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L'Orientalisme dans la poesie francaise du XIXe siecle Poole, Louise Eleanor 1934

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is j L 8 ORIENTALISMS DAMS LA POESIE ERANGAISE DU X I X e SIECLE r by -Louise Eleanor Poole Thesis submitted f o r the Degree of Master of A r t s i n the Department of Modern Languages LP The U n i v e r s i t y of B r i t i s h Columbia A p r i l ? 1934. A v a n t - P r o p o s V e n e r a b l e B e r c e a u d u monde, ou l ' A i g l e d' o r , Le S o l e l l . du m i l i e u d e s R o s e s e t e r n e l l e s „ Dans 1 ' e s p a c e e b l o u i q u i s o m m e i l l a i t e n c o r O u v r i t BUT 1 ' u n i v e r s l a s p l e n d e u r de s e s a i l e s . • • • J a e 0 t r e s s a i n t O r i e n t , q u i c o n c u s t o u s l e s D i e u x P u i s s a n t e v o c a t e u r d.es v i s i o n s s u b l i m e s . { L e c o n t e de L i s l e — L ' O r i e n t ) L ' O r i e n t I q u e l l e a b o n d a n o e de s u g g e s t i o n e t q u e l s s o u v e n i r s s o n t e v o q u e s p a r c e m o t - l a . Des 1 ' e n f a n c e on y a voyage' en i m a g i n a t i o n : de l a l e c t u r e d e s a v e n t u r e s m e r v e l l l e i i s e s de S into ad ou d ' A l a d d i n on se f o r m e une c o n -c e p t i o n de 1 ' O r i e n t q u i e s t colore"© d e c e t t e i m a g i n a t i o n f a n t a i s i s t e . R e g a r d e r 1 ' O r i e n t comme u n p a y s de f a n t a i s i e e t d ' a v e n t u r e g l o r i e u s e , v o i l a l a t r a d i t i o n o c c i d e n t a l e . M a i s comme t o u t e s l e s p e r c e p t i o n s qu'on r e c o i t d u monde e x t e r i e u r : l a c o n c e p t i o n de 1 " O r i e n t e s t r e l a t i v e . L e s e n t i m e n t de 1 . o r i e n t a l i e m e n 'a d ' i n t e r e t p o u r c h a c u n de n o u s qu'en f o n c t i o n de n o t r e s e n s i t o l l i e a s o n e g a r d : l e s e m o t i o n s s u s c i t e ' e s en nous p a r 1 * O r i e n t s o n t d'ordies d i v e r s . Une p e r s o n n e q u i e s t r e s t e e l o n g t e m p s dans un p a y s o r i e n t a l n ' e s t p a s f r a p p e e de 1 ' o r i e n t a l i s m e de c e p a y s . i i E s t - c e done, que l a f a m i l i a r i t e grandissante entre 1'Orient et 1•Occident r e s u l t e r a en un manque d 1 i n t e r e t a 1'egard des choses o r i e n t a l e s ? I I est bien p o s s i b l e . Pour nous, dans l a Golombie B r i t a n n i q u e l e Japon et l a Chine sont •depouilles d'une grande p a r t de l e u r o r i e n t a l i s m e . S i ce sentiment d ' o r i e n t a l i s m e est s i r e l a t i f , s ' i l se transforme de pays en pays, et de personne en personne, comment peut-on juger justement, sans pre'juges personnels, de 1 1 o r i e n -talisme d'une oeuvre l i t t e r a i r e ? Pour nous ce . probleme n'e x i s t e guere, i l y a tant de f a i t s qui nous s e r v i r o n t de guide. L 1 o r i e n t a l i s m e dans l a l i t t e r a t u r e a f a i t des progres a mesure que l a c i v i l i s a t i o n s'est repandue. G'est pourquoi nous com-meneons au X V I I e et au X V I I I 6 s i e c l e pour e t u d i e r l e s rapports entre l e progres du commerce et l a science de 1 1 o r i e n t a l i s m e . Sous avons consacre un c h a p i t r e e n t i e r aux sources l i t t e r a i r e s de 1'or i e n t a l i s m e romantique; c e t t e etude nous f o u r n i r a une comparaison i n t e r e s s a n t e entre 1•orientalisme de l a l i t t e r a t u r e etrangere et c e l u i de l a l i t t e r a t u r e f r a n c a i s e . ' De l a nous passerons aux O r i e n t a l e s de V i c t o r Hugo, symbole de I s i n t e r e t e v e i l l e a 1'Orient turo et espagnol. Get i n t e r e t se manifeste dans 1'oeuvre des autres poetes r o m a n t i q u e s d o n t nous e c r i r o n s dans l e chapi t r e s u i v a n t . Avec l a r e v e l a t i o n de 1'lnde par l e s recherches e r u d i t e s et archeologiques une nouvelle epoque commence pour 1 1 o r i e n t a l i s m e dans l a poesie, -- Leconte de L i s l e e s t l e maitre i n c o n t e s t a b l e de c e t t e nouvelle ecole d ' o r i e n -t a l i s m e . S i nous n'avons pas f a i t j u s t i c e au t a l e n t mer-v e i l l e u x de ce poete c'est a cause du manque de temps non pas de v o l o n t e . 3 n f i n , nous avons tSche de donner une ide'e de l a grande v a r i e t e manifestee dans 1'orientalisme vers l a f i n du s i e c l e . Tel done e s t l e p l a n de cet ouvrage» S i l e l e c t e u r y trouve autant de p l a i s i r en l e l i s a n t que l' a u t e u r a eprouve en 1 ' e c r i v a n t , c e l u i - c i sera bien content. 1. Cbapitre I . Q Q L'Orient en Prance au XVII e t au X V I I I s i e c l e : 1 •orientalisme dans l a l i t t e r a t u r e . En premier l i e u on a u r a i t pu e x c l u r e l e Moyen Age et l e siezieme s i e c l e de notre etude sur 1'orien-talisme , ear en r e a l i t e ce n ' e t a i t qu'apres 1650 que l a l i t t e r a t u r e f r a n e a i s e y manif es tai.t quelque c u r i o s i t e . S i nous commenpons au Moyen Age c'est que c e t t e epoque-la peut nous f o u r n i r p l u s i e u r s problemes de grand interest. Les m§mes q u a l i t e a qui c a r a c t e r i s e n t 1 ' e s p r i t du Moyen Age sont c e l l e s qui e t o u f f a i e n t 1 ' o r i e n t a l i s m e . Je veux d i r e l e manque de c u r i o s i t e et 1 ' e s p r i t r e l i g i e u x . L'un emp£cha l e d£veloppement de 1' i m a g i n a t i o n , 1'autre deforma l e s idees qui a u r a i e n t pu n a i t r e . I I y a v a i t done une impression d e l ' O r i e n t au Moyen Age. ,C'est un Orient colore' par l a haine du musul-man, une haine que l e s Groisades a v a i e n t p r o d u i t e . Les ouvrages du temps ne montrent aucune trace d ' i n t e r e t , a l'egard de l a v i e ou des moeurs de 1'Orient; pas de couleur b i z a r r e ou de costume p i t t o r e s q u e d'un pays qui e t a i t s i proche a c e t t e epoque. Mais l e s u j e t p r i n c i p a l , sans cesse renouvele dans tons l e s outrages, e t a i t l a l u t t e contre 1'infidele„ Un grand nombre de r e c i t s se rapportent a S a l a d i n 8 a sa p r o u e s s e f a ses v e r t u s , a ses voyages i n c o g n i t o dans l e s pays C h r e t i e n s . En 1258 f u t e c r i t un s i n g u l i e r Roman de Mahomet, par Alexandre du Pont. I I i l l u s t r e t r es bien l e s prejuge's r e l i g i e u x et v u l -g a i r e s du temps a l'egard de 1'Orient. Mahomet y e s t represents comme un imposteur qui preche une r e l i g i o n •foridee sur 1'aide d e j o n g l e r i e s p u e r i l e s . D'apres l ' o p i n i o n generale, Mahomet e t a i t avec A p o l l o n et J u p i t e r , une des i d o l e s qu'adoraient l e s S a r r a s i n s . G'est dans 1'epopee sur tout qa.'on a p e i n t 1'Orient; l a Chanson de Roland en est ban exemple. lo u s y trouvons m§me quelques mots arabes deformes, aj o u t e z - y quelque vague mention des s a r r a s i n s , c'est l a tout en fa.i t de couleur l o c a l e . Constantinople est l e cadre de nombreux romans et contes, mais i l n'y a pas d 1exotique dans ces ouvrages — toujours l e s choses bien connues et acceptees comme v r a i e s , — 1'harem mysterieux, c l o s par une b a r r i e r e de dra p e r i e s d'or, l e s i n t r i g u e s passionnees et l e s gens farouches. On 3 d i r a i t que, ne pouvant chasser l e s Turcs des L i e u x S a i n t s , on f a i s a i t des romans d i v e r t i s s a n t s a l e u r s depens i • . Mais 1'ignorance du Moyen Age e s t toujours chose s i n g u l i e r e en face de 1'evidence que nous avons d'un commerce assez developpe, entre l e s ports f r a n -c a i s et l e proche O r i e n t . On c o n n a i s s a i t deja l e s ep i c e s ; Gharlemagne r e c u t des cadeaux exotiques d•Haraud-Al-Raschid, mais l e s acheteurs ne semblent a v o i r eu aucune c u r i o s i t e . C ' e t a i t au XIX s i e c i e s e u l e -ment, d i t M. M a r t i n o , "qu"on sera assez nerveux et imp-r e s s i o n a b l e pour rev e r d'un voyage au Japon parce que 1'on 2. b o i t du the dans une tasse a l a p o r c e l a i n e h i s t o r i e e . " En p a r l a n t d e l ' e l e m e n t o r i e n t a l dans l a l i t t e r a t u r e du Moyen Age, on ne d o i t pas o u b l i e r que l a Grece byzantine f u t une source d i r e c t e , p a r t i c u l i e r e -ment pour l e s romans, D'abord c ' e t a i t par l ' l t a l i e qu'on c o n n a i s s a i t des contes o r i e n t a u x mais plus t a r d on t r a d u i s a i t directement du grec ces h i s t o i r e s qui sans doute e t a i e n t d ' o r i g i n e byzantine. E l o i r e et 1. P. Martino; L'Orient dans l a l i t t e r a t u r e E r a n c a i s e ; p. 11. 9 4 B l a n c h e f l e u r et ce b i j o u e x q u i s , Aucassin et i T i c o l e t t e , dont l e nom du heros re"vele quelque trace arabe, sont de ce genre. La musique du d e r n i e r est encore eonservee, temoignage de plus de 1'orientalisme du 'chant f a b l e ' . I I y a une scene a Torelore sans doute inventee par quelque auteur f r a n c a i s , qui e s t assez bon exemple de cet e s p r i t medieval, 1 ' e s p r i t q u i , ne voulant s a v o i r l e s f a i t s ? l e s i r a a g i n a i t , a u s s i grotesque, de forme's et m%me g r o s s i e r s que p o s s i b l e . On v o i t done que l a l i t t e r a t u r e medievale se montra presque tout a, f a i t i n d i f f e ' r e n t e a 1 'Orient. Dans l e s exemples que nous avons ci t e s pour i l l u s t r e r l e s traces d ' o r i e n t a l i s m e dans l e s outrages du temps, on s ' i n t e r e s s a i t toujours au ro"le que j oue 1'Occident dans l e s pays e'trangers, jamais a 1'Orient seal*..... 35.t c e l a se b o r n a i t au temps des Croisades. Au XV e et au XVI s i e c l e l e gout pour 1'Orient -e'tait mort. Sa r e -naissance v i e n d r a avec un nouveau monde de commerce, de c o l o n i s a t i o n et de c u r i o s i t e — avec l e dix-septieme s i e c l e . I I me semble s u p e r f l u de noter l e grand rapprochement entre 1 ' h i s t o i r e et l a l i t t e ' r a t u r e , car" vraiment, 1'une e s t l a r e f l e x i o n de 1'autre. Mais jamais i l n'a ete s i evident que dans l e s rapports de 1 ' o r i e n t a l i s m e et 1 ' a c t i v i t e commerciale, au com-mencement du XVII s i e c l e . Les voyages se m u l t i p l i d r e n t , 1'oeuvre de l a c o l o n i s a t i o n commenca, et l a l i t t e r a t u r e s ' i n t e r e s s a e n f i n a l'exotisme. Sous Henri IV f u t fondee l a corapagnie des Indes (1604-1615). R i c h e l i e u e t C o l b e r t encourageaient ce t r a v a i l , dans l a , c r e a t i o n de l a Compagnie de l a Chine en 1660, de l a Compagnie des Indes O r i e n t a l e s en 1665 et en 1670 l a c o n s t i t u t i o n de l a Compagnie du Levant. Cette oeuvre de c o l o n i s a t i o n c o n t r i b u a i t quatre courses d e f i n i e s dont se s e r v i r a l a l i t t e r a t u r e ; j e . veux d i r e , l e s r e c i t s de voyage, l e s r e l a t i o n s commerciales, l e s r e l a t i o n s p o l i t i q u e s et l e s documents des m i s s i o n n a i r e s . De ces sources v i e n -dront l e s aspects sous l e s q u e l s l e d i x-huitieme s i e c l e a vu 1 1 O r i e n t . Dans l e s premiers r e c i t s de voyage on l i s a i t toujours l e s monies choses, c ' e s t - a - d i r e , des d e s c r i p t i o n s des p l a n t e s , des animaux — de l a nature e x t e r i e u r e . l i s ne s 1 i n t e r e s s a i e n t pas a l'homme et aux moeurs d'un pays. Mais vers 1660 l e nombre des r e l a t i o n s de voyage redoubla tout d'un coup, v o i l a commencee 1'epoque de Tavernier, de Chardin et de B e r n i e r , et au X V I I I e s i e c l e on v o y a i t deux volumes par an de ces r e c i t s . G'est l ' l n d e qui t i e n t l a premiere p l a c e , puis l a Turquie, l e Japon et l a Chine. l i s devehaient toujours p l u s philosophiques en t r a i t a n t de t e l s s u j e t s que l e s recherches archeo-l o g i q u e s , l e s coutumes p o l i t i q u e s ? l e s dogmes r e l i g i e u x et l e s moeurs. Gn est frappe, dans ces d e r n i e r s r e c i t s , par l e manque de d e s c r i p t i o n , on ne d e e r i t jamais l e paysage p i t t o r e s q u e . Les r e c i t s de voyages ont f o u r n i s u r t o u t l a conception t r a d i t i o n n e l i e , que nous avons encore a u j o u r -d'hui, de l'homme d'Orient. 11 a p p a r a i t r a dans l a l i t -t e r a t u r e du X V I I I e s i e c l e , un £tre g e n t i l , bien e'leve, touj ours p o l i . On s' i n t e r e s s e r a beaucoup a sa r e l i g i o n , ' a ses s u p e r s t i t i o n s et a sa conception du p a r a d i s . Mais e'est de I'amour de l ' O r i e n t s u r t o u t que l e s l e e -teurs v o u l a i e n t s'informer. Ces r e c i t s e'taient done des sources p r i n c i p a l e s pour l e s e c r i v a i n s du X V I I I e s i e c l e — et i l s e t a i e n t l u s meme par ceux du dix-neuvieme. Avec 1' e v o l u t i o n des r e l a t i o n s coinmerciales f u t creee une i n f l u e n c e qui se rapporta directement a I 1 o r i e n -t a l i s m e ; c ' e s t - a - d i r e l e commerce des p r o d u i t s exotiques. Des l e commencement du X V I I 6 s i e c l e on v o y a i t p a r t o u t l e s c u r i o s i t e s , l e s b o i t e s de l a c , l e the et l e s porce-l a i n e s . On se souvient pourtant que c ' e t a i t 1'ambassa-deur du Grand Turc, aupres de Louis XIV, qui i n t r o d u i s a i t 1'usage du cafe aux f r a n c a i s . Les m i s s i o n n a i r e s a u s s i c o n t r i b u a i e n t a l a connaissance de choses exotiques. Le Pere Pontaney envoya en Prance une cargaison de pre-sents adresses par K'ang-hi a. Louis XIV. Une anecdote contee par Grimm montre Louis XV lui-meme conquis par l ' e s p r i t c h i n o i s et "on se souvient encore", d i t - i l , " q u ' i l y eut un moment ou toutes nos cheminees f u r e n t couvertes de magots de l a chine, et l a p l u p a r t de nos meubles dans l e gout chinois."''* Toujours c'est 1 ' a c t i v i t e p o l i t i q u e qui f o u r n i t une source abondante pour l a connaissance de 1'Orient. Ses r e c i t s des evenements m i l i t a i r e s dans l ' h i s t o i r e de l a Turquie, de l a Perse et de l'Inde i n f l u e n c e r e n t , e e l a l i t t e r a t u r e de XVH et X V I I I s i e c l e . Ges h i s t o i r e s 1. Gite par Goto: Les Premiers Echanges de C i v i l i s a t i o n : R. L. G.: v. 8: p. 617. 8. de guerre, comme a d i t M. Mar t i n o , ont decide l e s Erancais a imaginer l ' O r i e n t comme un pays de passions et de v i e in t e n s e . Le Ba.jazet de Racine en est l e plus frappant exemple. I I y a encore un autre aspect des r e l a t i o n s p o l i t i q u e s : 1'importance des ambassades. Des l e rdgne de Louis X I I I 11 y a v a i t une source inep.uisable d ' i n f o r -mation assez j u s t e sur l ' O r i e n t dans l a correspondence personnelle des ambassadeurs. On s a i t que Segrais et Racine e t a i e n t i n f l u e n c e s par M. de l a Haye, a son r e t o u r de C o n s t a n t i n o p l e . E t M o l i e r e l e c o n n a i s s a i t t r e s bien. Avec l e s ambassades o r i e n t a l e s en Erance, v o i l a en apparence, du moins, l e v r a i O r i e n t . Dans l e s memoires de l a cour de Louis XIV on trouve des d e s c r i p t i o n s norn-breuses de ces evenements incomparables. On comparait souvent l a splendeur de 1'equipage et l e luxe des costumes de ces ori e n t a u x a l a g l o i r e du Roi S o l e i l lui-meme. La mise en scene de Soliman Muta Eerraca en 1669 a v a i t ete "suffisamment theat^i'cale pour charmer 1 • imagination 1 badaude du p u b l i c . " 1. Martino: op. c i t . : p. 5. Le rapport entre ces v i s i t e s et l e s commence-ments d'exotisme dans l a l i t t e r a t u r e e st b i e n i l l u s t r e p l u s i e u r s f o i s . Les L e t t r e s Persanes de Montesquieu f u r e n t p u b l i e e s en 1721 — 1'annee de l'ambassade de Mehemet Eff e n d y , en 1742 parut l e Mo namet de V o l t a i r e , s i x mois a peine apres 1'entree dans P a r i s de Said Mehemet Pacha. Pour l a premiere f o i s , j e p a r l e maintenant des ambassades du X V I I s s i e c l e , l e grand p u b l i c f r a n c a i s r e c u t un contact — s u p e r f i c i e l bien entendu — mais un contact r e e l avec l e v r a i O r i e n t . Je ne veux pas conclure c e t t e etude m a t e r i e l l e du developpement de l a connaissance des choses o r i e n t a l e s , :s.ans montrer 1' importance du v$le qu'y jouent l e s mis- .' s i o n n a i r e s , car c'est par 1 ' i n s t i g a t i o n des J e s u i t s que l a c i v i l i s a t i o n de l a Chine se f i t connaI'tre dans 1 'Europe Jaloux du succes des P o r t u g a i s , qui a v a i e n t envoye des m i s s i o n n a i r e s en Chine en 1557, Louis XIV y i n t r o d u i t l e s f r a n c a i s en 1688. G'e'taient ces gens-la qui a l l a i e n t fonder une nouvelle conception de l a Chine. Ceux qui y venaient pour c i v i l i s e r l e s barbares trouverent une c i v i l i s a t i o n plus ancienne que l a l e u r , i l s se mirent a 1'etudier et a l a de c o u v r i r aux E r a n c a i s . 10. A i n s i f u r e n t p u b l i e s nombreux l i v r e s contenant^ des informations touchant l e c l i r n a t , l e commerce, 1* i n -dustries, l a c i v i l i s a t i o n et l e s i n s t i t u t i o n s de l a Chine. En 1702 parurent Les L e t t r e s e d i f i a n t e s et curieuses du Pere du Halde, en 1696 l e s Mouveaux memo i r e s sur l ' e t a t  present de l a Chine du Pere Le Compte, et en 1735 l a D e s c r i p t i o n de l a Chine de Du'Halde -- v o i l a t r o i s t i t r e s p r i n c i p a u x d'une longue l i s t e . Le s e u l defaut que M. Goto a i t reproche aux m i s s i o n n a i r e s "c'est que l e u r con-naissance trop exacte du v o c a b u l a i r e l e u r a i t f a i t prendre souvent au pied de l a l e t t r e l e s exagerations c ou turn i ere s du langage. Ce qu'on admirait. dans l a Chine e { e t a i t cet a r t m e r v e i l l e u x de gouverner ces i n s t i t u t i o n s p o l i -t i q u e s , l a j u s t i c e bien rendue, l a p o l i c e bien c o n t r o l e e , 1 ' a g r i c u l t u r e encouragee et recompensee par 1•empereur. On pense par contraste a, l a d e s c r i p t i o n de l a Bruyere ' des paysans f r a n c a i s ; et on n 1 e s t pas s u r p r i s de v o i r V o l t a i r e c h o i s i r l a Chine pour symboliser un 6 t a t i d e a l . Surtout on a d m i r a i t l e s idees philosophiques et l a morale c h i n o i s e . V o i c i , en toute apparence, l a f a m i l i e fondee 1. Goto: op. c i t . : p. 416. 11. sur l a piete" f i l i a l e et 1'amour p a t e r n e l , un e'tat superieur qui a v a i t comme base l e p e u p l e . ' - A i n s i f u t repanduCen Europe l a nouvelle idee de l a Chine — e t au meme temps une nouvelle p h i l o s o p h i c -- c e l l e de Confucius. C'est l a p h i l o s o p h i c du j u s t e m i l i e u , l a morale fondee sur 1'amour f i l i a l , sur l e sentiment d ' a f f e c t i o n qui attache l e pere et l e f i l s . Les encyclopediates t r o u v a i e n t dans ces d o c t r i n e s , que Confucius p a r t a i t de l a r a i s o n pour r e c t i f i e r l a nature et l a s o c i e t e humaine. V o l t a i r e l ' a d ~ m i r a i t ; 1'influence de l a Chine se m a n i f e s t a i t a t r a v e r s toute son oeuvre: " L ' e s p r i t humain ne'peut certainement imaginer un gouvernement m e i l l e u r que c e l u i ou tout se decide par de grands tribunaux subordonnes l e s uns aux a u t r e s , dont l e s membres ne sont recus qu'apres p l u s i e u r s examens severes. Tout se r e g i e a l a Chine par ces tribunaux ... Que 1'on SC prosterne devant l'Empereur co mme devant un Dieu, que l e moindre manque de respect a sa personne s o i t puni s e l o n l a l o i comme un s a c r i l e g e , c e l a ne prouve certainement pas un gouvernement despotique e t a r b i t r a i r e . Le gouvernement despotique s e r a i t c e l u i ou l e p r i n c e p o u r r a i t , sans co n t r e -v e n i r a l a l o i , d ter a un c i t o y e n l e s biens ou l a v i e , sans 12. forme et sans autre r a i s o n que sa v o l o n t e . Or, s ' i l y eut jamais un S t a t dans l e q u e l l a v i e , 1'honneur et l e b i e n des hommes a i e n t 6te prote'ges par l e s l o i s , c'est 1'Empire de l a Chine." (.L'Easai sur l e s Moeurs; Ch. CXGV: "De l a Chine au X V I I s S i e c l e . ) A i n s i par l a r e v e l a t i o n de 1'Extreme A s i e l a l i t -t e r a t u r e et l e gout p u b l i c recurent un e l a n nouveau. On ne peut c o n t e s t e r aux J e s u i t e s l e merite d'avoir donne a 1'Europe une image nouvelle de 1'Orient, et determine vers l e s pays exotiques un mouvement general de sympathie et d ' a t t e n t i o n * Pendant ces deux s i e c l e s , done, e t a i t nee l a science de 1 ' o r i e n t a l i s m e . E l l e se v u l g a r i s e r a par l a connaissance de nombreuses oeuvres savantes, h i s t o r i q u e s et geographiques. H L ' o r i e n t a l i s m e , " d i s a i e n t l e s d i c t i o n -n a i r e s , "'est l a s c i e n c e , l a connaissance de 1 ' h i s t o i r e , des langues des peuples o r i e n t a u x . ' I I semble b i e n en e f f e t que l'une et 1'autre s o i e r i t i n s e p a r a b l e s et qu'on ne puisse e t u d i e r vraiment 1 ' h i s t o i r e - d e s nations d'Asie sans connaitre l e u r s langues et l e u r s l i t t e r a t u r e s . """" Vers 1760 1 ' h i s t o i r e de 1'Orient longtemps ignoree e t a i t 1. Martino: op. c i t . : p. .136. 13 de-venue une r i c h e s s e s o l i d e et estimee. Cette etude pure-men t i n t e l l e c t u e l l e , e l l e p r o d u i r a au dix-neuv ieme s i e c l e l e goQt des p h i l o s o p h i e s o r i e n t a l e s . Meme plus que l e s h i s t o i r e s l e s t r a d u c t i o n s apprenaient au p u b l i c I ' e x i s t e n c e d'une l i t t e r a t u r e a s i a -tique et des oeuvres des savants o r i e n t a u x . Mais on igno r a I 1epopee de 1•Inde, et l e l y r i s m e c h i n o i s , et meme l a poesie arabe. Ge qu'on t r a d u i s a i t s u r t o u t c'e'taient des oeuvres p h i l o s o p h i q u e s : 1"islamisme, l e s dogmes de Zoroastre, l a p h i l o s o p h i e de Confucius. C'est 1 1 epoque des encyclopedia tes et l a rev eolation s c i e n t i f ique de l ' O r i e n t f u t plus d'une f o i s detournee au p r o f i t de l a l i b r e pense'e. Cependant l e s t r a d u c t i o n s e t a i e n t nombreuses dans un autre genre, c e l u i des contes. En 1704 apparurent l e s Mi l i e et une Huits t r a d u i t e s par Gal l a n d , et en 1707 le s M i l i e et un Jo u r s . "Les coutumes et l e s moeurs des ori e n t a u x , l e s ceremonies de l e u r r e l i g i o n , 1 1 d i t l e pre-mier avertissment des M i l l e et une N u i t s , " y sont mieux marquees que dans l e s r e l a t i o n s des voyageurs." Gette oeuvre de t r a d u c t i o n r e c e v a i t une grande impulsion par l a se'rieuse r e s u r r e c t i o n des langues o r i e n t a l e s . C o l b e r t 14. a v a i t envoye de jeunes gens dans l e Levant pour apprendre l e langage. A p a r t i r de ce temps l e s tr a d u c t i o n s redoub-l e r e n t . Cependant i l ne f a u t pas o u b l i e r que l e s c c n n a i s -sa.nces des langues o r i e n t a l e s f u r e n t l i m i t e e s a. un tout p e t i t nombre de savants* Dans c e t t e longue e v o l u t i o n , (car i l y a un l e n t p r o g r e s ) , de l a science de 1 • o r i e n t a l i s m e , i l y a toujours une n a t i o n dominante en vogue. Tour a tour ces nations ont colore* l a conception de 1 1 O r i e n t . La Chine e s t c a r a c t e r i s e e par l a p h i l o s o p h i e s l a Perse par l a s p i r i t u a l i t e et l'Inde par 1'humanitarisme. M. Martino trouve t r o i s grandes epoques dans 1 ' h i s t o i r e de 1»orientalisme pendant ces deux s i e c l e s . La premiere e s t au XVII s i e c l e quand l a Turquie et l a Perse f u r e n t dominantes; l a seconde commenca a p a r t i r de 1700 avec l a connaissance de l a Chine, quand " l e s pagodes se m u l t i p l i e r e n t sur l e s chemine'es, et 1 1 i n f l u e n c e du j a r d i n c h i n o i s se f a i t s e n t i r . Puis 1' Inde a 11 i r a 1 ' a t t e n t i o n du p u b l i c des 1760. Les causes de ces nouveaux i n t e r e t s nous l e s avons etudie e s , i l ne r e s t e maintenant que de t r a c e r 1 ' e f f e t dans l a l i t t e r a t u r e des deux s i e c l e s . Q Au XVII s i e c l e avec son i d e a l c l a s s i q u e et 1. Baldensperger: Ou 1'Orient et 1'Occident s ' a f f r o n t e d R. L. C.: V. 2: p. 9. 15 e t r o i t i l y a v a i t une tendance de l i e r 1 ? o r i e n t a l i s m e avec 1 1 i m a g i n a t i o n , car l ' O r i e n t de ce s i e c l e , en d e p i t de tous l e s ouvrages, des t r a d u c t i o n s et de 1 ' a c t i v i t e ge'ne-r a l e envers l e Levant, e t a i t un Orient purernent d' imagi-n a t i o n . 11 e t a i t vraiment impossible au p u b l i c de s ' i n t e -r e s s e r a cet O r i e n t , q u ' i l ne v o i t pas ordinairement. V o i t u r e avoue q u ' i l ne s a i t pas "comme sont f a i t e s l e s beautes d ' A s i e . " 1 On me d i r a que l ' O r i e n t du X I X s s i e c l e a v a i t pour l a p l u p a r t , une i n t e r p r e t a t i o n imaginee — mais c e t t e epoque f a v o r i s a i t la, pensee f a n t a i s i s t e — c e l a devint r e a l i s t e p l u s t a r d . Mais l e probleme du X V I I s [ s i e c l e e t a i t de c o n c i l i e r une chose 'bar bare'—1'imagina-t i o n , et l ' e s p r i t severe du c l a s s i c i s m e . Ainsi» dans l e s grands e c r i v a i n s nous trouverons quelques traces bien maigres d'un o r i e n t a l i s m e t r e s deforme qui ne merite a peine l e nom. S i nous etudions 1 ' h i s t o i r e de 1 ' o r i entalisme en plus grand d e t a i l que 1 ' o r i e n t a l i s m e dans l a l i t t e r a t u r e , c'est parce que l e premier aspect est plus important a l'egard de l a l i t t e r a t u r e du dix-neuvieme s i e c l e . B'abord, l a l i t t e r a t u r e chercha dans l ' O r i e n t . ce qui pouve.it s a t i s f a i r e 1'imagination, a i n s i c'est par 1. C i t e par Martino: op. c i t . : p. 40. 16. l e roman que l'exotisme commenca. Jusqu'a 1650 l e s romans a personnages c h i n o i s , persans ou t u r c s sont en somme assez nombreux. Le premier p a r a i t vers 1630. L'Astree e s t un bon exemple de l'exotisme dans l e roman — une h i s t o i r e persane avec r i e n de Perse. I I y a une absence com-p l e t e de couleur ' l o c a l e , un manque absolu de sentiment exotique. L ' a p p a r i t i o n des Mi l i e et une ITuits trans forma completement l e roman f r a n c a i s exotique — j u s q u e - l a i l semble que l e l e c t e u r ne s e n t i t aucune c u r i o s i t e envers l e s pays l o i n t a i n s . G r e b i l l o n P i I s i l l u s t r e t r e s bien combien on ignore l e s l i t t e r a t u r e s o r i e n t a l e s . Dans l e Sopha, qui pretend §tre une t r a d u c t i o n , 1'influence des M i l i e et une Huits est t r e s apparente. Mais dans sa preface de Tanzai et Meadarne' i l exprime 1 ' a t t i t u d e de son s i e c l e ; "Les l i v r e s orientaux sont touj ours remplis de f a t r a s et de f a b l e s absurdes; l e s R e l i g i o n s des Peuples de 1'Orient ne sont fondees que sur des contes q u ' i l s mettent p a r t o u t , et qui s e r a i e n t a u s s i r i d i c u l e s pour nous q u ' i l s sont venerables pour eux. Ces r e l i g i e u s e s f o l i e s donnent a l e u r s E c r i t s un a i r b i z a r r e q u i a pu p l a i r e dans sa nou-veaute, mais qui est trop r e b a t t u aujourd'hui pour que 17. l e Lecteur l u i trouva*t des graces — l e s e t r e s imaginaires fondent et denouent l e s t r o i s quarts de l e u r s l i v r e s et qu pique i l s donnent souvent l i e u a des evenements s i n -g u l i e r s , on s'ennuye de ne v o i r jamais sur l a scene que ces memes Acteurs et c e l a marque une s t e r i l i t e d'imagination qui impatiente." P u i s i l t a c h a i t d 1excuser '1'extravagance' de son oeuvre. "Pour l e fond, i l peut e t r e extravagant ( l e conte de' Tanzai et de Efeadarne) mais c'est vraisem-blablement l a faute de 1 ' o r i g i n a l . On a u r a i t t o r t d'exiger de 1' imagination d 'un c h i n o i s , l a r e g u l a r i t e et l e gout, qui b r i l l e n t dans nos auteurs f r a n c a i s . " Pa I'm i tous l e s "grands e'crivai ns" c l a s s iques i l n'y a que deux qui s' i n t e r e s s a i e n t a. l ' O r i e n t — Racine et M o l i e r e . Le Bourgeois Gentilhomme et Bajazet sont de remarquables exceptions d'une l i t t e r a t u r e i n d i f f e r e n t e a. 1' exotisme — j e veux d i r e l a l i t t e r a t u r e de Bossuet et de B o i l e a u . Comment Racine a v a i t - i l ose c h o i s i r une scene o r i e n t a l e pour sa tragedie? L 1eloignement du pays, l a meconnaissance des moeurs de ce pays, c e l a j u s t i f i a son choix. "Q,uelques l e c t e u r s p o u r r a i e n t s 'etonner qu 'on ose mettre sur l a scene une h i s t o i r e s i recente — mais 18. on l e s ( l e s Turcs) regarde de bonne heure coinme anciens. Ge sont des moeurs et des couturaes toutes d i f f e r e n t e s . Nous avons s i peu de commerce avec l e s p r i n c e s e t l e s autres personnes qui v i v e n t dans l a s e r a i 1 que nous l e s considerons pour a i n s i d i r e comme l e s grecs qui v i v e n t dans un autre s i e c l e que l e notre. "-1-Au s u j e t de 1'orientalisme de Bajazet l e s opinions d i f f e r e n t . H. Martino d i t que l a tragedie o r i e n t a l e n ' e x i s t a i t p o i n t avant B a j a z e t . I I s ' a g i t de determiner done, 1'orientalisme de cet ouvrage. "Au compte-la. Racine a f a i t dans Bajazet de l a couleur l o c a l e a u s s i bien 'et j e d i r a i mieux que V o l t a i r e , Vigny ou V i c t o r Hugo.11: Examinons l a j u s t i c e de c e t t e remarque. Q,uelles e'taient l e s sources de Bajazet? Racine admet qu * i l d o i t beaueoup a M. de l a Haye. ambassadeur de France a Const a n t i n o p l e , et a M. de Gesy qui f u t i n -s t r u i t de toutes l e s p a r t i c u l a r i t e s de l a rnort de B a j a z e t . L 1 H i s t o i r e de 1'etat present de 1'Empire ottoman t r a d u i t e de 1'anglais par M. B r i o t , 1670 f u t une de ses sources p r i n c i p a l e s — et l'Abrege de 1 ' H i s t o i r e des Turcs de Du 1. B a j a z e t ; Deuxieme P r e f a c e : p. 492. 2. Martino: op. c i t . : p. 488. 19. Y e r d i e r 1665. L ' h i s t o i r e done d e v a i t e t r e authentique — e l l e e t a i t du mo i n s basee sur des f a i t s . Mais ce n ' e t a i t pas a l a v e r i t e h i s t c r i q u e que Racine s ' i n t e r e s s a i t . "La p r i n c i p a l e chose a quoi j e me s u i s attache c'a e'te de ne r i e n changer n i aux moeurs n i aux coutumes de l a n a t i o n . " 1 Peut-etre q u ' i l n'a pas change l e s moeurs, mais y v o i t - o n des moeurs a changer? Q,ue d i s a i e n t ses contemporains qui ne s a v a i e n t pas plus que l u i de ce suj e t? "Le personnage de B a j a z e t est glace l e s moeurs des Turcs y sont mal observee% i l s ne f o n t tant de f8.90ns pour se m a r i e r , " 2 d i t Madame de Sevigne. Segrais a v a i t une opinion plus j u s t e : "11 n'y a pas un s e u l personnage dans l e Bajazet qui a i t l e s sentiments qu'i1 d o i t a v o i r et que 1'on a a Constantinople; i l s ont tous sous un h a b i t turc l e sentiment qu'on au m i l i e u de 3 l a France."- Mais quels sentiments d o i t - o n a v o i r a. Con-s t a n t i n o p l e ? Ces gens v o u l a i e n t - i l s un Orient plus bar-bare? Mma de Sevigne' o u b l i e l e s i n t r i g u e s des passions du s e ' r a i l — dont nous svons p l u s i e u r s exemples. En e f f e t , s 1 i l y a un o r i e n t a l i s m e dans Ba j a z e t 1. Bajazet: Premiere Preface: p. 488. 2. B a j a z e t : Deuxieme Preface: p. 461. 3.Ibid: p. 463. c'est dans l a peinture des passions. Dans toutes lea tragedies de Raoine i l y a un element qui semble t r e s o r i e n t a l . Pourquoi done ne pouvons-nous appeler B a j a z e t tragedie o r i e n t a l e ? Parce q u ' e l l e manque d"atmosphere. E t supposons q u ' i l y a i t l a p o l i t i q u e des s u l t a n s et des •viziers$> l e s r e v o l t e s h a b i t u e l l e s du p a l a i s et des armees — i l ne sera pas un s u j e t o r i e n t a l sans l e l y r i s m e de l a d e s c r i p t i o n et du cadre et l e s t y l e l i b r e et exotique. Mais revenons au s u j e t des passions. Racine a ete c r i t i q u e pour a v o i r p e i n t ses personnages d'un pinceau trop f i n et d e l i c a t . On d i t que ses femmes sont trop savantes en amour pour des femmes barbares — mais "y a - t - i l une cour au monde ou tant de r i v a l e s sont enfermes ensemble, et ou toutes ces femmes n'ont p o i n t d'autre etude dans une e t e r n e l l e o i s i v i t e , que d'apprendre a p l a i r e et a se f a i r e aimer. ""^  En v e r i t e Racine a b i e n p e i n t ces f u r e u r s sauvages du s e r a i l , l e s emportements " e f f r e n e s " de l a femme barbare. Roxane n'est pas l a femme typique de 1'Orient — mais e l l e peut e"tre de 1 'Orient, une autre Bur Mahal. On v o i t qu'en r e a l i t e l e Bajazet de Racine n'est 1. B a j a z e t ; Deuxieme Pr e f a c e ; p. 493. o pas un 1 s u j e t t u r c ' •— c'est un drame dont l a scene e s t en Turquie. Au l i e u de peindre des moeurs o r i e n t a l e s pour 1 ' o r i g i n a l i t e de l e u r couleur et de l e u r exotisme, i l a p e i n t l a p a s s i o n . Gette tragedie "est l a Turquie comme l e grand Gyrus e s t l a Perse, une Perse vague et c l a s s i q u e dont l e nom n'evoquait dans l e s imaginations r i e n de t r e s d i f f e r e n t de ceux de Rome ou de l a Grece. 1 , 1 J ' a j o u t e r a i s que Racine a f a i t quelque chose de tout a f a i t nouveau dans l a tr a g e d i e . 3 ' i l n'a pas f a i t une oeuvre d'exotisme, i l a represente du moins l a not i o n commune de 1'Orient au X V I I e s i e c l e . L ' o r i e n t a l i s m e dans l a comedie parut plus t a r d que dans l a t r a g e d i e . M o l i e r e e c r i v i t l e Bourgeois G e n t l l -homme en 1670, i n f l u e n c e , comme nous avons vu, par 1'ambas-sade de Soliman Muta P e r r a c a . A v r a i d i r e i l n'y a pas d'exotisme dans l a p i e c e . E l l e nous e s t i n t e r e s s a n t e parce q u ' e l l e represente l a reac-t i o n du peuple v i s - a - v i s de 1'ori e n t a l i s m e du temps. C'est une preuve qu'on montra heaucoup de c u r i o s i t e envers des choses turques. Je veux d i r e que M o l i e r e ne 1 ' a u r a i t pas r i d i c u l i s e e s i e l l e n ' a v a i t ete t r e s evidente. Ce-1. B r u n t i e r e : Sur l ' O r i e n t dans l a l i t e r a t u r e f r a n c a i s e ; R. D. M. 1 Oct., 1906: p. 695. ' 2 2 o pendant i l f a u t se souvenir que c e t t e piece o r i e n t a l e n'a s e r v i qu'a i n t r o d u i r e l e b a l l e t t u r c . On ne f i n i t pas d'admirer l a prodigieuse a c t i v i t e de V o l t a i r e dans 1'oeuvre d'orientalisme» Quand l a vogue se detourne de l a Perse a l a Turquie ou a l a Chine, i l e s t l e premier a e x p l o i t e r ce nouveau t e r r i t o i r e . I I r e c o n n a i t avant tous 1'importance de l a connaissance de 1'Inde et ce q u ' e l l e a l l a i t nous apporter. I I e s t v r a i q u ' i l u t i l i s a i t 1'Asie au p r o f i t de l a t o l e -rance — un symbole de ses idees s o c i a l e s et p o l i t i q u e s , mais c e l a ne dirninuaiS p o i n t 1 • importance de sa c o n t r i b u -t i o n a 1 ' o r i e n t a l i s m e . I I a touj ours represented 1'Orient comme i l e'tait vu par ses contemporains —• jamais i l ne I'a deforme par sa propre pensee., I I s ' inte'ressai t vivement a 1 • Inde -- v o i l a ce Q qui e st s i g n i f i a n t pour notre etude du XIX s i e c l e . l e s r e c i t s des voyageurs, V o l t a i r e e trouva, e t a i e n t des sources souvent tres s t e r i l e s . , Tavernier "p a r l e p l u s aux marchands qu'aux philosophes et ne donne guere d • i n s t r u c t i o n que pour connaitre l e s grandes routes et pour acheter des d i a -mants. 1 , 1 E t i l f i t des reproches a B e r n i e r d 'avoir meprise 1. Debidour: L'Indianisme de V o l t a i r e ; R. 1. C. V o l . 4: p. 27. " ~~ ~ 2 3 » completement l a c i v i l i s a t i o n hindoue. Mais i l l e u r emprunta quelques episodes exotiques — par exemple l a baignade des Hindous dans l e Gauge l o r e d'une e'clipse -~ e t i l l e s em-p l o y a i t dans l e s contes ou i l donnait l i b r e c a r r i e r e a, sa pensee f a n t a i s i s t e . Ironiquement c'est dans l e s oeuvres des m i s s i o n -na i r e s j e s u i t e s que V o l t a i r e trouva des s u j e t s pour ses t r a i t e s philosophiques — principalement dans l e s fameuses L e t t r e s E d i f i a n t e s et Gurieuses. E t V o l t a i r e ne se s e r v i t de son e u l o g i e de l ' l n d e que dans sa d e s t r u c t i o n des abus de 1'Eglise et l a Societe'. Dans sa t r a g e d i e de Z a i r e , V o l t a i r e e t a i t i n s p i r e sans doute de Racine -— et peut-etre de M o l i e r e * Quant a 1 ' o r i e n t a l i s m e , M. B r u n t i e r e a d i t , "H'etant pas d i f f i c i l e j e ne s u i s pas exigeant en f a i t de couleur l o c a l e s et puisque M i c h e l e t pretend qu'Grosmane ne ressemble pas mal au S a l a d i n de 1 ' h i s t o i r e chevaleresque et gene"reux, quelques negres avec c e l a , des sofas et des turbans me sont une P a l e s t i n e suffisamment a u t h e n t i q u e . 1 , 1 Mais c e l a ne s u f f i t pas — pour M. B r u n t i e r e 1'orientalisme de Z a i r e est chose t r e s secondaire et peu important. 1. B r u n t i e r e : A propos d'une Reprise de Z a i r e ; R. D. M. : Dee. 1, 1888. 24. Mais i l f a u t l e d i r e , i l n 'y a pas de v r a i o r i e n t a l i s m e dans Z a i r e . I I y a dans l a p e i n t u r e des moeurs turques une f o u l e de d e t a i l s , de mots, de s o u v e n i r s . On p a r l e du soudan, du s e r a i l , de Mahomet;, du Jourdan et de l a S y r i e . Quant aux sentiments i l s sont p l u s f r a n c a i s que ceux dans l e Bajazet de Racine. L'importance de V o l t a i r e ne c o n s i s t e pas en l a q u a l i t e de son o r i e n t a l i s m e mais en sa q u a n t i t e . - I I f a i s a i t c o nnaitre ces pays au grand p u b l i c . Ibus avons trace 1 * o r i e n t a l i s m e dans l e s grands genres de I'epoque c l a s s i q u e . I I y en a un mo i n s important qui montre bien 1'usage qu'on f a i s a i t des s u j e t s o r i e n -taux dans l e monde de l a p h i l o s o p h i e et de l a s a t i r e . G'es t l e genre de l e t t r e s pseudo-etrangeres, qui eut ses com-raencements au XVII s i e c l e dans Les L e t t r e s d'un Espion Turc de Marana. Dans ces premiers exemples l e s d e t a i l s h i s t o r i q u e s et p i t t o r e s q u e s e t a i e n t plus importants que l a c r i t i q u e i n t e l l e c t u e l l e q u i carac te'rise c e l l e s du X V I I I e . s i e c l e . On g a r d a i t l e cadre, c ' e s t - a - d i r e l a l e t t r e e c r i t e par 1 ' o r i e n t a l observant, mais l a peinture devenait c e l l e des moeurs contemporaines f r a n c a i s e s . Les L e t t r e s Persanes de Montesquieu s'attachent 25 p l u t o t au genre c r i t i q u e q u ' a r t i s t i q u e . L'Usbek de Mon-tesquieu e s t toujours en Prance e t sa c r i t i q u e des moeurs f r a n c a i s e s est bien plus i n t e r e s s a n t e que l e r e c i t des q u e r e l l e s de ses femmes dans l e s e r a i l . JSn some, done, 1 ' o r i e n t a l i s m e , comme nous l e concevons, n'a pas contribue a l a l i t t e r a t u r e du X V I I e et X V I H e s i e c l e . La r a i s o n se trouve naturellement dans l e s t r a d i t i o n s et l a nature de 1 ' e s p r i t c l a s s i q u e . Mais i l y a v a i t des commencements, s i l a l i t t e r a t u r e de ces s i e c l e s n'en a pas prof i te*, i l s n'auront pas ete tout e N en v a i n . Gar l e XIX s i e c l e va se s e r v i r de ce grand t r a v a i l d ' h i s t o i r e e t de p h i l o s o p h i c , comme l a tease d'autres oeuvres. L'Orient a perce 1 ' i n d i f f e r e n c e de 1'Occident, i l s'est degage de l a confusion des con-naissances medievales. 11 n'a besoin maintenant que d'un monde renouvele par l e s f a c i l i t e s modernes, d'un e s p r i t romantique, pour i n q u i e t e r un j o u r quelques e s p r i t s comme P l a u b e r t : "Penser que peut-etre jamais j e ne v e r r a i l a Chines que jamais j e ne m'endormirai au pas cadence des chameaux, que jamais peut-etre j e ne 26.. v e r r a i dans l e s f o r e t s l u i r e l e s yeux d'un t i g r e a ccroupi dans l e s bambous.' ( l e t t r e , Oct. 1847. ) 1 1. Cits' par Martino: op. c i t . : p. 361. 27. O h a p i t r e I I . Romantisme e t O r i e n t a l i s m e - " A f f r a n c h i r l ' a r t , t e l f u t , a v a n t t o u t , l e b u t du romantisme- Q,ue l e r o m a n t i s m e se t o u r n e v e r s l a G r e c e . ou v e r s l e moyen &ge C h r e t i e n e t n a t i o n a l , q u ' i l emprunte a l a p o e s i e du n o r d q u e l q u e c h o s e de s a m e ' l a n c o l i e pe'ne-t r a n t e ou q u ' i l a i l l e j u s q u e d ans 1 ' O r i e n t c h e r c h e r l a l u m i e r e e t l a c o u l e u r , ce q u i c o n c i l i e l e s unes a v e c l e s a u t r e s t a n t d • i n s p i r a t i o n s d i v e r g e s dans l e s e i n de l a meme e c o l e , c ' e s t q u ' i l a t o u j o u r s eu p o u r d e v i s e l a l i -b e r t e de 1 ' a r t . u l Dans c e t t e e'tude j e ne v e u x pas t o u c h e r aux c a u s e s du r o m a n t i s m e ; i l s u f f i t de d i r e que ce mime e s p r i t q u i v o u l u t se d e p o u i l l e r des r e s t r i c t i o n s du c l a s s i -c i s m e , r e c o n n u t dans 1 ' O r i e n t une s o u r c e n o u v e l l e e t f e r -t i l e . A i n s i 1 ' o r i e n t a l i s m e de 1 ' e p o q u e r o m a n t i q u e n ' a v a i t pas comme modele c e l u i du X V I I I 6 s i e c l e , q u i e s t c o l o r e ' t o u j o u r s p a r l ' e s p r i t s a t i r i q u e . On n ' a v a i t j a m a i s p e n s e a 1 ' O r i e n t s e u l , c ' e t a i t s u r t o u t un v e h i c u l e p o u r l a s a t i r e e t l a p h i l o s o p h i e . I I y a d e u x a s p e c t s de 1 ' e s p r i t roman-t i q u e q u i a i d a i e n t k f o r m e r l a c o n c e p t i o n n o u v e l l e de 1 . E e l l i s s i e r . Le Mouvement L i t t e r a i r e au X I X s i d c l e . 98. 28. l'Orient. Gette liberte de l'art y apporta d'abord un interet au pittoreaque et a la couleur locale, puis un desir de s'echapper de ce monde reel vers un monde de reve. G'est 1 1 imagination rousseauiste et precisement celle qu'on trouve chez les .Schlegeis, • les fondateurs.de l'ecole roman-tique et orientale en Allemagne; c'est l a nature sauvage et pittoresque qui caracterise 1'oeuvre de Chateaubriand. Dans ce court chapitre, je tacherai de montrer quelles influences contribuaient a l a science de 1 1orien-talisme que le romantisoie avait f a i t naitre. Gar au com-mencement du XIX s siecle, i l y avait heureusement des evene ments historiques qui attiraient 1'attention du monde vers l'Orient. On attache une grande importance a. cette i n -fluence, Je parle des expeditions de Napoleon en Egypte et des guerres de liberation en Grece. Puis les pays etrangers jouent un rQle assez signifiant dans 1'evolution de 1•orientalisme; 1'oeuvre de Byron et de Moore en Angle-terre et meme de Goethe en Allemagne a beaucoup influe sur la poesie francaise. Enfin i l reste l a litterature fran-chise elle-meme qui dans 1'oeuvre de Chateaubriand devint une source inepuisable d'exotisme et d'inspiration pour les poetes romantiques. 29. L " e x p e d i t i o n de Bonaparte en Bgypte i n s p i r a un grand progres dans l a science de 1 ' o r i e n t a l i s m e . Les yeux du monde e t a i e n t a t t i r e s vers ce pays qui j u s q u e - l a e t a i t res te presque entierement inconnu. Mais Napoleon y amena a u s s i un grand nombre de savants, representant toutes l e s branches de l a science pour e t u d i e r tous l e s aspects du pays et l e s f a i r e c o n n a i t r e en Prance. E t quoique l a p l u p a r t des e c r i t s de ces savants s o i e n t techniques et au-dessus de l a portee du l e c t e u r o r d i n a i r e , i l y a quelques uns qui e t a i e n t l u s par tout l e monde. Le voyage dans l a Basse et l a Haute  Egypte de V i v a n t Denon, p u b l i e en 1802 donna une d e s c r i p t i o n p i t t o r e s q u e du pays, des h a b i t a n t s et de l e u r s moeurs, ce qui f o u r n i r a a Vigny p l u s i e u r s d e t a i l s . Dans l e cours de notre etude nous trouverons maints exemples de l a grande i n f l u e n c e de ces ouvrages. En some, Napoleon, en con-querant l e pays, f i t une autre conquete, bien plus impor-tante a l'egard de 1 ' o r i e n t a l i s m e ; i l o u v r i t de nouvelles v o i e s a l'exotisme francais» La mode des choses egyptiennes se m a n i f e s t a i t s u r t o u t dans l e s meubles qui s'abandonnaient aux sphinxs et aux hie"roglyphesi L'evenement qui a v a i t irime plus d' i n f l u e n c e sur l e s Romantiques, c ' e t a i t l a guerre de l i b e r a t i o n en Grece. 30. Le p h i l h e l l e n i s m e dans l a l i t t e r a t u r e r e c u t un e l a n t o u t nouveauy a p p a r e n t dans I V o e u v r e de t o u s l e s p o e t e s de c e t t e epoque. P u i s B y r o n j o u a un r o l e dans c e t t e i n s u r r e c t i o n s e t on en v o i t l e r e s u l t a t dans s o n o e u v r e . L a l i t t e r a t u r e se r e m p l i t d'un o r i e n t a l i s m e q u i se m e l a a u p h i l h e l i e n i s m e . L a p l a c e que Hugo donne a. l a G r e c e dans s e s O r i e n t a l e s e s t a s s e z i m p o r t a n t e . C h a t e a u b r i a n d meme a c o n t r i b u e b e a u c o u p au mouvement g e n e r a l d'un o r i e n t a l i s m e g r e c o - t u r c . A p a r t i r de 1800 j u s q u ' a 1830 l a T u r q u i e r e s t e a. l a mode; que c e t i n t e r e t a v a i t ete' evoque p a r l e s evenements en G r e c e s i l n'y a pas de d o u t e . L ' i n f l u e n c e de 1 ' A n g l e t e r r e s u r l a l i t t e r a t u r e f r a n c a i s e a v a i t s e s commencements a u X V I I I e s i e c l e , q uand l e s p h i l o s o p h e s f i r e n t c o n n a f t r e ce p a y s v o i s i n dans l e u r o e u v r e , p a r t i c u l i e r e r n e n t dans l a c r i t i q u e . J u s q u ' a c e t t e epoque c ' e t a i t t o u j o u r s l a P r a n c e q u i a v a i t montre' l e chem i n dans l e s c h o s e s l i t t e r a i r e s — e t 1 ' i n f l u e n c e d e s a u t r e s p a y s modernes s u r l a l i t t e r a t u r e f r a n c a i s e e t a i t t o u t a f a i t i n s i g n i f i a n t e . M a i s l e meme e s p r i t c u r i e u x de roman-31. tiarae chercha dans l e s l i t t e r a t u r e s etrangeres ee q u ' i l f a l l u t a c e l l e de l a Prance. Heureusement l e mouvement romantique de 1'Angleterre et de 1'Allemagne preceda c e l u i ; de l a Prance par quelques annees, e t o f f r i t done aux Fran- ; c a i s une oeuvre presqu'accomplie. Plus important encore, ce t t e oeuvre e s t remplie d 1 o r i e n t a l i s m e . S i j e me propose ! de t r a i t e r 1'oeuvre de Byron en quelque d e t a i l , c 'es t a ii cause des grands rapprochements entre 1 • o r i e n t a l i s m e de sa j poesie et c e l u i des Romantiques. |.s I I me semble impossible d'apprecier 1 ' i n f l u e n c e |: qu'exerca l e poete a n g l a i s sur l e s jeunes romantiques. On peut imaginer l e s f e r v e u r s de l ' e c o l e envers son Manfred. !.j Byron e t a i t l e modele, dans sa v i e p r i v e e , et dans sa poesie -j; de tout ce que f a i t un jeune romantique—un p r o d u i t du "mal iji du s i e c l e 1 5 . En Prance l e byronisme d e v i n t un c u l t e . "La i; ill Prance a quelque d r o i t sur l u i " d i t l a Comtease d'Hausson- j v i l l e , "car e'est en Prance sur tout q u ' i l a trouve des ii d i s c i p l e s et des emules ..... l a m e l a n c o l i e , l e desenchant- li ment et l e s elans r e l i g i e u x de M. de Lamar t i n e , 1' e b l o u i s - |r saute couleur des O r i e n t a l e s , l e pa the t i que et l a grace ii 1. C i t e par Edmond Esteve: Byron et l e romantisme f r a n c a i s ; |i p. X. 32. d'Alfred de Musset, 1'imagination et l a sensibilite qui se moquent d'elles-m§mes, tout ce qui nous charme chez ces poetes divins retentit d'echo en echo jusqu'a Lord Byron". J'ai trouve dans ce beau livre de M. Esteve une autre c i -tation, tres interessante a I'egard de 1'orientalisme des poetes anglais. C'est d'une preface ecrite par Hodier en 1829. "Les critiques riraient de p i t i e , " d i t - i l , " s i l'on osait avancer que les immenses agrandissements de l a puis-sance anglaise dans 1'Orient ont, peut-etre, ouvert en Angleterre une voie nouvelle a l a poesie, et que la muse qui nourrit de miel l'enfance de Moore et de Byron n'est probablement qu'une Peri. A l a verite, nos orientalistes, s ' i l s ont produit quelque chose, n'ont encore rien produit qui approchat des admirables compositions de ces beaux genies." Q,uant a la derniere observation nous verrons dans le chapitre suivant combien elle est juste. Tout cela montre la puissance du byronisme en Prance, maintenant i l faut tracer son influence dans les oeuvres des poetes. Hugo, surtout, a cherche dans les poemes de Byron des couleurs pour ses Orientales. Sans doute le poete anglais ne l u i a pas sugge're l'idee de l'ouvrage mais 33. i l a tout au moins f o u r n i des elements. S i nous trouvons des rapprochements frappants entre l e s oeuvres des deux poetes i l ne f a u t pas o u t l i e r que Hugo c o n n a i s s a i t l'Espagne, a u s s i bien que Byron, e t q u ' i l a u r a i t pu co n n a i t r e l a Turquie sans 1'aide du poete a v e n t u r i e r . Je ne veux pas trop i n s i s t e r sur c e t t e i n f l u e n c e / car e l l e n ' e t a i t qu'un aspect de 1'orientalisme de Hugo. Gependant, i l y a des reminiscences, de t e l s poemes que l e Giaour, l e Siege de C o r i n t h e — e t s u r t o u t de Mazeppa. La chaude atmosphere de ces poemes, "chargee de volupte sauvage, v i b r a n t e de o r i s de guerre, de detonations de mousquets et de galops de c a v a l i e r s , baigne d'une lumiere plus crue encore et plus implacablement eblou i s s a n t e l e s t u r q u e r i e s de V i c t o r Hugo 1 1. 1 Sans doute l e poete f r a n c a i s a emprunte quelques d e t a i l s aux notes copieuses dont l e s poemes de Byron sont i l l u s t r e s . "Un homme a l o r s p a s s a i t , un homme en c a f t a n v e r t " — e c r i v i t Hugo dans l e Voile,--dans l e Giaour de Byron nous trouvons l a notes "La robe v e r t e du chef de l a troupe 1. E. Esteve: op. c i t . s p. 302. 34. annonce un emir. 1 1 On n'a qu'a comparer l e s vers s u i v a n t s du O l a i r de Lune a ceux que j e v a i s c i t e r du Giaour; "Qui t r o u b l e a i n s i l e s f l o t s pres du s e r a i 1 des femmes, Ge sont des sacs pesants d'ou partent des sanglots On v e r r a i t , en sondant l a mer qui l e s promene Se mouvoir dans l e u r s f l a n e s comme une forme humaine— La lune £tait sereine et j o u a i t sur l e s f l o t s . " On v e r r a que 1 ' i m i t a t i o n e s t f l a g r a n t e : " S u l l e n i t plunged, and s l o w l y sank The calm wave r i p p l e d to the bank I watched i t as i t sank, methought Some motion from the c u r r e n t caught B e s t i r r e d i t more—twas but the beam That checker'd o'er the l i v i n g stream." Dans Mazeppa, Hugo a p r i s l e s u j e t meme du poeme a n g l a i s . Sans doute i l 1 'a t r a i t e ' autrement avec d'autres idees et d'autres vues d ' a r t , mais dans son poeme on trouve l e mouvement et l e s t r a i t s l e s plus c a r a c t e r i s -t i q u e s du poeme byronien. " l i s vont. L'espace est grand. Dans l e desert immense, Dans 1'horizon sans f i n qui toujours recommence l i s se plongent tous deux 35. Leur course comme un vol les emporte, et grands chenes,, V i l l e s et tours, monts noirs l i e s en longues chaines Tout chancelle autour d'eux." (Mazeppa) " a boundless plain Spreads through the shadow of the night And onward, onward, onward, seems Like precipices in our dreams To stretch beyond the sight." Si cette etude n*etait pas limitee au sujet de 1'orientalisme, j'aurais d i t que Musset est le vrai disciple de Byron. Mais dans notre l i s t e , i l faut placer premiere-ment Hugo, puis Vigny--, a cause du manque d'orientalisme chez les autres poetes. C'est surtout d'apres les poemes de Byron plutQt que d'apres Chateaubriand, que Vigny peignait les moeurs orientales. Dans son poeme Helena, le tableau de l a vie et l a peinture de l a cruaute musulmane, s'inspirent du Childe Harold et du Giaour. Mais Vigny, dans sa poesie n'etait pas aussi orientaliste que Victor Hugo. 11 y a des traces, vagues touj ours, dans les descriptions, qui ont leur source dans 1'oeuvre de Byron. Mais bien qu'il les a i t empruntejl aux poemes orientaux du' 36. poete a n g l a i s — i l en a perdu 1 • o r i e n t a l i s m e ; par exemple dans l e poeme D o l o r i d a i l y a l e s v e r s : "Car 1'amour d'une femme est semblable a 1'enfant qu i ----- s u i t 1'insecte a i l e " qui f u i t sa main d e b i l e . " I t dans l e Giaour, l a meme comparaisons "As r i s i n g on i t s purple wing, The i n s e c t queen of eastern s p r i n g , O'er the emerald meadows of Kashmeer, I n v i t e s the young pursuer near, And leads him on from f l o w e r to f l o w e r . " Les a u t r e s poetes romantiques e t a i e n t s i peu o r i e n t a l i s t e s , ou s i peu i n f l u e n c e s par Byron, q u ' i l e s t d i f f i c i l e de d i r e autre chose sur ce s u j e t . Apres l e s O r i e n t a l e s 1'importance de Byron diminua—-naturellement. Mais c e t t e espece d ' o r i e n t a l i s m e dura jusqu'a 1850. I I f a l l u t un F l a u b e r t et un Leconte de L i s l e pour f a i r e a u t r e -ment. "Le s o l e i l . ' l e s o l e i l . ' " e c r i v i t l e grand romancier en 1853, "Quand j e f e r a i de l a poesie o r i e n t a l e (car moi a u s s i j'en f e r a i , puisque c'est du mode et que tout l e monde en f a i t ) , c'est l a ce que j e t a c h e r a i de mettre en 37. r e l i e f . On a c o m p r i s j u s q u ' a p r e s e n t l ' O r i e n t comme q u e l q u e c h o s e de m i r o i t a n t , de h u r l a n t , de p a s s i o n n e , de h e u r t e . On n'y a v u q u e , d e s b a y a d e r e s e t des s a b r e s r e -c o u r b e e s i Le f a n a t i s m e , l a v o l u p t e , - - en un mot on r e s t e e n c o r e a B y r o n , m o i , j e l 8 a i s e n t i d i f f e r e m m e n t . 1 , 1 11 y a une c e r t a i n e d i f f i c u l t e a m o n t r e r c o m b l e n 1 ' o e u v r e des o r i e n t a l i s t e s a l l e m a n d s i n f l u a s u r c e l l e des R o m a n t i q u e s . G o e t h e e t a i t b i e n c o n n u en F r a n c e a u X I X 6 s i e c l e . M. B a l d e n s p e r g e r d i t q u ' i l ne f a u t t r o p i n s i s t e r 2 s u r 1 ' i n f l u e n c e du D i v a n s u r l e s O r i e n t a l e s . E n t o u t c a s , c ' e s t une c o n c e s s i o n - - i l y a v a i t done q u e l q u e i n f l u e n c e . G a u t i e r en m o n t r e un echo dans l a p r e f a c e des Emaux e t  Camees:• " P e n d a n t l e s g u e r r e s de 1 ' e m p i r e , G o e t h e , au b r u i t du c a n o n b r u t a l , P i t l e D i v a n o c c i d e n t a l ; F r a i e h e o a s i s ou I ' a r t r e s p i r e . P o u r N i s a m i q u i t t a n t S h a k e s p e a r e 9 11 se p a r f u m a de c a n t a l , E t s u r un m e t r e o r i e n t a l 1. E . P a r t r i d g e : The F r e n c h R o m a n t i c s Knowledge o f E n g -l i s h L i t e r a t u r e : p . 153. 2* G o e t h e en F r a n c e , p, 38. N o t a l e c h a n t qu^Hudhud s o u p i r e --•— M a i s a u l i e u de t r a c e r 1 ' i n f l u e n c e d e s o r i e n t a l -i s t e s a l l e m a n d s ( c e que j e ne p e u x e t u d i e r a c a u s e du manque de m a t i e r e ) , j e v o u d r a i s b i e n f a i r e i c i une p e t i t e d i g r e s -s i o n , e t e x a m i n e r l a c o n t r i b u t i o n a l l e m a n d e a s o n p r o p r e o r i e n t a l i s m e . G e l a ne s e r a p a s i n u t i l e , m a i s nous f o u r n i r a des c o i n p a r a i s o n s t r e s i n t e r e s s a n t e s quand nous a p p r e c i e r o n s 1 • o e u v r e de nos e c r i v a i n s f r a n c a i s . Au X V I H s i e c l e en A l l e m a g n e eomrae en P r a n c e l a l i t t e r a t u r e o r i e n t a l e t r o u v a i t s e s s o u r c e s dans l e s M i l l e e \ e t une K u i t s e t l e s c o n t e s e x o t i q u e s . Au X I X s i e c l e on o b t e n a i t l a c o n n a i s s a n c e de 1 ' O r i e n t aux- o e u v r e s d e s hommes de s c i e n c e comme B u r n o u f e t a u x s o u r c e s o r i e n t a l e s . Dans l e monde l i t t e r a i r e , l e s d e u x S c h l e g e l s c o n n a i s s a i e n t l e S a n s k r i t , e t 1'un d ' e n t r e eux a v a i t e c r i t un l i v r e s a v a n t sur l a S a g e s s e des H i n d o u s . Le D i v a n de G o e t h e e s t persan comme l e s O r i e n t a l e s de V. Hugo s o n t t u r q u e s , o e u v r e imagee e t c o l o r e e . Le v r a i o r i e n t a l i s m e commenca a v e c 1 ' o e u v r e de R u c k e r t e t de P l a t e n ; i l s s ' o c c u p a i e n t de l a forme p l u t o t que de l a p e n s e e , en e s s a y a n t d ' i n t r o d u i r e des f o r m e s o r i e n t a l e s , l e g a s e l e t l a makame. R u c k e r t q u i e t a i t p r o f e s s e u r de l a n g u e s o r i e n t a l e s , p u b l i a en 1 8 2 2 — h u i t 39 ans avant l a publication des Orientales, un recueil de gasels et de traductions du Sanskrit, du persan et de I'arabe. Platen aussi publia des gasels--un an avant celles de Ruckert. Voici un tres bel exemple, avec toute l a subtile splendeur et l a structure des poemes orientaux: "Im Wasser wogt die L i l l e , die blanke hin und her, Doch i r r s t du, Preund, sobald du sagst, sie schwanke hin und her:.. Es wurzelt ja so fest ihr Puss im tiefen Meeresgrund Shr Haupt nur wiegt ein lieblicher Gedanke hin und her." On voit done que chez les Allemands 1'orien-talisme dans l a litterature I t a i t devenu presque un genre. Mais tous les poetes n'etaient pas des Ruckert et des Platen. Gependant i l y a une qualite exotique et un interet aux choses et aux litteratures de l'Orient qui sont frappants. Voici deux strophes d'un poeme de Heine, qui expliquent l'emploi de l'Orient dans son oeuvre: "Auf Elugeln des Gesanges, Herzliebchen, trag ich dich fort, Port nach den Pluren des Ganges, Dort weiss ich den schonsten Ort. Dort l i e g t ein rotbluhendis Garten Im s t i l l e n Mondenschein; 40. Die Lotusbliimen erwarten Shr t r a u t e s S c h w e s t e r l e i n . - - " Gela a un plus grand rapport a 1'orientalisme des e c r i -vains romantiques f r a n c a i s que n'ont l e s oeuvres de Ruckert ou de P l a t e n . De tous l e s e c r i v a i n s f r a n c a i s qui i n f l u a i e n t sur 1'orientalisme des Romantiques j e donnerais l a premiere place a Chateaubriand. Gar avec son oeuvre s ' e t a b l i t l e gout de 1'exotique qui e t a i t ne dans I'oeuvre de Rousseau et de Bernardin de S a i n t P i e r r e . I I f a u t seulement comparer quelques passages d'un poete comme Vigny, de son E l o a par exemple, aux d e s c r i p t i o n s d " A t a l a , pour v o i r combien l e s poetes de 1830 se n o u r r i s s a i e n t a c e t t e source. I I a un exotisme, dont on trouve l e s traces chez tous l e s e c r i -v a ins du temps. Mais quoique l e paysage d 1 A t a l a s o i t exo-t i q u e , p l e i n de plantes c u r i e u s e s , d'endrolts p i t t o r e s q u e s ce n'est pas de 1'Orient. Un autre l i v r e de Chateaubriand a v a i t du exercer une i n f l u e n c e i n c a l c u l a b l e sur toute l a l i t t e r a t u r e f r a n c a i s e , c'est 1 ' I t i n e r a i r e de P a r i s a,  Jerusalem. Ge r e c i t d'un voyage en Asie-Mineure et en Egypte 41. e s t r e m p l i d ' i n t e r e t ; et bien que Chateaubriand a i t con-s t a t e q u 1 i l e t a i t l e d e r n i e r F r a n c a i s s o r t i de son pays pour voyager en Terre-Sainte , ravec l e s i d e e s , l e but, et l e sentiment d'un ancien p e l e r i n " , i l n'a pas c o l o r e son l i v r e d'un sentiment r e l i g i e u x . Le grand charme de cet ouvrage se trouve dans l e s d e s c r i p t i o n s du paysage e'tranger dans l e s r e a c t i o n s de 1'auteur, et dans l a naivete du s t y l e C'est l e p i t t o r e s q u e dans toute sa nouveaute de eouleur et d' exotisme, c'est l e p i t t o r e s q u e du v r a i Orient etudie" a sa source. I I s ' e t a i t propose, nous d i t - i l , "de donner a l a p e i n t u r e des l i e u x celebres l e s couleurs l o c a l e s . " D'apres M. Masson c'est l a premiere f o i s que c e t t e expression de * eouleur l o c a l e ' apparut sous une plume f r a n c a i s e . 1 En tout cas c'est une expression tout a f a i t romantique, qui nous donne l e ton de son oeuvre. 11 v o u l a i t f a i r e une d e s c r i p t i o n r e a l l s t e , - mais i l ne v o u l a i t pas occuper ses yeux a des n o t a t i o n s minutieuses de couleurs et de nuances. "Ne l u i demandons pas non plus 1'art n i l a c u r i o -s i t e d'un L o t i : l e chatoiement des e t o f f e s , l e p i t -toresque imprevu des costumes, l e s etalages des bazars, 1. P i e r r e Masson. Chateaubriand en Orient. R.D.M. I , Nov. 1914. p. 118. 42. le grouillement bariole des rues etroites, toute cette fe~te de couleurs est sans charme pour l u i . " Et quoiqu'll peigne ces paysages a grands traits de pinceau on ne peut pas l u i reprocher les mots de Victor Hugo, qui dans sa Preface de Cromwell blame les auteurs qui fabriquent la 'couleur locale's "c'est a dire d'ajouter apres coup quelques touches criardes ca et l a sur un ensemble du reste parfaitement faux et conventionnel." La vraisemblance des scenes orientales est produite non seulement par l a fide-l i t e du realiame, mais aussi par les associations des scenes avec les noms des lieux bien connus—c'est un melange du familier et de l'e'trange. Cependant, Saint-Beuve a trouve que ce l i v r e est caracterise par un melange du reve et de la realite,--que Chateaubriand est artiste dans le sens de la definition generale de 1'art, "homo additus naturae". C'est vrai que I'auteur a ajoute' quelque chose de son esprit romanesque a la verite descriptive, mais i l n'est jamais fantasque— comme est Victor Hugo quelquefois dans les Orientales. Chateaubriand ne voulait pas faire ce que Hugo a intitule' ses poemes, "un livr e inutile de pure poesie". Dans 1'in 1. Pierre Masson. op. c i t . p. 118. 43. troduction de 1'Itineraire i l y a des details historiques et archeologiques de ces pays de l'Orient—cela semble e tre une expression d'un nouveau siecle scientifique—un progres dans la science d'orientalisme. Dans 1'Itineraire de Paris a Jerusalem on est frappe surtout par 1'attitude envers les choses orientales. Chateaubriand reconnaft l'ancienne c i v i l i s a t i o n de cet Orient, i l la revere:— des arabes d i t - i l quelque part, "on sent q u 1 i l s sont nes dans cet Orient d'ou sont sortis tous les arts, toutes les sciences, toutes les religions." C'est un sentiment du XIXs sie'cle. Mais combien a - t - i l du influencerles jeunes esprits de son siecle.' Car en lisant son livr e nous sommes vraiment en Orient•—Voici ses costumes, sa eouleur, ses moeurs. Voici des descriptions detaillees. Je veux en citer une--c'est de la mosquee d'Omar, "Les murs sont re-vetus exterieurement de petits carreaux ou de briques peintes de diverses couleurs, ces briques sont chargees d'arabesques et de versets du Coran ecrits en lettres d'or'.'^  Voi la la qualite' de son observation. Et i l y a une des-cription d'une rue a Jerusalem qui est digne d'un Hugo—• 1 . Chateaubriand: L'Itineraire de Paris a Jerusalem Oeuvres: Vol. 1 0 : p. 238. 44. qui trouve son echo dans les Orientales: "Personne dans les rues, personne aux portes de la v i l l e ; quelquefois seulement un paysan se glisse dans 1'ombre, cachant sous ses habits les f r u i t s de son labeur, dans ,1a crainte d'etre depouille par le soldat; dans un coin a 1' ecart, le boucher arabe egorge quelque bete suspendspar les pieds a un mur en ruine; a I ' a i r hazard et feroce de cet homme, a ses bras ensanglantes, vous croiriez qu'il vient plutot de tuer son semblable que d'immoler un agneau. Pour tout bruit, dans l a cite deicide^ on entend par intervalles le galop de la cavale du deserts c'est le janissaire qui apporte l a tete du Bedouin, ou qui va p i l l e r le Pellah."^ 1. Chateaubriand: op. c i t . : p. 295. 45. Chapitre I I I a " Les Orientales. "Bel enfant, viens errer parmi tant de merveilleso Sur ces toits pleins de fleurs ainsi que des corbeilles» Dans le camp vagabond des Arabes ligue's. Viens; nous verrons danser les jeunes bayaderes Le soir, lorsque les dromodaires Pres du puits du desert s' i r r i t e n t fatigue's..»,. L'Orient fut jadis le paradis du monde. Un printemps e"ternel de ses roses l'lnonde, Et 'ce raste hemisphere est un b r i l l a n t jardin. Toujours autour de nous sourit l a douce j o i e | To i qui ge'mis, suis no tre voie; Que t'importe le c i e l quand je t'ouvre Eden?" (La P6e et l a Peri) Ain s i , dans la derniere piece de ses ballades s Victor Hugo exprime-t-il dans les vers deja colore's, sa curiosite des choses orientales. C'est un ehthousiasme d'abord pour l'exotisme purement romantique, mais i l y a un pressentiment aussi de l'avenir de ces tendance's nou-velles. Hugo voit toutes les possibilites de cet Orient B 46, qui l u i fournit dans ses premiers ouvrages seulement de "belles images, et des tableaux frappants. Au jeune &ge de vingt-deux ans, Hugo avait compris 1'importance de la science de X.-* orientalisme, et la relation entre cette science grandissante et l a philosophie, l a culture et l a litte'-rature francaise. Deja, dans les Orientales i l 1*avait exprime': "On s'occupe aujourd&hui, d i t - i l , dans sa premiere preface, et ce re'sultat est du a mi l i e causes qui toutes ont amene* a un progres, on s'occupe beaucoup plus de 1'Orient qu'on ne l'a jamais f a i t . Les etudes orientales n*ont jamais 6t€ pousse'es s i avant, Au siecle de Louis XIV on e'tait helle'niete, maintenant on est orientaliste. Jamais tant d'intelligences n*ont f o u i l l C a l a fois ce grand abime de l'Asie La,en effet, tout est grand, riche, feconde comme dans le moyen a*ge cette autre mer de poesie.* 1 II aurait pu exprimer l a difference entre les origines de l'-hellemsme au XVIIe siecle et celles de 1*orientalisme au XIXe. Tandis que le premier e'tait un resultat direct des influences l i t t e r a i r e s , le dernier etait plutdt un produit d'une evolution sociale et historique. Et les hellenistes ne s'interessaient jamais a l a Grece de leur temps, elle n'exista pas pour eux. L*orientalisme de 1830 fut. fonde" sur des principes moins a r t i f i c i e l s que n'e'tait I'helle'nisme au siecle de Louis XIV. 1. Preface de 1'Edition originale des Orientales: p. 619 de notre e'dition. 47 Cependant, 11 f a i t beaucoup d'honneur a Victor Hugo d*avoir ete" le premier des podtes romantiques a s'ex-primer d'une faeon s i exacte et s i e'claire'e sur le pro-gres de 1*orientalisme dans la litterature. Et s i 1'on est tents' de l u i reprocher d'avoir f a i t un livr e de fan-ta i s i e , de eouleur et de peintures dans ses Orientales» i l faut se rappeler les paroles du grand poete qui pouvait parler se"rieuseraent de cet Orient qu' i l semble avoir traite* s i legerement; "ne verrait-on pas de plus haut et de plus l o i n en etudi/£ant 1'ere moderne dans le Moyen-Age et l'antiquite" dans l'Orient." En e f f e t 8 i l devait plus que ces elements pittoresques des Orientales f l aux pays asiatiques, i l y devait une grande partie de la philosophie de ses dernieres annexes. "La v i e i l l e baraarie asiatique n'est peut-etre pas aussi depourvue d'hommes su-perieurs que notre c i v i l i s a t i o n le veut eroire.* Et plus tard i l trouvera qu'elle n'etait de'pourvue ni de philo-sophie religieuse ni de litterature riche en poe"sie sub-lime. Gar Hugo marcha avec son temps9 et les Orientales n'etaient pas sa seule contribution a 1'orientalisme du XIXe sificle, dans l a Legende des Siecles i l manifestera ce nouvel interet. 48. II est bien d i f f i c i l e dans ce recoftil de faire la distinction entre 1'orientalisme turc et le philhellenisme s qui lui-meme est caracterise par un orientalisme grec. Les poemes de Hugo, Merits pour la plupart au sujet de la guerre greco-turque sont grecs et turc8 a l a fo i s . Cepen-dant, i l faut etudier seulement les sources vraiment orientales, oppose'es aux sources philhellehistes, pour determiner comment Hugo a cre'e' 1*atmosphere orientale de ses poemes« II n'avait jamais ete en Orient. Ce'tait, comme i l nous le -6.it, en allant voir coucher le s o l e i l que l'ide'e d'gerire les Orientales e'tait nee, Mais l'ide'e e'tait par-tout, 1'Orient etait en l ' a i r , et pour dormer au cadre des Orientales le serablant de la verite" pittoresque la couleur locale, i l avait du l i r e quelque chose de con-cret sur le sujet. A part des souvenirs vagues, i l y a des sources definitives,, M. Guimbaud dans son beau li v r e sur les Orientales, trouve dans les poemes des reminiscences bibliques. Des 1'enfance, Hugo avait connu l a Bible, des le j our que l u i et ses freres l a de'eouvrirent: 49 "Nous grimpames, un j our, jusqu'a ce livre noir, Je ne sais pas comment nous fimes pour 1*avoir, Mais je me souviens "bien que c'etait une Bi b l e . Nous lumes tous les trois ainsi tout le matin; Joseph, Ruth et Booz, le bon Samarit ain. Et toujours plus charmes, le soir, nous le relumes.. Pourtant, dans les Orientales les couleurs hebraiques ne dominent guere, 1*exotisme de Hugo ne se trouve pas comme celui de Vigny dans les histoires bibliques. II n'y a qu'un seul poeme au sujet biblique--c'est le Eeu,du Ciel-l ' h i s t o i r e de l a destruction de Sodome et de Gomorrhe. Mais dans son traitjnent du suj et Hugo en a perdu le ton biblique. La description des deux v i l l e s pouvait etre emprunt^e a quelque manuel de l'antiquite europeenne ou hindoue, tant elle est pittoresque et exotique: "Dans le meme vallon, c'etaient deux soeurs couchees» L'ombre baignait leurs tours par la lune ebauchees« Puis, l * o e i l entrevoyait, dans le chaos confus, Aqueducs, escaliers, p i l i e r s aux larges futs, Ghapiteaux evases; puis un groupe difforme D'elephants de granit portant un d6me enorrae.w Chez Hugo i l est impossible de tracer 1'origine de chaque detail^ le maniement de ses sources est silmerveilleux. II avait dans sa memoire des mi l l i e r s de souvenirs--nous en voyons le temoignage dans ce passage cite". Sa couleur locale n'est pas toujours exacte peut-etre, mais i l savait produire une peinture frappante dans ses details et ses images. Sans dofffife Hugo a puise" dans les Voyages maints details, II coimut le Voyage de Syrie et d'TCgypte de Volney, qui est rempli d'exotisme; i l avait lu plus d'une fois 1'Itine'raire de Paris a Jerusalem. Le Voyage pittoresque en Eapagne avait du l u i f ourni^r "beaucoup sur 1'Espagne moresque. Mais nulle part ses emprunts ne sont directs. Uous avons f a i t mention dans le chapitre pre-cedent de l a troisieme source possible des Orientales; je veux dire le Divan de Goethe. Cette oeuvre qui parut en 1813„ a comme pensee principale celle que Victor Hugo a exprimee dans sa preface, le rapport est frappanto "Le Hbrd et 1'Quest, et le Sud volent en eclats," s'ecrie Goethe, "Les trdnes tremblent. Sauve-toi! Va dans le pur Orient respirer l ' a i r des patriarches, au milieu des amours, des festins et des chants,..La source de Chisar 51. te rajeunira-—Pour moi, je veux me me*ler aux bergers, me refraichir dans les oasis, voyageant avec les caravanes, et faisant le commerce des chales du cafe et des essences de roses." M. Guirabaud admet qu ' i l ne peut pas prouver l'au-thenticite' de cette source allemande. M. Baldensperger, nous l'avons d i t , a i l l e u r s , ne veut pas trop insister sur ce point. Pourtant i l y a une simplicity dans 1*oeuvre de Hugo qui aurait pu 3tre inspiree chez le Divan de Goethe. II ne faut pas developper le sujet de I sinfluence de Byron, traitee dans le premier chapitre. Gar l a vraie source des Orientales n'est ni l a Bible, ni Goethe, ni Byron; elle se trouve dans l'amitie' entre Victor Hugo et Ernest Pouinet. Le poet? l'avait rencontre en 1825, et des ce temps Pouinet devint sonsinstituteur en choses orien-tales. Cet erudit s'interessait vraiment a l fOrient, et s'occupait a traduire sa poe'sie et a connaltre sa philo-sophie. In verite, i l ouvrit a Hugo des voies qu'il n'aurait jamais connues autrement. Leur correspondance revele la nature de cette instruction, en voila un frag-ment* "Monsieur et ami,—c'est Pouinet qui parle,--je fais ce matin mon examen de conscience comme tout fiddle doit le faire et je me rappelle avec tant de charme ma soiree Cite par M. Guimbaud: Les Orientales de Victor Hugo: p. 79. 52. d'hier qu'en envoyant l a chamelle, que je vous a i promise^ je veux revenir sur les "beaux vers que j ' a i entendus. l i s valent le plus bel arabe..." et encore, *Je TOUS ad-resse une tradition musulmane qui pourrait, ce me semble, 1 ' • Aire une tres belle Orientale... * Certes, Hugo l u i doit beaucoup, quand nous examinerons les qua litre's de l'orien-talisme dans les Orientales nous e"tudierons de -plus pres cette relation entre 1'oeuvre de Hugo et celle de Fouinet. Avant de laisser ce sujet des sources des Orien-tales nous devons rendre compte d'un aspect du livre qui est souvent oublie", C'est 1'element espagnol. II y a trois poemes qui ont ce pays comme cadre. "L'^spagne est encore 1'Orient*, a proclamg le poete dans sa preface. Et ces trois poemes sont caracterlee's par le meme orien-talisme qui se repand a travers 1'oeuvre entiere. Hugo avait raison en disant que 1'Espagne est encore I'Orient* car i l y reste des souvenirs d'architecture moresque, et i l y a dans ce pays du sud l a lumiere et la couleur qu'on pouvait appeler orientales. Hugo en profita autant que possible, II avait visits' 1'Espagne dans son enfance, peut-1, Cite par M. Guiiribaud: op. c i t . : p. 82, 83. 53. £tre qu*il y a des souvenirs dans les poemes. — II me semble que les souvenirs d'enfance ont fourni a 1'oeuvre 1'element plutdt imaginatif que realiste. II y a une source definitive des poemes espagnols, c'est le Voyage pittoresque  en Esuagne par le "baron Taylor, qui y etait a lie" avec le peintre orientaliste Dauzats. C'est de ce livre a images que Hugo etait inspire"—surtout des images, sans elles i l ne pouvait connaitre s i "bien les j o l i e s v i l l e s de son Grenade, ou savoir que "Le poisson qui rouvrit l ' o e i l mort du vieux Tobie Se joue au fond du golfe oi\ dort iPontarabiej Alicante aux clocher.s mele les minarets; Compostelle a son saint; Cordoue aux maisons v i e i l l e s A sa mosquee ou l ' o e i l se perd dans les merveilles; Madrid a le Manzanares.* Le Romance mauresque et les Bluets trouvent leurs origines dans un romancero espagnol, traduit par le frere du poete le romancero arabe dont i l parle n'etait selon M. Guimbaud qu'une invention de Hugo, pour j u s t i f i e r encore, peut-etre, I'existence des poemes espagnols dans les Orientales. L II faut maintenant determiner exactement combien Hugo a contribue & 1'orientalisme de la poesie francaise, 54. ou s i vous voulea, a l a l i t t e r a t u r e , car j usqu 'a. c e t t e date 1'ori e n t a l i s m e n ' e x i s t a i t guere dans l a poesie. D'abord j e veux p a r l e r de ce que j e v a i s appeler l e "realisme" des O r i e n t a l e s . Cette oeuvre e s t - e l l e vraiment plus o r i e n t a l e que 1'oeuvre d'un e c r i v a i n o r i e n t a l i s t e du X V I I I 6 s i e c l e ? --On peut repondre seulement en examinant l e s q u a l i t e s de cet o r i e n t a l i s m e . I I f a u t l i r e l e s notes des premieres e d i t i o n s des O r i e n t a l e s pour comprendre 1'influence immense d'Ernes t Fouinet a 1'egard du "realisme" dans l e decor du r e c u e i l . I I y a des t r a d u c t i o n s par Fouinet de quelques poemes or i e n t a u x , qui accoutumeront "peut-e*tre l e l e c t e u r a, ce q u ' i l peut y a v o i r d'e"trange dans quelques unes des pieces q u i composent ce v o l u m e . E n l e s l i s a n t on est frappe des rapports entre ces fragments et quelques d e t a i l s dans l e s podmes. Hugo y a emprunte" librement. Dans un fragment i n t i t u l e Gavale i l y a 1'image qui a p p a r a i t dans l e s Adieux de 1'K6*tesse arabe: "La croupe est comme l a p i e r r e du 2 t o r r e n t qu'a p o l i e l e cours d'une eau rapi d e , " devient chez Hugo, 1. V i c t o r Hugo: Les O r i e n t a l e s : Notes des O r i e n t a l e s , 1829: p. 760. 2 . I b i d : p. 761. "Sea pieds fou i l l e n t le sol, sa croupe est "belle a voir lermej ronde et luisante ainsi qu'un rocher noir Que p o l i t une onde rapide.* Encore dans Mazeppa i l y a un emprunt direct du fragment Pendant le Jour. Le vers, "De m§me je m'enfonce dans une plaine poussie'reuse dont le sable agite ressemble a un vetement raye". * est de'veloppe' dans le poSme f ran pais dans ces vers: "Et s i l * i n f or.tung, dont l a te"te se brise Se debat le cheval qui devanoe l a brise D'un bond plus eff raye", S'enfonce au desert vaste, aride infranchissable, Qui devant eux s'etend avec ses p l i s de sable 1 Comme un manteau ray£. w Ces details tires directement de l a poesie orientale a-joutent beaucoup a l a realite de 1'oriental!sme*-Partout dans la poe'sie de Hugo on reconnalt des mots et des ex-pressions de ces fragments. Chez Hugo i l y a quelques allusions aux religions orientales, qui sont des plus realistes. II ne nous re"-vele pas d*ou elles sont tire'es--; peut~e*tre qu'il les 1. Ibid 56. avait lues dans un recit de voyage. Dans le Derviche i l f a i t allusion au segj in, qui est selon le raanuscrit, "le septiSme cercle de l'enfer turc": "Dieu te garde un carcan de fer„ Sous 1'arbre du segj i n , charge' d'&nes impies." "Toute laimiere y est obstruee par 15ombre d'un arbre immense Dans 1'Enfant, i l y a un autre arbre sacred "Q,ue le f r u i t du tuba, de cet arbre s i grand Qu'un chevalau galop met, toujours en courant, Gent ans a sortir de son ombre.w Cette f o i s c'est 1'arbre du paraais, et d'apres les notes du manuscrity Hugo en a tire* 1' idee du Koran. Nous devons parler des djinns auxquels Hugo a consacre' un peeme entier . II les a bien Rime's, ces genies 9 ces esprits de la nuit, et son imagination v i r i l e a profits de l'eff e t romanesque de ces etres exotiques" *Est-ce un djinn qui la haut s i f f l e d'une voix grele, Et jette dans la mer les creneaux de la tour?" (Clair de Lune) En effet, Hugo semble avoir connu assez bien l a mythologie arabe, et les religions turques. En tout cas, ce sont ces elements sur lesqueIs le realisme de son orientalisme est base. 57 Pour embellir encore 18atmosphere realiste de ce cadre, Hugo a introduit partout des mots et des expressions etranges. Cela semble quelque fois un peu a r t i f i c i e l , maii c'est au moins un temoignage de son grand interet enters la science de 1'orientalisme. L'homme de l'Orient devint un g tre t chez Hugo, qui par sa langue„ est reconnu comme un vrai oriental. II n'est plus l?Europe"en portant des habits turcs, qui exprime des sentiments francais sur la scene; sa langue est etrange et coloree: "Qui me rendra mes beys aux flettantes pelisses? Mes f i e r s timariots, turbulentes milices? Mes khans bariolees? mes rapides spahis Et mes bedouins hai^s, verms des Pyramides, Qui revient d'effrayer les laboureurs timides. Et poussaient leurs chevaux par les champs de mais. (La Bataille Perdue) Cependant, i l faut admettre, i c i , que Hugo n'ob-tient pas touj ours cet ef f et de realite" par l'emploi des mots. On peut trouver, dans les Orientales, des passages qui ont encore le jargon rebuttu du XVIIIe siecle.--" A - t - i l avec son f i l e surpris sous les platanes Sa brune favorite aux levres de corail? 58. A-t-on souille' son bain d'une essence grossiere Dans le sac du fe l l a h , vide sur l a poussiere? Manque-t~il quelque tete attendue au serail? Qu<'a-t-il done ce pacha que la guerre reclame „ Et qui 8 t r i s t e et rgveur, pleure comme une femme? Son tigre de ISTubie est mort. (La Douleur du Pacha) Mais l a pensee est du XIXe siecle, et on est tente de croire que Hugo avait 1'intention d*employer ce vocabulaire dans les cinq: premiers vers pour faire un contraste avec l a simpliolte des trois derniers. Les animaux de 1 'Orient jouent unrdle immensep sinon important dans les Orientales. l i s aident a former„ avec les mots techniques et les allusions aux moeurs, le cadre exterieur decet orientalisme de Hugo• Ge sont les accessoires de son drame. Jamais i l s n'apparaissent seuls sur l a scene; on ne doit que comparer le Jaguar de Leconte de Lisle aux animaux de Hugo pour comprendre combien i l s sont conventioi^ls. Hugo les peint touj ours d'une epithete quelque f o i s expressive, mais souventbanale, comme ttle tigre vorace% et *le chameau frugal. n 5,9 "La, des monstres de toute forme Rdmpent, le b a s i l i c revant 8 L'hippopotame Hu ventre enorme, Et le boa, vaste et deforme, Qui semble un tronc d'arbre vivant.* (Nburmahal-la-Rousse) --Voila un souvenir d'un recit de voyage, peut-etre, ou d'un^ dictionnaire de 1'orientalisme. Qui, de nos jours 8 n'a pas entendu une douzaine d'histoires au sujet des boas qui ressemblent a des troncs d'arbre? Pour nous 1 'idee est sans interet. Mais pour les lecteurs de 1850 ^ c'etait peut-etre une image frappante. Etaient-ils aussi epris de l a description de l'hippopotame? C'est des plus realistes, sans doute, mais qui. me semble e*tre tir£e d'un livre de geographie. Voila done quelques elements de 1'orientalisme realiste des Orientales. Tires de leur contexte i l s serablent avoir peu de valeur. II faut quelque chose de plus pour creer une atmosphere vraiment exotique. Ou est l a fantaisie des Mille et une Euits qu'on associe toujours aux Orientales? L'art imaginatif de Hugo va la creer. 6o. A mon avis le vrai orientalisme de cette oeuvre doit ses origines a 1*imagination v i r i l e du poeW. Je veux •.dire:,:que. sans cette qualite d fimagination 1*orientalisme des Orientales serait trop rebattu, trop a r t i f i c i e l . Nous verrons que 1'imagination de Hugo sait bien creer une at-mosphere essentiellement exotique. Un melange de fantaisie et de "realisme*, voila les qualite"s maitresses des Orientales. Le poeme de Grenade me semble un bon exeraple. Soit que ces noms des v i l l e s l u i viennent des re"cits de voyage, ou de sa memoire; ce sont les elements realistes. Mais c'est 1'imagination du poete qui f a i t du poeme une simple merveille d'art; qui le remplit de cette joie de vivre s i caracteristique: "L'Alhambra! 1'AlhambraJ palais que les Genies Ont dore comme un reve et rempli d'harmonies, Forteresse aux creneaux festonnes et croulants Ou l'on entend l a nuit de magiques syllabes, Quand l a lune, a travers les milies arceaux arabes Seme les murs de t r i f l e s blanes." (Grenade) Nous avons deja note* l'art de Hugo dans le manie-mentdee sources, i l peut les assimiler mieux que tout autre 61 poete roman tique. II avait l'art aussi de les embellir, souvent, d'images. Le role que jouent les images dans 1'orientalisme des Orientales est dfune haute importance0 Elles sont nees de 1*imagination; frappantes dans leur originality, elles montrent le travail inspire* d'un vrai artiste. "On entendait mugir le semoun meurtrier; Et sur les cailloux "blanes les ecailles crier, Sous le ventre des crocodiles. Les obeiisques gris s'eiancaient d'un seul jet Comrae une peau de tigre au couchant s'allongeait, Le M l jaune 9 tachete d'iles.* C'est l a une image digne du pinceau d'un artiste oriental quelconque. II y; a un autre element de l'art imaginatif qui fournit 1'atmosphere exotique. C e s t 1'element de l a couleur. De ces couchers de s o l e i l qu'il contemplait s i profondement, a - t - i l t i r e l a couleur des Orientales? "Ces vers tout empreints des vives couleurs de 1'Orient, ont-ils ete cr-ees sous 1'influence du s o l e i l d'or de l'Afrique et de l'Asie?" demanda-t-on. En effet on trouve i c i une veritable debauche de couleurs orientales dont • Cite de 1'Album national: p. 790 de notre edition des 'Orientales. 62. la varie'te' est surprenante. Voici des "domes bleues pareils au c i e l qui les colore 9^ ou le "noir chaos" du desert. Tantdtc'est une v i l l e Mauresque "e*clatante, inouie, Qui comme la fus€e en gerhe epanouie Dgchire ce brouillard avec ses filches d' or. (Reverie) tantot ce sont les "minarets blancs", ou c'est le "Nil jaune" qu ' i l nous f a i t admirer. "J'aime ces tours vermeilles, Ces drapeaux triomphants, Ces maisons d'or pareilles A des jouets d*enfants. J'aime pour mes pense'es, Plus molleme.nt.vberce'es Au dos des elephants." (La Captive( Et admirons de nouveau cet art de Victor Hugo. II a groupeV ces couleurs, pour produire des effets de con-traste. La lune est "blanche au fond d'un c i e l bleu*, et encore ces deux couleurs, "le r o i penche sa tunique blanche sur le soufre bleu." Le Peu de Ciel est rempli de eouleur contrastante: 63, "Les vierges aux seins d*ebene» Belles comme les "beaux soirs„ Riaient de se voir a peine Dans l e c u i v r e des miroirs; D'autres joyeuses comme e l l e s s Faisaient j a i l l i r des mamelles De leurs dociles chamelles Un l a i t blanc sur leurs doigts noire." II y i auun autre Element de 1*imagination du poete qui ajoute a 1'orientalisme des poemes. C'est le sens du pittoresque. Je ne peux faire justice i c i a cette grande quality de Victor -Hugo. II a un pittoresque de eouleur, et aussi un pittoresque dans l a succession rapide des tableaux, dans 1'accumulation des images, dans I'abondance des comparaisons. "Tandis que pale et blonde La lune ouvre dans l'onde Son eventail d'argent. (La Captive) Voila une des images de Hugo des plus pittoresques. Cela exprime en deux mots tout un effet de beaute" feerique et fantasque. 64, Dans cet abandon a 1*imagination i l y a un pen-chant vers l'exageration. On a reproche a Hugo maintes fois d'avoir f a i t un l i v r e de pure fantaisie. C'est tres evident aussi dans un passage t e l que celui-»ci: "Le serail..,..cette nuifc i l t r e s s a i l l a i t de j o i e s Au son des gais tambours, sur des tapis de sole Les sultanes dansaient sous son lambris fiacre's Et t e l qu'un roi couvert de ses joyaux de fete Superbe, 11 se montrait aux enfants de prophete, De six mille tetes pares!" (Les Tetes du Serail) Mais pourquoi veut-on toujours un Orient realiste? C'est le privilege de l a poesie surtout d'etre romanesque. Aujourdt'ihui nous pouvons l i r e des livres authentiques, etudier les geographies, et a l l e r en Orient pour connaitre le realisme de l'Orient, Est-ce qu'on juge d'une oeuvre d'art d'apres sa f i d e i i t e a l a vie? En tout cas 1'imagi-nation de Hugo est responsable pour la grande partie de 1'orientalisme de son oeuvre. La reaction de son epoque vis-a-vis des Orientales est tres interessante. D'abord, i l ne faut pas oublier la nouveaute de l'oeuvre a l'egard de l a forme et du sujet. C'etait une revolution dans la pogsie, qui produis-it une 65. veritable avalanche de critique contemporaine. II y avait d'abord, les classiques qui reprocherent aux Orientales l a Hbarbarie". "Vengeons l a nature et Racine J" s'ecrierent-i l i s . Puis quelques critiques l u i demanderent un Orient plus realiste et dirent qu'il n'y avait jamais ete% Alfred de Musset, le chef de cette e"cole se moque de Hugo dans Hanouma—dans ce passage tres s p i r i t u e l : "GonsideTez aussi que je n'ai rien vole A l a blbliothequej Et bien que cette histoire Se passe en Orient, je n'en a i point parie. II est vrai, que, pour mol, je n'y suis point a l i e . Mais c'est si grand, s i loin!, Avec de l a memoire, On se t i r e de tout. Allez voir, pour y croire Si d'un coup de pinceau, je vous avals bfiti Quelque v i l i e aux toits bleus, quelque blanche mosquee, Quelque tirade en vers, d'or et d'argent plaquee, Quelque description d& minarets flanquee, Avec l'horizon rouge et le c i e l assorti, N'auriez-vous repondu: Vous en ave.z menti?" Oui, peut-etre qu'il y a trop de eouleur dans les Orientales,, 1. Guimbaud: op. c i t . : p. 118 66 mais n'est-elle pas l'une des quality essentielles de 1*orientalisme? La lumiere, l a couleur, 1'architecture exotique—ce n'est pas 1*Orient entier, mais e'en est un aspect, Hugo avait et6 critique aussi & l'egard du sujet , et de sa matiere. L'ecole u t i l i t a i r e voulait une poesie non purement pittoresque, II n'y a pas de doctrine ni de philosophie dans les Orientales, Dans l a Legende des Siecles i l n'en va pas de mgrne, Mais a l'egard de 1'orientalisme l a premiere oeuvre de Hugo est beaucoup plus importante. Gar elle exerca une influence immense, sur toute l a littgrature du XIXe siecle. Cette influence a des rapports directs avec les principes que l'auteur a exprime" dans sa preface, Les Orientales ouvrirent le chemin a la liberte dans l ' a r t , dans l a forme et dans les sujets. Qu*elles aient influe sur 1'orientalisme de aa litterature i l n'y a pas de doute, El l e s y ont apporte le realisme et la fantaisie, l a couleur locale et la couleur pittoresque, et les images surtout. Les Orientales reapresentent une sorte de resume de tout ce qu'on avait apporte aux etudes orientales de 1800 jusqu'a 1829; un resume de tout ce que les dernieres 67 annges du XVIIIe siecle avaient le"gue a ces nouvelles re-cherches de 1'epoque romantique. C'est un orientalisme purement. turc ou arabe; une refleqKion de la mode. Elles sont un symbole de cet esprit romantique, qui pour se realiser, s'e'chappait de ce monde vers un monde de la fantaisie et de 1'imagination. C'est de ce point de vue qu'on doit en juger. Si vous pouvez vous contenter d'un Orient qui n'est que l a Turquie et l a Grece, qui n'est qu'un cadre pittoresque, un Orient fonde sur quelques de-t a i l s realistes et une granae imagination exotique, s i vous aimez l'edlat ehlouissant de eouleur, et les coups hardis du pinceau de ce grand artiste, vous admirerez 1'orien-talisme des Orientales., et vous direz avec le poete: "Ohl qui fera surgir soudain, qui fera naitre, La-bas 9~-tandis que je reve a la fengtre It que 1'ombre s'amasse qu fond du corridor,— Quelque v i l l e mauresque, gclatante, inoule, Qui, comme l a fuse'e en gerbe epanouie, Dgchire ce brouillard avec ses fleches d'or?" 68. Chapitre IV> L 1Orientalisme dans 1'Ecole Romantique apres les Orientales I I est relativement facile d'apprecier combien un auteur s'interesse a l'Orient quand i l nous a donne une oeuvre ecrite a dessein sur ce suj et-la. Ainsi les Orien- tales sont-elles devenues une sorte de monument,--symbole de 1'orientalisme des Romantiques. Gela est juste, parce qu'elles sont une manifestation de la mode de 1'orientalisme a cette epoque et parce qu'elles ont exerce' une influence enorrne sur toute l a poesie du siecle. Mais dans la lumiere eclatante de ces turqueries, on a oublie souvent de rendre compte de l a contribution a 1'orientalisme, dans la l i t -terature des autres poetes romantiques. C'est une con-tribution maigre en comparaison, bien entendu, maigre au moins dans l a quantite. Nous jugerons de la qualite'. En effet le manque d'exotisme dans cette poesie est tout a f a i t etonnant. Chez Lamar tine qui avait voyage' en Orient en 1832, i l n'y a guere un souvenir meme apres cette. date, de son interest dans les choses orientales. Gautier, grand voyageur,,surtout vers la f i n de sa vie, ne 69. manifeste pas dans sa poesie l'inte'ret brulant qu'il montre ail l e u r s . Peut-Stre que leur inspiration se bornait a ecrire des Voyages; certes, ces oeuvres ne manquent pas d'orientalisme ou de poesie. Gautier, i l faut le dire, a beaucoup contribue au roman exotique, ce qu'il aurait pu contribuer a l a poe'sie. Vigny au contraire qui n'a jamais vu 1'Orient, embellit ses poernes de decors orientaux — pleins de realisme et de couleur locale. Comment 1'expli-quer? C'est sans doute une affaire de 1'inclination et du caractere. Lamar tine e tai t trop o coupe' d 'une poe'sie in-time pour se souoier des cadres speciaux. Vigny qui , a mon avis, aurait pu faire des paysages splendides au lieu de leur donner une place secondaire, s'occupait plus de l a pensee et de l a philosophic de ses poemea. Musset avait 1'imagination neceasaire a un poete orientaliste et quoi-qu'il se servit de 1'Orient dans le decor de ses autres oeuvres, i l n'y manifestait dans sa poesie aucun interet. Et Gautier f a i t de la poesie orientale qui se trouve dans ses romans et ses Voyages.—Voila done les raisona en de-fense de ce manque de curiosite:- dans le progres des autrea genres, du re'eit de voyage, du drame, du conte, la poesie etait depouillee de son inspiration orientale, et l'orien-talisme avait pris les voies nouvelles. Gependant i l y a eneore dans la poesie des traces de 1'orientalisme, meme chez Lamartine, II profite de sa connaissance des pays orientaux pour faire le cadre de l a Chute d'un Ange. Ge poeme est une partie d'une grande epopee que Lamartine avait 1'intention de creer. Bile a pour modele les epope'es indiennes. "Nous aurons aussi nos poemes indiens, i n f i n i s comme la nature dont tout poeme doit etre l a vaste et vivante reflexion. Nous n'avons eu jusqu'ici que des chamhres obscures en f a i t de poesie,"*L dit le poete. La Chute d'un Ange est 1'histoire d'une tribu nomade en Asie Mineure, et la chute d'un ange tombe' amoureux d'une des jeunes f i l l e s de l a tribu. D'apres M. Deschanel ce poeme a "quelques teintes d'Orient a la Bajazet et a la Zaire." II est vrai tous les critiques sont d'accord en disant que Lakme , 'femme meprise'e * de l a piece, est une heroine avec toute la fureur des passions orientales a l a Bajazet. Mais les paysages qui sont ceux du Voyage en Orient, ont un peu plus de realisme. Le cadre est le desert, toujours menacant; la 1. Lamartine: Oeuvres Choisies: Intro, p. LV 2. Deschanel: Lamartine: p. 71. lumiere est toujours brulante, uLe s o l e i l nu monta comme un charbon de feu L'aube qui se jouait splendide sur leur tete Teignit le firmament de sa eouleur de fete." (La Chute d'un inge XLIV). Voila done un exeraple de 1' orientalisme de Lamar-rien tine. Dans l a poesie i l n'a/contribue a la science de 1'exotisme. Chez Alfred de Vigny i l est bien plus d i f f i c i l e d'apprecier 1'orientalisme. Premierernent, quoiqu'il s'in-teresse vivement a l'Orient, aux langues et a l a phlloso-phie religieuse, i l ne re'vele guere cet aspect de son in-teret dans sa poesie. Dans son receuil i l n'y a pas de poeme a t i t r e oriental, mais partout on trouve des traces, des details et meme des personnages orientaux. En second lieu la plupart des poemes de Vigny ont un ton biblique. Voici une dif f iculte.' Peut-on comprendre les Terres Saintes dans la definition de l'Orient? Mous avons deja montre 1'orientalisme dans 1'oeuvre de Chateaubriand, en examinant 1'Itineraire, le voyage en Asie-Mineure, sans avoir admis 72. que la Terre-Sainte est un pays oriental. Nous ne traiterons, done, pas tous les poemes bibliques de Vigny, mais seulement ceux qui ont quelque qualite orientale. Les sources de 1 1orientalisme de Vigny sont de la plus haute importance. Gar c'est dans les rapports de son oeuvre avec celle des orientalistes et des voyageurs, que nous pouvons tracer ou plutot apprecier 1'orientalisme. C'etait un cousin qui l u i donna les premieres inspirations envers l'Orient, le jeune orientaliste Bruguiere de Sorsum qui s'interessait aux traductions chinoises, sanscrites,et anglaises. L'oeuvre de Thomas Moore et de Byron etait traduite par l u i en 1820. II devint un des fondateurs de la Soeie te' asiatique de Paris, dont les publications avaient une grande attraction pour Vigny, Apres Bruguiere j'aurais place Byron, Chateau-briand et Moore dans 1'enumeration des sources de Vigny. Nous avons deja examine 1'influence de Byron et de Chateau-briand. Celle de Moore, d'apres plusieurs critiques est disputable. Mais je crois qu'elle est assez evidente dans un poeme t e l que l'Eloa, dont le .sujet est emprunte aux Amours des Anges de Moore. Laila Rooke et la Peri du poete anglais avaient du l u i fournir quelques details. 73. Vigny etait heureux dans le choix de ses amis; i l pouvait nommer d'entre eux un autre orientaliste, c'etait un caporal dans son regiment, Pauthier de Gensay. Lui aussi publiait des traductions orientales, et ce qui concerne plus notre poete, Pauthier s'occupait des philosophies indiennes et chinoises et des religions. Grace a Pauthier 1'interet de Vigny etait attire' vers les etudes serieuses, qui se mani-festaient vers la f i n de sa vie dans son enthousiasme pour les religions indiennes. 11 connaissait aussi des recits de voyages et surtout celui de Denon, qui l u i fournit des details pour son roman inacheve 1'Almeh. 11 n'est pas d i f f i c i l e de tracer les origines exactes des incidents dont se sert Vigny dans ces chapitres. Vigny,comme Hugo, n'avait jamais visite" l'Orient. 11 comptait seulement sur ces sources pour produire dans sea poemes les details de la vie et des moeurs asiatiques. Dans le poeme^Helena apparait tres nettement l'interet du poete dans l'Orient de son temps. C'est une peinture du combat des deux religions, 1'une occidentale 1'autre de l'Orient, et la Grece en est le theatre. Le sujet n'est pas tres oriental, mais c'est un aspect important de 1•orientalisme de Vigny. Dans le poeme on trouve aussi des allusions aux moeurs turques, dans 1'incident ou 1'Emir appelle aux armes les soldats musulmans et les exhorte a abandonner, "ces vins que Mahomet deteste Et ces femmes en pleurs qui meurent dans les oris, Indignes des guerriers qu'attendent les houris." D'apres Mile. Summers qui a ecrit un livre sur 1'orien-talisme de Vigny, Vigny avait tire du Koran quelques detail orientaux de cette piece. Sans doute i l 1'avait lu, et i l a f a i t des emprunts directs; 'L'homrae porte son sort attache' au col' ce vers du Koran devient chez Vigny: " — - - i l sait que son sort Avec l u i marc he, e'er i t d 'avarice, Sur l ' i n v i s i b l e c o l l i e r d'or." (Helena I I I 60-). ce qui ne laisse pour moi aucun doute de I'authenticite de cette influence. D'ailleurs, i l y a d'autres emprunts-par exemple la description de l'Eden mahometan nQ,ui puisera les eaux sacrees Dans la fontaine de Oafour, Ou les houris desalte'rees Chancellent et tombent d'amour? 75. Leurs yeux doux qu'un o i l noir protege, Vous regardent;leurs bras de neige Applaudiront au combat. (Helena III 79) Mais dans ee poeme Vigny introduit l'Orient seule-ment pour demontrer 1•inferiorite par rapport a 1'Occident. Les Turcs tels qu'il les peint sont braves mais cruels et voluptueux a 1'extreme, i l ne les flatte point. Vigny a garde cette attitude envers le mahometisme toute sa vie, et quoiqu'il examine plus profondement cette religion i l la rejettera a cause de sa legerete'. Dans plusieurs poemes, et surtout dan3 les poemes bibliques de Vigny i l y a un cadre oriental. Prenons par exemple le poeme Molse. Dans ce chef d•oeuvre le suj et et les sentiments n'ont pas d'orientalisme. Mais le cadre est tres pittoresque. C'est un paysage de desert a l'heure du coucher du s o l e i l qui "prolongeait sur la cime des tentes Ces obliques rayons, ces flarnmes e'clatantes, Ces larges traces d'or qu'il laisse dans les airs, Lorsqu'en un l i t de sable i l se couche aux de'serts. La pourpre et l'or semblaient revetir l a campagne." Voila encore des couleurs, mais elles sont beaucoup moins fantaisistes que celles des Orientales. Fourtant, i l y a quelque chose d'universel dans cette description, et on peut dire qu'elle est exotique plutot qu'orientale. Gela s^ 'app-lique aux autres poeines; la Golere de Samson commence par une description pa r e i l l e . "Le desert est muet, la tente est s o l i t a i r e . Quel pasteur courageux l a dressa sur la terre Du sable et des lions?--La nuit n'a pas calme La fournaise du jour dont l ' a i r est enflamme." Ge cadre est touj ours demerit en cinq ou six vers, et nous donne une impression de grande chaleur et de lumiere brillante. Vigny est rarement tres concret, i l peint a grands, coups de pinceau; quelquefois i l introduit l a cou-leur locale dans la forme des arbres et des animaux. Mais l i s semblent comme des silhouettes contre la lumiere coloree-"Quand le s o l e i l levant embrasa la campagne Et les verts oliviers de la sainte montagne, A cette heure paisible ou les chameaux poudreux Apportent du desert leur tribut aux Hebreux . (La Eemme Adultere) et no tons encore dans ce morceau 1'universalite des scenes orientales de Vigny. II y a de la eouleur dans les descriptions des costumes, Le fragment imprime du poeme de Suzanne nous fournit une veritable satiete de richesse et de brillance. Les esclaves detachent la parure de Suzanne: "L'une ote l a tiare ou b r i l l e le saphir Dans 1 •'eclat arrondi de l'or poli d'Ophirj Aux cheveux parfumes derobe leurs longs voiles, St la gaze brodee en tremblantes e'toiles La perle, sur son front, enlacee en bandeau Ou pendant a 1'oreille en mobile fardeau," (Le Bain) Vigny s'est inspire i c i de Chenier qui dans son poeme in-acheve de Suzanne avait note qu'il "faut met tre des de'tails A 1 asiatiques sur les vetements, les aromates, les richesses." Ce passage semble avoir toute la fantaisie des Milie et Une Uuits, toute l a volupte des contes de fees, mais i l etait directement emprunte a la Bible. Gependant c'etait l'art de Vigny qui y ajouta la eouleur et la delicatesse. Quelquefois chez Vigny on peut trouver dans les poemes qui n'ont ni cadre ni sujet oriental, des images et des comparaisons vraiment exotiques et frappantes dans 1. Cite par Mile. Summers: L'orientalisme d'Alfred de  Vigny: p. 39. 78. 1'intensite de leur impression. Le poeme d'Eloa nous en donne un bon exemple. Satan se montre pour la premiere fois a 1'ange-femme: "A sa lueur de rose un nuage embaume' Montait en longs detours dans un air enflamme Puis lentement forma sa couche d'ambroisie, Pareille a ces divans ou dort la molle Asie; La comme un ange assis, jeune triste et charmant, Une forme celeste apparut vaguement." C'est l a un orientalisme tout fantaisiste. Cette qualite' se trouve encore dans le roman de Cinq Mars dans la desc-ription pittoresque du chateau de Chambord. C'est dans ses romans plut&t que dans ses poemes que. Vigny se re'vele comme oriental is te. Le roman inacheve d'Almeh a pour cadre l'Egypte et commence par les desc-riptions vraiment realistes. L'influence des recits de voyages est tres apparente, et encore Vigny s'interesse a faire un contraste entre les deux religions maitresses du monde. •L'Orient jouait sans aucun doute un grand role dans la formation de la philosophie d'Alfred de Vigny. Vers 1825 l'ide'e de la destinee se trouve dans son j ournal: "Dieu 79. a jete" - c'est ma croyance - la terre au milieu de 1'air et de meme 1'homme au milieu de la destinee. La destinee l'enveloppe et l'emporte vers le hut touj ours voile'. Le vulgaire est entraiW - les grands caracteres sont ceux qui 1 , , 2 luttent. u Vigny a - t - i l tire cette idee du Koran? C'est possible; elle apparait encore dans les Destinees. Dans ce poeme Vigny peint un tableau du monde antique et oriental ou "Les pieds lourds et puissants de chaque Destinee Pesaient sur chaque tete et sur chaque action." 11 exprime sa croyance dans une destinee inexorable en mon-trant qu•elle existe dans les deux mondes: "Notre mot eternel e s t - i l : c'etait ecrit? Sur le li v r e de Dieu d i t l'Orient esclave; Et l'Occident repond: Sur le livre du Christ." Dans les dernieres annees de sa vie Vigny etu-diait l a philosophic religieuse des pays orientaux. L'oeuvre d'Eugene Burnouf avait f a i t connaitre en Prance les religions des Indes mais c'etait Barthelemy Saint-Hilaire qui i n i t i a i t Vigny au bouddhisme. Quoiqu'il connut les traductions du 1. Cite par Mile. Summers; op. cit.s p. 105. 2. Mile. Summers 1'a suggere', mais l'ide'e de la destinee est grecque autant que mahome'tane. 80. Bhagavata Purana, Vigny n'etait pas seduit par le brah-manisme. Cette religion n'offre aucune delivrance de la repetition des existences, et Vigny a u s s i ne pouvait pas accepter le systeme des castes. C e'tait vers le bouddhisme done qu'il s' inclina. G'e'tait pour l u i une religion peu ego'iste, (ce qu * i l reproche souvent au christianisme), une religion de tranquillite et de meditation. II reste cepen-dant, C h r e t i e n , mais c 'e'tait un christianisme bien modifie" par ses lectures bouddhiques. Ce que nous pouvons l u i re-procher peut-e'tre est de n'avoir jamais incorpore dans sa poesie ses connaissances de l a philosophie orientale. Vigny a f a i t quelque chose de tout a f a i t origi-nal a l'egard de 1'orientalisme dans la. litterature. II a retrouve l'exotisme de 1'Ancien Testament. A ces histoires bibliques i l a apporte l a couleur et le pittoresque. Son orientalisme consiste en une splendeur de la richesse des costumes et du decor, i l se manifeste dans le decor. Au fond son oeuvre n'est pas orientale a la maniere des 'turqueries' de Victor Hugo, car les sujets ne le sont pas. L'orientalisme est tres conservatif, mais i l est realiste; i l est compose' de la lumiere - toujours du s o l e i l . L'atmos-phere romantique des clairs de lune y manque completement. 81. C'est toujours le desert aride, et la chaleur brulante que peint Vigny dans cette poesie. St bien que 1'orientalisme chez l u i n'ait qu'une place secondaire, i l est une partie integrale de son oeuvre. • • * • • Theophile Gautier est souvent place hors de l'ecole romantique a cause de son influence sur le Parnasse. Mais i l a gagne un role assez signifia,nt dans la bataille romantique par ses premieres oeuvres qui ne manquent pas de qualites romantiques. Apres 1840 pourt&nt, Gautier de-veloppa les traits qui caracte'risent l'ecole parnassienne. Son oeuvre devint objective, "Toute ma valeur, d i t - i l , a. son ami Goncourt, c'est que je suis un homme pour qui le monde 1 exterieur existe." C'est un poete, done, de l a transition. En ce qui concerne 1'orientalisme les deux aspects de son oeuvre sont importants. Car e'etait d'abord 1•esprit roman-tique qui l u i inspira son amour de 1'exotique; et e'etait ses doctrines parnassiennes de l'art pour 1'art qui don-nerent a. cet orientalisme des voies nouvelles. De tous les poetes romantiques celui qui possede 1. Journal des Goncourt: l e r mai 1§B?. 82. au plus haut degre", la nostalgie de l'Orient, c'est Gautier. Chez l u i c'est une maladie reelle. Les circonstances ne lu i permettaient pas/dans sa jeunesse, de voyager, i l travailla.it pour la Presse et ne pouvait s'en all e r qu'en reve vers les pays etrangers, que s' imaginer des beautes qu'il ne connaissait pas. Maxime du Gamp l'avait rencontre' au mois de Janvier 1870, " i l etait triste et dolent; i l me dit avec une expression decourage'e, comme s ' i l sentait son dernier reve l u i echapper 'Helas.' nous ne voyagerons plus'," d i t - i l - et e'etait apres avoir vu la moitie' du monde.' Oui, toute la vie Gautier aimait a voyager. Ce poete etait etudiant, ce qu'il voulait chercher dans cet Orient e'etaient des traces des civilisations mortes, des traces surtout de leurs histoires ecrites dans les ruines. II s'imaginait ce qu'il ne pouvait pas voir; i l s'inspirait d'Alfred de Musset et des Orientales. Mais pourquoi se tourne-t-il vers l'Espagne, me^me avant d'y aller? C'est que de 1830 a 1840 les yeux du monde li t t e r a i r e etaient attires vers ce pays a cause de son importance dans le drame romantique. Comme le cadre de ces drames histo-riques, c'est une Espagne de fantaisie et sans doute, "Theo-1. Du Camp: Gautier: p. 103. 83, phile Gautier riai.t dans sa moustache de ces exage'rations furibondes, mais i l n'en subisait pas moins un attra i t i r -resistible vers les pays qui servaient de decors a toutes ces 'machines'.""'" Le reve de Gautier etait destine a se realiser. En 1840 Eugene Piot, ami de Gautier et connaisseur des objets d'art et de curiosite l u i proposa d'aller en Espagne. I I avait l'intention d'acheter quelques tableaux de 1'ecole espagnole et de ramasser des objets d'art, aisement acquis apres les ravages d'une guerre c i v i l e . Gependant le voyage pour Piot etait inutile a l'egard de son metier, mais quant a Gautier.' -- 1'influence de ce voyage est incalculable. I I en a laisse deux souvenirs, son Voyage en Espagne, et le receeil Espana. MJe ne puis decrire 1'enchantement ou me jeta cette poetique et sauvage contree, revee a travers les Pontes d'Espagne et d'lt a l i e d'Alfred de Musset et les Orientales d'Hugo; je me sentis la sur mon vrai sol et comme dans une patrie retrouvee", e'crit-il ving;t sept ans apres:"Depuis, je n'eus pas d'autre idee que de ramasser quelque somme et de partir; la passion ou la maladie du 1. Op.cit.: p. 91. 84. •voyage s'etait developpee en moi. 1 , 1 Oui, c'est un pays reve' a travers les Pontes et les Orientales. Mais de quoi a - t - i l reve, "ce prisonnier qui contemple la carnpagne a travers les barreaux de ses fenetres"?" Gautier n'a reve que d'une chose — de l'Espagne chevaleresque. Dans son oeuvre i l n'y a pas d'allusions a la guerre recente, ni a la politique. II ne f a i t pas de comparaisons comme celles de Vigny entre les religions de l'Occident et celles de 1'Orient. II a raconte seulement des impressions, i l a reproduit seulement ce qu'il voulait voir dans cette Espagne. II a voulu voir une Espagne arabe. G'est la son Orient, comme l a Turquie est 1'Orient de Hugo et la Terre Sainte l'Orient de Vigny. II y cherche partout les traces de la c i v i l i s a t i o n mauresque et i l en regret le de'part. "L'Espagne n'est pas faite pour les moeurs europeennes. Le genie de 1'Orient y perce sous toutes les formes et i l est facheux peut-eHre qu'elle ne soit pas restee moresque ou mahome'tane."3 Gertes -- pour les poetes, les peintres et les reveurs peut-etre; moi, j'aime mieux mon Orient situe en Chine ou dans les Indes. "II faut admettre, dit 1. Cite par Du Camp: op. c i t . : p. 93. 2. Ibid: p. 89 3. Ibid: p. 108. 85. M. Du Gamp - 5 que les nations ne vivent pas que de colon-nettesj de stalaclites sculptees et d'archfyoltes brodees en s t u c . G a u t i e r est alle en Espagne pour trouver son Orient. Meme dans les Espagnoles i l veut voir des femmes arabes; "L'Orient tout entier dans tes regards rayonne; Et bien que Gracia soit le nom qu * on te donne, Et que jamais objet n'ait e te mieux nomme Tu devrais t'appeler Zora'ide ou Patme.H (Les Trois Graces de Grenade.) Dans 1'architecture i l cherche toujours les traces arabes. L'Alhambra 1 • enchante comme elle a enchante" Victor Hugo aussi; par l'exotisme de son architectures, par le feerique de ses associations; "A 1'Alhambra moresque Sous les sveltes arceaux Ou la f o l l e arabesque Enlace ses reseaux, Regardez d i s a i t - e l l e , Les lions du bassin, Gette fine dentelle. 1. Du Gamp; op. c i t . : p. 109. 86. Dans le gout sarrazin, Ces colonnes, ces marbres, Ces vertes touffes d'arbres, Et ce f r a i s reservoire. (A 1'Alhambra, Moresque) II faut retenir que Gautier etait peintre. II salt reproduire un paysage en mots comme i l le f a i s a i t avec son pinceau — c'est une "transposition d'art". II peut aussi s a i s i r l a note dominante d'un objet ou d'un paysage, et la reproduire intensified mille fois par 1'accumulation des images ou des details. Gautier a saisi mieux que per-sonne la sauvagerie de l a montagne espagnole dans les vers: "Les pitons des sierras, les dunes du desert, Ou ne pousse jamais un seul brin d'herbe vert; Les monts aux flancs zebres de tuf, d'ocre et de marne, E t que. 1'eboulement de jour en jour de'charne, Le gres plein de micas <-papillotant aux yeux, Le sable sans profit buvant les pleurs des cieux, Le rocher refrogne' dans sa barbe de ronce, L'ardente solfatare avec la pierre ponce, Sont moins sees et moins morts aux vege'tations Que le roc de mon coeur ne 1'est aux passions." (In Deserto) 87. Ces vers sont des "prouesses d'une b$sse sure et i n f a i l l i b l e qui semblent plutot creer l a couleur que la trouver." 1 On trouve de l a couleur encore dans ces poeraes, mais chez Gautier — ce ne sont pas les couleurs eclatantes des Orientales, ni l a lumiere des deserts de Vigny. II y a quelque chose de plus delicat et de plus f i n dans les tableaux de Gautier —- i l suggere l a couleur plutot que l'exprimers "Quoiqu * i l f i t nuit, le c i e l b r i l l a i t d'un eclat pur, Gent mille astres, fleurs d'or, s'entrouvraient dans 1'azur, Et, de sou arc d'argent courbant les cornes blanches, La lune decochait ses fleches sous les branches; La neige virginale et qui ne fond jamais S c i n t i l l a i t vaguement sur les lointains sommets Et du c i e l transparent tombait un jour bleuatre Qui, baignant ton front pur des paleurs de l'albatre Se f a i s a i t ressembler a la jeune peri Revenant v i s i t e r son Alhambra cheri." (Les Trois Graces de Grenade) C'est un art toujours objectif, sans emotion, presque froid, mais c l a i r , comme une belle turquoise. S ' i l y a une re'alite' dans les paysages, i l y a de la fantaisie dans sa conception de l a vie arabe. 1. Eaguet: Dix neuvieme siecle: p. 316. 88. Gautier y chercha l a eouleur locale, les costumes ecla-tants, i l trouva les modes de Paris et les costumes tout ordinaires, i l f a l l a i t qu'il les imaginat . "C'est un spectacle douloureux - - d i t - i l —pour le poete, I'artiste et le philosophe de voir les formes et les couleurs dis-paraitre du monde, les lignes se troubler, les teintes se confondre et 1'uniforrnite l a plus desesperante #nvahir 1'univers sous je ne sais quel pretexte de progres .. .."1 L»influence des Orientales sur l'Espana de Gautier est apparente. Le Soupir du More s'inspire sans doute de la Bataille Perdue mais le theme a change'. Gautier a suivi exactement l a tradition — - l a mollesse de Boabdil, "Hier, d i t - i l j 'e^tais cali f e ; Comme un dieu vivant adore, Je passais du Generalise A 1'Alhambra peint et dore'.' J'avais, loin des regards profanes Des bassins aux flots diaphanes Ou se baignaient trois cents sultanes — 1 1 (Soupire du More) Puis le poeme de Gautier est presque symbolique de son amour pour 1'Alhambra --"Riant Alhambra, tours vermeilles, 1. Du Gamp: op. c i t . ; p. 111. 89. Erais jardins remplis de merveilles, Dans mes reves et dans mes veilles Absent, je vous verrai touj ours.'11 II y a un echo de 1'Extase dans les Yeux Bleus de l a Mon-tague, un autre dialogue entre le c i e l et la terre. Cette poesie a une simplicite s i merveilleuse, et une naivete* si fraiche qu'elle pourrait etre tiree de quelque poeme indien "Ces limpides bassins, quand le jour s'y reflete, Ont connu le. prunelle une humide paill e t t e . Et ce sont les yeux bleus, au regard calme et doux, Par lesquels l a montagne en extase contemple, Eorgeant quelque s o l e i l dans le fond de San temple, Dieu, 1 • ouvrier jaloux. t t (Les Yeux Bleus de la Montagne). Voici encore une autre reminiscence, cette fois d'une image Hugo emploie 1'image de l'eventail pour la lune dans sa Captive; "La lune ouvre dans 1'onde Son eventail d'argent." N«y a - t - i l pas un souvenir chez Gautier dans le poeme Au Bord de la Mer? --"La lune de ses mains distraites A laisse choir, du haut de l ' a i r 90. Son grand eventail a paillettes Sur le bleu tapis de l a mer," L'orientalisme de l'Sspa'ha est e ssen tie Heme nt celui de 1'Espagne arabe. II n'a pas 1'universal!te des paysages de desert de Vigny. C'est que le paysage chez Vigny est chose secondaire dans le plan de ses poernes• Chez Gautier c'est souvent le poeme entier. On l u i a re-pro che de n'avoir pas d'idees philosophiques, mais sont-elles necessaires a un peintre? Les poernes de Gautier sont des chefs d*oeuvre de la peinture. C'est un melange de verite descriptive et de fan-taisie dans la conception de la vie et des moeurs arabes que cet orientalisme de 1'Espana. II y a une fantaisie affee tee par l'auteur, en contraste a la vie qu'il avait trouvee dans ce pays de ses reves. Mais Gautier n'est pas souvent tres imaginatif, dans la grande maniere d'un Hugo. La valeur du recueil pour nous se trouve dans sa reproduc-tion de 1'Espagne arabe. Voila un autre pays; des voies nouvelles, ouvertes a l a litterature exotique du XIXe siecle, et v o i l a aussi les commencements d'une autre methode de l a poesie impersonelle et objective; une poesie qui trouvera son accomplissement dans 1'oeuvre de Leconte de L i s l e . II n'y a pas de grande diversite dans 1'orien-talisme des Romantiques, Ges poetes se bornent presque toujours a un seul payss la Turquie. L'orientalisme espagnol est mauresque, celui de 1'Asie-mineure est arabe. Quelle est l a difference essentielle entre le mauresque, I 1arabe, et le turque? II n'y a rien, Eaut-il noter que •la Turquie nous semble le pays le moins oriental de tous les pays d'Orient? Parce qu'elle nous est devenue plus familiere, sans doute, a cause de sa proximite a 1'Europe, et de sa part dans les affaires du continent, Mais a 1'epoque romantique l a Turquie etait encore assez orientale pour fournir des choses, des pein-tures exotiques. Des minarets, des mosquees, de belles femmes voilees, des palmiers noirs contre un c i e l d'azur, des deserts — voila ce qu'on cherchait dans ce pays. Pas d'histoire, pas de philosophic orientale dans cette poesie. Exalter le pittoresque, produire un effet d'exotisme en melant l a fantaisie et le realisme — voila 1'attitude vral-ment romantique. Mais 1'amour de l'exterieur est la. premier* 92. etape vers l a comprehension de I'ame des choses, et comme dans une evolution naturelle, cette attitude se changera dans les an ne'e s suivantes. La poesie en se developpant deviendra plus philosophique, on se tournera sencore vers des sources antiques. Et l a source principale ne sera ni grecque ni latine, elle sera indienne. C'est dans la revelation de 1'Inde que l a poesie francaise va trouver une inspiration nouvelle, un orientalisme plus fidele, "des c i v i l i s a t i o n s et des formes de pensee que 1'Europe avait peine a concevoir. 1 , 1 1. Martino: Parnasse et Symbolisme: p. 40. 93. Chapitre V. La Revelation de l'Inde dans 1'Oeuvre de Leconte de L i s l e . Les commenoernents de l a revelation de l'Inde datent de 1822 quand l a Societe' Asiatique fut fonde'e, sous la Restauration. Ce mouvernent,d 'abord pureraent erudit, atteignit bientdt le grand public et d£s 1830 on voyait par-tout des j ournaux et des revues s' empresser a, vulgariser les recherches des savants. De 1830 jusqu'a 1870 apparut un grand nombre de traductions des oeuvres indiennes et d'his-1 toires: 1831 Bockinger: Vie contemplative chez les Indous. 1833 Loiseleur Deschamps: traduction du sanscrit des Lois de Manou. 1840 Burnouf: traduction du sanscrit du Bhagavata-Purana. 1845 Burnouf: Introduction a. 1'histoire du boudd-hisme. .1848 Langlois: traduction du sanscrit du Rig-Veda ou liv r e des Hymnes. - 1. Ces titres sontTTire's des oeuvres suivantes: S . Carcassonne: Lgr.nnte de hisle^et la,,pJbJJj>soj2hla. indienne: Rev. de L i t . Comp. Oct-Dec. 1931. (awtrp.94; 94. 1853 V. Parisot: traduction du Sanscrit du 1854-58 Hi Pauche ; Ramayana. 1865 H. Pauche : traduction du S a n s c r i t du Maha-Bharata. 1867 Lamairesse: traduction des Poesies popu-laire du Sud de 1'Inde. J'ai nomme seulement les•outrages les plus importants pour nous, c'est-a-dire les sources principales des poetes orien talis t e s . Gependant cette petite l i s t e insuffisante nous donne une assez bonne idee de 1'enthousiasme avec lequel on s • e'lancai t dans ce travail de la traduction. Tous ces ouvrages, les histoires l i t t e r a i r e s et les traductions firent connaitre en Prance 1 a poesie eioique et lyrique et les doctrines religieuses de 1'Inde. Les grandes oeuvres poetiques, le Bhagavata-Purana, le Maha-Bharata et le Ramayana fournirent des sources ine'puisables aux poetes de 1850, car non seulement ces ouvrages sont riches en nouvelle- inspiration poetique mais i l s sont des histoires religieuses, pleines de mysticisme voluptueux et de sentiment hindou. "'Le po&me hindou' devient vite une 1. (Note de page 93, suite) J. Dornis : Essai sur Leconte de Lisle. J . Vianey : Les Sources de Leconte de Lisle. 95. mode aussi obligatoire que le 'poeme antique's Krishna, Yishnou, Bhagavat, Curiae epa sont au bout de quelques annees, des.noms aussi familiers qu'Aphrodite, Apollon ou Zeus; l a fleur de lotus pousse en larges plates-bandes dans le jardin des poetes."" En effet, la veritable antiquite' pour Leconte de Lisle et pour ses contemporains est dans ces mythes bouddhiques et brahmaniques, parce qu'il y a la une philo-sophic dont les idees s'accordent s i bien avec les leurs. Pour accepter la philosophie indienne nous verrons done qu'on doit e'tre pessimiste, et 1'ecole de 1850 ne manque pas de ce caracteristique. Ge pessimisme a v a i t - i l e'te cree par l a revelation du neant hindou ou du nirvana bouddhique? Gertes, i l pourrait §tre un pessimisme bien moderue, produit par le de'senchantement de 1'epoque roman-tique. En tout cas les poetes trouvaient dans la philo-sophie indienne une belle et sublime expression de leurs propres sentiments. Quelle etait cette philosophie ancienne qui pouvait exprimer un sentiment moderne, qui dans son adoption pouvait alleger le grand 'raal du siecle' des c i v i -lisations occidentales? Pour les poetes du XIX6 siecle la doctrine prin-•1. Pierre Martino: Parnasae et Symbolisme: p. 41. 96. cipale de cette philosophic est la theorie de 1'Illusion. Le monde est un reve, un reflet, la realite n'existe point. C'est la philosophic de Platon en pratique; une theorie qui donne la plus absolue des quietudes possibles. --C'est le dernier degre du pessimisme humain, car on ne lutte plus contre les maux du monde; pourquoi lutter centre des choses irnaginaires? Nous reviendrons encore a ce suj et en de'tail, quand nous interpreterons 1'oeuvre de Leconte de L i s l e . Tracons done dans la poe'sie de 1850 a 1870 les temoignages de cette attitude. Revivons avec Leconte de Lisle ces grandes histoires du passe. Regardons dans ce miroir de la c i v i l i s a t i o n le spectacle d'une epoque glorieuse dans 1'histoire religieuse de l'Inde. Jugeons s ' i l est possible, de combien l'auteur a transpose en francais 1'esprit de cette litterature s i etrangere, et surtout ad-mirons la splendeur, la vivacite des oeuvres de ce poete-orientailste. e © » • II est toujours interessant de savoir pourquoi et comment on a f a i t telle et telle chose, surtout quand i l s'agit d'une oeuvre l i t t e r a i r e . On se demande premierement a l'e'gard d'un poete orientaliste, pourquoi s ' interesse-t-il 97. a l'Orient? Est-ce qu'il y a voyage"? C'est qu'une qua l i t e telle que 1'orientalisme subit toujours des influences exterieures — et on peut en chercher les sources. Leconte de Lisle est pour nous la premiere i l l u s -tration de l'influence qu'exerce le milieu sur le poete. II est le premier de. nos poetes orientalistes a naitre dans les tropiques. Chez Hugo, bien entendu, i l y a des souvenirs de l'Espagne vue dans son enfance --mais cela n'etait qu'une influence tres passagere. Leconte de Lisle passa dix ans de son enfance a, I ' i l e Bourbon, son l i e natale, de dix a dix-neuf ans, les annees les plus impressiEnables de la vie. pans ses propres paroles, i l trouvait son inspira-tion poetique "tout d'abord grSce au hasard heureux d'etre ne dans un pays merveilleusement beau et a moitie sauvage, riche de vegetations etranges, sous un c i e l eblouissant.. ""L Certes, c'est si ce 'hasard heureux' que nous devons cette grande poesie orientale. Car non seulement les circonstances de l a naissance l u i ont doone un penchant pour les autres pays orientaux, mais ce pays de Bourbon l u i a forme' plusieurs elements de son orientalisme. "Les cases om-bragees de palmiers sous le c i e l ardent de Bourbon, les 1. J. Dornis: op. c i t . : p. 3. <2. Carcassonne: op. c i t . : p. 619. 98 forets revetus de lianes, 1'elegance nerveuse et bronze'es des Telingas porteurs de palanquins — tous ces spectacles familiers .a la jeunesse de Leconte de Lisle preparaient peut-Stre en l u i le curieux et l'adepte de la pensee indienne.''^ Leconte de Lisle nous dit lui-meme qu'il avait ete inspire par la lecture des Orientales. G'est un grand compliment a 1'orientalisme et a 1'art de Hugo qu'a f a i t le poete de Bourbon quand i l dit que cet ouvrage pour l u i etait •'comme une immense et brusque clarte, illuminant la roer, les montagnes, les bois, la nature de mon pays dont jusqu'alors je n'avais, entrevu la beaute et le charme etrange que dans 2 les sensations confuses et inconscientes de 1'enfant. Voila, done quelques influences exterieures qui inclinaient le jeune poete vers 1'etude de l'Orient. Mais i l avait le gout de 1'etude; 1'histoire et la philosophie 1'interessaient surtout. II passa des journees dans les bibliotheques ramassant des connaissances serieuses sur l'Inde feuilletant les livres que nous avons deja sig-nales —des epopees et les histoires religieuses. C'etait en philosophe surtout que Leconte de Lisle regardait le passe. 1. Carcassonne: op. c i t . : p. 619. ^ .2. Cite par Clare tie : L'Histoire de la Litterature francaisg_: T. 4: p. 266. 99. Contraireraent a Flaubert qui puisait dans raille l i t r e s des traits particuliers, des details concrets pour reconstruire 1'exterieur et le pittoresque de 1'histoire, Leconte de Lisle voulait connaitre cette Inde ancienne par sa religion et sa philosophie. Quatre ans apres que notre poete avait decouvert 1'oeuvre de Burnouf (1847) Saint Beuve pouvait ecrire de cette absorption dans ces etudes asiatiques: "En traduisant le sentiment supreme du desabusement humain et en le confondant ainsi avec celui qu'il prete a la nature, M. Leconte de Lisle a qui tte le paysage du Midi de 1'Europe et f a i t un pas vers l'Inde. Qu'il ne s'y absorbe pas." 1 Pourquoi voudrait-il s'y absorber? Pour repondre on doit e'tudier sa fortune vers 1848. A 1 1 ere nouvelle i l ne devait que la ruine commencee de sa familie. La vie pour notre poete n• e" t a i t pas tres heureuse, i l e'tait pauvre et isole', i l t r a v a i l l a i t pour des libraires. Jamais done la fuite dans 1'etude ne l u i avait ete s i necessaire. Quoi de plus naturel que de se tourner vers les dogmes consola-teurs de 1'Inde? Pour comprendre combien ce podte a saisi de l'esprit hindou de ces oeuvres religieuses i l faut premiere-1. Cite par J. Dornis? op. c i t . : p. 67. 1 0 0 . merit s a v o i r quelquechose de l a p h i l o s o p h i e et de l a r e l i g i o n de IMnde. Je ne me propose pas de f a i r e un e s s a i d e t a i l l e ' de se suj e t - l a - -; j e t a c h e r a i de me borner aux d e t a i l s qui touchent & 1 'oeuvre du podte f r a n c a i s . La r e l i g i o n l a plus ancienne de l'Inde est l e Vedisme. Ce e u l t e p r i m i t i f nous a laisse" un amas de poesie, c o n s i s t a n t en des hymnes et des t r a i t e s theologiques et philo s o p h i q u e s . Le Rig-Veda l e plus remarquable de ces l i v r e s a f o u r n i a Leconte de L i s l e l a matiere de deux beaux poemes vediques. Cette r e l i g i o n comme toutes r e l i g i o n s p r i m i t i v e s se c a r a c t e r i s e par l e grand norabre de. dieux: A g n i , l e f e u ; Indra,'dieu gigantesque; Soma, l e sue d'une plante et l a lune; Yama, dieu de l a mort. Mais h u i t cent ans avant notre ere, une nouvelle conception se forma. C ' e t a i t l a conception d'un seul Dieu. Dans l e s mots des Upanishads —"Now that l i g h t -which shines above t h i s heaven, higher than a l l , higher than everything, i n the hig h e s t world, beyond which there are no other worlds, that i s the same l i g h t which i s w i t h i n man."1 C'est une grande e v o l u t i o n des Vedas jusqu'a Brahman. Les commen-tateurs des Vedas ont re'duit l e nombre de dieux a un s e u l 1 . C i t e des Upanishads, par J . B. P r a t t : India and i t s P a i t h s : p. 73. 101. dieu P r a j a p a t i qui d e v i n t Brahman, l e Grand Tout. C'est l a p h i l o s o p h i e du Vedanta. La grande d o c t r i n e de cette r e l i g i o n , qui forme l a base de toutes l e s r e l i g i o n s brahmanes de 1 1Inde aujour-d'hui, est 1' i d e n t i f i c a t i o n de toutes choses a. Dieu. Per-3 mettez-moi de c i t e r encore de ces magnifiques Upanishads: This Universe i s Brahman. The i n t e l l i g e n t whose body i s s p i r i t , -whose form i s l i g h t , whose thoughts are true from whom a l l works, a l l d e s i r e s , a l l sweet odours and tastes proceed; he who embraces a l l t h i s , who never speaks and i s never surprised', he i s myself w i t h i n the heart , great-er than the ,earth, g r e a t e r than the sky, greater than the heaven, g r e a t e r than a l l these worlds. The a l l - w o r k e r , the a l l - d e s i r e r , the a l l embracer, he i s myself w i t h i n the hear t , he i s that Brahman." 3 Dans cette conception 11 n'y a pas de place pour 1'S.me i n d i v i d u e l l e . Je ne veux pas d i r e que l e s hindous ne c r o i e n t a 1'ame ou a une v i e immor-t e l l e . Pour eux 1'ame n'est qu'une p a r t i e de l a Divine Essence — qui d o i t e n f i n y r e v e n i r . -L'ame est l a seule 1. Cependant l e s i n c a r n a t i o n s de Brahman dans l e s dieux i n f e r i e u r s ont ete toujours acceptees. 2. "In the whole world there i s no study so r e f i n e d and so e l e v a t i n g as tha t of the Upanishads. I t has been the solace of my l i f e . I t w i l l be the solace of my death"-Schopenhauer. Emerson a u s s i t r o u v a i t de grandejoie dans l'dtude des Upanishads. 3.Ibid: p. 74. 102. chose dans l a t e r r e qui ne s o i t pas i l l u s i o n . Le Maya done n'est qu'un r e s u l t a t de c e t t e croyance. Pour l e s hindous l a v i e immortelle est l e 'neant d i v i n ' - - c ' e s t - a - d i r e l a p a i x e t e r n e l l e en Dieu. Un autre aspect du Brahman souvent trouve dans c e t t e p h i l o s o p h i e , est son irnmobili te. La per-f e c t i o n d i v i n e n'a pas besoin d'un a t t r i b u t de l a race humaine,-de 1'action-car l ' a c t i o n est l e moyen d'atteindre a l a p e r f e c t i o n . Ceci explique l e c u l t e des ascetes hindous qui meditent longtemps sans mouvement, qui ont renonce au monde pour se r e a l i s e r dans l a v i e r e l i g i e u s e . V o i l a done l e s d o c t r i n e s brahmanes dans l e u r s premieres conceptions, et s u r t o u t avant 1'ere du bhouddhisme. Bouddha p r e c h a i t au V I e s i e c l e avant J e s u s - C h r i s t une r e l i g i o n sans dieux p o p u l a i r e s , sans r i t e s , q u i s'oceu-p a i t seulement de l a souffranee humaine. Mais dans ses d o c t r i n e s fondamentales e l l e a v a i t p l u s i e u r s rapports au brahmanisme. "Le moi, selon l e bouddhisme s.'eteint • dans l a p a i x du Nirvana selon l e Vedanta, s ' i d e n t i f i e a 1'essence supremej-deux facons d' exprimer l e meme reve d'immuable se'r e n i t e . 1 , 1 E t quoique c e t t e r e l i g i o n ne put s u r v i v r e chez l e s hindous, e l l e a surtout f o r t i f i e c e t t e idee, et e l l e a 1. Carcassonne: op. c i t . : p. 628. 103. dorme au brahmanisme quelque chose de sou humanite. Contre cette attaque faite par une religion nou-velle, le brahmanisme f a i s a i t de grands efforts pour se re-- tab l i r . Ce neo-brahmanisme qu* date du moyen age se carac-terise par la Trinite fameuse: Brahma, Visnou, et Giva. Brahma le dieux des theologiens, Visnou et Giva les dieux populaires. Tous ces dieux sont pour les sectes differentes les incarnations de Brahman.1 Chez les Visnouites, Visnou est l a vraie incarnation et s ' identif ie a Braliman lui-meme, Brahma et Giva sont inferieurs,--et ainsi de suite. Des millions de Hindous font des prieres a tous les deux — a Visnou et a, Giva. Le bakti, ou la devotion personnelle devint une qualite de la philosophic du Vedanta, mais a la fois ces dieux personnels etaient declares illusoires:-Cette doctrine en apparence s i paradoxale s'explique aise-ment par la philosophie du Maya. Dans le Bhagavata-Purana 1'histoire de l a grandeur, de la bonte de ces dieux rem-plissent bien des pages, mais on rappelle assez souvent qu 'i1s n'exis tent pas. Pour mieux lutter contre le bouddhisme les brah-manes ont ecrit des histoires heroiques et legendaires des 1. Brahman signifie le neutre 1'Essence Divine. Brahma est le dieu populaire -- I s incarnation de Brahman. 104. trois dieux de leur religion, appellee les Puranas. Les plus populaires de ces histoires sont celles consacrees a Visnou — parmi lesquelles est le Bhagava ta-Purana qui a fourni a Leconte de Lisle deux poemes magnifiques. "Voila done une epoque de trente siecles resumee assez brievement. Leconte de Lisle s'interesse a l a peri ode vedantique au pre-vedantique, et au neo-brahmanisme. II se borne aussi a une etude des Hymnes Vediques, et le Bhagavata-Purana, N'a-1-i 1 pas connu les UpanishadSs — peut-etre que l'acces en etait encore trop d i f f i c i l e . Mais i l a neg-lige aussi la Bhagavad-Gita des l i t r e s religieux le plus aime et le plus connu de 1'Inde aujourd'hui — dans lequel est resumee toute l'essence du brahmanisme. On peut se demander aussi pourquoi s ' e s t - i l borne au brahmanisme? S 1 i l a cherche a calmer son inquietude d• Sine pourquoi n'a-t-il pas etudie l a religion bouddhique? "La mythologie brahma-nique peut deployer pour l'artiste des couleurs plus ecla-tantes, des Episodes plus -varies et plus dramatiques, un merveilleux plus demesure, mais on croira difficilement que Leconte de l i s l e eut dedaigne le bouddhisme s ' i l avait cherche avant tout dans l a litterature indienne la poesie du coeur." 1 Mais peut-§tre que dans ces histoires magni-1. Carcassonne: op. c i t . : p. 625. 105 fiques du brahmanisme, Leconte de Lisle a trouve une poesie du coeur qui le sa.tisfait. Bhagavat, ecrit en 1852 est le temoignage de 1'interet du penseur pour le brahmanisme. "On a tente d 'y reproduire, d i t - i l , au sein de la nature excessive et mys-terieuse de l fInde, le caractere metaphysique et mystique des Ascetes vicnuites en inaiatant sur le lie n etroit qui 1 les rattache aux dogmes bouddhistes." Leconte de Lisle done a compris le l i e n entre les deux grandes religions indiennes. II veut t i r e r du Bhagavata-Purana dans lequel i l a puise le sujet, premiBrement les traits propres au visnouisme, puis les qualites generales de la philosophie de l'Inde, surtout celles qui ont recu 1 1 influence du boudd hisme. Le Bhagavata d'une part commande au fidele de mourir au monde pour revivre en Dieu, mais le fidele doit chercher ce Dieu; puis i l contient la conception visnouiste de Bhagavat, ou Visnou, et aussi 1'idee du Grand Tout — et aussi 1' idee du MaVya et le sentiment de la mi a ere humaine -qui sont toutes les trois tres semblables aux doctrines bouddhistes. De Leconte de Lisle on a ecrit, " i l a pu etre l'interprete de l a pensee indienne dans la meaure ou i l a 1. Preface des Poe'sies Antiques: cite par Carcassonne: op. c i t . : p. 626. 106. compris et f a i t comprendre le Vedanta. 1 , 1 Examinons de plus pres ce poeme de Bhagavat pour determiner l a verite de cette remarque. Trois brahmanes me'ditent au bord du Ganges. l i s sont affliges de la douleur du monde. Maitreya est trouble' par l a vision d'une vierge qu'il ne peut pas oublier. Harada est hante par le souvenir de la mort de sa mere. Angira plaint, "Le doute touj ours appesantit ma face, Et 1'enseignement pur de mon esprit s'e'f f ace". (Bhagavat) La deesse Ganga entend leurs plaintes, "Et voilee a demi d'un bleuatre eventail Avec ses bracelets de perle et de corail Son beau corps diaphane et f r a i s , sa bouche rose . Ou le sourire aile comme un oiseau se pose, Et ses cheveux divins de nympheas ornes E l l e apparut et v i t les sages prosterne's." (Bhagavat) Quelle est l a source de ce premier episode? Ha-rada est un personnage du Bhagavata-Purana et Leconte de Lisle a garde les circonstances de son histoire assez 1.Carcassonne: op. cit.s p. 627. 107. fidSlement. Quant a Maitreya, le Bhagavata et le Maha-BJmjrata abondent en des histoires des ascetes tentes par les courtisanes celestes pour les eprouver. Angira s * in-spire aussi du l i v r e indien quoiqu'il nous semble si moderne, on a touj ours doute. Dans ces trois malheureux se symboli-sent les trois grands malheurs du monde, 1'art du poete a rec-onnu la va.leur de ce choix. L'episode de Ganga a e"te presque entierement invente par leconte de Li s l e . On ne trouve dans le Bhagavata aucune description d'une deesse Ganga, i l n'y a qu'une mention de cette deesse dans le Maha-Bharata. C'est a 1'imagination du poete, done, que nous devons cette eblouissante description. Mais revenons a notre histoire. Ganga indique aux sages le chemin du mont Kailaca— le chemin a Bhagavat. La i l s trouveront la f i n de leurs tourments: MLa sous le d6me epais des feuillages pourpre's, Parrni les kokllas et les paons diapres, Reside Bhagavat dont l a face Illumine. Son sourire est Maya, 1'Illusion divine Sur son ventre d'azur roulent les grarides Eaux La charpente des monts est faite de ses os 108. Les fleuves ont germe dans ses veines, sa te*te. Enferme les Vedas, son souffle est la terapete; Sa marche est a la fois le temps et 1'action Son coup d'oeil eternel est l a creation Et le vaste univers forme son corps solide." (Bhagavat) Les trois sages montent la montagne,-- i l s enten-dent des Kinnaras, musiciens des dieux qui chantent les incarnations de Visnou. C'est un autre episode tire du Bhagavata. "La monies sur des chars avec leurs femmes, les Devas .... chantent les histoires ou leur maitre para1t uni a la condition miserable de 1 'humanite". "•*•' Dans le poeme de BJiagavat notre poete a represente' trois des incarnations du dieu, chacune est une longue histoire dans l'e'popee indienne, mais dans le. poeme francais on les traite en moins de cent vers. Mais dans ce precis Leconte de Lisle n'a pas' perdu l a force ni l a signifiance de l'original. Les epi-sodes servent a montrer l a misericorde de Bhagavat envers les hommes et les animaux. Ces resume's ont intensifie cette idee. Le poete a toujours garde les mots et les ex-1. Cite par Vianey: op. c i t . : p. 71. 109. pressions les plus frappants. Nous tirons un autre exemple du beau li v r e de M» Vianey: "Pendant que Brahma refle-chissait a i n s i , 'le m&le du sacrifice, semblable au Roi des montagnes (le li o n ) , se mit a rugir .... Traversant le c i e l queue dressee, ferme de corps, secouant sa criniere, tout herisse de poils aigus, foulant les nuages sous ses pieds, montrant ses blanches defenses, le regard enf lamme": tel parut Bhagavat pour soulever l a terre ... Comparons ces vers suivants du poeme francais pour comprendre son art de choisir: "Mais Bhagavat, semblable au lion i r r i t e , Rugit dans la hauteur du c i e l epouvante. Le divin Sanglier, mkle du sacrifice, L'oeil rouge, et secouant son poil qui se herisse .." (Bhagavat II) II sait aussi produire des effets de surprise ou d'emphase par un placement des mots: "Le jeune Bhagavat Soutiendra d'un seul doigt, comme une large ombrelle, Sous les torrents du c i e l qui rugiront en vain, Durant sept j ours entiers, 1'Himalaya divin." Ici i l a ajoute meme a 1'exageration de la source, car le 1. Cite du Bhagavata-Purana par Vianey: op. c i t . : p. 73. 1 1 0 . Bhagavat des Puranas enleve la montagne de sa main entiere. Leconte de Lisle pouvait trouvait dans le Bhaga-vata-Purana dix a vingt portraits de Visnou. M. Vianey nous revile que le poete a emprunte ses details k trois de ces portraits, j 'en citerai quelques morceaux. "Les grands yeux ressemblent au lotus ..... i l porte une guirlande de fleurs des bois ... son corps embrasait les trois mondes." J'ai trouve le troisieme episode surtout plein d'interet: "Les solitaires virent le Dieu .... couvert des gouttes de pluie tombant de perles suspendues a son parasol blanc comme la lune et agitees par le vent favorable de deux eventails brillants comme deux cygnes." Le portrait que Leccnte de Lisl e a f a i t de Bhagavat n'est pas original mais dans sa composition i l a mis le travail exquis d'un grand artiste: "G'etait le Dieu. Sa noire et lisse chevelure, Geinte de fleurs des bois et vierge de souillure, Tombait divinemeo.t sur son dos radieux; Le sourire animait le lotus de ses yeux; Et dans ses v&tements, jaune comme la flamme, Avec son large sein ou s'ane'antit l'ame, 1. Vianey: op. c i t . : p. 73. I l l Et ses bracelets d'or et de joyaux enrichis, Et ses ongles pourpres qu'adorent les Richis, Son nombril merveilleux, centre unique des choses, Ses levres de corail ou fleurissent les roses, Ses eventails de cygne et son parasol blanc II siegeait, plus sublime et plus e'tincelant Q,u'un nuage, unissant, dans leur splendeur commune, L'eclair et 1'arc en c i e l , le s o l e i l et l a lune. (Bhagavat) Ainsi les trois sages s'unissent a 1'Essence Premiere, i l s ont trouve l a paix eternelle dans Bhagavat. "Abime de neant et de re'ali te. Q,u'enveloppe a jamais de sa flamme feconde L'invisible MSya « C'est un grand denouement d'une des plus belles expositions de l a philosophie brahmane chez Leconte de Lisle. Sortir de l a Maya de'1'eternelle et sainte Illusion' pour se perdre dan's le Grand Tout, voila le but du brahmanisme, et du bouddhisme aussi car sortir de l a Maya est aussi de sortir du moi. Voila le rapport entre les deux religions s i claire-ment exprime. Visnou dans ce poeme n'est plus le dieu popu-laire d'une secte, i l represente plus largement comme dans les premieres conceptions, l'Etre qu'il incarne. La philo-112. losophie ancienne qui n'existe plus aujourd'hui chez la plupart des hindous revit encore dans ces vers. Est-ce que la mise en scene somptueuse de ce poeme nous derobe l a s p i r i t u a l i t e profonde qui est le propre du Vedanta? M. Carcassonne le pense. "Maya f a i t tort au Brahman,nl d i t - i l . C'est vrai que dans le poeme Leconte de Lisle s'est abandonne a l a richesse et a l a volupte du decor mais n ' a - t - i l pas suivi les legendes indiennes dans presque tous leurs details? "Pris comme poeme philosophique Bhaga- vat nous parait une oeuvre evasive et tronquee." Sans doute, Leconte de Lisle ne nous a pas eclaire comment on peut atteindre la serenite definitive selon les lois de-tainees des anciens ascetes, mais ne l ' a - t - i l pas indique? Si Leconte de Lisle a ete un peu indecis sur la nature de '1'Essence premiere' c'est qu'il a mieux senti Maya — car "c'est encore se consoler que de contempler sa tristesse a ~, • • 3 travers les reflets d'un symbole etrange et somptueux." On trouve dans l a Vision de Brahma encore une explication de l a philosophie hindoue. "Que suis-je? D'ou viens-je? Quelle est ma fin?" Ge sont les trois grandes questions qui ont trouble l'esprit humain depuis l a creation. 1. Carcassonne: op. c i t . : p. 633. 2. Ibid: p. 635. 3. Ibid: p. 646. 113. M§me dans le Bhagavata-Purana cette question est discutee, dans deux chapitres; Brahma voit Bhagavat, et Hymne de  Brahma, qui contiennent l a le'gende de laquelle Leconte de Lisle s• inspire dans son poeme.1 Brahma qui dans cette histoire visnouite est natu-rellement un dieu inferieur, l u i aussi se posait des ques-tions de l a vie. "Brahma cherchait en soi 1'origine et l a fin ^ La Mslya le couvrit de son reseau divin Et son coeur sombre et froid se fondit en lumieres." (La Vision de Brahma) C'est 1'Illusion qui voile a jamais pour nous le savoir divin. Brahma, pourtant, regarda dans son coeur interieur et v i t Bhagavat. L'ayant vu i l a compris le monde et la vie que rien n'existe en dehors de Dieu. "II ne d i t plus: Je suis.* mais i l pensa: Nous sommes. (Encore le sentiment bouddhique le reniement du moi). Puis Brahma interroge le Grand Tout — "Qui suis-je? Reponds-moi, Raison des Origines.* Suis-je l'ame d'un monde errant par l ' i n f i n i , Ou quelque antique Orgueil, de ses actes puni, Qui ne peut remonter a. ses sources divines? 1. Vianey: op. c i t . : p. 47. 114. Et le Dieu l u i repond en expliquant 1 1 i l l u s i o n de l a vie: "Toute .chose depuis fermente, v i t , s'acheve; Mais rien n'a de substance et de realite, Rien n'est vrai que 1 'unique et morne Eternite": 0. Brahma.' toute chose est le reve d'un reve." Leconte de Lisle qu ' a - t - i l garde de l a le'gende indienne et qu'y a - t - i l ajoute? II emploie la meme methode qu'il a employee dans Bhagavat. II emprunte au Bhagavata-Purana des details, mais toujours avec la distinction dans le choix. Pour faire le portrait de Hari (Bhagavat) i l re-jette les descriptions trop fades, faites par Brahma dans le Bhagavat% i l tire ses details d'ailleurs. Voici encore des vers qui trouvent leur source dans le passage que nous avons deja c i t e : -"De son parasol rose en guirlandes flottaient Des perles et des fleurs parmi ses tresses brunes, Et deux cygnes, brillants comme deux pleines lunes Respectueusement de l ' a i l e 1'eventaient." (La Vision de Brahma) Du Bhagavata-Purana i l a tire aussi 1'episode des mille vierges. Je le citerai pour montrer combien notre poete pouvait embellir ses sources: wLa elle v i t dans une maison, au fond de l'etaug, mille vierges toutes a la fleur de l'age 115. et parfumees de santal." On le reconnait a, peine sous les mains de Leoonte de L i s l e : "A son ombre, le sein parfume de santal Milie vierges, au fond de 1'etang circulaire Semblaient a travers l'onde inviolee et claire Des colombes d'argent dans un- nid de c r i s t a l . " (La Vision de Brahma) Voila une peinture pleine de suggestion, de eouleur et d'ima-gination voluptueuse. Le poete francais se laisse entrainer par 1'imagi-nation dans un autre episode. I I a place aupres de H£ri non seulement des vierges mais des dieux qui n'y sont jamais peints dans les Puranas. Ge sont des dieux vediques — et d'entre eux — un 'Geant sinistre' qui est Giva. Gertes tout cela ajoute quelquechose a la legende, en glorifiant l a puissance de Rari. Encore une fois done, Leconte de Lisle nous montre sa connaissance de l a philosophie brahmane. I I est evident qu'il en a sal s i les principes fondamentaux et qu'il a trouve dans cette philosophie quelquechose de commun avec son propre sentiment. Comme Brahma lui-meme le poete cherche l a solu-tion des problemes de la. vie -- en vain et pour se consoler 1. Encore un emprunt a, M. Vianey, p. 50. 116. i l doit decider que 'toute chose est le reve d'un reve 1. Mais i l ne pouvait quitter la philosophie r e l i -gieuse de I 1 Inde sans avoir compris dans son receail un poeme consacre a 1'autre dieu principal des Hindous — Giva. Ge dieu qui est singulierement le plus populaire aujourd'hui, est le devorateur, la puissance destructive de la nature — la mort. La Joie de Giva s'inspire de la traduction des Poesies populaires du Sud de 1' Inde, et particulielement a. cette priere a, Giva que Leconte de Lisle a trouvee dans le recueil: "Quand viendra le temps ou la mer, l a terre, l ' a i r le feu et le vent doivent etre aneantis, plusieurs millions de Brahma mourront a u s s i . h 1 Giva seul survivra. Mais i l me semble que Leconte de Lisle a suivi sa propre interpre-tation de cette Hymne, i l a raisonne ainsi? s ' i l ne reste dans le monde rien que le dieu Giva —, qui est la mort — i l ne resterait rien du tout. Mais les civaites ne peuvent concevoir un tel vide; pour eux i l y aura touj ours Giva — et Giva dans sa forme l a plus concrete. 2 Jean Lahor, l'un des disciples de Leconte de Lisle 1. Cite par M. Vianeys p. 50. 2. Jean Lahor, ne en 1840, est appele quelque part l'Hindou du Parnasse. II a ecrit trois livres de poesies tous remplis de 1'esprit hindou. 1868 Melancholia 1872 Le Livre du Neant 1875 L'Illusion. 117. qu* on appelle 1"Hindou du Parnasse a consacre plusieurs poemes a Giva. I I s 1 inspire aussi de l a meme source— aux Poesies du Sud, car i l a suivi de plus pres l'originale indienne. "Cent mille Brahmas, cent mille Vishnous Seront deja morts quand, au soir du monde, Tu te tiendras seul, du sang aux genoux, Bebout dans le vide et l a nuit profonde." (A Giva) 1 Hon seulement Leconte de Lisle^compris les oeuvres eacrees de 11Inde mais i l a tire des sujets poetiques des grandes e'popees, du Ramaya,na et du Haha-Bharata. Dans la Mort de Yalmiki, le poete explique le detachement des anacho retes hindous envers les choses ici-bas. C'est la philo-sophie hindoue en pratique. Yalmiki, poete ancien du Rama-yana, se prepare pour la mort. II revit encore sa vie et voit passer sous les yeux toute la gloire de son poeme. I I contemple l ' I n f i n i . Puis des millions de fourmis couvrent ses pieds; "Mordent, rongent l a chair, pe'netrent par les yeux Dans la concavite du crane spacieux." Mais le vieux sage ne sent rien, tant i l s'occupe de l a meditation. 118. . • J ' a i 'raconte 1 ' h i s t o i r e pour f a i r e r e s s o r t i r I'etrangete' et l e p r i m i t i v i s m e . Ge poeme est l e premier en date des poemes hindous de notre poete, c e l a est s i g n i f i a n t — Leconte de L i s l e a deja s a i s i l ' e s p r i t curieux des Hin-dous* Dans l e Maha-Bharata 8 d'ou l e s u j e t de ce poeme est t i r e , 1'episode est t r e s l o n g , 1 ' h i s t o i r e de l'ascete devenu f o u r m i l i e r e n'est qu'un d e t a i l , et l e heros n'est pas Y a l -m i k i . Le poete f r a n c a i s en c h o i s s i s s a n t 1'auteur du Rama- yana pour l e r o l e de son heros a ajoute quelque chose de tout a f a i t o r i g i n a l a l a legende. Qui sinon Y a l m i k i n'est pas digne d'etre ce heros'i Leconte de L i s l e a done combine une legende du Maha-Bhara ta et un f a i t h i s t o r i q u e . I I y a encore un aspect de 1 ' i n t e r e t que Leconte de L i s l e m a n i f e s t a i t envers l e s r e l i g i o n s de 1•Inde qui-a p p a r a l t dans deux poemes vediques: Surya et l a P r i e r e  vedique pour l e s Morts. En quelques vers i l a condense toute l'essence de l a poesie vedique. Cette f o i s i l s'est s e r v i du Rig-Yeda ou l i v r e des Hymnes t r a d u i t du S a n s c r i t par M. L a n g l o i s (1848). Ce r e c u e i l de poesies est l'un des plus anciens et veneres de 1'Inde. Les deux poemes de Leconte de L i s l e sont consacre's au Dieu du S o l e i l — l e premier dieu — l a source de tous l e s dieux de l'Inde. 119. Le poeme de S u r r a e s t une d e s c r i p t i o n de l a j o u r -nee du s o l e i l , m a i s dans ce poeme m a g n i f i q u e e t g r a n d i o s e L e c o n t e de L i s l e e x p l i q u e l a base de t o u t e c e t t e a d o r a t i o n du s o l e i l . Le s o l e i l e s t l a s o u r c e de l a v i e , e t dans un p a y s t r o p i c a l i l e s t t o u t p u i s s a n t . -- Dans s e s r a y o n s v i v e n t l e p o u v o i r de l a c r e a t i o n e t de l a m o r t . -- L e c o n t e de L i s l e a b i e n c o m p r i s l e l i e n e t r o i t e n t r e l a r e l i g i o n d'un pa y s e t s o n c l i m a t . "0 S u r y a ' Ton c o r p s l u m i n e u x v e r s l ' e a u n o i r e S ' i n c l i n e , r e v e t u d'une r o b e de g l o i r e L'abl'me te s a l u e e t s' o u v r e d e v a n t t o i : D e s c e n d s s u r l e p r o f o n d r i v a g e e t d o r s , 6 Roi.' Ta demeure e s t a u b o r d des o c e a n s a n t i q u e s , M a i tre.' L e s g r a n d e s E a u x l a v e n t t e s p i e d s m y s t i q u e s . " ( S u r y a ) "D'une o e u v r e a i n s i f a i t e on p e u t d i r e : ce n ' e s t pas l a 1 s e u l e m e n t de l a p o e s i e , c ' e s t de l a s c i e n c e . " L a P r i e r e ve'dique p o u r l e s M o r t s e s t a u s s i une hymne a u s o l e i l — une p r i e r e a. A g n i — au B e r g e r d i v i n . "Je t e s a l u e , A g n i , S a v i t r i . ' R o i des e t r e s j C a v a l i e r f l a m b o y a n t s u r l e s s e p t e t a l o n s . ' 1. V i a n e y : op. c i t . : p. 31. 1 2 0 . On prie Agni pour une vie sans peur de la mort. Gette peur est symbolisee dans les alliens de Yama — dieu de la mort. Si quelquefois le poete semble parler a Yama au meme temps qu'a Agni, c'est que Yama represente le feu e'teint, le s o l e i l de nuit dont l a chaleur est morte. Dans ces deux poemes Leconte de Lisle a supr&nement organise et combine ses emprunts. L'harmonie qui en resulte nous fournit un exemple magnifique de la eouleur chez ce poete. "Le mot le plus exact qu'on puisse employer i c i , c'est de dire que Leconte de Lisle a 'butine' les splendeurs dont fourmillent ces hymnes, i l les a c l a r i f i e s , i l en a 1 f a i t son mi e l . 1 1 Vraiment, on ne peut pas parler de l a eouleur locale de la poesie de ce jeune Creole — c a r cette epithete implique touj ours une qualite exterieure. La eouleur vedique et intense de ces poemes est la vraie eou-leur du Rig-Veda; elle a meme plus de magnificence dans cette forme concentree du poeme francais. • Q,ue peut-on dire de l a grandeur inexplicable et profonde de ces vers s "Elle vient, elle accourt, ceinte de lotus blancs, L'Aurore aux belles mains, aux pieds etincelants; Et tandis que, songeur, pres des mers tu reposes, 1 . Dornis: op. c i t . : p. 69. 121 E l l e l i e au char bleu les quatre vaches roses. a » 4 » Tu roules comme un fleuve, $ Roi, source de l'Etre.' Le visible i n f i n i que ta splendeur penetre, En houles de lumiere ardemment agite Palpite de ta force et de ta majeste. (Surya) A mon avis i l y a quelquechose de plus intense encore dans la couleur de la Priere pour les Morts. Est-ce qu'il a suivi de plus pres 1 'original indien? Ce poeme me semble etre 1'incarnation de toute l a grandeur ancienne et primitive de cette Inde incomprehensible et profonde. Dans aucun poeme Leconte de Lisle n'a saisi s i bien le sentiment symbolique des Hindous. "Berger du monde, aveugle avec tes mains brulantes Des deux chiens d'Yama les prunelles sanglantes. Tes deux chiens qui jamais n'ont connu le sommeil, Dont les larges naseaux suivent le pied des races, Puissent-ils, Yamai jusqu'au dernier re'veil, Dans l a vallee et sur les monts perdant nos traces, Nous laisser voir longtemps la beaute du s o l e i l . " (Priere ve'dique pour les Morts) Par 1'art de rythine et le choix de la diction i l nous a 122. donne une impression d»exotisme plus forte que ne pouvait donner 1 * original. Ce n'est pas juste peut-§"tre, a Jean Lahor, de comparer sa poesie avec celle de son maitre. Mais l u i aussi i l a ecrit une hymne vedique au s o l e i l — et s i j 1 en citerai un morceau ce n'est que pour montrer 1'inferiorite. Gette poesie a un ton tout a, f a i t francais a cote de celle de Le-conte de L i s l e . "Maitre du c i e l , ecoute et recois ma priere: / 1 Cavalier eternel de ces steppes d'azur, Pais-moi fort, lumineux, veridique et tres pur 0 Roi bon, fais moi bon, comme l'est l a lumiere.." (Hymne au Soleil^) Le culte.de la Beaute est l'une des passions doimi-nantes de 1'Inde. C'est ce qui en premier lieu a tire Le-conte de Lisle vers ce pays oriental. H'est-ce pas la un autre moyen d•echapper de nous-mtmes que de cultiver la beaute du monde exterieur? Ce poete pour qui le moi etait s i lia'issable trouve dans 1'etude des litteratures si fer-t i l e s en philosophie non-personelle une autre methode de se depouiller des douleurs du monde. I I se plonge dans 1. cf. Ce vers de Leconte de Lis l e : "Cavalier flamboyant sur les sept etalons." (Priere vedique pour les Morts) 2. Jean Lahor: op. c i t . : p. 175. 123 e la mer de 1'art hindou. Leconte de Lisle a compris l'art hindou parce qu'il l'a etudie dans les livres religieux. On pense, par contraste, a ces touristes qui entrent dans les temples hindous et regardant avec horreur les images farouches, s'ecrient d'un sourire de dedain,"Une deesse a quatre bras, quelle monstruosi te.'-K Gar i l s comprennent le symbolisme de toute cette religion-la moins que les Hindous ne comprennent le ndtre. Et 1'art et l a religion ont ete touj ours insepa-rables. Pour comprendre l'art hindou on doit comprendre la religion hindoue. Ainsi Leconte de Lisle manifeste dans sa poesie une vaste comprehension et appreciation de l'art hindou. II y trouve une debauche de splendeur et de couleur. Sous avons deja admire 1'eclat de couleur des portraits de Bhagavat —• dans lesquels notre poete a s i bien reproduit 1'esprit hindou avec son amour du decor, de la richesse et de l a splendeur et surtout son amour du symbolique. Jamais Leconte de Lisle ne neglige d'en profiter. Et notons que son sens du pittoresque n'est jamais secondaire a son art de peindre: Le r o i dans (junaqepa est monte, "Sur un grand elephant qui f a i t trembler le sol 1 2 4 9 Vetu d 1or, abrite d'un large parasol D'ou pendent en festons des guirlandes fleuries Le front ceint d'un bandeau charge de pierreries." (Gunacepa) Dans la le'gende de laquelle le poeme s'inspire 1, i l n'y a pas de description pareille. C'est encore que Le-conte de Lisle a f a i t une combinaison ingenieuse des l6gendes hindoues. II a emprunte le decor aux autres his-toires du Ramayana. Voila un autre exemple, — c'est la description des apprets du sacrifices "Le siege est d' or massif, et d'or le pavilion . Du vieux Maharadj ah. L'image d'un lion Flotte, en flamme, dans 1'air, et domine la fete. • * 6 • • • • • • En face, f a i t de pierre et de forme cubique, L'autel est prepare selon le r i t e antique, Surmonte d'un p i l i e r d'airain et d'un boeuf blanc Aux quatre cornea d'or. (Gunacepa) Le symbolisme hindou l u i donne une opportunity de decrire l a nature en termes concrets --c 'est-a-dire une autre opportunity de s'abandonner au pittoresque. No tons 1. Du Ramayana. 125. dans ces descriptions ravissantea quel grand role est joue par les pierres precieuses. Est-ce l'aube qui apparait? 1 "La Vierge au char de nacre, aux tresses denouees, S'elance en souriant de la mer aux nuees Dans un brouillard de perle empli de fleches d'or." (Curiae e'-pa) Est-ce une raontagne q u 1 i l decrit? "Tea fleuves Ils glissent au detour de tes belles collines En guirlandes d'argent, d'azur, de perlea fines; Tes etangs de saphir X»12 i s 3 n *fc • *•«••»!•*•* Mille fleurs ' Au vent voluptueux livrent leurs tiges d'or Be r can t .«•».». • • •»•»* Mille oiseaux dont la plume en diamants ruisselle. HBhagavat) C'est un veritable ecrin que cette poe'sie; on peut trouver mille exemples. Peut-on l'appeler une sorte de "transposi-tion d'art"? En tout cas i l y a la un symbolisme et un$ fond de suggestion qui aj outent je ne sais quoi a, l'orien-1. Cf. l a description de l a Nuit dans le meme^ poeme. "Avec sa robe noire aux plis brodes d'eclairs, Son char d'ebene et d'or, attele de cavales De ja'ia et dont les yeux sont deux large a opalea." 126 talisme des poemes. Ge n'est pas seulement la richesse ou la splendeur du sentiment hindou qui compose 1'orientalisme de ces poemes. On admire aussi chez Leconte de Lisle sa conception et sa peinture de l a nature indienne. Je veux i c i faire une dis-tinction entre deux sortes d'orientalisme chez ce poete. Gelui que nous avons deja examine est un orientalisme "ex-terieur" •— qui vient des sources exterieures. L'autre — que je vais appeler interieur est produit par les souvenirs du pays natal et 1'imagination du poete. Le premier, i l a acquis par ses connaissances de 1'Inde tirees des sources l i t t e r a i r e s ; le dernier est une partie integrale de son espri t. Leconte de Lisle a connu la nature tropicale des son enfance. Premierement i l a saisi•1 1immensite de la nature indienne, elle embrasse toutes sortes de paysages " — bois murmurants et touffus, Vallee ou 1'ombre amie eveille un chant confus, Pleuve aime" des Devas, dont 1 • ecume divine. A senti tant de fois palpiter sa poitrine, Ghamps de mais, au vent du matin onduleux Cimes des monts lointains, vastes mers aux flots bleuf;s 127. Beaux astres . . . . . (Cunacejja) Mais i l sait surtout reproduire la vie immense de l a foret vierge. Toutes especes d'animaux, d'insectes, de plantes et d'oiseaux habitent ce paradis. — St leur vie est aussi importante que l a vie de 11homme, c'est la vie qui " immense, auguste, palpitait Revait, etincelait, soupirait et chantait." (Bhagavat) C'est done la variete qui caraeterise cette vaste nature, et Leconte de Lisle I'a trouvee surtout dans la eou-leur. Chez l u i les jungles e'e latent en mille couleurs. "Les oiseaux pourpre et bleu flambent dans le cantal" (guna-cepa) ou " le vent bat des ailes, des letchis au f r u i t pourpre . . . p e t i l l e la rosee en gerbes d'etincelles."(La Panthere Noire). Ce sont les oiseaux surtout qui fournissent la variete dans la eouleur: "Les bengalis au bee de pourpre, aux ailes fines St les verts colibris et les perroquets bleus Et l'oiseau diamant, fleche au vol merveilleux Dans les buissons dores . . . . . ." (Gunace'pa) Est-ce qu'il n'a pas connu aussi les plantes? Gar les desc-riptions detaillees des oiseaux sont plus nombreuses que 128. celles des fleurs qui auraient pu e**tre meme plus colorees. On remarque la grande preponderance de 1'or et de 1'argent dans cette couleur. Dans ces descriptions de la nature i l y a la meme richesse et splendeur qui caracteri-sent le decor plus a r t i f i c i a l . Ici encore i l suggere la couleur en employant des pierres precieuses. "Et mille mouches d' or, d'azur et d'emeraude Etoilaient de leurs f eux la mousse humide et chaude." Et encore —• je ne peux m'empecher de citer cette desc-ription glorieuse: "Mais le c i e l , denouant ses larges draperies, Eaisait aux flot s dores un l i t de pierrieries, Et l a lune, inclinant son urne a 1'horizon Epanchait ses lueurs d'opale au noir gazon." On a dit que Leconte de Lisle sait rendre mieux que personne 1'accablement lumineux. Toutes les couleurs de sa poesie, comme celles du spectre, en se combinant font une grande lumiere. Elles donnent 11 impression de la chaleur. Partout on peut trouver les exemples de cette luminosite et cette chaleur, intense et suffoquante. Sou-vent c'est par la couleur, souvent par une description de la vie animale, quelquefois par le rythme, quelquefois par 129. une combinaison de tous les trois que le poete nous f a i t sentir cette chaleur tropicale: "Les bruits cessent, l ' a i r brflle, et l a lumiere immense Endort le c i e l et l a foret*" (La Panthere Hoire) et encore "Le sable rouge est comme une mer sans limite, Et qui flambe muette, affaisee en son l i t . Une ondulation immobile remplit L'horizon aux vapeurs de cuivre ou 1'homme habite. Eulle vie et nul bruit. Tous les lions repus Dorment au fond de I'antre eloigne de cent lieues, Et l a girafe boit dans les fontaines bleues La has, sous les dattiers des pantheres^connus. (Les Elephants) Comme Baudelaire, Leconte de Lisle emploie tous les sens pour connaltre ce monde exterieur. Le sens de l a eouleur est sans doute le plus important, mais l a peinture des parfums et du bruit de l a vie dans cette vaste nature indienne embellit et rend plus realiste encore cette atmos-phere orientale. Dans la foreH indienne on entend le rnur-1. Poemes barbares. 2. Ibid. 130. mure confus de mille ruisseaux qui glissent en tintant sous le-feuillage, le babil prolonge des armees de singes, le bourdonnement de mille insectes. Elle exhale mille parfurns exotiques. "Et des monts et des bois, des fleurs, des hautes mousses; Dans 1'air tiede et subtil, brusquement dilate, , S'epanouit un f l o t d'odeurs fortes et douces, Plein de fievre et de volupte". , (La Panthere noire) Mais ce que Leconte de Lisle a le plus aime a peindre dans toute cette nature indienne, ce sont les animaux. Comme Balzac i l avait la conception d'une vie universelle: "Dans 1'animal et dans 1' hbmrne, c'est la meme nature qui se manifeste, qui s»incarne un moment dans une forme d'un jour qui la reprend ensuite pour la faire servir a d'autres usages."^ Les animaux jouent done un/ role important dans l'oeuvre de Leconte de L i s l e . II ne les decrit pas seule-ment, i l les comprend. De tous les animaux, ceux de l'Orient l u i four-nissent les peintures les plus fortes, et la psychologie la plus fine. "Le tigre, c'est 1'Inde elle-meme. II rOde au-tour des poemes asiatiques avec une persistance particuliere 1* Poemes barbares. 2. Cite par Dornis; op. c i t . : p. 34. 3. Ibid;, p. 38. 131. d i t M. D o r n i s . Mais l e t i g r e nau ventre blanc, au souple dos raye" n'est pas moins en evidence que l e s autres a n i -maux du j u n g l e . Nous y trouvons, u l ' e l e p h a n t songeur% " l ' i n quiete g a z e l l e " , 1 ' a n t i l o p e , l a panthere, l e s c r o c o d i l e s , l e s singes (Bhagavat). C'est surtout dans l e s poemes con-• : — — — i sacres aux animaux que Leconte de L i s l e nous revele sa connaissance de l a psychologie des animaux. V o i c i l e jaguar qui "Tordant sa souple queue en s p i r a l e , i l en f o u e t t e . Le trone de 1'acajou d'un brusque enroulement; Puis sur sa patte raide i l a l longe l a te'te, E t , comme pour dormir, i l r &le doucement. Mais v o i c i q u ' i l se t a i t , e t , t e l qu'un bloc de p i e r r e , Immobile, s ' a f f a i s s e au m i l i e u des rameaux: Un grand boeuf des pampas entre dans l a c l a i r i e r e , Corne haute et deux j e t s de fumee aux naseaux." (Le Jaguar) -1-Voila. done quelques aspects de 1'orientalisme ex-t e r i e u r de ses poemes. I I n'y a plus question du realisme de cet o r i e n t a l i s m e , Cette poesie, dans sa comprehension de 1 ' e s p r i t hindou, de l a philosophie ancierlne, dans sa f i d e -1. Poemes barbares. 132 l i t e a l a mythologie de 1'Inde, dans sa peinture de la nature indienne a tout l'art d'un grand poete et d'un grand orientaliste. S ' i l ne nous a pas donne une revela-tion complete de l a philosophie indienne, c'est qu'elle est trop vaste et inepuisable. S ' i l l'a interpreted en termes de l a pensee contemporaine9 n'est-ce pas la ce que font tous les poetes de tous les temps? On peut oublier tout cela quand on s'abandonne a la lecture de cette poesie glorieuse, "ces vers magnifiques tan to t constelles d*images qui ressemblent aux pierreries et aux perles semees sur le v§tement des maharadjahs." On se perd en admiration devant l a pensee sereine de ce poete qui domine son oeuvre "comme le sommet blanc d'un Himalaya dont aucun s o l e i l meme celui de l'Inde ne saurait fondre l a neige e'ternelle et immaculee. "•"" 1. Gautier*. Histoire du Romantisme; p. 334. 133. Chapitre VI. L* influence elargissante de 1\Orient vers l a f i n du siecle (1860-1900). Aupres du grand eclat que Leconte de Lisle a donne a 1•orientalisme indien, celui d'autres pays'reste trds secondaire. Vers la f i n du siecle i l n'y a pas de pays dominant dans la litterature. Avec le progres de la c i v i l i -sation la litterature est devenue cosmopolite. Oependant i l y a toujours des sources pour les voies nouvelles. Dans ce chapitre nous tacherons d'indiquer ces influences au meme temps que nous e'tudierons 1'oeuvre de ces poetes qui les subissent. La premiere de ces influences vient de l a litterature elle-meme, et singulierement des deux grands poetes qui ont deja mis a l a mode deux sortes d'orientalisme — de Victor Hugo et de Leconte de Lisle,; Vers 1860 ces deux poetes, les premiers, ont saisi l'idee du cosmopolitisme et l'ont incorporee dans leurs oeuvres. En 1859 parut la Legende des Siecles de Hugo; en 1862 furent publies les Poemes barbares de Leconte de' Lisle. Ces poetes vont a travers tout le monde, chantant les dieux, 134. l e s heros, et l e s paysages de tous pays. Ces oeuvres f o u r -n i r o n t desormais aux poetes une source et une i n s p i r a t i o n pour toutes sortes de poesie nouvelle. Theodore de Ban-v l l l e , C a t u l l e Mendes, Andre Lefevre, Jose-Maria de Here'dia, chacun s' i n s p i r a as ces oeuvres en l e s refondant, developpant et i m i t a n t , chacun a sa maniere. I I e t a i t impossible que 1'auteur des Orientales ne donnat pas a 1 1 Orient une place importante..dans l a Legende des S i e c l e s . Cependant c'est un Orient tres d i f f e -r e n t , d'une conception plus modifiee que l ' O r i e n t des poemes de 1859. Theophile Gautier a ete l e d e r n i e r poete de l ' O r i e n t r e b a t t u des Romantiques, Hugo se garde bien de r e v e n i r a ses d e s c r i p t i o n s f a n t a i s i s t e s ou banales. Hon seulement sa conception de l ' a r t a change, sa pensee est devenue plus philosophique, mais l ' O r i e n t s'est geographiquement deplace' pour l u i i l f a i t e n t r e r maintenant 1'Asie, l'Egypte, 1'Afrique, et 1'Inde. Apres l e voyage de 1843 1'Espagne s'est d e p o u i l l e e dans une large p a r t , de ces. fausses cou-l e u r s o r i e n t a l e s . Mais dans l a Legende des S i e c l e s c'est principalement 1 *orientalisme musulman qui f i g u r e . Sans doute Hugo et Leconte de L i s l e ont mis encore a l a mode 1'orientalisme musulman. Mais qu e l l e d i f f e r e n c e 135. entre celui de 1859 et les turqueries de 1830J On a oublie l'Orient du s e r a i l , des houris et des dj inns, l'Orient des Mille et une Suits -- ces choses-la deviennent secondaires dans la Legende des Siecles. Hugo revolt cette Turquie en philosophe et en historien, c'est le moyen flge -oriental avec toute sa splendeur, toute son histoire glorieuse que peint Hugo dans ses poemes, Ils sont le produit d'une longue vie de reflexion et de pensee. L'attitude generale envers les Turcs s'est trans-forme e depuis 1830. A cette epoque-la on aimait a peindre leurs qualites de guerriers, leur f eroci te', leur volupte'. L'histoire a modifie les opinions, et la conception popu-laire est devenue plus sympathique. Maintenant on vante la tolerance des Turcs en matieres religieuses, la bonte', la simplicite de leur vie champetre, leur piete facilement emue et leur douceur a 1'e'gard des animaux. On e'tudie et admire les principes rigeureux de cette religion* .C'est cette con-ception %u'on trouve chez Hugo; on n'est pas etonne a la glorification du dieu de Mahomet qu'on trouve dans un poeme tel que le Sultan Mourad. Q On a proclame le XIX siecle,le s i e c l e d ' h i s t o i r e . I I en resulte "une poesie historique copieusement nourrie des 136. notables decouvertes philologiques , archeologoques et etb.no-graphiques de ses e'rudits. 1 , 1 L'oeuvre de. Leconte de Lisle l'a bien i l l u s t r e , la Legende des Siecles en est autre temoignage. Reproduire 1'histoire du moyen age — voila le but de Victor Hugo, mais c'est 1'histoire telle qu'elle etait concue par le XIXe siecle, c'est-a-dire interpreted par la philosophie. D'ou Victor Hugo a v a i t - i l tire ses connaissances de la religion musulmanes? A Guernsey i l avait lu un petit livre qui a pour tit r e 1'Islam des Sultans devant 1'Ortho-doxie des tzars, par Vaillant, ecrit en faveur de l a Turquie. Pour. Vaillant Mahomet seul a "accompli sur 1'humanite ce 2 que le Christ avait mission d'accomplir." On voit 1'inf-luence de ce livre partout chez Hugo; i l a transpose cette pensee litteralement dans 1'An leuf de 1'Hegire? "J'ai complete d'Issa l a lumiere imparfaite Je suis l a force, enfants; Jesus est l a douceur. Le s o l e i l a touj ours l'aube pour precurseur: J'esu m'a pre'cede, mais i l n'est pas la cause." Hugo s'est servi de plusieurs sources historiques — mais 1. R. Rosieres: J. E. Heredia; Rev. Pol. et L i t t . : 1895 I: p. 642. 2. Cite" par P. Beret: Le Moyen Age dans la Legende des  Siecles et les Sources de V. Hugo: p. 370. 3. La Legende des Siecles: Vol. I. 137. c'est une source de l a mythologie qui est encore plus impor-tante. Le l i v r e de Pauthier, Les Livres sacrea de l'Orient l u i a fourni presque toute sa matiere au suj et de l a philo-sophie de 1*Islam. Quelle est la conception formee par Hugo de cette religion? E l l e a'exprime le mieux dans ce grand poeme de Sultan ffiourad1. C'est 1'histoire de 1'un des tyrans le plus cruel, le plus sanguinaire de la dynaatie turque "Dans son serai l veillaient les lions accroupis f Et Mourad en couvrit de meutres les tapis. On y voyait blanchir des os entre les dalles, Un long fleuve de sang de dessous ses sandales Sox* i^ S r f i ~t> • * « ft a (Sultan Mourad) Mais un j our i l chassa des mouches qui i r r i t a i e n t la plaie d'un pore expirant, et le Dieu de Mahomet l u i pardonna tou£. L'idee ge'nereuse que Hugo a mise en scene du Dieu des Musulmans, s'inspire directement de 1'oeuvre de Pauthier. Deja en 1846 Hugo I'a incorporee dans un morceau, un Verset 2 du Goran: "Ceux qui firent le mal le poids d'une fourmi Le verront, et pour eux Dieu sera moins ami 1. La Legende des Siecless Vol. II. 2. C i t e par P. Beret: op. c i t . : p. 382. 138 Ceux qui f i r e n t l e bien ce que pese une mouche Le v e r r o n t , et Satan l e u r sera moins farouche." C'est l e sentiment de l a p i t i e qu'i1 trouve dans c e t t e r e l i -gion que l e poete oppose s i souvent a l a r e l i g i o n chretienne. Ce s u j e t est t r a i t e dans deux autres poemes, dans 1 1 An Heuf  de l ' H e g i r e , e t dans l e Cedre. 1 Quittons done l a ph i l o s o p h i e de ces poemes pour examiner l e decor. Le Sultan Mourad nous montre 1'Orient du moyen age avec "ses splendeurs fabujeuses, ses rayonne-ments d' or et de meuAtre et d' inc e n d i e , au m i l i e u de popula-t i o n s b i z a r r e s venues de l i e u x dont l a geographie s a l t a. peine l e s noms.u Mais avec c e t t e opportunite merveilleuse de s'abandonner a son imagination, d'embellir ce decor de couleurs f a n t a i s i s t e s , l e poe te a mis dans ce t t e poesie une puissance i n c o n t e s t a b l e de v e r i t e $, surtout dans 1 ' h i s t o i r e et dans l a couleur. I I y a des peintures f i d e l e s aux moeurs et a 1 ' e s p r i t des c i v i l i s a t i o n s l e s plus l o i n t a i n e s et l e s moins inconnues. V o i l a done tres grossierement resumee, l'essence de l a c o n t r i b u t i o n de V i c t o r Hugo a 1•orientalisme musul-man de 1860. C'est encore un temoignage de sa grande 1. La Legende des S i e c l e s : V o l . I . 2". G a u t i e r : H i s t o i r e du Romantisme; p. 394. 139. v e r s a t i l l t e , de son l i b r e e s p r i t , de son a r t de peindre en couleurs v i v & n t e s , un pays q u ' i l n'a jamais vu, une c i v i l i -s a t i o n q u ' i l n'a connue que par l a l e c t u r e . Quelle place Leconte de L i s l e a - t - i l donnee a ses poemes musulmans dans l e s Poemes barbares? Gertes, i l n'a pas donne a 1'Islam l a place qui d e v a i t p a r a i t r e convenable a un poete e r u d i t , f e r u d ' h i s t o i r e r e l i g i e u s e . Dans ce r e c u e i l i l n'a pas touche aux croyances de c e t t e c i v i l i s a -t i o n . Ce u ' e t a i t que v i n g t ans apres, dans l e s Poemes t r a -g i ques q u ' i l a r e m p l i c e t t e lacune. La i l y a des poemes musulmans plus dignes d'un philosophe et d'un penseur. S i nous voulons comparer l e s poemes musulmans de Leconte de L i s l e avec ceux de V i c t o r Hugo, i l f a u t nous borner aux Poemes tragiques car l e s poemes du premier r e c u e i l sont de 1*1 nde musulman| Ce n ' e t a i t qu 'en 1884 que Leconte de L i s l e se tourna vers 1'Islam arabe, et e ' e t a i t en Espagne q u ' i l l e chercha. "Les poetes parnassiens, et l e u r maitre tout l e premier, n'ont aime 1'his t o i r e que pour y trouver des images plus b e l l e s et plus somptueuses que l e s plus r i c h e s v i s i o n s modernes. 1 , 1 Cela s ' a p p l i q u e - t - i l aux deux poemes arabes de 1. Martino: Sur deux poemes musulmans de Leconte de L i s l e ; Rev. L i t t . Comp.: V o l . I , p. 618. 140. Leconte de Lisle? Certes, c'est beaucoup plus vrai de ces poemes que des poemes indiens. Dans l'Apotheose de Mouca-Al-Kebyrnotre poete ne s'est pas scuci/de 1'histoire. II a voulu simplement faire revivre la physionomie du conque-rant de 1'Espagne et l'exotisme de cette c i v i l i s a t i o n . II prend le plus grand p l a i s i r a deerire l a vie de Damas: "Au dessus des muriers et des verts sycomores, Au rebord dentele des minarets, voila Les Mouadzyn crie.nt en syllabes sonores: A l a priere.' a l a priere.' Allah.' Allah.' Aniers et chameliers amenent par les rues Onagres et chameaux charges de fardeaux lourds; Les appels, les rumeurs confusement accrues Girculent a travers bazars et carrefours." (L'Apotheose de Mouca-Al-Kebyr) Mais Leconte de Lisle ne pouvait ecrire un poeme oriental sans y comprendre une mention quelconque de la religion. Dans le centre du poeme i l y a une profession de f o i musulmane. "II a voulu, dans ce morceau — dit M. Vianey 1 condenser, je ne dis pas tout le Goran, qui est un assez gros l i v r e , mais les pages capitales du Goran." Et 1. Op. c i t . : p. 233. 141, ce sont les pages les plus importantes, celles qui peignent un paradis voluptueux. G'est cette doctrine qui, selon M. Vianey, a exerce l a plus grande influence sur la race arabe. Mais on soupconne que le poete a i t introduit cet incident seulement pour ecrire une description eblouissante de ce paradis. Pourquoi Leconte de Lisle ne s 1 inte'resse-t-il pas a cette religion? Est-ce qu'il a trouve'' ce qu' i l desire dans la philosophie brahmane? Oui, le mahometisme n'avait rien a l u i o f f r i r . Le Suaire de Mahommed-al-Mangsur 1'autre poeme arabe des Poemes tragiques s'inspire d'une le'gende tres in-teressante. A l Maneour l'autre conquerant de 1'Espagne vient de mourir. On raconte que depuis 1 * epoque de sa premiere incursion en Galice i l avait pris I'habitude de faire se-couer l a poussiere de ses habits, toutes les fois qu'il ren-tr a i t dans sa tente apres le combat. Cette poussiere etait conservee, elle etait destinee a le couvrir dans son cer-eueil. Apres la mort de ce grand heros, les soldats sans doute produisaient des poemes et des chants qui rappelaient les exploits de la guerre. Leconte de Lisle a imagine le chant de ces soldats d'Al-Mancour — V o i l a l a substance de v • 1 . ' son poeme. 1. Signale par M. Vianey: op. cit.s p. 40. 1 » Ici encore c'est seulement- la description qu'il f a i t . Mais quelle description' Pleine de pittoresque de couleur, de mouvement, cette peinture revele que Leconte de L i s l e ' s a l t s a i s i r l'esprit de cette race musulmane: "Et t o i , vetu de pourpre et de mailles d'acier, Coiffe du cimier d' or herisse d'e'tincelles, Tel qu'un aigle, le vent de la victoire aux ailes, La lame torse en main, tu volais devant elles Mohammed-al-Manqour, bon brave et ju s t i c i e r . " (Le Suaire de Kohammed-al-Mancour) Bans cette courte etude de 1'orientalisme musul-man, on voit la grande difference entre la methode de Victor Hugo et celle de Leconte de L i s l e . Le premier, las du sen-timent du pittoresque, cherche la philosophie dans la r e l i -gion de Mohammed, tandis que Leconte de Lisle qui s'est absorbe', dans une certaine mesure, a la philosophie de 1'Inde, s'amuse a emprunter la couleur, et la splendeur a ces histoires des civilisations raortes, sans avoir e'tudie' la philosophie. • • • 6 * "Pourquoi cette phrase de Rabelais me trotte-t-elle dans l a tete," Flaubert di t-i^quelque part. "L'Af-143. rique apporte toujours quelque chose de nouveau•? Je la : trouve pleine d'autruches, de girafes, d'hippopotames, de negres et de poudre d'or." 1 Ge poete en prose a toujours aime ce que l'Afrique contient d•enorme et de monstrueux. C'est la son a t t r a i t pour tous les poetes du XIXe siecle. L'Egypte n'a jamais ete perdue de vue par les poetes francais. Le grand Sahara, leur a toujours fourni quelque chose de mysterieux et de sublime. A partir de 1830 le desert a figure dans le decor de plusieurs poemes, sur-tout dans ceux des Romantiques. Gependant ce n'etait que vers 1850 que 1'Egypte ancienne devint l a mode dans la l i t -terature , quand les grandes revues et les j ournaux avaient mis en lumiere l'essor des etudes egyptologiques, surtout apres les decouvertes et le voyage de Ghampollion. Dans l a litterature Gautier avait ete' l'un des premiers a, consacrer une oeuvre a 1 'Egypte; son Roman de la. Momie parut en 1857; mais i l avait deja fait, les lostalgies d'Qbelisques (Emaux et Camees) qui sont pleines de eouleur locale dans la forme de mots etranges — "Le pschent au front, les pretres saints Promenaient le bari mystique 1. Cite par L. Bertrand: Gustave Flauberts p. 52. 144. Qui se couche sous bandelet tes . . . Sol sacre des hieroglyph.es . . Ou les sphinx s'aiguisent les griffes . " 1 Cette oeuvre etait 1 'une des sources principales de Jose'-Maria de Heredia. Flaubert publia Salammbo en 1862s, i l e'tablit defi-nitivement la mode de 1'orientalisme egyptien. C'etait dans cette ann^e aussi que Leconte de Lisle f i t produire les Poemes barbares qui contiennent un seul tableau de l'Egypte. Mais dans le poeme de ITef erou-Ra, i l a mis en scene 1'epoque des rois de Karnak, 1'•epoque la plus glorieuse de 1'histoire des Egyptiens. Singulierement la source du poeme est un recit qui vient d'une inscription decouverte par Champollion dans le temple de Khonsou a Thebes. G'etait en 1855 pour 1'expo-sition universel qu'elle e'tait traduite dans le Journal asiatique. L' inscription e'tait surmonte par un tableau, et Leconte de Lisle a garde ce plan dans son poeme. Le tableau du poeme francais est dispose comme 1'original. Dix pretres portent une barque peinte ou le 1. Cite par M. Ibrovac: Jose-Maria de Heredia: Les Sources des Trophees: p. 126. 2. Signal^ par M. Vianey: op. c i t . : p. 99. 145. dieu Khons siege sous un parasol. Mais notre poete a ajoute un cadre, et dans ces qua tre vers i l a saisi les qualite's dominantes du paysage egyptien: "Un matin eclatant de la chaude saison Baigne les grands sphinx roux couches au sable aride, Et des vieux Anubis ceints du pagne rigide. La gueule de chacal aboie a 1'horizon. Pour le portrait de Khons Leconte de Lisle a imite un por-t r a i t d'un r o i du premier empire thebain. Mais cela peut aisement s'expliquer; quand i l ec r i v i t le poeme, Khons n'avait pas ete encore exhume du sable. Le poete envoie Khons, (autre innovation imaginaire) a lief erou-Ra, a l a Beaute du Soleil pour l a guerir d'une maladie etrange. Ce-pendant, au lieu d'aecomplir la guerison l a vue du Dieu f a i t •mourir l a jeune f i l l e . Leconte de Lisle n'a suivi ni la legende, ni l'histoire, mais au depit des qualites imaginaires, le poeme reste tres vraisemblable. On y est montre 1'importance de la femme dans la succession princiere. Selon les moeurs egyptiennes c'etait la femme qui transmettait le sang divin — le sang du S o l e i l . Nous trouvons des peintures charmantes de la femme dans toute la litterature egyptienne. 146. Enfin, Leconte de Lisle nous a f a i t une explica-tion de l a vie future d'apres les Thebains. Mais cette con-ception qu'il nous revele n'est-elle pas plutot celle du poete francais que celle des Egyptiens? Gar ce peuple-la n'a jamais cru que 1'ame oubliat sa vie mprtelle — c'est brahmane plutot qu'egyptienne. II y a quelquechose de tres simple, de tres char-man t et de tres egyptien dans ce poeme. Le sentiment de 1'amour paternel est peint avec une delicatesse qui etonne. Le poete exprime dans un seul vers tout le pathetique de cette tragedies "Et 1'ame de Rhamses est comme la nuit noire." La eouleur n'eclate pas dans ce poeme; tout est simple,meme l a description du dieu, dans laquelle est merveilleusement exprime le contraste entre cette rigidite de granit, et l a vie naturelle: "II meditait depuis mille ans, 1'ame absorbee, A 1'ombre des palmiers d'alba, tre et de granit Regardant le lotus qui charme et qui benit Ouvrir son coeur d.'azur ou dort le Scarabee." (Nef erou-Ra) Si j ' a i donne dans cette etude une grande place a ce poeme egyptien de Leconte de L i s l e , c'est qu'on en re-147. trouve le souvenir dans toute l a poesie egyptienne qui suiv-ra — surtout dans les Trophies de Heredia. Le premier des poemes egyptiens de ce disciple avoue du maitre du Parnasse s 1 inspire d1 un tableau de Gerome rapporte de son voyage en Orient —» le Prisonnier "La-bas, les muezzins ont cesse leurs clameurs. Le c i e l vert, au couchant, de pourpre et d'or se frange le crocodile plonge et cherche un l i t de fange Et le grand fleuve endort ses derniers rumeurs." (Le Prisonnier) II me semble que les couleurs pourraient etre celles de Heredia plutot que celles de Gerome. M. Ibovac, f a i t noter une erreur dans l a couleur locale de ce poeme — ce qu'on trouve rarement chez Heredia. II a mis dans les mains d'un Arnaute un instrument musical — le guzla qui ressernble a la mandoline peinte par Gerome. Mais le guzla est un Instrument jugoslave, non pas egyptien. II y a un grand rapprochement entre ce poeme et un poeme de Louis Bouilhet — dedie a. Elaubert. "Le N i l est large et plat comme un miroir d'acier, Les crocodiles gris plongent au bord des l i e s , 1. Les Trophees. A 2. Signale par Ibovac: Heredia: Sa vie, son oeuvre; p. 282. 148. Et dans le bleu du c i e l . . .(on entend) Passer le bruit lointain des canges sur la fleuve." (Souvenir) Dans le chef d'oeuvre, l a Vision de Khem, Heredis / a reussi a, donner 1' impression puissante de cette rigidite qui est le caractere essentiel de l a culture egyptienne. Et le symbole de cette r i g i d i t e , Heredia I'a bien compris, c'est le sphinx. "Les grands sphinx qui jamais n'ont baisse la paupiere, Allonges sur leur flanc que baigne un sable blond, Poursuivent d'un regard mysterieux et long L'elan demesure des aiguilles de pierre." (La Vision de Khem I) II sait aussi s a i s i r 1'atmosphere brulante, la eouleur et la chaleur torride de ce pays du sud. Voici un souvenir de la Panthere noiret "Midi. L'air brule et sous la terrible lumiere Le vieux fleuve alangui roule des flots de plomb; Du zenith aveuglant le jour tombe d'aplomb Et 1' implacable Phre couvre l'Egypte entiere.*' (La Vision de Khem I) Mais admirons 1'art supreme de ce poete qui peut mettre dans quatorze vers toute une, epoque glorieuse. II a 1. Cite par Ibrovac: Les Sources des Trophees: p. 132. 149. quintessencie la peinture de cette vie e'norrae et magnifique — d'un seul coup de pinceau i l a indique cette grande Egypte antiques MB£tes, peoples et rois, i l s v.ont. L'uraeus d'or S'enroule, etincelant, autour des fronts farouches; Mais le bitume epais scelle les maigres bouches. • En tete, les grands dieux: Hor, Khpum, Ptah, Neith, Hathor." (La Vision de Khem III) II y a eu touj ours un lien etroit entre l'art et la litterature. Quand Vic tor Hugo plaida la cause de la liberte dans l ' a r t , par sa proclamation a l'egard des sujets nouveaux* i l influenca les artistes autant que les poetes. Dans ces deux arts s i pareils, i l y a done un progres parallele. Gependant ce n'est pas touj ours la litterature qui a montre le chemin vers les choses nouvelles, car a l a e % s f i n du XIX siecle c'etait l ' a r t qua exerca une grande i n -fluence sur la litterature. l u l l e part cette influence n'etait s i evidente que dans le japonisme. Vers 1860 l a decouverte a Paris des estampes japo-naises fournissait une nouvelle source d'inspiration aux peintres impressionnistes francais. Parmi leurs disciples etait un*2 groupe d'e'erivains, qui avec les artistes s'inte-ressait desormais aux choses japonaises. Baudelaire et 150. Zola, les Goncourt, Clemenceau et Theodore Duret s 1occupaient a ramasser des curiosites. On voyait aussi vers 1860 des histoires et des contes japonais entrer dans les grandes revues et les journaux. On reconnait, en general, les Goncourt comme les precurseurs du japonisme a Paris. "Le gout de la chinoiserie et de la japonoiserie, ce gout nous 1'avons eu des premiers," ec r i t 1'un des freres en 1868, — "Ce gout aujourd'hui des-cendu aux bourgeois, qui plus que nous I'a senti, preche, propage? Qui s'est passionne pour les premiers albums japo-1 nais et a eu le courage d'en acheter? Sans doute i l s ont exerce une grande influence sur la litterature du XIXs siecle. Ils y ont introduit un esprit japonais, comme les artistes de ce pays-la, i l s ont voulu tout quintessencier. M. Schwartz dans son essai admirable sur le japonisme de l a poesie francaise , a trouve dans 1'oeuvre d'Edmond de Gon-court un type de comparaison fondee sur la connaissance de l'ar t japonais. On peut tracer ce nouvel element dans \ f.st • l'oeuvre de tous les poetes orientales de l'epoque. Mais s i les Goncourt ont compris les premiers la 1. W. L. Schwartz: The priority of the Goncourts discovery of Japanese art: Pub. Mod. Lang. Ass'n: Sept. 1927: p. 799. 2. Schwartz: op. c i t . 151. valeur du japonisme i l s n'ont pas 1 'honneur d'avoir intro-duit ce gout en Prance. Gar meme avant 1860 un Felix Bracquemond avait decouvert un tome de Mangwa de Hokusai dans un chargement de porcelain^. En 1862 M. et Mme. Desoye ouvrirent un magasiu de curiosites, l a Porte Ghinoise. On voit dans une lettre de Baudelaire a Arsene Houssaye qu'on connaissait assez bien les objets japonais meme en 1861: "II y a longtemps que j ' a i recu un paquet de japonneries. Je les ai partagees entre mes amis et amies . . . Je vous assure que sur du velin et encadre de bambou ou de' baguettes vermilion, c'est d'un grand e f f e t . 1 , 1 Les evenements historiques j ouent un r8*le dans le disputait a l'Angleterre l a faveur du Shogun japonais. Un resultat direct de ce f a i t politique fut 1 • etablissement a Paris d'un cours d'instruction dans la langue japonaise. Le^ on de Rosny, l'instituteur, traduisait la poesie japonaise, et publia en 1871 une anthologie. L'exposition de 1867 f a i t connaitre les moeurs des pays exotiques. Une collection d'art japonais ramassee par Philippe Burty y fut exposee pour la premiere f o i s . 1. Schwartz: op. c i t . 802. 152, Dans l a poesie, Catulle Mendes semble etre le pre-mier a ecrire un poeme de Japon. Ce sonnet date de 1863 et exprime tres bien combien on a saisi de 1'esprit japonais. Ten-Si-O-Dai-Tsin. Ten-si-o-dai-tsin, Lumiere souveraine, Tu portes un rhuban d'etoiles a ton cou, Et le rouge s o l e i l qui l u i t sur Naikou, N'est qu 'un de tes regards, o prunelle sereine Mais tu nantes parfois la Grotte souterraine, Et le liaut c i e l revet, sous le vol du hibou, La dlsolation sinistre d'un grand trou Sans bornes et qu'aucun rayori ne rasserene.' Mon ame sur qui pese un etrange sommeil, Mon ame aussi, de 1'ombre hStesse coutumiere, A des nuits sans etoile et des jours sans s o l e i l . Je voudrais te revoir comme a l'aube premiere Et baiser chastement ton sideral o r t e i l , Ten-si-o-dai-tsin, souveraine Lumiere."1 1. Cite par v7. L. Schwartz: Japan in French poetry; Mod. Lang. Ass'n. Pub. 40:435;49: Je 25: p. 435. 153. Ce sonnet qui t r a i t e d'un my the de l a nature, fonde sur un e c l i p s e du s o l e i l a un ton j a p o n a i s , mais i l nous revele dans l e s t r o i s d e r n i e r s v e r s , 1'ignorance du poete en ce qui concerne l e s moeurs j a p o n a i s e s . 1 E t pour produire 1'atmosphere de ce p a y s - l a on d o i t i m i t e r l e s t y l e s u r t o u t j c'est dans l e s t y l e , p l u t o t que dans l e s u j e t qu'on recon-n a i t l e japonisme d'un poeme. C a t u l l e Mendes dans l a poesie, 'et H e r v i l l y dans l e theatre e t a i e n t l e s precurseurs du japonisme dans l a l i t -t e r a t u r e . I I en r e s u l t a i t un grand nombre de poemes japo-n a i s . En 1880 Armand R^naud p u b l i a d i x I d y l l e s Japonaises, en 1883 Robert Montesquiou p r o d u i s i t Les Hortenaiaa bleus, un r e c u e i l de japonneries. Est-ce qu'on a f a i t un progres depuis l e sonnet de Mendes? Therapeutique. Des i m p o s i t i o n s comme l e s mains b i z a r r e s Me viennent des objets aux provenances rare a; E t l e laque, sur moi, peut des conversions Qu•exigeraient en v a i n l e s plus saintes S i ons Un pourtoutr poudroyant de b o i t e a, medecine Ou l a p r e c i s i o n japonaise dessine Un paon aux plumes d'or, o c e l l e de burgau, 1. Signale par V/. L. Schwartz: i b i d : p. 436. 154. A pour m o i l a v e r t u du plus savant Ergo; Et j e d e c l a r e , a me g u e r i r , bien mieux idoines Que l e s p r e s c r i p t i o n s de cent D i a f o i r u s , Ses p e t i t s c a s i e r s d'or e t o i l e s de pivoines D'ou l e s remedes sont des longtemps disparus. , Les Hortensias bleus LXXI C'est un a r t purement d e s c r i p t i f que 1'art de ce poeme. C'est 1•oeuvre d'un poete f r a n c a i s qui d e c r i t quelque chose j a p o n a i s e , mais i l v o i t toujours avec l e s yeux f r a n c a i s , i l 1 ' i n t e r p r e t e d'une maniere f r a n c a i s e . Pourtant, i l y a v a i t un progres; une e v o l u t i o n dans l e japonisme. Dans deux sonnets de Jose-Maria de Here-d i a i l y a quelque chose de plus j a p o n a i s . Le Samourai' parur en 1884, l e Daimio en 1893. Le premier s ' i n s p i r e ' d'un l i v r e i l l u s tre de Conse sur 1'art jap o n a i s . I I c o n s i s t e en nornbreuses gravures representant des samourais en grand costume, des daimios a ch e v a l , des cosques, des armures Le Daimio a pour modele sans doute quelque estampe japonaise. On y trouve a u s s i des souvenirs de l'Apotheose de Mouca-al-3 Kebyr : Tout s ' e v e i l l e , 1 ' a i r f r a i s v i b r e de chants et d ' a i l e s 1. Schwartz; Japan i n Prench Poetry: p. 437. 2. Sflgnales par Ibrovac: Les Sources . . : p. 133. 155. L' e t a l o n s y r i e n se cabre en hen i s s a n t , E t du haut des t o i t s p l a t s des cigognes f i d e l e s Regardent l e s o l e i l j a i l l i r d'un bond puissant. L ' i m i t a t i o n e st evidente chez Heredia: Sous l e n o i r fouet de guerre a quadruple pompon i L* e t a l o n b e l l i q u e u x en henissant se cabre E t f a i r e b r u i r e . . . . Dans ces deux poemes Heredia a pu incorporer une q u a l i t e qui rapproche du v r a i japonisme. Est-ce que l a forme concise et c l a i r e i n t e n s i f i e 1'atmosphere exotique? Ce sont, tous l e s deux, de v r a i e s t r a n s p o s i t i o n s des estampes j a p o n a i s e s , car comme 1 ' a r t i s t e , notre poete s a l t p roduire, d'un f i n coup de pinceau, ca et l a , an e f f e t de d e l i c a t e s s e et de b i z a r r e qui est frappant. Ge beau g u e r r i e r vetu de lames et de plaques, Sous l e bronze, l a sole et l e s b r i l l a n t s laques, Semble un crustace n o i r , gigantesque et v e r m e i l . (De Samoural) I I me semble que c ' e t a i t l a t r a d u c t i o n des poemes japonais qui a appris~aux Erancais l ' a r t du v r a i japonisme. Hous devons a M i l e . J u l i e Gautier l e s commencements du japonisme moderne. E l l e a t r a d u i t , conjointement avec un Japonais de noble f a m i l i e , plus de quatre-vingt poemes. 156. E l l e a merveilleusement conserve l a forme du tanka, c'est-a - d i r e d'un metre de 5,7,5,7,7 s y l l a b e s . Nous sommes l o i n i c i du sonnet de Mendes, meme de l a poesie d e s c r i p t i v e de _ / / . Heredia: L•oiseau c h i n o i s seme : • Sans route connue * -Dans l ' a i r chaque mot s a i s i : : Les amants vont sous l a nue: « s Ahi f a i t e s a i n s i J i La n u i t e s t venue Quand j e vous d i s " J e vous aime t Doux r o s s i g n o l , garde l e u r L i t e s : "Je vous aime", a u s s i . j Un a b r i sous quelque f l e u r . 1 (Kageki) : (lye take) Est-ce que P i e r r e L o t i a beaucoup in f l u e n c e l e japonisme de l a poesie f r a n c a i s e ? Certes, i l a f a i t con-n a i t r e en Prance m i l l e d e t a i l s des moeurs et de l a v i e de ce pays de Fujiyama. Mais i l me semble que dans ces desc-r i p t i o n s qui rem p l i s s e n t un l i v r e t e l que Madame Chrysan-theme i l 'n'a ' . jamais compris 1 ' e s p r i t de ce peuple. Ge l i v r e se c a r a e t e r i s e par un ton s a t l r i q u e qui est e'v i d eminent f r a n c a i s . Que L o t i a i t colore l a conception populaire de ce pays, i l n'y a aucun doute. C'est une conception qui se forme en e t u d i a n t seulement l e s e x t e r i e u r s , au l i e u de com-prendre 1 ' e s p r i t , 1'art, et l a c i v i l i s a t i o n qui ont p r o d u i t ces choses s i passageres, 1. Schwartz: Japan i n French Poetry. 157. Au meme temps que le japonisme se mettait a l a mode, on se tournait, naturellement vers la Chine, le pays voisin. C e t a i t un peu plus tard, pourtant, que l a chinoi-serie s»instituait dans la litterature. Heredia a ecrit un sonnet chinois, mais i l n*etait pas le premier. Louis Bouilhet, Popelin, et Mile Gautier 1 'avaient precede'. Mile Gautier, qui apprenait le chinois avec le fameux Tin-Tun-Ling produisit le Livre de Jade (1867) et le Dragon imperial (1869). Louis Bouilhet.fit des chinoiseries dans le Barbier de Pekin et Tsou-Tsong. C'est une poesie pleine de couleur, de richesse et d'imagination. Est-ce qu'il y a un souvenir du vocabulaire de Leconte de Lisle i c i f "La Chinoise r&veuse assise dans sa jonque, Les yeux peints, et les bras ceints de perles d'ophir, D'un ongle de rubis rose comme une conque Agace sur son front un oiseau de saphir. 1 , 1 (La V i l l e enchantee) Le sonnet de Claudius Popelin a des m£mes qualite's d'arti-f i c i a l ! te. C'est 1'exterieur qui interesse ces poetes. "Dans un pavilion rouge a toiture d'airain Sur ses talons assise, en une pose estrange, 1. Cite par Ibrovac: Heredia, Sa vie, son oeuvre; p. 283, 158, La p e t i t e C h i n o i s e , a l ' o e i l o b l i q u e , mange, Avec des batonnets, tout son r i z g r a i n a g r a i n . " 1 ( C h i n o i s e r i e ) G'est l e XX e s i e c l e qui d o i t f o u r n i r un autre Leconte de L i s l e pour immortaliser l a p h i l o s o p h i e bouddhique de cet autre vaste pays de ' l ' O r i e n t . En e f f e t au XX e s i e c l e , l a Chine et l e Japon de-viendront une source i n e p u i s a b l e pour l a poesie moderne. i \ T • o n t - i 1 s pas deja apporte a l a l i t t e r a t u r e de ce s i e c l e une sorte d•impressionisme qui l a c a r a e t e r i s e ? En l i s a n t quelques t r a d u c t i o n s des h a i k a i s japonais i l me parai.t q u ' i l y a une ressemblance frappante entre c e t t e poesie et l e modernisme de toute notre poesie. I I I C r o t t e de papier par c i , Un trou d'obus Crot t e de papier par la. Dans son eau Tiens.' mon mari e s t rentre'. A garde tout l e c i e l . (C. Bougie) ' (M. Betz) I I I Oh.' l e beau p a p i l l o n de nui t.' I I va se b r u l e r l e s a i l e s V i t e , j e s o u f f l e sur l a bougie' (V. Goloubeff) 1. Ibrouvac: op. c i t . ; p. 282. 15 9 & A vrai dire, ce n'etait qu'au XXe siecle qu'on a compris cette poesie japonaise. Maintenant on n'e'er i t pas jles pays exotiques, on ecrit dans le style des ecrivains de ces pays. Et avec cette nouvelle comprehension est venue une grande influence, qui s'est manifested dans notre litterature d'une maniere plus sure et plus permanente. 1 1 influence du style japonais sur l a litterature moderne est incalculable. 160. Epilogue-n L a l i t t e r a t u r e e s t 1 * expression de l a soeie'te", a d i t Madame de S t a e l quelque. p a r t . Jamais j e ne 1 «a trouve' s i v r a i que dans c e t t e etude de 1'orientalisme dans l a poesie. La l i t t e ' r a t u r e est l e m i r o i r de l a c i v i l i s a t i o n , e l l e r e f l e c h i t l e s q u a l i t e s dorninantes de c e t t e s o c i e t e . Cela explique l e manque d' o r i e n t a l i s m e dans l a l i t t e ' r a t u r e c l a s s i q u e — quoique ces s i e c l e s v i s s e n t l e s commencements de l a science de 1 ' o r i e n t a l i s m e , l a soc i e t e en general n 1 en a v a i t pas l e goftt. I I f a l l a l t l e l i b r e e s p r i t du romantisme pour l e c r e e r . Les rapports entre l e s evenements h i s toriques et l a l i t t e ' r a t u r e sont f r a p p a n t s . C'est a ces evenements sur-tout que l a poesie romantique d o i t son o r i e n t a l i s m e , comme c'est aux recherches archeologiques et eru d i t e s que l a poe'sie parnassienne d o i t ses connaissances e l a r g i s s a n t e s des pays exotiques. Le progres du japonisme nous f o u r n i t l e m e i l l e u r exemple de l a connection entre l ' a r t et l a poesie. L ' a r t , meme plus que l a l i t t e r a t u r e e st l a r e f -l e x i o n de l a mode. Mais nous oublions l'element personnel sans l e -161. quel 1'orientalisme dans l a l i t t e r a t u r e n 'aurait jamais e x i s t e . Je veux d i r e l e s grands e s p r i t s , l a v i r i l e imagi-n a t i o n de ces poetes qui ont premierement compris 1' immen-s i t e et l a r i c h e s s e de c e t t e source n o u v e l l e , l e s p o s s i b i -l i t e s de ces l i t t e r a t u r e s etrangeres, — l e s poetes comme V i c t o r Hugo et Leconte de L i s l e qui ont su employer ce qu'unvere moderne l e u r a legueV Grace a l e u r genie, l a poesie f r a n c a i s e peut d i r e avec l a P e r i de V i c t o r Hugo; "Ma sphere e s t l ' O r i e n t , region e c l a t a n t e . . " Get Orient que nous avons voulu c i v i l i s e r , auquel nous tstchons d'imposer tout notre systeme e t r o i t , a donne a, l a l i t t e r a t u r e o c c i d e n t a l e ce q u ' e l l e n'aurait jamais t i r e d ' a i l l e u r s , l a eouleur — l a lumiere, l a j o i e de v i v r e , l a p h i l o s o p h i e , — une conception plus l a r g e , et des sentiments plus u n i v e r s e l s . 162. B i b l i o g r a p h i e L i v r e s . Baldensperger, F. : Goethe en France; P a r i s , Hachette, 1920. -"" ~" A l f r e d de Vigny; P a r i s . Hachette et C 1? 1912. B e r r e t , Pauls Le moyen age europeen dans l a hegende des S i e c l e s et l e s Sourceg_de V i c t o r Hugo; P a r i s , H. P a u l i n et G l e, 1911. Bertrand, L o u i s ; Gustave F l a u b e r t ; P a r i s , L i b r a i r i e O l l e n -dorff,. Brown, I r v i n g : Leconte de L i s l e ; Hew York, Columbia U. Press? 1924. Chateaubriand: Oeuvres; V o l . 10,11; P a r i s , Pourrat f r e r e s ; 1836-1839. 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