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Le communisme dans l'oeuvre de Malraux Faget, Gilles Georges 1963

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LE COMMUNISME dans 1 OEUVRE de MA1RAUX 1  fey G i l l e s , Georges, PAGET L i c e n c e en D r o i t - Prance,  1953  Diplfime des Sciences P o l i t i q u e s - Prance, C.A.P. (B.A) - Prance,  1953  1955  B.Ed., The U n i v e r s i t y o f A l b e r t a ,  1958  A THESIS SUBMITTED IN PARTIAL FULFILMENT OF THE REQUIREMENTS FOR THE DEGREE OF MASTER OF ARTS i n the Department of ROMANCES STUDIES  We accept t h i s t h e s i s as conforming t o the r e q u i r e d standard.  THE UNIVERSITY o f BRITISH COLUMBIA April,  1963.  In presenting  t h i s t h e s i s i n p a r t i a l f u l f i l m e n t of  the requirements f o r an advanced degree at the U n i v e r s i t y of B r i t i s h Columbia, I agree t h a t the L i b r a r y s h a l l make i t f r e e l y a v a i l a b l e f o r reference and study. f o r extensive  I f u r t h e r agree that permission  copying of t h i s t h e s i s f o r s c h o l a r l y purposes may  granted by the Head of my Department or by h i s  be  representatives.  I t i s understood that copying or p u b l i c a t i o n of t h i s t h e s i s f o r f i n a n c i a l gain s h a l l not be allowed without my w r i t t e n permission.  Department of The U n i v e r s i t y of B r i t i s h Columbia, Vancouver 8, Canada. Date  21.  l^Gl  LE COMMUNISME dans l OEUVRE de MALRAUX 1  PRECIS L i m p r e s s i o n d'etre en presence d'une oeuvre a tendance 1  communiste, s e degage a l a premiere l e c t u r e des romans r e v o l u t i o n n a i r e s d'Andre Malraux. I I n'est pas cependant p o s s i b l e sans une t e n t a t i v e d'analyse p l u s approfondie de juger dans q u e l l e mesure c e t t e idee e s t exacte et dans q u e l l e mesure ces romans appartiennent a l a pensee m a r x i s t e . Une  connaissance  s i sommaire s o i t - e l l e des p r i n c i p e s  de base du communisme e s t i n d i s p e n s a b l e pour evaluer l a v a l e u r ou l e contenu de l ' i d ^ o l o g i e marxiste dans c e t t e oeuvre romanesque e t e t a b l i r des p o i n t s de comparaisons u t i l e s . Le marxisme ayant change d ' i n t e r p r e t a t i o n s u i v a n t q u ' i l e t a i t soumis a I ' i n f l u e n c e de Lenine, de Trotsky ou de S t a l i ne, ce d e r n i e r imposant son p o i n t de vue pendant un quart de siecle,  seules devront etre retenues l e s grandes l i g n e s s u r  l e s q u e l l e s un accord thdorique a pu se f a i r e . L*aspect non marxiste de 1'oeuvre s o i t e t r e s o u l i g n e et mis en evidence, l e s temoignages des c r i t i q u e s  : Gaetan  P i c o n , B o i s d e f f r e , Mounier et Leon Trotsky, e t c . . . s o n t de toute premiere Une  importance,  etude de chaque roman permettra neanmoins de mieux  degager 1!attitude p o l i t i q u e des heros et de p o r t e r un jugement plus p r e c i s sur l e communisme dans c e t t e oeuvre.  I I r e s s o r t de c e t t e etude que l e s heros de Malraux ne sont pas s t r i c t e m e n t dans l a l i g n e d ' a c t i o n du p a r t i . I n c a pable d'appliquer l a d i a l e c t i q u e , i l s ne c r o i e n t n i au sens de l h i s t o i r e n i en l a v a l e u r de l a l u t t e q u ' i l s menent avec 1  l e p r o l e t a r i a t contre l a s o c i e t e c a p i t a l i s t e . En t r o i s i e m e l i e u , on constate l e soubassement, l a base marxiste, s u r l a q u e l l e se c o n s t r u i t I ' a c t i o n des r o mans : Les Conquerants, La C o n d i t i o n Humaine, Le Eemps du Mepris. I I e s t egalement p o s s i b l e de se persuader  que l e s  heros a g i s s e n t dans 1'ensemble en bons communistes meme s ' i l s ne presentent pas une  orthodoxie p a r f a i t e . La date  a l a q u e l l e ces romans ont ete e c r i t s et c e l l e des  evene-  ments ou se s i t u e I ' a c t i o n , representant l a periode  de  t r a n s i t i o n de l a d o c t r i n e , i l e s t done d i f f i c i l e d ' a f f i r mer  q u ' i l s ne sont pas  marxistes.  S i l ' a u t e u r f a i t preuve d'une bonne connaissance  de  l a t a c t i q u e et des mdthodes communistes, s ' i l f a i t fcoute commune avec eux,  i l est impossible de ne pas d e c e l e r un  changement d ' a t t i t u d e que marque nettement son roman " L ' E s p o i r " avec l a guerre d'Espagne. I I a a p p r i s que l a Russie s o v i e t i u u e n ' e t a i t pas 1'inc a r n a t i o n de son reve, que l e s communistes n'avaient pas cree l a f r a t e r n i t e humaine q u ' i l r e c h e r c h a i t . C ' e s t en  consacrant  |D.us  d ' a t t e n t i o n a l ' ^ t u d e des d i f f e r e n t s aspects  t i o n du communisme en Russie, pas s'en  aux  dans un  a s p i r a t i o n s de Malraux, que  sens q u i ne  de  1'evolu-  correspond  l ' o n peut s e n t i r ^ q u ' i l  detache. En c o n c l u s i o n , l a p o s i t i o n presente d'Andre Malraux it  dont 1 ' a n a l y s e est f o u r n i e par ses d e c l a r a t i o n s dans se aux  Intellectuels"  de 1948,  montre q u ' i l n'a  l'Adres-  pas change*.  I I ne r e n i e r i e n de son passe, de son a c t i o n , de sa l u t t e . Son  e s p o i r a ete t r a h i et i l est devenu l'ennemi  implacable  de ceux q u i se reclament e t r e l e s h e > i t i e r s des generaux en veste de  c u i r , compagnons de l u t t e de V l a d i m i r 0 0  0  Lenine.  TABLE DES MATIERES -  Bage :  PREFACE Impressions d'Espagne. Decouverte des oeuvres d'Andre MALRAUX. - CHAPITRE I D e f i n i t i o n du Communisme,  8  - CHAPITRE I I 1*aspect non communiste chez MALRAUX.  24  - CHAPITRE I I I Marxisme dans ; -  50  Les Conquerants, I92B La C o n d i t i o n Humaine, 1933 Le Temps du Mepris, 1935 L ' E s p o i r , 1937  - CHAPITRE IV Marxisme v£cu.  ' 116  - CHAPITRE V Le Marxisme et MALRAUX. La R e v o l u t i o n et l ' e s p o i r -  BIBLIOGRAPHIE  130 trahi. 142  PREFACE Le guide f r a n q u i s t e de 1'Alcazar de Tolede nous r e l & c h a i t e n f i n . I I nous a v a i t explique comment cet a n c i e n chateau maure transform^ en E c o l e M i l i t a i r e , e t a i t devenu au debut de l a guerre c i v i l e espagnole, une f o r t e r e s s e  anti-  r£publicaine. Nous savions q u ' i l a v a i t supporte l e s bombardements, et a v a i t r e s i t e aux assauts des s o l d a t s de l a R6publique  Espagnole.  Nous avions v i s i t e l e s r u i n e s et l e s caves ou l e tunnel  a v a i t ete creuse* par l e s r e p u b l i c a i n s , vu l e s tombes des  g l o r i e u x s o l d a t s f a s c i s t e s de 1'Alcazar, tues pour l a g l o i r e de l'Espagne  q u i sous Franco e t a i t redevenue. e n f i n "Una  -  Grande - L i b r e " . Vu l a s a i l e d'ou. l e C o l o n e l Moscardo, commandant l a f o r t e r e s s e , a v a i t r e c u l e coup de telephone  de  son f i l s p r i s o n n i e r des r e p u b l i c a i n s , l e q u e l l ' a v a i t s u p p l i e de ne pas se rendre. Comme Malraux nous l e r a p p e l l e dans son l i v r e "L'Espoir" les  f i l s du telephone n'avaient pas ete coupes. Pourquoi  ?...  Malraux y repond par une autre q u e s t i o n : "Pourquoi l e s mil i c i e n s o n t - i l s d i s t r i b u e des c i g a r e t t e s ? " . A c e l a , Mercery, un des personnages du roman, ajoute :"La g e n ^ r o s i t e est l'honneur des grandes r e v o l u t i o n s " . Nous venions d'apprendre que des femmes et des enfants, s ' e t a i e n t refugie"s dans 1'Alcazar pour echapper a l a f u r e u r  2 des 'rouges', c ' e s t - a - d i r e des r e p u b l i c a i n s e t pourtant nous n'e*tions pas completement convaincus. Nous separant de n o t r e guide, nous fimes une promenade dans l a cour c e n t r a l e encore p l e i n e de b l o c s de p i e r r e , de poutres e t de d^combres accumules p a r l e s bombardements suec e s s i f s . P l u s i e u r s o u v r i e r s , t o r s e nu, j e t a i e n t avec de pen i b l e s e f f o r t s de gros b l o c s de p i e r r e dans de v i e u x camions m i l i t a i r e s . Pousse's p a r l a c u r i e s i t e , nous avons cherche a v o i r l e nom du f a b r i c a n t et c'est un des o u v r i e r s q u i nous a renseigne*s. "Ce sont des camions masses", nous d i t - i l et comme on caresse en l u i dormant des tapes s u r l e cou, un bon c h e v a l , i l t a p o t a l e capot en ajoutant a v o i x basse  : " I l s sont  bons e t s o l i d e s , Dommage que nous n'ayons pas eu p l u s de ce m a t e r i e l , jamais 1'Alcazar ne s e r a i t r e s t e aux mains de ces cochons", a  et comme l e contremaltre s'approchait, i l se remit  travailler* A i n s i done en 1953, p l u s i e u r s anndes apres l a v i c t o i r e  de Franco, i l y a v a i t encore des r e p u b l i c a i n s h o s t i l e s au r e gime et i r o n i e du s o r t , i l s e n l e v a i e n t avec des camions misses l e s decombres accumules pendant l a guerre p a r l e bombardement de l e u r s propres b a t t e r i e s * Nous ne c o n n a i s s i o n s de l a guerre dfEspagne  que ce qu'en  d i t l e manuel d ' h i s t o i r e a 1*usage des Lycees et C o l l e g e s (man u e l q u i prepare l e s Aleves au baccalaureat)., Gomme de r e t o u r  3 en France, nous r a c o n t i o n s ce p e t i t Episode a un de nos camarades d ' U n i v e r s i t e , i l r e v i n t l e j o u r suivant a v e c ' L ' E s p o i r ' d'Andre* Malraux e t 'Pour q u i sonne l e g l a s ' d'Ernest Hemingway. Tiens d i t - i l ,  s i t u es i n t e r e s s e par 1*autre c6te* de l a guerre,  v o i l a ce q u ' i l t e faut l i r e . Ne c r o i s pas t o u t , mais c e l a t'en donnera une bonne i d e e . Quelle idee ? Que nous r e s t e - i l de ces deux ouvrages?... Nous avons vu s u r t o u t des hommes q u i pour sauver l a Re'publique t r a v a i l l a i e n t avec l e s communistes; non pas q u ' i l s f u s s e n t communist e s eux-m§mes;-quelques uns l ' e * t a i e n t r mais l e s a u t r e s nous ont donne" 1'impression de c o l l a b o r e r avec l e P.C a f i n  d'arri-  v e r a sauver l a R£publique avec tout ce que c e l a comportait d ' e s p o i r pour l e s p e t i t s , l e s opprim^s* Sans pousser 1'analyse p l u s avant, nous avons ferme l e s deux l i v r e s , convaim,eus que, malgre t o u t , l e s communistes de*p e i n t s dans ces oeuvres, s ' i l s n ' e t a i e n t pas t o u j o u r s l e s he*r o s ou l e s p l u s purs, e t a i e n t au moins l e s p l u s e f f i c a c e s et se t r o u v a i e n t du bon c8t6. E s t - c e l a une fausse impression ou un manque de jugement q u i nous a f a i t v o i r des communistes la. ou d'autres n'en v o i e n t pas ?... Un manque de profondeur q u i nous a f a i t supposer l ' o r t h o d o x i e communiste l a oil d a u t r e s 1  n'ont v u u e des hommes q u i ne sont pas et ne peuvent pas e*tre a  orthodoxes a cause de l e u r independanee i n t e l l e c t u e l l e , de l e u r r e f u s d'epouser totalement une cause ?...  4  C'est ce que nous nous proposons d ' e t u d i e r en c h o i s i s sant comme s u j e t de c e t t e these "MALRAUX et l e COMMUNISME dans son oeuvre". Nous n avons pas 1 * i n t e n t i o n de prouver que M. B o i s d e f 1  f r e ou D a n i e l , Mounier et m§me Trotsky ont t o r t , que Malraux est un communiste ou q u ' i l a du moins mis d a u t h e n t i q u e s com1  munistes dans son oeuvre. Ce que nous d e s i r o n s e'tudier, e s t l a p a r t de communisme dans c e t t e oeuvre. Car s i tant de l i v r e s ont e*t£ e c r i t s pour prouver que l e s personnages p r i n c i paux, ne peuvent pas Stre des communistes, c'est b i e n q u ' i l s qemblent l'§tre» S ' i l y a v a i t l a une evidence, pourquoi e c r i re pour prouver ce q u i e s t evident© I I d o i t e x i s t e r a t r a v e r s c e t t e oeuvre, un soubassement, une f o n d a t i o n , une trame m a r x i s t e . La premiere impression du l e c t e u r non a v e r t i e s t q u ' i l a a f f a i r e a des rouges, a d e s ' f e l low t r a v e l l e r s " ou a des agents de Moscou o b ^ i s s a n t aux ordres et aux d i r e c t i v e s du p a r t i . Ce q u i d ' a i l l e u r s n'enleve pas l e u r s q u a l i t ^ s humaines, ne l e s empiche pas de douter, de commettre des e r r e u r s n i de se r ^ v o l t e r en face de 1'absurdity d'une cons i g n e ou d'un o r d r e . Souvent, s i l ' o n nous permet c e t t e comparaison, nous a vons devant nous des hommes q u i se trouvent dans l a p o s i t i o n du C h r e t i e n q u i se de"bat e n t r e  sa f o i et s a r a i s o n ,  sa r a i s o n  l u i prouvant i l l o g i q u e ee que s a f o i l u i commande de c r o i r e e t  5  q u i en f i n de compte d o i t s u i v r e sa f o i ou abandonner sa r e ligion. Beaucoup de s o c i a l i s t e s se rdclament du marxisme sans  pour c e l a v o u l o i r §tre assimil£s aux communistes de Moscou q u i pensent §tre l e s s e u l s d e p o s i t a i r e s de l a d o c t r i n e . On ne cont e s t e r a pas l a v a l e u r du p o i n t de vue des Moscovites. Marxisme et communisme seront done conside"res dans c e t t e analyse comme £tant l a me*me chose et nous nous proposons d'en f a i r e d'abord une courte e"tude. Notre premiere d^couverte d'Andre Malraux, i l  y a 10 ans,  nous ayant f a i t penser immediatement a un 'rouge', n o t r e but est de determiner ce q u i chez l u i et dans son oeuvre, se r a t t a c h a i t , a 1*epoque, au communisme*  0 0  0  & CHAPITRE I La d o c t r i n e communiste s e r a brievement etudiee, mee  et d e f i n i e . On s'en  resu-  t i e n d r a aux grandes l i g n e s et a ce qui  es;Jj gdn^ralement accepte par En comparant l'oeuvre  tous  0  de Malraux a c e t t e d o c t r i n e ,  nous pourrons s a v o i r s i o u i ou non,  son oeuvre est d ' i n s p i r a -  t i o n communiste« CHAPITRE I I Ce c h a p i t r e s e r a consacre a r e l e v e r tout ce qui n'est pas marxiste chez l ' a u t e u r . A rechercher  pourquoi et dans quel-  l e mesure, l e s c r i t i q u e s ont" c r u v o i r en l u i un a v e n t u r i e r i n d i v i d u a l i s t e, un homme qui i g n o r a i t volontairement t i q u e et ne v d y a i t dans l a r e v o l u t i o n que  l a dial<ee*r-  l e moyen de  trouver  l a f r a t e r n i t e ou son accomplissement personnel© CHAPITRE I I I L'aspect marxiste des oeuvres de Malraux s e r a s o u l i gne.  Quatre romans seront successivement etudies : -  Les Conquerants. La C o n d i t i o n Humaine. Le ffemps du Mdpris. L ' e s p o i r . (ce d e r n i e r marquant un changement d e c i s i f chez l ' a u t e u r )  CHAPITRE IV Ce d e r n i e r c h a p i t r e s e r a consecre' a 1'etude de l t o i r e de l'U.R.S.S de 1920 que  a 1937  1  his-  a i n s i qu'aux consequences  l e developpement du communisme en Russie  eut sur  1'evolution  7 de l a pensee de Malraux, CONCLUSION La p a r o l e  e s t donn^e a Andre Malraux chez q u i i l y a  du r e v o l u t i o n n a i r e et de l ' a v e n t u r i e r et q u i explique t i o n dans'l'Adresse aux Intellectuels'©  0 0  0  sa p o s i -  8 CHAPITRE I Une courte d e f i n i t i o n du marxisme est n e c e s s a i r e  pour  comprendre 1 ' a t t i t u d e de Malraux, et, l'opposant a c e t t e d e f i n i t i o n , nous pourrons mieux juger de s a p o s i t i o n . L a d i f f i c u l ty  est de r e s t e r dans l ' o r t h o d o x i e  e t de l a r e s p e c t e r . Gr une  orthodoxie q u i a s u b i des changements d i v e r s au cours des s o i xante d e r n i e r e s annees est d i f f i c i l e a d£finir. D'ou 1 ' o b l i g a t i o n de nous en t e n i r a ce que tout l e monde eonnait l o s o p h i e m a r x i s t e , d'en est  de l a p h i -  r e s t e r aux l i g n e s ge"n£rales et a ce q u i  accepts comme c o n s t i t u a n t l a base du dogmei 0 0  0  P o s i t i o n marxiste B i e n qu'agissant d'un  p l u s par r e a c t i o n negative  qu'en v e r t u  contenu p o s i t i f , l e marxiste ne propose pas tant  c a t i o n d'un systeme philosophique, l a c o n s t r u c t i o n d'un  1'edifi-  p o l i t i q u e et e"conomique, que  homme nouveau. L a p h i l o s o p h i e ,  l'economie,  l a societe* ne sont qu'au s e r v i c e de cet homme que l e marxisme d e s i r e de"barrasser  des c o n t r a d i c t i o n s q u i  Les i n s t i t u t i o n s pr^sentes,  l'entourent*  q u ' e l l e s a i l l e n t du f ^ o d a l i s -  me de l a Chine a l a s o c i e t e c a p i t a l i s t e de 1'Allemagne de 1935, en passant par l e regime s o c i a l e t p o l i t i q u e de Franco, impose a l'Espagne, sont detestees  par des m i l l i o n s d'hommes q u i encoa  9 re  a u j o u r d h u i se tournent v e r s l e marxisme. I l s v o i e n t en 1  l u i l e s e u l regime capable de l e s d e l i v r e r de l e u r c o n d i t i on pr^sente, l e s e u l systeme capable d ' e l a b o r e r e t de r ^ a l i ser  c e t t e t r a n s f o r m a t i o n de l'homme e t de l'humanit£. II  e s t probablement t r e s d i f f i c i l e de juger un mouve-  ment t e l que l e marxisme s i l ' o n n'y a pas adherd. Selon Marx en e f f e t , l a p h i l o s o p h i e ayant a t t e i n t son apogee, l e marxisme e s t un depassement de l a p h i l o s o p h i e q u i a p p a r a i t inadequate a a n a l y s e r 1'existence humaine. I I e x i s t e un t r o p grand d i v o r c e entre l a pensee philosophique t r a d i t i o n n e l l e e t 1 ' e x i s tence, ou s u i v a n t l a formule de Marx, entre " l e s chaumieres de l a r e a l i t e et l e s p a l a i s d'idees de l a philosophie"» Pour l u i , l ' i d e a l i s m e philosophique e s t p e t i t  bourgeois  et v i e u x j e u . Le communiste s'y opposant, se veut engage dans l a v i e , dans 1 ' h i s t o i r e a l a q u e l l e i l e s t attache* et avec l a q u e l l e i l marche. I I se veut l e l e v a i n du p r o l e t a r i a t par un engagement t o u t e n t i e r . I I s ' a g i t d ' i n t e r p r e t e r l e s donn^es h i s t o r i q u e s pour transformer l e monde et l e mettre au s e r v i c e d'un  homme nouveau, lui-m§me p a r t i e i n t e g r a n t e du monde. L'Hu-  manite e s t comme un courant q u ' i l f a u t d i r i g e r e t l e communisme ne propose pas une s o l u t i o n unique. On a d i t que son a t t i tude e t a i t semblable  a c e l l e de l a s c i e n c e q u i se contente d'un  p e r p e t u e l changement entre l a t h e o r i e e t l a p r a t i q u e q u i constamment remet en q u e s t i o n l a v a l e u r de l a t h e o r i e sans l a q u e l l e  10 i l ne p o u r r a i t y a v o i r de p r o g r e s . Sur l e p l a n philosophique,  cette attitude f a i t  compren-  dre immediatement que l e communiste ne peut pas e*tre un cont e m p l a t i f . I I ne peut se s a t i s f a i r e d 'une analyse de l a s i t u a t i o n , i l d o i t a g i r et t r a v a i l l e r a l a c o n s t r u c t i o n des lendemains q u i chantent. Une e r r e u r commune e s t de c r o i r e que l e communiste pense c o n s t r u i r e une cite" f u t u r e , une u t o p i e l i s t e dans l e genre de Proudhon. Marx ne l ' a jamais f a i t  sociaparce  qu'on ne peut s a v o i r exactement ce que s e r a demain, etant donne" que l'homme ne peut l e c o n c e v o i r qu'en se basant s u r ce qu' eonnait auj ourd * h u i .  0 0  0  La l u t t e de classe::;, donnee fondamentale Par d e f i n i t i o n , l'homme d'aujourd'hui  e s t conditionne  par l a s o c i e t e dans l a q u e l l e i l e s t o b l i g e de vivre.. Cette s o c i e t y , Marx n'est pas l o n g a en d e c o u v r i r l e s f a i b l e s s e s . D'un cpt£, l a p r o d u c t i o n de masse q u i exige un e f f o r t c o l l e c t i f , e t de 1'autre,  communautaire  l a p o s s e s s i o n par un tout p e t i t nom-  bre de ces moyens de p r o d u c t i o n . I I y a l a une c o n t r a d i c t i o n que seule l a s o c i a l i s a t i o n des moyens de p r o d u c t i o n pourra r6soudre.. Aux yeux de Marx, c e t t e t r a n s f o r m a t i o n se p r o d u i r a p a r 1 ' a c t i o n du p r o l e t a r i a t , l e g u e l e s t engage" q u ' i l l e v e u i l l e ou  II non dans l a l u t t e pour s a s u r v i v a n c e .  L a l u t t e de classce:: e s t  un f a i t , Marx pense q u ' i l ne l ' i n v e n t e pas et pourtant i l l a cree en l a f a v o r i s a n t . I I ne f a i t que c o n s t a t e r l e s ph&aomenes n a t u r e l s e t l e s d ^ c r i r e , sachant que toute tout s a v o i r e s t source de puissance, Une f o i s conscient  connaissance,  d'action,  de 1 ' h i s t o i r e et de s a condition, l e  p r o l e t a r i a t s e r a l e fossoyeur  du c a p i t a l i s m e . Le Marxiste est  c e l u i q u i r e a l i s e e t comprend q u e l est l e sens de 1 ' h i s t o i r e et q u i une f o i s conscient  de c e l a se j e t t e corps e t ame dans  l a b a t a i i l e , p a r t i c i p e a un mouvement q u i est i r r e s i s t i b l e q u ' i l e s t une e v o l u t i o n n e c e s s a i r e humaines et de l'humanite toute  puis-  dans 1 * h i s t o i r e des r e l a t i o n s  entiere.  B i e n qu'on pense aujourd'hui §ue l e communisme est p r o bablement l a p l u s dogmatique des p h i l o s o p h i e s , l e communisme est en d e r n i e r e analyse,  oppose au dogmatisme. Comme beaucoup  de communistes l ' a f f i r m e n t , l e marxisme n'est pas une t h e o r i e mais davantage un o u t i l , une methode q u i l e u r permet de comprendre h i e r , aujourd'hui,  e t d'aider demain a n a l t r e . Ce q u i  f a i t l a v a l e u r de c e t o u t i l , c'est q u ' i l permet de dissequer, d ' o u v r i r , de r e v i l e r l a r e a l i t e mais a u s s i de donner l e s moyens de changer c e t t e r e a l i t e dans l a d i r e c t i o n voulue, dans l e sens du progres  de l'humanite.  Le communiste e s t done avant tout un homme q u i se p l i e aux f a i t s , i l n'invente pas un systeme q u ' i l essaye ensuite de r e a l i s e r . Au c o n t r a i r e , i l accepte l e s f a i t s e t t r a v a i l l e avec  12 eux dans l e sens de l h i s t o i r e pour changer l a s i t u a t i o n p r e 1  sent e. Ayant analyse" l a s i t u a t i o n et s'etant engage dans l a bat a i l l e , l e s conununistes f o n t f i g u r e de conscience du p r o l e t a r i a t . Hon pas de conscience morale mais de conscience au sens d'etre c o n s c i e n t de ce q u i e s t et de ce q u i s e r a . Car c'est l e p r o l e t a r i a t s u r q u i repose l a tache de f a i r e d i s p a r a i t r e l e s contradictions  de l a societe* c a p i t a l i s t e avant que ces con-  t r a d i c t i o n s ne tuent l'homme, Cette tache repose s u r l e p r o l e t a r i a t pour l a simple  rai-  son q u ' i l e s t l a c l a s s e q u i s o u f f r e l e p l u s dans s a c h a i r e t dans son e s p r i t . C'est l u i q u i e s t l a p l u s m i s e r a b l e v i c t i m e de l ' ^ t a t present et c'est l u i q u i par s a f o r c e num^rique et par s a p o s s e s s i o n des o u t i l s de p r o d u c t i o n de"livrera l'homme de 1'oppression et g u e r i r a l a maladie dont s o u f f r e toute l a s o ciete, 0 G  0  Le p a r t i instrument du progres Seuls l e s p r o l e t a i r e s peuvent f a i r e avancer l a cause de l'humanite. Done toute r e v o l u t i o n , r e b e l l i o n ou a c t i o n  indivi-  d u e l l e e s t p a r l a m§me anarchique et voue"e a l ' e c h e c . E l l e r e n f o r c e l a c o n t r e - r e v o l u t i o n s i e l l e n'est pas une r e v o l u t i o n p r o l e tarienne, Cette conception de l a r e v o l u t i o n , f r u i t de 1 ' a c t i o n de  13 toute une c l a s s e , e x c l u t naturellement pas,  l e meneur. I I n e x i s t e 1  et c'est l a masse toute e n t i e r e q u i p r o d u i t l a r e v o l u t i o n .  Ce q u i n'empe'che pas que l a masse toute puissante e s t b i e n souvent aveugle.  I I f a u t done l u i f a i r e prendre conscience.  C'est  l a que l e s communistes comme l e l e v a i n de l a pSte, jouent l e u r p l u s grand r 6 l e ; seulement a 1'oppose du C h r e t i e n , l e u r a c t i o n se s i t u e sur l e p l a n t e r r e s t r e e t non sur l e p l a n d i v i n q u i n'est qu'une i n v e n t i o n f a i t e pour garder l'homme dans ses chafnes. Parmi l e s communistes eux-memes, i l f a u t une o r g a n i s a t i o n pour c a n a l i s e r l a masse et d i r i g e r I ' a c t i o n . Seuls l e s chefs, ceux q u i ont une p l u s haute conscience  de 1 ' e v o l u t i o n ,  auront  l ' a u t o r i t e n d c e s s a i r e pour d e c i d e r de ce q u i v a dans l e sens de 1'histoire. Les moyens d'une t e l l e r e a l i s a t i o n r e s i d e n t dans l e p a r t i q u i est 1 ' o u t i l q u i transforme  t o u t . Le p a r t i etant 1 ' i n s t r u -  ment e s s e n t i e l , i l est normal que tout l u i s o i t subordonne. I I est o r g a n i s t en quelque s o r t e comme une ruche, son ordre  doit  S t r e impeccable pour e t r e e f f i c a c e . S i un c o n f l i t oppose un i n d i v i d u au p a r t i , i l est evident que ce d e r n i e r passe b i e n audessus de l'inter§t personnel  q u i l u i s e r a s a c r i f i e s i c e l a est  n e c e s s a i r e . C e l a ne veut pas d i r e que l a l i b e r t e a l ' i n t e r i e u r du p a r t i n ' e x i s t e pas. L a d i s c u s s i o n est l i b r e avant l a d e c i s i o n , mais une f o i s c e t t e d e r n i e r e p r i s e , i l n'y a p l u s moyerf^  J  de l a remettre tis  perp^tuellement  4  en q u e s t i o n comme dans l e s par-  bourgeois. Pour l e communiste q u i ne v o i t pas l a c o n t r a d i c t i o n de  ces p o s i t i o n s , i l n*y a pas non plus de v e r i t e n i de l i b e r t y d'engagement hors du p a r t i . I I y a seulement une l i b e r t y communautaire et pas d a c t i o n p e r s o n n e l l e c a r l e communiste n'a 1  aucune sympathie pour l ' a n a r c h i e . I I a t t e n d r a l e j o u r ou toutes l e s f o r c e s p r o l e t a r i e n n e s , se souleveront, i l o r g a n i s e r a l a r e v o l u t i o n mais i l ne p l a c e r a pas de bombe sous l a v o i t u r e de Chang-Kai-Shek. Le membre du p a r t i s e r a done obeissant et devoue, i l s u i v r a l e s consignes  e t l e s ordres, y s a c r i f i e r a sa  v i e s i cela est necessaire p u i s q u ' i l a l a f o i . Cette a t t i t u d e explique l a f o i du marxiste q  dans l e p a r t i  u i represente a ses yeux 1' element l e p l u s avance" de l a revo-  l u t i o n . Le p a r t i et ses chefs sont d ' a i l l e u r s a t o u t i n s t a n t en contact avec l a masse. l i s ne peuvent s'en d i s s o c i e r et l e u r but n'est pas de l u i imposer une idee etrangere, mais de l u i f a i r e r e a l i s e r son p o t e n t i e l et de l u i f a i r e prendre c o n s c i e n ce de ce q u ' e l l e e s t . Cette i n t e r a c t i o n masse-chefs e s t necess a i r e c a r l e p r o l e t a r i a t sans o r g a n i s a t i o n n'est qu'une f o r c e b r u t a l e et l e chef q u i s'en e l o i g n e perd l e c o n t a c t . Suivant l e s enseignements de S t a l i n e , l e but des commun i s t e s e s t d ' i n s t r u i r e l e s masses mais a u s s i de s * i n s t r u i r e aupres d ' e l l e s . Toute a c t i o n q u i ne s u i t pas ces simples pr<Scep-  15 tes e s t vouee a l ^ e c h e c . La n o t i o n de c l a s s e , e*tant a l a base de toute d i s t i n c t i o n , l e communisme se veut i n t e r n a t i o n a l et u n i v e r s e l . Tous l e s hommes peuvent d e v e n i r c o n s c i e n t s de  In-  v o l u t i o n de l'humanite, G  0  0  La n o t i o n de v a l e u r s La l u t t e ne va pas se d ^ r o u l e r s u r l e p l a n theorique seulement,  c'est une l u t t e a mort et dans c e t t e l u t t e l e communis-  te e s t un combattant.  I I est e n t r e  en guerre contre ses ennemis  et ne s'arr£tera que quand i l s e r a maitre de l a s i t u a t i o n . Comme M. Khrouchtchev  l ' a recemment r a p p e i e aux Nations Unies, l e  communisme compte e n t e r r e r l e c a p i t a l i s m e . C'est une l u t t e  sans  merci et seule l a d e s t r u c t i o n de 1'ennemi amenera l a f i n de l a l u t t e . I n u t i l e d ' a i l l e u r s pendant c e t t e b a t a i l l e a mort d'invoquer l e s conceptions bourgeoises de l a guerre. Les i d e a l i s t e s q u i comptent l'humaniser ne f o n t que l e j e u des bourgeois et de l e u r c l i q u e r e a c t i o n n a i r e . Ce n'est pas s u r l e s i n t e n t i o n s q u ' i l f a u t juger l e c a p i t a l i s m e , i l e s t p l e i n de bonnes i n t e n t i o n s , mais dans l a p r a t i q u e et s u r ses a c t e s c o n c r e t s . C'est s u r ce p l a n que l e s communistes s'accordent a l e t r o u v e r d e f a i l l a n t et anti-humain, b i e n q u ' e t a n t en t r a i n de r e m p l i r son r & l e dans dans I n v o l u t i o n de l'homme depuis l ' e t a p e du t r i b a l i s m e p r i m i t i f jusqu'au communisme de demain.  16 Ce r o l e t i r e a sa f i n et l a societe" e s t en t r a i n d'accoucher de l'homme nouveau. La r e v o l u t i o n va en quelque s o r t e l e v e r l e v o i l e q u i empeche l'homme de passer de l a conscience a l i e n e e a l a conscience met  r e s i l e . Seule l a r e v o l u t i o n v i o l e n t e per-  c e t t e t r a n s f o r m a t i o n . Un compromis entre l e s p o s i t i o n s , non  seulement e s t i l l u s o i r e mais a u s s i dangereux pour l a cause de l'humanite. Le monde c a p i t a l i s t e e s t b i e n t r o p v i l pour esp^rer pouvoir  en t i r e r quo if que ce s o i t . I I f a u t r e p a r t i r a ze"ro, r a -  s e r toutes l e s fausses v a l e u r s et en c r e e r de n o u v e l l e s , c a r l e communiste ne d e s i r e pas v i v r e sans v a l e u r s , n i sans p r i n c i p e s comme c e r t a i n s ont pu l e c r o i r e . I I a tout simplement des v a l e u r s d i f f e r e n t e s q u i ne sont pas basees s u r un d i e u ou s u r une morale d t e r n e l l e e x t e r i e u r e a l'homme. Pour l e marxiste,  c'est  l'homme q u i cree ses v a l e u r s et e l l e s he v a l e n t que par rapport alui. I I l u i f a u t done t r a v a i l l e r dur, p r o d u i r e , se debarrasser d'abord de l a misere et de l a pauvrete. Une f o i s l'homme debarr a s s e de 1 ' e x p l o i t a t i o n , son a t t i t u d e v i s - a - v i s du l a b e u r chang e r a . Le t r a v a i l deviendra une oeuvre c r e a t r i c e , un peu dans l e s t y l e du t r a v a i l de 1 ' a r t i s t e q u i p r o d u i t non sous l a c o n t r a i n t e , mais pour s a t i s f a i r e l e b e s o i n de s'exprimer. Comme 1 ' o e u v r e d'art g r a n d i t 1 ' a r t i s t e , l e t r a v a i l rendra m e i l l e u r l ' o u v r i er, l'humaniserao Dans c e t t e n o u v e l l e p e r s p e c t i v e , 1 ' e x p l o i t a t i o n de l'hom-  17 me par 1'h.omme disparaf/t. I I ne r e s t e que c e l l e de l a nature par l'homme. Toute v a l e u r ne pourra §tre fondee que s u r 1 ' i n t e l l i g e n c e s'appliquant  a transformer  l e monde.  Les v a l e u r s du p r o l e t a r i a t bashes sur l e t r a v a i l , superieures que  sont  a toutes l e s autres v a l e u r s morales e t a n t donne*  l e p r o l e t a r i a t e s t l a c l a s s e l a p l u s avancee h i s t o r i q u e -  ment. Les v a l e u r s bourgeoises non seulement sont e g o i s t e s , f i gees  et decadentes, mais de p l u s , e l l e s sont r e a c t i o n n a i r e e ,  c ' e s t - a - d i r e q u ' e l l e s ne s ' i n s c r i v e n t p l u s dans l e sens de 1 * h i s t o i r e . En 1789, e l l e s ont s e r v i l e u r but, s i ete  e l l e s ont aus-  u t i l e s l o r s de l a r e v o l u t i o n i n d u s t r i e l l e mais c e t t e r e -  v o l u t i o n a c r e e une autre s i t u a t i o n e t d'autres v a l e u r s . Val e u r s q u i sont l e s seules r a t i o n n e l l e s dans l e present  eontex-  tec Le p r o l e t a r i a t l u t t e pour imposer ses v a l e u r s . C'est une l u t t e t o t a l e contre l a s o c i e t e  c a p i t a l i s t e qui oblige l e t r a -  v a i l l e u r a se vendre au p l u s o f f r a n t , a a l i e n e r s a l i b e r t e en echange d'un s a l a i r e . Le l i b e r e r e s t l e premier but de toute a c t i o n puisqu'aujourd'hui,  1 ' a l i e n a t i o n e s t une donnee fonda-  mentale. Poussant p l u s l o i n c e t t e analyse,  l e marxiste a r r i v e a  penser que l a morale et l a r e v o l u t i o n p r o i e t a r i e n n e ne f o n t qu'un. S'opposer a c e t t e d e r n i e r e , c'est §tre r e a c t i o n n a i r e e t immoral puisque c'est s'opposer au b i e n . P a r l e 'bien', i l f a u t p r e c i s e r ce qu'entend l e marxiste q u i r e f u s e tout d i e u ,  toute  18 v a l e u r transcendarite. S e u l est b i e n ce q u i est b i e n pour l'homme  t e l que  l e marxisme l e c o n g o i t . 0 0  0  Le sens de 1 ' h i s t o i r e •  Tout ce qui s u i t l e courant  \  de 1 ' h i s t o i r e est bon,  tout  ce q u i s'y oppose est mauvais. I I s u f f i t d'e'couter l a r a d i o , de s u i v r e tant s o i t peu l e s n o u v e l l e s pour comprendre que  dans l a v i e p r a t i q u e , l e s commu-  n i s t e s de Moscou, suivent c e t t e l o g i q u e . L'Arme'e Frangaise Algerie, a l l a i t  contre l e sens de l ' h i s t o i r e , car c ' e t a i t  en une  armee c a p i t a l i s t e , mais 1'Armee Russe en Hongrie ne f a i s a i t du b i e n en ecrasant  que  l e s ennemis du p r o l e t a r i a t , Ce q u i est peufe-  §tre dur a a c c e p t e r par un non marxiste, e s t l o g i q u e pour c e l u i q u i est p r o g r e s s i s t e , puisque §tre p r o g r e s s i s t e , c'est a u s s i £tre moral© On p o u r r a i t en conclure que j u s t i f i e l e s moyens? I I s'en  pour un communiste, l a f i n  d e f e n d r a i t en d i s a n t que  c e l u i qui  veut l a f i n d o i t v o u l o i r l e s moyens, s u r t o u t s i l a f i n est r a l e , l e s moyens ne pourront p a r a i s s e n t pas t e l s aux non Tout changement n'est a des  que  l*§tre a u s s i meme s ' i l s  mon'ap-  marxistes. d ' a i l l e u r s pas forcement bon.  II y  changements auxquels l e marxiste s'oppose, i l y a des v i e -  19 t o i r e s q u i ne sont pas dans l e sens de l ' h i s t o i r e , i l y a a l l i e s q u i ne sont que et  des  ennemis. L exemple de l'Allemagne 1  de 1 * I t a l i e f a s c i s t e , sont f l a g r a n t s . Ces deux  aux yeux des  des  communistes n ' e t a i e n t  conceptions,  qu'une n o u v e l l e  adaptation  du c a p i t a l i s m e pour se s u r v i v r e a lui-m§me. Mo.scou a etd une  des  seules c a p i t a l e s a d^oruier sonappui a  l a Republique Espagnole c a r de l a democratic au communisme, i l n'y  a qu'un chemin n a t u r e l , mais l e fascisme est un pas  en a r -  r i e r e , un renforcement de l ' o r d r e bourgeois, Le marxiste est done un r e V o l u t i o n n a i r e , toute  Evolution  de l a s o c i e t e bourgeoise n'est pour l u i q u ' h y p o c r i s i e ,  que moyen  de perpetuer l ' o r d r e a c t u e l l e q u e l est mauvais. La s i t u a t i o n est  desesper£e, i l n'y  a aucune p o s s i b i l i t y de se sauver sinon  par l a r e v o l u t i o n , par l a d e s t r u c t i o n complete. De morphose s o r t i r a cet i d e a l , me  c e t t e meta-  cet immense e s p o i r q u i est l'hom-  nouveau. Du p i r e desespoir,  absolu,  l e marxiste passe a 1'espoir  l e plus  du cocon ou. i l e t a i t enferme, s o r t l e p a p i l l o n dans  toute sa beaute. I I a l a croyance en un progres i l l i m i t e , i l espere que  l'humanite sera un  jour bonne et heureuse mais i l  h a i t a u s s i ceux q u i s'opposent a l a r e a l i s a t i o n de ses  plans.  Pour l e s r e a l i s e r , l e marxiste m i l i t e , t r a v a i l l e ,  orga-  n i s e , p r o d u i t , arme, c o n t r 6 l e , f a i t de l a propagande, i l est un o u v r i e r de sa cause. Dans sa l u t t e i l ne devra pas  &tre ar_-  20 r§t£ par l e s entraves  t r a d i t i o n n e l l e s q u i b r i s e r a i e n t son e-  l a n . Chacun de ses gains dans l e sens d'une p l u s grande emanc i p a t i o n , amenera p a r oontre-coup p l u s de l i b e r t e et c o n t r i b u e r a a l a r e a l i s a t i o n du p l a n g e n e r a l dont i l e s t c o n s c i e n t . Car s a p h i l o s o p h i e e s t o p t i m i s t e et i l ne doute pas un moment que  l'homme ne se l i b e r e e t ne devienne maltre de lui-m§me et  de l ' u n i v e r s . 0 0 Le Marxisibe  0  'homme l i b r e ' -  La l i b e r t y a pour Marx une autre consequence. If'est  li-  bre que c e l u i q u i ne d o i t r i e n qu'a lui-m&me. Dieu l e c r e a t e u r a q u i l ' o n d o i t l a v i e et q u i decide de notre mort, n'est nat u r e l l e m e n t pas l e bienvenu dans une t e l l e c o n c e p t i o n . I I en est done e x c l u , l a i s s a n t l a p l a c e a 1'immense e s p o i r d'une homme en progres  constant. Progres q u i ne se r e a l i s e que dans une  s o c i e t y sans c l a s s e , par consequent sans i n j u s t i c e , s a n s exp l o i t a n t s et e x p l o i t e s . Toute r e f e r e n c e a une r e l i g i o n est r e j e t e e , c a r comme l e s communistes l ' o n t b i e n souvent proclamy, c e t opium du peuple ne s e r t qu'a endormir l e s a c t i v i t e s humaines et l'homme q u i se c o n c o i t comme etant son propre  c r e a t e u r , n'a pas b e s o i n de s o -  p o r i f i q u e pour l u i f a i r e v o i r des jours m e i l l e u r s . I I se cree journellement  et c e l a e s t important,  ear l'homme marxiste e s t  21 i n t e r e s s e avant tout par I ' a c t i o n p r ^ s e n t e . Le but l o i n t a i n et i m p r e c i s e s t apres tout peu important, puisque quand i l s e r a a t t e i n t , l'homme ne s e r a p l u s l'homme d a u j o u r d h u i . 1  1  Le marxiste a g i t done en homme de pens£e mais ses a c t i o n s ne sont pas pour l a s o c i e t e i d ^ a l e de demain, mais pour resoudre l e s problemes p r e s e n t s . Un de ces problemes e s t de transformer l a democratie  c a p i t a l i s t e , en democratie  c a r l a b e l l e devise L i b e r t 6 - E g a l i t e - F r a t e r n i t e , n'est  reelle, apres  tout qu'une a b s t r a c t i o n pour l a grande m a j o r i t e , un mythe q u i s e r t a r e c o u v r i r une r e a l i t e b i e n d i f f d r e n t e , un opium q u i n'est pas m e i l l e u r que c e l u i impose p a r l e s e g l i s e s . Quand l ' E t a t s e r a conduit p a r l e s prole'taires, par l e s t r a v a i l l e u r s eux-memes, a l o r s seulement d i s p a r a i t r o n t ces i n j u s t i c e s et avec e l l e s eventuellement  l'Etat,  Tout marxiste s a i t que c'est l a une r e a l i t e encore  loin  d'etre a t t e i n t e et que chacun d o i t r e c e v o i r une j u s t e remuner a t i o n d'apres son travail© "A chacun s e l o n ses besoins",n'est pas encore pour demain, mais au moins tout t r a v a i l , l a revol u t i o n accomplie ne pourra s e r v i r a e n g r a i s s e r des c a p i t a l i s t e s de Hong-Eong ou de Londres. Meme s i une s o c i e t e basee s u r "A chacun s e l o n son t r a v a i l " e s t dure pour c e l u i q u i e s t d£fav o r i s e p a r l a nature, au moins c'est l a p l u s j u s t e e t l a p l u s digne et e l l e a l'avantage d'etre p l u s morale. On a d i t que comprendre l e marxisme, c'est comprendre l e s  22 t e r r i b l e s c o n d i t i o n s dans l e s q u e l l e s v i v e n t l e s p r o i e t a i r e s dont Marx a d e c r i t l e s dures c o n d i t i o n s d ' e x i s t e n c e . I I ne s'est pas contente d'une simple d e s c r i p t i o n des f a i t s , 1'anal y s e ne se s u f f i s a n t pas i l a e n s u i t e preconise une methode d'action, 0 0  0  Conclusion Nous avons t r a c e en quelques pages, l e s grandes l i g n e s du Marxisme. Notre d e s i r n'est pas de montrer que Malraux en s a v a i t autant, ce dont nous ne doutons pas, mais b i e n p l u t 8 t de s a v o i r s i ses personnages a g i s s e n t d'apres ces p r i n c i p e s g^neraux. Aucun d'entre eux n'est un " i n t e l l e c t u e l marxiste". Aucun d'entre eux, n'est un "th£oricien du marxisme" et beaucoup ne sont pas orthodoxes.  IHs commettent des e r r e u r s , i l s  sont souvent here*tiques et Trotsky lui-meme d i s a i t de Malraux, qu'une bonne dose de marxisme l u i f e r a i t du b i e n . Trotsky q u a l i f i e d mais l ' e t a i t - i l vraiment  etait  ?... A moins que ee ne f u t  S t a l i n e q u i f u t q u a l i f i e pour d e f i n i r l e marxisme et l ' o r t h o d o x i e . S t a l i n e ?... Mais non,  c e l a est faux, puiSque M. Khroucht-  chev a denonce ses e r r e u r s t a n t theoriques que p r a t i q u e s . Ce d e r n i e r a son t o u r n'est pas t o u j o u r s d'accord avec cet autre grand t h e o r i c i e n et philosophe Mao-Tse-Toung.  23 V o i l a ou r e s i d e l e probleme. Nous avons essaye d a n a l y 1  s e r l e marxisme et ne pouvons a l l e r p l u s l o i n c a r l e s d i s a c cords a i n s i que l e s d e v i a t i o n s  commencent. I I issste done a v o i r  dans q u e l l e mesure l e s personnages de Malraux sont de bons m a r x i s t e s et dans q u e l l e mesure i l s s'ecartent losophie,  0 0  0  de c e t t e p h i -  24  CHAPITRE I I Les c r i t i q u e s et Andre" Malraux lui-m£me que  l e s heros des  romans e t u d i e s ne sont pas  toutes c i r c o n s t a n c e s les  de p a r f a i t s m a r x i s t e s .  personnages montrent M e n  toujours  et  I I est v r a i  des d e v i a t i o n s ,  bourgeois, d e s i r de puissance,  reconnaissent en que  individualisme  manque de conscience p r o l e t a -  r i e n n e , r e f u s de s ' i n t e g r e r a l a r e v o l u t i o n , r e j e t de l ' a s f e c t s c i e n t i f i q u e du marxisme et de l ' i n e i u c t a b i l i t e de l a v i c t o i r e et m§me sceptieisme re.  v i s - a - v i s de 1 ' i n t e r p r e t a t i o n de  C'est done l e manque d'orthodoxie communiste dans l a con-  d u i t e des personnages que Cet aspect que  l'histoi-  nous desirons mettre en evidence,,  est vu i c i assez brievement c a r c'est un de ceux  l a c r i t i q u e a f a i t l e plus  ressortir*  Nous nous bornerons a quelques c r i t i q u e s en procedant par themes : -  Individualisme.  - A t t i t u d e des heros v i s - a - v i s des p r i n c i p e s  du  socialismeo - Theme de l a f r a t e r n i t e et p o s i t i o n de Malraux face a l ' a b s u r d i t e de l a v i e et de l a mort* La c r i t i q u e des  "Conquerants" par Leon Trotsky  s e r a aus-  s i e t u d i e e , c a r e l l e f a i t r e s s o r t i r l e dogmatisme i n t r a n s i g e a n t du S t a l i n i s m e de l'oeuvre Une  et 1'ignorance de l a d i a l e c t i q u e dont l e s h e r o s  f o n t preuve,  d e r n i e r e s e c t i o n s e r a consacree a l a v i e p o l i t i q u e  et a v e n t u r i e r e de l ' a u t e u r , a l l a n t de 1923 a 1937. Une  25  etude systematique et par roman s e r a f a i t e dans un  autre c h a p i t r e l o r s q u e nous determinerons 1 ' a s p e c t m a r x i s t e .  0 0 Que vre  0  ce s o i t Gaetan P i c o n ou P i e r r e Brodin, dans son l i -  "Presences Contemporaines",  Guy Robert ou Andre  Patry,mon-  t r a n t maints "Visages d Andre Malraux", ou encore P i e r r e de 1  B o i s d e f f r e dans son etude sur Malraux, tous ces c r i t i q u e s tombent d*accord pour c i t e r des passages t i r e s de l o e u v r e de ce 1  d e r n i e r et l e montrer comme un r e v o l u t i o n n a i r e mais avant tout un r e v o l u t i o n n a i r e  individualiste.  I n d i v i d u a l i s m e et communisme ne s'opposent pas n e c e s s a i rement, mais i l s semblent s ' e x c l u r e dans 1 ' o e u v r e  de Malraux  a cause de 1 ' i n d i v i d u a l i s m e forcene" de ses heros. Gaetan P i c o n d i t : -" Malraux, on l e s a i t , e s t un e c r i v a i n r e v o l u t i o n n a i r e . l a R e v o l u t i o n n'est pourtant pas l e theme fondamental de son oeuvre, parce q u ' e l l e n'est qu'une forme p a r t i c u l i e r e de 1 ' a c t i o n , l e v r a i s u j e t de Malraux, ce n'est pas l a R e v o l u t i o n , c'est l a "Lutte avec l'Ange", une v i s i o n de l ' a v e n t u r e humaine q u i v o i t s a grandeur dans son a p t i t u d e "a mettre l e monde en q u e s t i o n " . La R e v o l u t i o n est une forme p r i v i l e g i e e de l ' A c t e . La p l u s urgente de t o u t e s , et l a mieux accordee aux exigences de notre temps". I I I continue d ' a n a l y s e r 1 ' o e u v r e personnage  de Malraux et prend l e  de Garine comme etant un des p l u s s i g n i f i c a t i f s et  26 des  plus  revelateurs -" lie le de  A  ces  de  l a  pensee  i l n'est  ecoutons  le  l'auteur.  Pour Garine, l a Revolution est avant u d'un destin personnel. Decouvrir : plus efficace de s a f o r c e . E x e r c e r : puissance". 2  tout le l'emploi le besoin'  paroles  font  de  Garine,  celles  - " se l i e r a une grande pas l a lacher..... Jouer sa v i e sur un jeu et  de  que  d'ajouter  parler  de  action plus  quelques  Perkens  quelconque  grand  parole  que  de  echo  et  :  ne  soi".3  Garine  lui-meme,  :  -" Et j ' a u r a i s f a i t un mauvais missionnaire pour une a u t r e r a i s o n : j e n ' a i m e pas l e s hommes. J e n ' a i m e p a s meme l e s p a u v r e s g e n s , l e p e u p l e , ceux e n somme p o u r q u i j e v a i s combattre... - Tu l e s p r e f e r e s aux a u t r e s , c e l a r e v i e n t a u mfme. - J a m a i s de l a v i e I - Q u o i , j a m a i s de l a v i e ? . . . T u ne l e s preferes p a s o u c e l a n e r e v i e n t p a s a u m§me ?... - Je les prefere, mais uniquement parce qu'ils sont l e s v a i n c u s . O u i , i l s o n t , dans 1'ensemble, p l u s de c o e u r , p l u s d ' h u m a n i t e que l e s autres; v e r t u s de v a i n c u s . . . Ce q u i e s t b i e n c e r t a i n c ' e s t que j e n ' a i q u ' u n d e g o u t h a i n e u x p o u r l a b o u r g e o i s i e dont je s o r s . Mais qUant aux a u t r e s , je sais s i bien q u ' i l s deviendraient ab^jects, des que nous a u r i o n s t r i o m p h e e n s e m b l e . . . Nous avons en commun n o t r e l u t t e , e t c ' e s t b i e n l e p l u s c l a i r . . . " 4 II tout des  estsdes  plus  bon marxiste. camarades  nuire  a  q u ' i l  ne  l a  geois  qui  cause.  n'y  Le mal  jamais  a tout fait  II  proletaires  pourra  a:renoncer  certain  ce  a et de  qu'un  l a  q u u n hem'me  je  qu'un  egoisme Garine  adherer  que  t e l  desir  de  de  que  suis". Trace  ce  ferait  fremir  puissance,mepris  personnel  vient  a quoi  desire  langage  ce  qui  ne  q u ' i l  soit  peut  qae  pense  sans  avoir  d ' i n d i v i d u a l i s m e bcu:r-  et c r o i t e x i s t e r  iniependaimnent de  27  sa s o c i e t e .  Avec j u s t e s s e Gaetan P i c o n , montre que quand Garine a f firme : -" pas de f o r c e , meme pas de v r a i e v i e , sans l a c e r t i t u d e , saris l a h a n t i s e de l a v a n i t e du monde".. "5 il  n'y a pas a l o r s p o s s i b i l i t e d'une v r a i e r e v o l u t i o n . I I en  est de meme quand i l d i t que : -" mon a c t i o n me rend aboulique a l ' e g a r d de tout ce q u i n'est pas e l l e , a commencer par ses r e s u l t a t s . S i j e me s u i s l i e s i f a c i l e m e n t a l a d e v o l u t i o n , c'est que ses r e s u l t a t s sont l o i n t a i n s et t o u j o u r s en changement. Au fond, j e s u i s un joueur, comme tous l e s joueurs j e ne pense qu'a mon jeu..."6 Malraux lui-meme ne nous l a i s s e pas dans 1'equivoque. Garine n'est pas un communiste a cause de son i n d i v i d u a l i s m e , c'est c l a i r et n e t . N i e o l a e f f l e d i t et en analyse l e s raisons, l u i q u i e s t un agent completement attache au p a r t i . -" I I n'est pas communiste, v o i l a . Moi, j e m'en fous, mais,tout de meme, Borodine e s t l o g i q u e : i l n'y a pas de p l a c e dans l e communisme pour cel u i q u i veut d'abord... e t r e lui-me'me, e n f i n , e x i s t e r separe des a u t r e s . . . - l e communisme s oppose a une conscience i n d i v i d u e l l e ?... - I I exige davantage... L ' i n d i v i d u a l i s m e e s t une maladie bourgeoisei'..'^ 1  Garine recherche une c e r t a i n e forme de puissance. I I s'est engage dans 1 ' a c t i o n anarchisante et r e v o l u t i o n n a i r e t o u t en se moquant de ces " c r e t i n s " incapables de v o i r que l a seule " r a i s o n q u i ne s o i t pas une parodie e s t l ' e m p l o i l e p l u s e f f i c a c e de s a f o r c e " . Pour r e a l i s e r ce r§ve q u i implique toute  l i b e r t e d ' a c t i o n et de pensee, Garine r e f u s e d ' o b i i r aveuglement et d i t : -" Je n ' a i pas laisse* l'Europe dans un.coin comme un sac de c h i f f o n s , . . . . pour v e n i r enseigner i c i l e mot obeissance, n i pour l'apprendre". ® En d'autres termes, n i Malraux,  n i ses personnages ne  sont pr§ts a se p l i e r a quoi que ce s o i t q u i l e u r e s t impose. Dans ces c o n d i t i o n s , P a t r y c o n c l u t : -" On comprendra a l o r s que Garine n ' a i t r e t e n u du marxisme qu'une techniquejptqu'un moment h i s t o r i q u e f a v o r a b l e a l'epreuve de c e t t e technique. Le marxisme n'est pour l u i qu'.une"m£thode d' o r g a n i s a t i o n des passions o u v r i e r e s , qu'un moyen de r e c r u t e r chez l e s o u v r i e r s des troupes de ."choc". L ' a t t i t u de de Garine a l ' i g a r d du marxisme r a p p e l l e , s o u s uh c e r t a i n a s p e c t , c e l l e de Malraux lui-meme. B i e n q u ' i l c o l l a b o r e etroitement avec l e s communistes, Malraux n'est jamais entre* dans l e s rangs du p a r t i communiste. Le Biassemblement du Peuple Francais,que d i r i g e l e General de G a u l l e , e s t l e s e u l p a r t i p o l i t i q u e auq u e l i l a i t pleinement adhe*re". 9 Quelle e s t l a r a i s o n profonde de c e t t e s o r t e de d i v o r c e q u i e x i s t e des l e d£but, entre l'homme q u i l u t t e et l e s y s t e me dans l e q u e l i l  d o i t s ' i n t e g r e r ? Malraux nous donne l a r e -  ponse dans une i n t e r v i e w accordee a l a Revue Monde : Garine represente a un haut degre, l e sens t r a g i q u e de l a s o l i t u d e humaine q u i n ' e x i s t e guere pour l e communiste T r o t s k y d e c l a r e carrement  orthodoxe,  dans sa c r i t i q u e des Conque*-  rants : - I I manque au l i v r e une a f f i n i t e n a t u r e l l e entre l ' e c r i v a i n , malgre tout ce q u ' i l s a l t et comprend, et son heroine l a R e v o l u t i o n " . *0  29 Pourquoi  e e l a ? ... pour p l u s i e u r s r a i s o n s . Malraux a  tout d'abord suivant Trotsky l e s "ide"es corrodees p a r l e s out r a n c e s de 1 ' i n d i v i d u a l i s m e . et du c a p r i c e e s t h e t i q u e " , mais en p l u s i l est a u s s i enormement p e t i t bourgeois,  i l ne v o i t  pas l e s p r o l e " t a i r e s . I I ressemble beaucoup a ces jeunes n o r i t o s " que nous decouvrons dans"L'Espoir" l e u r a v i o n confisqug p a r l a Republique,  sont  "se-  et q u i ayant eu naturellement  passes dans l e s rangs des f r a n q u i s t e s . La p o s i t i o n de Kyo,  un des heros de "La C o n d i t i o n Hu-  maine", est r e v e l a t r i c e du c o n f l i t d'un homme voulant  attein-  dre l a l i b e r t e , mais q u i e s t p r i s d'un cote entre l a s o l u t i o n apparaissant comme l a p l u s e f f i c a c e sur l e p l a n l o c a l , et d'un que  autre c8te l e s ordres du p a r t i . Des chefs t a n t russes c h i n o i s , decident de l a p o l i t i q u e generale a l o n g terme,  s a c r i f i e n t des v i e s humaines et remettent  a demain l e grand  jour. -" l a propagande communiste a v a i t a t t e i n t l e s masses comme une i n o n d a t i o n , parce q u ' e l l e e t a i t l a l e u r . Quelle que f u t l a prudence de Moscou, e l l e ne s ' a r r S t e r a i t p l u s ; Chang l e s a v a i t e t d e v a i t des maintenant e c r a s e r l e s communistes. La e t a i t l a s e u l e c e r t i t u d e . Peut-§tre l a R e v o l u t i o n eute l l e pu §tre conduite autrement; mais c ' e t a i t t r o p t a r d . Les paysans communistes prendraient l e s t e r r e s , l e s o u v r i e r s communistes e x i g e r a i e n t un autre regime de t r a v a i l , l e s s o l d a t s communistes ne comb a t t r a i e n t plus que sachant pourquoi, que Moscou l e voulUt ou non". I I On sent que non seulement l a d i g n i t e et l a personne de Kyo  sont s a c r i f i e e s a ce q u i l e depasse, mais q u ' i l est i s o -  30 16 malgre son d£sir de f r a t e r n i t y , comme l e seront  presque  tous l e s h^ros de l o e u v r e , 1  0 0  0  Dans chacun des romans de Malraux, on peut v o i r s ' a f f i n n e r son independance v i s - a - v i s de l a t h y o r i e communiste. Ses hyroB^ possedent une s o r t e de l u c i d i t e i m p a r t i a l e e t i l semble que b i e n souvent, i l s s o i e n t de v y r i t a b l e s agnostiques v i s - a - v i s du communisme tout comme i l s l e sont v i s - a - v i s de l a religions i  C e r t a i n s ont meme pu d y c e l e r que Malraux n i a i t l e s doct r i n e s de base du communisme, p u i s q u ' i l eonsidere toute s o c i e t y comme absurde et incapable que.  de f a i r e un progres quelcon-  I I semble done q u ' i l ne puisse  de l a d i a l e c t i q u e de Marx a f f i r m a n t  pas c r o i r e a l a t h y o r i e qu'a toute these s'oppo-  se une a n t i t h e s e . Du c o n f l i t de ces deux p o s i t i o n s n a l t une synthese q u i est toujours  superieure  et m e i l l e u r e que l a t h e -  se i n i t i a l e . De c o n t r a d i c t i o n s en c o n t r a d i c t i o n s , se p r o d u i t un progres p e r p y t u e l  q u i tend i r r e s i s t i b l e m e n t a une amelio-  r a t i o n de l a c o n d i t i o n humaine. A l o r s q u ' i l a v a i t ety condamne a 6 mois de p r i s o n avec s u r s i s , apres a v o i r yty i n c u l p y dans une a f f a i r e d'avbrtements, v o i c i ce que Garine e c r i v a i t a son ami : -" Je ne t i e n s pas l a s o c i y t e pour mauvaise, pour s u s c e p t i b l e d ' e t r e ameliorye; j e l a t i e n s pour ab-  surde. C'est b i e n autre chose Qu'on l a transforms, c e t t e s o c i e t e , ne m'interesse pas. Ce n'est pas 1'absence de j u s t i c e en e l l e q u i m ' a t t e i n t , mais-quelque chose de plus p r o f o n d , l ' i m p o s s i b i l i t e de ddnner a une forme s o c i a l e , q u e l l e q u ' e l l e s o i t , mon adhesion. Je s u i s a - s o c i a l comme je s u i s athee, et de l a meme f a c o n " . 12 I I ne t r a v a i l l e pas a changer l ' e t a t de chose present pour un mieux §tre. Cependant, i l s e r a i t assez normal q u ' i l pense et s'exprime comme i l l e f a i t v i v a n t dans une s o c i e t e c a p i t a l i s t e q u i l ' a conditionne et faconne, mais ce manque de f o i en demain, ce manque de j o i e de v i v r e qu'on l u i a reproche  a juste t i t r e ,  refuse  est l a marque d'un etre a - s o c i a l et q u i  toute s o c i e t e , q u e l l e q u ' e l l e s o i t en e f f e t , I I n'aime pas l e p r o l e t a r i a t , l a c l a s s e elue des dieux :  "je  s a i s b i e n q u ' i l s deviendraient  r i o n s triomphe ensemble". Sa seule  abjects  des que nous au-  sympathie va a ceux qui  sont i n c a p a b l e s de prendre une d e c i s i o n v a l a b l e  sur l e s e u l  s u j e t q u i en v a i l l e l a peine; l a v i e et l a mort. F a i t s q u i constituent  l a base des donnees fondamentales de toute e x i s -  tence humaine. Que  ce s o i t un p r o l e t a i r e , ou un bourgeois r e a c t i o n n a i -  re q u i cherche l a s i g n i f i c a t i o n de son existence  e t de son  d e s t i n , n'a pas l ' a i r de t r o p embarrasser Malraux. I I semble a v o i r engage ses heros dans une r e v o l u t i o n , mais seule  l'aven-  t u r e en elle-meme semble l e s i n t e r e s s e r . " Nous avons en  32 commuH n o t r e l u t t e e t c'est "bien l e p l u s c l a i r " . C'est "bien s i e l l e e s t dans l e sens de 1 ' h i s t o i r e , mais q u ' e l l e ne l e soit  pas, c e l a n'auirait pas t r o p d ' i m p o r t a n c e au t o t a l , du  moment q u ' i l e s t p o s s i b l e de s'y dormer t o u t  entier.  Ce u E l ' a u t e u r et ses personnages cherchent a  tre  p a r a i t §-  1 ' a c t i o n ; une a c t i o n dans l a q u e l l e on essaye de combattre  ou d ' o u b l i e r l ' a b s u r d i t e de l a v i e . Cependant a cause de l e u r manque d'axe, i l y a un danger l a t e n t chez des hommes comme Garine  de f i n i r un jour "comme un m u s s o l i n i s t e " * Quand Clappique  qui  l e bouffon  de "La C o n d i t i o n Humaine"  a bdtement l a i s s e a r r S t e r Kyo, l ' o r g a n i s a t e u r communiste,  va a l a demande de G i s o r s , p r i e r Konig l e chef de l a p o l i c e de Chang, de l e l i b e r e r , Malraux nous d e c r i t par l a bouche de Kb'nig, l e s t o r t u r e s que l e s communistes employaient s u r l e u r s p r i s o n n i e r s , l e s b a t t a n t , l e s f a i s a n t presque mourir de f r o i d pour ensuite l e u r enfoncer  des c l o u s dans l a c h a i r . Sorte de  c r u c i f i e s modernes, seulement parce q u ' i l s a v a i e n t eu l e malheur de j o i n d r e l'arm^e Le f a i t  vaincue.  que Konig r a c o n t a i t c e t episode p e u t - e t r e  j u s t i f i e r l e s tortures q u ' i l a l l a i t  employer maintenant  e t a i t vainqueur, n ' a f f a i b l i s s a i t pas l ' a t t a q u e ported les  pour qu'il  contre  communistes q u i employaient eux-auesi l e s m§mes mdthodes. Depassant c e t t e c r i t i q u e des t a c t i q u e s communistes, 1'im-  portant  e s t de s a v o i r pourquoi KSnig accepte de f a i r e  tuer.  I I a g i t comme pousse p a r l e b e s o i n d'une s o r t e d ' i n t o x i c a -  33  t i o n q u ' i l a p p e l l e haine du communisme mais q u i l u i s e r t d ' i d e a l . Le vieux G i s o r s l ' e x p l i q u e : -" I I est t r e s r a r e qu'un homme p u i s s e support e r , comment d i r a i s - j e ? s a c o n d i t i o n d'homme C h r i s t i a n i s m e pour l ' e s c l a v a g e , n a t i o n pour l e c i t o y e n , communisme pour l ' o u v i r i e r - I I f a u t toujours s ' i n t o x i q u e r : ce pays a I'opium., 1'Islam l e haschich, 1'Occident l a femme. •' 13 S i Malraux pense vraiment c e l a , i l r e j o i n t l e mythe de Georges S o r e l et l e marxisme n'est pour l u i qu'un moyen, une i n t o x i c a t i o n mais pas l e but de l a l u t t e . L a r e v o l u t i o n d'un systeme de v i e ne devient qu'une forme d ' a c t i o n ; e l l e permet d'exprimer l a pensee e t r e m p l i t 1'existence sont engages sans a r r i v e r a absorber  de ceux q u i y  l'homme completement. I I  r e s t e t o u j o u r s un doute, l'homme ne se d e l i v r e jamais de l ' a n g o i s s e t r a g i q u e de s a c o n d i t i o n humaine. -" B i e n entendu i l f a u t d'abord v a i n c r e , mais i l r e s t e a s a v o i r s i l a v i c t o i r e obtenue, l'homme ne se r e t r o u v e r a pas en face de s a mort e t ce q u i est p l u s grave en face de l a mort de ceux q u ' i l aime" 14 Dans une t e l l e p e r s p e c t i v e , i l ne r e s t e r i e n de l ' o p t i misme de l a d i a l e c t i q u e s i chacun apres l a v i c t o i r e , se r e trouve en f a c e d'un probleme personnel  i n s o l u b l e . Aucun e s -  p o i r n'est p l u s p o s s i b l e . S e u l l e pessimisme t a n t que  personnel  g e n e r a l ne peut que p r e v a l o i r . P o s i t i o n diametralement  opposee a l a conception  d'un bonheur de p l u s en plhus grand  dans l e cadre d'une humanite n o u v e l l e .  Meme G i s o r s , l e philosophe q u i a forme p l u s i e u r s promot i o n s d'etudiants c h i n o i s est d e v i a t i o n n i s t e . Pour l u i tout est i l l u s i o n , l a v i e n'est qu'un r e v e . -" I I f a u d r a i t que l e s hommes pussent s a v o i r q u " i l n'y a pas de reel,, q u ' i l est des mondes de contemp l a t i o n -avec ou sans opium- ou tout est vain..."15 I I admet a u s s i que : - " T o u t homme est f o u . . . mais qu'est une destinee humaine sinon une v i e d ' e f f o r t s pour u n i r ce fou et l ' u n i v e r s . . . " -" Tout homme reve d'etre d i e u . . . " 16 Reve i n a c c e s s i b l e , f o l i e humaine, c a r ce d i e u auquel  pen-  se Gisors n'est pas l'homme nouveau que l e marxiste compte b i e n c r e e r et q u ' i l pense a v o i r deja commence a modeler dans c e r t a i n s pays du camp s o c i a l i s t e . Ge d i e u est l e d i e u que l'homme peut coneevoir, ce reve i r r e a l i s a b l e d'un e s p r i t qui ne peut pas a v o i r de limdste, pas meme c e l l e s que l u i imposent son corps,  l e temps et l e l i e u , G 0  l e s chefs  0  communistes s o u f f r e n t de l a maladie de tous  l e s d i r i g e a n t s . I l s savent o r g a n i s e r  l a v i c t o i r e mais ne s a -  vent pas en prof i t e r , ne savent pas s ' e n r e j o u i r p l e . Leur i n t e l l i g e n c e , l e u r c l a i r v o y a n c e ,  comme l e  peu-  l e f a i t q u ' i l s ont  p l u s d'informations et de p e r s p i c a c i t e sur l e s lendemains, les detachent de l a j o i e p o p u l a i r e  apres l a v i c t o i r e . Leur i n t e l -  l i g e n c e s e r t d'obstacle aux mouvements de l e u r coeur, a ce  35 q u ' i l y a de p l u s profond  dans l'homme et dans l a foule»  -" Jamais j e n ' a i eprouve a u s s i fortement qu'auj o u r d ' h u i l ' i s o l e m e n t dont me p a r l a i t Garine, l a s o l i t u d e dans l a q u e l l e nous sommes, l a d i s t a n c e q u i separe ce q u ' i l y a en nous de profond des mouvements de c e t t e f o u l e , et mdme de son enthousiasme..." 17 Malraux e s t a l a recherche  de l a f r a t e r n i t e humaine..  Tous ses heros en e f f e t semblent se t r o u v e r s e u l s , eloignes des prole"taires q u ' i l s d i r i g e n t et gouvernent. Ce sentiment, ce de"sir de f r a t e r n i t e , pousse Kyo a se l i e r a Tchen a l o r s q u ' i l ne d e v r a i t pas l e f a i r e . -" I I e t a i t c e r t a i n que Tchen, l u i a u s s i , se l i a i t en c e t i n s t a n t a l u i d'une a m i t i e de p r i s o n n i e r s " I 8 Kyo  non p l u s n'est pas l i b r e , i l e s t p r i s o n n i e r d'une  h i e r a r c h i e anonyme q u i au nom de l a p l u s grande e f f i c a c i t e d o i t l a i s s e r e c r a s e r des hommes sans s'occuper de l e u r s sentiments. I I e s t a u s s i p r i s o n n i e r d'un Vologuine  incarnation  des d e c i s i o n s de 1 ' I n t e r n a t i o n a l e communiste et f a i s a n t r e s p e c t e r l e s ordres des c h e f s . Quant a Tchen, i l reprdsente l e type de r e v o l u t i o n n a i r e a n a r e h i s t e , une s o r t e de f o u aux yeux des communistes q u i pour des r a i s o n s de p o l i t i q u e ont decide de cooperer  superieure  avec Chang-Kai-Shek que cependant i l s  ne s e r a i e n t pas meeontents de v o i r mourir. Lorsque malgre l e s ordres, Tchen lance l a bombe s u r l ' a u t o de Chang et que Kyo apprend l a n o u v e l l e , i l souhaite que  Tchen se s o i t echappe. I I y a l a une a m i t i e q u i ne deviait  36 pas r e s i s t e r aux consignes du p a r t i . Kyo s a i t trop bien que cet acte insense* ne fera que pre*cipiter l a reaction, l a rendre plus sanglante, plus cruelle et pourtant i l ne peut s'emp§cher d'espirer que Tchen soit en v i e . L'homme est s e u l , aucune cause ne sera assez grande pour l ' i n t i g r e r , l e depasser, l e modeler et en f a i r e cet %tre au sang jeune et v i r i l dont r^vent l e s communistes, sauf peut-§tre une fraternite* que Tchen dicouvre en l u i pour son ennemi m§me. Au postecfe police, i l risque sa vie pour a l l i ger l a souffranee de l'und'eux. C'est l a m§me f r a t e r n i t e qui f a i t que Katow donne son cyanure a deux jeunes chinois et q u ' i l marche t§te haute vers l a mort. Quand Malraux sera convaincu que l'homme est en derniere analyse, tout, et que s i "une v i e ne vaut r i e n , r i e n ne vaut une v i e " , alors i l s e dissociera completement de l a r e volution des marxistes et sera pret a rejoindre l e R.P.F. En 1936,  commence l a guerre d'Espagne, Malraux est en  premiere ligne et i l est du cjSte de l a Republique, mais cette f o i s s ' i l est meUe aux communistes, i l s ne sont plus l e s seuls avec qui i l l i e son action. I I y a des hommes ayant toutes sortes d'ideaux et qui pour cela n'en sont pas plus antipathiques n i ennemis du peuple. Andre* Patry, d e f i n i t " L I L ' E s p o i r " comme etant par excellence l e l i v r e de l a Fraternite dans l a Revolution.  37 -" Tous ces personnages que l e s e>enements o b l i ent a une p r i s e de conscience de l a r e a l i t y humaine, se r e j o i g n e n t dans l ' a u t e u r mdme de l ' E s p o i r dont i l s manifestent 1 i n t e l l i g e n c e aigue* et 1'inquietude". 19 1  Manuel, l e chef communiste espagnol, r e c o n n a i t que l e p a r t i sans l a f r a t e r n i t e est une carcasse v i d e et i n u t i l e . E t r e rapproche du p a r t i , ne vaut r i e n s i c'est e*tre separe de ceux pour q u i l e p a r t i t r a v a i l l e . Quel que s o i t  1'effort  du P a r t i , peut-Stre ce l i e n l a ne v i t - i l que dans 1 ' e f f o r t de chacun de nous. Mais a l o r s q u e l l e p r i s e de conscience i Le marxisme ne peut p l u s repondre aux questions que se posent ces hommes n i a l ' a n g o i s s e q u ' i l s r e s s e n t e n t . Ce q u ' i l s recherchent e s t au-dela du b i e n e t r e , de l a j u s t i c e , de 1'ordre moral et s o c i a l et meme au-dela d'une v i e a l a q u e l l e l a d i g n i t e a ete rendue. Tres t o t , Malraux a v u l e p o i s o n q u i a l l a i t devorer l e s communistes  meme l e s p l u s honn^tes; mal que d ' a i l l e u r s T r o t s -  ky denonce dans s a c r i t i q u e des Conquerants. Ce mal e s t l ' o beissance p a r f a i t e et automatique que l e communiste d o i t a v o i r pour Moscou, obeissance q u i e x c l u t tout contact  frater-  nel. l e Negus, un des h e r o s de " l ' E s p o i r " q u i e s t sous b i e n des aspects, l e h e r o s de tous l e s romans de Malraux, nous dev o i l e l e mal q u i v a ronger l e s communistes  a p a r t i r des an-  nees 30. Ce q u i f e r a que Malraux l e s abandonnera et m&ne de-  38 v i e n d r a l e u r v i o l e n t ennemi, c a r i l ne v e r r a dans l e marxis t e qu'un agent d'une puissance ytrangere non p l u s au s e r v i c e d'une dause mais au s e r v i c e de l a h i i r a r c h i e d'une c a p i t a l e etrangere, Moscou. Vous, vous etes devenus des cur£s. Je ne d i s , pas que l e communisme e s t devenu une r e l i g i o n ; mais j e d i s que l e s communistes sont en t r a i n de d e v e n i r des cure's. B t r e r e V o l u t i o n n a i r e s , pour vous, c'est §tre m a l i n s . Pour Bakounine, pour Z r o p o t k i n e , ca n ' y t a i t pas ca; ca n ' e t a i t pas ca du t o u t . Vous etes bouff£s par l e P a r t i . B o u f f i s par l a d i s c i p l i n e . Bouffes par l a c o m p l i c i t y : pour c e l u i q u i n'est pas d e s v S t r e s , vous n'avez p l u s n i honndtety, n i d e v o i r s , n i r i e n . Vous n'§tes plus f i d e l e s . Nous, depuis I9£4, nous avons f a i t sept greves r i e n que par s o l i d a r i t y sans un. sfeulco'bjjectlf ^ m a ' t ^ r i l i " . 2  0  Shade, un autre heros ajoute : -"' Ce que vous f a i t e s l e s uns e t l e s a u t r e s e s t p l u s simple et mieux que ce que vous d i t e s . Vous avez tous de t r o p grosses t§tes. Dans ton pays, d ' a i l l e u r s , Golovkine, tout l e monde commence a a v o i r une grosse t§te. C'est pour 5a que j e ne s u i s pas communiste". 21 Un des d i f a u t s des communistes t r o p imbus de l e u r s u p e r i o r i t y , de l e u r d r o i t u r e , de l a j u s t e s s e de l e u r cause, c'est q u ' i l s ne peuvent admettre que d'autres a i e n t d'autres idees que l e s l e u r s . Comment dans ce cas r e c r i e r une f r a t e r n i t e vir i l e s i tous ceux q u i ne sont pas completement pour l a cause sont immediatement r e j e t e s au rang des ennemis. C'est pour c e l a que Shade et Malraux ne sont pas communistes, m&me s i ce q u ' i l s f o n t e s t mieux que ce q u ' i l s d i s e n t .  I I y a tout un ablme entre l a conception marxiste et  39  ces faeons de v o i r l e monde, de 'concevoir l'homme et i l e s t Evident q u ' i l y a peu de l i e n s communs entre de t e l l e s cone ceptions. On a TO dans Garine e t dans Perkens p l u s de fascisme que  de marxisme. Leur de"sir de " d i r i g e r , determiner,  contrain-  dre", "de l a i s s e r une c i c a t r i c e s u r l a t e r r e " , ne sont pas dans l a l i g n e du marxisme orthodoxe e t authentique. Comme Gaetan P i c o n l e pretend,  i l y a chez Malraux "un gout du spec-  t a c l e de 1'Apocalypse". Pour P i e r r e de B o i s d e f f r e , v o i c i comment i l s'exprime : -" La R e v o l u t i o n r e s t a i t surtout pour l u i une a l l e g o r i e l'une des p l u s hautes q u ' i l eut pu r§ver d ' i l l u s t r e r . E l l e n e t a i t qu'une forme parmi d'aut r e s de c e t t e " l u t t e avec l'ange", de c e t t e conqu£te de l ' a b s o l u que son oeuvre e n t i e r e t e n t a i t d ' i l l u s t r e r l o r s q u e Malraux c h e r c h a i t une donnee sur quoi puisse.se fonder l a n o t i o n d'homme". 22 1  il  semble que l a reponse philosophique de Malraux aux  i n t e r r o g a t i o n s t r a g i q u e s de l a v i e , au probleme de -la s o l i t u de humaine, a c e l u i du sens de 1 ' h i s t o i r e , a l a recherche de l a f r a t e r n i t y ou au probleme de l a souffranee, s o i t en f a i t comprise dans son a t t i t u d e v i s ^ a - v i s de l a mort q u i f i g e t o u t . une Sa reponse e s t uniquement d a n s / a c t i o n en l u t t e contre l'absurd i t e . C i t o n s encore B o i s d e f f r e q u i i l l u s t r e t r e s b i e n s a position. -" Pour P a s c a l , l a mort n'est qu'un argument, l ' a r -  40  gument ontologique p a r e x c e l l e n c e . Pour Malraux, e l l e est presence. L a mort est pour l u i ( f a u t - i l d i r e : e t a i t ?) " 1 ' i r r e f u t a b l e preuve de l . absurd i t y de l a v i e . . . Ce q u i pese sur moi, c'est comment d i r e ? - ma c o n d i t i o n d'homme : que j e v i e i l l i s s e , que c e t t e chose a t r o c e ; l e temps, se developpe en moi comme un cancer, irryvocablement". De c e t t e s e n s a t i o n , n a i t chez Malraux l e s e n t i ment de l'absurde, d y j a s i fortement yprouvy par P a s c a l , mais a u s s i c e l u i , t o u t a u s s i f o r t , que l a v i e est trop breve pour §tre i n s i g n i f i a n t e , qu'une v i e ne vaut r i e n , mais que r i e n ne vaut une v i e " 2 3 1  0  0  I I ne p a r a l t pas p o s s i b l e d ' i g n o r e r une des p l u s f o r t e s c r i t i q u e f a i t e a Malraux, c e t t e f o i s non par un amateur mais par un communiste et des p l u s competents, Leon T r o t s k y . I I reproche  aux communistes des "Conquyrants" de c o l l a b o r e r  avec l e u r s ennemis, l e Kuomintang e t l a b o u r g e o i s i e . Les r i ches bourgeois  ont su se rendre  i n d i s p e n s a b l e s au p a r t i p a r  l e u r s payements au p o i n t gue n i Garine n i Borodine,  n'ont  osy se dybarrasser d'eux. Trotsky, c r i e a l a t r a h i s o n : -" La b o u r g e o i s i e ne paye v o l o n t i e r s que l'armee q u i l a s e r t contre l e peuple. L'armee de l a r e v o l u t i o n n'attend pas de g r a t i f i c a t i o n . E l l e f a i t payer. C e l a s ' a p p e l l e l a d i c t a i m r e r e v o l u t i o n n a i r e " . 24 La p o s i t i o n de T r o t s k y est c l a i r e . De v r a i s r e v o l u t i o n n a i r e s , ne se s e r a i e n t pas a l l i e s avec l e u r s ennemis, i l s'en s e r a i e n t debarrasses  e t n'auraient m§me pas accepty un compro-  mis  q u i a inevitablement  amene l a d e f a i t e . . I l s a u r a i e n t  4«  tout  simplement obtenu ce q u ' i l s a u r a i e n t v o u l u en appliquant l a d i c t a t u r e r e v o l u t i o n n a i r e q u i impose a tout communiste d'ag i r en f o n c t i o n de l a plus grande e f f i c a c i t e . Dans toutes  r e v o l u t i o n s , i l y a des vd.ctim.es. S i on ne  se d^barrasse pas des ennemis de l a r e v o l u t i o n , i l s se de*barrasseront  d ' e l l e a l a premiere o c c a s i o n .  Pour Trotsky, l e  s e u l pur est Hong; c a r i l veut a g i r aujourd'hui e t pas demain. I I veut de*truire ceux q u i soutiennent l e Kuomintang et ceux qui enseignent aux hommes a supporter l a misere. Trotsky  ne c r i t i q u e pas seulement Garine, mais au d e l a  de l u i , i l c r i t i q u e Borodine l ' o r g a n i s a t e u r ,  l e q u e l n'est  qu'une marionnette de M s c o u et Moscou n'est p l u s qu'une bu0  r e a u c r a t i e q u i essaye de c o n t r S l e r l a r e v o l u t i o n bureaucratie  chinoise,  qui :  -" Ayant usurpe" l ' a u t o r i t e , l e drapeau et l e s subs i d e s de l a plus grande des r e v o l u t i o n s . . . barre l a v o i e a une autre r e v o l u t i o n q u i a v a i t e l l e auss i , toutes l e s chances d'etre grande". 25 l a r e v o l u t i o n ayant a l a t§te un Garine mais surtout un Borodine et recevant l e s ordres depuis Moscou, Trotsky  expli-  que  ce q u i a r r i v e : Tout d'abord ces hommes ne comprennent  pas  l a d i a l e c t i q u e . Garine p a r l e de " f a t r a s d o c t r i n a l " et  "d'etat  de choses determinees". I I est normal qu'avec de t e -  l e s conceptions,, l a r e v o l u t i o n echoue, s e u l un e s p r i t s c i e n t i f i q u e et marxiste a u r a i t pu v o i r l e s l o i s de c e t t e  revolu-  42 t i o n et ayant  l e marxisme comme technique  d'action aurait  pu d i r i g e r l a r e v o l u t i o n . Ironique, Trotsky ajoute : -" Les hommes q u i , sans l e secours de l a s c i e n c e essayent de r e c t i f i e r cet §tat de choses q u i a nom de maladie, s ' a p p e l l e n t s o r c i e r s ou c h a r l a tans, et sont p o u r s u i v i s conformdment aux l o i s " 2 6 Les r e v o l u t i d m n a i r e s de Malraux, sont tous s u j e t s a cett e c r i t i q u e . B i e n que T r o t s k y ne se r e f e r e qu'a ceux des "Ccnqudrants",  s a c r i t i q u e peut s'etendre  a toute l'oeuvre et m § -  me Stre encore plus v a l a b l e a mesure que l e s annees  passent.  Ce sont des d i l e t t a n t e s , des vedettes de passage q u i s'emb r o u i l l e n t desesperement dans l e s grands evenements. -" Une bonne i n o c u l a t i o n de marxisme a u r a i t pu p r e s e r v e r l ' a u t e u r des f a t a l e s meprises". 27 C o n c l u s i o n dure mais cependant j u s t i f i e d aux yeux de T r o t s k y . Le p l u s etrange  c ' e s t que S t a l i n e semble l u i donner  r a i s o n , Malraux aux yeux du d i c t a t e u r n'est pas un communiste et ses l i v r e s seront bannis. Ce q u i permettra  a l'editeur  de Malraux de vendre "Les Conquerants" avec l a reclame s u i vante - I n t e r d i t en Russie et en I t a l i e - ,, On d i t que l e s extremites se rencontrent et c e l a p a r a i t &tre v r a i . S t a l i n e et M u s s o l i n i e t a i e n t d'accord  pour une fois.  Cependant; l ' u n a c c u s a i t Malraux de n'etre pas un marxiste e t 1'autre l u i r e p r o c h a i * de l'§tre.  0 0  0  43 De^idement q u i pourra juger et pretendre p o r t e r un j u gement o b j e c t i f . Janet F l a n n e r , dans son etude sur Malraux, q u ' e l l e i n t i t u l e "The Human C o n d i t i o n " , nous s i g n a l e un a r t i c l e de Mr. Jacques Duclos, chef du P a r t i Communiste F r a n c a i s , q u i a f f i r m e dans l e j o u r n a l du p a r t i , l'Humanite, que Malraux n'a jamais appartenu au p a r t i . I I y a u r a i t l a une preuve supplementaire que l ' a u t e u r de l i v r e s a tendance muniste  com-  n'a pas j o i n t l e p a r t i q u i pourtant semblait a v o i r  ses sympathies.  I I est v r a i que Jacques Duclos peut  b i e n mentir, au sens bourgeois, dans l ' i n t e r e t  tres  dialectique  d'une n o u v e l l e s i t u a t i o n . Son a f f i r m a t i o n p o u r r a i t done §t r e mise en doute. La ne s ' a r r S t e n t pas l e s divergences entre Malraux et l e s communistes. S i Malraux  p a r a i t aujourd'hui s'Stre l i e a-  vec eux, i l f a u t se s o u v e n i r que c e u x - c i e s s a y a i e n t de const i t u e r l e F r o n t P o p u l a i r e et t e n t a i e n t de se c o n c i l i e r l ' a m i tie  de tous ceux qui v o u l a i e n t b i e n §tre avec eux et g r o s s i r  l e u r s rangs. I I semble que ce s o i t l a , l a r a i s o n p r i n c i p a l e de cet etrange accouplement - Malraux-Marxisme - pendant l e s annees 1930-36. A c e t t e epoque, l e s f a s c i s t e s f a i s a i e n t de grands  pro-  gres en Allemagne et s e u l s l e s communistes semblaient en v o i r l e danger. Malraux l e meme p e r i l ,  et quelques a u t r e s i n t e l l e c t u e l s sentant  ne pouvaient que d e v e n i r compagnons de r o u t e .  44 Mais est-ce adopter l a philosophie de quelqu'un que de voyager ensemble ?... La response est franchement, non, et Malraux le prouve. S ' i l i t a i t un i n t r a i t a b l e ennemi du fascisme, i l montre aussi q u ' i l n'est pas un communiste.  Sa v i s i t e a Mos-  cou pour l e Congres des Ecrivains Sovietiques en aoftt 1934, ne souleve pas d'applaudissements. Bien que Malraux y soit present6  comme un Humaniste Marxiste, i l y parle d'art, de  l i t t e r a t u r e et reproche aux communistes leur manque de confiance en leurs propres Ecrivains et va meme jusqu'a leur a f firmer que Trotsky est bien superieur a toute l a l i t t e r a t u r e sovie"tique. De retour en France, i l est envoye" encore par l e s communistes a B e r l i n pour sauver Dimitrof, un communiste bulgas»e qu"Hitler avait choisi comme etant l e responsable de l'incendie  du Reichstag. Mais une t e l l e mission implique-t-elle que  Malraux soit communiste ?... Certes non, cela veut dire que J(talraux appartenait a l a Gauche Republieaine Francaise et r i e n de plus I Malraux etait d ' a i l l e u r s l o i n  d'etre  l e seul a posseder  de t e l l e s idees "avancees". Des noms celebres dans l e s cercles l i t t i r a i r e s  internationaux figuraient en 1935, au Con-  gres International des Ecrivains pour l a Defense de l a Culture; congres qui avait l e support des communistes : Gide, Aldoux Huxley, E.N. Forster, Heinrich Mann, John Strades. De  45 nouveau Malraux e s t i n v i t e a p a r l e r et de nouveau comme a Hoscou, i l n'epouse pas l a l i g n e d i a l e c t i q u e , au c o n t r a i r e il  s'en e l o i g n e dangereusement. I I a f f i r m e que 1 ' a r t i s t e  d o i t avant tout e t r e un i n d i v i d u et s'exprimer en tant que tel. Cependant, i l p a r l e dans des meetings organises p a r l e P a r t i , mais i l appert que s i l e s communistes l ' o n t garde", c'est que ses d i s c o u r s a t t i r a i e n t  l a f o u l e . I I e t a i t en q u e l -  que s o r t e 1 ' a t t r a c t i o n p r i n c i p a l e q u i permettait e n s u i t e aux marxistes de deverser l e u r propagande s u r ceux q u i n ' e t a i e n t pas forcement venus pour eux. Quant a I ' a c t i o n de Malraux pen§ant ses voyages en A s i e ^ nous n'en savons pas grand chose. I I e s t probable q u ' i l e s t lie  avec l e s Mouvements d'Independance se dessinant d e j a en  Indochine en 1925 e t q u ' i l p a r t i c i p e au mouvement "Jeune Annam". La l e g e n d e veut que l o r s de son s e j o u r en Chine, Malraux s o i t non seulement un c o n s p i r a t e u r e t un o r g a n i s a t e u r mais un membre du C o m i t e des Douze q u i e t a i t  l a t§te du Kuomintang et  dont Chang-Kai-Shek lui-meme e t a i t membre. 3Ianet Planner, c i t e une l e t t r e de Malraux a EdmonlWilson  q u i e t a i t un des e d i t e u r s du j o u r n a l "New R e p u b l i c " dans  l a q u e l l e Malraux r e c o n n a i t a v o i r organise l e mouvement "Jeune Annam" p u i s §tre devenu un commissaire du Kuomintang en Indochine et plus t a r d a Canton© I I termine s a l e t t r e avec  46 une  phrase c a p i t a l e : " i l y a v a i t a Canton en 1925,  d ' a v e n t u r i e r s r e v o l u t i o n n a i r e s que de m a r x i s t e s " . b i e n que Malraux s o i t l ' u n d'entre  b i e n plus  I I semble  eux.  0 0 Qui ne s ' a r r S t e r a i t qu'a  0 l a precedente analyse des oeu-  v r e s et de l a v i e d*Andre Malraux, p o u r r a i t penser q u ' i l ntest pas un communiste, mais en nous excusant aupres de Marx, nous voudrions  apres a v o i r etudie l ' a n t i t h e s e , d e c o u v r i r 1'aspect  p o s i t i f , l a these q u i f a i t que Malraux et son oeuvre nous p l a cent en face de c a r a c t e r e s q u i se d i s e n t marxistes,  qui  com-  b a t t e n t cdte a c6te avec des communistes, des p r o l e t a i r e s q u i p a r l e n t de r e v o l u t i o n et de d e s t r u c t i o n d e l a socie"te" c a p i t a liste. Nous ne pouvons nous empScher de penser a notre societe" q u i se vante de p r e s e r v e r l e s v a l e u r s c h r e t i e n n e s , tout en l e s o u b l i a n t t r e s souvent. F a u d r a i t - i l en d^duire que  la Civilisa-  t i o n O c c i d e n t a l e n'est pas bas£e sur ces v a l e u r s ou b i e n  pl«-  t 6 t q u ' e l l e s jouent un r 8 l e d ' a r r i e r e fond sur l e q u e l se  de-  roulent l e s actions quotidiennes.  Ces a c t i o n s sont s i d i v e r s e s  qu'on p o u r r a i t c r o i r e , a v o i r notre s o c i e t e q u i est armee j u s qu'aux dents, merci, que  q u i ment, trompe, t r i c h e , e x p l o i t e et tue sans  l e C h r i s t i a n i s m e est une  f a r c e , quelque chose dont  on p a r l e , a quoi l ' o n se re*fere mais q u i n'a  jamais e x i s t e et  47 et n ' e x i s t e pas. Cette c o n c l u s i o n s e r a i t f a u s s e . l e monde de 1*.Guest est malgre tout une s o c i e t e chretienne et Malraux lui-m£me s e r a i t de c e t a v i s . P a r e i l l e m e n t , maints personnages de ses romans avec toute l e u r d i v e r s i t e , l e u r manque de conformisme, l e u r heterogeneity, l e u r e s p r i t r e a c t i o n n a i r e e t p e t i t bourgeois,  ont en eux quelque chose q u i dfait qu'un non-mar-  x i s t e peut l e s c o n s i d e r e r et l e s considere en f a i t comme des communistes, Est-ee qu'un bouddhiste  se m e t t r a i t a r e g a r d e r un Metho-  d i s t e comme etant non C h r e t i e n , sous l e p r e t e x t e q u ' i l n'app a r t i e n t pas a l ' E g l i s e de Rome ? De nos j o u r s est-ce que Castro  e s t v u comme un non-marxiste p a r l e s americains  et est-ce  que T i t o peut-§tre appeie un c a p i t a l i s t e de ce c6te du r i d e a u de f e r ? Pourtant n i T i t o , n i Castro, ne sont des marxistes orthodoxes aux yeux de Moscou, G  0  0  48 REFERENCES Chapitre I I 1  P i c o n , Gaetan,  2  I b i d . , p.  23  3  I b i d . , p.  24  4  Malraux, Andr£,  5  I b i d . , p. 152  6  I b i d . , p. 143  7  I b i d . , p. 150  8  I b i d . , p. 147  9  P a t r y , Andre,  Visages d Andre Malraux, p.  Trotsky, Leon,  Nouvelle Revue F r a n c a i s e ,  10  Andre Malraux, p.  Romans. p.  22  51  1  ( A v r i l I, I 9 3 D 11  Malraux, Andr£,  12  I b i d . , p.  13 14  I b i d . , p. 348 Robert, Guy, Revue Dominicaine,  17  p.489  Romans, p. 287  46  ( J u i n - Octobre, 1958) p. 15  Malraux, Andrd,  16  I b i d . , p. 430  17 18  I b i d . , p. 147 I b i d . , p. 288  19  P a t r y , Andre",  20  Malraux, Andre,  21  I b i d . , p. 604  22  Boisdeffre,  16  Romans, p. 429  Visages d'Andre Malraux, p.  26  Romans, p. 603  P i e r r e de,  Andre" Malraux, p.  17  23  I b i d . , p.  24  T r o t s k y , L£on,  16 Nouvelle Revue F r a n c a i s e , ( A v r i l I, 1931)  25  I b i d . , p.  498  26  I b i d . , p.  493  27  I b i d . , p.  493  p.  499  50 CHAPITRE I I I les  deux premieres s e c t i o n s de ce c h a p i t r e , presen-  t e n t 1'etude de ce q u i f a i t que l e s heros des "Conquerants" et  de " l a C o n d i t i o n Humaine",  r e s t e n t malgre l e u r d i v e r g e n -  ces  dans l a l i g n e d ' a c t i o n du p a r t i communiste, n'entrent  pas  en r e b e l l i o n , s'opposent aux ordres mais n'ont pas b e s o i n  d'etre l ' o b j e t de s a n c t i o n s . S ' i l s doutent, ce n'est pas de l a v a l e u r de l e u r a c t i o n , mais uniquement du f a i t qu'elle n'est pas employee avec l a plus grande e f f i c a c i t e . C e l a t i e n t d ' a i l l e u r s p l u s aux e r r e u r s humaines qu'aux divergences doctrinales, Notre but s e r a de demontrer que l e s heros s ' i n t e g r e n t dans l e p a r t i ,  en epousent l ' e l a n s e n t i m e n t a l , veulent  creer  l a conscience p r o l e t a r i e n n e des c h i n o i s et redonner a l'homme sa d i g n i t e dans l e cadre d'une s o c i e t e m a r x i s t e , 0 0 Les  0  Conquerants - 1928 25 J u i n . La greve gen^rale est decret6e a Canton, La  greve, s e u l moyen que possedent l e s communistes pour e n t r a i ner  l e s masses, amener l a r e v o l u t i o n , l a p r i s e du pouvoir  par  l e s Soviets,, Des l a premiere page, Malraux nous met dans 1'ambian-  ce  d'une greve g^nerale dont l e but e s t de r u i n e r l e plus r i -  51 che rocher du monde. Qui a organise* l a greve ?... Le p a r t i , sous l a d i r e c t i o n de Garine^ e t l e Kuomintang. Borodine., r u s se envoye eh Chine pour o r g a n i s e r l e p a r t i , t r a v a i l l e  1*ele-  ment o u v r i e r e t paysan, l e u r a f f i r m a n t que : -" vous §tes des types epatants parce que vous etes des o u v r i e r s , parce que vous §tes des paysans et que vous appartenez aux deux p l u s grandes f o r c e s de l ' E t a t " . * Cette phrase, Borodine ne l ' a pas inventee, tout communiste e s t tellement persuade de sa v e r i t e , q u ' e l l e e s t symbolisme par l a f a u c i l l e et l e marteau du drapeau de l'U.R.S.S K l e i n , allemand attache a l a r e v o l u t i o n , veut f a i r e de ces o u v r i e r s et de ces paysans, des hommes " e t non pas ces gueules q u i n'ont jamais ete sans b o u f f e r " , c a r i l e s t i n j u s t e q u ' i l y a i t "ces gens r i c h e s q u i v i v e n t e t l e s autres q u i ne v i v e n t pas". T r a d u i r e c e l a en langage technique,  c'est d i -  re l e s e x p l o i t a n t s et l e s e x p l o i t e s . Garine, l e heros l e p l u s repre*sentatif de l a pensee de l ' a u t e u r , n'aime pas l e s pauvres gens avec q u i i l va t r a v a i l l e r mais i l r e c o n n a l t que s ' i l l e s p r e f e r e , c'est uniquement parce q u ' i l s ont dans 1'ensemble p l u s de coeur, p l u s d'human i t e que l e s a u t r e s . C'est l a une p a r t de 1 * i d e a l marxiste q u i v o i t dans l e p r o l e t a r i a t , 1'element l e plus avance de l a s o c i e t e q u i f e r a un jour e c l o r e un monde f r a t e r n e l plus humain.  52 Dans sa jeunesse., Garine q u i ne c h e r c h a i t que " 1 ' a c t i o n anarchisante  et revolutionnaire", .l empILoi n  ,  l e plus e f f i c a c e  de s a f o r c e " , e s t devenu en Chine, sous I ' i n f l u e n c e du parti,  un t e c h n i c i e n de l a r e v o l u t i o n , un o r g a n i s a t e u r  parfois  exasp^re par l e dogmatisme d o c t r i n a l du marxisme, mais s'y devouant jusqu'a l u i abandonner sa v i e une f o i s s e d u i t par l a technique et l e gout de 1 * i n s u r r e c t i o n . I I semble q u ' i l y a i t en l u i quelque chose q u i a i t r a dicalement change. I I l e s a i t d ' a i l l e u r s . E c r i v a n t a son ami a q u i i l donne une chance de se j o i n d r e a l a r e v o l u t i o n comme onrjle^lui^av^itipe.jtAis-^lUi;,  i l dit :  -" Ne v i e n s pas en croyant t r o u v e r i c i l a v i e q u i s a t i s f a i t l ' e s p o i r que j ' a v a i s lorsque j e t ' a i q u i t t e . L a f o r c e dont j ' a i reve et dont j e dispose aujourd'hui ne s ' o b t i e n t que par une a p p l i c a t i o n payaanne, par une energie perseverant e, p a r l a v o l o n t e constante d'ajouter a ce que nous possedons l'homme ou 1'element q u i nous manque. Peut-etre s e r a s - t u etonne que j e t ' e e r i V e a i n s i , moi. Cette perseverance q u i me manquait, je l ' a i trouvee i c i chez des c o l l a b o r a t e u r s , et je c r o i s 1'avoir a c g u i s e . Ma f o r c e v i e n t de ce que j ' a i mis une absence de scrupules complete au s e r v i c e d ' a u t r e chose que mon inter§t immed i a t e .1*2 Etrange l e t t r e dans l a q u e l l e notre heros semble s'etre a s s a g i . I I a abandonne son e s p o i r de devenir p u i s s a n t ,  de pos-  seder c e t t e puissance pour elle-meme. I l semble a v o i r a p p r i s q u ' i l f a u t e a n a l i s e r c e t t e f o r c e et se s a c r i f i e r pour c e t t e "autre  chose" q u ' i l n'ose pas nommer mais q u i e s t assurement  53 l a Revolution,  l a cause.  Cette autre  chose e s t done s u p i r i e u r e a l'homme egoxs-  t e , p u i s q u ' e l l e 1'oblige a t r a v a i l l e r pour e l l e , a se j o i n dre a e l l e du moment q u ' i l l a c o n n a i t .  Ce changement d ' a t t i -  tude ressemble presque a une conversion.  lSn e t r e q u i semblait  ne v i v r e que par l a r e v o l u t i o n , e s t maintenant engage et ne v i t que pour e l l e . C e l a peut b i e n f a i r e pardonner maintes e r r e u r s de jeunesse, de c e t t e  periode  p l e i n e de r£ves, d'es-  p o i r s et de d e s i r s de domination. Comme pour s'excuser, i l d i t plus l o i n dans une r e u n i o n : " I I y a b i e n des gens q u i trouvaient  Lenine peu r e v o l u t i o n n a i r e " , exactement comme s ' i l  devancait une a c c u s a t i o n  que l ' o n s e r a i t tente de l u i j e t e r  a l a face* I I s a i t d ' a i l l e u r s t r e s b i e n que l a r e v o l u t i o n que l u i et Borodine sont en t r a i n d ' o r g a n i s e r ne v i t que par eux. I l s constituent ce d e c o u v r i r  l e p a r t i , preparent l e s masses, f o n t en 1'occurena tous l e s pauvres c h i n o i s q u ' i l s existent^feiaur  f o n t prendre conscience de l e u r §tre, c a r " c e t t e r e v o l u t i o n est en t r a i n de donner a chacun s a v i e " . Mais l a v i e ne peutStre maintenue que s i l e corps possede un s q u e l e t t e l e t t e " c ' e s t nous", e ' e s t - a - d i r e  et l e squer  l e p a r t i communiste c h i n o i s  q u i commande l a s i t u a t i o n a Canton. Le commandement e s t  neces-  s a i r e pour s t r u c t u r e r " c e s v i l l e s c h i n o i s e s q u i sont molles comme des meduses"»  i  54 D ' a i l l e u r s , Garine se rend compte que pourra s u r v i v r e que des  que  son a c t i o n  s i e l l e est organisee sur des  s e u l l e p a r t i peut a s s u r e r .  ne  bases s o l i -  L ' a c t i o n q u i se  voudrait  non v i o l e n t e comme c e l l e de Gandhi l u i p a r a i t i r r e e l l e et me  m&-  dangereuse c a r e l l e ne c o n s i s t e qu'en un compromis avec  l e s ennemis. Aux  yeux de Garine et du p a r t i , que  humaniste bourgeois, propose pour v a i n c r e l u i opposer " l a v e r i t e " , a l o r s que f o r c e , est une r i d i c u l e aux  l'Angleterre,  a pas  p o s i t i o n r i d i c u l e . P o s i t i o n traditionnelltiement  yeux de tout  communiste.  de doute que  dans 1 ' e s p r i t  personnages et de Moscou, l e s d eux d'un  c 6 t e l e p a r t i , et de  pour des  de Malraux ou de  La l u t t e va c r i e r ce que  ses  f o r c e s opposee%eiSJ sont Gari-  refuse d ' a t t a u e r l e p r e q  r a i s o n s morales mais parce q u ' i l  s i r e " q u ' i l s prennent toutes l e u r s  s o i n d'une v i c t o i r e  l e p a r t i veut.  1 ' a u t r e l e s i m p e r i a l i s t e s que  ne tant i l est sur de sa v i c t o i r e , m i e r . C e l a non  de  c e l l e - c i peut employer l a  C'est l a guerre q u i est d i c l a r e e et que I I n'y  Tcheng Dal  de-  resppnsabilites".  tout communiste d e s i r e , " l e  commune" q u i attache Garine au p a r t i  q u i l i e a u s s i tous l e s p r o l i t a i r e s  et  ensemble.  Quand pn reproche a Garine de ne pas r e s , l e peuple avec q u i i l s e bat,  be-  aimer, l e s p r o l i t a i -  i l oppose son  efficacite*  a son amour : -" Qui 1*enfant d o i t - i l p r e f e r e r , de l a n o u r r i c e q u i l'aime et l e l a i s s e se noyer, ou de c e l l e q u i  55 ne l'aime  pas, mais s a i t nager et l e sauve? " 3  I I a r a i s o n , ses m o t i f s ne sont peut-etre pas cent pour cent pTffirij mais au moins, i l s s ' i n s c r i v e n t dans l e sens de 1 ' h i s t o i r e et pour c e t t e s e u l e r a i s o n sont b i e n s u p e r i e u r s aux  c r i s e s de conscience du i?ieux Tcheng-Dai q u i p l e u r e l e s  cadets morts en defendant l e s p r o l e t a i r e s de Canton, C'est l a souffranee i n f l i g e e a Garine par s a maladie q u i s e r t souvent d'excuse a l ' a u t e u r pour e x p l i q u e r toutes l e s d i v a g a t i o n s d o c t r i n a l e s du heros. Ce n'est gue quand i l est b l e s s e , f a t i g u e et que l e docteur v i e n t de l u i ordonner de p a r t i r , q u ' i l nous avoue q u ' i l s'est " l i e a l a r e v o l u t i o n " parce que "ses r e s u l t a t s sont l o i n t a i n s et t o u j o u r s en changement. Cependant i l s'arr§te tout a coup et d i t " a l l o n s tout ca". Une f o i s de p l u s , cet homme l u t t e entre s a f o i et s a r a i s o n . La r a i s o n l u i f a i s a n t clairement s a v o i r et comprendre s a p o s i t i o n , meme s i dans l e cas de notre personnage, l a r a i s o n ne s ' a f f i r m e que lorsque l a f i e v r e s'empare de l u i , Malraux c r o i t en l a R e v o l u t i o n . Quand i l e c r i t ce mot,c'est avec une majuscule; car e l l e n'est pas et de l o i n , une r e v o l u t i o n mais l a seule Revolution.C' est c e t t e f o i q u i  l'emporte,iL  chasse ses idees,ses pensees et d i t " a l l o n s tout ca"... Malraux, ne nous d i t pas ce qu'est,  tout ca.Le l e c t e u r peut a i -  sement f i n i r s a pensee. Degoute de l a r e v o l u t i o n , Garine r e -  56 fuse de se l a i s s e r a l l e r , c a r " l a R e v o l u t i o n l ' o n ne peut  pas  l'envoyer au f e u " . Tout ce q u i n'est pas e l l e , est p i r e qu'eUe. La v e i l l e de son depart, i l s'accroche  a nouveau a I'ac-  t i o n et pourtant i l v i e n t de l ' a f f i r m e r , i l ne se f a i t t r o p d ' i l l u s i o n s . Besoin d ' a g i r ?... Non.  pas  C e l a n'est pas  une  e x p l i c a t i o n s u f f i s a n t e , car a l o r s pourquoi pas a c t i o n dans les rangs ennemis de l a r e v o l u t i o n ? Purieux eontre Borodine q u i l ' a oblige* a p a r l e r sur l a tombe de K l e i n , Garine d i t a son ami  : "Insupportable menta-  l i t y bolcheVique". " I I # a des demi-mesures partout ou i l  y  a des hommes et non des machines". Mais immediatement, l a pos i t i o n de Garine est temperee par une r e f l e x i o n du n a r r a t e u r "Pritexte.. . < La n'est pas l a v r a i e cause de l a r u p t u r e " et l e n a r r a t e u r de nous exposer clairement l e s deux conceptions  du  marxisme, deux conceptions q u i ne sont pas a n t i - m a r x i s t e s mais q u i au c o n t r a i r e se  completent.  Ce q u i oppose Garine et Borodine, n'est qu'une nuance, qu'une d i f f e r e n c e de degres. Tous l e s ceux sont marxistes, tout e f o i s i l s se demandent ce q u ' i l f a u t i d i f i e r et c o n s t r u i r e d'abord: r e c r u t e r des troupes de choc ou c o n s t r u i r e l e rez-dechaussee d'un  e d i f i c e communiste. D i s c u s s i o n q u i ressemble  trangement a l a d i s p u t e q u i amena S t a l i n e  e  t Trotsky a  e-  diffi-  r e r sur l e p l a n i d e o l o g i q u e . Le premier voulant c o n s t r u i r e des bases s o l i d e s en Russie et l e second,  c r e e r par 1'Internatiioaa-  57 l e des t roupes de choc q u i a u r a i e n t soulevd l e monde. Au t o t a l Garine et Borodine, ne r e p r ^ s e n t a n t que deux tendances diff£rentes d'une meme i d e e . Quant au f a i t que l e communisme e s t une franc-magonnerie, ou l ' o b e i s s a n c e e s t p i i s importante  p a r f o i s que l ' e f f i c a c i t e , personne ne l e niera,ni&-  me pas un communiste, puisque l ' o b e i s s a n c e de tous e s t b i e n p l u s e f f i c a c e que l ' e f f i c a c i t e  pereonnelle.  C'est N i c o l a T e f f q u i nous explique pourquoi  Garine ne  p a r a l t pas pouvoir c o n t i n u e r avec l a r e v o l u t i o n , avec cette franc-magonnerie du p a r t i : -" C e r t e s , l e communisme peut employer des revol u t i o n n a i r e s de ce genre (en s o m e , i c i , c'est un " s p e c i a l i s t e " ) mais en l e s f a i s a n t ... sout e n i r par deux T c h e k i s t e s r e s o l u s " . 4 Pour N i c o l a l e f f , Garine e s t done p a r t i e i n t e g r a n t e de 1 ' a c t i o n communiste, mais i l ne se s i t u e qu'au debut de l a r e v o l u t i o n . I I n'a pas a c q u i s encore c e t t e q u a l i t e des communistes; l ' o r d r e et l ' o b e i s s a n c e . C'est un romantique de l a r e v o l u t i o n , un element n e c e s s a i r e , tout simplement un m a i l l o n de l a chalne. En d'autres  termes, Garine represente une p a r -  t i e de c e t t e r e v o l u t i o n q u i s ' a p p e l l e these, a n t i t h e s e et synthese. I I e s t une synthese  s u r l a q u e l l e va s'appuyer une nou-  v e l l e these, echelon d'une longue e c h e l l e , etape  conseiente  du sens de 1 ' h i s t o i r e . Quant a l a Tcheka q u i s ' a p p e l l e r a l e Gepeou, e l l e c o n s t i t u e 1'etape s j i i v a n t e .  58 Pourquoi Garine n ' e s t - i l pas p a r t i e i n t e g r a n t e de l ' e tape suivante ?... probablement parce que s a pensie e s t d i s s o c i i e de ses a c t i o n s , A p l u s i e u r s r e p r i s e s , ce m i l i t a n t communiste q u i dans 1'ensemble a g i t comme t e l , q u i s'en va sans q u ' i l y a i t de son v i v a n t aucun b e s o i n de f a i r e p r e s s i o n s u r l u i pour l e m a i n t e n i r dans l ' o r t h o d o x i e , manifeste une double p e r s o n n a l i t e . "On ne v i t pas s e l o n ce que l ' o n pense de s a vie". Cette v i e , i l 1'envisage comme absurde, mais i l  agit  comme s i e l l e a v a i t un sens. I I n a r r i v e pas a c o n c i l i e r son 1  doute et 1'espoir du p a r f a i t communiste, mais chaque f o i s  il  a l a f o r c e de chasser ce doute pour d i r e , " a l l o n s " et de r e pousser ses d i v a g a t i o n s pour se plonger dans l e t r a v a i l que l u i impose l a cause. Communiste completement convaincu, non, mais communist e a g i s s a n t , o u i . T e l e s t Garine. Un homme q u i s u r l e p o i n t de s'embarquer pour 1'Europe d i t quand on l u i apporte un message " q u ' i l s s a r r a n g e n t . . . Tout ca" mais q u i une seconde a1  pres v a i n t e r r o g e r deux p r i s o n n i e r s et en tue un a bout p o r t a n t a f i n d'e"viter 1* empoisonnement  de l'Armee Rouge©  0 0  0  Malraux s a i t a u s s i nous f a i r e v i v r e dans l e monde quo-  59 t i d i e n du communisme, monde q u i semble ne pas a v o i r change" depuis 1 Epoque ou i l 1  e c r i v a i t l e s Conquerants.  Les o r g a n i s a t e u r s de l a r e v o l u t i o n ne perdent pas une chance de l a m a i n t e n i r en v i e . Tcheng-Dai q u i s ' i m a g i n a i t §tre l e Gandhi c h i n o i s e t q u i e t a i t devenu p a r l a m6me occas i o n , l'ennemi de l a r e v o l u t i o n , n'est p l u s apres s a mort qu'une v i c t i m e du c a p i t a l i s m e a l o r s q u ' i l e v a i t ete  assassi-  ne p a r l e groupe a n a r c h i s t e de Hong. Des d i s c o u r s a n t i - c a p i t a l i s t e s sont prononces l o r s de ses f u n e r a i l l e s . Sa mort q u i a u r a i t pu §tre une calamite pour l e s communistes e s t maintenant apres quelques mensonges une b e n e d i c t i o n .  Dans l a t r a -  d i t i o n marxiste l e s f a i t s ont ete i n t e r p r e t e s . L'ennemi d ' h i e r e s t immediatement g l o r i f i e comme un s a i n t mort pour l a cause, b i e n que Garine nous a f f i r m e que Tcheng-Dai* vecut "hors de ce monde r e v o l u t i o n n a i r e q u o ^ i d i e n auquel nous sommes". Monde q u o t i d i e n des communistes que l'on r e t r o u v e a Canton comme nous l e retrouvons partout ou s'exerce l e u r propagande. "Un p e t i t c h i n o i s enfoncant une baionne%dans l e d e r r i e r e rebondi de John B u l l " . La seule d i f f e r e n c e c'est qu'aujourd'hui, John B u l l e s t devenu Uncle Sam. Propagande que l ' o n v o i t a u s s i s u r l e s a f f i c h e s communistes representant un s o l d a t europeen, arme d'une m i t r a i l l e u s e , t i r a n t sur une f o u l e c h i n o i s e , pendant que s u r une autre a f f i c h e , un s o l d a t russe regarde 1'horizon. Le m § -  60  me russe q u i sans doute p a r l ' i n t e r m e d i a i r e de son gouvernement envoie tout ce q u ' i l peut : p i t r o l e , acmes, i n s t r u c t e u r s pour a i d e r ses f r e r e s opprimis pour que comme l u i , i l s v o i e n t des lendemains q u i chantent. Les  chefs du p a r t i savent a u s s i f a i r e p r e s s i o n par des  demonstrations p o p u l a i r e s aupres du gouvernement  pour que ce  d e r n i e r vote un decret q u i l e u r e s t f a v o r a b l e . Des p a r t i s a n s b i e n encadres paradent avec des banderoles et des slogans aux c r i s de '"Vive 1'Arm£e Rouge". M a n i f e s t a t i o n spontanee et f o r t b i e n organisee. Dicidemment  l e p a r t i communiste de Canton en  1927, n ' a v a i t r i e n a apprendre, l a technique employee aujouic? h u i ne d i f f e r e en r i e n , n i pour r i e n , de c e l l e que Malraux nous d e c r i t  e t dont i l a t t r i b u e toute l a r e s p o n s a b i l i t e a ses  personnages. Les membres du p a r t i non p l u s n'ont r i e n a apprendfe de l a d i s c i p l i n e e t du courage. I l s n ' h e s i t e n t pas pour l a cause «L - " I se f a i r e engager p a r Tcheng-Tioung-Ming, sachant f o r t b i e n q u ' i l s r i s q u e n t d'etre f u s i l l e s et p a r l u i comme traitaftes et p a r nos troupes comme ennemis". 5 Courage d hommes q u i ont volontairement f a i t 1  le sacri-  f i c e d'eux-memes et se. mettent au s e r v i c e d'une cause p l u s grande qu'eux et pour l e s q u e l s l a mort e s t une ase'compense»Klein y f a i t f i g u r e de martyre t o r t u r e dont l a memoire r e s t e l o n g temps avec nous, tant e s t a f f r e u s e l a d e s c r i p t i o n des souf-  61 franees q u ' i l a endurees pour son i d e a l , 0 0  0  I I f a u t f a i r e une p l a c e s p e c i a l e a Hong, l e p a r t i s a n devenu a n a r c h i s t e en consequence o p p o r t u n i s t e , ennemi de l a r e v o l u t i o n . C'est un homme d'une grande l u c i d i t e , en q u i T r o t s k y v o i t l e s e u l r i v o l u t i o n n a i r e c a r i l juge mieux que tous l e s a u t r e s , comprenant l a v r a i e c o n d i t i o n des p r o l e t a i r e s . S ' i l semble e l o i g n e du p a r t i , c'est s u r t o u t parce  qu'il  r e f u s e de d e v e n i r esclave de Moscou, l o u r l u i comme pour l e s communistes,  i l est logique  que : ceux q u i enseignent aux hommes de l a misere a supporter c e l a doivent §tr_e punis, pr"etres, c h r i t i e n s ou autres hommes". ° c a r s ' i l n'y a que "deux r a c e s , l e s miserables e t l e s autres" c'est avec l e s miserables q u ' i l f a u t t r a v a i l l e r . Ce n'est que dans l a mithode d ' a c t i o n que Hong n'est pas communiste, i l n'attend  pas l e Grand Jour de l a R e v o l u t i o n pour a g i r , i l a-  g i t aujourd'hui  et c'est uniquement pour c e l a q u ' i l devient  dangereux aux yeux de Garine, de Borodine e t de 1'International e q u i v o i e n t en l u i un o p p o r t u n i s t e . Hong, r e s t e un e t r e sympathique q u i p o u r r a i t e t r e dans l e d r o i t chemin s i seulement i l v o u l a i t abandonner s a haine presente pour un a v e n i r q u ' i l juge i n c e r t a i n . Garine  ajoute,  c a r Garine represente m a l g r i tout l e p a r t i : " i l n'est pas  62 d'ennemi que  j e comprenne mieux". Le saut du communisme a  l'anarchisme n'est pas s i grand en the*orie. S i Garine prend s i b i e n cet ennemi, c'est peut-£tre parce que il  com-  parfois,,  s'en trouve tout proche.  0 0  0  P o u r r a i t - o n d i r e que  "Les Conquerants" n'est pas  une  oeuvre marxiste ?. La reponse §ei.Malraux a Leon T r o t s k y est d ' a i l l e u r s a ce p o i n t de vue t r e s e d i f i a n t e . Nous avons vu que T r o t s k y r e p r o c h a i t a Malraux ses " f a t a l e s meprises"; d e r n i e r en se defendant  ce  d i t que ce n'est pas a l a d o c t r i n e  q u ' i l en veut "mais a l a f a c o n i d i o t e dont e l l e est et exposee par des personnages  comprise  determines",  Malraux a c c e p t e - t - i l c e t t e d o c t r i n e , i l ne l e d i t pas mais i l est c e r t a i n q u ' i l ne l a r e j e t t e pas. Ce a quoi i l s'attaque, c'est au manque de comprehension des hommes. Pour defendre Garine, i l attaque T r o t s k y :"I1 trouve que  Garine  se trompe, mais S t a l i n e trouve que l u i Trotsky se trompe a son t o u r " . I I continue a defendre l a facon dont ees heros d i r i g e n t l a R e v o l u t i o n , l a f a c o n dont i l s u t i l i s e n t Hong pour former l a conscience de c l a s s e des masses c h i n o i s e s , l a man i e r e dont i l s u t i l i s e n t Tcheng-Dai'pour proteger l e s o r g a n i s a t i o n s p r o l e t a r i e n n e s , l a f a c o n e n f i n dont l a r e v o l u t i o n preserve "ce p r o l e t a r i a t n a i s s a n t , presque en d e v e n i r " .  63 I I j u s t i f i e c e t t e a l l i a n c e batarde du p a r t i et du Kuomintang en a f f i r m a n t  que personne n'est dupe, mais que r e g i s -  t e r a ce moment eut 6te un s u i c i d e complet, l ' a i l e d r o i t e du Kuomintang possedant plus de puissance que toutes l e s tes secretes  q u i f i r e n t 1 ' h i s t o i r e d e l a Chine depuis  Malraux nous apprend qu'y a d h e r a i t ^ l a l m a j o r i t y  sociiI9H»  des o u v r i e r s :  -" Le r e f u s de l a f u s i o n eut declanche a u s s i t S t l e comhat. Les communistes f u r e n t b a t t u s l o r s q u ' i l s possedaient l e u r propre armie, i l s l ' a u s sent ete l o r s q u ' i l s ne l a possedaient pas encore". 7 I I n'y a pas eu t r a h i s o n quelconque du p r o l e t a r i a t , l e s d e c i s i o n s p r i s e s e t a i e n t l e s seules  que l e s communistes pus-  sent prendre e t i l s ne commirent pas de f a u t e s mais b i e n au c o n t r a i r e a g i r e n t seulement dans l ' i n t e r e " t du p a r t i . -" L ' I n t e r n a t i o n a l e p o u v a i t - e l l e conserver des o r g a n i s a t i o n s autonomes ? Je pense q u ' e l l e n'accepta pas de g a i t e de coeur quoi q u ' e l l e en d i s e , l a f u s i o n du p a r t i communiste c h i n o i s et du Kuomintang. La catastrophe q u ' e l l e t r o u v a dans c e t t e union, l e monde e n t i e r l a connait par des b i l a n s de s u p p l i c e s . E l l e n'eut pas l e c h o i x " . 8 Defense b i e n vehemente pour quelqu'un que l ' o n accuse de n'etre pas,  de n ' a v o i r  jamais ete* un communiste. Defense  b i e n ardente des a c t i o n s de heros que l ' o n q u a l i f i e de tout, mais pas de communistes. I I semble au c o n t r a i r e que l e communisme s o i t l e r e s s o r t p r i n c i p a l , l a base, l a f o n d a t i o n v i e de ces hommes...  s u r l a q u e l l e repose l a  Mais nous n'avons t r a i t e que du premier  64  roman. Passons a l a deuxieme phase, a l a l u t t e entre l e  Kuo-  mintang et l e P a r t i . . . et a "La C o n d i t i o n Humaine". 0 0  0  La C o n d i t i o n Humaine -  1933  Comme dans l e s Conquerants, i l est d i f f i c i l e de rer  spa-  i c i l a pensee de 1 ' a c t i o n des heros. En bons r e v o l u t i o n -  n a i r e s , i l v i v e n t l e u r s pensdes et pensent l e u r s a c t i o n s . Dans tout roman, i l est n a t u r e l de r e t r o u v e r a u s s i themes et idees £parpilles dans 1'oeuvre. Notre analyse progressera  en  p a r t a n t des p r i n c i p a u x personnages, f a i s a n t r e s s o r t i r ce qui chez eux  c o n s t i t u e 1'aspect marxiste de l e u r s pense"es et de  leurs actions. Au commencement, un geste m e u r t r i e r  qui " v a l a i t l e long  t r a v a i l des arsenaux de Chine". I I f a u t que  Tchen tue un hom-  me  pour se procurer  l e s armes q u i permettront 1 * i n s u r r e c t i o n  et  f e r o n t tomber Shanghai aux mains des t r o u p e s r ^ v o l u t i o n -  n a i r e s . Nous sommes done j e t e s dans 1 * a c t i o n des l e s premier e s pages. Les p a r t i s a n s se r ^ u n i s s e n t les  clandestinement dans  q u a r t i e r s de l a v i l l e et vont a g i r par un l o n g t r a v a i l  de  sape« L'auteur nous place immediatement au coeur de l'©rganis a t i o n dont i l de"crit l e t r a v a i l , l a v i e , l a s t r u c t u r e et l e s chefs©  65 Kyo  est "un des o r g a n i s a t e u r s  mite c e n t r a l a v a i t confiance  de 1 * i n s u r r e c t i o n , l e co-  en l u i " , un communiste par con-  sequent puisqu'en l u i c o n f i e l a r e s p o n s a b i l i t e et l u i a c c o r de l a c o n f i a n c e . I I est tout pres de ce peuple pour l e q u e l i l t r a v a i l l e , i l a prepare" ce "bon tendre nes".  q u a r t i e r " ou l ' o n pouvait  en-  " l e grattement des m i l l i o n s de p e t i t e s v i e s q u o t i d i e n Ces hommes miserables,  est responsable  pauvres, c'est l u i Kyo  qui  en  puisque l e Comite C e n t r a l du P a r t i Communis-  t e C h i n o i s l ' a charge de l a c o o r d i n a t i o n des f o r c e s i n s u r r e c tionnelles. I I r e c o i t l e s ordres du p a r t i . Sous ses ordres  agissent  l e s Tchons, ces o r g a n i s a t i o n s de combat mises sur p i e d  par  l e s communistes. Armie r i v o l u t i o n n a i r e et c l a n d e s t i n e en me  temps, f o r c e indenialfrle, ces o r g a n i s a t i o n s l i e e s  ment a l a h i i r a r c h i e et a u s s i devouies a l a cause. t i o n a g i s s a n t e , s o r t e de f i l e t  m§-  itroiteOrganisa-  qui se prepare a se refermer  et a endiguer l a p o p u l a t i o n et l e s masses. A i l e en marche du p r o l e t a r i a t , t e l l e est c e t t e o r g a n i s a t i o n q u i apprend a se s e r v i r des armes, a fomenter l a r e v o l u t i o n , a t u e r l e s gardiens de l ' o r d r e bourgeois et l e u r armee de mercenaires. Kyo  represente  1'element l e plus precieux de c e t t e o r -  g a n i s a t i o n , possedant a l a f o i s commandement et p l a n d ' a c t i o n . Sur l u i reposent l e s chances de  succes,  a t e l point que  camarades de l u t t e q u i l e savent cherchent a l e proteger  ses pour"  66 que  r i e n ne l u i a r r i v e , l e u r v i e a eux a b i e n moins d'impor-  tance. En f a i t , 1'action  e l l e ne compte pas,  n'a de v a l e u r que dans  q u ' i l s vont entreprendre, tant ce qui touche a c e t -  t e a c t i o n r e v o l u t i o n n a i r e d o i t e t r e organise en f o n c t i o n de l a plus grande e f f i c a c i t e * e t puisqu'aucun des camarades de Kyo  "ne pouvait  r e a g i r . a u s s i v i t e que l u i , a u s s i surement",  Katow l u i demande d'etre prudent. Comme l a m a j o r i t y "Condition qu'a nit  des heros des "Conquerants" et de l a  Humaine", Kyo est etranger ou du moins i l n'est  moitie" c h i n o i s . I I a p p a r t i e n t  a cette f r t e r n i t e qui ua  tous l e s p r o l e t a i r e s dans une m§me l u t t e ; s u i s s e s comme  Garine, russes comme Katow, allemands comme May ou encore cons e i l l e r s am£ricains. Le marxisite n'est pas un r a c i s t e , pour l u i l a s o c i e t e humaine n'est pas d i v i s e e p a r l a couleur  de l a  peau ou par l a n a t i o n a l i t y , mais p a r ceux q u i possedent et ceux qui ne possedent p a s . Qui est d ' a i l l e u r s cet homme ?... v a i l l e u r . N ayant pas besoin f  qui i l l u t t e , i l appartient sie  I I n'est pas un t r a -  de gagner s a v i e comme ceux avec cependant a c e t t e p e t i t e bourgeoi-  q u i a lie" son s o r t aux p r o l e t a i r e s . Nous ne savons pas  s ' i l est venu a l a r e v o l u t i o n grace a son pere, p r o f e s s e u r de Sociologie a 1'University  de pykin,  ou i l a v a i t "formy l e s  m e i l l e u r s cadres r e v o l u t i o n n a i r e s de l a Chine du Nord". I I f a i t nyanmoins p a r f o i s f i g u r e d ' i n t e l l e c t u e l communiste, i l  67 pense a sa r e v o l u t i o n , i l en f a i t une me,  une  s o r t e d ' e n t i t e autono-  s o r t e de personne v i v a n t e et s i p a r e e de tous ceux  q u i l a composent. -" Ce n i t a i t pas l u i qui songeait a 1 ' i n s u r r e c t i o n , c ' e t a i t 1 ' i n s u r r e c t i o n , v i v a n t e dans tant de cerveaux comme l e sommeil dans tant d'autres, qui p e s a i t sur l u i au point q u ' i l n * e t a i t plus qu'inquietude et a t t e n t e " . 9 1  Cette r e v o l u t i o n d e v a i t a b o u t i r a c r e e r son re*ve " l a Chine S o v i e t i q u e " . "Conquerir mot  i c i l a d i g n i t e des s i e n s " . Le  d i g n i t e q u i r e v i e n t s i souvent semble r e p r e s e n t e r l e but  p r i n c i p a l de son a c t i o n . I I possede a u s s i l e s q u a l i t e s qui font de l u i un bon  communiste. I I a l a c o n v i c t i o n que  ses  idees doivent non pas f t r e pensees mais vecues, c e q u i ne l'empeche pas d'etre plus i n t e l l e c t u e l que  Katov*  Un idee pensee est l e propre du philosophe  a q u i Marx  f a i t a l l u s i o n , de c e l u i q u i se perd dans l e s P a l a i s de l a p h i l o s o p h i e quand seule I ' a c t i o n peut apporter aux  l a dignite  chaumieres de l a R e a l i t e , Kyo  est d i f f e r e n t de son ami Tchen en ce sens que  a c t i o n est "grave et premeditee".C'est un organisateur, met  pas  son i l ne  en danger l a v i e de l a r e v o l u t i o n ; i l est un de ceux  q u i savent o r g a n i s e r et coordonner pour apporter un mieux e^tae . I I c r o i t uniquement a I ' a c t i o n concertee  de tous l e s membres  du p r o l e t a r i a t q u ' i l a su o r g a n i s e r en sections et qui a t t e n dent l'heure H de l ' a t t a u e qui f e r a s ' i c r o u l e r les f o r c e s de a  68 l'ennemi. Pour G i s o r s : -" chez Kyo, tout e t a i t plus simple (que chez Tchen). La sens heroique l u i a v a i t ete donne comme une d i s c i p l i n e , non comme une j u s t i f i c a t i o n de l a v i e . I I n ' e t a i t pas i n q u i e t . Sa v i e a v a i t un sens, et i l l e c o n n a i s s a i t : dormer a chacun de ces. hommes que l a famine, en ce moment meme, f a i s a i t mourir comme une peste l e n t e , l a poss e s s i o n de sa p r o p r e e d i g n i t e . I I e t a i t des l e u r s " 1 0 car i l s a v a i t que : -" I I n'y a pas de d i g n i t e p o s s i b l e , pas de v i e r e e l l e pour un homme q u i t r a v a i l l e douze heures par j o u r sans s a v o i r pour quoi i l t r a v a i l l e " • I I f a l l a i t que ce t r a v a i l p r i t un sens, devint une patrie".' H Par ses idees i l ne communiste.  s ' i n t e g r e parfaitement dans l a d o c t r i -  Son i d e a l c o n s i s t e a donner a ceux q u i n'en  ont pas de l a d i g n i t e . A donner au t r a v a i l un sens, sans quoi tout t r a v a i l n'est q u ' a l i e n a t i o n , l a l i b e r t e ne r e s i d a n t que dans 1'accomplissement  v o l o n t a i r e d'une p r o d u c t i o n u t i l e a  l a s o c i e t e et non pas a 1'enrichissement de u e l q u e s a c t i o n a  n a i r e s anonymes et caches. I I est 1'instrument q u i apportera l e premier changement c a r : -" Le marxisme n'est pas une d o c t r i n e , c'est une v o l o n t e , c'est, pour l e p r o l e t a r i a t et l e s siens - l a 'volonte de se c o n n a i t r e , de se s e n t i r comme t e l s , de v a i n c r e comme t e l s ; vous ne devez pas e t r e marxistes pour aroir r a i s o n , mais pour v a i n cre sans vous t r a h i r " . 12 T e l l e est l a d e f i n i t i o n que l e philosophe marxiste et a u s s i humaniste qu'est son pere donne en pensant a l u i . A f f i r m a t i o n q u i resume l a p h i l o s o p h i e du marxisme, l a decouver-  69 t e de soi-meme, l a decouverte et l a c r e a t i o n de l'homme par s a propre r e a l i s a t i o n . G-isors a pleinement s a i s i c e t t e p h i l o sophie q u i l u i a p p a r a l t seule capable de r i a l i s e r l e p o t e n t i e l des masses c h i n o i s e s . Les e t u d i a n t s q u ' i l a faconnes dans ses c l a s s e s et a q u i Kyo truments de c e t t e  a donni l e s moyens d ' a g i r seront l e s ins-  transformation. 0 0  0  Dans "La C o n d i t i o n Humaine", l e debat Kyo-Vologuine a une  p l a c e de toute premiere importance c a r i l oppose un com-  muniste au p a r t i q u i pour des r a i s o n s de haute s t r a t i g i e v i ent de desavouer son; a c t i o n . Les ordres d'en  haut, Kyo  s'en rend compte, sont  con-  t r a i r e s a ee q u i e s t l e p l u s e f f i c a c e sur l e p l a n l o c a l , i l v o i t l a d e f a i t e i n e v i t a b l e . 11  essaye d ' i n t e r v e n i r , mais  t r o u v e - t - i l ?... Un Vologuine,  f o n c t i o n n a i r e de Moscou cons-  que  t i t u a n t un mouvement d ' h o r l o g e r i e q u i d o i t marcher avec l e r e s t e de l a mecanique ou e"tre remplace. Vologuine f a i r e comprendre que ce n'est que sur l e p l a n l o c a l a l o r s que  essaye de  f o l i e de v o u l o i r se b a t t r e  l a d e f a i t e generale  est c e r t a i n e .  Les communistes sont en p e r t e de v i t e s s e , i l s n'ont n i l ' a r mee  n i l a b o u r g e o i s i e , n i m§me tout l e peuple. I l s ne  sont  qu'une m i n o r i t e , un l e v a i n c e r t e s mais q u i est encore b i e n l o i n d ' a v o i r t r a v a i l i e toute l a pate. S i une  p a r t i e de c e t t e  70 masse a e t e mise en marche, i l f a u t 1 ' a r r e t e r au plus v i t e avant que l a r e a c t i o n de d r o l t e ne l e fasse» Kyo  s a i t q u ' i l est trop t a r d , ses o u v r i e r s , ses soldais  ne comprendront pas l e s ordres s u p e r i e u r s , i l s ne voudront pas f a i r e marche a r r i e r e n i r i e n abandonner; fatalement choses  les  s'accompliront. La r e a c t i o n va s ' a b a t t r e sur eux. Kyo s e u l v o i t l e pro-  bleme clairement, mais avec l u i des m i l l i o n s d'hommes se posent l a meme question : -" Comme tout a l'heure avec Tchen, i l s e n t i t que c e t t e n u i t m£me, dans toute l a Chine, et a t r a v e r s l'Ouest jusqu'a l a moitie" de 1'Europe, des hommes h e s i t a i e n t comme l u i , d e c h i r e s par l e m § me tourment entre l e u r d i s c i p l i n e e t l e massacre des l e u r s " . 13 Essayant  de r e a g i r , tout d'abord Kyo se r e V o l t e centre  l a l o g i q u e du p a r t i : -" E s t - c e que t u ne c r o i s pas, vraiment, que 1'obs e s s i o n des f a t a l i t e s economiques empeche l e P a r t i communiste c h i n o i s , e t peut-etre Moscou, de v o i r l a n e c e s s i t e e"lementaire que nous avons sous l e nez ?" 14 I I se r e f u s e d'admettre que son a t t i t u d e s o i t de I'opportunisme e t se defend  en d i s a n t que Ldnine lui-m§me, 1 ' e t a i t :  -" A t o n compte, Lenine ne d e v a i t pas prendre l e partage des t e r r e s comme mot d'ordre. Le partage des t e r r e s , c e t a i t l a c o n s t i t u t i o n de l a p e t i t e p r o p r i e t y ; i l aurtait done dil f a i r e , non l e partage, mais l a c o l l e c t i v i s a t i o n immediate, l e s sovkhozes. Comme i l a r & u s s i , vous savez v o i r que c ' e t a i t de l a t a c t i q u e . Pour nous a u s s i i l ne s ' a g i t que de t a c t i q u e I Vous §tes en t r a i n de perdre l e c o n t r S l e des masses... 1  71 - T'imagines-til que Lenine, e n f i n , l ' a i t garde de f i v r i e r a octobre ? - I I l ' a perdu par i n s t a n t s . Mais i l a t o u j o u r s ete dans l e u r sens. Vous, vos mots d'ordre sont a contre-courant. I I ne s ' a g i t pas d'un crochet, mais de d i r e c t i o n s q u i i r o n t t o u j o u r s s ' e l o i gnant davantage". ^5" Opposie a c e t t e t a c t i q u e est 1'autre a t t i t u d e communist e , c e l l e de Moscou, c e l l e de l a l i g n e d r o i t e . C'est qu'incarne  parfaitement Vologuine  elle  :  -" La d i s c i p l i n e du P a r t i s o r t a i t furieusement r e n f o r c e e de l a l u t t e contre l e s t r o t s k i s t e s . Vologuine e t a i t l a pour f a i r e executer l e s dec i s i o n s p r i s e s par des camarades plus q u a l i f i es, mieux informes que l u i - et que Kyo". 16 -" Meme c o o l i e du p o r t de Shanghai, je p e n s e r a i que l ' o b e i s s a n c e au P a r t i est l a seule a t t i t u de l o g i q u e , e n f i n , d'un m i l i t a n t communiste".^7 A i n s i , i l f a i t comprendre a Kyo il  que par son h e s i t a t i o n  se p l a c e automatiquement au rang de ceux q u i ne sont plus  "des m i l i t a n t s communistes". Pourtant Kyo  n'est pas  complete-  ment convaincu de l a l i g n e a s u i v r e ^ -" Presentement, nous^communistes, donnons aux masses des i n s t r u c t i o n s q u ' e l l e s ne peuvent cons i d e r e r que comme des t r a h i s o n s . Croyez vous q u ' e l l e s comprendront vos mots d*ordres d ' a t t e n te ?" 18 I I a peur quand l a f a t a l i t e prend l a p l a c e de l a v o l o n t e mais i l ne f a i t pratiquement r i e n pour a l l e r contre l e s ordres du p a r t i , b i e n q u ' i l s o i t sur que  1 ' I n t e r n a t i o n a l e se  trompe. I I se sent emporte par un raz-de-maree, i l f a l l a i t p e n s e - t - i l que  l a r e v o l u t i o n accouch&t ou q u ' e l l e mourut©  72 Des ce moment l a , Kyo ne s e r a p l u s l e chef,  l'organisa-  t e u r , i l s e r a p r i s entre deux f o r c e s , noye par c e raz-de-mar e e . I I ne se r e v o l t e p l u s , i l ne se defend p l u s , pas p l u s q u ' i l ne se l a i s s e a l l e r au d i s e s p o i r ; i l ne f a i t  qu*entrevoir  ce que l a r e v o l u t i o n a u r a i t pu e t r e . Puisque l e s communistes n'avaient n i l a m a j o r i t e  n i l a puissance, i l a u r a i t f a l l u e-  tendre l a r e v o l u t i o n mais ne 1 ' a p p r o f o n d i r que b i e n p l u s  tard.  Maintenant que l e s o r t en e s t j e t e ; 4.1 ne l u i r e s t e p l u s qu'a souhaiter, pas  p u i s q u ' i l s e t a i e n t tous condamnes "que ce ne f i l t  en v a i n " • I I s a i t q u ' i l s vont e t r e e c r a s i s , mais au moins espere  t'il  que c e l a s e r v i r a a l a prochaine vague i n s u r r e c t i o n n e l l e . J e t e au p l u s profond de l ' e n f e r de l a p r i s o n , Kyo y d e -  couvre : -" que des hommes p u i s s e n t v o i r f r a p p e r un f o u pas meme mechant.. ...et approuver ce s u p p l i c e . . C e t a i t l a m§me h o r r e u r p a r a l y s a n t e , b i e n d i f f e r e n t e de l a peur, une h o r r e u r t o u t e - p u i s s a n t e avant m§me que 1 ' e s p r i t ne 1'eti.t jugee". 1 9 et s o r t a n t il  n'hesite  de c e t enfer,  a l o r s que l ' o n l u i propose de t r a h i r ,  pas a a f f i r m e r :  -" Je pense que l e communisme r e n d r a l a d i g n i t e p o s s i b l e pour ceux avec q u i j e combats. Ce q u i est contre l u i , en tout cas, l e s c o n t r a i n t a n'en pas a v o i r " . 2 0 P a r f a i t acte de f o i dans l e communisme, s e u l e s p o i r des m i s e r a b l e s , des hommes tout c o u r t , l e communisme n'est ce q u ' i l est que par r e a c t i o n a ce q u i s'oppose a l u i , c'est l a these  73 q u i p r o d u i t l ' a n t i t h e s e . A c e l a s'ajoute t y retrouvee  l ' e s p o i r d'une d i g n i -  et conquise. Tout Marx e s t l a i  0 0  G  Engages a v e c Kyo dans 1 ' a c t i o n , May sa femme t r a v a i l l e a u s s i avec l e s S o v i e t s p u i s q u ' e l l e d i r i g e l ' h o p i t a l des femmes r e v o l u t i o n n a i r e s . E l l e rapporte  toutes l e s douleurs  qu'elle  v o i t tous l e s j o u r s ; d e s L i i e r e s q u i r e g r e t t e n t que l e u r s enf a n t s n'aient pas eu l a "chance" de mourir, des jeunes femmes q u i essayent de se t u e r p l u t S t que d ' e t r e r i e e s a des "brutes  vendues et ma-  respectables",  l e mariage de Kyo et de May e s t d ' a i l l e u r s un mariage t e l que l e s communistes l e concevaient.  Wne s o r t e  d'associa-  t i o n ou. chacun des p a r t e n a i r e s r e s t e l i b r e , ou 1'acte  sexuel  perd s a v a l e u r morale et ne c o n s t i t u e p l u s qu'un p l a i s i r que l ' o n peut prendre a i l l e u r s sans s o u c i des r e g i e s  bourgeoises  de f i d e l i t y . Kyo se sent blesse" d'apprendre que May a " f i n i par coucher avec l e n g l e n " mais i l essaye de r e s t e r f i d e l e a s a conception  du mariage, au c o n t r a t t a c i t e q u i l e l i e a May,  a c e t t e femme q u ' i l veut et q u i se veut l i b r e de c h o i s i r ses amants sans que son mari en s o i t blesse" ou j a l o u x * Dependant Kyo ne peut s'emp§cher de r e a g i r autrement, il  aime c e t t e femme e t i l s o u f f r e de ce q u ' e l l e ne peut l u i  74 cacher. O n t - i l s ete l e s v i c t i m e s de ce r§ve des communistes q u i crurent au debut que  l a v i e s e x u e l l e pouvait  e l l e aussi  §tre mise en commun, e r r e u r qui o t a i t psychologique mais q u i ne dura pas longtemps. De naissance franee  c e t t e e r r e u r , de ce manque de  con-  de l a nature humaine decoule sans doute c e t t e s o u f -  sur l a q u e l l e d'apres l e s propres mots de Kyo,  i l "ne  se r e c o n n a i s s a i t aucun d r o i t " . S ' i l d e s i r e assommer c e l u i q u i n'a  ete que  quelques ins'  t a n t s l'amant de sa femme, ce n'est pas parce q u ' i l est r i v a l , mais b i e n parce q u ' i l peut penser que May t i t e poule".  I I a i t que  est une  son "pe-  :  -" pour May l a s e x u a l i t e n'engageait r i e n . I I f a l l a i t que l e type l e s u t . Q u ' i l couch&t avec e l l e s o i t , mais q u ' i l ne s'imaginsit pas l a posseder". 21 E s t - c e c e t t e e g a l i t e des sexes que  l e s communistes r e -  clament, q u i %e montre i c i dans l e s idees de Kyo t i o n de l a femme q u i e t a i t ne et q u i depuis que Mao  ? Emancipa-  soumise a l'homme, surtout en C h i -  p r i t l e pouvoir devint un des themes  f a v o r i de l a r e v o l u t i o n . C r e a t i o n d'un  £tre nouveau q u i ne  d o i t r i e n a personne s i n o n a l a R e v o l u t i o n dont l a femme f a i t p a r t i e i n t e g r a n t e . Emancipation changeant completement l e s r a p p o r t s l e s p l u s intimes entre §tres humains de sexe  diffe-  r e n t , effagant a tout jamais 1' a t t i t u d e mentale qui dfait l'homme possede et que  que  l a femme est possedee. Dans l a s o c i e t e  75 marxiste,  i l n'y  a p l u s que  v a l e u r morale, tout virginite,  de  des  egaux, des  p a r t e n a i r e s . Toute  jugement e s t sans v a l e u r , l e s n o t i o n s  fidelite,  ne  sont  d e v a n t §tre d e p a s s e e s . Kyo  n'y  que  des  e s t pas  valeurs  de  bourgeoises  pr§t e t May  l u i echap-  pe«  0 0  0  Hemmelrich, a u t r e re,  l a ou. Hyo  communiste d u  n'entrevoyait  dont l a v i e t o u t e  qu'un r a y o n  e n t i e r e a ete un  aime* qu'une femme q u i  roman v o i t une  victoi-  d ' e s p o i r . Cet  long calvaire,  homme  qui n'avait  :  -" s ' e t a i t a c c r o c h e e a l u i d'un amour de c h i e n aveugle e t m a r t y r i s e , soupconnant q u ' i l e t a i t un a u t r e c h i e n a v e u g l e e t m a r t y r i s e " . 22 et dont l a d e t r e s s e  e s t sifTgrande quand i l d e c o u v r e s a femme  et son  c ' e s t - a - d i r e quand l ' a b s u r d e  fini,  enfant ne  tues,  p e u t r e m o n t e r de  l ' a b i m e ou l a v i e l ' a j e t e  meler a I ' a c t i o n v i o l e n t e . Lui impuissante" s e , une ce  : "on  est soudain  qui avait  bouleverse  des  p a r une  ivresse fantastique qui l u i f a i t  contre  l'Univers,  sans  c r i s e s de  se  "haine  e x a l t a t i o n immen-  r e p e t e r avec  p e u t t u e r a v e c amour, a v e c amour, nom  ReVolte s u b l i m e  se t r o u v e i n -  contre  de  violen-  Dieu".  sa c o n d i t i o n  humaine e t en m § m e temps a f f i r m a t i o n d'amour p o u r s e s  freres  p o u B s a n t l'homme a t u e r ceux q u i s ' o p p o s e n t a c e t amour d e v o -  nc  r a n t . Hemmelrich a l a chance de r e a l i s e r c e t acte d'amour ext r a o r d i n a i r e , s e u l rescape du l o c a l du P.C, i l regarde un ennemi q u i v i e n t e x p l o r e r l e s l i e u x : Get "homme q u i p a s s a i t l e premier, ce n ' e t a i t pas JiourrdB 1:'argent q u ' i l v e n a i t t u e r ceux q u i se t r a i naient la-haut, c ' e t a i t pour une idee, pour une f o i ; -" ce n ' e t a i t pas assez que c e t t e race d'heureux l e s a s s a s s i n a t , i l f a l l a i t encore q u ' e l l e crut a v o i r raison". - " l i s nous auront tous f a i t c r e v e r toute notre v i e , m a i s . c e l u i - l a l ' e s s u i e r a , i l 1'essuiera..." -" Comme s i c e t t e main de seconde en seconde tachee l ' e u t venge, Hemmelrich osa e n f i n regarder l a s i e n ne, et compris que l a tache de sang s'y e t a i t e f f a cee depuis des heures". 23 Extraordinaire  symbole d'un sang q u i s e u l peut e f f a c e r  l e sang de sa femme et de son enfant a s s a s s i n e s  par l e s hom-  mes de Chang-Kai-Shek. Sorte de redemption de l'humanite souff r a n t e par l e s a c r i f i c e de l'humanite t y r a n n i s a n t e . que  Sacrifice  l ' o n ne peut accomplir que parce qu'on aim'e l'homme, c a r  s i on ne l ' a i m a i t pas et ne concevait  pas l e s plus grands e s -  p o i r s pour l u i , pourquoi essayer d ' e x t r i p e r ,  de t u e r en l u i  l a p a r t i e corrompue. Hemmelrich f a i t l u i a u s s i p a r t i e i n t e g r a n t e  de l a masse,  du peuple. Pour c e t t e r a i s o n , l a mort des s i e n s ouvre chez l u i une vague d'optimisme. I I decouvre I n l u i l e b e s o i n de t u e r , c a r seule  semble^tril  l a mort de c e r t a i n s permettra 1'enfantement de l'homme nouveau. De c e t homme que G i s o r s , ! ' i n t e l l e c t u e l communiste d e f i -  nit  a ses Aleves : -" l'homme n'a pas envie de gouverner: i l a envie de c o n t r a i n d r e , vous l ' a v e z d i t . D'etre p l u s qu'homme, dans un monde d'hommes. Echapper a l a c o n d i t i o n humaine, vous d i s a i s - j e . Won pas puissant : t o u t - p u i s s a n t Tout homme reve d §tre d i e u . " ^4 1  0 0  0  A c6te des p r i n c i p a u x heros de son a c t i o n , Malraux nous campe l e s deux autres antagonistes D'un  de c e t t e r e v o l u t i o n .  c6te F e r r a l , l e p r o d u i t d"une c e r t a i n e s o c i e t e q u i l ' a  f a i t monter et q u i l ' a mis a l a t e t e de fantastiques i n t e r e t s f i n a n c i e r s q u i jouent sur les marches mondiaux,epaulant un g e n e r a l de d r o i t e , c a r s ' i l n e r e u s s i t pas, l a v i l l e s e r a soviet i s e e avec tout ce que c e l a comprend de p e r t e s pour des a c t i o n n a i r e s inconnus mais p u i s s a n t s . C'est l a puissance qui  de 1'argent a son comble,puissance  permet a l a r e a c t i o n de s u r v i v r e et e n s u i t e de c o n t i n u e r  a v i v r e en percevant des d r o i t s de douane pour entretenir une armee de mercenairas. Cette puissance encore qui p l u s t a r d p r o f i t e r a de l a s i t u a t i o n en ecoulant  ses produits sur l e marche",  en obtenant des c o n t r a t s des p l u s payants et en f a i s a n t nat u r e l l e m e n t supporter l a note aux m i l l i o n s de c o o l i e s anonymes. La masse g r o u i l l a n t e f a i t face a-ce pouvoir qu'un Ferral semble symboliser  parsondesir de maintenir a tout p r i x l e s  78 eompagnies, o u b l i a n t l a s o u f f r a n e e et l a mort des c o o l i e s . D e r r i e r e ce pouvoir, se groupera l a p e t i t e b o u r g e o i s i e u s u r i r i e r e et commercante q u i se sent menaced par un p r o l e t a r i a t q u i commence a secouer ses chaines et q u i r i s q u e s ' i l  agit  dans un sens p r e c i s de f a i r e tomber tout 1 ' e d i f i c e de l a soci'e' ice  chinoise Les communistes ont donne" des mots d'ordres, l e s m§mes  l a n c e s 15 ans auparavant par Lenine; l a t e r r e aux paysans et l ' u s i n e aux o u v r i e r s . Les paysans ont ete t r a v a i l l ^ s par l e p a r t i , i l s ont compris q u ' i l s ne seront pas ndcessairement voues a un esclavage e t e r n e l . Les mots d'ordres donnes par l e part i f a i s a n t marche a r r i e r e a f i n d ' e v i t e r l a contj?e-revolution r i s q u e n t d ' e t r e i n e f f i c a c e s f a c e a l a decouverte de l e u r e x i s tence et de j o u r s m e i l l e u r s . T e l l e s sont l e s deux f o r c e s au t r a v a i l , c e l l e s q u i doivent ine>itablement s'opposer et enfant e r une Chine  sovietique©  Jlalraux s' attache l e p l u s souvent a nous d e c r i r e l a pensee de c e r t a i n s ftommes, mais on sent que l a masse est toujours p r e s e n t e . Tout se fa-it pour e l l e , avec e l l e , ou contre e l l e . Le gSr&blems des heros est de ne pas pouvoir communiquer i n s t a n tanement et t o u j o u r s avec c e t t e masse car e l l e ressemble a un grand v o l a n t q u i une f o i s mis en marche possede sa propre energ i e et semi-aveugle avance dans l a d i r e c t i o n donnee. Les heros q u i a Shanghai se sont mis a l a t§te de c e t t e masse ne v o i e n t  79 pas t o u j o u r s l e probleme d'ensemble et ne peuvent pas s a v o i r , manquant d i n f o r m a t i o n , dans q u e l l e d i r e c t i o n l e P a r t i commu1  n i s t e c h i n o i s en accord avec l e P a r t i communiste russe, veut que  toute l a r e v o l u t i o n s o i t  dirigie.  0 0  0  La mort de Kyo et s u r t o u t c e l l e de Katow q u i par son geste sublime  a v a i t r e u s s i a r e c r i e r un sentiment  de f r a t e r -  n i t e entre l e s condamne's, ne sont pas i n u t i l e s . -" Toute l ' o b s c u r i t e de l a s a l l e e t a i t v i v a n t e , et l e s u i v a i t du regard pas a pas. Le s i l e n c e e t a i t devenu t e l que l e s o l r e s o n n a i t chaque f o i s q u ' i l l e t o u c h a i i lourdement du p i e d ; t o u tes l e s t e t e s , b a t t a n t de haut en bas, s u i v a i ent l e rythme de s a marche, avec amour, avec e f f r o i , avec r e s i g n a t i o n , comme s i , malgre l e s mouvements semblables, chacun se ffit d i v o i i e en s u i v a n t ce depart cahotant" 5 2  Le l e v a i n q u ' i l s ont p l a c e dans l e coeur de m i l l i o n s de c h i n o i s v a l e v e r et s i F e r r a l a f f i r m e que " l e s c ommunistes sont ecrases p a r t o u t " , on peut l u i repondre : -" l e s communistes, s a n s doute, mais non p o i n t l e communisme. La Chine ne redejviendr&^aihaieoce q u ' e l l e e t a i t . . . de n o u v e l l e vagues communist e s sont a c r a i n d r e " . 26 Qui a v a i t r a i s o n ? ... L ' h i s t o i r e a prouve que Malraux a v a i t vu j u s t e • I I termine  son roman sur une note  d'optimis-  me. La r e v o l u t i o n c h i n o i s e a ete vaineue, mais une autre e s t encore v i v a n t e en Russie et se propose de "depasser que"*  l'Ameri-  80 -" C'est l a premiere f o i s de ma v i e que j e t r a v a i l l e en sachant pourquoi, et non en attendant patiemment de c r e v e r . . . " ( e c r i t P e i , un r e s c a p e ) . D i t e s a G i s o r s que nous l ' a t t e n d o n s . Depuis que je s u i s i c i , j e pense au cours ou i l d i s a i t : "Une c i v i l i s a t i o n se tranforme, lorsque son e l e ment l e plus douloureux - 1 ' h u m i l i a t i o n chez l ' e s c l a v e , l e t r a v a i l chez l ' o u v r i e r moderne - devient t o u t a coup une v a l e u r , l o r s q u ' i l ne s ' a g i t p l u s d'echapper a c e t t e h u m i l i a t i o n , mais d'en attendre son s a l u t , d'echapper a ce t r a v a i l , mais d'y t r o u v e r s a r a i s o n d ' e t r e . I I f a u t que l ' u s i n e , q u i n'est encore qu'une espece d ' e g l i s e des catacombes, devienne ce que f u t l a c a t h e d r a l e et que l e s hommes y v o i e n t , au l i e u des dieux, l a f o r c e humaine en l u t t e contre l a T e r r e . . . " 2 7 Cette a t t i t u d e n'empeche d ' a i l l e u r s pas Malraux de p l a cer a  c6te des communistes, un Tchen q u i n'est pas dans l a l i -  gne  du p a r t i , n i de l u i donner un r e l i e f e x c e p t i o n n e l puisque  Kyo  et Tchen sont l e s deux heros p r i n c i p a u x de " l a C o n d i t i o n  Humaine". Ce d e r n i e r e s t a n t i - c o n f o r m i s t e , s'oppose a l a bur e a u c r a t i e communiste, a des tendances a n a r c h i s a n t e s . Dans son a c t i o n , s ' a f f i r m e un c e r t a i n b e s o i n de puissance de l u i autre chose qu'un esclave f a s c i n e parce  qui f a i t  qu'il a consci-  ence de ses p o s s i b i l i t e s i l l i m i t e e s . L ' a c t i o n herolque se prepare  a accomplir  qu'il  en se j e t a n t avec une bombe s u r l a v o i -  ture de Chang-Kai-Shek e s t b i e n s s u p e r i e u r e  a une i n t o x i c a t i o n  i n t e l l e c t u e l l e dans l a q u e l l e l a souffrance de l'homme s'end o r m i r a i t un peu comme G-isors s'endort  dans 1 ' o p i u m .  Meme s ' i l nous d i t a un moment q u ' i l ne sent p l u s de ce q u i p e s a i t s u r l u i ,  ce n'est l a qu'une detente  rien  de q u e l -  ques i n s t a n t s . Malraux nous l e d e c r i t comme un homme q u i veut  e n t r e r directement en contact avec ce q u i l ' a c c a b l e , a v e c l e d e s t i n , avec l e combat,avec sa mort. Dans cette p o s i t i o n treme q u i n'est chez Tchen que  l a p a s s i o n de l a l i b e r t e et  l a d i g n i t e , i l y a d e j a en germe l e r e j e t du communisme Malraux q u i ne peut a c c e p t e r n i l e mensonge e t o u f f a n t communisme veut imposer, n i que b&tir soit construite  ex-  l a c a t h e d r a l e que  avec l e l a b e u r des  de  par  que  le  l'on voulait  camps de  concentra-  tion. 0 0 Portant un i l ne p a r a i t pas des  jugement d'ensemble, sur ces deux que  l ' o n p u i s s e conclure a une  idees p o l i t i q u e s exprimees dans "Les  Condition une  0 sections,  evolution  Conquerants" et  humaine". I I a trouve chez l e s communistes  a c t i o n , un  i d e a l , une  lie*. E c r i v a i n i l a peint  "La  chinois,  aventure meme, a l a q u e l l e i l s'est ces hommes t e l s q u ' i l l e s a  adherant lui-meme a l e u r s a c t i o n s ,  a leurs espoirs,  de l e u r f o i et comprenant l e u r c r i s e de  vus, penetre  conscience.  0 0 Le Temps du Mepris -  0 1935  Dans ce roman, nous n * a s s i s t o n s pas d'une r e v o l u t i o n ou a un  a 1'organisation  soulevement o u v r i e r . Nous ne  vivons  82 pas en Chine l e l o n g des f l e u v e s , pas p l u s que nous ne nous a r r e t o n s dans l'Indochine de "papa". La s e c t i o n consacree  au Temps du Mepris, e s t d'un e e u l  b l o c de par l a nature m§me du roman. L a l u t t e de l'homme, Kassner,  est toute mentale. Ses ennemis sont l a peur, l a s o -  l i t u d e . Son s e u l e s p o i r est de r e s t e r s a i n d ' e s p r i t en pensant a son passe" et a son a c t i o n p o l i t i q u e .  0 0  0  Malraux prend immediatement p o s i t i o n en expliquant l ' a t ' t i t u d e de son h^ros des 1 * i n t r o d u c t i o n de ce roman. -" Aux yeux de Kassner comme de nombre d ' i n t e l l e c t u e l s communistes, l e communisme r e s t i t u e a l ' i n d i v i d u sa fertilite'.' -" I I e s t d i f f i c i l e d'etre un homme, mais pas p l u s de l e devenir en approfondissant s a communion qu'en c u l t i v a n t s a d i f f e r e n c e , et l a premiere n o u r r i t avec autant de f o r c e au moins que l a seconde, ce p a r quoi l'homme e s t homme, ce par quoi i l se de*passe, cree, invente ou se c o n g o i t " . 28 L'aventure  de Kassner,  nous l a suivons non de l ' e x t e r i -  eur mais au c o n t r a i r e de l ' i n t e r i e u r . Nous ne sommes p l u s l e s p e c t a t e u r regardant f o n c t i o n n e r c e t t e grosse machine qu'est l e p a r t i avec toutes ses r a m i f i c a t i o n s , nous ne v i v o n s que par notre heros. C'est l u i q u i p a r l e et nous d e c r i t ce q u ' i l r e s s e n t , ses e s p o i r s , ses f a i b l e s s e s et ces d e f a i l l a n c e s . C'est par l u i uniquement que nous sentons  c e t t e communion  83 qui  n o u r r i t "ce par quoi l homme est homme, ce par quoi i l se 1  dipasse, cree, invente ou se c o n c o i t " . 0 0  0  Encore une f o i s , c'est avec des communistes que nous a l l o n s f a i r e route i l n'y a pas de doute : -" S i j ' a v a i s du donner a des n a z i s 1'importance que j e donne a Kassner, j e l ' a u r a i s f a i t evidemment en f o n c t i o n de l e u r p a s s i o n r e e l l e , l e nat i o n a l i s m e " . 29 Entre Malraux e t 1 ' e x t r e m e d r o i t e , grand pour q u ' i l puisse vraiment  l e f o s s e est b i e n trop  d e c r i r e l e u r s a c t i o n s e t leurs  p a s s i o n s . L'element l e p l u s humain, c e l u i q u i d e t i e n t l e s v a l e u r s l e s p l u s hautes de l a s o c i e t y , c e l u i q u i l u t t e , se bat contre l e fascisme te,  envahissant,  c e l u i q u i est a r r e t s ,  persecu-  t o r t u r e e t q u i nous est presente comme sympathique, c' esj;  encore l e communiste. I I l u t t e contre une n o u v e l l e forme de c a p i t a l i s m e , contre  l e fascisme q u i ne t o l e r e aucune o p p o s i t i o n a son t o t a l i -  tarisme et q u i pour p r e v e n i r ce danger a invente l e s camps de c o n c e n t r a t i o n , enfer d'ou. l a d i g n i t e humaine est exclue. Le camp de c o n c e n t r a t i o n p l u s v a s t e qu'une p r i s o n est un e * t a l i s sement ou " i l y a plus de 100.000 hommes"  e  Du fascisme l ' a u t e u r ne nous montre pas grand chose s i ce n'est ce v i s a g e t r i a n g u l a i r e q u i i n t e r r o g e un camarade et  84 a u s s i ces masses q u i dans l ' o b s c u r i t e de l a c e l l u l e se d e s s i nent devant Kassner avant de l e b a t t r e , peut-§tre... pour l u i r a f r a i c h i r l a memoire car l e s communistes semblent ne pas voul o i r t r o p cooperer. I l s ne savent r i e n de l e u r s camarades s i non l e u r prenom, ce q u i a t t i r e l a reponse :"est-ce que t u te fous de moi, espece de t r o u du cul?".. Des f a s c i s t e s l ' o n n'entend que l e s pas dans l a p r i s o n , l'on  n'entend que l e s p l a i n t e s et l e s gemissements  de cuux  qui  se " f o u t e n t " d'eux et ne peuvent pas se souvenir, de ceux  qui  p r i f e r e n t encore l a t o r t u r e a l a t r a h i s o n , de ceux q u i  travailleht,  s o u f f r e n t pour l a cause q u i cree entre eux un  l i e n de profonde s o l i d a r i t y La s o l i d a r i t y fond des c e l l u l e s ,  humaine.  qu'a crie* l e communisme, s e g l i s s a n t au  envahit l e p r i s o n n i e r d'un sentiment de  sym-  p a t h i e pour l e s camarades avec q u i i l communique par des coups r i p i t e s contre l e mur. E l l e s ' i n s c r i t sur ces memes murs et on . V  4  l a legue a ceux q u i viendront apres que l ' o n s e r a p a r t i vers l a mort ou l e nouveau camp. Camaraderie humaine et camaraderie de p a r t i q u i f a i t c r i r e a Kassner dans sa propre c e l l u l e  6-  :"Uous sommes avec  t o i " , message semblable a c e l u i du chant de 1 ' I n t e r n a t i o n a l e "Groupons-nous  et demain". Union des p r o l i t a i r e s , u n i o n p l u s  f o r t e que l a s o u f f r a n e e . Camaraderie, d i g n i t e creee et retrouvee, redonnee a ceux q u i n'en ont p l u s , agrandie chez l e s au-  V  85 t r e s . C r e a t i o n d'une f o r c e q u i permet a Kassner de ne pas dev e n i r f o u en pensant a s e s camarades q u ' i l ne f a u t pas l i v r e r meme sous l a souffranee  i n f l i g e e par l a t o r t u r e .  I I faut que Kassner v i v e , p e u t - ^ t r e  q u ' i l s'evade  "pour  reprendre s o n t r a v a i l r e v o l u t i o n n a i r e " . I I a p p a r t i e n t d a i l 1  l e u r s a c e t t e race de r e v o l u t i o n n a i r e s q u i f u r e n t l e s grands r e v o l u t i o n n a i r e s russes et c h i n o i s , allemands eduques partout en Europe, en Amerique,  en Chine e t ayant combattu partout ou  l a revolution proletarienne  grondait.  Souvenirs obsedants  dans l a s o l i t u d e de l a p r i s o n , l u t t e s e t e r n e l l e s du pauvre q u i se r e v o l t e , l u t t e q u i comme une cavalcade danse dans l a tgte : -" Appels des p o r t e - v o i x de greve centre l a s i rene des mines; t o u r n e s o l s saccages sous l e s combats de p a r t i s a n s , l e u r s p ^ t a l e s jaunes c h i f fonnes par l e sang; l ' h i v e r sur l a Mongolie l i v i d e en t r o i s j o u r s , p e t a l e s de rosesdesseches comme des p a p i l l o n s morts dans l e vent jaune; g r e n o u i l l e s dans l'aube pluvieuse d'un v i l l a g e aux palmes detrempees, avec l e s trompes l o i n t a i n e s des camions insurges encore dans l a n u i t " . 3G Des r §ves q u i obsedent Kassner, i l emane quelque chose de mystique, q u i f a i t du communisme une r e l i g i o n pour ceux q u i en ont v u l a v e r i t e , q u i f a i t d'eux des croyants j o i n t s tous ensemble  dans une e l e v a t i o n etrange. L'auteur emploie  meme l e mot de communion : -" I I en s u r g i s s a i t maintenant un a p p e l i n d e f i -  86 niment repercute, v a l l e e de Jugement-dernier en r e v o l t e , goinmunion du c r i jusqu'a toutes l e s v o i x de c e t t e r e g i o n s o u t e r r a i n e ou. l a musique prend entre ses mains l a t§te de l'homme pour l a l e v e r avec l e n t e u r vers l a f r a t e r n i te v i r i l e r i ' a p p e l de ceux q u i a c e t t e heure, peignaient l e signe rouge et I'appel a l a vengeance s u r l e s maisons de l e u r s camarades a s s a s s i n e s , de ceux q u i remplacaient l e s noms des plaques des rues par ceux de l e u r s compagnons t o r t u r e s , de ceux qui,a Essen, tombes sous l e s matraques,mous comme des s t r a n g l e s , l a f i g u r e dans l e u r sang q u i c o u l a i t de l a bouche et du nez parce que l e s S.A.voulaient l e u r f a i r e chanter 1 ' I n t e r n a t i o n a l e , 1 ' a v a i ent h u r l i e a t e r r e s u r un t o n de s i sauvage e s p o i r que l e s o u s - o f f i c i e r a v a i t s a i s i son r e v o l v e r , t i r e " . 31 La place de Kassner l u i confere une p o s i t i o n elevee dans l e p a r t i , au p o i n t que quand son nom e s t prononce a l a permanence de l a Gestapo, tous l e s p e t i t s employes l e v e n t l a t e t e tant e s t grande l a renommie de c e t ennemi des n a z i s . I I r e presente b i e n l e l i t e communiste et a aucun moment ce m i l i 1  tant communiste n'a de doutes s u r l a v a l e u r de son a c t i o n . Le p a r t i non p l u s , i l e s t en p a r f a i t accord avec ses chefs, avec l a h i e r a r c h i e . C'est un pur e t ses f a i b l e s s e s l o r s q u ' i l e s t en p r i s o n sont l e s f a i b l e s s e s i n t r i n s e q u e s de l a nature humaine tout court; peur, angoisse, f a i b l e s s e tant physique que mpr a l e , doute. Pas un s e u l Moment ne l u i v i e n t a 1 ' e s p r i t que  l'idee  s a v i e vaut mieux que l e P a r t i ou que son a c t i o n . I I possede auooi c e t t e f o i mystique q u i l u i f a i t p a r l e r  a s e s camarades comme l e s C h r e t i e n s  s ' a d r e s s e n t a Dieu; a un  87 D i e u q u i ne repond pas mais q u ' i l s savent present  : "Camarade  autour de moi dans 1 ' o b s c u r i t e " • I I v i t avec eux p a r l a pensee a P a r i s ou i l ques jours avant son a r r e s t a t i o n , i l  etait  quel-  pense a ces aveugles q u i  ehantaient des chants r e v o l u t i o n n a i r e s , i l  pense a l a d£pouil-  l e de Lenine e t a sa femme que l e s m i l i t a n t s r e j o i g n a i e n t "jusqu'au fond meme d e l a mort". Car entre eux e x i s t a i t un l i e n d'amour, ciment a g i s s a n t entre communistes pour, n'en f a i r e qu'un b l o c . S o l i d a r i t y avec tous ceux dont son e s p r i t ne peut se detacher : -" Vous, mes compagnons de Chine e n t e r r e s v i v a n t s , mes amis de Russie aux yeux arrach4s, mes amis d'Allemagne autour de moi avec l e u r corde, t o i qu'on v i e n t peut-§tre d'assommer, c'est ce q u ' i l y a entre nous q u i s ' a p p e l l e amour". 32 Kassner ne peut c o n c e v o i r que 1 accouchement de l a s o c i 1  ete n o u v e l l e s o i t sans douleur mais b i e n au c o n t r a i r e p l e i n de c r i s et de s o u f f r a n e e . I I pense que l e monde a b e s o i n de l a f o r c e pour p r o d u i r e de l a bont£. These foncierement marxist e , accord donne a une r e v o l u t i o n m e u r t r i e r e pour l e b i e n de tous, l a f o r c e changeant seule une v i e sans e s p o i r . Ecoutons l e nous p r e s e n t e r c e t t e idee : -" Je s a i s ce q u ' i l f a u t de f o r c e pour f a i r e une bonte q u i compte. J e s s a i s a u s s i que r i e n ne compensera ce que tant d'entre nous s o u f f r e n t i c i , sauf des v i e t o i r e s . Mais du moins, s i nous sommes v i c t o r i e u x , chacun des n S t r e s t r o u v e r a - t - i l e n f i n sa v i e . E t chacun de ceux q u i savent q u ' i l s sont s e u l s , q u ' i l s r e n t r e r o n t l e s o i r dans une  88 chambre era i l s seront encore s e u l s , et q u ' i l s y rapporteront l e mepris et 1 ' i n d i f f e r e n c e de tous, et 1 ' i n u t i l i t e de l e u r v i e toujours d e r r i e r e eux comme un c h i e n . E t qu'alors i l s i r o n t chercher une femme avec q u i v i v r e parce q u ' i l faut v i v r e avec quelqu'un; et i l s coucheront ensemble et f e r o n t des enfants q u i ne seront pas c h o i s i s non p l u s , avant d ' a l l e r p o u r r i r avec l a m u l t i t u d e des g r a i n s qui.n'auront pas gerae 25r«rw Car 1'amour e s t choix, et on n'a r i e n a c h o i s i r quand on n'a r i e n a dormer", 33 I n u t i l i t y de l a v i e dans l e regime c a p i t a l i s t e ,  terreur  dans l e systeme f a s c i s t e . I n u t i l i t y que s e u l s l e s communistes comptent transformer en t r a v a i l p r o d u c t i f , en camaraderie, en e x p r e s s i o n d'amour, une f o i s que l'homme ne s e r a p l u s de  separe  son f r e r e par sa l u t t e pour s u r v i v r e , une f o i s que tous  t r a v a i l l e r o n t pour tous. Kassner pense a tous ces hommes q u i au m§me moment que l u i poussent l a grande roue de 1 ' h i s t o i r e , l e s yeux f i x e s s u r l e s p r i s o n n i e r s , l e s hyros, l e s s a i n t s de la  cause, -" Mais depuis l e s aveugles de P a r i s jusqu'aux S o v i e t s c h i n o i s , dans chaque pays du monde, en ce moment, i l y a•'•^e^l^'ftDfl^eborcjTadspE^iiB'epAr.r:e.*\t a nous comme s i nous e t i o n s l e u r s . e n f a n t s , morts". 34 Kassner s a i t  que son i d y a l e s t d e j a r e a l i s e , pas en A l -  lemagne c e r t e s non, mais en Union S o v i e t i q u e .  Roulant ses sou-  v e n i r s dans sa t§te a l o r s q u ' i l e s t en p r i s o n , i l pense a c e t te p i e c e de t h e a t r e  ou l e t r a v a i l r e p r e n a i t  son sens et q u ' i l  a vue en HESS, l e s e u l pays ou l a r e v o l u t i o n a i t r e u s s i , I I se rememore a u s s i un r a l l y e monstre ou toute une jeunesse q u i  89 d i f i l a i t pouvait s'estimer heureuse c a r i l n'y a v a i t :"pas un s e u l d e c e s hommes q u i eut connu l e temps du mepris".. Heureux peuple que ce peuple russe q u i peut v i v r e heureux et digne I Ce n'est que 14 ans p l u s t a r d que Malraux p l a i n d r a ce meme peuple. Mais au meme moment quelque part en Allemagne un faux Kassner est a l i i  se l i v r e r a l a p o l i c e n a z i e , d e c l a r a n t  c e l u i que l ' o n c h e r c h a i t , sachant ce q u i l ' a t t e n d a i t  §tre  : souf-  franee, t o r t u r e , mort. Pourquoi c e l a ?... Tout simplement s a ^ c r i f i c e c o n s e n t i pour sauver quelqu'un de p l u s e f f i c a c e ,  quel-  qu'un de p l u s u t i l e e t a u s s i un chef pour q u i on d o i t se devouer p u i s q u ' i l r epresente 1'element  l e plus avance* du commu-  nisme, tant s u r l e p l a n l o c a l que n a t i o n a l ou i n t e r n a t i o n a l s Ce chef Kassner est un "pur" q u i a v a i t t r e s t S t compris comfeien il  e t a i t d e f i n i t i v e m e n t " l i e a l a r e v o l u t i o n " . Tout a coup i l  est de nouveau l i b r e de c o n t i n u e r s a l u t t e  revolutionnaire.  La p r i s o n l u i a f a i t peur, i l a eu peur d'etre f a i b l e , de dev e n i r f o u , de l i v r e r des s e c r e t s importants mais c e l a ne l'empSche p a s d e  a a v o i r que l a l u t t e e s t t o u j o u r s presente a 1'es-  p r i t de ses camarades q u i ont l e bonheur de ne pas v i v r e sous l a t e r r e u r du nazisme et q u i peuvent se l i e r , se r e u n i r pour d e l i b i r e r de l e u r s a c t i o n s , f a i r e p r e s s i o n aupres de l e u r cons u l a t , aupres des marins allemands, i c r i r e de l a propagande  90 sur  les lettres  envoyees en Allemagne, s u r l e s t r a i n s  qui tra-  versent l a f r o n t i e r e . 0 0  0  Ce n'est qu'en approchant de chez l u i que Kassner pense vraiment a l a femme et a 1'enfant q u ' i l a l a i s s e s . pense a eux en p r i s o n mais uniquement  car i l etait  IIa  obsedd,  maintenant seulement i l a l a l i b e r t e de penser a s a v i e f a miliale,  a son f o y e r , a c e t enfant pour l e q u e l i l souhaite une  v i e p l u s digne* Seulement au moment ou i l v a l e s r e t r o u v e r , i l pense a eux, parce q u ' i l ne veut pas abandonner l a l u t t e p l a c e sa f a m i l i e  apres son a c t i o n p o l i t i q u e .  et q u ' i l a  M § m e s a femme a  accepte l ' i d e e q u ' i l e s t peut-Stre mort et quand e l l e peut enf i n l e s e r r e r dans ses bras, e l l e pense q u ' i l r e p a r t i r a . En p a r t i s a n e , e l l e f a i t passer son i n t e r S t ,  son amour pour l u i  au second p l a n , l e p a r t i , 1'action, prime s a v i e f a m i l i a l e , p e r s o n n e l l e , prime son profond amour de femme, heureuse de posseder et d ' e t r e  possedee.  -" Meme t o n p r o c h a i n d e p a r t , j e veux... moins mal que t u ne c r o i s . . . e l l e a v a i t v o u l u d i r e : 1'accepter". 35 Ce n'est pas f a c i l e pour e l l e d'accepter, mais te elle-m§me, e l l e eonnait l a v a l e u r de l a l u t t e t r e i n d r e s o n intere*t  militan-  et s a i t r e s -  e g o l s t e . Devouement sublime q u i r e q u i e r t  91 une  f o i que s e u l s l e s purs possedent. Le s e j o u r du heros en p r i s o n qui a f a i l l i  n i e r contact  §tre son der-  avec l'ennemi n a z i , ne l ' a r r e t e pas. Kassner "con-  n a i s s a i t ces r e t o u r s dans 1*ombre d'un depart f u t u r " et l o r s q u ' i l se demande s i sa femme : -" ne l u i r e p r o c h a i t pas chose p a s s a i t outre a s a q u ' e l l e necrecomnaissait t a i t avec h u m i l i a t i o n e t il  c e t t e v i e ou quelque douleur, a s a douleur pas, q u ' e l l e supporavec d e s e s p o i r " . 36  s a i t a u s s i que c e t t e femme aimante a s a c r i f i e son amour a  l a cause, demandant s i peu, n*ayant pas l e d r o i t d'etre  egols-  te : -" ma v i e e s t ce q u ' e l l e est* Je 1'aiacceptee,et mearie ;:;fiir.e» c h o i s i e . . . Je veux que t u gardes dans l a t i e n n e une toute p e t i t e place pour moi". 37 Une  toute p e t i t e p l a c e ,  e l l e s a i t q u ' e l l e ne peut r i e n  demander d'autre et est heureuse de s a v o i r que c e t t e place s i p e t i t e s o i t - e l l e e x i s t e , une plus grande ne f e r a i t q u ' a f f a i b l i r son mari et a f f a i b l i r l e u r l u t t e commune. I I e s t a remarquer que Kassner et s a femme c o n s t i t u e n t avec Kyo et May, l e s deux s e u l s v e r i t a b l e s couples, en f a i t l a premiere f a m i l i e p u i s q u ' i l s ont un enfant, que Malraux p l a ce dans c e t t e oeuvre. Tous ses h£ros sont des hommes s e u l s , c e r t a i n s ont b i e n des  femmes et des enfants comme Hemmelrich, mais ce n'est que  pour f a i r e de l u i un "impuissant" dans l a l u t t e p o l i t i q u e . Les  92 autres ont des m a l t r e s s e s . te femme e x c e p t i o n n e l l e ,  Kyo e s t b i e n marie a May, mais c e t -  f o r t e physiquement  autant que morale-  ment, e s t - e l l e l a femme t e l l e qu'on s ' e n j a i t une idee ou p l u t 6 t , un p a r t e n a i r e , un a s s o c i e , un camarade ?... Seule l a femme de Kassner e s t une femme douce et aimante, mere, f i d e l e , devouee et bonne. Cependant Anna n'est  pas e l o i g n i e de 1'aera-  t i o n , e l l e " m i l i t a i t parmi l e s emigres allemands". Malraux n'a pas pu c r e e r un heros dont l a femme ne s e r a i t qu'amour et d e v o t i o n  et i n d i f f e r e n c e a l a l u t t e . I I a f a l l u q u ' i l l l n ;  tegre, ce q u i l a rend a l a f o i s p l u s grande et p l u s p u i s q u ' e l l e connalt  tragique  l e s dangers de s o n a c t i o n * 0; 0  G  On n'a c r u v o i r en Malraux que l'homme q u i r e c h e r c h a i t dans I ' a c t i o n une f i n en elle-meme, s o i n d'organiser,  l a s a t i s f a c t i o n d'un be-  de c r e e r , mais q u i ne v a pas p l u s l o i n . Quet  q u e f o i s , l a pensee de ses heros peut p a r a l t r e m§me anti-communiste, mais quand i l p a r l e du m e i l l e u r de l'homme, de l a f r a t e r n i t e , de l e u r communion, i l ne c o n c o i t ces sentiments que chez l e s communistes q u ' i l d e c r i t en t r a i n de r i s q u e r leur vie* ^ Cessentiments peuvent ne pas §tre communs aux communist e s s e u l s , mais a tous l e s hommes q u i l u t t e n t a u s s i avec une  93 meme f o i . Malraux n'a pas c h o i s i de nous d e c r i r e ces hommes et s e u l s l e s communistes sont l e s h^ros de ses romans. S e r i e de coincidences ?... C e l a est impossible mais b i e n p l u t 6 t penchant n a t u r e l de l ' a u t e u r q u i malgre l e s d i s a c c o r d s d£ja v i s i b l e s entre l u i e t l e p a r t i ,  est tout de meme p l u s proche  du p a r t i e t de ses ideaux que de quelque autre forme d ' a c t i o n ou de l u t t e r e v o l u t i o n n a i r e . T e l est "Le Temps du M e p r i s " . Un communiste a e u i avec lui-meme dans un cachot, mais un homme f o r t c a r i l s ' i n t e g r e dans l a l u t t e q u i amenera l a v i c t o i r e en supprimant l e s &ouffranees des "damnes de l a t e r r e et des f o r c a t s de l'enfer"© I I n'y a pas de doute, Kassnet est engage a fond dans l e s v o i e s m a r x i s t e s . En S i b e r i e ou' en Allemagne, i l n'a jamais hss i t e e t i l continue  sans d e v i e r . 0 0  0  L ' E s n o i r - 1937 Ce roman marque un tournant  t r e s net dans 1 ' o e u v r e d'An-  dre Malraux. Une p l a c e s p e c i a l e d o i t l u i £tre f a i t e . Se degageant de ce q u i represente a t o u j o u r s trouvee  l'aventure que Malraux  en l u t t a n t avec l e s communistes, i l y a  l i e u de s o u l i g n e r surtout 1 ' e v o l u t i o n de l'homme q u i cherche maintenant l a f r a t e r n i t e , mais non p l u s c e l l e que l e S t a l i -  94 nisme p r o p o s a i t au monde quand e c l a t a l a guerre d'Espagne. l u t t a i e n t ensemble : .-" A n a r c h i s t e s , communistes, s o c i a l i s t e s , r e p u b l i c a i n s , comme 1'inepuisable grondement de ces avions m£lait b i e n ces sangs q u i s e t a i e n t crus a d v e r s a i r e s , au fond f r a t e r n e l de l a mort".38 1  P l a c e s devant une t e l l e varitfte de p h i l o s o p h i e s  politi-  ques, notre approche s e r a d i f f e r e n t e de c e l l e employee pour 1'etude d e s t r o i s ouvrages precedents. Nous serons o b l i g e s de nous e l e v e r au-dessus d'une analyse de d e t a i l et de ne r e t e n i r que l e s idees d i r e c t r i c e s , l e s l i g n e s generales, tout en essayant d'appuyer notre argumentation sur quelques c i t a t i o n s r e p r e s e n t a t i v e s de t e l l e ou t e l l e a t t i t u d e p o l i t i q u e , p h i l o s o phique ou morales 0 0  0  Coude a coude et l u t t a n t pour l a Republique espagnole, se trouvent des camarades a n a r c h i s t e s , des communistes  disci-  p l i n e s et organises par l e p a r t i , des membres de l a Confederat i o n G-enerale du T r a v a i l , rouges mais pas marxistes, des s o c i a l i s t e s , des c h r i t i e n s q u i ne peuvent comprendre que d'autres C h r e t i e n s s o i e n t dans l'Armee de Franco. I I y a a u s s i des av e n t u r i e r s q u i ne sont venus en Espagne q u ' a t t i r e s par 1'argent, mercenaires que l ' o n retrouve dans toutes l e s r e v o l u t i o n s et guerres d•independance. I I y a e n f i n tous ceux paysans, p r o -  95 f e s s e u r s , o u v r i e r s ou bourgeois q u i r e c h e r c h a i e n t l a f r a t e r n i t e , ceux q u i c r o i e n t a l a j u s t i c e , ceux q u i veulent v i v r e  li-  bres et tous ceux q u i sont p r e t s a mourir pour l a v i c t o i r e , c a r i l s sentent au fond d'eux-m§mes que l e u r cause e s t l a bonne© Debout, couches ou morts, v i s a n t , t i r a n t , sont r e u n i s dans l a meme l u t t e l e s : -" copains d ' l v r y et l e s o u v r i e r s de G r e n e l l e , ceux de l a Courneuve et ceux de B i l l a n c o u r t , l e s emigres p o l o n a i s , l e s Plamands, l e s p r o s c r i t s allemands, des combattants de l a Commune de Budapest, l e s dockers d'Anvers - l e sang delegue par l a moitie" du p r o l e t a r i a t d'Europe".39 Un personnage a p p a r a l t l'espace d'un moment, s e s i t u e au centre de notre a t t e n t i o n et p u i s d i s p a r a i t , tu£, a moins que nous ne l e r e t r o u v i o n s p l u s t a r d s u r un autre f r o n t , en t r a i n d ' o r g a n i s e r des dynamiteurs ou de former de jeunes s o l d a t s a l a d i s c i p l i n e m i l i t a i r e . Les noms de"filent devant nous a toute V i t e s s e , c e r t a i n s pour d i s p a r a i t r e t r o p t S t . Ce sont Manuel et Ramos q u i se b a t t e n t tout au debut dans l e s rues ou i l s organ i s e n t l a l u t t e . P u i s ce sont Ximenes et l e Negus q u i nous a c compagneront p l u s l o i n que beaucoup et c o n s t i t u e n t une etrange p a i r e , l ' u n etant anarchisant et l ' a u t r e conservateur. Un peu p l u s t a r d , c ' e s t Shade avec q u i nous f a i s o n s connaissance, e t 1 ' i n s t a n t d'apres nous savons que : Magnin " l e Pat r o n " commandait 1 ' a v i a t i o n i n t e r n a t i o n a l e . Souvent l e s faseis-  96  t e s annonceront s a mort tant cet homme l e u r a p p a r a i t dangereux. Les noms du groupe d ' a v i a t e u r s , s u f f i s e n t a nous f a i r e comprendre de quels horizons et de quels pays venaient  tous  ces v o l o n t a i r e s . S c a l i , M a r c e l i n o , K a r l i t c h , Jaime, S i b i r s k y , S c h r e i n e r , Dugay. A Tolede,  c'est G a r c i a q u i prend l a premiere p l a c e  0  C'est l u i q u i organise, c a r son but e s t de remp&rter l a v i c toire*. Ce q u i r e s s o r t de c e t t e enumeration, c'est que ces hommes  q u i l u t t e n t ensemble, l e font pour m i l l e r a i s o n s d i f f e -  rentes et l e u r s ide*es p o l i t i q u e s sont a u s s i d i f f e r e n t e s que l e u r s o r i g i n e s , t a n t n a t i o n a l e s que s o c i a l e s *  0 0  0  C e r t a i n s c r i t i q u e s ont reproche* a Malraux d ' a v o i r  fait  un reportage un peu comme l e s correspondants de guerre en f o n t pour l e s journaux. I l s ne se rendent pas compte que l e c o n f l i t q u i e x i s t e dans "La C o n d i t i o n Humaine" entre l e chef et l a masse e s t p a r t i e l l e m e n t r e s o l u par ltardre  "eparpille"  et l a s t r u c t u r e m§me d e " l ' E s p o i r " • On s a i t qu'a l ' e x c e p t i o n de 'la C o n d i t i o n Humaine", ou Kyo  et Tchen se partagent  l'honneur de l u t t e r contre  1'ine-  v i t a b l e , toute I ' a c t i o n des "Conquerants" et du "Temps du Mepris"  97 evolue autour d'un personnage p r i n c i p a l . Sa presence c o n s t i tue une s o r t e de trame queo:l';pnupeut s u i v r e d'un bout a l ' a u - t r e du roman. Grace a l u i ,  il  e s t p o s s i b l e de s a i s i r  faeile-  ment l ' u n i t e de l'oeuvre, non seulement 1'unite* l i t t e r a i r e mais a u s s i p o l i t i q u e . Kyo et Kassner par exemple menent une l u t t e dont on v o i t b i e n l'aboutissement. R i e n de c e l a dans " L ' E s p o i r " . Impossible de d i r e q u i sont l e s heros du l i v r e . Roberto Jordan, dans l e roman "Pour q u i sonne l e g l a s " , d'Ernest Hemingway, a c c e p t a i t l e s communistes, non pas parce q u ' i l en e t a i t un, mais parce qu'a ses yeux i l s  appartenaient  a l a seule o r g a n i s t a t i o n capable de c o n s t i t u e r l'armee q u i sauv e r a i t l a Republique. Une f o i s aux mains des communistes, c e t t e Republique s e r a i t p e u t - e t r e en danger mais en 1936, e l l e l ' e t a i t encore p l u s p a r l e soulevement fasciste» Malraux comme Hemingway, s'engage avec l a gauche, avec toute l a gauche q u i f o r m a i t l e "Frente Popular", exactement comme en France ses tendances l ' a v a i e n t f a i t pencher du c3te du m§me Faront P o p u l a i r e . Dans " L ' E s p o i r " , i l nous presente des hommes q u i se p a r tagent l'honneur de sauver l a dignite* humaine. I I y a b i e n des communistes, l e u r place e s t importante mais pour l a premiere f o i s , i l s ne sont pas s e u l s . l e r 8 l e de tout premier p l a n ne l e u r r e v i e n t p l u s . I I n'y a pas de doute-, Malraux est toujouis du c6te de l a r e v o l u t i o n , mais ceux q u i t r a v a i l l e n t  fraternel-  98 lement  a r i t a b l i r l a s o l i d a r i t y humaine, ne sont pas tous com-  munistes  et c e l a m&me s i l e s f a s c i s t e s espagnols ont p r e t e x t e  pour j u s t i f i e r l e u r "pronunciamentos" l'Bspagne  qu'ils allaient  sauver  du communisme«  'Qu'importe l e s mensonges des . f r a n q u i s t e s . Pour Guernico e c r i v a i n C h r e t i e n q u i s a i t que s i Madrid e s t p r i s e , i l s e r a f u s i l l e , mourir n'est r i e n , ce q u i compte c ' e s t ce q u ' i l a v u . - " D e v a n t l a p o r t e , i l y a v a i t une longue queue : l e s femmes a i e n t o f f r i r l e u r sang pour l e s t r a n s f u s i o n s . Deux f o i s , j ' a i v u l e peuple d'Espagne. Cette guerre e s t s a guerre, quoi q u ' i l a r r i v e ; e t j e r e s t e r a i avec l u i l a ou i l est..."40 Car comme ce meme Guernico l e c r o i t  " l a p l u s grande  for-  ce de l a r e v o l u t i o n , c'est 1 ' e s p o i r " q u ' e l l e a c r e e puisque: -" nous l u t t o n s ensemble, nous voulons f a i r e une a u t r e v i e ensemble,et nous avons tout a nous d i r e " . 41 La r e v o l u t i o n a f a i t n a l t r e : -" p l u s de f r a t e r n i t e i c i , dans l a rue, que dans n'importe q u e l l e c a t h e d r a l e . . • " 42 Tous ayant c h o i s i c e t t e kermesse de l i b e r t e : -" i l s a v a i e n t en commun avec l e u r s p e i n t r e s , c e t t e communion s o u t e r r a i n e q u i a v a i t e"te, en e f f e t , l a c h r i t i e n t e , e t q u i e*tait l a r e v o l u t i o n ; i l s a v a i e n t c h o i s i l a meme f a c o n de v i v r e ^ et l a meme facon de mourir". 43 Le fascisme ne s'oppose p l u s au communisme,»mais a l'homme e t inversement l e communisme n'est p l u s s e u l a l e d i f e n d r e contre l e fascisme, c e sont tous l e s hommes q u i se dtefendent  99 contre l e v e r i t a b l e ennemi : l e fascisme. des m i l l i e r s d'hommes e t a i e n t l a . . . -" pour l a premiere f o i s , l i b e r a u x , homme de l'U.G.T. et de l a C.N.T., a r n a r c h i s t e s , r e p u b l i c a i n s , s y n d i c a l i s t e s , s o c i a l i s t e s , cour a i e n t ensemble v e r s l e s m i t r a i l l e u s e s ennemis". 44 Ces hommes se r e j o i g n e n t cependant en chantant l I n t e r 1  n a t i o n a l e dhant d'espoir de tous l e s opprimes. Magnin qui en " t i r a n t sa moustache a p e t i t s coups" se d e c l a r e  : "socialis-  te a u s s i , mais gauche r e v o l u t i o n n a i r e " , s a i t r e c o n n a i t r e que " l e s communistes, eux, £taient une d i s c i p l i n e " , et s ' i l veut b i e n p a c t i s e r avec Moscou pour sauver l'Espagne c'est f a u t b i e n l'admettre, que,  organisee,  qu'il  Moscou, c'est l a r e v o l u t i o n s c i e n t i f i -  l a seule capable de f a i r e face a l a technique  ennemie c a r comme G a r c i a , l e pense : a" L*Apocalypse veut t o u t , tout de s u i t e ; l a r e v o l u t i o n o b t i e n t peu - lentement et durement". -" Notre modeste f o n c t i o n , Monsieur Magnin, c'est d'organiser 1'Apocalypse". 45 S i Magnin est r e v o l u t i o n n a i r e c'est parce. q_u'ayant ge beaucoup d'hommes, i l a compris ce que pouvait  diri-  §tre l a con-  d i t i o n et l a v i e de c e l u i qui d o i t passer son existence "dt perdre h u i t heures p a r j o u r " . I I n'est  pas communiste mais  ayant l e meme i d e a l qu'eux, i l l e u r enleve  ainsi l e privile-  ge d'etre l e s seuls a defendre l e p r o l e t a r i a t . " J e v e u x que l e s hommes sachent pourquoi i l s t r a v a i l l e n t " .  IOG Quant a 1 * o r g a n i s a t i o n , l e s communistes a cause de l e u r discipline  i n t e r n e , a cause de l e u r r e s p e c t pour  l'autorite*,  sont l e s s e u l s capables de l'imposer, ou meme de l a c r e e r en donnant un c e r t a i n enthousiasme a tous l e s l e v o l u t i o n n a i r e s . -" Les communistes sont d i s c i p l i n e s . I l s obiisssai<e~nt aux s e c r e t a i r e s de c e l l u l e , l i s obeissent aux d e l i g u e s m i l i t a i r e s ; ce sont souvent l e s monies. Beaucoup de gens q u i veulent l u t t e r viennent chez nous par gout de 1 ' o r g a n i s a t i o n s e r i e u s e . A u t r e f o i s , l e s n o t r e s e t a i e n t d i s c i p l i n e s parce q u ' i l s e t a i e n t communistes. Maintenant beaucoup deviennent communistes parce q u ' i l s sont d i s c i p l i n e s " . 46 L'homme de gauche qu'est Magnin, n'est pas s u r t o u t e f o i s q u e l e p a r t i p u i s s e repondre  a ses questions tant p o l i -  t i q u e s que metaphysiques et morales. C'est pour c e l a q u ' i l nous affirme:ep*e " l a r e v o l u t i o n passe pour moi avant l e p a r t i communiste". I I ne se l a i s s e par l e s marxistes, i l ne peut ti,  jamais convaincre completement accepter que " a g i r avec l e par-  e s t a g i r avec l u i sans reserve : Le p a r t i e s t un b l o c " . .  I I a peur c a r tout b l o c tend a d e v e n i r absolu, a ne r i e n r e r a c6te de l u i ou en d e h o r s de l u i . I I s a i t  toli-  , a i n s i qu'En-  r i q u e un communiste, 1'avait s o u l i g n e , que l e p a r t i n ' h e s i t e r a i t pas a l e f a i r e remplacer marade appartenant  s i c'etait  n e c e s s a i r e par un c a -  a I'organisation*  " Pour moi, un camarade du P a r t i a p l u s d'Importance que tous l e s Magnin et tous l e s G a r c i a du monde". 47 ?r  Malraux connait a fond 1 ' a t t i t u d e communiste. On c r o i -  101 rait  q u ' i l a a s s i s t e a l a d e l i b e r a t i o n d'une c e l l u l e ,  deci-  dant du s o r t d'un camarade de l u t t e a remplacer par un camarade du p a r t i . Pour Magnin, i l y a autre chose q u i compte plus qu'une d i s c i p l i n e  : l a confiance.  -" s i ceux avec q u i j e d o i s combattre, ceux avec q u i j'aime a combattre, ne me font pas c o n f i a n c e , pourquoi combattre, mon p e t i t ?" 48 I I d o i t cependant admettre q u ' i l e x i s t e entre l e m i l i tant communiste et son p a r t i , une s o r t e de l i e n q u i permet au marxiste de r e v e n i r de temps a autre s'abreuver aux sources de sa  f o i . De p l u s chez l e s communistes espagnols, i l y a un cer-  t a i n humanisme q u i f a i t d'eux autre chose que des automates sentimentaux.¥is-a-vis de l a r e l i g i o n dans l a q u e l l e i l s ont e">te l a p l u p a r t , eduques, ce q u i e s t condamnable a l e u r s yeux, ce n'est pas l e C h r i s t mais l ' E g l i s e , et tout comme P u i g a f f i r mait : "Le C h r i s t , c'est u n a n a r c h i s t e q u i a r e u s s i " , l e s communistes d'Espagne sont p e u t - e t r e p r e t s a nous d i r e est  : l e Christ  un communiste dont l a d o c t r i n e n'a pas e*te s u i v i e * 0 0  0  Malraux ne peut s'empScher dans " L ' E s p o i r * d'opposer a toute pensee communiste, une pensee d i f f e r e n t e ou me*me c o n t r a i r e . I I semble que par l a bouche m§me de ses personnages il  t  s o i t a l a f o i s defenseur et accusateur. A i n s i quand l e s  f a s c i s t e s iviennent pendant 1 ' a r m i s t i c e p a r l e r devant 1'Alcazar,  102 il  confronte l e s arguments des f a s c i s t e s a ceux des communis-  t e s . Souvenons nous que Malraux en 1936, v o y a i t l e communisme comme se voulant u n i v e r s e l , en consequence dans l a t r a d i t i o n philosophique o c c i d e n t a l e . Les a s s a i l l a n t s de 1*Alcazar, p a r t i s a n s de c e t t e p h i l o s o p h i e se trouvent done du bon c6t£, mais i l  r e s t e l a ported et l a v a l e u r des arguments des f a s c i s -  tes : -" ( l a R u s s i e ) Republique des t r a v a i l l e u r s i E l l e s'en fout bien, des t r a v a i l l e u r s " . 49 ou encore quand l e s communistes  demandent l ' o b e i s s a n c e au par-  t i a f i n d ' o b t e n i r l ' e f f i c a c i t e maximum, une v o i x s'eleve : -" Les p a r t i s sont f a i t s pour l e s hommes, pas l e s hommes pour l e s p a r t i s . Nous ne voul o n s f a i r e n i un S t a t , n i une E g l i s e , n i une arm^e. Des hommes..." 50 l e marxisme e s t attaque et l e s communistes  doivent se  de"fendre. On l e s t r a i t e de cures on l e u r reproche d ' a v o i r de t r o p grosses t§tes et Manuel, communiste,  membre du p a r t i , l u t -  tant pour prendre It.'Alcazar, excuse son camarade a n a r c h i s t e , d e c l a r a n t que s ' i l e s t d£go"&t£ des communistes,  c'est sans dou-  t e parce q u ' i l a " f a i t des experiences, e n f i n . . . malheureuses. Tous ne sont pas p a r f a i t s I""Ce q u i amene l a reponse suivante: " I I y a beaucoup de braves types chez vous, mais i l n'y a pas n  ue ca". V o i l a du nouveau sous l a plume de Malraux. Jamais i l ne  nous a v a i t l a i s s e supposer q u " i l c r o y a i t que parmi l e s commu-  103 n i s t e s , i l n'y a v a i t que de braves "types",mais tout simplement, i l n ' a v a i t f a i t  aucune d i s t i n c t i o n . I I va meme plus  l o i n , i l l e u r reproche : -" vous p a r l e z comme s i vous a v i e z l e monopole de l'honnetete, et vous t r a i t e z de bureaucrates ceux q u i ne sont pas d'accord avec vous D i m i t r o f f .contre D u r r i t i , e n f i n , c'est une mor a l e contre une.autre, ce n'est pas une combine contre une'morale I.Nous sommes des camarades, soyons honnetes". 51 Manuel d o i t admettre que " l e c o n t r a i r e de 1 ' h u m i l i a t i o n , c'est pas l ' e g a l i t e que propose l e marxisme mais l a f r a t e r n i t e " . S ' i l s a i t que des communistes ne sont pas h o s t i l e s a l a f r a t e r n i t e j --tout au c o n t r a i r e , i l comprend que l a f r a t e r n i t e ne peut e x i s t e r ' s j i c l e p a r t i i t o u f f e tout e l a n . Pourtant, dilemme presque i n s o l u b l e , l a f r a t e r n i t e ne peut v e n i r sans une c e r t a i n e e"galite q u i i f a i t d i s p a r a l t r e l e s abus l e s p l u s criardso Pour l e Negus, tout e s t simple, p u i s q u ' i l r e f u s e  d'etre  a s s e r v i par une o r g a n i s a t i o n : -" avec l e courage, on f a i t quelque chose I Pas d ' h i s t o i r e ; l e s hommes r e s o l u s a mourir, on f i n i t par l e s s e n t i r p a s s e r . Mais pas de " d i a l e c t i q u e " ; pas de bureaucrates a l a place des delegues; pas d'armee pour en f i n i r avec l'armee, pas d ' i n e g a l i t e pour en f i n i r avec l ' i n e g a l i t e , pas de combines avec l e s b o u r g e o i s . V i v r e comme l a v i e d o i t e t r e vecue, des maintenant, ou deceder. S i ca r a t e , ouste, pas d ' a l l e r - r e t o u r " . 52 Face aux communistes q u i veulent " f a i r e quelque chose",  104 Malraux place l e s a n a r c h i s t e s q u i veulent  "dtre quelque chose",  et a l l a n t plus l o i n encore, i l a f f i r m e sans d i r e q u ' i l l e cnaLt que  l e s mythes sur l e s q u e l s nous vivons sont c o n t r a d i c t o i r e s .  l e communisme dans '1'Espoir"est done r i d u i t par c e r t a i n s des p r o t a g o n i s t e s a un mythe comme t a n t d'autres, un mythe p l u s humafn peut-dtre  que l e fascisme, mais un mythe tout de m§me.  A l o r s q u ' a d v i e n t - i l du communisme s c i e n t i f i q u e de Marx ? Andre Malraux, semble se detacher  d'un  i d e a l q u i n'est  p l u s qu'un mythe a ses yeux. Mais a l o r s ne peut-on l u i demander  : que f a i r e d 'une  ame  q u i doucement e s t en t r a i n de  per-  dre sa f o i dans l a cause q u i a v a i t soutenu son a c t i o n , du ment que  mo-  c e t t e cause est r a v a l e e au rang des autres mythes ?  A c e l a Malraux ne repond pas. I I pose seulement des  questions:  -" a quoi s e r t l a r e v o l u t i o n s i e l l e ne d o i t pas rendre l e s hommes meilleurs?.Lv.^rI».e.epEoleta- r i a t pour l e p r o l e t a r i a t ne m'interesse pas p l u s que l a b o u r g e o i s i e pour l a b o u r g e o i s i e ; et j e combats tout de meme de mon mieux, que voulez-vous... - l a r e v o l u t i o n s e r a - t - e l l e f a i t e par l e prol e t a r i a t ou par l e s . . . s t o i c i e n s ? - Pourquoi ne l e s e r a i t - e l l e pas par l e s hommes l e s p l u s humains3 "53 ,  Sans doute ceux q u i : -" pour l a premiere f o i s au monde, l e s hommes de toutes l e s n a t i o n s meles en formation de combat chantaient 1 ' I n t e r n a t i o n a l e " . 54 et q u i adheraient  aux  d e c l a r a t i o n s de 1'equipage du Marat :  -" Nous ne sommes pas venus i c i pour aucune aventure. E e v o l u t i o n n a i r e s sans p a r t i , s o c i -  105  a l i s t e s ou communistes r i s o l u s a defendre l'Bspagne, nous combattons dans l e s c o n d i tions l e s plus efficaces^ quelles qu'elles s o i e n t . V i v e l a l i b e r t e du peuple e s p a g n o l " . 5 5 Quant a 1 ' I n t e r n a t i o n a l e , chant de r a l l i e m e n t de tous ces hommes, e l l e nous p o u r s u i t dans l e s rues de Madrid ou e l l e devient l a "chanson  du pauvre" j i o u e e en rengaine s u r tous l e s  accordeons des aveugles. C'est e l l e q u i s e r t d'accompagnement l o r s de l a b a t a i l l e devant l a v i l l e . E l l e r e f l e t e 1 * i d e a l humain englobant tous l e s p a r t i s de gauche dans l e F r o n t Popul a i r e . E l l e devient l e chant des brigades formies d 'hommes qui  20 ans auparavant  e t a i e n t separes et se f a i s a i e n t l a guer-  Les combattants  d'Espagne sont l i e s s u r t o u t p a r une f r a -  re.  t e r n i t e q u i depasse  l a p o l i t i q u e des p a r t i s . Manuel, l ' a n a r -  c h i s t e nous l e prouve quand apres a v o i r chante "des chants des A s t u r i e s , i l a v a i t d i t : Pour Guernico, j e v a i s chanter le  Tantum Ergo"., -" E t tous, eleves par l e s p r e t r e s , 1'avaient termine en choeur, en l a t i n . Comme ses amis a v a i e n t r e t r o u v e ce l a t i n amicalement i r o n i que, l e s b l e s s e s r e v o l u t i o n n a i r e s , avec l e u r s bras courbes de p l a t r e s sur l e s q u e l s i l s semb l a i e n t se p r e p a r e r a jouer du v i o l o n , r e t r o u v a i e n t l e l a t i n de l a mort... 56  0 0  0  106 Guerre etrange que c e t t e guerre d'Espagne ou l e m e i l l e u r et l e p i r e f o n t cause commune et ou l e s d eux  ensemble  en p a r t i c i p a n t a un i d e a l commun, semblent s ' e l e v e r au-dessus des disputes  p o l i t i q u e s , au-dessus des p a r t i s . A ce sen-  timent, Malraux donne comme but a a t t e i n d r e "transformer en conscience une experience a u s s i l a r g e que p o s s i b l e " . En e c r i v a n t " l ' E s p o i r " , i l f u t done au tournant d e e i de sa v i e . I I nous a d i t lui-meme que l e p r o l e t a r i a t pour l e p r o l e t a r i a t ne 1 i n t e r e s s a i t plus mais i l a u r a i t v o u l u que l a 1  cause q u ' i l defendait  s o i t v i c t o r i e u s e , puisque dans l a guer-  re r e v o l u t i o n n a i r e , ses heros ont decouvert l e m e i l l e u r . -" E t a l o r s , l a v i e change. Tu es tout a coup dans une autre v e r i t e , ce sont l e s autres q u i sont f o u s . - T o i , t u es toujours dans une v e r i t e ? - Oui, V o i l a ce que c' e s t . . ...Tu es seulement un s u i c i d e , e t , en meme temps., du possedes ce q u ' i l y a de m e i l l e u r en tous. Tu possedes l e u r . . . ce q u ' i l s ont de m e i l l e u r , e n f i n , comme l a j o i e de l a f o u l e au c a r n a v a l . Je ne s a i s pas s i j e me f a i s b i e n comprendre. J ' a i un cop a i n q u i a p p e l l e ca l e moment ou. l e s morts se mettent a chanter.., „. - Tres peu pour moi. - I I y a quelque chose que moi, l e plus anc i e n o f f i c i e r m a r x i s t e , j e n'avais jamais soupconne. I I y a une f r a t e r n i t e q u i ne se trouve que/x®autre c6te de l a mort". 57 Reponse inattendue dans l a bouche d'un communiste, c a r en m a t e r i a l i s t e , i l ne peut c r o i r e qu'au d e l a de l a mort, i l y a i t quoique ce s o i t . Moreno a e t e j e t e en p r i s o n comme Kassner, mais i l en  107  s o r t change c a r i l a decouvert  que :  -" chaque homme e s t menace de sa v e r i t e , s o u v i e n s - t o i . Sa v e r i t y , h e i n , 5 a n'est pas meme l a mort, pas m§me l a souffranee, c'est un sou, mon vieux, c'est un sou..." 5 8 L ' i d & a l marxiste,  ne l u i s u f f i t plus©  I I y a l e monde ou l e s hommes meurent ensemble, en chantant, en s e r r a n t l e s dents ou comme i l s voudront - e t p u i s , d e r r i e r e , mon vieux, i l y a ce couvent avec -','., 5 9 D'autant p l u s que l'homme : -" n'a pas 1'habitude de mourir. .Aia;Mo^saiqcuand ca l u i a r r i v e , i l s'en s o u v i e n t " . 60 et Moreno c o n c l u t : -" l e s c i m e t i e r e s des r e v o l u t i o n s sont l e s m§mes que l e s a u t r e s . . . " 61 Malraux n'est plus l ' i d e a l i s t e q u i s'engage corps et ame dans l a R e v o l u t i o n . Tout en se donnant a une cause, i l rest e l'homme q u i connait l e s durs aspects de l a r e a l i t e , i l l ' a montre dans "Les Conquerants" et "La C o n d i t i o n Humaine", en decrivant l e s contradictions tragiques qui p a r f o i s aneantissent l'homme. Maintenant i l h e s i t e . I I e s t t r o p l u e i d e ou simplement au courant  de ce q u i s'est passe et se passe en Russia  depuis l a p r i s e du pouvoir par S t a l i n e . I I semble q u ' i l n'ignore r i e n , c a r r i e n de l a p o l i t i q u e russe ne l u i echappe. A u s s i est-ee l u i q u i peu a peu echappe a 1 ' i n f l u e n c e sovietique© Le Nigus r e f l e t e t r e s b i e n c e t t e a t t i t u d e : -" Tu comprends l e s communistes t r a v a i l l e n t  108 b i e n . Je peux t r a v a i l l e r avec eux, mais l e s aimer, non, j ' a i beau me b a t t r e l e s f l a n c s , i l n'y a r i e n a faire..."62 D'gpres Magnin, S c a l i e s t presque devenu anti-communiste mais : -" Qe n'est pas au communisme q u ' i l s'oppose, c'est au p a r t i " . 63 Dans ce roman, i l e s t c e r t a i n que l ' a u t e u r e s t du m§me a v i s que Guernico  :  - " l i s ont toutes l e s vertus de 1'action - et c e l l e s - l a s e u l e s " . Mais, en ce moment, c'est d ' a c t i o n q u ' i l s ' a g i t " . 64 Pour l a meme r a i s o n , l e heros d'Hemingway l u t t a i t dans leurs  rangs. En 1936, l e s communistes ne sont p l u s comme i l s l ' a v a i -  ent ete en Chine et en Allemagne H i t l e r i e n n e , l e s seuls a voul o i r r e c r e e r l a d i g n i t e . D'autres hommes et Malraux i n s i s t e , se b a t t e n t pour sauver l'Espagne et peut-etre l e monde : -" Grrecs, J u i f s , S y r i e n s d'Amerique du Nord, Cubains, Canadiens, I r l a n d a i s , Americains du Sud, Mexicains et quelques C h i n o i s " . 65 tous humains et f r a t e r n e l s . La technique  ennemie a ete" p l u s f o r t e et l'Espagne Repu-  b l i c a i n e q u i n'a pas su, ou n'a pas pu transformer l a f e r v e u r r e v o l u t i o n n a i r e en d i s c i p l i n e , en est morte. L Apocalypse q u l l 1  s ' a g i s s a i t d o r g a n i s e r n'a pas r e u s s i . Malraux d i s a i t : 1  -" I I y a p e s p o i r t e r r i b l e et profond en l'homme... La R e v o l u t i o n joue, entre autres  109 r 6 l e s , c e l u i que joua j a d i s l a v i e e t e r n e l l e , ce q u i explique beaucoup de ses caract e r e s . S i chacun a p p l i q u a i t a lui-m§me l e t i e r s de 1 ' e f f o r t q u ' i l f a i t aujourd'hui pour l a forme du gouvernement, i l d e v i e n d r a i t p o s s i b l e de v i v r e en Bspagne". 66 l a r e v o l u t i o n a ete* vaincue, "1'age du fondamental" qu'Alvear v o u l a i t v o i r recommencer n'a pas eu l i e u , l a r a i son n'a pas pu §tre "fondle a nouveau". Ce n'est pas l a f a u te des communistes s i cet ichec a 6t6 s i c u i s a n t , puisque a 1 ' i m i t a t i o n des : -" f a s c i s t e s q u i ont aide l e s f a s c i s t e s , l e s communistes ont aide* l e s communistes^ et meme l a s demo c r a i i e espagnole-" 67 Le malheur est que l e s democraties par l e u r p o l i t i q u e de non i n t e r v e n t i o n , l a i s s e r e n t l e fascisme s ' i n s t a l l e r en Espagne. Avec toute l e u r f o r c e , e l l e se posaient  des questions  et l e u r s representants se grafcaient l a te*te au l i e u  d'agir.  I r o n i e q u i se j u s t i f i e r a davantage en 1939 • 0 0  0  A p a r t i r de "L'Espoir"''ilea questions que se p o s a i t Malraux n ' i t a i e n t plus l e s m§mes que c e l l e s q u ' i l se p o s a i t dans l e s oeuvres precedentes. Son angoisse e t a i t toujours mais ses s o l u t i o n s ne 1'etaient  l a meme,  p l u s . I I ne trouve plus dans  l ' a v e n t u r e communisante 1'epanouissement de l a c o n d i t i o n humaine. C'est dans 1'Apocalypse q u ' i l cherche l a f r a t e r n i t e *  no I I a v a i t souhaite l a v i c t o i r e de l a Re"publique Espagnole,  mais ne c h e r c h a i t - i l pas p l u t 6 t 1'epanouissement de l'hom-  me, l a f r a t e r n i t y q u i eleve p l u s q u ' e l l e n ' u n i t . N ' a v a i t - i l pas v u p l u s de noblesse dans tout l e peuple espagnol  que dans  chaque combattant. Pour Mounier, l a f r a t e r n i t e est : -" Le m e r v e i l l e u x de cet Univers de 1 ' a c t i o n qui n'a pas v o u l u comme 1'Univers s u r r e a l i s te, chercher l e m e r v e i l l e u x en coupant l e s amarres. Un Malraux ayant connu c e t t e f r a t e r n i t e l a et l ' o u b l i a n t , a p p a r a i t comme une i m p o s s i b i l i t y s p i r i t u e l l e " . 68 Devant I L ' E s p o i r " , Montherlant  se demandait : "Jusqu'a  q u e l p o i n t c r o i t - i l ? S i c'est un jeu, c'est un j e u b i e n c a chy. est  L a p o s i t i o n tant p o l i t i q u e que philosophique de Malraux  done aux yeux de beaucoup t r e s v a c i l l a n t e , tout autant  que c e l l e de ses hdros. En 1937,  i l n'est p l u s ce q u ' i l  mais i l n'est pas encore devenu ce q u ' i l s e r a en 1948.  etait,  Sa rup-  t u r e n'est pas f a i t e . I I e s t en e f f e t p i n i b l e e t d i f f i c i l e d ' a v o i r a r e j e t e r une cause sur l a q u e l l e on a v a i t t a n t mise, e£ l a q u e l l e on e s p e r a i t , meme quand a l a lumiere des f a i t s c e t t e cause devient tous l e s jours p l u s ytrangere, te  indifferen-  e t meme c o n t r a i r e a l a conception que l ' o n s'en e t a i t  fait.  Gaetan P i c o n , c o n c l u t son etude sur 1'oeuvre r e v o l u t i o n n a i r e de Malraux, en n i a n t s a s i n c e r i t y m a r x i s t e . Nous ne pouvons accepter c e t t e c o n c l u s i o n pour toute .1'oeuvre, mais nous  Ill l a f a i s o n s n6tre quant a ce d e r n i e r roman. -"• E n t i e r e e s t l a s i n c e r i t y humaine de 1*oeuvre r e v o l u t i o n n a i r e ; presque i n e x i s t a n t e e s t s a s i n c e r i t y m a r x i s t e . Au p r o l e t a r i a t r e v o l u t i o n n a i r e , Malraux demande une f o r c e et une duree m u l t i p l i ee. S ' i l l e rencontre, c est s u r l e chemin,ou s o l i t a i r e , i l l u t t a i t deja contre l e d e s t i n : l ' i m perieux b e s o i n de ne pas a f f r o n t e r s e u l un t e l a d v e r s a i r e l e j e t t e v e r s l u i , Et sans doute l e choix du p r o l e t a r i a t n ' e s t - i l pas a r b i t r a i r e . Classe opprimye, i l e s t comme l e symbole s o c i a l d'une h u m i l i a t i o n metaphysique. Malraux n'a vu en l u i n i un instrument p r o v i dent i e l de l h i s t o i r e , n i l e moyen d'une commun i o n i n t e r n a t i o n a l e " • 69 1  1  Nous nous refusons cependant a c r o i r e comme l e d i t Picon que Malraux n ' a i t pas v u dans l e p r o l e t a r i a t l e moyen d'une' communion sentimentale, tout au c o n t r a i r e c e t t e communion e s t l a f o r c e meme de son oeuvre©  0  0  REFERENCES Chapitre I I I - l e s Conguerants, 1927 1  Malraux, Andre,  2  I b i d . , p.  53  3  I b i d . , p.  99  4  I b i d . , p. 151  5  I b i d . , p. 131  6  I b i d . , p. ICI  7  Malraux, Andre,  Romans, p.  15  Nouvelle Revue Franqaise ( A v r i l I, 1931) p.  8  I b i d . , p. 505  -La C o n d i t i o n Humaine, 1933 9 Malraux, Andre, Romans, p. 10 I b i d . , P. 227 II  I b i d . , P. 227  12  I b i d . , P» 228  13  I b i d . , P. 296  14  I b i d . , P. 285  15  I b i d . , P- 286  16  I b i d . , P- 280  17  I b i d . , P. 286  18  I b i d . , P. 286  19  I b i d . , P. 390  20  I b i d . , P» 394  211  506  21  I b i d . , . P» 216  22  I b i d . , P. 312  23  I b i d . , P. 385  24  I b i d . , P. 349  25  I b i d . , P« 411  26  I b i d . , P. 418  27  I b i d . , P. 426  -Le. Temps du Me~pris. 1935 28  Malraux, A n d r i ,  29  I b i d . , p.  8  30  I b i d . , p.  54  31  I b i d . , p.  57  32  I b i d . , p. 106  33  I b i d . , p. 107  34  I b i d . , p. 108  35  I b i d . , p. 182  36  I b i d . , p. 174  37  I b i d . , p. 176  l e Temps du Mepris,  - L ' E s p o i r . 1937 58  Malraux,* Andre,  39  I b i d . , p. 713  40  I b i d . , p. 692  41  I b i d . , p. 470  42  I b i d . , p. 470  Romans, p.  723  43  Ibid., p.  472  44  Ibid., p.  451  45  Ibid., p.  532  46  Ibid., p.  562  47  Ibid., p.  565  48  Ibid., p.  567  49  Ibid., p.  595  50  Ibid., p.  604  51  Ibid., p.  605  52  Ibid., p.  602  53  Ibid., p.  612  54  Ibid., p.  666  55  Ibid., p.  673  56  Ibid., p.  697  57  Ibid., p.  743  58  Ibid., p.  625  59  Ibid., p.  625  60  Ibid., p.  626  61  Ibid., p.  626  62  Ibid., p.  781  63  Ibid., p.  853  64  Ibid., p.  853  65  Ibid., p.  841  66  Ibid., p.  704  115 67  I b i d . , p. 756  68  Mounier, Emmanuel,  69  P i c o n , Gaetan,  L ' E s p o i r des ddsesperes p.  Malraux par lui-meme, p.  97  57  116 CHAPITRE IV Andre MALRAUX Ne l e 3 novembre 1901 a P a r i s . Etudes : A r c h e o l o g i e e t o r i e n t a l i s m e . 1923 - Depart pour l ' A s i e , l a Chine, 1 ' I n d o c h i n e . 1927/28 - Retour. P u b l i c a t i o n des Conquerants. 1933 - P u b l i c a t i o n de l a C o n d i t i o n  Humaine.  1934 - P r e s i d e n t du Comite* Mondial de L i b e r a t i o n de D i m i t r o f f ; p u i s Membre du Presidium de l a L.I.C.A. 1936 - Grganisateur e t Chef de 1 ' A v i a t i o n e t r a n gere au s e r v i c e du Gouvernement R e p u b l i c a i n Espagnol.  1940  - Etc (Agence FRANCE-PRESSE).  0 0  0  La pensie et I ' a c t i o n de Malraux sont i t r o i t e m e n t I I a agi et publie, t e l l e est l a conclusion  liies.  qu'on peut immedi-  atement t i r e r de ce court resume de sa vie© Le marxisme veut §tre, nous 1 ' a v o n s vu, une t h i o r i e ve"cue.  I I e x i s t e neanmoins p a r f o i s de grandes d i f f e r e n c e s  entre  l ' i n t e n t i o n e t I ' a c t i o n . C e l a e s t v r a i pour l e s i n d i v i d u s et a u s s i pour l e s i n s t i t u t i o n s humaines. Nous r^ppeOlerons b r i e v e ment dans ce c h a p i t r e , l ' h i s t o i r e de l'U.R.S.S de 1925 a 1937,  117 a f i n de juger s i l e developpement  du communisme, correspond  a ce que Marx et l e n i n e a v a i e n t entrevu. Sur ce canevas, nous projetterons 1'oeuvre  de Malraux et jugerons 1 ' e v o l u t i o n de  son a t t i t u d e v i s - a - v i s de ce  developpement.  L i o n T r o t s k y accuse Malraux de mettre ses personnages hors de 1 ' h i s t o i r e et Malraux se defend en d i s a n t que son but est de l e s y plonger : -" En f a i s a n t a mes personnages l'honneur de l e s t e n i r pour des' symboles, T r o t s k y l e s s o r t de l a duree, ma defense e s t de l e s y f a i r e rentrer". I Son a c t i o n e s t en e f f e t l i e e a 1 ' h i s t o i r e , c a r i l e s t a s s o c i e a un mouvement p o l i t i q u e q u i veut e t r e fonde  essentiel-  lement s u r des donnees h i s t o r i q u e s . Tout comme ce mouveme'nt, l e s idees de Malraux evoluent en f o n c t i o n des f a i t s , mais alozs que l e communisme a f f i r m e s'enfoncer de p l u s en p l u s dans l e courant h i s t o r i q u e , Malraux se detache de p l u s en p l u s du communisme. I I semble que juger ses romans en l e s detachant de l a pe"riode pendant  l a q u e l l e i l s ont ete M e r i t s , s e r a i t une e r -  r e u r , puisque l a v i e de l ' a u t e u r y e s t elle-m^me £troitement l±6e.  Les romans sont dates de 1927 - 1933 - 1935 - 1937 e t a  chacune de ces dates se r a t t a c h e n t d'importants eVenements et diveloppements de 1 ' h i s t o i r e i n t e r i e u r e et e x t e r i e u r e de l a Russie et de sa p o l i t i q u e , C'est aux h i s t o r i e n s de nous d i r e ce q u i se passa en  118 Union S o v i i t i q u e depuis s a fondation,  mais c'est aux l e c t e u r s  de Malraux de s a v o i r ce q u i s'y p a s s a i t pour mieux comprendre 1'ambiance dans l a q u e l l e e v o l u a i t l e communisme et ceux q u i avaient  a un moment ou un a u t r e p a r t i e l l e m e n t  accepte c e t t e  i d e o l o g i e ou f a i t un bout de route avec l e s membres du p a r t i .  0 0  0  l e 9 mars 1923, L i n i n e meurt. I I a v a i t ete l e chef i n c o n t e s t i de l a R e v o l u t i o n , mais comme maint d i c t a t e u r i l n'av a i t pu assurer  sa succession  Russie S o v i e t i q u e . r i e de d i s c o u r s ,  a l a t e t e de l a d i r e c t i o n de l a  I I a v a i t l a i s s e d e r r i e r e l u i toute une s e -  de recommandations, y compris son fameux t e s -  tament. L u i s e u l a v a i t i n t e r p r e t s Marx e t a v a i t ete" capable de mettre en p r a t i q u e  l a pensee theorique du fondateur du commu-  nisme s c i e n t i f i q u e * Apres l u i , i l ne r e s t a i t pas un empire u n i , n i des chefe en p a r f a i t a c c o r d . S t a l i n e et Trotsky, i t a i e n t l ' u n p a r son t r a v a i l d'organisateur, 1'autre par sa renommee e t sa vigueur i n t e l l e c t u e l l e , pr§ts a gouverner l'U.R.S.S e t a conduire l e s p r o l e t a i r e s du monde e n t i e r . La l u t t e entre ces deux  giants  ne f u t pas au debut une l u t t e v i o l e n t e , e l l e se d e r o u l a dans l e cadre du p a r t i . Point de purge, p o i n t s de morts, pas de deportations, mais une l u t t e ideologique de p e r s o n n a l i t e  des deux hommes*  masquant l a d i f f e r e n c e  119 Au "Serment de S t a l i n e " , au deuxieme Congres, l e 26 Janv i e r 1924, s'opposent en automne l e s "lecons d'Octobre"  de  T r o t s k y , ou ee d e r n i e r d i s c u t e de l a d i s p a r i t i o n de l a l i b e r t e democratique a l'int£rieur du p a r t i . Quand quelques mois apres, Trotsky e s t f o r c e de demissionner  de son poste de Com-  m i s s a i r e a l a Guerre, i l l e f a i t v o l o n t i e r s et prend l a charge d'un poste economique. l e v e r i t a b l e t e s t entre l e s deux hommes e s t de d e c i d e r s i l a r e v o l u t i o n d o i t §tre une r e v o l u internationale , ,. , .. tion/permanehte ou l a r e v o l u t i o n dans unseul pays© n  n  L i n i n e lui-m§me a v a i t eu d i v e r s e s conceptions de l a r e v o l u t i o n r u s s e . I I c r o y a i t que l e paysan russe e t a i t c l e p r i n c i p a l q u i l'empe*chait  1'obsta-  de transformer l e s buts  anti-  feodaux de l a r e v o l u t i o n en des buts a n t i - c a p i t a l i s t e s . Cependant en 1917, i l changea d'avis et exigea l a t r a n s f o r m a t i o n immediate de l a s o c i e t e f i o d a l e en s o c i e t e s o c i a l i s t e ,  accep-  tant a i n s i d ' e t a b l i r d e f i n i t i v e m e n t l a r e v o l u t i o n en R u s s i e . Mais i l ne eoncoit l e communisme que s i l a r e v o l u t i o n a l'echelle  s'etend  mondiale.  Les echecseeomimiinistesede  1918 a 1921, l e f o n t r e v e n i r  en a r r i e r e et apres s a mort, S t a l i n e p u b l i e l e s "Problemes du Leninisme". La seule d i f f e r e n c e entre l u i et l e maltre,  resi-  de en une s i m p l i f i c a t i o n du leninisme et en un changement d'or i e n t a t i o n . E s t - c e que l e s o r t de l a r e v o l u t i o n russe d e v r a i t dependre du communisme a l ' e t r a n g e r ?... Trotsky, i d e a l i s t e  120 pense que l a r e v o l u t i o n ne peut s u r v i v r e en un s e u l pays. 0 .0  0  En I92S/27, l a polemique devient plus v i o l e n t e et on d o i t se souvenir de 1'importance des questions fondamentales sur l e s q u e l l e s p o r t a i e n t l e s debats;  questionsqu'on  r a i t r e d u i r e uniquement a des c o n f l i t s personnels.  ne sauDevait-on  c o n t i n u e r l a N.E.P. (Nouvelle P o l i t i q u e Economique), r e t o u r p a r t i e l a l a l i b r e e n t r e p r i s e , plus e f f i c a c e que toute  col-  l e c t i v i s a t i o n , mais c o n t r a i r e aux p r i n c i p e s s o c i a l i s t e s , ou b i e n 1 *interrompre et  ? Fallait-il  s ' o r i e n t e r vers l e s o c i a l i s m e  comment ? S i on d e c i d a i t de c o n s t r u i r e l e s o c i a l i s m e dans  un s e u l pays, c o n v e n a i t - i l de developper  1*Industrie l e g e r e ,  pouvant s a t i s f a i r e l a p o p u l a t i o n , ou l ' i n d u s t r i e l o u r d e . S i on se l a n c a i t dans l ' i n d u s t r i e l o u r d e , l a Russie s e r a i t - e l l e plus viise independante du c a p i t a l i s m e etranger ? l a p r o d u c t i o n ag r i c o l e r e t a b l i e au niveau de 1913, e t a i t - i l er  sage de c o n t i n u -  s u r l a base de l a p e t i t e e x p l o i t a t i o n ou devait-on  aller  vers 1 ' e x p l o i t a t i o n s o c i a l i s t e de l a t e r r e ? Le p a r t i surtout p o u v a i t - i l t o l e r e r une m i n o r i t e q u i s'opposerait a l a majori-. te  comme dans l e s democraties Autant  ?...  de questions p r a t i q u e s q u i dans un systeme base  sur une p h i l o s o p h i e ou I ' a c t i o n est toujours rattachee a l a  121 base theorique, eurent une importance fondamentale pour l'e*v o l u t i o n p o s t e r i e u r e de l'U.R.S.S. Gr en 1927, quand Malraux e c r i v i t son l i v r e , i l n ' e x i s t a i t pas encore de s o l u t i o n absolue  a ces problemes. Seules deux tendances s ' a f f r o n t a i e n t ,  toutes l e s deux se reclamant a j u s t e t i t r e de l a meme p h i l o sophie m a r x i s t e . L a seule i n t e r p r e t a t i o n v a l a b l e du marxisme  e t a i t cellle de Le"nine p u i s q u ' e l l e e t a i t l a seule i n c o n t e s t e e ; cependant i l n ' a v a i t pas r e s o l u tous l e s problemes. I I e t a i t done p o s s i b l e en 1927 e t encore en 1933 d ' e c r i re des romans marxistes, d'y exprimer des i d i e s , des s e n t i ments, d e s c r o y a n c e s e t des a t t i t u d e s q u i quelques annees plus t a r d devaient §tre jugees non-marxistes e t q u i a 1*epoque n'auraient pu §tre condamnes que par Marx ou L i n i n e ,  seuls  i n t e r p r e t e s du marxisme. I I e s t f a c i l e pour un T r o t s k y de d i re  "--tt'c^'et homme a u r a i t b e s o i n d'une bonne i n n o c u l a t i o n de Mar-  xisme" mais de marxisme d e f i n i par q u i ?... Non .par Trotsky qui v e n a i t de perdre l a b a t a i l l e q u ' i l a u r a i t pu gagner et d'§tre expulse d'U.R.S.S pour son manque d'orthodoxie. S t a l i ne non p l u s n * a v a i t pas a u t o r i t e pour juger du marxisme des personnages de "La C o n d i t i o n Humaine" e t "des Conquerants". En 1933» i l n'y a t o u j o u r s pas de reponse absolue a cette q u e s t i o n pour l a simple r a i s o n q u ' i l n'y a v a i t pas encore a t r a v e r s l e monde, mne orthodoxie marxiste autre que l ' i n t e r o r e t a t i o n l e n i n i s t e . Cette meme annee, S t a l i n e e t a i t au pou-  122 v o i r , mais i l f a u t attendre 1936 tivement  pour q u ' i l devienne d e f i n i -  l e s e u l i n t e r p r e t r e de l a b i b l e communiste, l e s e u l  pape de l a n o u v e l l e r e l i g i o n , toujjours dans l e d r o i t chemin et s e u l i n f a i l l i b l e dans son i n t e r p r e t a t i o n des pensees du maltre. S i l e s communistes q u i organisent I ' a c t i o n en Chine, ne sont pas orthodoxes, c'est que  l'orthodoxie n ' e x i s t a i t  pas  encore d'une maniere sure. I I ne f a u t d ' a i l l e u r s pas s'en r a p p o r t e r completement a l a date de p u b l i c a t i o n de " l a C o n d i t i o n Humaine", car s i e l l e a eu l i e u en 1933,  l e roman se deroule en 1927,  l'annee ou  Chang-Kai-Shek ecrasa l e s communistes c h i n o i s . I I est v r a i que de 1927  a 1933,  Malraux a ete t i m o i n de 1 ' e v o l u t i o n  re de 1'Union S o v i e t i q u e . I I a ete l e temoin de l a  interieubureaucra-  t i s a t i o n du systeme, i l a a p p r i s par l a presse r e a c t i o n n a i r e que  l e s koulaks  e t a i e n t extermines, i l a su que  Staline etait  en t r a i n de d e v e n i r l e maltre absolu, q u ' i l a r r ^ t a i t toute berte et changeait  l a nature du communisme. I I n'y  ne r a i s o n pour que  c e l a se r e f l e t e dans l e decor c h i n o i s  l i v r e q u i se s i t u e en 1927, poser que  li-  a v a i t aucud'un  neaamoins i l y a tout l i e u de  sup-  ces problemes nouveaux, entrent pour quelque chose  dans "La C o n d i t i o n Humaine". I I y a dans ce roman, des attaques q u i dans l e communisme deviendra  r e p i t e e s contre  c e t t e s o r t e de cancer.  ce Volo-  123 guine par exemple n'en e s t qu'un des symptSmes.Petites c r o i s sances encore relativement benignes, acceptables dans toutes o r g a n i s a t i o n humaine. En 1927, Hemmelrich peut e c r i r e : -" C'est l a premiere f o i s de ma v i e que j e t r a v a f l l e en sachant pourquoi et non en attendant patiemment de c r e v e r . . , " 2 et P e i , un des c h i n o i s r e f u g i e s en U.R.S.S. peut envoyer une coupure de j o u r n a l dans l a q u e l l e on d i t que : -" l e p l a n d ' i n d u s t r i a l i s a t i o n l e p l u s important du monde e s t actuellement a 1'etude : i l s ' a g i t de transformer en c i n q ans toute. l'U.R.S.S ".3 N i P e i , n i Hemmelrich, ne s a v a i e n t qu'en 1932/33, l a famine s e V i r a i t dans toute l a Russie parce que l e s o c i a l i s m e a v a i t i g n o r i l e s n o t i o n s de base de l a psychologie et q u ' i l a v a i t transforme du j o u r au lendemain,  l e s paysans en ennemis  du peuple, parce que l e u r s methodes de p r o d u c t i o n ne c a d r a i ent pas avec l'economie p l a n i f i i e et l e s plans quinquennaux que S t a l i n e v o u l a i t mettre s u r p i e d , Ces d eux r e f u g i e s au par a d i s des o u v r i e r s et des paysans, ne pensaient pas que des soldats chasseraient, deporteraient, battraient,  emprisonne-  r a i e n t et p a r f o i s t u e r a i e n t comme des chiens, des hommes dont l e s e u l crime a v a i t ete d'etre des a g r i c u l t e u r s  intelligents  et prosperes, mais dont l a p r o s p e r i t y n ' e t a i t pas basee s u r l ' i d e o l o g i e marxiste, Au nom de l ' e f f i c a c i t e , S t a l i n e a l l a i t f a i r e r e c u l e r l a  p r o d u c t i o n a g r i c o l e a un t e l p o i n t qu'en 1939,  124 elle n'etait  pas encore r e l e v e e . Malraux ne pouvait l e s a v o i r , mais i l se m e f i a i t d e j a d'une f a t a l i t e q u i passe avant l a v o l o n t e . 0 0  0  Quand "Le Temps du Mepris" e s t p u b l i e en 1939,  l e premi-  er p l a n d ' i n d u s t r i a l i s a t i o n de l'U.R.S.S, e s t termine et <Les hommes comme l e s p r i s o n n i e r s q u i sont InterEoges par l a Gestapo ont t r a v a i l l e a sa r e a l i s a t i o n . Le communiste que Kasenerrehtend i n t e r r o g e r a v a i t par i d e a l t r a v a i l l e a l a r e a l i s a t i o n de ce p l a n . Beaucoup d'autres avaient" ete a t t i r e s par de hauts s a l a i r e s , mais l e p l a n a ete" r e a l i s e , l a Russie des S o v i e t s commencait a prendre forme non sans peine, non sans souffranee et sans e r r e u r s i l  est v r a i .  Pour l a premiere f o i s dans 1 ' h i s t o i r e de l'Humanite, un peuple e s s a y a i t de mettre en p r a t i q u e une p h i l o s o p h i e q u i se v o u l a i t humaine et ce peuple e s s a y a i t de c o n s t r u i r e une s o c i e t e p l u s j u s t e . Pace a ce peuple, e s t leopeuple allemand qui v i e n t de ceder a l ' i d e e f a s c i s t e et Malraux avec Kassner v o i t l e danger du f a s c i s m e . I I s a i t que : -" l e s v a l e u r s communistes et l e s v a l e u r s l i b e r a l e s sont egalement u n i v e r s e l l e s et d i a l e c t i ques". 4 Gaetan P i c o n , c i t e un passage d x t r a i t de l a conference qu'Andre Malsmux a donnee a Londres en 1936,  sur 'L'Heritage  125  ciuliur.el." „ -" J ' a i toujours ete frappe de 1'impuissance o u s o n t l e s a r t s f a s c i s t e s de r e p r e s e n t e r au- . t r e chose que l e combat de l'homme contre l'homme... A l o r s que du l i b e r a l i s m e au communisme, l ' a d v e r s a i r e de l'homme. n'est pas l'homme, c'est l a t e r r e . C'est dans l e combat contre l a t e r r e , dans 1 ' e x a l t a t i o n de l a conqu§te des choses que s ' e t a b l i t , d e Robinson Crusoe' au f i l m s o v i e t i q u e , une des plus f o r tes t r a d i t i o n s de 1'Occident". 5 Malraux ne f a i t  cependant plus route commune avec l e s  marxistes, i l n'a jamais ete l r u n d'entre eux au sens propre du mot e t maintenant i l l e s d i p a s s e . I I e s t un agnostique t a n t en matiere de r e l i g i o n qu'en p o l i t i q u e . Dans " l e Temps du Mepris", i l nous f a i t v a l o i r l a courageuse a t t i t u d e d'un marxiste, mais encore et peut-§tre  au-dessus de c e l a , l a f r a -  t e r n i t e que l'homme retrouve toujours quand i l e s t a s s o c i e a d'autres hommes pour accomplir une tache digne et commune. Chez Kassner, ce q u i prime en e f f e t , c'est l a f r a t e r n i te" v i r i l e . Les heros de 1934 ne sont plus des vainqueurs,mais des vaincus du nazisme et l e u r communion s p i r i t u e l l e e s t peute t r e plus f o r t e que l e u r croyance p o l i t i q u e .  0  '  0  Lorsqu'en 1936, e c l a t e l a guerre d'Bspagne et que se dechainent a u s s i l e s grandes purges russes, l a Russie r e p r i s e n t e - t - e l l e t o u j o u r s c e t i d e a l v e r s l e q u e l Malraux s ' e t a i t tour-  126 ne?... S a i t - i l ce q u i se passe en U.R.S.S, quand i l d c r i t " l ' E s p o i r " ?.... S a i t - i l que s i l e s f a s c i s t e s f u s i l l e n t l e s p r i s o n n i e r s de Tolede, S t a l i n e f a i t f u s i l i e r a u s s i et commence a f a i r e regner sur tout l e pays, une t e r r e u r q u i n'a a e n v i e r a c e l l e des regimes  fascistes  rien  ?-...  M. Tennine dans son l i v r e sur l a guerre d'Espagne, semb l e penser que ceux q u ' i l a p p e l l e l e s compagnons de route,dont Andre Malraux f a i s a i t p a r t i e , j u s t i f i a i e n t a 1'epoque l e u r s i l e n c e sur l e s proces de Moscou et sur l a d i c t a t u r e de S t a l i n e par l a n e c e s s i t e de ne pas b r i s e r l e f r o n t des defenseurs de l'Espagne. Malraux  constate l ' a r r i v e e continue des armes allemandes  et i t a l i e n n e s que l ' o n debarque en Espagne a l o r s que de  1'au-  t r e c o t e , 1 ' i n t e r v e n t i o n s o v i e t i q u e se f a i t par a coups, s u i vant l e s f l u c t u a t i o n s de l a p o l i t i q u e i n t e r i e u r e et e x t e r i e u re de S t a l i n e . C'est d ' a i l l e u r s 1 ' a r r e t de ces envois en provenance de 1'Union S o v i e t i q u e vers l'Espagne q u i condamnera d e f i n i t i v e m e n t l a Republique. I I n'est pas sans se rendre compte des etapes s u c c e s s i ves de l a p o l i t i q u e de Moscou q u i tout d'abord s ' a b s t i e n t . A t t i t u d e d i c t e e par l a c r a i n t e de s'engager et par l a p o l i t i q u e de c o n s t r u c t i o n du s o c i a l i s m e dans un s e u l pays. Mais a p a r t i r d'octobre 1936,  sous l a p r e s s i o n des communistes o c c i d e n -  taux et dans l e but d'empecher une v i c t o i r e de Franco, l ' e f -  127 f o r t s o v i e t i q u e en faveur de l a republique  devient  ment c o n s i d e r a b l e . Malraux soupcorme peut-etre  relative-  a u s s i une au-  t r e r a i s o n pour e x p l i q u e r 1 taii^Lif!;;. s o v i e t i q u e : l a r a i s o n i n 1  t e r i e u r e . L'ipopee espagnole ne d e t o u r n e - t - e l l e pas l ' a t t e n t i o n d'une p a r t i e des m i l i t a n t s russes, des purges q u i sont en t r a i n de f r a p p e r l e s a d v e r s a i r e s de S t a l i n e . Q u o i q u ' i l en s o i t , l e s evenements d'Espagne i n f l u e n c e n t d e f i n i t i v e m e n t son a t t i t u d e . I I semble q u ' i l se s o i t v i t e du compte que l a Russie  ren-  e t a i t devoree par l e dogmatisme, l e  manque de comprehension, l a peur de tout ce q u i e s t etranger au marxisme e t r o i t de S t a l i n e . Cependant au dehors et encore a l'interieur marxistes  de l a Russie,  i l constate  q u ' i l y a toujours des  s i n c e r e s , honn§tes et profondement humains q u i ne  sont pas p r e t s a abandonner toute d i g n i t e pour l a mettre au s e r v i c e d'une h i e r a r c h i e c r u e l l e e t sans appel q u i ne maintient  l ' o r d r e que par l a p o l i c e , l a peur des p r i s o n s et des  camps de l a mort. Ce q u ' i l nous montre dans " L ' E s p o i r " , c'est l'Espagne t e l l e q u ' i l l'a vue en 1936, gne  au dibut de l a guerre. Une Espa-  tourmentee et f a i b l e ou. dans un magnifique elan tout un  peuple se leve pour f a i r e face a son agresseur. l e s m o t i f s personnels  Les r a i s o n s ,  moraux ou r e l i g i e u x q u i f o n t que tous  ces hommes defendent l a republique,  sont fondus dans I ' a c t i o n  commune, dans ce grand e s p o i r q u i r e n a i t dans tous l e s coeurs*  128 En ne mettant pas toute sa confiance dans l e s communistes,  i l laisse  supposer que ceux-ci de 1930 a 1936, l ' o n t de-  cu comme i l s l e d£cevront encore dans l e s annees a v e n i r , en creant l e s p l u s vastes camps de c o n c e n t r a t i o n du monde. Niant a i n s i toute v a l e u r et toute d i g n i t y , en r e f u s a n t aux hommes " l a p o s s i b i l i t y i n f i n i e de l e u r d e s t i n " . Malraux a voulu f a i r e r e n t r e r ses personnages dans l e temps, dans l a duree, i l y r e u s s i t t r e s b i e n ayant lui-m§me vecu l e s evenements» 0  REFERENCES C h a p i t r e IV 1  Malraux, Andre,  Nouvelle Revue F r a n c a i s e . ( A v r i l I,-1931) p.  2  .Malraux,. Andre,  3  I b i d . , p. 427  4  P i c o n , Gaetan,  5  I b i d . , p. 92  507  Romans, p. 426  Malraux par lui-mgrne,  p.  130 CHAPITRE V Une d e f i n i t i o n du marxisme ayant d'abord ete donnie, il  a ete p o s s i b l e de degager ce q u i dans l e s 4 romans e t u d i e s ,  s'opposait  a l ' i d i o l o g i e communiste et ce q u i s'y r a t t a c h a i t .  Le 4eme c h a p i t r e explique l e developpement l a Russie  i n t e r n e de  et c e l u i du communisme i n t e r n a t i o n a l en donnant l e s  r a i s o n s du d i s a c c o r d c r o i s s a n t entre l e communisme et l a p o s i t i o n de Malraux. Les bases d'une c o n c l u s i o n a notre etude, sont  fournies  dans l a postface aux "Conquerants" par l e jugement de l ' a u t e u r s u r son oeuvre et sur son a c t i o n . 0 0  0  Le 5 mars 1948, Andre Malraux a l a S a l l e P l e y e l , s'a d r e s s a i t aux I n t e l l e c t u e l s et indirectement  e v a l u a i t son CBU-  vre .Parpcontreir^oupD^ip. c l a r i f i a i t sa p o s i t i o n v i s - a - v i s du communisme. Au s u j e t des "Conquerants", i l nous d i t : -" Ce l i v r e n'appartient que b i e n s u p e r f i e i e l lement a 1 ' H i s t o i r e . S ' i l a surnage, ce n'est pas pour a v o i r p e i n t t e l s episodes de l a revol u t i o n c h i n o i s e , c'est pour aroir montre un t y pe de heros en q u i s'unissent l ' a p t i t u d e a 1'action, l a c u l t u r e et l a l u c i d i t e " . I -" Que sont devenues, dans 1'Europe d'aujourdh u i , c e l l e s de ces v a l e u r s q u i appartiennent a l e s p r i t ?" 2 1  Ces deux phrases semblent c o n t e n i r tout l e probleme  131  d Andre Malraux. 1  En homme d 'action, i l a d e c r i t des personnages  a  u'il  a voulus a 1 avant-garde du developpement h i s t o r i q u e . I I 1  les  a congus et f a i t v i v r e dans des s i t u a t i o n s c o n c r e t e s .  Le l i e u et l e temps ou i l s evoluaient  determinant l e u r s pen-  sees et l e u r s a c t i o n s , i l l e s a i n t e g r e s a un mouvement pol i t i q u e qui f a i s a i t r e v e s . Pour l u i j  echo a c e r t a i n s de ses d e s i r s et de ses  l e mouvement marxiste e t a i t a l a pointe  de l a c i v i l i s a t i o n o c c i d e n t a l e .  Comme l a democratic, l e mar-  xisme se v o u l a i t base s u r des v a l e u r s u n i v e r s e l l e s et en c e la  s'opposait au f a s c i s m e . En a r t i s t e ,  en e c r i v a i n , Malraux a d e c r i t un type de  heros u n i v e r s e l unissant  en l u i l ' a p t i t u d e a I ' a c t i o n , l a  c u l t u r e et l a l u c i d i t e . Dans son d i s c o u r s  de Londres en 1936, Malraux conside-  r a i t l e marxisme et l e l i b e r a l i s m e comme des v a l e u r s  intel-  l e c t u e l l e s . Aujourd'hui, i l ne p a r l e plus de l a m§me fagon car l e s donnees ent change et encore plus ceux q u i p r e t e n d a i ent posseder l a v r a i e d o c t r i n e  communiste.  En Mars 1948, i l c r i t i q u e l e s c&angements q u i ont eu l i e u en U.R.S.S, ou l a r e v o l u t i o n a ete t r a h i e . -" Ahl que d'espoirs t r a h i s , que d ' i n s u l t e s et de morts, pour n ' a v o i r f i n i que par changer de B i b l i o t h e q u e rose J" 3  132 II  se lance dans une v i o l e n t e attaque, non pas du com-  munisme en t a n t que t e l , mais du S t a l i n i s m e q u i n'a pas r e tenu 1 * i d e a l premier de l a d o c t r i n e et n'a r i e n t o l e r e de l a v e r i t a b l e c u l t u r e , de l ' a u t h e n t i q u e humanisme dont i l n ' e t a i t qu'une etape de p l u s . I I e s t a l i i v e r s un but a r t i f i c i e l et cruel., imagine par l e d i c t a t e u r et l a Russie n'a. pas f a i t "des tableaux r e a l i s t e s s o c i a l i s t e s " mais "des icones de S t a l i n e dans l e s t y l e de  Deroulede".  Qui p o u r r a i t c r o i r e que : -" l e s marechaux dores s u r tranche sont l e s > h e * r i t i e r s l e g i t i m e s des compagnons de Lenine aux v e s t e s de c u i r " . 4 Quand avec Gide, i l essaye de sauver D i m i t r o v innocent et  qu'ensuite ce d e r n i e r f a i t  condamner et pendre Petrov ega-  lement innocent, Malraux demande : Qui a change ?... -"Gide, moi ou D i m i t r o v ?". -" l e marxisme recomposait d'abord l e monde s e l o n l a l i b e r t e . l a l i b e r t e sentimentale de l ' i n d i v i d u a joue* un r o l e immense dans l a Russie de Lenine. C e l u i - c i a v a i t f a i t p e i n dre par C h a g a l l l e s fresques du t h e a t r e j u i f de Moscou. Aujourd'hui, l e s t a l i n i s m e honnit C h a g a l l ; q u i a change ?'.' 5 I I r e f u s e de se l a i s s e r prendre au p e t i t j e u de l a d i a l e c t i q u e q u ' i l ne comprend p l u s t e l l e "les  f o r g a t s non p l u s —  q u ' e l l e est e x p l i q u i e  et l e s cadavres moins encore". °I1  continue ses attaques et explique pourquoi l u i et b i e n d'aut r e s durent rompre avec l e communisme :  133  -" i l n ' e t a i t pas entendu que " l e s lendemains q u i chantent " s e r a i e n t de l o n g h u l u lement q u i monte de l a Caspienne a l a mer Blanche, et que l e u r chant s e r a i t l e chant des bagnards". 6 I I n'est que de l a i s s e r p a r l e r Malraux pour se rendre compte que 1 ' i d e a l de 1 * I n t e r n a t i o n a l e auquel i l  attachait  une grande v a l e u r a b i e n change* -" Ce que nous avons a p p r i s , c'est que l e grand geste de dedain avec l e q u e l l a Russie ecarte ce chant de 1 ' I n t e r n a t i o n a l e q u i l u i r e s t e r a , q u ' e l l e l e v e u i l l e ou non, I i i dans l ' e t e r n e l songe de j u s t i c e des hommes, balaye d'un s e u l coup l e s r§ves du XIX2 s i e c l e . Nous savons desormais qu'on ne s e r a pas d'autant p l u s homme qu'on s e r a moins f r a n c a i s , mais qu'on s e r a simplement davantage r u s s e " . 7 Le d i s c o u r s aux I n t e l l e c t u e l s e s t r e v i l a t e u r de maints aspects de sa pensee, i l  nous permet de j e t e r une c e r t a i n e  lumiere s u r ce que Malraux e t a i t quand i l  f a i s a i t route avec  l e s marxistes.. Le songe e t e r n e l de j u s t i c e des hommes, Andre Malraux, l ' a mis partout dans ses l i v r e s j  c'est l a d i g n i t e que Kyo  cherche; c'est l ' e s p o i r d'une f r a t e r n i t e retrouvee q u i r e n a i t pendant l a guerre d'Espagne; c'est l e bonheur d'Hemmelr i c h q u i pour l a premiere f o i s dans sa v i e t r a v a i l l e  utile-  ment, ou encore Garine q u i donne a l a multitude c h i n o i s e une r a i s o n de v i v r e et un e s p o i r . Malraux e s t s i n c e r e , aujourd'hui i l  n'a pas change" e t i l  ne r e n i e r i e n de son passe.  Lorsque membre du Gouvernement  du General de G a u l l e , i l  134 s'adresse aux o u v r i e r s , i l promet de l e u r donner b i e n mieux que ce que l e s communistes l e u r ont promis sur l e p l a n economique. I I l e u r promet encore l e respect de l a personne et de l a d i g n i t e humaine, promesse que l e s e t a t s communistes ne gar a n t i s s e n t pas dans l e s pays ou. i l s ont e t a b l i l e u r p a r a d i s . Dans ce p a r a d i s , Borodine d e v a i t s u p p l i e r pour o b t e n i r un appartement avec une cheminee et I l i a Ehrenbourg r e s t a i t  seul  s u r v i v a n t de tous ceux q u i s e r v i r e n t en Espagne dans l e s ranga des  Forces R e p u b l i c a i n e s . Quant aux r e f u g i e s espagnols, i l s  a v a i e n t presque tous ete i n t e r n e s en Russie dans des camps de c o n c e n t r a t i o n comme suspects, c a r i l s pouvaient se permettre de comparer communisme et c a p i t a l i s m e , 0 0  0  Malraux ne peut t o l e r e r un systeme ou l e mensonge est e t a b l i a l ' e c h e l l e n a t i o n a l e et e s t enfonce dans l e s e s p r i t s comme une v e r i t e . Car s i l ' o n veut r e f a i r e l'homme, l ' o n ne peut l e r e c o n s t r u i r e sur de fausses bases. A quoi done a u r a i t s e r v i l a d e s t r u c t i o n d'une s o c i e t e corrompue s i c ' e t a i t pour l a remplacer par une autre q u i ne s e r a i t pas m e i l l e u r e et q u i a b o u t i r a i t non pas a un progres mais a un r e t o u r en a r r i e r e , a une negation de toutes l e s v a l e u r s que l'humanite a v a i t su a c q u e r i r apres des armies de t r a v a i l et de s o u f f r a n e e . S ' i l e s t admis que 1 ' e v o l u t i o n v e r s l e S t a l i n i s m e  itait  135 p e u t - e t r e i n e v i t a b l e , i l e s t a u s s i c e r t a i n que Malraux ne s'est jamais b a t t u pour remplacer l e c a p i t a l i s m e p a r ce qu'il a p p e l l e "ce quatrieme pouvoir" q u i n'est autre a ses yeux que l a p o l i c e d ' E t a t . I I r e c o n n a i t done b i e n a v o i r f a i t route commune avec l e s communistes, a v o i r comme beaucoup vu une l u e u r d ' e s p o i r dans l e marxisme mais ensuite aroir ete d i e u . Ses ide© n'ont pas change, mais b i e n l a Russie des S o v i e t s sous 1'aut o r i t e d'un chef, d'un d i c t a t e u r q u i non seulement a sounds les  communistes a l ' i n t e r i e u r de sa sphere d ' i n f l u e n c e , mais  a u s s i n'a f a i t des p a r t i s communistes f r e r e s que des p o r t e v o i x de Moscou, au p o i n t "qu'on s e r a moins f r a n c a i s , mais qu'on s e r a davantage russe"© De c e l a Malraux, ne veut pas et n'a jamais voulu, seulement en 1927 quand i l t r a v a i l l a i t a o r g a n i s e r l e s miserablss c h i n o i s , c e l a n ' e t a i t pas encore entre" dans l e s r e g i e s du j e u . Q u e l l e e s t done s a v e r i t a b l e p o s i t i o n v i s - a - v i s des communistes. E t a i t - i l un des l e u r s ?... Son oeuvre repond d ' e l l e m§me. I I en a adopte ce q u i a l l a i t avec son i d e a l humain et a r t i s t i q u e . Ses heros cherchent avant tout a combattre parce q u ' i l s n'acceptent pas l e u r c o n d i t i o n humaine. Cette b a t a i l l e est  n e c e s s a i r e simplement parce que l'homme t e l q u ' i l l e dem-  e r i t d o i t pouvoir se prouver a lui-meme q u ' i l n'accepte pas l a d i f a i t e f i n a l e , l a mort, m£me s i d'avance i l s a i t est  qu'il  v a i n c u , c a r l a mort comme l a v i e sont deux choses ausrquel-  136 l e s un e*tre n'echappe pas. Garine par exemple  se l a n c e dans l a r e v o l u t i o n , l a sou-  t i e n t , l ' a i d e a s u r v i v r e pendant l e s moments d i f f i c i l e s ce n'est pas uniquement  mais  pour elle-meme. C'est a u s s i pour s a -  t i s f a i r e ce b e s o i n de l u t t e q u i e s t inne" chez l u i . I I y a un double personnage chez Malraux; l ' u n r e v o l u t i o n n a i r e communiste et 1'autre a v e n t u r i e r . De l a , l e s c o n t r a d i c t i o n s , de ses heros et l e u r manque de conformisme r e v o l u t i o n n a i r e . Au fond, l e r e v o l u t i o n n a i r e et 1 ' a v e n t u r i e r ne sont peut-§tre pas s i oppose chez l u i . Malraux e s t un a v e n t u r i e r au sens l e p l u s noble du mot puisqu'en essayant de dormer un sens a l a v i e ,  i l recherche  l'Aventure Humaine et q u ' i l t r a n s p o r t e son analyse de l'homme s u r l e p l a n metaphysique. La r e v o l u t i o n etant devenue pour l u i l e moyen de r e a l i s e r  son i d e a l ,  i l a done essaye d'etabUr  une'sorte d'unite entre l e s deux pllles de son temperament et son  experience, c ' e s t - a - d i r e , entre son d e s i r d'Aventure et  son  action revolutionnaire. Deux reponses peuvent §tre donnees a l a q u e s t i o n de  Tchen : "que f a i r e d '.une sime s ' i l n'y a n i D i e u n i C h r i s t " . L'une e s t c e l l e du marxiste q u i veut e d i f i e r l'homme 1'autre c e l l e de Malraux q u i veut l u t t e r contre l i t e de l a mort. L ' o r i g i n a l i t e  nouveau,  l'inevitabi-  de Malraux e s t q u ' i l a essaye  de r e a l i s e r une synthese de ces deux tendances contradictoires.  137 Refusant de s abandonner au desespoir, 1  i l q u i t t e 1*Eu-  rope de 1925 et se lance dans l a p o l i t i q u e et l e mouvement communiste qui a 1'epoque c o n s t i t u e a ses yeux, l a seule ce v a l a b l e de 1 ' a c t i o n pas  et de l ' a v e n t u r e .  l e s e u l de sa generation  an'avoir  dans c e t t e l u t t e . P i c o n explique  for-  I I ne sera d ' a i l l e u r s  apercu d ' e s p o i r que  c e t t e a t t i t u d e en d i s a n t que:  -" En meme temps que 1-'oeuvre romanesque passe de l'heroisme s o l i t a i r e de l ' a v e n t u re a 1 ' e x a l t a t i o n de l a f r a t e r n i t e v i r i l e l a m e d i t a t i o n h i s t o r i c o - p o l i t i q u e passe du pessimisme n i h i l i s t e du debut a l ' o p t i m i s me r e v o l u t i o n n a i r e des quelques d e c l a r a t i o n s qui jalonnent l a periode communisante de Malraux". 8  Pour Malraux l a r e v o l u t i o n ne peut §tre t r a i t e e a l a l e g e r e car i l s'est b a t t u pour des v a l e u r s q u ' i l t i e n t  encore  pour u n i v e r s e l l e s et q u ' i l a u r a i t v o u l u v o i r triomp&er. I I l ' a f a i t d i r e a Garine : "tout ce qui n'est pas e l l e , est p i r e q u ' e l l e " . Quant a Kyo,  i l considere  l a r e v o l u t i o n comme l a  seule arme v a l a b l e et e f f i c a c e a employer pour c r e e r ce q u i permettra l a d i g n i t y des s i e n s . Accouchement p e n i b l e  assure-  ment mais p r e f e r a b l e a 1'aneantissement du Grand E s p o i r qu'elle f a i t n a i t r e . En mourant avec ses camarades, i l a au moins l a c o n s o l a t i o n d * a v o i r donne un sens a s a v i e et ce qui est b i e n mieux, un sens a l a v i e de ceux q u i a l l a i e n t mourir comme l u i . Aujourd'hui encore, Malraux ne r e n i e pas son p a s s i , i l j u s t i f i e son a t t i t u d e d ' h i e r et sonramourtppur^  138 eerqu^ar"Bxp;!Liqmie "Man  l a l i g n e de conduite  de ses personna-  ges.  0 • 0  0  Le p o i n t f a i b l e du marxiste  chez Malraux, r e s i d e dans  l e f a i t q u ' i l e t a i t i n c a p a b l e d'epouser completement une se ou une  p h i l o s o p h i e q u e l l e q u ' e l l e s o i t q u i pretend  cau-  tout  comprendre, tout englober et tout e x p l i q u e r . Comme Garine, i l s'est j o i n t a l a r e v o l u t i o n car ses buts sont l o i n t a i n s et c e l a est heureux parce que une  du moment q u ' i l l u i f a u t admettre  f a t a l i t e h i s t o r i q u e q u i passe avant l a v o l o n t i , non  lement i l se mefie comme Kyo,  mais i l n'y  c r o i t pas. I I  prime t r e s nettement sur ce p o i n t dans l e Discours  aux  seus'exIntel-  lectuels : -"• Toute pensee r e a c t i o n n a i r e e s t ax6e sur l e •passe, on l e s a i t depuis longtemps; toute pensee s t a l i n i e n n e sur un hegelianisme o r i e n t s par un a v e n i r i n c o n t r o l a b l e . Ce dont nous avons d'abord besoin, c'est de t r o u v e r l e p r e sent". 9 I I n ' h e s i t e pas a r e c o n n a l t r e que non  l e s s t a l i n i e n s , defendaient  gnols  avec l e s r e p u b l i c a i n s espa-  "des v a l e u r s que nous tenions  v e r s e l l e s " . C e l a ne l'empeche pas l a conception marxiste  l e s communistes, s i -  (que  je t i e n s ) pour U n i -  de n ' a v o i r jamais c r u  que  de 1 ' h i s t o i r e a v a i t decouvert tous l e s  mysteres de l ' i p o p e e humaine, n i que  l a philosophie  marxiste  139 a v a i t e n f i n expliqug  dans q u e l sens d e v r a i t e t r e appliquee  I ' a c t i o n . Pas  plus d ' a i l l e u r s que  sa possession  l e s o u t i l s q u i a l l a i e n t l u i permettre de r e f o r -  mer  l e marxisme a v a i t e n f i n en  l'homme. l'homme, Malraux l e c r o i t encore en 1948  cours aux pas  dans son d i s -  I n t e l l e c t u e l s , " d o i t e t r e fonde a nouveau, o u i , mais  sur des  images  A l o r s que  d'Epinal".  dans l e s annies 30,  l e f a i t nouveau, en 1940  l e marxisme representai,t  i l est devenu l a methb.de ou. l e s tech-  niques psychologiques : -" sont au s e r v i c e d'un systeme p o l i t i q u e et tendent a c o n t r a i n d r e l e c i t o y e n a une adhes i o n sans reserve a l ' i d e o l o g i e des d i r i g e a n t s ; pour c e l a , e l l e s engagent l'homme tout e n t i e r " . B>  ,  fait  - Aux  yeux d'Andre Malraux, l e plus t r i s t e p r o v i e n t  que  l e s s t a l i n i e n s savent t r e s b i e n q u ' i l s mentent.  du Des  q u ' i l en est sur, i l ne peut plus adherer au communisme a l a S t a l i n e . Au c o n t r a i r e , l u i q u i ne peut pas des  images d ' E p i n a l , va devenir  q u ' i l a un  fonder l'homme sur  l ' a d v e r s a i r e acharne de  ce  jour aime. Mais i c i encore, i l f a u t f a i r e a t t e n t i o n ,  c a r ce q u ' i l a aime, i l ne l e r e n i e pas  :  -" Nous sommes a. c e t t e t r i b u n e et nous n'y renions pas l'Espagne. Qu'y monte un jour un S t a l i n i e n pour defendre T r o t s k y " . I I Se reclamant de Lenine, ce q u ' i l r e n i e c'est l e pays ou. l e mensonge est devenu systematique et ou. a d i s p a r u ,  trahie  140 " l a l i b e r t i sentimentale q u i a v a i t  joue un r 6 l e immense". I I  e x p l i q u e son changement d ' a t t i t u d e : -" I I n'y a pas de marge; e t c'est pourquoi l e d i s a c c o r d , meme p a r t i e l , d 'un a r t i s t e avec l e systeme,  l e conduit a une a b j u r a t i o n " 12  L'auteur p a r l e - t - i l de tous l e s a r t i s t e s , oui', rfaut ^ u t il  l ' y i n c l u r e ?... L ' h i s t o i r e de s a v i e et ses oeuvres sem-  b l e n t l e s i t u e r au coeur meme du probleme e t en f a i r e 1'exemp l e typique de 1 ' a r t i s t e q u i pour des d i s a c c o r d s p a r t i e l s aur a i t dil a b j u r e r tout l e systeme,  s ' i l ne s'en e t a i t pas pro-  gressivement d i t a c h i . 0 0  0  REFERENCES Chapitre V I  Malraux, Andre,  2  I b i d . , P. 163  3  I b i d . , P. 173  4  I b i d . , P. 173  5  I b i d . , P. 174  6  I b i d . , P. 174  7  I b i d . , P. 164  8  Picon,  9  I b i d . , P. 178  IO  I b i d . , P» 171  II  I b i d . , P. 174  12  I b i d . , P. 175  G-aetan,  Appel a u x . I n t e l l e c t u e l s , (Romans) p. 16*5  BIBLIOGRAPHIE LIVRES d'Andrc4 MALHAUX Malraux, Andre, Les Conquerants ( P a r i s : Grasset, 1928) •  , La Voie Royale ( P a r i s : Grasset, 1930) '  L a C o n d i t i o n Humaine ( P a r i s : Galiimard, 1933) , Le Temps du Mepris ( P a r i s : G a l i i m a r d ,  1933)  , L ' E s p o i r ( P a r i s : Galiimard, 1937) , Romans ( P a r i s : I M  1947)  , Les Noyers de l ' A l t e n b u r g ( P a r i s : Galiimard 1948) , Les Voix du S i l e n c e ( P a r i s : G a l i i m a r d , I951) ARTICLES par MALRAUX Malraux, Andre "Postface aux Conquerants, 1948 Romans ( P a r i s : B i b l i o t h e q u e de l a P l e i a d e , 1947) J  , "Reponse a Leon Trotsky, "Nouvelle Revue F r a n c a i s e " I9e annee, n2 211 ( A v r i l I , 1931) pp. 501-7. LIVRES s u r MALRAUX  B o i s d e f f r e , P i e r r e de, Andre Malraux ( P a r i s : E d i t . U n i v e r s i t a i r e s , 1952). I C l a s s i q u e s du XXS s i e c l e . 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