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Le roman britannique en France au vingtieme siecle Boyles, Sadie Margaret 1936

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M  R  9MM.  BRIT ANTIQUE EN PRANCE AU VINGTIEME SIECLE  by  SADIE MARGARET BOYLES  THESIS SUBMITTED EOR THE DEGREE OP MASTER OP ARTS IS THE DEPARTMENT OF MODERN  LANGUAGES  THE UNIVERSITY OP BRITISH COLUMBIA A p r i l , 1936  LB ROMAN M I T ANN I QUE EN FRANCE AU VINGTIEME SIECLE« INTRODUCTION. Quand i l n  s ' a g i t des jugements d ' a u t r u i sur nous-memes,  o t r e e u r i o s i t e est i n f i n i e . Nous vuulons s a v o i r ce qu' on  pense de nous, e t s i l ' o n a p p r e c i e nos q u a l i t e s et a p e r e o i t nos  d e f a u t e . Nous nous demandons s i l ' o n e o n s i d e r e nos v e r t u s  en t a n t que v e r t u s . Nous nous p l a i s o n s a d e v i n e r  leur opinion  de nos i m p e r f e c t i o n s . Nous blame-t-on, f a i t - o n grand cas de nous, ou sommes-nous i g n o r e s ? N u l l e question: n'est p l u s seduisante,  et de meme que nous nous i n t e r e s s o n s a nos v o i s i n s  nous aimons a c r o i r e q u ' i l s s ' i n t e r e s s e n t a nous, et s u r t o u t q u ' i l s ont de nous une haute i d e e . Depuis longtemps l e s c r i t i q u e s f r a n c a i s prennent i n t e r e t a l a l i t t e r a t u r e a n g l a i s e , et s u r t o u t au roman, q u ' i l s estiment comme un des genres l e s p l u s v i v a n t s du monde e n t i e r . l i s d e c l a r e n t que l e roman a n g l a i s , p r i s i n t e g r a l e m e n t ,  depasse l e  l e u r du p o i n t de vue de l a q u a l i t e , de 1 ' i n v e n t i o n , et de l a v i e , mais l i s soutiennent  l a s u p e r i o r i t e du roman f r a n g a i s  comme oeuvre d ' a r t . Nous r e s p e c t o n s l e u r s a v i s , car ces c r i t i q u e s sont c e l e b r e s par l e u r s o p i n i o n s et r a i s o n n e e s .  justes, artistiques  D ' a i l l e u f s l e u r s jugements sont  toujours  dignes de c o n s i d e r a t i o n , car i l s sont emis l o i n de nous, e t ne sont pas i n f l u e n c e s p a r l e s a c c l a m a t i o n s du moment. Leurs i d l e s sont a u t r e s que l e s n o t r e s et l e u r s o b s e r v a t i o n s des moeurs et de 1 ' e s p r i t  a n g l a i s sont t o u j o u r s  interessantes.  l i s commentent souvent l e s d i f f e r e n c e s entre l e roman  ii  franc;ais e t l e reman a n g l a i s . A l e u r a v i s , l e s F r a n c a i s pour s i n s t r u i r e e t pour se d i v e r t i r , mais l e s A n g l a i s 1  lisent veulent  t r o u v e r dans l a l e c t u r e un prolongement de l a v i e o r d i n a i r e . 'Par consequent, l e roman s o c i a l a une p l a c e t r e s importante dans l a l i t t e r a t u r e b r i t a n n i q u e . Des t a b l e a u x  de moeurs  abondent et l e s romans de reforme, dans l ' o r d r e m a t e r i e l e t m o r a l , sont beauooup p l u s nombreux en A n g l e t e r r e  on'en Prance.  I ' e c r i v a i n a n g l a i s d o i t exprimer des i d l e s s u r l e s du  questions  jour. Mais s i l e s romaneiers f r a n c a i s , en e t u d i a n t l e s moeurs,  ne sont pas, l e p l u s souvent, de "chasseurs d'abus", c e l a n'empeehe pas nos v o i s i n s d'Outre-Manche de s i n t e r e s s e r 1  aux p e i n t u r e s et aux problemes de l a v i e a n g l a i s e , e t d ' a p p r e e i e r l a r e e l l e e f f i c a c i t e du roman s o c i a l , a l a f o i s e d i f i a n t et d i v e r t i s s a n t . Bans son etude Le Roman S o c i a l en 1 ' A n g l e t e r r e (1904) M. Cazamian d e c l a r e : " I I ( l e roman s o c i a l ) f  a a g i p a r 1 emotion, attenue l ' a p r e t e des rancunes, suggere 1  l a p i t i e aux uns, l a r e s i g n a t i o n aux a u t r e s . I I a s a p l a c e parmi l e s causes d'ordre moral q u i ont epargne a une  1'Angleterre  r e v o l u t i o n . " Sous ce r a p p o r t , i l e s t i n t e r e s s a n t de  e o n s t a t e r l a p o p u l a r i t e du roman r e l i g i e u x a n g l a i s en France pendant l e dix-neuvieme s i e c l e . l e s oeuvres p r e d i c a t r i c e s de C h a r l o t t e Yonge, de Mrs.  C r a i k , de Mrs. Henry Wood, de  C h a r l o t t e Bronte e t de George E l o i t f u r e n t b i e n a c c u e i l l i e s par l e s F r a n c a i s , c a r meme s i I'on t r o u v a i t ennuyeux t a n t de 1. C i t e de Devonshire :"The E n g l i s h N o v e l i n France" p. 345.  iii  sermons e t de t h e s e s , on a p p r e c i a i t 1 i n t e r v e n t i o n s a l u t a i r e 1  du roman f e m i n i n r e l i g i e u x dans 1 " e d u c a t i o n des jeunes f i l l e s . Ces romans, mime l e s p l u s mediocres , f u r e n t t r a d u i t s en ' grand nombre pour f a i r e concurrence aux mauvfcis l i v r e s f r a n g a i s . Quelques c r i t i q u e s s i g n a l e r e n t l e u r s  imperfections  et l e u r s l o n g u e u r s , mais, "pouvant e t r e mis entre t o u t e s l e s mains", l e u r succes f u t assure , e t on eut beau d e c l a r e r q u ' i l s f u r e n t mal composes et mal e c r i t s . Ces d e r n i e r s d e f a u t s  sont oeux que l e s c r i t i q u e s f r a n c a i s  r e p r o c h e n t l e p l u s souvent aux romaneiers de n o t r e pays. l i s sont d'accord que t r e s peu d ' e c r i v a i n s a n g l a i s possedent une connaissance technique de l e u r p r o f e s s i o n . P a r c o n t r e , en Prance e c r i r e e s t c o n s i d e r ! comme un a r t , un a r t exigeant I I yja  des e x c e p t i o n s  et a l t i e r .  en A n g l e t e r r e , sur t o u t M. George Moore,  mais pour l a p l u p a r t , l e s e o r i v a i n s b r i t a n n i q u e s  sont censures  pour l e u r c o n f u s i o n , l e u r p r o l i x i t e t e r r i f i a n t e et l e u r s d i a l ogues i n t e r m i n a b l e s . On a d i t qu'une i n f l e x i b l e l o i pese s u r l e romanoier a n g l a i s . Ce n'est pas c e l l e des t r o i s u n i t e s , c e s t c e l l e des t r o i s volumes. A b e l C h e v a l l e y , 1  dans l e Roman  A n g l a i s de Hotre Temps f a i t remarquer que jusqu'aux de 1895 l e s e d i t e u r s s ' o b s t i n e r e n t  environs  a p u b l i e r l e s romans  nouveaux en t r o i s volumes qui p a r a i s s a i e n t a de c o u r t s intervalles.  I I se demands s i o e t t e o b l i g a t i o n d ' e c r i r e un  l o n g roman n ' e x p l i q u e pas l ' h a b i t u e l defaut de c o n s t r u c t i o n et de p r o p o r t i o n dont s o u f f r e l e roman a n g l a i s au v i n g t i e m e comme au dix-neuvieme  siecle.  S i un auteur a n g l a i s compose b i e n , c 'est 1 ' e x c e p t i o n , e t l'©n a t t r i b u e souvent son a r t , comme dans l e cas de George  iv Moore, a l i n f l u e n c e f r a n g a i s e . C e t t e i n f l u e n c e se f a i t 1  s e n t i r , d i t - o n , depuis l a f i n du dix-neuvieme s i e c l e . Pes l o r s l e temperament l i t t e r a i r e a n g l a i s se montre p l u s ouvert aux mouvements d ' o r i g i n e e t r a n g e r e , e t 1 1 a c c u e i l l e p l u s v o l o n t i e r s .certaines s u g g e s t i o n s du dehors. C'est de c e t t e epoque que date a u s s i 1 e m a n c i p a t i o n du 1  roman a n g l a i s , q u e s t i o n  q u i ne manque jamais d ' i n t e r e s s e r l e s  c r i t i q u e s f r a n c a i s . l i s ne sympathisent guere avec 1 ' e s p r i t v i c t o r i e s ,?et i l s se r e j o u i s s e n t de l a f i n du regne des convenances. l i s d e c l a r e n t caracterise cette periods  que l ' h y p o e r i s i e de t o n t o n q u i i n t e r d i t aux romanciers l ' a e c e s de 1  c e r t a i n s domaines p s y c h o l o g i q u e s . M. de Vvyzewa, en eommentant l e roman a n g l a i s en 1907, p a r l e de»la s u b s t i t u t i o n au t y p e t r a d i t i o n n e l de I'honnete 'Roman a n g l a i s ' d'un type nojiveau ' l e roman s e x u a l i s t e ' , une s u i t e d i r e c t e de notre'roman n a t u r a l i s t e ' " . V i n g t ans p l u s t a r d M. Pavray , en d i s c u t a n t l e meme s u j e t dans ses L e t t r e s A n g l a i s e s regne de V i c t o r i a e t d e c l a r e l e realisme  f a i t a l l u s i o n au  que t a n d i s que chez l e s F r a n c a i s  etudiatt s u r t o u t l e s i n s t i n c t s de l'homme, s a  p h y s i o l o g i e , l e roman a n g l a i s s ' a t t a c h a i t . a l a c o n s c i e n c e , a l'ame de l'homme, e t a s a p s y c h o l o g i e .  I I continue:  "I'ere  v i c t o r i e n n e e s t marquee p a r une r e s p e c t a b i l i t e q u i c o n f i n a a l ' h y p o c r i s i e . Les e x i s t e n c e s  devinrent  u n i f o r m e s , l e cadre de  l a v i e se b a n a l i s a et s ' e n l a i d i t , l e s v i c e s se d i s s i m u l e r e n t , l a r e a l i t e f u t truquee, l e s i d e e s eurent peur. I I n'est pas de meme a u j o u r d ' h u i .  l e s romanciers a n g l a i s contemporains se  1 Revue des Deux M o n i e s , l e 15 dec. 1907. 2 Mercure de F r a n c e , l e 15 s e p t . 1927.  V  preoccupent moins de p s y c h o l o g i e ; i l s c h o i s i s s e n t p l u s l i b r e ment l e u r s s u j e t s ; i l s sont p l u s h a r d i s dans l e t r a i t e m e n t de l e u r s c a r a c t e r e s ; p l u s r e a l i s t e s dans l a p e i n t u r e des moeurs; . i l s manient sans c r a i n t e l e u r s i d l e s . - C e t t e independance l e u r e s t p o s s i b l e parGe que,,  depuis l e debut du s i e c l e , I f A n g l a i s  s ' e s t emancipe et q u ' i l se degage de p l u s en p l u s des  entraves  de l a r e s p e o t a b i l i t e q u i p a r a l y s a l e s contemporains de Desormais i l aborde p l u s v o l o n t i e r s l a physique  des  Victoria.  sentiments  et i l aceorde aux q u e s t i o n s s e x u e l l e s une p l a c e mieux proportionnee  a leur  importance.!' 1  A ce s u j e t a u s s i , l e s remarques de M. R e n l F r a n c i s son l i v r e The  dans  Question of Sex i n F i c t i o n , sont i n t e r e s s a n t e s .  Le p o i n t c a p i t a l de comparaison e n t r e 1 ' A n g l e t e r r e  et l a  France se r e n c o n t r e , s e l o n M. F r a n c i s , quand l ' a u t e u r b r i t a n n ique aborde une  q u e s t i o n de sexe, ou n'importe q u e l l e q u e s t i o n  p j i y s i o l o g i q u e . Le r l s u l t a t r i s q u e d ' e t r e beaucoup p l u s of f e n s ant et p l u s p e r h i c i e u x parce que l a langue a n g l a i s e ne p r e t e pas au r e a l i s m e en oes m a t i e r e s . Les mots sont e t g r o s s i e r s , et avee  se  brutaux  c e l a , l e s A n g l a i s composent s i malj  he p l u s , l e s romaneiers d'Outre-Manche "sont presque t o u j o u r s mentalement impropres a. c e t t e t a c h e , parce q u ' i l s n'ont  jamais  a p p r i s a penser c l a i r e m e n t sur aucun s u j e t pas p l u s que l e u r s lBcteurs,  l ' e s p r i t a n g l a i s r e s t a n t nebaleux t a n t q u ' i l n'a  e t e soumis a, un entrainement  pas  rigoureux."  Son jugement e s t parmi l e s p l u s s l v e r e s , mais p e u t - e t r e q u ' i l y a du v r a i , et que nous d e v r i o n s nous borner a des s u j e t s q u i conviennent mieux a. n o t r e t a l e n t . ICommente par D a v r a y , L e t t r e s A n g l a i s e s , Mercure de 15 f e v . 1916. "  France.le  D'ailleurs i l  e s t c e r t a i n que l e p u b l i c a n g l a i s maint-  i e n d r a a jamais une a t t i t u d e de s u s p i c i o n et de repugnance envers l e s s u j e t s nouveaux e t h a r d i s , l e s themes reputes malsains  et d e p l a i s a n t s .  En d e p i t de 1'emancipation des  r o m a n c i e r s b r i t a n n i q u e s eontemporains , i l semble que 1 ' a r t i s t n ' a i t pas autant de l i b e r t e en A n g l e t e r r e qu'en F r a n c e , c a r 41 y a t o u j o u r s l e l e c t e u r a n g l a i s . Pour l e Franc,ais i l s i g n i f i e t o u t ce q u ' i l y a de p u r i t a i n e t de f a c i l e m e n t choq.ue.Et on c i t e l a r e c e p t i o n des oeuvres de Moore, de Joyce et de Lawrence. Ces d e r n i e r s ont e t e b i e n a c c u e i l l i s en France, s u r t o u t p a r l e s l e t t r e s ; d'autant p l u s c o r d i a l e m e n t ,  peut-  etre? qu'ils scandalisent l e s Anglais.  if  #  #  if  J u s q u ' i c i nous avons c o n s i d e r ! quelques d i f f e r e n c e s b i e n marquees e n t r e l e roman f r a n c a i s et l e roman b r i t a n n i q u e ; d i f f e r e n c e s q u i ont e t e s i g n a l e e s p a r l e s c r i t i q u e s f r a n c a i s . L'examen de ces d i f f e r e n c e s nous a i d e r o n t , c e r t e s , a a p p r e c i e r e t v a comprendre  l a maniere don't nos v o i s i n s ont r e c u e t juge  l e s romanciers a n g l a i s du vingtieme d afeorder 1  cette question, i l  s i e c l e . Cependant, avant  s e r a l t i n t e r e s s a n t de j e t e r un  coup d ' o e i l s u r l a t r a d i t i o n du roman b r i t a n n i q u e en F r a n c e , et de c o n s t a t e r l a r e p u t a t i o n f r a n g a i s c des romanciers du s i e c l e precedant. L'epoque e s t c e l e b r e p a r 1'immense succes e t l e v a s t e rayonnement de S i r Walter S c o t t . A cote de l u i l a renommee de ses d e v a n c i e r s  comme R i c h a r d s o n ,  S w i f t , Defoe et Gold-  s m i t h ne semble que n e g l i g e a b l e . S c o t t f u t e t u d i e e t i m i t e , e t ses succes determinerent  l a grande vogue du roman h i s t o r i q u e  vii  en F r a n c e . Ses s u c c e s s e u r s , Bulwer l y t t o n e t M a r r y a t , f u r e n t b i e n a c c u e i l l i s a u s s i , mais n u l ne j o u i t d'une r e p u t a t i o n p a r e i l l e a l a s i e n n e , pas meme C h a r l e s D i c k e n s . I I e s t v r a i xjue Dickens sedui s i t , et c o n t i n u e a s e d u i r e , beaucoup de coemrs f r a n c j a i s . l a t r a d u c t i o n de ses oeuvres comme dans l e cas de S c o t t , provoqua en France une v e r i t a b l e p a s s i o n  de c u r i o s i t e  a l ' e g a r d de l ' e c o l e e n t i a r e du roman a n g l a i s , Mais j e ne c r o i s pas que  q u ' i l occupe autant de place  son grand p r e d e c e s s e u r . P e u t - e t r e  t r a p , peut-etre  dans l'ame f r a n c a i s e q u ' i l moralise  u n peu  que l a forme de ses romans d e p l a i t aux  Fran<jais. Cependant, s ' i l n'est pas a u s s i "bien a p p r e c i e en France que  Walter S c o t t , i l l ' e s t beaucoup p l u s que son grand contem-  p o r a i n Thackeray. I I ne semble que personne prenne p l a i s i r aux romans de cet a u t e u r , estime de ses c o m p a t r i o t e s et l o u e s de  quelques c r i t i q u e s f r a n g a i s . On a t t r i b u e c e t t e i n d i f f e r e n c e  aux mauvaises t r a d u c t i o n s , | i 1 ' a n t ^ i p a t h i e p r e a l a b l e du romanc i e r a n g l a i s pour l a r a c e e t l a r e l i g i o n f r a n c h i s e s , a t a 1 ' i n c a p a c i t e des F r a n c a i s I'impression librement  de j o u i r de r e c i t s ou. i l s ont  que 1 ' a u t e u r lui-meme ne s ' e s t pas abandonne  au l e c t e u r . I I l e u r semble q u ' i l a g i t en "amateur",  e t ne prend pas  au s e r i e u x son  metier.  I I y a d'autres cas ou l e r o m a n c i e r , c e l e b r e en A n g l e t e r r e , ne l ' e s t guere en F r a n c e . Jane A u s t i n n'a jamais ete acceptee p a r l e s F r a n q a i s . Mme. de S t a e l l a o _ o n s i d e r a i t M a i s l a p l u p a r t des romaneiers f e m i n i n s  "vulgaire".  ont ete mieux a c c u e i l l i s /  George E l i o t f u t d'emblee reconnue par l e s F r a n c a i s , e t meme s i 1'on  n'appro'uVait pas ses l o n g u e u r s , on a p p r e c i a i t son  viii  t a l e n t , et s u r t o u t son roman Adam Bede. On  Mappelait  " l ' a u t e u r d'Adam Bede". C h a r l o t t e Bronte f u t recue avec encore p l u s d'enthousiasme On a i m a i t s a p e r s o n n a l i t e a u s s i b i e n que 1 d ' e l l e Leon Renard  son oeuvre. En p a r l a n t  d i t : " I I e s t des e t r e s que l a n a t u r e  forme d e s s e n c e s p l u s pures que 1  l e s autoes."  a  Jane Eyre f u t  acclame par tous l e s c r i t i q u e s , e t on l o u a l e charme et l a p o e s i e de ses romans, et l a p e i n t u r e b r u l a n t e et de 1'amour. On t r o u v e un echo de ees louanges  authentique  aujourd'hui  dans l e s c r i t i q u e s de K a t h e r i n e M a n s f i e l d , et de  quelques-  unes des femmes q u i e c r i n e n t en ce moment. . I I est temps maintenant d'examiner ces c r i t i q u e s ,  non  seulernent des romans de femme, mais de t o u s l e s romans contemporains q u i ont a t t i r e 1 ' a t t e n t i o n des F r a n g a i s . Nous a l l o n s c o n s i d e r e r l e u r s jugements s u r l e s a u t e u r s q u i l e u r ont semble l e s p l u s Importants,  et 1 1  s e r a i n t e r e s s a n t de  c o n s t a t e r s i l e u r s o p i n i o n s s'accordent aux n o t r e s . Nous commencerons par l e roman d'aventures et  d'imagination,  genre p o p u l a r i s e en France par S c o t t , l y t t o n et M a r r y a t , q u i continue a u j o u r d ' h u i  a donner p l a i s i r aux l e c t e u r s f r a n c a i s .  1 M o n i t e u r U n i v e r s e l . 4 a v r i 1 ip,£,n n* + £ -n , . "TV, ? .» J-oou. o i t e par Devonshire • i h e E n g l i s h N o v e l i n France" p. 376. ' Q  T T V , „ I ^ V , V  et  d  ,  V  X  i  l  CHAPITRE  I  LE ROMAN D'AVENTURES ET D IMAGINATION 1  ( i ) LE ROMAN D'AVENTURES; 1'EXOTISME ROBERT LOUIS STEVENSON La renommee de Robert L o u i s Stevenson a v i t e penetre chez l e s Fran<jais. I I a t o u t e s l e s q u a l i t e s pour l e u r p l a i r e : 1'etrangete des s u j e t s , 1 ' o r i g i n a l i t e des c a r a c t e r e s e t l a c l a r t e e t 1'elegance du s t y l e . D ' a i l l e u r s nos v o i s i n s t r o u v e n t q u ' i l m e r i t e d ' e t r e l e bienvenu aupres du p u b l i c f r a n g a i s , p a r c e q u ' i l a beaucoup aime l a F r a n c e . I l s l ' o n t accepte avee enthousiasme comme " l ' e c r i v a i n q u i a l e mieux p e r s o n n i f i e depuis Walter S c o t t , l e s s e n t i m e n t s epiques e t c h e v a l e r e s q u e s 1 de l'ame e c o s s a i s e . " • Toute d i s c u s s i o n du roman h i s t o r i q u e ou du roman d' aventures contemporain en France ramene a l a pensee l e nom de Stevenson. En 1921 Jacques Delebecque commente l a r e h a b i l i t a t i o n du roman d'aventures, et d e c l a r e q u ' i l  semble  r e t r o u v e r ehez l e s Franc.ais une vogue q u ' i l a v a i t  perdue  d e p u i s longtemps. I I f a i t remarquer qu'une maison d ' e d i t i o n s a commence l a p u b l i c a t i o n d'une " c o l l e c t i o n l i t t e r a i r e de romans d'aventures f r a n g a i s e t e t r a n g e r s . " Dans ce renouveau, M.  Delebecque juge bon d'examiner 1'oeuvre du m a i t r e de ce  genre, Robert l o u i s Stevenson. Son etude, d ' a i l l e u r s , e s t 1. Revue des 2 Mondes,le 1 sept.,1902. "R.I.Stevenson" M. Gaston Bonet-Maury 2. Mercure de F r a n c e , l e 1 jan.1921."Stevenson" J . Delebecque. 1.  2  parmi l e s m e i l l e u r e s * Les F r a n g a i s ont d'abord a p p r e c i e Stevenson comme conteur de premier o r d r e , e t p e i n t r e p u i s s a n t de l a n a t u r e , des mers du Sud,  e t de c e r t a i n e s epoques de l ' h i s t o i r e de l ' A n g l e t e r r e  et de l ' E e o s s e . On approuve s o n c h o i x de s u j e t s  exotigues  e t h i s t o r i q u e s , e t on admire l a maniere dont i l d i s c i p l i n e une  i m a g i n a t i o n " b r i l l a n t e e t romanesque. Son gout e s t  t o u j o u r s s u r , son sens de l a mesure t o u j o u r s p a r f a i t . I I demontre qu'un roman d'aventures n'est pas forcement une oeuvre denuee de t o u t e v a l e u r psyehologique c a r apres a v o i r s e d u i t 1 ' i m a g i n a t i o n ,  et l i t t e r a i r e ,  i l satisfait  1'esprit  et l a r a i s o n . Pour c e l a , l e s c r i t i q u e s f r a n g a i s l'acclament„ On d e c l a r e q u ' i l a l e don du r e c i t . I I e t u d i e soigneusement chaque d e t a i l , i l r e s p e c t e t o u j o u r s l a vraisemblance  et  jamais l a f a n t a i s i e ne v a jusqu'a 1'extravagance, jamais l a r a i s o n ne perd s a s o u v e r a i n e t e . A l'avis  des F r a n g a i s , son a r t de l a n a r r a t i o n e s t l e  mieux i l l u s t r e e dans L ' l l e au T r e s o r , de p i r a t i e  n  l e meilleur l i v r e  q u i e x i s t e . " Tout l e p i t t o r e s q u e de l a v i e  d'aventures s'y d e p l o i e , et ce r e c i t possede au p l u s haut degre l e m e r i t s p r e m i e r du genre; i l e s t amusant. L ' l l e au T r e s o r a enchant! p l u s i e u r s g e n e r a t i o n s  de jeunes l e e t e u r s  f r a n g a i s . L ' i n t r i g u e e s t vivement contee, l e s episodes  sont  dramatiques, et l ' a u t e u r demeure t o u j o u r s "dans l e t o n " du recit. En o u t r e , l e p u b l i c f r a n g a i s e s t c a p t i v e p a r l e s personnages q u i animent s e s romans. Pans L ' l l e au T r e s o r on admire l e r e l i e f avec l e q u e l se detache l ' e t o n n a n t e f i g u r e  3  de John S i l v e r . C'est une des c r e a t i o n s l e s p l u s v i v a n t e s et l e s p l u s o r i g i n a l e s d'un e c r i v a i n q u i e s t parvenu a p e n e t r e r dans l'ame de ses h e r o s , et q u i a s u c r e e r des personnages avee l e don supreme de l a v i e . Stevenson c o n n a l t  ses c a r a c t e r e s a m e r v e i l l e , p e u t - e t r e  a cause de son gout pour l a f r e q u e n t a t i o n d'hommes e t de femmes de t o u t e s l e s c l a s s e s . E t i l eprouve une grande sympathie pour ses s e m b l a b l e s , ce q u i e s t t r e s e c o s s a i s , e t pas du t o u t a n g l a i s , d e c l a r e M, Delebecque. Comme psychologue, done, Stevenson se f a i t remarquer en F r a n c e . On l o u e s a methode de p r e s e n t e r ses personnages d'abord en s i l h o u e t t e , et de l e s e s q u i s s e r g r a d u e l l e m e n t , s o i t p a r l e d i a l o g u e , s o i t p a r une s u r p r e n a n t e v a r i e t e de moyens. I I p e i n t rarement l e p o r t r a i t en p i e d . On r e g r e t t e que l e s femmes n e t i e n n e n t pas une grande p l a c e dans son oeuvre c a r , d i t - o n , l ' e c r i v a i n q u i a imagine l e t y p e de K i r s t i e E l i o t dans The Weir o f H e r m i s t o n a u r a i t pu, s ' i l l ' a v a i t j u g ! bon, t r a c e r des p o r t r a i t s de femmes q u i a u r a i e n t v a l u s e s p o r t r a i t s d'hommes. On a t t r i b u e son i n d i f f e r e n c e a p e i n d r e l e s femmes e t a e t u d i e r 1'amour a l a c r a i n t e de choquer l e p u b l i c a n g l a i s 1 q u i , "comme on l e s a l t , e s t f a c i l e a e f f a r o u c h e r " . Un f o n d de temperament c h a s t e , presque p u r i t a i n , l u i defend a u s s i l ' a n a l y s e des s e n s u a l i t e s i n t e r i e u r e s de l'ame. Tout c e l a impatient e  un peu l e c r i t i q u e f r a n c a i s , q u i t r o u v e r e g r e t t a b l e  que Stevenson n ' a i t pu p a s s e r outre a s e s s c r u p u l e s . Quel dommage que 1'austere r e l i g i o n r p r e s b y t e r i e n n e dut marquer s i profendement son genie I 1. Mercure de F r a n c e , l e 1 j a n . 1921 "R.I.Stevenson", Jacques Delebecque.  Heureusement q u ' e l l e n'a pu i n f l u e n c e son s t y l e , q u i possede t o u t e s l e s q u a l i t e s que l e s F r a n c a i s  admirent.  P a r f o i s on s i g n a l e des d e f a u t s de c o m p o s i t i o n dans p l u s i e u r s d*e ses peuvres, mais l e s t y l e c l a i r , j u s t e , nerveux et c o u l a n t ne l a i s s e r i e n a d e s i r e r . A c e t egard nos  voisins  proclament f i e r e m e n t que l a France e s t pour beaueoup dans l a f o r m a t i o n de son t a l e n t , et que l ' e x q u i s e p e r f e c t i o n de  son  s t y l e p o r t e l a marque de l e u r s m e i l l e u r s m a i t r e s . M. Delebecque en terminant son etude du romancier,  exprime l a meme i d e e .  "uh F r a n g a i s e s t prevenu en f a v e u r de Robert L o u i s Stevenson: son genie l u i p a r a i t p a r t i c u l i e r e m e n t aimable. et nous comprenait;  I I nous a i m a i t  nous l'aimons et l e comprenons. I I  p o s s e d a i t peaucoup des q u a l i t e s de nos m e i l l e u r s e c r i v a i n s ; il  l e s d e v e l o p p a i t sans cesse p a r un l a b e u r a s s i d u . Et c ' e s t  grace a ce l a b e u r , a c e t t e haute conscience n a t u r e l i e , k ce constant s o u c i de se p e r f e c t i o n n e r , q u ' i l a pu, dans l e b l o c de marbre que l u i a v a i t donne l a n a t u r e , s c u l p t e r une d ' a r t que l e s r o m a n c i e r s ,  et specialement  les  oeuvre  romanciers 1  d'aventures auront t o u j o u r s i n t e r e t a e t u d i e r #  #  Quelques-uns des successeurs  #  '  #  de Robert L o u i s Stevenson  dans ce genre e x o t i q u e et i m a g i n a i r e sont d e j a b i e n connus en F r a n c e . K i p l i n g et 'wells f u r ent p r e s q u ' a u s s i t o t  acceptes  chez l e s F r a n c a i s que chez nous, e t l e t a l e n t de Conrad f u t commente par tous l e s m e i l l e u r s c r i t i q u e s . Mais avant de c o n s i d e r e r l a r e c e p t i o n de ces t r o i s m a i t r e s du roman d ' i m a g i n a t i o n , i l ne s e r a pas sans i n t e r e t de c o n s t a t e r l a  r e p u t a t i o n de p l u s i e u r s romanciers moins doues p e u t - e t r e , mais q u i ont t o u t de meme p l u au p u b l i c f r a n g a i s . Nous pensons d'abord a MARIOTT WATSON, dont l e s r e c i t s ont a t t i r e 1 ' a t t e n t i o n de nos v o i s i n s d Outre-Manche. On com1  mente l a s u b t i l e beaute de l e u r forme, l e u r mouvement c o n t i n u , e t 1'abandon romanesque des aventures  q u ' i l s nous c o n t e n t . On  1'a p a r f o i s compare a Pumas eu a G a u t i e r . Tout de Meme M. de Wyzawa t r o u v e quelquechose a r e p r o c h e r  a l u i , comme aux  a u t r e s r o m a n c i e r s b r i t a n n i q u e s . I I d e c l a r e ; ' " I I nous f a i t v o i r , l u i a u s s i , ce manque de n a t u r e l q u i e s t decidemmnt l a grande maladie de tous l e s romanciers a n g l a i s d'a p r e s e n t , et q u i comporte, e n t r e a u t r e s symptomes, un b e s o i n de r a p p e l e r au l e c t e u r que l ' a u t e u r n ' i n v e n t e 1 ses r e c i t s que pour s'amuser."  et ne developpe  On a c r i t i q u e l a meme chose  chez Thacheray. P l u s p o p u l a i r e s que l e s r e c i t s de Watson sont l e s romans d'aventures de RIPEfi HAGGARD et l e s romans p o l i c i e r s de COHAN DOYLE. Ces ouvrages j o u i s s e n t d'une r e p u t a t i o n etonnante aupres du l e c t e u r f r a n g a i s . S h e r l o c k Holmes s u r t o u t est  c e r t a i n de l ' e t e r n i t e . Mais ces l i v r e s ont peu de v a l e u r  lditteraire,  et a l ' a v i s de M. C h e v a l l e y  , i l y a bien  d'autres  romans q u i m e r i t e n t mieux l a f a v e u r p u b l i q u e . I I f a i t  allusion  aux contes d'aventures de QUIILER-COUCH e t de ROBERT HICHENS, aux r e c i t s chevaleresques  de MAURICE HEWLETT, e t au roman  n a t u r a l ! s t e de W.H. HUDSON. Tous sont m e i l l e u r s au p o i n t de vue  art1stique.  6  D'autres romaneiers d'aventures que l e s F r a n c a i s ont a c o u e i l l i s favorablement sont LAFCADIO HEAfiN, AMBROSE PRATT, e t GILBERT PARKER, l a f c a d i o Haarn l e s charme p a r sa prose p r e c i s e et harmonieuse, 1  "une des p l u s b e l l e s p r o s e s q u ' i l y  a i t depuis R u s k i n " , p a r son s t y l e s u b t i l et p u i s s a n t , et par son i n t e l l i g e n c e profonde et sympathique  de l a c i v i l i s a t i o n  j a p o n a i s e , une c i v i l i s a t i o n d'autant p l u s s e d u i s a n t e q u ' e l l e e s t m y s t e r i e u s e . On d e c l a r e que M. R e a m est un a r t i s t e , un psychologue et un e c r i v a i n d e l i c a t et que ses l i v r e s sont une  revelation. P l u s r o b u s t e e s t 1'oeuvre d'Ambrose P r a t t , un e c r i v a i n  q u i s'est f a i t remapquer d'abord pendant  l a grande guerre  p a r son l i v r e Love i n War Time, a T a l e of the South Seas, roman t r e s a propos, c a r i l  est n a t u r e l gueJLes F r a n g a i s  s i n t e r e s s e n t , a c e t t e epoque, a, l a p e i n t u r e du r a p i d e 1  ecroulement des e f f o r t s et des r e v e s c o l o n i a u x de l'Allemagne dans 1'Ocean P a c i f i q u e . he p l u s , c e t t e p e i n t u r e est c o l o r e e et mouvante. En d i s c u t a n t G i l b e r t P a r k e r , un a u t r e romancier c o l o n i a l , 2  P h i l i p p e K e e l r e g r e t t e q u ' i l ne s o i t mieux connu par l e s F E s n c a i s . I I l e u r reproche une a t t i t u d e c o n s e r v a t r i c e envers l a l i t t e r a t u r e d'autres pays. I I d e c l a r e que l e F r a n g a i s se montre r e b e l l e aux oonnaissances n o u v e l l e s et se eonvainc aisement qu'en dehors de quelques a u t e u r s , dument c a t a l o g u e s et i n t r o n i s e s en F r a n c e , n u l v e r i t a b l e t a l e n t n ' e x i s t e a 1'etaanger. M. N e e l f a i t un e f f o r t de p r e s e n t e r c e t e c r i v a i n 1. Revue de P a r i s , l e 1 ^eo.1904. " L a f c a d i o R e a m et l e Japon" F e l i c i e n Challaye 2. Revue de P a r i s , l e 1 a o u t , 1 9 2 3 . " G i l b e r t P a r k e r " P h i l i p p e K e e l  au p u b l i c f r a n g a i s , c a r i l l u i semble que 1'oeuvre de G i l b e r t P a r k e r peut r e t e n i r l ' a t t e n t i o n , non seulement p a r ses m e r i t e s l i t t e r a i r e s ( et i l J I c r o i t r e c o n n a i t r e l e genie de Jack London), mais a u s s i p a r s a v a l e u r documentaire. I I f a i t  all-  u s i o n aux r e c i t s q u i ont pour cadre l e Canada f r a n g a i s , et l a p e t i t e l i e de J e r s e y , tous deux c e l e b r e s p a r I o b s e r v a n c e 1  f i d e l e des v i e i l l e s coutumes et p a r l a c o n s e r v a t i o n de l a langue f r a n g a i s e . M. S e e l loue a u s s i l e s contes d'Egypte,des contes en b l a n c e t en n o i r a l a maniere de K i p l i n g , et q u i sont a u s s i emouvants, comprehensifs et p i t t o r e s q u e s que ses r e c i t s de l a n e i g e . Cependant, i l s i g n a l e dans quelques-uns des romans, des d e f a u t s q u i sont s i n g u l i e r e m e n t tournure  anglais; l a  romanesque, l e manque de c o n c i s i o n , 1 ' i n t e r e t t r o p  exclusivement b r i t a n n i q u e . Ce d e r n i e r t r a i t , chez nos r o m a n c i e r s ,  e x c i t e souvent  un commentaire f r a n g a i s peu f a v o r a b l e , et c e l a se comprend f a e i l e m e n t . Tout de meme 1 ' i n t r u s i o n d u • n a t i o n a l i s m s  anglais  dans une oeuvre n'empeche pas l e s F r a n g a i s d'en a p p r e c i e r l e s v e r t u s , ce q u i e s t s u r t o u t v r a i dans l e cas de K i p l i n g , que nous a l l o n s e t u d i e r prochainement. V o i c i un e c r i v a i n e s s e n t i e l l e m e n t b r i t a n n i q u e , e t q u i a " t r o p admire t o u t ce q u i e s t a n g l a i s " , mais en d e p i t de c e l a , on l ' a i m e . A 1 ' e x c e p t i o n de W e l l s , n u l romancier du v i n g t i e m e  s i e c l e n'a  j o u i d'une r e p u t a t i o n p a r e i l l e aupres du p u b l i c f r a n g a i s .  8  ( i i : ) L E ROMAN IMPERIALISTE RUDYARD KIPLINGRudyard K i p l i n g a t t e i g n i t t r e s jeune l e s h a u t e u r s de I ' a r t , et t o u t de s u i t e son genie r u t reconnu en France, Robert d'Humilres p r e p a r a une e x c e l l e n t e t r a d u c t i o n de  ou  ses  oeuvres. Depuis l e debut du s i e e l e , done, i l f a i t l e s d e l i c e s du l e c t e u r f r a n g a i s , et f o u r n i t l a m a t i e r e d'un  grand  nombre de c r i t i q u e s . Ces c r i t i q u e s sont extremement i n t e e e s s a n t e s . On analyse son t a l e n t , on d i s c u t e son i m p e r i a l i s m e , et on l e compare aux grands e c r i v a i n s f r a n g a i s . Le t a l e n t de K i p l i n g n'a  jamais ete c o n t e s t e . On  declare  q u ' i l a un temperament l i t t e r a i r e e x c e p t i o n n e l , et on admire l a f o r c e , l a c o u l e u r et 1 ' a c t i o n de ses r e e i t s *  Les  Frangais  l e t r o u v e n t sympathique parce q u ' i l s ' i n t e r e s s e a l a r e a l i t e de l a v i e , s u r t o u t c e t t e v i e p r o f o n d e , obscure et v i o l e n t e de l ' I n d e , Et jamais i l ne d e v i e n t t r o p e x t r a v a g a n t ,  car 1 ' h o r r i b l e  et l e f a n t a s t i q u e conviennent a son s u j e t , et ae sentent 1 ' a r t i f i c e . On juge que l e s e f f e t s d'etrangete, de mystere sont 1'une  point  d'angoisse et  des r e s s o u r c e s fecondes de son a r t .  La forme de ses oontes ne peut que p l a i r e aux  Frangais,  par l e d e s s e i n j u s t e et n e t , e t par l a c o n c i s i o n . "Au .1  plus  haut degre", e c r i t Andre C h e v r i l l o n , " K i p l i n g possede l a f a c u l t e f r a n g a i s e q u i t o u t de s u i t e assemble et c o n s t r u i t , c e l l e q u i ordonne et f a i t converger l e s e f f e t s v e r s un e f f e t  total,  d'autant p l u s p u i s s a n t g!& &Id>est soudain." 8  P. Revue de P a r i s , l e 15 f e v . 1 9 0 8 . " K i p l i n g " Andre C h e v r i l l o n .  9 P a r consequent 1 i m p r e s s i o n e s t f o r t e , d i r e e t e , "brutale 1  meme, mais etonnamment adaptee aux s u j e t s de l ' a u t e u r e t a s a maniere. l a langue a u s s i e s t adaptee aux s u j e t s . K i p l i n g s a i t u t i l i s e r t o u s l e s v o e a b u l a i r e s , e t on i n d i q u e son habi l e t e a f a i r e s u r g i r par chacun de ses mots une r i c h e v a r i e t e de formes e t de s e n s a t i o n s c o n c r e t e s . Comme psychologue, K i p l i n g n ' e s t guere dans l a t r a d i t i o n pas f r a n g a i s e . I I ne p e n e t r e t r e s avant dans l e s ames, et ne cherche pas a y p e n e t r e r . I I ne p e i n t pas l'homme par l e dedans, et ne se s o u c i e p o i n t d ' a n a l y s e s m i n u t i e u s e s . Sa methode e s t p l u s d i r e c t e que c e l l e de l a p l u p a r t des F r a n g a i s , e t ses personnages se l i m i t e n t a l e u r s l i g n e s e s s e n t i e l l e s q u i l e s f o n t a p p a r a l t r e "en b l a n c et en i£oir". On admet, t o u t e f o i s que c e t t e methode a des v e r t u s dans c e s contes d' a c t i o n , K i p l i n g resume l e s e t r e s humains en quelques t r a i t s s i g n i f i c a t i f s q u i en r e v e l e n t en un coup, t o u t ce q u ' i l e s t u t i l e d'en s a v o i r . 11 e s t o b s e r v a t e u r p l u s que penseur, et i l s'attache- r. aux m a n i f e s t a t i o n s de l a v i e sans s ' i n t e r e s s e r a, en degager l e sens p h i l o s o p h i q u e . A ce s u j e t , on remarque que K i p l i n g a pour l e s i d l e s , l e s o l i d e d e d a i n a n g l a i s . Quelques c r i t i q u e s l ' a c c u s e n t d'un manque de p i t i e e t 1 d'attendrissement.  M. F i r m i n Roz d e c l a r e : " K i p l i n g a t r o p de  f o r c e pour a v o i r beaucoup de douceur, t r o p de c o u l e u r pour se p l a i r e aux nuances, i l  aime t r o p 1 ' a c t i o n pour s ' a t t a c h e r a u  s e n t i m e n t , e t t r o p l a v o l o n t e pour f a i r e l e n r j u s t e p a r t a, l a s e n s i b i l i t e e t 1 ' i n t e l l i g e n c e . " M. Andre V . P i e r r e c e p e n d a n t , t  ne l e c o n s i d s r e pas seulement sous l e simple e t commode aspect 1. Revue des 2 Mondes,le 15 mars,1909.p.282 " K i p l i n g " F.Roz. 2. Mercure de F r a n c e , l e 1 mars,1929.p.257."Une P o l i t i q u e d' Apres K i p l i n g " Andre V. P i e r r e .  10  d'un p e i n t r e de s o l d a t s en a c t i o n . " I o n d e v i n e " , d i t - i l , 1  "sous l a rudesse e x t d r i e u r e de l a d e s c r i p t i o n et sous l i n 1  d i f f e r e n c e voulue du oonteur, une compassion r e e l l e pour 1 ' i n c e s s a n t e i n q u i e t u d e de 1'homme q u i marche v e r s s a d e s t i n e e : sans doute f a u t - i l se donner l a peine de l a decouvr i r , mais K i p l i n g s e r a i t - i l A n g l a i s s ' i l h ' a d o p t a i t pas s u r 1 ' i m p r e s s i o n e o r i t e de s a pensee, ce masque i m p a s s i b l e que l e s e n f a n t s d ' A l b i o n a p i l i q u e n t des l e u r jeunesse s u r l e u r v i s a g e immobile?". les  commentaires s u r l e s t y p e s de K i p l i n g ne manquent pas  d ' i n t e r e t , p a r t i c u l i e r e m e n t quand i l s ' a g i t du "gentleman" a n g l a i s , a u c o l l l g e , e t p l u s t a r d quand i l e s t a p p l i q u e a ses oeuvres s p e c i a l e m e n t britanniqu'es de conquete e t de gouverne1  ment. M. de Wyzewa, dans une etude s u r K i p l i n g , f a i t  allusion  a S t a l k y et C i e e t " au type assez c u r i e u x de c o l l e g i e n angl a i s " q u ' i l p f f r e v I I c o n t i n u e "Et c'est l a encore une des p a r t i c u l a r ! t e s du gout l i t t e r a i r e  d Cutre-Manche, q u ' i l p a r T  donne v o l o n t i e r s t o u t a u n roman ou se t r o u v e un de ses t y p e s , ayant l a r e p a r t i e imprevue e t l e coup de p o i n g p i t t o r e s q u e , (e.g.  Sam Vveller e t Sara G-amp). E t p e u t - e t r e  meme que l e  s u c c l s de K i p l i n g l u i e s t venu, en grande p a r t i e , de s o n t a l e n t a mettre s u r p i e d de t e l l e s f i g u r e s , Les heros n'ont n i l a v i e magnifique de ceux de D i c k e n s , n i l e eharme et l a v a r i e t e de ceux de Stevenson, mais aveo peu d'ame e t souvent une ame assez d e p l a i s a n t e , i l s ont dans l e u r s p a r o l e s une a l l u r e goguenarde e t imprevue qa'un l e c t e u r a n g l a i s ne peut s'empecher de g o u t e r . " 1.Revue des 2 Mondes, l e 15 oct.1901. "Kim", Teodor de Wyzewa  11  Ce c r i t i q u e ne semble guere admirer l e s personnages  de  K i p l i n g n i K i p l i n g lui-meme, q u ' i l accuse d'un manque du sentiment C h r e t i e n . I I admet que K i p l i n g s a l t d e c r i r e l e s meeurs des S i k h s , des Dogras et des M a h r a t t e s , mais i l e s t c o n v a i n c u que c ' e s t l e mepris q u i 1'empeche de p e n e t r e r dans l e u r s ames. " I I n'est pas Chretien; i l meprise t r o p l a p a r t i e c o n s i d e r a b l e de l'humanite q u i , deja. soumise du nom a, 1' empire a n g l a i s , n'a p o i n t l e p r i v i l e g e d ' e t r e a n g l a i s e de naissance." A i l l e u r s M. de Yayzewa d i s c u t e ceux q u i ont ce p r i v i l e g e , un type connu, que fagonnent 1 ' e d u c a t i o n et l e m i l i e u a n g l a i s et q u i joue son r o l e avec f o r c e e t a u i ^ o r i t e , dans 1'oeuvre i m p e r i a l i s t s de son pays. I I ne 1'admire p o i n t , c a r i l ne t r o u v e r i e n d ' a d m i r a b l e dans 1 ' i m p e r i a l i s m e b r i t a n n i q u e . K i p l i n g c r o i t f o r t e m e n t , i n e b r a n l a b l e m e n t a, l a s u p e r i o r i t e e t a l a sagesse de l a r a c e conquerante e t a, l a d e s t i n e e de I e m p i r e . Ses oeuvres en sont impregnees s  et c'est pour  c e t t e r a i s o n que M. de Wyzewa nejles approuve p a s . I I d e c l a r e : "On t r o u v e l a c o n c e p t i o n d'une r a c e p r e d e s t i n e e a opprimer, s i n o n a, d e t r u i r e ,  t o u t e s l e s a u t r e s , e t ayant, d ' i n s t i t u t i o n  d i v i n e , l e d r o i t d'employer tous l e s moyens pour a s s u r e r son p o u v o i r . " P'autres c r i t i q u e s , cependant, s ' i n t e r e s s e n t a K i p l i n g s u r t o u t en c e t t e q u a l i t e presque symbolique d'Anglo-Saxon p e r s o n n i f i a n t 1 ' i m p e r i a l i s m e b r i t a n n i q u e . I I a v a i t r e u s s i , au commencement du s i e c l e , a r e v e i l l e r l e p a t r i o t i s m e de son pays, et a. i n s p i r e r des r e v e s d'expansion e t de conquete. M.Pavray 1. Mer cure de France, l e 15 oot.1989. "JBudyard K i p l i n g et son Temps" Henry Davray.  12  compare s a p u i s s a n t e L'un  i n f l u e n c e p o l i t i q u e a c e l l e cle C a r l y l e .  et 1'autre ont preche l a d o c t r i n e de l a .force, de l ' o r d r e  de l ' a c t e , l a r e g i e du sergent i n s t r u c t e u r . C a r l y l e r e n d a i t un c u l t e a F r e d e r i c de Prusse; K i p l i n g l ' a rendu au souso f f i c i e r p r o f e s s i o n n e l de l'armee des f a d e s . esperait-on  Peut-etre  que c e t t e meme i n f l u e n c e p o l i t i q u e e t i m p e r i a l e  se f e r a i t s e n t i r dans l a Prance d a v a n t - g u e r r e . !  D'une autre maniere encore, K i p l i n g i n t e r e s s e l e s c r i t i q u e s f r a n c j a i s . On cherche a t r o u v e r des ressemblances e n t r e son temperament e t son oeuvre, e t c e l u i des grands e c r i v a i n s de Prance. Une des m e i l l e u r e s etudes de ce genre 1 e s t c e l l e de M. Andre V. P i e r r e , qui d i s c u t e l e s i d e n t i t e s de F l a u b e r t e t de K i p l i n g . Chacun, d i t - i l , toutes l e s manifestations  s'interesse k  de l ' a u t o r i t e humaine e t a n i m a l e ,  a tous l e s i n s t i n c t s , e t a, t o u t e s l e s p a s s i o n s  de l ' e t r e  v i v a n t q u i chasse pour son e x i s t e n c e ou pour son p l a i s i r au m i l i e u de ses a d v e r s a i r e s n a t u r e l s . Cet amour de l a v i e comporte comme c o r o l l a i r e 1 ' i n d i f f e r e n c e v i s - a - v i s de l a mort, et p a r s u i t e , K i p l i n g e t F l a u b e r t sont s c e p t i q u e s . Mais l e u r s c e p t i c i s m e , continue  M . P i e r r e , n ' e s t pas a g r e s s i f e t r a i l l e u r  comme c e l u i d'Anatole France. I I est a t t e n d r i et m e l a n c o l i q u e . I l s ont a s s i s t ! a, 1'loroulement de presque t o u t e s l e s anoiennes dogmatiques, et c e t t e c o n v i c t i o n s e m b l a l l e que l e s r e l i g i o n s sont mortes et ne r e s s u o i t e r o n t p o i n t , conduit K i p l i n g et F l a u b e r t k n'en a c c e p t e r  naturellement  aucune. P a r consequent,  n i l ' u n n i 1'autre n'a une morale d e f i n i s s a b l e . E t f i n a l e m a n t 1. Revue P o l i t i q u e et L i t t e r a i r e , l e 7 sept.1929. " F l a u b e r t et K i p l i n g " Andre V. P i e r r e .  13  ont  ,  M.Pierre d i s e u t e l e sentiment q u ' i l s d e s beautes n a t u r e l l e s . A  L ' i n t e n s i t e en e s t presque e g a l e , mais i l  s'exprime sans  r e s e r v e chez K i p l i n g , avec mesure chez F l a u b e r t . Pour K i p l i n g l a d e s c r i p t i o n e s t un des elements e s s e n t i e l s du r e c i t , pour F l a u b e r t e l l e en e s t souvent l e simple ornement. Mais l e u r s methodes d e s c r i p t i v e s sont de q u a l i t e semblable; i l s mettent en v a l e u r l e d e t a i l o r i g i n a l de chaque i n d i v i d u , de chaque o b j e t , de chaque  situation.  Et maintenant, en t e r m i n a n t l'examen de ces i m p r e s s i o n s des c r i t i q u e s d'Outre-Manche,  il  s e r a i n t e r e s s a n t de c o n s t a t e r  l a p a r t i e de 1'oeuvre de K i p l i n g q u i l e u r semble l a p l u s sympathique. Nous n ' h e s i t o n s pas a. s i g n a l e r Les L i v r e s de l a J u n g l e . Kim a quelques a d m i r a t e u r s , mais i l y en a q u i conviennent que ce l o n g roman e s t d'un ennui m o r t e l . Le F r a n g a i s e s t i n c a p a b l e d ' a p p r e c i e r l e s remarquables q u a l i t e s de s a langue et a u s s i , au c o n t r a i r e des A n g l a i s , i l n'a pas conserve l e gout du roman p i c a r e s q u e . De p l u s , on reproche a. K i p l i n g de n'y a v o i r pas a j o u t e l e l i b r e don, l e don g r a t u i t et complet de son coeur. I I p a r a i t qu'on ne s a u r a i t o u b l i e r l a t r a d i t i o n de 1'Anglo-Saxon f r o i d et i m p a s s i b l e | Mais tous sont d'accord que Les L i v r e s de l a J u n g l e sont l ' u n des ouvrages l e s p l u s o r i g i n a u x de 1 ' e s p r i t  humain,  e t que l ' a r t de l ' a u t e u r n'a jamais p e u t - e t r e e t e p l u s acheve n i p l u s s u r . Ce sont s u r t o u t ces l i v r e s a u i ont i n s p i r e a„M. 1 Davray une des m e i l l e u r e s a p p r e c i a t i o n s de 1'oeuvre du grand romancier. "A l a r e l i r e a, p r e s e n t , r i e n n'a v f e i l l i dans 1'oeuvre de 1.Mercure de F r a n c e , l e 15 oct,1929."Rudyard K i p l i n g e t son Temps" Henry Davray.  K i p l i n g . B i l e garde ce c a r a c t e r e des p r o d u c t i o n s de 1 ' e s p r i t humain q u i sont douees de l a jeunesse e t e r n e l l e . E l l e ne f u t pas d e s t i n e e a. f l a t t e r un p u b l i c , a s u i v r e une mode. Sa p o r t e e depasse l e temps e t l e pays q u i l a v i t n a i t r e .  Elle  s i n s p i r e du mouvement de l a v i e , des f o r c e s de l a n a t u r e , 5  des p a s s i o n s e t des triomphes de l'homme,de ses j o i e s et de ses d o u l e u r s , de s e s f a i b l e s s e s e t de ses grandeurs;  elle  p u i s e a, l a source de t o u t ce q u i dure en ce monde, et a. ce t i t r e e l l e s adresse aux hommes dejtous l e s temps et de tous 1  les  pays."  15  ( i i i ) LE ROMAN FANTASTIQUE H. G, WELLS. H.G.Wells, a u s s i b i e n que Rudyard K i p l i n g , j o u i t d'une r e p u t a t i o n i n c o n t e s t a b l e en France.  Cette renommee, i l l ' a  gagnee d'abord par ses romans d ' i m a g i n a t i o n ,  ses voyages  e x t r a o r d i n a i r e s . Depuis p l u s i e u r s annees, cependant, W e l l s s ' e s t tourne v e r s l a s o c i o l o g i e et v e r s l a p o l i t i q u e . I I est maintenant a t t e n t i f aux mouvements qui a g i t e n t l e s masses, et il  n ' e e r i t que des oeuvres r e a l i s t e s , oeuvres que nous  considererons  p l u s t a r d en d i s c u t a n t l e roman s o c i a l .  En  abandonnant ses r e c i t s i m a g i n a i r e s , i l s ' e s t cree un nouveau p u b l i c , en meme temps q u ' i l e c a r t a i t de l u i , sans doute, q u e l ques-uns de ses anciens l e c t e u r s , qui p r e f e r a i e n t l e s p r e s t i g i e u s e s h i s t o i r e s du m e r v e i l l e u x s c i e n t i f i q u e . Mais ces f i d e l e s du romancier f a n t a s t i q u e peuvent c o n t i n u e r maintenant a l e l i r e , c a r , i l y a p l u s i e u r s ans, l e s e d i t i o n s Larousse redonnerent quelques n o u v e l l e s , t r a d u i t e s par M. Davray, et t r e s heureusement c h o i s i e s "dans c e t t e passionnante  collection  de romans et de n o u v e l l e s pour t o u s , dont nous ne manquons jamais de l i r e chaque volume." Ce q u i s e d u i t l e l e c t e u r f r a n g a i s dans l e s h i s t o i r e s m e r v e i l l e u s e s de W e l l s , c'est sa r i e h e et c u r i e u s e qui  imagination,  s a i t d e c r i r e l e s U t o p i e s et peindre l e s p o s s i b i l i t e s  l a s c i e n c e et de l a mecanique a p p l i q u e e . I I d i v e r t i t  de  par  1. Les N o u v e l l e s l i t t e r a i r e s , l e 16 a v r i l , 1 9 S l . " H i s t o i r e s M e r v e i l l e u s e s " H.G.Wells--Paul Chauveau.  16  l a d e s c r i p t i o n , d ' a p p a r e i l s b i z a r r e s et d e x p e r i e n c e s 1  i m a g i n a i r e s , mais ses r e c i t s ont un accent de v e r i t e p a r t i c u l i e r e m e n t c o n v a i n c a n t . On d e c l a r e q u ' i l montre c e t t e q u a l i t e qui est c e l l e du grand, du v r a i romaneier, se f a i r e  c e l l e de  eroire.  A cause de ses r e v e s des tempsr.futurs, quand l a s c i e n c e s e r a t o u t e p u i s s a n t e , on l ' a souvent d e f i n i comme l e nouveau J u l e s Verne a n g l a i s , mais l e s c r i t i q u e s d Outre-Manche s'empr  r e s s e n t de nous a s s u r e r que c'est un J u l e s Verne mieux informe et d'une f a n t a i s i e p l u s p u i s s a n t e et p h i l o s o p h e . Aupres de 1 W e l l s , nous informe E,  F i r m i n Roz,  J u l e s Verne e s t sans  m a l i c e . Wells e s t un u t o p i s t e , un c r i t i q u e s o c i a l et un r e f o r m a t e u r , dont 1 ' a r r i e r e - p e n s e e  est t o u j o u r s m a n i f e s t e . Les  j e u x de son i m a g i n a t i o n n'ont r i e n de d e s i n t e r e s s e et i l ne perd de vue l e r e e l . MBS:  romans d'aventures  jamais  scientif-  i q u e s s ' a t t a c h e n t a. mettre en l u m i e r e t o u t e 1 ' i m p e r f e c t i o n d'un  monde " s i d i f f e r e n t de ce q u ' i l d e v r a i t e t r e . " L ' l i e  Docteur Moreau , ou i l  du  demande son i n s p i r a t i o n au m e r v e i l l e u x  b i o l o g i q u e , est une p a r o d i e s i n i s t r e de 1'humanite, s e l o n M. Hoz.  C'est une o c c a s i o n de nous p r e s e n t e r l e s hommes sous  l e u r aspect b e s t i a l . Tout de meme Wells est i d e o l o g u e a u s s i b i e n que c r i t i q u e , et dans p l u s i e u r s l i v r e s comme Quand l e Pormeur s ' E v e i l l e r a , et'Machine a E x p l o r e r l e Temps, i l  nous  expose l e b i l a n a n t i c i p e de 1 ' a v e n i r , l e t a b l e a u du monde t e l q u ' i l d o i t s o r t i r ds ce q u i e s t . Mais pour l a p l u p a r t des l e c t e u r s f r a n g a i s , son i m a g i n a t i o n 1. Revue des 2 Mondes,le 1 aout,1911. "H.G.wells"  F i r m i n Roz.  vaut mieux que s a d o c t r i n e . On veut se d i s t r a i r e , e t quoi de mieux que ce p u r roman d'aventures L a G-uerre dans l e s M r s , ou ces ehimeres Au Temps de l a Comete, et 1'Homme I n v i s i b l e , 011 ses r e c i t s de ear act ere prophet i q u e s comme Le Nouvel A c o e l e r a t e u r et Les C u i r a s s e s de TerreTToutes ces h i s t o i r e s e x t r a o r d i n a i r e s , d e c l a r e n t l e s F r a n g a i s , sont e c r i t e s simplement et vivement. Le s t y l e n'en est pas d i s t i n g u e , mais i l n a t u r e l e t sans e f f o r t . Les personnages sont  est  vraisemblables  e t p a r l e n t l a langue de l a r e a l i t e . E t dans des romans f a n t a s t i q u e s , que veut-on de p l u s ? C'est 1 ' i m a g i n a t i o n  q u i compte,  et ou. peut-oei t r o u v e r de m e i l l e u r e ? ' "#.  #  #  #  SAMUEL BUTLER Autre u t o p i s t e , mais moins b i e n connu en France, comme en A n g l e t e r r e , e s t Samuel B u t l e r . Nous n'examinerons a. ce p o i n t que s e s l i v r e s d'aventures,  e t nous remettrons  l a c o n s i d e r a t i o n de l a p a r t i e autobiographique  a plus t a r d de son oeuvre.  Erewhon et Nouveaux Voyages en Erewhon, ses e x c u r s i o n s aux pays i m a g i n a i r e s , o n t ? e t e b i e n t r a d u i t s et p r e s e n t e s au publ i c f r a n g a i s p a r Valery larbaud, qui s'interesse a l a g l o i r e postume de B u t l e r en A n g l e t e r r e e t q u i espere que son i n f l u e n c e se repandra en France. I I ne semble guere p o s s i b l e , cependant, que ses succes e g a l e n t ceux de w e l l s , Erewhon e s t une s e r i e d * e s s a i s h u m o r i s t i q u e s ,  satiriques  et p h i l o s o p h i q u e s , r e l i e s entre eux par une i n t r i g p e de roman. l e royaume d'Erewhon n'est pas vraiment une u t o p i e , mais une s a t i r e q u i attaque l e s t i m i d i t e s r o u t i n i e r e s et p a s s i v e s de 1 age de V i c t o r i a , et q u i c r i t i q u e a u s s i l e s machines. A 1'avis 1  1 de M.. L o u i s G i l l e t , B u t l e r " m e r i t e r a  d ' e t r e l u comme une s o r t e  de prophets a u s s i longtemps que l e monde s o u f f r i r a du m a l a i s e ou l ' a j e t s l a t y r a n n i s du progres mecaniqus." Son i r o n i s , a ce s u j s t , a souvent e t e compares a, c e l l e de S w i f t , t a n t admire en F r a n c e . D'autres q u a l i t e s que nos v o i s i n s estiment ent a u s s i au d i x - h u i t i e m e  s i e c l e . On d e c l a r e  que,  rapport-  de l a gsande  t r a d i t i o n de 1'humour a n g l a i s de c e t t e epoque, B u t l e r a garde l e gout pour l a p r e c i s i o n des d e t a i l s et pour l a c r e d i b i l i t e de l a f i c t i o n . Les F r a n g a i s a u s s i l ' o n t et de l e u r s e c r i v a i n s du d i x - h u i t i e m e  influencs,  s i e c l e i l a emprunte l e  t o n et comme une s o r t e de nonchalante l e g e r e t e . Ce melange, d i t - o n , est i n f i n i m e n t d i v e r t i s s a n t . Mais malgre ces t r a i t s adinirables de son oeuvre, i l y a a u s s i des d e f a u t s assez s e r i e u x , car dans un roman d'aventu r e s i l n'est pas f a c i l e de pardonner a, l ' a u t e u r  1'insignifiance  de l a p a r t i e romanesque, l a n u l l i t e des personnages et 1'absence d'idee fondamentale. Erewhon ,apres t o u t , n'est qu'une s u i t e de scenes s t de d i s s e r t a t i o n s , et en d e p i t de l ' e n t h ousiasme de M. Larbaua, i l semble que M. B e l l e s s o r t a i t r a i s o n quand i l d e c l a r e de  qu'Erewhon p r e n d r a p l a c e au-dessous des romans  Wells.  1. Hevue des 2 M o n i e s , l e 1 aout,1921. "Samuel Butler-' L o u i s 2. Revue P o l i t i q u e et L i t t e ' r a i r e , l e 19 r e v . 1921 n I P A "Samuel B u t l e r e t son Voyage aux Pays I n ^ o n n u s ^ i n d r l Bellessort.  Gillet  ( i v ) LE ROMAN DE LA MER JOSEPH CONRAD B i e n que Joseph Conrad ne j o u i s s e pas de l a meme popula r i t e aupres du p u b l i c f r a n g a i s que w e l l s et K i p l i n g , s a renommee s'est p o u r t a n t assez solidement e t a b l i e . I I a eu l a bonne f o r t u n e d'etre b i e n t r a d u i t e t une v e r s i o n f r a n g a i s e de ses oeuvres v i e n t d'etre p u b l i e e aux e d i t i o n s de l a Nouve l l e Revue F r a n g a i s e  sous l a d i r e c t i o n d'Andre Gide. Depuis  s a mort s a r e p u t a t i o n v a en g r a n d i s s a n t . On a p p r e c i e  specialement son don m e r v e i l l e u x de conteur,  don au moyen duquel i l a s u nous t r a n s p o r t e r l o i n des s o u c i s contemporains dans des r e g i o n s etranges et m y s t e r i e u s e s ,  Mais  i l vogue en p l e i n romanesque sans jc sombrer, comme f o n t beaucoup d ' e c r i v a i n s b r i t a n n i q u e s , c a r i l y f a i t e n t r e r 1 ' e s p r i t 1 objective du n a t u r a l i s m e f r a n g a i s . De p l u s , son oeuvre e s t pour l u i une fagon encore de voyager, e t c'est pour c e l a , 2  declare  V a l e r y l a r b a u d , q u ' e l l e f a i t penser aux voyages d'Ulysse. Tous l e s c r i t i q u e s p a r l e n t de l a j u s t e s s e p i t t o r e s q u e du d e t a i l , et de l a v e r i t e v i v a n t e , de l a v e r v e ,  de l'audace et de l a  r i c h e i n v e n t i o n de ses oeuvres, M, de nyzewa trouve  que " n i  M, K i p l i n g n i M, Stevenson lui-meme ne r e u s s i s s a n t a u s s i p a r faitement  a nous donner 1 ' i m p r e s s i o n 'immediate' de ces pays  t r o p i c a u x . A u s s i , a l a d i f f e r e n c e de ces deux a u t r e s  ecrivains,  l . l e g o u i s et Cazamian " H i s t o i r e de l a l i t t e r a t u r e A n g l a i s e " 1924. p.1252. 2.1a N o u v e l l e Revue F r a n g a i s e T.23,1924."Joseph Conrad" V a l e r y Larbaud. 3.Revue des 2 Mondes, l e 15 a v r i l , 1 9 1 4 . "Joseph Conrad" T. de Wyzewa.  20  M. Conrad ne nous donne pas c e t t e i m p r e s s i o n en  'peintre ,  mais b i e n p l u t o t en 'poete', avec un etrange t a l e n t  1  d'evoeat-  i o n , q u a s i ' m u s i c a l e q u i l u i permet de s u b s t i t u e r aux  longues  1  e't completes p e i n t u r e s h a b i t u e l l e s de ses c o n f r e r e s , 1'emploi, savamment gradue, d'un p e t i t nombre de t r a i t s  'suggestifs'."  On l e f e l i c i t e a u s s i , d ' a v o i r r e u s s i a r e a l i s e r ce q u i e s t l e reve de beaucoup de romanciers f r a n g a i s : un roman a. l a f o i s d'aventures, p s y c h o l o g i q u e et s o c i a l . En p a r l a n t de L o r d Jim, "un des romans l e s p l u s s a t i s f a i s a n t s de l a l i t t e r 1 a t u r e c o n t e m p o r a i n e " R a m o n Fernandez eve l a l i t t e r a t u r e d'exotisme  d e c l a r e que Conrad  "el-  au n i v e a u de l a l i t t e r a t u r e  e t e r n e l l e . Ce monde e x o t i q u e et maritime dont Stevenson f u t l e r e g i s s e u r , L o t i l e troubadour et K i p l i n g l e r a p p o r t e u r h a l l u e i n e ne l u i s e r t qu'a, mieux r e v e l e r , dans une l u m i e r e plus etourdissante, plus mysterieuse, plus fantastique  que  c e l l e de nos c i e u x o c c i d e n t a u x , l e s p r o p o r t i o n s v r a i e s du coeur humain." Dans ses l i v r e s l a mer ne t i e n t que l a m o i t i e de \ ' h o r i z o n e t l ' a v e n t u r e n'en e s t pas l e b u t . C'est p l u t o t l e moyen et l e l i e u ou l e s personnages ure de ses personnages  se decouvrent. Et dans l a p e i n t -  Conrad comme Stevenson gagne  1 a d m i r a t i o n . d e s F r a n g a i s . Quelques c r i t i q u e s , 11 est v r a i , 5  c r o i e n t que ses heros sont enveloppes d'une atmosphere d e t r a n g e t e q u i l e u r f a i t perdre beaucoup de v r a i s e m b l a n c e . 1  L a p l u p a r t des c r i t i q u e s cependant, t r o u v e n t emouvante c e t t e p a r t de mystere dans l e s c a r a c t e r e s , et sont d'accord que l . I a K o u v e l l e Revue F r a n g a i s e , T.20,1923,p.841. "Lord Jim"joseph Conrad, Ramon Fernandez.  Conrad a vraiment l a f a c u l t e d ' e x p l o r e r l'ame i n t e r i e u r e et que ses personnages sont profondement humains.Ses heros ne sont jamais p r e s e n t e s de f a c e avee l e p l e i n r e l i e f des c o n t e u r s r e a l i s t e s comme K i p l i n g , mais l e s F r a n g a i s aiment a. e t r e f o r c e s p l u s ou moins a l e s d e v i n e r . Parmi t o u s s e s a d m i r a b l e s p o r t s a i t s d'hommes e t de femmes, 1  M. de Wyzewa p r e f e r e ceux. de F l o r a de B a r r a l et d'Anthony dans Chance. Pans ce l i v r e Conrad "a d e p o u i l l e son. masque a n c i e n d ' o b j e c t i v i t e pour epancher l i b r e m e n t s e s emotions de poete en presence des f i g u r e s q u ' i l s'est p l u a c r e e r j I I n'y a pas un des a d m i r a t e u r s du t a l e n t de Conrad q u i ne doive se r e j o u i r de l e v o i r , a i n s i , se d e l i v r e r d'une c o n t r a i n t e ' d i m p a s s i b i l i t e ' que l u i a t r o p longtemps imposee s a 1  'naturalisation  1  de romancier  anglais."  Et ce q u i p l a i t s u r t o u t aux F r a n g a i s , c'est que Conrad ne l e u r p r e s e n t e pas l e type t r a d i t i o n n e l a n g l a i s . Ses p e r sonnages, d i t - o n , sont t o u j o u r s l e s c o m p a t r i o t e s de M. Conrad, meme s ' i l s sont deguises sous des noms, des costumes et cles v i s a g e s a n g l a i s . l i s ne sont jamais i d e a l i s e s , et leur, i n q u i e t ude  e a r a c t e r i s t S i q u e e s t 1 ' i n q u i e t u d e d'homme normal, he t e l s  heros semblent  aux F r a n g a i s autrement sympathiques  de K i p l i n g , p e i n t r e p a r e x c e l l e n c e du 'gentleman'  que ceux anglais, l e  eosmopolitisme de Conrad e s t done t o u t a f a i t a l e u r gout. M. B e l l e s s o r t resume l a pensee de beaucoup de F r a n g a i s quand il  d e c l a r e : " C o n r a d ne m a n i f e s t e r a pas ce d e d a i n pour l e s a u t r e s  n a t i o n s dont 1'auteur  de Kim s ' e t a i t f a i t une s p e c i a l i t e  avant que 1 a g e et l a guerre l ' e u s s e n t rendu p l u s modeste et 5  1. Revue des 2 Mondes,le 15 a v r i l , 1 9 1 4 . " C o n r a d " T. de Wyzewa. 2. Rev. P o l . e t L i t t ,1920.p.599'Jle Premier Roman de Conrad" Bellessort  22  p l u s comprehensif.  Hons t r o u v e r o n s chez Conrad une p s y c h o l o g i e  p l u s f i n e , p l u s s o u p l e , une sympathie p l u s humaine. Parmi l e s romanciers  a n g l a i s , s i bons o b s e r v a t e u r s dans l e s l i m i t e s  de l e u r i l e , ce P o l o n a i s me p a r a i t un des r a r e s q u i saehent p e n e t r e r l e s ames e t r a n g e r e s . " En e o n s i d e r a n t Conrad comme grand psychologue,  les  F r a n g a i s d i s c u t e n t a u s s i s a p h i l o s o p h i e , e t commentent favorablement  l e sentiment  constant du mystere de l a d e s t i n e e  q u i se t r o u v e dans ses romans. F a i a l i s t e lui-meme, i l  a fait  p a s s e r dans ses oeuvres c e t t e i m p r e s s i o n d'une puissance inconnue,  etrangere a, nous-memes, q u i decide de nos v i e s e t  nous d i r i g e a. n o t r e i n s u , sans que nous n'y p r e n i o n s aueune p a r t , v e r s n o t r e p e r t e ou n o t r e s a l u t , Mais q u o i q u ' i l s o i t t r a g i q u e e t p e s s i m i s t e , Conrad ne tourne jamais au cynisme, et 1 c ' e s t pour c e l a que nos v o i s i n s 1'admirent. S e l o n H e n r i Davray "son pessimisme s ' a l l e g e et s ' e c l a i r e d'une i r o n i e Comme Turgueneff,  altiere.  T o l s t o i , F l a u b e r t , France, M o l i e r e et  George M e r e d i t h , Joseph Conrad f o u r n i t l a preuve que l a p e r c e p t i o n des r e a l i t e s , adoucie par 1 ' i m a g i n a t i o n e t 1 ' i r o n i e , forme l a base l a p l u s s o l i d e d'un i d e a l . " On trouve quelque chose de grand et d'emouvant a u s s i , dans l a l u t t e de ses heros c e n t r e l e s f a i a l i t e s . Meme en se rendant  compte de l e u r i n s i g n i f i a n c e , i l s r e s i s t e n t e t t e n t e n t  des compromis avant de ceder. E t " l ' a v e n t u r e s o r t de l a , d'autant  p l u s imprevue e t marche d'une a l l u r e d'autant  plus  saccadee que l e s personnages de Conrad ont une v i e . Mercure de F r a n c e , l e 1 oct.1924"Joseph Conrad" H. Davray.  23  1 p s y c h o l o g i q u e et morale p l u s r i e h e . " C e t t e v i e morale des c a r a o t e r e s p l a i t aux f r a n c a i s , s u r t o u t paree que l ' a u t e u r n'y i n s i s t e pas, a. l a maniere de beaucoup de romanciers a n g l a i s . Joseph Conrad n ' a g i t jamais en m o r a l i s t e , mais de chacune de ses oeuvres se degage comme une atmosphere  de  n o b l e s s e et de^grandeur. Presque l a s e u l e chose que l e s F r a n g a i s reproehent a Conrad, c'est son precede i n d i r e c t , l a l e n t e u r , l a g a u c h e r i e et meme l ' o b s c u r i t e dans 1'expose du s u j e t ont decourage  plus  d'un l e c t e u r d'Outre-Manche, e t c ' e s t p o u r q u o i , sans doute, i l n'a jamais connu l e grand succes p o p u l a i r e de K i p l i n g et de W e l l s . Quelques c r i t i q u e s e s s a i e n t de j u s t i f i e r c e t t e t e c h n i q u e , l i s en admirent l a s u b t i l i t e en d i s a n t q u ' e l l e exprime p l u s de nuances de mystere et de romanesque qu'une methode p l u s coherente et p l u s c l a i r e . Be p l u s , l e s t r o i s pu quatre personnes q u i r a c o n t e n t l ' h i s t o i r e o f f r e n t un e x c e l l e n t moyen de/presenter l e s p e c t a c l e sous un aspect p l u s complet. Mais malgre ces def e n s e s , l e p l u s grand nombre des F r a n g a i s conviennent q u ' i l s e r a i t p r e f e r a b l e que l e r e c i t f u t p l u s c l a i r et p l u s d i r e c t . On d e c l a r e que beaucoup de pages a u r a i e n t gagn||a e t r e abregees ou resumees pour l e grand b i e n de l ' o u v r a g e . S e l o n M. Davray, Conrad e s t "un phare a. e c l i p s e s , a ' t r e s longues e c l i p s e s p a r f o i s , et ces moments d ' o b s c u r i t e prolongee f a t i g u e n t 1 ' a t t e n t i o n q u i se detourne pour ne r e v e n i r qu'a. r e g r e t ou pas du t o u t . " 1.1a K o u v e l l e Revue Frangaise,T 19,1922, p.lUb. "Joseph Conrad,'En Marge des Maries"Benjamin Cremieux. 2. Mercure de F r a n c e , l e 15 jan.1927. "Joseph Conrad" H.Davray  24  Cette c r i t i q u e des  longueurs de 1'oeuvre de Conrad est  presque t o u j o u r s aceompagnee du r e g r e t pas  que  ce P o l o n a i s n ' a i t  e c r i t en f r a n c a i s . On est sur q u ' i l a u r a i t ete moins  p r o l i x e , A-ce a raconter,  s u j e t M. H e n r i Da&ray a une "Je t r a d u i s i s une,  anecdote  de ses n o u v e l l e s ,  interessante  Karain,  l u i envoyai un exemplaire du Mercure q u i l a p u b l i a . Un j o u r l e t e x t e me  suppressions,.relies  coupures, retranchements,  par de c o u r t e s phrases l e s fragments  d i s j o i n t s , et r e d u i t l e t o u t d'au m'expliquait les raisons r e v i l e que  beau  r e v i n t , avee u n e j l e t t r e . Conrad a v a i t procede,  s u r l a v e r s i o n f r a n c h i s e , a des  m'a  et  moins un t i e r s , Sa l©ttre  de ce t r a v a i l ,  e'est en f r a n c a i s que  'Votre  traduction  je d e v r a i s e c r i r e ' ,  a v o u a i t - i l . En e f f e t , a i n s i remanie, abrege, ce r e c i t gagna&t, par  sa c o n c i s i o n , une  force extraordinaire,  e l e r l e de l ' a c t i o n r e n d a i t On se c o n s o l e un peu franchises  et l a r a p i d i t e  l a t r a g l d i e infiniment  acc-  dramatique,"  de l a p e r t e de Conrad aux l e t t r e s  en r e v e n d i q u a n t l a p a r t qui r e v i e n t a l ' i n f l u e n c e  de l a France dans l a f o r m a t i o n de Conrad " a r t i s t e " , l e s  crit-  i q u e s d l c l a r e n t q u ' i l d o i t beaucoup a l a c u l t u r e f r a n c h i s e ,  en  p a r t i c u l i e r son s o u e i du s t y l e et de 1 ' e x p r e s s i o n ; sa recherche du mot  j u s t e , de l ' e q u i l i b r e et du rythme de l a phrase,  e m p l o i des mots pour l e u r s o n o r i t e  ou l e u r musique, l e u r  p u i s s a n c e ou l e u r c o u l e u r . I l s sont d'accord que l ' u n des  son  Conrad est  e c r i v a i n s q u i ont manie avee l e p l u s de f o r c e et  o r i g i n a l i t e l a prose  d'  anglaise,  Et c e c i l e u r donne encore une  o c c a s i o n de d i s c u t e r  les  d e f a u t s du s t y l e de b i e n des romaneiers contemporains en 1.Mercure de F r a n c e , l e 15  jan,1927,"Joseph Conrad" H.  Davray.  85  1 A n g l e t e r r e . M. Aubry, dans son etude s u r l a v i e et 1'oeuvre de Conrad dans l a Revue Hebdomadaire, f a i t v o i r que c e t e t r a n g e r a s e n t i p l u s fortement  qu'aucun A n g l a i s de son temps, l a f o r c e  de l a langue a n g l a i s e . M. Aubry d e c l a r e que l a m o l l e s s e generale  de l a pensee ou de l absence de pensee en A n g l e t e r r e 1  y e n t r a i n e l e s mots p l u s q u ' a i l l e u r s a. n ' a v o i r souvent aucun sens p r e c i s . En o u t r e , 1 ' i n d i f f e r e n c e en matiere e s t p l u s generale  de s t y l e y  probablement qu'em. aucune a u t r e n a t i o n du  monde. Mais Conrad, i n f l u e n c e p a r l a c u l t u r e d'Outre-Manche, par l e s elassiques anglais'  du passe (Shakespeare e t l a  B i b l e ) , et p a r l e v o c a b u l a i r e p r e c i s , d i r e c t , image et v i v a n t des equipages, a r e t r o u v e l a p r e c i s i o n l a v i g u e u r et l a f r a i c h e u r de 1'epoque d ' E l i z a b e t h . Cependant Conrad n ' e c r i t pas simplement pour e c r i r e . Son s t y l e e s t e n t r a i n e e t commande p a r l a f o r c e et l a grandeur de s a v i s i o n . L a p a r t i c u l i e r e a p t i t u d e de ce romancier a rendre grand t o u t ce q u ' i l d e c r i t e s t p e u t - e t r e l a chose l a p l u s s i g n i f i a n t e de son g e n i e , e t c e l l e q u i se f a i t l o u e r p a r l e s c r i t i q u e s f r a n g a i s dans tous l e s commentaires. l o u s ne pouvons f a i r e mieux, en terminant  c e t t e c o n s i d e r a t i o n de Con1  r a d chez l e s F r a n g a i s , que de c i t e r l e s p a r o l e s de M. Aubry, qui  resume tous l e s t r a i t s de son oeuvre et q u i appuie s u r son  don "a, v o i r grand e t a, f a i r e v o i r grand." " I I n'est assurement pas une a u t r e oeuvre, en ce t e m p s - c i , ou se montre, a u s s i fortement  n i avec un e g a l n a t u r e ! , ce  sentiment constant de l a grandeur q u i es$ p a r t o u t repandu I . Hevue Hebdomadaire,fev.1924,p.439. "La V i e et L'Oeuvre de Conrad" G. Jean Aubry.  26  dans l e s l i v r e s de Conrad. La p u i s s a n c e e v o c a t r i c e des t a b l e a u x q u ' i l a p e i n t s , l a p e n e t r a t i o n des c a r a c t e r e s et l a s u b t i l e s u r e t e avee l a q u e l l e i l  en s u i t , en demele, en oppose l e s  m o b i l e s ; une eetime f r a t e r n e l l e pour 1'energie de l'homme en meme temps qu'une i r o n i e a t t e n d r i e pour l e s o c c a s i o n s de ses d e f a i l l a n c e s ; t o u t c e l a compose 'une contree de l a pensee' ou. nous pouvons longuement nous e m e r v e i l l e r et nous emouvoir et nous s e n t i r p e n e t r e s puofondement par ces prolongements, a l a f o i s s i m p l e s et s a v a n t s , de l a v i e et du coeur«,"  CHAPITRE I I I E ROMAN REALISTS E I SOCIAL ( i ) F I N DU  SIECLE  B i e n que l e roman r e a l i s t e e t s o c i a l de l ' A n g l e t e r r e n ' a i t pas autant d'admirateurs en Prance que l e roman d'imagination, i l  a t t i r e 1 ' a t t e n t i o n cependant  d'un grand  nombre de l e c t e u r s d'Outre-Manehe, pour q u i l a v i e et l e s problemes  des A n g l a i s sont t o u j o u r s i n t e r e s s a n t s , s u r t o u t  quand on l e s compare aux l e u r s . Parmi l e s p e i n t r e s de moeurs contemporaines, Galsworthy et w e l l s sont p e u t - e t r e l e mieux i n t r o n i s e s . l i s ont p r i s l a p l a c e des e c r i v a i n s r e a l i s t e s de l a f i n du s i e c l e comme G i s s i n g , W i l l i a m de Morgan, H a l l Caine e t Mrs. Humphrey Ward. Ces d e r n i e r s , e t specialement H a l l Caine e t Mrs. Humphrey Ward d e l e c t a i e n t  d'innombrables  l e c t e u r s . I I ne s e r a i t pas sans i n t e r e t done, de j e t e r un coup d ' o e i l s u r quelques c r i t i q u e s de l e u r s oeuvres avant de c o n s i d e r e r Galsworthy, Wells e t l e s a u t r e s contemporains britanniques. GISSING i n t e r e s s e l e s c r i t i q u e s f r a n g a i s p a r ses t a b l e a u x s a i s i s s a n t s e t e x a c t s " du decor i n g r a t ou. se d e r o u l e dans l a 1 grande v i l l e 1 ' e x i s t e n c e de l a c l a s s e l a p l u s nombreuse." On f a i t v o i r que s u r l u i , l A i n f l u e n c e du mouvement n a t u r a l i s t e f r a n g a i s est c e r t a i n . WILLIAM DE MORGAN l e s i n t e r e s s e parce que I . Legouis e t Cazamian " H i s t o i r e dec l a L i t t e r a t u r e A n g l a i s e " 1924, p. 1183. 27  ,  . . .  1"  cet e c r i v a i n l e u r r a p p e l l e P i c k e n s . M. de Wyzewa d e c l a r e que ses l i v r e s comme ceux de P i c k e n s sont des romans"chauds" au c o n t r a i r e de l a f r o i d e u r , p l u s ou moins voulue de 1 ' o r d i n a i r e d*es romans a n g l a i s . L a i t e u r a eu l e coeur et l e cerveau en 1  f i e v r e pendant q u ' i l l e s c r e a i t ; ses personnages 1'emouvaient passionnement e t l u i semblaient  r e e l s . Mais t o u t en l e l o u a n t  d ' a v o i r p r e t e l a v i e a. ses inventions,, on l u i reproche l e s longueurs  de ses oeuvres. M. de Wyzewa r e g r e t t e q u ' e l l e s  s o i e n t mal composees, " r e m p l i e s d'aventures extravagantes et semees d'a, peu pres e t de calembours." HALL CAINE s'est v i t e p o p u l a r i s e avec l e p u b l i c , mais i l n'a  jamais gagne l e s louanges e n t h o u s i a s t e s d e s ; ' c r i t i q u e s  f r a n g a i s . l i s admettent q u ' i l a du t a l e n t dramatique, mais l i s d e c l a r e n t q u ' i l e s t v u l g a i r e et g r o s s i e r , et que ses ro&jans ne r e l e v e n t pas l a l i t t e r a t u r e . Cependant, l i s ne l e s t r o u v e n t pas choquants, et i l s sont s u r p r i s qu'on mette a 1'index, en A n g l e t e r r e , son l i v r e The Woman Thou Gavest Me, a cause d'une s i t u a t i o n r e e l l e m e n t anodine, b i e n moins "osee" que t a n t d'autres  q u i ornent l a t r e s pure et t r e s s a i n t e B i b l e .  "Mais c'est la, un e f f e t de ce qu'on a p p e l l e 2 sans i n j u s t i c e , l ' h y p o c r i s i e a n g l a i s e . "  en France,  et non  MRS. HUMPHREY WARD, au c o n t r a i r e de H a l l Caine, a p l u aux c r i t i q u e s f r a n g a i s a u s s i b i e n qu'a l a f o u l e . On aime l e melange de v e r i t e , d ' i d e a l i s a t i o n et de romanesque dans ses romans. On admire son e x c e l l e n t e p e i n t u r e de m i l i e u x 1'.Revue des 2 Monies,le 15 nov.1907.p.425. "Le Roman A n g l a i s en 1907". T. de Wyzewa. 2.Mercure de F r a n c e , l e 16 jan.1914.p.426. " l e t t r e s A n g l a i s e s " H e n r i Davray.  a r i s t o c r a t i q u e s , son a r t p a r t i c u l i e r de c r e e r de g r a c i e u s e s f i g u r e s de jeunes f i l l e s ,  et son t a l e n t de me1anger l a p o e s i e  avee l e r e a l i s m e , et de donner en queIques l i g n e s 1 ' i m p r e s s i o n 1 v i v a n t e d'un cependant,  c o i n de n a t u r e , M, de Wyzewa t r o u v e r e g r e t t a b l e  qu'au l i e u de se r e s i g n e r a nous montrer de b e l l e s  jeunes f i l l e s de 1 ' a r i s t o c r a t i e dans de beaux paysages,  elle  se c r o i t tenne a, c o n t i n u e r et a r i v a l i s e r avee George E l i o t dans un a r t p r e d i c a t e u r q u i decidement n'est p o i n t f a i t pour e l l e . En d i s c u t a n t E l e a n o r , i l  d e c l a r e que  1'^agnosticisme"  l u i r e u s s i t de moins en moins a chacun de ses nouveaux l i v r e s . l a these g e n e r a l e du roman, que l a p l a i e de l ' l t a l i e  contem-  p o r a i n e e s t l e c a t h o l i c i s m e , 1 ' i m p a t i e n t e , " A i - j e b e s o i n de d i r e que ee v i o l e n t r e q u i s i t o i r e ne s'appuie S U P aucun f a i t , ou t o u t au p l u s , sur quatre ou c i n q menus d e t a i l s d'une portee tres restreinte?" Mrs, Humphrey Ward, en r o l e de m o r a l i s t e , n ' o f f e n s e  pas  2  de l a meme f a q o n M, F i r m i n Roz, q u i nous o f f r e p e u t - e t r e une des m e i l l e u r e s etudes de son ©euvre, "oeuvre  q u i a par-dessus  t o u s ses a u t r e s m e r i t e s , et comme l e u r r a i s o n commune, c e l u i de s'y r a t t a c h e r , " I I d e c l a r e que dans ses l i v r e s "l'ame a n g l a i s e nous r e v i l e ses p l u s beaux a s p e c t s , l a s o c i e t e a n g l a i s e ses p l u s n o b l e s e f f o r t s , l ' a v e n i r a n g l a i s ses m e i l l e u r s d e s s e i n s , " En d i s c u t a n t ses romans q u i ont pour s u j e t l a r e l i g i o n , ( " l e s q u e s t i o n s r e l i g i e u s e s p a s s i o n n e n t 1'Anglet e r r e " ), i l f a i t remarquer que r i e n n'est p l u s c a r a c t d r i s t i q u e 1. Revue des 2 Mondes, l e 15 j a n , 1901 p. 157.Eleanor M r s , T u Ward, T. de Wyzewa. 2. Revue des 2 Mondes, l e 15 mars, 1910.p.S57."Mme. H. Ward" F i r m i n Roz.  de l a r a c e anglo-saxone que 1 ' a t t i t u d e r e l i g i e u a e dont Mrs. Ward nous o f f r e dans Robert Elsmere un modele remarquailement e t u d i e . " R o b e r t e s t l e C h r e t i e n a n g l a i s q u i a des e x i g e n c e s i n t e l l e c t u e l l e s . I I prend aiB,i p o s i t i o n entre l a l i b r e pensee •• a l a maniere f r a n g a i s e et l a t i n e , q u i e s t l e triomphe d intellectualisme radical,theorique et pratique, et l e 1  catholicisme quif a i t  de l ' a u t o r i t e l a sauvegarde eontre l e s  u s u r p a t i o n s de 1 i n t e l l i g e n c e i l l e g i t i m e s dans l a r e g i o n de T  1» Absolut." M. Roz commente a u s s i l e s romans d amour, M a r c s l l a , 1  la Fille  de Lady Rose, e t Le Mariage de Wm. Ashe. I I declare-  que l a m o u r e s t a t r e s haut p r i x dans l e s romans a n g l a i s en 1  g e n e r a l , e t dans ceux de Mme, Ward en p a r t i c u l i e r . Le probleme y e s t t r a i t e avec beaucoup de d e l i c a t e s s e et d e l e v a t i o n , !  dit-il,  e t l a femme n a i m e l'homme digne de son amour que l  quand e l l e e s t devenue digne de 1'aimer. Pans Fenwick's Career M. Roz t r o u v e encore que Mrs. Ward e s t d'accord avec l a t r a d i t i o n des r o m a n c i e r s a n g l a i s . " l i s sont generalement s e v e r e s pour l a t e m e r i t e dans l e mariage; i l s nous montrent v o l o n t i e r s l e s f a i l l i t e s des u n i o n s prematurees." M. Roz admire a u s s i l e t r a i t e m e n t de l ' a m i t i e , p r e c i e u x a u x i l a i r e de 1'amour, dans l e s romans de Mrs. Wardj l e s q u e l s nous p r e s e n t e n t de t r e s b e l l e s f i g u r e s d'amis ou d'amies. Et  en t e r m i n a n t son etude, l e c r i t i q u e f r a n g a i s resume  l e but de c e t t e oeuvre s o c i a l e . "La v i e I A j o u t e r a, l a v i e , 1 ' e n r i c h i r , a i d e r a v i v r e , v o i l a . sans doute l a grande p o s i t i v e du s e r v i c e de l a q u e l l e Mme. Ward a mis,  tradition  consciemment  ou non, t o u s s e s romans. C e t t e t r a d i t i o n r e p r e s e n t e p e u t - e t r e  31  l e f o n d l e p l u s e s s e n t i e l du genie a n g l a i s ; e l l e se m a n i f e s t e dans ses moeurs, sa c o n s t i t u t i o n , son e s p r i t , par une tendance a ne r i e n d e t r u i r e , a u t i l i s e r t o u t e s l e s f o r c e s , 1,» a f f i r m a t i o n par t o u t . "  a voir  32  .(ii)  L E SOMAN CONTEMPORAIN  ' -JOHN  John Galsworthy est realiste,  c o n n u e n F r a n e e comme u n grana.  u n g r a n d r o m a n c i e r . On d e c l a r e  de I ' h e u r e avenir.  GALSWORTHY  presente,  A I'avis  G a l s w o r t h y eut  i l est  de ceux q u i g a r d e n t 1  de M . C h e v a l l e y i l e s t  ete  que p a r m i l e s  maitres  en eux de  bien probable  membre de 1 ' A c a d e m i e ,  s'il  avait  1'  que  ete  f r a n g a i s . E t nos v o i s i n s a p p r e c i e n t s o n r e a l i s m e d ' a u t a n t mieux q u ' i l s l e c r o i e n t forme a l e u r i n f l u e n c e , a u s s i b i e n . • 2 q u ' a 1 ' i n f l u e n c e r u s s e . M . L e o n L e m o n n i e r c o n s a c r e une e t u d e tres de  interessante  a cette  Galsworthy est  question.  frangais  a b i e n des  c i n q rapprochments entre  le  d'autre  humur,  part  1'oeuvre en  des  de l a h a u t e  contemporaine  et  i l  talent fait  d'une p a r t ,  surtout  i l a applique insuffisances  de e e t t e  grande  parce  son et  et  Maupassant. que,  esprit  les  bourgeoisie  d ' a b o r d l ' a t t e n t i o n des  de d e t a i l  de s e s  1'inquietude  et  C o p p e e , F l a u b e r t et  logiquement,  comme p e i n t r e  Avee une abondance  que l e  faii-  bourgeoisie.  que G a l s w o r t h y a t t i r e  1. 2. et  egards,  romancier anglais  impitoyable a montrer l e s  C'est  toute  trouve  de G a l s w o r t h y l u i semble f r a n g a i s e  romans composes  critique lesses  Baudelaire,  II  i l trace  classes  sociale,  demasquant  Frangais.  un t a b l e a u  dirigeantes, les  anglaise  de  faisant  prejuges  1'Angleterre voir et  devetant  " T h e Modern E n g l i s h N o v e l " A . C h e v a l l e y , 1930" l e M e r c u r e de F r a n c e , l e 1 j a n . 1 9 2 3 , p . 1 1 2 . " J o h n G a l s w o r t h y Quelques A u t e u r s F r a n g a i s " L e o n L e m o n n i e r ,  les  conventions  de l a s o c i e t e . l e s F r a n g a i s se r e j o u i s s e n t gue  s a s a t i r e s o i t f r a n c h e e t . s a i n s d'apres l a t r a d i t i o n du d i x h u i t i e m e s i e c l e , et gue Galsworthy  se ©lasise dans l e p a r t i  des  r e v o l t e s , g u i , a. l a f i n de- 1 'ere v i c t o r i e n n e , s o r t e n t e n f i n du l o n g mensonge de decence ou, depuis p l u s d'un les  romanciers  siecle,  a v a i e n t maintenu l e u r s personnages, et  truque  l a p e i n t u r e de l a v i e . l e r e a l i s m e de son p o r t r a i t de 1'"upper middle  c l a s s " , specialement 1  dans The F o r s y t e Saga, l e u r p a r a i t  a d m i r a b l e . Edmond J a l o u x d e c l a r e g u e " s i l ' o n v o i t dans son ensemble ce l i v r e , on a s s i s t e a, un des p l u s complets developpements de l a v i e humaine gu'un a r t i s t e a i t c r e e . " l e s F r a n g a i s aiment a l e c o n s u l t e r comme document sur l e c a r a c t e r e a n g l a i s et l e temperament n a t i o n a l . Mais ce q u i c a r a c t e r i s e l e r e a l i s m e de Galsworthy, les  F r a n g a i s , c ' e s t s a profondeur  non seulement de l a minutieuse  psyehologique.  selon  On e s t frappe  i n d i c a t i o n du decor, mais  a u s s i de l'abondanee du d e t a i l de l'ame observee.  On admire sa  p r e o c c u p a t i o n de l a v i e morale de ses heros, des m o t i f s de l e u r s a e t e s , de 1 ' e v o l u t i o n de l e u r s c a r a c t e r e s , du drame muet qui se joue en e r a , l e d e t a i l est i n f i n i , et son  proces 2  d ' a i l l e u r s , l e s i n t e r e s s e beaucoup. M. Andre C h e v r i l l o n J  d e c l a r e que Galsworthy  use simultanement de deux moyens con-  t r a i r e s ; t a n d i s q u ' i l s u i t par l e d e t a i l un c e r t a i n ordre  de  f a i t s , i l en est un a u t r e q u ' i l nous l a i s s e a d e v i n e r , et c e l a s u r de minimes i n d i c e s , a t t e n t i v e m e n t  c h o i s i s . I I refuse  de t o u t d i r e ; I I suggere ce g u ' i l juge p l u s emouvant et p l u s I . l a Kevue de P a r i s , l e 1 dec.1932.p.672. "Galsworthy" E. Jaloux 2.Revue des 2 Mondes, l e 15 ^mai,1912,p.314. "John Galsworthy" Andre- C h e v r i l l o n .  34  v r a i dans 1'ombre. 1 M. B e l l e s s o r t commente a u s s i c e t t e methode de Galsworthy. I I f a i t remarquer que l e romancier " r e i u i i t a 1 ' i n t u i t i o n profonde de l a T i e p s y c h o l o g i q u e , ce q u i l a m a n i f e s t e  l a p e r c e p t i o n aigue de t o u t  du dehors. I I procede p a r c o u r t s  tableaux,  p e t i t e s scenes, echanges r a p i d e s de p a r o l e s , c o n v e r s a t i o n s q u i n'ont r i e n d'apprete, r i e n de tendu, mais q u i , sans qu'on sache t r o p comment, e o l a i r e n t l e s ames et t r a h i s s e n t l e u r s preoccupations  l e s p l u s s e c r e t e s . Ce r e o i t , q u i au fond est  t r e s s u r v e i l l e ' j a un a i r d'abandon qui nous c o n q u i e r t et nous r e t i e n t , comme s i l a v i e , en c o n r a n t , r a c o n t a i t elle-meme son histoire." Tous l e s c r i t i q u e s done, f e l i c i t e n t Galsworthy d ' a v o i r s u c r e e r des c a r a c t e r e s v i v a n t s , comme Soames F o r s y t e , c a r a c t e r e s q u i ne sont jamais c o n v e n t i o n n e l s  e t q u i demeurent  j u s t e s de t o n . l a c e r t i t u d e d ' a v o i r t o u j o u r s r a i s o n , t r a i t que les  F r a n g a i s c r o i e n t e s s e n t i e l l e m e n t b r i t a n n i q u e , donne  souvent aux heros quelque chose de dur e t de p a r t i c u l i e r e m e n t d e c i d e . Mais e'est l e v r a i A n g l a i s des c l a s s e s s u p e r i e u r e s . a  M. J a l o u x s o u t i e n t que personne , p e u t - e t r e , n'a f a i t auT,  j o u r d ' h u i un p o r t r a i t p l u s j u s t e de l ' a r i s t o c r a t e ou.du grand bourgeois  de 1 ' A n g l e t e r r e  s  p r i s o n n i e r de l a c a s t e , v i c t i m e du  c o n t r o l e sur soi-meme, a q u i t o u t e s l e s emotions v i s i b l e s defendues, qui ne peut t r a n s m e t t r e  sont  s a v r a i e pensee a a u t r u i ,  e t dont l a c o n v e r s a t i o n d o i t se borner aux b a n a l i t e s l e s p l u s courantes." 1. C o r r e s p o n d a n t j l e 10 jan.1933,p.123."Galsworthy" B e l l e s s o r t 2. l a Revue he P a r i s , l e 1 j a n . 1920. " l e c t u r e s E t r a n g e r e s " - Edmond J a l o u x .  '35  Mais Galsworthy n'est pas seulement  1 ' i n t e r p r e t e du  haut bourgeois a n g l a i s . I I e s t a u s s i un grand p e i n t r e de 1'amour, et a 1'avis des FranQais, l e s p o r t r a i t s de ses Heroines amoureuses sont p a r t i c u l i e r e m e n t admirables. M . 1 • . Thibaudet s i g n a l e "une f i n e s s e , une s e n s i M l i t e i n t u i t i v e s f  chez Galsworthy q u i l e p r e d e s t i n e n t a, une i n t e l l i g e n c e •  2  penetrante du monde f e m i n i n . " M. B e l l e s s o r t juge  qu'Irene,  dans 'She F o r s y t e Saga, est une des c r e a t i o n s l e s p l u s sedu i s a n t e s du roman a n g l a i s , b e l l e , f r a n c h e , passionnee, i n c a r n a t i o n de l a d i g n i t e feminine. I I d e c l a r e a u s s i que l e s h e r o i n e s de Galsworthy ont des t r a i t s communs; " l a v i o l e n c e avec l a q u e l l e 1'amour l e s s a i s i t ( peu de romanciers ont p l u s use du coup de foudre que Galsworthy), l e don eomplet  d'elles-  memes, et l a f r a n c h i s e . " I I r e g r e t t e cependant que Galsworthy obeisse t r e s souvent a. l a stupide t r a d i t i o n q u i veut que, dans l e roman a n g l a i s , l a femme i n f i d e l e ou capable de l ' e t r e , s o i t f r a n g a i s e , ou a i t au moins un de ses deux parents frangais." (II f a i t  a l l u s i o n a. Annette, l a femme de Soames  F o r s y t e . ) M. B e l l e s s o r t continue;"Mais Galsworthy,  s ' i l doit  beaucoup a, nos r o m a n c i e r s , q u ' i l a l u s de t o u t pres, ne nous aime guere et a commis envers nous de plus r e g r e t t a b l e s inconvenances." , 3 M. B a i l l o n de W a i l l y , en d i s c u t a n t Galsworthy comme e  p e i n t r e d'amour, f a i t une o b s e r v a t i o n assez i n t e r e s s a n t e a. ce s u j e t . I I irouve surprenant que chez l e romancier qui a 1. La Nouv.Kev.Fr.I.19,1922.p.639."Galsworthy" A. Thibaudet 2. Correspondant,le 10 jan.l933.p.l23. "Galsworthy" B e l l e s s o r t 3. Revue P o l i t i q u e et l i t t e r a i r e , 1 9 3 3 . p . 4 0 8 . "John Galsworthy" L. B a i l l o n de W a i l l y .  3b  s u p ! n ! t r e r s i avant dans l e s coeurs f ! m i n i n s , "1'amour m a t e r n e l , q u i y prend rang t o u t de s u i t e apres 1'amour et peut l e l u i d i s p u t e r en c o m p l e x i t e , n ' a i t que rarement r e t e n u I n a t t e n t i o n de ce p e i n t r e de nuances t o u t d e s i g n ! , s e m b l a i t - i l , pour l ' e t u d i e r . " B i e n que Galsworthy  s o i t r e a l i s t e e t o b j e c t i f dans l a  p e i n t u r e de ses personnages, l e s F r a n g a i s remarquent chez l u i , comme chez Conrad, une s i n c e r i t e et une humanit! de sentiment q u i donnent a son oeuvre un a t t r a i t p u i s s a n t . 1 M  0  Gillet, i l  e s t v r a i , en commentant The S i l v e r Spoon,  r e g r e t t e 1'absence de s p i r i t u a l i t ! , e t a j o u t e " q u ' i l est d i f f i c i l e d'imaginer  des ames p l u s denuees de v i e r e l i g i e u s e . "  Mais l a p l u p a r t des c r i t i q u e s l o u e n t l e t o n des romans de Galsworthy.  Sa p i t i e tendre et comprehensive pour 1'humanit!  s o u f f r a n t e l e u r r a p p e l l e Dickens. l i s aiment s a tendresse d'autant  p l u s q u ' e l l e e s t t o u j o u r s d i s c r e t e et v o i l ! e , et  q u ' e l l e ne tombe jamais dans l a s e n t i m e n t a l i t ! q u ' i l s abominent p a r t i c u l i e r e m e n t chez l e s romaneiers b r i t a n n i q u e s . Une  a u t r e chose que l e s F r a n c a i s trouveni? sympathique  chez Galsworthy,  e'est l a poesie de son oeuvre. 2  d!clare. Marcel Thiebaut, " i l  "Poete",  a aim! l e s hommes et l a n a t u r e ,  et a s u t i r e r des e t r e s e t des paysages c e t t e v i e mysterieuse et f r ! m i s s a h t e sans l a q u e l l e l e monde semble morne et f a s t i d i e u x . " On c i t e comme admirables s a d e s c r i p t i o n poetique de l a v i e i l l e s s e dans L'Fte de l a S a i n t - M a r t i n d'un Forsyte., et s e s innombrables  p e i n t u r e s p a t h e t i q u e s de l a t r a g e d i e du coeur.  1.Revue des 2 Mondes, l e 1 jan,19g7. The S i l v e r Spoon -John Galsworthy, L u u i s G i l l e t 2.1a Revue de P a r i s , l e 1 a v r i l , 1 9 S S . " G a l s w o r t h y " M a r c e l Thi!baut.  37  Mais l o r s q u e Galsworthy contemple l a n a t u r e e x t e r i e u r e , on e s t p l u s e n t h o u s i a s t e encore. Les F r a n g a i s sont f r a p p e s de ce sentiment a n g l a i s de l a n a t u r e , f r a i s , p u i s s a n t et p o e t i q u e , s e n s i b l e dans tous ses l i v r e s . " C e t amour de l a nature.'/ 1 d e c l a r e Edmond J a l o u x  8  "comme i l baigne d e l i c i e u s e m e n t 1'oeuvre  de John G a l s w o r t h y ] " A 1 ' o p i n i o n des c r i t i q u e s d'Outre-Manche, Galsworthy se montre grand romancier a u s s i par sa c o m p o s i t i o n e t par son s t y l e . Sous ce r a p p o r t , d i t - o n , i l ressemble aux romanciers f r a n g a i s . Comme eux, i l oeuvre e s t severement  s a i t o r g a n i s e r un s u j e t . Chaque  c o n s t r u i t e et s a t i s f a i t a. t o u t e s l e s  exigences de c o m p o s i t i o n , de s o b r i e t e e.t d'harmonie.  Ses  romans n'avancent pas au h a s a r d , e t i l s n'ont pas"cet a i r de v r a i s e m b l a n c e decousue s i f r e q u e n t dans l a l i t t e r a t u r e 2 britannique."  Chez l u i l a c o m p o s i t i o n est l o g i q u e , et l e s  d i f f e r e n t e s p a r i t i e s repondent a un p l a n b i e n d e f i n i . . Dramaturge,  il  a donne a. ses romans un mouvement et une  n e t t e t ! d ' a c t i o n , et i l a b i e n t r a i t e l e s v a s t e s scenes 1 e s s e n t i e l l e s . M. J a l o u x est d ' a v i s que "ses l i v r e s se developpent sournoisement ou brutalement de maniere a. a b o u t i r a deux ou t r o i s c o n f l i t s dramatiques, apres l e s q u e l s nous sommes entierement f i x e s sur l e s personnages, et nous n'avons p l u s r i e n a, apprendre d'eux. C'est l a methode de t o u s l e s m a i t r e s . Galsworthy en e s t un, e t non des moindres." Son s o u c i du s t y l e est d'autant p l u s a d m i r a b l e , t r o u v e n t l e s c r i t i q u e s , q u ' i l est assez r a r e chez l e s romanciers X.La Hevue De P a r i s , l e 1 dec.1932.p.672."Galsworthy" E. Jalotix 2.Mercure de Prance, l e 1 jan.1923. p.112. "John Galsworthy et Quelques Auteurs F r a n g a i s " Leon iemonnier.  britanniques.  Le s t y l e  de G a l s w o r t h y e s t  elastigue,  et q u i s ' a d a p t e a des 1 • • Edmoud J a l o u x e r o i t que ce s t y l e d'interjections  et  d'allusions  memes,  les  saceades et  ieure.  "II  est  habitues  peut-etre  rendre les  variations  En t o u t ,  critiques, ites  et  essentielles  les  plus  vie  interieure;  une v i e  et  tres  par l e s  finalement et  final,  juste  2.1a  Revue de P a r i s . l e  aux  q u i se  inter-  Frangais, articulations  extremement  habile  a  vie." en F r a n c e comme u n  T h i b a u d e t resume  g r a i n de mechancete avee l a p l u s  et  considere  de s o n g e n i e :  economiques,  de l a p a r o l e  pour l e s  i l est  mouvements  a gagne 1 ' a d m i r a t i o n de t o u s 2  M. A l b e r t  e s s e de t o u c h e ;  1.1a  mais  memes de l a  II  tres diverses. • • cursif, plein  reproduit les  logiques  Galsworthy est  grand a r t i s t e .  rapide,  difficile  classique,  tres  fonctions  soubresauts  aux d e v e l o p p e m e n t s  du grand s t y l e  tres  les  uni, limpide,  comme s u i t  "une e x t r a o r d i n a i r e  intense  obtenue  signes les  plus  par l e s  les les  qual-  delicatmoyens  discrets  de  une i r o n i e ou i l n ' y a pas  la un  c o n f o n d d ' u n p o i n t de vue  clairvoyanoe."  1 dec.1952.p.672. "Galsworthy" E . jaloux. H o u v e l l e Revue F r a n g a i s e , T . 1 9 , 1 9 2 2 . p . 6 2 9 . " G a l s w o r t h y " Albert Thibaudet.  H. G « WELLS H.GS-.Wells, • comme Galsworthy,  e s t l e c r i t i q u e du v i e i l  o r d r e moral e t s o c i a l de 1 ' A n g l e t e r r e . Tous l e s deux sont i m p i t o y a b l e s a des prejuges reconnus depuis longtemps pour t e l s , mais a 1 ' o p i n i o n des F r a n g a i s , l a h a r d i e s s e de Wells e s t moins a r i s t o c r a t e , moins d e l i c a t e e t s c r u p u l e u s e que c e l l e de Galsworthy.  Comparee a l a s i e n n e , e l l e a " j e ne s a i s 1  c[Uoi de c a r r e , de l o u r d e t de v a n i t e u x . " Tout de meme l'audace de Wells donne a. penser,  e t c'est pour c e l a que nos  v o i s i n s l e l i s e n t . Wells n'est pas seulement c r i t i q u e , i l aime a u s s i a. suggerer  l e s remedes. I I p l a i d e l a grande cause  du p r o g r e s e t veut r e c r e e r l e monde. I I s a t i r i s e l e s s u r v i v ances de l ' a n c i e n n e A n g l e t e r r e o l i g a r c h ! q u e , ses t r a d i t i o n s , ses croyanees,  e t t i e n t a l e s remplacer  par l e socialisme  o r g a n i s a t e u r . Ses l i v r e s f o u r m i l l e n t d ' i d l e s n o u v e l l e s q u i impressionnent  l e s F r a n g a i s . Meme s i quelques-uns de ses  lecteurs regrettent les histoires  raerveilleuses  de s a prem-  i e r e maniere, et t r o u v e n t un peu ennuyeux ses romans a. t h e s e , i l y en a "beaucoup q u i aiment l e s c r i t i q t i e s c l a i r v o y a n t e s e t profondes,  l e s apergus i n g e n i e u x e t l e s r e f l e x i o n s s u b t i l e s  de ses oeuvres s o c i a l e s . S  M. Andre C h e v r i l l o n d e c l a r e que l a h a r d i e s s e  intellect-  u e l l e de Wells e s t t o u t e f r a n g a i s e , e t de f a i t t o u t e s ses sympathies vont a, l a France. I I a j o u t e que Wells e s t l e p l u s 1. Revue P o l i t i q u e e t L i t t e r a i r e , 1 9 2 0 . p . 6 9 6 "Galsworthy" Bellessort. 2. L a Revue de P a r i s , l e 1 j a n , 1910. "H.G.Wells" A. C h e v r i l l o n  40  moderne, c'est a d i r e l e moins A n g l a i s des A n g l a i s , c a r chez l u i 1'element i n t e l l e c t u e l aaeheve de t u e r 1'element e t h n i q u e . 1 I I e s t absolument exempt de p r e j u g e s et de c a n t . M. C h e v r i l l o n l'e c o n t r a s t e avee K i p l i n g . "Entre l ' u n et 1'autre" , d i t - i l , "quelque chose e s t survenu, c e t t e guerre du T r a n s v a a l . On a f i n i p a r comprendre en A n g l e t e r r e  que, dans l a l u t t e moderne  des n a t i o n s pour 1 ' e x i s t e n c e , l e s b a t a i l l e s ne se gagnent p l u s seulement, comme Waterloo, s u r l e s champs de c r i c k e t d'Eton, e t que l e s mathematiques ont l e u r s a p p l i c a t i o n s . " P a r consequent, t o u t ce que K i p l i n g a c e l e b r e o r g u e i l l e u s e m e n t , les  i d e e s a n g l a i s e s , l e s coutumes a n g l a i s e s , l ' e c o l e a n g l a i s e ,  1'eglise a n g l a i s e , "toutes l e s puissances qui agissent sur les  hommes de son pays pour l e s marquer uniformement de  1'energique et s i n g u l i e r e empreinte  a n g l a i s e " , Wells l ' a  p r i s pour o b j e t de ses s a t i r e s , et en a suggere un remede. M. C h e v r i l l o n termine en d e c l a r a n t qu'un e t r a n g e r se f e l i c i t e que dans l ' a r e n e l i t t e r a i r e l e s deux causes a i e n t pour champ i o n s un K i p l i n g et un W e l l s , Parmi l e s romans s o c i a u x de Wells q u i semblent a v o i r f a i t l a m e i l l e u r e i m p r e s s i o n en Prance sont Tono Bungay, K i p p s , Mr. B r i t l i n g Sees I t Through, Love and Mr. Lewisham, Joan and P e t e r et Le Monde de Wm, C l i s s o l d , O n p a r l e de 1' admirable Tono Bungay, ou. se me l e n t harmonieusement roman d'aventures,  roman d'amour, e t " t h e o r i e s p o l i t i c o - s o c i a l e s .  C e t t e s a t i r e de 1 ' A n g l e t e r r e i n d u s t r i e l l e d'aujourd'hui se f a i t l o u e r p a r l e s F r a n g a i s non seulement parce q u ' i l l e u r l.La  Revue de P a r i s , l e 15 fev.1908. Andre S h e v r i l l o n .  "Rudyard K i p l i n g "  41  p a r a l t un des p l u s r e m a r q u a l l e s  t a b l e a u x d*ensemble d'un  pays, mais a u s s i q u ' i l e s t b i e n compose. M. Legouis et M. Gazamian d e c l a r e n t que ee l i v r e et Kipps sont sans doute ses m e i l l e u r s romans. "Ce sont d e s l i v r e s e c r i t s d'une seule i m p u l s i o n q u i en p o r t e n t a l e u r denouement; 1 ' a c t i o n , sans e t r e r e s s e r r e e au dela. de ce que $>ermet l a v i e , y a son u n i t e . Une verve et une ardeur i n t e l l e c t u e l l e egales l e s ont concus et r e a l i s e s . " A i l l e u r s on reproche  souvent a Wells une ener-  g i e i n t e r m i t t e n t e et un manque de c o n t i n u i t e du s u j e t e t de l a conviction. Mr. B r i t l i n g Sees I t Through ( M. B r i t l i n g Y V o i t G l a i r , ou M. B r i t l i n g Y A s s i s t e du Commencement a. l a F i n ) , i n t e r e s s e l e s F r a n g a i s parce q u ' i l expose 1 ' a n t i m i l i t a r i s m e de W e l l s , e t "des l o r s son p a c i f i s m e t r e s p a r t i c u l i e r v a d e v e n i r l a 2  p i e r r e a n g u l a i r e de s a m e t a p h y s i c o - p o l i t i q u e . "  II les  i n t e r e s s e a u s s i comme document de l a grande g u e r r e . M« Davray d e c l a r e "que ce l i v r e de Wells s e r a i n f i n i m e n t p r e c i e u x pour quiconque s ' i n t e r e s s e a. 1 ' A n g l e t e r r e e t veut c o n n a l t r e l e fonctionnement i n t i m e des rouages q u i ont amene l a t r a n s f o r m a t i o n a c t u e l l e . I I f a u t l e l i r e avec ses d e f a u t s , avec ses e r r e u r s , mais avec t o u t e s ses r e m a r q u a i l e s  q u a l i t e s de  p e n e t r a t i o n , de jugement, de c r i t i q u e i m p l a c a b l e . I I p a r a i t r a confus, d i f f u s , t o u f f u ; i l  s e r a p a r i n s t a n t f a t i g a n t et  r e b u t a n t , mais l a recompense e s t a p p r e c i a b l e pour ceux q u i auront lei. perseverance d ' a l l e r jusqu'au bout." •1.Legouis e t Cazamian, " H i s t . de l a l i t t . Ang. "1924. p. 1245 2.Mercure de F r a n c e , l e 15 mars,1927VWelis et Diderof'Arnaua Pandieu 3»Mercure de France, l e 1 mai,1917. "Mr. B r i t l i n g Sess I t Through" Henry Davray.  42  Autre roman, a r t i s t i q u e m e n t i n l g a l , mais dont l a m a t i e r e e s t t o u t e p e t r i e de pensee, e s t Jeanne e t Pierre« 1 "Ee cherchons pas dans ce l i v r e , " d i t L o u i s Cazamian,"de m e r i t e s d i s t i n g u e s et s o b r e s , de f i n e s d e m i - t e i n t e s ; mais t r o u v o n s - y une r i c h e g a l e r i e de f i g u r e s s o u i a l e s , de s u g g e s t i v e s e v o c a t i o n s h i s t o r i q u e s , et un p e r p e t u a l j a i l l i s s e m e n t d'idees." I c i Wells c r i t i q u e 1»enseignement des e c o l e s a n g l a i s e s e t nos v o i s i n s t r o u v e n t que ses i d l e s s u r 1'education aigne-s  sont  2  t r e s ^ d ' a t t e n t i o n . Le commentaire de M. C h a r l e s V. L a n g l o i s  exprime l e u r a t t i t u d e . " I I s e r a i t f a c i l e " d e c l a r e - t - i l , "de s'amuser au depens d'un r l f o r m a t e u r dont 1 ' e r u d i t i o n e s t eourte et 1 ' i m a g i n a t i o n souvent b i z a r r e . Mais au cours de s a revue r a p i d e des grands problemes generaux de 1'education, il  a p l a n t ! , pour a i n s i d i r e , une s e r i e de c l o u s commodes  ou a c c r o c h e r nos r e f l e x i o n s : c'est l a p r i n c i p a l e  obligation  qu'on l u i a. Accessoirement, nous l u i en devons une a u t r e , dans ce p a y s - c i . Une mode s'est d e c l a r e e , depuis  quelques  annees en Prance, q u i tend a, p o r t e r aux nues l e d u c a t i o n 1  a n g l a i s e , e c o l e de m o r a l i t e , e c o l e de l i b e r t e , e c o l e de v i r i l i t e , d ' e n e r g i e , et de v o l o n t e . Contre l e s e x a g e r a t i o n s de c e t t e mode, l e s l i v r e s de 1 ' A n g l a i s w e l l s , e c r i t s dans un e s p r i t t o u t a. f a i t sympathique a. n o t r e temperament n a t i o n a l , sont l e remede s p e c i f i q u e . " Autre probleme s o c i a l q u i a a b s o r b ! H.G-. Wells e s t l e feminisme  et l a q u e s t i o n s e x u e l l e . I c i encore, l'audaee avec  1. Kevtie P o l i t i q u e et L i t t e r a i r e , 1919.p.340."Jeanne et P i e r r e " H.G-.Wells--Louis Cazamian. 2. Revue de P a r i s , l e 15 fev.1905."Les I d l e s de H.G-.Wells s u r 1'Education" C h a r l e s V. l a n g l o i s . p . 7 6 4 .  laquelle  il, a  cheque l e s les  anglaises  sans d o u t e .  t !resse»71e  plus,  "Peut-etre  et  l o v e et  seulement  plus  Frangais.  Qu'il  avee s o n a t t a g u e de  toutes  c o n d i t i o n de l a femme,  les  de 1'amour  et  Amis P a s s i o n a l s ,  M . Lewi sham l e s  d'un lecteur  gracieuse 1  les  discussions  Mariage,  et  que c e t t e  declare  attire  concernant l a Parmi ses  s e x e Ann V e r o n i c a ,  croire  choses  Puritains britanniques  idles  plait,  ces  I t u d i e  idylle  du  les  in-  etonne u n p e u .  a u r a - t - i l peine  soit  leur  1'oeuvre  de  a  M.Wells",  M . de Wyzewa.  De t o u s  ses  l i v r e s recents,  on p a r l e  le plus  souvent  en P r a n c e du Monde de Wm. C l i s s o l d , u n roman q u i a I t ! compare a une epopee, et q u i r l s u m e s e s a u t r e s o e u v r e s . Comme e l l e s , , , 2 ' i l e s t domine p a r l ' i d e e d ' u n e U t o p i e , et M. C h e v a l l e y maintient  que c e t t e  convictions, intlresse  pourrait  des  c'est  traits  sciences  Ainsi  une l o g i q u e  1'encyclopedie comme de t o u t  de b i o l o g i e ,  que l e s  Wells pour l a r i c h e s s e ualisme  hardi.  dlfauts  de forme et  disent  Comme a r t i s t e ,  nos v o i s i n s ,  de s t y l e . que ses  le  ses livre  "Dans u n c a d r e  du v i n g t i e m e s i e c l e . autre  livre  de p l d a g o g i e ,  critiques  de ses  De p l u s ,  et m o u v a n t e .  d ' l c o n o m i e p o l i t i q u e et  voit-on  a u - d e s s u s de  de v i e .  s a pensee d i s p e r s e s  extraire,  plusieurs et  respire  par  romanesque,  Utopie desordonnee,  idles  de  Wells,  de p h i l o s o p h i e  sociale1.'  frangais et  On en  apprecient  pour s o n i n t e l l e c t -  on l u i r e p r o c h e b i e n  des  On a t r o p souvent  sentiment,  romans  le  ont I t ! e c r i t s  o u comme a l a m a c h i n e , l a d i f f u s i o n et  hativement  l a lenteur dulrecit  1. Revue des 2 M o n d e s , l e 15 a o u t , 1 9 0 0 . " U n e I d y l l e A n g l a i s e , ' l o v e et M , Lewisham * " , T . de Wyzewa. 2 . Revue de P E r i s , l e 1 m a r s , 1 9 2 7 , p . 1 6 7 . " H . G . W e l l s et s o n Dernier L i v r e " , Abel Chevalley,  d e p l a i s e n t a. un F r a n g a i s e p r i s d'unite e t d'harmonie. On t r o u v e que l e s romans sont encombres de menus i n c i d e n t s i n u t i l e s , e t d ' a l l u s i o n s a des a c t u a l i t e s promptement oubl i e e s . l e s t y l e n'en e s t pas d i s t i n g u e non p l u s . Mais l a v i g u e u r c e n t r a l e de l a pensee y donne une f o r c e e n t r a i n a n t e e t un mouvement. 0omme psychologue, W e l l s n'a pas mieux r e u s s i , pour l a p l u p a r t . l e s F r a n g a i s t r o u v e n t que 1 ' i n t e r e t des c a r a c t e r e s v a r i e beaucoup. l e s femmes e t l e s jeunes f i l l e s sont d'un o r d r e i n f e r i e u r , c a r Wells ne semble pas a v o i r une connaissance t r e s profonde du coeur humain et s u r t o u t du coeur f e m i n i n . I I manque de l a f i n e s s e et de l a p e n e t r a t i o n d'un Galsworthy. Tout de meme, on admire  quelques personnages comme Kipps et  Mr. P o l l y . "Ce sont des f i g u r e s f r a p p a n t e s q u i temoignent '• ' 1 d'une f a c u l t e de c r e a t i o n a d m i r a b l e , dans ses l i m i t e s . " t  Mais sans s a p u i s s a n c e i n t e l l e c t u e l l e , sans ses r i c h e s s e s d ' o b s e r v a t i o n e t de pensee, Wells ne s e r a i t guere connu en F r a n c e . On l u i pardemne f a c i l e m e n t ses d e f a u t s l i t t e r a i r e s et a r t i s t i q u e s pour j o u i r pleinement de ses volumes v i f s ,  aletts, 1  r e m p l i s de verve et d'idees neuves. M. l e g o u i s et M. Cazamian en sont tites e n t h o u s i a s t e s . l i s d e c l a r e n t "Ce qu'un B a l z a c , un Z o l a a v a i e n t f a i t en France, W e l l s l e r e f a i t en A n g l e t e r r e , avec moins de genie que 1'un ou 1'autre, une p r i s e s u r l a p s y c h o l o g i e des i n d i v i d u s moins f o r t e e t sure que c e l l e du p r e m i e r , une i n t u i t i o n de l a p s y c h o l o g i e des groupes moins p u i s s a n t e que c e l l s du second, mais avec un sens s o c i o l o g i q u e p l u s p r e c i s que c e l u i de tous &eux." i . l e g o u i s e t Cazamian,"Hist.de l a L i t t . A h g . " 1924.p.1246, e t p.1243.  40  ( i i i ) AUTRES EQRIVAINS DE I'HEURE PRESENTS Parmi l e s . a u t r e s romaneiers r e a l i s t e s q u i e c r i v e n t en ce moment G.K.CHESTERTON i n t e r e s s e l e s F r a n g a i s s u r t o u t a cause de son t r a d i t i o n a l i s m s . I I exprime l a n o s t a l g i e d'une s o e i e t e p l u s a u t o r i t a i r e , p l u s humaine et p l u s p i t t o r e s q u e . C'est l e champion de 1'orthodoxie;  i l emploie ses  paradoxes a l a defense des i'dees t r a d i t i o n n e l l e s . "Et t o u t e f o i s s i nous a u t r e s F r a n g a i s eprouvons quelque gene devant son 1 e n t r a i n " , d e c l a r e M. L e g o u i s , "nous n'avons pas a c r a i n d r e avee l u i l e s i m p i e t e s p a t r i o t i q u e s de Bernard Shaw. Nous nous sentons r a s s u r e s par une e n t i e r e c o n f o r m i t e de vues et de sentiments  sur tows l e s p o i n t s e s s e n t i e l s . l u i et nous avons  memes amis e t memes ennemis, memes amours et memes h a i n e s . " Mais l e t r a d i t i o n a l i s m s e s t assez r a r e de nos j o u r s , s t l a p l u p a r t dss romaneiers contemporains sont des r e v o l t e s et des c r i t i q u e s a l a maniere de Galsworthy  et de W e l l s . De tous  ces r e a l i s t e s "beaucoup en ont p s n e t r e s n France, mais ceux q u i j o u i s s e n t de l a m e i l l e u r e r e p u t a t i o n sont p s u t - e t r e J.D. B e r s s f o r d , Frank Swinnerton,  R i c h a r d A l d i n g t o n , et Aldous 2  H u x l e y . En d i s c u t a n t 1'oeuvre de J.D. BERESFORD, A b e l C h e v a l l s y sst tres enthousiaste. I I d s c l a r e : " 8 ' i l f a l l a i t  designer  e n t r e l e s romaneiers de l a jeune g e n e r a t i o n non l e p l u s h a b i l e , mais l e p l u s egalement pourvu de c e t t e ' i n t e l l i g e n c e ' et de c e t t e i m a g i n a t i o n de l a v i e qui f o n t l e s bons e c r i v a i n e de 1. Revue des 2 Mondes,le 15 mai,1916."La Guerre Vue p a r l e s E c r i v a i n s A n g l a i s " E. L e g o u i s . 2 . "The Modern E n g l i s h N o v e l " , A b e l C h e v a l l e y 1930.  fiction,  i l . est  probable  ne c h e r c h e p o i n t a. s ' e n ce  qu'il  verse  ecrit.  jamais  l'effet;  la  de  et 1  soeurs  sont  se  mais  i l sait  a souffert,  et  retraces  sent  v e c u ; mais  en F r a n c e  i l ne  apres  surtout  de l a p o e s i e r e a l i s t e  "c'est  II  litteraires."  celebre  de 1 ' u n i t e  Gabriel Marcel,  J.D.Beresford,  s e n t i m e n t a l i t e . i l ne c o u r t pas  N o c t u r n e . On p a r l e  laquelle  accroire  sans r e m i n i s c e n c e s  son i n t e n s i t e  dit  choisirais  qu'il  .FRANK SWINNERTON e s t livre  je  faire  On d e v i n e  dans  i l est  que  tomale.  par  son  de ce roman,  "Ce o u i e s t  remarcmable  que 1 T e x a c t i t u d e i m p i t o y a b l e  les  mouvements t e n u s  e o n c i l i e pourtant  avec une s o r t e  de l ' a m e  avec  de deux  de l y r i s m e . "  RICHARD ALDINGTON a gagne sa renommee en F r a n c e en t a n t qu'interprete 1'Angleterre rivains Mort  du b o u l e v e r e e m e n t d'apres  querre.  l e mieux doues  d'un Eeros,  de 1 ' i n q u i e t u d e  On 1 ' a  de l a  l e u r semble  et  jeune  aecepte  recit  veridique  et  ALDOTJS HUXLEY, des sont  " jeunes",  particulierement  emifcuvant de l a eependant,  a, l ' o p i n i o n  en meme temps  tres  defauts  q u e l que chose intellectuelle  dans  ses  de c o n t r a i n t de 1925  est  Son roman frappant,  bourgeoise  peut-etre  critiques  et  de  le plus  frangais.  et  tres  excessivement;  de g l a c e ,  - on c r o i t  a,  son  et  qu'il  illustre  Ses  oeuvres  captivantes, si  l ' o n trouve  romans - u n manque d ' e a a n et  ec-  guerre.  intelligentes  combinaison qui l e u r p l a i t quelques  des  comme u n des  generation.  c a u s e de son a t t a q u e de 1 ' h y p o c r i s i e  de  et  a. c e t t e mode c h a n g e r a avec  sa  g e n e r a t i o n . De t o u s ses l i v r e s l e s F r a n g a i s p r e f e r e n t 1 . L a N o u v e l l e Revue F r a n g a i s e , T . 2 4 , 1 9 2 5 . p . 1 0 7 5 . N o c t u r n e Frank Swinnerton, G a b r i e l M a r c e l .  47  e o n t r e p o i n t . On .sentient que c'est un des romans l e s p l u s remarquables qui a i e n t s u r g i en A n g l e t e r r e d'apres g u e r r e . On admire 1 ' o b j e c t i v i t e e t l a domination du s u j e t que 1'auteur a t t e i n t . On commente a u s s i s a v a s t e p o r t e e , son t a b l e a u s i l a r g e e t s i comprehensif  de l a v i e q u o t i d i e n n e de t r o i s ou  quatre f a m i l i e s e t de p l u s i e u r s i n d i v i d u s dans l e Londres du 1 v i n g t i e m e s i e c l s . G a b r i e l M a r c e l d e c l a r e que"c'est semblablement l e chef d'oeuvre de c e t t e l i t t e r a t u r e  vraipluraliste  dont on t r o u v e t a n t d'amorces ou meme d'ebauches chez nos e c r i v a i n s l e s p l u s audacieux,  et j e p e r s i s t e a penser  que c'est un ouvrage p l u s s i g n i f i c a t i f e t a r t i s t i q u e m e n t p l u s acheve que Les Faux-Monnayeurs eux-memes, I I me p a r a i t evident que l a r i c h e s s e s i n o n d ' i n v e n t i o n , du moins d ' o b s e r v a t i o n , et davantage encore l a puissance de e a r a c t e r i s a t i o n i n d i v i d u e l l e e t v i v a n t e des e t r e s e s t t r e s s u p e r i e u r e dans C o n t r e p o i n t a ce q u ' e l l e e s t dans Les Paux-Monnayeurs Comme psychologue  done, l e s •Frangais n'ont r i e n a l u i  r e p r o c h e r . Son a n a l y s e est p r e c i s e et m i n u t i e u s e , et s i nombreux que s o i e n t l e s c a r a c t e r e s , chacun l e u r p a r a i t i n d i v i d u e l . " I l s f o n t une g a l e r i e c u r i e u s e des types e t des 2 modes i n t e l l e c t u e l s de 1925." l e s F r a n g a i s l o u e n t a u s s i l a m i r a c u l e u s e c l a r t e d ' e x p o s i t i o n e t 1'humour exquis de Huxley. Mais cet humour ne tombe jamais dans l e comique mecanique ou v e r s e n t p a r f o i s un Dickens ou un Thackeray, 1 d e c l a r e G a b r i e l M a r c e l . L ' i n t e l l i g e n c e l e sauve de ces exces. E t " i l y a dans C o n t r e p o i n t des s i l h o u e t t e s e t des "T.h'Europe H o u v e l l e , l e 80 aout,1950.Contrepoint,A.Huxley. Gabriel Marcel 2.Revue de P a r i s , l e 1 sept.1934.p.145."Aldous Huxley" Maurice Lanoire.  48  episodes fondent  d'une d r o l e r i e vraiment i r r e s i s t i b l e , dans un des  orchestres, agiles  'ensembles'  une des  qui aient  les  symphonies l e s  ete  congues  dans  mais  plus riches plus  libres  1'ordre  et et  de l a  qui  se  l e mieux les  plus  fantaisie  romanesque." Et les la  comme i l en e s t  Frangais  se  pensee et  de t o u s  plaisent  a signaler  de 1 ' e x p r e s s i o n 1  Maurice l a n o i r e f a i t  brillants  representants  et  de F r o i s s a r t . i l e s t  point  l a langue,  s'insinuent  dans  H u x l e y ne s ' e s t il  car  y a ajout!  1.Revue  le  pas  un c a r a c t e r e  que " c ' e s t  appeler  existait  admirent,  frappant  leur u n des  des  et  la  plus et qui  l e temps  de C h a u c e r  en e f f e t  a quel  sensibilit! sent  de  caractere  1'Anglo-France, et  d i f f i c i l e de d i r e  ce que p e n s e ,  et  de l a  France  e c r i t Huxley.  c o n t e n t ! de c a p t u r e r 1 ' e s p r i t  1'esprit  de P a r i s , l e  elle  genie  tout  voir  qu'ils  modernes d ' u n e r e g i o n de c u l t u r e  qu'on pourrait  est. b i e n a n c i e n n e ,  romaneiers  de H u x l e y q u i e s t  frangais.  de l i t t e r a t u r e  les  Et  frangais;  gaulois."  1 s e p t . 1 9 3 4 . p . 145'.'Aldous H u x l e y " lanoire.  Maurice  •  CHAPITRE I I I *  m  ROMAN RE Gi-I ONALI ST E ( i ) L'ANGLETERRE THOMAS HARDY  R e a l i s t e e t r e v o l t ! , comme Galsworthy  e t W e l l s , Thomas  Hardy a i n t e r e s s e l e s F r a n g a i s ; mais c'est s u r t o u t en t a n t que romancier  r e g i o n a l i s t e q u ' i l l e u r a p l u . l i s f o n t 1'  eloge de son r e a l i s m e , qui l e u r r a p p e l l e l e natural!sme frangais, i l s l ef l l i c i t e n t  de s a r ! a c t i o n c o n t r e une p h i l -  osophie v i c t o r i e n n e t r o p aisement s a t i s f a i t e d'elle-meme, mais i l s l e l o u e n t p a r t i a u l i e r e m e n t de s a p e i n t u r e v i v a n t e de son pays n a t a l de Wessex. L ' a l l u r e de l a d e s c r i p t i o n et de 1' e v o c a t i o n du d!cor e s t c e l l e d'un poete, d e c l a r e n t l e s c r i t 1 i q u e s f r a n g a i s . E i r m i n Roz d i t q u ' i l "connait l a nature comme un paysan, l a v o i t comme un a r t i s t e , l a t r a d u i t comme un  poete." Et dans ces romans p r o v i n c i a u x , l e paysan joue l e "beau  r o l e et exprime l'ame de Wessex. Hardy l e t r o u v e t r e s symp a t h i q u e , e t souvent i l l a i ^ s e commenter l e s !v!nements p a r un de ces p h i l o s o p h e s v i l l a g e o i s . De la. v i e n t l a p l u p a r t de;l humour de s e s romans. I I c o n n a i t p a r f a i t e m e n t ces !  personnages r u s t i q u e s , e t M. Joseph Aynard, qui a c o n s a c r ! 1. Revue des 2 Mondes,le 1 j u i l l e t , 1 9 0 6 . " T h o m a s Hardy" E i r m i n Roz. 2. Revue de P a r i s , l e 1 j u i l l e t , 1903.p.98."Thomas Hardy" Joseph Aynard. 49  50  une etude a ce s u j e t , d e c l a r e que "comme i n t e r p r e t e du paysan dans l e roman, Hardy a f a i t une t e n t a t i v e n o u v e l l e en A n g l e t e r r e et a l a q u e l l e r i e n en France non p l u s , croyons-nous, ne p e u t - e t r e exactement compare."M. Aynard s o u t i e n t que Hardy d i f f e r s des F r a n g a i s q u i ont d e c r i t l e paysan. I A n g l a i s 1  p a r l e des gens de chez l u i e t ne v a pas l e s c h e r c h e r comme Georges Sand et L a m a r t i n e . Hardy aime l e s paysans, B a l z a c et Z o l a ne l e s aimentapas, A u s s i , chez ces d e r n i e r s , l a c o u l e u r l o c a l e , e s s e n t i e l l e au roman r u s t i q u e d'apres Hardy, e s t presque absente, l e s paysans de Hardy sont des personnages, ceux de Maupassant ne sont que des e s q u i s s e s de l a Hormandie, M. Aynard a j o u t e que l e s r e a l i s t e s f r a n g a i s sont des a r i s t o c r a t e s q u i n'ont pas p r i s l a peine de f a i r e quelque 'chose de p l u s que l ' | t u d e des g e s t e s et des f i g u r e s , A i n s i l e paysan e s t r e s t ! dans l a l i t t ! r a t u r e f r a n g a i s e comme "un e t r a n g e r q u i peut e x c i t e r l a c u r i o s i t ! et l ' i n t ! r e t mais non pas a t t i t e r l a sympathie," Peut-etre;; c o n t i n u e M, Aynard, que l e s paysans f r a n g a i s sont d i f f ! r e n t s des paysans a n g l a i s , Ceux-oi sont des d!pendants e t des humbles, ce que l e s paysans f r a n g a i s , propr i e t a i r e s du s o l , ne sont guere. " I l s n'ont pas c e t t e a p r e t ! , n i c e t t e mefiance inn!e des n o t r e s " , d i t l e c r i t i q u e f r a n g a i s , " c a r i l s n'ont pas grand'chose a gagner n i a p e r d r e , " Comme psychologue done, Hardy i n t ! r e s s e nos v o i s i n s , I l s t r o u v e n t a d m i r a b l e s l e s personnages comme M g o r y Venn et G a b r i e l Oak, des f i g u r e s d'une grandeur t r a n q u i l l e et d'une douce et i n ! b r a n l a b l e ! n e r g i e , "des s o l i t a i r e s q u i sont en c o n t a c t p e r p ! t u e l avee l a n a t u r e , " Ses h ! r o i n e s a u s s i l e s  51  f r a p p e n t . E l l e s sont complexea, v a n i t e u s e s ,  adorables,  s e d u i s a n t e s , e a p r i c i e u s e s e t completement humaines. Et s u r t o u t ce sont des femmes, ce q u i e s t assez r a r e dans l a l i t t e r a t u r e 1 b r i t a n n i q u e , d e c l a r e n t l e s F r a n g a i s . M. F i r m i n Roz remarque que  "Tous l e s romaneiers a n g l a i s , a. l a d i f f e r e n c e des n o t r e s ,  qui mettent en scene de p r e f e r e n c e  et presque  exclusivement  des femmes, aiment a. nous r e p r e s e n t o r des jeunes f i l l e s . Hardy met  aux p r i s e s dans ce d u e l ou s'opposent l e s sexes, l e coeur  de l'homme et l e coeur de l a femme, nes pour s o u f f r i r s e l o n l a l f c i de l e u r t r a g i q u e d e s t i n . " A i n s i Hardy n ' l t u d i e pas 1'amour romanesque, mais p l u t o t l a p a s s i o n . Et p a r la. a u s s i , d i t M. Roz, son oeuvre se d i s t i n g u e avee un s i n g u l i e r r e l i e f des a u t r e s p r o d u c t i o n s  du roman a n g l a i s . l e s grands romaneiers  b r i t a n n i q u e s n'ont pas c h e r c h ! dans l e s t r o u b l e s du coeur n i dans l e s f a t a l i t e s de l ' i n s t i n e t l ' i n t e r e t supreme de l e u r s t a b l e a u x de l a v i e . "Sauf de r a r e s e x c e p t i o n s , l a l i t t e r a t u r e romanesque de 1 ' A n g l e t e r r e  f a i t a. l a p a s s i o n une p a r t assez  r e s t r e i n t e q u ' e l l e e s t , chez nous, demesuree." l a p h i l o s o p h i e de Hardy i n t e r e s s e l e s F r a n g a i s egalement. I l s aiment son o r i g i n a l i t e e t son r e f u s d'etre un r e p r e s e n t a n t de l'optimisme  q u i e s t " l a v e r i t a b l e r e l i g i o n o f f i e i e l l e de  1 ' A n g l e t e r r e . " P a r t out dans ses romans i l s remarquent l ' e t r e humain q u i a p p a r a i t absorbe et ecrase p a r une f o r c e s u p e r i e u r e , c e l l e de l a nature  et c e l l e du hasard i n d i f f e r e n t ou hostile..'  1'auteur f a i t s u r g i r sans cesse, l ' i r o n i e dramatique de nos d e s t i n i e s . E t c e t t e i m p r e s s i o n du t r a g i q u e de l a v i e , M. Roz l e c o n s i d e r e d'abord et par-dessus t o u t l ' a r t du romancier. 1.Revue des 2 Mondes,le 1 juillet,1906."Thomas  Hardy" F.Roz.  52  "les  sujets",  la  lutte  il  y a dans  le  theatre  d i t - i l , " s o n t choisis  des p e r s o n n a g e s s o n oeuvre  contre l a f a t a l i t e " .  F r a n c a i s et  Ils  l'accusent  ils  consequent, qui r a p p e l l e  des  du romanesque.  effort.  pas  le  pardonnent  ees  manques de gout vivant, et  et  et  i l est  les  •  les  defauts  Psancais  surtout 1  de son roman Wolf  Marc L o g ! d e c l a r e ses  tres  rustique  r!alistes anglaise  et  tres  de l a  des F r a n g a i s .  d u g r a n d Thomas H a r d y . " de H a r d y ,  dit  le  Ses  sont  r!vele  paysans  critique. Ils  tres  le sont  vie  Ce sont  John  de POwYS  diverses.  un p e s s i m i s t e ,  remarquables  moderne, se  epi-  : #  Solent  que "Powys e s t  lui  artistiques.  Cowper p'owyset Mary Vvebh. Les o p i n i o n s de 1 ' o e u v r e et  egalement,  depassee.  #  1'attention  qu'il  d o u t e u x que s a v i s i o n  romanciers "britanniques, peintres  ont a t t i r e  trouvent  critiques  Comme s t y l i s t e  ces  du p a y s a n s o i t  #  Ils  d!fauts«  l e melodrame- et  l o u e r . Mais a. l a l o n g u e ,  # Deux a u t r e s  d ' o u t l i e r ses  circonstances.  on ne p e u t  que de l a t e r r e  tentes  de l ' a b u s  compose avec  Son toessex e s t  s i m p l i c i t e impressionne;  s o u v e n t d u drame dans  y a t r o p d'arrangement qu'il  sa  sont presque  parfois  tombe t r o p  paysanne,  Par  grec."  les  sentent  manifester  "une s i m p l i c i t e g r a n d i o s e  Cet a s p e c t monumental dans  qu'il  de m a n i e r e a  q u i dans  tableaux  de l a  vie  digne c o n t i n u a t e u r differents f>a.s  ne p o s s e d e n t A l a  de ceux  meme g r a n d e u r  i n s t i n c t i v e , q u i l e u r permet d ' a t t e i n d r e aux c o n f i n s du 1.Revue P o l i t i q u e et L i t t ! r a i r e , l e 3 s e p t . , 1 9 2 7 . " T r o i s Romanc i e r s A n g l a i s "Contemporains" Marc L o g !  sublime; Tout  ils  sont  de meme, M . Lege  que Powys r e v e l e profonde, M, pas et  et  est  extraordinaire,  1  2  M, M a r c e l ,  l'enorme retentissement en A m e r i q u e . I l s et  lyrique les  digne  de ses  elements  psychologie arbitraire n'aime  d'etre  des  guere  une i n t e n s i t e  toute  Mais  si  "II  est  realites les  merite  de Wolf  Bane),  le  Solent,  ils  ils  r.oman de Mary Webb p a r c e  le  subi  que  pas  la  que c ' e s t  dont  beau et  noble  Proust,  fantaisie." pas  d ' a c c o r d du  que S a r n  une des  (Precious  plus  delie-  t r a d u c t i o n du  Mme. G u e r i t t e  Frangais  l a maniere  conclut-il,  de  ne sont  est  assez  d'ailleurs,  1 ' i n f l u e n c e de  conviennent tous  les  n'approuvent  de s a v o i r , "  de MARY WEBB,  d'art.  caractere  avee une p r e c i s i o n  contre  un t a b l e a u  et  infiniment  declarent  detache  du roman c o n t e m p o r a i n , l a  comme o e u v r e  ils  du roman, et  frangais  p a r M, J a c q u e s de L a c r e t e l l e  a eu en A n g l e t e r r e  M. B e l l e s s o r t ,  se  avoir  ou a f a i t  critiques  ne eomprennent  d'une maniere g e n e r a l e „  s'agirait  chef-d'oeuvre  ates merveilles  aussi  et  cruels.  juste,  admirent l e  mais  particuliere  q u i me semble  Solent  ils  du roman,  p a s s i o n s humaines  de l a n a t u r e .  des  et  1 ' h o r r e u r grotesque  et  a;:peint  wolf  meme a r t i f i c i e l l e ,  h i d e u r des  1'auteur,  au c o n t r a i r e ,  scenes,  personnages  est  q_ue 1 ' o e u v r e e s t  lue,  principales  la  fond  admettent  disparates  et  que  et  connaissanee  paysanne  en somme, et  genereux  c o n v a i n e u que l a  de l a p s y c h o l o g i e  Bellessort  curieuse  "si  sensuels,stupides,peu  se  apprecient  une oeuvre  fait  livre,  luuer  surtout  ce  r u s t i q u e - et  ICorresponaant,le 1 0 s e p t . 1 9 2 7 . p . 7 7 9 , "J.C.rowys" A , B e l l e s s o r t . 2 , 1 ' E u r o p e E o u v e l l e . l e 1 9 s e p t . 1 9 3 1 . W o l f S o l e n t Powys— Gabriel Marcel.  54  pittoresque seulement du f a i t  sans e t r e  da t r e s  gu'elle  artificielle.  beau t a l e n t  etait  Et c e c i v i e n t ,  dit-on,  de l a r o m a n e i e r e , mais  elle-meme compagnarde.  "Elle  non  aussi  a mis  dans  1 Son o e u v r e " , d e c l a r e paysanne rances  jeune  fille,  secretes,  raconte  "ses  sa v i e dure,  ses  impressions reveries,  c a r Prue S a r n q u i e c r i t  1 'histoire,  talentja u t i l i s e r source  M. B e l l e s s o r t ,  c'est  elle.  Tout  meme ou. l e s  p l u s v i e u x elements se  sont  rajeunis,  leur  On aime l e s  humeur, l a v e r v e  1'eloge  et  de l a f a n t a i s i e  magique  de l a  dramatique  de 1 ' a m o u r ,  En t o u t ,  a ete  de s a n a i v e t e  On c o n s i d e r e  Is  remarquable,  "une e s p e c e  livre  et  son  la  des  dans  cette  personnages,  dialogues;  r o m a n e i e r e et  on  de  fait  son  on admire son sens  de l ' a m e  et  ses  problemes.  l a P r a n c e c o n n a i t Mary Webb avec r a v i s s e m e n t .  Sarn,marquee  nous  revivifies."  de defamts  de l e u r s  de l a n a t u r e ;  et  et  du roman r u s t i q u e ,  renouveles,  i n t e r p r e t a t i o n poetique de l a v i e  souff-  souvenirs  portraits fivants  la verite  petite  a c o n t r i b u e a. s e r v i s  L e s E r a n c a i s ne t r o u v e n t paesque pas rustique.  ses  sa f r a i c h e u r d ' i m a g i n a t i o n . E l l e  de l a p a y s a n n e r i e ,  idylle  ses  de  de q u e l q u e r u d e s s e ,  comme un c h e f - d ' o e u v r e de don du c i e l ,  les  Prue enchante.  absolument  imprevisible,  2 gratuit."  l . C o r r e s p o n d a n t , l e 1 j u i n , 1 9 3 1 . p . 9 . " M a r y Vvebb" B e l l e s s o r t g . l i J E u r o p e l o u v e l l e , l e 18 o c t . 1 9 3 0 . S a r n , M a r y V v e b b , - G a b r i e l Marcel.  ARNOLD BEMETT uh des p l u s grands  romanciers r e g i o n a l i s t e s du v i n g t -  ieme s i e c l e , c'est A r n o l d Bennett. Comme Thomas Hardy  il  d e c r i t un c o i n de t e r r e q u ' i l c o n n a i t a m e r v e i l l e , mais dans son oeuvre i l ne s ' a g i t pas de l a campagne et de l a v i e des pay sans. C'est p l u t o t l a "bourgeoisie des C&nq V i l l e s  qu'il  p e i n t . I I d e v i e n t l ' h i s t o r i e n de ce d i s t r i c t des p o t e r i e s en S t a f f o r d s h i r e . A l ' a v i s des P r a n g a i s tous ses a u t r e s l i v r e s , ses r e c i t s f e u i l l e t o n e s q u e s , ses romans a p e r i p e t i e s ,  cedent  l e pas a. ses chefs-d'oeuvre p r o v i n c i a u x , The O l d Wives' T a l e , Clayhanger, et H i l d a Lessaways.  I I l e u r p a r a i t que dans ces  l i v r e s Bennett e s t i n f l u e n c e par l e n a t u r a l i s m e de  Goncourt  e t de Maupassant, et Riceyman Steps l e u r r a p p e l l e B a l z a c . Le r e a l i s m e de Bennett, d i t - o n , e s t m i n u t i e u x , l a r g e et s a i n , et l e s evenements mesquins des humbles e x i s t e n c e s de ces gens q u i l u i t l e n n e n t s i pres sont d e c r i t s avec sympathie et e x a c t 1 i t u d e . Maurice L a n o i r e d e c l a r e que "ce sont des n a t u r e , q u i montrent  'romans-  des e x i s t e n c e s dans t o u t l e deroulement  de l e u r c a r r i e r e , dans l e foisonnement  de l a v i e quot-  idienne." Les F r a n g a i s se r e j o u i s s e n t a u s s i que Bennett joue son r o l e dans l e renouvellement du roman a n g l a i s . I c i , d i t - o n , l e s e n t i m e n t a l et l e romanesque, q u i sont l a marque de l ' e r e v i c t o r i e n n e , f o n t p l a c e a, une r e p r e s e n t a t i o n v e r i d i q u e et e x a c t e , s c i e n t i f i q u e et i m p a r t i a l e , de l a v i e . Bennett b r i s e l e s l i e n s avec l e s croyances du passe. I I aime l a France ( s a 1.Revue d e P a r i s , l e 1 mai,1931.p.184."Sur l a Tombe d'Arnold Bennett" Maurice L a n o i r e .  56  femme e s t  F r a n c ; a i s e ! ) , et  quelques-unes  des  libertes  On f a i t  remarquer  n'etait  guere aeeoutume  Manche.  De p l u s ,  s'etre  affranchi  lisant  ses  les  plus  vie,  les  i l  "vous  se  Frangais etres  de c e t t e  atmosphere  les  suit  dans t o u t  ils  sont  vivants  i l la  alerte  Son o e u v r e ,  comprend, i l  les  particuliere  dans l e  aueune  de l e u r  et  en  de  qu'en cerveaux  regarde le  la  simple  morale," d'Arnold  ambiance,  Cinq V i l l e s .  L'auteur  consequence  individuels.  t o n des  drolerie et  felicitent  personnages  des  qu'on  roman d ' O u t r e -  en r e v e l e  inseparables  profondement  de l a  sensuel  M. B e n n e t t  l e u r developpement,  de 1 ' e x a c t i t u d e  maniere v i v e ,  le 1  frangais.  M. D a v r a y d e c l a r e  egalement  moyens,  et  auteurs  un cote  frangais  de son epoque,  si  roman b r i t a n n i q u e  v o y e z f o n c t i o n n e r un des  louent  ces  hurneur t e m p e r e ,  tout  garde b i e n d ' e n t i r e r  Bennett,  aussi  aux  a r e n c o n t r e r dans l e  critiques  i l l a disseque,  les  familieres  du d i d a c t i s m e .  livres  et  i n t r o d u i t dans l e  dans son oeuvre  intelligents  mecanisme  i l  On f a i t  dialogues,  de  de son o b s e r v a t i o n ,  I'eloge  son et  de  sa  brillante.  cependant,  est  fort  inegale,  trouvent  les  declare  que  ne s a i s  qumi  2  critiques, ce  Elle  a des  q u i manque t o u j o u r s  d'aise, 'neT,  de d e l i e ,  la  Maurice l a n o i r e  a Bennett,  de r a c e ,  que p o s s e d e n t  comme M e r e d i t h et  limites,  a un s i  "c'est  qu'exprime  je  notre v i e i l  eminent degre des  Galsworthy," legouis  l e n t e u r minutieuse  ce  de s a methode  et  adjectif  ecrivains  Cazamian c r i t i q u e n t  q u i ne v a pas  sans  1. M e r c u r e de F r a n c e , l e 1 a v r i l , 1 9 2 6 . " A r n o l d B e n n e t t " Davray 2 , Revue de P a r i s , l e 1 m a i , 1 9 5 1 , p , 1 8 4 , " S u r l a Tombe d ' A r n o l d Bennett" Maurice Lanoiire, 3 , l e g o u i s et C a z a m i a n , " H i s t , de l a l i t t , A n g . " 1 9 2 4 , p , 1 2 5 7 ,  57  q u e l q u e l u u r d e u r . L a c o n e e n t s a t i o n d ' u n Maupassant Ils et  font v o i r  aussi  d'intensite  que ses  imaginative,  romans s o n t et  pauvres  de nuances  et  "et  l u i mahque de  poesie,  d'originalite  philosophique." Mais et des  en r e v a n c h e ses  on e s t  d ' a c c o r d qu'avec  gens o r d i n a i r e s  anglais richit  plus  singuliers  et  puissants,  "de l a v i e o r d i n a i r e 1 dans u n m i l i e u o r d i n a i r e " 1 ' e c r i v a i n  sa p e i n t u r e  a amene a. l a l i t t e r a t u r e t  precieusement.  une p r o v i n c e dont e l l e s ' e n 2 S e l o n M. L a n o i r e , " B e n n e t t a e l e v e  t o u t e une r e g i o n o b s c u r e la  romans s o n t  et  muette  durable r e a l i t e " qui s o i t .  collectivite  jusqu'a II  l a plus  a reus s i  eclatante,  a, donner a une  une i n o u b l i a b l e p h y s i o n o m i e . "  1. Revue de P a r i s , l e  15 m a i , 1 9 1 5 . " A r n o l d B e n n e t t " Henry Davray. 2 . Revue de P a r i s , l e 1 m a i , 1 9 3 1 . " S u r l a Tombe d ' A r n o l d Bennett" Maurice L a n o i r e .  58  (ii) Presque tous sont  certains  cette et  contree  les  usages.  rapport  romaneiers  romans q u i ont p o u r d e c o r  d'etre  bien a c c u e i l l i s  charmante et On e s t  avee l e s  beaucoup p l u s  iques  les  L'IRLANDE  en P r a n c e . On aime  on en v e u t  connaitre les  c o n v a i n c u que l e s  Frangais,  et  sympathiques  habitants  en e f f e t ,  que l e s  on l e s  s'int!ressent  a  a l i a m O ' F l a h e r t y , a George M o o r e ,  Joyce.  decdarent  bien pittoresques  et  q.ue l e s  encadr!s  po!tiques;  les  plus  doues  de l a  m i e u x connus sont  l a guerre  jeune  et  a James  civile,  admir-  que LIAM O'FLAHERTY  est  un des  generation irlandaise.  George Moore et  sont  r!vele  compatriotes, et  crit-  a Conal  que CONAL O'RIORDAN  du paysage de l e u r l i e ;  quand i l d ! c r i t  les  p r o d u c t i o n s de DQNN BYRNE  de m a i n de m a i t r e l a p s y c h o l o g i e de ses  suttout  les  honn B y r n e ,  O'Eiordan,  ablement  trouve  A n g l a i s . Parmi  surtout  moeurs  ont du  c o n t e m p o r a i n s q u i ont c h a n t ! 1 ' I r l a n d e ,  frangais  Ils  1'Irlande  James J o y c e .  r!allstes  Mais  les  Ce d e r n i e r ,  c e p e n d a n t , semble p l u t o t r o m a n c i e r p s y c h o l o g i q u e que r o m a n c i e r r!gionaliste, le  roman  et nous l e  plus  t a r d en c o n s i d ! r a n t  d'analyse.  GEORGE MOORE n ' e s t dans  l e meme sens  ines  et  pas  peut-etre  que Hardy et  romancier  Bennett,  mais  et  a l a renaissance  romans de ses  d i x anne'es  regionaliste  par  au moins une phase de s o n c a r a c t e r e 5 i l  1'Irlande les  discuterons  ses  appartient  c e l t i q u e « On d ! c l a r e irlandaises  origa  meme que  (1900.-^1910),  sont  59  les  meilleurs  qu'il  I'heure,  aprea  Moore et  ce q u ' i l  Outre-Manohe, a  a ecrits.  Nous y r e v i e n d r o n s t o u t  a  a v o i r c o n s i d e r ! l a r e p u t a t i o n generale  les  G-eorge M o o r e ,  doit  a la.  lettres  France,  frangais  selon les  se  sont  mais  i l n'est  guere  declare  que dans  sa g l o i r e ,  critiques  toujours  populaire  de d'  interesses  avee l a  foule.  1  louis i l  Gullet  l u i restait  public  a Paris,  l'attirer vogue  un. r e g r e t ;  le  Paris  'Moi",  se  qu'il  s o u v e n i r de sa  de c e r t a i n s  surprise  auteurs  lever l'astre  d i s a i t - i l un j o u r  de t a l e n t  e'etait  pour e t r e  aimait  de n ' a v o i r pas tant  jeunesse.  plus  qui e t a i t  et  "II  et  de v r a i  ou ne c e s s a i t s'etonnait  difficiles,  trouble  et  de  facetieux  de  avee  James pas  de la  i l voyait  a Jules L e m a i t r e , ' j e r n ' a i  obscur.'"  grande,  Joyce, assez  E n A n g l e t e r r e , comme en P r a n c e ,  i l ne p l a i s a i t pas a l a p l u p a r t des l e c t e u r s , et l e s c r i t i q u e s f r a n g a i s r e g r e t t e n t que ces romans a r t i s t i q u e s ne s o i e n t pas connus t m i e u x p a r l e p u b l i c b r i t a n n i q u e . I l s d e e l a r e n t que de t e n a e e s A prejuges grande  et  resister  empeehent tres  e n c o r e ,qu'on a p p r e c i e  haute v a l e u r ,  a l a t e n t a t i o n de se  De p l u s ,  on a t t r i b u e  (Jamais l e s  1'indifference  e c r i v a i n de lamgue  est  peu A n g l a i s que p o s s i b l e .  il  ne d o i t p r e s q u e  coup,  et  rien,  ou. i l p a s s a i t apprentissage, i l doit 1, Revue des 2 . Revue des  sa  mais  critiques  des  jeunesse,  beaucoup.  qu'il  envers  que Moore  A 1'Angleterre,  a, l a F r a n c e ,  anglaise!)  Anglais  b r i t a n n i q u e au f a i t  tres  ne p e u v e n t  moquer de l a p r u d e r i e  ce m a i t r e aussi  son oeuvre a, s a  dit-on,  aime  beau-  les  annees de son 2 M . G i l l e t , dans une etude  2 M o n d e s , l e 1 a v r i l , 192>5.p.670. "George Moore" Louis G i l l e t 2 M o n d e s , l e 15 o c t , 1 9 2 3 . p . 9 1 7 . " M o o r e , 1 ' A v e n t u r e u x " Louis G i l l e t ,  de "Moore 1 ' A v e n t u r e u x " , long  sejour  il  ne s a v a i t  et  se  parisien. plus  signale  1'anglais,  f o r g e r un s t y l e  il  consequent,  et  dans  sa  anglaises,  ait  l'exemple  dessus t o u t ,  naturaliste  qui n ' e t a i t  qui l e f i t  brut a l e .  d'une l i b e r t e  artistique, speciale;  qu'elle  qu'il  ait  des  l e u r prose  ne se  transporter  dans l a p r o s e  cesse u n des qui  jusqu'a plus  soient  1. Revue des  en f a i r e  charmants en l a n g u e  M. G i l l e t ,  dans  plus  anglaise  i l  aux F r a n g a i s de  etre  sa  1'art. litteraire.  qu'il  existe  des n o u v e a u t e s ont des pas  de  de c e l l e du  que George Moore p o u r l a p r e o c c u p a t i o n du 2 que  au bout de l o n g u e s  annees  sans  d'efforts,  p l u s harmonieux et  un s t y l e  style." "Moore  perfectionne  anglaise,  dont  ecrivains  M. P a u l - D u b o i s d i t  des  d1  sa melodie  son i n s t r u m e n t , l e  styles,  reten-  quelque chose  chose e c r i t e ,  distingue  les  t e n i r pour un  s o n rythrne,  Ils  aussi.  c r i t i q u e , , Mais p a r -  c'etaient  l a meme q u e s t i o n ,  avec p a s s i o n  et  puisse  guere.  Personne n ' a f a i t  travaille  alors  de 1 ' i m p o r t a n c e  de l a  feuilleton.  En discutant  guere  i l doit  regies,  du c h a p i t r e , doutaient  n'aurait  declare  en A n g l e t e r r e l a p r o s e  yjait un a r t  n o s v o i s i n s ne se mais  et  comme l a p o e s i e ,  une a r c h i t e c t u r e  genie,  cree  i l  1'influengait  longtemps  absolue 1  n o t i o n de l a v a l e u r supreme  Que l a p r o s e ,  son  langue  De l a F r a n c e e g a l e i n e n t ,  c o n t i n u e M« G i l l e t ,  "Moore a p r o b a b l e m e n t  autrement  p e i n t u r e de 1 ' a m o u r ,  et  r o m a n c i e r de l ' e c o l e  a v a n t a g e s de  i l dut r e p r e n d r e s a  que sans doute  demontre une f r a n c h i s e  habitudes  les  P r e m i e r e m e n t , a son r e t o u r en A n g l e t e r r e  jamais eu. L ' e c o l e franqaise Par  tous  ondoyants  ou i l nous e s t  bien  2 M o n d e s , l e 15 o c t .1923,p". 917 ."'Moore 1 ' A v e n t u r e u x " Louis G i l l e t . 2 . C o r r e s p o n d a n t , l e 10 o c t . 1 9 3 3 . p . 3 . " G e o r g e Moore" L . P a u l - D u b o i s  61  permis  de r e t r o u v e r vuie i n f l u e n c e  De t o u s l e s ses  Confessions  Vie Morte, et des  livres  avec  70.  a. l e u r d e c o r et Les  et  ou i l evoque  ses  on se  cependant,  r e n d compte  critiques  frangais  franchise.  Memoires de ma  avec humour, avec  s o u v e n i r de s a v i e  Ces l i v r e s  de l a p r o s e  on c o n n a i t mieux en P r a n c e  d ' u n Jeune A n g l a i s ,  emotion, l e  d'oeuvre*  de Moore,  deux o u v r a g e s  annees  directe  dans  son cher  grace  Paris  d o i v e n t l e u r renommee  que ee ne sont declarent  pas  ses  chefs-  que son p r e m i e r 1  grand succes fut il  prit  Esther  definitivement  roman n a t u r a l i s t e classique est le  seul  II  le  s a n s doute  Madame Bo v a r y J "  oeuvres  de Moore s o n t  L'Irlande  passe  que,  sensibilite.  critiques,  de ses  atmosphere  nouvelle. Eini  sarcastique  et  les  le  de  du  perfection  l'auteur generation,  annees  sont  dans  s o n pays  ses  entoures realisme  grossier.  et  a,  meilleures  d a t e 1' o r i g i n a l i t e elargit 3  alors  de s o n voyage  M. P a u l - D u b o i s t r o u v e "sont  de l a  de sa  romans  quill r a p p o r t a  son enf ance,  de c e t t e p e r i o d e  cynique,  eelebres  des  celles  M. D a v r a y ,  comparer en Europe a une  e v e i l l a son i m a g i n a t i o n ,  degagea sa romans  plus  selon l a plupart  On d e c l a r e  parle  que " l a g l o i r e  qu'on puisse  et  ou. i l a v a i t  M. G i l l e t  beau l i v r e a n g l a i s  M a i s ses  dit  comme i n i t i a t e u r et m a i t r e  soutient  plus  ecrire,  Irlande.  sa p l a c e  en a n g l a i s .  du l i v r e .  dsavoir fait  W a t e r s . Avec ce l i v r e ,  en  natal  de s o n  talent.  horizons, que t o u s  penetres  d'autrefois,  L ' i r o n i e subsiste  les  p a r une dur  et  et  la  m a l i c e et l e s a u d a c e s , mais l e p l a n de son s u j e t s ' e s t e l e v e l . M e r c u f e d e . P r a n c e , I S 15 m a r s , 1 9 3 3 . p . 5 3 6 . " G e o r g e Moore" D a v r a y g . R e v u e des E M o n d e s , l e 15 o c t . 1 9 2 3 , p . 9 1 7 . " M o o r e l'Aventuremx" Luuis G i l l e t S . C o r r e s p o n d a n t , l e 10 o c t . 1 9 3 3 . p . 3 . "George Moore" 1 . P a u l Dubois .  62  et ce qui domine c'est l a f a n t a i s i e , l a grace , 1' htunour, l a p o e s i e , et chose inconnue chez l u i j u s q u ' a l o r s , 1'emotion. Au l i e u du n a t u r a l i s m e , v o i l a e n f i n du n a t u r e l , du sens et de l a n a t u r e , de l a nature i r l a n d a i s e s u r t o u t . Son s t y l e s ' e s t renouvele  comme son f onds, "mais pourquoi , 1  conclut  1  M. P a u l - D u b o i s , " a b u s e - t - i l du d i a l e c t e dans ces romans?" Parmi l e s oeuvres de c e t t e seconde maniere on loue p a r t i c u l i e r e m e n t Lac, U l i c k e t Soracha et Ave, On s i g n a l e 1'admirable t a b l e a u de 1'Irlande  Salve, Yale.  q u i se trouve  dans Lac, et on d e c l a r e que U l i c k et Soracha r e s p i r e un j e ne s a i s quoi qui f a i t l e charme.et 1'enchantement c a p r i c i e u x de 1 ' I r l a n d e . Mais l a p l u s b e l l e oeuvre est peut-ete Ave, S a l v e , V a l e . I I y d e c r i t l e s s o u v e n i r s de ses d i x annees en I r l a n d e et l e s r e m i n i s c e n c e s  de son enfance que son s e j o u r  e v e i l l e . Dans ces t r o i s volumes d'autobiographie  romancee,  ouvrage v i f , v i v a n t , o r i g i n a l e t amusant, i l p r o d u i t , d i t - o n , 1 'quelque chose de vraiment nouveau dans l e genre. M. G i l l e t t r o u v e t o u t a f a i t oharmants ces romans, i n o u i s dans l e s l e t t r e s a n g l a i s e s , "ces l i v r e s f a i t s de r i e n , tout i n t i m e s et l y r i q u e s , m e r v e i l l e u x t i s s u de s o n g e r i e s ou 1 ' i m a g i n a t i o n brode ses arabesques, ou. p e r l e quelque larme suspendue la. p a r un fantome de 1'adolescence, ou t o u t e s l e s epoqxies de l a v i e se melent e t se demelent comme l e s p l a n s d'un paysage, ou. l e p r e s e n t , l e passe se confondent et se s o u r i e n t , ou l ' o n e r r e au hasard  comme dans un j a r d i n ou. l'on p o u r r a i t e u e i l l i r ,  r a n i m e r a. son gre l a f l e u r de t o u t e s l e s s a i s o n s . " l.Hevue des 2 Mondes,le 15 oct.1922.p.917. "Moore 1'Aventureux" Louis G i l l e t .  II  semble  regionaliste, Ecosse, J.M.  L  nous n ' a y o n s pas  mais l e  BARRIE,  que l e s  curieux peut-etre,  plus  Robert  pas  romanciers anglais  les  etre et  raisons  1 ' E c o s s e domestigue curiosite  Peu d ' a u t r e s  critiques  romans e c o s s a i s .  pas  comprendre et  1.1a  et  et  En septembre,  ou de r e v u e s  par  remarquer  de R u d y a r d K i p l i n g ,  notre  gue l e s  Frangais  qualite  d'arreter 1  sympathie."  cependant,  ont  consider!  ne peuvent  particuliere,  leur "whimsicality."  1  1905,  d 1 a d m i r e r ou de d e c r i e r  d'attacher  Peut-etre  le  traduit  de J . M . B a r r i e m e r i t e  apprecier leur  Revue de P a r i s ,  pays,  b i e n connu en F r a n c e  Ogilvie,  imperaale  tendre  attendrie  ces  humeur,  et  de ce  o c c a s i o n on f i t  de s ' e t o n n e r ,  l e roman  un c h a p i t r e a. 1'  irlandais.  en c e t t e  gue nous donna 1 ' A n g l e t e r r e  notre  aussi  p u b l i a Margaret  d ' H u m i e r e s , et  "qu'apres  consacre  celebre representant  ne p a r a i t  a Revue de P a r i s  gu'en etudiant  sept.1905.p.153.  leur  CHAPITRE IV L E ROMAN D 1 ANALYSE Le manque qui  roman & ' a n a l y s e ,  jamais d ' i n t e r e s s e r  aiment a p e n e t r e r  ecrivain  qui s a i t  certain d'etre genre  le  Frangais,  l'ame  i l serait  cette vie  prudent  roman du monologue i n t e r i e u r et  plus  Gosse  plus  forte  voisins,  les  Frangais On c r o i t  de D o r i a n Gray s ' e s t  a d e p l o y ! tous  les  aspects  psychologie  et  dans  le  des  le  gens  e t un  interieure  est  M a i s en a b o r d a n t diviser  ce  en p l u s i e u r s  roman p s y c h o l o g i q u e ,  roman  autobiographiques  Samuel B u t l e r ,  Portrait  de l e  ne  sensue1.  L E ROMAN AUTOBIOGRAPHIQUE  impressionne  et  Ce sont  d ' u n personnage,  roman a u t o b i o g r a p h i q u e ,  Les romaneiers  Le  dans  bien execute,  chaudement r e g u chez eux,  (i)  le  les  bien explorer  litteraire,  categories; le  quand i l e s t  les  sont  exprime  l a pleine  Edmond  s o n roman  sans r e s e r v e ,  de s o n e s t h e t i s m e ,  dont i l f u t  avoir  OscarrWilde,  que WILDE, dans  capable,  deux c a r a c t e r e s  D o r i a n Gray on a n e r g o i t  q u i semblent  II  y a mis  trouvent  y la  nos  de L o r d Henry et  analyse  et  de  de s o n p r o p r e  1  dilettantisme.  legouis  est  influences  rempli  des  que"l'oeuvre tres  etudie  est  et  Cazamian d e c l a r e n t d ' u n decadentisme  que ce  livre  frangais,  conception vigoureuse,  et v o l o n t a i r e m e n t ou malgse e l l e ,  que W i l d e p o u v a i t l.Legouis  d'une  et  d'un aussi  mais  style sincere  l'etre,"  C a z a m i a n , " H i s t . d e l a Litt,Ang."1924,p,J."BTJo 64  68  EDMOND G-GSSE e s t  fort  connu en F r a n c e ou i l a v a i t  nombreux amis de son v i v a n t . N u l n ' a v a i t pour repandre connaissait portait  en A n g l e t e r r e l a l i t t e r a t u r e  parfaitement.  a, l e u r pays  les  ment on s i g n a l e discretement, oris  Eils.  l a faculte  qu'il  genereux a. f a i r e  qu'il  "bon a c c u e i l de deux  sous "bien des r a p p o r t s .  de Gosse  sincerement,  que lui  francaise  1'amour  nos v o i s i n s  autant  C e t t e etude m a g i s t r a l e  interessait  i n u t i l e s mais p a r  trace  En o u t r e  a dispose  a son roman P e r e et temperaments  fait  et  de  Premiere-  de c o n t e r s a p r o p r e  vie  de nous emouvoir sans g e s t e s n i  simple p e r s u a s i o n .  u n t a b l e a u i n o u t s l i a b l e de l a l u t t e  De p l u s , entre l e  1'ecrivain passe  et  l ' a v e n i r ' j u n t a b l e a u d ' u n jeune homme s ' a f f r a n c h i s g a n t n t a, p e u des parents.  rigides Enfin  croyances  les  Frangais  ure  de 1 ' e n f a n c e  et  de l a  les  romanciers anglais 1  d e c l a r e Edmond J a l o u x . annees  en page se  dans l e  trouvent admirables  jeunesse.  excellent  a. d e c r i r e une v i e  Gosse p e u t ,  enfant  de l ' e s p r i t  d e s c r i p t i o n des menus f a i t s  On y v o i t  eux.  s'y  d'enfant",  premieres  de page  les  d'Edmond  qualites  retrouvent:  de l a v i e , m i n u t i e u s e e t  eette v i s i o n p a r a l l e l e  des nuances  et  de 1'homme  v a d e v e n i r . Le r e c i t  anglais  peint-  ou de Maggie  caractere  p a r moments, r i v a i i s e r avec  plus precises  et  le  ses  a. q u e l p o i n t  "Personne n ' a o u b l i e l e s  former mysterieusement  eleve cette  " E t on s a i t  Moulin sur l a F l o s s .  o u de l a femme que c e t  esque,  ou. 1 ' o n t  de D a v i d C p p p e r f i e l d , de Jane E y r e ,  Tom T u l l i v e r  les  calvinistes  peu  cette pittor-  de l a v i e m o r a l e ,  a u s s i e x a c t e , mais t r o u b l e e p a r 1 ' i n f i l t r a t i o n "1.1a Revue de P a n s , xe ± j u i n , i y a C n Edmond J a l o u a " l e c t u r e s E t r a n g e r e s "  perpetuelle  66  du r e v e . finit le  C'est  ainsi  par prendre  secret.  II  que c e t t e h i s t o i r e  ce c a r a c t e r e  s'y  d ' u n enfant  de s o n g e ,  dont nos v o i s i n s  mele a u s s i un c e r t a i n  humour en meme temps  acre  et  frais  solitaire  eomique  comme l e  ont  specials  un  ' Gingerbeer'".  SAMUEL BUTLER , Comme on a f a i t  remarquer  Samuel B u t l e r en t a n t largement est  meilleures  vie  et  propre de qui  haut  en  oeuvres  Franc;ais  M. L a r b a u d a f a i t  de B u t l e r ,  connaissent  car  i l  auteur  des  dans l e u r s  e c r i v a i n longtemps  pays,  envers  qui l a  gratitude,puisqu'il revient  a ete  le  britannique  qu'il  est  des  temps  grandes l i g n e s ,  de c e t  science  c'est  traductions  croit  l'oeuvre et  considerant  que r o m a n c i e r f a n t a i s i s t e ,  g r a c e a V a l e r y L a r b a u d que c e t  connu en F r a n c e .  que l e s  plus  la  meconnu dans  franchise  son  a une  premier a s i g n a l e r  dette  la  part  a Buffon et  a Lamarck dans l a f o r m a t i o n de l a 1 e v o l u t i o n n i s t e . he p l u s , c o n t i n u e M. L a r b a u d , un t  doctrine  c e r t a i n nombre d ' o u v r a g e s francais  depuis  accueillis idees  et  anglais,  une q u i n z a i n e  avee f a v e u r  du s t y l e  Mais malgre  qu'on a t r a d u i t s  d'annees,  en F r a n c e ,  portent  ou de l a t o u r n u r e ses  admirateurs,  et  q u i ont  en ete  l'empreinte  d'esprit  i l parait  des  de Samuel  Butler.  que B u t l e r ,  comme 2  de est  son v i v a n t ,  sera toujours  c o n v a i n c u que l a g l o i r e  trouver  beaucoup  1. Revue de P a r i s , 2 . Revue des  d'echo le  violemment a t t a q u e . M. G i l l e t de B u t l e r n ' e s t  chez l e  pas  destinee  a  public frangais  en d e p i t  de  15 o c t . 1 9 2 3 . p . 7 4 8 . " S a m u e l Butler" Valery Larbaud. 2 M o n d e s , l e 1 o c t . 1 9 2 1 . 0 . 6 8 3 . "Samuel B u t l e r " Louis G i l l e t .  '  67  s a vogue chose.  il  plus  est  sentions  finalement, pour e t r e ,  le  nous avons sinon tout  defenseurs  Toute C h a i g , " c e  les  brutalite  vertus  de  de B u t l e r ,  eler  au c o n t r a i r e ,  "le  et  impitoyable r e c i t  Frangais  par  son t o n hargneux,  1'indecence  par  et  se  au  rejouissent  etait  parfois de s e s  ses  par  bien fondee,  o f f i c i e l passait  Butler d'etre  digne  son  la  quelque-  irrespectueuse  i l faut  vraiment l e s  sec  se  rapp-  necsssaire.  bornes  de  son p h a r i s a i s m e . "  et  de manquer de  M. V o i s i n s r e p o n d que l e  l i v r e est  gonfle  colere  et  suffisant  p o u r animer s o n  que ce s o i t  d'une  Et  sensib-  ilite,  i l semble  de  suites."  effare  c o u r a g e u s e et  s a r i g u e u r h y p o c r i t e et  ?a  sentiments,  irreflechies,  son sarcasme. M a i s , d i t - i l ,  a ceux q u i a c e u s e n t  du moi  de B u t l e r c o n t r e  habitudes  protestantisme  Et  de son roman a u t o b i o g r a p h i q u e , A i n s i  s a r e l i g i o n , son m o r a l ,  que s a r e v o l t e  que  1'individualisme."  ses  par  dont  contre l ' a n a r e h i e ,  et  et  pour  en f o u r n i r a i l l e u r s .  vaccines  est  legerete'  de n o t r e f o n d s  d'une e d u c a t i o n e c c l e s i a s t i q u e 2  traditions  fois  'cette  qui  siecle  en F r a n c e a s s e z de m a l a d i e s a. f a i t  simple  s o c i e t e moderne,  de son s t y l e ,  du d i x - s e p t i e m e  S e l o n G i l b e r t de V o i s i n s , l a r e v o l t e  ses  celui  Son e s p r i t ,  b e s o i n de nous  de 1 ' i n d i v i d u a l i s m e  Flaubert,  classique  t r o p une q u a l i t e  moins "biases s u r l e s les  " B u t l e r nous a p p r e n d peu de  personnel,  intraduisible.  sert,  nous  declare;  l a pure p r o s e  a fait  se  II  Son charme l e  rappelle tout  presente.  saine  oeuvre. En resume, l e s a d m i r a t e u r s de B u t l e r l e f e l i c i t e n t s u r t o u t de s o n temperament i n t e l l e c t u a l i s t e , de l a s i n c e r i t e 1 . l e g o u i s et C a z a m i a n , " H i s t de l a L i t t . A n g . " 1 9 2 4 . p . 1 1 6 3 . 2 . 1 a . N . H . F . T . 1 7 , 1 9 2 1 . p . 1 1 5 . " S a m u e l B u t l e r " G. de V o i s i n s .  philosophique des  de s o n e s p r i t ,  m i l i e u x , de s a  ironique,  et  ils,  et  d i s s e c t i o n des m o t i f s ,  de l a tenue l i t t e r a i r e  ' p e r s u a s i o n et de "beaute.  d'analyse,  Ses  e t non pas  personnages  sont  sentiments  propres  est  fertile  createur,  et  comme i l a eu dans l e intelligences  maintenant  aidee  ne s ' e t e n d e pas  du c o e u r et  qu'il  eveille  " i l est\peu probable  par l e a tous  rayonnement des les  pays  et  de  de l a Mais  declarentpoesie son  aura a  esprit  1'avenir,  sur  les  stimule. A 1'avis  que c e t t e lettres  du C o n t i n e n t  l ' h i s t o i r e de l a l i t t e r a t u r e  outil  froids,  une a c t i o n e f f i c a c e  qu'il  exacte  u n moyen d ' e m o t i o n n i  on e s p e r e  passe,  critiques, 1  de V a l e r y l a r b a u d ,  de s o n s t y l e ,  a conquerir l a foule. et  et  de s o n humour  i n e g a u x et  i l manque de 1 ' e l o q u e n c e  des  dans  de s a p e i n t u r e p a t i e n t e  influence,  franchises  e t ne joue  pas  e u r o p e e n n e , un r o l e  important."  1.1a  N.fi.F.  T.19,1922.p.504.  "Samuel B u t l e r " V a l e r y l a r b a u d .  69  (ii)  L E ROMAN PSYCHOLOGIES GEORGE MEREDITH  Dans l e figure des  domaine du roman p s y c h o l o g i g u e ,  plus  frappante  critiques  soit  pas  gue  francais,  George M e r e d i t h ,  c'est  rehdra justice  et  convaincu q u ' i l  on e s t  gu'on l u i a preferes  On e s p e r e  au f o r m i d a b l e vivra  seront  .  alo'rs  romans  sont  e n avance uels,  deconcerte  anglais,  II  les  est  composes  et  de p l u s i e u r s  regret  qu'une  ne  generation  de M e r e d i t h ,  que p l u s i e u r s  de  ceux  oublies,  annotes.  frangais  Meredith,  manieree et  meme  au m i l i e u de son t e m p s ,  rediges  et les Ses  d.'apres une d o c t r i n e q u i  generations, sont  de George  excentrigue,  lecteurs  isole  d e c l a r e M, Roz; i l s  commentes,  seul  de  1  ,une o r i g i n a l i t e i n t e l l e c t u e l l e ,  lecteurs  le  genie  A 1 8 a v i s de E i r m i n R o z , 1 ' o r i g i n a l i t e  artificielle  et  que ce r o m a n c i e r p u i s s a n t  mieux connu en P r a n c e ,  prochaine  i l n ' y a pas  lis  ecrits  sont  plutot  pour e t r e  L e s romans f r a n g a i s ,  est  intellect-  medites,  au c o n t r a i r e ,  sont  2  ecrits  pour e t r e  ouvert  que ce  lus,  qui r e b u t a i t  et  qu'une s c a l e  la  promptitude, et  brasse art  a, l a f o i s  plus  vif,  "Mais",  chose  est  l'acuite tout  dit  M, C h e v r i l l o n ,  chez l u i v a l a i t difficile  l a peine  a suivre|dans  miraculeuse  "on a decd'un  effort,  Meredith,-  d'une v i s i o n  q u i em-  l ' h o m m e . On a c o m p r i s q u ' i l - f a l l a i t  s u b t i l et  secret  gue  ceux dont  un  on a v a i t  1'habitude," On c o n v i e n t done que c e t  art  original  1. Revue ^des 2 S o n d e s , l e i ^ e v . 1 9 0 8 . p . 5 6 7 2 , Revue de P a r i s , l e Kipling"  15 f e v . 1 9 0 8 , p , 8 1 5 , " L e Chevrillon,  et  difficile  "G,Meredith"  est  E.Roz.  Cas de R u d y a r d  70  necessaire plus  d i r e c t toutes  ages, la  a son o e u v r e , les  nuances p s y e h o l o g i q u e s  a qui 1 ' a c t i o n  est  matiere v e r i t a b l e  des 1  raison,  et  infatigable.  on e s t  b i e n recompense,  ont  accepte  ans,  sont  subtile. idus  enfance  et  Si  des  ne s o n t  a posseder.  Shakespeare,  pas  plus  et  qu'il  Ils  ses  a ses dans  D i a n e Warwick, 1. Revue des  du temps  portraits  les  de femmes  ce g e n r e ) ,  precise des  ses  et  indiv1'  car i l s  le  caracteres,  comme l e s  heros lis  participent  ou M o l i e r e  de  sont  creations  de  dela 1'espace.  Frangais  lis  s'interessent  ( o n d e c l a r e meme  qu'il  et p a r t i c u l i e r e m e n t a c e l u i creations  2 Mondes,ie"l  2 . Revue de P a r i s s l e  don d ' a n a l - '  ou de F l a u b e r t ,  par  rom-  caracteres."  personnages,  "une des  ses  a p a r l e r de  parlants  comme l e s et  qui  de 1 ' i n d i v i d u dans  que S h a k e s p e a r e  habitent,  p r o p r e m e n t , des  triomphe  et  attention  nos v o i s i n s  sont  en d i s c u t a n t  reels  cette souple,  qui l i s e n t  excelle  significatifs,  en d e h o r s  De t o u s  et  personnages  de T h a c k e r a y , de B a l z a c  plus v r a i s ,  surtout  ceux d ' e n t r e  transformations  e e t t e v e r i t e permanente  sont,  ses  M. Constantin Photiades,  de D i c k e n s et  seuls  tous  cette  de s o n e x t r a o r d i n a i r e  types,  toujours  demandent une a t t e n t i o n  on l e u r a c c o r d e  et  et  sa p e n e t r a t i o n s i n g u l i e r e ,  a noter les  declare:"S'ils  sont  pour  On t r o u v e que t o u s  e t n o n pas  temps.  romans de M e r e d i t h ,  frappes  dynamique, e t . d e  personn-  est  l ' o r i g i n a l i t e de M e r e d i t h . ,  surtout  de ses  subordonnee. I ' a n a l y s e  d e c l a r e M. Roz, i l s  tenace  yse  car- i l exprime mieux q u ' u n p r o c e d e  les  plus  de  authentiques  du  fev.1908,p.567,"George Meredith" F i r m i n Roz, 1 5 f a e v , 1 9 1 0 . p . 675. "George M e r e d i t h " C, P h o t i a d e s ,  71  roman." trouve  lis  s5interessent  que c ' e s t  e'e a, l a maniere il  voit  (si  est  l ' o n pent  d'effects les  l a peinture des  d'un caract^re  a Moliere,  respectee;  II  Ramon F e r n a h d s z conQue et  Comme M . P h o t i a d s s ,  declare:  "la  methode  1'esprit  a. c e t t e  i m i t a t i o n a, 1 ' e x c l u s i o n  meme s u b o r d i n a t i o n de l ' i n t r i g u e  de  autour  de t o u s  a, l a pensee  au p i e g e ,  bouc  et  de  1'  emissaire  l'humanite." Mais s i  et  d ' u n personnagef p r i s  general  c o m i q u e ) , meme c h o i x  de l a r e a c t i o n a. l a d e f i n i t i o n , meme danse m a l i c i e u s e esprit  execut-  meme i m i t a t i o n d ' u n c a r a c t e r e  definir ainsi  appropries  autres,  a LTEgolste.  classiques frangais.  l a ressemblanee  classique  aussi  le  Meredith reussit  faille  acuite  rare  de son p e u p l e , les  traits  a. m e r v e i l l e a, p e n e t r e r  i l saisit  egalement  d'autres figures  le  fort  avec une  nationales.  A 1'avis  3  de l e g o u i s  et  Cazamian, n u l parmi l e s  A n g l a i s n ' a mieux  c o m p r i s l a p h y s i o n o m i s m o r a l e de l a F r a n c e . E t a c e t  egard,  on commente souvent  compre-  h e n s i o n des  s a v e n e r a t i o n de l a F r a n c e et  Frangais.  M. D a v r a y d i t  M e r e d i t h l u i exprima sa les  premiers  que l e s  a le  Frangais  etaient  qu'a diverses  c o n v i c t i o n que l e s  comprendre. plus  sa  reprises  Frangais  seraient  (Sans doute v o u l a i t - i l d i r e intellectuels  et moins  etouffes  de p r e j u g e s que l e s A n g l a i s . ) M a i s q u o i q u ' i l en s o i t , i l p a r a i t q u ' i l a i m p r e s s i o n n e l e s e c r i v a i n s f r a n g a i s , et s e l o n 5 Rene L a l o u , l e roman e o n t e m p o r a i n en F r a n c e est e n r i c h i p a r i n i - l E u r o p e s N o u v e M e ^ ' l e "25 a v r i l , 1951.DIANE de l a C r o i s s e e des Chemins,Meredith; Gabriel MarceTT 2. N . R . F . T . 2 1 . 1 9 2 5 . p . 5 8 7 . 1 8 E g o i s t e Meredith; R.Hernandez. 3 . L e g o u i s et C a z a m i a n , " H i s t . d e l a l i t t . A n g . " 1 9 2 4 . p . 1 1 7 0 . 4 . M e r c u r e de F r a n c e , l e 1 d e c . 1 9 2 6 . p . 4 9 0 . " L e t t r e s Anglaises" Henri Davray. 5 . " H i s t a i r s de l a L i t t e r a t u r e C o n t e m p o r a i n e " R s n e L a l o u , 1 9 2 4 .  72  les  influences la  e t r a n g e r e s de M e r e d i t h .  p M l o s o h h i e de M e r e d i t h i n t e r e s s e beaucoup  Frangais.  I l n'est  impitoyable  de ses  meme temps  i l est  j a m a i s r.omant i que; heros loin  et  de l e u r s  i l o f f r e une sentiments,  d'etre pessimiste.Au  trouve Benjamin Cremieux, " i l a b o u t i t d'intelligence humaine,  le les la  genie  Frangais  " l a magie,  le  plus  son s t y l e .  grands  II  defauts  s'abandonne  presaue pour l e r e b u s , 3 . • Mo Roz d e c l a r e deconcertant perfection de ses  poesie, tout loi  entre notre v i e  et  A 1 ' o p i n i o n de M. ou s i  a considerer  1'on  aime m i e u x ,  l a T e r r e et du d e d a n s ,  achevee  romans  est et  richesse,,  si  toutes  C'est  qu'on doit  de l a v i e  surchargent  s u g g e s t i f . est  contraire  trouve  pour l a dans  la  d'autant  a 1'ideal  !tudier plutot  cet  offre  que de l i r e ,  l a peine.  artiste  subtil,  au l e c t e u r  de t r o p de b r o d e r i e s  metaphore. plus  frangais  en v a u t  de  la  difficult! M. Roz  "Quelle  cet  attentifi  dans  subtilite,  du mot u n i q u e . M a i s malgre l a  en r!compense,  observateur  on l e s  etja s o n i n t e m p e r a n c e  que son s t y l e  qu'il  de M e r e d i t h ,  t r o p a, s o n gout  c o n v a i n e u que l a l e c t u r e  romans  de  originalite."  les  est  aussi.  v r a i miracle  de M e r e d i t h c o n s i s t e  en  charit! divine, ni a l a  ehoses de l a T e r r e non du d e h o r s mais son  mais  contraire,  a. f o r c e  Sa d o c t r i n e de l a s y m p a t h i e  Terre intrigue les  Photiades,  dissection  de bonte a u n optimisme d ' e s s e n c e  q u i ne d o i t r i e n a l a  naturelle." la  et  les  etroit Si  personnelles  ses leur  1. L a H , R . F . T . - 2 4 . 1 9 2 5 . p . 3 7 b . 1 ' E g o i s t e , M e r e d i t h ; B e n j a m i n Cremieux 2 . Revue de P a r i s , l e 1 ; j u i l l e t , 1 9 1 0 . p . 8 4 . "George M e r e d i t h " ^ Gonstantin Photiades 3 . Revue des 2 M o n d e s , l e 1 f ! v . 1 9 0 8 . p . 5 6 7 . "George M e r e d i t h 1 ' F i r m i n Roz.  73  trame  anglaise  aimes  comme de p u r s  tres  grands  et  humaine p o u r e t r e unanimement s a l u e s chefs-d'oeuvre,  ils  et  sont neanmoins de  romans."  T  MAURICE BARINGLe  public franqais,  oeuvres  tout  de George M e r e d i t h ,  en r e s t a n t  a fait  romans de M a u r i c e B a r i n g . Quelques s'etonnant oeuvres c'est et  un p e u ,  d'art,  on y t r o u v e des  i n c i d e n t s sans p o r t e e .  a s s e z de v i t a l i t e ,  et  I)e pirns, l e s  d ' u n mouvement l e n t 3 p a r e s s e u s e . " C h a r l e s du B o s , commente la, s i m p l i c i t e , l a II  est  1.Revue 2.1a 3.1a  personnages.  bien agreable  serieux,  que  a u s s i parmi  pas  et  et  details.  reposante  c o u r s du';.•temps,  de  sans  se  c o n t i n u de b e l l e  autre  justesse  admirateur et  le  riviere enthousiaste,  pathetique  on f e l i c i t e M , B a r i n g de l a 2  En d i s c u t a n t  les  innombrables  du t o n de  style.  verite  £ , M. M a u r o i s d e c l a r e  de t r o u v e r i c i des h e r o s  de P a r i s , l e  details  1'unite  n ' y a aucuh o r n e m e n t , aucun e f f e t  Comme p s y c h o l o g u e , de ses  admirateurs  d i t - i l , " s u i t le  presser,  de see r o m a n s .  plus  romans n ' o n t  de l a f l u i d i t e n a t u r e l l e  "Le r e c i t " ,  c a r comme  pas.  I I y en a meme q u i aiment l e s 2  Andre Maurois p a r l e  en  l a m u l t i p l i c a t i o n des  M a i s M a u r i c e B a r i n g a des  sa p r o s e .  Et l e  Marcel Thiebaut declare  psychologique n ' y existe  critiques.  c r i t i q u e s parlent.,  defamts.  On r e g r e t t e  aux  bon a c c u e i l aux  de l e u r i n c r o y a b l e s u c c e s ,  l a longueur.  des  tres  indifferent  q u i ont a l a  qu'il fois  1 avril,1933p.697."Romanciers Anglais" Marcel Thiebaut. N . E . E . T . 2 3 , 1 9 2 4 . p . 2 5 0 . 0 B a r i n g ; Andre M a u r o i s . N . R . P . . T . 2 9 . 1 9 2 9 ,p.54973)aphne A d e a n e , M e r e d i t h , C . d u B o s .  74  beaute  d'ame  et v i g u e u r d ' i n t e l l i g e n c e . (S'est une grande  n o u v e a u t e e t M . B a r i n g a du courage,, Blanche)Cat's  C r a d l e ( , "une des  'de l a l i t t e r a t u r e trouve  anglaise  que B l a n c h e e s t  personnages,  les  le  oeuvres  les p l u s  d'apres-guerre",  tres  touchante,  plus fortes et  Dans L a P r i n c e s s e  p r i n c e Guido,  M. B e l l e s s o r t  mais  creations  remarquables 1  q_ue l e s  plus  de B a r i n g sont  princesse  Julia  "Ce s o n t  deux  creations  du roman e o n t e m p o r a i n , deux p e r s o n n a g e s  grands  la  belles qui occupen't  1'attention*" A i n s i , m a l g r e ses l o n g u e u r s , B a r i n g e s t l u et a p p r e c i e . On t r o u v e que ses romans sont d T u n e l e c t u r e a t t a c h a n t e , c a r 2 , ' comme M . D a v r a y a f a i t v o i r , " I I a une r a r e c o n n a i s s a n c e des  hommes et  •une s e r e i n e  des  choses  de ce monde q u ' i l  p h i l o s o p h i e et  un amusement  envisage  que r i e n ne  avee lasse."  CHARLES MORGAN Parmi l e s  r o m a n e i e r s p s y c h o l o g i q u e s de I ' h e u r e  C h a r l e s Morgan semble a v o i r l e p l u s et  le  s u c c e s de s o n roman P o n t a i n e e s t  remarquable. p e n s e e et plait iques,  interesse  Dans ce l i v r e  a 1'analyse,  aux l e c t e u r s et u n h e r o s  est  tout  une  dissertation  1'amour.  a fait  et  1'intrigue pour c e t t e  frangais.  La premiere p a r t i e ,  1. C o r r e s p o n d a n t , l e  est  de  subordonnee a  la  r a i s o n sans d o u t e ,  i l  secret  ou p l u t o t  au m o i n s ,  sujets philosoph-  de l a c o n t e m p l a t i o n  Peu i m p o r t e s i  1'abandonne  Prangais,  quelque chose  aiment l e s  qui cherche l e  a l e u r gout. et  Ils  les  actuelle  est  1 ' a u t e u r commence  l'oublie, parsemee  dans de  reflex-  16 m a r s , 1 9 5 1 . p . 7 6 8 . " M a u r i c e B a r i n g " Andre B e l l e s s o r t 2 . M e r c u r e de P r a n c e , I S 15 s e p t . 1 9 2 7 . " l e t t r e s A n g l a i s e s " D a v r a y  ions,  reveries  declare I,  et c o m m e n t a i r e s , p e u t - e t r e u n peu p r o l i x e s , 1 G i l l e t , mais q u e l m y s t e r e e s t t o u t a f a i t c l a i r ?  '2  S e l o n Edmond J a l o u x ,  "ces  le  p l u s heureusement  du monde et vous  le  desir  de vous  vous propose,," n'ait  pas  dera!ere  arreter  c o n t i n u e de l a partie de l a  (Aussi  1'officier  admet  le  ce  regrettent 1  M. G i l l e t  de r e l i g i o s i t e  Tout  et  que  1'auteur  est  gene  la  dans  ou e l l e n ' a  que  de l a v e r t u . l u i parait  de meme, 1'amour  sur  qui  remercier le  romancier d ' a v o i r retrouve,  dela. L ' H e i o i s e , u n d e r n i e r echo de 1' A s t r e e , un r e s t e v i e i l l e v e i n e de p o e s i e  depuis  la  e h e f - d ' o e u v r e m y s t i q u e a s o n charme, e t M . G i l l e t  "q_u' 11 f a u t  cette  livre  que Morgan  p r u s s i e n 1\agace u n peu et phraseur!)  le  donnent a t o u t moment  c o n f u s i o n du s e n t i m e n t  f i n , legerement  accomplit  sorte.  du melange  et  accompagnent  pour r e f l e c h i r sur  Quel que s c r i t i q u e s  faire,  la  observations  l e inoyen a g e ,  et  amoureuse  cette  qualite  par  de  q u i c o u l e en Europe  perdue,  le  romanssque."  A ceux q u i r e p r o c h e n t a Morgan une c e r t a i n e l e n t e u r 2 dans si  le  le  developpement de . F o n t a i n e , Edmond J a l o u x  romancier n ' a v a i t  decrire  la  qualite  u n personnage de j a sont  les  sentiments  de ses  de p a g e s a. nous  comme t o u s  infiniment  les  lis  et  a. 1' e g a r d de "nous  la.  aurions  p r i n e i p a u x de Morgan  v i v a n t presque et  nous ne  comme nous en avons  personnages  raisonnent  si  metaphysiques,  autres  intellectuels,  de 1 ' e s p r i t .  de c e l u i - c i  recherehes  eu b e a u c o u p , " Tous l e s  l a vie  employe t a n t  l a pensee i n t e r i e p r e de L e w i s A l l i s o n ,  c o m m i s s i o n s pas vie,  pas  r e p o n d que  uniquement de  s'etudient,  mais,  1. Revue des 2 M o n d e s , l e 1 j u i l l e t , 1 9 3 3 . p . 2 0 3 . " M o r g a n " G i l l e t . 2 . Les N o u v e l l e s L i t t e r a i r e s , l e 21 a v r i l , 1 9 3 1 . F o n t a i n e , C h a r l e s Morgan, Edmond J a l o u x .  d e c l a r e C l a i r e - E l i a n e E n g e l , l e s romans de Morgan, d'une p s y c h o l o g i e s i f o u i l l e e " ne se perdent pas dans  1'analyse,  dans l e courant de c o n s c i e n c e , dont abusent a present l e s auteurs a n g l a i s , " l a forme des romans de Morgan evoque l e s louanges des c r i t i q u e s f r a n g a i s , l e r e c i t e s t simple e t r e s e r v e et 1'unite de t o n met en r e l i e f 1 ' i n t e n s i t e s e c r e t e des sentiments. En o u t r e Eontaine se passe t o u t e n t i e r dans un s e u l e n d r o i t , 2 S e l o n M. J a l o u x , " c e l a donne au roman ce c a r a o t e r e c l o s , e t o u f f e , c o n c e n t r e , c e t t e i m p r e s s i o n de demeurer sur p l a c e en f a c e d'un unique e o n f l i t que l ' o n t r o u v e , par a i l l e u r s , a. t a n t de beaux r e c i t s comme S i l a s Manner." Et l e s t y l e de ses romans, d i t - o n , e s t d'une purete c l a s s i q u e , merveilleusement c l a i r et nuance, Mais ce q u i i n t e r e s s e s u r t o u t l e s F r a n g a i s , c'est un c e r t a i n i d e a l i s m e chez l e romancier. G a b r i e l M a r c e l i ( g )  p a r  e  de l a s p i r i t u a l i t e v r a i e et de l a beaute p l a s t i q u e dans F o n t a i n e . " l a p l u p a r t des d e s c r i p t i o n s baignent dans une s o r t e de l u m i e r e fondue et comme e t e r n i s e e , qui evoque l e s p l u s grands p a y s a g i s t e s de Hollande et d ' A n g l e t e r r e . Et c e t t e a l l i a n c e du s p i r i t u e l e t du p l a s t i q u e , de 1 ' e t e r n e l et de 1 'humain, s u f f i t a, mettre hors p a i r 1'oeuvre de Charles Morgan •1 „ C l a i r e - E l i a n e E n g e l commente de meme l a p h i l o s o p h i e i d e a l i s t e de l ' e c r i v a i n e t l e f e l i c i t e d ' a v o i r o r i e n t e ses ouvrages V©r@ un i d e a l p r e c i s et d e l i c a t e m e n t i n d i q u e * "Ses l i v r e s a'apparent ent a l a P r i n c e s s e de C l e v e s , a. ces oeuvres ou l e s b i r o s , l . l e s Nouv. l i t t . l e 7 a v r i l , 1 9 3 4 . " C h a r l e s Morgan" C.-E.Engel. 2 , l e s Houv. l i t t . l e 21 a v r i l , 1 9 Z l . "Fontaine",Morgan,E.Jaloux 3.I'Europe N o u v e l l e , l e 21 avri1,1934.Fontaine G a b r i e l M a r c e l .  a la fois  passionnes  et  bravement  supportee,  trouvent l a paix,  le  reflechis,  s e n t i m e n t de l e u r f i d e l i t e  fiers  de l e u r  sinom l e  souffranee bonheur,  dans  a, u n i d e a l . "  1 Et  sous ce r a p p o r t ,  C h a r l e s Morgan s o n t ecrits  cela  tout  en E u r o p e d e p u i s  contribuent ils  a. h a t e r  sont  d e c l a r e M. Jaloux, a. f a i t 1916.  differents  la liquidation  d'efforts  a des  choses  soutient  d'apres-guerre,  esprit  guerre;  le  tout -  est  un e s s a i  de s a v o i r  ce que je  de j a .  bas  Par  si  ils et p o u r  plus  d'une  trois  mille  i l en r e v i e n t consequent,  recommende a u j o u r d ' h u i comme  un e s s a i  p o u r e c h a p p e r a. c e t  de r e d u c t i o n de l'homme q u i a  de r e v a l o r i s a t i o n des v a l e u r s ce l i v r e  ne c r o i s pas  ensemble de r e a c t i o n s  l.les  "C'est  de d e n i g r e m e n t e t  la  isole  F o n t a i n e se  de m e s s a g e .  jeter  B i e n au c o n t r a i r e ,  que nous c o n n a i s s o n s  M. Jaloux,  une s o r t e  dit-il,  i r n p o r t a n t s . C h a r l e s Morgan n ' e s t  de s a g e s s e .  romans de  de ceux q u ' o n a  Pans ce s e n s ,  g e n e r a t i o n q u i a c r u que l ' o n p o u v a i t ans  les  -  humaines.  demeurera u n phenomene ou s ' i l  fait  partie  d'un  analogues."  Bbuvelles l i t t e r a i r e s , l e C h a r l e s Morgan,  suivi  21 a v r i 1 , 1 9 3 1 , F o n t a i n e , Edmond J a l o u x .  78  •  (iii)  L E RQMAH DU MONOLOGUE INTERIEUR . JAMES JOYCE  Quoique  DOROTHY RICHARDSOH f u t  l e monologue i n t e r i e u r dans JAMES JOYCE que ce genre Parmi l e s iete livre  Portrait  de. s c a n d a l e . plaisir  par  naient  1  larbaud,, ete  En tout  cas  Joyce  Peut-etre  les  lettres  et  Protestants,  "II  est  pour l e  c'est  genie r e p r e s e n t a t i f  traduction d'Ulysse,  ment l ' a u t e u r ,  choques  declare  Valery  t o n de l a p r e s s e  aurait  a une p r o f o n d e a d m i r a t i o n p o u r l'auteur  son l i v r e  critiques  le plus  frangais.  mais a u s s i  gu'il  veut f a i r e  de l a n o u v e l l e g e n e r a t i o n ,  comme u n g r a n d evenement l i t t e r a i r e bien d'autres  des  -  M. L a r b a u d , d ' a i l l e u r s , et  attaques  humain dont t e m o i g -  certain",  " g u ' e n pays © a t l M J l i c p s ® l e  un s u e e e s ,  prenaient  gui furent  1 ' a b s e n c e de r e s p e c t  confessions.  de | o y e e ,  que e ' e t a i t  frangais  bien different."  l'oeuvre  o b t i n t une n o t o r -  ce nouveau r o m a n c i e r des  pour l a p l u p a r t  ces  se p o p u l a r i s a en F r a n c e .  francais,  de 1 ' A r t i s t e .  l a franchise  gu'avee  a, p a r t i r de l a p u b l i c a t i o n de son p r e m i e r  a defendre  Anglais,  roman, ce n ' e t a i t  litteraire  gens de l e t t r e s  extraordinaire  le  l a p r e m i e r e a employer  les  important, fut  p a r M. l a r b a u d et  E t on f e l i e i t a i t  traducteurs,  passer la saluee par  non s e u l e -  Auguste M o r e l  et  2 S t u a r t G i l b e r t . Rene L a l o u e s t de 1 ' a v i s que " l a v e r s i o n T T R . k . P . l e 1 avril,1922.1'.18.p.215."James Joyce" V , Larbaud. 2 . L ' E u r o p e H o u v e l l e , l e 24 a o u t , 1 9 2 9 . p . 1 1 5 2 . Ulysse,Joyce; Rene L a l o u .  franqaiss  r e n d ou t r a n s p o s e l e  rythmes,  ses  uistiques.  tics,  ses  L'aisance  •pour q u ' u n F r a n q a i s qu'il  s'agit  fidelite  texte  alliterations,  de c e t t e abordant  apporte  ainsi  nifiquement  sa r e s i s t a n c e  opposees, ature  Ulysse. affirme  lecteur  assez  ling-  parfaite  intelligente  oublie  en^sa  du l i v r e a n g l a i s  de d e t a i l ,  I)'avoir  15eluc-  aussi  dans deux l a n g u e s  mieux s o n i m p o r t a n c e  partieularites  franqais,  c'est  une r e p r o d u c t i o n e x a c t e tellss  qu'slles  Ce monologue travers  les  se  d'Ulysse  mag-  tellement  dans l a  litter-  et  photographique  quasi  t r o u v e dans l a 1  clairvoyance  M.  Gillet  que l e  declare  d'Ulysse,  et  est"l'etude  minutieuse,  l a p l u s monumentale,  complete  l a plus  et  ce  q u i ss  foisonnante  du p s n s s u r .  dit  autour  d'eux,  d i t - o n . Sa  de B l o o m , l e  force  1'analyse.  personnage  intime, l a  l a monographie qui existe  qu'a  travers  l a p r o f o n d e u r de  l a plus  psnssss,  on ne v o i t  de p u i s s a n c e ,  tableau  des  et n ' e n t e n d q u ' a  p a s s e et  l i v r e ne p e r d pas  et  au  interieur,  conscience  a l a narration,  se  principal  dans l a  personnages  q u i se  recommende  du monologue  substitue  cs  qui le  1'emploi  p r e n n e n t forme  yeux des  oreilles  Neanmoins l e  la  deformations  internationals," Une des  leurs  si  au l e c t e u r  difficultes  ses  1 ' o e u v r e de J o y c e ,  est  i d a t i o n de m a i n t e s prouve  ses  t r a d u c t i o n est  d'un m i r o i r : e l l e  qu'elle  o r i g i n a l jusqu'en  la  plus plus  assueement  dans  litterature."• Une a u t r e des  d'Ulysss l.fievue  inventions  qui,  selon les  u n l i v r e u n i q u e dans l ' h i s t o i r e des  Franqais,  litterairs,  font  est  £ • Monies,, l e 15 aout , 1 9 3 1 . "James Joyce et Houveau L i v r e " , L o u i s G i l l e t .  la  son  80  division  du roman dans d i x - h u i t  une t e c h n i q u e p r o p r e , t r a i t e particulier,  represente  episodes.  d'une  un organs  Chaque e p i s o d e  science  ou d ' u n a r t  donne du c o r p s humain,  "une c o u l e u r d i s t i n c t i v e ; mais "bien que chacune des parties  differs  langage, tout  livre.  En c o n s i d s r a n t  dss  n'  p l u s grands  prodigieux style  est  achaque  reflet  episode  fait  airss,  est  le  pays  restera  artifices  de son s u j e t ,  "sa  de son sens  i l l'adapte  poetiques,  infinite  habilement  s'interessent  genies  d ' i n t e n t i o n s second-  comme chez n o u s ,  M. L a r b a u d , 1 ' a b a h d o n n s r a i t  a causs  de l a d i f f i c u l t !  on d o i t  a v o i r 1'Odyssss cependant,  toujours  appreciees.  plaisanteries  de t o u t e  "mais  sorte."  1'Angleterre  sxcentriquss."  un e c r i v a i n pour 1 ' e l i t e , 1  lettres,  ses  de c o n n a i s s a n c e  dsclare  1. K . R . F . , 1 s 2 . R S V U S dss  et  un  r h e t o r i q u e s . Son  g a m i n e r i e et  nuancent d'uns  En Francs t o u t e f o i s , Joyce  felicite  un s c r i v a i n e x t r a o r d i n a i r e , 2  des  sont  a s o n don s u r p r e n a n t p o u r j o u e r de m o t s . M .  se  c'est  Frangais  de son o e u v r e . L e s F r a n g a i s  d'emotions  Vraiment  de ses  les  que ee r o m a n c i e r ns s o i t  c o n n u s . On l e  r e m a r q u s r qus  linguistiques  comme s t y l i s t e  y a n u l doute  artistes  particulisrement 2 Gillet  Joyce  de l a l a n g u e , Is  dix-huit  l e s a u t r s s p a r l a forme et p a r l e • 1 L a r b a u d , e l l e s f o r m s n t cepsndant u n  Valery  un  d' accord q u ' i l  a  de t o u t e s  dsclare  organise,  a  le  i l parait  que  lecteur ordinaire,  a u bout de t r o i s  pages,  de son s y m b o l i s m e . E n l i s a n t b i s n present a l ' e s p r i t .  on s s t  c s r t a i n que ses  U l y s s e au m o i n s ,  Parmi  osuvres  entrera'dans  Ulysse les  ssront la  litterature  1 a v r i l , 1 9 2 2 . T . 1 8 z p . 4 0 2 . " J a m s s Joycs" V . l a r b a u d . 2 M o n d e s , l e 15 a o u t , 1 9 5 1 , "James Joyce et son Rouveau L i v r e " L o u i s G i l l e t .  81  mondiale.  "le  de l a n g a g e s et souffle,  l a pensee  15accent,  resume t a n t  echos de  de s p e c u l a t i o n s .  Par  tant le  Ulysse  de l a R e n a i s s a n c e ;  i l en a j u s q u ' a  1'intemperance,  les  sonorites  et  les  parfurns I l e  toutes  faqons",  rappelle  conclut M.  durera."  VIRGINIA  y en a p a r m i l e s  a faire  les  1'enthousiasme,  oeuvres  II  "appotte  l a verdeur,  les  lalou,"il  1 d i t M. L a l o u ,  style,"  des  WOOL?  critiques franqais  oomparaisons  entre l ' a r t  q u i se  de Joyce  et  plaisent  celui  de  2 V i r g i n i a Woolf.  I,  Gillet  est  c o n v a i n c u que l e s  d e r n i e r p o r t e n t l ' e m p r e i n t e du g e n i e voit  l e meme e m p l o i  d'enre&istrer journee, appelle  la  sa t o t a l i t e ,  est sont  plus  " i l n'est  Chez J o y c e  Mais,  l'ours  grossieretes. de  decent. Tout  que d e c r i t . Ses  "Et pourtant",  douteux que ce s o i t  on admire l a v i g u e u r et  peut-  de M . J o y c e . "  Au l i e u " d ' u n tas  de p a r f u m s " .  qu'on  c o n t i n u e M. G i l l e t ,  d ' h o n n e t e et  suggere p l u t o t  delicats.  pas  d'une  prodigieux Ulysse, n'est  en quelque s o r t e  nous a v o n s " u n f l o c o n critique,  le  q u e l que chose  constamment e l e g a n t , infiniment  cours  e t u n monstre avec b i e n des  V i r g i n i a "Woolf en f a i t apprivoise  II y  de phenomenes q u i composent ce  de J o y c e ,  qu'un monstre,  "Elle  pendant l e  conscience d'un i n d i v i d u .  d'art  de James J o y c e .  de ce  du monologue i n t e r i e u r , l e meme d e s i r  l a succession  1'oeuvre etre  dans  livres  details  d'immondices" declare  l e meme  le  art."  1 ' i n v e n t i o n du t o u r  de f o r c e , chez V i r g i n i a Woolf on a p p r e e i e l a d e l i e a t e s s e et 1 . L ' E u r o p e H o u v e l l e . l e 24 a o u t , 1 9 2 9 . p . 1 1 3 2 . U l y s s e Rene L a l o u . 2 . R e v u e des 2 M o n i e s , l e 1 s e p t . 1 9 2 9 . O r l a n d o , W o o l f ; L . G i l l e t .  le  charme de l i v r e s  graeieuses une s e r i e "pletent • 1  qui ressemblent  images,  les  indefinie  les  unes  de t o u c h e s  les  autres.  Lalou,  son art  istes.  Son o b s e r v a t i o n  s'apparente  de s c e n e s r e a l i s t e s revelent leurs  leur  d'une  minutieuse,  et  particulierement  quand i l  les  directement,  par  et  se  com-  Rene  impressionnsuccession  personnages mais  d'aprls  l e u r humour, "ces  touches subtile  v i v a n t , " Tous l e s de  evoqmes  dans une  quotidienne,  intuition si  M r s . Woolf  Les  declare  peintres  de M , D a v r a y ,  pastels,  renforcent  a c e l u i des  paroles, 2  estrangement  felicitent  q u i se  sont  De o e t t e f a c o n ,  de l a v i e  leurs  A l'avis  devient  est  portraits  c a r a c t e r e i i . non pas  gestes,  penetration,  charmants  a de l e g e r s  ses  d'une  que chaque  critiques  complexes  s'agit  sont  etudes  de femmes  et  telle portrait  en e l f e t ,  psychologiques, de  jeunes  f i l l e s , et d u m o n d e q u i e s t l e l e u r et q u i l e s exprime et l e s p e n e t r e . L e u r i n s t a b i l i t e m o r a l e i n t e r e s s e s u r t o u t Edmond •3 / J a l o u x , C ' e s t l e phenomene p a r t i c u l i e r de l e u r epoque, d i t - i l , et  "c'est  en c e l a  e'voquer t a n t o t Parmi l e s  qu'on a pu,  Marcel Proust livres  souvent.peut-etre,son son art  a depeindre,  au s u j e t et  tantot  de V i r g i n i a  Woolf  de V i r g i n i a  M , Jean G i r a u d o u x . " on c i t e  roman M r s . D a l l o w a y , comme d ' i n s t i n c t ,  Woolf,  et  le  tout  plus en l o u a n t  d'insaisissables  n u a n c e s de c a r a c t e r e avee u n t a l e n t q u i e s t b i e n p r e s du g e n i e , on s ' i n t e r e s s e egalement au t o n m o r a l et p h i l o s o p h 4  i q u e de 1 ' o e u v r e . Rene L a l o u s o u t i e n t oue 1 ' u n i t e i n t e r n e 1.1'Europe H o u v e l l e , l e 23 m a r s , 1 9 2 9 , p . 3 7 6 . " V . W o o l f " R . L a l o u . 2 . M e r c u r e de P r a n c e , l e 1 5 s e p t . . 1 9 2 7 . L e t t r e s A n g l a i s e s , D a v r a y . 3 . L e s N o u v e l l e s L i t t e r a i r e s , 1 9 3 4 . " V i r g i n i a W o o l f " Edmond Jaloux. 4.1'Europe Houvelle, le 23 m a r s , 1 9 2 9 . p . 3 7 6 . " V . W o o l f " , R,Lalou.  85  de M r s . P a l l o w a y r e s i d e meme s i  I'esprit  et  d'infranchissables 'livre  c o e u r se  barrieres.  Cette  foi,  dit-il,  de l a  empeohe  impressionniste.  chez u n e c r i v a i n a n g l a i s  moral encore  a l a dignite  vie,  heuirtent a d ' i n v i s i b l e s ,  de t o u r n e r au s i m p l e f i l m  de p l u s plus  le  en une e r o y a n e e  "Une  de haut m e r i t e ,  le  fois  un p r i n c i p e  q u ' i n t e l l e c t u e l commande, i n f o r m e  1«oeuvre  esthet l q u e . " Quant clarent woolf. d'un  au s t y l e  que p e r s o n n e  art  acclame  plus  savant  l'etonnante  monologues  nos v o i s i n s  mieux son m e t i e r  que  de-  Virginia  m i e u x , ne compose m i e u x , ne plus r e f l e c h i . qu'elle  On admire son don  controle fortement,  b e a u t e de sa p r o s e .  Quelquefois  gauche,  de V a g u e s ,  interieurs,  comme c e l u i  dispose  mais p o u r l a p l u p a r t  et  on  on l u i avec  on n ' y  ses trouve  defaut. II  l'un  et  remarquable  reproche^un procede  aucun  ne s a i t  Personne n ' e c r i t  deseriptif  six  de c e t t e r o m a n e i e r e ,  n'est  pas  des p r e m i e r s  esprits  superieurs 1 nouvelle ecole.  surprenant ecrivains  Autre romaneiere  #  est  I'un  a l a tete  '#  de  comme  des la  #  de l a n o u v e l l e e c o l e ,  des F r a n g a i s  considere  de l ' A n g l e t e r r e et  a l l u s i o n a. s o n roman T o b i e e t de g r a c e et  qu'on l a  p a r m i ceux q u i sont  #  1'attention  done,  et  qui a  attire  MES. STELLA BENSON. On f a i t L'Ange,  comme u n c h e f - d ' o e u v r e  de p o e s i e , " u n des p l u s s e d u i s a n t s q u i se p u i s s e n t •2 l i r e au.jourd'hui." 'V'.Bfi-iniR flea 2 M n n a e a . l e 15 n o v . l 9 2 4 . p . £ 5 9 . V £ 8 " d e F l u s h , Gillet 2 . L ' E u r o p e N o u v e l l e , J u i l l e t , 1 9 2 2 . T o b i e et l ' A n g e , G. M a r c e l .  Son a r t ,  declare  V i r g i n i a Woolf.  Henri Pourrat, f a i t  On a l e  s o n n a g e s . E t son l i v r e  sentiment est  d'une  q u ' on i m a g i n e u n roman a e r i e n , tout  vrai,  extreme  1.  tout  vivant,  songer  a celui  q u ' e l l e pense p o u r ses qualite  si  rare,  ramifies  per  continue-t  m i r o i t a n t , p a i l l e t e,  a mille traits  de  mais  aveo une  finesse."  H o u v e l l e Revue F r a n c h i s e , T . 4 1 . 1 9 3 3 . p . 1 5 9 . T o o i e et l ' A n g e S t e l l a . Benson, H e n r i Pourrat..  (iv) •  B  LB ROMAN SENSPEL  » H . ' LAWRENCE. 1  Au printemps Lawrence a i l l e  de 1931 Rene L a l o u se  enfin  son impetueux g e n i e . penetrer dit  chez l e s  M. L a l o u ,  populaire  Quand i l m o u r u t ,  "quelques  sous u n pseudonyme: l e  Lawrence p e i n t  par  Aujourd'hui accord lss  l a plupart  de l a l i t t e r a t u r e  h'sst  pas  surtout  les  du t o u t  etre  des  attribue  critiques  I I les  ieonoclaste  ic  physique,  doues,  incompressible  en t a n t  d'aprss-gusrre,  st  c'est  pour c e t t e  a p o u r nos v o i s i n s une 2  1'optimisms  plus  d'  st  qu'intcomms  c o n t e m p o r a i n . Son p o i n t de vue  britannique,  ssntimsnt  sont  les  plus  interesss  M a u r i c e L a n o i r e exprime l e  par Is  au p e r -  e'etait  frangais  les  d e v a n t u n roman de ce no v a t eur a u d a c i s u x . remplacs  devenait  en p a r t i e  temperaments  originaux,  suropesnns.  que s o n o e u v r s  particuliers.  sa m o r t , Lawrence  Huxley."  plus  du roman a n g l a i s  a  g r a n d s u c c e s de C o n t r e p o i n t  l ' u n dss  de 1 ' i n q u i e t u d e  libsratsur  commenqait  de Mark Rampion? Or Rampion,  que Lawrence e s t  srprete  pas  son ami,  plus puissantsv  son oeutere  merits  " P a r une i r o n i q u e r e v a n c h e , "  mois a p r e s  d ' A l d o u s H u x l e y ne d o i t ~ i l  que D . K .  renommee que  o"btenir en P r a n c e l a  Frangais.  s'onnage sympathique  rejouit  signification  plaisir  du F r a n g a i s  " L ' o r g u s i l insulaiibs  de 1 ' s t h n o g r a p h i e social,  raison  st  de l a  moral, r e l i g i e u x ,  geograph-  remplace  p a r u n a n a t c h i s m e m a l a d i f , l a matrone a n g l a i s e remplacee 1. L e s N o u v . l i t t . l e 18 a v r i l , 1 9 2 1 . " P . H . L a w r e n c e " Rens L a l o u . 2 . Revue de F a r i i s ^ l e 15 f s v . , 1 9 5 2 . p . 9 0 9 . " P . H . L a w r s n c e " Maurice L a n o i r e .  par l a d y C h a t t e r l e y friande trouver  en P r a n c e ,  ecrivain notoire a. ce  chez q u i l e  done l a  impressionne "par  ce  les  des  sentimentaux de ses  Frangais.  moraux,  complete  des des  ait  ete  un  absent  est  de Lawrence  hante", le  dit  "sex  qui  G. J e a n - A u b r y ,  question", que l e s  On d e c l a r e  source  De p l u s  humaine,  ne c r o i t  les  pas  Pour lawrence,  d'un equilibre  i l y voit  1 ' u n i o n avec  communiquer avec D i e u .  cotes  a  l'acte  pas  l'essentiel  dans 1 ' i n t e r p r e t a t i o n  activite II  que  mystique  experiences 1'abolition  a n t a g o n i s m e s i n d i v i d u e l s p a r 1 ' u n i o n des la  dont  que P . H . L a w r e n c e ne s e p a r e  peut-etre  personnages.  i l y voit  conjoints.  corps,  d'echanges entre  religieux  l a femme e s t  les  par-excellence.  l a v r a i e fag on de  La l i b e r a t i o n s p i r i t u e l l e  de l'homme  accomplit, Ctte  sentiment  attitude et  les  de l ' i m p o r t a n c e critiques  Plumes, M.  decheances,  anglais n'etudient  mais  a donnee de c e t t e  sexuelles  les  "II  conditions physiques." tient  originals  en A n g l e t e r r e  romanciers  et  s o n oeuvre  qu'il  s'y  de nos p i r e s  sens de l a p a t r i e  philosophie  qu'on appelle  1'ordinaire  mais  meme au temps  Peut-on  point?" C'est  de  de son g a r d e - c h a s s e J  "le 2  lanoire  anti-intellectuelle,  cette f o i  p u i s s a n c e s de 1 ' i n s t i n c t , de l a  sexualite,  cette  trouve  les  discuter  Serpent  p l u s l a w r e n c i e n de  que comme d ' h a b i t u d e ,  le  proclamation  s e ' f a i t ••beaucoup  d ' O u t r e - M a n c h e . En commentant l e  roman s a n s . d o u t e l e  dans  par  a  tous",  b e a u t e s sont  le  f a i t dm r o m a n c i e r , l e s a b s u r d i t e s c e l l e s du pseudo-prophete 1. Reyue de P a r i s , l e 15 s e p t . 1 9 2 3 . " D . H . l a w r e n c e " , G . J e a n A p b r y . 2 . Revue de P a r i s , l e 15 f e v . 1 9 3 2 . " D . H . l a w r e n c e " , M . . L a n o i r e .  87  dont  l1obsession  nous," mais •  dit-il,  du f a i t  tourne  au d e l i r e .  "ne p r o v i e n t pas  que c e t t e  "L'attrait  de l a  q u ' i l exerce  gualite  de ses  oeuvre r e p r e s e i t t e - quelaue  sur  theses,  chose  de  1 f  'vecu."  G-. J e a n - A u b r y e s t  Lawrence p a r f o i s  se  du meme a v i s .  p e r d dans  Ge c r i t i q u e s o u t i e n t  sa p h i l o s o p h i e ,  ecrit  comme q u e l q u ' u n q u i semble ne p l u s  qu'il  raconte.  Mais, dit  oeuvre un sentiment fols et  frais  et  contagieux  solide  t e r r i b l e de 2 l a r e a l i t e . " Rene L a l o u , au c o n t r a i r e , doctrines  artiste,  brutal a l a fois  pionnier"  poemes  II  heros  cite,  du S e r p e n t  a. 1 ' a c c o m p l i s s e m e n t  profession  d'humanite",  lawrencienne, tache  plus  digne  b i e n comprendre  ce  un s e n t i m e n t  3emble a v o i r a u t a n t  son a  II  loue  " l u i semble approuvant,  a Plumes, sensuel  "Je  "ce  alors  d'admiration  de 1 ' e c r i v a i n  "ne  d'  hardi  les  idees  particulierement les  paroles  de  s u i s u n homme q u i  de mon ame."  d i t M. L a l o u ,  la  simple  que pour s o n temperament  qui i g n o r a i t  en l e s  i l  u n sens a l a f o i s  subtil.  et. d'hymnes r e l i g i e u x  Ramon, l e  etre  et  de l ' i n c o n s c i e n t ,  significatif.  aspire  de l a w r e n c e  parfois  " o n t r o u v e dans  de l a v i e ,  de l a n a t u r e ,  pour l e s  sa  G. J e a n - A u b r y ,  et  "lulle  saurait  etre  plus  q u i de'f i n i s s a i t  ainsi  essentielle."  Mais l e s  reflexions  les  interessantes.  plus  de l a femme dans  de M . G i l l e t  a ce s u j e t  En d i s c u t a n t  le  role  l a p h i l o s o p h i e de l a w r e n c e 11  qu  sont  peut-  important  declare:  1. Revue de P a r i s , l e 15 s e p t . 1 9 2 3 . " D . H . L a w r e n c e " G . J e a n A u b r y . 2 . L e s E o u v . L i t t , l e 18 a v r i l , 1 9 3 1 . " D . H . L a w r e n c e " Rene l a l o u . 3 . Revue des 2 Mondes, l e 1 d e e . 1 9 3 2 . " D . H . L a w r e n c e " L , G i l l e t .  "Quelle vie,  que s o i t  i l parait  p a s s e r par •frangais toute  l a place  demesure  elle  croit  l'axe  ce  sa  au mystere, •baroques, trouve  qu'il  liturgie est  souvent  1'amour  d ' u n e i n d i s c r e t i o n et ( et v o i c i  cauchemar de l a anglaise  de c e t t e  a si  en r e s t e r a m u t i l e e et  r e v o l t e y est  justifier  le  plus  corps  lawrence,  et  terreur,"  opiniatre, d'exorciser  d'apres  felicitent  d'une puissance  les  interessant), repond,  a une  critiques  blassee. et  plus  la  on e c r i t  de  de  san-  contre  cette  apre  l a passion  de  nature," qualites  et  des  on ne peut  defauts, le  rester  indiff-  dans uu e t a t  a une s o r t e de t r a n s e .  necessairement  "long-  6 ' e s t pourquoi  d'Outre-Manche, l i s  a laquelle 1  parfois  la lutte  souffert  de G , J e a n - A u b r y , " i l e c r i t  qui ressemble  de t r a n s e  trivialite  c o n t i n u e M, G i l l e t ,  comme r o m a n c i e r , a des  frappants,  A 1'avis  croit  preparation  d'une  q u i est  et  de l a m a l e d i c t i o n o r i g i n a l e  longtemps  temps  etat  sa  i l  de L a w r e n c e , E l l e  c h u t e et  et  passion  ce  de r e h a b i l i t e r l a c h a i r ,  contrainte elle  en t e n t a n t  contre l a rigueur c a l v i n i s t e : " 1 ' i d e e et  du pec&e. l'ame  erent.  et  saeramentelles  son r i t u e l ,  excuses pour 1 ' a t t i t u d e  ardente  l'affreux  la  s u r l a femme,  c h a r n e l . De p l u s ,  de 1'amour,  faire  trompe en c e n t r a n t  en v a l e u r s  y a de p l u s  de  critique  a u n "besoin p r o f o n d de l a pensee a n g l a i s e ,  reaction ctifier  transmuer  Mais M, G i l l e t ,  des  dit-il,  et  son e g u i l i b r e  notre  et  l a vie morale." le  done que Lawrence s ' e s t  de s p i r i t u a l i s e r  que t o u t e  de l u i a c c o r d e r ce r o l e ,  de t o u t e  s a r e l i g i o n et  religieuses  que l a femme t i e n n e dans  parfois  fort  Dans mal,  de cet mais  p a r f o i s a u s s i l a f o r c e de l a s e n s a t i o n a r r a c h e avee e l l e une l . H e v u e de P a r i s , l e 15 s e p t . 1 9 2 3 . " L a V i e a, l ' E t r a n g e r 1 , ' . D . H . Lawrence, G.Jaan-Auhry.  89  e x p r e s s i o n neuve, indifferente."  en t o u t  cas,  Les F r a n g a i s  p o e & i q u e dans • campagne  et  ses  oeuvres,  anglaise.  On l e  parlent  et  de p s y c h o l o g u e ,  on ne peut  pens ent  personnages  signalent les le  de ses  pas  sont  est  des  de t e r n e ,  de n o i r  de charbonneux' et  et  d e s c r i p t i o n s de  la  de  Sur son t a l e n y  Quelques  critiques  etres vivants,  d'autres  qu?on ne peut  au s t y l e  mais peu a r t i s t i q u e .  quelque chose  du f oisonneinent  annees.  declare  Quant  d'unejfagon  comme i n t e r p r e t e  s'accorder.  d i s t i n g u e r l ' u n de 1 ' a u t r e .  "il  belles  premieres  l e u r i n d e t e r m i n a t i o n et  trouve interessant  souvent  l o u e egalement  l a v i e h u m b l e , l a v i e de ses  que ses  on n ' . e c r i t pas  pas  de L a w r e n c e , on  S e l o n G. J e a n - A u b r y  de b r u l a n t ,  d1etincellant  de diamente a l a f o i s  (il  et  ecrit  u n p e u comme u n m i n e u r . ) " Ses dialogues  plus  grands  defauts,  i n t e r m i n a b l e s et  descriptions,  neglige  d e c l a r e n t nos v o i s i n s ,  oiseax,  de s t y l e ,  sont  luxuriance i n u t i l e  des  manque g e n e r a l de mesure  et  de c o m p o s i t i o n . " M a i s aucune de c e s t a r e s " , resume M a u r i c e 2 \ % l a n o i r e , " s i e x a s p e r a n t e s q u ' e l l e s s o i e n t , ne p a r v i e n t a gater  i r r e m e d i a b l e m e n t ees  gaueheries,  mauvais g o u t ,  11 a 1 * i n s t . i n c t qui odes  fait  de c h a i r  et  dans  de s a n g ,  chez l u i l e  resuitat  1. Revue de P a r i s , l e 2 , Revue de P a r i s , l e  le  don de l a v i e , l e  passages  nettement  conter;  trait  juste  ennuyeux. De s a i s i s s a n t s " e p i s -  ce f a t r a s .  nous e m o u v o i r p u i s s a m m e n t .  Humbles m a t e r i a u x ,  r i e n n ' y fait.Lawitence s a i t  dramatique,  p a r d o n n e r des  saillissent  oeuvres.  Ses  personnages  caracterises  et  S i longueurs i l y a,  de 1 ' e x u b e r a n c e  sonj  des  capables elles  etr.es  de  sont  et non p o i n t de l ' i m -  15 s e p t . , 1 9 2 3 . G . J e a n - A u b r y , " L a V i e a I'Etranger",P.H.Lawrence. 15 f e v . , 1 9 3 2 . p . 9 0 9 . " L a w r e n c e " M . L a n o i r e ,  puissance, iere  e n c o r e - une v i s i o n p a r t i c u l  du monde, une p h i l o s o p h i c n o u v e l l e de l a v i e ,  bonheur. ' i l  E t i l possede p l u s  est  Qu'on  le meprise,  qu T on l e  de ceux q u ' o n ne peut  lesguels opinion."  i l est  tout  pas  deteste,  passer  au moins s t i m u l a n t  et  du  gu'on l ' a d m i r  sous s i l e n c e , de se f a i r e  sur  une  CHAPITRE V LE ROMAH F E M I I I N Le roman f e m i n i n de 1 ' A n g l e t e r r e grande  popularite  Bronte, Ward,  en F r a n c e ,  de G-eorge E l i o t ,  jusqu'amx  livres  Katharine Mansfield, Frangais,  car l e s  depuis l e s  et  joui des  d'une  soeurs  M r s . Humphrey  de May S i n c l a i r , Clemence Dane et  Peut-etre  femmes  que l e u r sexe i n t e r e s s e  auteurs  En tout  pour l a grace,  l a fralcheur,  pour l ' a u d a c e  oeuvres  Marie C o r e l l i ,  que chez n o u s .  parfois  a toujours  cas  sont  plus rares  nos v o i s i n s  les  en F r a n c e  les  admirent  parfois  1'originalite  de l e u r s  oeuvres,  de l e u r a n a l y s e  de l a p s y c h o l o g i e  et  1  quelquefois loge  de l a p a t h o l o g i e  declare  riche  curieuse  hardies les  aborder  et  originales  tendances des  p o u r une c a u s e , des  litterature  anglaise  en ce moment g r a c e a une p l e i a d e  oeuvres  osent  que l a  f e m i n i n e . A cet  eclairent  jusque-la  l a femme,  e m a n c i p a t r i c e s mais  et  aussi  elles des  Elles  plus  succede dire."  parfaites  de c e t  depuis l a guerre . • ,  En s 1 e x p r i m a n t  luttent  "Les  lettres  des  oeuvres  impressionnisme l i t t e r a i r e  ainsi,  Et c e l a n ' e s t  Mme. Loge pense  surtout  qui a pas  peu  a  I . R e v . P o l . e t L i t t . l e 21 n o v , 1 9 S 5 . "Quelques Romancieres A n g l a i s e s C o n t e m p o r a i n e s " Mme. M . Loge ..91  Elles  r e v e l e n t non seulement  creatrices,  au r e a l i s m e . .  les  fort  d'apres-guerre.  modernes l e u r d o i v e n t " , d i t Mine . L o g e , " p l u s i e u r s les  Marc  particulierement  d'une fagon  defendus. se  toe.  de r o m a n c i e r e s dont  du roman a n g l a i s  sujets  est  egard  ~  ftAT SINCLAIR, dans  le  qui d i t - e l l e ,  roman a n g l a i s  ment f e m i n i n e s , , depuis  l'auteur  1'instinct  at  occupe une p o s i t i o n  c o n t e m p o r a i n . Ses •-  a I'avis  de Jane E y r e n ' a p l u s  de l a femme. E l l e  et  plaisent  aux F r a n c a i s .  "bien e t u d i e s ,  rendre  sensible  es s a n t . l i s  etudie  et  le  le  une f r a n c h i s e  May S i n c l a i r pour  drame i n t e r i e u r l e u r sem^ble  courant  originale  de l a v i e aiment  dans  la  de nos v o i s i n s .  conscience  pas  dllicat est  s ' i m p o s e gagne  i l est  plupart,  a la fois  et  pour sa m a i t r e s s e  vrai, mais  p o u r sa f a c u l t !  on l u i pour  creatrice  technique.  CLEMENCE PAKE n ' e s t et  du  essentiel  la  on 1 ' a d m i r e ,  intIr-  de F a r E n d , ou nous  qu'elle  Quelquefois,  reels  surtout  son impressionisme  Tout ce q u i n ' e s t  pas  moins c l l e b r e  en F r a n c e  deux romans p a r t i c u l i e r e m e n t critiques  ont  que  force  1'admiration  des  de. Femmes et  Legende,. Son p r e m i e r roman, Regiment de Femmes  est  la  lone par  d ' O u t r e - M a n c h e . Ce sont  conception hardie,  psychologie penetrante la  romaneiere surtout  et  force  dont use  l e manque de c o n t r a i n t e ,  Sinclair,  et une  personnages  r e p r o c h e l a p r o l i x i t ! et  May  physiques  procede  l a d i s c i p l i n e rigoureuse  1'approbation  problemes  exprime  ses  principal, Ils  et  romaneiere  eompletement  les  essentiell  trouvent  s o n c h o i s de d e t a i l s .  lliminl,  sont  lis  louent l a technique  •voyons p a s s e r l e personnage  et  oeuvres i  de>.M. C h e v a l l e y n u l l e  moraux de s o n sexe avec u n c o u r a g e , qui  particuliere  et  1'observation  1'ex!cution  de l ' l t u d e  impeccable.  Regiment  aiguey-  la  On f l l i e i t e  du e a r a e t e r e de C l a r e  Eairtell  " u n e des p l u s r e m a r q u a b l e s c r e a t i o n s - du roman m o d e r n e " , et de l . T h e Modern N o v e l , A b e l C h e v a l l e y . 1930) ~f ~ " ~ "~/ g . C o r r e s p o n d a n t , l e 10 s e p t , 1 9 3 2 . p . 7 7 7 . "Clemence Pane" A n d r e ' Bellessort.  9g  la  rare  intuition  On s i g n a l e  tres  reproche  au s u j e t  superieujfea quelques  conversations  et  assez neuves.  "le  u n drame et  1'oeuvre  defauts.  a des  II  t r o u v e que l ' a u t e u r ,  de l a  cependant, C'est  composition et  le  evoque u n p e r s o n n a g e  rare  les  en q u e l q u e s  plein  de g r a c e ,  louanges  les  et  l a surete  f o n d de e e t t e  etineelante  divers,  critiques plus  sont  un c h e f 1'originalite  echangent l e u r s  plus  R e b e c c a v.est  a 1'attention  "est  d ' a c c o r d , et  enthousiastes  psychologiaue, g fantaisie,"  femmes a u t e u r s ,  Storm Jameson,  des  en i m a g i n a n t un e n t r e t i e n ou. d ' a u t r e s  " l a t e c h n i q u e " , d e c l a r e Marc l o g e ,  t a l e n t v i b r a n t et  scenes,  avee l e q u e l Clemence Pane a  animes de s e n t i m e n t s  JAMES OH s ' i m p o s e  pas  c r i t i q u e s ne v o i e n t que  E t on a c c l a m e . s u r t o u t  sueces  de l a f i n e s s e  D'autres  aux  q u i c o n g o i t l e roman comme  effets  un l i v r e  p e r f e c t i o n , " Tous l e s  trouvons l e s  sont  frangais  un t o u r de f o r c e ,  sur 1'absent,  attarde  sa  mieux v a l u . "  exquises.  personnages,  s'est  dans  scenes i d y l l i q u e s qui a ' e t a i e n t  systeme  Pans l e g e n d e  d'oeuvre,  enfants.  alleman&e. Pourtant i l l u i  q u i en condense l e s  peut-etre  qualites  ames des  e n t r e s o n roman et Jeunes F i l l e s 1 •• ——— m a i s M . B e l l e s s o r t d e c l a r e que Regiment de Femmes  p r e o c c u p a t i o n de p e i n d r e l a r e a l i t e  aurait  des  l a ressemblance  en Uniforme, 'est  qu'elle revele  et  vues  d'une nous  de l a forme u n i q u e , du p a t h e t i q u e  pro-  ou moins renommees en F r a n c e  et R a d c l y f f e H a l l ,  du p u b l i c  frangais  p e r s o n n e l , et p a r s o n courage  STORM  par  son  indomptable  1. C o r r e s p o n d a n t , l e 10 s e p t . , 1 9 5 2 . p . 7 7 7 . " C . D a n e " B e l l e s s o r t 2 . Revue P o l . e t l i t t . l e 21 n o v . 1 9 2 5 . " C . D a n e " Marc l o g e g . R e v u e P o l . e t l i t t . l e 6 f e v . 1 9 2 6 . " U n Roman de C . Dane" Andre B e l l e s s o r t ,  94  qu'elle  apporte  admirable  a affronter  enthousiasme  q u i se  REBECCA WEST e s t 'pfcthe  Soldier,  Frangais,  c'est  C e t t e meme q u a l i t e  Le P u i t s  "Mais  ce  Les  et  un r e c i t  les  les  fraicheur  scenes  etre  dans  son les  sont  et  romans  des  ordre.  g a t e p a r un 2  pensee." problemes  de  font  la  West, de Rosamond Lehmann  de K a t h e r i n e M a n s f i e l d . L a g r a c e et oeuvres  de  situations  est  de  declarent audace.  de p r e m i e r  un grand l i v r e  C'est  En discutant  que c e r t a i n e s  ceux de M r s . S a e J c v i l l e  de l e u r s  romans.  d'apres Freud.  forts.  romans f e m i n i n s moins occupes  par-dessus tout,  par 1»  son roman The R e t u r n  interesse  romantisme de v o c a b u l a i r e  sont  ses  q u i gagne p a r  trouvent t r e s  cettaines  qui p o u r r a i t  effroyable  femme  et  par  et  e t t r e e bien- c o n s t r u i t e » •  hardie  lis  idees,  degage de t o u s  de S o l i t u d e , o n d e c l a r e  sentimentales  lee  u n roman p s y c h a n a l y t i q u e  et  RADCLYFFE H A L L .  et  connue s u r t o u t  une o e u v r e t r e s p o i g n a n t e les  l a vie  les  delices  des  la  Frangais.  3  MRS.  SACKVILLE WEST,  decrire  avec  psychologie et  les  attrait des  romans  declare et  contes  un s t y l e  net,  surtout,  d i t M. Davray,  singuliere  et  v i g o u r e u x et  est  captivant.  "est  en peu de m o t s .  d'une p e n e t r a t i o n  d'une fagon  de  concise  et  surprenante, serree,  A l l Passion  d'une r e e l l e  La  en  Spent  puissance  et  d'une  distinction."  L ' oeuvre encore,  D a v r a y possede l ' a r t  de c a r a c t e r i s e r  personnages  sont  Henri  ses  de R6SAM0ND LEHMANN e s t deux romans P o u s s i e r e  peut-etre et  mieux  appreciee  L ' I n v i t a t i o n a, l a  V a l s e ont e u beaucoup de s u c c e s en F r a n c e , E n p a r l a n t de 1. Revue H e b d o m a d a i r e , d e c . i y a a . " S t o r m Jameson", Marc Doge 2 . L a N . H . F . 1 9 3 2 . Le P u i t s de S o l i t u d e , H a l l ; D . S . 3. M e r c u r e de F r a n c e , l e 15 j u i n , 1 9 2 0 . L e t t r e s A n g l a i s e s , H e r i t a g e Davray,  95  Poussiere, roman, Je  mieux que c e l u i - e i ,  ne s a i s  'ent  sont  erable, et  Marcel Arland declare:  dues  de l a p l u s  pages s i  roman se  exactement  parfaites  tire  c'est  resonne.  de c e t  que " t o u t  dix mais  souterrain, hesite  pas  ce  pas  q u i , dans  remarquer  que l e s si  " T o u t ce  "c'est  la  que  classe  ce les  parait une  n'drnt  imperceptible  pas  soit-il,  i n o u i e s , " M. Marcel  don e x t r a o r d i n a i r e  c'est  de  comme nous entendons  quelques  i c i qu'une  le  nouvelles  cordes  sonorites  entierement  encore  a declarer  les  1.1a  fait  semaines  articule sorte  de  et  sou-  ou dans explicite,  ruissellement  p r e m o n i t o i r e . " E n f i n de compte, M . M a r c e l  se  temps.  des  chaque i n s t a n t  a l a Valse  dit-il,  dont on d i r a i t  s e r a u n drame,  qui n ' e s t  fadeur,  eprouve a t r a v e r s  chez M i s s Lehmann, " c e  sous nos pas ans,  sans  a n ' e n point douter  y est  Chaque emenement,  preformation.""A rdre  est  du t a l -  impond-  Mais L T I n v i t a t i o n a  au meme p l a n que l e s  instrument vierge  admire a u s s i ,  et  de K a t h e r i n e M a n s f i e l d . E t ce q u i l u i  c o n s c i e n c e neuve et encore  melanecliques  tendressejf  que  1'adolescence.  d'une f a n t a i s i e  de Rosamond l e h m a n n . I I  situe  incomparable,  fraiehes,  G-abriel M a r c e l ,  evoque  u n i o n de l a n a i v e t e  sans f u t i l i t e ,  delicate  soutient  chef-d'oeuvre  plus  ces  ne me semble pas  jamais  a quelle merveilleuse  gracieuses  Valse,  ait  "II  n'  que Rosamond Lehmann^apres h ' I n v i t a t i o n au p r e m i e r r a n g du roman f e m i n i n de  que nous l u i demanderons  de r e s t e r  egale a  tous  desormais,"  elle-meme."  E o u v e l l e Revue Prang a i s e , 1 9 2 9 , T . 3 5 . p . 4 H l . P o u s s i e r e , lehmann, M . A r l a n d . 2 . 1 ' E u r o p e H o u v e l l e , s e p t . 1 9 3 5 . "Rosamond Lehmann", G a b r i e l Marcel.  96  KATHERINE .MANSFIELD Mais l a p l u s selon les declare  Frangais,  qu'elle  confrerie parmi l e se  illustre  peporte  nombre des  des p l u s  eclaire  les  G.  le  d'ellipses, plus  d'existence  ravissante,  de d e t a i l s  simples,"  1. Revue des  coeurs  pensee 2  disparition  si  litterature  femme e t a i t  contes. et  ferme,  et  d i t M. G i l l e t ,  l u i suffit  Ils  riche  un des  plus  jamais  l e parfum n ' y t o u r n e On l a f e l i c i t e de  de s a p o e s i e et  faite "Les  "une s i l h o u e t t e ,  de d o u l e u r et  de  decrire  de s i l e n c e s .  pour evoquer en q u e l q u e s  admirent a u s s i  y trouvent  de b l a n c s imais d e c l a r e  de son a r t  justes  v i e , un|roman,une a v e n t u r e ,  Les Frangais  dans nos  siiaguliereraent  c o e u r a. l a n i a i s e r i e . "  avoir l ' a i r ,  une  ses  de f r a i s  parfaitement  sans  petite  o r i g i n a u x q u i eussent  louent  et  les  que " l a  ete  jeune  plus  de v i r g i n a l ,  au r a n e e ,  "sa  anglaises."  critiques  chose  des  sa maniere l e g e r e  et  dit  Jean-Aubry, " l a douceur y , e s t  jamais  a sa place  Gillet  f e m i n i n s auxqueIs l a  q u i eut  de c e t t e  et  lettres  Tous l e s quelque  purs  Louis  p r o c h e de l a p r i e r e . " Marc Loge  de s a mort et  Le g e n i e  contemDoraines 1  de d e v o t s ,  de K a t h e r i n e M a n s f i e l d p r i v e l a  precieux?  fins,  elle  esprits  avec une t e n d r e s s e  contemporaine d ' u n t r e s o r et  auteurs  Katherine Mansfield.  d'ames a m i e s ;  exprime son r e g r e t prematuree  femmes  a en F r a n c e son c e r c l e  secrete petit  c'est  des  d1abandon choses  un fragment  pages  de m e l a n c o l i e . "  s a maniere de p r e s e n t e r  ses  2 M o n d e s , l e 15 j a m . 1 9 3 4 . p . 4 5 6 . " K a s s , ou L a J e u n e s s e de K a t h e r i n e M a n s f i e l d " L . G i l l e t . 2 . R e v . H e b . j u i n , 1 9 2 3 . p . 1 1 6 . " K a t h e r i n e M a n s f i e l d " M. L o g s . 3 . R e v u e de P a r i s , l e 1 n o v . 1 9 3 1 . p . 5 7 . " K . M a n s f i e l d " G . J e a n - A u b r y 4.Revue des 2 M 0 n d e s , l e 15 d e c . 1 9 2 4 . " K . M a n s f i e l d " L . G i l l e t .  •  97  personnages,  qui, trouvent-ils,  sont  d'une v e r i t e  frappante.  K a t h e r i n e M a n s f i e l d p o s s e d e l a v e r t u e s s e n t i e l l e du c o n t e u r 1 declare G.Jean-Aubry, " l a faculte d ' e t r e a l a f o i s au-dedans t  et  a u - d e s s u s de ses  impersonnelle, sympathie. son art  elle  personnages", ne se  laisse .  elle  Foi?ain,"  dit-elle,  le  fut  faisant  c h o i s i entre  reste  "C'est  le  trait  parce  sa  e s s a i e de d e f i n i r de c r a y o n d ' u n  d ' u n coup j a i l l i r l e tous,  toujours  jamais e n t r a i n e r par 2  Mme. E l i z a b e t h T a s s e t - K i s s o l l e  de c a r a c t e r i s a t i o n .  trait  mais  qu'il  personnage.  contenait  1'essen-  tiel." II seduit •la  est les  lecteurs  c o n c i s i o n et  clarent car  evidant  qu'elle  elle  ourci  de ses  a renouvele  contes  II  fait  mures e t  declare;  psyehologie 3  de p a i r ,  d'antiques  femmes  de l e t t r e s  peine  aucune a u t r e ;  entendue, e'etait  le  qui l a mettait  anglaises;  q u i composent elle  ne p o u v a i t p l u s chose  Ils  de-  oonter  drame en r a c e nombreux a d -  elle  dans 1 ' i n n o m b r a b l e  quelque  de  l e mieux sa p l a c e  demoiselles  d'images,  enchantent.  u n de ses  " E n peu d ' a n n e e s  exceptionnelle,  hors  les  l a beaute  en A n g l e t e r r e l ' a r t  constate peut-etre  une s i t u a t i o n  qui, a  style  La f r a i c h e u r ,  de chaque n o u v e l l e . M . G i l l e t ,  litterature,  des  franqais.  a impregne d ' i n c i s i v e  mirateurs,  tout a  le  done que 1'oeutere de K a t h e r i n e M a n s f i e l d  dans  la  s'etait  b i e n en troupe le  apportait j a m a i s se  fait  avant, de dames  contingent une musique c o n f o n d r e avee  de h a r d i , de jeune  et  •  de p a r f a i t , q u i a v a i t l e charme et 1 ' e c l a t des f l e u r s r a r e s 1.Revue de P a r i s , l e 1 n o v . 1 9 3 1 . p . 5 7 . " K , M a n s f i e l d " G . J e a n - A u b r y S . G o r r e s p o n d a n t , l e 25 s e p t . 1 9 3 5 . p . 9 0 0 . " K . M a n s f i e l d " Mme.. E. Tasset-Kissolle. 3.Revue des 2 Mondes, l e 15 d e c . 1 9 2 4 . " K a t h e r i n e M a n s f i e l d " Louis G i l l e t .  98  et  naturelles;  rien  c'etait  de s u f f r a g e t t e .  Elle  moraux. Mais i l y a v a i t sorte  femme des p i e d s  en e l l e  de charme l o i n t a i n ,  devancieres  ne p o s s e d a i t  ne se m e l a i t  d'aborder  quelque chose  inaccessible, le  a la tete.  secret."  Elle les  n'avait  problemes  d ' u n i q u e , une  dont aucunede  ses  CONCLUSION Apres a v o i r c o n s i d e r ! 1 ' a c c u e i l que l e s F r a n g a i s ont • f a i t au roman b r i t a n n i g u e du vingtieme  s i e c l e , nous en  venons a l a c o n c l u s i o n gue l e u r i n t e r e t dans l e s l e t t r e s a n g l a i s e s e s t c o n s i d e r a b l e , et gue l e u r c r i t i q u e e s t en gene r a l t r e s j u s t e , t r e s saine et t r e s e c l a i r e e . l i s s ' i n t e r essent  a\i roman par-dessus t o u t , parse que l e roman e s t l e  p r i n c i p a l truchement q u i f a i t c e n n a i t r e 1 ' A n g l e t e r r e  al a  F r a n c e . Mieux que l a poesie q u i ne se t r a d u i t pas s i f a c i l e ment, i l  e e l a i r c i t l e car-act ere n a t i o n a l s Toute l a v i e de  1'Angleterre  s'y met au j o u r , et quel F r a n g a i s n ' h e s i t e r a i t  a en p r o f i t e r ? L ' A l b i o n , meme quand e l l e e s t p e r f i d e , ou contente  de s o i , ou peu a r t i s t i q u e , ou prude, s a l t  eveiller  s a c u r i o s i t e et s a c r i t i q u e . Et nous esperons que l ' i n t e r e t de nos v o i s i n s ne diminu e r a pas, c a r nous pouvons s i b i e n p r o f i t e r de l e u r s eommenta i r e s r a i s o n n e s . Heme s i l e s F r a n g a i s ont 1'idee que l e s roma n c i e r s a n g l a i s pour l a p l u p a r t ne se s o u c i e n t pas assez de l e u r m e t i e r et q u ' i l s sont t r o p souvent i n f l u e n c e s par l e puritanisme  du p u b l i c b r i t a n n i q u e , nous trouvons que l e u r s  jugements sont b i e n i n t e r e s s a n t s et rarement, i n i q u e s ov. prevenus. Frequemment l e u r s o p i n i o n s s'aceordent aux metres. Presque t o u j o u r s e l l e s temoignent d'une. v i v e e t genereuse appreciation del'oeuvre t e r r e ; et i l e s t a g r e a b l e  des romanciers contemporains en Anglede c o n s t a t e r que nos v o i s i n s d'  Outre-Manche peuvent admirer d'autres genies  que ceux de l e u r  pays, et q u ' i l s ne proclameht pas que " n u l n'aura du t a l e n t gue nous et nos amis." . 99.  LABJJ3LIOGEAPHIE Abel  C h e v a l l e y , T h e Modern E n g l i s h H o v e l , A l b e r t A . K n o p f , Hew Y o r k , 1 9 3 0 . T r a d u i t "par Ben Ray Redman.  * Andre C h e v r i l l o n , Three S t u d i e s i n E n g l i s h l i t e r a t u r e , W i l l i a m Heinemann l t d . 1923. L o n d o n . M . G . D e v o n s h i r e The E n g l i s h H o y e l i n P r a n c e 1830-1879 U n i v e r s i t y of London P r e s s , L t d . , 1 9 2 9 . Bene L a l o u , H i s t o i r e de l a l i t t e r a t u r e Cpntemporaine(1870 a nos j o u r s ) Les E d i t i o n s G . C r e s et C l e . P a r i s , . 1 9 2 4 , E„Legouis  Le  et 1. C azami a n , H i st o i r e de l a L i t t e r a t u r e L i b r a i r i e Hachette, P a r i s , 1924.  Correspondant,1917-1933.  L'Europe  Houvelle,1924-1934.  L e M e r c u r e de  Prance,1915-1935.  Les Nouvelles  Litteraires,  numeros  L a H o u v e l l e Revue F r a n c a i s e , la  Revue des  Deux  depareilles.  1920-1935.  Mondes,1900-1935.  L a Revue  Hebdomadaire,1917-1924.1930.  la  de  Revue  Paris,1900-1935.  Revue P o l i t i q u e LES  Anglaise  et  Litteraire,1900-1933.  CRITIQUES  Marcel Arland Joseph Aynard fiene L . B a i l l o n de W a i l l y Andre B e l l e s s o r t Gaston Bonet-Maurey L o u i s Cazamian Abel Chevalley Andre C h e v r i l l o n B e n j a m i n Cremieux H e n r i Davray Jaecmes D e l e b e c q u e Ramon F e r n a n d e z Rene G a l l a n d louis Gillet D a n i e l Halevy Edmond J a l o u x TeKior de Wyzewa I  G.  Jean-Aubry Lalou Charles V. Langlois Maurice Lanoire V a l e r y Larbaud E. legouis Marc l o g e Gabriel Marcel Andre M a u r o i s 1. P a u l - D u b o i s Andre V . P i e r r e Henri Pourrat F i r m i n Roz A l b e r t Thibaudet Marcel Ihiebaut G i l b e r t de V o i s i n s  -  TABLE DES MATIERES page Introduetion Chapitre  I  i-viii Le Roman d ' A v e n t u r e s (i)  Le Roman  (ii)  (iv) II  1-26  d'Aventures,1'Exotisme  Le Roman E a n t a s t i q u e Le Roman de l a Mer  Le Roman R e a l i s t e (i)  d'Imagination  Le Roman I m p e r i a l i s t s  (iii)  Chapitre  et  E i n du  (ii)  et  Social  27-48  Siecle  Le Roman C o n t e m p o r a i n  (iii)  Autres E c r i v a i n s  de  l'Heure  Presente Chapitre  III  Le>.Roman R e g i o n a l i s t e (i)  L'Angleterre  (ii) Chapitre  L'Irlande  IV Le Roman D ' A n a l y s e (i)  (iii) (iv)  64-90  Le Roman A u t o b i o g r a p h i q u e  (ii)  Chapitre  49-65  Le Roman  Psychologique  Le Roman du Monologue Le Roman  Interieur  Sensuel  V Le Roman E e m i n i n  91-98  Conclusion Bibliographie  !•  

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