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Pour une etude descriptive du style du Charroi de Nimes Baudouin, Rae Suzanne 1968

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POUR UNE ETUDE DESCRIPTIVE DU STYLE DU CHARROI DE NIMES  by . RAE SUZANNE BAUDOUIN B.A., U n i v e r s i t y of B r i t i s h Columbia, 1967  A THESIS SUBMITTED IN PARTIAL FULFILMENT OF THE REQUIREMENTS FOR THE DEGREE OF Master of A r t s  i n t h e Department of French  We accept t h i s t h e s i s as conforming required  t o the  standard  THE UNIVERSITY OF BRITISH COLUMBIA A p r i l , 1968  In  presenting  advanced  Library  agree  this  degree  shall  that  thesis  at  the  make  it  in  University  freely  permission  for  may  be  granted  tatives.  It  is  understood  financial  gain  Department The  Date  the  that  be  8,  &jLilf  of  British  fulfilment  British  available  Head  allowed  Columbia  Canada  ^ L . t l t r  for  of  my  of  the  Columbia,  reference  copying  copying  of  University  Vancouver  by  not  of  extensive  purposes  shall  partial  of  this  Department  or  without  requirements  for  I  the  agree  and  study.  thesis  or  publication  my w r i t t e n  by  of  that  I  an  further  for  scholarly  his  represen-  this  thesis  permission.  for  ABSTRACT  This thesis i s a s t y l i s t i c Century  study of the 12th  chanson de geste, Le C h a r r o i de Nfmes.  The m a t e r i a l  presented has been d i v i d e d i n t o f o u r main c h a p t e r s . an i n t r o d u c t o r y chapter, Chapter  After  I I c o n s i d e r s the composi-  t i o n of t h e chanson, the i n t e r r e l a t i o n of the l a i s s e s . The t h i r d examines t h e assonance of t h e poem and i t s p o s s i b l e e f f e c t on the s y n t a c t i c s t r u c t u r e of the decasyllabfle; the f o u r t h groups the formulae ing  of the C h a r r o i de Nfmes accord-  t o the m o t i f s which they express.  In a f i n a l  'chapter a  passage of t h e chanson i s analysed a c c o r d i n g t o the r e s u l t s obtained i n the two p r e c e d i n g  chapters.  TABLE DES MATTERES ABREVIATIONS  i i  DEFINITION de quelques e x p r e s s i o n s  i i i 1  INTRODUCTION CHAPITRE I Remarques p r e l i m i n a i r e s  5  Notes du c h a p i t r e I  10  La L a i s s e du C h a r r o i de Mimes  11  Notes du c h a p i t r e I I  26  Assonance et forme syntaxique  27  Notes du c h a p i t r e I I I  66  Les Formules du C h a r r o i de Nfmes  68  CHAPITRE I I  CHAPITRE I I I  CHAPITRE IV  Notes du c h a p i t r e IV  153  CHAPITRE V Analyse dtun passage du C h a r r o i de Nimes  156  CONCLUSION  162  BIBLIOGRAPHIE  I64  APPENDICE I  167  APPENDICE I I APPENDICE I I I  168 196  ABREVIATIONS  adj.  adjectif  adv.  adverbe  circ. c.o.d.  circonstanciel •  complement d'objet  direct  c.d.i.  complement d »objet  indirect  hem.  hemistiche  nom.  nominal  par.  paragraphe  part,  participe  pres.  present  v.  vers  ill.  DEFINITION de quelques e x p r e s s i o n s  1.  L*hemistiche  appele hexapodie.  utilisees.  h e x a s y l l a b i q u e du d e c a s y l l a b e s e r a  C e t t e e x p r e s s i o n e s t u t i l i s e e a u s s i comme  e q u i v a l e n t de deuxieme h e m i s t i c h e .  2.  L*hemistiche  appele t e t r a p o d i e .  C e t t e e x p r e s s i o n e s t u t i l i s e e a u s s i comme  e q u i v a l e n t de premier  3.  t e t r a s y l l a b i q u e du d e c a s y l l a b e s e r a  hemistiche.  Le nom ou groupe nominal a f o n c t i o n c i r c o n s t a n c i e l l e  et recouvrant t e t r a p o d i e ou hexapodie s e r a appele  hemistiche  circonstanciel,  4.  Le nom ou groupe nominal a f o n c t i o n de s u j e t ,  d ' a t t r i b u t ou d»objet ( d i r e c t ou i n d i r e c t ) , plement de nom et recouvrant  p a r f o i s de com-  generalement t o u t e une t e t r a p o -  d i e ou t o u t e une hexapodie, sera appele hemistiche  nominal.  L*auteur de c e t t e these t i e n t a exprimer  i c i ses  remerciements aux deux p r o f e s s e u r s q u i ont b i e n v o u l u d i r i g e r son t r a v a i l :  MM.  Frank Hamlin e t P e t e r R i c k e t t s .  1  INTRODUCTION  Depuis une q u i n z a i n e d'annees l e s m e d i e v i s t e s q u i s ' i n t e r e s s e n t a l a chanson de geste tournent de p l u s en p l u s l e u r a t t e n t i o n v e r s l e probleme des t e c h n i q u e s s t y l i s t i q u e s . Pour c e r t a i n s  l ' e t u d e de ces techniques n'est qu'une  c o n f i r m a t i o n supplementaire  apportee a l a t h e o r i e de l a com-  p o s i t i o n o r a l e des chansons de geste; pour d'autres etude, i n t e r e s s a n t e en elle-meme, d o i t permettre, developpee  davantage,  cette  s i e l l e est  de mieux j u g e r des c a r a c t e r e s et de  1»originalite propre des  oeuvres.  Par technique nous entendons l a methode de comp o s i t i o n d'une chanson de g e s t e , ses procedes de en quelque  fabrication  s o r t e : c ' e s t - a - d i r e l a s t r u c t u r e de l a chanson et  1»agencement des l a i s s e s , l a metrique e t 1»assonance, s u r t o u t l ' e m p l o i des formules epiques, en tant r i s t i q u e l a p l u s frappante du langage,  et  que c a r a c t e -  ou mieux, du  style,  d'une chanson de g e s t e . En e f f e t , une  connaissance p l u s l a r g e du  langage  des chansons de geste f r a n Q a i s e s p e r m e t t r a i t d ' e t a b l i r corpus de formules communes au genre.  un  P l u s i e u r s etudes ont  porte sur l e langage des chansons de geste  v  , mais j'usqu' (3)  ici  i l n'y  en a qu'une s e u l e , c e l l e de M. J . J . Duggan  q u i a i t cherche  a donner un r e l e v e complet  formules d'une s e u l e chanson.  de t o u t e s l e s  ,  La presente etude ne d e v a i t S t r e a l ' o r i g i n e  qu'  un examen du s t y l e f o r m u l a i r e dans l e C h a r r o i de Nxmes.  Cet  examen r e s t e c e r t e s l a p a r t i e e s s e n t i e l l e de n o t r e t r a v a i l . Mais, vu l ' i n t e r e t que s u s c i t e n t aujourd'hui l e s d i v e r s aspects de l a technique des chansons epiques, i l a paru souh a i t a b l e d ' e l a r g i r ce premier p r o j e t ,  Une etude s t y l i s t i q u e  ne s a u r a i t e"tre complete s i l ' o n ne t e n a i t pas compte des a u t r e s a s p e c t s p r i n c i p a u x de l a technique mentionnes l e s problemes de l a l a i s s e et ceux de  ci-dessus  1'assonance,  L'etude se d i v i s e r a done en quatre p a r t i e s , dans l e s q u e l l e s seront e t u d i e e s successivement: l a composition et l e s r e l a t i o n s des l a i s s e s , 1'assonance et ses r a p p o r t s avec l a s t r u c t u r e syntaxique du d e c a s y l l a b e , e t l e s formules c l a s sees d'apres l e s n o t i o n s q u ' e l l e s expriment. p a r t i e proposera l e commentaire  La quatrieme  d'un passage du t e x t e du  C h a r r o i , comme exemple d ' a p p l i c a t i o n des analyses des deux chapitres precedents. P r e c i s o n s des l e debut que c e t t e etude ne pretend pas imposer un jugement stylistique,  qualitatif,  d'ordre l i t t e r a i r e ou  sur un aspect quelconque du C h a r r o i de Nimes.  Ne pouvant, dans l e s l i m i t e s de ce t r a v a i l ,  f a i r e une compa-  r a i s o n etendue avec l e s t y l e d'autres chansons de geste s e u l e faqon v a l a b l e sans doute de prononcer un jugement  de  v a l e u r sur une oeuvre q u i a p p a r t i e n t a un genre b i e n d e f i n i nous nous sommes tenu a l a s e u l e d e s c r i p t i o n des procedes s t y l i s t i q u e s , d'ou n o t r e t i i ? r e .  Le premier c h a p i t r e donnera des i n d i c a t i o n s  utile  touchant l a t r a d i t i o n manuscrite et l a date de composition d l'oeuvre.  I I a paru i n d i s p e n s a b l e d»y j o i n d r e , pour l a com-  modity du l e c t e u r , un b r e f resume de l»oeuvre, c»est-a-dire des f a i t s et g e s t e s de Guillaume au Cort Nez q u i sont contes dans l e C h a r r o i de Nimes.  4  NOTES DE L'INTRODUCTION  1. Pour l e d e t a i l v o i r 1 ' i n t r o d u c t i o n de n o t r e c h a p i t r e IV sur l e s f o r m u l e s . 2. J . F r a p p i e r : "Les d e s t r i e r s et l e u r s e p i t h e t e s , "Actes du C o l l o g u e de L i e g e : l a t e c h n i q u e l i t t e r a i r e des chansons de geste ( P a r i s * 1959), 85-102 (Ce t i t r e s e r a desormais abrege en C o l l o g u e ) • P. M c M i l l a n : "Notes sur quelques c l i c h e s f o r m u l a i r e s dans l e s chansons de geste de Guillaume d*Orange", dans Melanges de l i n g u i s t i q u e romane et de p h i l o l o g i e mediev a l e o f f e r t s a M, Maurice D e l b o u i l l e , t . I I (Gembloux, 1964), 477-493; J . Wathelet-Willem: "A propos de l a t e c h n i q u e f o r m u l a i r e dans l e s p l u s anciennes chansons de geste", dans Melanges de l i n g u i s t i q u e romane et de p h i l o l o g i e medievale o f f e r t s a M. Maurice D e l b o u i l l e . 705-727; M. J . J . Duggan: "Formulas i n the Couronnement de L o u i s " , Romania, LXXXVU (1966), 315-344. 3. op. c i t .  CH. I  5.  CHAPITRB I REMARpUES PRE LIMIN AIRES  1.1 LA TRADITION  MANUSCRITE  I I e x i s t e h u i t manuscrits du t e x t e i n t i t u l e Le C h a r r o i de Nimes.  Ces manuscrits se d i v i s e n t en quatre  families: (i)  '" La' f a m i l l e 'h,: avec quatre manuscrits: A^, A , A^, 2  datant du X H I e (ii)  siecle,  e t A4, datant du XlVe  La f a m i l l e B, avec deux manuscrits du XlVe  siecle.  siecle:  Pour tous ces manuscrits l a langue p a r a i t e t r e  celle  de 1 t l l e - d e - F r a n c e . (iii)  La f a m i l l e C: un s e u l manuscrit de l a f i n du X H I e siecle,  (iv)  e c r i t en d i a l e c t e  picard.  La f a m i l l e D: un s e u l manuscrit du m i l i e u du X H I e siecle,  e c r i t dans l e d i a l e c t e de 1 * I l e - d e - F r a n c e .  Chacun des manuscrits C e t D presente une  redaction  d i f f e r e n t e de c e l l e des manuscrits des f a m i l i e s A e t B. Ce sont t o u s des manuscrits c y c l i q u e s du c y c l e de G u i l l a u m e .  des chansons  Dans chaque manuscrit l e C h a r r o i de  Nimes se t r o u v e e n t r e l e Couronnement de L o u i s e t l a P r i s e d* Orange.  CH.  6.  I  1.2  Parmi l e s e d i t i o n s modernes c e l l e de M.  JrL.  (2)  Perrier  v  ' e s t basee s u r t o u t sur l e ms  h\,  complete par  A2  pour l e s v e r s 717-877 q u i manquent a A i par s u i t e de l a d i s p a r i t i o n d'une f e u i l l e . que M.  P e r r i e r n'a  trouve  que  M.  J . Frappier, faisant  pas r e l e v e l e s v a r i a n t e s des mss  " l e t e x t e e t a b l i de l a s o r t e n'est pas  satisfaisant"  Une  D^5)  #  basee sur tous l e s  2.1  toujours  C a ete  Lange-Kowal a e d i t e  de l ' U n i v e r s i t e  manuscrits P e r r i e r a ete p r i s e comme base de  etude.  LA DATE DE  COMPOSITION  (?)  Le L i b e r s a n c t i J a c o b i compose entre 1137 II60-65 f a i t mention de l a conquete et  de Nimes par  c ' e s t en se basant en p a r t i e sur ce f a i t que M.  s i t u e l a composition  du C h a r r o i de Nimes entre 1135  p l u s t o t et l l 6 0 ou II65 au p l u s t a r d . qui  q u i l a p l a c e v e r s 1140,  et  Guillaume, J . Frappier °u 1140  Parmi d'autres  se sont penches sur l a q u e s t i o n de l a date de  sont Riquer  A.  e d i t i o n c r i t i q u e de c e t t e chanson  L ' e d i t i o n de M. l a presente  M. E.E.  ^. Duncan McMillan  d'Edimbourg ahnonce une  D,  de l a f a m i l l e  e d i t i o n non p u b l i e e du manuscrit  f a i t e par M i l e J . Hanchard l e manuscrit  C et  r e f e r e n c e aux v a r i a n t e s de C a u r a i t  pu e c l a i r c i r des passages d i f f i c i l e s des mss Une  observer  et E.R.  au  savants  composition  C u r t i u s et  P.A.  CH.  I  Becker, q u i l a p l a c e n t v e r s 1150* date de composition et  1150.  S e l o n ces o p i n i o n s l a  de l a chanson s e r a i t done entre  1140  M. F r a p p i e r lui-meme semble se r a l l i e r a ce p o i n t  de vue dans l a s u i t e de sa d i s c u s s i o n du probleme de l a datation ( ) . 8  3.1  ANALYSE SOMMAIRE DU CHARROI DE NIMES  L a i s s e s 1 -27. dans P a r i s .  Revenant de l a chasse, Guillaume  entre  Devant l e p a l a i s r o y a l i l r e n c o n t r e son neveu  B e r t r a n d q u i l u i apprend que,  pendant son absence, l e r o i a  d i s t r i b u e des f i e f s aux barons.  S e u l Guillaume  a ete o u b l i e .  Le g u e r r i e r r e n v o i e B e r t r a n d chez l u i avec 1'ordre de s ' e q u i per pour l e depart, et i l monte au p a l a i s v o i r l e r o i . Guillaume  e s s a i e de r e s t e r calme, mais 1 ' i n g r a t i t u d e r o y a l e  l ' a b l e s s e , et i l se met lui  a rendus.  a r a p p e l e r au r o i l e s s e r v i c e s q u ' i l  Le r o i veut a p a i s e r Guillaume  en l u i o f f r a n t  des f i e f s q u i ont d e j a des h e r i t i e r s l e g i t i m e s . i n d i g n e , r e f u s e et q u i t t e l e p a l a i s en c o l e r e .  Guillaume, En s o r t a n t  de l a i l r e n c o n t r e B e r t r a n d a q u i i l raconte ce q u i v i e n t d'arriver.  B e r t r a n d r a p p e l l e a son oncle ses d e v o i r s de  v a s s a l et suggere q u ' i l demande au r o i l e s t e r r e s d'Espagne. L'oncb et l e neveu r e t o u r n e n t au p a l a i s ou l e r o i e s t d'abord t r e s content d'apprendre que Guillaume convient.  Quand Guillaume  a trouve un f i e f q u i l u i  p r e c i s e quel e s t ce f i e f ,  veut d'abord l e f a i r e changer d ' a v i s parce que  le roi  ce sont  des  CH.  I  8  t e r r e s tenues par l e s S a r r a s i n s .  Guillaume i n s i s t e  pour-  t a n t , en r e v e l a n t au r o i une autre r a i s o n pour v o u l o i r partir  contre l e s S a r r a s i n s .  I I a un voeu a a c c o m p l i r : ce  voeu, i l l * a prononce un j o u r en voyant l e s miseres des C h r e t i e n s , et l e s t e r r e s ravagees par l e s p a l e n s .  Le r o i  donne a l o r s l a p e r m i s s i o n de p a r t i r a Guillaume q u i i n v i t e ses neveux G u i e l i n et B e r t r a n d a 1 *accompagner, p u i s r a s semble une  armee de jeunes c h e v a l i e r s et s'apprete a p a r t i r . A peine a - t - i l  q u i t t e l e p a l a i s qu'Aymon l e v i e u x  reproche au r o i de s ' e t r e l a i s s e tromper  par G u i l l a u m e .  G a u t i e r l e T o l o s a n t p r e v i e n t Guillaume de ce q u i se passe; a u s s i t o t c e l u i - c i r e t o u r n e au p a l a i s et tue l e p e r f i d e Aymon. E n s u i t e i l prend son conge d e f i n i t i f .  L a i s s e s 28-41. Nimes.  Guillaume e t son armee chevauchent  A r r i v e au Puy, Guillaume va p r i e r a l ' e g l i s e - e t y  l a i s s e une r i c h e o f f r a n d e . il  vers  Au moment de se remettre en r o u t e  p r e v i e n t ses hommes que desormais i l s voyagent en t e r r e  palenne. Avant peu l a r m e e f  t i r e par quatre boeufs. il  rencontre un v i l a i n avec un char  C e l u i - c i r e v i e n t de S a i n t - G i l l e s ou.  a achete du s e l . Guillaume pense o b t e n i r de l u i des r e n -  seignements  sur l e s S a r r a s i n s a Nimes, mais n*y a r r i v e pas,  puisque l e v i l a i n ne s a l t p a r l e r que du cout de l a v i e . Pourtant, un c h e v a l i e r , G a r n i e r , regarde l e s tonneaux  de s e l  CH. I  9  sur l e char e t suggere  a Guillaume de f a i r e d e g u i s e r s e s  hommes e t de l e s cacher dans l e s tonneaux.  Sans d e l a i  l'arraee r e t o u r n e en a r r i e r e de quatorze l i e u x e t a b i e n t o t r e q u i s i t i o n n e tous l e s chars e t tonneaux de l a r e g i o n . Beaucoup de c h e v a l i e r s s ' i n s t a l l e n t dans l e s tonneaux, e t dans d»autres sont mises l e u r s armes.  B e r t r a n d e t quelques  c h e v a l i e r s q u i vont conduire l e s chars se deguisent en b o u r g e o i s e t Guillaume en marchand.  L a i s s e s 42-57.  Grace  a ce stratageme,  l e s Franc,ais e n t r e n t  dans Nimes, a l a barbe des S a r r a s i n s , dupes de l e u r r u s e . Mais b i e n t o t des S a r r a s i n s se prennent Guillaume q u i se c o n t i e n t d'abord  a insulter  de .son mieux, pour e n f i n  se demasquer e t t u e r l e r o i H a r p i n ,  Les palens, f u r i e u x ,  s'appretent a attaquer Guillaume, mais i l sonne du c o r : au s i g n a l attendu l e s FranQais s o r t e n t des tonneaux, s'arment et se ruent s u r l e s S a r r a s i n s .  Ceux-ci s'equipent comme i l s  peuvent mais l e s FranQais ont l'avantage de l a s u r p r i s e e t i l s sont b i e n t o t v a i n q u e u r s . La n o u v e l l e de l a v i c t o i r e e s t portee au r o i q u i s'en r e j o u i t e t en rend graces a Dieu e t a l a V i e r g e M a r i e .  CH. I  10  NOTES DU CHAPITRE I  1.  Pour p l u s de d e t a i l s s u r l e contenu des manuscrits on c o n s u l t e r a s o i t 1 ' I n t r o d u c t i o n de 1 * e d i t i o n P e r r i e r , pp v i - v i i i , s o i t l a note en bas de l a page 179 des Chansons de geste du c y c l e de Guillaume d*Orange, I I de Jean F r a p p i e r , P a r i s , 1966. Ce d e r n i e r ouvrage s e r a desormais s i g n a l e comme Geste de Guillaume, I I .  2.  C.F.M.A., P a r i s , 193-1. Dans l e s notes c r i t i q u e s a son e d i t i o n M. P e r r i e r donne t o u t e s l e s v a r i a n t e s de A,2eb l e s v a r i a n t e s de sens ou de v o c a b u l a i r e de A3 e t de A^, e t t o u t e s l e s v a r i a n t e s de sens ou de v o c a b u l a i r e de B j .  3.  Geste de Guillaume, I I , note p. 1 7 9 .  4.  These d a c t y l o g r a p h i e e , Loiivain.  5.  Das a l t f r a n z g s i s c h e Epos vom " C h a r r o i de Nimes", H a n d s c h r i f t D, B e r l i n , 1934.  6.  Travaux en cours, B u l l e t i n b i b l i o g r a p h i q u e de l a S o c i e t e Rencessrals, Fasc. no. 4 (1967), 90.  7.  Ce paragraphe represente un resume t r e s b r e f de l'examen beaucoup p l u s d e t a i l l e de M. F r a p p i e r dans l e Geste de Guillaume I I , pp 5 3 - 5 9 , 181-186.  8.  Geste de Guillaume. I I , pp 1 9 - 2 8 ,  B i b l i o t h e q u e de I ' U n i v e r s i t e de  186-188.  CH.  11  II  CHAPITRE I I LA LAISSE DU CHARROI DE NIMES  1.1  P l u s i e u r s commentateurs  ont juge n e c e s s a i r e  d*examiner l a s t r u c t u r e des l a i s s e s des chansons de pour chercher mas  s i e l l e s ne p r e s e n t e r a i e n t pas c e r t a i n s sche-  de s t r u c t u r e .  A l e u r . s u i t e nous nous proposons d'exa-  miner dans ce c h a p i t r e l a composition de Nimes.  strophique  du C h a r r o i  La l a i s s e i s o l e e s e r a examinee d'abord et e n s u i t e  la relation 2.1  geste  des l a i s s e s l e s unes avec l e s a u t r e s . Souvent l e premier v e r s d'une l a i s s e e s t p l u s  qu'une c o n t i n u a t i o n de ce q u i precede, et a l a v a l e u r d'une introduction.  C'est  s i t i o n musicale  sans doute en se souvenant de l a compo-  que M.  J . Rychner p a r l e de "vers  t i o n " quand i l d i t : "Nous voyons que,  d'intona-  b i e n souvent, l e  premier v e r s d'une l a i s s e a v a l e u r d»intonation e t l e dern i e r v a l e u r de c o n c l u s i o n , s i b i e n que  l a l a i s s e est nette-  (2)  ' ment encadree". b i e n que  Par  "vers d ' i n t o n a t i o n " entendons done,  Rychner ne l e d e f i n i s s e guere, un v e r s q u i pose ou  annonce l e theme, q u i "donne l a n o t e " d'une n o u v e l l e  laisse.  Considerons d'abord l e s debuts de l a i s s e l e s p l u s normaux dans l e C h a r r o i .  CH. I I  12  2,3  Le r o l e du v e r s d»intonation  s o r t e , une mise en scene de l a l a i s s e .  e s t done, en quelque Souvent c e t t e mise  en scene nomme l e personnage, ou un des personnages, autour de q u i evolue 1 a c t i o n de l a l a i s s e . T  Dans l a premiere p a r t i e de l a chanson  (laisses  1 a 27) ce v e r s e s t presque t o u j o u r s une formule d * i n t r o d u c t i o n a l ' o r a t i o r e c t a ( v o i r c h a p i t r e IV, p a r a . 4»4ss):  "...  d i t G u i l l e m e s " , ce q u i s ' e x p l i q u e par l a nature dramatique de c e t t e p a r t i e .  A i n s i , parmi l e s l a i s s e s 2 a 24, s e u l e s  l e s l a i s s e s 8, 20, 21 n'ont pas de premier v e r s de l a forme: "....." d i t I I n*y a que deux l a i s s e s (52 e t 56) dans l a deuxieme p a r t i e de l a chanson ( l a i s s e s 28 a 57) q u i ont ce meme schema. S i x a u t r e s l a i s s e s ont un premier v e r s q u i i n d i quent c e l u i q u i p a r l e : 1. 1. 1. 1. 1. 1.  33 ^ i cuens G u i l l e l m e s l i commenqa a d i r e 45 L i r o i s Otrans l * e n p r i s t a a p e l e r 4 ° L i r o i s Otrans l i conimenQa a d i r e 49 L i r o i s Otranz l i a d i t par c o n t r a i r e 50 G u i l l e l m e s d i s t en bas, a r e c e l e e 55 Ce d i t G u i l l e l m e s a l a c h i e r e h a r d i e  y. v. v. v. v. v.  902 1154 H85 I327 1344 1441  Sept l a i s s e s (25, 28, 32, 39, 40, 43» 57) nomment l e personnage, en d e c r i v a n t une a c t i o n , par exemple : 1. 25 Seur une t a b l e e s t G u i l l e l m e s montez 1. 2 8 Vet s"en G u i l l e l m e s o s a compaigne b e l e 1. 32 L i quens G u i l l e l m e s v e t au mostier o r e r  v . 635 v . 782 v . 842  CH*  II  13.  Le debut des l a i s s e s  30, 34, 35 i n d i q u e s u r t o u t ,  avec un nom ou un pronom, l e (s) p r o t a g o n i s t e (s) de l a laisse  precedente:  1. 30 1, 34 1. 35  Par l e c o n s e i l que l o r done G u i l l e l m e s Par l e c o n s e i l l que c e l u i a done Par l e c o n s e i l l que l i baron l o r done  v . 83I v . 930 v . 955  (3) 2.4  Cinq l a i s s e s ont pour v e r s d ' i n t o n a t i o n une i n t e r -  p e l l a t i o n ou appel a. l ' a u d i t o i r e , 1.1  par exemple:  Oiez, s e i g n o r , Deus vos c r o i s s e  bonte  v. 1  Ce sont l e s l a i s s e s 1, 42, 47, 48, 51« Dans chaque l a i s s e l e heros e s t nomme dans un des v e r s suivant; 1 ' i n t r o d u c t i o n . (A l a l a i s s e 42 i l y a p l u s i e u r s heros, puisque l e poete p a r l e de l'armee de Guillaume,  l e s "prudomes q u i Espaigne  c o n q u i s t r e n t " ( v . 1090).  2.5  On t r o u v e deux exemples du type: su.iet + copule +  attribut: 1. 53 1. 54  L i e s t o r s f u e t m e r v e i l l e u s e t granz L i estors f u e t merveilleus et forz  v . I403 v . 1431  Ce meme type de v e r s se r e t r o u v e une f o i s a l ' i n t e r i e u r d'une laisse:  " L i estors f u merveilleus et pleniers"  (v.  350).  CH.  II  14.  2.6  I I r e s t e douze l a i s s e s dont i l f a u t c o n s i d e r e r l e  premier  vers.  Deux de ces v e r s nomment l»objet dont i l e s t  question: 1.37 1.3§  Es autres tonnes s i sont mises l e s l a n c e s En autre tone f u r e n t l i escu mis  v. v.  Deux nomment l a personne qu'on i n t e r p e l l e , mais q u i n'est vraiment 1.20 1.21  974 978 pas  l e personnage p r i n c i p a l de l a l a i s s e : "Done moi, r o i s , VaseUre l a grant "Donez moi, s i r e , V a l s o r e e t V a l s u r e  Deux v e r s i n d i q u e n t une  v. v.  494 501  i n t e r v e n t i o n du poete, et dans ce sens  p o u r r a i e n t e t r e c o n s i d e r e s en r e l a t i o n avec l e s v e r s d»inton a t i o n du paragraphe 2 . 4 1.26 1.27  ci-dessus:  B i e n vos s a i d i r e que r e p o r t e n t l i autres Bien vos sai- d i r e que r e p o r t e l i t i e r z  v. 770 v. 775  Les s i x debuts de l a i s s e s q u i ne peuvent pas e t r e c l a s s e s comme de v r a i s v e r s d ' i n t o n a t i o n sont l e s s u i v a n t s : 1. 8 1.29 1.31 I.36 1.41 1,44  3.1  Ouant ce f u chose que t u etis mengie* En cez c u i s i n e s ont cez feus alumez La n u i t i j u r e n t , au matin s*en cornerent Oui dont v e l s t l e s durs v i l a i n s e r r e r Tant ont FranQois chevauchie e t e r r e Endementiers q u ' i l vont e i n s i p a r l a n t  v. 22 0 v. 788 v. 836 v . 964 v.1070 v.1112  I I y a peu de l a i s s e s du C h a r r o i de Nimes qui se t e r -  minent par un v e r s de v a l e u r nettement c o n c l u s i v e . Un vers de c o n c l u s i o n i n d i q u e 1 » a t t i t u d e ou l e s sentiments il  peut e t r e un commentaire d'une a c t i o n , d'un  d'un  personnage;  d i s c o u r s ; i l peut  CH.  II  15  e t r e une  o b s e r v a t i o n p e r s o n n e l l e du poete.  de Roland une  cinquantaine  commentaire d'un •1. 1.  4 6  Dans l a Chanson  de l a i s s e s se terminent  personnage, par  par  un  exemple:  Dient paien: " I s s i poet i l ben e s t r e " D i t B l a n c a d r i n s : Mult bon p l a i t en a v r e i z .  On ne trouve  ( s u r 57 l a i s s e s ) que  t r o i s exemples de  pareilles  c o n c l u s i o n s de l a i s s e s dans l e C h a r r o i : 1. 33  E t d i t G u i l l e l m e s : Par mon c h i e f , v o i r en d i t e s . Ge l e f e r a i s e l l o e mes empires. v. 928-929  1. 34  Et d i t G u i l l e l m e s : " S i en e r t b i e n pense." v.  1. 4°  D i e n t paien: "Mainte t e r r e as r e q u i s e , N'est pas m e r v e i l l e , v i l a i n s , se t u es r i c h e . " v. 1203-1204  3.2  954  Les v e r s de c o n c l u s i o n qui d e c r i v e n t 1 ' a t t i t u d e  l e s sentiments d'un  personnage ne sont guere p l u s  ou  frequents.  Les v e r s du type : 1. 18  Ot l e l i r o i s ,  se presentent  s'en  a un r i s g i t e  s u r t o u t a l ' i n t e r i e u r de l a l a i s s e ,  c o n c l u s i o n dans l e C h a r r o i .  v.  489  et non  Deux autres c o n c l u s i o n s de  en lais-  se de ce type s'etendent sur deux v e r s : 1. 11 Ot l e l i r o i s , s'est v e r s l u i e n c l i n e z ; Au r e d r e c i e r l ' e n a aresonne. v. 292-293 1. 44  Otrans l ' e n t e n t , s i s'en r i t bonement, E t S a r r a z i n en f i r e n t j o i e g r a n t .  v»  II52-53  CH.  II  16  3.3  Dans l e C h a r r o i on trouve t a n t o t deux, t a n t o t t r o i s  laisses  au p l u s , q u i se terminent  de l a meme fa^on, e t dans  ces cas, l e s v e r s sont t o u j o u r s de nature  formulaire  10 et 16;  36,  15 e t 22;  25,  26,  27;  35 e t 43;  37,  38;  (laisses 51 et  53): 1. 15 1. 22 1. 36 1. 37 1. 38  3.4  "Bien l i a ore son v i v r e r e t a i l l i e . " "Bien l i a ore son v i v r e recope." Nostre FranQois se p u i s s e n t a i d i e r N*i entrepaignent l i s o l d o i e r de France Nostre FranQois ne s o i e n t e n t r e p r i s  P a r f o i s encore une 1. 49 Mai f u b a i l l i e e ,  ou par une 1. 17  3.5  laisse  v. 973 v. 977 v. 98l  serment:  par l ' a p o s t r e s a i n t Jaque.  Deus l e commande, q u i t o t a a j u g i e r  Ainsi,  on peut d i r e que  v.  1343  v.  443  l e s f i n s de l a i s s e oat beau-  l e s debuts de l a i s s e , et ne  e t r e c l a s s e s a u s s i nettement que  le  se termine par un  403 537  s o r t e de maxime:  coup p l u s de v a r i e t e que  4.1  v. v.  sauraient  ceux-ci.  L'etude des types de debut ou de f i n de l a i s s e dans C h a r r o i ne prete done pas  a des c o n c l u s i o n s  remarquables.  P l u s i n t e r e s s a n t e s par contre seront l e s o b s e r v a t i o n s contenu propre  sur l e  de l a l a i s s e .  Dans sa d i s c u s s i o n de l a s t r u c t u r e s t r o p h i q u e chansons J . Rychner suggere que  p l u s une  des  chanson e s t n a r r a t i v e  CH.  II  17.  moins e l l e s e r a s t r u c t u r e e et moins l a l a i s s e j o u e r a l e r o l e d'une strophe, chant, une  car " l a strophe  etant elle-meme un element du  chanson sera d'autant p l u s l y r i q u e q u ' e l l e e s t  plus clairement  C h a r r o i on constate que de l a l a i s s e ,  A examiner l a s t r u c t u r e du  strophique."  ou que  souvent 1»action deborde l e s l i m i t e s  de nouveaux evenements i n t e r v i e n n e n t a  l ' i n t e r i e u r de l a l a i s s e ,  et on peut d i r e que  e s t de c o n s t r u c t i o n p l u s n a r r a t i v e que 4.2  c e t t e chanson  lyrique.  . Dans l a premiere p a r t i e du C h a r r o i de Nimes i l sem-  b l e r a i t normal de s'attendre avec une  a ce que  chaque d i s c o u r s c o i n c i d e  l a i s s e ; i l n'efl e s t pas t o u j o u r s  l a premiere l a i s s e ,  ainsi.  Deja dans  a p a r t l a mise en t r a i n de 1 ' a c t i o n , i l y  a s i x a u t r e s u n i t e s q u i a u r a i e n t pu c o n s t i t u e r a e l l e s des l a i s s e s d i s t i n c t e s . correspondent  Rien qu'a  seules  considerer l e s vers qui  aux types de v e r s d ' i n t o n a t i o n et de  conclusion  q u i ont ete i n d i q u e s , on p o u r r a i t d i v i s e r l a premiere l a i s s e en sept u n i t e s q u i commencent et f i n i s s e n t comme s u i t : 1. Oiez,  s e i g n o r , Deus vos c r o i s s e bonte,  Par P e t i t Pont sont en P a r i s entre.  v. 1,  28  v. 29,  44  v. 45>  50  v. 51,  63  2. L i cuens G u i l l e l m e s f u molt g e n t i x e t ber: Ot l e G u i l l e l m e s , s'en  a un r i s g i t e .  3. "Nies, d i t l i cuens, t o t ce l e s s i e z e s t e r . Isnelement r e p a i r e a son h o s t e l . 4. L i cuens G u i l l e l m e s f u molt gentix et ber? - Mien e s c i e n t , b i e n savez escouter,  CH.  II  5.  18.  Looys f r e r e , d i t G u i l l e l m e s l e ber. Deus penst des  6.  ames, s i l e me  pardonez!  - S i r e G u i l l e l m e s , d i s t Looys l e ber Ot l e G u i l l e l m e s , a pou  v. 64,72  5  n»est forsenez:  v. 73,  79  v. 80,  87  7. "Deus! d i s t l i cuens, q u i en c r o i z f u s penez, Qui d»autrui mort atent l a r i c h e t e ! " La p r i n c i p a l e r a i s o n pour c o n s i d e r e r ces v e r s comme une  quatre-vingt-sept  s e u l e l a i s s e e s t done qu»ils sont t o u s compo-  ses sur l a meme assonance.  4.3  A p a r t i r de l a deuxieme l a i s s e du t e x t e l a l a i s s e  correspond p l u s ou moins parfaitement sonnage ou a une  au d i s c o u r s d»un  u n i t e n a r r a t i v e ou d e s c r i p t i v e . Les  per-  laisses  de l a premiere p a r t i e du C h a r r o i se l a i s s e n t c l a s s e r s e l o n c e t t e correspondance: (i)  Correspondance p a r f a i t e (a une  l a i s s e correspond l e  d i s c o u r s complet d»un personnage): l a i s s e s 2, 3, (ii) '  9, 10,  19,  20,.  Correspondance i m p a r f a i t e ( p l u s i e u r s d i s c o u r s dans  une  laisse): l a i s s e s 16, (iii)  18,  21.  Correspondance approximative (un personnage p a r l e et un autre  repond):  l a i s s e s 1, 4,  11,  12,  13,  14,  17,  22,  23.  CH. I I  (iv)  19  Melange: d i s c o u r s / s t y l e n a r r a t i f : l a i s s e s 5, 15, 24, 25.  (v)  S u i t e de l a i s s e s n a r r a t i v e s q u i t r a i t e n t l e meme sujet: l a i s s e s 6, 7, 8, 26, 27.  4.4  Dans l a deuxieme p a r t i e de l a chanson, de nature  e s s e n t i e l l e m e n t n a r r a t i v e , l e s l a i s s e s sont s u r t o u t des types ( i v ) e t (v) c i - d e s s u s .  5.1  Quant a l a r e l a t i o n des l a i s s e s e n t r e e l l e s ,  i l ne  se trouve pas, dans l e t e x t e , d exemple d»enchainement ou un f  theme q u i e s t exprime dans l e d e r n i e r v e r s d'une l a i s s e e s t r e p r i s par l e premier v e r s de l a l a i s s e s u i v a n t e . (Un example de ce procede,  q u i n'est pas r a r e dans l e s chansons de geste,  se trouve dans l e s l a i s s e s 38 e t 39 du Moniage  Guillaume:  L i quens G u i l l e l m e s a l a porte 1 l a t e n t , I l u e c s ' a s s i e t s i p l e u r e tenrement Pour ses pechies, dont se repent forment. L o r s en apele l ' e r m i t e doucement. 1. 39 L i quens G u i l l e l m e s a apele l ' e r m i t e . Mout doucement e t par amours l i p r i e : "Oevre l a porte • " '5) Nous trouvons  cependant, e n t r e l e s l a i s s e s 8 e t 9  du C h a r r o i un enchainement q u i s'etend  sur p l u s i e u r s v e r s :  CH.  II  20.  Tu es or r i c h e e t ge s u i po p r o i s i e . Tant com s e r v i vos a i tenu l e c h i e f , N*i a i conquis v a i l l i s s a n t un d e n i e r Dont nus en c o r t m'apelast c h e v a l i e r . " 1.9  "Loo^s s i r e , G u i l l e l m e a respondu, Tant t»ai s e r v i que l e p o i l a i chanu. N i a i conquis v a i l l i s s a n t un f e s t i i , Ne en t a c o r t en f u s s e m i e l z v e s t u ; Encor ne s a i quel part torne mon h u i s . f  5.2  P a r f o i s une  d e v i e n t l a matiere  f  d une l a i s s e e n t i e r e , ou une l a i s s e e n t i e r e r  Dans ce cas, p l u -  de p a r l e r d*enchainement, nous pouvons p a r l e r de  laisses similaires. ment mot  252-260)  p a r t i e d une l a i s s e e s t a i n s i r e p r i s e et  e s t r e p r i s e en t e t e de l a l a i s s e s u i v a n t e . t o t que  (v.  a mot  semblable aux  La r e p r i s e ne r e p r o d u i t pas  l e s vers precedents.  Ainsi,  necessaire-  l a l a i s s e 2 est  sept d e r n i e r s v e r s de l a premiere l a i s s e :  "Deus! d i s t l i cuens, qui en c r o i z f u s penez, Com longue atente a povre b a c h e l e r Qui n»a que prendre ne a u t r u i que doner! Mon a u f e r r a n t m*estuet aprovender; Encor ne s a i ou g'en dole t r o v e r . Deus! com grant v a l l i estuet a v a l e r E t a grant mont l i e s t u e t amonter Qui d * a u t r u i mort atent l a r i c h e t e ! " 1.2  "Deus! d i t G u i l l e l m e s , com c i a longue atente A b a c h e l e r qui e s t de ma jovente! N'a que doner ne a son hues que prendre. Mon a u f e r r a n t m'estuet l i v r e r provendej Encor ne s a i ou l e g r a i n en d o i prendre. Cuide t u , r o i s , que ge ne me demente?" ( v . 80-93)  La l a i s s e 12 e s t semblable aux laisse  13:  c i n q premiers v e r s de l a  CH. I I  21  1. 12  " S i r e G u i l l e l m e s , d i t Looys l i f r a n s , Or v o i ge b i e n , p l a i n s es-de mautalant. - V o i r , d i t G u i l l e l m e s , s i f u r e n t mi parent. E i n s i v e t d'ome q u i s e r t a male gent: Quant i l p l u s f e t , n ' i gaaigne neant, E i n q o i s en v e t t o t ades e n p i r a n t . "  1. 13  " S i r e G u i l l e l m e s , d i t Looys l i prouz, Or v o i ge b i e n , mautalent avez molt. - V o i r , d i t G u i l l e l m e s , s'orent mi ancessor. E i n s i v e t d'ome q u i s e r t mauves s e i g n o r ; Quant p l u s l ' a l i e v e , s i i gaaigne pou. (v. 294-304) ?  La s u i t e de l a l a i s s e 1 3 e s t semblable a l a l a i s s e 14 - S i r e G u i l l e l m e s , Looys l i respont, Garde m*avez e t s e r v i . p a r amor P l u s que nus bom q u i s o i t dedenz ma c o r t . Venez avant, ge vos d o r r a i beau don: Prenez l a t e r r e au preu conte Foucon; S e r v i r o n t . t o i t r o i s mile compaignon. - Non f e r a i , s i r e , G u i l l e l m e s l i r e s p o n t . D e l g e n t i l l conte d u i enfanz remes sont Qui b i e n l a t e r r e maintenir en p o r r o n t . Autre me done, que de c e s t u i n ' a i s o i n g . " 1.  14  " S i r e G u i l l e l m e s , d i t l i r o i s Looys, Quant c e s t e t e r r e ne v o l e z r e t e n i r Ne as enfanz ne l a v o l e z t o l i r , Prenez l a t e r r e au Borgoing Auberi E t sa marrastre Hermensant de T o r i , La m e i l l o r feme q u i one beUst de v i n j Serviront t o i t r o i s mille f e r v e s t i . - Non f e r a i , s i r e , G u i l l e l m e s r e s p o n d i . D e l g e n t i l l conte s i e s t remes un f i l l ; Roberz a nom, mes molt par e s t p e t i z , Encor ne s e t ne c h a u c i e r ne v e s t i r . Se Deus ce done q u ' i l s o i t granz e t f o r n i z , Tote l a t e r r e porra b i e n m a i n t e n i r . " (v.  305-327)  Le debut de l a l a i s s e 15 reprend l a i s s e 14s  l e debut de l a  22  CH. I I  15  " S i r e G u i l l e l m e s , d i t Loo^s l e f i e r , Quant e e l enfant ne veus d e s h e r i t e r , Pren dont l a t e r r e au marchis Berengier.' Morz e s t l i cuens, s i prenez sa m o i l l i e r ; Serviront t o i d u i mile c h e v a l i e r A c l e r e s (6) armes e t as coranz d e s t r i e r s ; D e l tuen n'avront v a i l l i s s a n t un d e n i e r . " Ot l e G u i l l e l m e s , l e sens cuide changier; A sa v o i z c l e r e commence a h u i c h i e r : (v."328-336)  De meme l e s c i n q d e r n i e r s v e r s de l a l a i s s e 2 5 , l a l a i s s e 26 e t l a l a i s s e 2 7 sont  similaires:  Bien vos s a i d i r e que porte l i premiers: C a l i c e s d'or et messeaus e t s a u t i e r s , Chapes de p a i l e e t c r o i z e t e n c e n s i e r s ; Quant i l venront enz e l regne e s s i l l i e , S e r v i r o n t t u i t Damedieu t o t premier. 1.  26  B i e n vos s a i d i r e que r e p o r t e n t l i a u t r e s : Vesseaus d*or f i n , messeus e t b r e v i a i r e , E t c r u c e f i s e t molt r i c h e s t o a i l l e s ; Quant i l venront enz e l regne sauvage, S»en s e r v i r o n t Jhesu 1 e s p e r i t a b l e . 1  1.  27  Bien vos s a i d i r e que r e p o r t e l i t i e r z : Poz e t p a i e l l e s , chauderons e t t r e p i e z , E t c r o z aguz, t e n a i l l e s e t a n d i e r s ; Quant i l venront e l regne e s s i l l i e , Que b i e n en p u i s s e n t a t o r n e r a mengier, S i serviront Guillelme l e guerrier, E t en apres t r e s t o z ses c h e v a l i e r s .  (v. 765-781)  Les v e r s 970-973 de l a l a i s s e 36 sont semblables  37 e t 3 8 : A chascun f o n t un grant mail a p o r t e r , Quant i l venront a Nymes l a c i t e E t i l o r r o n t l e mestre c o r soner, Nostre FranQois se p u i s s e n t a i d i e r .  aux l a i s s e s  CH. I I  23.  1. 37  Es a u t r e s tonnes s i sont mises l e s l a n c e s , E t en chascune f o n t f e r e dos ensaignes, Qaant i l venront e n t r e l a gent g r i f a i g n e N»i e n t r e p a i g n e n t l i s o l d o i e r de France.  1. 38  En a u t r e tone f u r e n t l i escu mis; En chascun f o n z f o n t f e r e dos e s c r i n s , Quant i l venront e n t r e l e s S a r r a s i n s Nostre F r a n c o i s ne s o i e n t e n t r e p r i s . ( v . 970-981)  5.3  Rychner  a fait  remarquer  a propos des l a i s s e s  s i m i l a i r e s de l a Chanson de Roland: des "groupes de t r o i s l a i s s e s s i m i l a i r e s a r r e t e n t l e r e c i t aux moments l e s p l u s dramatiques, ... forment  ... de hautes h a l t e s l y r i q u e s , (7)  que de nouveau l a n a r r a t i o n reprenne son c o u r s . "  avant  Cela  e s t - i l ^ r a i o p o u r l e s l a i s s e s s i m i l a i r e s du C h a r r o i de Nimes ? Sans aucun doute e l l e s ont une c e r t a i n e v a l e u r dramatique dans l e developpement  du r e c i t .  La premiere r e p r i s e ( l a i s s e 2)  oppose Guillaume assez nettement  au r o i ,  e t marque un i n s t a n t  de repos avant que ne commence l e V r a i debat, l e s reproches, l e s o f f r e s de Looys, l e s r e f u s de Guillaume.  Les r e p r i s e s  des l a i s s e s 12, 13, 14, 15, sans a r r e t e r totalement 1 * a c t i o n , accusent l a t e n s i o n du moment. tente, presque desesperement temoigne  Pousse par Guillaume, l e r o i  de 1'apaiser, t a n d i s que Guillaume  de p l u s en p l u s d*impatience e t q u ' e n f i n sa c o l e r e  e c l a t e (au v e r s 336).  ,  Aux l a i s s e s 25, 26, 27 l a r e p e t i t i o n rompt l e deroulement du r e c i t par 1»armee  avec une d e s c r i p t i o n du bagage emporte  pour son voyage.  deux p a r t i e s de l a chanson.  C'est un e n t r ' a c t e entre l e s La f o n c t i o n de l a r e p e t i t i o n des  CH.  II  24  l a i s s e s 36,  37 et 38 e s t l a meme: avant de se l a n c e r dans l a  d e s c r i p t i o n des t r a v e s t i s e e m e n t s  et de l a p r i s e de Nimes l e  poete a r r e t e l e deroulement de son 5.4  Ce s e r a i t une  histoire.  exageration  que  de p a r l e r de  "hautes  h a l t e s l y r i q u e s " dans l e cas du C h a r r o i , mais on peut mer  que  l e s l a i s s e s s i m i l a i r e s jouent un r o l e b i e n  dans l a chanson, formant des d i f f e r e n t s moments du 5.5 les  "barrages"  defini  q u i separent  les  recit.  Dans ce c h a p i t r e nous 'avons commence par debuts et l e s f i n s de l a i s s e ,  deux des cinquante-sept  affir-  considerer  pour c o n s t a t e r que  cinquante-  l a i s s e s du C h a r r o i de Nimes commen-  cent par un v e r s a. v a l e u r d ' i n t o n a t i o n .  Ce v e r s s e r t  surtout  a i d e n t i f i e r l e p r o t a g o n i s t e de l a l a i s s e ( t r e n t e - h u i t l a i s ses ont un v e r s d ' i n t o n a t i o n avec c e t t e f o n c t i o n ) . Les par l e s q u e l s se terminent  vers  l e s l a i s s e s n'accusent pas de  traits  a u s s i marques, et sont d'une grande d i v e r s i t e . C e l a v i e n t peut-etre une  de ce que  tranche  du  l a l a i s s e ne c o i n c i d e pas t o u j o u r s avec  recit.  La nature  dramatique de l a premiere p a r t i e de l a  chanson d e v r a i t f a v o r i s e r une r i g i d e , ou une avons vu que  s t r u c t u r e strophique  assez  l a i s s e c o r r e s p o n d r a i t a un d i s c o u r s .  Nous  c e t t e correspondance se p r o d u i t rarement et  q u ' i l e s t beaucoup p l u s commun de t r o u v e r une  laisse  qui  renferme p l u s i e u r s b r i b e s de d i s c o u r s , ou un melange de n a r r a t i o n et de d i s c o u r s .  Dans l a deuxieme p a r t i e , ou l a  CH. I I  25.  n a r r a t i o n l'emporte sur l e d i s c o u r s , l a nature l i n e a i r e  de  1»action amene l e poete a deborder beaucoup p l u s souvent l e s l i m i t e s de l a l a i s s e .  C*est dans l a premiere p a r t i e de sa  chanson que l e poete du C h a r r o i a l e p l u s e x p l o i t e l e s poss i b i l i t e s de composition que l u i o f f r a i t l a l a i s s e ,  tandis  que l a s t r u c t u r e s t r o p h i q u e de l a deuxieme p a r t i e e s t encore plus relachee.  En revanche, l e poete semble u t i l i s e r  cons-  ciemment l e procede des l a i s s e s s i m i l a i r e s pour a r t i c u l e r l e recit.  CH. I I  NOTES DU CHAPITRE I I  1.  J . Rychner, dans La Chanson de Geste. E s s a i sur l * a r t epique des .jongleurs. G e n e v e / L i l l e , 1955. Ce t i t r e s e r a desormais abrege en Chanson. W.M. Hackett, "La technique l i t t e r a i r e de G i r a r t de R o u s s i l l o n , " dans Melanges... D e l b o u i l l e , p. 259-273. A. Monteverdi, "La l a i s s e epique," dans C o l l o g u e , p. 127-139.  2.  Chanson, p. 71.  3.  c f . Chap. IV, p a r a . 2.1.  4.  Chanson, p. 125.  5.  Cet exemple e s t c i t e par M. J . Rychner, Chanson, p. 75.  6.  Le t e x t e donne " A c l e r e s " , ce q u i e s t sans doute une e r r e u r typographique. Dans l e s notes c r i t i q u e s une v a r i a n t e du ms. B2 e s t donnee; c e t t e v a r i a n t e e s t notee: "333 c l e r e s bonnes B ." 2  7.  Chanson, p. 93.  CHAPITRE I I I ASSONANCE ET FORME SYNTAXIQUE  1.1  Dans ce c h a p i t r e nous commencons par grouper l e s  l a i s s e s d'apres l e s assonances pour e n s u i t e c o n s i d e r e r b r i e vement l e s c a t e g o r i e s de mots q u i se t r o u v e n t a l'assonance. C e l a nous amenera au s u j e t p r i n c i p a l 1*etude de l a r e l a t i o n  du c h a p i t r e , q u i sera  e n t r e 1*assonance e t l a s t r u c t u r e  syntaxique du d e c a s y l l a b e . 1.2  L'examen de l'assonance dans l e C h a r r o i de Nimes  n'apporte pas de r e s u l t a t s l a i s s e 25,  inattendus.  A 1 * e x c e p t i o n de l a  chaque l a i s s e e s t generalement  basee sur une s e u l e  Quant a l a l a i s s e 25, i l y a passage de l'assonan-  assonance.  ce en e a l'assonance en - i e apres vingt-deux v e r s . En f a i t , ce changement marque l e commencement d'une n o u v e l l e etape sur l e p l a n du r e c i t , l a r e a c t i o n de l ' a u d i t o i r e  apres l e d i s -  cours que Guillaume adresse aux jeunes " b a c h e l e r s " division  La  en une l a i s s e au l i e u de deux v i e n t p l u t o t de l ' e d i -  t e u r e t de son manuscrit que d'une r e p a r t i t i o n  l o g i q u e en  l a i s s e s d'apres l e s u j e t e t l'assonance. 1.3  A p a r t l a l a i s s e 25, nous trouvons un melange  d'assonances -ee.  dans l a l a i s s e 4 0 , q u i assone normalement en  C e t t e l a i s s e admet a l'assonance des diphtongues en  - a i e ( t r a i r e , IO63; menaie, 1068) en -ae ( r i v a g e , 1047;  e t des formes q u i assonent  armes, IO48; F i e r e b r a c e ; 1049J autre,  28.  CH. I l l  1059;  masse, 1060;  t a l e , 1061;  1066;  guionnage, 1069).  proisable,  IO65;  taillent,  A p a r t i r du v e r s 1059 de c e t t e  l a i s s e i l n'y a qu'un v e r s (1062) q u i assone en -ee.  Nous  pouvons d i r e que l e s onze d e r n i e r s v e r s de l a l a i s s e 40 assonent, non en -ee, mais en -ae.  Cette c o n f u s i o n n»est  pas propre au C h a r r o i de Nimes. car l e meme phenomene se p r o d u i t dans d»autres chansons, parmi l e s q u e l l e s l a Chanson  (2) de Guillaume 2.1  v  '•  LES ASSONANCES Les i486 v e r s du C h a r r o i de Nimes sont r e p a r t i s  en  cinquante-sept l a i s s e s c o n s t r u i t e s sur quatorze assonances differentes.  La r e p a r t i t i o n des assonances n ' e s t pas du t o u t  e g a l e ; en p a r t i c u l i e r l e s assonances en -e groupent a e l l e s s e u l e s presque 44$ des v e r s .  S i nous ajoutons a c e l a l e s  assonances en - i e et en - 3 i l a p r o p o r t i o n d e v i e n t a peu pres 73$.  La t a b l e s u i v a n t e donne l a r e p a r t i t i o n des l a i s s e s  selon  l e s assonances, e t , pour chaque assonance, l e nombre de v e r s :  CH. I l l  29  Assonances  Laisses  Nombre de vers  Masculines -i  4,  -ie  3, 8, 15, 17, 23, 2 7 , 25 (en p a r t i e ) 1, 5 , 1 1 , 1 6 , 1 8 , 2 2 , 25 (en p a r t i e )  -e  -a  12,  -6  7,  -6  19  -u  6  14  38  2 0 , 24  26 2 95 649  29, 32, 34, 36, 39, 41, 4 5 , 47, 51 4 4 , 53  (  4  )  138  13  53 5 2 , 5 4 , 56  38 16  Feminines -ie  3 3 , 4 2 , 4 6 , 4 8 , 55  90  -ee  31,  5 0 , 57  38  -ee  28, 30, 40  45  4 3 , 49  62  37  16  35  9  -ae  6,  26  -ae  2 , 10  -de -ue  2.2  21  11  La t a b l e nous permet de c o n s t a t e r  f e m i n i n e s se trouvent  que l e s l a i s s e s  s u r t o u t dans l a deuxieme p a r t i e de l a  chanson, ou i l ne se t r o u v e pas, du r e s t e , de l a i s s e s q u i assonent en - i e , -6j 2.3  -u.  Notre c l a s s i f i c a t i o n d i f f e r e de c e l l e de M. P e r r i e r  dans 1 » i n t r o d u c t i o n  de son e d i t i o n du C h a r r o i .  Pour l u i l e s  CH.  30.  I l l  l a i s s e s 2 e t 10 ( l a i s s e s feminines, assonance -ae)  assonent  en - j j , e t l a l a i s s e 21 ( l a i s s e feminine egalement, assonance -ue), en -u. thographe  Or, i l s u f f i t de j e t e r un coup d ' o e i l s u r l ' o r -  des mots a l'assonance dans ces l a i s s e s  pour se  rendre compte q u ' i l s ' a g i t d'assonances feminines e t non masc u l i n e s comme l e suggere M. P e r r i e r . Pour l u i a u s s i , l a l a i s s e 37 assone en -ae et non pas en - c f e ,  comme nous 1'avons suggere.  C e t t e l a i s s e ne con-  t i e n t que quatre v e r s , avec lesmots s u i v a n t s a l'assonance : " l a n c e s " , "ensaignes", ce l a v o y e l l e accentuee  " g r i f a i g n e " , "France". De t o u t e evidena un timbre n a s a l .  De p l u s , M. P e r r i e r ne d i f f e r e n c i e pas l e s  assonances  en o ferine et o ouvert, q u i sont pourtant nettement maintenues comme d i s t i n c t e s par l e poete de l a chanson.  v  /  /  La ou nous nous ecartons l e p l u s de l a c l a s s i f i c a t i o n de 1» e d i t i o n P e r r i e r , c ' e s t a. propos des l a i s s e s 31> 50 et 5 7 .  L u i veut q u ' e l l e s assonent en -ee, t a n d i s que pour nous  l a v o y e l l e accentuee e s t -e^.  Nous-trouvons dans ces l a i s s e s  des mots q u i se terminent en -ere (pere) ou en -erent ( a l e r e n t ) a c 6 t e d'autres qui ont l a t e r m i n a i s o n feminine -ee,  C'est  sans doute en se basant s u r l a p r o n o n c i a t i o n moderne de mots comme "pere", " a l e r e n t " que M. P e r r i e r s ' e s t l a i s s e e n t r a i n e a c l a s s e r t o u t e s l e s l a i s s e s sous l'assonance -ee. Or, l e - r i n t e r v o c a l i q u e ne se pronon^ait pas dans l a meme s y l l a b e que l a v o y e l l e accentuee, e t l a p r o n o n c i a t i o n fermee de 1'^ s ' e s t maintenue jusqu'au dix-septieme  siecle  CH. I l l  3.1  31  Ces remarques p r e l i m i n a i r e s sur l e groupement des  l a i s s e s du C h a r r o i d e v r a i e n t e t r e f a i t e s , pour nous permett r e de passer a l e s s e n t i e l T  qui  : I'examen des c a t e g o r i e s de mots  f i g u r e n t a 1*assonance.  3.2  Sauf pour l e s l a i s s e s en -rie, -e, -ee, nous avons  aborde c e t examen sans i d e e s preconques.  Quant a ces t r o i s  assonances, nous nous a t t e n d i o n s a t r o u v e r q u ' e l l e s r e n f e r ment un t r e s f o r t pourcentage de formes v e r b a l e s ,  Comme l e  montre l a t a b l e s u i v a n t e , nous n'avons pas ete deQu.  Le  t a b l e a u donne l e pourcentage du t o t a l des v e r s pour chaque assonance, chaque forme du meme mot comptant pour un mot separe• On l i r a dans l a premiere colonne l e pourcentage du nombre de v e r s qui se trouve dans chaque assonance; dans l a deuxieme colonne e s t donne l e pourcentage de mots en chaque assonance q u i appartiennent au groupe nominal (pronom, subst a n t i f , a d j e c t i f ) ; dans l a t r o i s i e m e colonne est donne l e pourcentage de mots de chaque assonance q u i appartiennent au groupe v e r b a l ( t o u t e s formes v e r b a l e s , e t l e s adverbes).  CH. I l l  3.3 Assonances  -i  % du t o t a l de l a chanson dans c e t t e , . . assonance  % de c e t t e assonance forme de groupes nominaux  % de c e t t e assonance forme de groupes verbaux  1.8  50  50  -ie*  19.9  59  41  -e  43.7  34.5  65.5  -a  9.3  73  27  -o  3.6  83  17  "S.  2.6  73.5  26.5  -o -u  1.1  62.5  37.5  -ie  6.  48  52  -ee  2.6  39.5  60.5  -ee  2.9  71  29  -ae  4.1  79  21  -ae  1.1  81  19  -de  .6  56  44  -ue  .7  82  18  CH.  33.  H I  3.4  I I r e s s o r t de ce t a b l e a u que l a p l u p a r t des asso-  nances r e c o u v r e n t des groupes nominaux. en - i  Dans l e s assonances  et en - i e l a d i s t r i b u t i o n sur l e s groupes nominaux et  verbaux e s t a peu pres e g a l e .  Ce n ' e s t qu'avec l e s assonan-  ces en -e et en -ee que l e s groupes verbaux renferment un pourcentage de v e r s nettement s u p e r i e u r a c e l u i des groupes nominaux.  Pour ces d e r n i e r e s assonances l e pourcentage de  formes v e r b a l e s e s t de 63% ( s u r 6 5 . 5 $ du t o t a l de l'assonance en - e ) , et de 60.5%  ( s u r 60.5% du t o t a l de l'assonance en - e e ) .  Pour l'assonance en -e l e s formes v e r b a l e s sont s u r t o u t l e s p a r t i c i p e s passes (203  formes sur 405)  et l e s i n f i n i t i f s  formes sur 405)* Les quarante-sept formes q u i r e s t e n t avec une e x c e p t i o n ( " s e t " ) , des deuxiemes  (155  sont,  personnes du p l u r i e l  en - e z . 3.41  L'assonance en -ee, ne comptant que pour 2 . 4 $ du t o t a l  pour l a chanson,, presente un i n t e r e t p l u s l i m i t e . Evidemment, on ne t r o u v e pas d»infinitifs dans c e t t e assonance. Sur v i n g t t r o i s formes v e r b a l e s t r e i z e sont des t r o i s i e m e s personnes du p l u r i e l du passe simple d'un verbe de l a premiere c o n j u g a i s o n ( a l e r e n t , t r o v e r e n t ) et l e s a u t r e s formes sont des p a r t i c i p e s passes f e m i n i n s . 3.42  Contrairement a ce que nous nous a t t e n d i o n s a t r o u v e r  l e s mots q u i assonent en - i e comportent un pourcentage beaucoup p l u s r e d u i t de formes v e r b a l e s , pourcentage q u i e s t i n f e r i e u r a ceux pour l e s assonances en - i  et - i e .  CH.  Ill  3.43  34.  Partout a i l l e u r s l e groupe nominal l'emporte sur  l e groupe v e r b a l , que l e s assonances s o i e n t masculines ou f e m i n i n e s . ( l e s assonances feminines ne comptent  que pour  18% du t o t a l de l a chanson en t o u t c a s ) . 3.44  Apres 1*assonance  en -e c e l l e s q u i renferment l e  p l u s f o r t pourcentage de v e r s sont c e l l e s en - i e (19.9$ du t o t a l ) et -st (9*3% 1»assonance en - i e .  du t o t a l ) . Nous avons deja d i s c u t e de I I r e s t e a c o n s i d e r e r 1' assonance en -ja.  C e s t dans c e t t e assonance que se t r o u v e n t l e pourcentage T  l e p l u s e l e v e d ' a d j e c t i f s (32 sur 138 mots a 1»assonance, s o i t 2,2% de 1*assonance) d'adverbes (17  sur 1 3 8 ,  a u s s i b i e n qu'un pourcentage e l e v e soit 12$.  I I n»y a que l'assonance  en o, avec 18$, q u i accuse un plus f o r t pourcentage d'adverbes).  Des v i n g t formes v e r b a l e s d i x - s e p t sont des p a r t i c i p e s  p r e s e n t s et t r o i s une forme du s i n g u l i e r du present verbe en i-re ("demant", " e n t e n t " ) . Le s u b s t a n t i f  d'un  revient  s o i x a n t e - h u i t f o i s a l'assonance, mais l e c h o i x des mots e s t en v e r i t e p l u s r e d u i t , puisque un nom u t i l i s e cinq f o i s ,  comme " B e r t r a n " e s t  "marcheant" c i n q f o i s ,  "neant", "gant",  "Breban" t r o i s f o i s chacun, s i b i e n que l ' o n ne t r o u v e que t r e n t e - t r o i s s u b s t a n t i f s d i f f e r e n t s pour s o i x a n t e - h u i t v e r s termines par un s u b s t a n t i f . tifs;  la il  I I en va de meme pour l e s adjec-  y en a t r e i z e d i f f e r e n t s pour trente-deux v e r s se  terminant par un a d j e c t i f .  Vu l a p l u s f a i b l e importance des  a u t r e s assonances nous avons j'uge i n u t i l e de t r o p charger ce c h a p i t r e de d e t a i l s sur c e l l e s - l a .  Pour jSlus de p r e c i s i o n s a  CH,  III  35.  c e t egard se r e p o r t e r a l'Appendice, page 3«5  I67.  Ce q u i r e s s o r t de ce b r e f examen des c a t e g o r i e s de  mots a l'assonance dans l e C h a r r o i de Nimes, c ' e s t d'abord et s u r t o u t que l e s s u b s t a n t i f s se t r o u v e n t a l'assonance beaucoup p l u s souvent que l e s verbes, e t c e l a dans tous l e s cas sauf pour l e s assonances en - i  et en - i e (ou i l y a presque  e g a l i t e ) , en -e et en -ee (ou i l  y a preponderance  de  formes  v e r b a l e s ) , C e l a ne d e v r a i t pas t r o p surprendre, car meme en c o n s i d e r a n t que l ' i n v e r s i o n de l ' o r d r e de l a phrase e t a i t beaucoup p l u s normale  au Moyen Age qu'aujourd»hui l a forme  v e r b a l e d o i t tomber a l ' i n t e r i e u r de l a phrase p l u t 6 t  qu'a  la f i n , 4,1  Une  analyse de l a s t r u c t u r e syntaxique des v e r s de  c e t t e chanson d e v r a i t montrer maintenant, nous s e m b l e - t - i l , q u ' i l y a une r e l a t i o n e n t r e c e t t e s t r u c t u r e e t l'assonance. Q u e l l e s t r u c t u r e , par exemple, amene une forme v e r b a l e a l'assonance ? nent en -e.  Question i n t e r e s s a n t e pour l e s v e r s q u i asso-  Q u e l l e s t r u c t u r e f a v o r i s e l a presence d'un  en f i n de v e r s ?  nom  Nous esperons t r o u v e r une reponse a ces  q u e s t i o n s dans c e t t e p a r t i e de n o t r e etude, 5,1  J u s q u ' i c i l a s t r u c t u r e du d e c a s y l l a b e a f a i t l ' o b -  j e t de deux etudes,, de Stephen N i c h o l s J r , et de Jean  Rychner,  Ces deux etudes ont ete e n t r e p r i s e s dans des buts d i f f e r e n t s , Dans son Formulaic D i c t i o n and Thematic Composition i n the "Chanson de Roland"  (10)  . M, N i c h o l s c o n s i d e r e l e s deux m i l l e  CH.= I I I  premiers  36";  v e r s de l a Chanson de Roland et donne, dans un  appendice, une  l i s t e des t y p e s de s t r u c t u r e s syntaxiques  l e s p l u s u t i l i s e e s par l e poete de c e t t e chanson. men  porte s u r t o u t sur l a s t r u c t u r e du premier  Son  exa-  hemistiche  des  d e c a s y l l a b e s , dont i l degage l e s types ou schemas l e s p l u s frequents.  C e t t e etude de formules  n'a qu'un i n t e r e t  limite  pour qui v o u d r a i t se pencher sur l e s r a p p o r t s entre l a s t r u c t u r e du v e r s e t 1"assonance.  Par contre, l e t r a v a i l de  M.  Rychner c o n s i d e r e justement ces r a p p o r t s e t c o n s t i t u e par l a une bonne base pour aborder  1*etude de l a v e r s i f i c a t i o n  du  C h a r r o i de Nimes. 5.2  Les "Observations  nement de L o u i s "  sur l a v e r s i f i c a t i o n du Couron-  resument l e s r e f l e x i o n s de M.  sur l ' e f f e t de l'assonance,  Rychner  de l a mesure, e t de 1'agencement  des v e r s sur I * i m p r o v i s a t i o n epique. C e s t  son i n t e n t i o n de  T  demontrer qu'aucune de ces t r o i s d i f f i c u l t e s ne s'oppose a 1'improvisation,  mais au c o n t r a i r e semble l u i e t r e f a v o r a b l e .  Sans o u b l i e r que n o t r e but n'est pas l e meme que  c e l u i de  M.  Rychner, nous avons s u i v i sa methode pour r e p a r t i r l e s decas y l l a b e s du C h a r r o i de Nimes dans l e s c a t e g o r i e s a examiner. 5i3  Nous reconnaissons  avec l u i que  l e s decasyllabes  d'une chanson peuvent e t r e groupes en t r o i s c a t e g o r i e s p r i n cipales.  Ces  c a t e g o r i e s sont l e s s u i v a n t e s  v  (12) ':  CH. I l l  I)  37  Aux  deux h e m i s t i c h e s  correspondent  coordonnees, juxtaposees,  deux p r o p o s i t i o n s :  ou b i e n dont l»une e s t  subordonnee a 1 * a u t r e . II)  Le d e c a s y l l a b e e s t r e m p l i par une  p r o p o s i t i o n com-  plete. III)  Le d e c a s y l l a b e e s t f a i t rapportent dents ou  5.4  d'elements syntaxiques  a un verbe f i g u r a n t dans l e s v e r s  q u i se prece-  suivants.  L'analyse  de M. Rychner a ete f a i t e sur 4 0 0 v e r s  du Couronnement de L o u i s  (vers  2 4 9 - 6 4 8 ) .  I I ne s»est  pas  a t t a r d e aux t y p e s I et I I I , mais a procede a un examen detaille  du type I I , comme e t a n t l e plus abondamment r e p r e -  sentee  Malheureusement, i l ne donne pas d * i n d i c a t i o n de l a  p r o p o r t i o n de v e r s q u i r e l e v e de ce deuxieme type, l e type I I I i l se contente jerfj  de s i g n a l e r que  sont moins nombreux" ( ^ - 3 ) ^  e t pour  " l e s exemples.••  Notre analyse des 1 , 4 8 6  v e r s du C h a r r o i de Nimes a r e v e l e que l e s types I e t I I I r e u n i s s e n t un peu l e type  p l u s de l a moitie des v e r s , s o i t  avec l e p l u s f a i b l e  5 4 . 4 $ ,  pourcentage e t a n t l e type  I.  Notre i n t e n t i o n e s t de c o n s i d e r e r brievement l e s types I e t III  pour nous etendre  s u r t o u t dans l e s pages qui s u i v e n t sur  l e type I I , c e l u i des d e c a s y l l a b e s renfermant une  proposition  complete. 5.5  Avant de commencer c e t t e p a r t i e de n o t r e etude,  nous nous sommes demande s i l a nature  dramatique de l a pre-  CH. I l l  38".  miere p a r t i e de l a chanson n ' e n t r a i n e r a i t pas l'usage de ces t y p e s p l u t o t que d'un  autre.  d'nn  C'est pour repondre a  c e t t e q u e s t i o n que nous avons examine d'abord l a r e p a r t i t i o n des v e r s de chaque type dans l e s deux p a r t i e s de l a chanson. Les r e s u l t a t s de c e t examen a p p a r a i s s e n t c l a i r e m e n t dans l e tableau ci-dessous.  La premiere  p a r t i e de l a chanson ren-  ferme 11 l a i s s e s et 781 v e r s j l a deuxieme p a r t i e renferme 30 l a i s s e s e t 705 v e r s .  sur 7 8 l  vers  sur 705  vers  Type I  176,  s o i t approx. 22.5$  I64,  s o i t approx. 2 3 . 3 $  Type I I  367,  s o i t approx. 4 7 .  311,  s o i t approx.  Type I I I  238,  s o i t approx. 3 0 . 5 $  23O,  soit  $  44.1$  approx. 32.6$  C e l a nous donne 22.9$ des v e r s de l a chanson q u i appartiennent III.  au type I et 31.5$  qui appartiennent  au type  A l ' i n t e r i e u r de chaque type i l yj/a peu d ' e c a r t s d'une  p a r t i e a 1*autre de l a chanson, e t nous pouvons en c o n c l u r e que,  pour 1'auteur c e t t e d i s t i n c t i o n entre l e s deux p a r t i e s  de l ' o e u v r e : l a p a r t i e dramatique et l a p a r t i e n a r r a t i v e , n ' a p p e l l e pas l ' u t i l i s a t i o n de types syntaxiques propres a chaque mode de r a c o n t e r . 6.1  Pour l e s d e c a s y l l a b e s du type I , chaque p r o p o s i t i o n  c o i n c i d e avec un h e m i s t i c h e , et c e t t e c a t e g o r i e n ' a p p e l l e de remarques p a r t i c u l i e r e s . La p l u p a r t du temps nous avons  pas  CH.  I l l  39  a f f a i r e a deux p r o p o s i t i o n s p r i n c i p a l e s , (45.8% du  juxtaposees  type: 1485 60  L i r o i s l ' e n t e n t , grant j o i e en a menee "Non f e r a i , s i r e , d i t G u i l l e l m e s l e ber A u t r e m e n t i l s ' a g i t d'une p r o p o s i t i o n p r i n c i p a l e et d'une p r o p o s i t i o n subordonnee r e l a t i v e ou  circonstancielle  (40.7%): 57 38 84  N'i ot baron qui n'en f u s t e f f r a e z C e l done v i l e selonc ce que i l set Encor ne s a i ou g'en doie t r o v e r ou de deux p r o p o s i t i o n s p r i n c i p a l e s coordonnees ( 1 3 » 5 % ) :  75 195  I r a y v e r s , s i revenra e s t e z I I en ot v i n t et ge n'en o i que dos 6.2  Les d e c a s y l l a b e s du type I I I montrent beaucoup  de v a r i e t e . Nous avons i n c l u s dans ce type l e s v e r s qui contiennent  un serment: "Par S a i n t Denis a qui l ' e n vet  p r o i e r " ( v . 740),  a u s s i b i e n que  ceux q u i sont des p r o p o s i -  t i o n s e l l i p t i q u e s : " O i l , molt gente,  e t d i s et u i t enfanz"  (v. 1 1 2 5 ) . Dans l e cas d'une p r o p o s i t i o n c o n s e c u t i v e nous avons i n c l u s et l a p r o p o s i t i o n p r i n c i p a l e e t l a p r o p o s i t i o n subordonnee: Ne v e r r a i mes Que  quatre gent  assembler 8O3-8O4  j e ne cuide de moi d o i e n t p a r l e r  P a r f o i s l e v e r s f a i t p a r t i e d'une enumeration  (nominale  v e r s 3 8 4 - 7 c i - d e s s o u s , ou v e r b a l e , v e r s 570-72 c i - d e s s o u s ) : Ge vos d o r r a i de France un q u a r t i e r , Quarte abeie et p u i s l e quart marchie, Quarte c i t e et quarte archeveschie, Le quart s e r j a n t et l e quart c h e v a l i e r . . .  384-387  40  CH. I l l  Toute l a t e r r e v i p l a i n e d»aversiers, V i l e s a r d o i r e t v i o l e r moustiers, Chapeles fondre e t t r e b u c h i e r c l o c h i e r s . . ,  570-572  6.3  N*entrent  pas dans ce type l e s v e r s q u i sont  des  p r o p o s i t i o n s p r i n c i p a l e s coordonnees. Tous l e s v e r s s u i v a n t s sont c o n s i d e r e s comme appartenant  au type I I :  Isnelement a l e z a v o s t r e o s t e l E t s i vos f e t e s gentement conraer  46-47  Vos d r o i t s e i g n o r ne devez pas haster,  6.4  A i n z l e devez s e r v i r et hennorer  422-423  S i vos demant Nymes c e l e c i t e  483  Mes  715  d'une chose vos v o r r o i p r o i e r  C'est en e f f e t ce deuxieme type de decasyllabe, -  q u i e s t p e u t - e t r e l e p l u s i n t e r e s s a n t a cause du nombre de v e r s q u ' i l renferme.  E n t r e 45$ e t 58$ des d e c a s y l l a b e s de  chaque assonance tombent dans l e type I I .  Seule f a i t  ex-  c e p t i o n 1»assonance en -de ou sept des neuf v e r s a p p a r t i e n nent  aux types I e t I I I . Nous a l l o n s done proceder a un  examen d e t a i l l e de l a s t r u c t u r e du d e c a s y l l a b e du type I I . 7.1...  Nous constatons que,  a l ' i n t e r i e u r de ce type, nous  avons a f f a i r e a deux groupes assez importants  (A. e t B) et deux  moins f r e q u e n t s (C et D ) . Les c a r a c t e r i s t i q u e s de ces  grou-  pes sont l e s s u i v a n t e s : A.  A un hemistiche correspond un element nominal de l a phrase, t a n d i s que 1*autre c o n t i e n t un element v e r b a l .  CH.  I l l  41. Par exemple (avec hemistiche nominal s o u l i g n e ) : Nostre empereres a ses barons f i e v e z Rompent l e s hueses d e l cordoan s o l l e r S i t ' a i f o r n i maint f o r t e s t o r champel  B.  Un des h e m i s t i c h e s e s t un adverbe ou une  3° 5° 68 expres-  s i o n c i r c o n s t a n c i e l l e , t a n d i s que l ' e s s e n t i e l l a phrase Isnelement Irusqu'au  se trouve exprime dans 1»autre h e m i s t i c h e : alez a vostre ostel p a l e s ne se v o l t  4°  arester  5  Tienent o i s e a u s por l o r c o r s d e p o r t e r  2  26  Et c i i montent t o s t et isnelement C.  de  I416  Le premier h e m i s t i c h e c o n t i e n t un a u x i l i a i r e v e r b a l et l e deuxieme h e m i s t i c h e c o n t i e n t l e p a r t i c i p e passe du temps compose (accompagne d ' e v e n t u e l l e s determinations): Assez i a i o£ e t escoute  35  S i l ' o t empli e t t o t rase de s e l D.  882  Le premier hemistiche c o n t i e n t un verbe q u i e s t s u i v i d'un  i n f i n i t i f dans l e deuxieme h e m i s t i c h e :  F e t e s ces bues t r e s t o t e e l v a l a l e r Devant e l s f o n t l ' o r i f l a n b e p o r t e r 8.1  997 865  TETRAPODIE NOMINALE S i nous considerons d'abord l e s d e c a s y l l a b e s ou l e  premier h e m i s t i c h e e s t nominal grammaticale  nous voyons que  l a fonction  de cet h e m i s t i c h e e s t t r e s v a r i e e . Le groupe  42.  CH. I l l  nominal peut e t r e s u j e t , apostrophe, direct  ou  attribut 8.2  indirect ou  Structure  (i)  types (Et)+  nom  d a n s l e deuxieme  de l a t e t r a p o d i e .  n'est  pas  un  l a tetrapodie est l e plus quatre  attribut  ou  un  s o u v e n t composee d ' a p r e s l ' u n  a r t i c l e 4- nom  de  Titre/ad.jectif +  Deux noms (ou  ( p o s s e s s i f ou 83, 77,  l»adverbe " i " ,  tiche,  s o u v e n t un ce  ou  coordonnes;  I38I 39 950,  967  Quand l a t e t r a p o d i e  pronom o b j e t ou,  e t c e l a pour t o u t e s  appartient auxiliaire  q u i permet au  1429  73 51 115  l'hexapodie.  p a r f o i s p r e c e d e d'un  l e decasyllabe  c'est  91 327,  l e s u j e t du v e r b e c e l u i - c i v i e n t en t e t e du  ment, de Si  attributif)  nom;  deux pronoms) j u x t a p o s e s  S t r u c t u r e de  hemistiche,  des  369 345  Lerres, t r a i t r e s Moi e t vos, o n c l e Chars et c h a r r e t e s  tient  nom  trois syllabes;  4- a d j e c t i f  ( A r t i c l e ) + nom  8.3  pre-  suivants:  Sire Guillelmes L i cuens G u i l l e l m e s G e n t i l l mesnie (iv)  ou. l e  complement de  Mon a u f e r r a n t Tote l a t e r r e (iii)  ou  hemistiche.  Dans l e c a s  L i empereres Et 1»empereres (ii)  d'objet  du v e r b e d a n s l e deuxieme h e m i s t i c h e ,  complement d'un  mier h e m i s t i c h e  complement  a une  laisse  con-  deuxieme plus  rare-  l e s assonances.  qui  a s s o n e en  -e  q u i commence l e deuxieme h e m i s -  p a r t i c i p e passe d'occuper l a d e r n i e r e  CH. I l l  43.  p l a c e du v e r s : a ses barons mande est t o z abandonez 8.31  Une  93° 1174  autre s t r u c t u r e t r e s u t i l e pour l e s assonances  en -e_ a u s s i b i e n que pour c e l l e s en -ie_ e s t c e l l e ou l e verbe p r i n c i p a l e s t t e l q u ' i l e s t n e c e s s a i r e d»employer  un i n f i n i t i f  pour completer l e sens de l a phrase.  se trouve  L'infinitif  presque t o u j o u r s a 1*assonance: f i s t forment a p r o i s i e r vet au moustier o r e r 8.32  Quand i l s ' a g i t d»autres  S t r e s u i v i par un nom  assonances l e verbe peut  complement d'objet d i r e c t , par une  p r e s s i o n c i r c o n s t a n c i e l l e , par un a t t r i b u t du v e s t i une gonnele e s t o i t dedenz son t r e f est c o v e r t e de sane 8.33  670 842  Sur l e s 169 exemples  ex-  sujet: IO36 790 1429  ou l e premier h e m i s t i c h e e s t  nominal 59 sont des groupes s u j e t s .  Pour ce c a s - l a l a t a b l e  s u i v a n t e i n d i q u e l e s assonances qu'on trouve au deuxieme h e m i s t i c h e et l e type de mot q u i s e trouve a 1'assonance, C e t t e t a b l e e s t un resume de l a t a b l e complete q u i se trouve (14) en appendice ,  CH. I l l  44. TABLE 1 ( t e t r a p o d i e s u j e t )  Type de mot  a l'assonance i  participe passe  1  infinitif participe present  ie  e  -  12  5  9  -  Assonance a  6  6  1  1  ie  ee  ee  ae  1  1  1  -  1  1  oe  1  adverbe nom (c.o.d.)  1  1  nom (en expres. circonst.)  2  3  adjectif 8.4  -  2  1 -1  -  3 -  Quand l e premier h e m i s t i c h e e s t une apostrophe l e  deuxieme h e m i s t i c h e comporte s o i t (a) un verbe comme " d i r e " et son s u j e t , s o i t (b) une p r o p o s i t i o n avec l e verbe a l ' i m p e r a t i f ou a 1 ' i n f i n i t i f . (a) Dans l e premier groupe,  qui renferme v i n g t et un v e r s ,  l a s t r u c t u r e de 1'hexapodie  e s t dix-neuf f o i s : verbe  +  "dire"  nom: d i t G u i l l e l m e s l e her  64  Dans l e s deux autres cas 1'ordre des elements de 1»hemistiche est r e n v e r s e et l e verbe e s t "respondre":  CH.  III  45  G u i l l e l m e a respondu (b) est  256  Le deuxieme groupe renferme des cas ou. l ' o r d r e des mots sensiblement normal, t o u t en amenant un pourcentage e v i -  dent de formes v e r b a l e s a l'assonance: qu'est vos sens devenuz Damedeus t e maldie  26l 1442  Notre t a b l e e s t l a s u i v a n t e : TABLE 2 ( T e t r a p o d i e apostrophe) i  ie  -  -  e  if  6  o  u  ie  ae  participe passe  1  -  -  -  2  -  participe present  -  -  _  1  _  _  verbe  -  1  3  -  1  -  1  infinitif  -  -  2  -  -  nom  2  5  9  2  adjectif  -  1  -  1  adverbe  -  -  -  8.5  -  -  1  2  -  _  1  -  _  * -  -  _  2  -  -  Sauf dans l e cas ou l e premier h e m i s t i c h e con-  t i e n t l e s u j e t du verbe, nous trouvons une u t i l i s a t i o n assez etendue de 1 * i n v e r s i o n dans l ' o r d r e des elements syntaxiques de l a phi^ase, e x c e p t i o n f a i t e du groupe d e c r i t paragraphe 8.6  ci-dessus,  ( b ) . S i c e t t e i n v e r s i o n p a r a i t tout a f a i t  normale dans une p r o p o s i t i o n i n c i s e (•••  d i t Guillelmes)  46  CH. I l l  nous pouvons supposer que 1 ' e x p l i c a t i o n dans l e s a u t r e s c a s en e s t l a n e c e s s i t e d'amener t e l l e ou t e l l e 8*6  assonance.  Dans l e s 63 c a s ou l e premier h e m i s t i c h e e s t un  complement d ' o b j e t nous trouvons que l e deuxieme h e m i s t i c h e se termine l a p l u p a r t du temps par une forme v e r b a l e . Les deux t y p e s de s t r u c t u r e s l e s p l u s u t i l i s e e s sont c e l l e s d e j a i n d i q u e e s pour l ' h e x a p o d i e q u i s u i t une t e t r a p o d i e  sujet.  L * h e m i s t i c h e commence par un a u x i l i a i r e , precede souvent d'un pronom: 1013 401  vos e s t e s o r m e l l e z l i a tot otroie ou par un verbe s u i v i d*un i n f i n i t i f  a 1»assonance:  f o n t avec e l s mener  27  La ou, dans l e groupe precedent, l e v e r s se t e r m i n a i t souvent par un adverbe ou par un groupe c i r c o n s t a n c i e l , i c i  1'expres-  s i o n c i r c o n s t a n c i e l l e a tendance a v e n i r en t e t e de l»hexapodie ou b i e n a l ' i n t e r i e u r : b i e n vos d o i ; a c o i n t i e r f i r e n t i l en sus t r e r e  371 1050  Nous dressons deux t a b l e s pour des c a t e g o r i e s de mots a 1»assonance: d'abord avec l e premier h e m i s t i c h e comme o b j e t direct  (Table 3) e n s u i t e avec l e premier h e m i s t i c h e comme  objet i n d i r e c t  (Table 4 ) .  CH. I l l  TABLE 3 ( T e t r a p o d i e c.o.d.)  i  ie  verbe  -  p a r t , passe  -  infinitif  1 4  adverbe  - 1  nom  -  nom en expr. circon.  - 1  e  2  a  -  1  3  d -  2 -  2  2 3  -  1  -  -  -  -  1  -  -  1  1  -  -  -  -  -  TABLE 4 (Tetrapodie c.o.i,)  ie  ae  -  -  -  ee  2  -  -  ee  1  1  ie  e  ee  ee  ae  p a r t , passe  -  3  1  -  -  infinitif  -  4  -  1  -  nom  2  -  -  -  1  nom en expr. circons.  -  1  -  -  -  CH. I l l  8.7  48.  Le nombre de v e r s ou l e premier  hemistiche e s t  complement d'un nom s i t u e dans l e deuxieme hemistiche e s t assez r e d u i t .  La s t r u c t u r e de l a t e t r a p o d i e ressemble aux  types ( i ) e t ( i i ) du paragraphe 8.2 c i - d e s s u s .  C'est-a-dire  l a t e t r a p o d i e e s t composee de l a p r e p o s i t i o n "de" s u i v i e d'un nom de t r o i s s y l l a b e s : (ou de quatre s y l l a b e s ) : D'engignement  920  ou b i e n de "de" + nom + ad.jectif : D e l g e n t i l l conte De vos c h a r r o i 8.8  3 1 2 , 323 1290  La s t r u c t u r e de 1'hexapodie; Dans tous l e s cas  ou l e verbe e s t a. un temps simple l e nom auquel se rapporte l e complement s i g n a l e c i - d e s s u s e s t p l a c e a 1' assonance: sot t o t l a m e s t r i e  92 0  P u i s q u ' i l n'y a que t r o i s v e r s ou l e verbe e s t a un temps compose nous ne pouvons que c o n s t a t e r , sans v o u l o i r en t i r e r des c o n c l u s i o n s g e n e r a l e s , que s ' i l  s ' a g i t d'un p a s s i f ou l e  nom ou l ' a u x i l i a i r e peuvent tomber a l'assonance: d u i enfants remes sont s i e s t remes un f i l l et que l e p a r t i c i p e v i e n t a l'assonance d'un passe compose  avec  312 323 quand i l s ' a g i t  "avoir":  ont j a dos bues tue  12 90  Pour ce groupe de v e r s nous avons l a t a b l e s u i v a n t e :  CH. I l l  49.  TABLE 5 ( T e t r a p o d i e complement de  i  ie  participe  -  auxiliaire  -  -  nom  1  4  9.1  e  a  d  -  1  nom):  1 1  1  -  TETRAPODIE A FONCTION CIRCONSTANCIELLE. Au l i e u de passer t o u t de s u i t e a 1'examen des  d e c a s y l l a b e s ou l e deuxieme hemistiche e s t nominal  nous  a l l o n s c o n s i d e r e r l e s d e c a s y l l a b e s a premier h e m i s t i c h e c i r constanciel.  Ce premier hemistiche peut e t r e :  (a) un adverbe  s e u l , de quatre s y l l a b e s :  ( v e r s 46, 50, 116, (-b) deux adverbes: (c) une  "isnelement"  1372), "cortoisement" (1215, 1259);  "Molt tendrement" (575);  e x p r e s s i o n c i r c o n s t a n c i e l l e composee d'une prepo-  s i t i o n et un  nom:  En c e s t e t e r r e A haute v o i x  (407, 540, (237, 658,  949, 1029), I38O)  (d) une i n t e r j e c t i o n , du type "mien e s c i e n t " , plesir".  "par vo  50  CH, I I I  Des  678 d e c a s y l l a b e s c l a s s e s dans l e type I I , i l  y en'a 339 q u i sont groupes d»apres l a f o n c t i o n du premier hemistiche para. 7 » 1 ) . hemistiche 9.2  ( e x c l u s i o n f a i t e des groupes C e t D ^ci-dessus, De c e s 339 d e c a s y l l a b e s ,  170 ont tin premier  circonstanciel. La s t r u c t u r e de l'hexapodie  l e p l u s grand nombre d'hemistiches groupes: ( i ) ou 1 hexas yllabe ,  r  e s t assez v a r i e e , mais  entrent dans l e s deux  commence par un a u x i l i a i r e e t  termine par un p a r t i c i p e passe, et ( i i ) ou l'hexapodie mence par un verbe q u i amehe un i n f i n i t i f  com-  a 1*assonance. Un  t r o i s i e m e type de s t r u c t u r e b i e n r e p r e s e n t s  e s t c e l u i ou  l ' h e m i s t i c h e commence par un verbe e t se termine par un nom dans une e x p r e s s i o n  c i r c o n s t a n c i e l l e . La t a b l e 6 resume l e s  r e s u l t a t s de l'examen de ce groupe de d e c a s y l l a b e s .  TABLE 6 ( T e t r a p o d i e  circonstancielle)  S H H H  1  ie  3  a  -  6  -  o  ee  ee  ae  3  4  1  3  3  1  -  p a r t , passe  1  3  30  -  -  -  1  part. pres.  -  -  -  4  -  -  -  infinitif  -  12  27  -  -  -  -  -  - .  adverbe  -  -  3  -  3  -  nom  1  la  8  1  4  3  -  -  5  -  -  1  -  1 % ? .  -  _  _  -  -  ie  -  1  -  u  verbe  nom  1  e  3  4  3  1  ae  ue  -  -  1  3.  2  (en  exp. c i r . ) pronom adjectif  9  2 -  1 -  1 1  .  ±  -  -r -  CH. I l l  10.  52  HEXAPODIE NOMINALE Ayant e t u d i e l e s d e c a s y l l a b e s a premier h e m i s t i -  che nominal ou c i r c o n s t a n c i e l , nous passons maintenant a 1'examen des d e c a s y l l a b e s circonstanciel.  a deuxieme hemistiche  nominal ou  I c i , nous avons c l a s s e 276 v e r s dont 193  ont une hexapodie nominale.  Comme pour l e s t e t r a p o d i e s  nominales l a s t r u c t u r e de 1'hexapodie nominale e s t assez fixe.  I I y en a quatre types  (i)  principaux:  ( A r t i c l e ) * nom + a d . i e c t i f: l o r d e s t r i e r s auferrant l i p l u s c h i e r garnement  (ii)  Deux noms: et l a bouche et l e nes  (iii)  1010  Nom + complement de nom: venoison  (iv)  1415 II46  de s e n g l e r  Nom + adverbe/expression  812 circonstancielle:  et Monferent a d e s t r e  833  I I e s t e v i d e n t que l e mot a l'assonance s e r a presque t o u j o u r s un nom. 10.2  CommenQons par c o n s i d e r e r l e s v e r s avec hexapodie  de f o n c t i o n v o c a t i v e ( l e s apostrophes).  Le premier h e m i s t i -  che c o n s t i t u e un ordre ou une q u e s t i o n :  "Entendez moi",  "Avez vos feme?". I I ne se trouve que neuf v e r s du type I I qui ont une hexapodie v o c a t i v e , comme l e montre l a Table 7:  CH. I l l  53  TABLE 7 (Hexapodie apostrophe)  ie  e  3  nom  1 4  adjectif  10,3  a  1  Quand l e deuxieme hemistiche e s t un nom  e x p r e s s i o n en a p p o s i t i o n a un nom hemistiche,  ou  une  ou pronom du premier  i l comporte souvent 1 » i n v e r s i o n du verbe e t du  sujet: La f u G a r n i e r s P r i s e a Orable  918 522  Les s e u l e s e x c e p t i o n s sont des phrases q u i commencent par "C'est", ou q u i expriment un s o u h a i t : "Deus l e confonde". La Table 8 montre que ce type de v e r s , t o u t comme c e l u i para. 10.2,  du  a p p a r t i e n t a ceux aux assonances l e s p l u s  utilisees. TABLE 8 (Hexapodie en ie  e  nom  I . 6 3  adjectif  5  *k  a*  apposition)  ie  ~ 1  2  10.4  Dans l e s v e r s ou l e deuxieme hemistiche  nominal  est  s u j e t du verbe du premier hemistiche de d e r n i e r prend  CH.  Ill  54  une des quatre formes: (i)  Verbe + pronom objet/complement: 3 1 0 , 3 2 1 , 332 632  Serviront t o i Ce comparront (ii)  Adverbe/expression c i r c o n s t a n c i e l l e + verbe: 53  A p i e descent Des or s'en v e t (iii)  684  A u x i l i a i r e + p a r t i c i p e passe: 351 230  Abatuz f u Monte e s t o i e n t (iv)  Verbe + i n f i n i t i f  (dont l e nom dans l e deuxieme hemistiche est s u j e t ) : 225 595  Je f i s monter S i v i t ester  Dans ces 3 0 v e r s nous trouvons l e s assonances s u i v a n t e s : TABLE 9 (hexapodie s u j e t ) x  ie  e  a  o  ae  ae  nom  1  10  4  4  3  1  1  adjectif  -  2  2  1  adverb e  -  1  -  -  -  -  -  10.5  Comme pour ce groupe de v e r s , presque 5 0 $ de ceux  ou l e deuxieme h e m i s t i c h e e s t complement d»objet du verbe commencent par un adverbe.  Quand l»hexapodie  e s t o b j e t du  verbe, l a s t r u c t u r e de l a t e t r a p o d i e peut e t r e une des suivantes ( l e s t r o i s plus c a r a c t e r i s t i q u e s ) :  CH. I l l  (i)  55.  Verbe ( + pronom c.o.i.) Demandez l i  (ii)  Verbe + nom  450  ( q u i f a i t souvent p a r t i e du complement d'objet d i r e c t ) :  Passent Bourgoigne et B e r r i et Auvergne Pent un c o u t e l et galne molt b e l e (iii)  785 1041  Adverbe + verbe (+ a d v e r b e / a d j e c t i f / e x p r e s s i o n c i r c o n s t a n c i e l l e ou c.o.d.) Molt essauqa Lors o i de vos J a i avra  12 239 1400  La Table 10 donne l e s c a t e g o r i e s de mots a 1*assonance quand l»hexapodie e s t complement d'objet dans ce groupe d'hemistiches B e r t r a n : A maleitjon De"  (vers  direct.  Nous avons i n c l u s  t r o i s vers du type: 421).  "Et d i t  o  • TABLE 10 (Hexapodie c.o.d.)  H H  nom adjectif  xe  e  a  o  o  u  xe  ee  ee  ae  ae  oe  ue  15  18  7  2  4  2  3  2  7  6  3  1  1  1  7  7  X  -  1  -  1  1  1  -  1  2  ON  CH. I l l  57.  La t a b l e 11 donne l e s c a t e g o r i e s de mots a l a s f  sonance quand 1'hexapodie e s t complement d'objet  indirect.  TABLE 11 (Hexapodie c . o . i . )  nom  e  o  ae  4  2  1  adjectif  10.6 il  1  -  Dans l e cadre des deuxiemes hemistiches  reste a considerer  du nom.  1  l e s a t t r i b u t s du nom et l e s complement  Parmi l e s a t t r i b u t s ,  comptons c e r t a i n s p a r t i c i p e s d'adjectifs.  du s u j e t ou de 1'objet, nous q u i jouent  manifestement l e r 6 l  Par exemple:  Nous l e f e r o n s c o r r o d e e t i r e Et t a n t vos e s t e s t r a v e i l l e z et penez 10.61  Que l e deuxieme hemistiche  plement du nom,  s o i t a t t r i b u t ou com-  r  Onques ne f u i L i estors fu  (i)  1266 42  l a s t r u c t u r e t3 pique de l a t e t r a p o d i e e s t :  (Adverbe) + Verbe +  10.62  nominaux  nom: 1173 350  Quand l'hexapodie e s t a t t r i b u t sa s t r u c t u r e e s t : Nom + a d j e c t i f : li  mestre l i m o n i e r  1278  CH. I l l (ii)  58 Deux noms: dant Aymeris mon pere t r i c h i e r r e s ne avers  (iii)  Deux a d . i e c t i f s (ou merveilleus  IO.63  1347 1173  a d j e c t i f s + adverbe)  et  pleniers  350  La s t r u c t u r e de l*hexapodie complement de nom P r e p o s i t i o n + Nom  4- Ad.iectif/complement de nom/ expression circonstancielle: 1082 860  de l a bone c i t e a ponz d»or n o i e l e z Presque l a m o i t i e ment de nom  des v e r s  avec un  a t t r i b u t ou un  au deuxieme h e m i s t i c h e assonent en TABLE 12  (Hexapodie a t t r i b u t ou complement de nom) a  xe  xe  e  p a r t , passe  1  8  adverbe  -  1  nom  2  4  1  adjectif  1  3  3  11.1  est:  ee  comple-  -e. ,  ee  ,  ae  ue  DEUXIEME HEMISTICHE CIRCONSTANCIEL. Quand 1*hexapodie est une  c i e l l e l a tetrapodie suivantes:  peut a v o i r une  expression des t r o i s  circonstanstructures  CH. I l l  ( i)  59  Su.jet + verbe: C i l o i s e l chantent Vet s'en G u i l l e l m e s  (ii)  16 782  (Su.jet) + verbe + complement d ' o b j e t / apostrophe: Ne s a i , beau s i r e Le r o i l i done  (iii)  1305 672  Adverbe + verbe-(+ nom/pronom): La combati Or a l e z donques La f i s t t e l pare  11.11  Des  83 deuxiemes h e m i s t i c h e s c i r c o n s t a n c i e l s  s e u l s 10 comportent h e m i s t i c h e peut (i)  I36 1069 357  des adverbes  proprement d i t s .  etre:  Deux adverbes/ adverbe  + autre expression circonstancielle:  belement et soe hautement en o i a n t (ii)  P r e p o s i t i o n + nom 1  16 597  4- a d j e c t i f  soz l o l i v i e r (iii)  Cet  rame  53  P r e p o s i t i o n + i n f i n i t i f (avec son su j et ou ob j et) : por l o r c o r s d e p o r t e r  26  Nous avons i n c l u s dans c e t t e c a t e g o r i e l e s v e r s ou 1'hexapodie e s t un serment: "Mal f u b a i l l i e , Jaque"  par l ' a p o s t r e s a i n t  (1343).  La T a b l e 13 donne l a r e p a r t i t i o n des 83 h e m i s t i c h e s constanciels selon leur  assonance:  cir-  CH.  60!  Ill  TABLE 13 (Hexapodie c i r c o n s t a n c i e l l e )  i  ie  e  3  a  0  6  u  ie  ee  be  ae  ue  -  -  -  -  -  -  -  6  4  1  5  1  infinitif  _  1  Part. passe  -  1  part. present  -  -  -  1  adverbe  -  2  1  4  -  .2  21  -  13  3  4  3  1  1  1  2  —  1  —  nom adjectif  12.1  -  -  1  -  -  DECASYLLABE A TEMPS COMPOSE, avec l ' a u x i l i a i r e dans l a  t e t r a p o d i e e t l e p a r t i c i p e passe dans 1'hexapodie.  Contraire-  ment a ce que l ' o n p o u r r a i t c r o i r e , l e nombre de v e r s q u i ont un a u x i l i a i r e au premier h e m i s t i c h e , s u i v i d'un p a r t i c i p e passe au deuxieme e s t extremement r e d u i t type I I ) .  De c e s 19 v e r s i l  place a l'assonance. s y l l a b e , sauf quand i l  (19 v e r s s u r 678 pour l e  y en a 3 ou l e p a r t i c i p e n'est pas  L»auxiliaire ne comportant souvent qu'une s ' a g i t d ' e t r e employe au f u t u r ou au  c o n d i t i o n n e l , l a s t r u c t u r e de l a t e t r a p o d i e e s t l a p l u p a r t du temps: Adverbe "+ Verbe (+ nom/pronom): Assez i a i Or ont F r a n c o i s 12.11  Au deuxieme h e m i s t i c h e i l  caracteristiques:  35 14°3 y a deux s t r u c t u r e s  CH. I l l  61.  Nom + p a r t i c i p e ;  (i)  547 (nom c.o.d.) 1310 ( s u j e t )  son v i v r e recope S a r r a z i n amasse (ii)  Deux p a r t i c i p e s : oi* et escoute  35  12.12  La Table 14 montre que l a m a j o r i t e  des v e r s de c e t t e  categorie  appartiennent aux assonances en -6  e t en - i e .  TABLE 14  13.1  ie  e  ie  ee  o  p a r t , passe  4  7  2  2  1  nom  1 1  -  -  d  1  Premier hemistiche c o n t i e n t un verbe q u i e s t s u i v i  d'un i n f i n i t i f  dans l e deuxieme h e m i s t i c h e .  g o r i e de v e r s l a s t r u c t u r e de l a t e t r a p o d i e  Dans c e t t e  cate-  se c a r a c t e r i s e par  l a presence ou l'absence d'un adverbe, ce q u i nous donne l e s deux p o s s i b i l i t e s (i)  ci-dessous:  Verbe + nom/pronom: I I s'en a l a Vont a G u i l l e l m e  (ii)  554 819  Adverbe + verbe (+pronom): A i n z l e devez Ge ne s a i t a n t  423, 439 999  62.  CH. I l l  13.11  La s t r u c t u r e de 1»hexapodie est t e l l e que  v i e n t 39 f o i s sur 42 a l ' a s s o n a n c e . t u r e s p o s s i b l e s dans (i)  Nous trouvons t r o i s s t r u  1'hexapodie:  Adverbe/expression c i r c o n s t a n c i e l l e + gentement conraer devant e l s a r e s t e r  (ii)  Nom  (+ ad.jectif) + i n f i n i t i f :  Le nom  en c o n s t r u c t i o n  peut e t r e  1'infinitif:  t o t e Espaigne a q u i t i e r l e s barons enbuschier Deux i n f i n i t i f s  infinitif: 47, 117 931  s u j e t ou complement d'objet de  (iii)  l'infinit  695 228 parallele:  s e r v i r et hennorer  4^3  C e t t e c o n s t r u c t i o n se r e n c o n t r e 5 f o i s apres une  tetrapodie  avec adverbe, c o n t r e 2 f o i s apres une t e t r a p o d i e sans  13.12  Dans c e t t e c a t e g o r i c de v e r s i l y a un exemple ou.  l'infinitif dans  adverbe  e s t dans l a t e t r a p o d i e et l e verbe p r i n c i p a l e s t  1'hexapodie: E t e s c o r c h i e r l e s f e t au b a c h e l e r  TABLE 15 x  xe  e  a  infinitif  1  14  23  -  nom  -  -  2  -  adjectif  ae  1  1279  CH.  I l l  14«1  63.  Avant de repondre  aux q u e s t i o n s posees au debut  de c e t t e p a r t i e du c h a p i t r e ( p a r . 4.1), suraer sous forme d'un  i l s e r a u t i l e de r e -  s e u l t a b l e a u l e s r e s u l t a t s de 1'examen  de l a s t r u c t u r e du d e c a s y l l a b e .  Rappelons que l e s d e c a s y l l a -  bes ont ete c l a s s e s dans quatre groupes: des h e m i s t i c h e s e t a i t nominal;  l e groupe A,  lorsqu'un  l e groupe B, lorsqu'un  des  h e m i s t i c h e s e t a i t c i r c o n s t a n c i e l ; l e groupe C, l o r s q u e l e p r e mier h e m i s t i c h e c o n t e n a i t un a u x i l i a i r e et l e deuxieme un part i c i p e passe; l e groupe D,  l o r s q u e l e premier hemistiche  con-  t e n a i t un verbe s u i v i d'un  i n f i n i t i f dans l e deuxieme hemis-  tiche. 14.2  Le t a b l e a u se d i v i s e assez n a t u r e l l e m e n t en  series.  trois  Sous l e s d i v e r s e s assonances on v e r r a r e u n i s : l e s v e r s  dont l e premier hemistiche est nominal (Tables 1-6,  par. 8.1  h e m i s t i c h e e s t nominal  - 9.1)  ou  circonstanciel  - p u i s l e s v e r s dont  l e deuxieme  ou c i r c o n s t a n c i e l ( T a b l e s 7-13>  par.  10.1-11.1) - et e n f i n l e s v e r s q u i appartiennent aux groupes C e t D ( T a b l e s 14 et I5, par. 12 et 13).  Chacune de  ces  s e r i e s e s t accompagnee, sur i a l i g n e i n f e r i e u r e , du nombre de v e r s q u i , pour t e l l e assonance et t e l type se terminent ici  d'hemistiche,  par un element v e r b a l (forme v e r b a l e ou  appele f i n a l e v e r b a l e .  adverbe),  Assonance  i  ie  e  a  o  o  u  xe  ee  ee  ae  Nombre de v e r s c l a s s e s d'apres l e l e r hemistiche ( T a b l e s 1-6)  6  68  162  24  10  11  5  19  Finales verbales  3  33  121  12  3  3  3  14  9'  Nombre de v e r s c l a s s e s d'apres l e 2e hemistiche ( T a b l e s 7-13)  3  69  78  39  13  9  4  15  8  Finales verbales  -  6  13  5  -  -  -  T a b l e s 14 e t 15  1  19  -33  1  1  1  -  2  2  1  Finales verbales  1  18  30  -  1  -  -  2  2  1  ae  oe  ue  o H H H  12  7  10  3  1  1  .3  4  -  -  1  12  16  5  1  4  ON  CH. I l l  14*3  65  Les q u e s t i o n s posees avant de commencer 1"examen de  l a s t r u c t u r e du d e c a s y l l a b e e t a i e n t : "Quelle s t r u c t u r e amene une  forme v e r b a l e a 1*assonance?" et " Q u e l l e s t r u c t u r e f a v o r i -  se l a presence d'un c l a i r e m e n t que  nom  en f i n de v e r s ? "  l e s v e r s a premier  Le t a b l e a u montre  hemistiche nominal sont l e s  p l u s f a v o r a b l e s a l a presence d»une forme v e r b a l e a 1»assonance, et c e l a pour presque t o u t e s l e s assonances.  Par  contre,  l e s deuxiemes h e m i s t i c h e s nominaux,, comme on s y a t t e n d r a i t , f  n»ont que  rarement une  forme v e r b a l e a 1»assonance. Les c a t e -  g o r i e s C et D ont l e p l u s f o r t pourcentage de f i n a l e s mais ne comptent que 15«1  9% des v e r s examines  Nous ne croyons pas  necessairement  une  relation  et l a s t r u c t u r e syntaxique dans d a u t r e s 1  .  que l * o n p u i s s e p o s t u l e r  de cause a e f f e t entre It assonance d u n v e r s (^-7). un sondage e f f e c t u e f  chansons m o n t r e r a i t sans doute qu'une assonance  quelconque peut amener indifferemment une  verbales,  f i n a l e nominale.  une  f i n a l e verbale  ou  CH.  66".  Ill  NOTES DU CHAPITRE I I I  1 . M. J . Rychner (Chanson, p. 68) p a r l e de l a l a i s s e "25 b i s , v. 6 5 7 - 7 6 9 " comme l a l a i s s e l a p l u s longue du C h a r r o i . M. Rychner se s e r t de 1 * e d i t i o n P e r r i e r , done, pour l u i a u s s i , l a l a i s s e 25 c o n s t i t u e en v e r i t e deux l a i s s e s distinctes. 2 . ed. M. Duncan McMillan, S.A.T.F., 1949^50. La l a i s s e CLXI, par exemple, admet a 1*assonance en -a une s e r i e de v e r s en - a i e t en -e, e t dans " l e s l a i s s e s feminines un p e t i t nombre de formes a diphthongue sont egalement admises: eigues, 1 5 0 , ewe, 1 4 0 1 , m a i s t r e s , 1 5 9 , f e r e , 5 0 1 . . . a cote d*un c e r t a i n nombre de cas ou ces formes assonent en -a.e" (t I I , p.32). 3 . Le systeme de n o t a t i o n adopte e s t c e l u i u t i l i s e par M. M c M i l l a n dans 1»introduction de son e d i t i o n de l a Chanson de Guillaume, t . I I . 4.  Les quelques formes en - i e q u i se trouvent dans ces l a i s s e s n'ont pas e t e c l a s s e e s a p a r t .  5 . Par exemple, pour 1"assonance en -ae, on t r o u v e : atente, prendre, France, l a n c e . . . ; et pour 1"assonance en -ue: V a l s u r e , tenue, lune, t a f u r e . . . 6 . Dans M. K. Pope, From L a t i n t o Modern French, on l i t , para, 4 3 0 : " N a s a l i s a t i o n was induced by a l l t h e t h r e e n a s a l consonants, m, n, n"; e t p l u s l o i n , a propos de l a n a s a l i s a t i o n de v o y e l l e s qui ne sont pas prononcees dans l a meme s y l l a b e que l a consonne n a s a l e : " N a s a l i s a t i o n s e t i n most s t r o n g l y when t h e n a s a l vowel was pronounced i n t h e same s y l l a b l e as t h e n a s a l consonant,,, b u t vowels and diphtongs ,., were n a s a l i s e d a u d i b l y by t h e i n t e r v o c a l i c n a s a l consonants f o l l o w i n g them," op, c i t . , p a r a . 4 3 2 . 7 . Dans l e s l a i s s e s q u i assonent en 6 on trouve des mots comme: prouz, c o r t , t o z , l o r , baron. Les 18 d e r n i e r s v e r s de l a l a i s s e 7 et l e s 7 d e r n i e r s v e r s de l a l a i s s e 13 terminent par un mot ou. l a v o y e l l e f i n a l e e s t s u i v i e d*une consonne nasale. . Dans l e s l a i s s e s q u i assonent'en b l e s mots a l'assonance sont f o r t , o s t , mort, noz, t r o p . , . 8 . V o i r M.K. Pope, op. c i t . , p a r a . 4 9 5 , e t P. Fouche, Phonetique h i s t o r i q u e du f r a n g a i s , v I I , p. 2 5 0 . 9.  Les pourcentages seront i n d i q u e s selon l a methode a n g l a i s e .  CH. I l l  10. Chapel  67".  Hill,  19.61  11. Collogue, pp 161-178. 12. Ces c a t e g o r i e s sont c e l l e s de M. Rychner, op. c i t . p. 13. op. c i t . , p.  170.  14. V o i r Appendice, p. 168  et  &eq.  15. La t a b l e complete de 1'Appendice donne l e d e t a i l des hexapodies a t t r i b u t , et des hewapodies complement de nom. 16. Pour l e s assonances en -e, - i e , -a, qui renferment l e p l u s grand nombre de vers~T493 sur l e s 678 cons i d e r e s ) , i l est i n t e r e s s a n t de noter que l a d i s t r i b u t i o n des v e r s de ces assonances est t r e s egale sur l e s p r e m i e r s h e m i s t i c h e s nominaux et c i r c o n s t a n c i e l s , de mSme que l e nombre de f i n a l e s v e r b a l e s pour ces deux groupes ( l e s f i n a l e s v e r b a l e s sont donnees entre parentheses):  I e r hem. I e r hem.  nom circ.  ie"  e  a  35 (17) 33 (16)  8 l (58) 8 l (63)  13 11  (7) (5)  17. Le f a i t que l e s assonances en - i e et en -e presentent, dans c e t t e chanson une importante p a r t de f i n a l e s v e r b a l e s ne semble pas d e v o i r se v e r i f i e r n e c e s s a i r e ment dans l e s a u t r e s chansons.  168,  CH. IV  68'.  CHAPITRE IV LES  1.1  FORMULES DU CHARROI DE NIMES  Comme t o u t genre, l a chanson de geste a p l u s i e u r s  niveaux de moyens d ' e x p r e s s i o n .  On r e c o n n a i t d'abord qu'une  chanson a un SUJET: dans l e C h a r r o i de Nimes c ' e s t l a p r i s e de Nimes par Guillaume  d'Orange.  Ce s u j e t e s t t r a i t e au  moyen de THEMES comme 1 » i n g r a t i t u d e r o y a l e , l a l e v e e d'une armee, l e voyage, l a b a t a i l l e , l a mort des c h e f s ennemis... Ces themes sont t r a i t e s a l e u r t o u r par des MOTIFS, q u i sont, en quelque s o r t e , l e s s o u s - t i t r e s de c h a p i t r e s s u r l e s themes. Le theme "voyage" se decompose en p r e p a r a t i o n s , en d i s t a n c e parcourue, visite  en r a p i d i t e du voyage, en h a l t e s pour l a n u i t , en  aux e g l i s e s .  On a r r i v e a i n s i  moyen duquel s'expriment l e s m o t i f s .  au niveau du langage au S i l e s themes et l e s  m o t i f s sont d e j a s t e r e o t y p e s pour l e genre e n t i e r , p l u s ne l ' e s t l e langage.  C'est  combien  l e langage du C h a r r o i de  Nimes, ou au moins c e t t e p a r t i e du langage que sont l e s FORMULES, q u i forme l ' o b j e t du present c h a p i t r e . 1.2  Qu'est-ce une formule  ? La d e f i n i t i o n q u i a eu cours  pendant longtemps e s t c e l l e de Milman Parry M. A.B. LORD une yee,  formule  (2)  , M. J . Rychner  (3)  r e p r i s e par  e t d»autres. Pour Parry  e s t "une e x p r e s s i o n q u i e s t regulierement  dans l e s memes c o n d i t i o n s metriques,  certaine idee e s s e n t i e l l e .  emplo-  pour exprimer une  L ' e s s e n t i e l de l ' i d e e , c ' e s t ce  CH.  qui  IV  69  r e s t e apres q u ' e l l e a ete debarrassee  fluite  de t o u t e  super-  stylistique." Mais au moment du deroulement du C o l l o q u e de  en 1 9 5 7 ,  M.  Liege  0 . Jodogne et M. P. Imbs ont s o u l i g n e l a n e c e s s i -  t y d'une d e f i n i t i o n  s p e c i f i q u e pour l a formule.  groupement e x p r e s s i f r e c o i v e l e nom satisfaire a trois criteres  de formule  Pour qu'un i l devrait  et comporter:  (a) un ensemble de v o c a b l e s a sens p l e i n ,  et l a r e p r e -  s e n t a t i o n d'une matiere; (b) une  forme syntaxique;  (c) un rythme q u i l u i permette d ' e n t r e r aisement dans l e decasyllabe. C e t t e d e f i n i t i o n e s t p i p s p r e c i s e que c e l l e  de  Milman P a r r y en ce q u ' e l l e t i e n t compte de 1 ' e l e m e n t s y n t a x i q u e de l a formule.  Pourtant, une  c o n s t i t u e pas a e l l e s e u l e une  s t r u c t u r e syntaxique  formule;  son que nous avons e v i t e de p a r l e r de  ne  c'est pour c e t t e r a i -  "formules" dans l e  chapitre I I I . Les r a p p o r t s entre l e rythme du d e c a s y l l a b e et l a formule  sont e t r o i t s .  Le f o r t accent sur l a s y l l a b e  l a cesure accuse l a coupe du v e r s , s i b i e n que  avant  chaque hemi-  g t i c h e e s t l a p l u p a r t du temps une u n i t e syntaxique, ce qui ressortait  d e j a c l a i r e m e n t de 1 ' e t u d e de l a s t r u c t u r e s y n t a -  xique du d e c a s y l l a b e . formule  e s t que  Le r e s u l t a t  du p o i n t de vue  c e l l e - c i compte l e p l u s souvent  de l a  quatre  pieds  CH.  IV  70  ou s i x pieds (ou c i n q p i e d s et sept pieds avec l e s s y l l a b e s caduques a l a cesure ou a l a f i n du v e r s ) . P a r f o i s l e s deux h e m i s t i c h e s sont s i l i e s par l e sens que l e d e c a s y l l a b e ent i e r e s t c o n s i d e r e comme une formule. p i e d s q u i occupent  Les formules de  l e premier h e m i s t i c h e seront a u s s i  quatre appelees  formules de t e t r a p o d i e ; l e s formules de s i x pieds q u i occupent l e deuxieme h e m i s t i c h e , formules d'hexapodie. 1.3  L ' i n v e n t a i r e des formules du C h a r r o i a ete dresse  d'apres l a ' ^ a t i e r e " que t r a i t e n t d'apres l e s m o t i f s .  ces formules, autrement d i t ,  Beaucoup de ces m o t i f s ont d e j a ete  s i g n a l e s dans d'autres travaux, dont consacre exclusivement M. D. M c M i l l a n  ^  aucun n'est  a c e t t e chanson.  pourtant  L'article cite  de  e s t i c i d'une u t i l i t e l i m i t e e , b i e n q u ' i l  donne sous forme de t a b l e a u l e s r e s u l t a t s d'un  depouillement  de c e r t a i n s m o t i f s dans p l u s i e u r s des chansons de l a geste de Guillaume.  En c i t a n t l e s formes v a r i e e s sous l e s q u e l l e s se  trouve t e l l e ou t e l l e formule, i l ne donne pas l e numero du v e r s dont i l s ' a g i t ; ce q u i e s t ennuyeux l a ou ses r e s u l t a t s (7)  et l e s n o t r e s ne sont pas i d e n t i q u e s e s t t r e s i n t e r e s s a n t pour une celui, 1.4  d e j a c i t e , de M.  d'une c o n v e r s a t i o n .  L'autre t r a v a i l qui  c l a s s i f i c a t i o n des formules e s t  J . J . Duggan  Les m o t i f s q u i renferment  ceux q u i concernent  . ( 8 *)  .  l e p l u s de formules  sont  l e s noms de personnages et l e deroulement C e l a ne veut pas d i r e q u ' i l s s o i e n t ceux  dont l e s formules montrent l e p l u s de v a r i e t e , car ce sont  CH. IV  71.  souvent l e s m o t i f s moins communs q u i accusent p l u s d i v e r s e s au niveau des formules. par t r a i t e r l e s formules  l e s formes l e s  Ce c h a p i t r e commence  d»introduction a I n a c t i o n de l a  chanson, pour passer e n s u i t e au t r a i t e m e n t des m o t i f s suivants: Les noms des personnages Le deroulement d*une c o n v e r s a t i o n Les serments e t l e s voeux Dieu,  ses noms, ses e p i t h e t e s  Les b a t a i l l e s Les armes e t l»armement Les chevaux Les i n s u l t e s e t l e s menaces Le voyage Ce sont l a l e s m o t i f s l e s plus importants. termine  Le c h a p i t r e se  par une c o n s i d e r a t i o n d*autres m o t i f s moins  facile-  ment d e f i n i s . 1.5  Pour l a d e f i n i t i o n de c e r t a i n s terraes employes dans  ce c h a p i t r e l e l e c t e u r e s t p r i e de se r a p p o r t e r a l a page i i de c e t t e t h e s e .  72.  CH. IV  2.0 2.1  LES APPELS A L'AUDITOIRE Au debut de l a chanson l e p o e t e / j o n g l e u r se s e r t  d'un type d»introduction  t o u t a f a i t t r a d i t i o n n e l : "Vous  a l l e z entendre une bonne h i s t o i r e " , pour p r e p a r e r l ' a u d i t o i re  au r e c i t q u i v a s u i v r e .  Cette i n t r o d u c t i o n c o n s i s t e d'un  appel a l ' a u d i t o i r e s u i v i d'une annonce sommaire de l a matiere  de l a chanson: Oiez, s e i g n o r , Deus vos c r o i s s e bonte, L i g l o r i e u s , l i r o i s de majeste! Bone chanson p l e s t vous a escouter Del m e i l l o r home q u i a i n z c r e u s t en De? C'est de G u i l l e l m e , l e marchis au c o r t nes, Comme i l p r i s t Nyraes par l e c h a r r o i monte, Apres c o n q u i s t Orenge l a c i t e Et f i s t Guibor b a p t i z i e r e t l e v e r Que 1 1 t o l i l e r o i T i e b a u t l ' E s c l e r ; P u i s l ' e s p o u s a a m o i l l i e r e t a per Et desoz Rome o c i s t C o r s o l t es p r e z . Molt essauga s a i n t e c r e s t i e n t e z : Tant f i s t en t e r r e qu'es c i e u s e s t coronez. (v. 1-13)  (9) M. Manfred G s t e i g e r  , dans son a r t i c l e sur l e s preambules  des chansons de geste a note p l u s i e u r s debuts de ce genre. Le type de debut du C h a r r o i de Nimes se r e t r o u v e dans au moins quatre autres chansons: S i g n o r , or escoutes, que Dieus vos s o i t  amis  Canchon de f i e r e e s t o i r e p l a i r o i t vos a o i r ? ( A i o l , v . 1, 5)  73.  CH. IV  Oies s i g n o r , por Dieu l e c r e a t o u r Boine canchon, a i n c n * o l s t e s m i l l o r (Bueve - de Hantone, v. 1-2) Oiez, s e i g n o r , que Deus vos s e i t aidanz P l a i s t vos o l r d*une e s t o i r e v a i l l a n t Bone chanqon...... (Couronnement de L o u i s , v, 1-3) Oez, s e i g n o r , que Deus vos beneie, L i g l o r i e u s , l i f i l z d a i n t e Marie! Bone chanQon que j e vos v o r r a i d i r e . ( P r i s e d * 0 r e n g e , v . 1-3)  2.2  Dans l e C h a r r o i i l y a un deuxieme "debut" de  c e t t e s o r t e a l a l a i s s e 42 : S e i g n o r , o i e z , que Deus vos beneie, L i g l o r i e u s , l i f i z s a i n t e Marie, Ceste changon que ge vos v o r r a i d i r e : E l e n»est pas d»orgueill ne de f o l i e , Ne de menQonge e s t r e t e ne enquise, Mes de prudomes q u i Espaigne c o n q u i s t r e n t ; (v. 1085-1090)  En c o n s i d e r a n t l a p o s i t i o n de c e t t e l a i s s e dans l e developpement de I n a c t i o n , on v o i t q u * e l l e v i e n t a un moment psychologiquement  important, c»est-a-dire, au moment ou l e c h a r r o i  v i e n t d a r r i v e r a Nimes. f  ler  Le poete s i n t e r r o m p t pour |  que son r e c i t n»est pas faux, pour rassembler l e s f i l s  de l h i s t o i r e et pour l a resumer brievement f  cer  rappe-  dans l e r e c i t de l a p r i s e de l a v i l l e .  avant de se l a n -  CH.  2.3  IV  74  A t r o i s autres r e p r i s e s l e poete i n t e r v i e n t , moins  longuement, de l a meme fagon.  Chaque f o i s l e s v e r s viennent  en debut de l a i s s e et marquent des etapes de l a p r o g r e s s i o n de l»histoire: Oiez, s e i g n o r , por Deu de majeste, Coment G u i l l e l m e s f u l e j o r a v i s e . (v. 1205-1206) Oez, s e i g n o r , que Deus vos beneie! Com f a i t e m e n t G u i l l e l m e a t a l n e n t . (v. 1315-1316) Oez, s e i g n o r , Deus vos c r o i s s e bonte Com f a i t e m e n t G u i l l e l m e s a ovre. (v. 1352-1353)  2,4  Des  annonces pures,  l»auditoire, viennent  sans l a p p e l a 1 * a t t e n t i o n de f  a l ' i n t e r i e u r de l a l a i s s e  29:  Huimes devons de dan B e r t r a n chanter Com fetement i l se f u atorne. (v. 988-989) De Des Com  2.5  e e l s des chars devons ore  chanter (v. 1022)  or devons de G u i l l e l m e chanter, fetement i l se f u a t o r n e z . (v. 1034-1035)  Ces appels et ces annonces accusent une  forme f o r -  tement s t e r e o t y p e e a l * i n t e r i e u r de c e t t e chanson, et a l * i n t e r i e u r du genre de l a chanson de g e s t e .  Ce c a r a c t e r e s t e -  reotype, nous l e r e t r o u v e r o n s a chaque page de ce c h a p i t r e .  75  CH. IV  3.0  LES FORMULES DE NOMS  3.1  Seront  expressions roi.  considerees  s u r t o u t sous ce t i t r e l e s  employees pour designer  Les formes de ces e x p r e s s i o n s  se t r o u v e n t  s o i t Guillaume, s o i t l e varient selon qu'elles  dans 1 ' o r a t i o r e c t a ou dans l ' o r a t i o  3.2 (a) Les formules de noms dans l ' o r a t i o  obliqua.  recta.  Quand une formule de nom e s t dans l ' o r a t i o  recta  e l l e e s t presque t o u j o u r s une formule de debut de d i s c o u r s , ou ce q u i peut s'appeler une formule d»interpellation.  On  c o n s t a t e que ces formules o f f r e n t r e l a t i v e m e n t peu de v a r i e t e ayant l e p l u s souvent l a forme: S i r e + Nom de c e l u i a q u i on s*adresse.  Une formule p a r e i l l e occupe t o u j o u r s l a t e t r a p o d i Sire Guillelmes  73, 106, 278, 294, 300, 305, 328, 380, 404, 512, 538, 580, 659, 726, 948  Looys, s i r e  94, 133, 182, 256, 2 6 l , 490, 753.  I I n ' e x i s t e que t r o i s a u t r e s exemples d'une formule de nom d'une c o n s t r u c t i o n analogue.  Deux sont u t i l i s e e s en s'adres-  sant a B e r t r a n d : Sire nies S i r e Bertran et l a t r o i s i e m e par l e s palens Damoiseaus s i r e  32 (Guillaume  parle.)  1019 (Les c h e v a l i e r s p a r l e n t . ) p a r l a n t a Harpin: 1260  76.  CH. IV  3.3  Apres c e l l e - c i , l a formule l a p l u s u t i l i s e e e s t  " s i r e " tout court.  C e t t e e x p r e s s i o n s e t r o u v e s u r t o u t en  f i n de t e t r a p o d i e , e t s ' a p p l i q u e : au r o i  60, 311, 322, 396, 467, 501, 531, 543, 593, 729  a Guillaume a Guilen  41, 49, 376, 706, II78  607  et aux r o i s paiens  1139, 1269.  L»expression se trouve s i x f o i s en t e t e de v e r s : au r o i 683 a Guillaume 703, a Otran  706, 820, 922  1122, 1231  et deux f o i s comme premier mot de 1*hexapodie: au r o i 757 a Guillaume 437.  3.4  De plus, i l y a l a formule beau s i r e , l a p l u p a r t du  temps comme deuxieme element de l a t e t r a p o d i e : au r o i 5°1 a Guillaume  673, 758, 1302, 1305  a Aymon l e Vieux  682  mais une f o i s en t e t e d hexapodie: 1  a Otran au v e r s 1162.  CH.  IV  77.  3.5  Pour l e s e u l Guillaume se trouvent  telles  des  formules  que: Guillelmes Oncle G u i l l e l m e s S i r e oncle Oncle  59, 238, 444,  466 566 805 416 794 39  ( t e t e d»hexapodie) ( f i n de t e t r a p o d i e ) (formules de t e t r a p o d i e ) (en t e t e d»hexapodie) (en t e t e de t e t r a p o d i e ) (en f i n de t e t r a p o d i e )  D a u t r e s e p i t h e t e s qui sont u t i l i s e e s en p a r l a n t a Guillaume f  s»appliquent egalement a d*autres personnages.  1»ex-  Ainsi,  p r e s s i o n n o b i l e c h e v a l i e r e s t adressee a Guillaume aux 395  et 566,  mais aux barons au v e r s 337.  c e l l e - c i est t o u j o u r s une  Avec ses s i x p i e d s ,  formule d»hexapodie,  De meme  f r a n c c h e v a l i e r s'adresse ou a Guillaume (v. 5 3 8 ) , barons (v. 822,  855  avec un a d j e c t i f ) .  vers  Une  peut s*employer en a p p o s i t i o n avec un nom,  ou  aux  formule de ce type par  exemple:  - Merci, Guillelmes, nobile chevalier "Sire Guillelmes, dist l i r o i s , frans guerriers S i r e G u i l l e l m e s , f r a n s horn, quar en pensez 3,6  A p a r t s i r e et Looys s i r e  s i o n s d i v e r s e s pour s'adresser e l l e s contiennent  une  ment en t e t e de v e r s  soit:  reference  t  i l e x i s t e des  5°6 538 948  expres-  au r o i , , La p l u p a r t d»entre au rang r o y a l , s o i t  (sauf pour l e s v e r s 93 et  simple-  494):  Rois  93, 157, 409, 494  203,  213,  Loo^s r o i s Dan r o i s D r o i z empereres  153 (en t e t e de v e r s ) 239, 282 (a l»interieur) 154, 187, 681 (en t e t e de  vers)  CH. IV  Une  78.  s e u l e f o i s Guillaume a p p e l l e l e r o i Looys f r e r e  3.7  64  I I y a un p e t i t nombre de formules qui sont  u t i l i s e e s pour p a r l e r aux c h e v a l i e r s . ont deja e t e c o n s i d e r e e s , 900,  A part c e l l e s q u i  i l r e s t e l e t i t r e baron (v. 849,  939; e t 1145 ou i l s a p p l i q u e au r o i O t r a n ) . Le cas f  s u j e t ber,  ne se trouve qu"une f o i s dans l * o r a t i o  comme t i t r e ,  e t c e l a en p a r l a n t  "Ber, Une  "frere":  recta  a Guillaume:  ne rn'oci, se t u G u i l l e l m e s  f o i s egalement, sans doute pour r e m p l i r  ies"  249  1"hexapodie, se  t r o u v e l e nom commun: Entendez moi,  3.8  de France l e barne  En p a r l a n t a ses neveux, Guillaume emploie, a  p a r t l e s e x p r e s s i o n s deja remarquees, s o i t court ve  ( v e r s 45, 460, 796, 809, 996),  en t e t e de v e r s ;  et 1012,  soit  "Nies"  "Beau n i e s " ( v e r s 441,  beaux n i e s " ( v e r s  tout  presque t o u j o u r s  en t e t e de v e r s ) ; s o i t , pour r e m p l i r  " S i r e Bertran, 3.9  637  a l assonance, f  l»hexapodie,  428).  Quand Guillaume e s t chez l e s S a r r a s i n s ,  deguise  en marchand, on^s'adresse a l u i comme " F r e r e " ( v o i r ci-dessus),  trou-  pag.J.\,£  ou avec son nouveau " t i t r e " de "marcheant"  CH. IV  79.  ( v e r s 1144 (a 1»assonance), 1169, I387 (en t e t e d*hexapodie), p a r f o i s "beaus amis marcheant", comme formule d'hexapodie ( v e r s 1121, 1124, 1135).  3.10  (b) Les formules de noms dans l ' o r a t i o  obliqua.  S e l o n l e s exigences du rythme du v e r s on trouve t r o i s groupes de formules pour d e s i g n e r un personnage a l a t r o i s i e m e personne: I C e l u i q u i comporte l e nom t o u t c o u r t , place a l ' i n t e r i e u r du v e r s , d*habitude comme d e r n i e r mot de l a t e t r a p o d i e ou comme premier mot de 1»hexapodie.  Ce groupe e s t de  l o i n l e p l u s commun. I I C e l u i q u i comporte l e nom + un a r t i c l e ou un a d j e c t i f , groupe q u i r e m p l i t l a t e t r a p o d i e . I l l C e l u i q u i comporte l e nom p l u s un nom ou un a d j e c t i f substantive  en a p p o s i t i o n , groupe q u i occupe t o u t e  1"hexapodie, ou p a r f o i s l e s d e r n i e r s c i n q ou h u i t pieds du  decasyllabe. Seront examines successivement, s e l o n l a d i v i s i o n  c i - d e s s u s , l e s noms de Guillaume, du r o i , des c h e v a l i e r s e t des S a r r a s i n s .  CH. IV  3.11  80  Guillaume  I.  Pour d e s i g n e r Guillaume l e poete u t i l i s e son nom  c i n q u a n t e - h u i t f o i s , dont v i n g t - n e u f f o i s dans une formule d'Introduction a l * o r a t i o 4.4,  r e c t a ( " d i t un t e l " . c f . paras.  4.5 c i - d e s s o u s ) : 88, 256, 272, 282, 296, 302, 311, 322, 396, 409, 417, 428, 460, 508, 543, 589, 709, 719, 729, 900, 913, 928, 954, 1145, 1162, 1189, 1322, 1335, 1344.  et v i n g t - n e u f f o i s a i l l e u r s dans l e r e c i t . nom  D'habitude l e  v i e n t a l a f i n de l a t e t r a p o d i e : 44,  782,  1299,  79, 3 3 5 , 459, 478, 6 1 8 , 701,  995, 1 0 0 1 , 1 0 1 1 , 1 1 1 3 , 1 2 0 6 , 1 2 3 0 , 1286, 1 3 0 6 , 1 3 3 4 , 1 4 5 2 , 1468  p l u s rarement  en t e t e de l»hexapodie ( 6 9 8 , I 3 I 6 ,  a i l l e u r s a l»interieur du v e r s ( 1 2 3 ,  6 3 5 , 1 0 3 4 , 1 3 5 8 ) ; une  s e u l e f o i s comme premier mot du v e r s ( 1 1 0 1 ) l'assonance  1 3 5 3 ) ou  e t une f o i s a  (831).  De meme l e poete designe Guillaume par l e nom " l i cuens" dans l e s memes c o n d i t i o n s metriques, c e s t - a - d i r e , dans une T  formule d I n t r o d u c t i o n a l ' o r a t i o T  recta:  45, 80, 1 1 2 , 4 4 1 , 467, 593, 809, 996. Ailleurs mot  dans l e r e c i t ce nom r e v i e n t une f o i s comme premier  du v e r s (982), une f o i s a l a f i n de l a t e t r a p o d i e ( 6 6 8 ) ,  deux f o i s a l»int e r i e u r de l'hexapodie ( 4 I 3 ) ,  1176).  CH. IV  8  "Cuens" ne se presente jamais a l'assonance. poete emploie a 1 " o c c a s i o n " l i b e r s " (21  En p l u s l e  a l " i n t e r i e u r de  1"hexapodie), 720 (en t e t e de t e t r a p o d i e ) , et " l e due" (1391  II  en f i n de t e t r a p o d i e ) .  Pour guillaume t o u j o u r s , on ne t r o u v e qu'une  c o n s t r u c t i o n q u i r e m p l i s s e a e l l e s e u l e l a t e t r a p o d i e . Dans ce cas e l l e c o n s t i t u e l e s u j e t du verbe q u i se t r o u v e dans 1"hexapodie,  d*habitude comme premier mot:  L i cuens G u i l l e l m e s  III  1 7 , 2 9, 5 1 , 594,  670, 842, 1036, 1457,  7 4 7 , 790, 902, 9 3 6 , 9 5 6 , 1 3 9 3 , 1434, 1483.  C»est l e t r o i s i e m e groupe q u i o f f r e l e p l u s de  v a r i e t e , c a r i c i l e nom en a p p o s i t i o n v a r i e s e l o n l e s e x i gences de 1"assonance, e t de l a metrique. A une e x c e p t i o n pres, ( l e v e r s 819 ou l e poete e s t o b l i g e d ' u t i l i s e r un i n f i n i t i f pour completer l e sens de sa phrase, et done de r a c c o u r c i r son a p p o s i t i o n : "Vont a G u i l l e l m e l e marchis demander"), 1 " a p p o s i t i o n v i e n t t o u j o u r s a l'assonance. Une formule de l a forme " G u i l l e l m e l e . . . " peut occuper h u i t , s i x ou c i n q p i e d s .  Quand i l s " a g i t d"une formule de h u i t  p i e d s , " G u i l l e l m e " se t r o u v e avant l a cesure et 1 " a p p o s i t i o n remplit  1"hexapodie:  82  CH. IV  G u i l l e l m e l e marchis au v i s f i e r  3 9 9 , 6 6 3 , 6 7 6 , 761  798  5 , 533  G u i l l e l m e , l e marchis au c o r t nes Guillelmes a l a chiere hardie On trouve  quatre formules qui  remplissent  l h e x a p o d i e sans empieter sur l a t e t r a p o d i e . 1  G u i l l e l m e au c o r t nes Guillelmes Fierebrace Guillelmes l e guerrier Guillelmes l e v a i l l a n t De  1441  Ce sont:  1 4 7 , 8 4 7 , 1 2 1 0 , 1220 1049, 1103, 1338, 6 8 4 , 691, 7 8 0 , 608  l o i n l e p l u s commun e s t l e type q u i s'etend  sur c i n q pieds de l'hexapodie.  Dans ce cas l e nom f a i t  par-  t i e d»une formule d»Introduction a l»oratio r e c t a , e t l e sixieme p i e d e s t c o n s t i t u e par une forme du verbe " d i r e " ou du verbe " f a i r e " : ( d i t ) G u i l l e l m e s l e ber Guillelmes Guillelmes Guillelmes Guillelmes Guillelmes  3.12  l i fers lefier l e fort l i prouz l i saiges  60, 64, 115, 133,  448,  94 705, 490 182 153  531, 871, 753,  Le r o i  I.  Quant au r o i Louis i l y a deux faqons de l e d e s i -  gner quand l e nom v i e n t a l»interieur du v e r s : ou comme "Looys", ou comme " l i r o i s " . trouvons l e nom u t i l i s e l'oratio  Comme pour Guillaume, nous  dans une formule d * I n t r o d u c t i o n a  recta: v e r s 6 2 , 3 8 0 , 5 0 6 , 591.  CH.  83.  IV  En p l u s , l e nom  r e v i e n t quatre f o i s en f i n de  ( v e r s 130,  419,  671,  ( v e r s 305,  682,  690),  podie ( v e r s 4 8 ,  tetrapodie  I 4 8 4 ) , t r o i s f o i s en t e t e d'hexapodie et deux f o i s a l ' i n t e r i e u r de 1'hexa-  445).  Le nom  " r o i " lui-meme se trouve v i n g t - t r o i s f o i s *  s o i t au cas s u j e t , s o i t au cas regime:  5 8 , 102, 128, 149, 155, 292, 348, 4 2 9 , 4 6 5 , 470, 4 7 9 , 4 8 9 , 512, 538, 672, 680, 708, 722, 1485. Au v e r s 155  II  l e . poete ajoute  Les formules de  un a d j e c t i f ,  " m e i l l o r " , au  nom.  designer  c e l l e s pour Guillaume ( c f . f o i s 1'expression  On trouve une  r o i de F r a n c e " (v. 1 0 1 ) .  360, 616,  premier h e m i s t i c h e pour  l e r o i sont p l u s nombreuses que par;.j:3.11 c i - d e s s u s ) .  351, 600,  E l l e est employee par  "Le  Guillaume  au moment ou i l r a p p e l l e au r o i q u ' i l a u r a i t pu, en  accep-  t a n t l e s o f f r e s de r i c h e s s e du r o i G a i f i e r , q u i t t e r l e s e r v i c e de L o u i s et s'opposer a l u i . s i o n s employees pour d e s i g n e r "empereres".  "Seignor"  attirer 1'attention au r o i .  L o u i s sont  359),  sur l e s d e v o i r s qui l i e n t un a part "son  "Son/Vo d r o i t s e i g n o r " .  a e l l e seule l a tetrapodie: Vo  "seignor"  expreset  e s t s u r t o u t u t i l i s e quand i l f a u t  C'est pourquoi on trouve,  ( v e r s 354, remplir  Les deux autres  d r o i t seignor 422,  438.  chevalier  seignor"  La formule peut  CH. IV  84  ou occuper l e s quatre premiers pieds de 1'hexapodie: ison d r o i t s e i g n o r  400, 534,  799.  Quant a "empereres", on l e trouve t r o i s f o i s r e m p l i s s a n t l a tetrapodie: Nostre empereres Et 1»empereres L i empereres et  une f o i s en t e t e de 1'hexapodie ( v e r s 344)•  III  Comme pour Guillaume, c'est l e t r o i s i e m e groupe  de formules (nom + nom qui  36 345 369  en a p p o s i t i o n r e m p l i s s a n t  o f f r e l e p l u s de v a r i e t e .  P l u s i e u r s des e x p r e s s i o n s que  nous avons vues accouplees au nom avec l e nom de L o u i s .  1»hexapodie)  de Guillaume se r e t r o u v e n t  E l l e s sont employees dans l e s memes  c o n d i t i o n s , c ' e s t - a - d i r e que l a formule de nom  fait  partie  d'une formule d ' I n t r o d u c t i o n a l ' o r a t i o r e c t a , formule q u i remplit  1'hexapodie: ( d i s t / d i t ) Looys l e le li li  ber fier prouz frans  73, 278, 404 328 300 294, 580.  Dans ce groupe de formules p a r a i t egalement 1•expression: li  r o i s Looys  106,  315.  I I n'y a qu'un cas ou l ' e x p r e s s i o n q u i designe l e r o i s'etend sur t o u t e 1'hexapodie. C'est au v e r s 338, ou en f a i t l a formule occupe neuf p i e d s du v e r s , avec 1»apposition au  CH.  85.  IV  deuxieme  hemistiche: De  On v o i t  que  "son  droit  3.13  Les  Looys, mon  seignor  c e t t e formule e s t une  droiturier v a r i a n t e de  seignor" signalee ci-dessus ( I I ) .  chevaliers Parmi l e s noms q u i reviennent  p a r l a n t des Ainsi  l e p l u s souvent,  c h e v a l i e r s , i l f a u d r a i t remarquer l e t i t r e  en  "dan".  trouvons-nous: dan Bernarz dans G u i l l e l m e s dan B e r t r a n dant Aymeris  Guillaume a u t i l i s e ( v e r s 239, des  l a formule  282,  ce t i t r e deux f o i s en p a r l a n t au r o i  pa«rc3»6 c i - d e s s u s ) .  c h e v a l i e r s , on u t i l i s e  Baron  Deux f o i s on t r o u v e une  De  meme, en  parlant  tantot  chevalier tantot  63O 733 763, 988 1347.  373,  781,  968,  986  186,  532,  816,  925,  942,  936,  955,  1469.  combinaison des deux  c i l baron c h e v a l i e r  398,  expressions:  797  A p a r t i r du depart de Guillaume et de son armee v e r s Nimes, l e poete p a r l e des  c h e v a l i e r s en t a n t que  doute pour mieux f a i r e 1 " o p p o s i t i o n Sarrasins.  Franc,ais,  sans  entre c e u x - c i et l e s  CH. IV  86.  On trouve done: Francois  166, 886, 895, 1070, 1284, 1406, 1455, 1463, 1477 Nostre FranQois 973, 9 8 l , I468 (noz) L i Franc 1454 l i s o l d o i e r de France 977 En reprochant au r o i d»avoir permis a Guillaume de rassembler une  armee e t de p a r t i r en pays ennemi, Aymon l e v i e u x p a r l e  de " l a f l o r de F r a n c e " ( v e r s 686). C e t t e e x p r e s s i o n e s t p r o bablement u t i l i s e e pour r e n f o r c e r l e reproche, e t pour mieux blamer 3 .14  l e s massacres  q u i vont sans doute se p r o d u i r e .  Les S a r r a s i n s Sans t r o p y i n s i s t e r  i l faudrait considerer aussi  l e r e p e r t o i r e de termes u t i l i s e s pour l e s p a l e n s . est  assez r e d u i t e . Paien  On trouve s u r t o u t : 914, 1 0 6 8 ,1108, 1116, 1131, 1137, 1169, 1203,  1419. Sarrasin  Leur gamine  1245, 1379, 1387, 1392, 1405, 1408,  (Jamais a 1 * assonance)  9 8 0 (a 1»assonance), 1 1 5 3 , II84, 1 2 4 7 , 1 2 8 1 , 1 3 1 0 , 1 3 4 1 , I 4 2 6 (comme formule de t e t r a p o d i e , en ajoutant un a r t i c l e ou un adjectif).  S a r r a z i n e t E s c l e r , 5 1 5 , 8 5 3 , 1 2 8 8 (comme formule d"hexapodie) As S a r r a z i n s , as Turs et as E s c l e r s En p a r l a n t ou d»Harpin ou d » 0 t r a n ,  349  on emploie l e nom simple,  ou, dans la t e t r a p o d i e , l e nom p l u s l e t i t r e " l i r o i s " :  CH. IV  87.  Harpin Otrans  1080, 1114, 1448 1312, 915, II85,  L i r o i s Harpins L i r o i s Otrans  1114, 125°, 12.71, 1276, 1144, 1152, 1430, 1433, I385, I388 1079, 1120, 1134,11-54, 1207, 1317, 1327 ( ) 1 0  I I y a un nombre r e d u i t de cas ou l e s patens sont designes par un nom autre que c e l u i de " p a i e n " ou de " s a r r a s i n " . D'habitude  ces tournures sont 1'expression du mepris des  F r a n c a i s pour l e s S a r r a s i n s . 1028,  Ce sont a 1'exception du v e r s  des formules d'hexapodie.  S i l a formule: nom -f  a d j e c t i f ne comporte que quatre ou c i n q s y l l a b e s ,  1'hemistiche  commence par une p r e p o s i t i o n : l a pute gent t a f u r e de l a gent c r i m i n e l e n t r e l a gent g r i f a i g n e de l a gent p a i e n n i e De male gent  511 85O 976 1096 1028 ( t e t r a p o d i e )  li  1405, 1407 ( c u i v e r t )  cuvert souduiant  I l en v a de meme s i on emploie un a d j e c t i f ou un nom en a p p o s i t i o n en p a r l a n t des r o i s de Nxmes: l e mal paien Otrant Otran l e desfae  496 1258  Harpin, l e c u v e r t p a r j u r e I3O3 Harpins, c u v e r t desmesure I367 (dans 1 ' o r a t i o recta)  3,15  I I e s t e v i d e n t que ce sont l e s formules de noms  dans 1 ' o r a t i o o b l i q u a q u i o f f r e n t l e p l u s de v a r i e t e que.  Ces formules sont s u r t o u t des formules  semanti-  d'hexapodie,  CH.  88  IV  t a n d i s que  l e s formules de noms dans l ' o r a t i o r e c t a se t r o u -  vent l a p l u p a r t du temps dans l a t e t r a p o d i e , ce qui est tout a f a i t normal apres t o u t s i l'on se r a p p e l l e que  l e nom  dans  l ' o r a t i o r e c t a s e r t a i n t r o d u i r e un d i s c o u r s . En p l u s , l e s formules dans l a t e t r a p o d i e n'ont aucune r a i s o n de changer forme p u i s q u ' e l l e s n'ont pas  a conformer a l'assonance, Nous  v e r r o n s a maintes r e p r i s e s que  ce sont l e s formules de  tetra-  podie q u i sont l e s p l u s s t a b l e s semantiquement, j'ustement parce q u ' e l l e s ne  sont  pas  de  i n f l u e n c e e s par  l'assonance.  CH.  IV  4.0  89  L E DEROULEMENT D'UNE  4.1_  Dans une chanson  deroule  selon  s'approchent l'un  CONVERSATION  d'eux  basee  un o r d r e  fixe  l ' u n de 1 ' a u t r e  .  voir,,  e s t employee  une c o n v e r s a t i o n s e  Quand  l e poete  aperc.oit 1»autre.  s u r l e verbe  formule  de g e s t e  Cette  d'habitude  annonce  annonce  l l l l  Quand  e e e e  l i rois l i cuens Bertrans Guillelmes  58, 668 793, 1011,  i l l e v i t  Paien l e voient L i Franc l e voient  sonnage  plus  4.2 l'une  loin  (voir  La deuxieme  s'exprime formules  au moyen  que  formule, La  465, 1006 1334 1212,  479, 848 938  680  est suivi  accompli  egalement  para.  a parler.  temps  par l e perCette  apres  s u r o i r , e t nous  un  pre-  l e conside-  4»74')«  L'idee  q u i peuvent  d'Introduction a l'oratio  1285  l a p l u p a r t du  phase de l a c o n v e r s a t i o n  de f o r m u l e s  1254,  dans l a t e t r a p o d i e .  ci-dessous  commence  722  1379 1454  q u i se trouve  f o r m u l a i r e base  des personnes  e s t une  735,  l e mouvement  de v e r b e  e s t d'un t y p e  hemistiche  rerons  hemistiche  qui indique  qui est sujet  hexapodie mier  premier  hexapodie  d'abord  au t e m p s p r e s e n t .  Ou v o i t l e r o i Ou v o i t s e s h o m e s Ou q u ' i l l e s v o i t  d'une  personnages  dans l a t e t r a p o d i e :  Voit Voit Voit Voit  Ce  deux  recta.  est celle  ou  " d i t un t e l "  s'appeler l e s  CH. I V  90.  4.21  Ces formules se t r o u v e n t dans l a t e t r a p o d i e ou  dans l'hexapodie, s e l o n l a longueur de l a formule: quatre pieds ou s i x p i e d s .  Les exigences de l a metrique sont r e s -  pectees grace a 1 ' u t i l i s a t i o n de termes, verbaux ou nominaux, qui  comptent p l u s ou moins de s y l l a b e s .  Bien que ces formules  se t r o u v e n t dans l e s deux h e m i s t i c h e s , l a frequence de l a t e t r a p o d i e e s t deux f o i s p l u s grande que c e l l e de l'hexapodie, s o i t q u a t r e - v i n g t - u n exemples c o n t r e quarante e t un, s i l ' o n ne c o n s i d e r e que l e s v e r s qui contiennent a l a f o i s une mule d ' I n t r o d u c t i o n a l ' o r a t i o de  r e c t a et une formule de  fordebut  discours. Comme on s'y a t t e n d , l e nombre de verbes qui peut  se t r o u v e r dans ce genre de formules e s t t r e s r e d u i t . 80% des cas r e l e v e s ont d i r e pour verbe.  Presque  Les formules seront  examinees d'apres l e verbe autour duquel e l l e s sont c o n s t r u i tes. 4.2 2  Quand l a formule d • I n t r o d u c t i o n a 1 ' o r a t i o r e c t a  basee sur d i r e se trouve dans l a t e t r a p o d i e e l l e prend  une  des quatre formes s u i v a n t e s : I II Ill  Verbe + Nom  E t + Verbe + Nom  de c e l u i qui p a r l e .  Formule de debut de d i s c o u r s (generalement  une  formule d • i n t e r p e l l a t i o n ) 4- Verbe + Nom  celui  qui IV  de c e l u i q u i p a r l e .  parle.  Pronom o b j e t + Verbe.  de  CH.  4.23  91.  IV  I (i)  Verbe + Nom  de c e l u i qui  S i l e nom  est au p l u r i e l , nous trouvons, sans  exception, nom  parle  un verbe de deux s y l l a b e s s u i v i  de deux s y l l a b e s : 895  DIENT F r a n c o i s "  (ii)  d'un  1068, 1169,  Paien  Le verbe au s i n g u l i e r nom,  1108,  1203.  est s u i v i de 1 ' a r t i c l e  et  du  t r o i s s y l l a b e s en t o u t , ou d'un^nom propre a  t r o i s syllabes: DIT  916  (ou DIST) l i v i l a i n s  '•  l i paiens  1137,  "  Looys  62,  On trouve i c i deux exemples ou l e nom p a r l e ne comporte que  deux s y l l a b e s .  DIST B e r t r a n :  4.24  II  Et + Verbe + Nom Ce  l e nom  506,  III  "Sire...  de c e l u i qui  591.  de c e l u i  Pour r e m p l i r  podie l e poete se s e r t d'une formule de debut de C e c i e s t a rapprocher de l a c a t e g o r i e  1245  qui  la tetradiscours.  ci-dessous. 49,  437  parle  systeme occupe souvent l a t e t r a p o d i e  de c e l u i qui p a r l e ne comporte que  quand  deux s y l l a b e s :  92  CH. IV  33, 421, 1021  ET DIT (ou DIST) B e r t r a n  4.25  449,  998,  Guillelmes  282, 417, 428, 508, 5 8 9 , 7 0 9 , 7 1 9 , 900, 928, 954, H45, 1162, 1189, 1322.  Gautiers  713  Harpins  1271  Otranz  1448  li  cuens  441  li  rois  470  I I I Formule de debut de d i s c o u r s + Verbe + Nom  de  c e l u i qui p a r l e . Selon que l e poete u t i l i s e un nom  ou un pronom pour d e s i -  gner c e l u i q u i p a r l e , l a formule du debut de d i s c o u r s comp o r t e une ou deux s y l l a b e s . (i)  Ainsi:  "Nies, d i t l i cuens "  "  Guillelmes  "Deus! d i t l i cuens  45, 460.  80 ( d i s t ) ,  "  "  Guillelmes  88,  "  "  Bertrans  993  "Rois, d i t G u i l l e l m e s  409  "Fpus, d i t G u i l l e l m e s  913  "Voir, d i t Guillelmes  296,  "  "  l i autres  8 0 9 , 996  1061  272  302  112  CH.  93  IV  maxs: (ii)  "Voire, "Sire,  1172  dist i l  683,  dist i l  1231  4.26  "Oncle,  dist i l  794  "Baron,  dist i l  849,  IV  Pronom ob.iet +  703,  706  939  Verbe  Dans deux exemples  ou l e nom  de c e l u i  p a r l e n ' e s t pas donne dans l a t e t r a p o d i e , u t i l i s e une  forme  v e r s p a r un  adverbe: 59,  l e poete  466  Dans t o u s l e s c a s s u s m e n t i o n n e s  l e d ebut  qui  composee du v e r b e , e t commence s o n  Puis l i a d i t  4.27  (dit),  ,  1*hexapodie  (ou l a c o n t i n u a t i o n dans l e c a s du g r o u p e  contient  I I I ) du  discours.  4.3 tion qui  L  a  s t r u c t u r e t y p i q u e de  de l ' o r a t i o  1"Introduc-  ( c ' e s t - a - d i r e : V e r b e + Nom  p a r l e ) se t r o u v e egalement  remplir  dans'l*hexapodie.  de  celui  I c i , pour  l e s s i x p i e d s de 1 ' h e m i s t i c h e l e p o e t e a j o u t e  a p p o s i t i o n au nom eux  recta  l a f o r m u l e de  seuls.  s i l e v e r b e e t l e nom  ne s u f f i s e n t  L e s f o r m e s que p r e n n e n t l e s f o r m u l e s de  hemistiche sont l e s suivantes:  une pas a  deuxieme  CH. IV  94.  V  Verbe + Nom de c e l u i q u i p a r l e 4- Terme en a p p o s i t i o n Ce 4- Verbe + Nom de c e l u i q u i parle/Pronom (4- ex-  VI  pression VII  4.31  adverbiale)  Verbe + Nom/Pronom + C o n t i n u a t i o n  du d i s c o u r s  Verbe 4- Nom de c e l u i q u i p a r l e + Terme en a p p o s i t i o n  V  DIT (ou DIST) G u i l l e l m e s l i / l e . . , .  4.32  VI  444  "  Bertran  "  l i cuens...  4°7  "  Guielins l i . . .  609  "  l i r o i s Looys  106, 315  "  Looys l i / l e  73, 278, 294, 300, 328, 404, 580  DIENT  li...  60, 64, 94, 115 133, 153, 182, 448, 490, 531, 705, 753  l i chevalier  376  Ce + Verbe 4- Nom de c e l u i q u i parle/Pronom (4- expression  adverbiale)  CE DIT l i cuens B e r t r a n  607  CE DIST i l , o i a n t t o z  I85  4.33 V I I Verbe 4- Nom/Pronom 4- C o n t i n u a t i o n  du d i s c o u r s  DIT...  380, 512 538 ( d i s t ) , 593  DIST I L . . .  1012  CH. IV  4.4  95  Parmi l e s a u t r e s verbes q u i se t r o u v e n t dans une  formule d " I n t r o d u c t i o n de l ' o r a t i o r e c t a , f a i r e semble a v o i r exactement l e meme sens e t l a meme f o n c t i o n que d i r e . Sur l e s quatre exemples de 1*usage de ce verbe dans une de ces formules, deux appartiennent au groupe I I I ( i i ) c i - d e s s u s (para.  4.25):  820 922  "Sire, font i l "Sire, f e t i l et deux commencent par un t o u r e x c l a m a t i f : "Di va, f e t i l "Outre, f o n t i l  425  751  Comme d e j a s i g n a l e , tous ces exemples sont des formules de premier 4.41 .  hemistiche. Quand i l s ' a g i t de l ' e m p l o i de demander ( t o u j o u r s  dans l a t e t r a p o d i e ) , l e pronom personnel complement e s t c i t e dans chaque c a s . si  indirect  Deux des v e r s commencent par un  enclitique: 565 4 1 ° 3 2 , IO63 (demandent)  Demandai l i Qui l i demande S i l i demande  4.42  La d i s t r i b u t i o n de respondre  e s t assez egale sur l a  t e t r a p o d i e ( 8 f o i s ) e t sur 1»hexapodie  ( 9 f o i s ) . Le s u j e t e s t  exprime dans chaque c a s , e t ces formules sont pour l a p l u p a r t du t y p e : (Et)+ S u j e t 4- Verbe. a u s s i b i e n dans l a t e t r a p o d i e que dans l'hexapodie.  A i n s i trouvons-nous,  dans l a t e t r a p o d i e :  CH.  96.  IV  E t c i l respont E t c i l responent  Une  889, 122,  909, 828,  858,  947  1272 (il),  f o i s c e t t e formule a l a forme Verbe + Su.jet: 1144  Respont Otrans  I I e s t r a r e de t r o u v e r I'ordre S u j e t + Verbe dans une d*Introduction  de l ' o r a t i o r e c t a .  formule  Comme nous l'avons d e j a  vu,  dans tous l e s cas c i t e s j u s q u ' i c i l e verbe precede l e s u j e t nom  ou pronom.  Cependant, dans 1"hexapodie basee sur respon-  dre c ' e s t cet ordre S u j e t - Verbe q u i s e u l e s t A i n s i , l e verbe se t r o u v e - t - i l t o u j o u r s l e poete en adapte l e temps aux  4.43  utilise.  en f i n de v e r s ,  exigences de  ou  l'assonance:  G u i l l e l m e s respond!  322  G u i l l e l m e s respondie  396, 543, 682 (Looys) 690 (Looys), 729  G u i l l e l m e a respondu  256  Looys l i respont  305,  Quant aux  311  (Guillelmes)  formules composees avec e s c r i e r  toutes  en t e t r a p o d i e s , deux ont l a c o n s t r u c t i o n s u j e t + verbe: Paien  s'escrient:  I387,  et deux commencent par l e c r i de guerre des Monjoie! e s c r l e n t . . . 1399, Dans ce cas l e deuxieme hemistiche a d v e r b i a l e , non  pas une  1455  Frangais: 1420  c o n t i e n t une  c o n t i n u a t i o n du  (FranQois)  expression  discours.  CH.  IV  97.  4.44  Tous l e s cas c i t e s j u s q u ' i c i sont conforraes au  type ou l e v e r s c o n t i e n t e t une et une  formule  formule  de debut de d i s c o u r s  d ' I n t r o d u c t i o n a l ' o r a t i o r e c t a . D'autres cas,  ou l ' o r a t i o r e c t a commence dans l e v e r s s u i v a n t c e l u i q u i c o n t i e n t l a formule  d'Introduction a l ' o r a t i o recta,  r e n t moins f r e q u e n t s .  Neanmoins, ces formules  l e u r s c a r a c t e r i s t i q u e s propres. e s t une  ont  Souvent un des  s'ave-  egalement  hemistiches  e x p r e s s i o n a d v e r b i a l e ou d e s c r i p t i v e , comme dans sept  des neuf formules  fondees sur l e verbe d i r e ,  ou 1*hexapodie  a cette fonction: Guillelmes dist  1344  D i e n t paien  1116,  Lors d i s t G u i l l e l m e s  1 3 3 5 , 1 4 4 1 (Ce)  Puis l i a d i t  I436  Et d i t en bas 4.45  1131  605  Dans l e s deux a u t r e s exemples l e verbe se  dans l a t e t r a p o d i e et l'hexapodie  trouve  contient l e sujet. II  s ' a g i t chaque f o i s d'une i n t e r r o g a t i o n , e t l e v e r s  entier  est formulaire: Que Que 4.46 au premier  Des  j a d i r o i e n t c i l baron c h e v a l i e r d i r o n t ore c i l baron c h e v a l i e r  t r o i s exemples avec e s c r i e r ,  deux  398 797  appartiennent  groupe, avec deux h e m i s t i c h e s f o r m u l a i r e s , et l e  t r o i s i e m e p o u r r a i t e t r e c o n s i d e r e avec l e s v e r s 3 9 8 et 7 9 7 ci-dessus:  CH.  IV  98  A haute v o i z forment e s c r i l e z A l o r v o i z c l e r e s'escrient.hautement L i cuens G u i l l e l m e s s ' e s c r i a a e s f o r t 4.47  237 629 1457  Le verbe a p e l e r se trouve deux f o i s dans l a  t e t r a p o d i e , avec 1*hexapodie de f o n c t i o n  adverbiale:  I I l e s apele hautement en o i a n t S i l ' e n apele, com j a o l r porrez et t r o i s dans 1'hexapodie,  597 1216  dont une f o i s a l'assonance.  Dans ces t r o i s cas l a t e t r a p o d i e c o n t i e n t  indifferemment  ou l e s u j e t ou l ' o b j e t du verbe: L i r o i s Otran  1'en  apela avant  1120,  Un de ses homes a l i cuens apele  4.48  H76  On peut c o n s i d e r e r dans c e t t e c l a s s e de  c e l l e s du type "commencer a d i r e " , "araisonner".  1134  formules  "se prendre a d i r e " ,  Ces formules ne se t r o u v e n t que dans 1'hexa-  podie: li  commenqa a d i r e  , commenca a p a r l e r  902,  II85,  129,  336  636  1317  (huichier),  (crier)  commencent a h u i c h i e r  658,  I38O ( c r i e r )  s e l p r i s t a aresnier  680,  735 ( l e d e n g i e r )  le p r i s t a aresnier  725  l'en- p r i s t a a p e l e r .  H54  se p r i s t  1359  a escrier  si le prist  a gaber  1011  99.  CH. IV  4.49  si  l i pristrent a dire  1454  si  l ' a araisonne  479  ses a aresonez  848,  938  l'en  293, 1259.  887, 1215,  a  aresonne  Sur ces 22 v e r s , 19 ont une t e t r a p o d i e f o r m u l a i r e :  sept du type "Quand i l l e v o i t " ( V o i r para. 4 . 1  ci-dessus),  c i n q du type "A haute v o i z " , c i n q avec un s u j e t f o r m u l a i r e , et  4.5  deux avec l'adverbe  "Cortoisement".  P a r f o i s on trouve des formules d ' I n t r o d u c t i o n a  l ' o r a t i o r e c t a dans deux v e r s s u c c e s s i f s .  A une e x c e p t i o n  pres l e premier de ces deux v e r s est de l a c a t e g o r i e que nous venons de d e f i n i r . A i n s i t r o u v e - t - o n l e type: Ou v o i t ses homes, ses a aresonez: "Baron, d i s t i l , envers moi entendez.  (cf.  8 4 8 , 849  293-294, 938-939, 1215-1216).  (Dans ce d e r n i e r exemple l ' o r a t i o r e c t a ne commence qu'au vers 1217).  Ou encore on t r o u v e :  V o i t l e G u i l l e l m e s , s i l e p r i s t a gaber: "Beau n i e s , d i s t i l , . . .  1011-12 ( c f . 1454-55) Le d e r n i e r exemple se t r o u v e aux v e r s 8 1 9 - 8 2 0 : Vont a G u i l l e l m e l e marchis "Sire, font i l , . . .  demander:  CH.  IV  100  4«51  En resume done: Les formules  l'oratio  r e c t a sont de t r o i s types  (i)  de debut de d i s c o u r s (122  (39  de  de debut de d i s c o u r s  exemples);  c e l u i q u i se trouve s u i v i d'une autre d'Introduction a l ' o r a t i o Des  une  exemples);  c e l u i q u i e s t dans un d e c a s y l l a b e d i f f e r e n t c e l u i de l a formule  (iii)  principaux:  c e l u i q u i v i e n t dans l e meme d e c a s y l l a b e qu'une formule  (ii)  d'Introduction a  122  r e c t a (6  exemples).  exemples du premier type 93  forme de d i r e (dont  contiennent  6 l dans l a t e t r a p o d i e ) ; 4 une  de f a i r e (tous dans l a t e t r a p o d i e ) ; 4 une (tous dans l a t e t r a p o d i e ) ; 4 une dans l a t e t r a p o d i e ) ; 17  formule  une  forme  forme d ' e s c r i e r  forme de demander (egalement  forme de respondre (dont  8 dans  l a tetrapodie). 4.6  Quelquefois  d'un il  va  l e d i s c o u r s commence par l e s p a r o l e s  personnage q u i veut a t t i r e r 1 ' a t t e n t i o n de c e l u i a q u i s'adresser: envers moi  entendez  849,  1231, Dans ce cas l a t e t r a p o d i e c o n t i e n t une type  " S i r e " ) et une  La formule  formule  939,  996,  1012,  1260  interpellation  (du  d'Introduction a l ' o r a t i o r e c t a .  ne comprend que t r o i s pieds, comme dans l e s v e r s  s u i v a n t s ou e l l e partage  1'hexapodie avec une  formule  I  101  CH. IV  d»Introduction a l ' o r a t i o  recta:  d i t l i r o i s , entendez d i t l i cuens, ore entent 4.61  512 593  I I e s t done d e j a e v i d e n t que l a formule pour  exprimer ce mOtif peut e t r e egalement  une formule de  tetra-  podie, et en e f f e t on t r o u v e au premier h e m i s t i c h e : Entendez moi Comme pour l a formule d'hexapodie,  337,  037  c e t t e formule e s t regu-  l i e r e m e n t l i e e a une formule d ' i n t e r p e l l a t i o n et a une  for-  mule d ' I n t r o d u c t i o n a l ' o r a t i o r e c t a , avec l a d i f f e r e n c e que 1 ' i n t e r p e l l a t i o n occupe t o u t e l'hexapodie: nobile chevalier de France l e barne  337 637  et que l a formule d ' I n t r o d u c t i o n a l ' o r a t i o r e c t a qui prend en ces deux cas l a forme "commence a •••",  se trouve au v e r s  precedent ( c ' e s t - a - d i r e aux v e r s 336 et 636).  4.62  De meme pour a t t i r e r 1 * a t t e n t i o n de  mais a u s s i pour l ' a p p e l e r , s'emploie une formule vous".  quelqu'un, "avancez-  C e t t e formule, e l l e a u s s i , peut e t r e indifferemment  du premier ou du deuxieme h e m i s t i c h e .  On a done, dans l a  tetrapodie: Venez avant-'  308,  598  Au v e r s 308 l e deuxieme h e m i s t i c h e e s t une p r o p o s i t i o n p r i n c i p a l e ; au v e r s 598 c'est une formule d ' i n t e r p e l l a t i o n .  CH.  102.  IV  4.63  Au deuxieme h e m i s t i c h e c e t t e formule d e v i e n t : or venez dont  583  avant  Le premier h e m i s t i c h e e s t encore une  formule  d"interpella-  tion. 4.64  Dans une  "venir".  Apres un premier h e m i s t i c h e q u i c o n t i e n t un  formule p a r a l l e l e " a p p e l e r " remplace nom  propre, 1 ' h e x a p o d i e est : l'en  4.65  appela avant  Une  597 1216  autre formule q u i d e v r a i t e t r e rangee i c i est  v a " au debut de l a t e t r a p o d i e , s u i v i d'une i n t e r p e l l a -  t i o n ou d'une formule d ' I n t r o d u c t i o n a l ' o r a t i o Di Di  Une  1 2  a ce motif sont :  I I l e s apele S i l ' e n apele  "Di  ( )  Deux formules de t e t r a p o d i e que nous considerons  comme apparten^ant  4.66  1120, 1134 (errant)  va, f e t i l va, v i l a i n  425  9 0 3 , 1 3 1 8 , 1328 (vilains)  forme modifiee de c e t t e formule se trouve Di Di  nos, v i l a i n moi, v i l a i n  recta:.  888 908  aussi:  CH. IV  4.7  103  Quand un personnage  a p a r l e , l a s u i t e de l a  c o n v e r s a t i o n prend une de deux d i r e c t i o n s :  ( i ) l e poete  i n d i q u e que l e s p a r o l e s ont ete entendues, et p u i s q u ' e l l e s ont provoque une r e a c t i o n quelconque chez un des autres personnages, ou ( i i ) une reponse e s t donnee a une  question,  un personnage p r o t e s t e q u ' i l d i t , ou va d i r e , l a v e r i t e . 4.71  La formule q u i i n d i q u e que l e s p a r o l e s  d'un  personnage ont ete entendues r e m p l i t l a t e t r a p o d i e , et e s t assez f i x e de forme: Ot l e G u i l l e l m e s  Ot l e B e r n a r t Ot l e B e r t r a n Ot l e l i r o i s Guielins l ' o t Quant c i l l ' o l r e n t 4.72  44, 79, 335, 459, 478, 995, 1001, 1230, 1299, 1306, 1452 612 1015 102, 292, 4 8 9 , 604 657  Beaucoup p l u s rarement l e verbe entendre e s t  u t i l i s e dans c e t t e formule: Otrans l ' e n t e n t L i r o i s l'entent 4.73  1152 I485  Presque t o u j o u r s l e poete i n d i q u e l e s sentiments  ou l a r e a c t i o n de 1 ' i n t e r l o c u t e u r .  La formule u t i l i s e e a  beaucoup de souplesse dans sa forme; etant d'hexapodie, i l f a u t q u ' e l l e . reponde aux b e s o i n s de l'assonance.  Dans l e  C h a r r o i de Nimes l e s r e a c t i o n s sont de deux t y p e s p r i n c i -  CH.  104  IV  paux:(I) l e personnage r i t ( s o i t de mepris,  s o i t de soula-  gement) ou i l est content: ( i i ) i l s ' i r r i t e : s'en  a un r i s g i t e  s i s o r r i s t faintement s i s'en r i t bonement  4.74  44, 459, 478, 489, 995, 1001, 1230. 604 115 2  grant j o i e en a menee s i sont j o i a n t et l i e  I485  a a le si  79, 1015, 1452 102, 335 1306  pou n'est f o r s e n e z pou n»enrage d ' i r e sens c u i d e changier en f u a i r e  Ce genre de formule  657  se trouve egalement apres  formule basee sur l e verbe v o i r ( c f . p a r a . a pou n'est f o r s e n e par un pou n'en enraige l e sens cuident desver Le v e r s 1212  1299  1006, 1254 1334 1379  une  4*1): 1212  (poi),  e s t i n t e r e s s a n t , c a r i c i l a formule  "Quant i l l e v i t " e s t s u i v i e d'une d e s c r i p t i o n des r e a c t i o n s d'Otran q u i s'etend vers  au d e l a du~deuxieme h e m i s t i c h e , sur deux  complets: Quant i l l e v i t , a p o i n'est f o r s e n e ; T r e s t o z l i sans d e l c o r s l i e s t mtlez, L i cuers l i f a u t , a pou q u ' i l n'est pasmez. £1212-1214)  4.75  Un mouvement que  f o i s indique:  f a i t un des personnages est par-  CH. IV  105  292 (apres o l r ) 5 8 , 4°5 (apres v o i r ) 722 (apres v o i r )  s'est v e r s l u i i n c l i n e z encontre s'est l e v e z encontre s'est d r e c i e z 4.76  Des formules pour i n d i q u e r l e s sentiments d'un  personnage que M. Duggan ne s i g n a l e qu»apres o£r dans l e Couronnement de L o u i s , se trouvent basee sur v o i r dans l e C h a r r o i . s'en e s t j o i a n z e t l i e z s i 1'en a molt pese  4.77  a u s s i apres une formule  Ce sont: 668 1285  Quelques formules c l a s s e e s comme formules  d'Introduction  a l ' o r a t i o r e c t a ( p a r a . 4«48)  premier hemistiche  s u i v e n t un  f o r m u l a i r e fonde sur v o i r . I I convient  de l e s r a p p e l e r : s i l i p r i s t a gaber sel p r i s t a aresnier s i l ' a araisonne ses a aresonez s e l p r i s t a ledengier  1011 680 479 8 4 8 , 938 735  Une formule de meme s t r u c t u r e , mais q u i repete  sous une  forme n o u v e l l e l a formule de t e t r a p o d i e , " V o i t l e " , peut • e t r e egalement rangee s e l prent 4.78  ici:  a esgarder  793  On v o i t que chaque f o i s que l a t e t r a p o d i e e s t une  formule basee sur v o i r ou o t r e l l e e n t r a i n e une formule q u i i n d i q u e une r e a c t i o n de l a p a r t d'un personnage.  Cet enchai-  nement semble e t r e s i f i x e que l a ou l e poete a rempli son  CH.  IV  106  deuxieme h e m i s t i c h e avec une formule de nom  en  apposition:  "Ot l e B e r n a r t , son pere de Brebant" (v. 612), i l sent neanmoins l e b e s o i n d ' i n d i q u e r l a r e a c t i o n de Bernard, et t o u t l e v e r s 613 e s t une formule du type "par un  peu  n*enrage": A par un pou que i l ne p e r t l e sens. 4.79  S i un h e m i s t i c h e f o r m u l a i r e a p a r t i r de v o i r ou  d * o l r e n t r a i n e t o u j o u r s dans l e C h a r r o i un second hemistiche f o r m u l a i r e du type que nous venons d'examiner, i l n»est  pas  v r a i qu'une de ces formules s u i v e t o u j o u r s un h e m i s t i c h e base sur un de ces verbes de p e r c e p t i o n .  Pourtant, s i nous  regardons de pres tous l e s v e r s q u i ont une formule que  telle  " s e l p r i s t a a r e s n i e r " comme deuxieme h e m i s t i c h e , nous  constatons que dans chaque v e r s l e s deux h e m i s t i c h e s sont formulaires.  A i n s i ce genre de formule se t r o u v e - t - i l  egalement apres une formule q u i a une f o n c t i o n Molt belement Cortoisement Au r e d r e c i e r ou q u i est une formule de  725 1215, 293  1259  nom:  L i cuens B e r t r a n s  4.8  adverbiale:  887  C e l a nous amene a c o n s i d e r e r l e s formules de  t e t r a p o d i e q u i i n d i q u e n t l a maniere dont se f a i t de l a formule de 1'hexapodie.  Inaction  A p a r t l e s formules d'hexa-  CH.  IV  107  podie que nous venons de v o i r ( q u i appartiennent t o u t e s au type "se prendre a d i r e " ou au type " l ' e n a aresonne"), i l r e s t e c e l l e s basees  sur "commencer" ( v o i r page 9 c i - d e s s u s )  ou c e l l e s des deux a u t r e s types, q u i ne r e n t r e n t pas dans l e s cadres t r a i t e s p l u s haut.  Dans chaque cas l a t e t r a p o d i e  est f o r m u l a i r e : De grant outrage A haute v o i z A a voiz clere  12 9 658, I38O 3 3 0 , 6 3 6 , 1359  S  Ce type de formule n'est pas l i m i t e a l a t e t r a p o d i e , mais a a u s s i une forme q u i l u i permet d ' e n t r e r dans 1'hexapodie: hautement en o i a n t hautement a dos moz 4.81  597 143°  S i l e poete n'indique pas que l e s p a r o l e s ont ete  entendues et l a r e a c t i o n q u ' i l s s u s c i t e n t , i l donne l a r e ponse d'un  personnage a l a q u e s t i o n d'un  ou i l f a i t  d i r e a un personnage que ses p a r o l e s sont v r a i e s ,  Ce genre de reponse  autre, a un ordre,  se d i v i s e assez c l a i r e m e n t en c i n q c a t e -  g o r i e s : l e s formules d • a f f i r m a t i o n , de r e f u s , d'excuse, d'approbation; et l e s formules pour i n s i s t e r sur l a v e r a c i t e :  4.82  Les formules d ' a f f i r m a t i o n .  Une  f o i s que l e per-  sonnage a p a r l e i l r e g o i t l'une des deux reponses: n e g a t i v e ou une prime d'habitude  affirmative.  une  La r e a c t i o n a f f i r m a t i o n  par une formule  d'hexapodie:  s'ex-  CH. IV  108. S i com vos commandez  49, 62, 122, 828, 858, 1272  Mais i l e x i s t e a u s s i une formule d»affirmation de t e t r a p o d i e qui e s t : Ge f e r a i , v o i r Ici,  l e deuxieme h e m i s t i c h e prend l a forme: tot tot  4.83  l e vostre talant l e v o s t r e commant  5§4 592  Les formules de r e f u s . G est f  basee  584, 592 (Or...)  au premier h e m i s t i c h e , et avec une formule  sur " f a i r e " qu'est exprime d»habitude l e r e f u s : - Non f e r a i , s i r e  60, 311, 322, 396, 467, 531, 543, 607 (feroiz)  Cette fqrmule peut e t r e augmentee pour d e v e n i r une formule d*hexapodie: ce ne f e r a i ge mie  4.84  Les formules  d*excuse.  S i l a personne sait  1450  a q u i l ' o n a pose une q u e s t i o n ne  pas repondre, e l l e s»excuse avec une formule dthexapodie: De ce ne s a i ge mie 916 De ce ne s a i que d i e 1448  La meme i d e e se t r o u v e exprimee  dans l a t e t r a p o d i e  aussi.  109  CH. IV  I c i l a formule ne comprend que deux p i e d s e t 1'hemistiche e s t complete  par un nom: - Ne s a i , beau s i r e  Quand, p a r c o n t r e , l a personne  1305  peut donner .les r e n s e i g n e -  ments v o u l u s l a formule d e v i e n t : Ce vos s a i ge b i e n d i r e Ce vos d i r a i ge b i e n  909, 1189 683  Comme formule de t e t r a p o d i e on t r o u v e : Vos d i r a i ge  1233  L»hexapodie e s t dans ce cas une formule qui c o n t i e n t de " b i e n " : " v o l a n t i e r s et de g r e z " .  l'idee  On t r o u v e une formule  de premier h e m i s t i c h e du meme genre dans l a bouche du poete: B i e n vos s a i d i r e  765, 770,  775  mais e l l e ne se t r o u v e pas, dans l e C h a r r o i , a l ' i n t e r i e u r du 4.85  recit. Formules Souvent  relatives a l a verite. un personnage demande a un autre de l u i  d i r e toute l a v e r i t e ,  sans r i e n cacher,  tances i l emploie une formule  Dans ces c i r c o n s -  telle:  d i t e s nos v e r i t e z Gardez ne s o i t c e l e Garde ne me c e l e r  1156 1219 1301  CH. IV  110  Quand un personnage  annonce que ce q u ' i l v a d i r e e s t l a  v e r i t e , i l peut employer  une formule du meme genre que  celles-ci: ge n e l vos d o i n o i e r il  706  peut employer une p e r i p h r a s e q u i s i g n i f i e l a meme chose: Ne j a par moi n'en i e r t menqonge d i t e  917  ou i l peut commencer son d i s c o u r s en cherchant a a t t i r e r 1»attention de son  interlocuteur:  Ja o r r o i z v e r i t e (Au v e r s 449 cependant,  33, 417, 449, 889  c e t t e formule ne repond pas exacte-  ment a l a m8me s i t u a t i o n que dans l e s a u t r e s v e r s .  Bertran  commence son c o n s e i l a son o n c l e avec l a f o r m u l e ) . Dans l a t e t r a p o d i e l a formule o f f r e a u s s i peu de v a r i e t e : S i e s t por v o i r Saches de v o i r Saches por v o i r 4.86  1347 1369, 1444 1440  Les formules d*approbation. Pour approuver l e s p a r o l e s d'un  i n t e r l o c u t e u r , on  u t i l i s e une e x p r e s s i o n analogue: Vos d i t e s v e r i t e Vos d i t e s v o i r . . . Voir d i t e s , . . ... v o i r en d i t e s ou b i e n  947 (formule de tetrapodie) 441 719 92 8  CH.  IV  111.  j a mar Avec 1 " e x c e p t i o n  du v e r s 9 4 7 ,  de deuxieme hemistiche  ce sont t o u t e s des  ou, pour completer  l * hexapodie, l e poete a j o u t e un nom 1  ment ( v e r s 7 1 9 , 4.87  1302.  l e mescrerez  formules  l e s s i x pieds  (vers 441)  ou un  de  ser-  928).  La forme d'approbation  un v o i r au debut du v e r s . d'habitude une formule  l a p l u s simple se r e d u i t a  Dans ce cas l ' h e m i s t i c h e c o n t i e n t  d ' I n t r o d u c t i o n a l ' o r a t i o r e c t a de  t r o i s pieds: 296,  - Voir, dit... Une  forme a l t e r n a n t e , s i l a formule  l ' o r a t i o r e c t a n'a  que  La formule  d'une formule  deux syllabes,. e s t : 1172  se trouve deux f o i s sans l a presence  d'Introduction a l ' o r a t i o r e c t a : 905,  - O i l voir, sire C e t t e formule  796  I I y a deux exemples ou. une  v i e n t dans l e deuxieme h e m i s t i c h e . Guillaume  1178  a sa c o n t r e p a r t i e n e g a t i v e : - Nenil, voir, nies  4.89  106l  d"Introduction a  - Voire, dist i l  4.88  302,  formule  reduite  Dans l e premier  repond au r o i Otran q u i l u i a demande son  exemple, nom:  CH.  IV  112.  - Beau t r e s d o l z s i r e , T i a c r e voirement  113°  Dans l e deuxieme cas c'est encore Guillaume q u i p a r l e , au moment ou i l r e v e l e sa v r a i e i d e n t i t e aux S a r r a s i n s : Ge ne s u i mie marcheant par v e r t e  4.9  13°3  D'apres l e s paragraphes precedents on remarque l a  v a r i e t e q u i s ' o f f r e au poete o b l i g e de r e s p e c t e r a l a f o i s l a r i g i d i t e de 1'hemistiche e t l'assonance.  Contrairement  a ce que l ' o n s e r a i t t e n t e de c r o i r e , une formule n'est pas une formule de t e t r a p o d i e ou d'hexapodie E l l e peut e t r e v a r i e e , condensee, dans l a t e t r a p o d i e ou 1'hexapodie, decasyllabe e n t i e r .  et r i e n que c e l a .  r a l l o n g e e , pour  entrer  ou meme p a r f o i s dans l e  113.  CH. IV  5.0  LES FORMULES DE SERMENT, DE VOEU Ces formules, d * o r d i n a i r e de t e t r a p o d i e ou  d'hexapodie, peuvent p a r f o i s s'etendre sur p l u s i e u r s v e r s (quand i l s ' a g i t d'une b e n e d i c t i o n ) . 5.1 il  Parmi l e s formules que nous avons appelees  "voeux"  y a des formules de m a l e d i c t i o n et de b e n e d i c t i o n .  Pour  l e s formules de m a l e d i c t i o n , on t r o u v e dans l a t e t r a p o d i e :  5.11  Et dahe a i t Mal dahe a i t Cent dahez a i t  150 265 1458  Mal s o i t d e l mire Mar s o i t de e e l  146 142 7  Deus l e confonde  679  Dans 1'hexapodie on t r o u v e l e s f o r m u l e s : A maleigon De!  5.2  4 1 2  D i e u s confonde t o n c h i e f ! toz vos confonde Deus!  736 I36O  Damedeus t e maudie!  1318, 1 4 4  Mahomez mal t e f a c e !  132 8  2  (maldie)  Les formules de b e n e d i c t i o n appartiennent normale-  ment au deuxieme h e m i s t i c h e : Deus vos c r o i s s e bonte  1, 135  Oue Deus vos benele A beneiqon De!  470  Beau s i r e , Deus aiue!  506  IO85,  2  1315  CH.  IV  114.  mais e l l e s se trouvent  p a r f o i s a u s s i dans l a t e t r a p o d i e :  S i ra»atst Deus S i Deus m'aist 5.21  368, 382,  On t r o u v e ce genre de b e n e d i c t i o n  582 638  sous une  forme  indirecte: Se Deus me done se Deus me beneie  710 922  5.3  Parmi l e s voeux proprement d i s t i l y en a deux  de premier  hemistiche: Deus penst des Pietist a Deu  et  ames  deux que nous pourrons c o n s i d e r e r  72 1223 des  benedictions  developpees: " A l e z , beau s i r e , au g l o r i e u s d e l c i e l ! Jhesus de g l o i r e vos d o i n t b i e n e s p l o i t i e r , E t s i vos d o i n t s a i n et sauf r e p a i r i e r ! " ( v e r s 673-675) - A l e z , beau s i r e , a Damedieu d e l c i e l . Jhesus de g l o i r e vos d o i n t bien e s p l o i t i e r , Que vos r e v o i e s a i n et sauf et e n t i e r . " ( v e r s 758-760) 5.4  Les formules de serment se trouvent  p a r f o i s dans  l a bouche d u n personnage qui veut a f f i r m e r l a v e r i t e de T  p a r o l e s ou s'assurer verite.  Ces  que  ses  c e l u i a q u i i l p a r l e va d i r e l a  formules ont done presque l a meme f o n c t i o n  que  c e l l e s , deja vues (para. 4.85), du type " d i t e s nos v e r i t e z "  CH. IV  ou  115.  "par v e r t e " .  que  fait  l e personnage,  precision peu  Parfois elles  ou une f o r c e  de v a r i e t e  sans pour  supplementaire.  remplir  Elles  montrent  et i l faut  souvent  1»hemistiche:  P a r ma f o i , s i r e Par f o i , beau s i r e  1289 1302  P a r Mahom, s i r e P a r Mahomet  890 1227, 1261, 1382, 1450 740, 1308  Par S a i n t  rent  a u t a n t y a p p o r t e r une  s y n t a x i q u e ou l e x i c a l e ,  a j o u t e r un nom p o u r  5.41  r e n f o r c e n t l e s remarques  Denis  Par vo p l e s i r Par voz m e r c i z  1156 74, 1159  Por amor Deu P o r Deu, me done..•  491  568  Au deuxieme h e m i s t i c h e l e s s i x p i e d s r e q u i e en p l u s une q u a l i f i c a t i o n Par par par par  la la la ta  ou un v e r b e  f o i que d o i De f o i que t e n e z l o i dont t u v i v e s l o i , d o n t e s ne  p o r Deu de m a j e s t e p o r Deu, ne v o s t a r g i e z  5.5 formule  Le t y p e de s e r m e n t qui figure  toujours,  souvent  1305 1155, 903, 888  1217 1186  1205 659  " p a r mon c h i e f "  (719, 928),  dans l e deuxieme h e m i s t i c h e , s e t r o u v e  dans l e C h a r r o i ,  dites l a verite".  :  avec  une f o r m u l e du t y p e :  L a f o r m u l e de s e r m e n t q u i r e v i e n t  dans c e t t e chanson e s t c e l l e  ou l ' o n j u r e  "vous l e plus  par l»apo-  116  CH. IV  tre Saint Pierre.  Le serment lui-meme v i e n t presque tou-  j o u r s dans l a t e t r a p o d i e , s u i v i dans 1'hexapodie d'une q u a l i f i c a t i o n r e l a t i v e , s i b i e n que l e v e r s e n t i e r peut e t r e tenu pour une formule complete.  Dans l a t e t r a p o d i e  on t r o u v e : Por Par  e e l apostre e e l apostre  279 372, 405, 513, 617  s u i v i s dans 1'hexapodie par: qu'en q u i e r t en Noiron pre qu'en a Rome r e q u i e r t que q u i e r e n t peneant 5.51  279, 405, 513, I365 372, 434 617, 624, 63I  I I e x i s t e de meme une formule de deuxieme  h e m i s t i c h e ou l ' a p o t r e e s t nomme: par 5.52 dit  1'apostre s a i n t Jaque  1343, 1350 (Pere)  Au v e r s 217 se trouve une hexapodie: "qu'en en pre Noiron" q u i se rapporte au nom d'une v i l l e  dans  l a t e t r a p o d i e : "De s i qu'a Rome que...". 5.53  Une f o i s l e serment e s t j u r e sur l e nom de Dieu: Mes,  5.6 le  par c e l u i q u i maint e l c i e l  lasus  269  Deux v e r s q u i ne r e s p e c t e n t pas l a coupure apres quatrieme p i e d , mais q u i comportent une formule de voeu  CH.  IV  indirect  117  sont i n t e r e s s a n t s justement a, cause de l a d i v i s i o n du  decasyllabe: Se Deus me v e u l t a i d i e r , par son commant Se Deus vos f e t mes b i e n , s i l e prenez 5.7  499 856  Les formules l e s p l u s e x p r e s s i v e s e t v a r i e e s p a r a i s -  sent e t r e c e l l e s de m a l e d i c t i o n en hexapodie, e t l e s p l u s f r e quentes c e l l e s du serment par I ' a p o t r e .  Les cas c u r i e u x ou  i r r e g u l i e r s sont c i t e s en f i n du paragraphe 5«5 e t en 5.6.  118  CH. IV  6.0  LES FORMULES RELATIVES A DIEU  6.1  Nous avons vu que dans un v e r s comme "Par e e l  apostre q u e n q u i e r t en Noiron p r e " T  (405),  l e deuxieme  hemistiche, f o r m u l a i r e , e s t une q u a l i f i c a t i o n Des  relative.  formules p a r e i l l e s sont u t i l i s e e s a u s s i lorsqu'on se  r e f e r e a Dieu.  Ce ne sont pourtant pas l e s s e u l e s formules  que nous t r o u v i o n s pour designer Dieu.  Dans l e s l i g n e s s u i -  vantes nous a l l o n s d r e s s e r un t a b l e a u des e p i t h e t e s , des noms en a p p o s i t i o n et des p e r i p h r a s e s q u i servent a p a r l e r de D i e u . 6.2  Un premier groupe t y p i q u e e s t c e l u i ou l e v e r s  commence par "Deus" e t ou 1»hexapodie comporte une proposition  relative: Deus... q u i en c r o i z f u s penez ... Deu q u i en c r o i z f u d r e c i e z Deus... q u ' i s s i s de v i r g e gente Deus... q u i t o t a a j u g i e r ... c e l u i q u i maint e l c i e l l a s u s  6.3  80 568 2 72 443 269  Un deuxieme groupe e s t c e l u i ou l a formule  d'hexapodie e s t en a p p o s i t i o n avec l e nom: Deus... l e g l o r i e u s d e l c i e l Une  679  formule de ce type se trouve u t i l i s e e s e u l e , e t f a i t  p a r t i e des formules  q u i sont des p e r i p h r a s e s :  le glorieus del c i e l au g l o r i e u s d e l c i e l  576 673  CH. IV  119 11 f i l z s a i n t e Marie l i r o i s de majeste  On trouve  aussi: \a\ Damedieu d e l c i e l Jhesu l ' e s p e r i t a b l e [por] Deu de majeste  6.4  1086, 1443 ( l e ) 2  758 774 1205  D»autres formules q u i font r e f e r e n c e a l ' i d e e de  g l o i r e attachee au nom de Dieu sont des formules de t e t r a podie : De Deu de g l o i r e Jhesu de g l o i r e Li glorleus  669 674, 694, 759 2, 1086  La formule de deuxieme hemistiche, p r o p o s i t i o n r e l a t i v e q u a l i f i a n t un nom du premier hemistiche, se r e n c o n t r e a u s s i avec l e nom de S a i n t Denis ou avec c e l u i de Mahomet: Par S a i n t Denis q u i e s t mon avoe Par Mahomet q u i e s t n o s t r e avoe 6.5  1308 1382  Nous constatons que l a p l u p a r t des e x p r e s s i o n s  r e l a t i v e s a Dieu sont f o r m u l a i r e s , et de deuxieme hemistiche,  CH., IV  7.01 7.1  120.  LES FORMULES DE BATAILLE En p a r l a n t de b a t a i l l e s ,  1»expression p r i n c i p a l e  autour de l a q u e l l e sont b S t i e s l e s formules e s t " e s t o r " au premier hemistiche,  ou " e s t o r champel" au deuxieme.  Ouand  " e s t o r " se t r o u v e au premier hemistiche c»est comme s u j e t d*  " e t r e " , et l e deuxieme h e m i s t i c h e e s t done un complement  d e s c r i p t i f , d'habitude deux a d j e c t i f s : L i estors f u merveilleus et pleniers L i e s t o r s f u et m e r v e i l l e u s e t granz  350 1403, 1431 (forz)  P a r f o i s l * i d e e est exprimee dans deux v e r s de s u i t e ; dans l e deuxieme " b a t a i l l e " prend l a p l a c e d" " e s t o r " : E t l a b a t a i l l e o r r i b l e e t pesanz  1404  " B a t a i l l e " se trouve une f o i s comme element de premier hemistiche,  avec " e s t o r " au deuxieme:  Les granz b a t a i l l e s et l i e s t o r champel Les formules de deuxieme h e m i s t i c h e de ce type maint f o r t e s t o r champel d e l grant e s t o r champel un e s t o r e i n s i grant  68 134 14 3 2  132  sont:  CH. IV 7.2  121 LES BAGARRES ET LES BATAILLBS: LEUR DEROULEMENT Dans l e C h a r r o i I I n'y a qu'une s e u l e d e s c r i p t i o n  developpee d'une b a t a i l l e generale, mais p l u s i e u r s ou l e p r o t a g o n i s t e e s t Guillaume, souvent dans un combat corps a corps. 7.21  Les deux d e s c r i p t i o n s q u i montrent  Guillaume tuant  son ennemi d'un coup de poing f o n t p a r t i e de l a legende q u i entoure l e heros dans l e s chansons  du c y c l e .  E l l e s sont,  comme on s'y a t t e n d r a i t , t r e s s t y l i s e e s e t contiennent done un f o r t pourcentage de formules. Le poete du C h a r r o i raconte ces bagarres avec des assonances en -e e t en - i e (nous soul i g n o n s l e s formules q u i se t r o u v e n t a i l l e u r s dans l a chanson); I I passe avant quant i l f u r e b r a c i e , Le poing s e n e s t r e l i a melle e l c h i e f , Hauce l e destre» enz e l c o l l i a s i e t , L'os de l a gueule l i a par.mi f r o i s s i e ; Mort l e trebuche devant l u i a ses p i e z . ( v e r s 742-746). Isnelement e s t en e s t a n t l e v e , Le poing s e n e s t r e l i a e l c h i e f melle, Vers l u i l e t i r e , s i l ' a v o i t e n c l i n e , Hauce l e d e s t r e , que gros ot e t quarre, . Par t e l a i r l_i_dona u n _ c o p _ t e l , L'os de l a gueule l i a par mi f r o e , Que a s e s £iez_lJ_a_mort acray_ente. ( v e r s 1372-1378) La formule de premier h e m i s t i c h e , "Hauce l e d e s t r e " , se r e n c o n t r e au v e r s 6I4: "Hauce l a paume", e t sous une forme legerement d i f f e r e n t e au v e r s 1276: "Et Harpins  hauce".  CH.  IV  122.  Dans d»autres d e s c r i p t i o n s nous trouvons c e l l e s des v e r s 1376  et  des formules  comme  1378:  T e l l i donai de mon tranehant espie Que l ' a b a t i sor l e c o l d e l d e s t r i e r . ( v e r s 246-247) De Que  son brant nu me  dona un cop t e l  l e c r i s t a l en f i s t j u s a v a l e r . ( v e r s 139,  141)  Ge l i donai une c o l e e l a r g e , Que t o t envers l ' a b a t i sor l e marbre: ( v e r s 173-174)  7.3  La b a t a i l l e ou l e s F r a n q a i s vainquent  les Sarrasins  est r a c o n t e e avec p l u s de d e t a i l , depuis l e moment ou G u i l l a u me  tue H a r p i n  ( v e r s 1372-1378 c i - d e s s u s ) et p u i s sonne l e cor  pour s i g n a l e r aux c h e v a l i e r s de s o r t i r des tonneaux ( " T r o i s f o i z l e sone et en g r e l l e et en g r o s " ( v e r s 1394)) , jusqu'a l a mort d'Otran, j e t e par l a f e n e t r e , et cent des s i e n s apres lui  ( v e r s 1461)..  7.31  Puisque  l e s F r a n q a i s ne sont pas a c h e v a l quand  commence l a b a t a i l l e et que ne sont pas encore  l e s S a r r a s i n s , p r i s a depourvu,  armes, l e s premiers v e r s de l a d e s c r i p t i o n (13)  de l a b a t a i l l e ,  apres une  introduction classique  e s t o r s f u et m e r v e i l l e u s et granz" ( v e r s I403),  sont  ; "Li consa-  c r e s a l a d e s c r i p t i o n de 1'armement des g u e r r i e r s des deux cotes.  I I s e m b l e r a i t que  l e s Franqais ne p u i s s e n t pas  b a t t r e s»ils ne sont pas a c h e v a l , done l e poete f a i t  comamener  l e s chevaux par un c h e v a l i e r , e t l e s F r a n q a i s l e s montent:  CH; IV  123  L"en l o r amaine l o r d e s t r i e r s a u f e r r a n t , E t c i l i montent t o s t et isnelement, ( v e r s 1415-1416)  7.32  La d e s c r i p t i o n des coups (Tonnes e s t assez r e d u i t e ,  et 1 *essenti'el en e s t contenu en quatre v e r s : La v e l s s i e z un e s t o r e i n s i grant, Tant hante f r a i n d r e sor l e s escuz pesant, E t d e s m a i l l i e r t a n t hauberc j a z e r a n t , Tant S a r r a z i n t r e b u c h i e r mort s a n g l a n t . (TA\ ( v e r s 1423-1426) ou encore, au v e r s 1432: granz cops."  " F i e r e n t d'espees  On a 1"impression qu'aucun Franc, a i s n'est tue  dans l a b a t a i l l e , b i e n que "Tote l a t e r r e sane" (1429).  et des e s p i e z  jsoit)  c o v e r t e de  S i Harpin e s t mort l a t e t e broyee par l e coup  de poing de Guillaume, Otran meurt apres a v o i r ete " l a n c i e f o r s " par "un des e s t r e s "  (fenetres?)  E t apres l u i en g i t e r e n t cent h o r s , Qui ont b r i s i e z e t l e s braz et l e s c o r s . (vers I46I-I462)  7.4  S i nous pensons aux scenes de b a t a i l l e dans l a  Chanson de Roland, par exemple, nous ne pouvons nous empecher d ' e t r e frappe par l a s o b r i e t e du poete du C h a r r o i de Nimes.  CH. IV  8.0  124.  LA DESCRIPTION DES ARMES : ET L'ARMEMENT DES CHEVALIERS  8.1 La d e s c r i p t i o n des armes:  Comme dans l a d e s c r i p t i o n des  combats s i n g u l i e r s , l a d e s c r i p t i o n des armes n*accuse pas de t r a i t s particulierement  o r i g i n a u x de l a p a r t du poete, n i  dans son c h o i x d ' e p i t h e t e s ,  n i dans son u t i l i s a t i o n des  elements t r a d i t i o n n e l s a s a d i s p o s i t i o n .  Nous prenons  chaque arme ou a r t i c l e d'armure pour en c o n s i d e r e r s e s caracteristiques. 8.2  I I y a d'abord l'EPEE, accompagnee d'un e p i t h e t e  qui indique  q u ' e l l e e s t bien tranchante:  l e n t " ( v , IO67).  Ou b i e n on indique  "espees q u i t a i l -  1'apparence  C l e r e s espees au ponz d'or r e l u i s a n z espees a ponz d'or n o i e l e z P a r f o i s on p a r l e de l a lame de l ' e p e e . der e en t a n t qu'arme q u i frappe De son brant nu A mon nu b r a n t Autrement nouveau,  1143 860  Quand on l a consi-  e l l e est"nue": 139 197  on p a r l e du metal dont e l l e e s t f a i t e ,  ou, de  de son apparence: Son brant  8.3  de l'arme:  d ' a c i e r o l e pont conqueste l e brant f o r b i d'acier  De meme l'EPIEU e s t  tranchant:  Tranchanz e s p i e z  1066, II42  152 35°  CH. IV  125, 246 1418  de mon t r a n c h a n t espie l e s f o r s e s p i e z tranchanz Comme l*epee, 1'epieu peut a u s s i e t r e  "noielez":  les espiez noielez 8.4  Les ECUS sont "pesants",  863 "forts":  l o r f o r z escus b o u c l e z et bons escuz pesanz l e s f o r z escuz pesanz sor l e s escuz pesant  862 II42 1417 14 4 2  Au premier hemistiche on t r o u v e simplement: (v.  "Escuz  pesanz"  1067).  8.5  Le HEAUME e s t souvent c i s e l e ,  gemmes.  ou decore d»or et de  P a r f o i s on en i n d i q u e l a c o u l e u r .  l a formule propre a c e t o b j e t occupe  I I e s t r a r e que  a e l l e s e u l e t o u t un  hemistiche: au bon heaume v e r g i e l e heaume que o i a or geme l a c e n t hiaumes gemez et f o r z elmes l u i s a n z et hauberz et v e r z heaumes 8.6  On i n d i q u e a u s s i l a c o u l e u r du HAUBERT: Et b l a n s heauberz  Une  244 I40 859 1141 1066  f o i s i l est q u a l i f i e  1141  par son e p i t h e t e d e s c r i p t i v e :  t a n t hauberc  jazerant  1425  CH.  8.7  IV  126.  L'armement des c h e v a l i e r s :  Ce motif e s t assez  commun dans l e s chansons de g e s t e : dans l e C h a r r o i l e poete u t i l i s e l e motif t r a d i t i o n n e l normalement, mais a u s s i dans un but comique.  Nous y trouvons, en e f f e t , deux scenes  p r i n c i p a l e s ou l e s c h e v a l i e r s s'arment et se preparent a p a r t i r en voyage.  R i e n qu'a comparer  l a premiere d e s c r i p -  t i o n avec quelques v e r s de l a Chanson de Roland, nous voyons b i e n q u ' e l l e e s t tout a f a i t t r a d i t i o n n e l l e .  C i t o n s d'abord  un passage de l a Chanson de Roland: Lur esperuns unt en l o r p i e z c a l c e z , Vestent osbercs b l a n c s et f o r z et l e g e r s , Lur helmes c l e r s unt fermez en l o r chefs, Ceignent espees enheldees d'or mier, En l u r c o l s pendent l u r escuz de q u a r t e r s , En l u r puinz d e s t r e s unt l u r trenchanz e s p i e z , P u i s sunt muhtez en l u r curanz d e s t r e r s .  (v. 3863-3869)  V o i c i maintenant l e poete du C h a r r o i : Vestent hauberz, l a c e n t hiaumes gemez, Ceingnent espees a ponz d'or n o i e l e z , Montent es s e l e s des d e s t r i e r s a b r i v e z ; A l o r cops pendent l o r f o r z escus b o u c l e z , E t en l o r p o i n z l e s e s p i e z n o i e l e z .  (v. 859-863)  8.71  I I en va t o u t autrement  pour l a deuxieme scene.  A l a p l a c e du haubert, v o i c i que B e r t r a n r e v e t une  chemise  de bure "enfumee"; aux p i e d s i l p o r t e des s o u l i e r s uses: Une c o t e ot d'un b u r e l enfume; En ses p i e z mist uns m e r v e i l l e u s s o l l e r s : Granz sont, de buef, deseure sont c r e v e . (v. 990-992)  CH. IV  8.72  127.  Quant aux c h e v a l i e r s , l i s p o r t e n t , a l a p l a c e des  " f o r z escus b o u c l e z " , c e i n t u r o n s , b a u d r i e r s , bourses, e t montent des b e t e s de somme en p i t e u x e t a t : Portent c o r r o i e s e t g u e i l l e s e t baudrez, P o r t e n t granz borses por monnoie changer, Chevauchent muls e t sommiers t o z g a s t e z . (v.  8.73  E t a n t l e heros, Guillaume e s t arme en p l u s de  detail, fier  IO24-IO26)  et l e poete f a i t r e s s o r t i r t o u t l e grotesque de ce  c h e v a l i e r deguise en marchand.  Nous voyons encore une  f o i s comment un poete peut u t i l i s e r une forme pour y c o u l e r une m a t i e r e  traditionnelle  riouvelle:  L i cuens G u i l l e l m e s v e s t i une gonnele De t e l b u r e l com i l o t en l a t e r r e Et en ses j'ambes unes granz chauces perses, S o l l e r s de buef q u i l a chauce l i s e r r e n t ; C e i n t un baudre un b o r j o i s de l a t e r r e , Pent un c o u t e l e t galne molt b e l e , Et chevaucha une jument molt f o i b l e ; Dos v i e z e s t r i e r s ot pendu a s a s e l e ; S i esperon ne f u r e n t pas n o v e l e , Trente anz a v o i t que i l porent b i e n e s t r e ; Un c h a p e l ot de bonet en sa t e s t e .  (v. IO36-IO46)  Un chapeau de l a i n e a remplace l e heaume gemme, un couteau remplace l ' e c u ; ce ne sont pas des eperons q u ' i l chausse mais, comme B e r t r a n , des s o u l i e r s de "boeuf"; e t , s i l e poete p a r l e d*eperons, c'est pour s o u l i g n e r q u ' i l s e t a i e n t t o u t que ceux que p o r t a i t normalement un c h e v a l i e r .  autres  Ce q u i com-  p l e t e l e t a b l e a u , c ' e s t Guillaume monte sur une f a i b l e  jument.  CH.  IV  128  L'ignominie  de l a s i t u a t i o n de Guillaume  devait etre p a r t i -  culierement s e n s i b l e a un a u d i t o i r e de l'epoque  8.74  Ce motif de 1'arraement se rencontre encore  une  f o i s dans l a chanson; c'est a l a l a i s s e S3 ou l e s c h e v a l i e r s s o r t e n t des tonneaux et s'arment en h c l t e .  Les armes sont  r e d u i t e s au s t r i c t n e c e s s a i r e , et t o u t se passe avec  une  v i t e s s e q u i convient parfaitement a l a s i t u a t i o n  decrit  le  que  poete: A l o r cos pendent l e s f o r z escuz pesanz, En l o r poinz prennent l e s f o r s e s p i e z tranchanz, E n t r e paiens se vont ademetant, (v. 1417-1419)  CH. IV  9.0  129  LES CHEVAUX:  9.1  Bien que M. Jean F r a p p i e r  (16)  e t Mme Wathelet-  (17) Wilhelm  , a i e n t d e j a p a r l e des noms e t des e p i t h e t e s pour  d e s i g n e r l e s chevaux dans l a chanson de geste, nous ne c r o yons pas i n u t i l e de proceder neanmoins a un b r e f examen du meme s u j e t en ce q u i concerne l e C h a r r o i de Nimes,  Nous  donnons l a l i s t e des noms avec un b r e f commentaire: 9.2  CHEVAL: Ce nom ne se rencontre que t r o i s f o i s dans l e  C h a r r o i , une f o i s s e u l : "Qui n*a c h e v a l o vos i r a a p i e " (v, 660), et deux f o i s avec des e p i t h e t e s : Sor l e s chevaus g a r n i z e t conraez l e s bons chevaus crenuz  288 263.  Nous remarquons que " g a r n i z e t conraez" ne sont pas f o r c e ment des e p i t h e t e s t r a d i t i o n n e l s dans ce c o n t e x t e .  Aucun  des t r o i s e p i t h e t e s c i t e s n'accompagne l e s autres mots q u i designent l e c h e v a l , 9.3  DESTRIER:  Ce nom se trouve sans q u a l i f i c a t i o n  (aux v e r s  247,  351, 391, 854) ou avec un a d j e c t i f q u i i n d i q u e l a r a p i -  d i t e du c h e v a l : d e s t r i e r s abrivez coranz d e s t r i e r s son c o r a n t d e s t r i e r D a u t r e s e p i t h e t e s i n d i q u e n t son i m p e t u o s i t e : T  8l8, 86l 333 358, 702  CH. IV  130. 242 1415  auferranz d e s t r i e r s d e s t r i e r s auferrant ou son pays d ' o r i g i n e : D e s t r i e r s d'Espaigne 9.4  AUFERRANT; Ce nom se trouve deux f o i s dans l e C h a r r o i  (aux v e r s 83 e t 91) comme element du premier "Mon 9.5  hemistiche:  auferrant..." CORSIER: Ce nom ne se rencontre  un q u a l i f i c a t i f : 9»°  656  "a 1*auferrant  qu'une f o i s , employe avec  c o r s i e r " (v. 552)  PALEFROI: Dans l a chanson i l e s t question d'un " p a l e f r o i  f e r r e " ( v . 151).  N i l e nom n i l ' e p i t h e t e ne sont s i g n a l e s par  F r a p p i e r dans son a r t i c l e . 9.7  De p l u s , dans l e C h a r r o i nous trouvons des r e f e r e n -  ces aux betes de somme: T r o i s muls d'Espaigne Et l e h e r n o i s s o r l e s somiers t r o s s e r Et l e s aucubes s o r l e s somiers t r o s s e r e n t Ensemble o e l s mainnent t r o i s cenz somiers Nous av©ns d e j a vu 1 ' u t i l i s a t i o n ,  20 118 838 704  a des f i n s comiques, de ces  animaux t o u t l e c o n t r a i r e des f i e r s " d e s t r i e r s a b r i v e s " t r a d i tionnels: Chevauchent muls e t sommiers t o z gastez Bt chevaucha une jument molt f o i b l e  1026 1042  CH. IV  10.0  131.  LES INSULTES ET LES MENACES:  1 0 . 1 Les i n s u l t e s La v a r i e t e d ' i n s u l t e s dans l a chanson n»est pas t r e s etendue.  Le p l u s souvent 1 » i n s u l t e prend l a forme d»un  nom + un a d j e c t i f , ou de deux noms, au premier  hemistiche: 615 736 I38I I36O 1442.  "He! fous l e c h i e r r e s "He! g l o z , l e c h i e r r e s "Lerres, t r a i t r e s " F e l o n paien "Otrans, f e l r o i s  P a r f o i s , quand l ' i n s u l t e n»a qu'une s y l l a b e , 1"hemistiche e s t complete par une formule d I n t r o d u c t i o n a l ' o r a t i o 1  "Fous, d i t G u i l l e l m e s " ( v . 9 1 3 ) .  recta:  Au deuxieme hemistiche nous  trouvons deux noms de t r o i s s y l l a b e s chacun:  "lechierre,  p a u t o n i e r " ( v . 751)• Ce meme v o c a b u l a i r e se r e t r o u v e dans ce que l ' o n p o u r r a i t appeler l e s i n s u l t e s i n d i r e c t e s : c * e s t - a - d i r e l e s i n s u l t e s au s u j e t d»un t i e r s . Que j a g l o t o n n ' a l e z a c o n s e i l l i e r Ne c r e e z j a glouton ne l o s e n g i e r  73 754 2  " L i p a u t o n i e r s " comme formule de premier hemistiche e s t u t i l i s e egalement au cours du r e c i t  ( v . 1 2 7 3 ) . Cet usage de  l * i n s u l t e i n d i r e c t e e s t a rapprocher des noms u t i l i s e s par l e poete pour d e s i g n e r l e s S a r r a s i n s quand i l veut sur l e u r nature h y p o c r i t e et mechante.  insister  132.  CH. IV  10.2  Les menaces Les menaces sont p l u s v a r i e e s que  et  les insultes,  extremement e v o c a t r i c e s .  On menace de f a i r e  t r a n c h e r l e s membres:  Ne l i f a u d r o n t por l e s membres t r a n c h i e r Ge l i f e r a i t o z l e s membres t r a n c h i e r L'en t e d e v r o i t t o z l e s membres coper ou de f a i r e pendre.  D» habitude  667 711 899  c e t t e menace e s t accompagnee  d'une autre (menace de f e u , de noyade): Que n'en pendist par Penduz ou a r s , et l a Ou pendre as f o r c h e s Penduz as f o r c h e s e t  l a guele a un arbre poudre vente ou en eve n o i e r au vent encroe  C e t t e d e r n i e r e menace se trouve a u s s i dans une "Ja  mes  as f o r c h e s ne d o i z e s t r e encroez"  avant de donner l e d e t a i l Guillaume (v.  1383).  1111 I384 712 122 8 forme  "negative":  ( v . 1246). Une  du s o r t q u i 1'attend,  fois,  on menace  du " m a r t i r e " : "A grant m a r t i r e sera vo c o r s  livrez"  133.  CH. I V  11.0  LES FORMULES DE VOYAGE Ces  clef  formules  autour duquel  particuliere 11.1  peuvent  elles  qu'elles  e t r e groupees  sont c o n s t r u i t e s ,  d'apres  d'apres  l e mot  l a nuance  comportent,  L e d e p a r t e s t i n d i q u e au moyen de l a f o r m u l e : " V e t  s'en,,,": Vet Des 11.2  s'en G u i l l e l m e s o r s'en v e t  L'itineraire  est decrit  676, 761, 782  684  avec  l e s formules suivantes:  Passent Borgoigne e t B e r r i e t Auvergne Ont t r e s p a s s e e t B e r r i e t A u v e r g n e Par R i c o r d a n e o u t r e s'en t r e s p a s s e r e n t  785 832 840  Tant ont F r a n q o i s chevauchie e t e r r e , Vaus e t montaignes e t t e r t r e s t r e s p a s s e , Q u ' i l s o n t v e n u a Nymes l a c i t e . Cette d e r n i e r e formule, rencontre  developpee  sur t r o i s  qu'une f o i s d a n s l e Charroi» (1  bien  a t t e s t e dans d ' a u t r e s chansons ^  11.3  Pour exprimer  destination, premier  l e poete  l'idee  hemistiche e s t assez Tot Tot Tot Tot  v e r s , ne s e  m a i s e s t d'un t y p e  8) x  o  d'aller  a a sa disposition  e t de deuxieme h e m i s t i c h e .  1070-72  \ directement  a une  d e s f o r m u l e s de  La formule  de p r e m i e r  fixe: droit droit droit droit  a Bride a Nymes au C r a c v e r s Nymes  824 944 1200 866  CH.  I34.  IV  Au deuxieme hemistiche  c e t t e formule  devient: 1101  t o t d r o i t en une p l a c e 11.31  Ce genre de formule  s*exprime egalement a p a r t i r  de f i n e r ou d * a r r e t e r : 52 464 IO83 84I 1473 1199  Trusqu'au p a l e s ne se v o l t a r e s t e r Tresqu»a l a s a l e ne se sont a r e s t e Tresqu'au marchie ne se sont a r e s t e De s i au Puy onques ne s ' a r e s t e r e n t De s i a Nymes n * i ont f e t a r e s t e e De s i qu'en Gales ne f i n e r a i j e mie Nous croyons u t i l e d ' a j o u t e r i c i l e v e r s 866: "Tout  droit  v e r s Nymes se sont achemine". 11.4  D a u t r e s formules 1  semblent a v o i r l a nuance d ' a l l e r  a une d e s t i n a t i o n "sans t a r d e r " : Menai l e vos, Seure l i corent, Otranz s'en torne, Et i l i v i e n e n t Tantost monterent 11.5  one n»i o t d e l a i e n»i ont p l u s demore n»i f u pas demorant sanz p l u s de demorer sanz nule demoree  On remarque que t o u t e s ces formules  est  IO83), ou un hemistiche  1430 937 1472  d»hexapodie  s u i v a n t une t e t r a p o d i e q u i e s t elle-meme une formule 464,  250 I386  (v. 52,  dont l a s t r u c t u r e syntaxique  s i m i l a i r e a c e l l e des autres hemistiches du systeme.  C e t t e formule  n»a pas une forme q u i l u i permette de se t r o u -  ver dans un premier  hemistiche t e t r a s y l l a b i q u e .  CH. IV  12.  135  FORMULES VARIEES II e s t p a r f o i s malaise de dormer auc groupes de  formules une e t i q u e t t e q u i s o i t a l a f o i s j u s t e e t b r e v e . Dans l e s pages q u i s u i v e n t nous nous sonnies r e s i g n e s a c i t e r des formules b i e n a t t e s t e e s , avec t o u t l e commentaire n e c e s s a i r e a l a comprehension 13.1  Souvent  par l e f a i t  du motif q u * e l l e s  expriment.  l a r e p e t i t i o n d'une formule s ' e x p l i q u e  qu'un personnage developpe une i d e e a p l u s i e u r s  r e p r i s e s , e t que^chaque f o i s q u ' i l passe a un nouvel aspect de son d i s c o u r s i l reprend l a meme formule.  Nous trouvons  ce genre de formule dans l e s reproches que f a i t au r o i .  Guillaume  D'abord, pour r a p p e l e r a L o u i s l e s s e r v i c e s que  Guillaume l u i a rendus: Dont ne t e membre R o i s , quar t e membre  134, I83 157, 203, 213  La meme formule e s t repetee t r o i s a u t r e s f o i s , dans des c i r c o n s t a n c e s legerement laume q u i r e c i t e  differentes.  ses e x p l o i t s passes:  Quant me membra Une  Une f o i s c ' e s t G u i l -  188  f o i s l e poete i n d i q u e que l e r o i Otrans c r o i t recon-  n a i t r e son ennemi: L o r s l i remenbre  1210  et une f o i s Otrans p a r l e a Guillaume pour s a v o i r s ' i l ne  CH. IV  13.6  s e r a i t pas, en e f f e t , ce fameux G u i l l e l m e au Cort Nes: Que 13.11  122 0  me menbre o r e  Une formule dfhexapodie basee s u r "membrer" se  t r o u v e avec une formule dans l e v e r s s u i v a n t quand Guillaume reproche au r o i de 1 ' a v o i r o u b l i e :  «  De cest s e r v i s e ne vos membre i l g a i r e s , Quand vos sanz moi d e p a r t i s t e s voz t e r r e s .  v . 180-181  De e e l s e r v i s e ne vos membre i l prou, Quant vos sanz moi des t e r r e s f e t e s don.  v. 201-202  13.12  Guillaume a d e j a r a p p e l e au r o i ses s e r v i c e s : Molt t ' a i s e r v i par n u i t de t a s t o n e r 65 Tant t ' a i s e r v i que l e p o l l a i chanu 257 Mes par mes armes t * a i s e r v i comme ber 67 Tant a i s e r v i c e s t mauves r o i de France 276  Plus tard i l  r e p e t e ses g r i e f s a son neveu:  Molt l ' a i s e r v i , s i ne m'a r i e n s done Out a l u i s e r v i r a i mon t e n s s i use Au r o i s e r v i r a i mon t e n s emploie 13.13  420 426 429  En r e f u s a n t au r o i son o f f r e d'une t e r r e a l a mort  du seigneur qui l a t i e n t , Guillaume remarque qu'un homme p o u r r a i t a t t e n d r e b i e n longtemps  pour e t r e r i c h e s ' i l  t o u j o u r s compter sur l a mort d'un a u t r e .  fallait  A ce moment i l r e -  pete ce q u ' i l d i t , mais nous voyons que l a r e p e t i t i o n e s t dans une strophe d i f f e r e n t e avec une assonance d i f f e r e n t e .  Ceci  nous permet encore une f o i s de v o i r comment l e poete manie l e s  CH. IV  137.  formules  pour ses b e s o i n s : "Deus! d i s t l i cuens, q u i en c r o i z f u s penez, Com longue atente a povre b a c h e l e r Qui n'a que prendre ne a u t r u i que doner! v. 80-82 "Deus! d i t G u i l l e l m e s , com c i a longue atente A b a c h e l e r q u i e s t de ma j o v e n t e ! N'a que doner ne a son hues que prendre. v . 88-90  La formule qui  termine  laisse  de t e t r a p o d i e au v e r s 8 l (Com longue a t e n t e ) , par un mot avec l'assonance  s u i v a n t e , d e v i e n t une formule  d e s i r e e pour l a  de s i x pieds ( v . 88)  par 1 * a d d i t i o n d'un adverbe e t du verbe q u i se t r o u v a i t dans 1'hexapodie au v e r s 81.  La formule de deuxieme h e m i s t i c h e  au v e r s 8 l ("a povre b a c h e l e r " ) d e v i e n t , avec l a s u p p r e s s i o n de l ' a d j e c t i f ,  une formule  de premier  hemistiche au v e r s 89.  L'assonance e s t respectee au v e r s 82 e t 90 en i n t e r v e r t i s s a n t l e s verbes  a l a cesure e t a l a f i n du v e r s .  13.14  Les v e r s q u i s u i v e n t en chaque cas l e s v e r s que  nous venons de c i t e r , e t q u i repetent l a meme i d e e , montrent un t r a i t e m e n t analogue dans l a m a n i p u l a t i o n des elements du v e r s pour que l e mot convenable tombe a l'assonance: Mon a u f e r r a n t m'estuet aprovender; Encor ne s a i ou g'en doie t r o u v e r Ces v e r s deviennent,  v . 83-84  avec l a s u b s t i t u t i o n d'une phrase du  meme sens au deuxieme h e m i s t i c h e :  138  CH. I V  Mon a u f e r r a n t m'estuet l i v r e r provende; Encor ne s a i ou l e g r a i n en d o i prendre. v . 91-92  13»15  A mesure que l ' e n t r e t i e n progresse l e r o i s'enerve*  mais Guillaume ne se l a i s s e pas i m p r e s s i o n n e r . Les changements operes dans l e deuxieme groupe de v e r s c i - d e s s o u s sont determines par l'assonance; " S i r e G u i l l e l m e s , d i t Looys l i f r a n s , Or v o i ge b i e n , p l a i n s es.de mautalant. - V o i r , d i t G u i l l e l m e s , s i f u r e n t mi p a r e n t . E i n s i v e t d'ome q u i s e r t a male gent: Quand i l p l u s f e t , n ' i gaaigne neant, E i n q o i s en v e t t o t ades e n p i r a n t . " " S i r e G u i l l e l m e s , d i t Looys l i prouz, Or v o i ge b i e n , mautalent.avez molt. - V o i r , d i t Guilelmes, s'orent mi a n c e s s o r . E i n s i v e t d'ome q u i s e r t mauves s e i g n o r ; Quant p l u s l ' a l i e v e , s i i gaaigne pou. v. 294-304 I c i l e s t e t r a p o d i e s n'ont s u b i qu'un minimum de changement. Sauf pour l e v, 301, l a s t r u c t u r e de l'hexapodie ne change pas, l e poete s u b s t i t u a n t simplement  un mot avec l'assonance  n e c e s s a i r e a l a f i n du v e r s . 13.16  Quand l e r o i e s s a i e , f i n a l e m e n t , e t en v a i n , de  f a i r e a c c e p t e r par Guillaume des t e r r e s v a r i e e s , c ' e s t l a formule s u i v a n t e q u i i n t r o d u i t chaque o f f r e : Prenez l a t e r r e Pren dont l a t e r r e  309, 318 330  Guillaume reprend l a meme formule pour p r e v e n i r l e s barons  139.  CH. IV  q u ' i l ne f a u d r a i t pas essayer d'usurper l a t e r r e du jeune Berenger: " S ' i l  prent l a t e r r e " ( v . 374)  Chaque f o i s que Guillaume r e f u s e une o f f r e de l a p a r t du r o i , c e l u i - c i l u i en f a i t une autre en commenqant: Quant Quant Quant Quant Quant  ceste t e r r e ne v o l e z r e t e n i r e e l enfant ne veus d e s h e r i t e r c e s t e henor a prendre ne vos s i e t c e s t e hennor r e Q o i v r e ne v o l e z c e s t e t e r r e ne vos v i e n t a t a l a n t  (Nous notons que l e contexte  31° 329 381 406 58I  du v e r s 58I n»est pas c e l u i des  o f f r e s s u c c e s s i v e s du r o i , mais q u ' i l v i e n t au moment ou Guillaume veut  p a r t i r pour  l'Espagne).  Le r o i r a p p e l l e a Guillaume q u ' i l s e r a b i e n  servi  d'hommes d'armes: S e r v i r o n t t o i t r o i s mile compaignon Serviront t o i t r o i s mille fervesti S e r v i r o n t t o i d u i mile c h e v a l i e r 13.17  310 321 332  Guillaume r e f u s e l e s t e r r e s que l u i o f f r e l e r o i  b i e n que l e s seigneurs, q u i l e s t i e n n e n t s o i e n t morts. I I l e u r r e s t e des h e r i t i e r s l e g i t i m e s q u i , une f o i s grands, seront parfaitement  capables  d»administrer eux-memes l e u r domaine:  Del g e n t i l l conte d u i enfanz remes sont Qui b i e n l a t e r r e maintenir en p o r r o n t . v. 312-313 Del g e n t i l l conte s i e s t remes un f i l l j Tote l a t e r r e p o r r a b i e n  maintenir. v . 323, 327  CH  IV  140  13«2  Guillaume  Bertrand.  Une  q u i t t e l a cour et va se p l a i n d r e a  des expressions q u ' i l u t i l i s e e s t presque  i d e n t i q u e a c e l l e employee par G a u t i e r quand i l presse Guillaume  de r e t o u r n e r dans l a cour punir Aymon l e v i e u x :  Por mon  s e r v i s e me v e l t rendre l o i e r  433  (Guillaume parle) 7l6 ( G a u t i e r parle)  Lone l e s e r v i s e l i rendez son l o i e r  Au moment ou Guillaume  semble p r e t a se tourner contre l e  r o i , Bertrand l u i r a p p e l l e deux f o i s ses d e v o i r s de v a s s a l . Ce ne sont que l e s formules d"hexapodie qui changent, a cause du changement de  l'assonance:  Vos d r o i t s e i g n o r ne devez pas h a s t e r , Ainz l e devez s e r v i r et hennorer, Contre t o z hommes g a r a h t i r et t e n s e r . v. 422-424 Vo d r o i t s e i g n o r ne devez menacier, Ainz l e devez l e v e r et e s s a u c i e r , Contre t o z homes s e c o r r e et a i d i e r . v . 438-440 Bertrand suggere a son o n c l e q u ' i l demande au r o i l e s t e r r e s qu'occupent l e s S a r r a s i n s .  Quand Guillaume  du r o i i l repete (v. 48I-488) presque mot de Bertrand, ne changeant que p a r o l e s de B e r t r a n d  l e s pronoms.  retourne  a mot  aupres  l e s paroles  Nous c i t o n s l e s  (v. 45O-458) en s o u l i g n a n t l e s expres-  s i o n s q u i changeront dans l a bouche de Guillaume, quant e n t r e parentheses  et en i n d i -  l e s changements; l e s deux passages  sont composes sur l a meme assonance:  CH.  IV  141.  Demandez l i Espaigne l e regne Et T o r t o l o u s e et P o r p a i l l a r t sor E t apres Nymes. c e l e bone c i t e ,  mer,  ( A i n z vos demande  48I)  ( S i vos demant Nymes cele cite 483) E t p u i s Orenge, qui t a n t f e t a l o e r : (Apres... 484) S ' i l l a vos done, n ' i a f i e r t mie grez, (Se l a me dones 485) C'onques escuz n'en f u par l u i p o r t e z (par t o i 486) Ne c h e v a l i e r n'en ot ensoldeez (N'ainz c h e v a l i e r n'en ells au d i g n e r 487) Assez vos puet c e l e t e r r e doner. (pas de v e r s q u i correspond ) Ne son reaume n'en i e r t g a i r e s grevez." (N'aprovlez n'en e s t vostre chatel 488) (Tout ce passage correspond au motif du "message" qui se trouve dans beaucoup de chanson de g e s t e ) .  Guillaume  continue  et repete sa demande: Por Deu, me done d'Espaigne t o z l e s porz "Done moi, r o i s , Vasetlre l a grant "Donez moi, s i r e , V a l s o r e et V a l s u r e , Donez moi Nymes o l e s granz t o r s agues  13.3 il  491 494 501 502  La premiere f o i s que Guillaume va p a r l e r au r o i annonce a B e r t r a n q u ' i l p a r l e r a a Looys;  l a deuxieme f o i s  c ' e s t B e r t r a n q u i en f a i t l a s u g g e s t i o n : E t ge i r a i a Looys p a r l e r Quar alons ore a.Looys p a r l e r  48 445  Les premieres p a r o l e s du r o i quand Guillaume devant  (Guillaume) (Bertran)  se presente  l u i , l e s deux f o i s , sont pour l u i demander de s ' a s s e o i r : " G u i l l e l m e s , quar seez  Guillaume  emploie  59,  466  l a meme formule pour d i r e au r o i q u ' i l  v o u d r a i t l u i p a r l e r , que pour l e d i r e a B e r t r a n :  CH.  142.  IV  Mes un p e t i t v o r r a i a vos p a r l e r D'un autre a f e r e v o r r a i a l u i p a r l e r Mes ge v o l o i e avant a t o i p a r l e r  13»31  Quand Guillaume  61, 468 ( v o r r o i e ) 901 462 (a Bertran)  r e t o u r n e devant l e r o i avec un  pagnon, ou B e r t r a n d ou G a u t i e r , l e poete ne change pas  com-  de  formule: As mains se prennent, e l p a l e s sont monte T o t main a main en montent l e p l a n c h i e Cest d'un  une  formule  analogue qui d e c r i t l e depart ou  l'arrivee  personnage:  I3.4 les  463 721  P u i s en monta t o t l e marbrin degre Par m a l t a l e n t avale l e s degrez  54 414  Par t e l v e r t u a l e p l a n c h i e passe Isnelement avale l e p l a n c h i e r  55 700  Guillaume  commence par v o u l o i r garder  pour lui-meme  t e r r e s q u ' i l pense conquerir et donner au r o i l e t r e s o r :  "Moie e s t l a t e r r e , tuens en i e r t l i t r e s o r z " ( v . 492), finalement,  mais  au moment de p a r t i r i l promet l e s t e r r e s au r o i :  "Vostre i e r t l a t e r r e ,  s i r e se l a c o n q u i e r " (v.  Le r o i e s s a i e de d i s s u a d e r Guillaume  757). de son p r o j e t ,  en l u i promettant l a m o i t i e du royaume: Vos a v r o i z C h a r t r e s e t O r l i e n s me l e r e z , Et l a corone, que p l u s n'en q u i e r p o r t e r . v . 529-530  14  CH. IV  Vos avrez C h a r t r e s e t me l e s s i e z O r l i e n s , E t l a corone, que p l u s ne vos en q u i e r .  v. 541-542.  13.5  Dans l e s v e r s 64I-656, Guillaume cherche a i n t e -  r e s s e r de jeunes b a c h e l i e r s a s a cause. appuyer  I I se r e p e t e pour  s a demande d'aide, e t pour b i e n f a i r e p r e v a l o i r l e s  r i c h e s s e s que pourront gagner de jeunes hommes a v i d e s d'aventure e t de g a i n .  Guillaume ne manque pas non p l u s de  f a i r e appel a l e u r e s p r i t de c r o i s e s : I c i d i ge as povres b a c h e l e r s As menus cops e t as dras d e ^ c i r e z , Quant ont s e r v i por neant conquester, S»o moi se vueulent de b a t a i l l e esprover, Ge l o r d o r r a i d e n i e r s e t h e r i t e z , Chasteaus e t marches, donjons e t fermetez, Se l e p a i s m"aident a conquester E t l a l o i Deu e s s a u c i e r e t monter. v. 64I-648 Ce v u e i l l ge d i r e as povres b a c h e l e r s , As e s c u i e r s qui ont dras dep_an_ez, S»o moi s'en v i e n e n t ' E s p a i g n e conquester E t l e p a l s m aident a a q u i t e r E t l a l o i Deu e s s a u c i e r e t monter, Tant l o r d o r r a i d e n i e r s e t argent c l e r Chasteaus e t marches, donjons e t fermetez, D e s t r i e r s d'Espaigne, s i seront adoube." f  t  v. 649-656  Le poete a f a i t un e f f o r t pour i n t r o d u i r e l a v a r i e t e dans ce passage, compose t o u t s u r l a meme assonance en s u b s t i t u a n t un mot pour un autre a l'assonance ( v . 647, v. 652: c o n q u e s t e r / a q u i t e r ) . Meme s i l e s elements  semanti-  ques de deux v e r s sont d i f f e r e n t s , comme c e s t l e cas au f  v e r s 642 e t 65O, l a s t r u c t u r e r e s t e e s s e n t i e l l e m e n t l a meme  144.  CH. IV  13.51  Guillaume rassemble son armee e t p a r t : 677 685 762  Ensemble o l u i maint g e n t i l c h e v a l i e r En s a compaigne maint g e n t i l c h e v a l i e r En sa compaigne a v o i t i l maint p r i n c i e r 13.6  A t r o i s r e p r i s e s Guillaume l a i s s e v o i r son s o u c i  de 1 * o p i n i o n des a u t r e s barons a son egard: Que j a d i r o i e n t e e l baron c h e v a l i e r : "Vez l a G u i l l e l m e , l e marchis au v i s f i e r , "Comme i l a ore son d r o i t s e i g n o r b o i s i e ; "Demi son regne l i a t o t o t r o i e , " S i ne l ' e n r e n t v a i l l i s s a n t un d e n i e r . "Bien l i a ore son v i v r e r e t a i l l i e . "  v. 398-403  Que j a d i r o i e n t c i l baron n a t u r e l : Vez c i G u i l l e l m e , l e marchis au c o r t nes, Comme i l a ore son d r o i t seignor monte: Demi son regne l i a par mi." done, S i ne l ' e n r e n t un d e n i e r monnoie. Bien l i a ore son v i v r e recope."  v. 532-537  Que d i r o n t ore c i l baron c h e v a l i e r : "Vez de G u i l l e l m e , l e marchis au v i s f i e r , "Comme i l a ore son d r o i t segnor mene: "Demi son regne l i v o l t par mi donerj " I I f u t a n t f o u s q u ' i l ne l ' e n s o t n u l gre, "Ainz p r i s t Espaigne ou n'ot d r o i t h e r i t e . "  v. 797-802  La se  formule de premier h e m i s t i c h e : "Vez  ci..."  t r o u v e egalement deux a u t r e s f o i s : Vez c i l e s marches Vez l e v o s l a  I3.7  85O  1117  Sur l a r o u t e de Nimes l e s F r a n g a i s r e n c o n t r e n t un  s e r f e t " t r o i s enfans que i l o t engendre" ( v e r s 8 7 8 , 8 8 3 ) .  CH.  145  IV  13«8  Une f o i s deguise,  c h a r r e t t e , mais i g n o r a n t  B e r t r a n se met a conduire sa  tout de sa conduite,  i l s'embourbe  bient6t: A i n z n'en s o t mot, s ' e s t en un fane entre Qui l i v e l s t dedenz l e fane e n t r e r 13.81  1004 1007  A r r i v e dans l a v i l l e , Guillaume e s t questionne  par l e s S a r r a s i n s concernant l a nature de s a marchandise: Quel a v o i r f e t e s t r a i r e quel a v o i r vas menant 13.82  IO63 1138  Les S a r r a s i n s se m e r v e i l l e n t entre eux de 1'ap-  parente r i c h e s s e du marchand: Dient Dient 13.9 ville,  paien q u i l ' e r e n t esgardant paien q u i l e s vont esgardant Guillaume r e Q o i t l a permission  ce q u ' i l f a i t  aussit3t,  b r e r l a rue devant l e p a l a i s .  1116 1131 d»entrer dans l a  e t se met en d e v o i r d'encomLa d e s c r i p t i o n r e v i e n t t r o i s  fois:  14.  L ' u i s d e l p a l e s en ont s i estoupe Qu'as S a r r a z i n s s e r a g r i e f l i e n t r e r  II83-H84  L ' u i s d e l p a l e s trueve s i encombre, Par n u l enging ne pot dedenz e n t r e r .  1252-1253  L ' u i s d e l p a l e s nos a s i encombre Que l ' e n n ' i puet ne v e n i r ne a l e r  1263-1264,  Quand un personnage a g i t d'apres l ' a v i s d'un autre  nous trouvons un v e r s compose de deux formules,  avec l e nom  CH.  146.  IV  de c e l u i q u i a donne son a v i s au deuxieme h e m i s t i c h e : Par l e c o n s e i l que l o r done G u i l l e l m e s Par l e c o n s e i l l que c e l u i a done Par l e c o n s e i l l que l i baron l o r done 15.  831 930 955  Pour s i g n a l e r qu'une a c t i o n s e r a payee cher on  se s e r t d'une formule q u i e s t u t i l i s e e au compte du poete/ j o n g l e u r lui-meme ou mise dans l a bouche d'un nages.  Employee par l e poete 1'expression e s t une  et l e premier hemistiche e s t a u s s i une Mien e s c l e n t Mien e s c i a n t ,  63, 1157 1283 1309, 1351 (comparee) 1255 709  s e r a c h i e r compare s e r a c h i e r compare  La pauvrete de ce t e x t e en comparaison de prononcer  annonce,  formule:  j a s e r a compare I I l e comparra c h i e r  741:  des person-  ne nous permet pas  sur l a nature f o r m u l a i r e de l ' e x a p o d i e du v e r s  "Ainz que t'en p a r t e s l e te c u i t vendre c h i e r " , b i e n que  1'hemistiche a i t un sens analogue nous venons de c i t e r .  a c e l u i des hexapodies  Au premier h e m i s t i c h e l ' i d e e ,  que  "II l e  payera c h e r " e s t exprimee d'une faqon evidemment p l u s r e d u i t e semantiquement.  I I n'y en a qu'un exemple: Ce comparront,..  16.  632  Au cours du r e c i t Guillaume r e n v o i e d'abord B e r t r a n  p u i s l e s membres de sa compagnie a l e u r " o s t e l " se f a i r e equiper ( v e r s 46, 116). Au v e r s 50 l e poete u t i l i s e l a meme formule quand i l  i n d i q u e que B e r t r a n f a i t ce que son o n c l e  CH.  IV  lui  a demande:  147.  Isnelement a l e z a v o s t r e o s t e l Isnelement en alez a 1 * o s t e l Isnelement r e p a i r e a son h o s t e l  17•  4° 116 50  Guillaume, p u i s l e r o i , p r e c i s e l a nature du  s e r v i c e rendu par l e baron: Ainz l ' a c o i s t r a i B i e n m'a s e r v i  18. est  Une formule q u i r e f l e t e une celle qu'utilise  ou en descend. l'on  au f e r et a l ' a c i e r au f e r et a l ' a c i e r  546 693  coutume de  l'epoque  l e poete quand quelqu'un monte a c h e v a l  Le premier hemistiche i n d i q u e souvent  monte, ou descend,  que  l e deuxieme, qu'une autre personne  tient l ' e t r i e r . L i r o i s monta, et i l l i t i n t l ' e s t r i e r L i bers descent e t i l l i t i n t l ' e s t r i e r Ge d e s c e n d i , e l e me t i n t l ' e s t r i e r S i l e c h e v a l i e r e s t p r e t a p a r t i r on l ' a r r e t e  en  360 720 557 saisissant  l e s renes, ou meme l ' e t r i e r : Quant par l a resne me s a i s i sa m o i l l i e r 55° V i n t a Guillaume, s e l s e s i par l ' e s t r i e r Et par l a r e s n e . . . 701-702 19.  Encore une formule qui r e f l e t e une coutume e s t  c e l l e que nous trouvons dans l a scene ou. Guillaume veut ses  neveux r e g o i v e n t avec l u i l ' a u t o r i t e  que  du r o i pour s'en  aller  CH. IV  a Nimes.  148  C'est une formule de deuxieme h e m i s t i c h e : Ensemble o moi que recevez l e gant S'avec G u i l l e l m e ne recevez I e gant  19.1  602 6l8  D»autres p a r o l e s de Guillaume a ses neveux a l a  meme o c c a s i o n sont r e p r i s e s par l e u r pere quelques v e r s p l u s loin: Devant l e r o i vos metez en present Devant l e r o i t e metrai en present  20,  600 616  Une formule de premier ou de deuxieme h e m i s t i c h e  i n d i q u e qu'un personnage ne se s o u c i e pas de quelques  chose:  De moi ne chaut 40 Et vos que chaut 539 B e r t r a n ne chaut 96l De c e s t e chose ne vos chaut d ' a l r e r 806 21,  .  Veut-on r e m e r c i e r un autre, l a formule e s t t o u j o u r s  l a meme: "Granz merciz, s i r e "  22,  On s'approche Vont  ( v e r s 376,  593, 7 9 ) . 2  de quelqu'un:  a Guillelme  663, 701 ( V i n t ) , 819  C e t t e formule se trouve avec une a u t r e , de deuxieme h e m i s t i che, au moment de l ' e p i s o d e de l a mort des^'deux boeufs: V i n t a Harpin, s i l i a t o t conte V i e n t a G u i l l e l m e , s i l i a t o t conte  1256 12 86  S i l a p r e p o s i t i o n forme avec l e nom un groupe de quatre s y l l a b e s l e verbe e s t omis; "A Looys l a p a r o l e e s t contee" (vers  1484)•  CH. IV  2 3.  1 4 9 >  F a u t - i l que quelqu'un se prepare a p a r t i r en vo-  yage, ou q u ' i l apprete un repas, nous trouvons des basees sur l e verbe  formules  "conraer":  E t s i vos f e t e s E t quant i l f u r e n t C i l qui se hastent Des or v o r r a En l a c u i s i n e ,  gentement conraer richement conrae d e l mengier conraer l e mengier conraer au mengier conraer  La t e t r a p o d i e du v e r s 1270  47, 117 814, 935 789 1250 1270  (fu)  e s t une formule q u i se trouve  dans deux a u t r e s v e r s dont 1'hexapodie e s t f o r m u l a i r e : En cez c u i s i n e s ont cez f e u s alumez En l a c u i s i n e por l e f e u alumer  788 1251.  On remarque que l e s v e r s 788-7:89 et 125O-I25I c o n s t i t u e n t des groupes de deux v e r s f o r m u l a i r e s .  24.  Une  formule d'hexapodie exprime l ' i d e e ,  "laisser  etre": t o t ce l e s s i e z l e s s i e z l e dont por ce l e s s i e z Baron, l e s s i e z 25.  ester ester ester ester  45 409 805 900  Pour d i r e " p a t i e n t e z un peu" nous trouvons l e s  formules, egalement de deuxieme h e m i s t i c h e : un p e t i t me s o f f r e z Baron, s o f f r e z a t a n t Beau s i r e , or vos s o f f r e z 26.  74 1145 1162  L ' e x p r e s s i o n d ' a p p r e c i a t i o n de l a v a l e u r de  quelque chose ou de quelqu'un e s t :  CH.  150.  IV  [N'i'ai conquis} (N'en a i etfj (Ainz n'en. perdirent] iN'i a i conquis] iPel tuen n'avronf) ISi ne l ' e n rent] QN'i a i conquisl On remarque que  v a i l l a n t un v a i l l a n t un v a i l l a n t une vaillissant vaillissant vaillissant vaillissant  l e verbe du premier hemistiche  au n e g a t i f , et que l e premier hemistiche v e r s 254,  258,  277.  est  e s t une  peut e t r e rapproche au v e r s N'i d o r r o i e une  ne pas  aux  704 714 1447 1447:  alie  1322  Le poete i n d i q u e qu'un personnage p a r l e bas  pour  e t r e entendu: E t d i t en bas, que ne l ' e n t e n t neant E t d i t en bas q u ' i l ne f u escoute G u i l l e l m e s d i s t en bas, a r e c e l e e Lors d i s t G u i l l e l m e s , que ne l ' e n t e n d i  28.  formule  negatives:  ne vaus t u un d e n i e r q u i ne vaut un d e n i e r q u i ne v a l t une a l i e  27.  toujours  D'autres formules d»appreciation de  v a l e u r sont elles-memes  Le v e r s 1322  277 427 1478 254 334 402 258  f e r de lance] oef pelej denree] un denier] un denier] un denier] un festu)  Une  605 1307 1344 ame  1335.  formule qui i n d i q u e l ' e n d r o i t ou une  action  a l i e u revient plusieurs f o i s : Par mi l a s a l e En mi sa v o i e  678, 734 3 1 , 415,  (En mi...) 875 (Qu'en...)  CH.  151  IV  28.1  Evidemment, ce ne sont pas l a l e s s e u l e s  s i o n s pour i n d i q u e r l e l i e u , rencontrent formule dans  mais ce sont c e l l e s q u i se  l e p l u s souvent dans l a chanson.  Une  autre  du meme genre se t r o u v e t o u j o u r s avec une  formule  l hexapodie: 1  Sor un f o i e r Sor un perron Seur une t a b l e Sor une t a b l e  29.  expres-  e s t G u i l l e l m e s montez e s t G u i l l e l m e s monte e s t G u i l l e l m e s montez monterent en e s t a n t  On i n d i q u e dans quel e s p r i t une  123 1358 635 628  a c t i o n se  fait  au moyen de deux adverbes dont l ' o r d r e v a r i e s e l o n 1"assonance de l a l a i s s e dans l a q u e l l e i l s se t r o u v e n t : v o l a n t i e r s e t de grez de grez et v o l a n t i e r s 30.  Une  475, 672,  1233 222 (gre)  q u e s t i o n f o r m u l a i r e e s t u t i l i s e e dans l a  deuxieme p a r t i e de l a chanson: Qui l a vos f i s t Qui a ce f e t ? 31.  ?  1219 1301  I I f a u d r a i t mentionner encore deux v e r s q u i  b l e n t b i e n a v o i r une  force proverbiale:  Ce ne f e r o i e por t o t l»or desoz c i e l Ge n e l f e r o i e por t o t l»or desoz c i e l  397 544  sem-  CH. IV  32*1  152  Le r e l e v e des formules du C h a r r o i de Nimes  montre que l e s formules l e s p l u s nombreuses sont  celles  u t i l i s e e s pour nommer un personnage (a l a deuxieme ou a l a t r o i s i e m e personne) e t c e l l e s r e l a t i v e s au deroulement d'une c o n v e r s a t i o n . 32.2  Une formule peut e x i s t e r sous deux, et meme  sous t r o i s formes, ce q u i l u i permet d ' e n t r e r dans l a t e t r a podie, 1'hexapodie, ou d'occuper un v e r s e n t i e r . 32»3  Les formules de t e t r a p o d i e sont l e s plus s t a b l e s ,  ne montrant pas l e s v a r i a t i o n s q u i se t r o u v e n t dans l e s formul e s d'hexapodie, v a r i a t i o n s dues aux exigences de l'assonance. 32.4  Nous ne pretendons pas a v o i r d e c e l e t o u t e s l e s  formules q u i se presentent dans c e t t e chanson; i l y a c e r t a i nement des v e r s ou des e x p r e s s i o n s q u i s ' a v e r e r a i e n t e t r e des formules s i l ' o n comparait p l u s i e u r s chansons.  Ce q u i a paru  l e p l u s f r a p p a n t dans c e t t e p a r t i e du t r a v a i l , c'est en f i n de compte l a l i b e r t e r e l a t i v e qu'exerce l e poete a l ' i n t e r i e u r d'un s t y l e q u i semble au premier abord b i e n  fixe.  153.  NOTES DU CHAPITRE IV  1. 2,  L ' e p i t h e t e t r a d i t i o n n e l l e dans Homere, e s s a i e sur un probleme de s t y l e homerique, P a r i s , 1 9 2 8 , Dans The S i n g e r of T a l e s , Cambridge, Mass.,  I960.  3•  Chanson  4.  L ' e p i t h e t e t r a d i t i o n n e l l e . . . , p. 1 6 . C i t e e par Rychner, p. 1 4 6 - 1 4 7 .  5.  C o l l o g u e , p. 5 7 .  6.  " C l i c h e s f o r m u l a i r e s " dans Melanges... D e l b o u i l l e .  7.  M. M c M i l l a n a note h u i t emplois de l a formule " j a o r r o i z ( o i e z ) v e r i t e " . Nous n'en avons trouve que quatre ( c f . Ch. IV para 4*85 du present t r a v a i l ) . La formule " n i e s t p l u s a r e s t u s " ne se trouve pas dans 1 * e d i t i o n P e r r i e r du C h a r r o i . C e s t c e t t e e d i t i o n que M. McMillan u t i l i s e ,  8.  "Formulas i n the Couronnement LXXXVII ( 1 9 6 6 ) , 3 1 5 - 3 4 4 .  9.  "Notes sur l e s preambules des chansons de geste", C a h i e r s de C i v i l i s a t i o n Medievale. I I (1959), 2 1 3 - 2 2 0 . Les exemples d»autres chansons sont c i t e s d'apres c e t article.  de L o u i s , "  Romania,  10.  Sans'doute l e nom du r o i d e v r a i t - i l e t r e "Harpins" dans l e v e r s 1327. c f . F r a p p i e r , Geste de Guillaume I I , p. 2 4 8 , n . 4 •  11.  On p o u r r a i t c o n s u l t e r 1 ' a r t i c l e de M. J . J . Duggan.  12.  M. P e r r i e r ne donne pas de v a r i a n t e pour " e r r a n t " dans ses n o t e s . Sans doute d e v r a i t - o n l i r e "avant" a sa place.  13.  c f . Chanson de Roland (ed. F. Whitehead, Oxford, 1965) La b a t a i l l e e s t m e r v e i l l u s e e cumune v. 1320 La b a t a i l l e e s t aduree endementres v . 1396 La b a t a i l l e e s t e m e r v e i l l o s e e grant v. 1 6 5 3 .  14•  Cette d e s c r i p t i o n se r e t r o u v e dans p l u s i e u r s chansons, avec sensiblement l a meme forme. (Ces exemples sont c i t e s d'apres Rychner, Chanson, p. 1 5 2 ) . La v e l s s i e z un e s t o r comencier, T a n t e a n s t e f r a i n d r e e t t a n t escu p e r c i e r E t t a n t h a l b e r c desrompre e t d e s m a i l l i e r , L'un mort sor 1 ' a l t r e v e r s e r et t r e b u c h i e r . (Couronnement de L o u i s , v. 2 3 3 2 - 2 3 3 5 ) La v e i s s i e z un e s t o r s i pesant, Tant hante f r a i n d r e e t t a n t escu c r o i s s a n t , E t d e s m a i l l i e r t a n t haubers j a z e r a n t , Tant S a r r a z i n t r e b u c h i e r mort sanglant! ~* (La P r i s e d'Orange, v. 1 8 2 4 - 1 8 2 7 ) La v e i s s i e s un estour de randon, T a n t e h a n s t e f r a i n d r e et p e r c h i e r t a n t blason, Tant c h e v a l i e r c a l r f o r s de l ' a r c h o n , Tant Franc m o r i r , - t a n t S a r r a s i n f e l o n . (Le Moniage Guillaume,  v. 48OI-48O4)  15.  En p a r l a n t de l a r e p r i s e de m o t i f s epiques a des f i n s cnuniques ou grotesques, Rychner ne mentionne pas l e C h a r r o i mais i l c i t e quelques v e r s de " l a parodie o r d u r i e r e qui s ' i n s i t u l e A u d i g i e r " . Nous croyons u t i l e d'en f a i r e de meme pour que l e l e c t e u r se rende compte du stade q u i s u i v r a i t l a d e s c r i p t i o n que nous venons de c i t e r . Le v a l l e t amenerent sor un fumier, Ses armes l i aportent en un pannier: Haubert l i ont vestu blanc e t l e g i e r , Quinze s o l s de marcheis costa l ' a u t r i e r . En son c h i e f s i l a c e r e n t heaume d ' a c i e r , Qui t r o i s ans f u en gaiges por un d e n i e r . T i a r z l i c a i n t l»espee, qui molt l ' o t c h i e r , P l u s mauvais vavassor de l u i ne q u i e r .  ( v e r s c i t e s par Rychner, p. I 3 8 , d'apres l e t e x t e p u b l i e par Barbasan, n o u v e l l e e d i t i o n par M. Meon, des " F a b l i a u x e t c o n t e s . . . " t . IV. P a r i s , 1 8 0 8 , p. 2 2 2 . ) 16.  "Les D e s t r i e r s e t l e u r s e p i t h e t e s , " Collogue,  pp 8 5 - 1 0 2 .  155. 17.  "A propos de l a technique f o r m u l a i r e dans l e s p l u s anciennes chansons de geste, " dans Melanges... D e l b o u i l l e . pp 7 0 6 - 7 2 7 .  18.  D»autres exemples, c i t e s par M. G. Lechner, Zur " Z e i t " und zur s t i l i s t i s c h e n und t o p o l o g i s c h e n F u n k t i o n der "Tempora" i n der frUheren a l t f r a n z o s i s c h e n Heldenepik, Munich, 1 9 6 1 , sont:. Tant ont a esperon  chevauchie  et e r r e (Les S a i s n e s , . v. 224) Tant ont par f o r c e e s p l e i t i e et e r r e (Couronnement, v. 2 6 7 6 ) Tant a au s o i r et au matin e r r e (La Mort Aymeri) v. 498) Pour des exemples supplementaires,  19.  voir  Lechner, pp. 2 3 8 - 2 3 9 .  Aux pages 2 3 4 - 2 3 5 de son l i v r e M. Lechner donne des exemples ou c e t t e formule e s t souvent s u i v i e dans l'hexapodie d'une formule basee sur " v o i e a c o i l l e r " : Tot d r o i t a Sarragoce  ont l o r v o i e a c c u e i l l i e (Siege de B a r b a s t r e . v. 7299) D r o i t v e r s Provence a sa v o i e a c u e i l l i e , (Moniage, v. 2 9 8 7 ) M. Lechner c i t e a u s s i des v e r s q u i ont l a meme forme que l e v e r s 866 du C h a r r o i : Tot d r o i t a R i s e e s t o i t acemine (Aimeri de Narbonne, v. 1 0 . 3 3 5 ) D r o i t v e r s B o r d i a x se sont acemine (Huon de Bordeaux, v. 9277) 20.  M. J . F r a p p i e r , Geste de Guillaume I I , p. 201 c o n s i d e r e que ce v e r s n'est pas c o r r e c t . M. F r a p p i e r s u i t l a leqon du ms C (v 9 7 ) : "Jou ne t ' a i mie s e r v i de t a s t o n e r " D'autres leqons sont: "Mout t e s e r v i non pas de t a s t o n n e r " A, "Ne t ' a i s e r v i de mal ne de g u i t e r " B^ "Ne t ' a i s e r v i par n u i t de t a t o n n e r " D.  CH.  V  156  CHAPITRE V  ANALYSE D'UN DU  1.1  Le but  PASSAGE  CHARROI DE NIMES  de ce c h a p i t r e e s t d»examiner un passage du  C h a r r o i pour analyser  l e s h e m i s t i c h e s ou l e s v e r s qui appar-  tiennent  a un type syntaxique t ^ a i t e dans l e c h a p i t r e I I I , ou  qui sont  des formules t r a i t e e s dans l e c h a p i t r e IV.  Voir  c e r t a i n e s formules ou s t r u c t u r e s syntaxiques dans l e u r t e x t e r a p p e l l e r a au l e c t e u r que  con-  tous ces exemples apparamment  d i s c o n t i n u s qui ont ete r e l e v e s et c l a s s e s dans l e s c h a p i t r e s I I I et IV f o n t p a r t i e d'un de s i g n i f i c a t i o n que 2.1  ensemble coherent; et q u ' i l s n'ont  par l e u r entourage.  Le passage c h o i s i e s t l a c o n c l u s i o n de l a premiere  entrevue entre Guillaume e t l e r o i . chaque hemistiche,  l a ou i l y a l i e u :  d'apres l e c h a p i t r e IV, que 2.12  (a) l e type de  pour formule  et (b) l e type de s t r u c t u r e s y n t a x i -  d'apres l e c h a p i t r e I I I . Les c h i f f r e s romains a c6te de chaque v e r s du pas-  sage i n d i q u e n t decasyllabe c o n t i e n t une d'un  Seront i n d i q u e s  l e type de d e c a s y l l a b e  dont i l s ' a g i t : I - l e  c o n t i e n t deux p r o p o s i t i o n s ; I I - l e  decasyllabe  seule proposition; I I I - l e decasyllabe  verbe s i t u e dans un v e r s precedent ou s u i v a n t  c h a p i t r e I I I , paragraphe  5*3).  depend  (voir l e  CH.  V  157.  2.13  Les d e c a s y l l a b e s ou l e s h e m i s t i c h e s  nent une formule  ont ete s o u l i g n e s d'un  s t r u c t u r e syntaxique  ceux dont l a  se r e t r o u v e a i l l e u r s dans l e passage  ont ete s o u l i g n e s d'un 2.14  trait;  qui c o n t i e n -  double t r a i t .  Pour l e s v e r s analyses, l e c h i f f r e romain i n d i q u e  l e c h a p i t r e , l e c h i f f r e arabique  l e paragraphe, auquel i l  f a u d r a i t se r a p p o r t e r .  II  "Sire Guillelmes,  d i t Looys l e ber,  III  Par e e l apostre qu'en q u i e r t en Noiron  III  Quand c e s t hennor reQoivre ne v o l e z ,  II  En c e s t e t e r r e  III  Ne de nule autre  I  - R o i s , d i t G u i l l e l m e s , l e s s i e z l e dont e s t e r ;  II  A ceste f o i z n'en  I  Quant vos p l e r a , vos me  III  C h a s t i a u s et marches, donjons et  II  A cez p a r o l e s s'en  II  Par m a l t a l e n t avale l e s degrez.  II  En mi sa v o i e a B e r t r a n encontre  III  Qui l i demande;  I  Et d i t Guillelmes:  III  De  ne vos s a i que ne me  sai  pre,  405  doner,  porpenser.  q u i e r or p l u s p a r l e r .  410  d o r r o i z assez fermetez."  e s t l i cuens tornez;  " S i r e oncle, dont venez?" "Ja o r r o i z v e r i t e :  e e l p a l e s ou a i grant piece e s t e .  415  CH. V  158  II  A Looys a i t e n c i e e t i r e ;  I  Molt l ' a i s e r v i , s i ne m'a r i e n s done."  II  Et d i t Bertran:  II  Vo d r o i t seignor ne devez pas h a s t e r ,  II  A i n z l e devez s e r v i r e t hennorer,  III  Contre t o z homes  Ill  - D i va, f e t i l ,  III  £jufta l u i s e r v i r a i mon t e n s s i use;  II  N'en a i eO v a i l l a n t un oef p e l e . "  404  420  "A maleicon De!  g a r a n t i r et t e n s e r . j a m'a i l  s i mene  4 5 2  "Sire Guillelmes (a)  Formule de nom dans l ' o r a t i o r e c t a , ou formule  d ' i n t e r p e l l a t i o n , de l a forme: S i r e + nom de c e l u i a q u i on s ' a d r e s s e . (IV,  3.2).  (b) T e t r a p o d i e nominale, c.o.d. ( I l l , 404  8.6)  d i t Looys l e b e r , (a) Formule d ' I n t r o d u c t i o n a l ' o r a t i o r e c t a , de l a forme: Verbe + Nom de c e l u i q u i p a r l e + terme en a p p o s i t i o n (IV, 4.31). (b) Hexapodie avec l e verbe en t e t e , s u i v i du s u j e t . C e t t e s t r u c t u r e n'est pas une de c e l l e s l e s p l u s f r e quemment employees dans 1'hexapodie q u i s u i t une t e t r a podie nominale.  CH. V  405  159.  Par e e l apostre qu'en q u i e r t en Noiron pre (a) Formule de serment (IV, 5.5).  407  En c e s t e t e r r e (a) Formule q u i i n d i q u e l e l i e u  ( c f . IV, 2 8 ) . L e s  v e r s 415, 418 sont du meme t y p e de formule. (b) T e t r a p o d i e c i r c o n s t a n c i e l l e ,  de l a forme:  P r e p o s i t i o n + nom ( I I I , 9.1). Les t e t r a p o d i e s des v e r s 408, 410, 413, 414, 415, 418, 424 sont du meme t y p e . 407  ne vos s a i que doner (b) L'hexapodie c o n t i e n t un verbe nitif  a l'assonance  q u i amene un i n f i -  ( I I I , 9.2). C e t t e s t r u c t u r e se  r e t r o u v e dans 1'hexapodie du v e r s 408. 409  Rois, d i t Guillelmes (a) Formule d * I n t r o d u c t i o n a l ' o r a t i o r e c t a (IV,- 4.25) avec une formule  409  de nom (IV, 3 « ° ) .  l e s s i e z l e dont e s t e r (a) Formule du type: IV, 24,  410  n'en q u i e r o r p l u s p a r l e r (b) Hexapodie q u i c o n t i e n t un verbe q u i amene un i n finitif 422  412  a l'assonance  ( I I I , 9.2). L'hexapodie du v e r s  e s t du meme t y p e .  C h a s t i a u s e t marches, don.i'ons e t fermetez. (b) La t e t r a p o d i e e t l'hexapodie nominales,  sont t o u t e s l e s deux  e t sont composees d'elements p a r a l l e l e s .  CH. V  413  160  s'en e s t l i cuens t o r n e z (b) Hexapodie a temps compose ou l e p a r t i c i p e passe tombe a l'assonance 415  414  e  s  (III> 9.2).  L'hexapodie du v e r s  ^ du meme t y p e .  a v a l e l e s degrez (b) Hexapodie de l a forme: verbe + c.o.d.  Dans une  hexapodie q u i s u i t une t e t r a p o d i e c i r c o n s t a n c i e l l e ce type de s t r u c t u r e n'est pas un de ceux l e s plus frequemment 416  employes.  Qui l i demande (a) Formule d ' I n t r o d u c t i o n a l ' o r a t i o r e c t a , basee sur demander (IV, 4«41)»  416  " S i r e o n c l e , dont venez?" (a) Formule de nom dans l ' o r a t i o r e c t a (IV, 3*5), s u i v i e d'une q u e s t i o n .  417  Et d i t Guillelmes (a) Formule d ' I n t r o d u c t i o n a l ' o r a t i o r e c t a (IV, 4«24)« La t e t r a p o d i e du v e r s 421 e s t du meme t y p e .  417  "Ja o r r o i z v e r i t e (a) Formule du type: IV, 4.85.  419  A Looys (a) Formule de nom pour designer l e r o i dans l a t r o i sieme personne (IV, 3.12, au v e r s 4 ^ . 2  I ) . Le meme type se r e t r o u v e  CH.  161  V  419  a i t e n c i e et i r e (b) Hexapodie a temps compose se terminant participe  420  par  un  passe (IV, 8 . 3 ; 8 . 6 ) .  Molt l ' a i s e r v i ,  s i ne m'a  r i e n s done.  L ' i d e e de l a t e t r a p o d i e se r e t r o u v e au v e r s 4 2 6 , c e l l e de l h e x a p o d i e , f  421  "A maleicon  au v e r s 4 2 7 .  De!  (a) Formule du type: IV, 5 . 1 2 . 42 3  A i n z l e devez s e r v i r  et hennorer  (b) Vers ou l e verbe dans l a t e t r a p o d i e e s t s u i v i infinitif  dans l'hexapodie  composee de deux i n f i n i t i f s (III, I 3 . l l ) . 425  (III,  13.1)..  L'hexapodie e s t  en c o n s t r u c t i o n p a r a l l e l e  C e t t e s t r u c t u r e se r e t r o u v e au v e r s 4 2 4 .  D i va, f e t i l (a) Formule d»Introduction a l ' o r a t i o faire  rer  1 » a t t e n t i o n (IV,  N'en  r e c t a , basee sur  (IV, 4 * 4 ) . avec un t o u r e x c l a m a t i f au debut du v e r s .  Ce t o u r e x c l a m a t i f e s t lui-meme une  427  d'un  formule  pour  atti-  4 . 6 6 ) .  a i ett v a i l l a n t un oef p e l e . "  (a) Formule du type IV, 2 6 . (b) L'hexapodie nominale a l a f o n c t i o n d'un (Ill,  3.1  c.o.d.  1 0 . 5 ) .  Cette breve  analyse permet de mieux se rendre compte  de l a nature f o r m u l a i r e de n'importe quel passage de l a chanson.  162  CONCLUSION Apres  l e s remarques p r e l i m i n a i r e s  a porte successivement de  l a presente  s u r l a c o m p o s i t i o n s t r o p h i q u e du  Nimes, s u r l ' a s s o n a n c e e t s e s r a p p o r t s a v e c  decasyllabe,  s u r l e s f o r m u l e s e p i q u e s de l a  m i e r v e r s d'une l a i s s e sert  a souvent  a nommer l e p e r s o n n a g e  L e d e r n i e r v e r s de v a l e u r nettement  l a laisse  conclusive  correspond qu'imparfaitement ou  a une  unite narrative  par sa nature n a r r a t i v e emples de l ' e m p l o i d e s Rychner moins, laires, pent  c'est  La l a i s s e  ou d e s c r i p t i v e p l u t 6 t que  laisses  (11,2).  lyrique,  une  elle-meme seul  (11,4).  similaires,  Le  procede  ne  personnage Charroi,  c o n t i e n t peu que M.  d*exJ«  artistiques,  I I I commence p a r un  simi-  car e l l e s  cou-  nouvelle etape r  examen d e s  I I a ete observe  v e r s tombent d a n s l e s t r o i s  (111,2), e t que  beaucoup p l u s souvent -e  laisses  ( I I , 5).  c e s 1,486  assonances  des  aux moments ou v a commencer une  ces employees dans l a chanson.  -e, et -a  a utilise  t o u j o u r s a des f i n s  Le c h a p i t r e  tif  intonation  de l a l a i s s e  au d i s c o u r s d'un  quand l e p o e t e du C h a r r o i  le recit  de  l e pre-  a demontre .comme e t a n t e s s e n t i e l l e m e n t l y r i q u e . Nean-  de l ' h i s t o i r e  73$  que  a b e a u c o u p moins s o u v e n t (11,3).  du  chanson.  l a v a l e u r d'une  principal  Charro  l a syntaxe  Dans l e d e u x i e m e c h a p i t r e n o u s avons v u  et  etude  e t -ee  l e mot  presque  assonances: - i e ,  a l ' a s s o n a n c e e s t un  qu'une f o r m e v e r b a l e ,  (111,3),  que  assonan-  substan-  s a u f pour l e s  L e s s e c t i o n s 4 a 13  de  ce  cha-  163  p i t r e t r a i t e n t de l a s t r u c t u r e syntaxique  du v e r s , et notre  c o n c l u s i o n i c i e s t p l u t o t n e g a t i v e : i l ne semble y a v o i r aucune r e l a t i o n n e t t e de cause a e f f e t entre l'assonance l a s t r u c t u r e syntaxique  et  du v e r s ( I I I , 1 4 ) .  Occupant a l u i s e u l p l u s de l a m o i t i e de ce  travail,  l e c h a p i t r e IV e s t un c a t a l o g u e a u s s i complet que p o s s i b l e des formules  epiques  q u i se t r o u v e n t dans l e C h a r r o i de Nimes.  Dans ce c h a p i t r e nous avons decouvert m o t i f donne une une  formule  que  pour exprimer un  n'est pas necessairement  s e u l e forme f i x e e une  restreinte a  f o i s pour t o u t e s , mais q u ' e l l e peut  r e v e t i r des formes d i v e r s e s q u i permettent au poete de l i s e r s o i t dans l a t e t r a p o d i e s o i t dans l'hexapodie;  l'uti-  et par-  f o i s e l l e peut m§me r e m p l i r a e l l e s e u l e l e d e c a s y l l a b e e n t i e r , A i n s i , l e poete d i s p o s e non formules  seulement de t o u t e une  gamme de  q u i changent s e l o n l e s m o t i f s a t r a i t e r , mais a u s s i ,  pour chaque formule,  de deux ou t r o i s formes q u i l u i l a i s s e n t  l a p o s s i b i l i t e de v a r i e r son  expression.  P e u t - e t r e Le C h a r r o i de Nimes n ' e s t - i l pas l a p l u s p a r f a i t e n i l a p l u s i n t e r e s s a n t e des chansons de geste c h i s e s , mais ce n'est qu'en e t u d i a n t l e s techniques p o s i t i o n de p a r e i l s t e x t e s que  fran-  de com-  l ' o n peut e s p e r e r c o n t r i b u e r ,  par l e b i a i s de l ' a n a l y s e s t y l i s t i q u e ,  a 1'eclaircissement  des problemes d ' i n t e r p r e t a t i o n de l a chanson de  geste.  164  BIBLIOGRAPHIE  Aebischer, Bedier,  P. "Huit sunt l i p u i et l i port t e n e b r u s , " S t u d i M e d i e v a l i , XVIII (1952), 1-22.  J . Les Legendes epiques. Recherches sur l a format i o n des chansons de geste. P a r i s , 1908-13, 4v.  Boogaard,  N.H.J. "Note sur l»utilisation de m o t i f s e t formules dans l a Chanson de S a i n t e Foy, " C a h i e r s de C i v i l i s a t i o n Medievale, V (1962), 195-202.  Cromie, Maureen. 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(13)  35 (27)  6 (4)  b  23 (14)  5 (4)  u  8 (6)  ie  A  e  a  pron.  4  ( ) 2  ... -  inf .  part. passe  5 (5)  7 (7)  68 (49)  33 (25)  155 (88)  203  -  part. pres.  -  14  (ID  10 (5)  47 (25)  17 (6)  3 (2)  17 (10)  4 (3)  5 (5)  3 (2)  7 (5)  1  1  17 (16)  -  -  -  -  1  -  2 (2)  -  -  36 027)  7 (6)  -  ee  11 (9)  4 (4)  ee  26 (22)  6 (5)  ae  38 (29)  11 (8)  10 (7)  3 (3)  oe  4 (4)  1  ue  7 (7)  2 (2)  m ae  2 (2)  -  -  7 (1)  -  5 (3)  4 (4)  -  10 (9)  -  23 (18)  10 (8)  -  13 (7)  2 (2)  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  2 (2) 2 (1)  -  1  -  s o  adv.  -  (no) -  verbe  7 (1)  -  4 (4)  2 (2)  9 (8)  3 (1)  1 4 (4) 2 (2)  -  -  -  168.  APPENDICE I I  Dans c e t appendice s e r a donne l e d e t a i l de chacune des t a b l e s du c h a p i t r e I I I . retenu  La p l u p a r t du temps nous n'avons  que l e deuxieme hemistiche  de chaque v e r s .  TABLE 1 La t e t r a p o d i e e s t s u j e t du verbe dans (i)  l'hexapodie.  Le v e r s se termine par un p a r t i c i p e : 981  i  ne s o i e n t e n t r e p r i s  e  a ses barons f i e v e z i somes o u b l i e n'en i e r t g a i r e s grevez par nos n ' i e r t j a rove vos s o i t abandonez l ' e n a aresone a s e s barons mande est t o z abandonez s'en e s t d ' i l u e c t o r n e z l o r a v o i t commande l i a e l c h i e f melle  36 39 458 48O 857 887 936 1174 1247, 1273 1312 1373  a  se vont b i e n  1421  ee  a Nymes aquitee  (ii)  deffendant  Le v e r s se termine par un  .1483 infinitif  ie  f i s t forment a p r o i s i e r vos d o i n t b i e n e s p l o i t i e r l'en doint bien reperier erent mene a mendier  e  r e p e r o i t de b e r s e r i d o i t l ' e n coroner vont l e s napes o s t e r v e t au mostier orer se p u i s s e n t a l d i e r l'en p r i s t a apeler l e p r i s t a regarder en c u i d a conraer les avoit a guier  '  670 674> 759 694 689 17 521 815 842 973 1154 1207 1281 1297  169", Table 1 ( i i )  ie  l i commenga a d i r e ( i i i ) Le v e r s se termine  902, 1185, 1317  par un adverbe  ie  l e regut v o l a n t i e r s  j*  s»est regardez a t a n t l»en apela avant  (iv)  Le v e r s se termine  345 594 1120, 1134 ( e r r a n t )  par un nom complement du verbe  ie  me v e u l t doner son f i e  e  avalent l e s degrez  6  tendi ton p a v e i l l o n  o  mist a sa bouche un c o r  1393  ee  v e s t i une gonnele  IO36  oe  f i s t r e t o r n e r ses homes  (v)  Le v e r s se termine circonstancielle  369 1080 218  956  par un nom dans une e x p r e s s i o n  ie  l i a melle e l chief l»a s e s i p a r l e c h i e f  743 747  e  e s t o i t dedenz s o n t r e f r e p a i r e n t as h o s t i e u s i a a grant plante  790 816 950  /»  est  a N  O  c o v e r t e de s a n e  t»en c o n d u i r o n t e n o s t l e s u i t m o l t p r e s au d o s s'esCria a esfort  ie  v a u t d o s en a u t r e  ee  s'en  ae  li  142 9 493 1434 1457  vile  911  v o n t en l o r a f e r e  1058  a d i t par contraire  1327  T a b l e 1 (Hi)  (vi)  Le v e r s se termine par un ad.jectif  e  f u molt g e n t i x et ber  29,  jT  en f i r e n t j o i e grant  1153  ee  ne f u r e n t pas novele  1044  ae  mfa f e t ore c o n t r a i r e  1341  171 TABLE 2 La t e t r a p o d i e e s t une apostrophe (i)  Le v e r s se termine par un p a r t i c i p e  e  *  tuit  a  quel a v o i r vas menant  u  G u i l l e l m e a respondu qu'est vo sens devenuz  (ii)  estes effrae  por Deu, ne vos t a r g i e z  e  f r a n s hom, quar en pensez de conduire pensez envers moi entendez  •  ie (iii) e  (iv)  Looys l i respont Damedeus t e maldie  por ce l e s s i e z e s t e r nen poez eschaper  i  dist  ie  d i t Looys l e f i e r d i t Guillelmes l e f i e r dist l i - rois, frans guerriers vos p l e s t i l n u l e r i e n Dieus confonde t o n c h i e f  •  659 948 1019 1260 305 1442  805 1381  Le v e r s se termine par un nom ou par un substantive d i t G u i l l e l m e s l e ber d i s t Looys l e ber d i t Guillelmes l i fers d i t B e r t r a n l i senez t o z vos confonde Deus  o  256 261  Le v e r s se termine par un i n f i n i t i f  e  A  1138  Le v e r s se termine par une forme con.iuguee du verbe  ie  o  822  dit  l irois  Looys  G u i l l e l m e s l i prouz  ad.iectif  64, 115, 133, 73, 278, 404 94 444 1360 106,  315  328 753 538 726 •736 182,  300 (Looys)  172. Table 2 ( i i )  o  d i t Guillelmes l e f o r t  a  d i t Looys l i f r a n s  ae  d i t Guillelmes l i saiges j a f u s t e s vos f i l z K a r l e  (v)  Le v e r s se termine p a r un  ie  com  a  or m'as  (vi) a  490 294,  681  tu f e t dolant  or venez dont avant  153 154  adjectif  estes e n g i g n i e z  Le v e r s se termine par un  580  615 adverbe 583  b  173.  TABLE 3 La t e t r a p o d i e e s t complement d'objet du verbe dans l'hexapodie  (i)  Le v e r s se termine  direct  par une forme con.juguee du  ie  Looys respondie  682,  %  s i r e , ne vos demant  500  ie  contreval l e tralne  1543  ee  sor l e s somiers t r o s s e r e n t a plante i troverent  (ii) ie  Le v e r s se termine li li li  par un p a r t i c i p e passe  401 723 745  a tot otroie a au c o l p l o i e a par mi f r o i s s i e  131 455 486 456 535 1013 IO84 1176 1364 1213 1377  seront j a reprove n'en f u par l u i portez n'en f u par t o i portez n'en ot ensoldeez l i a par mi done vos e s t e s or m e l l e z ont avec e l s mene a l i cuens apele ne s u i mes apele d e l corps l i e s t mtlez l i a par mi f r o e (iii) 1 «  ie  e  *  Le v e r s se termine  838  I465  par un  infinitif  porra bien maintenir  327  peusse g e r r o i e r b i e n vos d o i a c o i n t i e r ne devez menacier vos a f e t s i v u i d i e r  101 371 438 686  p l e s t vous a escouter r a p o r t o i t de b e r s e r ^ f o n t avec e l s mener f i s t a 1'ostel porter vos en v o r r a i doner  3 22 27 30 77  verbe  729  (Guillelmes)  Table 3 ( i i ) .  ee (iv)  m*estuet aprovender l i estuet avaler ne devez pas h a s t e r d o i t l»en t o z j o r z amer l i v o l t par mi doner i devons p r e s e n t e r l i a l a aporter  83 85 422 442 800 826 12 74  f i r e n t i l en sus t r e r e  1050  Le v e r s se termine  par un adverbe  ie  vos o t r o i v o l a n t i e r s  393  6  ne vos membre i l prou  2 01  ae  ne vos membre i l g a i r e s  180  (v)  Le v e r s se termine  par un nom  ie  v i prendre et ton p o r t i e r dient l i chevalier  2 34 376  e  a povre b a c h e l e r f i s t G u i l l e l m e s l e ber  81 871  ( v i ) Le v e r s se termine circonstancielle  par un nom dans une e x p r e s s i o n  ie  v i plaine.d'aversiers  570  e  ot l i bers au.coste n'en eUs au d i g n e r a mis desus l ' a u t e l  21 487 843  ee  ot pendu a sa s e l e  1043  175 TABLE A La t e t r a p o d i e e s t complement d'objet du verbe dans 1"hexapodie  (i)  Le v e r s se termine par un p a r t i c i p e passe  e  a i t e n c i e et i r e est molt mal encontre s e r a vo cors l i v r e z  419 1002 1383  ee  l a p a r o l e e s t contee  I484  (ii)  indirect  Le v e r s se termine par un  infinitif  e  l i peOst remenbrer ne v e l t i l r i e n s doner  9 6 9 , 9 8 7 , 1028 (vo 12 68  ee  ne v o r r e n t i l  835  (iii)  mal f e r e  Le v e r s se termine par un nom  ie  quar vos p r a i g n e p i t i e va prendre l e congie  ae  m"estuet l i v r e r  provende  ( i v ) Le v e r s se termine par un nom circonstancielle e  jeuent desus l e s e l  c.o.d. 567 671 91  dans une e x p r e s s i o n 885  176  TABLE H La t e t r a p o d i e e s t complement d'un dans 1'hexapodie  nom  situe  Nous c i t o n s l e s deux h e m i s t i c h e s , et groupons l e s v e r s d'apres l e s assonances. 1  D e l g e n t i l l conte  .ie  De mes e s t a b l e s De mon t r e s o r Ja de losange D»engignement  vos doing l e quart d e s t r i e r vos doing l e quart d e n i e r n ' a v r o i z mes un d e n i e r sot t o t l a m e s t r i e  e  De vos c h a r o i  ont j a dos bues ttle  a  Ja  n ' a v o i z mes  6  D e l g e n t i l l conte  de l a moie  s i e s t remes nn  fill  p l a i n un  323 391 392 752 92 0 1290  gant  d u i enfanz remes sont  625 312  Nous avons i n c l u s dans l a t a b l e 5 un v e r s ou 1'hexapodie est un a t t r i b u t p l u t o t qu'un complement de nom: e  N'apovrlez  n'en  est vostre chatel  488  177 TABLE 6 La t e t r a p o d i e e s t un adverbe ou une circonstancielle (i)  Le v e r s se termine  expression  par une forme conjuguee du berbe 237  ie  forment e s c r i l e z  e  un p e t i t me s o f f r e z molt grant a v o i r avez j a mar l e mescrerez  74 1157 1302  ie  l e paaige me q u i s t r e n t dos granz p a i n s i velsmes Damedeus t e maudie  905 910 1318  ee  et par b o i s chevauchierent outre s'en t r e s p a s s e r e n t onques ne s ' a r e s t e r e n t un o l i f a n t sonerent  839 840 84I 1470  ee  l o r s aguillons afetent  1053  ae  l e s bons d e n i e r s en s a i c h e Mahomez mal t e f a c e cent peus ne l i , e r r a i c h e  1105 1328 1333  (ii)  Le v e r s se termine  par un  participe  i  f u r e n t l i escu  mis  ie  v i l o r seignor b e s s i e l e s en a merclez l e s a v o i t on guie  e  sont en P a r i s entre a.Bertran encontre est G u i l l e l m e s montez s'est un pou acoutez l ' e n a aresonne s'en est l i cuens t o r n e z a i mon tens emplbie ne se sont a r e s t e ont cez feus alumez se sont achemine a un t o n e l l e v e i e s t l e char entre soient j a refuse  978 243 669 1293 28 3 1 , 415  123,  635,  464,  IO83  124. 293 413 429' 788 866  881. 1005 1031  1358  (monte)  Table  6 (ii)  en e s t l e c r i a l e ez l e s vos descombrez l»en a resonne ja seroit afole ne d o i z e s t r e encroez mal nos e s t encontre s e r a c h i e r compare l e s avez vos gardez que l o r a demande est en e s t a n t l e v e  178.  1075 1180 1215, 1259 1227 1246 126l,. 1289 (vos) 1283, 1309 12 98 1304 1372  u  en f u s s e m i e l z v e s t u  259  ie  n'en i e r t menqonge d i t e ont sa l o i e s s a u c i e l»ai ge auques conquise  917 1091 1190  ee  ne s e r o i t afamee  1466  ue  i e r t c e l e honor tenue  a  l e s a f e t defuiant monterent en e s t a n t se vont a p a r e i l l a n t se vont ademetant  507 498 628 1410 1419  ( i i i ) Le v e r s se termine par un i n f i n i t i f ie  te. v i n g e s c h a u g a i t i e r ne t e daignas g a i t i e r s'en v i n r e n t por l a n c i e r commenqa a h u i c h i e r commencent a h u i c h i e r ne vos q u i e r a b e s s i e r vos pense d'empirier vos v o r r o i e p r o i e r le p r i s t a aresnier se p r i s t a e s c r i e r  226 229 231 336, 636 ( c r i e r ) , 658 545 708 ' 716, 731 (vodroie) 725 1359  ne se v o l t a r e s t e r v o r r a i a vos p a r l e r  52 6 l , 468 ( v o r r o i e ) , 901 ( l u i ) 63 86 119 129, 792 (penser) 791 1179 1380 143 144  b i e n savez escouter l i e s t u e t amonter m'estuet de c o r t t o r n e r commenqa a p a r l e r commence a s o u p i r e r l e s commence a g u i e r commencent a c r i e r me f i s t son brant c o l e r l e m»estut r e l e v e r  Table 6 ( i i i ) ne m'en q u i e r j a v a n t e r n'en q u i e r or p l u s p a r l e r ne vos s a i que doner ne me s a i porpenser ne vos chaut d ' a l r e r ont l'eve f e t corner p o r r o i t dedenz e n t r e r l e peUst regarder devons o r e chanter ne savront mes a l e r font l o r charroi entrer ont f e t t o t enserrer f e t e s nos en doner (iv)  285 410 407 408 806 810 945 1009 1022 102 9 1073 1078 1159  Le v e r s se termine par un adverbe 949 1287 1300  e  a i l c h a r r o i assez l i c o n s e i l l a soe l i respont et soef  a"  s'escrient  0  s a i l l e n t des tonneaus f o r s 1'avoient l a n c i e f o r s en g i t e r e n t cent hors  1398 1459 I46I  ie  n'en a v o i t i l mie ne f i n e r a i j e mie ce ne f e r a i ge mie '  1095 1199 1450  hautement  62 9  (v) Le v e r s se termine par un nom ou par un a d j e c t i f substantive 1  f o n t f e r e dos e s c r i n s  979  ie  me v e l t rendre l o i e r me f i s t metre mon c h i e f en ot t r e n t e m i l l i e r s ez vos Aymon l e v i e l l n'a m e i l l o r c h e v a l i e r avale l e p l a n c h i e r ne vaus t u un denier l i rendez son l o i e r en montent l e p l a n c h i e c h o i s i Aymon l e v i e i l l a v o i t i l maint p r i n c i e r mainnent t r o i s cenz somiers  433 569 664 678 692 700 704 716 721 734 762 764  180 Table 6 ( i v )  e  morra un de mes pers me copa l e n a s e l avale l e s degrez departons noz c i t e z n ' i ot onques s a per f u Bertrans l ' a l o s e d i t e s nos v e r i t e z me c r e v e r e n t l e nes  76 142 414 528 846 868 115° 1240  a  ne t ' e n s e r a i garant que i l ne p e r t l e sens avras t u une grant avez or beaus enfanz  588 613 619 1132  6  n'etls un s e u l baron .abati l o r seignor l i mis l e confenon  186 198 ^ 208 1390  o  n ' i e r e s de c i e s t o r s  u  a i tue de f a u s Turs  ie  p o r r o i t prendre l a v i l e n'en q u e l f i e e s t t a v i e en Escoce e s t ma v i e menrai ge mon empire  92 7 1188 1198 12 00  ee  n ' i ont f e t arestee orent i l grant soldee en v e t l a renomee  1473 I48O I482  ae  vos en f i s ge une autre  162  ae  se sont mises l e s l a n c e s f o n t f e r e dos ensaignes  974 975  (vi)  Le v e r s se termine circonstancielle  268  par un nom dans une e x p r e s s i o n  ie  t'en f u i o i e s a pie en v i n t corant au s i e p l o r a i des e u l z d e l c h i e f en a v r o i z sanz dangier le gietent e l vergier  235 343 575 72 8 749  e  alez a vostre ostel r e p a i r e a son h o s t e l en a l e z a l ' o s t e l t ' a i s e r v i comme ber l e s menez en e e l pre vet t o t en Damede  46 50 116 67 287 807  Table 6 (v).  s ' a s i e e n t au souper passent Gardone au gue herbergent en un pre  811 1032 1033  a  vos metez en present t e metrai en present  600 6l6  6  me t e n i s s e a b r i c o n  210  o  s'en v i e n e n t a e s f o r z  1402  ee  sont venu a un vespre  786  (vii) e 6  Le v e r s se termine par un pronom . e i n Q d i s pense por e l en o c i s set des l o r  ( v i i i ) Le v e r s se termine par un 6  796 197 adjectif  v e t s s i e z maint poing c l o s  1391  T a b l e s 7 et 8  182  TABLE 7 Hexapodie de f o n c t i o n v o c a t i v e c l a s s e e s d'apres l e u r assonance  ie  nobile chevalier l e c h i e r r e , pautonier  337, 751  e  de France l e barne f r a n c c h e v a l i e r membrez  637 855  G u i e l i n et B e r t r a n beaus amis marcheant  598 1121,  395  1124,  1135  TABLE 8 Les hexapodies en a p p o s i t i o n avec un nom ou un pronom s i t u e dans l a tetrapodie  ie  l e marchis au v i s f i e r le glorieus del c i e l  3 9 9 , 663, 676 761. ( l i ) , 798 679  e  l e marchis au c o r t nes l a seror l ' a m i r e beau r o i s de majeste de F a l o i s e l e ber l e cuvert p a r j u r e  5, 522 993 1017 1303  533  a  f i l l Bernart de Breban son pere de Brebant e e l prudome avenant  596, 612 1117  1130  ie  la fort cite un c h e v a l i e r  garnie nobile  904 918  (Brebant)  TABLE  183.  9  Hexapodie s u j e t d'un verbe s i t u e dans l a tetrapodie ( i ) Le v e r s  se termine par  un nom  _i  trois mille fervesti  321  ie  dos m i l e c h e v a l i e r s dui m i l e c h e v a l i e r l i marchis B e r a n g i e r s un c o r t o i s h e r i t i e r le cortois chevalier  225 332 362 365 550  mi per a l o s a n g i e r p l u s de quinze m i l l i e r l i r o i s de son d e s t r i e r Guillelmes l e guerrier  95 230 351 684,  S a r r a z i n et E s c l e r  515,  e  li  mestre b a c h e l e r  Guillelmes a  0  au c o r t  1238 nes  847  G u i e l i n et Bertran S a r r a z i n et Persant  595, 632  dan  630  Bernarz de Brebant  Francois  et Borgueignon  205,  t r o i s m i l e compaignon ae  Guillelmes  ae  li  (ii)  Fierebrace  s o l d o i e r de  Le v e r s  310 1103  France  se termine par un  977 ad.iectif  ie  c i l baron c h e v a l i e r  398,  e  c i l baron n a t u r e l l i v i l a i n s que senez  532 897  a  li  (iii) ie  c u l v e r t souduiant  Le v e r s  se termine par un  dans G u i l l e l m e s  arrier  1407 adverbe 733  184  TABLE  10  L'Hexapodie complement d'objet d i r e c t Le v e r s se termine par un sub s t a n t i v e  nom  ou par un ad.jectif  g l o u t o n ne l o s e n g i e r dans r o i s , molt grant p i t i e de Rome mestre f i e et c o r t o i s e m o i l l i e r un g e n t i l c h e v a l i e r v a i l l i s s a n t un denier l e brant f o r b i d ' a c i e r de France un q u a r t i e le glorieus del c i e l Guillelme l e guerrier a vous de c h e v a l i e r s l a corone d e l c h i e f  754 239 251 346 696 254, 356 384 576 780 241 43$  Espaigne l e regne Nymes c e l e c i t e d e n i e r s et h e r i t e z ne l a n c i e ne rfle et l a bouche et l e nes et g u e i l l e s et baudrez sainte crestientez t o t l e marbrin degre uns m e r v e i l l e u s s o l l e r s s e i s s a n t e de voz pers r i e n s de t e s h e r i t e z venoison de s e n g l e r l e s bues par poeste seulement de p a r l e r marcheant par v e r t e  450, 483 645 946 1010 1024 12 54  l e s b i e n s et l e s ahans et Harpin et Otrant G u i e l i n et B e r t r a n l e mal paien Otrant tot l e vostre talant l e p l u s c h i e r garnement  603 1114 112 9 496 584, 1146  Richart l e v i e l , l e ros de r i c h e venoison  193 219  d'Espaigne t o z l e s porz et des e s p i e z granz cops des navrez et des morz s i s j o r s r e s p i t de mort  334,  402  481  991  280  290  812 953 1170 1363  491  1432 1400 1456  592  (commant)  Table 10 ( i i )  185.  u  v a i l l i s s a n t un f e s t u l e v e r m e i l de l ' e s c u  xe  Mahomet et ses ydres l o r p l e t et l o r c o n c i l e s i r i c h e menantie  1097 1099 1187  ee  v a i l l a n t une denree et Marie sa mere  1478 i486  ee  c l e r c ou abe ou p r e s t r e France et l a Chapele et B e r r i et Auvergne p a v e i l l o n s et herberges et l e s r i c h e s herberges et Monferent a d e s t r e  258 270  167 783 785, 787 834 833.  dos m i l homes a armes de marcheanz grant masse s i granz s o l l e r s de vache Jhesu l»esperitable en aucun l e u chanoine  1048 1060 1329, 774 168  ae  tante bele jovente c e s t mauves r o i de France v a i l l a n t un f e r de l a n c e  273 276 277  oe  et l e s bues et l e s tones  958  ue  V a l s o r e et V a l s u r e  501  ae  (ii)  Le v e r s se termine par un  ad.jectif  ie  un d e n i e r monnoie  536  e  maint f o r t e s t o r champel v a i l l a n t un oef p e l e d e n i e r s et argent c l e r l o r f o r z escus b o u c l e z trestoz l e s piez froe et sommiers t o z gastez et g u e i l l e s b i e n fermez  68 427 654 862 994 102 6 1237  %  Vasettre l a grant mon o n c l e molt d o l a n t un c h e v a l i e r v a i l l a n t l o r d e s t r i e r s auferrant l e s f o r z escuz pesanz l e s f o r s e s p i e z tranchanz un e s t o r e i n s i grant  494 606 1413 1415 1417 1418 142 3  832  1336  (mes)  Table 10  186,  (iii)  u  l e s bons chevaus crenuz  ee  mes  ee  et gai'ne molt b e l e une jument molt f o i b l e  ae  une c o l e e l a r g e  172  jae  t a n t e mere d o l a n t e  274  ue  l a pute gent t a f u r e  511  (iii)  Hexapodie  chauces emboees  263 1345 1041 1042  dans un v e r s du type : "Et d i t Bertrans:..«"  ie  S i r e B e r t r a n , beaux n i e s  428  e  A maleiqon De  421, 470  (beneiQon)  187.  TABLE 1 1 Hexapodie complement  eel chastel, eel citez as povres b a c h e l e r s de G u i l l e l m e au c o r t nes  d'objet  indirect  37 6 4 1 , 649 1210  d e l grant e s t o r champel  134  de l»Alemant Guion de l a grant o s t Oton  2 03 213  du cuvert o r g u e i l l o u s  183  d»une f i e r e b a t a i l l e  157  188 TABLE 12 Hexapodie a t t r i b u t ou complement de A.  Hexapodie a t t r i b u t de  nom  ( i ) Le v e r s se termine par un  nom  ie  I c i l a nom C i l dui estoient  e  Por ce m'apelent G u i l l e l m e au c o r t nes Onques ne f u i t r i c h i e r r e s ne avers  Ji  Mi ami  ee  S i e s t por v o i r  dant Aymeris mon  ae  S i a i ge nom  Guillelme Fierebrace  estes  nom  l e p e t i t Berangier l i mestre l i m o n i e r  366 1278 147 1173  et mi prochain parent  599  pere  ( i i ) Le v e r s se termine par un a d j e c t i f , ou par p a r t i c i p e a valeur a t t r i b u t i v e  1338 un  ie  L i estors fu Cele part v i n t  e  C h e v a l i e r f u r e n t de nouvel adoube E t t a n t vos estes t r a v e i l l i e z et penez Nous l e f e r o n s c o r r o c i e et i r e Ne s e r a i mes ne soupe ne digne  25 42 1266 1370  ai  L i estors fu  et m e r v e i l l e u s et granz  1402  o  L i estors fu  et m e r v e i l l e u s e t f o r z  1431  ie  Molt m i e l z en f u s t e t amee e t c h e r i e  B.  m e r v e i l l e u s et p l e n i e r s corant t o t e s l e s s i e  1347  Hexapodie complement de  nom  350 355  1321  (  ( i ) Le v e r s se termine par un  nom  j§  Seignor e s t o i e n t de l a bone c i t e Seneschaus i e r t l e r o i de l a c i t e  1082 1249  ie  E s t en l a t e r r e  de mon  1093  ee  Un  de bonet en sa t e s t e  ae  Perron  chapel ot i ot,  seignor s a i n t G i l e  e n t a i l l i e de v e r t marbre  IO46 1102  Table 12 ( i i ) 189. (ii)  Le v e r s se termine par un  adjectif  e  F i l z sont a contes Vez c i l e s marches Ceingnent espees Montent es s e l e s Une cote ot  et a p r i n c e s chasez de l a gent c r i m i n e l a ponz d'or n o i e l e z des d e s t r i e r s a b r i v e z d'un b u r e l enfume  24 850 860 861 990  o  I c i l iert  au Normant o r g u e i l l o u s  194  ie  Ainz i e r t l a l o i Ce d i t G u i l l e l m e s  de l a gent p a i e n n i e a l a chiere hardie  ue  Donez moi Nymes  0 l e s granz t o r s agues  (iii)  Le v e r s se l e nom  peres  termine par un p a r t i c i p e  L o r s chevauchierent De l a v i l e i s s e n t  e  (iv)  P r i s ot dos c e r s  502  determinant  et r e n g i e et s e r r e et r e n g i e et s e r r e  Le v e r s se termine par un  1096 1441  829 864  adverbe  de prime gresse  assez  19  190. TABLE 13 Hexapodie c i r c o n s t a n c i e l l e (i)  Le v e r s se termine par un i n f i n i t i f  ie  Molt me dona  e  Tienent o i s e a u s . por l o r c o r s d e p o r t e r Molt t * a i s e r v i par n u i t de t a s t o n e r  (ii)  a b o i v r e et a mengier  Le v e r s se termine par un  (  ,  551 26 65  participe  ie  La j o u s t a i ge  a set m i l e n f o r c i e  240  .a  I I l e s apele  hautement en o i a n t  597  (iii)  Le v e r s se termine par un  adverbe  ie  Tu me donas L i r o i s l i done  6  C i l o i s e l chantent  ja  P a i e n s'adoubent maint et communement Des h o s t i e u s i s s e n t , l e s escuz t r e t avant Et c i l i montent t o s t et isnelement "Monjoie!" e s c r l e n t e t d e r r i e r e et devant  (iv)  de gre et v o l e n t i e r s de grez et v o l a n t i e r s belement et soe  Le v e r s se termine par un  222 672 16 I4O8 1411 I4I6 1420  nom  i  I I n'a n u l home Prenez l a t e r r e  en t r e s t o t c e s t p a i s au Borgoing Auberi  106 318  ie  S i s'en f o u i Pren dont l a t e r r e Or vos d i r a i C i l le servi Ce ne f e r o i e Ge n e l f e r o i e Et vos que chaut A l e z , beau s i r e , A l e z , beau s i r e , Mort l e trebuche  comme c o a r t l e v r i e r au marchis B e r e n g i e r d e l marchis Berengier longuement sanz dangier por t o t l»or desoz c i e l por t o t l»or desoz c i e l de mauves r e p r o v i e r au g l o r i e u s d e l c i e l a Damedieu d e l c i e l devant l u i a ses p i e z  3°1 330 340 347 397 544 539 673 758 74^  Ge v i n g encontre Ja f u i l nez I l l u e c chal Ja n * i montast  por guerre l e congie enz e l v a l de R i v i e r s l'empereor au p i e a n u l j o r desoz c i e l  221 341 344 352  T a b l e 13 ( i i )  191.  ie  La f i s t t e l pare P u i s descendi Ainz 1 * a c r o i s t r a i Ce f u au tens P u i s me mena Bien m'a s e r v i T r o i s f o i z l e bese  comme as c h i e n s l e s a n g l i e r de son corant d e s t r i e r au f e r et a l ' a c i e r a feste saint Michiel a v a l en un c e l i e r au f e r et a l ' a c i e r par molt grant a m i s t i e  357 358 546 548 558 693 724  e  L i trongon c h l e n t I I ne sont mie Si proiera  au r o i devant l e nes en l a c r e s t i e n t e por l a c r e s t i e n t e  128 283 827  Vos d o i n ge, s i r e , S i l i aportent Oiez, s e i g n o r , Vos d i r a i ge  v o l a n t i e r s et de grez a mengier a p l a n t e por Deu de majeste v o l a n t i e r s et de grez  475 932 1205 1233  Ce La Nos Or Et Ge  e l n o v e l tens d'este v e r s C o r s o l t l'amire et a l a mere De por r e c l o r r e mes b l e z sanz p l u s de demorer huimes de l a c i t e  14 136 825 892 937 II63  f u en mai, combati iron l a ni'en r e v o i s i l i vienent nen i s t r a i  a  I I en mbrront Ge l a vos doing Ainz l a d o r r a i  a m i l l i e r s e t a cenz par i t e l convenant t r e s t o t a mon t a l a n t  634 586 626  6  Si le loai G e l -te r e n d i Prenez l a t e r r e Apres f u mort  a un p e l com f e l o n a P a r i s en t a c o r t au preu conte Foucon par dedenz t a grant t o r  190 199 309 200  0  "Monj'oie!" e s c r l e n t Si le retint Puis l i a d i t  par m e r v e i l l e u s e s f o r s par l e mantel d e l c o l hautement a dos moz  u  E t vos s e r v o i e  par chans et par  paluz  264  _ie  D i moi, v i l a i n , E l e n'est pas Mon change f i s S'i assembloient Or s i m'en v o i s P u i s m'en r e v i e n g  des e s t r e s de l a v i l e d ' o r g u e i l l ne de f o l i e e l regne de Venice de par t o t e l a v i l e de v o i r en Lombardie de 9a devers G a l i c e  908 1088 1202 1100 1191 1195  ee  Guillelmes dist Mar f u b a i l l i e e , Tantost monterent II s'en r e p e r e n t  en bas, a r e c e l e e par l ' a p o s t r e s a i n t Pere sanz nule demoree a r r i e r e en l o r contree  I48I  C e i n t un baudre  un borj"ois de l a t e r r e  1040  ee  1399 1435 1436  1344 1350 1472  Table 13 ( i i i )  192.  ae  Veez l e vos Tu f u s a t e r r e Or a l e z donques Guillelmes vient Mai f u b a i l l i e e ,  a ces granz peaus de martre lone tens en t o n estage au mestre guionnage t o t d r o i t en une p l a c e par l ' a p o s t r e s a i n t Jaque  ue  Chevaucherai  au s o i r et a l a lune  (v)  160 165 1069 * 1101 1343 509  Le v e r s se termine par un ad.jectif  ie  B i e n l e connui  au bon heaume v e r g i e  244  6  A p i e descent  soz l ' o l i v i e r rame  a  S i r e , nos somes Que t u i t ne s o i e n t  d ' A n g l e t e r r e l a grant en l a p l a c e morant  1122 I428  b  T r o i s f o i z l e sone  en g r e l l e e t en gros  1394  ee  Vet s'en G u i l l e l m e s  o sa compaigne b e l e  53  782  19-3 TABLE 14 D e c a s y l l a b e a un temps compose, avec 1 ' a u x i l i a i r e dans l'hexapodie  (i)  Le v e r s se termine par un p a r t i c i p e  ie  Bien l i a ore S i l ' a i par f o r c e A l o r pooirs C i s t a premiers  son v i v r e r e t a i l l i e l e v e et e s s a u c i e d*armes a p a r e i l l i e vostre erre chalengie  e  Assez i a i Ja vos sera Bien l i a ore Encor n'en a i S i ont l e s t e r t r e s E s t , va, encore E n t o r l u i sont  ol* et escoute o t r o i e et grae son v i v r e recope un j o r n e l aquite* et l e s monz t r e s p a s s e t o z mes c h a r r o i z e n t r e z S a r r a z i n amasse  35 473 537 640 830 1177 1310  b  Por quoi as t u  l e r o i Harpin c i mort  1388  ie  Por quoi n'as ore Eingois sera  t a mesnie v e s t i e arriere revertie  1319 1323  ee  Or ont F r a n g o i s Ne ne s e r o i t  l a c i t e aquitee ne p r i s e n'empiree  1463 1467  (ii)  Le v e r s se termine par un nom  ie  Or m'a de France  otroie l'un quartier  431  e  S i l ' o t empli  et t o t rase de s e l  882  o  Garde m'avez  et s e r v i par amor  306  403 430 665 718  TABLE 15  194.  D e c a s y l l a b e avec un i n f i n i t i f q u i depend d»un verbe dans l a t e t r a p o d i e (i)  Le v e r s se termine par un  i  Encore ne s e t  ne c h a u c i e r ne v e s t i r  325  ie  Ge l i f e r a i I I s'en a l a Ge m'en i r a i Ne l i petlsmes Ne l i faudront Et s i vos d o i n t Et s i l i d o i n t Por quoi t e paines Et s i t e peines  t o z l e s membres t r a n c h i e r es prez esbanoier en Espaigne e s t r a i e r s e c o r r e ne a i d i e r por l e s membres t r a n c h i e r s a i n et sauf r e p a i r i e r t o t e Espaigne a q u i t i e r de f r a n c home j u g i e r de moi molt e m p i r i e r  711 554 75° 364 667 675 695 737 739  Ilueques f i s A i n z l e devez l e i devez La l e vei'smes Par ce commence  l e s barons enbuschier l e v e r et e s s a u c i e r l a guerre commencier o c i r r e et detranchier l i maus a e n g r e i g n i e r  228 439 717 363 104  E t s i vos f e t e s Font l e v i l a i n F e t e s voz genz A chascun f o n t F e t e s ces bues Et ge i r a i Vont.a G u i l l e l m e Son s e i g n o r v i t L i cuens se haste L»en t e d e v r o i t l_toz  gentement conraer devant e l s a r e s t e r arriere retorner un grant m a i l a p o r t e r trestot e e l v a l aler a LooJ^s p a r l e r l e marchis demander en presse mal mener d e l charroi aprester l e s membres coper  4 7 , 117 931 951 970 997 48 819 354 982 899  Devant e l s f o n t Ojuar f e t e s , s i r e , A i n z l e devez Huimes devons Des or devons I l u e c v i t l»en Ja ne v e r r o i z Ge ne s a i t a n t Quar alons or Assez vos puet Des or v o r r a Mar osas h u i  I'oriflanbe porter t r e s t o z cez bues ttler s e r v i r et hennorer de dan B e r t r a n chanter de G u i l l e l m e chanter t a n t heaume e s t a n c e l e r demain midi passer ne poindre ne bouter a Looys p a r l e r c e l e t e r r e doner l e mengier conraer r o i Harpin adeser  865 1269 42 3 988 1034 867  V o l t l a corone  par devers l u i a t r e r e  171  e  ae  infinitif  II65  999 445 457 1250 I385  195.  Table 1 5 ( i i )  (ii) e  (iii) a  Le v e r s se termine P u i s me  lessierent  par un  nom  a l e r a sauvete  et  un v e r s ou 1 ' i n f i n i t i f  Et  escorchier  v i e n t dans l a t e t r a p o d i e :  l e s f e t au b a c h e l e r  Le v e r s se termine par un Encore ne p u i s  1241  12 7 9  ad.jectif  paine s o f f r i r  s i grant  oil  196 APPENDICE I I I Les v e r s du type I I q u i n'ont f i g u r e dans aucune t a b l e du c h a p i t r e I I I .  (i)  Deuxieme hemistiche  complement d*agent;  Haiz en f u i de son r i c h e l i g n a g e (ii)  Deuxieme h e m i s t i c h e l o c u t i o n v e r b a l e sens p r o g r e s s i f ;  175 de  E i n c o i s en vet t o t ades e n p i r a n t (iii)  Deuxieme hemistiche S i deving  2 99  epithete  l e r r e s m e r v e i l l e u s por embler  1235  

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