l a r g i 20) (11) Souvenirs de l a 'dour d ' A s s i s e s (14) Inc idences (24) " peu t -d t re l a b ib l i o theque p o s s e d e - t - e l l e une p a r t i e de ce l i v r e parmi l e s a r t i c l e s catalogue's de l a NRF ( q . v . ) Qaraoteres (35) D i n a i k i (27) Un E s p r i t non prdvenu (29) La-Seguestree de P o i t i e r s (50) en p a r t i e : Amyntas, Nouveauz P r e t e x t e s , Le - Ret our _ du Tchad ( c e l u i - c i es t d i s p o n s i b l e dans une v e r s i o n ang la i se complete a l a Vancouver P u b l i c L i b r a r y ) 2V TRADUCTIONS EN ERANCAIS c a t a l o g u e s : alphabetiquement 'par auteur renseignements: auteur , t i t r e ; revue, l i v r a i s o n , pages; date B l a k e : Le Mari'age du O i e l 'et de: l ' E n f e r (22) NRF t . 1 9 - 2 2 . 2 pp 129-47 precede' d'une courte note Conrad: Typhon - (18) : R PARIS 1 mars 18 pp 17-59 15 mars 18 pp 534-81 . Goethe: Le second Faust ( E x t r a i t ) (32) " NHF" t « 3 8 - 3 2 ' e l ..pp 532-8 • d ia logue entre Eaust et C h i r o n , en vers K e l l e r : L ' E n f a n t qui s 'acouse • (29) ~1NW t . 2 9 - 2 7 . 2 pp~503-5 Shakespeare: Antoine et Cleopatre • . (20) NPJ? t . 1 5 - 2 0 . 2 pp 5-40, 178-207, 592-429 en prose 145 TRADUCTIONS INDISPONIBLES cataloguees: alphabetiquement par auteur reuseignements: au teur , t i t r e , date Pouchlcine: La Dame de Pique ( c o l l a b o r a t i o n ) (38) Shakespeare: Hamlet•, acte premier (29) Tagore: L ' Offr tode l y r i q u e (G- i tan ja l i ) (13) Tagore: Amal et l a l e t t r e du R o i (24) Whitman: Oeuvres c h o i s i e s ( c o l l a b o r a t i o n ) (18) 3 . LETTRES ca ta loguess : alphabetiquement par d e s t i n a t a i r e renseignements: d e s t i n a t a i r e ; l i v r a i s o n et pages dans l a NRF, nombre de l e t t r e s ( s ' i l y en a p lu s -d'une) note: p l u s i e u r s de oes l e t t r e s ont ^te incorppre.es, avec quelques m o d i f i c a t i o n s , dans l e Journa l d e s t i n a t a i r e tome pages B e l g i o n , Montgomery 34-•30.1 194 -7 du Bos, Char les 33 -^•29*2 759 -62 Cholokhov, M i c h e l 42-•34.1 731 © 2 Combelle, L u c i e n 47-•36*2 918 Dommartin, H . 53-•39.2 353 F e r r a r i , Eugene s r - •28 e2 46- 8' Gheon, H e n r i 39-•32 o 2 632 -4 Gosse, S i r Edmund L a l o y , L o u i s 31 , 38 ©2 49= 50 31*" 23 « 2 506 -9 L e v i n s o n , Andre 36- 51,1 791 -2 M a s s i s , Hen r i 33-•29.2 765 -e Maur i ac , . F r a n c o i s 50^ •28.1 722 -6 Pau lhan , Jean 50-•28 .1 721 »2 Porche , F r a n c o i s 46-•36.1 501 -3 32-•29.1 59- 65 P o u c e l , R . P . V i c t o r 31-'23 $ 2 4 1 - 6 P r o u s t , M a r c e l 31-'28 ©2 609 -10 , Rathenau, Wal te r R i v i e r e , Jacques 31-•28.2 505 -6 18-'22 ©1 384 Rouveyre, Andre1 30- 28.1 726 -35 31-•28.2 239 -41 31-*28 o 2 520 -3 Schlumburger, Jean •35.1 946 -8 Schwob, Rend Souday, P a u l 52-•29.1 57- 9 21-•23.2 657' -40 The r ive , Andre 31- 28.2 509 -14 Thibaudet , A l b e r t 45- 55«,2 142 I »C » 33- 29.2 764 -5 Madame X 33- 29.2 762 -4. • • • • 31- 28 . 2 314--5 (non envoyee) (non envoyee) (2 l e t t r e s ) (2' l e t t r e s ) 612-13 (2 l e t t r e s ) (3 l e t t r e s ) (10 l e t t r e s ) ( l e t t r e ouverte) (non envoyee) ( l e t t r e ouverte) (non envoyee) (non envoyee) Les l e t t r e s rangees par ordre de p u b l i c a t i o n dans l a NRF tome 18-22.1 21-23.2 5 0 ~ 2 8 e l 51—28.2 pages 584 637-40 721-35 41-50 227-41 305-15 516-23 609-15 32-29.1 57-65-33-29.2 759-66 34-20.1 194-7 56—31.1 791-2 39-32*2 632-4 42-34.1 731-2 4 4 - 3 5 e l 946-8 45-35.2 142 46-36-.1 301-3 47-36.2 918 53-39.2 333 143 4„ ARTICLES cata logues: alphabetiquement par premier mot du t i t r e reuseignements: t i t r e ; revue (NRF s ' i l n ' y a aucune i n d i c a t i o n ) , l i v r a i s o n , pages A l f r e d V a l l e t t e (pe in t re ) MERC- IP dec 35 265-6 A r n o l d Bennett 36-31,r. 727-29 L ' A v e n i r de I 'Europe 20-23,1 590-1 (Revue de Geneve) B i l l e t s a Angele 16-21.1 I et II:' 337-43 Class i c i sme et romantisme III: 462~4 p o l i t i q u e et a r t ; prqgraimne.de l a NRF I V : 465-6 j u s t i f i c a t i o n de l a Symphonie P a s t o r a l e V: 586-91 sur Proust V I : 706-12 sur Barres (notes d 1 avant -guerre) La Detresse de notre Af r ique equa to r i a l e R PARIS 15 oct 27 721-32 Deux prefaces (a une r e n d i t i o n d'Andre^ W a l t e r — d u p l i c a t i o n ! a l a t raduc t ion- allemande des Nour r i t u r e s t e r r e s t r e s ) 34-50*1 319-22 Dic tees ( " I I y a r r i v e que dans quelques a s s o c i a t i o n s , con-juga les ou a m i c a l e s , . . " ) 33-29,2 15-22 En r e l i s a n t Les P l a i s i r s et' l e s .jours (Proust) 20-23.1 123-6 Eugene Dabi t ( e c r i v a i n ) 47-36,2 581*90 F e u i l l e t s ("On a d i t que je cours apres ma j e u n e s s e . . . " ) 18-22,1 318-21 F e u i l l e t s ("On a beaucoup e c r i t . . . a propos de F l a u b e r t . . . " ) (1922) 31-28.2 891-8 F e u i l l e t s ("Qu'un r i c h e pu isse se d e c l a r e r pour l e communisme . . . " ) 40-33.1 720-7 F r a n c i s Jammes 51-58.2 881-2, 895-904 Goethe 38-32.1 368-77 Jacques R i v i e r e 24-25.1 497-502 J e f Las t 50-38.1 647-50 Jeunesse (Chapi tre . supplementaire du Gra in) 57-31.2 369-85 <J oseph .Conrad 23-24.2 659-62 Les J u i f s , C d l i n e et M a r i t a i n 50-38.1 630-6 L*Oeuvre de Robert Browning ( c o l l a b o r a t i o n avec P a u l Al fas su ) et G i l b e r t de V o i s i n s ) 16-21.1 414-6 Pages re t rouvees ("Ce qu i caract^rls'erfe. not re e p o q u e ; sur l a mythologie grecque) 32-29,1 493-503 Le Pave de l ' O u r s (7 l i g n e s b. propos d'une remarque de Maurras sur Hugo) 44-55.1 957 Prdface a Armance (Stendhal) 17-21.2 129-42 Preface aux l e t t r e s du Cameroun (d 'un admin i s t r a t eu r c o l o n i a l ) 54-40*1 855 ' A propos de T o c q u e v i l l e 45-35.2 788-90 Les Quatre elements de Chamson 46-36.1 464-5 La Quest ion des rappor t s i n t e l l e o t u e l s avec l 'A l l emagne 18-22.1 238-40 Les Rapports i n t e l l e o t u e l s - entre l a France e t • l tAl lemagne 17-21.2 513-21 - - • Le Romantisme et l e C lass i c i sme 16-21.1 379-80 (La Renaissance) -----Sulvant Montaigne 32 -29 .1 . 7 4 5 - 6 6 - -Sur une t r a d u c t i o n de Pouchkine 44-35.1 629-32 Note: T a r i l l o . n et .Rarnibaud: Bnq,ufete-sur l e s mal t res de l a tjeune ; l i t t e r a t u r e ; P a r i s L i p r a i r i e . Blo'u'd "et Gay, 23 (PQ,306 V 2 ) : p.305—re*ponse evasive de G a. une q u e s t i o n n a i r e . OUVRAGES SUR GIDE 1 6 . OUVRAGES ENTIERS OU GRANDES ETUDES SUR GIDE cata logues: alphabetiquement par auteur . renseignements: auteur , t i t r e , v i l l e , e d i t e u r , date T s o u s - t i t r e et pages) B e l g i o n , Montgomery: Our Present Ph i losophy of L i f e (BD431 B58) London: Faber and Faber , 29 P a r t I I I : "According to M r . G" pp 125-214 Fernandez, Ramon: A.G-'. P a r i s : E d i t i o n s R , - A . Cor rea , 31 Gabory, Georges: A»G»: son oeuvre P a r i s : E d i t i o n s de l a Nouvel le revue c r i t i q u e , 24 Lemai t r e , Georges: Four French N o v e l i s t s (PQ.671 L4) London: Oxford U n i v e r s i t y P r e s s , 38 Pa r t I I : "AG" pp 115-205 P i e r r e - Q u i n t , Leon: A G : H i s L i f e ' a n d H i s Work ( t r a d u i t ) London: Jonathan Gape, 34 Souday, P a u l : A G P a r i s : Kra—"Les Documentaires", 27 ( r e l i e avec des etudes sur Prous t et Va le ry ) 151 2 . CHAPITRES OU SECTIONS SUR GIDE cata logues: alphabetiquement par auteur renseignements: auteur , t i t r e , v i l l e , e d i t e u r , date , s o u s - t i t r e , pages B i d a l , M . - L . : Les E c r i v a i n s de I 'Abbaye (PQ.306 B5) P a r i s : B o i v i n et C i e , 38 pp 51-2 B i l l y , Andre*: La L i t t e r a t u r e f ranpaise oontemporaine (PQ305 B 5} ~~~ . P a r i s : L i b . Armand C o l i n , 27 " A . G : et 1* immoral!sme n ie tzscheen" pp 164-6 Boulanger , Jacques-; . , . M a i s l ' a r t es t d i f f i c i l e (2e s e r i e ) (PQ297 B6-0'S" ~~ — P a r i s : P l o n , 21 • "La Symphonie P a s t o r a l e " , p p l l 5 - 2 4 Boyd, E r n e s t : S tud ies from Ten L i t e r a t u r e s (PN511 B6) New York : Char les S c r i b n e r ' s Sons, 27 "The P ro t e s t an t Bar res : A G " , pp 32-40 Braunschv ig , M a r c e l : La L i t t e r a t u r e f rangaise contemporaine 6tudlee dans l e s t e x t e s (1850-1925} jPQ.296 B7) P a r i s : L i b , Armand C o l i n , 26 p 156 CurttuLs, E rns t Rober t : Franzf l s i scher G e i s t im neuen Suropa (PQ305 08} ~ — — . _ S t u t t g a r t : Deutsche V e r l a g s - A n s t a l t , 25 pp 294-304 Curtituls, E rns t Rober t : Die l i t e r a r i s o h e n Wegbereiter des neuen Frankreioh" 1PQ306 08) " A . G , " pp 43-78 Duclaux, Mary: Twent ie th Century French W r i t e r s (PQ506 D8) New York : Char les Scr ibner* s Sons, 20 ~~ " A . G . " . , pp 126-34 Ehrhard , Jean: Le Roman f r a n c a i s depuis M a r c e l P rous t (PQ629 E4) P a r i s : E d i t i o n s de l a Nouvel le revue c r i t i q u e f 32 pp 17-40 Fay, Bernard : Panorama de l a l i t t e r a t u r e oontemporaine (PQ305 F3} . : ~~ P a r i s : Aux E d i t i o n s du S a g i t t a i r e , 25- ' "AG, ou l e triomphe du d d s i r " , pp 181-91 Gourmont, Rfemy de: Le L i v r e des Masques (PQ294 G743) P a r i s : Meroure de France, 14 "AG" , pp 175-9 Green, J u l i a n : P e r s o n a l Record 1928-1959 ( t r a d u i t ) New Y o r k : Harper and B r o t h e r s , 39 • d i s p o n i b l e a. l a Vancouver P u b l i c L i b r a r y (921-G7962a) b i e n des a l l u s i o n s a G . sur tou t des conversat ions entre G. et Green, avec l e s pa ro les de G eux-mdmes8 '. - • •• -v o i r sur tout pp 9, 10, 57-, 40 , 45, 66, 67, 72, 78, 88, 248, 253, 254, 276, 287, 509, 510, 515 L a l o u , Rene; H i s t o i r e de l a l i t t e r a t u r e f rangaise contemporaine IPQ.294 L2 1931) P a n s : Les E d i t i o n s G . Ores et c i e , 31 " A G " , pp 688-704 L a n g , Andre": Voyage en Zigzags dans l a republ ique des l e t ^ ^ ™~ P a r i s : ' La Renaissance du l i v r e , 22 p 150, p 267 L e f ev re , F r d d e r i c : Une heure avec » e o (lfere sd r i e ) (PQ,302 L 4 ) ~ ~ ~~ — P a r i s : E d i t i o n s de l a ERF, 24 (lOe e d i t i o n ) pp 25, 50-2 , 57, 123, 144, 177 Morne t , Daniel.: . H i s t o i r e de l a l i t t e r a t u r e et de l a pens^e frangaises contemporaines (PQ.296 M'7'5) P a r i s : B i b ' l , Larousse , 27 "Les Romans d * A G " , pp 95-6 Sen6sch&l , C h r i s t i a n : Les Grands courants de l a l i t t e r a t u r e f ran^a i se contemporaine (PQ,301 S4) P a r i s : Soc . F r . d^e'dite'urs l i t t e r a i r e s et t echniques , 54 "Le sensualisiae i n t e l l e c t u e l " , pp 42-3 "ohj n a l t r e de nouveaul" pp 96-100 "Horreur du confort et recherche du depaysment" pp 111-3 "AG et l e roman p u r , " pp '169-70 Thibaudet , A l b e r t : Rdf l ex lons sur l a c r i t i q u e (PQ.505 T52 1939) P a r i s : Ga l l imard ,~B9 1 '• "De l a c r i t i q u e g id i enne" , pp 231-7 ( t i r e e de laiNRF) Thomas, Jean: Quelques Aspects du romantisme contemporaine PQ306 T4 P a r i s : Soc . d ' E d i t i o n "Les b e l l e s L e t t r e s " pp 64-7 153 3* LETTRES A GIDE cata loguees: alphabetiquernent par envoyeur renseignements: envoyeur, dates; tome et pages de l a NRF (dont toutes ces 32 l e t t r e s sont t i r e e s ) , nombre de l e t t r e s , s u j e t . Gh.ololcb.ov, M i c h e l D u j a r d i n , ^douard Fernandez, Ramon Jammes, F r a n c i s (93 K l o s s o w s k i , E . L o u y s , ' P i e r r e (89,9 M a r i t a i n , Jacques M a s s i s , H e n r i N i c o l a s , M . P . P r o u s t , M a r c e l (14) R i v i e r e , Jacque (09 Rouveyre, Andre 42-34.1 730-1 ses oeuvres en France 45-35.2 50 Sa in t P a u l et l e C h r i s t 42-34.1 703-8 (ouverte) G et' communisme -6) 51-38.2 883-95 8 l e t t r e s l ' o e u v r e de Jammes et de G 36-31.1 960-1 un eVenement dans l a v i e de Dostoievsky 3-4) 53-29.2 640-9, 782-91, 794-8 5 l e t t r e s un tas de sugets ; r i e n sur G 50- 38.1 1020-2 . 1 ' a r t i c l e de G: Les J u i f s : C e l i n e e t M a r i t a i n " 45-35*2 ""811 C r i t i q u e de G . de son Zo la 51- 38.2 155-6 — l e C h r i s t et' Nie tzsche 51-28.2 610-12, 613-15, 2 l e t t r e s ses oeuvres et Ga l l ima rd -13) 24-25.1 758-80 6 l e t t r e s ses tatonnements l i t t e r a i r e s 31-28.2 227-30, 516-20 4 l e t t r e s une ami t i e et une b r o u i l l e l i t t e r a i r e s 4 . ARTICLES GENE^UX SUR GIDE cata logues: alphabetiquement par auteur reuseignements: auteur , t i t r e ; revue, l i v r a i s o n , pages. A l i b e r t , F r a n e o i s - P a u l "En marge d 'AG" NRF 34-30.1 41-55 A r l a n d , Marce l "AG" NRF 36-31.1 255-66 Baldensperger , Fernand "AG ant igotheen" R LITT C Oct 33 651-75 Beaunie r , Andre "L 'Au teu r de Paludes" . RDM sept-oct 14 360-71 Benda, J u l i e n "De G, de Mauriac et de Bar res" NRF 39-32.2 617-27 Burke , Kenneth "Thomas Mann and AG" BKMN j u i n 30 257-64 Daudet, Leon "AG" (Candidefr NRF 37-31.2 828-9 F l o r e s , Angel "AG S e l l s Out" L AGE 20 j u i n 25 645-6 Gosse, Edmund "The W r i t i n g s of M . AG" CONT R sept 09 342-50 G u d r i n , Jean "Hommage a. AG" (Cap i to l e ) NRF 30-28.1 575-6.-M a s s i s , H e n r i " F a i l l i t e d 'AG" (Revue u n i v e r s e l l e ) NRF 33-29.2""" 867 "~™ M a u r i a c , Franpois "A Propos d 'AG" ( U n i v e r s i t d de P a r i s ) NRF 18-22.1 2~5G 2^~ " ~™ O ' B r i e n , J u s t i n "A Rapprochement; M . AG and Lautreamont" ROM R fev 37 54-8 Rhodes, S.A* "Marce l Schwob and AG: A L i t e r a r y A f f i n i t y " ROM R . j an 31.. . 28-37 Schlumberger, Jean "AG et ses Morceaux c h o i s i s " NRF 18-22.1 41-55 ~~" Thibaudet , A l b e r t AG R PARIS 15 aout 27 743-75 Thibaudet "La Contre p a r t i e ; Dro i t e et gauche" NRF 31-28.2 93-7 Thibaudet " D e r l a n c r i t i q u e g id ienne" ( reprodui t dans son Ref l ex ions s u r l a c r i t i q u e ) NRF 40-3371 507-13 " Thibaudet "Sur Un E s p r i t non prdvenu; Autobiographid? L'idee de manque; l a que re l l e de l a c e l l u l e " NRF 33-29.2 815-20 West, Rebecca "A L e t t e r from Abroad" BKMN dec 29 433-9 Yang Tchang Lomin#3Mm@ "Sur AG" MERC F j an 35 203-7 o . . "Gide Before H i s Judges" ( l e s opinions de M a s s i s , de M a r c e l , de M a r i t a i n ) L AGE a v r i l 35 176-7 Note; L ' a r t i c l e d'Edmund Gosse possede une va leur h i s -t o r i q u e ; c ' e s t une des premieres apprec i a t ions de G. ' Of . Fernandez, apres l a mort de Gosse (NRF t . 3 1 - 2 8 . 2 p .146) : " L ' i n t e r e t s i c l a i r v o y a n t que ce v i e i l l a r d a v a i t manifeste pour A G . • . . " ARTICLES AVEC ALLUSIONS SPECIFIQJOES A GIDE ca ta logues : alphabetiquement par au teur renseignements: au teur , t i t r e ; revue, l i v r a i s o n , pages Cheva l l ey , A b e l "A L e t t e r from France" SAT R L 24 sept 39 136 l e Dantec, Yves-Gerard "Le mouvement poet ique" RDM 15 aout 34 959-40 ' Green., J u l i a n "Pages de J o u r n a l 1935" R PARIS 1 a v r i l 39 731-50 ( l a v e r s i o n o r i g i n e l l e d'une p a r t i e de Pe r sona l Record') R i v i e r e , Jacques " L e t t r e a A l a i n - F o u r n i e r " NRF 34-35.1 755-6 -. ' ' •• - - ' " Thibaudet , A l b e r t (iApres v i n g t ans" NRF 33-39.1 366-74 Tliibaudet "Langage, l i t t e r a t u r e et s e n s u a l i t e " NRF 38-53.1 723 Tliibaudet "Le Roman de l ' E n e r g i e " NRF 22-24.1 335 Thibaudet "Le S t y l e du voyage" NRF 29-27.2 384-5 Thibaudet "Le Voyage i n t e r i e u r " NRF 17-21.2 329-57 • • . "The Guide Pos t " L AGE a v r i l 51 219 156 5. REVUES D''OUVRAGES PAR GIDE cataloguees: alphabet!quement par ouvrage renseignements: ouvrage, c r i t i q u e , t i t r e ( s i ce n ' e s t pas l e t i t r e du l i v r e mime); revue, l i v r a i s o n , pages Amyntas . Ren^. L a l o u NRF 2 6 - 2 6 „ 1 616-7' ' Antorne-e t Cldouatre Hen r i Gheon NRF 15-20.2 318-26 Oaves ( I j Andre Beaunier "L*Auteur- de Paludes" RDM sept -oc t 1.4 . .360-71 (2) P i e r r e L i e v r e "Les Caves du V a t i c a n , s o t i e en 9 - jeux de Mme La r t i ga j j d , d ' apres l e roman • d 'AG" : MERC F 15 dec 33 645-7 :-. (3) « , . "Lafcadio's Adventures '" T LIT S ' t-*S9 238 Chopin . . B o r i s de Schloezer NRF 58-32.1 515-16 Dos to ievsky .:. M i c h e l Arna.ua NRF 21-23.2 151-9 Eco le des Femmes (1) A b e l Cheva l ley-"The-School for" Wives" SAT RL 5 oct 29 295 (2) . . . T LIT S t . 2 9 511 . , . . (3) . . ... .« "The School f o r Wives" T LIT S t . 30 296 Faux-Monnayeurs : (1) lam'ori Fernandez "La F igu re de' l a v i e dans l e s Faux-Monnaveurs" NRF 27-26.2 98-103 (2) Ange l F l o r e s "AG and h i s F i r s t N o v e l " BKMN oct 27 167-72 (3) H e n r i H e r t z NRF . 26-26.1 345.-51 (4) M i c h a e l Joseph "The C o u n t e r f e i t e r s " BKMN nov 25 355; mai 26 571 " (5c) . , "The C o u n t e r f e i t e r s " T LIT S t«28 ' 411 Genevieve (1) Maj?cel A r l a n d NRF" ' 48-37.1 86-8 (2) , . -4 T LIT S. „ .. t 6 3 7 _ . 110; Immoral is te .Pe ter Vincen t T?The Immoral!st" BKMN j u i n 30 327-8 ~ ~ ~ " Inc idences (1) G 9 M a r c e l NRF 23-24.2 108-10 (2) . . « T LIT S t . 2 5 253. I s a b e l l e (1) Geoffrey Stone "Two Symphonies" BKMN oct 31 196-7 (2) . . . "Two Symphonies" T LIT S t . 3 1 708 J o u r n a l (1) Denis de Eougemont "Au Sujet du Journa l a 'AG" NRF 54-40.1 24-32 (2) » "Pages de Jou rna l 1929-1952" T LIT S t . 3 4 550 Journaldes Faux Monnayeurs A . Thibaudet NRF 29-27.2 390-1 Montaigne (1) . . . T LIT S t . 2 9 955 (2) . , . T LIT S t . 5 9 280 Nouvel les N o u r r i t u r e s (1) Andre Mal rau r NRF 45-35.8 935-7 (2) G a b r i e l M a r c e l EUR N 18 jan 36 70-1 (3) d i v e r s •(6- revues pour, 6 contre) NRF 46-36.1 252-3 des annonces Char les du Bos Numguid et t u . Oedipe (lj — ^ (2) (3) (4) "(2) Persephone m NRF 28-27.1 756-69 •Benjamin Cr6mi«ux NRF 38-32.1 765-7 Cremieux (en a n g l a i s ) (Je s u i s par t out) L AGE a v r i l 31 196-8 P i e r r e L i e v r e MERC F ( a v r i l 32 158-60 J . P . EUR N 27 fev 32 158-60 ( l a couverture du '•• tome indique " j u i l - d e c 32") Pa ludes ( I ) V a l e r y Larbaud NRF ". 17-21.S 93-6 . . . • T LIT S t . 2 1 404 (1) Y - G l e Dantec Le mouvement poetique RDM 15 aout 34 939-40 (2) Marie-Jeanne -Durry EUR N ..22. sept 34 .945-6. (3) Adrienne Monnier "Le Symbolisme de Persephone" .. NRF 43-34.2 152-3 (4) P a u l Rosenfe ld . "The Mystery of Persephone" N REP 3 a v r i l 35 2l3~ ~ — ~ ~~ Por te E t r o i t e ( l ) Edmund Gosse "The W r i t i n g s of M . AG" C0NT R sept 09 342-50 (2) . . . " S t r a i t i s the Gate" T LIT S t . 2 4 820 Promethee . . ."Prometheus I l l - B o u n d : "Phi losophic Fantasy" T LIT. S t . 1 9 348 Retouches a mon Retour — •.—cry Behj • Cremieux: (2) T LIT S t , Retour de l 'URSS (et BetouchesJ (I) I van Aniss imov NRF 49-37.2 339-41 37 596 72 !!Gvand C a p i t a l i s m " ( L i t e r a t u m a y a Gazeta) L AGE mars 33 (2) Emmanuel. B e r l "AG changes H i s Mind" (Marianne) L AGE j an 37 455-5 Malcolm Cowley "Retreat from Moscow" N REP 17 mars 37 172-3. B e n j . Cremiaux NRF 47-56.2 1071-7 (5) P i e r r e Dominic EUR N 21 aout 37 814 (6) L u c i e n Duran "AG et 1'URSS" MERC F 15 aout 33 93-106 LOon Feuchtwanger "AG's Communism" (Pravda) CURR H mai 37 110 Z« Lvovsky " G . and Communism" (Nouvel les l i t t e r a i r e s ) L AGE mars 53 71 G a b r i e l M a r c e l EUR N 21 nov 36 1166-7 Y . Georges Prade "AG Idesenchante" R BLEUE 1936 829-33 (11) M . E . Ravage "What Good i s Revo lu t ion?" NATION . 20 fev 37 210-11 (L2) W i l l i a m Troy "The Conversion of AG" 17 oct 34 444, 446-7 (3) (4) (7) (8) (9) (10) NATION (13) Barbara Wood "AG on Sov ie t Russ ia" .. -CONT R mai 38 578-84 (14) . . . " I n c o n s t a n t Gide" ( l e s opinions de Hol land dans Humanite, de Feuchtwanger dans Pravda et d ' A z o r i n dans. La "Prerisa^ , Buenos A i r e s ) L AGE mars 37 ." 74-5 (15) . . . "Gide on Russ ia" TIME 3 mai 37 85 (16) . . . T LIT S t . 3 6 1068 Retour du Tohad(l) John Chamberlain "Trave ls i n the Congo" - - .BKMN- j u i l l e t 29 ~T5T~™"~ (2) . . . " T r a v e l s i n the 0 ongo" T LIT S .. t . 50 384 : Robert. . L o u i s M a r t i n - C h a u f f i e r NRF 54-30.1 407-10 S i l e G r a i n (1) F 6 1 i x BertSux NRF 28-27.1 258-63 (2) Ernes t ±joyd "AG 5 s Autobiography" SAY R L • - 30 nov 55 111. (3) M i c h a e l Joseph BKMN mai 27 356-7 (4) A . Thibaudet L MERC jan 27 502 Souvenirs de l a Cour d 1 A s s i s e s Jean Prevost NRF 25-24.2 209-10 Symphonie P a s t o r a l e (1) ' F ranpois l e G r i x (La Revue hebdomadaire) NRF 15-20.2 465 " "~ """" ™~ (2) Geoffrey Stone "Two Symphonies" • BKMN oct 31 196-7 • (3) A . Thibaudet NRF 15-20.2 587-98 (4) T LIT S t e 2 0 535 (5) . . . ^Two Symphonies" T LIT' .S t.5.1 , 708. Voyage au Congo(1) John.chamberla in " T r a v e l s : i n the Congo" BKMN j u i l l e t 29 "~~55T~" ~~ (2) . . . ' " T r a v e l s i n the Congo" T LIT S t . 30 384 6 0 REYUES D ' OUTRAGES SUR GIDE cataloguees: alphabdtiquement par auteur renseignementsl auteur , t i t r e ; r e v u e i I I v r a i s o n , pages; c r i t i q u e au . D O S , Char l e s De Dialogue avec AG T .LIT S t f f l29 6.62 ( • • •) Fernandez, Ramon AG NRF : S7»31 0 2 481-5 (J.Schlumherger) H y t i e r , Jean AG "Tttu? . 51-58*1 . . . (M. S a i n t - C l a i r ) Lema l t r e , Georges Four French N o v e l i s t s T LIT S t .'33 "~5"65" '• "'("•*• '' ™~ Pie r re -Q,u in t AG "(1) SAT R £ " 4 aout 54 51 TBen Ray Redman) (.2). T LIT S t 6 5 4 550. ( . 0 . ) Semper, Johannes A (G*l S t i l l i S t ruk tuur (en estonien) iTTRtf-.G'-' ' oct 35 769-72 (Henri Tronohon) Simonson, R a o u l , et Dore, Robert Les L i v r e s d 'AG NRF 22-24.1 219 [Frang He l l ens ) Souday, P a u l : AG, M a r c e l P r o u s t , P a u l V a l e r y NRF 50-28.1 691-3 (R. Fernandez) Yang Tchang Lomine, Mme L 1 A t t i t u d e d 'AG NRF 36-51.1 785 (Jean Wahl) REYUES D * OUTRAGES" AVEC V1JNE PREFACE DE GIDE cataloguees: alpbabe'tiquement par a uteur renseignements: auteur , t i t r e ; revue, l i v r a i s o n , pages; c r i t i q u e © Dupouey L e t t r e s du l i e u t . d u va i s seau Dupouey NRF 19-22.2 732-3 {EBEHT&IG^I)~ Pouchkine L a Dame de Pique ( t r a d u i t e de Sehiffin- en c o l l a b o r a t i o n avec Gide) NRF 21-23,2 626 ( G a b r i e l Marce l ) ICONOGRAPHIE DE GIDE 1* PORTRAITS ca ta logues : p o r t r a i t s dans l e s ouvrages de Gide , dans l e s ouvrages sur G i d e , dans l e s revues renseignements: l i v r e et page; ou: revue, l i v r a i s o n , page note : XXX indique l e s quatre m e i l l e u r s p o r t r a i t s xxx Andre Wal te r frontispiece (a l'age de 20 ans) Morceaux c h o i s i s ' frontispiece sxx Gahory: AG . frontispiece . (a., l ' a g e de-20 ans) Gourmont: Le L i v r e des masques p«174 xxx C l a r k et L e c l e r c q : L*ame franchise (Nelson , oct 37) p 26 BKMN T.76 p 17 CTJRR H a v r i l 37 p 90 FORUM dec 28 frontispiece ILLUSTRATION 18' dec , 26 p 696 L AGE 20 juin 25 ' p 645 L MERC f ev 39 p 388a NRF t . 24 p 399 SAT E L 5 oct 29 p 203 (de Win. Rothenstein) SAT R L 4' aofit 34' p 31 (un autre de Wm. Rothenstein) SAT R L 30 nov 35 p 11 xxx TIME 3 mai 37 p 85 2JOJT0GRAPHES Montaigne (An Essay in Two P a r t s ) l ' e c r i t u r e de Gide lui-meme BKMN t « .76 p.17 FORUM dec 28 frontispiece 162 TABLE DES MATIERES Page t Avant-propos i i i Chapi t re I L'ESTHETIQUE CRITIQUE, . . . . . . . . . . «„„ ... . I 1 Musique 2 2 L i t t 6 r a t u r e 6 Chapi t re I I L'ESTHETIQUE CREATRICE: C R E D O . . . . . . . . . 17 1 A r t 18 2 Oeuvre d ' a r t 24 3 A r t i s t e 27 Chapi t re I I I L'ESTHETIQUE CREATRICE; TECHNIQUE 32 1 ' L i n g u i c t i q u e 33 2 Maniere 35 3 Mat iere 36 Chapi t re IV L'ESTHETIQUE CREATRICE: G E N R E . . . . . . . . . ' 37 1 Cahierc 38 2 C r i t i q u e 51 3 Autobiographic 54 4 Poe^sies 56 5 Theatre 63 6 T r a i t efe 72 7 Voyages 80 8 So t i e s 100 9 R e c i t s 109 10 Roman 119 163 Chapi t re V L*ESTHETIQUE COMPAPJE . . . . . . . . . . . 123 1 Inf luences sur Gide 124 2 Influences par Gide 129 "Appendice GIDIAKA. 134 Quelques notes 135 Ouvrages de Gide 137 1 Grands ouvrages o r ig inaux 137 D u p l i c a t i o n s des c i -dessus 141 Grands ouvrages i n d i s p o n i b l e s 143 2 Traduct ions en f r anca i s 144 Traduct ions i n d i s p o n i b l e s 145 3 L e t t r e s 146 4 A r t i c l e s 148 Ouvrages s„ur Gide 150 1 Ouvrages en t i e r s ou grandes e*tudes sur Gide 150 2 Chapi t res ou sec t ions sur Gide 151 3 L e t t r e s a Gide 153 4 A r t i c l e s g<*ne'raux-- sur Gide 154 A r t i c l e s avec a l l u s i o n s spec i f iques • a Gide 155 5 Revues c 1 ouvrages par Gide 156 6 Revues d'ouvrages sur Gide 159 Revues d'ouvrages avec une preface de Gide 160 Iconographie de Gide 161 1 P o r t r a i t s 161 2 Autographes 161 Table des matieres 162 

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