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Le roman britannique en France au vingtieme siecle Boyles, Sadie Margaret 1936

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M R9MM. BRIT ANTIQUE EN PRANCE AU VINGTIEME SIECLE by SADIE MARGARET BOYLES THESIS SUBMITTED EOR THE DEGREE OP MASTER OP ARTS IS THE DEPARTMENT OF MODERN LANGUAGES THE UNIVERSITY OP BRITISH COLUMBIA A p r i l , 1936 LB ROMAN MIT ANN I QUE EN FRANCE AU VINGTIEME SIECLE« INTRODUCTION. Quand i l s ' a g i t des jugements d'autrui sur nous-memes, n o t r e e u r i o s i t e est i n f i n i e . Nous vuulons s a v o i r ce qu' on pense de nous, et s i l ' o n apprecie nos q u a l i t e s et apereoit nos defaute. Nous nous demandons s i l ' o n eonsidere nos vertus en tant que ve r t u s . Nous nous p l a i s o n s a deviner l e u r opinion de nos imperfections. Nous blame-t-on, f a i t - o n grand cas de nous, ou sommes-nous ignores? N u l l e question: n'est plus seduisante, et de meme que nous nous interessons a nos v o i s i n s nous aimons a c r o i r e q u ' i l s s'interessent a nous, et surtout q u ' i l s ont de nous une haute idee. Depuis longtemps l e s c r i t i q u e s f r a n c a i s prennent i n t e r e t a l a l i t t e r a t u r e a n g l a i s e , et surtout au roman, q u ' i l s estiment comme un des genres l e s plus v i v a n t s du monde e n t i e r . l i s declarent que l e roman a n g l a i s , p r i s integralement, depasse l e l e u r du point de vue de l a q u a l i t e , de 1 ' i n v e n t i o n , et de l a v i e , mais l i s soutiennent l a s u p e r i o r i t e du roman fr a n g a i s comme oeuvre d'art. Nous respectons l e u r s a v i s , car ces c r i t i q u e s sont celebres par l e u r s opinions j u s t e s , a r t i s t i q u e s et raisonnees. D ' a i l l e u f s l e u r s jugements sont toujours dignes de cons i d e r a t i o n , car i l s sont emis l o i n de nous, et ne sont pas in f l u e n c e s par l e s acclamations du moment. Leurs i d l e s sont autres que l e s notres et l e u r s observations des moeurs et de 1 ' e s p r i t anglais sont toujours i n t e r e s s a n t e s . l i s commentent souvent l e s d i f f e r e n c e s entre l e roman i i franc;ais et l e reman a n g l a i s . A l e u r a v i s , l e s Francais l i s e n t pour s 1 i n s t r u i r e et pour se d i v e r t i r , mais l e s Anglais veulent trouver dans l a l e c t u r e un prolongement de l a v i e o r d i n a i r e . 'Par consequent, l e roman s o c i a l a une place t r e s importante dans l a l i t t e r a t u r e b r i t a n n i q u e . Des tableaux de moeurs abondent et l e s romans de reforme, dans l ' o r d r e m a t e r i e l et moral, sont beauooup plus nombreux en Angleterre on'en Prance. I ' e c r i v a i n a n glais d o i t exprimer des i d l e s sur l e s questions du j o u r . Mais s i l e s romaneiers f r a n c a i s , en etudiant l e s moeurs, ne sont pas, l e plus souvent, de "chasseurs d'abus", c e l a n'empeehe pas nos v o i s i n s d'Outre-Manche de s 1 i n t e r e s s e r aux peintures et aux problemes de l a v i e a n g l a i s e , et d'appreeier l a r e e l l e e f f i c a c i t e du roman s o c i a l , a l a f o i s e d i f i a n t et d i v e r t i s s a n t . Bans son etude Le Roman S o c i a l en 1 f ' Angleterre (1904) M. Cazamian decla r e : " I I ( l e roman s o c i a l ) a a g i par 1 1 emotion, attenue l'aprete des rancunes, suggere l a p i t i e aux uns, l a r e s i g n a t i o n aux autres. I I a sa place parmi l e s causes d'ordre moral qui ont epargne a 1'Angleterre une r e v o l u t i o n . " Sous ce rapport, i l est inte r e s s a n t de eonstater l a p o p u l a r i t e du roman r e l i g i e u x a n g l a i s en France pendant l e dix-neuvieme s i e c l e . l e s oeuvres p r e d i c a t r i c e s de Charlotte Yonge, de Mrs. Craik, de Mrs. Henry Wood, de Char l o t t e Bronte et de George E l o i t furent bien a c c u e i l l i e s par l e s F r a n c a i s , car meme s i I'on t r o u v a i t ennuyeux tant de 1. C i t e de Devonshire :"The E n g l i s h Novel i n France" p. 345. i i i sermons et de theses, on a p p r e c i a i t 1 1 i n t e r v e n t i o n s a l u t a i r e du roman feminin r e l i g i e u x dans 1"education des jeunes f i l l e s . Ces romans, mime l e s plus mediocres , furent t r a d u i t s en ' grand nombre pour f a i r e concurrence aux mauvfcis l i v r e s f r a n g a i s . Quelques c r i t i q u e s s i g n a l e r e n t l e u r s imperfections et l e u r s longueurs, mais, "pouvant etre mis entre toutes l e s mains", l e u r succes f u t assure , et on eut beau d e c l a r e r q u ' i l s furent mal composes et mal e c r i t s . Ces derniers defauts sont oeux que l e s c r i t i q u e s f r a n c a i s reprochent l e plus souvent aux romaneiers de notre pays. l i s sont d'accord que t r e s peu d'ec r i v a i n s anglais possedent une connaissance technique de l e u r p r o f e s s i o n . Par contre, en Prance e c r i r e est consider! comme un a r t , un a r t exigeant et a l t i e r . I I yja des exceptions en Angleterre, sur tout M. George Moore, mais pour l a p l u p a r t , l e s e o r i v a i n s britanniques sont censures pour l e u r confusion, l e u r p r o l i x i t e t e r r i f i a n t e et l e u r s d i a l -ogues interminables. On a d i t qu'une i n f l e x i b l e l o i pese sur l e romanoier a n g l a i s . Ce n'est pas c e l l e des t r o i s u n i t e s , c 1 est c e l l e des t r o i s volumes. Abel Chevalley, dans l e Roman  Angl a i s de Hotre Temps f a i t remarquer que jusqu'aux environs de 1895 l e s editeurs s'obstinerent a p u b l i e r l e s romans nouveaux en t r o i s volumes qui p a r a i s s a i e n t a de courts i n t e r v a l l e s . I I se demands s i oette o b l i g a t i o n d ' e c r i r e un lo n g roman n'explique pas l ' h a b i t u e l defaut de c o n s t r u c t i o n et de proportion dont sou f f r e l e roman anglais au vingtieme comme au dix-neuvieme s i e c l e . S i un auteur a n g l a i s compose bien, c 'est 1'exception, et l'©n a t t r i b u e souvent son a r t , comme dans l e cas de George i v Moore, a l 1 i n f l u e n c e f r a n g a i s e . Cette i n f l u e n c e se f a i t s e n t i r , d i t - o n , depuis l a f i n du dix-neuvieme s i e c l e . Pes l o r s l e temperament l i t t e r a i r e a n g l a i s se montre plus ouvert aux mouvements d'origine etrangere, et 11 a c c u e i l l e plus v o l o n t i e r s .certaines suggestions du dehors. C'est de cette epoque que date a u s s i 1 1 emancipation du roman a n g l a i s , question qui ne manque jamais d'in t e r e s s e r l e s c r i t i q u e s f r a n c a i s . l i s ne sympathisent guere avec 1'es p r i t v i c t o r i e s ,?et i l s se r e j o u i s s e n t de l a f i n du regne des convenances. l i s declarent que l ' h y p o e r i s i e de ton ton qui c a r a c t e r i s e cette periods i n t e r d i t aux romanciers l'aeces de 1 c e r t a i n s domaines psychologiques. M. de Vvyzewa, en eommentant l e roman an g l a i s en 1907, p a r l e de»la s u b s t i t u t i o n au type t r a d i t i o n n e l de I'honnete 'Roman a n g l a i s ' d'un type nojiveau -' l e roman s e x u a l i s t e ' , une s u i t e d i r e c t e de notre'roman n a t u r a l i s t e ' " . Vingt ans plus t a r d M. Pavray , en di s c u t a n t l e meme sujet dans ses L e t t r e s Anglaises f a i t a l l u s i o n au regne de V i c t o r i a et declare que tan d i s que chez l e s Francais l e realisme etudiatt surtout l e s i n s t i n c t s de l'homme, sa ph y s i o l o g i e , l e roman a n g l a i s s'attachait. a l a conscience, a l'ame de l'homme, et a sa psychologie. I I continue: "I'ere v i c t o r i e n n e est marquee par une r e s p e c t a b i l i t e qui confina a l ' h y p o c r i s i e . Les existences devinrent uniformes, l e cadre de l a v i e se ba n a l i s a et s ' e n l a i d i t , l e s vi c e s se dis s i m u l e r e n t , l a r e a l i t e f u t truquee, l e s idees eurent peur. I I n'est pas de meme aujourd'hui. l e s romanciers a n g l a i s contemporains se 1 Revue des Deux Monies,le 15 dec. 1907. 2 Mercure de France, l e 15 sept. 1927. V preoccupent moins de psychologie; i l s c h o i s i s s e n t plus l i b r e -ment l e u r s s u j e t s ; i l s sont plus hardis dans l e traitement de l e u r s caracteres; plus r e a l i s t e s dans l a peinture des moeurs; . i l s manient sans c r a i n t e l e u r s idles.- Cette independance l e u r est p o s s i b l e parGe que,, depuis l e debut du s i e c l e , I f Anglais s'est emancipe et q u ' i l se degage de plus en plus des entraves de l a r e s p e o t a b i l i t e qui paralysa l e s contemporains de V i c t o r i a . Desormais i l aborde plus v o l o n t i e r s l a physique des sentiments et i l aceorde aux questions sexuelles une place mieux proportionnee a l e u r importance.!' 1 A ce sujet a u s s i , l e s remarques de M. Renl F r a n c i s dans son l i v r e The Question of Sex i n F i c t i o n , sont i n t e r e s s a n t e s . Le point c a p i t a l de comparaison entre 1'Angleterre et l a France se rencontre, selon M. F r a n c i s , quand l'auteur b r i t a n n -ique aborde une question de sexe, ou n'importe quelle question pjiysiologique. Le r l s u l t a t r isque d'etre beaucoup plus of fens-ant et plus p e r h i c i e u x parce que l a langue anglaise ne se prete pas au realisme en oes matieres. Les mots sont brutaux et g r o s s i e r s , et avee c e l a , l e s Anglais composent s i malj he plus, l e s romaneiers d'Outre-Manche "sont presque toujours mentalement impropres a. cette tache, parce q u ' i l s n'ont jamais appris a penser clairement sur aucun sujet pas plus que l e u r s l B c t e u r s , l ' e s p r i t a n g l a i s restant nebaleux tant q u ' i l n'a pas ete soumis a, un entrainement rigoureux." Son jugement est parmi l e s plus s l v e r e s , mais peut-etre q u ' i l y a du v r a i , et que nous devrions nous borner a des s u j e t s qui conviennent mieux a. notre t a l e n t . ICommente par Davray,Lettres A n g l a i s e s , Mercure de France.le 15 fev. 1916. " D ' a i l l e u r s i l est c e r t a i n que l e p u b l i c anglais maint-ie n d r a a jamais une a t t i t u d e de s u s p i c i o n et de repugnance envers l e s s u j e t s nouveaux et h a r d i s , l e s themes reputes malsains et d e p l a i s a n t s . En depit de 1'emancipation des romanciers britanniques eontemporains , i l semble que 1 ' a r t i s t n ' a i t pas autant de l i b e r t e en Angleterre qu'en France, car 41 y a toujours l e l e c t e u r a n g l a i s . Pour l e Franc,ais i l s i g n i f i e tout ce q u ' i l y a de p u r i t a i n et de facilement choq.ue.Et on c i t e l a r e c e p t i o n des oeuvres de Moore, de Joyce et de Lawrence. Ces derniers ont ete bien a c c u e i l l i s en France, surtout par l e s l e t t r e s ; d'autant plus cordialement, peut-etre? q u ' i l s scandalisent l e s A n g l a i s . if # # if J u s q u ' i c i nous avons consider! quelques d i f f e r e n c e s b i e n marquees entre l e roman f r a n c a i s et l e roman britannique; d i f f e r e n c e s qui ont ete signalees par l e s c r i t i q u e s f r a n c a i s . L'examen de ces d i f f e r e n c e s nous aideront, c e r t e s , a apprecier etva comprendre l a maniere don't nos v o i s i n s ont recu et juge l e s romanciers anglais du vingtieme s i e c l e . Cependant, avant d 1afeorder cette question, i l s e r a l t i n t e r e s s a n t de j e t e r un coup d ' o e i l sur l a t r a d i t i o n du roman britannique en France, et de constater l a r e p u t a t i o n f r a n g a i s c des romanciers du s i e c l e precedant. L'epoque est celebre par 1'immense succes et l e vaste rayonnement de S i r Walter S c o t t . A cote de l u i l a renommee de ses devanciers comme Richardson, S w i f t , Defoe et Gold-smith ne semble que neg l i g e a b l e . Scott f u t etudie et i m i t e , et ses succes determinerent l a grande vogue du roman h i s t o r i q u e v i i en France. Ses successeurs, Bulwer l y t t o n et Marryat, f u r e n t b i e n a c c u e i l l i s a u s s i , mais n u l ne j o u i t d'une re p u t a t i o n p a r e i l l e a l a sienne, pas meme Charles Dickens. I I est v r a i xjue Dickens sedui s i t , et continue a seduire, beaucoup de coemrs francjais. l a t r a d u c t i o n de ses oeuvres comme dans l e cas de Sco t t , provoqua en France une v e r i t a b l e passion de c u r i o s i t e a l'egard de l ' e c o l e e n t i a r e du roman a n g l a i s , Mais je ne c r o i s pas q u ' i l occupe autant de place dans l'ame f r a n c a i s e que son grand predecesseur. Peut-etre q u ' i l moralise un peu t r a p , peut-etre que l a forme de ses romans d e p l a i t aux Fran<jais. Cependant, s ' i l n'est pas aus s i "bien apprecie en France que Walter S c o t t , i l l ' e s t beaucoup plus que son grand contem-p o r a i n Thackeray. I I ne semble que personne prenne p l a i s i r aux romans de cet auteur, estime de ses compatriotes et loues de quelques c r i t i q u e s f r a n g a i s . On a t t r i b u e cette i n d i f f e r e n c e aux mauvaises traductions, | i 1 ' a n t ^ i p a t h i e p r e a l a b l e du roman-c i e r a n g l a i s pour l a race et l a r e l i g i o n f r a n c h i s e s , at a 1 ' i n c a p a c i t e des Francais de j o u i r de r e c i t s ou. i l s ont I'impression que 1 ' a u t e u r lui-meme ne s'est pas abandonne librement au l e c t e u r . I I l e u r semble q u ' i l a g i t en "amateur", et ne prend pas au serieux son metier. I I y a d'autres cas ou l e romancier, celebre en Angleterre, ne l ' e s t guere en France. Jane A u s t i n n'a jamais ete acceptee par l e s Franqais. Mme. de S t a e l l a o_onsiderait " v u l g a i r e " . Mais l a plupart des romaneiers feminins ont ete mieux a c c u e i l l i s / George E l i o t f u t d'emblee reconnue par l e s Francais, et meme s i 1'on n'appro'uVait pas ses longueurs, on a p p r e c i a i t son v i i i t a l e n t , et surtout son roman Adam Bede. On M a p p e l a i t " l ' a u t e u r d'Adam Bede". Charlotte Bronte f u t recue avec encore plus d'enthousiasme On aimait sa p e r s o n n a l i t e a u s s i bien que son oeuvre. En parlant 1 d ' e l l e Leon Renard d i t : " I I est des etres que l a nature a forme d 1essences plus pures que l e s autoes." Jane Eyre f u t acclame par tous l e s c r i t i q u e s , et on loua l e charme et l a poesie de ses romans, et l a peinture brulante et authentique de 1'amour. On trouve un echo de ees louanges aujourd'hui dans l e s c r i t i q u e s de Katherine M a n s f i e l d , et de quelques-unes des femmes qui ecrinent en ce moment. . I I est temps maintenant d'examiner ces c r i t i q u e s , non seulernent des romans de femme, mais de tous l e s romans contemporains qui ont a t t i r e 1 ' a t t e n t i o n des Frangais. Nous a l l o n s considerer l e u r s jugements sur l e s auteurs qui l e u r ont semble l e s plus Importants, et 11 sera i n t e r e s s a n t de constater s i l e u r s opinions s'accordent aux n o t r e s . Nous commencerons par l e roman d'aventures et d'imagination, genre popularise en France par S c o t t , l y t t o n et Marryat, et q u i continue aujourd'hui a donner p l a i s i r aux l e c t e u r s f r a n c a i s . 1 Moniteur U n i v e r s e l . 4 a v r i 1 ip,£,n n* + £ -n , . " T V , Q T T V , „ I ^ V , V ? .» d , V X i l J-oou. o i t e par Devonshire • ihe E n g l i s h Novel i n France" p. 376. ' CHAPITRE I LE ROMAN D'AVENTURES ET D1IMAGINATION ( i ) LE ROMAN D'AVENTURES; 1'EXOTISME ROBERT LOUIS STEVENSON La renommee de Robert Louis Stevenson a v i t e penetre chez l e s Fran<jais. I I a toutes l e s q u a l i t e s pour l e u r p l a i r e : 1'etrangete des s u j e t s , 1 ' o r i g i n a l i t e des caracteres et l a c l a r t e et 1'elegance du s t y l e . D ' a i l l e u r s nos v o i s i n s trouvent q u ' i l merite d'etre l e bienvenu aupres du p u b l i c f r a n g a i s , parce q u ' i l a beaucoup aime l a France. I l s l'ont accepte avee enthousiasme comme " l ' e c r i v a i n qui a l e mieux p e r s o n n i f i e depuis Walter S c o t t , l e s sentiments epiques et chevaleresques 1 de l'ame ecossaise." • Toute d i s c u s s i o n du roman h i s t o r i q u e ou du roman d' aventures contemporain en France ramene a l a pensee l e nom de Stevenson. En 1921 Jacques Delebecque commente l a r e h a b i l -i t a t i o n du roman d'aventures, et declare q u ' i l semble ret r o u v e r ehez l e s Franc.ais une vogue q u ' i l a v a i t perdue depuis longtemps. I I f a i t remarquer qu'une maison d'editions a commence l a p u b l i c a t i o n d'une " c o l l e c t i o n l i t t e r a i r e de romans d'aventures f r a n g a i s et etrangers." Dans ce renouveau, M. Delebecque juge bon d'examiner 1'oeuvre du maitre de ce genre, Robert l o u i s Stevenson. Son etude, d ' a i l l e u r s , est 1. Revue des 2 Mondes,le 1 sept.,1902. "R.I.Stevenson" M. Gaston Bonet-Maury 2. Mercure de France,le 1 jan.1921."Stevenson" J . Delebecque. 1. 2 parmi l e s m e i l l e u r e s * Les Frangais ont d'abord apprecie Stevenson comme conteur de premier ordre, et pe i n t r e puissant de l a nature, des mers du Sud, et de c e r t a i n e s epoques de l ' h i s t o i r e de l ' A n g l e t e r r e et de l'Eeosse. On approuve son choix de suj e t s exotigues et h i s t o r i q u e s , et on admire l a maniere dont i l d i s c i p l i n e une imagination " b r i l l a n t e et romanesque. Son gout est toujours sur, son sens de l a mesure toujours p a r f a i t . I I demontre qu'un roman d'aventures n'est pas forcement une oeuvre denuee de toute valeur psyehologique et l i t t e r a i r e , car apres a v o i r seduit 1'imagination, i l s a t i s f a i t 1 ' e s p r i t et l a r a i s o n . Pour c e l a , l e s c r i t i q u e s f r a n g a i s l'acclament„ On declare q u ' i l a l e don du r e c i t . I I etudie soigneusement chaque d e t a i l , i l respecte toujours l a vraisemblance et jamais l a f a n t a i s i e ne va jusqu'a 1'extravagance, jamais l a r a i s o n ne perd sa souverainete. A l ' a v i s des Frangais, son a r t de l a n a r r a t i o n est l e mieux i l l u s t r e e dans L ' l l e au Tresor, n l e m e i l l e u r l i v r e de p i r a t i e qui e x i s t e . " Tout l e pitto r e s q u e de l a v i e d'aventures s'y deploie, et ce r e c i t possede au plus haut degre l e merits premier du genre; i l est amusant. L ' l l e au Tresor a enchant! p l u s i e u r s generations de jeunes l e e t e u r s f r a n g a i s . L ' i n t r i g u e est vivement contee, l e s episodes sont dramatiques, et l'auteur demeure toujours "dans l e ton" du r e c i t . En outre, l e p u b l i c f r a n g a i s est captive par l e s personnages qui animent ses romans. Pans L ' l l e au Tresor on admire l e r e l i e f avec l e q u e l se detache l'etonnante f i g u r e 3 de John S i l v e r . C'est une des creations l e s plus vivantes et l e s plus o r i g i n a l e s d'un e c r i v a i n qui est parvenu a penetrer dans l'ame de ses heros, et qui a su creer des personnages avee l e don supreme de l a v i e . Stevenson connalt ses caracteres a m e r v e i l l e , peut-etre a cause de son gout pour l a f r e q u e n t a t i o n d'hommes et de femmes de toutes l e s c l a s s e s . Et i l eprouve une grande sympathie pour ses semblables, ce qui est t r e s e c ossais, et pas du tout a n g l a i s , declare M, Delebecque. Comme psychologue, done, Stevenson se f a i t remarquer en France. On loue sa methode de presenter ses personnages d'abord en s i l h o u e t t e , et de l e s esquisser graduellement, s o i t par l e dialogue, s o i t par une surprenante v a r i e t e de moyens. I I peint rarement l e p o r t r a i t en pie d . On r e g r e t t e que l e s femmes netiennent pas une grande place dans son oeuvre car, d i t - o n , l ' e c r i v a i n qui a imagine l e type de K i r s t i e E l i o t dans The Weir of Hermiston a u r a i t pu, s ' i l l ' a v a i t j u g ! bon, t r a c e r des p o r t r a i t s de femmes qui auraient v a l u ses p o r t r a i t s d'hommes. On a t t r i b u e son i n d i f f e r e n c e a peindre l e s femmes et a etudie r 1'amour a l a c r a i n t e de choquer l e p u b l i c a n g l a i s 1 q u i , "comme on l e s a l t , est f a c i l e a effaroucher". Un fond de temperament chaste, presque p u r i t a i n , l u i defend aussi l ' a n -alys e des s e n s u a l i t e s i n t e r i e u r e s de l'ame. Tout c e l a impat-i e n t e un peu l e c r i t i q u e f r a n c a i s , qui trouve r e g r e t t a b l e que Stevenson n ' a i t pu passer outre a ses scrupules. Quel dommage que 1'austere r e l i g i o n r p r e s b y t e r i e n n e dut marquer s i profendement son genie I 1. Mercure de France, l e 1 jan. 1921 "R.I.Stevenson", Jacques Delebecque. Heureusement qu'elle n'a pu i n f l u e n c e son s t y l e , qui possede toutes l e s q u a l i t e s que l e s Francais admirent. P a r f o i s on s i g n a l e des defauts de composition dans p l u s i e u r s d*e ses peuvres, mais l e s t y l e c l a i r , j u s t e , nerveux et coulant ne l a i s s e r i e n a d e s i r e r . A cet egard nos v o i s i n s proclament fierement que l a France est pour beaueoup dans l a formation de son t a l e n t , et que l'exquise p e r f e c t i o n de son s t y l e porte l a marque de l e u r s m e i l l e u r s maitres. M. Delebecque en terminant son etude du romancier, exprime l a meme idee. "uh Frangais est prevenu en faveur de Robert Louis Stevenson: son genie l u i p a r a i t p a r t i c u l i e r e m e n t aimable. I I nous aimait et nous comprenait; nous l'aimons et l e comprenons. I I possedait peaucoup des q u a l i t e s de nos m e i l l e u r s e c r i v a i n s ; i l l e s developpait sans cesse par un labeur a s s i d u . Et c'est grace a ce labeur, a c e t t e haute conscience n a t u r e l i e , k ce constant souci de se p e r f e c t i o n n e r , q u ' i l a pu, dans l e bloc de marbre que l u i a v a i t donne l a nature, s c u l p t e r une oeuvre d'art que l e s romanciers, et specialement l e s romanciers 1 d'aventures auront toujours i n t e r e t a e t u d i e r # # # ' # Quelques-uns des successeurs de Robert Louis Stevenson dans ce genre exotique et imaginaire sont deja bien connus en France. K i p l i n g et 'wells f u r ent presqu'aussitot acceptes chez l e s Francais que chez nous, et l e t a l e n t de Conrad f u t commente par tous l e s m e i l l e u r s c r i t i q u e s . Mais avant de considerer l a r e c e p t i o n de ces t r o i s maitres du roman d'imagination, i l ne sera pas sans i n t e r e t de constater l a r e p u t a t i o n de p l u s i e u r s romanciers moins doues peut-etre, mais qui ont tout de meme p l u au p u b l i c f r a n g a i s . Nous pensons d'abord a MARIOTT WATSON, dont l e s r e c i t s ont a t t i r e 1 'attention de nos v o i s i n s d 1Outre-Manche. On com-mente l a s u b t i l e beaute de l e u r forme, l e u r mouvement continu, et 1'abandon romanesque des aventures q u ' i l s nous content. On 1'a p a r f o i s compare a Pumas eu a Gautier. Tout de Meme M. de Wyzawa trouve quelquechose a reprocher a l u i , comme aux autres romanciers b r i t a n n i q u e s . I I declare;' " I I nous f a i t v o i r , l u i a u s s i , ce manque de n a t u r e l qui est decidemmnt l a grande maladie de tous l e s romanciers anglais d'a present, et qui comporte, entre autres symptomes, un besoin de rappeler au l e c t e u r que l'auteur n'invente et ne developpe 1 ses r e c i t s que pour s'amuser." On a c r i t i q u e l a meme chose chez Thacheray. Plus populaires que l e s r e c i t s de Watson sont l e s romans d'aventures de RIPEfi HAGGARD et l e s romans p o l i c i e r s de COHAN DOYLE. Ces ouvrages jou i s s e n t d'une r e p u t a t i o n etonnante aupres du l e c t e u r f r a n g a i s . Sherlock Holmes surtout est c e r t a i n de l ' e t e r n i t e . Mais ces l i v r e s ont peu de val e u r l d i t t e r a i r e , et a l ' a v i s de M. Chevalley , i l y a bien d'autres romans qui meritent mieux l a faveur publique. I I f a i t a l l u s i o n aux contes d'aventures de QUIILER-COUCH et de ROBERT HICHENS, aux r e c i t s chevaleresques de MAURICE HEWLETT, et au roman n a t u r a l ! s t e de W.H. HUDSON. Tous sont m e i l l e u r s au point de vue art 1 s tique. 6 D'autres romaneiers d'aventures que l e s Francais ont a c o u e i l l i s favorablement sont LAFCADIO HEAfiN, AMBROSE PRATT, et GILBERT PARKER, l a f c a d i o Haarn l e s charme par sa prose p r e c i s e et harmonieuse, "une des plus b e l l e s proses q u ' i l y 1 a i t depuis Ruskin", par son s t y l e s u b t i l et puissant, et par son i n t e l l i g e n c e profonde et sympathique de l a c i v i l i s a t i o n japonaise, une c i v i l i s a t i o n d'autant plus seduisante q u ' e l l e est mysterieuse. On declare que M. Ream est un a r t i s t e , un psychologue et un e c r i v a i n d e l i c a t et que ses l i v r e s sont une r e v e l a t i o n . Plus robuste est 1'oeuvre d'Ambrose P r a t t , un e c r i v a i n qui s'est f a i t remapquer d'abord pendant l a grande guerre par son l i v r e Love i n War Time, a Tale of the South Seas, roman t r e s a propos, car i l est n a t u r e l gueJLes Frangais s 1 i n t e r e s s e n t , a cette epoque, a, l a peinture du rapide ecroulement des e f f o r t s et des reves coloniaux de l'Allemagne dans 1'Ocean P a c i f i q u e . he p l u s , cette peinture est coloree et mouvante. En discutant G i l b e r t Parker, un autre romancier c o l o n i a l , 2 P h i l i p p e Keel r e g r e t t e q u ' i l ne s o i t mieux connu par l e s FEsncais. I I l e u r reproche une a t t i t u d e conservatrice envers l a l i t t e r a t u r e d'autres pays. I I declare que l e Frangais se montre r e b e l l e aux oonnaissances nouvelles et se eonvainc aisement qu'en dehors de quelques auteurs, dument catalogues et i n t r o n i s e s en France, n u l v e r i t a b l e t a l e n t n'existe a 1'etaanger. M. Neel f a i t un e f f o r t de presenter cet e c r i v a i n 1. Revue de P a r i s , l e 1 ^ eo.1904. "Lafcadio Ream et l e Japon" F e l i c i e n Challaye 2. Revue de P a r i s , l e 1 aout,1923."Gilbert P a r k e r " P h i l i p p e Keel au p u b l i c f r a n g a i s , car i l l u i semble que 1'oeuvre de G i l b e r t Parker peut r e t e n i r l ' a t t e n t i o n , non seulement par ses merites l i t t e r a i r e s ( et i l J I c r o i t reconnaitre l e genie de Jack London), mais au s s i par sa val e u r documentaire. I I f a i t a l l -u s i o n aux r e c i t s qui ont pour cadre l e Canada f r a n g a i s , et l a p e t i t e l i e de Jersey, tous deux celebres par I 1observance f i d e l e des v i e i l l e s coutumes et par l a conservation de l a langue f r a n g a i s e . M. Seel loue aussi l e s contes d'Egypte,-des contes en blanc et en n o i r a l a maniere de K i p l i n g , et qui sont a u s s i emouvants, comprehensifs et pittoresques que ses r e c i t s de l a neige. Cependant, i l s i g n a l e dans quelques-uns des romans, des defauts qui sont singulierement a n g l a i s ; l a tournure romanesque, l e manque de c o n c i s i o n , 1 ' i n t e r e t t r o p exclusivement b r i t a n n i q u e . Ce dernier t r a i t , chez nos romanciers, e x c i t e souvent un commentaire f r a n g a i s peu fa v o r a b l e , et c e l a se comprend faeilement. Tout de meme 1 ' i n t r u s i o n du•nationalisms a n g l a i s dans une oeuvre n'empeche pas l e s Frangais d'en apprecier l e s v ertus, ce qui est surtout v r a i dans l e cas de K i p l i n g , que nous a l l o n s e t u d i e r prochainement. V o i c i un e c r i v a i n essentiellement britannique, et qui a "trop admire tout ce qui est a n g l a i s " , mais en depit de c e l a , on l'aime. A 1'exception de Wells, n u l romancier du vingtieme s i e c l e n'a j o u i d'une r e p u t a t i o n p a r e i l l e aupres du p u b l i c f r a n g a i s . 8 (ii:)LE ROMAN IMPERIALISTE  RUDYARD KIPLING-Rudyard K i p l i n g a t t e i g n i t t r e s jeune l e s hauteurs de I ' a r t , et tout de s u i t e son genie rut reconnu en France, ou Robert d'Humilres prepara une e x c e l l e n t e t r a d u c t i o n de ses oeuvres. Depuis l e debut du s i e e l e , done, i l f a i t l e s d e l i c e s du l e c t e u r f r a n g a i s , et f o u r n i t l a matiere d'un grand nombre de c r i t i q u e s . Ces c r i t i q u e s sont extremement intee e s s -antes. On analyse son t a l e n t , on discute son imperialisme, et on l e compare aux grands e c r i v a i n s f r a n g a i s . Le t a l e n t de K i p l i n g n'a jamais ete conteste. On declare q u ' i l a un temperament l i t t e r a i r e exceptionnel, et on admire l a f o r c e , l a couleur et 1'action de ses r e e i t s * Les Frangais l e trouvent sympathique parce q u ' i l s ' i n t e r e s s e a l a r e a l i t e de l a v i e , surtout cette v i e profonde, obscure et v i o l e n t e de l'Inde, Et jamais i l ne devient trop extravagant, car 1 ' h o r r i b l e et l e fantastique conviennent a son s u j e t , et ae sentent point 1 ' a r t i f i c e . On juge que l e s e f f e t s d'etrangete, d'angoisse et de mystere sont 1'une des ressources fecondes de son a r t . La forme de ses oontes ne peut que p l a i r e aux Frangais, par l e dessein juste et net, et par l a c o n c i s i o n . "Au plus . 1 haut degre", e c r i t Andre C h e v r i l l o n , " K i p l i n g possede l a f a c -u l t e frangaise qui tout de s u i t e assemble et c o n s t r u i t , c e l l e qui ordonne et f a i t converger l e s e f f e t s vers un e f f e t t o t a l , d'autant plus puissant g!&8&Id>est soudain." P. Revue de P a r i s , l e 15 fev.1908."Kipling" Andre C h e v r i l l o n . 9 Par consequent 1 1 impression est f o r t e , d i r e e t e , "brutale meme, mais etonnamment adaptee aux suj e t s de l'auteur et a sa maniere. l a langue aussi est adaptee aux s u j e t s . K i p l i n g s a i t u t i l i s e r tous l e s voeabulaires, et on indique son hab-i l e t e a f a i r e s u r g i r par chacun de ses mots une r i c h e v a r i e t e de formes et de sensations concretes. Comme psychologue, K i p l i n g n'est guere dans l a t r a d i t i o n pas f r a n g a i s e . I I ne penetre t r e s avant dans l e s ames, et ne cherche pas a y penetrer. I I ne peint pas l'homme par l e dedans, et ne se soucie point d'analyses minutieuses. Sa methode est plus d i r e c t e que c e l l e de l a plupart des Frangais, et ses personnages se l i m i t e n t a l e u r s l i g n e s e s s e n t i e l l e s qui l e s font apparaltre "en blanc et en i£oir". On admet, t o u t e f o i s que cette methode a des vertus dans ces contes d' a c t i o n , K i p l i n g resume l e s etres humains en quelques t r a i t s s i g n i f i c a t i f s qui en revelent en un coup, tout ce q u ' i l est u t i l e d'en s a v o i r . 11 est observateur plus que penseur, et i l s'attache- r. aux manifestations de l a v i e sans s ' i n t e r e s s e r a, en degager l e sens philosophique. A ce s u j e t , on remarque que K i p l i n g a pour l e s i d l e s , l e s o l i d e dedain a n g l a i s . Quelques c r i t i q u e s l'accusent d'un manque de p i t i e et 1 d'attendrissement. M. Fir m i n Roz de c l a r e : " K i p l i n g a trop de force pour a v o i r beaucoup de douceur, trop de couleur pour se p l a i r e aux nuances, i l aime trop 1'action pour s'attacher au sentiment, et trop l a volonte pour f a i r e l e n r juste part a, l a s e n s i b i l i t e et 1 ' i n t e l l i g e n c e . " M. Andre V . Pierre tcependant, ne l e considsre pas seulement sous l e simple et commode aspect 1. Revue des 2 Mondes,le 15 mars,1909.p.282 " K i p l i n g " F.Roz. 2. Mercure de France,le 1 mars,1929.p.257."Une P o l i t i q u e d' Apres K i p l i n g " Andre V. P i e r r e . 10 d'un pei n t r e de soldats en a c t i o n . " I 1 o n devine", d i t - i l , "sous l a rudesse ext d r i e u r e de l a d e s c r i p t i o n et sous l 1 i n -d i f f e r e n c e voulue du oonteur, une compassion r e e l l e pour 1'incessante inquietude de 1'homme qui marche vers sa destinee: sans doute f a u t - i l se donner l a peine de l a decouv-r i r , mais K i p l i n g s e r a i t - i l A n g l a i s s ' i l h'adoptait pas sur 1'impression e o r i t e de sa pensee, ce masque impassible que l e s enfants d'Albion a p i l i q u e n t des l e u r jeunesse sur l e u r visage immobile?". l e s commentaires sur l e s types de K i p l i n g ne manquent pas d ' i n t e r e t , p a r t i c u l i e r e m e n t quand i l s ' a g i t du "gentleman" angla i s , a u c o l l l g e , et plus t a r d quand i l est applique a ses oeuvres specialement britanniqu'es de conquete et de gouverne-1 ment. M. de Wyzewa, dans une etude sur K i p l i n g , f a i t a l l u s i o n a S t a l k y et Cie et " au type assez curieux de c o l l e g i e n ang-l a i s " q u ' i l p f f r e v I I continue "Et c'est l a encore une des p a r t i c u l a r ! t e s du gout l i t t e r a i r e d TCutre-Manche, q u ' i l par-donne v o l o n t i e r s tout a un roman ou se trouve un de ses types, ayant l a r e p a r t i e imprevue et l e coup de poing p i t t o r e s q u e , (e.g. Sam Vveller et Sara G-amp). Et peut-etre meme que l e su c c l s de K i p l i n g l u i est venu, en grande p a r t i e , de son t a l e n t a mettre sur p i e d de t e l l e s f i g u r e s , Les heros n'ont n i l a v i e magnifique de ceux de Dickens, n i l e eharme et l a v a r i e t e de ceux de Stevenson, mais aveo peu d'ame et souvent une ame assez deplaisante, i l s ont dans l e u r s paroles une a l l u r e goguenarde et imprevue qa'un l e c t e u r anglais ne peut s'empecher de gouter." 1.Revue des 2 Mondes, l e 15 oct.1901. "Kim", Teodor de Wyzewa 11 Ce c r i t i q u e ne semble guere admirer l e s personnages de K i p l i n g n i K i p l i n g lui-meme, q u ' i l accuse d'un manque du sentiment Chretien. I I admet que K i p l i n g s a l t d e c r i r e l e s meeurs des Sikhs, des Dogras et des Mahrattes, mais i l est convaincu que c'est l e mepris qui 1'empeche de penetrer dans l e u r s ames. " I I n'est pas Chretien; i l meprise trop l a p a r t i e considerable de l'humanite q u i , deja. soumise du nom a, 1' empire a n g l a i s , n'a point l e p r i v i l e g e d'etre anglaise de naissance." A i l l e u r s M. de Yayzewa discute ceux qui ont ce p r i v i l e g e , un type connu, que fagonnent 1'education et l e m i l i e u a n g l a i s et qui joue son r o l e avec fo r c e et a u i ^ o r i t e , dans 1'oeuvre i m p e r i a l i s t s de son pays. I I ne 1'admire p o i n t , car i l ne trouve r i e n d ' a d m i r a b l e dans 1'imperialisme britannique. K i p l i n g c r o i t fortement, inebranlablement a, l a superior-i t e et a l a sagesse de l a race conquerante et a, l a destinee de I sempire. Ses oeuvres en sont impregnees et c'est pour c e t t e r a i s o n que M. de Wyzewa nejles approuve pas. I I decla r e : "On trouve l a conception d'une race predestinee a opprimer, sinon a, d e t r u i r e , toutes l e s autres, et ayant, d ' i n s t i t u t i o n d i v i n e , l e d r o i t d'employer tous l e s moyens pour assurer son pouvoir." P'autres c r i t i q u e s , cependant, s'interessent a K i p l i n g surtout en cette q u a l i t e presque symbolique d'Anglo-Saxon p e r s o n n i f i a n t 1'imperialisme b r i t a n n i q u e . I I a v a i t r e u s s i , au commencement du s i e c l e , a r e v e i l l e r l e pat r i o t i s m e de son pays, et a. i n s p i r e r des reves d'expansion et de conquete. M.Pavray 1. Mer cure de France, l e 15 oot.1989. "JBudyard K i p l i n g et son Temps" Henry Davray. 12 compare sa puissante i n f l u e n c e p o l i t i q u e a c e l l e cle C a r l y l e . L'un et 1'autre ont preche l a doctrine de l a .force, de l'or d r e de l ' a c t e , l a regie du sergent i n s t r u c t e u r . C a r l y l e rendait un c u l t e a F r e d e r i c de Prusse; K i p l i n g l ' a rendu au sous-o f f i c i e r p r o f e s s i o n n e l de l'armee des fades. Peut-etre esperait-on que cette meme in f l u e n c e p o l i t i q u e et imperiale se f e r a i t s e n t i r dans l a Prance d !avant-guerre. D'une autre maniere encore, K i p l i n g i n t e r e s s e l e s c r i t i q u e s francjais. On cherche a trouver des ressemblances entre son temperament et son oeuvre, et c e l u i des grands e c r i v a i n s de Prance. Une des mei l l e u r e s etudes de ce genre 1 est c e l l e de M. Andre V. P i e r r e , qui discute l e s i d e n t i t e s de Flaubert et de K i p l i n g . Chacun, d i t - i l , s 'interesse k toutes l e s manifestations de l ' a u t o r i t e humaine et animale, a tous l e s i n s t i n c t s , et a, toutes l e s passions de l ' e t r e v i v a n t qui chasse pour son existence ou pour son p l a i s i r au m i l i e u de ses adversaires n a t u r e l s . Cet amour de l a v i e comporte comme c o r o l l a i r e 1 ' i n d i f f e r e n c e v i s - a - v i s de l a mort, et par s u i t e , K i p l i n g et Flaubert sont sceptiques. Mais l e u r scepticisme, continue M.Pierre, n'est pas a g r e s s i f et r a i l l e u r comme c e l u i d'Anatole France. I I est a t t e n d r i et melancolique. I l s ont a s s i s t ! a, 1'loroulement de presque toutes l e s anoiennes dogmatiques, et cette c o n v i c t i o n semblalle que l e s r e l i g i o n s sont mortes et ne res s u o i t e r o n t p o i n t , conduit naturellement K i p l i n g et Flaubert k n'en accepter aucune. Par consequent, n i l'un n i 1'autre n'a une morale d e f i n i s s a b l e . Et finalemant 1. Revue P o l i t i q u e et L i t t e r a i r e , l e 7 sept.1929. "Flaubert et K i p l i n g " Andre V. P i e r r e . 13 ont , M.Pierre diseute l e sentiment q u ' i l s A d e s beautes n a t u r e l l e s . L ' i n t e n s i t e en est presque egale, mais i l s'exprime sans reserve chez K i p l i n g , avec mesure chez Fl a u b e r t . Pour K i p l i n g l a d e s c r i p t i o n est un des elements e s s e n t i e l s du r e c i t , pour Flaubert e l l e en est souvent l e simple ornement. Mais l e u r s methodes d e s c r i p t i v e s sont de q u a l i t e semblable; i l s mettent en valeur l e d e t a i l o r i g i n a l de chaque i n d i v i d u , de chaque objet, de chaque s i t u a t i o n . Et maintenant, en terminant l'examen de ces impressions des c r i t i q u e s d'Outre-Manche, i l sera i n t e r e s s a n t de constater l a p a r t i e de 1'oeuvre de K i p l i n g qui l e u r semble l a plus sympathique. Nous n'hesitons pas a. s i g n a l e r Les L i v r e s de l a Jungle. Kim a quelques admirateurs, mais i l y en a qui conviennent que ce long roman est d'un ennui mortel. Le Frangais est incapable d'apprecier l e s remarquables q u a l i t e s de sa langue et a u s s i , au c o n t r a i r e des A n g l a i s , i l n'a pas conserve l e gout du roman picaresque. De p l u s , on reproche a. K i p l i n g de n'y av o i r pas ajoute l e l i b r e don, l e don g r a t u i t et complet de son coeur. I I p a r a i t qu'on ne s a u r a i t o u b l i e r l a t r a d i t i o n de 1'Anglo-Saxon f r o i d et impassible| Mais tous sont d'accord que Les L i v r e s de l a Jungle sont l'un des ouvrages l e s plus originaux de 1'esprit humain, et que l ' a r t de l'auteur n'a jamais peut-etre ete plus acheve n i plus sur. Ce sont surtout ces l i v r e s aui ont i n s p i r e a„M. 1 Davray une des meilleures appreciations de 1'oeuvre du grand romancier. "A l a r e l i r e a, present, r i e n n'a v f e i l l i dans 1'oeuvre de 1.Mercure de France,le 15 oct,1929."Rudyard K i p l i n g et son Temps" Henry Davray. K i p l i n g . B i l e garde ce caractere des productions de 1 ' e s p r i t humain qui sont douees de l a jeunesse e t e r n e l l e . E l l e ne f u t pas destinee a. f l a t t e r un p u b l i c , a su i v r e une mode. Sa portee depasse l e temps et l e pays qui l a v i t n a i t r e . E l l e s 5 i n s p i r e du mouvement de l a v i e , des forces de l a nature, des passions et des triomphes de l'homme,de ses j o i e s et de ses douleurs, de ses f a i b l e s s e s et de ses grandeurs; e l l e puise a, l a source de tout ce qui dure en ce monde, et a. ce t i t r e e l l e s 1 adresse aux hommes dejtous l e s temps et de tous l e s pays." 15 ( i i i ) LE ROMAN FANTASTIQUE H. G, WELLS. H.G.Wells, a u s s i bien que Rudyard K i p l i n g , j o u i t d'une r e p u t a t i o n incontestable en France. Cette renommee, i l l ' a gagnee d'abord par ses romans d'imagination, ses voyages e x t r a o r d i n a i r e s . Depuis p l u s i e u r s annees, cependant, Wells s'est tourne vers l a s o c i o l o g i e et vers l a p o l i t i q u e . I I est maintenant a t t e n t i f aux mouvements qui agitent l e s masses, et i l n ' e e r i t que des oeuvres r e a l i s t e s , oeuvres que nous considererons plus t a r d en discutant l e roman s o c i a l . En abandonnant ses r e c i t s imaginaires, i l s'est cree un nouveau p u b l i c , en meme temps q u ' i l e c a r t a i t de l u i , sans doute, quel-ques-uns de ses anciens l e c t e u r s , qui p r e f e r a i e n t l e s p r e s t -i g i e u s e s h i s t o i r e s du merveilleux s c i e n t i f i q u e . Mais ces f i d e l e s du romancier fantastique peuvent continuer maintenant a l e l i r e , car, i l y a p l u s i e u r s ans, l e s e d i t i o n s Larousse redonnerent quelques nouvelles, t r a d u i t e s par M. Davray, et t r e s heureusement c h o i s i e s "dans cette passionnante c o l l e c t i o n de romans et de nouvelles pour tous, dont nous ne manquons jamais de l i r e chaque volume." Ce qui seduit l e l e c t e u r f r a n g a i s dans l e s h i s t o i r e s merveilleuses de Wells, c'est sa riehe et curieuse imagination, qui s a i t d e c r i r e l e s Utopies et peindre l e s p o s s i b i l i t e s de l a science et de l a mecanique appliquee. I I d i v e r t i t par 1. Les Nouvelles l i t t e r a i r e s , l e 16 a v r i l , 1 9 S l . " H i s t o i r e s M e r v e i l l e u s e s " H.G.Wells--Paul Chauveau. 16 l a description, d'appareils b i z a r r e s et d 1 experiences imaginaires, mais ses r e c i t s ont un accent de v e r i t e p a r t i c -ulierement convaincant. On declare q u ' i l montre cette q u a l i t e qui est c e l l e du grand, du v r a i romaneier, c e l l e de se f a i r e e r o i r e . A cause de ses reves des tempsr.futurs, quand l a science sera toute puissante, on l ' a souvent d e f i n i comme l e nouveau Jules Verne a n g l a i s , mais l e s c r i t i q u e s d rOutre-Manche s'emp-ressent de nous assurer que c'est un Jules Verne mieux informe et d'une f a n t a i s i e plus puissante et philosophe. Aupres de 1 Wells, nous informe E, F i r m i n Roz, Jules Verne est sans malice. Wells est un u t o p i s t e , un c r i t i q u e s o c i a l et un re-formateur, dont 1'arriere-pensee est toujours manifeste. Les jeux de son imagination n'ont r i e n de desinteresse et jamais i l ne perd de vue l e r e e l . MBS: romans d'aventures s c i e n t i f -iques s'attachent a. mettre en lumiere toute 1'imperfection d'un monde " s i d i f f e r e n t de ce q u ' i l d e v r a i t e t r e . " L ' l i e du  Docteur Moreau , ou i l demande son i n s p i r a t i o n au merveilleux b i o l o g i q u e , est une parodie s i n i s t r e de 1'humanite, selon M. Hoz. C'est une occasion de nous presenter l e s hommes sous l e u r aspect b e s t i a l . Tout de meme Wells est ideologue a u s s i b i e n que c r i t i q u e , et dans p l u s i e u r s l i v r e s comme Quand l e Pormeur s ' E v e i l l e r a , et'Machine a Explorer l e Temps, i l nous expose l e b i l a n a n t i c i p e de 1'avenir, l e tableau du monde t e l q u ' i l d o i t s o r t i r ds ce qui e s t . Mais pour l a plupart des l e c t e u r s f r a n g a i s , son imagination 1. Revue des 2 Mondes,le 1 aout,1911. "H.G.wells" F i r m i n Roz. vaut mieux que sa d o c t r i n e . On veut se d i s t r a i r e , et quoi de mieux que ce pur roman d'aventures La G-uerre dans l e s M r s , ou ces ehimeres Au Temps de l a Comete, et 1'Homme I n v i s i b l e , 011 ses r e c i t s de ear act ere prophet iques comme Le Nouvel Acoel-erateur et Les Cuirasses de TerreTToutes ces h i s t o i r e s e x t r a -o r d i n a i r e s , declarent l e s Frangais, sont e c r i t e s simplement et vivement. Le s t y l e n'en est pas d i s t i n g u e , mais i l est n a t u r e l et sans e f f o r t . Les personnages sont vraisemblables et parlent l a langue de l a r e a l i t e . Et dans des romans fantas-t i q u e s , que veut-on de plus? C'est 1'imagination qui compte, et ou. peut-oei trouver de mei l l e u r e ? ' "#. # # # SAMUEL BUTLER Autre u t o p i s t e , mais moins bien connu en France, comme en Ang l e t e r r e , est Samuel B u t l e r . Nous n'examinerons a. ce point que ses l i v r e s d'aventures, et nous remettrons a plus t a r d l a c o n s i d e r a t i o n de l a p a r t i e autobiographique de son oeuvre. Erewhon et Nouveaux Voyages en Erewhon, ses excursions aux pays imaginaires, ont?ete bien t r a d u i t s et presentes au pub-l i c f r a n g a i s par Valery larbaud, qui s'interesse a l a g l o i r e postume de B u t l e r en Angleterre et qui espere que son i n f l u e n c e se repandra en France. I I ne semble guere p o s s i b l e , cependant, que ses succes egalent ceux de w e l l s , Erewhon est une s e r i e d*essais humoristiques, s a t i r i q u e s et philosophiques, r e l i e s entre eux par une i n t r i g p e de roman. l e royaume d'Erewhon n'est pas vraiment une u t o p i e , mais une s a t i r e qui attaque l e s t i m i d i t e s r o u t i n i e r e s et passives de 1 1 age de V i c t o r i a , et qui c r i t i q u e a u s s i l e s machines. A 1'avis 1 de M.. Louis G i l l e t , B u t l e r "meritera d'etre l u comme une sorte de prophets aussi longtemps que l e monde s o u f f r i r a du malaise ou l ' a j e t s l a t y r a n n i s du progres mecaniqus." Son i r o n i s , a ce s u j s t , a souvent ete compares a, c e l l e de S w i f t , tant admire en France. D'autres q u a l i t e s que nos v o i s i n s estiment rapport-ent aussi au dix-huitieme s i e c l e . On declare que, de l a gsande t r a d i t i o n de 1'humour anglais de cette epoque, B u t l e r a garde l e gout pour l a p r e c i s i o n des d e t a i l s et pour l a c r e d i b i l i t e de l a f i c t i o n . Les Frangais aussi l'ont i n f l u e n c s , et de l e u r s e c r i v a i n s du dix-huitieme s i e c l e i l a emprunte l e ton et comme une sorte de nonchalante l e g e r e t e . Ce melange, d i t - o n , est i n f i n i m e n t d i v e r t i s s a n t . Mais malgre ces t r a i t s adinirables de son oeuvre, i l y a aussi des defauts assez s e r i e u x , car dans un roman d'avent-ures i l n'est pas f a c i l e de pardonner a, l'auteur 1 ' i n s i g n i f i a n c e de l a p a r t i e romanesque, l a n u l l i t e des personnages et 1'ab-sence d'idee fondamentale. Erewhon ,apres t o u t , n'est qu'une s u i t e de scenes s t de d i s s e r t a t i o n s , et en depit de l' e n t h -ousiasme de M. Larbaua, i l semble que M. B e l l e s s o r t a i t r a i s o n quand i l declare qu'Erewhon prendra place au-dessous des romans de Wells. 1. Hevue des 2 Monies,le 1 aout,1921. "Samuel Butler-' Louis G i l l e t 2. Revue P o l i t i q u e et L i t t e ' r a i r e , l e 19 rev. 1921 n I P A "Samuel B u t l e r et son Voyage aux Pays I n ^ o n n u s ^ i n d r l B e l l e s s o r t . ( i v ) LE ROMAN DE LA MER  JOSEPH CONRAD Bien que Joseph Conrad ne jouisse pas de l a meme popul-a r i t e aupres du p u b l i c f r a n g a i s que wells et K i p l i n g , sa renommee s'est pourtant assez solidement e t a b l i e . I I a eu l a bonne fortune d'etre bien t r a d u i t et une v e r s i o n frangaise de ses oeuvres v i e n t d'etre publiee aux e d i t i o n s de l a Nouv-e l l e Revue Frangaise sous l a d i r e c t i o n d'Andre Gide. Depuis sa mort sa r e p u t a t i o n va en grandissant. On apprecie specialement son don merveilleux de conteur, don au moyen duquel i l a su nous t r a n s p o r t e r l o i n des soucis contemporains dans des regions etranges et mysterieuses, Mais i l vogue en p l e i n romanesque sans jc sombrer, comme font beau-coup d'ecrivains b r i t a n n i q u e s , car i l y f a i t entrer 1'esprit 1 objective du naturalisme f r a n g a i s . De p l u s , son oeuvre est pour l u i une fagon encore de voyager, et c'est pour c e l a , declare 2 Valery larbaud, qu'elle f a i t penser aux voyages d'Ulysse. Tous l e s c r i t i q u e s p a r l e n t de l a justesse pittoresque du d e t a i l , et de l a v e r i t e v i v a n t e , de l a verve, de l'audace et de l a r i c h e i n v e n t i o n de ses oeuvres, M, de nyzewa trouve que " n i M, K i p l i n g n i M, Stevenson lui-meme ne reuss i s s a n t aussi par-faitement a nous donner 1'impression 'immediate' de ces pays tr o p i c a u x . A u s s i , a l a d i f f e r e n c e de ces deux autres e c r i v a i n s , l . l e g o u i s et Cazamian " H i s t o i r e de l a l i t t e r a t u r e Anglaise" 1924. p.1252. 2.1a Nouvelle Revue Frangaise T.23,1924."Joseph Conrad" Valery Larbaud. 3.Revue des 2 Mondes, l e 15 av r i l , 1 9 1 4 . "Joseph Conrad" T. de Wyzewa. 20 M. Conrad ne nous donne pas cett e impression en ' p e i n t r e 1 , mais bien p l u t o t en 'poete', avec un etrange t a l e n t d'evoeat-i o n , quasi'musicale 1 qui l u i permet de s u b s t i t u e r aux longues e't completes peintures h a b i t u e l l e s de ses confreres, 1'emploi, savamment gradue, d'un p e t i t nombre de t r a i t s ' s u g g e s t i f s ' . " On l e f e l i c i t e a u s s i , d'avoir r e u s s i a r e a l i s e r ce qui est l e reve de beaucoup de romanciers f r a n g a i s : un roman a. l a f o i s d'aventures, psychologique et s o c i a l . En parlant de Lord Jim, "un des romans l e s plus s a t i s f a i s a n t s de l a l i t t e r -1 ature contemporaine"Ramon Fernandez declare que Conrad " e l -eve l a l i t t e r a t u r e d'exotisme au niveau de l a l i t t e r a t u r e e t e r n e l l e . Ce monde exotique et maritime dont Stevenson f u t l e r e g i s s e u r , L o t i l e troubadour et K i p l i n g l e rapporteur h a l l u e i n e ne l u i s e r t qu'a, mieux r e v e l e r , dans une lumiere plus etourdissante, plus mysterieuse, plus f a n t a s t i q u e que c e l l e de nos cieux occidentaux, l e s proportions v r a i e s du coeur humain." Dans ses l i v r e s l a mer ne t i e n t que l a moitie de \'hor-i z o n et l'aventure n'en est pas l e but. C'est p l u t o t l e moyen et l e l i e u ou l e s personnages se decouvrent. Et dans l a p e i n t -ure de ses personnages Conrad comme Stevenson gagne 1 5admiration.des Frangais. Quelques c r i t i q u e s , 11 est v r a i , c r o i e n t que ses heros sont enveloppes d'une atmosphere d 1etrangete qui l e u r f a i t perdre beaucoup de vraisemblance. La plupart des c r i t i q u e s cependant, trouvent emouvante cette part de mystere dans l e s caracteres, et sont d'accord que l . I a Kouvelle Revue Frangaise, T.20,1923,p.841. "Lord Jim"-joseph Conrad, Ramon Fernandez. Conrad a vraiment l a f a c u l t e d'explorer l'ame i n t e r i e u r e et que ses personnages sont profondement humains.Ses heros ne sont jamais presentes de face avee l e p l e i n r e l i e f des conteurs r e a l i s t e s comme K i p l i n g , mais l e s Frangais aiment a. etre forces plus ou moins a l e s deviner. Parmi tous ses admirables p o r t s a i t s d'hommes et de femmes, 1 M. de Wyzewa prefere ceux. de F l o r a de B a r r a l et d'Anthony dans Chance. Pans ce l i v r e Conrad "a de p o u i l l e son. masque ancien d ' o b j e c t i v i t e pour epancher librement ses emotions de poete en presence des f i g u r e s q u ' i l s'est p l u a c r e e r j I I n'y a pas un des admirateurs du t a l e n t de Conrad qui ne doive se r e j o u i r de l e v o i r , a i n s i , se d e l i v r e r d'une contrainte ' d 1 i m p a s s i b i l i t e ' que l u i a tr o p longtemps imposee sa ' n a t u r a l i s a t i o n 1 de romancier a n g l a i s . " Et ce qui p l a i t surtout aux Frangais, c'est que Conrad ne l e u r presente pas l e type t r a d i t i o n n e l a n g l a i s . Ses per-sonnages, d i t - o n , sont toujours l e s compatriotes de M. Conrad, meme s ' i l s sont deguises sous des noms, des costumes et cles visages a n g l a i s . l i s ne sont jamais i d e a l i s e s , et leur, i n q u i e t -ude earacteristSique est 1'inquietude d'homme normal, he t e l s heros semblent aux Frangais autrement sympathiques que ceux de K i p l i n g , p e i n t r e par excellence du 'gentleman' a n g l a i s , l e eosmopolitisme de Conrad est done tout a f a i t a l e u r gout. M. B e l l e s s o r t resume l a pensee de beaucoup de Frangais quand i l declare:"Conrad ne manifestera pas ce dedain pour l e s autres nations dont 1'auteur de Kim s ' e t a i t f a i t une s p e c i a l i t e avant que 1 5age et l a guerre l'eussent rendu plus modeste et 1. Revue des 2 Mondes,le 15 avril,1914."Conrad" T. de Wyzewa. 2. Rev. Pol.et L i t t ,1920.p.599'Jle Premier Roman de Conrad" B e l l e s s o r t 22 plus comprehensif. Hons trouverons chez Conrad une psychologie plus f i n e , plus souple, une sympathie plus humaine. Parmi l e s romanciers a n g l a i s , s i bons observateurs dans l e s l i m i t e s de l e u r i l e , ce Polonais me p a r a i t un des rares qui saehent penetrer l e s ames etrangeres." En eonsiderant Conrad comme grand psychologue, l e s Frangais discutent a u s s i sa ph i l o s o p h i e , et commentent favorablement l e sentiment constant du mystere de l a destinee qui se trouve dans ses romans. F a i a l i s t e lui-meme, i l a f a i t passer dans ses oeuvres cette impression d'une puissance inconnue, etrangere a, nous-memes, qui decide de nos v i e s et nous d i r i g e a. notre i n s u , sans que nous n'y prenions aueune p a r t , vers notre perte ou notre s a l u t , Mais q u o i q u ' i l s o i t tragique et pes s i m i s t e , Conrad ne tourne jamais au cynisme, et 1 c'est pour c e l a que nos v o i s i n s 1'admirent. Selon Henri Davray "son pessimisme s'allege et s ' e c l a i r e d'une i r o n i e a l t i e r e . Comme Turgueneff, T o l s t o i , F l a u b e r t , France, Moliere et George Meredith, Joseph Conrad f o u r n i t l a preuve que l a perception des r e a l i t e s , adoucie par 1'imagination et 1 ' i r o n i e , forme l a base l a plus s o l i d e d'un i d e a l . " On trouve quelque chose de grand et d'emouvant a u s s i , dans l a l u t t e de ses heros centre l e s f a i a l i t e s . Meme en se rendant compte de l e u r i n s i g n i f i a n c e , i l s r e s i s t e n t et tentent des compromis avant de ceder. Et"l'aventure sort de l a , d'autant plus imprevue et marche d'une a l l u r e d'autant plus saccadee que l e s personnages de Conrad ont une v i e . Mercure de France,le 1 oct.1924"Joseph Conrad" H. Davray. 23 1 psychologique et morale plus r i e h e . " Cette v i e morale des caraoteres p l a i t aux f r a n c a i s , surtout paree que l'auteur n'y i n s i s t e pas, a. l a maniere de beaucoup de romanciers a n g l a i s . Joseph Conrad n'agit jamais en m o r a l i s t e , mais de chacune de ses oeuvres se degage comme une atmosphere de noblesse et de^grandeur. Presque l a seule chose que l e s Frangais reproehent a Conrad, c'est son precede i n d i r e c t , l a l e n t e u r , l a gaucherie et meme l ' o b s c u r i t e dans 1'expose du sujet ont decourage plus d'un l e c t e u r d'Outre-Manche, et c'est pourquoi, sans doute, i l n'a jamais connu l e grand succes populaire de K i p l i n g et de Wells. Quelques c r i t i q u e s essaient de j u s t i f i e r cette tech-nique, l i s en admirent l a s u b t i l i t e en disant qu'elle exprime plus de nuances de mystere et de romanesque qu'une methode plus coherente et plus c l a i r e . Be p l u s , l e s t r o i s pu quatre personnes qui racontent l ' h i s t o i r e o f f rent un e x c e l l e n t moyen de/presenter l e spectacle sous un aspect plus complet. Mais malgre ces de-fenses, l e plus grand nombre des Frangais conviennent q u ' i l s e r a i t p r e f e r a b l e que l e r e c i t f u t plus c l a i r et plus d i r e c t . On declare que beaucoup de pages auraient gagn||a etre abregees ou resumees pour l e grand bien de l'ouvrage. Selon M. Davray, Conrad est "un phare a. e c l i p s e s , a'tres longues e c l i p s e s p a r f o i s , et ces moments d'obscurite prolongee f a t i g u e n t 1'attention qui se detourne pour ne r e v e n i r qu'a. regret ou pas du t o u t . " 1.1a Kouvelle Revue Frangaise,T 19,1922, p.lUb. "Joseph Conrad,'En Marge des Maries"Benjamin Cremieux. 2. Mercure de France, l e 15 jan.1927. "Joseph Conrad" H.Davray 24 Cette c r i t i q u e des longueurs de 1'oeuvre de Conrad est presque toujours aceompagnee du regret que ce Polonais n ' a i t pas e c r i t en f r a n c a i s . On est sur q u ' i l a u r a i t ete moins p r o l i x e , A-ce sujet M. Henri Da&ray a une anecdote interessante a raconter, "Je t r a d u i s i s une, de ses nouvelles, Karain, et l u i envoyai un exemplaire du Mercure qui l a p u b l i a . Un beau jour l e texte me r e v i n t , avee unejlettre. Conrad a v a i t procede, sur l a v e r s i o n f r a n c h i s e , a des coupures, retranchements, s u p p r e s s i o n s , . r e l i e s par de courtes phrases l e s fragments d i s j o i n t s , et r e d u i t l e tout d'au moins un t i e r s , Sa l©ttre m'expliquait l e s r a i s o n s de ce t r a v a i l , 'Votre t r a d u c t i o n m'a r e v i l e que e'est en f r a n c a i s que je devrais e c r i r e ' , a v o u a i t - i l . En e f f e t , a i n s i remanie, abrege, ce r e c i t gagna&t, par sa c o n c i s i o n , une f o r c e e x t r a o r d i n a i r e , et l a r a p i d i t e acc-e l e r l e de l ' a c t i o n rendait l a t r a g l d i e infiniment dramatique," On se console un peu de l a perte de Conrad aux l e t t r e s f r a n c h i s e s en revendiquant l a part qui r e v i e n t a l ' i n f l u e n c e de l a France dans l a formation de Conrad " a r t i s t e " , l e s c r i t -i ques d l c l a r e n t q u ' i l d o i t beaucoup a l a c u l t u r e f r a n c h i s e , en p a r t i c u l i e r son souei du s t y l e et de 1'expression; sa recherche du mot j u s t e , de l ' e q u i l i b r e et du rythme de l a phrase, son emploi des mots pour l e u r sonorite ou l e u r musique, l e u r puissance ou l e u r couleur. I l s sont d'accord que Conrad est l'un des e c r i v a i n s qui ont manie avee l e plus de force et d' o r i g i n a l i t e l a prose a n g l a i s e , Et c e c i l e u r donne encore une occasion de d i s c u t e r l e s defauts du s t y l e de b i e n des romaneiers contemporains en 1.Mercure de France,le 15 jan,1927,"Joseph Conrad" H. Davray. 85 1 A n g l e t e r r e . M. Aubry, dans son etude sur l a v i e et 1'oeuvre de Conrad dans l a Revue Hebdomadaire, f a i t v o i r que cet etranger a s e n t i plus fortement qu'aucun Anglais de son temps, l a force de l a langue a n g l a i s e . M. Aubry declare que l a mollesse generale de l a pensee ou de l 1 absence de pensee en Angleterre y entraine l e s mots plus q u ' a i l l e u r s a. n'avoir souvent aucun sens p r e c i s . En outre, 1 ' i n d i f f e r e n c e en matiere de s t y l e y est plus generale probablement qu'em. aucune autre n a t i o n du monde. Mais Conrad, i n f l u e n c e par l a c u l t u r e d'Outre-Manche, par l e s elassiques anglais' du passe (Shakespeare et l a B i b l e ) , et par l e vocabulaire p r e c i s , d i r e c t , image et vivant des equipages, a retrouve l a p r e c i s i o n l a vigueur et l a f r a i c h e u r de 1'epoque d'E l i z a b e t h . Cependant Conrad n ' e c r i t pas simplement pour e c r i r e . -Son s t y l e est entraine et commande par l a force et l a grandeur de sa v i s i o n . La p a r t i c u l i e r e aptitude de ce romancier a rendre grand tout ce q u ' i l d e c r i t est peut-etre l a chose l a plus s i g n i f i a n t e de son genie, et c e l l e qui se f a i t louer par l e s c r i t i q u e s f r a n g a i s dans tous l e s commentaires. lous ne pouvons f a i r e mieux, en terminant cette c o n s i d e r a t i o n de Con-1 r a d chez l e s Frangais, que de c i t e r l e s paroles de M. Aubry, qui resume tous l e s t r a i t s de son oeuvre et qui appuie sur son don "a, v o i r grand et a, f a i r e v o i r grand." " I I n'est assurement pas une autre oeuvre, en ce temps-ci, ou se montre, aussi fortement n i avec un egal nature!, ce sentiment constant de l a grandeur qui es$ partout repandu I . Hevue Hebdomadaire,fev.1924,p.439. "La Vie et L'Oeuvre de Conrad" G. Jean Aubry. 26 dans l e s l i v r e s de Conrad. La puissance evocatrice des tableaux q u ' i l a p e i n t s , l a pen e t r a t i o n des caracteres et l a s u b t i l e surete avee l a q u e l l e i l en s u i t , en demele, en oppose l e s mobiles; une eetime f r a t e r n e l l e pour 1'energie de l'homme en meme temps qu'une i r o n i e a t t e n d r i e pour l e s occasions de ses d e f a i l l a n c e s ; tout c e l a compose 'une contree de l a pensee' ou. nous pouvons longuement nous e m e r v e i l l e r et nous emouvoir et nous s e n t i r penetres puofondement par ces prolongements, a l a f o i s simples et savants, de l a v i e et du coeur«," CHAPITRE I I IE ROMAN REALISTS EI SOCIAL  ( i ) FIN DU SIECLE Bien que l e roman r e a l i s t e et s o c i a l de l' A n g l e t e r r e n ' a i t pas autant d'admirateurs en Prance que l e roman d'imagination, i l a t t i r e 1'attention cependant d'un grand nombre de l e c t e u r s d'Outre-Manehe, pour qui l a v i e et l e s problemes des Anglais sont toujours i n t e r e s s a n t s , surtout quand on l e s compare aux l e u r s . Parmi l e s p e i n t r e s de moeurs contemporaines, Galsworthy et wells sont peut-etre l e mieux i n t r o n i s e s . l i s ont p r i s l a place des e c r i v a i n s r e a l i s t e s de l a f i n du s i e c l e comme Gis s i n g , W i l l i a m de Morgan, H a l l Caine et Mrs. Humphrey Ward. Ces d e r n i e r s , et specialement H a l l Caine et Mrs. Humphrey Ward d e l e c t a i e n t d'innombrables l e c t e u r s . I I ne s e r a i t pas sans i n t e r e t done, de j e t e r un coup d ' o e i l sur quelques c r i t i q u e s de l e u r s oeuvres avant de considerer Galsworthy, Wells et l e s autres contemporains b r i t a n n i q u e s . GISSING i n t e r e s s e l e s c r i t i q u e s f r a n g a i s par ses tableaux s a i s i s s a n t s et exacts" du decor ingrat ou. se deroule dans l a 1 grande v i l l e 1'existence de l a classe l a plus nombreuse." On f a i t v o i r que sur l u i , l A i n f l u e n c e du mouvement n a t u r a l i s t e f r a n g a i s est c e r t a i n . WILLIAM DE MORGAN l e s i n t e r e s s e parce que I . Legouis et Cazamian " H i s t o i r e dec l a L i t t e r a t u r e Anglaise" 1924, p. 1183. 27 , . . . 1" cet e c r i v a i n l e u r r a p p e l l e Pickens. M. de Wyzewa declare que ses l i v r e s comme ceux de Pickens sont des romans"chauds" au c o n t r a i r e de l a f r o i d e u r , plus ou moins voulue de 1'ordinaire d*es romans a n g l a i s . L 1 a i t e u r a eu l e coeur et l e cerveau en f i e v r e pendant q u ' i l l e s c r e a i t ; ses personnages 1'emouvaient passionnement et l u i semblaient r e e l s . Mais tout en l e louant d'avoir prete l a v i e a. ses inventions,, on l u i reproche l e s longueurs de ses oeuvres. M. de Wyzewa r e g r e t t e qu'elles soient mal composees, "remplies d'aventures extravagantes et semees d'a, peu pres et de calembours." HALL CAINE s'est v i t e popularise avec l e p u b l i c , mais i l n'a jamais gagne l e s louanges enthousiastes des;'critiques f r a n g a i s . l i s admettent q u ' i l a du t a l e n t dramatique, mais l i s declarent q u ' i l est v u l g a i r e et g r o s s i e r , et que ses ro&jans ne relevent pas l a l i t t e r a t u r e . Cependant, l i s ne l e s trouvent pas choquants, et i l s sont s u r p r i s qu'on mette a 1'index, en Angleterre, son l i v r e The Woman Thou Gavest Me, a cause d'une s i t u a t i o n reellement anodine, bien moins "osee" que tant d'autres qui ornent l a t r e s pure et t r e s sainte B i b l e . "Mais c'est la, un e f f e t de ce qu'on appelle en France, et non 2 sans i n j u s t i c e , l ' h y p o c r i s i e a n g l a i s e . " MRS. HUMPHREY WARD, au c o n t r a i r e de H a l l Caine, a p l u aux c r i t i q u e s f r a n g a i s a u s s i bien qu'a l a f o u l e . On aime l e melange de v e r i t e , d ' i d e a l i s a t i o n et de romanesque dans ses romans. On admire son ex c e l l e n t e peinture de m i l i e u x 1'.Revue des 2 Monies,le 15 nov.1907.p.425. "Le Roman Anglais en 1907". T. de Wyzewa. 2.Mercure de France,le 16 jan.1914.p.426. " l e t t r e s Anglaises" Henri Davray. a r i s t o c r a t i q u e s , son a r t p a r t i c u l i e r de creer de gracieuses f i g u r e s de jeunes f i l l e s , et son t a l e n t de me1anger l a poesie avee l e realisme, et de donner en queIques l i g n e s 1'impression 1 vivante d'un c o i n de nature, M, de Wyzewa trouve r e g r e t t a b l e cependant, qu'au l i e u de se r e s i g n e r a nous montrer de b e l l e s jeunes f i l l e s de 1 ' a r i s t o c r a t i e dans de beaux paysages, e l l e se c r o i t tenne a, continuer et a r i v a l i s e r avee George E l i o t dans un a r t predicateur qui decidement n'est point f a i t pour e l l e . En discutant Eleanor, i l declare que 1'^agnosticisme" l u i r e u s s i t de moins en moins a chacun de ses nouveaux l i v r e s . l a these generale du roman, que l a p l a i e de l ' l t a l i e contem-poraine est l e c a t h o l i c i s m e , 1'impatiente, " A i - j e besoin de d i r e que ee v i o l e n t r e q u i s i t o i r e ne s'appuie S U P aucun f a i t , ou tout au p l u s , sur quatre ou c i n q menus d e t a i l s d'une portee t r e s r e s t r e i n t e ? " Mrs, Humphrey Ward, en r o l e de m o r a l i s t e , n'offense pas 2 de l a meme faqon M, F i r m i n Roz, qui nous o f f r e peut-etre une des m e i l l e u r e s etudes de son ©euvre, "oeuvre qui a par-dessus tous ses autres merites, et comme l e u r r a i s o n commune, c e l u i de s'y r a t t a c h e r , " I I declare que dans ses l i v r e s "l'ame angl a i s e nous r e v i l e ses plus beaux aspects, l a societe anglaise ses plus nobles e f f o r t s , l ' a v e n i r a n g l a i s ses m e i l l -eurs desseins," En discutant ses romans qui ont pour sujet l a r e l i g i o n , ( " l e s questions r e l i g i e u s e s passionnent 1'Angle-t e r r e " ), i l f a i t remarquer que r i e n n'est plus c a r a c t d r i s t i q u e 1. Revue des 2 Mondes, l e 15 jan, 1901 p. 157.Eleanor M r s , T u Ward, T. de Wyzewa. 2 . Revue des 2 Mondes, l e 15 mars, 1910.p.S57."Mme. H. Ward" Firm i n Roz. de l a race anglo-saxone que 1'attitude r e l i g i e u a e dont Mrs. Ward nous o f f r e dans Robert Elsmere un modele remarquailement etudie."Robert est l e Chretien anglais qui a des exigences i n t e l l e c t u e l l e s . I I prend aiB,i p o s i t i o n entre l a l i b r e pensee • a l a maniere frangaise et l a t i n e , qui est l e triomphe d 1 i n t e l l e c t u a l i s m e r a d i c a l , t h e o r i q u e et prati q u e , et l e c a t h o l i c i s m e qui f a i t de l ' a u t o r i t e l a sauvegarde eontre l e s usurpations de 1 T i n t e l l i g e n c e i l l e g i t i m e s dans l a region de 1» Absolut." M. Roz commente aussi l e s romans d 1amour, M a r c s l l a , l a F i l l e de Lady Rose, et Le Mariage de Wm. Ashe. I I declare-que l 1amour est a t r e s haut p r i x dans l e s romans an g l a i s en general, et dans ceux de Mme, Ward en p a r t i c u l i e r . Le probleme y est t r a i t e avec beaucoup de d e l i c a t e s s e et d ! e l e v a t i o n , d i t - i l , et l a femme n laime l'homme digne de son amour que quand e l l e est devenue digne de 1'aimer. Pans Fenwick's Career M. Roz trouve encore que Mrs. Ward est d'accord avec l a t r a d i t i o n des romanciers a n g l a i s . " l i s sont generalement severes pour l a temerite dans l e mariage; i l s nous montrent v o l o n t i e r s l e s f a i l l i t e s des unions prematurees." M. Roz admire a u s s i l e traitement de l ' a m i t i e , precieux a u x i l a i r e de 1'amour, dans l e s romans de Mrs. Wardj l e s q u e l s nous presentent de t r e s b e l l e s f i g u r e s d'amis ou d'amies. Et en terminant son etude, l e c r i t i q u e f r a n g a i s resume l e but de cette oeuvre s o c i a l e . "La v i e I Ajouter a, l a v i e , 1 ' e n r i c h i r , aider a v i v r e , v o i l a . sans doute l a grande t r a d i t i o n p o s i t i v e du service de l a q u e l l e Mme. Ward a mis, consciemment ou non, tous ses romans. Cette t r a d i t i o n represente peut-etre 31 l e fond l e plus e s s e n t i e l du genie a n g l a i s ; e l l e se manifeste dans ses moeurs, sa c o n s t i t u t i o n , son e s p r i t , par une tendance a ne r i e n d e t r u i r e , a u t i l i s e r toutes l e s f o r c e s , a v o i r 1,» a f f i r m a t i o n par t o u t . " 32 . ( i i ) LE SOMAN CONTEMPORAIN ' -JOHN GALSWORTHY John Galsworthy est connu en Franee comme un grana. r e a l i s t e , un grand r o m a n c i e r . On d e c l a r e que parmi l e s mai t re s de I ' h e u r e p r e s e n t e , i l est de ceux qu i gardent en eux de 1' 1 a v e n i r . A I ' a v i s de M . C h e v a l l e y i l e s t b i e n probable que Galsworthy eut ete membre de 1 'Academie, s ' i l a v a i t ete f r a n g a i s . E t nos v o i s i n s a p p r e c i e n t son rea l i sme d ' autant mieux q u ' i l s l e c r o i e n t forme a l e u r i n f l u e n c e , a u s s i b i e n . • 2 q u ' a 1 ' i n f l u e n c e r u s s e . M . Leon Lemonnier consacre une etude t r e s i n t e r e s s a n t e a c e t t e q u e s t i o n . I I t rouve que l e t a l e n t de Galsworthy est f r a n g a i s a b i e n des egards , et i l f a i t c i n q rapprochments ent re l e romancier a n g l a i s d'une p a r t , et d ' a u t r e p a r t B a u d e l a i r e , humur, Coppee, F l a u b e r t et Maupassant. 1 'o e u v r e de Galsworthy l u i semble f r a n g a i s e sur tout parce que, en des romans composes log iquement , i l a app l ique son e s p r i t c r i t i q u e i m p i t o y a b l e a montrer l e s i n s u f f i s a n c e s et l e s f a i i -l e s s e s de l a haute b o u r g e o i s i e . C ' e s t comme p e i n t r e de eet te grande b o u r g e o i s i e a n g l a i s e que Galsworthy a t t i r e d ' a b o r d l ' a t t e n t i o n des F r a n g a i s . Avee une abondance de d e t a i l i l t r a c e un t a b l e a u de 1 ' A n g l e t e r r e contemporaine et de ses c l a s s e s d i r i g e a n t e s , f a i s a n t v o i r t o u t e 1 ' i n q u i e t u d e s o c i a l e , demasquant l e s pre juges et devetant 1. "The Modern E n g l i s h N o v e l " A . C h e v a l l e y , 1930" 2 . l e Mercure de F r a n c e , l e 1 j a n . 1923 ,p .112 . " John Galsworthy et Quelques Auteurs F r a n g a i s " Leon Lemonnier , l e s conventions de l a s o c i e t e . l e s Frangais se r e j o u i s s e n t gue sa s a t i r e s o i t franche et.sains d'apres l a t r a d i t i o n du d i x -huitieme s i e c l e , et gue Galsworthy se ©lasise dans l e p a r t i des r e v o l t e s , g u i , a. l a f i n de- 1 'ere v i c t o r i e n n e , sortent e n f i n du long mensonge de decence ou, depuis plus d'un s i e c l e , l e s romanciers avaient maintenu l e u r s personnages, et truque l a peinture de l a v i e . l e realisme de son p o r t r a i t de 1'"upper middle c l a s s " , specialement dans The Forsyte Saga, l e u r p a r a i t 1 admirable. Edmond Jaloux declare gue"si l'on v o i t dans son ensemble ce l i v r e , on a s s i s t e a, un des plus complets developpe-ments de l a v i e humaine gu'un a r t i s t e a i t cree." l e s Frangais aiment a l e consulter comme document sur l e caractere anglais et l e temperament n a t i o n a l . Mais ce qui c a r a c t e r i s e l e realisme de Galsworthy, selon l e s Frangais,c'est sa profondeur psyehologique. On est frappe non seulement de l a minutieuse i n d i c a t i o n du decor, mais a u s s i de l'abondanee du d e t a i l de l'ame observee. On admire sa preoccupation de l a v i e morale de ses heros, des motifs de l e u r s aetes, de 1'evolution de l e u r s caracteres, du drame muet qui se joue en era, l e d e t a i l est i n f i n i , et son proces 2 d ' a i l l e u r s , J l e s i n t e r e s s e beaucoup. M. Andre C h e v r i l l o n declare que Galsworthy use simultanement de deux moyens con-t r a i r e s ; t a n d i s q u ' i l s u i t par l e d e t a i l un c e r t a i n ordre de f a i t s , i l en est un autre q u ' i l nous l a i s s e a deviner, et c e l a sur de minimes i n d i c e s , attentivement c h o i s i s . I I refuse de tout d i r e ; I I suggere ce g u ' i l juge plus emouvant et plus I . l a Kevue de P a r i s , l e 1 dec.1932.p.672. "Galsworthy" E. Jaloux 2.Revue des 2 Mondes, l e 15 ^mai,1912,p.314. "John Galsworthy" Andre- C h e v r i l l o n . 34 v r a i dans 1'ombre. 1 M. B e l l e s s o r t commente au s s i cette methode de Galsworthy. I I f a i t remarquer que l e romancier " r e i u i i t a 1 ' i n t u i t i o n profonde de l a T i e psychologique, l a perception aigue de tout ce qui l a manifeste du dehors. I I procede par courts tableaux, p e t i t e s scenes, echanges rapides de paro l e s , conversations qui n'ont r i e n d'apprete, r i e n de tendu, mais q u i , sans qu'on sache trop comment, e o l a i r e n t l e s ames et t r a h i s s e n t l e u r s preoccupations l e s plus secretes. Ce r e o i t , qui au fond est t r e s s u r v e i l l e ' j a un a i r d'abandon qui nous conquiert et nous r e t i e n t , comme s i l a v i e , en conrant, r a c o n t a i t elle-meme son h i s t o i r e . " Tous l e s c r i t i q u e s done, f e l i c i t e n t Galsworthy d'avoir su creer des caracteres v i v a n t s , comme Soames Forsyte, car-acteres qui ne sont jamais conventionnels et qui demeurent j u s t e s de ton. l a c e r t i t u d e d'avoir toujours r a i s o n , t r a i t que l e s Frangais c r o i e n t essentiellement britannique, donne souvent aux heros quelque chose de dur et de particulierement decide. Mais e'est l e v r a i Anglais des classes superieures. a M. Jaloux soutient que T ,personne , peut-etre, n'a f a i t au-jourd'hui un p o r t r a i t plus juste de l ' a r i s t o c r a t e ou.du grand bourgeois de 1'Angleterre s p r i s o n n i e r de l a caste, victime du co n t r o l e sur soi-meme, a qui toutes l e s emotions v i s i b l e s sont defendues, qui ne peut transmettre sa v r a i e pensee a a u t r u i , et dont l a conversation d o i t se borner aux b a n a l i t e s l e s plus courantes." 1. Correspondantjle 10 jan.1933,p.123."Galsworthy" B e l l e s s o r t 2. l a Revue he P a r i s , l e 1 jan. 1920. " l e c t u r e s Etrangeres" - Edmond Jaloux. '35 Mais Galsworthy n'est pas seulement 1'interprete du haut bourgeois anglais. II est aussi un grand peintre de 1'amour, et a 1'avis des FranQais, les p o r t r a i t s de ses Heroines amoureuses sont particulierement admirables. M. 1 • . f Thibaudet signale "une finesse, une s e n s i M l i t e i n t u i t i v e s chez Galsworthy qui l e predestinent a, une intelligence • 2 penetrante du monde feminin." M. Bellessort juge qu'Irene, dans 'She Forsyte Saga, est une des creations les plus sed-uisantes du roman anglais, belle,franche, passionnee, incarnation de l a dignite feminine. II declare aussi que les heroines de Galsworthy ont des t r a i t s communs; " l a violence avec laquelle 1'amour les s a i s i t ( peu de romanciers ont plus use du coup de foudre que Galsworthy), l e don eomplet d'elles-memes, et l a franchise." II regrette cependant que Galsworthy obeisse tres souvent a. l a stupide t r a d i t i o n qui veut que, dans le roman anglais, l a femme i n f i d e l e ou capable de l' e t r e , s o i t frangaise, ou a i t au moins un de ses deux parents frangais." (II f a i t a l l u s i o n a. Annette, l a femme de Soames Forsyte.) M. Bellessort continue;"Mais Galsworthy, s ' i l doit beaucoup a, nos romanciers,qu'il a lus de tout pres, ne nous aime guere et a commis envers nous de plus regrettables inconvenances." , 3 Me. Ba i l l o n de Wailly, en discutant Galsworthy comme peintre d'amour, f a i t une observation assez interessante a. ce sujet. II irouve surprenant que chez le romancier qui a 1. La Nouv.Kev.Fr.I.19,1922.p.639."Galsworthy" A. Thibaudet 2. Correspondant,le 10 jan.l933.p.l23. "Galsworthy" Bellessort 3. Revue Politique et litteraire,1933.p.408. "John Galsworthy" L. B a i l l o n de Wailly. 3 b su p!n!trer s i avant dans l e s coeurs f!minins, "1'amour maternel, qui y prend rang tout de s u i t e apres 1'amour et peut l e l u i disputer en complexite, n ' a i t que rarement retenu I n a t t e n t i o n de ce p e i n t r e de nuances tout design!, s e m b l a i t - i l , pour l ' e t u d i e r . " Bien que Galsworthy s o i t r e a l i s t e et o b j e c t i f dans l a peinture de ses personnages, l e s Frangais remarquent chez l u i , comme chez Conrad, une s i n c e r i t e et une humanit! de sentiment qui donnent a son oeuvre un a t t r a i t puissant. 1 M0 G i l l e t , i l est v r a i , en commentant The S i l v e r Spoon, r e g r e t t e 1'absence de s p i r i t u a l i t ! , et ajoute " q u ' i l est d i f f -i c i l e d'imaginer des ames plus denuees de v i e r e l i g i e u s e . " Mais l a plupart des c r i t i q u e s louent l e ton des romans de Galsworthy. Sa p i t i e tendre et comprehensive pour 1'humanit! souffrante l e u r r a p p e l l e Dickens. l i s aiment sa tendresse d'autant plus qu'elle est toujours d i s c r e t e et v o i l ! e , et qu' e l l e ne tombe jamais dans l a s e n t i m e n t a l i t ! q u ' i l s abomin-ent particulierement chez l e s romaneiers britanniques. Une autre chose que l e s Francais trouveni? sympathique chez Galsworthy, e'est l a poesie de son oeuvre. "Poete", 2 d!clare. Marcel Thiebaut, " i l a aim! l e s hommes et l a nature, et a su t i r e r des etres et des paysages cette v i e mysterieuse et fr!missahte sans l a q u e l l e l e monde semble morne et f a s t i d -i eux." On c i t e comme admirables sa d e s c r i p t i o n poetique de l a v i e i l l e s s e dans L'Fte de l a Sa i n t - M a r t i n d'un Forsyte., et ses innombrables peintures pathetiques de l a tragedie du coeur. 1.Revue des 2 Mondes, l e 1 jan,19g7. The S i l v e r Spoon -John Galsworthy, Luuis G i l l e t 2.1a Revue de P a r i s , l e 1 avril,19SS."Galsworthy" Marcel Thi!baut. 37 Mais lorsque Galsworthy contemple l a nature e x t e r i e u r e , on est plus enthousiaste encore. Les Frangais sont frappes de ce sentiment a n g l a i s de l a nature, f r a i s , puissant et poetique, s e n s i b l e dans tous ses l i v r e s . " C e t amour de l a nature.'/ 1 declare Edmond Jaloux 8 "comme i l baigne delicieusement 1'oeuvre de John Galsworthy]" A 1'opinion des c r i t i q u e s d'Outre-Manche, Galsworthy se montre grand romancier aussi par sa composition et par son s t y l e . Sous ce rapport, d i t - o n , i l ressemble aux romanciers f r a n g a i s . Comme eux, i l s a i t organiser un s u j e t . Chaque oeuvre est severement c o n s t r u i t e et s a t i s f a i t a. toutes l e s exigences de composition, de sob r i e t e e.t d'harmonie. Ses romans n'avancent pas au hasard, et i l s n'ont pas"cet a i r de vraisemblance decousue s i frequent dans l a l i t t e r a t u r e 2 b r i t a n n i q u e . " Chez l u i l a composition est logique, et l e s d i f f e r e n t e s parities repondent a un p l a n bien d e f i n i . . Dramaturge, i l a donne a. ses romans un mouvement et une n e t t e t ! d'action, et i l a b i e n t r a i t e l e s vastes scenes 1 e s s e n t i e l l e s . M. Jaloux est d'avis que "ses l i v r e s se developpent sournoisement ou brutalement de maniere a. a b o u t i r a deux ou t r o i s c o n f l i t s dramatiques, apres lesquels nous sommes entierement f i x e s sur l e s personnages, et nous n'avons plus r i e n a, apprendre d'eux. C'est l a methode de tous l e s maitres. Galsworthy en est un, et non des moindres." Son souci du s t y l e est d'autant plus admirable, trouvent l e s c r i t i q u e s , q u ' i l est assez rare chez l e s romanciers X.La Hevue De P a r i s , l e 1 dec.1932.p.672."Galsworthy" E. Jalotix 2.Mercure de Prance, l e 1 jan.1923. p.112. "John Galsworthy et Quelques Auteurs Frangais" Leon iemonnier. b r i t a n n i q u e s . Le s t y l e de Galsworthy est u n i , l i m p i d e , t r e s e l a s t i g u e , et qui s ' adapte a des f o n c t i o n s t r e s d i v e r s e s . 1 • • • • Edmoud Ja loux e r o i t que ce s t y l e r a p i d e , c u r s i f , p l e i n d ' i n t e r j e c t i o n s et d ' a l l u s i o n s r e p r o d u i t l e s mouvements memes, l e s saceades et l e s soubresauts de l a p a r o l e i n t e r -i e u r e . " I I est p e u t - e t r e d i f f i c i l e pour l e s F r a n g a i s , h a b i t u e s aux developpements l o g i q u e s et aux a r t i c u l a t i o n s du grand s t y l e c l a s s i q u e , mais i l es t extremement h a b i l e a rendre l e s v a r i a t i o n s memes de l a v i e . " En t o u t , Galsworthy est cons idere en France comme un t r e s grand a r t i s t e . I I a gagne 1 ' a d m i r a t i o n de tous l e s 2 c r i t i q u e s , et M. A l b e r t Thibaudet resume comme s u i t l e s q u a l -i t e s e s s e n t i e l l e s de son g e n i e : "une e x t r a o r d i n a i r e d e l i c a t -esse de touche ; une v i e t r e s in tense obtenue par l e s moyens l e s p l u s economiques, par l e s s i gnes l e s p l u s d i s c r e t s de l a v i e i n t e r i e u r e ; et f ina lement une i r o n i e ou i l n ' y a pas un g r a i n de mechancete et qu i se confond d ' u n p o i n t de vue f i n a l , avee l a p l u s ju s t e c l a i r v o y a n o e . " 1 .1a Revue de P a r i s . l e 1 dec .1952 .p .672 . "Ga l sworthy" E . j a l o u x . 2 . 1 a Houve l l e Revue F r a n g a i s e , T . 1 9 , 1 9 2 2 . p . 6 2 9 . "Ga l swor thy" A l b e r t T h i b a u d e t . H. G « WELLS H.GS-.Wells, • comme Galsworthy, est l e c r i t i q u e du v i e i l ordre moral et s o c i a l de 1'Angleterre. Tous l e s deux sont impitoyables a des prejuges reconnus depuis longtemps pour t e l s , mais a 1'opinion des Frangais, l a hardiesse de Wells est moins a r i s t o c r a t e , moins d e l i c a t e et scrupuleuse que c e l l e de Galsworthy. Comparee a l a sienne, e l l e a "je ne sa i s 1 c[Uoi de carre, de l o u r d et de vaniteux." Tout de meme l'audace de Wells donne a. penser, et c'est pour c e l a que nos v o i s i n s l e l i s e n t . Wells n'est pas seulement c r i t i q u e , i l aime a u s s i a. suggerer l e s remedes. I I p l a i d e l a grande cause du progres et veut recreer l e monde. I I s a t i r i s e l e s s u r v i v -ances de l'ancienne Angleterre oligarch!que, ses t r a d i t i o n s , ses croyanees, et t i e n t a l e s remplacer par l e socialisme organisateur. Ses l i v r e s f o u r m i l l e n t d ' i d l e s nouvelles qui impressionnent l e s Frangais. Meme s i quelques-uns de ses l e c t e u r s r e g r e t t e n t l e s h i s t o i r e s raerveilleuses de sa prem-i e r e maniere, et trouvent un peu ennuyeux ses romans a. these, i l y en a "beaucoup qui aiment l e s c r i t i q t i e s c l a i r v o y a n t e s et profondes, l e s apergus ingenieux et l e s r e f l e x i o n s s u b t i l e s de ses oeuvres s o c i a l e s . S M. Andre C h e v r i l l o n declare que l a hardiesse i n t e l l e c t -u e l l e de Wells est toute f r a n g a i s e , et de f a i t toutes ses sympathies vont a, l a France. I I ajoute que Wells est l e plus 1. Revue P o l i t i q u e et Litteraire,1920.p.696 "Galsworthy" B e l l e s s o r t . 2. La Revue de P a r i s , l e 1 jan, 1910. "H.G.Wells" A. C h e v r i l l o n 40 moderne, c'est a d i r e l e moins Anglais des A n g l a i s , car chez l u i 1'element i n t e l l e c t u e l aaeheve de tuer 1'element ethnique. 1 I I est absolument exempt de prejuges et de cant. M. C h e v r i l l o n l'e contraste avee K i p l i n g . "Entre l'un et 1'autre" , d i t - i l , "quelque chose est survenu, cette guerre du Transvaal. On a f i n i par comprendre en Angleterre que, dans l a l u t t e moderne des nations pour 1'existence, l e s b a t a i l l e s ne se gagnent plus seulement, comme Waterloo, sur l e s champs de c r i c k e t d'Eton, et que l e s mathematiques ont l e u r s a p p l i c a t i o n s . " Par consequent, tout ce que K i p l i n g a celebre orgueilleusement, l e s idees a n g l a i s e s , l e s coutumes a n g l a i s e s , l ' e c o l e anglaise, 1' e g l i s e a n g l a i s e , "toutes l e s puissances qui agissent sur l e s hommes de son pays pour l e s marquer uniformement de 1'energique et s i n g u l i e r e empreinte a n g l a i s e " , Wells l ' a p r i s pour objet de ses s a t i r e s , et en a suggere un remede. M. C h e v r i l l o n termine en declarant qu'un etranger se f e l i c i t e que dans l'arene l i t t e r a i r e l e s deux causes aient pour cham-pions un K i p l i n g et un Wells, Parmi l e s romans sociaux de Wells qui semblent a v o i r f a i t l a meilleure impression en Prance sont Tono Bungay, Kipps, Mr. B r i t l i n g Sees I t Through, Love and Mr. Lewisham,  Joan and Peter et Le Monde de Wm, Clissold,On parle de 1' admirable Tono Bungay, ou. se me le n t harmonieusement roman d'aventures, roman d'amour, e t " t h e o r i e s p o l i t i c o - s o c i a l e s . Cette s a t i r e de 1'Angleterre i n d u s t r i e l l e d'aujourd'hui se f a i t l o uer par l e s Frangais non seulement parce q u ' i l l e u r l . L a Revue de P a r i s , l e 15 fev.1908. "Rudyard K i p l i n g " Andre S h e v r i l l o n . 41 p a r a l t un des plus remarqualles tableaux d*ensemble d'un pays, mais aussi q u ' i l est bien compose. M. Legouis et M. Gazamian declarent que ee l i v r e et Kipps sont sans doute ses m e i l l e u r s romans. "Ce sont d e s l i v r e s e c r i t s d'une seule impulsion qui en portent a l e u r denouement; 1'action, sans etre resserree au dela. de ce que $>ermet l a v i e , y a son u n i t e . Une verve et une ardeur i n t e l l e c t u e l l e egales l e s ont concus et r e a l i s e s . " A i l l e u r s on reproche souvent a Wells une ener-gie i n t e r m i t t e n t e et un manque de c o n t i n u i t e du sujet et de l a c o n v i c t i o n . Mr. B r i t l i n g Sees I t Through ( M. B r i t l i n g Y Voit G l a i r , ou M. B r i t l i n g Y A s s i s t e du Commencement a. l a F i n ) , in t e r e s s e l e s Frangais parce q u ' i l expose 1 ' a n t i m i l i t a r i s m e de Wells, et "des l o r s son pacifisme t r e s p a r t i c u l i e r va devenir l a 2 p i e r r e angulaire de sa metaphysico-politique." I I l e s in t e r e s s e aussi comme document de l a grande guerre. M« Davray declare "que ce l i v r e de Wells sera i n f i n i m e n t precieux pour quiconque s'interesse a. 1 'Angleterre et veut connaltre l e fonctionnement intime des rouages qui ont amene l a transform-a t i o n a c t u e l l e . I I faut l e l i r e avec ses defauts, avec ses er r e u r s , mais avec toutes ses remarquailes q u a l i t e s de pe n e t r a t i o n , de jugement, de c r i t i q u e implacable. I I p a r a i t r a confus, d i f f u s , t o u f f u ; i l sera par i n s t a n t f a t i g a n t et rebutant, mais l a recompense est appreciable pour ceux qui auront lei. perseverance d ' a l l e r jusqu'au bout." •1.Legouis et Cazamian, " H i s t . de l a l i t t . Ang. "1924. p. 1245 2.Mercure de France,le 15 mars,1927VWelis et Diderof'Arnaua Pandieu 3»Mercure de France, l e 1 mai,1917. "Mr. B r i t l i n g Sess I t Through" Henry Davray. 42 Autre roman, artistiquement i n l g a l , mais dont l a matiere est toute p e t r i e de pensee, est Jeanne et Pierre« 1 "Ee cherchons pas dans ce l i v r e , " d i t Louis Cazamian,"de merites d i s t i n g u e s et sobres, de f i n e s demi-teintes; mais trouvons-y une r i c h e g a l e r i e de f i g u r e s s o u i a l e s , de suggestives evocations h i s t o r i q u e s , et un perpetual j a i l l i s s e m e n t d'idees." I c i Wells c r i t i q u e 1»enseignement des ecoles anglaises et nos v o i s i n s trouvent que ses i d l e s sur 1'education sont aigne-s 2 t r e s ^ d ' a t t e n t i o n . Le commentaire de M. Charles V. Langlois exprime l e u r a t t i t u d e . " I I s e r a i t f a c i l e " d e c l a r e - t - i l , "de s'amuser au depens d'un rlformateur dont 1 ' e r u d i t i o n est eourte et 1'imagination souvent b i z a r r e . Mais au cours de sa revue rapide des grands problemes generaux de 1'education, i l a p l a n t ! , pour a i n s i d i r e , une s e r i e de clous commodes ou accrocher nos r e f l e x i o n s : c'est l a p r i n c i p a l e o b l i g a t i o n qu'on l u i a. Accessoirement, nous l u i en devons une autre, dans ce p a y s - c i . Une mode s'est declaree, depuis quelques annees en Prance, qui tend a, porter aux nues l 1 education a n g l a i s e , ecole de m o r a l i t e , ecole de l i b e r t e , ecole de v i r i l i t e , d'energie, et de volonte. Contre l e s exagerations de cette mode, l e s l i v r e s de 1'Anglais w e l l s , e c r i t s dans un e s p r i t tout a. f a i t sympathique a. notre temperament n a t i o n a l , sont l e remede s p e c i f i q u e . " Autre probleme s o c i a l qui a absorb! H.G-. Wells est l e feminisme et l a question s e x u e l l e . I c i encore, l'audaee avec 1. Kevtie P o l i t i q u e et L i t t e r a i r e , 1919.p.340."Jeanne et P i e r r e " H.G-.Wells--Louis Cazamian. 2. Revue de P a r i s , l e 15 fev.1905."Les I d l e s de H.G-.Wells sur 1'Education" Charles V. langlois.p.764. l a q u e l l e i l , a I t u d i e ces choses a t t i r e l e s F r a n g a i s . Q u ' i l cheque l e s P u r i t a i n s b r i t a n n i q u e s avee son attague de toute s l e s i d l e s a n g l a i s e s concernant l a c o n d i t i o n de l a femme, l e u r p l a i t , sans doute . Parmi ses d i s c u s s i o n s de 1'amour et du sexe Ann V e r o n i c a , Mar iage , et l e s Amis P a s s i o n a l s , l e s i n -t ! r e s s e » 7 1 e p l u s , et l o v e et M. Lewi sham l e s etonne un peu . " P e u t - e t r e seulement p l u s d 'un l e c t e u r a u r a - t - i l peine a c r o i r e que c e t t e g rac i euse i d y l l e s o i t 1 'oeuvre de M . W e l l s " , 1 d e c l a r e M. de Wyzewa. De tous ses l i v r e s r e c e n t s , on p a r l e l e p lus souvent en Prance du Monde de Wm. C l i s s o l d , u n roman qu i a I t ! compare a une epopee, et qui rlsume ses autres oeuvres . Comme e l l e s , , , 2 ' i l est domine par l ' i d e e d'une U t o p i e , et M. C h e v a l l e y m a i n t i e n t que c e t t e Utop ie desordonnee, au-dessus de ses c o n v i c t i o n s , r e s p i r e une l o g i q u e de v i e . De p l u s , l e l i v r e i n t l r e s s e par sa pensee d i s p e r s e s et mouvante. "Dans un cadre romanesque, c ' e s t 1 ' e n c y c l o p e d i e du v ingt ieme s i e c l e . On en p o u r r a i t e x t r a i r e , comme de tou t autre l i v r e de W e l l s , p l u s i e u r s t r a i t s de b i o l o g i e , de p l d a g o g i e , de p h i l o s o p h i e et des s c i e n c e s d ' l conomie p o l i t i q u e et sociale 1 . ' A i n s i v o i t - o n que l e s c r i t i q u e s f r a n g a i s apprec ient Wel l s pour l a r i c h e s s e de ses i d l e s et pour son i n t e l l e c t -ua l i sme h a r d i . Comme a r t i s t e , on l u i reproche b i e n des d l f a u t s de forme et de s t y l e . On a t r o p souvent l e sent iment , d i s e n t nos v o i s i n s , que ses romans ont I t ! e c r i t s hativement ou comme a l a machine, l a d i f f u s i o n et l a l e n t e u r d u l r e c i t 1. Revue des 2 Mondes , l e 15 aout ,1900 . "Une I d y l l e A n g l a i s e , ' l o v e et M, Lewisham * " , T . de Wyzewa. 2 . Revue de P E r i s , l e 1 mars ,1927 ,p .167 . " H . G . W e l l s et son D e r n i e r L i v r e " , A b e l C h e v a l l e y , deplaisent a. un Frangais e p r i s d'unite et d'harmonie. On trouve que l e s romans sont encombres de menus in c i d e n t s i n u t i l e s , et d ' a l l u s i o n s a des a c t u a l i t e s promptement oub-l i e e s . l e s t y l e n'en est pas distingue non plu s . Mais l a vigueur c e n t r a l e de l a pensee y donne une force entrainante et un mouvement. 0omme psychologue, Wells n'a pas mieux r e u s s i , pour l a p l u p a r t . l e s Frangais trouvent que 1'i n t e r e t des caracteres v a r i e beaucoup. l e s femmes et l e s jeunes f i l l e s sont d'un ordre i n f e r i e u r , car Wells ne semble pas avo i r une connaissance t r e s profonde du coeur humain et surtout du coeur feminin. I I manque de l a f i n e s s e et de l a penetration d'un Galsworthy. Tout de meme, on admire quelques personnages comme Kipps et Mr. P o l l y . "Ce sont des f i g u r e s frappantes qui temoignent '• ' t 1 d'une f a c u l t e de c r e a t i o n admirable, dans ses l i m i t e s . " Mais sans sa puissance i n t e l l e c t u e l l e , sans ses richesses d'observation et de pensee, Wells ne s e r a i t guere connu en France. On l u i pardemne facilement ses defauts l i t t e r a i r e s et a r t i s t i q u e s pour j o u i r pleinement de ses volumes v i f s , a l e t t s , 1 remplis de verve et d'idees neuves. M. leg o u i s et M. Cazamian en sont tites enthousiastes. l i s declarent "Ce qu'un Balzac, un Zola avaient f a i t en France, Wells l e r e f a i t en Angleterre, avec moins de genie que 1'un ou 1'autre, une p r i s e sur l a psychologie des i n d i v i d u s moins f o r t e et sure que c e l l e du premier, une i n t u i t i o n de l a psychologie des groupes moins puissante que c e l l s du second, mais avec un sens sociologique plus p r e c i s que c e l u i de tous &eux." i . l e g o u i s et Cazamian,"Hist.de l a L i t t . A h g . " 1924.p.1246, et p.1243. 4 0 ( i i i ) AUTRES EQRIVAINS DE I'HEURE PRESENTS Parmi l e s . a u t r e s romaneiers r e a l i s t e s qui ecrivent en ce moment G.K.CHESTERTON interess e l e s Frangais surtout a cause de son t r a d i t i o n a l i s m s . I I exprime l a n o s t a l g i e d'une soeiete plus a u t o r i t a i r e , plus humaine et plus p i t t o r e s q u e . C'est l e champion de 1'orthodoxie; i l emploie ses paradoxes a l a defense des i'dees t r a d i t i o n n e l l e s . "Et toute-f o i s s i nous autres Frangais eprouvons quelque gene devant son 1 e n t r a i n " , declare M. Legouis, "nous n'avons pas a craindre avee l u i l e s impietes p a t r i o t i q u e s de Bernard Shaw. Nous nous sentons rassures par une entiere conformite de vues et de sentiments sur tows l e s points e s s e n t i e l s . l u i et nous avons memes amis et memes ennemis, memes amours et memes haines." Mais l e t r a d i t i o n a l i s m s est assez rare de nos jours, st l a plupart dss romaneiers contemporains sont des r e v o l t e s et des c r i t i q u e s a l a maniere de Galsworthy et de Wells. De tous ces r e a l i s t e s "beaucoup en ont psnetre sn France, mais ceux qui jouissent de l a m e i l l e u r e r e p u t a t i o n sont psut-etre J.D. Bers s f o r d , Frank Swinnerton, Richard Aldington, et Aldous 2 Huxley. En discutant 1'oeuvre de J.D. BERESFORD, Abel Chevallsy s s t t r e s enthousiaste. I I d s c l a r e : " 8 ' i l f a l l a i t designer entre l e s romaneiers de l a jeune generation non l e plus h a b i l e , mais l e plus egalement pourvu de cette ' i n t e l l i g e n c e ' et de cette imagination de l a v i e qui font l e s bons e c r i v a i n e de 1. Revue des 2 Mondes,le 15 mai,1916."La Guerre Vue par l e s E c r i v a i n s A n g l a i s " E. Legouis. 2 . "The Modern E n g l i s h Novel", Abel Chevalley 1930. f i c t i o n , i l . est probable que je c h o i s i r a i s J . D . B e r e s f o r d , I I ne cherche p o i n t a. s ' e n f a i r e a c c r o i r e mais i l s a i t et sent ce q u ' i l e c r i t . On devine q u ' i l a s o u f f e r t , v e c u ; mais i l ne ve r se jamais dans l a s e n t i m e n t a l i t e . i l ne court pas apres l ' e f f e t ; i l est sans remin i scences l i t t e r a i r e s . " .FRANK SWINNERTON est c e l e b r e en France sur tout par son l i v r e Noc turne . On p a r l e de l a poes ie r e a l i s t e de ce roman, de son i n t e n s i t e et de 1 ' u n i t e tomale . "Ce ou i es t remarcmable 1 d i t G a b r i e l M a r c e l , " c ' e s t que 1 T e x a c t i t u d e i m p i t o y a b l e avec l a q u e l l e sont r e t r a c e s l e s mouvements tenus de l ' ame de deux soeurs se e o n c i l i e pour tant avec une sor te de l y r i s m e . " RICHARD ALDINGTON a gagne sa renommee en France en tant q u ' i n t e r p r e t e du boulevereement et de 1 ' i n q u i e t u d e de 1 ' A n g l e t e r r e d ' apres q u e r r e . On 1 'a aecepte comme un des ec-r i v a i n s l e mieux doues de l a jeune g e n e r a t i o n . Son roman Mort d ' u n E e r o s , l e u r semble p a r t i c u l i e r e m e n t f r a p p a n t , a, cause de son attaque de 1 ' h y p o c r i s i e bourgeoise et de son r e c i t v e r i d i q u e et emifcuvant de l a g u e r r e . ALDOTJS HUXLEY, eependant, est p e u t - e t r e l e p l u s i l l u s t r e des " j e u n e s " , a, l ' o p i n i o n des c r i t i q u e s f r a n g a i s . Ses oeuvres sont en meme temps t r e s i n t e l l i g e n t e s et t r e s c a p t i v a n t e s , combinai son qui l e u r p l a i t excess ivement ; et s i l ' o n t rouve quelques defauts dans ses romans - un manque d 'eaan et q u e l que chose de c o n t r a i n t et de g l a c e , a. ce t te mode i n t e l l e c t u e l l e de 1925 - on c r o i t q u ' i l changera avec sa g e n e r a t i o n . De tous ses l i v r e s l e s F r a n g a i s p r e f e r e n t 1. La Nouve l l e Revue F r a n g a i s e , T . 2 4 , 1 9 2 5 . p . 1 0 7 5 . Nocturne Frank Swinnerton, G a b r i e l M a r c e l . 47 eontrepoint. On .sentient que c'est un des romans l e s plus remarquables qui aient s u r g i en Angleterre d'apres guerre. On admire 1 ' o b j e c t i v i t e et l a domination du sujet que 1'auteur a t t e i n t . On commente aussi sa vaste portee, son tableau s i l a r g e et s i comprehensif de l a v i e quotidienne de t r o i s ou quatre f a m i l i e s et de p l u s i e u r s i n d i v i d u s dans l e Londres du 1 vingtieme s i e c l s . G a b r i e l Marcel declare que"c'est v r a i -semblablement l e chef d'oeuvre de cette l i t t e r a t u r e p l u r a l i s t e dont on trouve tant d'amorces ou meme d'ebauches chez nos e c r i v a i n s l e s plus audacieux, et je p e r s i s t e a penser que c'est un ouvrage plus s i g n i f i c a t i f et artistiquement plus acheve que Les Faux-Monnayeurs eux-memes, I I me p a r a i t evident que l a richesse sinon d'invention, du moins d'observation, et davantage encore l a puissance de e a r a c t e r i s a t i o n i n d i v i d u e l l e et vivante des etres est t r e s superieure dans Contrepoint a ce qu'elle est dans Les Paux-Monnayeurs Comme psychologue done, l e s •Frangais n'ont r i e n a l u i reprocher. Son analyse est precise et minutieuse, et s i nombreux que soient l e s caracteres, chacun l e u r p a r a i t i n d i v i d u e l . " I l s font une g a l e r i e curieuse des types et des 2 modes i n t e l l e c t u e l s de 1925." l e s Frangais louent aussi l a miraculeuse c l a r t e d'exposition et 1'humour exquis de Huxley. Mais cet humour ne tombe jamais dans l e comique mecanique ou versent p a r f o i s un Dickens ou un Thackeray, 1 declare G a b r i e l Marcel. L ' i n t e l l i g e n c e l e sauve de ces exces. Et " i l y a dans Contrepoint des s i l h o u e t t e s et des "T.h'Europe Houvelle,le 80 aout,1950.Contrepoint,A.Huxley. G a b r i e l Marcel 2.Revue de P a r i s , l e 1 sept.1934.p.145."Aldous Huxley" Maurice Lanoire. 48 episodes d'une d r o l e r i e vra iment i r r e s i s t i b l e , mais qui se fondent dans un des 'ensembles ' l e s p l u s r i c h e s et l e mieux o r c h e s t r e s , une des symphonies l e s p l u s l i b r e s et l e s p l u s a g i l e s qui a i e n t ete congues dans 1 ' o r d r e de l a f a n t a i s i e romanesque." Et comme i l en est de tous l e s romaneiers q u ' i l s admirent , l e s F r a n g a i s se p l a i s e n t a s i g n a l e r un c a r a c t e r e f rappant de l a pensee et de 1 ' e x p r e s s i o n de Huxley qui es t l e u r c a r a c t e r e 1 f r a n g a i s . Maur ice l a n o i r e f a i t v o i r que " c ' e s t un des p l u s b r i l l a n t s r e p r e s e n t a n t s modernes d'une r e g i o n de c u l t u r e et de l i t t e r a t u r e qu 'on p o u r r a i t appe le r 1 ' A n g l o - F r a n c e , et qui est. b i e n anc ienne , car e l l e e x i s t a i t des l e temps de Chaucer e t de F r o i s s a r t . i l es t d i f f i c i l e de d i r e en e f f e t a que l p o i n t l a l angue , l e genie et l a s e n s i b i l i t ! de l a France s ' i n s i n u e n t dans tout ce que pense, sent et e c r i t H u x l e y . Et • Huxley ne s ' e s t pas c o n t e n t ! de c a p t u r e r 1 ' e s p r i t f r a n g a i s ; i l y a a j o u t ! 1 ' e s p r i t g a u l o i s . " 1.Revue de P a r i s , l e 1 s e p t . 1934.p . 145'.'Aldous Huxley" Maurice l a n o i r e . CHAPITRE I I I * m ROMAN RE Gi-I ONALI ST E ( i ) L'ANGLETERRE  THOMAS HARDY R e a l i s t e et r e v o l t ! , comme Galsworthy et Wells, Thomas Hardy a in t e r e s s e l e s Frangais; mais c'est surtout en tant que romancier r e g i o n a l i s t e q u ' i l l e u r a p l u . l i s font 1' eloge de son realisme, qui l e u r r a p p e l l e l e natural!sme f r a n g a i s , i l s l e f l l i c i t e n t de sa r ! a c t i o n contre une p h i l -osophie v i c t o r i e n n e trop aisement s a t i s f a i t e d'elle-meme, mais i l s l e louent partiaulierement de sa peinture vivante de son pays n a t a l de Wessex. L ' a l l u r e de l a d e s c r i p t i o n et de 1' evocation du d!cor est c e l l e d'un poete, declarent l e s c r i t -1 iques f r a n g a i s . Eirmin Roz d i t q u ' i l "connait l a nature comme un paysan, l a v o i t comme un a r t i s t e , l a t r a d u i t comme un poete." Et dans ces romans provinciaux, l e paysan joue l e "beau r o l e et exprime l'ame de Wessex. Hardy l e trouve t r e s sym-pathique, et souvent i l l a i ^ s e commenter l e s !v!nements par un de ces philosophes v i l l a g e o i s . De la. v i e n t l a plupart de;l !humour de ses romans. I I connait parfaitement ces personnages r u s t i q u e s , et M. Joseph Aynard, qui a consacr! 1. Revue des 2 Mondes,le 1 juillet,1906."Thomas Hardy" Eirmin Roz. 2 . Revue de P a r i s , l e 1 j u i l l e t , 1903.p.98."Thomas Hardy" Joseph Aynard. 49 50 une etude a ce s u j e t , declare que "comme i n t e r p r e t e du paysan dans l e roman, Hardy a f a i t une t e n t a t i v e nouvelle en Anglet-erre et a l a q u e l l e r i e n en France non pl u s , croyons-nous, ne peut-etre exactement compare."M. Aynard soutient que Hardy d i f f e r s des Frangais qui ont d e c r i t l e paysan. I 1 A n g l a i s p a r l e des gens de chez l u i et ne va pas l e s chercher comme Georges Sand et Lamartine. Hardy aime l e s paysans, Balzac et Zola ne l e s aimentapas, A u s s i , chez ces d e r n i e r s , l a couleur l o c a l e , e s s e n t i e l l e au roman rustique d'apres Hardy, est presque absente, l e s paysans de Hardy sont des personnages, ceux de Maupassant ne sont que des esquisses de l a Hormandie, M. Aynard ajoute que l e s r e a l i s t e s f r a n g a i s sont des a r i s t o c r a t e s qui n'ont pas p r i s l a peine de f a i r e quelque 'chose de plus que l'|tude des gestes et des f i g u r e s , A i n s i l e paysan est r e s t ! dans l a l i t t ! r a t u r e frangaise comme "un etranger qui peut e x c i t e r l a c u r i o s i t ! et l ' i n t ! r e t mais non pas a t t i t e r l a sympathie," Peut-etre;; continue M, Aynard, que l e s paysans fr a n g a i s sont d i f f ! r e n t s des paysans a n g l a i s , Ceux-oi sont des d!pendants et des humbles, ce que l e s paysans f r a n g a i s , prop-r i e t a i r e s du s o l , ne sont guere. " I l s n'ont pas cette apret!, n i cette mefiance inn!e des notres", d i t l e c r i t i q u e f r a n g a i s , "car i l s n'ont pas grand'chose a gagner n i a perdre," Comme psychologue done, Hardy i n t ! r e s s e nos v o i s i n s , I l s trouvent admirables l e s personnages comme Mgory Venn et Ga b r i e l Oak, des f i g u r e s d'une grandeur t r a n q u i l l e et d'une douce et in ! b r a n l a b l e !nergie, "des s o l i t a i r e s qui sont en contact perp!tuel avee l a nature," Ses h!roines aussi l e s 51 frappent. E l l e s sont complexea, vaniteuses, adorables, seduisantes, eapricieuses et completement humaines. Et surtout ce sont des femmes, ce qui est assez rare dans l a l i t t e r a t u r e 1 b r i t a n n i q u e , declarent l e s Frangais. M. Fir m i n Roz remarque que "Tous l e s romaneiers a n g l a i s , a. l a d i f f e r e n c e des notres, qui mettent en scene de preference et presque exclusivement des femmes, aiment a. nous representor des jeunes f i l l e s . Hardy met aux p r i s e s dans ce duel ou s'opposent l e s sexes, l e coeur de l'homme et l e coeur de l a femme, nes pour s o u f f r i r selon l a l f c i de l e u r tragique d e s t i n . " A i n s i Hardy n ' l t u d i e pas 1'amour romanesque, mais p l u t o t l a passion. Et par la. a u s s i , d i t M. Roz, son oeuvre se distingue avee un s i n g u l i e r r e l i e f des autres productions du roman a n g l a i s . l e s grands romaneiers britanniques n'ont pas cherch! dans l e s troubles du coeur n i dans l e s f a t a l i t e s de l ' i n s t i n e t l ' i n t e r e t supreme de l e u r s tableaux de l a v i e . "Sauf de rares exceptions, l a l i t t e r a t u r e romanesque de 1'Angleterre f a i t a. l a passion une part assez r e s t r e i n t e qu'elle e s t , chez nous, demesuree." l a philosophie de Hardy in t e r e s s e l e s Frangais egalement. I l s aiment son o r i g i n a l i t e et son refus d'etre un representant de l'optimisme qui est " l a v e r i t a b l e r e l i g i o n o f f i e i e l l e de 1'Angleterre." Part out dans ses romans i l s remarquent l ' e t r e humain qui apparait absorbe et ecrase par une force superieure, c e l l e de l a nature et c e l l e du hasard i n d i f f e r e n t ou hostile..' 1'auteur f a i t s u r g i r sans cesse, l ' i r o n i e dramatique de nos d e s t i n i e s . Et cette impression du tragique de l a v i e , M. Roz l e considere d'abord et par-dessus tout l ' a r t du romancier. 1.Revue des 2 Mondes,le 1 juillet,1906."Thomas Hardy" F.Roz. 52 " l e s s u j e t s " , d i t - i l , " s o n t c h o i s i s de maniere a mani fe s te r l a l u t t e des personnages contre l a f a t a l i t e " . Par consequent, i l y a dans son oeuvre "une s i m p l i c i t e grandiose qui r a p p e l l e l e t h e a t r e g r e c . " Cet aspect monumental dans sa s i m p l i c i t e impress ionne; l e s F r a n c a i s et i l s sont presque t ente s d ' o u t l i e r ses d ! f a u t s « I l s l ' a c c u s e n t p a r f o i s de l ' a b u s du romanesque. I l s t rouvent q u ' i l tombe t r o p souvent du drame dans l e melodrame- et q u ' i l y a t r o p d'arrangement des c i r c o n s t a n c e s . l e s c r i t i q u e s sentent q u ' i l compose avec e f f o r t . Comme s t y l i s t e egalement, on ne peut pas l e l o u e r . Mais a. l a longue , l e s Psanca i s l u i pardonnent ees manques de gout et ces defauts a r t i s t i q u e s . Son toessex est v i v a n t , et i l est douteux que sa v i s i o n e p i -que de l a t e r r e et du paysan s o i t depassee. # # • # : # Deux autres romanciers "br i tanniques , p e i n t r e s de l a v i e paysanne, ont a t t i r e 1 ' a t t e n t i o n des F r a n g a i s . Ce sont John Cowper p'owyset Mary Vvebh. Les o p i n i o n s de 1 'oeuvre de POwYS et s u r t o u t de son roman Wolf So lent sont t r e s d i v e r s e s . 1 Marc L o g ! dec l a re que "Powys est un p e s s i m i s t e , qui dans ses t r e s r ! a l i s t e s et t r e s remarquables t ab leaux de l a v i e r u s t i q u e a n g l a i s e moderne, se r ! v e l e l e digne c o n t i n u a t e u r du grand Thomas H a r d y . " Ses paysans sont d i f f e r e n t s de ceux f>a.s de Hardy, d i t l e c r i t i q u e . I l s ne p o s s e d e n t A l a meme grandeur i n s t i n c t i v e , qui l e u r permet d ' a t t e i n d r e aux conf in s du 1.Revue P o l i t i q u e et L i t t ! r a i r e , l e 3 s e p t . , 1 9 2 7 . " T r o i s Roman-c i e r s A n g l a i s "Contemporains" Marc L o g ! s u b l i m e ; i l s sont s e n s u e l s , s t u p i d e s , p e u genereux et c r u e l s . Tout de meme, M. Lege est conva ineu que l a connaissanee que Powys r e v e l e de l a p s y c h o l o g i e paysanne est j u s t e , p r o f o n d e , et en somme, e x t r a o r d i n a i r e , 1 2 M, B e l l e s s o r t et M, M a r c e l , au c o n t r a i r e , ne eomprennent pas l ' enorme re ten t i s s ement que wolf So lent a eu en A n g l e t e r r e et en Amerique. I l s admettent q_ue 1 ' o e u v r e est i n f i n i m e n t c u r i e u s e et digne d ' e t r e l u e , et i l s admirent l e c a r a c t e r e l y r i q u e de ses p r i n c i p a l e s scenes , mais i l s n 'approuvent pas l e s elements d i s p a r a t e s du roman, et i l s d e c l a r e n t que l a p s y c h o l o g i e des personnages est d'une maniere g e n e r a l e „ assez a r b i t r a i r e et meme a r t i f i c i e l l e , M. B e l l e s s o r t , d ' a i l l e u r s , n 'a ime guere 1 ' h o r r e u r grotesque du roman, et l a maniere dont l a h i d e u r des p a s s i o n s humaines se detache avee une p r e c i s i o n et une i n t e n s i t e toute p a r t i c u l i e r e contre l e beau et noble f o n d de l a n a t u r e . " I I s ' a g i r a i t de s a v o i r , " c o n c l u t - i l , " s i 1 ' a u t e u r , qu i me semble a v o i r s u b i 1 ' i n f l u e n c e de P r o u s t , a ; :peint des r e a l i t e s ou a f a i t un t a b l e a u de f a n t a i s i e . " Mais s i l e s c r i t i q u e s f r a n g a i s ne sont pas d ' a c c o r d du m e r i t e de Wolf S o l e n t , i l s conviennent tous que Sarn (Prec ious Bane) , l e c h e f - d ' o e u v r e de MARY WEBB, est une des p lus d e l i e -a tes m e r v e i l l e s du roman contempora in , l a t r a d u c t i o n du l i v r e , par M, Jacques de L a c r e t e l l e et Mme. G u e r i t t e se f a i t l u u e r a u s s i comme oeuvre d ' a r t . l e s F r a n g a i s apprec ient sur tout ce r.oman de Mary Webb parce que c ' e s t une oeuvre rust ique- et I C o r r e s p o n a a n t , l e 1 0 s e p t . 1 9 2 7 . p . 7 7 9 , " J . C . r o w y s " A , B e l l e s s o r t . 2 , 1 ' E u r o p e E o u v e l l e . l e 1 9 s e p t . 1 9 3 1 . W o l f So lent Powys— G a b r i e l M a r c e l . 54 p i t t o r e s q u e sans e t re a r t i f i c i e l l e . Et c e c i v i e n t , d i t - o n , non seulement da t r e s beau t a l e n t de l a romaneiere , mais a u s s i du f a i t g u ' e l l e e t a i t elle-meme compagnarde. " E l l e a mis dans 1 Son o e u v r e " , d e c l a r e M. B e l l e s s o r t , "ses impres s ions de p e t i t e paysanne jeune f i l l e , sa v i e dure , ses r e v e r i e s , ses s o u f f -rances s e c r e t e s , car Prue Sarn qui e c r i t ses souveni r s et nous r aconte 1 ' h i s t o i r e , c ' e s t e l l e . Tout a c o n t r i b u e a. s e r v i s son ta lent ja u t i l i s e r sa f r a i c h e u r d ' i m a g i n a t i o n . E l l e a ete l a source meme ou. l e s p l u s v i e u x elements du roman r u s t i q u e , de l a p a y s a n n e r i e , se sont r a j e u n i s , r e n o u v e l e s , r e v i v i f i e s . " Les E r a n c a i s ne t rouvent paesque pas de defamts dans ce t t e i d y l l e r u s t i q u e . On aime l e s p o r t r a i t s f i v a n t s des personnages , l e u r humeur, l a verve et l a v e r i t e de l e u r s d i a l o g u e s ; on f a i t 1 ' e loge de l a f a n t a i s i e magique de l a romaneiere et de son i n t e r p r e t a t i o n poet ique de l a n a t u r e ; on admire son sens dramatique de l a v i e et de 1'amour, de l 'ame et ses problemes . En t o u t , l a Prance conna i t Mary Webb avec rav i s sement . Prue Sarn,marquee de sa n a i v e t e et de quelque rudesse , l e s enchante . On cons idere I s l i v r e comme un c h e f - d ' o e u v r e absolument remarquable , "une espece de don du c i e l , i m p r e v i s i b l e , 2 g r a t u i t . " l . C o r r e s p o n d a n t , l e 1 j u i n , 1931.p . 9. "Mary Vvebb" B e l l e s s o r t g . l i JEurope l o u v e l l e , l e 18 o c t . 1930.Sarn,Mary Vvebb,-Gabriel M a r c e l . ARNOLD BEMETT uh des plus grands romanciers r e g i o n a l i s t e s du v i n g t -ieme s i e c l e , c'est Arnold Bennett. Comme Thomas Hardy i l d e c r i t un coin de t e r r e q u ' i l connait a m e r v e i l l e , mais dans son oeuvre i l ne s'agit pas de l a campagne et de l a v i e des pay sans. C'est p l u t o t l a "bourgeoisie des C&nq V i l l e s q u ' i l p e i n t . I I devient l ' h i s t o r i e n de ce d i s t r i c t des p o t e r i e s en S t a f f o r d s h i r e . A l ' a v i s des Prangais tous ses autres l i v r e s , ses r e c i t s f e u i l l e t o n e s q u e s , ses romans a p e r i p e t i e s , cedent l e pas a. ses chefs-d'oeuvre provinciaux, The Old Wives' Tale , Clayhanger, et H i l d a Lessaways. I I l e u r p a r a i t que dans ces l i v r e s Bennett est inf l u e n c e par l e naturalisme de Goncourt et de Maupassant, et Riceyman Steps l e u r r a p p e l l e Balzac. Le realisme de Bennett, d i t - o n , est minutieux, large et s a i n , et l e s evenements mesquins des humbles existences de ces gens qui l u i tlennent s i pres sont d e c r i t s avec sympathie et exact-1 i t u d e . Maurice Lanoire declare que "ce sont des 'romans-nature,qui montrent des existences dans tout l e deroulement de l e u r c a r r i e r e , dans l e foisonnement de l a v i e quot-idienne." Les Frangais se r e j o u i s s e n t aussi que Bennett joue son r o l e dans l e renouvellement du roman a n g l a i s . I c i , d i t - o n , l e sentimental et l e romanesque, qui sont l a marque de l ' e r e v i c t o r i e n n e , font place a, une representation veridique et exacte, s c i e n t i f i q u e et i m p a r t i a l e , de l a v i e . Bennett b r i s e l e s l i e n s avec l e s croyances du passe. I I aime l a France (sa 1.Revue de P a r i s , l e 1 mai,1931.p.184."Sur l a Tombe d'Arnold Bennett" Maurice Lanoire. 56 femme est Franc;aise ! ) , et i l i n t r o d u i t dans l e roman b r i t a n n i q u e quelques-unes des l i b e r t e s f a m i l i e r e s aux auteurs f r a n g a i s . On f a i t remarquer dans son oeuvre tout un cote sensuel qu 'on n ' e t a i t guere aeeoutume a r e n c o n t r e r dans l e roman d ' O u t r e -Manche. De p l u s , l e s c r i t i q u e s f r a n g a i s l e f e l i c i t e n t de 1 s ' e t r e a f f r a n c h i du d i d a c t i s m e . M. Davray d e c l a r e qu 'en l i s a n t ses l i v r e s "vous voyez f o n c t i o n n e r un des cerveaux l e s p l u s i n t e l l i g e n t s de son epoque, M. Bennett regarde l a v i e , i l l a d i s s eque , i l l a comprend, i l en r e v e l e l e s imple mecanisme et i l se garde b i e n d ' e n t i r e r aueune m o r a l e , " l e s F r a n g a i s l ouent egalement l e s personnages d ' A r n o l d B e n n e t t , ces e t re s moyens, i n s e p a r a b l e s de l e u r ambiance, de c e t t e atmosphere s i p a r t i c u l i e r e des C inq V i l l e s . L ' a u t e u r l e s s u i t dans tout l e u r developpement, et en consequence i l s sont v i v a n t s et profondement i n d i v i d u e l s . On f a i t I ' e l o g e a u s s i de 1 ' e x a c t i t u d e dans l e t o n des d i a l o g u e s , de son hurneur tempere, de l a d r o l e r i e de son o b s e r v a t i o n , et de sa maniere v i v e , a l e r t e et b r i l l a n t e . Son oeuvre , cependant, est f o r t i n e g a l e , t rouvent l e s 2 c r i t i q u e s , E l l e a des l i m i t e s , Maurice l a n o i r e dec l a re que ce qu i manque t o u j o u r s a Bennet t , " c ' e s t ce je ne s a i s qumi d ' a i s e , de d e l i e , de r a c e , qu'exprime not re v i e i l a d j e c t i f ' n e T , que possedent a un s i eminent degre des e c r i v a i n s comme M e r e d i t h et G a l s w o r t h y , " l e g o u i s et Cazamian c r i t i q u e n t l a l e n t e u r minut ieuse de sa methode qui ne va pas sans 1. Mercure de F r a n c e , l e 1 a v r i l , 1 9 2 6 . " A r n o l d Bennet t " Davray 2 , Revue de P a r i s , l e 1 ma i ,1951 ,p ,184 , "Sur l a Tombe d ' A r n o l d Bennet t " Maurice Lanoi ire , 3 , l e g o u i s et C a z a m i a n , " H i s t , de l a l i t t , A n g . " 1924,p ,1257, 57 quelque l u u r d e u r . La c o n e e n t s a t i o n d ' u n Maupassant l u i mahque I l s font v o i r a u s s i que ses romans sont pauvres "et de p o e s i e , et d ' i n t e n s i t e i m a g i n a t i v e , et de nuances et d ' o r i g i n a l i t e p h i l o s o p h i q u e . " Mais en revanche ses romans sont s i n g u l i e r s et p u i s s a n t s , et on est d ' a c c o r d qu'avec sa p e i n t u r e "de l a v i e o r d i n a i r e 1 des gens o r d i n a i r e s dans un m i l i e u o r d i n a i r e " 1 ' e c r i v a i n a n g l a i s a amene a. l a l i t t e r a t u r e une p r o v i n c e dont e l l e s ' en-t 2 r i c h i t prec ieusement . S e l o n M. L a n o i r e , " Bennett a e leve t o u t e une r e g i o n obscure et muette j u s q u ' a l a p l u s e c l a t a n t e , l a p l u s durable r e a l i t e " qui s o i t . I I a reus s i a, donner a une c o l l e c t i v i t e une i n o u b l i a b l e p h y s i o n o m i e . " 1. Revue de P a r i s , l e 15 mai ,1915 . " A r n o l d Bennett " Henry Davray . 2 . Revue de P a r i s , l e 1 ma i ,1931 . "Sur l a Tombe d ' A r n o l d Bennet t " Maurice L a n o i r e . 5 8 ( i i ) L'IRLANDE Presque tous l e s romans qui ont pour decor 1 ' I r l a n d e sont c e r t a i n s d ' e t r e b i e n a c c u e i l l i s en Prance . On aime c e t t e contree charmante et on en veut c o n n a i t r e l e s moeurs et l e s usages . On est conva incu que l e s h a b i t a n t s ont du r a p p o r t avee l e s F r a n g a i s , et en e f f e t , on l e s t rouve beaucoup p lus sympathiques que l e s A n g l a i s . Parmi l e s romaneiers contemporains q u i ont c h a n t ! 1 ' I r l a n d e , l e s c r i t -iques f r a n g a i s s ' i n t ! r e s s e n t sur tout a honn Byrne , a Conal O ' E i o r d a n , a l i a m O ' F l a h e r t y , a George Moore, et a James J o y c e . I l s decdarent q.ue l e s p r o d u c t i o n s de DQNN BYRNE sont b i e n p i t t o r e s q u e s et p o ! t i q u e s ; que CONAL O'RIORDAN r ! v e l e de main de mai t re l a p s y c h o l o g i e de ses compat r io te s , admir-ablement encadr ! s du paysage de l e u r l i e ; et que LIAM O'FLAHERTY s u t t o u t quand i l d ! c r i t l a guerre c i v i l e , est un des r ! a l l s t e s l e s p l u s doues de l a jeune g e n e r a t i o n i r l a n d a i s e . Mais l e s mieux connus sont George Moore et James Joyce . Ce d e r n i e r , cependant, semble p l u t o t romancier p sycho log ique que romancier r ! g i o n a l i s t e , et nous l e d i s c u t e r o n s p lus t a r d en c o n s i d ! r a n t l e roman d ' a n a l y s e . GEORGE MOORE n ' e s t pas p e u t - e t r e romancier r e g i o n a l i s t e dans l e meme sens que Hardy et Bennet t , mais par ses o r i g -i n e s et au moins une phase de son c a r a c t e r e 5 i l appar t i en t a 1 ' I r l a n d e et a l a r ena i s s ance c e l t i q u e « On d ! c l a r e meme que l e s romans de ses d i x anne'es i r l a n d a i s e s (1900.-^1910), sont 59 l e s m e i l l e u r s q u ' i l a e c r i t s . Nous y r e v i e n d r o n s tout a I ' h e u r e , aprea a v o i r c o n s i d e r ! l a r e p u t a t i o n genera le de Moore et ce q u ' i l d o i t a l a . F r a n c e , s e l o n l e s c r i t i q u e s d ' Outre-Manohe, l e s l e t t r e s f r a n g a i s se sont tou jour s i n t e r e s s e s a G-eorge Moore, mais i l n ' e s t guere p o p u l a i r e avee l a f o u l e . 1 l o u i s G u l l e t d e c l a r e que dans sa g l o i r e , qui e t a i t grande, i l l u i r e s t a i t un. r e g r e t ; e ' e t a i t de n ' a v o i r pas de v r a i p u b l i c a P a r i s , P a r i s q u ' i l a imai t t ant et ou ne c e s s a i t de l ' a t t i r e r l e s o u v e n i r de sa j eunesse . " I I s ' e t o n n a i t de l a vogue de c e r t a i n s auteurs p l u s d i f f i c i l e s , et i l v o y a i t avee s u r p r i s e se l e v e r l ' a s t r e t r o u b l e et f a c e t i e u x de James Joyce , ' M o i " , d i s a i t - i l un jour a Ju le s L e m a i t r e , ' j e r n ' a i pas assez de t a l e n t pour e t re o b s c u r . ' " En A n g l e t e r r e , comme en Prance , i l ne p l a i s a i t pas a l a p l u p a r t des l e c t e u r s , et l e s c r i t i q u e s f r a n g a i s r e g r e t t e n t que ces romans a r t i s t i q u e s ne so i en t pas connus t mieux par l e p u b l i c b r i t a n n i q u e . I l s dee l a rent que de tenaees A pre juges empeehent encore ,qu'on apprec ie son oeuvre a, sa t r e s grande et t r e s haute v a l e u r , (Jamais l e s c r i t i q u e s ne peuvent r e s i s t e r a l a t e n t a t i o n de se moquer de l a p r u d e r i e a n g l a i s e ! ) De p l u s , on a t t r i b u e 1 ' i n d i f f e r e n c e des A n g l a i s envers ce mai t re e c r i v a i n de lamgue b r i t a n n i q u e au f a i t que Moore e s t a u s s i peu A n g l a i s que p o s s i b l e . A 1 ' A n g l e t e r r e , d i t - o n , i l ne d o i t presque r i e n , mais a, l a F r a n c e , q u ' i l aime beau-coup, et ou. i l p a s s a i t sa jeunesse , l e s annees de son - 2 a p p r e n t i s s a g e , i l d o i t beaucoup. M. G i l l e t , dans une etude 1, Revue des 2 Mondes , le 1 a v r i l , 192>5.p.670. "George Moore" Lou i s G i l l e t 2 . Revue des 2 Mondes , le 15 o c t , 1 9 2 3 . p . 9 1 7 . "Moore, 1 'Aventureux" L o u i s G i l l e t , de "Moore 1 ' A v e n t u r e u x " , s i g n a l e tous l e s avantages de son l o n g se jour p a r i s i e n . Premierement, a son r e t o u r en A n g l e t e r r e i l ne s a v a i t p l u s 1 ' a n g l a i s , et i l dut reprendre sa langue et se f o r g e r un s t y l e que sans doute autrement i l n ' a u r a i t jamais eu . L ' e c o l e f r a n q a i s e n a t u r a l i s t e 1 ' i n f l u e n g a i t a u s s i . Par consequent , dans sa p e i n t u r e de 1'amour, dec l a re M. Gi l l e t , i l demontre une f r a n c h i s e qui n ' e t a i t guere a l o r s dans l e s hab i tudes a n g l a i s e s , et qui l e f i t longtemps t e n i r pour un romanc ier de l ' e c o l e brut a l e . De l a Franceegaleinent , i l r e t e n -a i t l ' exemple d'une l i b e r t e absolue et c r i t i q u e , , Mais par-1 dessus t o u t , cont inue M« G i l l e t , i l d o i t aux Franga i s sa n o t i o n de l a v a l e u r supreme et de 1 ' importance de 1 ' a r t . "Moore a probablement cree en A n g l e t e r r e l a prose l i t t e r a i r e . Que l a p ro se , comme l a p o e s i e , pu i s s e e t re quelque chose d 1 a r t i s t i q u e , q u ' e l l e a i t des r e g i e s , son rythrne, sa melodie s p e c i a l e ; q u ' i l yjait un ar t de l a chose e c r i t e , q u ' i l e x i s t e une a r c h i t e c t u r e du c h a p i t r e , c ' e t a i e n t des nouveautes dont nos v o i s i n s ne se douta ient guere . I l s ont des e c r i v a i n s de g e n i e , mais l e u r prose ne se d i s t i n g u e pas de c e l l e du f e u i l l e t o n . Personne n ' a f a i t p l u s que George Moore pour t r a n s p o r t e r dans l a prose a n g l a i s e l a p r e o c c u p a t i o n du s t y l e . " 2 E n d i s c u t a n t l a meme q u e s t i o n , M. Paul-Duboi s d i t que "Moore t r a v a i l l e avec p a s s i o n son i n s t r u m e n t , l e p e r f e c t i o n n e sans cesse j u s q u ' a en f a i r e au bout de longues annees d ' e f f o r t s , un des p l u s charmants s t y l e s , des p lus harmonieux et ondoyants qu i s o i e n t en langue a n g l a i s e , un s t y l e ou i l nous est b i e n 1. Revue des 2 Mondes , le 15 oct .1923,p". 917 ."'Moore 1 'Aventureux" Lou i s G i l l e t . 2 . C o r r e s p o n d a n t , l e 10 o c t . 1 9 3 3 . p . 3 . " G e o r g e Moore" L . P a u l - D u b o i s 61 permis de r e t r o u v e r vuie i n f l u e n c e d i r e c t e de l a prose f r a n c h i s e . De tous l e s l i v r e s de Moore, on conna i t mieux en Prance ses Confes s ions d ' u n Jeune A n g l a i s , et ses Memoires de ma V i e M o r te , deux ouvrages ou i l evoque avec humour, avec grace et avec emotion, l e s o u v e n i r de sa v i e dans son cher P a r i s des annees 70. Ces l i v r e s cependant, do ivent l e u r renommee a. l e u r decor et on se rend compte que ee ne sont pas ses chef s -d ' o e u v r e * Les c r i t i q u e s f r a n g a i s d e c l a r e n t que son premier 1 grand succes fu t E s t h e r Waters . Avec ce l i v r e , d i t M. Davray, i l p r i t d e f i n i t i v e m e n t sa p l ace comme i n i t i a t e u r et mai t re du roman n a t u r a l i s t e en a n g l a i s . M. G i l l e t p a r l e de l a p e r f e c t i o n c l a s s i q u e du l i v r e . I I s o u t i e n t que " l a g l o i r e de l ' a u t e u r e s t d s a v o i r f a i t l e p l u s beau l i v r e a n g l a i s de sa g e n e r a t i o n , l e s e u l sans doute qu 'on pu i s se comparer en Europe a une Madame Bo vary J" Mais ses p l u s ee l ebre s romans sont a l o r s a, e c r i r e , et s e l o n l a p l u p a r t des c r i t i q u e s , l e s m e i l l e u r e s oeuvres de Moore sont c e l l e s qui l l r a p p o r t a de son voyage en I r l a n d e . On d e c l a r e que, de ses annees dans son pays n a t a l ou. i l a v a i t passe son enf ance, date 1' o r i g i n a l i t e de son t a l e n t . L ' I r l a n d e e v e i l l a son i m a g i n a t i o n , e l a r g i t ses h o r i z o n s , 3 degagea sa s e n s i b i l i t e . M. Paul-Dubois t rouve que tous l e s romans de c e t t e per iode " sont entoures et penetres par une atmosphere n o u v e l l e . E i n i l e r ea l i sme d ' a u t r e f o i s , dur et c y n i q u e , s a r c a s t i q u e et g r o s s i e r . L ' i r o n i e subs i s t e et l a m a l i c e et l e s audaces, mais l e p l a n de son su je t s ' e s t e leve l . M e r c u f e d e . P r a n c e , I S 15 mars ,1933 .p .536 . "George Moore" Davray g.Revue des E Mondes , le 15 oc t . 1923 ,p .917 . "Moore l'Aventuremx" Luui s G i l l e t S . C o r r e s p o n d a n t , l e 10 o c t . 1 9 3 3 . p . 3 . "George Moore" 1 . P a u l -Dubois . 62 et ce qui domine c'est l a f a n t a i s i e , l a grace , 1' htunour, l a poesie, et chose inconnue chez l u i jusqu'alors, 1'emotion. Au l i e u du naturalisme, v o i l a e n f i n du n a t u r e l , du sens et de l a nature, de l a nature i r l a n d a i s e surtout. Son s t y l e s'est renouvele comme son f onds, "mais pourquoi1,1 conclut M. Paul-Dubois,"abuse-t-il du d i a l e c t e dans ces romans?" Parmi l e s oeuvres de cette seconde maniere on loue p a r t i c u l i e r e m e n t Lac, U l i c k et Soracha et Ave, Salve, Yale. On signale 1'admirable tableau de 1'Irlande qui se trouve dans Lac, et on declare que U l i c k et Soracha r e s p i r e un je ne s a i s quoi qui f a i t l e charme.et 1'enchantement c a p r i c i e u x de 1'Irlande. Mais l a plus b e l l e oeuvre est peut-ete Ave, Salve, Vale. I I y d e c r i t l e s souvenirs de ses d i x annees en Irlande et l e s reminiscences de son enfance que son sejour e v e i l l e . Dans ces t r o i s volumes d'autobiographie romancee, ouvrage v i f , v i v a n t , o r i g i n a l et amusant, i l p r o d u it, d i t - o n , 1 'quelque chose de vraiment nouveau dans l e genre. M. G i l l e t trouve tout a f a i t oharmants ces romans, i n o u i s dans l e s l e t t r e s a nglaises, "ces l i v r e s f a i t s de r i e n , tout intimes et l y r i q u e s , merveilleux t i s s u de songeries ou 1'imagination brode ses arabesques, ou. p e r l e quelque larme suspendue la. par un fantome de 1'adolescence, ou toutes l e s epoqxies de l a v i e se melent et se demelent comme l e s plans d'un paysage, ou. l e present, l e passe se confondent et se sourient, ou l'on erre au hasard comme dans un j a r d i n ou. l'on p o u r r a i t e u e i l l i r , ranimer a. son gre l a f l e u r de toutes l e s saisons." l.Hevue des 2 Mondes,le 15 oct.1922.p.917. "Moore 1'Aventureux" Louis G i l l e t . I I semble c u r i e u x p e u t - e t r e , gu 'en e tud i an t l e roman r e g i o n a l i s t e , nous n 'ayons pas consacre un c h a p i t r e a. 1' E c o s s e , mais l e p l u s c e l e b r e r epre sen tan t de ce pays , J . M . BARRIE, ne p a r a i t pas e t re a u s s i b i e n connu en France que l e s romanciers a n g l a i s et i r l a n d a i s . En septembre, 1905, L a Revue de P a r i s p u b l i a Margaret O g i l v i e , t r a d u i t par Robert d 'Humieres , et en ce t te o c c a s i o n on f i t remarquer " q u ' a p r e s l e s r a i s o n s de s ' e t o n n e r , d 1 a d m i r e r ou de d e c r i e r gue nous donna 1 ' A n g l e t e r r e imperaale de Rudyard K i p l i n g , 1 'Ecosse domestigue et tendre de J . M . B a r r i e mer i te d ' a r r e t e r 1 n o t r e c u r i o s i t e a t t e n d r i e et d ' a t t a c h e r notre sympath ie . " Peu d ' au t re s c r i t i q u e s ou de revues cependant, ont c o n s i d e r ! ces romans e c o s s a i s . Peu t -e t re gue l e s F ranga i s ne peuvent pas comprendre et a p p r e c i e r l e u r q u a l i t e p a r t i c u l i e r e , l e u r humeur, et l e u r " w h i m s i c a l i t y . " 1.1a Revue de P a r i s , l e 1 s e p t . 1 9 0 5 . p . 1 5 3 . CHAPITRE IV LE ROMAN D 1ANALYSE Le roman & ' a n a l y s e , quand i l est b i e n execute , ne manque jamais d ' i n t e r e s s e r l e s F r a n g a i s , Ce sont des gens q u i aiment a p e n e t r e r dans l 'ame d ' u n personnage, et un e c r i v a i n qui s a i t b i e n e x p l o r e r c e t t e v i e i n t e r i e u r e est c e r t a i n d ' e t r e chaudement regu chez eux, Mais en abordant ce genre l i t t e r a i r e , i l s e r a i t prudent de l e d i v i s e r en p l u s i e u r s c a t e g o r i e s ; l e roman a u t o b i o g r a p h i q u e , l e roman p s y c h o l o g i q u e , l e roman du monologue i n t e r i e u r et l e roman sensue1. ( i ) LE ROMAN AUTOBIOGRAPHIQUE Les romaneiers autobiographiques qui semblent a v o i r l e p l u s impress ionne l e s F ranga i s sont O s c a r r W i l d e , Edmond Gosse et Samuel B u t l e r , On c r o i t que WILDE, dans son roman Le P o r t r a i t de D o r i a n Gray s ' e s t exprime sans r e s e r v e , et y a d e p l o y ! tous l e s a spects de son e s the t i sme , I I y a mis l a p l u s f o r t e p s y c h o l o g i e dont i l fu t capab le , t rouvent nos v o i s i n s , et dans l e s deux c a r a c t e r e s de L o r d Henry et de D o r i a n Gray on anergo i t l a p l e i n e analyse de son propre 1 d i l e t t a n t i s m e . l e g o u i s et Cazamian d e c l a r e n t que ce l i v r e e s t r e m p l i des i n f l u e n c e s d ' u n decadentisme f r a n g a i s , mais q u e " l ' o e u v r e est d'une c o n c e p t i o n v i g o u r e u s e , d ' u n s t y l e t r e s e tud ie et vo lonta i rement ou malgse e l l e , a u s s i s i n c e r e que Wilde pouva i t l ' e t r e , " l . L e g o u i s et C a z a m i a n , " H i s t . d e l a Litt,Ang."1924,p,J."BTJo 6 4 68 EDMOND G-GSSE est f o r t connu en France ou i l a v a i t de nombreux amis de son v i v a n t . Nul n ' a v a i t f a i t autant que lui pour repandre en A n g l e t e r r e l a l i t t e r a t u r e f r a n c a i s e q u ' i l c o n n a i s s a i t p a r f a i t e m e n t . En outre 1'amour genereux q u ' i l p o r t a i t a, l e u r pays a d i spose nos v o i s i n s a. f a i r e "bon a c c u e i l a son roman Pere et E i l s . Cette etude m a g i s t r a l e de deux temperaments l e s i n t e r e s s a i t sous "bien des r a p p o r t s . Premiere-ment on s i g n a l e l a f a c u l t e de Gosse de conter sa propre v i e d i s c r e t e m e n t , s incerement , et de nous emouvoir sans ges tes n i o r i s i n u t i l e s mais par s imple p e r s u a s i o n . De p l u s , 1 ' e c r i v a i n t r a c e un t a b l e a u inout s l i ab le de l a l u t t e entre l e passe et l ' a v e n i r ' j un t a b l e a u d ' u n jeune homme s ' a f f r a n c h i s g a n t n t peu a, peu des r i g i d e s croyances c a l v i n i s t e s ou. 1 'ont e leve ses p a r e n t s . E n f i n l e s F r a n g a i s t rouvent admirables ce t te p e i n t -ure de 1 'enfance et de l a j eunesse . " E t on s a i t a. que l p o i n t l e s romanciers a n g l a i s e x c e l l e n t a. d e c r i r e une v i e d ' e n f a n t " , 1 d e c l a r e Edmond J a l o u x . "Personne n ' a o u b l i e l e s premieres annees de Dav id C p p p e r f i e l d , de Jane E y r e , ou de Maggie et Tom T u l l i v e r dans l e M o u l i n sur l a F l o s s . On y v o i t de page en page se former mysterieusement l e c a r a c t e r e de 1'homme ou de l a femme que cet enfant va d e v e n i r . Le r e c i t d'Edmond Gosse peut , par moments, r i v a i i s e r avec eux. l e s q u a l i t e s l e s p l u s p r e c i s e s de l ' e s p r i t a n g l a i s s ' y r e t r o u v e n t : ce t te d e s c r i p t i o n des menus f a i t s de l a v i e , minut ieuse et p i t t o r -esque, et ee t te v i s i o n p a r a l l e l e des nuances de l a v i e morale , a u s s i exac te , mais t r o u b l e e par 1 ' i n f i l t r a t i o n p e r p e t u e l l e "1.1a Revue de P a n s , xe ± j u i n , i y a C n Edmond Ja loua " l e c t u r e s E t r a n g e r e s " 66 du r e v e . C ' e s t a i n s i que ce t t e h i s t o i r e d ' u n enfant s o l i t a i r e f i n i t par prendre ce c a r a c t e r e de songe, dont nos v o i s i n s ont l e s e c r e t . I I s ' y mele a u s s i un c e r t a i n eomique s p e c i a l s un humour en meme temps acre et f r a i s comme l e ' G i n g e r b e e r ' " . SAMUEL BUTLER , Comme on a f a i t remarquer p lus haut en cons iderant Samuel B u t l e r en tant que romancier f a n t a i s i s t e , c ' e s t largement grace a V a l e r y Larbaud que cet auteur b r i t a n n i q u e es t connu en F r a n c e . M. Larbaud a f a i t des t r a d u c t i o n s des m e i l l e u r e s oeuvres de B u t l e r , car i l c r o i t q u ' i l est temps que l e s Franc;ais connai s sent dans l e u r s grandes l i g n e s , l a v i e et l ' o e u v r e de cet e c r i v a i n longtemps meconnu dans son propre pays , et envers qui l a s c i ence f r a n c h i s e a une det te de g r a t i t u d e , p u i s q u ' i l a ete l e premier a s i g n a l e r l a par t q u i r e v i e n t a Buf fon et a Lamarck dans l a f o r m a t i o n de l a t - 1 d o c t r i n e e v o l u t i o n n i s t e . he p l u s , cont inue M. Larbaud, un c e r t a i n nombre d 'ouvrages a n g l a i s , qu 'on a t r a d u i t s en f r a n c a i s depuis une qu inza ine d 'annees , et qui ont ete a c c u e i l l i s avee f aveur en France , por tent l ' e m p r e i n t e des i d e e s et du s t y l e ou de l a tournure d ' e s p r i t de Samuel B u t l e r . Mais malgre ses admira teur s , i l p a r a i t que B u t l e r , comme 2 ' de son v i v a n t , s e r a t o u j o u r s violemment a t taque . M. G i l l e t es t conva incu que l a g l o i r e de B u t l e r n ' e s t pas des t inee a t r o u v e r beaucoup d 'echo chez l e p u b l i c f r a n g a i s en dep i t de 1. Revue de P a r i s , l e 15 oc t . 1923 .p .748 . "Samue l B u t l e r " V a l e r y Larbaud. 2 . Revue des 2 Mondes , le 1 o c t . 1 9 2 1 . 0 . 6 8 3 . "Samuel B u t l e r " Lou i s G i l l e t . 67 s a vogue p r e s e n t e . I I d e c l a r e ; " B u t l e r nous apprend peu de chose . Son charme l e p l u s p e r s o n n e l , c e l u i de son s t y l e , qui r a p p e l l e l a pure prose c l a s s i q u e du d ix-sept ieme s i e c l e est t o u t a f a i t i n t r a d u i s i b l e . Son e s p r i t , ' c e t t e l e g e r e t e ' dont i l se s e r t , est t r o p une q u a l i t e de not re fonds pour que nous s e n t i o n s l e b e s o i n de nous en f o u r n i r a i l l e u r s . Et f i n a l e m e n t , nous avons en France assez de maladies du moi pour e t r e , s i n o n tout a. f a i t v a c c i n e s contre l ' a n a r e h i e , au moins "biases sur l e s v e r t u s de 1 ' i n d i v i d u a l i s m e . " l e s defenseurs de B u t l e r , au c o n t r a i r e , se r e j o u i s s e n t de 1 ' i n d i v i d u a l i s m e de son roman a u t o b i o g r a p h i q u e , A i n s i ?a  Toute C h a i g , " c e s imple et i m p i t o y a b l e r e c i t p a r f o i s digne de F l a u b e r t , d 'une e d u c a t i o n e c c l e s i a s t i q u e et de ses s u i t e s . " 2 S e l o n G i l b e r t de V o i s i n s , l a r e v o l t e de B u t l e r contre l a s o c i e t e moderne, sa r e l i g i o n , son m o r a l , ses sent iments , ses t r a d i t i o n s et ses hab i tudes i r r e f l e c h i e s , e f f a re quelque-f o i s l e s F r a n g a i s par son ton hargneux, par son i r r e s p e c t u e u s e b r u t a l i t e et par son sarcasme. M a i s , d i t - i l , i l faut se rapp-e l e r que sa r e v o l t e e t a i t b i e n fondee, courageuse et n e c s s s a i r e . " l e p ro te s t an t i sme o f f i c i e l p a s s a i t vraiment l e s bornes de 1 ' indecence par sa r i g u e u r h y p o c r i t e et son p h a r i s a i s m e . " Et a ceux qui aceusent B u t l e r d ' e t r e sec et de manquer de s ens ib -i l i t e , M. V o i s i n s repond que l e l i v r e est gonf le d'une sa ine c o l e r e et i l semble que ce s o i t s u f f i s a n t pour animer son oeuvre . En resume, l e s admirateurs de B u t l e r l e f e l i c i t e n t sur tout de son temperament i n t e l l e c t u a l i s t e , de l a s i n c e r i t e 1 . l e g o u i s et C a z a m i a n , " H i s t de l a L i t t . A n g . " 1 9 2 4 . p . 1 1 6 3 . 2 . 1 a . N . H . F . T . 1 7 , 1 9 2 1 . p . 1 1 5 . " S a m u e l B u t l e r " G. de V o i s i n s . p h i l o s o p h i q u e de son e s p r i t , de sa p e i n t u r e p a t i e n t e et exacte des m i l i e u x , de sa d i s s e c t i o n des m o t i f s , de son humour i r o n i q u e , et de l a tenue l i t t e r a i r e de son s t y l e , o u t i l de ' p e r s u a s i o n et d ' a n a l y s e , et non pas un moyen d 'emot ion n i de "beaute. Ses personnages sont inegaux et f r o i d s , d e c l a r e n t -i l s , et i l manque de 1 'e loquence du coeur et de l a poes ie des sent iments propres a c o n q u e r i r l a f o u l e . Mais son e s p r i t e s t f e r t i l e et c r e a t e u r , et on espere q u ' i l aura a 1 ' a v e n i r , comme i l a eu dans l e passe , une a c t i o n e f f i c a c e sur l e s i n t e l l i g e n c e s c r i t i q u e s , q u ' i l e v e i l l e et s t i m u l e . A 1 ' a v i s 1 de V a l e r y l a r b a u d , " i l e s t \ p e u probable que ce t t e i n f l u e n c e , maintenant a idee par l e rayonnement des l e t t r e s f r a n c h i s e s ne s ' e tende pas a tous l e s pays du Cont inent et ne joue pas dans l ' h i s t o i r e de l a l i t t e r a t u r e europeenne, un r o l e i m p o r t a n t . " 1 .1a N . f i . F . T . 1 9 , 1 9 2 2 . p . 5 0 4 . "Samuel B u t l e r " V a l e r y l a r b a u d . 69 ( i i ) LE ROMAN PSYCHOLOGIES GEORGE MEREDITH Dans l e domaine du roman p s y c h o l o g i g u e , i l n ' y a pas de f i g u r e p l u s f rappante gue George M e r e d i t h , et l e s e u l r e g r e t des c r i t i q u e s f r a n c a i s , c ' e s t que ce romancier pu i s sant ne s o i t pas mieux connu en Prance , On espere qu'une g e n e r a t i o n p r o c h a i n e r e h d r a j u s t i c e au formidable genie de M e r e d i t h , et on est conva incu q u ' i l v i v r a alo'rs que p l u s i e u r s de ceux g u ' o n l u i a p r e f e r e s seront o u b l i e s , . 1 A 1 8 a v i s de E i r m i n Roz, 1 ' o r i g i n a l i t e de George M e r e d i t h , ,une o r i g i n a l i t e i n t e l l e c t u e l l e , e x c e n t r i g u e , manieree et a r t i f i c i e l l e deconcerte l e s l e c t e u r s f r a n g a i s et meme l e s l e c t e u r s a n g l a i s , I I est i s o l e au m i l i e u de son temps, Ses romans sont composes et r ed ige s d.'apres une d o c t r i n e qui est en avance de p l u s i e u r s g e n e r a t i o n s , l i s sont p l u t o t i n t e l l e c t -u e l s , d e c l a r e M, Roz ; i l s sont e c r i t s pour e t re medi tes , commentes, annotes . Les romans f r a n g a i s , au c o n t r a i r e , sont 2 e c r i t s pour e t re l u s , " M a i s " , d i t M, C h e v r i l l o n , "on a dec-ouver t que ce qui r e b u t a i t chez l u i v a l a i t l a peine d ' u n e f f o r t , et qu'une s ca l e chose est d i f f i c i l e a suivre|dans M e r e d i t h , -l a promptitude, et l ' a c u i t e miraculeuse d'une v i s i o n qui em-brasse a, l a f o i s tout l 'homme. On a compris q u ' i l - f a l l a i t un a r t p l u s v i f , s u b t i l et s ecre t gue ceux dont on ava i t 1 ' h a b i t u d e , " On convient done que cet a r t o r i g i n a l et d i f f i c i l e est 1. Revue ^des 2 Sondes, le i ^ e v . 1 9 0 8 . p . 5 6 7 " G , M e r e d i t h " E . R o z . 2 , Revue de P a r i s , l e 15 f e v . 1 9 0 8 , p , 8 1 5 , " L e Cas de Rudyard K i p l i n g " C h e v r i l l o n , 70 n e c e s s a i r e a son oeuvre , car- i l exprime mieux qu 'un procede p l u s d i r e c t toutes l e s nuances psyeholog iques de ses personn-ages , a qui 1 ' a c t i o n est subordonnee. I ' a n a l y s e est t o u j o u r s l a mat iere v e r i t a b l e des romans de M e r e d i t h , et pour ce t t e 1 r a i s o n , d e c l a r e M. Roz, i l s demandent une a t t e n t i o n s o u p l e , tenace et i n f a t i g a b l e . S i on l e u r accorde ce t t e a t t e n t i o n on est b i e n recompense, et tous ceux d ' e n t r e nos v o i s i n s qui ont accepte l ' o r i g i n a l i t e de Meredith. , et qui l i s e n t ses rom-ans , sont su r tou t f rappes de son e x t r a o r d i n a i r e don d ' a n a l - ' yse dynamique, e t . d e sa p e n e t r a t i o n s i n g u l i e r e , p r e c i s e et s u b t i l e . On t rouve que tous ses personnages sont des i n d i v -i d u s et non pas des t y p e s , et q u ' i l e x c e l l e a p a r l e r de 1' enfance et a n o t e r l e s t r a n s f o r m a t i o n s de 1 ' i n d i v i d u dans l e temps. M. C o n s t a n t i n P h o t i a d e s , en d i s c u t a n t ses c a r a c t e r e s , d e c l a r e:"S ' i l s ne sont pas r e e l s et p a r l a n t s comme l e s heros de Dickens et de Thackeray , de Ba lzac ou de F l a u b e r t , l i s sont p l u s v r a i s , p l u s s i g n i f i c a t i f s , car i l s p a r t i c i p e n t de e e t t e v e r i t e permanente que Shakespeare ou M o l i e r e sont s e u l s a pos seder . I l s h a b i t e n t , comme l e s c r e a t i o n s de Shakespeare , en dehors du temps et par d e l a 1 'espace . l i s s o n t , proprement, des c a r a c t e r e s . " De tous ses personnages , l e s F ranga i s s ' i n t e r e s s e n t s u r t o u t a ses p o r t r a i t s de femmes (on dec la re meme q u ' i l t r iomphe dans ce g e n r e ) , et p a r t i c u l i e r e m e n t a c e l u i de Diane Warwick, "une des c r e a t i o n s l e s p l u s authent iques du 1. Revue des 2 M o n d e s , i e " l f ev .1908 ,p .567, "George M e r e d i t h " F i r m i n Roz, 2 . Revue de P a r i s s l e 15 faev,1910.p. 675. "George M e r e d i t h " C , P h o t i a d e s , 71 roman . " l i s s 5 i n t e r e s s e n t a u s s i a L T E g o l s t e . Ramon Fernahdsz t rouve que c ' e s t l a p e i n t u r e d ' u n c a r a c t ^ r e conQue et execut-e'e a, l a maniere des c l a s s i q u e s f r a n g a i s . Comme M. P h o t i a d s s , i l v o i t l a ressemblanee a M o l i e r e , I I d e c l a r e : " l a methode c l a s s i q u e est r e s p e c t e e ; meme i m i t a t i o n d ' u n ca rac te re genera l ( s i l ' o n pent d e f i n i r a i n s i 1 ' e s p r i t comique) , meme cho ix d ' e f f e c t s a p p r o p r i e s a. c e t t e i m i t a t i o n a, 1 ' e x c l u s i o n de tous l e s a u t r e s , meme s u b o r d i n a t i o n de l ' i n t r i g u e a, l a pensee et de l a r e a c t i o n a. l a d e f i n i t i o n , meme danse m a l i c i e u s e de 1' e s p r i t autour d ' u n personnagef p r i s au p i e g e , bouc emis sa i re de l ' h u m a n i t e . " Mais s i M e r e d i t h r e u s s i t a. m e r v e i l l e a, pene t re r l e f o r t et l e f a i l l e de son peup le , i l s a i s i t egalement avec une a c u i t e r a re l e s t r a i t s d ' a u t r e s f i g u r e s n a t i o n a l e s . A 1 ' a v i s 3 de l e g o u i s et Cazamian, n u l parmi l e s A n g l a i s n ' a mieux compris l a physionomis morale de l a F r a n c e . Et a cet egard , on commente souvent sa v e n e r a t i o n de l a France et sa compre-h e n s i o n des F r a n g a i s . M. Davray d i t q u ' a d i v e r s e s r e p r i s e s M e r e d i t h l u i exprima sa c o n v i c t i o n que l e s F r a n g a i s s e r a i e n t l e s premiers a l e comprendre. (Sans doute v o u l a i t - i l d i r e que l e s F ranga i s e t a i e n t p lus i n t e l l e c t u e l s et moins e touf fes de pre juges que l e s A n g l a i s . ) Mais quoi q u ' i l en s o i t , i l p a r a i t q u ' i l a impress ionne l e s e c r i v a i n s f r a n g a i s , et s e l o n 5 Rene L a l o u , l e roman eontemporain en France est e n r i c h i par ini - lEuropesNouveMe^ ' le "25 a v r i l , 1951.DIANE de l a Cro i s see des Chemins ,Mered i th ; G a b r i e l MarceTT 2 . N . R . F . T . 2 1 . 1 9 2 5 . p . 5 8 7 .1 8 E g o i s t e M e r e d i t h ; R.Hernandez. 3 . Legoui s et C a z a m i a n , " H i s t . d e l a l i t t . A n g . " 1924.p .1170. 4 . Mercure de F r a n c e , l e 1 d e c . 1 9 2 6 . p . 4 9 0 . " L e t t r e s A n g l a i s e s " H e n r i Davray. 5 . " H i s t a i r s de l a L i t t e r a t u r e Contemporaine"Rsne La lou ,1924 . 72 l e s i n f l u e n c e s e t rangeres de M e r e d i t h . l a p M l o s o h h i e de M e r e d i t h i n t e r e s s e beaucoup l e s F r a n g a i s . I l n ' e s t jamais r.omant i que; i l o f f re une d i s s e c t i o n i m p i t o y a b l e de ses heros et de l e u r s sent iments , mais en meme temps i l est l o i n d ' e t r e p e s s i m i s t e . A u c o n t r a i r e , t rouve Benjamin Cremieux, " i l a b o u t i t a. f o r c e de p o e s i e , d ' i n t e l l i g e n c e et de bonte a un optimisme d 'essence tout humaine, qui ne d o i t r i e n a l a c h a r i t ! d i v i n e , n i a l a l o i n a t u r e l l e . " Sa d o c t r i n e de l a sympathie entre no t re v i e et l a T e r r e i n t r i g u e l e s F ranga i s a u s s i . A 1 ' o p i n i o n de M. P h o t i a d e s , " l a magie, l e v r a i m i r a c l e ou s i 1 'on aime mieux, l e genie de M e r e d i t h c o n s i s t e a c o n s i d e r e r l a T e r r e et toutes l e s ehoses de l a T e r r e non du dehors mais du dedans, C ' e s t l a son o r i g i n a l i t e . " l e s p l u s grands defauts de M e r e d i t h , on l e s t rouve dans son s t y l e . I I s 'abandonne t r o p a, son gout pour l a s u b t i l i t e , presaue pour l e r ebus , etja son intemperance dans l a metaphore. 3 . • Mo Roz d e c l a r e que son s t y l e sugges t i f . est d 'autant p lus deconcer tant q u ' i l est s i c o n t r a i r e a 1 ' i d e a l f r a n g a i s de l a p e r f e c t i o n achevee et du mot u n i q u e . Mais malgre l a d i f f i c u l t ! de ses romans qu 'on d o i t ! t u d i e r p l u t o t que de l i r e , M. Roz e s t convaineu que l a l e c t u r e en vaut l a p e i n e . "Quel le r i ches se , , en r !compense , cet a r t i s t e s u b t i l , cet e t r o i t observa teur de l a v i e o f f r e au l e c t e u r a t t e n t i f i S i ses romans surchargent de t r o p de b r o d e r i e s p e r s o n n e l l e s l e u r 1. L a H , R . F . T . - 2 4 . 1 9 2 5 . p . 3 7 b . 1 ' E g o i s t e , M e r e d i t h ; B e n j a m i n Cremieux 2 . Revue de P a r i s , l e 1 ; j u i l l e t , 1 9 1 0 . p . 8 4 . "George Meredi th"^ Gons tant in Phot iades 3 . Revue des 2 Mondes , le 1 f ! v . 1 9 0 8 . p . 5 6 7 . "George Meredi th 1 ' F i r m i n Roz . 73 trame a n g l a i s e et humaine pour e t re unanimement sa lues et aimes comme de purs c h e f s - d ' o e u v r e , i l s sont neanmoins de t r e s grands romans . " T MAURICE BARING-Le p u b l i c f r a n q a i s , tout en r e s t a n t i n d i f f e r e n t aux oeuvres de George M e r e d i t h , a f a i t t r e s bon a c c u e i l aux romans de Maurice B a r i n g . Quelques c r i t i q u e s par lent . , en s ' e tonnant un peu, de l e u r i n c r o y a b l e succes , ca r comme oeuvres d ' a r t , on y t rouve des defamts. Et l e p l u s s e r i e u x , c ' e s t l a l ongueur . On r e g r e t t e l a m u l t i p l i c a t i o n des d e t a i l s et des i n c i d e n t s sans p o r t e e . I)e pirns, l e s romans n 'on t pas a s sez de v i t a l i t e , et M a r c e l Thiebaut dec l a re que 1 ' u n i t e p s y c h o l o g i q u e n ' y e x i s t e pas . Mais Maurice B a r i n g a des admirateurs a u s s i parmi l e s c r i t i q u e s . I I y en a meme q u i aiment l e s innombrables d e t a i l s . 2 Andre Maurois p a r l e de l a f l u i d i t e n a t u r e l l e et reposante de sa p r o s e . "Le r e c i t " , d i t - i l , " s u i t l e cours du';.•temps, sans se p r e s s e r , d ' u n mouvement l e n t et c o n t i n u de b e l l e r i v i e r e 3 -p a r e s s e u s e . " Char l e s du Bos, autre admirateur e n t h o u s i a s t e , commente la, s i m p l i c i t e , l a jus tes se et l e pa thet ique du ton de see romans . I I n ' y a aucuh ornement, aucun e f f e t de s t y l e . Comme psychologue , on f e l i c i t e M, B a r i n g de l a v e r i t e 2 de ses personnages . En d i s c u t a n t £ , M. Maurois dec l a re q u ' i l e s t b i e n agreable de t r o u v e r i c i des heros qui ont a l a f o i s 1.Revue de P a r i s , l e 1 a v r i l , 1 9 3 3 p . 6 9 7 . " R o m a n c i e r s A n g l a i s " M a r c e l T h i e b a u t . 2 . 1 a N.E . E . T . 2 3 , 1 9 2 4 . p . 2 5 0 . 0 B a r i n g ; Andre M a u r o i s . 3 .1a N . R . P . .T .29 .1929 ,p.54973)aphne Adeane ,Mered i th , C .du Bos. 74 beaute d'ame et v i g u e u r d ' i n t e l l i g e n c e . (S'est une grande nouveaute et M. B a r i n g a du courage,, Dans La P r i n c e s s e B l a n c h e ) C a t ' s Crad le ( , "une des oeuvres les p lus remarquables 1 'de l a l i t t e r a t u r e a n g l a i s e d ' a p r e s - g u e r r e " , M. B e l l e s s o r t t r o u v e que Blanche est t r e s touchante , mais q_ue l e s p l u s grands personnages , l e s p l u s f o r t e s c r e a t i o n s de B a r i n g sont l a p r i n c e s s e J u l i a et l e p r i n c e Guido, "Ce sont deux b e l l e s c r e a t i o n s du roman eontemporain, deux personnages qui occupen't 1 ' a t t e n t i o n * " A i n s i , malgre ses l ongueur s , B a r i n g est l u et a p p r e c i e . On t rouve que ses romans sont d Tune l e c t u r e a t t a c h a n t e , c a r 2 , ' comme M. Davray a f a i t v o i r , " I I a une r a r e connaissance des hommes et des choses de ce monde q u ' i l envisage avee •une s e r e i n e p h i l o s o p h i e et un amusement que r i e n ne l a s s e . " CHARLES MORGAN Parmi l e s romaneiers p sycho log iques de I 'heure a c t u e l l e C h a r l e s Morgan semble a v o i r l e p l u s i n t e r e s s e l e s P r a n g a i s , et l e succes de son roman Ponta ine est quelque chose de remarquable . Dans ce l i v r e 1 ' i n t r i g u e est subordonnee a l a pensee et a 1 ' a n a l y s e , et pour ce t te r a i s o n sans doute, i l p l a i t aux l e c t e u r s f r a n g a i s . I l s aiment l e s su je t s p h i l o s o p h -i q u e s , et un heros qui cherche l e s ec re t de l a contempla t ion e s t tout a f a i t a l e u r gout . Peu importe s i 1 ' auteur commence une d i s s e r t a t i o n et 1'abandonne ou p l u t o t l ' o u b l i e , dans 1'amour. La premiere p a r t i e , au moins, est parsemee de r e f l e x -1. Correspondant , l e 16 mars ,1951 .p .768 . "Maur ice B a r i n g " Andre B e l l e s s o r t 2 . Mercure de Prance , IS 15 sep t .1927 . " l e t t r e s A n g l a i s e s " Davray i o n s , r e v e r i e s et commentaires, p e u t - e t r e un peu p r o l i x e s , 1 d e c l a r e I , G i l l e t , mais quel mystere est tout a f a i t c l a i r ? ' 2 S e l o n Edmond Ja loux , "ces observa t ions accompagnent l e l i v r e l e p l u s heureusement du monde et vous donnent a tout moment l e d e s i r de vous a r r e t e r pour r e f l e c h i r sur ce que 1 'auteur vous propose, ," Quel que s c r i t i q u e s r e g r e t t e n t que Morgan 1 n ' a i t pas cont inue de l a s o r t e . M. G i l l e t est gene dans l a d e r a ! e r e p a r t i e du melange de r e l i g i o s i t e l a ou e l l e n ' a que f a i r e , et de l a c o n f u s i o n du sentiment et de l a v e r t u . ( A u s s i 1 ' o f f i c i e r p r u s s i e n 1\agace un peu et l u i p a r a i t sur l a f i n , legerement p h r a s e u r ! ) Tout de meme, 1'amour qui a c c o m p l i t l e ehe f -d 'oeuvre mystique a son charme, et M. G i l l e t admet "q_u' 11 faut r e m e r c i e r l e romancier d ' a v o i r r e t r o u v e , par dela. L ' H e i o i s e , un d e r n i e r echo de 1' A s t r e e , un r e s t e de ce t t e v i e i l l e ve ine de poes ie amoureuse qui coule en Europe depuis l e inoyen age, et ce t te q u a l i t e perdue, l e romanssque." A ceux qui reprochent a Morgan une c e r t a i n e l e n t e u r 2 dans l e developpement de .Fontaine, Edmond Ja loux repond que s i l e romancier n ' a v a i t pas employe tant de pages a. nous d e c r i r e l a pensee i n t e r i e p r e de Lewis A l l i s o n , s i nous ne c o m m i s s i o n s pas l e s sentiments de c e l u i - c i a. 1' egard de l a . v i e , l a q u a l i t e de ses recherehes metaphysiques , "nous aur ions u n personnage comme tous l e s autres et comme nous en avons de j a eu beaucoup, " Tous l e s personnages p r i n e i p a u x de Morgan sont i n f i n i m e n t i n t e l l e c t u e l s , v i v a n t presque uniquement de l a v i e de 1 ' e s p r i t . l i s r a i sonnent et s ' e t u d i e n t , mais , 1. Revue des 2 Mondes , le 1 j u i l l e t , 1 9 3 3 . p . 2 0 3 . "Morgan" G i l l e t . 2 . Les N o u v e l l e s L i t t e r a i r e s , l e 21 a v r i l , 1 9 3 1 . F o n t a i n e , C h a r l e s Morgan, Edmond Ja loux . declare C l a i r e - E l i a n e Engel, l e s romans de Morgan, d'une psychologie s i f o u i l l e e " ne se perdent pas dans 1'analyse, dans l e courant de conscience, dont abusent a present l e s auteurs a n g l a i s , " l a forme des romans de Morgan evoque l e s louanges des c r i t i q u e s f r a n g a i s , l e r e c i t est simple et reserve et 1'unite de ton met en r e l i e f 1 ' i n t e n s i t e secrete des sentiments. En outre Eontaine se passe tout e n t i e r dans un seul endroit, 2 Selon M. Jaloux, " c e l a donne au roman ce caraotere c l o s , e t o u f f e , concentre, cette impression de demeurer sur place en face d'un unique e o n f l i t que l'on trouve, par a i l l e u r s , a. tant de beaux r e c i t s comme S i l a s Manner." Et l e s t y l e de ses romans, d i t - o n , est d'une purete c l a s s i q u e , merveilleusement c l a i r et nuance, Mais ce qui i n t e r e s s e surtout l e s Frangais, c'est un c e r t a i n idealisme chez l e romancier. G a b r i e l Marcel ( g ) p a r i e de l a s p i r i t u a l i t e v r a i e et de l a beaute plastique dans Fontaine. " l a plupart des d e s c r i p t i o n s baignent dans une sorte de lumiere fondue et comme eternisee, qui evoque l e s plus grands paysagistes de Hollande et d'Angleterre. Et cette a l l i a n c e du s p i r i t u e l et du p l a s t i q u e , de 1'eternel et de 1 'humain, s u f f i t a, mettre hors p a i r 1'oeuvre de Charles Morgan •1 „ C l a i r e - E l i a n e Engel commente de meme l a philosophie i d e a l i s t e de l ' e c r i v a i n et l e f e l i c i t e d'avoir oriente ses ouvrages V©r@ un i d e a l p r e c i s et delicatement indique* "Ses l i v r e s a'appar-ent ent a l a Princesse de Cleves, a. ces oeuvres ou l e s b i r o s , l . l e s Nouv. l i t t . l e 7 avril,1934."Charles Morgan" C.-E.Engel. 2,les Houv. l i t t . l e 21 a v r i l , 1 9 Z l . "Fontaine",Morgan,E.Jaloux 3.I'Europe Nouvelle,le 21 avri1,1934.Fontaine Gabriel Marcel. a l a f o i s pass ionnes et r e f l e c h i s , f i e r s de l e u r souffranee bravement supportee , t rouvent l a p a i x , sinom l e bonheur, dans l e sentiment de l e u r f i d e l i t e a, un i d e a l . " 1 Et sous ce r a p p o r t , dec l a re M. J a loux , l e s romans de C h a r l e s Morgan sont tout a. f a i t d i f f e r e n t s de ceux qu 'on a e c r i t s en Europe depuis 1916. Pans ce sens , d i t - i l , i l s c o n t r i b u e n t a. h a t e r l a l i q u i d a t i o n d ' a p r e s - g u e r r e , et pour c e l a i l s sont i rnportants . Char le s Morgan n ' e s t p l u s d'une g e n e r a t i o n qui a c r u que l ' o n pouva i t j e t e r bas t r o i s m i l l e ans d ' e f f o r t s de sagesse . B i e n au c o n t r a i r e , i l en r e v i e n t a des choses que nous connaissons de j a . Par consequent, s o u t i e n t M. J a loux , Fonta ine se recommende a u j o u r d ' h u i comme une sor te de message. " C ' e s t un e s s a i pour echapper a. ce t e s p r i t de denigrement et de r e d u c t i o n de l'homme qui a s u i v i l a g u e r r e ; un e s s a i de r e v a l o r i s a t i o n des v a l e u r s humaines. l e tout est de s a v o i r s i ce l i v r e demeurera un phenomene i s o l e - ce que je ne c r o i s pas - ou s ' i l f a i t p a r t i e d 'un ensemble de r e a c t i o n s ana logues . " l . l e s B b u v e l l e s l i t t e r a i r e s , l e 21 a v r i 1 , 1 9 3 1 , F o n t a i n e , Char l e s Morgan, Edmond Ja loux . 78 • ( i i i ) LE RQMAH DU MONOLOGUE INTERIEUR . JAMES JOYCE Quoique DOROTHY RICHARDSOH fut l a premiere a employer l e monologue i n t e r i e u r dans l e roman, ce n ' e t a i t gu'avee JAMES JOYCE que ce genre l i t t e r a i r e se p o p u l a r i s a en F r a n c e . Parmi l e s gens de l e t t r e s f r a n c a i s , Joyce o b t i n t une n o t o r -i e t e e x t r a o r d i n a i r e a, p a r t i r de l a p u b l i c a t i o n de son premier l i v r e P o r t r a i t de 1 ' A r t i s t e . P e u t - e t r e que e ' e t a i t un sueees , de. s c a n d a l e . En tou t cas l e s l e t t r e s f r a n g a i s prena ient p l a i s i r a defendre ce nouveau romancier des attaques des A n g l a i s , pour l a p l u p a r t P r o t e s t a n t s , gui furent choques par l a f r a n c h i s e et 1'absence de re spec t humain dont temoig-n a i e n t ces c o n f e s s i o n s . " I I est c e r t a i n " , dec l a re V a l e r y 1 larbaud, , " g u ' e n pays ©at lMJl icps® l e t o n de l a presse a u r a i t ete b i e n d i f f e r e n t . " -M. Larbaud , d ' a i l l e u r s , a une profonde admira t ion pour l ' o e u v r e de | o y e e , et c ' e s t l ' a u t e u r g u ' i l veut f a i r e passer pour l e genie r e p r e s e n t a t i f de l a n o u v e l l e g e n e r a t i o n , l a t r a d u c t i o n d ' U l y s s e , son l i v r e l e p l u s impor tant , fut sa luee comme un grand evenement l i t t e r a i r e par M. l a rbaud et par b i e n d ' a u t r e s c r i t i q u e s f r a n g a i s . Et on f e l i e i t a i t non s eu le -ment l ' a u t e u r , mais a u s s i l e s t r a d u c t e u r s , Auguste More l et 2 S t u a r t G i l b e r t . Rene L a l o u est de 1 ' a v i s que " l a v e r s i o n T T R . k . P . l e 1 av r i l , 1922 .1 ' . 18 .p .215 . " J ames Joyce" V , Larbaud . 2 . L ' E u r o p e H o u v e l l e , l e 24 aout ,1929 .p .1152 . U l y s s e , J o y c e ; Rene L a l o u . f r a n q a i s s rend ou t ranspose l e t ex te o r i g i n a l j u squ ' en ses rythmes , ses t i c s , ses a l l i t e r a t i o n s , ses deformations l i n g -u i s t i q u e s . L ' a i s a n c e de ce t te t r a d u c t i o n est assez p a r f a i t e •pour qu 'un F r a n q a i s abordant a i n s i 1 'oeuvre de Joyce, o u b l i e q u ' i l s ' a g i t d ' u n m i r o i r : e l l e est s i i n t e l l i g e n t e en^sa f i d e l i t e q u ' e l l e apporte au l e c t e u r du l i v r e a n g l a i s 1 5 e l u c -i d a t i o n de maintes d i f f i c u l t e s de d e t a i l , I ) ' avoir a u s s i mag-n i f iquement prouve sa r e s i s t a n c e dans deux langues te l l ement opposees , Ulysse . a f f i rme mieux son importance dans l a l i t t e r -a ture i n t e r n a t i o n a l s , " Une des p a r t i e u l a r i t e s d ' U l y s s e qui l e recommende au l e c t e u r f r a n q a i s , c ' e s t 1 'emplo i du monologue i n t e r i e u r , une r e p r o d u c t i o n exacte et quas i photographique des p sns s s s , t e l l s s q u ' s l l e s prennent forme dans l a conscience du p sns sur . Ce monologue se s u b s t i t u e a l a n a r r a t i o n , et on ne v o i t q u ' a t r a v e r s l e s yeux des personnages et n ' e n t e n d qu ' a t r a v e r s l e u r s o r e i l l e s cs qui se passe et ce qui ss d i t autour d 'eux , Neanmoins l e l i v r e ne perd pas de p u i s s a n c e , d i t - o n . Sa f o r c e se t rouve dans l a c l a i r v o y a n c e et l a profondeur de 1 ' a n a l y s e . 1 M . G i l l e t dec l a re que l e t a b l e a u de Bloom, l e personnage p r i n c i p a l d ' U l y s s e , e s t " l ' e t u d e l a p l u s i n t i m e , l a p l u s m i n u t i e u s e , l a p l u s monumentale, l a monographie l a p lus complete et l a p l u s fo i sonnante qui e x i s t e assueement dans l a l i t t e r a t u r e . " • Une autre des i n v e n t i o n s q u i , s e l o n l e s F r a n q a i s , font d ' U l y s s s un l i v r e unique dans l ' h i s t o i r e l i t t e r a i r s , est l a l . f ievue des £ • Monies,, l e 15 aout ,1931. "James Joyce et son Houveau L i v r e " , L o u i s G i l l e t . 80 d i v i s i o n du roman dans d i x - h u i t e p i s o d e s . Chaque episode a une technique p r o p r e , t r a i t e d'une sc ience ou d ' u n ar t p a r t i c u l i e r , r epresente un organs donne du corps humain, a "une c o u l e u r d i s t i n c t i v e ; mais "bien que chacune des d i x - h u i t p a r t i e s d i f f e r s de toutes l e s a u t r s s par l a forme et par l e • 1 l angage , d s c l a r e V a l e r y Larbaud , e l l e s formsnt cepsndant un t o u t o r g a n i s e , un l i v r e . En c o n s i d s r a n t Joyce comme s t y l i s t e l e s Franga i s sont d ' a ccord q u ' i l n ' y a n u l doute que ee romancier ns s o i t un dss p l u s grands a r t i s t e s connus. On l e f e l i c i t e de son sens p r o d i g i e u x de l a l angue , de ses a r t i f i c e s r h e t o r i q u e s . Son s t y l e es t I s r e f l e t de son s u j e t , et i l l ' a d a p t e habilement a c h a q u e episode de son oeuvre . Les Franga i s s ' i n t e r e s s e n t p a r t i c u l i s r e m e n t a son don surprenant pour jouer de mots. M. 2 G i l l e t f a i t remarqusr qus " sa gaminerie et ses p l a i s a n t e r i e s l i n g u i s t i q u e s se nuancent d'uns i n f i n i t e d ' i n t e n t i o n s second-a i r s s , d 'emotions p o e t i q u e s , de connaissance de toute s o r t e . " Vraiment c ' e s t un s c r i v a i n e x t r a o r d i n a i r e , "mais 1 ' A n g l e t e r r e 2 es t l e pays des genies s x c e n t r i q u s s . " En Francs t o u t e f o i s , comme chez nous, i l p a r a i t que Joyce r e s t e r a un e c r i v a i n pour 1 ' e l i t e , l e l e c t e u r o r d i n a i r e , 1 d s c l a r e M. Larbaud , 1 'abahdonnsra i t au bout de t r o i s pages, a causs de l a d i f f i c u l t ! de son symbolisme. En l i s a n t Ulys se on d o i t a v o i r 1 'Odyssss b i s n present a l ' e s p r i t . Parmi l e s l e t t r e s , cependant, on ss t c s r t a i n que ses osuvres s s ront t o u j o u r s a p p r e c i e e s . U l y s s e au moins, en t re ra 'dans l a l i t t e r a t u r e 1. K . R . F . , 1 s 1 a v r i l , 1 9 2 2 . T . 1 8 z p . 4 0 2 . " J a m s s Joycs" V . l a r b a u d . 2 . R S V U S dss 2 Mondes , le 15 aout ,1951 , "James Joyce et son Rouveau L i v r e " L o u i s G i l l e t . 81 1 m o n d i a l e . " l e s t y l e , " d i t M. L a l o u , "appotte l e s echos de tant de langages et l a pensee resume tant de s p e c u l a t i o n s . Par l e s o u f f l e , 1 5 a c c e n t , l a v e r d e u r , 1 'enthousiasme, U lys se r a p p e l l e l e s oeuvres de l a Rena i s sance ; i l en a j u s q u ' a 1 ' intemperance , l e s s o n o r i t e s et l e s parfurns I l e tou te s f a q o n s " , conc lu t M. l a l o u , " i l d u r e r a . " VIRGINIA W O O L ? I I y en a parmi l e s c r i t i q u e s f r a n q a i s qui se p l a i s e n t a f a i r e des oomparaisons entre l ' a r t de Joyce et c e l u i de 2 V i r g i n i a Wool f . I , G i l l e t est conva incu que l e s l i v r e s de ce d e r n i e r por ten t l ' e m p r e i n t e du genie de James Joyce . I I y v o i t l e meme emploi du monologue i n t e r i e u r , l e meme d e s i r d ' e n r e & i s t r e r dans sa t o t a l i t e , pendant l e cours d'une j o u r n e e , l a s u c c e s s i o n de phenomenes qui composent ce qu 'on a p p e l l e l a consc ience d ' u n i n d i v i d u . M a i s , cont inue M. G i l l e t , 1 'oeuvre d ' a r t de Joyce , l e p r o d i g i e u x U l y s s e , n ' e s t peut-e t r e qu 'un monstre , et un monstre avec b i e n des g r o s s i e r e t e s . V i r g i n i a "Woolf en f a i t quel que chose d 'honnete et de decent . " E l l e a p p r i v o i s e en quelque sor te l ' o u r s de M. J o y c e . " Tout e s t constamment e l e g a n t , suggere p l u t o t que d e c r i t . Ses d e t a i l s sont i n f i n i m e n t p l u s d e l i c a t s . Au l i e u " d ' u n tas d ' immondices" nous avons"un f l o c o n de parfums" . " E t p o u r t a n t " , dec la re l e c r i t i q u e , " i l n ' e s t pas douteux que ce s o i t l e meme a r t . " Chez Joyce on admire l a v igueur et 1 ' i n v e n t i o n du t o u r de f o r c e , chez V i r g i n i a Woolf on appreeie l a d e l i e a t e s s e et 1 . L ' E u r o p e H o u v e l l e . l e 24 aout ,1929 .p .1132 .Ulys se Rene L a l o u . 2.Revue des 2 M o n i e s , l e 1 s e p t . 1 9 2 9 . O r l a n d o , W o o l f ; L . G i l l e t . l e charme de l i v r e s qui ressemblent a de l e g e r s p a s t e l s , Les g r a e i e u s e s images, l e s charmants p o r t r a i t s sont evoqmes par une s e r i e i n d e f i n i e de touches qui se r en forcent et se com-" p l e t e n t l e s unes l e s a u t r e s . De oet te f a c o n , dec l a re Rene • 1 L a l o u , son ar t s ' apparente a c e l u i des p e i n t r e s impres s ionn-i s t e s . Son o b s e r v a t i o n est m i n u t i e u s e , et dans une succe s s ion de scenes r e a l i s t e s de l a v i e q u o t i d i e n n e , l e s personnages r e v e l e n t l e u r caractereii . non pas d i rec tement , mais d ' a p r l s l e u r s ge s t e s , l e u r s p a r o l e s , l e u r humour, 2 A l ' a v i s de M, Davray, "ces touches sont d'une t e l l e p e n e t r a t i o n , d'une i n t u i t i o n s i s u b t i l e que chaque p o r t r a i t d e v i e n t estrangement v i v a n t , " Tous l e s c r i t i q u e s en e l f e t , f e l i c i t e n t Mrs . Woolf de ses complexes etudes p sycho log iques , p a r t i c u l i e r e m e n t quand i l s ' a g i t de femmes et de jeunes f i l l e s , et dumonde qui est l e l e u r et qui l e s exprime et l e s p e n e t r e . Leur i n s t a b i l i t e morale i n t e r e s s e sur tout Edmond • 3 / J a l o u x , C ' e s t l e phenomene p a r t i c u l i e r de l e u r epoque, d i t - i l , e t " c ' e s t en c e l a qu 'on a pu , au su je t de V i r g i n i a Woolf , e'voquer t a n t o t M a r c e l Proust et t anto t M, Jean Gi raudoux . " Parmi l e s l i v r e s de V i r g i n i a Woolf on c i t e l e p lus s o u v e n t . p e u t - e t r e , s o n roman Mrs . Dal loway, et tout en louant son a r t a depe indre , comme d ' i n s t i n c t , d ' i n s a i s i s s a b l e s nuances de c a r a c t e r e avee un t a l e n t qu i es t b i e n pres du g e n i e , on s ' i n t e r e s s e egalement au t o n moral et p h i l o s o p h -4 ique de 1 ' o e u v r e . Rene L a l o u sout i ent oue 1 ' u n i t e i n t e r n e 1 . 1 ' E u r o p e H o u v e l l e , l e 23 m a r s , 1 9 2 9 , p . 3 7 6 . " V . W o o l f " R . L a l o u . 2 . Mercure de P r a n c e , l e 15 s e p t . . 1 9 2 7 . L e t t r e s A n g l a i s e s , D a v r a y . 3 . Les N o u v e l l e s L i t t e r a i r e s , 1 9 3 4 . " V i r g i n i a Woolf" Edmond J a loux . 4 . 1 ' E u r o p e H o u v e l l e , l e 23 m a r s , 1 9 2 9 . p . 3 7 6 . " V . W o o l f " , R , L a l o u . 85 de M r s . Pa l loway r e s i d e en une eroyanee a l a d i g n i t e de l a v i e , meme s i I ' e s p r i t et l e coeur se heuirtent a d ' i n v i s i b l e s , d ' i n f r a n c h i s s a b l e s b a r r i e r e s . Cet te f o i , d i t - i l , empeohe l e ' l i v r e de t o u r n e r au s imple f i l m i m p r e s s i o n n i s t e . "Une f o i s de p l u s chez un e c r i v a i n a n g l a i s de haut m e r i t e , un p r i n c i p e p l u s moral encore q u ' i n t e l l e c t u e l commande, informe 1 « o e u v r e e s the t l q u e . " Quant au s t y l e de c e t t e romaneiere , nos v o i s i n s de-c l a r e n t que personne ne s a i t mieux son met i e r que V i r g i n i a woo l f . Personne n ' e c r i t mieux, ne compose mieux, ne dispose d ' u n a r t p l u s savant et p l u s r e f l e c h i . On admire son don d e s e r i p t i f remarquable q u ' e l l e c o n t r o l e for tement , et on acclame l ' e t o n n a n t e beaute de sa p r o s e . Quelquefois on l u i reproche^un procede gauche, comme c e l u i de Vagues, avec ses s i x monologues i n t e r i e u r s , mais pour l a p l u p a r t on n ' y t rouve aucun d e f a u t . I I n ' e s t pas surprenant done, qu 'on l a cons idere comme l ' u n des premiers e c r i v a i n s de l ' A n g l e t e r r e et I ' u n des e s p r i t s s u p e r i e u r s parmi ceux qui sont a l a t e te de l a 1 n o u v e l l e e c o l e . # # ' # # Autre romaneiere de l a n o u v e l l e e c o l e , et qui a a t t i r e 1 ' a t t e n t i o n des F r a n g a i s est MES. STELLA BENSON. On f a i t a l l u s i o n a. son roman Tobie et L ' A n g e , comme un che f -d 'oeuvre de grace et de p o e s i e , "un des p lus seduisants qui se pu i s sent • 2 l i r e a u . j o u r d ' h u i . "  'V'.Bfi-iniR flea 2 Mnnaea. le 15 n o v . l 9 2 4 . p . £ 5 9 . V £ 8 " d e F l u s h , G i l l e t 2 . L ' E u r o p e N o u v e l l e , J u i l l e t , 1 9 2 2 . T o b i e et l ' A n g e , G. M a r c e l . Son a r t , d e c l a r e H e n r i P o u r r a t , f a i t songer a c e l u i de V i r g i n i a Wool f . On a l e sentiment q u ' e l l e pense pour ses per sonnages . E t son l i v r e est d'une q u a l i t e s i r a r e , c o n t i n u e - t qu' on imagine un roman a e r i e n , m i r o i t a n t , p a i l l e t e, mais t o u t v r a i , tout v i v a n t , a m i l l e t r a i t s r a m i f i e s aveo une extreme f i n e s s e . " 1 . Houve l l e Revue F r a n c h i s e , T . 4 1 . 1 9 3 3 . p . 1 5 9 . Tooie et l ' A n g e S t e l l a . Benson, H e n r i Pourrat . . ( i v ) LB ROMAN SENSPEL • B » H . ' LAWRENCE. 1 Au pr intemps de 1931 Rene L a l o u se r e j o u i t que D. K. Lawrence a i l l e e n f i n o"btenir en Prance l a renommee que mer i t s son impetueux g e n i e . Quand i l mourut, son oeutere commenqait a p e n e t r e r chez l e s F r a n g a i s . "Par une i r o n i q u e r e v a n c h e , " d i t M. L a l o u , "quelques mois apres sa mort , Lawrence devenait p o p u l a i r e sous un pseudonyme: l e grand succes de Contrepo in t d ' A l d o u s Huxley ne d o i t ~ i l pas e t re a t t r i b u e en p a r t i e au per -s'onnage sympathique de Mark Rampion? Or Rampion, e ' e t a i t Lawrence p e i n t par son ami, H u x l e y . " A u j o u r d ' h u i l a p l u p a r t des c r i t i q u e s f r a n g a i s sont d ' a c c o r d que Lawrence est l ' u n dss temperaments l e s p lus doues, l s s p l u s puis santsv l e s p l u s o r i g i n a u x , l e s p lus incompres s ib le de l a l i t t e r a t u r e suropesnns . I I l e s i n t e r e s s s en tant q u ' i n t -s r p r e t e de 1 ' i n q u i e t u d e i e o n o c l a s t e d ' a p r s s - g u s r r e , s t comms l i b s r a t s u r du roman a n g l a i s contemporain . Son p o i n t de vue h ' s s t pas du tout b r i t a n n i q u e , s t c ' e s t pour ce t te r a i s o n s u r t o u t que son oeuvrs a pour nos v o i s i n s une s i g n i f i c a t i o n 2 p a r t i c u l i e r s . Maurice L a n o i r e exprime l e p l a i s i r du F r a n g a i s devant un roman de ce no vat eur audac i sux . " L ' o r g u s i l insu la i ibs remplacs par Is s snt imsnt de 1 ' s thnographie st de l a geograph-i c phys ique , 1 'optimisms s o c i a l , m o r a l , r e l i g i e u x , remplace par un anatchisme m a l a d i f , l a matrone ang l a i s e remplacee 1. Les N o u v . l i t t . l e 18 a v r i l , 1 9 2 1 . " P . H . L a w r e n c e " Rens L a l o u . 2 . Revue de Far i i s^ le 15 f s v . , 1 9 5 2 . p . 9 0 9 . " P . H . L a w r s n c e " Maurice L a n o i r e . par l a d y C h a t t e r l e y f r i a n d e de son garde-chasseJ Peut-on t r o u v e r en Prance , meme au temps de nos p i r e s decheances, un e c r i v a i n n o t o i r e chez qui l e sens de l a p a t r i e a i t ete absent a. ce p o i n t ? " C ' e s t done l a p h i l o s o p h i e o r i g i n a l s de Lawrence qui impress ionne l e s F r a n g a i s . " I I est h a n t e " , d i t G. Jean-Aubry, " p a r ce qu 'on a p p e l l e en A n g l e t e r r e l e " sex q u e s t i o n " , dont 1 ' o r d i n a i r e des romanciers a n g l a i s n ' e t u d i e n t que l e s cotes sent imentaux et moraux, mais que P.H.Lawrence ne separe pas de ses c o n d i t i o n s p h y s i q u e s . " On d e c l a r e que l ' e s s e n t i e l de son oeuvre t i e n t p e u t - e t r e dans 1 ' i n t e r p r e t a t i o n mystique q u ' i l a donnee de c e t t e a c t i v i t e humaine, l e s exper iences s e x u e l l e s des personnages . I I ne c r o i t pas a 1 ' a b o l i t i o n complete des antagonismes i n d i v i d u e l s par 1 ' u n i o n des corps , mais i l y v o i t l a source d ' u n e q u i l i b r e d'echanges entre l e s c o n j o i n t s . De p lus i l y v o i t l ' a c t e r e l i g i e u x p a r - e x c e l l e n c e . Pour l awrence , 1 ' u n i o n avec l a femme est l a vraie fag on de communiquer avec D i e u . La l i b e r a t i o n s p i r i t u e l l e de l'homme s ' y a c c o m p l i t , C t t e a t t i t u d e a n t i - i n t e l l e c t u e l l e , c e t t e f o i dans l e sentiment et l e s pu i s sances de 1 ' i n s t i n c t , ce t te p r o c l a m a t i o n de l ' i m p o r t a n c e de l a s e x u a l i t e , s e ' f a i t ••beaucoup d i s c u t e r par l e s c r i t i q u e s d 'Outre-Manche . En commentant l e Serpent a Plumes, " l e roman sans .doute l e p l u s l a w r e n c i e n de t o u s " , 2 M . l a n o i r e t rouve que comme d ' h a b i t u d e , l e s beautes sont l e f a i t dm romanc ier , l e s a b s u r d i t e s c e l l e s du pseudo-prophete 1. Reyue de P a r i s , l e 15 s e p t . 1 9 2 3 . " D . H . l a w r e n c e " , G . J e a n A p b r y . 2 . Revue de P a r i s , l e 15 f e v . 1 9 3 2 . " D . H . l a w r e n c e " , M . . L a n o i r e . 87 dont l 1 o b s e s s i o n tourne au d e l i r e . " L ' a t t r a i t q u ' i l exerce sur n o u s , " d i t - i l , "ne p r o v i e n t pas de l a g u a l i t e de ses t h e s e s , mais du f a i t que c e t t e oeuvre represeit te - quelaue chose de • f 1 ' v e c u . " G-. Jean-Aubry est du meme a v i s . Ge c r i t i q u e s o u t i e n t qu Lawrence p a r f o i s se perd dans sa p h i l o s o p h i e , et p a r f o i s i l e c r i t comme q u e l q u ' u n qui semble ne p lus b i e n comprendre ce q u ' i l r a c o n t e . M a i s , d i t G. Jean-Aubry, " o n trouve dans son oeuvre un sentiment contag ieux de l a v i e , un sentiment a l a f o l s f r a i s et s o l i d e de l a n a t u r e , un sens a l a f o i s s imple et t e r r i b l e de l a r e a l i t e . " Rene L a l o u , au c o n t r a i r e , 3emble a v o i r autant d ' a d m i r a t i o n pour l e s d o c t r i n e s de lawrence que pour son temperament d ' a r t i s t e , b r u t a l a l a f o i s et s u b t i l . I I loue "ce h a r d i p i o n n i e r " de l ' i n c o n s c i e n t , qui i g n o r a i t a l o r s l e s idees poemes et. d'hymnes r e l i g i e u x " l u i semble p a r t i c u l i e r e m e n t s i g n i f i c a t i f . I I c i t e , en l e s approuvant , l e s pa ro le s de Ramon, l e heros du Serpent a Plumes, "Je s u i s un homme qui a s p i r e a. 1 'accomplissement sensue l de mon ame." " l u l l e p r o f e s s i o n d ' h u m a n i t e " , d i t M. L a l o u , "ne s a u r a i t etre p l u s l a w r e n c i e n n e , p lus digne de 1 ' e c r i v a i n qui de'f i n i s s a i t a i n s i sa tache e s s e n t i e l l e . " Mais l e s r e f l e x i o n s de M. G i l l e t a ce su jet sont peut-e t r e l e s p l u s i n t e r e s s a n t e s . En d i s c u t a n t l e r o l e important de l a femme dans l a p h i l o s o p h i e de lawrence 11 d e c l a r e : 1. Revue de P a r i s , l e 15 sept .1923 . "D .H.Lawrence" G.JeanAubry. 2 . Les Eouv . L i t t , l e 18 a v r i l , 1 9 3 1 . " D . H . L a w r e n c e " Rene l a l o u . 3. Revue des 2 Mondes, l e 1 dee.1932. "D .H.Lawrence" L , G i l l e t . 2 "Que l l e que s o i t l a p lace que l a femme t i enne dans notre v i e , i l p a r a i t demesure de l u i accorder ce r o l e , et de f a i r e pa s se r par e l l e l ' a x e de toute l a v i e m o r a l e . " l e c r i t i q u e • frangais c r o i t done que Lawrence s ' e s t trompe en centrant t o u t e sa r e l i g i o n et son e g u i l i b r e sur l a femme, et en tentant de s p i r i t u a l i s e r et transmuer en v a l e u r s saeramente l les et r e l i g i e u s e s ce q u ' i l y a de p lus c h a r n e l . De p l u s , i l c r o i t que toute sa l i t u r g i e de 1'amour, son r i t u e l , sa p r e p a r a t i o n au mystere , est souvent d'une i n d i s c r e t i o n et d'une t r i v i a l i t e •baroques, Mais M, G i l l e t , ( et v o i c i ce qui est i n t e r e s s a n t ) , t rouve des excuses pour 1 ' a t t i t u d e de Lawrence, E l l e repond, d i t - i l , a un "besoin profond de l a pensee a n g l a i s e , a une r e a c t i o n ardente contre l a r i g u e u r c a l v i n i s t e : " 1 ' i d e e de san-c t i f i e r 1'amour et de r e h a b i l i t e r l a c h a i r , l a l u t t e contre l ' a f f r e u x cauchemar de l a chute et de l a m a l e d i c t i o n o r i g i n a l e du pec&e. l ' ame a n g l a i s e a s i longtemps s o u f f e r t de ce t t e c o n t r a i n t e et de c e t t e t e r r e u r , " cont inue M, G i l l e t , " l o n g -temps e l l e en r e s t e ra mut i l ee et b l a s s e e . 6 ' e s t pourquoi l a r e v o l t e y est p l u s o p i n i a t r e , et p lu s apre l a p a s s i o n de j u s t i f i e r l e corps et d ' e x o r c i s e r l a n a t u r e , " l awrence , comme romancier , a des q u a l i t e s et des de faut s , f r a p p a n t s , d ' apre s l e s c r i t i q u e s d 'Outre-Manche, l i s l e f e l i c i t e n t d'une pui s sance a l a q u e l l e on ne peut r e s t e r i n d i f f -1 e r e n t . A 1 ' a v i s de G, Jean-Aubry, " i l e c r i t dans uu eta t de p a s s i o n qui ressemble p a r f o i s a une sor te de t r a n s e . Dans cet e t a t de t ranse on e c r i t necessairement p a r f o i s f o r t mal , mais p a r f o i s a u s s i l a f o r c e de l a s e n s a t i o n arrache avee e l l e une l . H e v u e de P a r i s , l e 15 s e p t . 1923 . "La V i e a, l 'Etranger 1 , ' . D . H . Lawrence, G . Jaan-Auhry . 89 e x p r e s s i o n neuve, et en tout cas , on n ' . e c r i t pas d'unejfagon i n d i f f e r e n t e . " Les F r a n g a i s p a r l e n t souvent du f oisonneinent poe&ique dans ses oeuvres , et de ses b e l l e s d e s c r i p t i o n s de l a • campagne a n g l a i s e . On l e loue egalement comme i n t e r p r e t e de l a v i e humble, l a v i e de ses premieres annees. Sur son t a l e n y de psychologue , on ne peut pas s ' a c c o r d e r . Quelques c r i t i q u e s pens ent que ses personnages sont des e t re s v i v a n t s , d ' a u t r e s s i g n a l e n t l e u r i n d e t e r m i n a t i o n et d e c l a r e qu?on ne peut pas l e s d i s t i n g u e r l ' u n de 1 ' a u t r e . Quant au s t y l e de Lawrence, on l e t rouve i n t e r e s s a n t mais peu a r t i s t i q u e . Se lon G. Jean-Aubry " i l est quelque chose de n o i r et de b r u l a n t , d 1 e t i n c e l l a n t et de t e r n e , de charbonneux' et de diamente a l a f o i s ( i l e c r i t u n peu comme un m i n e u r . ) " Ses p l u s grands de fau t s , d e c l a r e n t nos v o i s i n s , sont d i a l o g u e s i n t e r m i n a b l e s et o i seax , l u x u r i a n c e i n u t i l e des d e s c r i p t i o n s , n e g l i g e de s t y l e , manque g e n e r a l de mesure et de c o m p o s i t i o n . "Mais aucune de ces t a r e s " , resume Maurice 2 \ % l a n o i r e , " s i exasperantes q u ' e l l e s s o i e n t , ne pa rv i en t a g a t e r i r remediablement ees oeuvres . Humbles mater iaux , g a u e h e r i e s , mauvais gout , r i e n n ' y fa i t .Lawitence s a i t c o n t e r ; 11 a 1 * i n s t . i n c t dramatique, l e don de l a v i e , l e t r a i t jus te q u i f a i t pardonner des passages ennuyeux. De s a i s i s s a n t s " e p i s -odes s a i l l i s s e n t dans ce f a t r a s . Ses personnages sonj des etr.es de c h a i r et de sang, nettement c a r a c t e r i s e s et capables de nous emouvoir puissamment. S i longueurs i l y a, e l l e s sont chez l u i l e r e s u i t a t de 1'exuberance et non p o i n t de l ' i m -1. Revue de P a r i s , l e 15 s e p t . , 1 9 2 3 . G . J e a n - A u b r y , " L a Vie a I ' E t r a n g e r " , P . H . L a w r e n c e . 2 , Revue de P a r i s , l e 15 f e v . , 1 9 3 2 . p . 9 0 9 . " L a w r e n c e " M . L a n o i r e , p u i s s a n c e , E t i l possede p l u s encore - une v i s i o n p a r t i c u l i e r e du monde, une p h i l o s o p h i c n o u v e l l e de l a v i e , et du bonheur . Qu'on l e mepr i se , quT on l e d e t e s t e , gu 'on l ' a d m i r ' i l est de ceux qu'on ne peut pas passer sous s i l e n c e , sur l e s g u e l s i l est tout au moins s t imulant de se f a i r e une o p i n i o n . " CHAPITRE V LE ROMAH FEMIIIN Le roman f e m i n i n de 1 ' A n g l e t e r r e a t ou jour s j o u i d'une grande p o p u l a r i t e en F r a n c e , depuis l e s oeuvres des soeurs B r o n t e , de G-eorge E l i o t , Marie C o r e l l i , et M r s . Humphrey Ward, jusqu'amx l i v r e s de May S i n c l a i r , Clemence Dane et K a t h a r i n e M a n s f i e l d , P e u t - e t r e que l e u r sexe i n t e r e s s e l e s F r a n g a i s , car l e s femmes auteurs sont p lus r a r e s en France que chez nous . En tout cas nos v o i s i n s l e s admirent p a r f o i s pour l a g race , l a f r a l c h e u r , 1 ' o r i g i n a l i t e de l e u r s oeuvres , p a r f o i s pour l ' a u d a c e de l e u r analyse de l a p sycho log ie et 1 q u e l q u e f o i s de l a p a t h o l o g i e f e m i n i n e . A cet egard toe. Marc l o g e d e c l a r e que l a l i t t e r a t u r e ang l a i s e est p a r t i c u l i e r e m e n t r i c h e en ce moment grace a une p l e i a d e de romancieres dont l e s oeuvres h a r d i e s et o r i g i n a l e s e c l a i r e n t d'une fagon f o r t c u r i e u s e l e s tendances du roman a n g l a i s d ' a p r e s - g u e r r e . E l l e s osent aborder des s u j e t s j u s q u e - l a defendus. E l l e s l u t t e n t pour une cause, l a femme, et e l l e s se r e v e l e n t non seulement des emanc ipa t r i ce s mais au s s i des c r e a t r i c e s , "Les l e t t r e s modernes l e u r d o i v e n t " , d i t Mine .Loge , " p l u s i e u r s des oeuvres l e s p l u s p a r f a i t e s de cet impress ionnisme l i t t e r a i r e qui a succede depuis l a guerre au r e a l i s m e . Et c e l a n ' e s t pas peu d i r e . " . • , . En s 1 expr imant a i n s i , Mme. Loge pense sur tout a I . R e v . P o l . e t L i t t . l e 21 nov,19S5 . "Quelques Romancieres ~ A n g l a i s e s Contemporaines" Mme. M. Loge ..91 ftAT SINCLAIR, qui d i t - e l l e , occupe une p o s i t i o n p a r t i c u l i e r e dans l e roman a n g l a i s contemporain . Ses oeuvres sont e s s e n t i e l l • - i ment f e m i n i n e s , at a I ' a v i s de>.M. C h e v a l l e y n u l l e romaneiere , depuis l ' a u t e u r de Jane Eyre n ' a p l u s eompletement exprime 1 ' i n s t i n c t de l a femme. E l l e e tudie l e s problemes physiques et moraux de son sexe avec un courage, une f r a n c h i s e et une f o r c e q u i p l a i s e n t aux F r a n c a i s . l i s t rouvent ses personnages r e e l s et "bien e t u d i e s , et l e procede dont use May S i n c l a i r pour rendre s e n s i b l e l e drame i n t e r i e u r l e u r sem^ble sur tout i n t I r -es sant . l i s l ouent l a technique o r i g i n a l e de Far End , ou nous •voyons pas ser l e courant de l a v i e dans l a conscience du personnage p r i n c i p a l , I l s aiment son impress ionisme d l l i c a t e t son c h o i s de d e t a i l s . Tout ce qui n ' e s t pas e s s e n t i e l est l l i m i n l , et l a d i s c i p l i n e r i goureuse q u ' e l l e s ' impose gagne 1 ' a p p r o b a t i o n de nos v o i s i n s . Quelquefo i s , i l est v r a i , on l u i reproche l a p r o l i x i t ! et l e manque de c o n t r a i n t e , mais pour l a p l u p a r t , on 1 ' admire , a l a f o i s pour sa f a c u l t ! c r e a t r i c e e t pour sa mai t re s se t e c h n i q u e . CLEMENCE PAKE n ' e s t pas moins c l l e b r e en France que May S i n c l a i r , et deux romans p a r t i c u l i e r e m e n t ont f o r c e 1 ' a d m i r a t i o n des c r i t i q u e s d 'Outre-Manche. Ce sont Regiment  de. Femmes et Legende,. Son premier roman, Regiment de Femmes es t lone par l a c o n c e p t i o n h a r d i e , 1 ' o b s e r v a t i o n aiguey- l a p s y c h o l o g i e penetrante et 1 ' e x ! c u t i o n impeccable . On f l l i e i t e l a romaneiere sur tout de l ' l t u d e du earaetere de C l a r e E a i r t e l l "une des p l u s remarquables creat ions- du roman moderne", et de l . T h e Modern N o v e l , A b e l C h e v a l l e y . 1930) ~f ~ " ~ " ~ / g . C o r r e s p o n d a n t , l e 10 s ep t ,1932 .p .777 . "Clemence Pane" A n d r e ' B e l l e s s o r t . 9g l a r a r e i n t u i t i o n q u ' e l l e r e v e l e au su je t des ames des en fan t s . On s i g n a l e l a ressemblance entre son roman et Jeunes F i l l e s 1 • • ——— en Uni forme , mais M. B e l l e s s o r t d e c l a r e que Regiment de Femmes ' e s t t r e s superieujfea 1 'oeuvre al leman&e. Pourtant i l l u i reproche quelques d e f a u t s . I I t rouve que l ' a u t e u r , dans sa p r e o c c u p a t i o n de pe indre l a r e a l i t e s ' e s t a t ta rde aux c o n v e r s a t i o n s et a des scenes i d y l l i q u e s qui a ' e t a i e n t pas assez neuves . " l e systeme f r a n g a i s qui congoi t l e roman comme un drame et qu i en condense l e s e f f e t s en quelques scenes , a u r a i t p e u t - e t r e mieux v a l u . " Pans legende cependant, l e s c r i t i q u e s ne v o i e n t que des q u a l i t e s e x q u i s e s . C ' e s t un l i v r e p l e i n de grace , un chef-d ' o e u v r e , un t o u r de f o r c e , Et on acc l ame . sur tout 1 ' o r i g i n a l i t e de l a composition et l e sueces avee l e q u e l Clemence Pane a evoque un personnage en imaginant un e n t r e t i e n ou. d ' a u t r e s personnages , animes de sentiments d i v e r s , echangent l e u r s vues s u r 1 ' absent , " l a t e c h n i q u e " , dec l a re Marc l o g e , "est d'une r a r e p e r f e c t i o n , " Tous l e s c r i t i q u e s sont d ' a c c o r d , et nous t rouvons l e s louanges l e s p l u s en thous i a s te s de l a forme u n i q u e , de l a f i n e s s e et l a sure te p s y c h o l o g i a u e , et du pathet ique p ro-g f o n d de eet te e t i n e e l a n t e f a n t a i s i e , " D ' a u t r e s femmes a u t e u r s , p lus ou moins renommees en France sont Storm Jameson, Rebecca v.est et R a d c l y f f e H a l l , STORM  JAMES OH s ' impose a 1 ' a t t e n t i o n du p u b l i c f r a n g a i s par son t a l e n t v i b r a n t et p e r s o n n e l , et par son courage indomptable 1. Correspondant , l e 10 s e p t . , 1 9 5 2 . p . 7 7 7 . "C .Dane" B e l l e s s o r t 2 . Revue P o l . e t l i t t . l e 21 nov.1925. "C .Dane" Marc loge g.Revue P o l . e t l i t t . l e 6 f e v . 1926. "Un Roman de C . Dane" Andre B e l l e s s o r t , 94 q u ' e l l e apporte a a f f r o n t e r l a v i e et l e e i d e e s , et par 1» admirable enthousiasme qui se degage de tous ses romans. REBECCA WEST est connue sur tout par son roman The Return ' p f c t h e S o l d i e r , un roman p sychana ly t ique d 'apres F r e u d . C ' e s t une oeuvre t r e s poignante e t t r e e bien- c o n s t r u i t e » • dec l a ren t l e s F r a n g a i s , et c ' e s t un r e c i t qui gagne par son audace. Cet te meme q u a l i t e hard ie l e s i n t e r e s s e dans l e s romans de RADCLYFFE HALL. l i s l e s t rouvent t r e s f o r t s . E n d i s c u t a n t Le P u i t s de S o l i t u d e , o n dec l a re que c e r t a i n e s s i t u a t i o n s s en t imenta l e s et c e t t a i n e s scenes sont de premier o r d r e . "Ma i s ce qui p o u r r a i t e t re un grand l i v r e est gate par un 2 e f f r o y a b l e romantisme de v o c a b u l a i r e et de pensee . " Les romans f emin ins moins occupes des problemes de l a femme sont ceux de M r s . SaeJcvi l le West, de Rosamond Lehmann et par-dessus t o u t , de Ka ther ine M a n s f i e l d . La grace et l a f r a i c h e u r de l e u r s oeuvres font l e s d e l i c e s des F r a n g a i s . 3 MRS. SACKVILLE WEST, dec l a re H e n r i Davray possede l ' a r t de d e c r i r e avec a t t r a i t et de c a r a c t e r i s e r en peu de mots. La p s y c h o l o g i e des personnages est d'une p e n e t r a t i o n surprenante , et l e s romans sont contes d'une fagon conc i se et s e r r e e , en un s t y l e n e t , v igoureux et c a p t i v a n t . A l l P a s s i o n Spent s u r t o u t , d i t M. Davray, "es t d'une r e e l l e puissance et d'une s i n g u l i e r e d i s t i n c t i o n . " L ' oeuvre de R6SAM0ND LEHMANN est peu t -e t re mieux appreciee e n c o r e , et ses deux romans Pous s i e re et L ' I n v i t a t i o n a, l a V a l s e ont eu beaucoup de succes en F r a n c e , En p a r l a n t de 1. Revue Hebdomadaire, d e c . i y a a . "Storm Jameson", Marc Doge 2. L a N . H . F . 1 9 3 2 . Le P u i t s de S o l i t u d e , H a l l ; D . S . 3. Mercure de F r a n c e , l e 15 j u i n , 1 9 2 0 . L e t t r e s A n g l a i s e s , H e r i t a g e Davray , 95 P o u s s i e r e , M a r c e l A r l a n d d e c l a r e : " I I ne me semble pas que roman, mieux que c e l u i - e i , a i t jamais evoque 1 ' ado le scence . Je ne s a i s a q u e l l e m e r v e i l l e u s e u n i o n de l a na ive te et du t a l -' e n t sont dues ces pages s i f r a i e h e s , d'une f a n t a i s i e impond-e r a b l e , g r a c i e u s e s sans f u t i l i t e , melanec l iques sans f adeur , et de l a p l u s d e l i c a t e tendressejf Mais L T I n v i t a t i o n a l a V a l s e , s o u t i e n t G-abriel M a r c e l , est a n ' e n p o i n t douter l e c h e f - d ' o e u v r e de Rosamond lehmann. I I f a i t remarquer que ce roman se s i t u e exactement au meme p l a n que l e s n o u v e l l e s l e s p l u s p a r f a i t e s de K a t h e r i n e M a n s f i e l d . Et ce qui l u i p a r a i t incomparab le , c ' e s t que " tout y est eprouve a t r a v e r s une consc i ence neuve et dont on d i r a i t que l e s cordes n'drnt pas encore resonne . Chaque emenement, s i i m p e r c e p t i b l e s o i t - i l , t i r e de cet ins t rument v i e r g e des s o n o r i t e s i n o u i e s , " M. M a r c e l admire a u s s i , chez Miss Lehmann, "ce don e x t r a o r d i n a i r e de p r e f o r m a t i o n . " " A chaque i n s t a n t c ' e s t comme nous entendons sou-r d r e sous nos pas ce q u i , dans quelques semaines ou dans d i x ans , s e ra un drame, entierement a r t i c u l e et e x p l i c i t e , mais qu i n ' e s t pas encore i c i qu'une sorte de r u i s s e l l e m e n t s o u t e r r a i n , p r e m o n i t o i r e . " En f i n de compte, M. Marce l n ' h e s i t e pas a d e c l a r e r que Rosamond Lehmann^apres h ' I n v i t a t i o n a l a Va l s e se c l a s s e au premier rang du roman f e m i n i n de tous l e s temps. "Tout ce que nous l u i demanderons desormai s , " d i t - i l , " c ' e s t de r e s t e r egale a e l le-meme." 1.1a E o u v e l l e Revue Prang a i s e , 1 9 2 9 , T . 3 5 . p . 4 H l . Pouss ie re , lehmann, M. A r l a n d . 2 . 1 ' E u r o p e H o u v e l l e , s e p t . 1 9 3 5 . "Rosamond Lehmann", G a b r i e l M a r c e l . 96 KATHERINE .MANSFIELD Mais l a p lus i l l u s t r e des femmes auteurs contemDoraines 1 s e l o n l e s F r a n g a i s , c ' e s t Ka ther ine M a n s f i e l d . Lou i s G i l l e t d e c l a r e q u ' e l l e a en France son c e r c l e de devots , " sa p e t i t e c o n f r e r i e s ecre te d'ames amies; e l l e a sa p lace dans nos coeurs parmi l e p e t i t nombre des e s p r i t s f emin ins auxqueIs l a pensee 2 se peporte avec une tendresse proche de l a p r i e r e . " Marc Loge exprime son r e g r e t de sa mort et d i t que " l a d i s p a r i t i o n s i prematuree de K a t h e r i n e M a n s f i e l d p r i v e l a l i t t e r a t u r e contemporaine d ' u n t r e s o r qui eut ete siiaguliereraent r i c h e et p rec ieux? Le genie de ce t te jeune femme e t a i t un des p lus f i n s , des p l u s purs et des p lus o r i g i n a u x q u i eussent jamais e c l a i r e l e s l e t t r e s a n g l a i s e s . " Tous l e s c r i t i q u e s louent ses c o n t e s . I l s y t rouvent quelque chose de v i r g i n a l , de f r a i s et de b l a n c s imais dec la re G. Jean-Aubry, " l a douceur y , e s t ferme, l e parfum n ' y tourne jamais au ranee , l e coeur a. l a n i a i s e r i e . " On l a f e l i c i t e de s a maniere l egere et r a v i s s a n t e , de son ar t de d e c r i r e pa r f a i t ement sans a v o i r l ' a i r , et de sa poes ie f a i t e d 1 abandon et d ' e l l i p s e s , de d e t a i l s ju s te s et de s i l e n c e s . "Les choses • l e s p l u s s i m p l e s , " d i t M. G i l l e t , "une s i l h o u e t t e , un fragment d ' e x i s t e n c e l u i s u f f i t pour evoquer en quelques pages une v i e , un|roman,une aventure , de douleur et de m e l a n c o l i e . " Les F r a n g a i s admirent a u s s i sa maniere de presenter ses 1. Revue des 2 Mondes , le 15 jam.1934.p .456. "Kass , ou La Jeunesse de Kather ine M a n s f i e l d " L . G i l l e t . 2 . Rev. Heb. j u i n , 1 9 2 3 . p . 1 1 6 . " K a t h e r i n e M a n s f i e l d " M. Logs . 3.Revue de P a r i s , l e 1 n o v . 1 9 3 1 . p . 5 7 . " K . M a n s f i e l d " G.Jean-Aubry 4.Revue des 2 M 0 n d e s , l e 15 d e c . 1 9 2 4 . " K . M a n s f i e l d " L . G i l l e t . 97 personnages , q u i , t r o u v e n t - i l s , sont d'une v e r i t e f r appante . K a t h e r i n e M a n s f i e l d possede l a v e r t u e s s e n t i e l l e du conteur 1 d e c l a r e G. Jean-Aubry , " l a f a c u l t e d ' e t r e a l a f o i s au-dedans t et au-dessus de ses personnages" , mais e l l e r e s t e tou jour s i m p e r s o n n e l l e , e l l e ne se l a i s s e jamais e n t r a i n e r par sa . 2 sympathie . Mme. E l i z a b e t h T a s s e t - K i s s o l l e e s sa ie de d e f i n i r son ar t de c a r a c t e r i s a t i o n . " C ' e s t l e t r a i t de crayon d ' u n F o i ? a i n , " d i t - e l l e , f a i s a n t d 'un coup j a i l l i r l e personnage. l e t r a i t fu t c h o i s i entre tous , parce q u ' i l contena i t 1 'essen-t i e l . " I I est ev idant done que 1'oeutere de Ka ther ine M a n s f i e l d s e d u i t l e s l e c t e u r s f r a n q a i s . La f r a i c h e u r , l a beaute d ' images , • l a c o n c i s i o n et l e s t y l e de ses contes l e s enchantent . I l s de-c l a r e n t q u ' e l l e a renouvele en A n g l e t e r r e l ' a r t de oonter c a r e l l e a impregne d ' i n c i s i v e psyeholog ie l e drame en r a c e -3 o u r c i de chaque n o u v e l l e . M. G i l l e t , un de ses nombreux ad-m i r a t e u r s , constate p e u t - e t r e l e mieux sa p lace dans l a l i t t e r a t u r e , I I d e c l a r e ; " E n peu d'annees e l l e s ' e t a i t f a i t une s i t u a t i o n e x c e p t i o n n e l l e , qui l a m e t t a i t b i e n en avant , t o u t a f a i t hors de p a i r , dans 1 ' innombrable troupe de dames mures et d ' a n t i q u e s demoi se l l e s qui composent l e cont ingent des femmes de l e t t r e s a n g l a i s e s ; e l l e a p p o r t a i t une musique q u i , a peine entendue, ne pouva i t p l u s jamais se confondre avee aucune a u t r e ; e ' e t a i t quelque chose de h a r d i , de jeune et • de p a r f a i t , qu i a v a i t l e charme et 1 ' e c l a t des f l e u r s r a r e s 1.Revue de P a r i s , l e 1 n o v . 1 9 3 1 . p . 5 7 . " K , M a n s f i e l d " G.Jean-Aubry S . G o r r e s p o n d a n t , l e 25 s ep t .1935 .p .900 . " K . M a n s f i e l d " Mme.. E . T a s s e t - K i s s o l l e . 3.Revue des 2 Mondes, l e 15 dec .1924 . "Ka ther ine M a n s f i e l d " Lou i s G i l l e t . 98 et n a t u r e l l e s ; c ' e t a i t femme des p ieds a l a t e t e . E l l e n ' a v a i t r i e n de s u f f r a g e t t e . E l l e ne se me la i t d 'aborder l e s problemes moraux. Mais i l y a v a i t en e l l e quelque chose d ' u n i q u e , une s o r t e de charme l o i n t a i n , i n a c c e s s i b l e , dont aucunede ses devanc ie re s ne pos seda i t l e s e c r e t . " CONCLUSION Apres a v o i r consider! 1 ' a c c u e i l que l e s Frangais ont • f a i t au roman britannigue du vingtieme s i e c l e , nous en venons a l a conclusion gue l e u r i n t e r e t dans l e s l e t t r e s a n g laises est considerable, et gue l e u r c r i t i q u e est en gen-e r a l t r e s j u s t e , t r e s saine et t r e s e c l a i r e e . l i s s ' i n t e r -essent a\i roman par-dessus t o u t , parse que l e roman est l e p r i n c i p a l truchement qui f a i t cennaitre 1'Angleterre a l a France. Mieux que l a poesie qui ne se t r a d u i t pas s i f a c i l e -ment, i l e e l a i r c i t l e car-act ere n a t i o n a l s Toute l a v i e de 1 'Angleterre s'y met au jour, et quel Frangais n ' h e s i t e r a i t a en p r o f i t e r ? L'Albion, meme quand e l l e est p e r f i d e , ou contente de s o i , ou peu a r t i s t i q u e , ou prude, s a l t e v e i l l e r sa c u r i o s i t e et sa c r i t i q u e . Et nous esperons que l ' i n t e r e t de nos v o i s i n s ne dimin-uera pas, car nous pouvons s i bien p r o f i t e r de l e u r s eomment-a i r e s raisonnes. Heme s i l e s Frangais ont 1'idee que l e s rom-ancie r s anglais pour l a plupart ne se soucient pas assez de l e u r metier et q u ' i l s sont trop souvent influences par l e puritanisme du p u b l i c britannique, nous trouvons que l e u r s jugements sont bien i n t e r e s s a n t s et rarement, iniques ov. prevenus. Frequemment l e u r s opinions s'aceordent aux metres. Presque toujours e l l e s temoignent d'une. vive et genereuse a p p r e c i a t i o n d e l ' o e u v r e des romanciers contemporains en Angle-t e r r e ; et i l est agreable de constater que nos v o i s i n s d' Outre-Manche peuvent admirer d'autres genies que ceux de l e u r pays, et q u ' i l s ne proclameht pas que "nul n'aura du t a l e n t gue nous et nos amis." . 9 9 . LABJJ3LIOGEAPHIE A b e l C h e v a l l e y , T h e Modern E n g l i s h H o v e l , A l b e r t A . K n o p f , Hew York ,1930 . T r a d u i t "par Ben Ray Redman. * Andre C h e v r i l l o n , Three S tud ie s i n E n g l i s h l i t e r a t u r e , W i l l i a m Heinemann l t d . 1923. London. M.G .Devonsh i re The E n g l i s h Hoye l i n Prance 1830-1879 U n i v e r s i t y of London P r e s s , L t d . , 1 9 2 9 . Bene L a l o u , H i s t o i r e de l a l i t t e r a t u r e Cpntemporaine(1870 a nos j o u r s ) Les E d i t i o n s G. Cres et C l e . Paris , .1924, E „ L e g o u i s et 1. C azami a n , H i st o i r e de l a L i t t e r a t u r e A n g l a i s e L i b r a i r i e Hachet te , P a r i s , 1924. Le Correspondant ,1917-1933. L ' E u r o p e Houve l l e ,1924-1934 . Le Mercure de Prance ,1915-1935. Les N o u v e l l e s L i t t e r a i r e s , numeros d e p a r e i l l e s . L a Houve l l e Revue F r a n c a i s e , 1920-1935. -l a Revue des Deux Mondes,1900-1935. L a Revue Hebdomadaire,1917-1924.1930. l a Revue de Par i s , 1900-1935 . Revue P o l i t i q u e et L i t t e r a i r e , 1 9 0 0 - 1 9 3 3 . LES CRITIQUES M a r c e l A r l a n d G. Jean-Aubry Joseph Aynard fiene L a l o u L . B a i l l o n de W a i l l y Char le s V . L a n g l o i s Andre B e l l e s s o r t Maurice L a n o i r e Gaston Bonet-Maurey V a l e r y Larbaud L o u i s Cazamian E . l e g o u i s A b e l C h e v a l l e y Marc loge Andre C h e v r i l l o n G a b r i e l Marce l Benjamin Cremieux Andre Maurois H e n r i Davray 1. Paul-Dubois Jaecmes Delebecque Andre V . P i e r r e Ramon Fernandez H e n r i Pourrat Rene G a l l a n d F i r m i n Roz l o u i s G i l l e t A l b e r t Thibaudet D a n i e l Halevy M a r c e l Ih iebaut Edmond Ja loux G i l b e r t de V o i s i n s TeKior de Wyzewa I TABLE DES MATIERES page I n t r o d u e t i o n i - v i i i C h a p i t r e I Le Roman d 'Aventures et d ' I m a g i n a t i o n 1-26 ( i ) Le Roman d ' A v e n t u r e s , 1 ' E x o t i s m e ( i i ) Le Roman I m p e r i a l i s t s ( i i i ) Le Roman Eanta s t ique ( i v ) Le Roman de l a Mer C h a p i t r e I I Le Roman R e a l i s t e et S o c i a l 27-48 ( i ) E i n du S i e c l e ( i i ) Le Roman Contemporain ( i i i ) Aut re s E c r i v a i n s de l ' H e u r e Presente C h a p i t r e I I I Le>.Roman R e g i o n a l i s t e 49-65 ( i ) L ' A n g l e t e r r e ( i i ) L ' I r l a n d e C h a p i t r e IV Le Roman D'Analyse 64-90 ( i ) Le Roman Autobiographique ( i i ) Le Roman Psychologique ( i i i ) Le Roman du Monologue I n t e r i e u r ( i v ) Le Roman Sensuel C h a p i t r e V Le Roman Eeminin 91-98 C o n c l u s i o n B i b l i o g r a p h i e ! • 

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