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Qu'est-ce que la litterature pour Simone de Beauvoir? Kempo, Olga 1968

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QJJ'EST-CE QUE LA LITTER ATTIRE POUR SIMONE DE BEAUVOIR? by OLGA KEMPO B.A., U n i v e r s i t y of A l b e r t a , 1954. A THESIS SUBMITTED IN PARTIAL FULFILMENT OF THE REQUIREMENTS FOR THE DEGREE OF M A S T E R O F A R T S i n the Department of F R E N C H We accept t h i s t h e s i s as conforming to the r e q u i r e d standard THE UNIVERSITY OF BRITISH COLUMBIA September, 1968. In p r e s e n t i n g t h i s t h e s i s i n p a r t i a l f u l f i l m e n t o f t h e r e q u i r e m e n t s f o r an a d v a n c e d d e g r e e a t t h e U n i v e r s i t y o f B r i t i s h C o l u m b i a , I a g r e e t h a t t h e L i b r a r y s h a l l make i t f r e e l y a v a i l a b l e f o r r e f e r e n c e and S t u d y . I f u r t h e r a g r e e t h a t p e r m i s s i o n f o r e x t e n s i v e c o p y i n g o f t h i s t h e s i s f o r s c h o l a r l y p u r p o s e s may be g r a n t e d by t h e Head o f my D e p a r t m e n t o r by h i s r e p r e s e n t a t i v e s . I t i s u n d e r s t o o d t h a t c o p y i n g o r p u b l i c a t i o n o f t h i s t h e s i s f o r f i n a n c i a l g a i n s h a l l n o t be a l l o w e d w i t h o u t my w r i t t e n p e r m i s s i o n . D e p a r t m e n t o f The U n i v e r s i t y o f B r i t i s h C o l u m b i a V a n c o u v e r 8, Canada Date Simone de Beauvoir and l i t e r a t u r e . Simone de Beauvoir expresses c o n f l i c t i n g a t t i t u d e s r e g a r d i n g the purpose of her a r t . She has, on the one hand a r a t i o n a l d e s i r e to p l a y a humanitarian r o l e and on the other an i n s t i n c t i v e need f o r s e l f - e x p r e s s i o n . Chapter I - Le Role Humanitaire de l a L i t t e r a t u r e . Here we d e a l w i t h Simone de Beauvoir's concept of the humanitarian f u n c t i o n of l i t e r a t u r e i n order to show e x a c t l y how she proposes t o serve man. As a c h i l d , she dis c o v e r e d the p o s s i b i l i t y of tr a n s f o r m i n g ignorance i n t o knowledge whi l e t e a c h i n g her s i s t e r , and t h i s i n i t i a l success i n communication e v e n t u a l l y l e d t o a d e s i r e to put her p e r s o n a l understanding of the world at the d i s p o s a l of ot h e r s . She has s i n c e d i s c o v e r e d the a m b i g u i t i e s of human r e l a t i o n s and consequently r e s o l v e d to r e v e a l them. As a w r i t e r , she has come t o f e e l she should c r i t i c i z e and re-examine the b a s i s of s o c i e t y i n order to show t h a t no absolute t r u t h p r e v a i l s . Her works of f i c t i o n enable her reader to i n ^ h a b i t v i c a r i o u s  l y s e v e r a l d i f f e r e n t worlds; she thus shows him a new image of h i m s e l f by r e v e a l i n g h i s freedom to choose and even to crea t e h i s own world. However, though she pursued t h i s i d e a l c o n s c i e n t i o u s l y , she was never able to o b t a i n complete s a t i s f a c t i o n through i t s p r a c t i c e . 1. Chapter I I - . Le Besoin d'expression p e r s o n n e l l e . In t h i s chapter we examine those p e r s o n a l needs of Simone de Beauvoir t h a t are s a t i s f i e d by l i t e r a t u r e . During her school years our author had di s c o v e r e d the joys of u s i n g her own experiences as m a t e r i a l f o r s t o r i e s . This form of s e l f - e x p r e s s i o n has s i n c e developed i n t o a need to preserve her l i f e i n a r t . She f e e l s a l a c k of purpose- i n her l i f e , and w r i t i n g becomes the only means of j u s t i f y i n g her e x i s t e n c e . I n a d d i t i o n , w r i t i n g provides a form of c a t h a r s i s through which she a t t a i n s moral autonomy; i t f r e e s her from past obsessions, s h i e l d s her from the menaces of a h o s t i l e w o r l d , and s t i l l s the t e r r o r of death. A f t e r d e f i n i n g the major c o n f l i c t w i t h i n Simone de Beauvoir's work, we proceed to a study of three novels i n the hope of determining which of these a t t i t u d e s i s predominant: humanitarianism or s e l f - e x p r e s s i o n . Chapter I I I - L ' I n v i t e e . We f i n d t h a t Francoise i s incapable of minimizing her p e r s o n a l needs. She must always dominate others and be the centre of the u n i v e r s e . Thus i n t h i s work the major concern i s c l e a r l y the s e l f . Chapter IV - Le Sang des Au t r e s . A d i s t i n c t i o n i s made between the p u b l i c and p r i v a t e l i f e of Jean Blomart. In h i s p u b l i c l i f e he adopts a humanistic a t t i t u d e and c o n s c i o u s l y works t o improve the human c o n d i t i o n . I n h i s p r i v a t e l i f e , however, he i s unable to accept the f a c t t h a t someone e l s e i s as important as he i s . These two 2. 'attitudes are i n r e a l c o n f l i c t i n t h i s n o v e l . I n the f i n a l outcome Jean Blomart chooses a humanitarian course i n h i s p u b l i c l i f e and t o some extent i n h i s p r i v a t e l i f e as w e l l . Chapter V - Les Mandarins. I n t h i s n o v e l the e q u i l i b r i u m i s completely destroyed, and we f e e l t h a t Simone de Beauvoir i s p r o f e s s i n g the value of a humanitarian a t t i t u d e . Henri P e r r o n , p e r p e t u a t i n g the s p i r i t of the Resi s t a n c e Movement, continues to f i g h t f o r the l i b e r a t i o n and the enlightenment of man. I n h i s p r i v a t e l i f e he q u i c k l y evolves from a p o s i t i o n of extreme e g o c e n t r i c i t y to an a t t i t u d e that admits r e c i p r o c i t y i n human r e l a t i o n s . Chapter VI - La Technique Romanesque. A short a n a l y s i s of the techniques i n the nov e l shows how Simone de Beauvoir t r i e s to r e v e a l the ambiguous nature of l i f e by p r o v i d i n g two or three p o i n t s of view. We r e a l i z e , however, tha t her fundamental need to show the extent of these a m b i g u i t i e s i s not s a t i s f i e d by the nov e l form. Chapter V I I - La V i c t o i r e de 1 ' I n d i v i d u a l i s m e . In the f i n a l chapter we see th a t Simone de Beauvoir's memoirs not only give her a freedom of expres s i o n not a t t a i n a b l e w i t h i n the n o v e l , but a l s o t h a t the need f o r s e l f - e x p r e s s i o n has d e f i n i t e l y out-weighed the humanitarian i d e a l . Her o r i g i n a l spontaneous d e s i r e t o express h e r s e l f has come to the f o r e i n s p i t e of her r a t i o n a l choice to p l a y a humanitarian r o l e . This study has not considered the p h i l o s o p h i c a l or i d e o l o g i c a l p o s i t i o n s of Simone de Beauvoir. Her work, being of a very p e r s o n a l n a t u r e , has been considered as an e x p r e s s i o n of a unique p e r s o n a l i t y i n search of i t s own t r u t h . T A B L E D E S - M A T I E R E S PREMIERE PARTIE L E C O N F L I T I n t r o d u c t i o n : C h a p i t r e I Le Role Humanitaire de l a L i t t e r a t u r e " I I Le Besoin d 1 e x p r e s s i o n p e r s o n n e l l e DEUXIEME PARTIE L E S R O M A N S I n t r o d u c t i o n : C h a p i t r e I I I L ' I n v i t e e " IV Le Sang des Autres " V Les Mandarins " VI La Technique Romanesque TROISIEME PARTIE L E S M E M O I R E S Cha p i t r e V I I La V i c t o i r e de 1 1 I n d i v i d u a l i s m e CONCLUSION - Notes - B i b l i o g r a p h i e P R E M I E R E P A R T I E I N T R O D U C T I O N A l a l e c t u r e de l'oeuvre de Simone de Beauvoir, on est frappe par l e cote v o l o n t a r i s t e du c a r a c t e r e de c e t t e femme. S i e l l e est devenue e c r i v a i n , s i e l l e est devenue l e genre d ' e c r i v a i n q u ' e l l e e s t , c'est q u ' e l l e l ' a vo u l u . S i l a l i t t e r a t u r e e st devenue sa r a i s o n d'etre; s i Simone de Beauvoir, par un choi x c o n s c i e n t , a vecu sa v i e en f o n c t i o n de c e t t e l i t t e r a t u r e , et v i c e v e r s a , i l semble p e r t i n e n t de demander, avec e l l e , l e s r a i s o n s d'une d e c l a r a t i o n come c e l l e - c i f a i t e a Madeleine Chapsal dans une i n t e r v i e w accordee en I960: Oui, j e voudrais comprendre au j u s t e pourquoi j 1 a i e c r i t ce que j 1 a i e c r i t , n i p l u s n i moins. C'est un peu pour c e l a que j e poursuis mes Memoires. C'est t r i s t e de penser q u ' e c r i r e c e l a s i g n i f i a i t t a n t et que ca a ete j u s t e ce que ca a ete. (1) A p l u s i e u r s r e p r i s e s une v a r i a n t e de c e t t e meme ques t i o n est formulee et posee. Dans l e prologue du deuxieme volume de ses memoires sa v i e l i t t e r a i r e est scrupuleusement i n t e r r o g e e a f i n de p r e c i s e r au j u s t e ce q u ' e l l e a voulu f a i r e et e l l e nous d i t : J ' a v a i s decide d ' e c r i r e , j ' a i e c r i t , d'accord: mais quoi? pourquoi ces l i v r e s - l a , r i e n que c e u x - l a , justement ceux-la? Est-ce que je v o u l a i s moins ou pl u s ? I I n'y a pas de commune mesure entre l ' e s p o i r v i d e et i n f i n i de mes v i n g t ans et une oeuvre f a i t e . (2) 1. Malgre t a n t d ' e f f o r t s , de v o l o n t e , malgre ses r e a l i s a t i o n s meme, e l l e garde l e sentiment t r e s v i f d'un echec, 1 1 im p r e s s i o n de n'av o i r pas a t t e i n t son but. Tout recemment encore, l e t r o i s i e m e volume des memoires ramene auteur et l e c t e u r a c e t t e meme ques t i o n sans o f f r i r de reponse d e f i n i t i v e . Malgre ce fond de desenchantement, toute idee de mandat, de m i s s i o n , de s a l u t evanouie, ne sachant p l u s pour q u i , pour- quoi j ' e c r i s , c e t t e a c t i v i t e m'est p l u s que jamais n e c e s s a i r e . (3) Avec l a p o s s i b i l i t y maintenant de v o i r globalement c e t t e v i e e t a l e e devant s o i , e l l e avoue a F r a n c i s Jeanson en 1966: A l o r s l a , j e ne s a i s pas s i j e ne me s u i s pas braquee sur l e passe en p a r t i e parce que j ' e c r i v a i s ces l i v r e s ; et b i e n s u r , l a qu e s t i o n s e r a i t a l o r s de s a v o i r pourquoi j e l e s a i e c r i t s . (4) I I est tou t n a t u r e l que nous nous posions l a meme que s t i o n . Nous a l l o n s done essayer de d e c h i f f r e r l e s meca- nismes et l e s f o r c e s q u i gouent d e r r i e r e c e t t e oeuvre l i t t e - r a i r e , pour en e c l a i r e r l e s i n t e n t i o n s et en juger l a r e u s s i t e . Simone de Beauvoir n'a pas e c r i t une t h e o r i e de l a l i t t e r a t u r e a proprement p a r l e r , mais on peut d e c o u v r i r dans ses e s s a i s , dans ses romans et su r t o u t dans ses memoires des r e f l e x i o n s sur l a l i t t e r a t u r e et sur ce q u ' e l l e p o u r r a i t e t r e Non seulement dans son oeuvre romanesque, ou i l est t r e s souvent q u e s t i o n de l a l i t t e r a t u r e , mais egalement a t r a v e r s ses memoires, ou e l l e se l i v r e a 1 ' a u t o - c r i t i q u e de ses propres oeuvres, on peut t e n t e r de v o i r ce q u ' e l l e a souhaite f a i r e . A p a r t i r de ses c o n s i d e r a t i o n s sur l a l i t t e r a t u r e i l se degage deux o r i e n t a t i o n s de pensee: c e l l e q u i indique ce q u ' e l l e a u r a i t souhaite f a i r e avec sa l i t t e r a t u r e ; c e l l e q u i explique ce que l a l i t t e r a t u r e a ete pour e l l e . Comment envisager ces deux tendances? P a u t - i l y v o i r des f o r c e s c o n t r a d i c t o i r e s , des alt e r n a n c e s c y c l i q u e s ou simplement deux tendances v o i s i n e s q u i se developpent p a r a l l e l e m e n t ? I I y a en f i n de compte un peu de tous ces elements car s i Simone de Beauvoir p a r l e 'des tendances q u i se c o n t r a r i e n t en moi, mon ardeur de v i v r e et de mon d e s i r d'accomplir un l i v r e 1 , e l l e d i r a a u s s i : 'je voudrais f a i r e des l i v r e s mais non renoncer a mes t r a n s e s . 1 I I faudra s u r - tout se r e p r e s e n t e r ces deux tendances dans une p e r s p e c t i v e de p r o g r e s s i o n ; on a a f f a i r e a l 1 e v o l u t i o n des c o n v i c t i o n s d'une personne au cours d'une v i e . Ces tendances se develop- peront au f u r et a mesure que Simone de Beauvoir elle-meme se developpe, que sa conscience du monde e x t e r i e u r s ' e l a r g i t jusqu'au moment ou. e l l e a b o u t i r a a une synthese des deux e x i  gences. A chaque p o i n t de c e t t e courbe, cependant, comme e l l e se t r o u v e r a devant une n o u v e l l e combinaison du monde et du moi, i l y aura mutation, r e v i s i o n et no u v e l l e synthese qui permettra un e l a n nouveau. Vue dans c e t t e p e r s p e c t i v e , 3. d l e st done p o s s i b l e de p a r l e r de l a v i e comme ambigue* car: . . . d i r e q u ' e l l e [ l a vie] est eambigue", c'est poser que l e sens n^est jamais f i x e , q u ' i l d o i t sans cesse se conqueri r (5) Qu'est-ce que l a l i t t e r a t u r e pour Simone de Beauvoir En f o n c t i o n des deux tendances de sa p e r s o n n a l i t e , dans une premiere p a r t i e une d i s t i n c t i o n peut s ' e t a b l i r entre l e r o l e humanitaire que se propose sa l i t t e r a t u r e et l e r o l e person n e l que joue c e t t e l i t t e r a t u r e dans sa v i e . C'est l e cote r a t i o n n e l , par o p p o s i t i o n au cote ' i n s t i n c t i f ' , qui f a i t n a i t r e l a vol o n t e chez Simone de Beauvoir de jouer uft r o l e humanitaire avec sa l i t t e r a t u r e . Dans c e t t e optique, l a l i t  t e r a t u r e d o i t s e r v i r aux a u t r e s , e l l e d o i t e t r e u t i l e a l'homm L'homme, 1'etre humain est au centre de l ' u n i v e r s b e a u v o i r i e n . La seule chose dont on pu i s s e e t r e c e r t a i n , c'est que l'homme est l a ; toute a c t i v i t e humaine se f a i t en f o n c t i o n de l u i . Que veut Simone de Beauvoir pour l'homme a t r a v e r s sa l i t t e r a t u r e ? E l l e se propose de donner a l'homme une image n o u v e l l e de lui-meme. Chaque personne, a chaque epoque, a sa propre v e r i t e . A p a r t i r de son experience vecue e l l e decouvre c e r t a i n e s v e r i t e s . C'est c e t t e v e r i t e q u ' e l l e veut montrer a f i n de l i b e r e r l'homme, a f i n de l e d e m y s t i f i e r , a f i n de l u i enlever l e s chaines q u i l'empechent de se r e a l i s e r pleinement. L'homme l i b e r e d o i t e t r e i n c i t e a c r e e r son propre monde, car i l pourra a l o r s se d i r e : . . . i l n ' e x i s t e pas sans moi de v a l e u r s toutes f a i t e s et dont l a h i e r a r c h i e s'impose a mes d e c i s i o n s . Le b i e n d'un.homme, c'est ce q u ' i l veut comme son b i e n . (6) Une f o i s que ces l i b e r t e s i n d i v i d u e l l e s sont deve- nues conscientes d'elles-memes, i l f a u t l e s l i e r l e s unes aux au t r e s . C'est par l a l i t t e r a t u r e , p o u r ' e l l e l a plus haute forme de l a communication, que Simone de Beauvoir va p r o c l a - mer ce que.peut un homme. Du cote i n s t i n c t i f de 1 ' a t t i t u d e beauvoirienne en- vers l a l i t t e r a t u r e se degage l a f o n c t i o n que joue l a l i t t e  r a t u r e en tant que m a n i f e s t a t i o n d'un bes o i n d 1 e x p r e s s i o n p e r s o n n e l l e . I c i sa l i t t e r & t u f e prendra l a forme d'une r e  cherche q u i l u i permettra de dormer un sens a sa v i e . La l i t t e r a t u r e deviendra une arme contre l a contingence de l a v i e humaine; une arme qui l u i permettra de j u s t i f i e r son e x i s t e n c e . On n'exagere guere lorsque 1'on met l a l i t t e r a t u  re pour e l l e au niveau d'un i n s t i n c t : c e l u i de l a c o n s e r v a t i o n de s o i dans l e sens l e plus l a r g e . Cette e x p l o r a t i o n de l a v i e d'un e c r i v a i n nous r e v e l e l a l i t t e r a t u r e comme phenomene v i t a l , p a r t i e i n t e g r a n t e de 1 ' a c t i v i t e humaine. S i ce c o n f l i t se manifeste avec t a n t d'evidence dans sa v i e , on d o i t s'attendre a v o i r un mouvement analogue dans son oeuvre romanesque. Dans une deuxieme p a r t i e nous examinerons comment c e t t e ambigulte q u ' e l l e ressent devant l a v i e devient en quelque s o r t e l a base d'une es t h e t i q u e l i t t e r a i r e . Cette e s t h e t i q u e d o i t l u i permettre d'evoquer 5-1'aspect ambigu de toute v i e . 3a l i t t e r a t u r e va s ' e f f o r c e r de rendre 'l'epaisseur de l a v i e ' , de montrer l a complexite i n f i n i e de to u t e t r e , de toute s i t u a t i o n : d'exprimer c e t t e rencontre de maintes f o r c e s a un moment donne qui exigent une d e c i s i o n au moment meme. A p a r t i r d'une experience s i n g u l i e r e - l a sienne, e l l e va essayer d'en t i r e r une s i g n i  f i c a t i o n pour l e s a u t r e s . I I f a u t a r r i v e r a exposer l e s f a i t s de t e l l e s o r t e que nous voyions comment chaque s i t u a t i o n l i e l e s e t r e s , comment chaque e t r e se d e f i n i t v i s - a - v i s de c e t t e s i t u a t i o n et comment i l a g i t en f o n c t i o n de l a v e r i t e q u ' i l a pu formuler jusque l a . On se rendra compte des maintes faeons d i f f e r e n t e s de v o i r l a meme chose. Au l i e u de presen t e r une s i t u a t i o n c l o s e , r e g l e e , f i g e e , Simone de Beauvoir tache de nous montrer une s i t u a t i o n ouverte, d i s c u t a b l e , f l o u e , qui permet un nombre i n f i n i de s o l u t i o n s et d ' i n t e r p r e t a t i o n s . Montrer un monde ambigu, c'est ne pas a r r e t e r l a ronde i n f i n i e des c o n t e s t a t i o n s . Pour l'homme, c e t t e ambiguite cree un eta t de malaise q u i 1'oblige a r e f l e c h i r p u i s a c h o i s i r . A l a lumiere de t r o i s romans, i l s ' a g i t d'examiner ce c o n f l i t de l a v i e de Simone de Beauvoir t e l q u ' i l se pre- sente dans ses oeuvres romanesques. Cette dichotomie q u i e x i s t e dans l a v i e entre un but humanitaire et l e bes o i n d'expression p e r s o n n e l l e peut se t r a d u i r e (en dehors de l a l i t t e r a t u r e ) comme un choix de v i v r e s o i t pour a u t r u i , s o i t pour soi-meme. L'analyse des romans nous confirme dans l ' i d e e que 6. l a l i t t e r a t u r e o f f r e a-Simone de Beauvoir l a p o s s i b i l i t y d'une^ a c t i o n humanitaire. Selon sa conception de l a l i t t e r a t u r e , un roman d o i t nous f a i r e e f f e c t u e r des experiences i m a g i n a i r e s a u s s i completes que l e s experiences vecues. On a p e r c o i t que l e personnage p r i n c i p a l de ces romans a b o u t i t a une p r i s e de p o s i t i o n humanitaire. On est amene a penser que c'est c e t t e v e r i t e q u ' e l l e veut proposer a l'homme. Pour terminer c e t t e deuxieme p a r t i e une courte ana l y s e des techniques romanesques montrera que ces techniques l a genent. Cette forme ne l u i permet p l u s ."sa v r a i e e x p r e s s i o n . Le b e s o i n de s'exprimer en p l e i n e l i b e r t e 1'amene aux memoires. Dans une t r o i s i e m e p a r t i e , nous verrons l a forme de c e t t e e x p r e s s i o n p e r s o n n e l l e . En f i n de compte e l l e ne pour- r a nous montrer l a v e r i t a b l e etendue de ces c o n f l i t s , de c e t t e ambiguite dans l a v i e qu'en nous p a r l a n t directement, sans v o i l e , sans trucage, sans detournement. Ce se r a en p u b l i a n t ses memoires que Simone de Beauvoir se r e a l i s e r a pleinement. Ce s e r a en meme temps une v i c t o i r e de 1 ' i n d i v i d u a l i s m e . Le be s o i n de se r a c o n t e r gagne incontestablement sur l e s besoins de l'humanite. 7-C H A P I T R E I LE ROLE HUMANITAIRE DE LA LITTERATURE I I importe de rechercher l e s elements q u i fon t par- t i e de l a premiere tendance q u i se d e f i n i t chez Simone de Beauvoir: c e l l e ou l a l i t t e r a t u r e se propose de jouer un r o l e humanitaire. Cette premiere o r i e n t a t i o n c o n c o i t l a l i t t e  r a t u r e comme engagement s o c i a l . La" • f o n c t i o n de l a l i t t e r a t u r e e st de s e r v i r l'homme, d'etre u t i l e a l'homme. Au l i e u d'adopter 1 ' a t t i t u d e d'un Renan par exemple, qui v o i t l'homme comme une f i n en s o i , Simone de Beauvoir c r o i t que l'homme ne se j u s t i f i e que s ' i l c o n t r i b u e a e l e v e r l e n i veau i n t e l l e c t u e l et moral de l a commuhaute humaine. On q u i t t e done une l i t t e r a t u r e toute s u b j e c t i v e pour une l i t t e  r a t u r e qui es s a i e de c o n t r i b u e r au b i e n - e t r e de l'homme. Cet aspect de l a l i t t e r a t u r e suppose que ' l a l i t t e r a t u r e e st f a i t e pour l e s hommes, et non l e s hommes pour l a l i t t e r a t u r e ' , d'ou l e s o u c i constant de r e j o i n d r e l'homme et non pas de se r e f u - g i e r dans une l i t t e r a t u r e d'esthetes. Ce c h a p i t r e essayera de montrer d'abord comment, a p a r t i r d'une e t r o i t e c o l l a b o r a t i o n entre Simone de Beauvoir et sa soeur, se degage l a n o t i o n de s e r v i c e . I I montrera e n s u i t e ce q u ' e l l e entend par ' s e r v i r ' . A p a r t i r d'une ex perience vecue e l l e aura decouvert c e r t a i n e s v e r i t e s . Ce sont ces v e r i t e s q u ' e l l e veut partager avec l e s a u t r e s . En montrant aux autres l e monde t e l q u ' e l l e l e v o i t , e l l e a r r i - 8. v e r a a. temoigner pour l e s a u t r e s . Ce temoignage va contester," d e v o i l e r , i n q u i e t e r , mais en meme temps i l va evoquer l e s j o i e s et l e s malheurs d'une e x i s t e n c e . Ce t r a v a i l a pour but de f a i r e d e c o u v r i r a l'homme de no u v e l l e s v a l e u r s , de l u i montrer q u ' i l est un homme parmi l e s hommes et que l a s o l i d a r i t y q u ' i l peut t r o u v e r avec l e s autres hommes donne a l a v i e son v r a i sens. Pour Simone de Beauvoir c e t t e communion se f a i t a t r a - vers l a l i t t e r a t u r e q u i montre aux hommes ses p o s s i b i l i t e s et a r r i v e a l e s l i e r dans l e u r s l i b e r t e s . S i 1'on veut que l a l i t t e r a t u r e s o i t u t i l e a l'homme i l f a u t d'abord p a r v e n i r a une forme quelconque de communica t i o n avec l u i . I I f a u t d e c i d e r ce que 1'on veut communiquer et avec q u i on veut communiquer. S ' i l f a u t d'abord que je sache ce que je communique, i l n'est pas moins im portant pour moi de con n a i t r e avec q u i je peux, j e veux communiquer. (1) On peut a g i r de deux faeons: s o i t directement sur un nombre l i m i t e , s o i t indirectement sur un no m b r e ' i n d e f i n i . Les premieres experiences de Simone de Beauvoir sont de nature d i r e c t e et l i m i t e e . Au debut de sa v i e , Simone de Beauvoir, en a g i s s a n t sur sa soeur, va s e n t i r ce qu'est l a communication. Des l e debut se cree un echange. I I s e r a i t p e u t-etre p l u s exact de p a r l e r d'un echan ge a sens unique car c'est Simone de Beauvoir q u i domine, q u i donne, et c'est sa soeur q u i r e c o i t . Neanmoins c e t t e s i t u a  t i o n apporte a Simone de Beauvoir l e premier element dans sa recherche pour r e j o i n d r e , pour a t t e i n d r e l'homme: c e l u i de l a . communication. . . . e l l e fma soeurj me permit a u s s i de sauver ma v i e quotidienne du s i l e n c e : j e p r i s aupres d ' e l l e 1'habitude de l a communication (2) B i e n t o t on v o i t se p r e c i s e r l e sens de c e t t e communication. L o r s q u ' e l l e partage avec sa soeur ses connaissances, e l l e se sent u t i l e . E l l e p a r v i e n t a mettre au s e r v i c e d'un autre ses connaissances q u i j u s q u ' a l o r s e t a i e n t l i m i t e e s a elle-meme, q u i s ' a r r e t a i e n t avec e l l e . Ce processus, ou e l l e v o i t son e t r e se prolonger jusque chez un a u t r e , ou sa personne s e r t a transmettre des connaissances a un a u t r e , l u i r e v e l e l ' u t i l i t e d'un et r e humain. Apprenant a. ma soeur l e c t u r e , e c r i t u r e , c a l c u l , j e connus des 1'age de s i x ans l ' o r g u e i l de 1 ' e f f i c a c i t e . (...) Quand j e changeais 1 'ignorance en s a v o i r , quand j'imprimais dans un e s p r i t v i e r g e des v e r i t e s , j e c r e a i s quelque chose de r e e l . (...) Jusqu'alors j e me b o r n a i s a f a i r e f r u c t i f i e r l e s soins dont j ' e t a i s 1'ob- j e t : pour l a premiere f o i s , a mon tour j e s e r v a i s . (...) Depuis que j e t r a v a i l - l a i s serieusement, l e temps ne f u y a i t p l u s , i l s ' i n s c r i v a i t en moi: c o n f i a n t mes connaissances a une autre memoire j e l e : sauvais deux f o i s . (3) Dominante, e l l e a l l a i t former, faconner, modeler et pour a i n s i d i r e c r e e r un e t r e . E l l e se sent p r i v i l e g i e e de pouvoir mener, et par l a e c l a i r e r un a u t r e . Voyant l e progres q u ' e l l e f a i t f a i r e a sa soeur e l l e s'exprime a i n s i : . . . j e c o n n a i s s a i s l a j o i e souveraine d'a v o i r 10. change l e vid e en p l e n i t u d e ; j e ne concevais pas que 1'avenir put me proposer e n t r e p r i s e plus haute que de faconner un e t r e humain. (4) On v o i t i c i que cet echange entre deux i n d i v i d u s , ou e l l e v o i t l e r e s u l t a t immediat de son e f f o r t , l u i donne confiance et l u i confirme l a v a l e u r d'une t e l l e e n t r e p r i s e . Nous verrons p l u s t a r d comment c e t t e volonte de communication prendra l a forme de l ' e c r i t u r e . Pour 1 ' i n s t a n t i l s ' a g i t de c o n s t a t e r chez e l l e c e t t e d i s p o s i t i o n a partager ses connais- sances et l a volonte de s e r v i r a u t r u i . I I est i n t e r e s s a n t de noter maintenant comment ces d i s p o s i t i o n s vagues se transforment, se p r e c i s e n t grace a une rencontre f o r t u i t e . La premiere personne q u i 1'impressionna, une f o i s s o r t i e du c e r c l e c l o s de l a f a m i l l e , f u t Robert G a r r i c . Pour Simone de Beauvoir, Robert G a r r i c represente l e genre de personne q u i : . . . c o n s i d e r a i t que l e s gens doivent s ' e n t r a i d e r sur l e p l a n humain. (5) E l l e v o y a i t s ' i n c a r n e r en l u i une r e a l i t e " q u ' e l l e ne pressen- t a i t qu'en reve,qu»en imagination. L e f a i t de v o i r p e r s o n n i f i e r a i n s i c e t t e idee de s e r v i r l'humanite f a i t r e s u r g i r en e l l e un d e s i r l a t e n t depuis ses quinze ans: Et je n'imaginais pas qu'on put s e r v i r p l u s efficacement l'humanite qu'en l u i dispensant des l u m i e r e s , de l a beaute. (6) En l u i , e l l e v o i t comment son idee peut se r e a l i s e r . •^ e reve se transforme en r e a l i s a t i o n p o s s i b l e . Encore une f o i s l e moyen r e s t e a d e f i n i r , mais c e t t e rencontre provoque a c e t t e epoque c e t t e d e c l a r a t i o n s o l e n n e l l e : . . . " I I f a u t que ma v i e serve ! i l f a u t que dans ma v i e t o u t serve !" (7) Rappelons que l a s i t u a t i o n de Simone de Beauvoir au s e i n de sa f a m i l l e e t a i t assez equivoque et p l u t o t d i f f i c i l e . Le sentiment d'isolement q u ' e l l e r e s s e n t a i t l u i a v a i t dega f a i t penser a se mettre 'en h i s t o i r e ' . A l'age de quinze ans l e s journaux i n t i m e s l ' a t t i r e n t . A l a s u i t e de ces l e c t u r e s e l l e se rend compte que l a l i t t e r a t u r e n'est pas a u s s i e l o i  gned de l a v i e q u ' e l l e a u r a i t pu l e c r o i r e . Pour e l l e main- tenant l e s d i f f e r e n t e s formes de l a l i t t e r a t u r e : ne sont pas des ob j e t s etrangers a l a v i e mais (...) i l s l'expriment a l e u r maniere. (8) I I se p r o d u i t a l o r s une s o r t e de jumelage de sa propre h i s t o i r e avec l a vol o n t e de s e r v i r . C'est l e moment ou l ' e c r i t u r e entre dans sa v i e . I I s ' a g i t pour e l l e de se p e r f e c t i o n n e r , de s ' e n r i c h i r pour pouvoir s'exprimer dans un l i v r e q u i a i d e r a i t l e s autres a v i v r e . En e c r i v a n t une oeuvre n o u r r i e de ma propre h i s t o i r e , j e me c r e e r a i s moi-meme a neuf et j e j u s t i f i e r a i s mon e x i s t e n c e . En meme temps, j e s e r v i r a i s l'humanite: quel p l u s beau cadeau l u i f a i r e que des l i v r e s ? (9) C'est son experience vecue q u ' e l l e tente de communiquer aux au t r e s . C'est-a-dire,-qu'a t r a v e r s c e t t e experience unique, 12. e l l e va d i r e sa v e r i t e , c e l l e q u ' e l l e aura decouverte pour elle-meme et q u i ne s a u r a i t e t r e que l a sienne. La v a l e u r de c e t t e v e r i t e v i e n t du f a i t que personne d 1 a u t r e ne peut v i v r e c e t t e meme v e r i t e : a u s s i e s t - e l l e unique au monde. Je v o u l a i s communiquer ce q u ' i l y a v a i t d ' o r i g i n a l dans mon experience. (...) j ' e s s a i e r a i s de rendre s e n s i b l e une v e r i t e que j ' a v a i s personnellement eprouvee-... (10) On v e r r a par l a s u i t e que Simone de Beauvoir r e s t e r a a t t i r e e par c e t t e l i t t e r a t u r e i n t i m i s t e journaux i n t i m e s , correspondances, b i o g r a p h i e s c a r , nous d i t - e l l e , c e l a permet de ' f o r c e r des i n t i m i t e s ' . Ce genre de l i t t e r a t u r e s'approche d'aussi pres que p o s s i b l e de 1'essence de l ' e t r e humain. I I s ' a g i t de v o i r l e monde f i l t r e par une conscience humaine. De c e t t e facon seulement l a s i g n i f i c a t i o n du monde ap p a r a i t dans toute sa v e r i t e , t e l l e qu'un e t r e humain a pu l a voir, l a comprendre, l ' a p p r e c i e r . C e c i nous permet d ' a v o i r une v e r i t e unique. De l a facon l a pl u s b r u t a l e , l e l e c t e u r v o i t l e monde par l e s yeux d'un autre et i l v o i t s u r g i r une v e r i t e q u i est autre que l a sienne, mais q u i devient sienne au cours de l a l e c t u r e . I I y a en quelque s o r t e deux nouvel- l e s v e r i t e s q u i n a i s s e n t : c e l l e de 1 ' e c r i v a i n et c e l l e pro- d u i t e par l a c o n f r o n t a t i o n de c e t t e v e r i t e avec l a v e r i t e du l e c t e u r . La base r e s t e t o u j o u r s 1'element humain. En g e n e r a l , l e s journaux i n t i m e s me f a s c i n e n t , et c e l u i - c i S~.de Joan3 est assez e x t r a o r d i n a i r e , vraiment on 13. plonge dans une autre v i e , un autre systeme de r e f e r e n c e s et en un sens c'est l a plus aigue des c o n t e s t a t i o n s : pendant que j e l a l i s , c'est e l l e l e s u j e t a b s o l u , ce n'est p l u s moi. (11) Notons i c i d e j a l e sens dans l e q u e l c e t t e v e r i t e va s e r v i r l'homme. N'oublions pas que l'homme est a d e f i n i r , et l e monde dans l e q u e l i l v i t est egalement a d e f i n i r . Les pos s i b i l i t y sont ouvertes et i n f i n i e s . La p o s s i b i l i t y d'ex p l o r e r , par l a l i t t e r a t u r e , 1'experience d'un autre donne 1'occasion de se mesurer a 1'autre, et par l a de se d e f i n i r : In so f a r as men share i n common a "human c o n d i t i o n " (...) judgment may be passed on what men c o l l e c t i v e l y have made themselves. To t h i s extent each man by h i s own i n d i v i d u a l choices i s showing what he co n s i d e r s man t o be, i s h e l p i n g to d e f i n e what man w i l l have been. (12) L ' e s s e n t i e l de c e t t e communication r e s i d e dans ce que l'homme l i v r e de lui-meme aux a u t r e s . Comme nous vivons dans un monde d'hommes parmi des hommes, ce sont l e s interdependances, l e s r e l a t i o n s entre eux q u i importent. Par une connaissance p l u s i n t i m e de notre p r o c h a i n , i l y aura peut-etre moyen de rendre p l u s f a c i l e s l e s r a p p o r t s humains. Chaque homme est f a i t de tous l e s hommes et i l ne se comprend qu'a t r a v e r s eux, i l ne l e s comprend qu'a t r a v e r s ce q u ' i l s l i v r e n t d'eux et a t r a v e r s lui-meme e c l a i - re par eux. (15) Dans ce processus q u i c o n s i s t e a se l i v r e r aux hom mes a f i n que c e l a serve, on d o i t depasser l e simple besoin de 14-. se d i r e . Une l i t t e r a t u r e q u i con t r i b u e vraiment a c e t t e i n t e r - connaissance d o i t pouvoir evoquer toute une s i t u a t i o n , toute une atmosphere a f i n que l'on a i t 1'impression de v i e , de v e r i t e . . ..c'est a f i n de depasser 1'anecdote et de montrer en p l e i n e lumiere une s i  g n i f i c a t i o n nonpas a b s t r a i t e mais engagee i n d i s s o l u b l e m e n t dans 1'existence. (14) Grace a 1'unite que l ' a r t peut dormer a un r e c i t , ou. on a r r e t e l e temps, - ou on a r r i v e a. l u i donner une forme c l a i r e , on peut a r r i v e r a f a i r e v a l o i r une s i g n i f i c a t i o n . Lorsque Simone de Beauvoir montre une c u r i o s i t e ' i n e p u i s a b l e , c'est q u ' e l l e veut c o n n a i t r e l e monde de toutes l e s faeons p o s s i b l e s . E l l e veut l e c o n n a i t r e a f i n de l'exprimer. C'est en exprimant l e monde a sa facon que chaque personne a r r i v e r a a y a j o u t e r sa p a r t de v e r i t e . Par c e t t e c o n f r o n t a t i o n de v e r i t e s personnellement s e n t i e s et eprouvees nous t r a v a i l l o n s tous a f o r g e r de n o u v e l l e s v e r i t e s . I I f a u t r e c o n n a i t r e cependant que c e t t e v e r i t e que l'on aura decouverte n'est pas l a V e r i t e . E l l e n'est qu'une v e r i t e r e l a t i v e mais a ce t i t r e i l e s t permis de 1'accepter et de l ' a p p r e c i e r comme une con t r i b u t i o n v a l a b l e . Encore une f o i s , personne ne d e t i e n t toute l a v e r i t e , et ce n'est que lorsque c e l a a r r i v e que l e malheur descend sur l'homme. I I f a u t se contenter de sa propre v e r i t e r e l a t i v e , et de r e c o n n a i t r e c e t t e meme v e r i t e chez l e s a u t r e s : 15. A l o r s i l est imp o s s i b l e qu'un e c r i v a i n l a Q a r e a l i t e j r e d u i s e en un s p e c t a c l e f i x e , acheve et q u ' i l p o u r r a i t montrer dans sa t o t a l i t e . Chacun de nous n'en s a i s i t qu'un moment: une v e r i t e par- t i e l l e . Une v e r i t e p a r t i e l l e e st une m y s t i f i c a t i o n que s i e l l e se prend pour toute l a v e r i t e . Mais s i e l l e se prend pour ce q u ' e l l e e s t , eh b i e n , c'est une v e r i t e et e l l e e n r i c h i t c e l u i a qui e l l e e st communiquee. (15) Envisagee de c e t t e facon, c e t t e c o n f r o n t a t i o n de v e r i t e s cr6e une atmosphere de t o l e r a n c e q u i c o n t r i b u e r a a l a l i b e r t e q u ' e l l e cherche pour l'homme. Dans l e bouleversement des annees d'apres-guerre, a u s s i b i e n que dans notre monde changeant l'homme se cherche, et i l cherche sa pl a c e dans l e monde. S ' i l ne peut pas ac cepte r l e s v a l e u r s d ' a u t r e f o i s , ces v a l e u r s g l o b a l e s et u n i - versellement admises dans un monde s t a b l e et s u r , i l d o i t s'en tr o u v e r d'autres. Simone de Beauvoir espere, avec sa l i t t e  r a t u r e , pouvoir c o n t r i b u e r a f o u r n i r d'autres v a l e u r s en nous montrant son monde a e l l e . A l a f i n de l a Force des Choses e l l e d i t a v o i r v o u l u ' l e u r [aux l e c t e u r s ] rendre s e r v i c e en l e u r montrant l e monde t e l qu' e l l e l e v o y a i t ' , Henri P e r r o n , dans l e s Mandarins, a r r i v e a c e t t e meme c o n c l u s i o n l o r s q u ' i l e s s a i e de d e f i n i r l a l i t t e r a t u r e . Mais l e sens qu'on donne a sa v i e , c'est une autre a f f a i r e . Impossible de s'en e x p l i q u e r en quatre phrases: i l f audra amener Lambert a v o i r l e monde avec mes yeux". (...) C est a Qa que Qa s e r t l a l i t t e r a t u r e : jmpntrer aux autres l e monde comme on l e v o i t . . . ( 1 6 ) 16. Des que 1 1 e c r i v a i n nous donne c e t t e v i s i o n unique du monde, i l d e f i n i t en meme temps sa place dans l e monde, l e s rap p o r t s q u i e x i s t e n t entre l u i et l e monde. La v i e i n t e r i e u r e d'un homme n'est autre chose que son apprehension du monde. Et c e t t e u n i t e du monde que nous exprimons et cependant c e t t e s i n g u  l a r i t y , c e t t e d e t o t a l i s a t i o n des p o i n t s de vue que nous prenons sur l u i , ou. p l u t o t - car l e mot po i n t de vue est un peu i d e a l i s t e - des s i t u a t i o n s ou nous nous trouvons par rapport a. l u i , c' est precisement ce qui d e f i n i t ce q u ' i l y a de plus e s s e n t i e l dans l a c o n d i t i o n hu- maine et dans l e rapp o r t de l'homme au monde.(17) Pour Simone de Beauvoir l a l i t t e r a t u r e n'a de sens que s i e l l e entend une v o i x s i n g u l i e r e . Cette v o i x s i n g u l i e r e d i r a sa v e r i t e et pour e l l e , d i r e l a v e r i t e est synonyme de co n t e s t e r . Le regard que l'on j e t t e sur l e monde e s t un regard q u i met en ques t i o n l a chose e x i s t a n t e . Comment l ' e - c r i v a i n p e u t - i l f a i r e v a l o i r sa v e r i t e ? Le grand i m p e r a t i f de 1 ' e c r i v a i n est de d e v o i l e r . On d e v o i l e pour l e s autres ce que l'on a d e v o i l e pour s o i - meme. Selon l a d e f i n i t i o n de S a r t r e r e p r i s e par Simone de Beauvoir 1'action de d e v o i l e r est l a su i v a n t e : " L ' e c r i v a i n engage s a i t que l a pa r o l e est a c t i o n : i l s a i t que d e v o i l e r c'est changer et qu'on ne peut d e v o i l e r qu'en p r o j e t a n t de changer." (18) I I f a u t que 1 ' e c r i v a i n a r r i v e a poser l e s questions de t e l l e s o r t e que l e l e c t e u r s o i t p r i s au p o i n t de v o u l o i r changer 17. l e s choses. L 1 e c r i v a i n engage est c e l u i q u i se met tout e n t i e r dans son t r a v a i l . I I n'y a pas de s e p a r a t i o n , de d i s t a n c e entre ses idees et ses a c t i o n s ; autrement d i t c'est l e genre d ' e c r i v a i n q u i se met tout e n t i e r dans son oeuvre. Pour mieux comprendre ce q u ' e l l e entend par un 'auteur e n t i e r ' nous pourrons comparer c e t t e n o t i o n avec l e s reproches q u ' e l l e f a i t a A. R o b b e - G r i l l e t et a N. Sa r r a u t e . E l l e l e s accuse de d i s s o c i e r l'homme de 1'oeuvre. Simone de Beauvoir ne peut co n c e v o i r c e t t e 'double v i e ' . Pour e l l e 1'oeuvre est l'homme et v i c e v e r s a . La consequence, c'est qu'en eux [ R o b b e - G r i l l e t et N. Sarraute] l'homme se d i s s o c i e de 1'auteur; i l s v o t e n t ; i l s signent des ma- n i f e s t e s , i l s prennent p a r t i : en ge n e r a l contre 1 ' e x p l o i t a t i o n , l e s p r i v i l e g e s , 1 ' i n j u s t i c e . P u i s i l s r e n t r e n t dans 1'antique t o u r d ' i v o i r e . "Quand j e m'assieds a mon bureau, a d i t a Moscou N a t h a l i e S a r r a u t e , j e l a i s s e a. l a porte l a p o l i t i q u e , l e s evenements, l e monde: j e deviens une autre personne." Comment dans cet acte l e plus impor ta n t pour un e c r i v a i n , e c r i r e , peut-on ne pas se mettre t o u t e n t i e r ? Cette m u t i l a t i o n de l ' e c r i t u r e et de s o i - meme, ce recours aux fantasmes de l ' a b s o l u , temoignent d'un d e f a i t i s m e j u s t i f i e par"nos decheances. (19) Selon e l l e , 1 ' e c r i v a i n d o i t d i r e , avec toute l a s i n c e r i t e et l a j u s t e s s e dont i l e s t capable, l e monde t e l q u ' i l e s t . Pour ce q u i est de l a s i n c e r i t e , Simone de Beauvoir c i t e Simone W e i l q u i : 18. . . . r e c l a m a i t qu'on t r a d u i s i t devant l e s t r i b i m a u x l e s auteurs qui mentent au p u b l i c ; e l l e e s t i m a i t a j u s t e t i t r e qu'une m y s t i f i c a t i o n i n t e l l e c t u e l l e est chose a u s s i grave que l a f a l s i f i c a t i o n d'un remede ou l a malfacon d'un p o i n t . (20) C'est parce que Simone de Beauvoir e s t une i n t e l l e c  t u e l l e q u ' e l l e accorde du p r i x aux mots et a l a v e r i t e . E l l e s a i t que l e s gens ont un respect e x c e s s i f a l' e g a r d de ce qui est imprime, a l o r s e l l e t i e n t t o u t e c r i v a i n pour responsable de ses a c t e s . Le r o l e de 1 ' e c r i v a i n , s e l o n Simone de Beauvoir, en tenant compte de c e t t e s i n c e r i t e absolue, c'e s t : ...de l u i JQe p u b l i c a v e r t i ) d e v o i l e r l e monde dans son ambigulte, c'est de c r i - t i q u e r et de con t e s t e r . . . ( 2 1 ) D e v o i l e r done, c'est a u s s i montrer 1'ambigulte t e l l e q u ' e l l e se manifeste dans l e monde. I I y a t o u j o u r s l a volonte de mettre l'homme devant sa l i b e r t e en l u i montrant l e s nom- breuses p o s s i b i l i t e s q u i l u i sont ouvertes. En a r r i v a n t au monde, nous echouons dans une s o c i e t e q u i , s e l o n sa s t r u c t u r e i n t e r n e propose c e r t a i n s b u t s , v a l o r i s e c e r t a i n s p r i n c i p e s . C'est en montrant 1 ' a r b i t r a i r e , s o i e n t des i n s t i t u t i o n s , des buts ou des v a l e u r s que Simone de Beauvoir cherche a f a i  re r e c o n n a i t r e , f a i r e comprendre que l'homme est l i b r e a l ' i n t e r i e u r , au s e i n de c e t t e s t r u c t u r e . I I est su r t o u t l i b r e de repenser c e t t e s o c i e t e et i l l e d o i t c a r une chose n'a pas de v a l e u r t a n t qu'on ne l ' a pas conquise soi-meme. Une r e - e v a l u a t i o n , meme s i on d e v a i t a r r i v e r aux memes con c l u s i o n s que c e l l e s de l a s o c i e t e e x i s t a n t e , d o i t se f a i r e . 19. , L ' e s p r i t de s e r i e u x considere l a sante, l a r i c h e s s e , 1 ' i n s t r u c t i o n , l e c o n f o r t , comme des biens i n d i s c u t a b l e s dont l a cote est i n s c r i t e au c i e l ; mais i l est dupe d'une i l l u s i o n ; i l n ' e x i s t e pas sans moi de v a l e u r s toutes f a i t e s et dont l a h i e r a r c h i e s ' i m p o s e a mes d e c i s i o n s . (22) Lbrsque l'homme est confronte avec sa l i b e r t e , on l u i f a i t s a v o i r q u ' i l j a moyen d'ameliorer sa s i t u a t i o n . Dans c e t t e c o n f r o n t a t i o n , p l u t d t dans cet e v e i l de l a conscience, Simone de Beauvoir v o i t un des r S l e s p r i n c i p a u x de l a l i t t e r a t u r e . J ' a i d e j a d i t quel est pour moi un des r o l e s e s s e n t i e l s de l a l i t t e r a t u r e : m a n i f e s t e r des v e r i t e s ambigues, separees, c o n t r a d i c t o i r e s . . . ( 2 3 ) A f i n que ce processus se r e a l i s e , i l f a u t que l'hom me a r r i v e a se v o i r , a s'imaginer dans l a s i t u a t i o n d e c r i t e . I I f a u t done que l e l e c t e u r a i t 1'impression d'§tre devant des problemes p e r t i n e n t s . Dans l e s Mandarins, l e s deux e c r i v a i n s touchent a ce probleme. Leurs co n c l u s i o n s nous f o n t compren- dre ce que Simone de Beauvoir propose comme i d e a l a v i s e r . H enri P e r r o n , q u i r e f l e c h i t l a - d e s s u s , a r r i v e a l a c o n c l u s i o n s u i v a n t e : Pourquoi ne pas entreprendre un roman date, s i t u e , qui s i g n i f i e r a i t quelque chose? Raconter une h i s t o i r e d'auoourd'hui ou l e s l e c t e u r s r e t r o u - v e r a i e n t l e u r s s o u c i s , l e u r s problemes. Non pas demontrer, n i e x h o r t e r , mais temoigner. (24) Quant aux l i v r e s de Robert D u b r e u i l h , c'est Anne> 20. sa femme, qui nous f a i t p a r t de l e u r f o r c e en t a n t que l i t t e r a t u r e q u i e n t r a i n e , qui engage l e l e c t e u r . D u b r e u i l h donnait 1 ' i m p r e s s i o n d ' e c r i r e capricieusement, pour son s e u l p l a i s i r , des choses tout a f a i t g r a t u i t e s ; et pou r t a n t , l e l i v r e ferme, on se r e t r o u - v a i t bouleverse de c o l e r e , de degotit, de r e v o l t e , on v o u l a i t que l e s choses chan&ent. (25) P a r l e r du monde dans son ambigulte, c'est p a r l e r d'un monde p l u s v r a i ou l'homme s e r a p l u s c o n s c i e n t de sa l i b e r t e . Simone de Beauvoir ne veut pas une decalque de l a r e a l i t e , mais e l l e s o u h a i t e r a i t que 1 ' e c r i v a i n r e s t e pres de l a v e r i t e de l a v r a i e v i e ; i l ne f a u t n i s ' e x a l t e r dans un optimisme t r o p s o u r i a n t n i se j e t e r dans un pessimisme sans e s p o i r . La v i e est f a i t e de tout c e l a . C'est c e t t e c o n t r a  d i c t i o n , ce c o n t r a s t e , ce balancement q u ' i l f a u t essayer de prese n t e r dans l a l i t t e r a t u r e . L ' e c r i v a i n ne d o i t pas promettre des lendemains q u i chantent mais, en peignant l e monde t e l q u ' i l e s t , s u s c i t e r l a vo l o n t e de l e changer. Plu s l e t a b l e a u q u ' i l en propose est convaincant, mieux i l a t t e i n t ce but: 1'oeuvre l a pl u s sombre n'est pas p e s s i m i s t e des q u ' e l l e f a i t appel a des l i b e r t e s , en faveur de l a l i b e r t e . (26) Du moment que l e monde n'est p l u s f i g e , l e s moyens d' a g i r o f f e r t s a l'homme ne sont plus f i g e s non p l u s . Par o p p o s i t i o n a l ' a b s o l u ou i l n'y a qu'une v o i e unique a s u i v r e , e l l e propose l'ambigu. Montrer 1'ambigulte de notre s i t u a  t i o n dans l e monde, c'est montrer a l'homme sa l i b e r t e c ar 21. •c'est l u i montrer d i f f e r e n t e s faeons d ' a g i r , d i f f e r e n t e s s o l u  t i o n s p o s s i b l e s a l a meme s i t u a t i o n , d i f f e r e n t e s facons d'en- v i s a g e r l a meme s i t u a t i o n . I I d o i t se rendre compte de l a complexity des s i t u a t i o n s mais egalement de l a f l e x i b i l i t y q u i s'y tro u v e . Cette l i b e r t e n'est jamais a c q u i s e , conquise une f o i s pour t o u t e s . E l l e d o i t se co n q u e r i r sans ces.se. I I fa u t une t e n s i o n , un e f f o r t constant vers une n o u v e l l e l i b e r t e , et une n o u v e l l e v e r i t e . . . . l e moi n'est pas; j ' e x i s t e comme s u j e t authentique, dans un j a i l l i s s e m e n t sans cesse renouvele qui s'oppose a l a r e a - l i t e f i g e e des choses; je me j e t t e sans secours, sans guide, dans un monde ou je ne s u i s pas d'avance i n s t a l l e a m'at- tendre: j e s u i s l i b r e , mes p r o j e t s ne sont pas d e f i n i s par des i n t e r e t s p re- e x i s t a n t s ; i l s posent eux-memes l e u r s f i n s . (27) D e v o i l e r , e ' e t a i t montrer a l'homme que l a l i b e r t e e x i s t e ; c'est a u s s i l u i montrer 1'existence du malheur. La l i t t e r a t u r e ne d o i t pas f a u s s e r l a r e a l i t e en cachant c e t t e p a r t i e i n t e g r a l e de l a v i e humaine. Ce s e r a i t f a u s s e r l a v e r i t e . S i l e malheur e x i s t e , i l se peut qu'en p a r l a n t de ces d i f f e r e n t s malheurs q u i a r r i v e n t a l'homme, on puis s e l e s empecher de r e - e x i s t e r dans l e monde. L ' e c r i v a i n q u i a ete temoin du malheur se d o i t de l e d i r e . Par l e f a i t de d e v o i l e r , on rend l'homme pl u s a v e r t i , done mieux prepare a f a i r e face aux malheurs eventuels s i t o u t e f o i s i l s doivent r e n a i t r e . 22. . . . i l y a eu l a guerre, l a p e s t e , l e scandale, l a t r a h i s o n , (...) t o u t ce que nous pouvons f a i r e , c'est d'empecher l e u r h i s t o i r e de retomber dans l a n u i t i n d i s t i n c t e de l ' e t r e , c'est de l a d e v o i l e r , de l ' i n t e g r e r au patrimoine humain...(28) S ' i l f a u t a v e r t i r l'homme du malheur q u i l u i v i e n t de 1 ' h i s t o i r e , i l f a u t a u s s i l u i p a r l e r des malheurs q u i t o u - chent chaque homme sans e x c e p t i o n . En partageant avec d'autres ce cote n e g a t i f de l a v i e , ou chacun se montre a 1'autre dans sa f a i b l e s s e , dans sa v u l n e r a b i l i t y et non seulement dans sa f o r c e et son courage, l'homme apprendra que nous sommes tous des hommes. I I f a u t montrer a l'homme ce q u ' i l y a d'humain dans l'homme. L'e t r e humain se t r o u v e r a moins s e u l , moins separe s ' i l a r r i v e a c e t t e i n t i m i t e avec a u t r u i . Nous avons besoin de j s a v o i r et d'eprouver que ces experiences [ l ' a n g o i s s e , l a mort, l a s o l i t u d e ] sont a u s s i c e l l e s de tous l e s autres hommes (...) I I f a u t p a r l e r de 1'echec, du scandale, de l a mort, non pas pour desesperer l e s l e c t e u r s , mais au c o n t r a i r e pour essayer de l e s sauver du d e s e s p o i r . (29) Le malheur, comme l a l i b e r t e , que l a l i t t e r a t u r e d o i t f a i r e s e n t i r a l'homme, est un exemple de ces v e r i t e s p a r t i e l i e s dont p a r l a i t p l u s haut Simone de Beauvoir. A f i n de completer l e t a b l e a u i l r e s t e a l u i p a r l e r de ses r a i s o n s d ' e x i s t e r . I I y a a u s s i du bonheur, des j o i e s dans l a v i e . La v i e , avec toutes ses m e r v e i l l e u s e s p o s s i b i l i t e s est l a et 1 ' e c r i v a i n e st s o l l i c i t e de l a ma n i f e s t e r . 23. ...moi-, i l m'etait e n j o i n t de p r e t e r ma conscience a l a m u l t i p l e splendeur de l a v i e et 0 e devais e c r i r e a f i n de l ' a r r a c h e r au temps et au neant. ( 3 0 ) Notons l a t r a n s p o s i t i o n romanesque de c e t t e i d e e . Les deux e c r i v a i n s dans l e s Mandarins sont s o l l i c i t e s , par une t i e r c e personne, de p a r l e r de ce cote p o s i t i f de l a v i e . I I y a d'abord Lambert q u i encourage Hen r i Perron a p a r l e r de c e t t e beaute q u i e x i s t e dans l e monde. Lambert es t un jeune homme qui s o r t quelque peu desempare de l'epreuve de l a deuxieme guerre mondiale. I I cherche a s'accrocher a des p r i n c i p e s nouveaux, a se r e f a i r e un monde s t a b l e . I I espere t r o u v e r dans l a l i t t e r a t u r e des v a l e u r s q u ' i l pourra adopter comme siennes. C'est Lambert qui p a r l e a Henri Perron en l u i d i s a n t : "Mais t u t i e n s a des choses, t u c r o i s a des v a l e u r s . A l o r s t u devais nous montrer ce q u ' i l y a d'aimable sur c e t t e t e r r e . Et a u s s i l a rendre un peu p l u s h a b i t a b l e en e c r i v a n t de beaux l i v r e s . I I me semble que c'est 5 a l e r o l e de l a l i t t e r a t u r e . " ( 3 1 ) Le deuxieme exemple est une r e f l e x i o n d'Anne a propos des l i v r e s de son ma r i , Robert D u b r e u i l h . E l l e veut q u ' i l c o n t i  nue a e c r i r e c a r , nous d i t - e l l e : Je s a i s par moi-meme ce q u ' i l apporte a ses l e c t e u r s . Entre sa pensee p o l i  t i q u e et ses emotions p o e t i q u e s , i l n'y a pas de d i s t a n c e . C'est parce q u ' i l aime t a n t l a v i e q u ' i l veut que tous l e s hommes en a i e n t largement l e u r p a r t ; et ^ p a r c e ^ u ' i l aime l e s hommes, to u t ce qui ap p a r t i e n t a l e u r v i e l e passionne. ( 3 2 ) I I est e s s e n t i e l qu'a t r a v e r s son a r t 1 ' e c r i v a i n 24. •en temoignant f a s s e s e n t i r un enthousiasme qui se t r a d u i s e en un e l a n vers l ' a v e n i r . C'est parcejque l a l i t t e r a t u r e , t e l l e que 1'envisage Simone de Beauvoir, n'est n i f a b r i c a t i o n n i mensonge que l ' a r t p a r v i e n d r a a 'decouvrir aux hommes 1'exis tence comme r a i s o n d ' e x i s t e r ' . Le r o l e de l ' a r t est encore de perpetuer ces moments pre c i e u x de l a v i e . Lorsque nous pouvons contempler globalement une h i s t o i r e , grace a 1'unite que l'oeuvre d'art confere a ces aspects separes de l a v i e , un© v r a i e s i g n i f i c a t i o n nous est r e v e l e e : Un des r o l e s de l ' a r t , c'est de f i x e r d'une maniere plus durable c e t t e a f f i r m a t i o n passionnee de 1'existence: (...) En racontant une h i s t o i r e , en l a rep r e s e n t a n t , on l a f a i t e x i s t e r dans sa s i n g u l a r i t y avec son commencement, sa f i n , sa g l o i r e et sa honte. E t c'est a i n s i en v e r i t e q u ' i l f a u t l a v i v r e . Dans l a f e t e , dans l ' a r t , l e s hommes expriment l e u r be s o i n de se s e n t i r e x i s t e r absolument. (33) S i l ' o n c r o i t a l a v i e avec une t e l l e p a s s i o n , on v o u d r a i t non seulement l a r e p r e s e n t e r comme t e l l e aux autres mais on v o u d r a i t pouvoir l a rendre sous une forme m e i l l e u r e pour a u t r u i . O f f r a n t a i n s i aux hommes l a p o s s i b i l i t y de 1'experience d'un a u t r e , Simone de Beauvoir, en t a n t q u ' e c r i  v a i n , espere par une forme de l a l i t t e r a t u r e l e u r f a i r e e v i t e r l e s e c u e i l s , l e s a v e r t i r des pieges qui l e s attendent au cours d'une v i e . Simone de Beauvoir souhaite sans doute f a i r e eprouver a ses l e c t e u r s a t r a v e r s ses propres l i v r e s ce q u ' e l l e a trouve elle-meme dans d'autres l i v r e s . Se trouvant 25. en dehors des chemins,battus, cherchant en tatonnant une nou v e l l e v o i e , e l l e s'est r e f u g i e e dans l e s l i v r e s . Les l i v r e s que j ' a i m a i s devinrent une B i b l e ou. j e p u i s a i s des g o n s e i l s et des secours...(34) Les l i v r e s l u i permettaient de p a r t i c i p e r a une so r t e de com munion s p i r i t u e l l e avec l e monde. E l l e se t r o u v a i t parmi des hommes q u i exprimaient ses i n q u i e t u d e s , ses a s p i r a t i o n s , ses r e v o l t e s . E l l e r e t r o u v a i t ses pensees mises en mots, formu- l e e s et e l l e s e n t a i t n a i t r e une union d'ame avec ceux q u i savai e n t s'exprimer. C'est done 1'importance des l i v r e s des autres sur son propre developpement qui f a i t que Simone de Beauvoir l e u r accorde une t e l l e p l ace de p r i o r i t e . Le temoignage q u ' e l l e t r o u v a i t dans ses l i v r e s l ' a i d a i t a se former. I I est v r a i que nos n o t i o n s , nos idees sur l a v i e doivent a v o i r un p o i n t de depart c o n c r e t . S i Simone de Beauvoir ne t r o u v a i t p l u s de reponses v a l a b l e s dans l e cadre f a m i l i a l - , r e l i g i e u x ou s o c i a l qui l ' e n t o u r a i t ; ., i l f a l l a i t q u ' e l l e a i t recours au monde des i d e e s . E l l e se c o n f i e r a a l o r s aux temoignages des hommes hors de son u n i v e r s c l o s . C. Chonez, dans La Table Ronde, en constatant 1 ' a p p a r i t i o n de t a n t d'oeuvres de temoignage au vingtieme s i e c l e , propose 1 ' e x p l i c a t i o n s u i v a n t e : Nos n o t i o n s sur l a v i e et 1'humain sont devenues s i confuses que chacun cherche a. l e s e c l a i r e r par l a c o n f i  dence des autres.(35) Simone de Beauvoir s'exprime a i n s i dans ses Memoires: tk 26. "Etrange c e r t i t u d e que c e t t e r i c h e s s e que je' sens en moi se r a recue, que je d i r a i des mots qui seront entendus, que c e t t e v i e sera une source ou. d'autres p u i s e r o n t . . . ( 3 6 ) A i n s i l a l i t t e r a t u r e q u i f a i t p artager l e s experiences vecues, q u i p a r l e des j o i e s , des malheurs, des f a i b l e s s e s et des f o r c e s , et s u r t o u t q u i p a r l e au l e c t e u r d'homme a homme joue un r o l e humanitaire par e x c e l l e n c e en f a i s a n t v a l o i r ce qui est e s s e n t i e l l e m e n t humain dans l'homme. La l i t t e r a t u r e qu'envisage Simone de Beauvoir, c'est une l i t t e r a t u r e q u i s o i t integralement l i e e a l a v i e de tous l e s j o u r s , q u i s o i t ouverte aux problemes humains, qui s o i t d ' a c t u a l i t e . S i l a l i t t e r a t u r e d o i t s e r v i r l'homme, e l l e d o i t e t r e une l i t t e r a t u r e q u i transmet des experiences vecues a 1'humanite. Ayant constate l a l i t t e r a t u r e comme devoilement en t a n t que vol o n t e de changer l e monde, en t a n t que moyen de f a i r e v a l o i r l e s r a i s o n s d ' e x i s t e r , i l faudra maintenant con- s i d e r e r l e devoilement comme l e d e s i r d ' e c l a i r e r l e s e t r e s . Le m e i l l e u r exemple de ce genre de t r a v a i l est sans doute Le Deuxieme Sexe. Avec c e t t e oeuvre, e l l e semble a v o i r r e u s s i a e c l a i r e r c e r t a i n e s femmes. Du moins a i - j e aide mes contemporaines a. prendre conscience d'elles-memes et de l e u r s i t u a t i o n . ( 3 7 ) En meme temps, e l l e a r e u s s i a en i n q u i e t e r d'autres. Les confron tant avec une autre v e r i t e , e l l e r e u s s i t a t r o u b l e r l e s croyances absolues et souvent creuses, pour y i n t r o d u i r e de 2 7 . -1'ambigulte ou l a p l u r a l i t e des v e r i t e s a d m i s s i b l e s . Be.aucoup d'entre e l l e s , c e r t e s , ont desapprouve mon l i v r e : je l e s de- r a n g e a i s , j e l e s c o n t e s t a i s , je l e s e x a s p e r a i s , ou j e l e s e f f r a y a i s . (38) Malgre t o u t , e l l e p r e f e r e repandre l a lumiere au l i e u de l a i s s e r regner l a n u i t . La connaissance est t o u j o u r s p r e f e  r a b l e a 1'ignorance. La l u c i d i t e ne f a i t pas l e bonheur, mais e l l e l e f a v o r i s e et e l l e donne du courage. (39) S i nous voulons un j o u r p a r v e n i r a une entente dans l e monde, i l f a u dra combattre par l a l i t t e r a t u r e t o u t ce q u i cherche a separer l e s §tres l e s uns des a u t r e s . La r e l i g i o n , l e s c l a s s e s s o c i a l e s , l e s races et l a tendance a l ' a u t o m a t i - s a t i o n sont des elements dans notre s o c i e t e q u i d i v i s e n t , q u i i s o l e n t l e s e t r e s . Ce q u ' e l l e cherche en somme c'est une re v o l u t i o n . m o r a l e q u i i r a de p a i r avec l a r e v o l u t i o n technique. Toute son oeuvre tend a r e d u i r e l e s d i s t a n c e s qui separent l e s hommes, a f a i r e d i s p a r a i t r e l e s b a r r i e r e s q u i se dressent entre eux. La tache de l a l i t t e r a t u r e est t r a c e e : E l l e d o i t nous rendre t r a n s p a r e n t s l e s uns aux autres dans ce que nous avons de p l u s opaque. (40) En d e v o i l a n t l e monde, en se d e v o i l a n t , on cherche t o u j o u r s a r e j o i n d r e l e s a u t r e s . C'est proclamer l a s o l i d a r i t e q u i d e v r a i t e x i s t e r entre l e s hommes; c e l l e q u i e x i s t e r a i t s i on v o u l a i t en f a i r e 1 ' e f f o r t . 28. Pareejque Simone de Beauvoir a decouvert 1'existence d'un monde totalement d i f f e r e n t du monde qu'on l u i a r e p r e  s e n t s , parce[que l a decouverte de ce monde i n a t t e n d u a provoque chez e l l e un choc b o u l e v e r s a n t , e l l e a pour m i s s i o n de l e d i r e a f i n de p r e v e n i r ce meme choc chez l e s a u t r e s . C'est finalement a c e c i qu'aboutit son e f f o r t de devoilement. Sa facon de s e r v i r l'humanite c'est de montrer l e mensonge que cache c e t t e fausse image du monde qu'on l u i a donnee au depart. En p a r l a n t a F r a n c i s Jeanson en 1966 e l l e d i t : Quand on a s e i z e ans, qu'on est dans un m i l i e u bourgeois, qu'on accede a l a c u l t u r e j i l est d i f f i c i l e de ne pas c r o i r e a une c e r t a i n e image du monde et de l a v i e : a ce moment c'est v r a i qu'on vous promet quelque chose. Mes pa r e n t s , mes pr o f e s s e u r s et tous l e s l i v r e s que j e l i s a i s m'avaient beaucoup promis. (41) Au l i e u de d e c o u v r i r un monde beau, e l l e decouvre l a s o u f f r a n e e , 1'oppression, l a f a i m . La s t u p e f a c t i o n en face du mensonge, l ' h o r r e u r d ' a v o i r pu y c r o i r e , f a i t s u r g i r chez e l l e l a r e s o l u t i o n de demasquer ce monde, et de f a i r e s e n t i r aux autres l e s dangers q u i l e s attendent, q u i l e s gu e t t e n t . La a u s s i j ' a i ete f l o u e e en somme par l a c u l t u r e bourgeoise, et c'est pour ca que j e ne veux pas c o n t r i b u e r a f l o u e r l e s a u t r e s , et que j e d i s que je l ' a i ete .pour que l e s autres ne l e s o i e n t pas. (42) Le malentendu v i e n t du f a i t que Simone de Beauvoir c r o y a i t que l e s v a l e u r s que l'on l u i a v a i t enseignees pouvaient 29. s ' a p p l i q u e r universe11ement. Or, i l se trouve que ces v a l e u r s e t a i e n t v r a i e s pour une p e t i t e m i n o r i t e , pour une e l i t e . I I n'y a v a i t pas de moyen de r e c o n c i l i e r l e s deux. E l l e se sent d'abord t i r a i l l e e ; e n s u i t e e l l e r e f u s e categoriquement ces v a l e u r s . J~'etais tombee dans un traquenard; l a b o u r g e o i s i e m'avait persuadee que ses i n t e r e t s se confondaient avec ceux de l'humanite; je c r o y a i s pouvoir a t t e i n d r e en accord avec e l l e des v e r i t e s v a l a b l e s pour tous: des que je m'en approchais, e l l e se d r e s s a i t contre moi. Je me s e n t a i s " a h u r i e , d e s o r i e n t e e , douloureusement". Qui m'avait m y s t i f i e e ? pourquoi? comment? En t o u t cas, j ' e t a i s v i c t i m e d'une i n j u s t i c e et peu a peu ma rancune se tourna en r e v o l t e . ( 4 3 ) Le t r a i t e m e n t romanesque de ce meme probleme rend encore p l u s net l e sentiment d ' i n d i g n a t i o n devant un monde tout a f a i t d i f f e r e n t du monde auquel on s ' a t t e n d a i t . C'est Lewis Brogan, dans l e s Mandarins, q u i nous f a i t p a r t de ce desenchantement en face de l a ' v r a i e ' v i e . Ce decalage entre l a pu r e t e , 1'innocence, l ' a b s o l u qui nous est presente pendant nos annees de fo r m a t i o n , et l a t r a h i s o n de ces e l e  ments dans l e monde a d u l t e met serieusement en doute c e t t e meme c u l t u r e , c e t t e meme c i v i l i s a t i o n . A v i n g t ans, j ' a i compris que tout l e monde'~jnentait et ca m'a mis dans une grande c o l e r e ; je c r o i s que c'est pour Qa que j ' a i commence a e c r i r e et que j e continue. ( 4 4 ) Simone de Beauvoir c r o i t fermement a l a 3 0 . communication, et parce q u ' e l l e y c r o i t , e l l e n'a cesse de l e m a n i f e s t e r . La communication pour e l l e d o i t e t r e entendue dans un sens t r e s l a r g e . Je ne s u i s pas de ceux q u i c r o i e n t q u ' i l n'y a pas dans l a v i e quotidienne meme, une communication. Je pense que nous communiquons quand nous agissons ensemble en vue de c e r t a i n e s f i n s ou quand nous p a r l o n s . (45) A f i n de se t e n i r pres d'une r e a l i t e v i v a n t e , q ui e s t l a p a r o l e , e l l e cherche dans ses romans a i m i t e r l e t o n , l e rytnme, du langage p a r l e avec ses r e p e t i t i o n s , ses f u t i l i t e s et ses r e d i t e s . Par l ' e m p l o i d'un langage p a r l e , l 'emploi constant du d i a l o g u e , on se retrouve dans un monde'verbal* de tous l e s j o u r s . En se servant de mots, de phrases qui f o n t p a r t i e de notre u n i v e r s f a m i l i e r , l e l e c t e u r d o i t a v o i r 1'impression d'etre en face de l a v i e elle-meme. Pas d'hermetisme chez e l l e , car e l l e ne cherche pas a cacher mais au c o n t r a i r e e l l e espere r e v e l e r . J ' a i f a i t expres de me t e n i r proche du langage p a r l e . (...) mon roman se p r o p o s a i t d'evoquer 1'existence dans son j a i l l i s s e m e n t et j ' a i souhaite que mes phrases s'accordent a ce mouvement.(46) I I r e s t e a s a v o i r comment ce t r a n s f e r t se f a i t , c ' e s t - a - d i r e de q u e l l e maniere 1'experience d'un autre peut devenir n o tre propre experience, et a i n s i e t r e mise a notre d i s p o s i t i o n a f i n que nous en p r o f i t i o n s . C'est uniquement lorsque c e t t e experience se transforme•en recherche q u ' e l l e 31. •peut nous e t r e u t i l e . C'est dans c e t t e optique que l ' a r t , au - l i e u de dormer une r e c o n s t r u c t i o n i n t e l l e c t u e l l e d'une expe r i e n c e , d o i t l a presenter t e l l e q u ' e l l e s'est presentee a 1'auteur avant toute e l u c i d a t i o n . Le deroulement de l a de- couverte se presente au l e c t e u r comme i l s'est presente a 1'auteur. Le l e c t e u r pourra a l o r s : . . . e f f e c t u e r des experiences i m a g i n a i r e s a u s s i completes, a u s s i i n q u i e t a n t e s que l e s experiences vecues. Le l e c t e u r s ' i n t e r r o g e , i l doute, i l prend p a r t i et c e t t e e l a b o r a t i o n h e s i t a n t e de sa pensee l u i e s t un enrichissement...(47) I I f a u t que l e l e c t e u r s o i t e n t r a i n e dans une quete avant que l a communication s o i t e n t i e r e . La p o s s i b i l i t e de f a i r e perpetuer par l ' a r t l e s moments fuyants de l a v i e va permettre justement de communiquer 1'incommunicable. S i l a l i t t e r a t u r e peut s a i s i r ces moments s i n g u l i e r s , l e s f i x e r , e l l e devient un l i e u p r i v i l e g i e . E l l e d evient dans un sens un p o i n t c e n t r a l autour duquel se r a l - l i e n t l e s e s p r i t s q u i auront p a r t i c i p e a c e t t e l i t t e r a t u r e . E l l e s e r a une facon de l i e r l e s e t r e s . Lorsque l'un d'entre eux p a r l e au nom de tou s , l o r s q u ' i l exprime avec des mots des experiences s i n g u l i e r e s comme l a mort, l a s o l i t u d e , l e gout de l a v i e , i l p a r v i e n t en l e s exprimant a l e u r r e s t i t u e r l e u r c a r a c t e r e u n i v e r s e l du moment que chaque homme re c o n n a i t l e s sentiments de 1 ' e c r i v a i n comme s i e n s . La premiere v o l o n t e de partager ses connaissances avec sa soeur n'a f a i t que se prolonger t o u t au long de l a 32. v i e de Simone de Beauvoir. S i e l l e a t a n t v o u l u communiquer avec l'homme, c'est q u ' e l l e y v o y a i t sa m i s s i o n . Desenchantee avec son monde a e l l e , e l l e a conquis sa l i b e r t e . S i e l l e e st s o r t i e d'un monde dogmatique q u i 1 ' e t o u f f a i t pour mettre en s u i t e sa f o i dans un monde d'ambi g u l t e , c'est q u ' e l l e t r o u v a i t que c e l a c o r r e s p o n d a i t p l u s a l a r e a l i t e . Cette v e r i t e , q u i l u i a donne une l i b e r t e , i n c a r n a i t une n o u v e l l e image de l'homme et du monde. A f i n de f a i r e p r o f i t e r l'humanite e l l e va partager sa decouverte. Le r o l e q u ' e l l e donne a. sa l i t t e r a t u r e , c'est de p r e s e n t e r a a u t r u i c e t t e experience q u ' e l l e a vecue en essayant de l u i f a i r e s e n t i r l e s r a i s o n s qui l ' o n t amenee -<jus- tement a b r i s e r l e s v i e u x cadres q u i proposaient des v e r i t e s f i g e e s . E l l e deplore surtout l'abime q u i separe l e s e t r e s . Comment e t a b l i r une v r a i e communication avec eux, entre eux. E l l e pense a v o i r trouve l e moyen en l e u r p a r l a n t tout simple ment de sa v i e ; s o i t transposee dans l e s romans, s o i t a v o i x d i r e c t e dans ses memoires. S i l a m y s t i f i c a t i o n , l e s facades, l e mensonge sont demasques, un homme pl u s v r a i a p p a r a i t . Son s e u l e s p o i r est de sans cesse r e p e t e r une modeste et humble v e r i t e : nous nous ressemblons tous. I I f a u t i n s i s t e r sur ce qui nous rapproche, et non pas sur ce q u i nous el o i g n e l e s uns des a u t r e s . Simone de Beauvoir a mis beaucoup de vol o n t e a r e m p l i r c e t t e m i s s i o n . E l l e a tenu c e r t a i n s voeux de sa 33. jeunesse mais l e s voeux de l a v o l o n t e , meme r e m p l i s , ne s a t i s - f o n t pas t o u j o u r s . Nous venons de v o i r l e s r a i s o n s o b j e c t i v e s avancees par Simone de Beauvoir pour e c r i r e . Or, non seulement on peut y d i s c e r n e r un fond de desenchantement, l e sentiment d'un echec, mais l e doute s ' i n s t a l l e . Nous nous trouvons done au bord de l a meme question que se pose Henri Perron dans l e s Mandarins. Et c'est l a meme que nous nous posons apres a v o i r s c r u t e l e s exigences o b j e c t i v e s q u i ont pousse Simone de Beauvoir a s a t i s f a i r e par l a l i t t e r a t u r e : En un sens, e ' e t a i t ses l i v r e s q u i en d e c i d e r a i e n t ; mais inversement pour l e s e c r i r e et i l l u i f a l l a i t c o n n a i t r e sa propre v e r i t e . (...) A i d e r l e s gens a mieux penser, a mieux v i v r e , est-ce que 9 a l u i t e n a i t vraiment a coeur ou n ' e t a i t - ce qu'une r e v e r i e humanitaire? S ' i n t e r e s - s a i t - i l vraiment au s o r t d ' a u t r u i , ou seulement a l a p a i x de sa conscience? Et l a l i t t e r a t u r e : qu'est-ce que e ' e t a i t devenu pour l u i ? V o u l o i r e c r i r e , c'est b i e n a b s t r a i t quand on n'a r i e n d'urgent a d i r e . (48) I I s ' a g i t maintenant de v o i r 1'autre r o l e que joue l a l i t t e r a t u r e dans l a v i e de Simone de Beauvoir; c e l u i ou v o u l o i r e c r i r e correspond a un be s o i n d'expression p e r s o n n e l l e independant de toute m i s s i o n humanitaire. 34. C H A P I T R E I I LE ROLE PERSONNEL DE LA LITTERATURE La deuxieme tendance que nous a l l o n s d i s c u t e r , c'est l e r o l e personnel que joue l a l i t t e r a t u r e dans l a v i e de Simone de Beauvoir. Ce q u ' i l f a u t entendre par 'besoin per sonnel' ce sont l e s nombreux d e s i r s q u i semblent se t r o u v e r assouvis par l e f a i t d ' e c r i r e . Chacun s'exprime a sa facon pour a t t e i n d r e des f i n s d i f f e r e n t e s . Q u e l l e que s o i t c e t t e e x p r e s s i o n , e l l e nous donne des s a t i s f a c t i o n s psychologiques. S i Simone de Beauvoir a c h o i s i l a l i t t e r a t u r e comme sa forme p r i n c i p a l e d'expression, i l nous i n t e r e s s e i c i de degager l e s s a t i s f a c t i o n s p e r s o n n e l l e s q u ' e l l e en a r e t i r e e s au cours de sa v i e . Ce deuxieme c h a p i t r e i n d i q u e r a comment, a p a r t i r de ses premieres 'compositions f r a n c h i s e s ' se degage une p r e d i  l e c t i o n pour l a l i t t e r a t u r e . S i au debut e l l e n'y v o i t qu'une facon de sauver l a v i e , b i e n t o t i l s era evident que l a l i t t e  r a t u r e deviendra un moyen d'echapper a l a contingence. E l l e deviendra sa facon de j u s t i f i e r sa r a i s o n d'etre dans l e monde. S i e l l e trouve sa f o r c e dans l a l i t t e r a t u r e , e l l e y d e c o u v r i r a egalement ses f a i b l e s s e s . E l l e s'y accrochera; e l l e ne pourra plus s'en passer. Force ou f a i b l e s s e , l a 35-l i t t e r a t u r e s e r a appelee a r e m p l i r une v a r i e t e de f o n c t i o n s dans l a v i e de Simone de Beauvoir. S i dans sa jeunesse l a l i t t e r a t u r e e t a i t un refuge contre l a s o l i t u d e , p l u s t a r d e l l e s'en s e r v i r a pour exprimer sa r e v o l t e contre l a s o c i e t e . Sans doute, Simone de Beauvoir aura decouvert sa forme de l i b e r t e dans un monde d i f f i c i l e a v i v r e . Non seulement e l l e gagnera son autonomie v i s - a - v i s des e t r e s et du monde, mais l a l i t t e r a t u r e , pour r e g l e r des problemes e x i s t a n t s , aura une v a l e u r c a t h a r t i q u e . Les exigences s u b j e c t i v e s qui auront pousse Simone de Beauvoir a c h o i s i r l a l i t t e r a t u r e siboutiront a l a proteger contre c e t t e f a t a l i t e humaine qui l a p o u r s u i t toute sa v i e : l a mort. Dans l e cas de Simone de Beauvoir l a premiere i n d i  c a t i o n de ce besoin d'une ex p r e s s i o n p e r s o n n e l l e p a r a i t des son adolescence. Composant ses 'compositions f r a n c a i s e s ' e l l e eppouve un sentiment de s a t i s f a c t i o n l o r s q u ' e l l e raconte une experience p e r s o n n e l l e . V o i l a l e genre de p l a i s i r q u ' e l l e r e c u e i l l i t l o r s de c e t t e a c t i v i t e : S i j e r e l a t a i s dans une r e d a c t i o n un episode de ma v i e , i l echappait a l ' o u b l i , i l i n t e r e s s a i t d'autres gens, i l e t a i t d e f i n i t i v e m e n t sauve. J ' a i - mais a u s s i i n v e n t e r des h i s t o i r e s ; dans l a mesure ou. e l l e s s' i n s p i r a i e n t de mon experience, e l l e s l a j u s t i f i a i e n t ; en un sens e l l e s ne s e r v a i e n t a. r i e n , mais e l l e s e t a i e n t uniques, i r r e m p l a - q a b l e s , e l l e s e x i s t a i e n t et j ' e t a i s f i e r e de l e s a v o i r t i r e e s du neant. (1) On v o i t se former l e premier d e s i r ; c e l u i de sauver sa v i e . 36. I I f a u t a tout p r i x f i x e r sous une forme t a n g i b l e c e t t e v i e qui ne cesse de c o u l e r , de g l i s s e r , de passer. Nous avons a f f a i r e i c i au premier j e t , l e j e t spontane et non raisonne de c e t t e pensee: un genre de r e f l e x e i n s t i n c t i f . L'ecoulement de l a v i e prend d e j a l a forme d'une menace et i l y a un e f f o r t pour l u t t e r contre c e t t e menace. Lorsque 1'episode echappe a l ' o u - b l i , q u ' i l est sauve par l ' e c r i t u r e , l e f a i t d'etre f i x e a jamais l u i donne une s u p e r i o r i t y sur to u t l e r e s t e et en revanche i n v e s t i t d'importance l a source, 1'agent de c e t episode. Au f u r et a mesure, i l y aura un l e g e r changement dans 1 ' o r i e n t a t i o n de c e t t e n o t i o n . Dans l e passage s u i v a n t , nous remarquons que l a r a t i o n a l i s a t i o n , que 1 ' i n t e l l e c t u a l i s a t i o n de c e t t e i d e e , q u i l u i donne un sens p l u s l a r g e done p l u s o b j e c t i f , ne l u i enleve cependant pas sa premiere s i g n i f i  c a t i o n : c e l l e de sauver l a v i e . Le processus sera de perpe- t u e r sous une forme v i s i b l e 1 ' i n v i s i b l e de l a v i e , de donner une forme a cet informe qu'est une v i e . La l i t t e r a t u r e est c h o i s i e pour repondre aux besoins personnels et non pas par d i l e t t a n t i s m e . " J ' a i envie d ' e c r i r e ; j ' a i envie de phrases sur l e p a p i e r , des choses de ma v i e mises en phrases". (...) Je ne s a u r a i s jamais aimer l ' a r t que comme l a sauvegarde de ma v i e . ( 2 ) I I est s i g n i f i c a t i f de n o t e r l a permanence de ce theme au cours de sa v i e . Nous a l l o n s l e s u i v r e tjantSt dans 37. l e s "memoires, tant61. dans l e s t r a n s p o s i t i o n s romanesques. Ce theme r e v i e n t dans c e r t a i n e s phrases des memoires comme c e l l e - c i : ' l e d e s i r de l a v i e sauver avec des mots'. I c i i l s ' a g i t de 1'experience qui f o u r n i r a l a "base de L ' I n v i t e e . Ou encore dans une l e t t r e a Zaza: 'par l a l i t t e r a t u r e on sauve sa propre vie', , au l i e u de l a perpetuer dans l e s e n f a n t s . Un "besoin de ' v e r b a l i s e r ' , de 'mettre en p a r o l e s ' est l a premiere etape de c e t t e v o l o n t e de sauver un evenement, de l e f a i r e r e v i v r e : en quelque s o r t e de l e r e s s u s c i t e r . Enfant, Simone de Beauvoir et sa soeur causaient et v o i l a que n a i t ce p l a i s i r : ...mais, commentant a haute v o i x l e s i n c i d e n t s et l e s emotions de l a journee, nous en m u l t i p l i i o n s l e p r i x . (3) Un episode p a r a l l e l e e x i s t e dans L ' I n v i t e e : F r a n c o i s e et Gerbert f o n t une e x c u r s i o n en montagne. Quoique l a promenade l u i f a s s e p l a i s i r , e l l e p a r l e p l u s chaleureusement encore de l e u r s o i r e e dans l'auberge ou: . . . i l s p a s s e r a i e n t cote a cote des heures t r a n q u i l l e s a se r a c o n t e r c e t t e journee q u ' i l s venaient de v i v r e ensemble...(4) Le b e s o i n de r a c o n t e r p a r a i t p l u s e s s e n t i e l encore dans l e s r e l a t i o n s entre F r a n c o i s e et P i e r r e . Pour F r a n c p i s e , l e s evenements ne semblent pas a v o i r de r e a l i t e s i e l l e ne peut pas l e s partager avec l u i * , c'est l a conscience de P i e r r e qui g a r a n t i t 1'existence de l a r e a l i t e pour e l l e . 38. Tant q u i e l l e ne l ' a v a i t pas raconte a P i e r r e , aucun evenement n ' e t a i t t o u t a f a i t v r a i : (...) Tous l e s moments de sa v i e q u ' e l l e l u i c o n f i a i t , P i e r r e l e s l u i r e n d a i t c l a i r s , p o l l s , acheves, et i l s devenaient des moments de l e u r v i e . (5) Devant l e sp e c t a c l e de l a v i e , Simone de Beauvoir se sent p r i s e au depourvu parce|qu' e l l e n' a r r i v e pas a to u t f i x e r . II y a un cote desespere, pathetique dans c e t t e vo- lo n t e de ne r i e n v o u l o i r l a i s s e r passer. La v i e toute en- t i e r e l u i semble s i precieuse q u ' e l l e ne s a i t pas encore f a i r e l e t r i . Jeune f i l l e , e l l e v i t avec une t e l l e i n t e n s i t e un moment de crepuscule q u ' e l l e s ' e e r i e : . . . l a douceur de c e t t e heure me s u f f o q u a i t . J'aurals voulu l a s a i s i r au v o l , et l a f i x e r a. jamais sur l e papie r avec des mots...(6) On p o u r r a i t penser que ce n'est que l a t r a d u c t i o n d'un et a t de jeunesse q u i s ' e v e i l l e a l a beaute du monde et qui ne s a i t pas encore comment se conduire en face de c e t t e f o r c e boule- versante. Et pourtant non, car K e n r i Perron, dans Les Mandarins, l o r s q u ' i l pense a un nouveau l i v r e , l u t t e avec ce meme sentiment. Oui, tous ces matins, tous ces s o i r s q u ' i l a v a i t l a i s s e s f i l e r entre ses d o i g t s pendant ces quatre ans, pendant t r e n t e ans, i l a l l a i t essayer de l e s recuperer...(7) E c r i r e pour sauver, r e c u p e r e r , conserver, prolonger ce q u i d'habitude s ' e n f u i t , se d i s s i p e , s'evanouit et d i s - p a r a i t . Pour e l l e t o u t c e l a a sa r a i s o n d'etre done son d r o i t de c i t e . Meme Robert D u b r e u i l h , l'homme d ' a c t i o n 39. dans ce meme roman, d o i t repondre a c e t t e exigence i n t e r n e , cet appel profond. Lorsque Henri Perron l u i demandera pour- quoi i l e c r i t , i l repondra: J ' e c r i s pour sauver t o u t ce que 1'action n e g l i g e : l e s v e r i t e s du moment, l ' i n d i - v i d u e l , l'immediat. (8) La l i t t e r a t u r e s e r a pour Simone de Beauvoir l e moyen de perpetuer ce q u ' e l l e sent, ce q u ' e l l e v o i t : ...moi, i l m'etait e n j o i n t de p r e t e r ma conscience a l a m u l t i p l e splendeur de l a v i e et j e devais e c r i r e a f i n de l ' a r r a c h e r au temps et au neant. (9) E l l e entend e t e r n i s e r l e p r e s e n t , l e passe et l e s emporter avec e l l e car e l l e se rend compte que l a memoire seule ne peut pas f a i r e ce t r a v a i l . Mais i l f a udra maintenant se deman- der pourquoi c e t t e v o l o n t e de tout sauver? Nous avons vu jusque l a q u ' e l l e r e s s e n t a i t ce b e s o i n , mais est-ce que c e l a ne cache pas d'autres r a i s o n s ? Dans l e monde sans v a l e u r s sures, sans l i m i t e s , q u i est l e s i e n , on d i r a i t que c e t t e c o n c r e t i s a t i o n de t o u t ce qui est f l o u , f u y a n t , mobile, im- p r e c i s , vague est r a s s u r a n t e . Cette c o n c r e t i s a t i o n donne 1'impression des bornes au bord de l a r o u t e . Regardant en a r r i e r e on peut v o i r l a v o i e que l'on a s u i v i e , mais s u r t o u t c o n s t a t e r une c e r t i t u d e sur l a q u e l l e on ne peut se tromper: c e l l e de sa propre experience, c e l l e de sa propre v i e . La v i e de Simone de Beauvoir, c e t t e v i e qui n i e toute v a l e u r p r e e t a b l i e est l a sans i m p e r a t i f e x c l u s i f . Pour c e l l e q u i a perdu l a n o t i o n et l e c o n f o r t de Dieu a. quinze ans pour perdre 40. .ensuite sa confiance dans l a Sagesse des Nations a v i n g t ans, i l s ' a g i t de t r o u v e r une r a i s o n pour c e t t e e x i s t e n c e qu'on est o b l i g e e de mener parc^que l'on est l a . En sauvant sa v i e par des mots, par des phrases, e l l e p a r v i e n t a t r a n s f o r  mer ce b e s o i n en une r a i s o n d'etre sinon en une a c t i v i t e qui l a s o u t i e n t depuis une quarantaine d'annees. Pour e l l e , au debut, a l'encontre de S a r t r e , e c r i r e n'est qu'une facon de meubler l e temps. Misant moins que S a r t r e sur l a l i t t e r a t u r e , j ' a v a i s davantage b e s o i n d ' i n t r o d u i r e de l a n e c e s s i t e dans ma v i e . . . ( 1 0 ) E l l e s'accroche a l a l i t t e r a t u r e comme a une bouee a l a q u e l l e e l l e s'amarre. f a u t e d'une c o n v i c t i o n q ui l'emporte sur t o u t , nous avons tous b e s o i n de f a i r e quelque chose, nimporte q u o i , sinon l a v i e devient i n s u p p o r t a b l e . Que ce s o i t avec c o n v i c t i o n ou non, on a g i t . Selon sa v i s i o n du monde, r i e n n'est e x i g e , personne n'est reclame mais nous agissons: ...mais des que nous sommes j e t e s dans l e monde, nous souhaitons a u s s i t o t echapper a l a contingence, a l a g r a t u i t e de l a pure presence...(11) La l i t t e r a t u r e devient c e t t e ' n e c e s s i t e ' dont e l l e a b e s o i n pour a f f r o n t e r l a contingence, l a g r a t u i t e de l a v i e et e l l e a recours a ce stratageme: ...doter mes a c t i v i t e s d'une n e c e s s i t e dont je f i n i s s a i s par e t r e l a p r o i e ou l a dupe...(12) Mouvement c i r c u l a i r e q u i n'est qu'un j e u , p e u t - e t r e , mais un jeu q u i aide a supporter une v i e . 41. E l l e est t r e s consciente de l a v a n i t e de toute a c t i - v i t e t e r r e s t r e . E l l e p o u r r a i t d i r e a quoi bon a toute a c t i v i t e ...mais s e r a i t - o n p l u s avance? I I y a une c e r t a i n e s a t i s f a c t i o n a s a v o i r que l'o n n'est pas vraiment dupe, que l'on est l u c i d e et que l'on se l a i s s e prendre au j e u par c h o i x et non par m y s t i f i c a t i o n de soi-meme. Ayant trouve c e t t e n e c e s s i t e dans sa v i e , e l l e i r a un pas plus l o i n . E l l e y t r o u v e r a une j u s t i  f i c a t i o n d'elle-meme. Pour 1 ' i n s t a n t , dans c e t t e j u s t i f i c a t i o n , e l l e ne se sent pas to u t entierement 'appelee' comme p l u s t a r d ou e l l e aura decide de ' s e r v i r ' , mais c'est une premiere etape p o s i t i v e q ui l u i permettra e n s u i t e de b a t i r . A p a r t i r de ses propres tourments, a p a r t i r de ses propres t r a n s e s , e l l e va, par l a l i t t e r a t u r e , se c r e e r une j u s t i f i c a t i o n contre l a t e n t a t i o n du neant, du v i d e , du r i e n . En e c r i v a n t une oeuvre n o u r r i e de ma propre h i s t o i r e , j e me c r e e r a i s moi- meme a neuf et j e j u s t i f i e r a i s mon e x i s t e n c e . (13) Qu^rid.elle pense a une oeuvre r e u s s i e e l l e v o i t l a v i e de u. l ' a u t e r t r a n s f i g u r e e et j u s t i f i e e . Pourquoi est-ce q u ' e l l e sent t e l l e m e n t l e b e s o i n de se j u s t i f i e r ? C e l l e q ui a pu b r i s e r t a n t de conventions s o c i a l e s garde pourtant c e l l e meme qui est a l a base des autres conventions. Se j u s t i f i e r au nom de quoi? Au nom de qui? Pour e l l e , ce bes o i n est primor d i a l dans 1'homme. Or i l a besoin d'une t e l l e j u s t i f i c a t i o n , i l ne peut y echapper. Le s o u c i moral 42. ne v i e n t pas a l'homme du dehors; i l trouve en lui-meme c e t t e q u e s t i o n anxieuse: a quoi ton? (14) P a r f o i s l a c e r t i t u d e de c e t t e j u s t i f i c a t i o n q u ' e l l e c r o i t t r o u v e r dans l a l i t t e r a t u r e se montre moins sure. A 1'epreuve des annees, e l l e l u i t p l u s faib. lement que dans l a prime jeunesse, mais e l l e ne peut pas y renoncer completement. Comme s e u l recours contre l a v i e e l l e d i r a : Je ne pense plus q u ' e l l e { T ' a c t i v i t e d ' e c r i r e j " j u s t i f i e " , mais sans e l l e j e me s e n t i r a i s mortellement i n j a s t i f i e e . (15) Tandis que l ' i d e e de ' j u s t i f i c a t i o n 1 d e c r o i t avec l e s annees, l e simple "besoin d ' e c r i r e s ' a c c r o i t . Maintenant, sans s a v o i r pourquoi e l l e e c r i t , sans a v o i r de but p r e c i s , s i e l l e n ' e c r i v a i t pas ce s e r a i t l a i s s e r l a porte grande ouverte a l' a n g o i s s e de l a contingence. On se f a i t souvent de l a l i t t e r a t u r e une idee plus romantique. Mais e l l e m'impose c e t t e d i s c i p l i n e justement parcejqu'elle e st autre chose qu'un metier: une pa s s i o n ou, d i s o n s , une manie. Au r e v e i l , une a n x i e t e . ou un a p p e t i t m'oblige a prendre t o u t de s u i t e mon s t y l o ; j e n'obeis a une consigne a b s t r a i t e que dans l e s som- bres periodes ou j e doute de t o u t : a l o r s l a consigne peut meme craquer. (...) une journee ou je n ' e c r i s pas a un gout de cendre...(16) Les v i e u x fantomes n'attendent quele moment propi c e pour s'elancer et se dr e s s e r devant e l l e . On s ' a p e r c o i t de l a f r a g i l i t e de c e t t e ' j u s t i f i c a t i o n ' . Q u o i q u ' e l l e a i t b a t i sa v i e l a - d e s s u s , i l f a u t e t r e ifoujours a l a tache - autrement 43. e l l e se sent i n u t i l e , s u p e r f l u e , de t r o p . Ayant c o n s t r u i t une j u s t i f i c a t i o n de sa v i e avec l a l i t t e r a t u r e , ayant trouve une fo r c e a t r a v e r s l a l i t t e r a t u r e nous voyons maintenant que c e t t e f o r c e se mue en f a i b l e s s e . S i a u t r e f o i s c e t t e a c t i v i t e d ' e c r i r e e t a i t dominee par l a r a i s o n , maintenant c e l a devient un simple "besoin d ' a l i g n e r des mots et des phrases. C e l a correspond a un passage d'un niveau i n t e l l e c t u e l a un niveau physique et meme sen s u e l . Devant une ex i s t e n c e qui r e s t e i n j u s t i f i e e , s i e l l e n'a pas su se j u s t i f i e r , e l l e s'abandonne d'abord a une espe- ce d'automatisme. Mon e s s a i e t a i t acheve et j e me demandais: que f a i r e ? (...) Je s e n t a i s l e b e s o i n d ' e c r i r e au bout de mes d o i g t s , et l e jgout des mots dans ma gorge, mais je ne sav a i s pas qu'entreprendre. (17) On sent un peu 1'angoisse devant ce vide...'que f a i r e ? ' L ' a c t i v i t e par a i l l e u r s prend une a l l u r e s e n s u e l l e . Maintenant tous l e s sens, l ' o d o r a t , l e toucher s'y melent jusqu'au moment ou e c r i r e devient une a c t i v i t e ou p a r t i c i p e t o u t l e corps. J ' a i rarement eprouve t a n t de p l a i s i r a e c r i r e , (...) et l a c i g a r e t t e et l e s t y l o sont agreables, au bout de mes d o i g t s . (...) Le cote physique de l ' e c r i t u r e est agreable. Et p u i s meme a l ' i n t e r i e u r , i l me semble que je me sens me denouer:...(18) A f i n d'apaiser ce b e s o i n , c e t t e t e n s i o n i n t e r n e qui l a poussent a l ' e c r i t u r e , e l l e i r a jusqu'a une extreme g r a n i t e : 44 P l a i s i r d ' e c r i r e pour l e p l a i s i r d ' e c r i r e : j ' e c r i s n'importe q u o i . (19) On peut i n t e r p r e t e r c e t t e r e a c t i o n , comme un r e t o u r en a r r i e r e ou i l s ' a g i s s a i t de meubler l e temps. Comme M a r c e l , dans l e Sang des Autres - qui a horreur du v i d e - i l f a u t sans ces- se e t r e a c t i f . E n f i n , 1 ' a c t i v i t e d ' e c r i r e prend des formes assez complexes et e l l e est ' e x t r a - l i t t e r a i r e ' . La v e r i t e est que c e t t e a c t i v i t e s'est muee en f a i  b l e s s e . E l l e est devenue une chose t e l l e m e n t n e c e s s a i r e et fondamentale, une reponse a toutes l e s inqu i e t u d e s de l a v i e q u ' e l l e ne peut pas l'abandonner sous r i s q u e d'abandonner l a v i e meme. L'echo de c e t t e f a i b l e s s e se ret r o u v e dans l e s  Mandarins. On v o i t mieux comment une f o r c e degenere en f a i b l e s s e . Au commencement peu t - e t r e [Robert DubreuilbTj ne songeait qu'a s e r v i r l a r e v o l u t i o n , l a l i t t e r a t u r e n ' e t a i t qu'un moyen: e l l e est  devenue une f i n , i l l'aime pour elle-meme, (...) et en p a r t i c u l i e r ces -Memoires q u ' i l ne veut p l u s p u b l i e r : i l l e s a e c r i t s pour l e p l a i s i r d ' e c r i r e . (20) Mais v o i l a que quelques pages p l u s l o i n on v o i t a p p a r a i t r e l a r a i s o n profonde de ce phenomene. Et p u i s , e c r i r e , c'est ce q u ' i l aime l e pl u s au monde, c'est sa joi-g.), c'est son be s o i n , c'est lui-meme. Y renoncer ca s e r a i t un s u i c i d e . (21) Pour Simone de Beauvoir, q u i a l a f i n de sa v i e aura perdu sans doute quelques i l l u s i o n s , e c r i r e est l a seule facon pour e l l e d ' a f f r o n t e r l e temps q u i l u i r e s t e a v i v r e . 4 5 . Malgre ce fond de desenchantement, toute idee de mandat, de m i s s i o n , de s a l u t evanouie, ne sachant plus pour q u i , pour quoi j ' e c r i s , c e t t e a c t i v i t e m'est plus que jamais n e c e s s a i r e . (22) Force ou f a i b l e s s e , 1 ' a c t i v i t e d ' e c r i r e donnera a Simone de Beauvoir 1 1 apaisement, l a t r a n q u H l i t e , l e c o n f o r t s p i r i t u e l q u i l u i permettra de c o n t i n u e r . Ce se r a un refuge mais e l l e aura acquis sa l i b e r t e . Regardons maintenant quelques autres sentiments q u i se v o i e n t combles par l a l i t t e r a t u r e . S i l' o n considere 1 1 adolescence de Simone de Beauvoir on v o i t que, pendant un temps assez l o n g , ayant perdu l a f o i , n'osant pas l'avouer a ses p a r e n t s , se developpant sans que c e l a p a r a i s s e a l ' e x t e - r i e u r , e l l e se sent de pl u s en p l u s s e u l e , i s o l e e , coupee du p e t i t monde q u i l'entoure: c e l u i q u i donnait auparavant des cadres s u r s . A ce moment e l l e v o i t dans l a l i t t e r a t u r e un moyen d ' a l l e g e r sa s o l i t u d e . A dix-neuf ans, malgre mes ignorances et mon incompetence, j 1 a v a i s sincerement vo u l u e c r i r e ; j e me s e n t a i s en e x i l et mon unique recours contre l a s o l i t u d e , e ' e t a i t de me m a n i f e s t e r . (23) Sentant 1 ' h o s t i l i t e du monde a. son egard, l a l i t t e r a t u r e de v i e n t 1'unique moyen d'exprimer ce q u ' e l l e ressent en e l l e - meme. E l l e aura recours a c e t t e methode chaque f o i s q u ' e l l e se s e n t i r a en face d'un monde h o s t i l e . On ri'a qu'a 3regarder l e s morceaux de j o u r n a l i n t i m e q u ' e l l e a tenu pendant l a deuxieme guerre raondiale, ou l a guerre d ' A l g e r i e . 46. Mon o i s i v e t e et l ' a n x i e t e generale m'amenerent, comme en septembre 1940, a me remettre a mon j o u r n a l . (24) Un commentaire q u ' e l l e f a i t au s u j e t d'un j o u r n a l i n t i m e qu'on l u i a donne a. l i r e - c e l u i de Joan - est une r e f l e x i o n p o s s i  b l e sur ce qu'elle-meme trouve dans l a l i t t e r a t u r e . E l l e d i t que pour Joan c ' e t a i t '1'unique moyen de s'arracher a sa s o l i t u d e ' . Simone de Beauvoir echappe a l a s o l i t u d e lorsque sa l i t t e r a t u r e l u i permet l a p o u r s u i t e d'un monologue i n t i m e , qui d e vient en meme temps un dialogue avec l e s a u t r e s . Anne, dans l a n o u v e l l e l'Age de D i s c r e t i o n , r e f l e c h i t sur ce qu'est ce t e t e - a - t e t e avec l e p a p i e r . I I devient une recherche q u i aide a v o i r p l u s c l a i r . ^a ne rapproche pas l e telephone, ca confirme l e s d i s t a n c e s . On n'est pas deux comme dans une c o n v e r s a t i o n p u i s - qu'on ne se v o i t pas. On n'est pas s e u l comme devant l e p a p i e r qui permet de se p a r l e r en p a r l a n t a 1'autre, de chercher, de tr o u v e r l a v e r i t e . (25) S i l e f a i t d ' e c r i r e a l l e g e c e t t e s o l i t u d e i n t e r i - eure q u ' e l l e r e s s e n t , i l permet en meme temps une autre de- couverte, l a decouverte de s o i . S i d'autres se mesurent par rapport aux a u t r e s , Simone de Beauvoir se mesure par rapport a elle-meme. E l l e decouvre sa propre e v o l u t i o n . E c r i r e devient une methode pour f a i r e l e s comptes, pour f a i r e l e b i l a n de soi-meme. La premiere forme que prendra c e t t e de couverte s e r a une mise en question- de soi-meme. 47. J ' a i voulu que dans ce r e c i t mon sang c i r c u l e j j ' a i v o u l u m'y j e t e r , v i v e encore, et m'y mettre en question avant que to u t e s l e s questions se s o i e n t e t e i n t e s . (26) La mise en question permet de se d e c o u v r i r soi-meme, de de- c o u v r i r ses propres pensees. Cette seconde p a r t i e me donne du mal, mais ca m 1 i n t e r e s s e de d e c o u v r i r mes propres pensees. (27) Ce n'est que lorsque l'on f a i t 1 ' e f f o r t de mettre n o i r sur blanc ses propres pensees que l' o n se rend compte de l e u r i m p r e c i s i o n , de l e u r m o l l e s s e . Cette forme concrete de mots et de phrases e n f i n l e u r donne une cohesion. Le f a i t d ' e c r i r e f a i t a r r e t e r l e temps. On v i t sur deux plans temporels; l e passe qu'on e c r i t e t l e present que l'on v i t . C ette a l t e r n a n c e constante entre l e present et l e passe auquel on s ^ f f o r c e de penser f a i t s u r g i r des d i f  f erences de pensees. Les mots c o n c r e t i s e n t l a r e a l i t e passee; e l l e se dresse en face du present vecu pour f a i r e s u r g i r des s i g n i f i c a t i o n s , et l'on decouvre que l'on change. Le roman a v a i t ete concu, c o n s t r u i t , pour exprimer un passe que j ' e t a i s en t r a i n de depasser: justement parce- que j e devenais d i f f e r e n t e de c e l l e que  je p e i g n a i s , ma v e r i t e d'aujourd'hui n'y a v a i t pas sa p l a c e . J ' a i t r a v e r s e des semaines, des mois ou j ' e t a i s i n  capable de t r a v a i l l e r ; mais a u s s i t o t d©.Yant m o n p a p i e r , j e f a i s a i s un bond e n ' a r r i e r e , j e " r e s s u s c i t a i s l e monde d ' a u t r e f o i s . (28) 48. Comment se d e c o u v r i r vraiment s i on ne s a i t d'abord l a p lace qu'on occupe dans l e monde. Quest'ce que c e l a s i g n i - f i e d'etre une femme dans ce monde? C'est c e t t e decouverte q u ' e l l e va f a i r e dans l e Deuxieme Sexe p l u s p a r t i c u l i ^ r e m e n t , mais toute son oeuvre est l a r e p r e s e n t a t i o n d'un monde d'un p o i n t de vue f e m i n i n . Je r e g a r d a i et j'eus une r e v e l a t i o n : ce monde e t a i t un monde mascu l i n , mon erlfance a v a i t ete n o u r r i e de myth.es fo r g e s par l e s hommes et je n'y a v a i s pas du to u t r e a g i de l a meme maniere que s i j ' a v a i s ete un garcon. (29) E t e l l e d e c o u v r i r a ce qu'est l ' u n i v e r s f e m i n i n . Mon e f f o r t a ete au c o n t r a i r e de d e f i n i r dans sa p a r t i c u l a r i t y l a c o n d i t i o n femi nine qui est mienne. (30) Mais c'est 1'emerveillement pur et simple de ce qu'a ete une v i e lorsque l'on a r r i v e a l u i donner 1 *unite d'un r e c i t . Apres l a p u b l i c a t i o n de ses memoires, e l l e se v o i t en quelque s o r t e comme un personnage. C e t a i t romanesque, c e t t e decouverte de mon passe a p a r t i r du r e c i t que -j'en a v a i s f a i t . (31) E l l e r e v i e n t a l a charge l o r s q u ' e l l e prete a Robert D u b r e u i l h l a v a l e u r de ce genre de decouverte. -Jj@ donne t e l l e m e n t d'armes contre moi dans ces memoires 1 -C'est pour ca que l e l i v r e vaut ce q u ' i l v a ut, d i s - j e vivement. Un homme qui ose se d e c o u r v r i r , c'est s i r a r e ! S t f i n a l e - ment quand i l ose, i l gagne l a p a r t i e . (32) 49. Qu'est-ce qu'on decouvre dans c e t t e e x p l o r a t i o n de so i ? On decouvre que l'on est unique. On n'a qu'une maniere d'etre dans l e monde, et c'est sa propre maniere. He n r i Perron f a i t p a r t de c e t t e decouverte. On n'a pas t o u t a. f a i t l e s memes choses a d i r e que l e s autres j on a sa v i e a s o i , ses ra p p o r t s a. s o i avec l e s choses, avec l e s mots. (33) Cette u n i c i t e de l ' e t r e , q u i est encore une dimension de l a j u s t i f i c a t i o n de s o i , un moyen de nous convaincre de notre v a l e u r i n d i v i d u e l l e , encourage une confiance dans l a v a l i d i t e de nos a c t i o n s dans l e monde. On retrouve une espece de l i  b e r t e , de l i b e r a t i o n l o r s q u ' e n f i n i l d e vient evident que chacun a sa propren-verite. ...c'est que l a v e r i t e d'une chose r e s i d e non dans sa presence brute mais dans l e sens q u ' e l l e a r e v e t u pour nous au cours de notre experience s i n g u l i e r e . ( 3 4 ) Cette l i b e r t e a c q u i s e , une confiance en s o i gagnee, i l se p r o d u i t un mouvement i n v e r s e . S i Simone de Beauvoir se r e f u g i a i t dans l a l i t t e r a t u r e avec sa s o l i t u d e , maintenant e l l e cherchera a. r e j o i n d r e a u t r u i , a s o l l i c i t e r son a m i t i e . Au l i e u de s ' i s o l e r dans l a t o u r d ' i v o i r e qu'est pour e l l e l ' e s t h e t i q u e bourgeoise, e l l e cherche a se f a i r e aimer. Dans ce t e t e a t e t e avec l e l e c t e u r e l l e cherche une c o m p l i c i t e semblable a c e l l e de Henri Perron dans l e s Mandarins l o r s q u ' i l ( ,essaie(^de s'adresser au l e c t e u r sans p r e m e d i t a t i o n , comme on e c r i t a un amiii (35) 50. Cette recherche d'amitie a travers l a litterature prendra plusieurs formes. II y aura une evolution mais d'a bord elle .fait sentir un sentiment d'exclusivite; elle veut 'se faire aimer' a travers ses l i v r e s . C'est elle qui doit tout recevoir. Je souhaitais etre lue de mon vivant par beaucoup de monde, qu'on m'estimat, qu'on m'aimat. (36) Avec le temps i l y a une attenuation de cette exclusivite. L'accent est mis plut6t sur un sentiment qui laisse place a plus de reciprocity dans les rapports: celui de l a fraternite. Un mot de Camus aussi m'emut; je l u i avais prete une copie dactylographiee du Sang des Autres; (...) "C'est un li v r e fraternel" me d i t - i l avec elan, et je pensai: "Cela vaut l a peine d'ecrire s i on peut creer de l a fraternite avec des mots." Penetrer s i avant dans des vies etrangeres que les gens, en entendant ma voix, aient 1'impression de se parler a eux-memes...(37) La permanence de cette idee cependant doit nous con- vaincre que cet aspect a ete pour beaucoup dans l a vie de Simone de Beauvoir. La citation ci-dessous donne un exemple de l a facon dont ce theme est incorpore dans un monde romanes- que. Lesithemes de sa vie dans les memoires et les themes de ses romans ne sont qu'un. ...ces pages ecrites avec emotion avaient emu. G l . ) : aujourd'hui, ces rumeurs incertaines dans sa gorge etaient deve- nues dans le monde une voix vivante; les secrets mouvements de son coeur s'etaient changes en verite pour d'autres coeurs. (...) Si les autres" ne comptent pas, ca n'a pas 51. de sens d ' e c r i r e . Mais s ' i l s comptent, c'est enorme de s u s c i t e r par des mots l e u r a m i t i e , l e u r c o n f i a n c e ; c'est enorme d'entendre resonner en eux ses pensees a t o i . " ( 3 8 ) I I y a un balancement c o n t i n u e l dans c e t t e recherche d'un e q u i l i b r e . P a r t a n t de l a s o l i t u d e e l l e cherche 1'amitie et l o r s q u ' e l l e aura obtenu c e t t e a m i t i e e l l e r echerchera une autre espece de s o l i t u d e — c e l l e de l'autonomie: l'autonomie v i s - a - v i s des a u t r e s , v i s - a - v i s du monde. S i nous remontons a l'epoque de Zaza, son amie d'adolescence, nous verrons qu'en meme temps que Simone de Beauvoir l u t t a i t pour son indepen- dance v i s - a - v i s de sa f a m i l l e , a l'egard de Zaza c'est 1' ex- ces i n v e r s e . j ' a v a i s ete jusqu'a m'avouer l a dependance ou me m e t t a i t mon a t - tachement pour e l l e . . . ( 3 9 ) Ce f a i t de son c a r a c t e r e , c e t t e f a s c i n a t i o n devant un autre au po i n t de se perdre en l u i , f e r a c o u r i r l e r i s q u e a Simone de Beauvoir de ne pas se r e a l i s e r elle-mgme. Ce phenomene qui s'est p r o d u i t v i s - a - v i s de Zaza va a p p a r a i t r e dans d'autres r a p p o r t s , notamment avec S a r t r e : P e u t - e t r e n ' e s t - i l commode pour personne d'apprendre a c o e x i s t e r p a i s i b l e m e n t avec a u t r u i ; (...) j e c o n s t a t a i s que j ' a v a i s cesse d ' e x i s t e r pour mon compte, et que j e v i v a i s en p a r a s i t e . (40) E l l e e st en t r a i n de se d e p a r t i r de cet i n d i v i d u a l i s m e q u ' e l l e a t a n t reclame. E l l e g l i s s e vers ce q u ' e l l e a p p e l l e 'accepter de v i v r e en e t r e secondaire, en e t r e r e l a t i f ' . A l o r s i l 52. f a l l a i t a g i r . es- c i r c o n s t a n c e s de l'epoque l u i donnent l ' o c - c a s i o n de se r e t r o u v e r seule et d'etre uniquement responsable de sa v i e . E l l e a e v i t e c e t t e t e n t a t i o n d'abdiquer. Cette periode ou e l l e p e n s a i t t r a h i r sa jeunesse en n ' e c r i v a n t pas l e s l i v r e s dont e l l e a v a i t reve va l a marquer. Des echos apparaissent dans un premier roman ou e l l e se rend compte que l e probleme, pour un moment e v i t e , n'est guere r e g l 6 . Et je n'avais pas d e f i n i t i v e m e n t r e s o l u l e p l u s s e r i e u x de mes problemes: c o n c i - l i e r l e s o u c i que j ' a v a i s de mon autonomie avec l e s sentiments qui me j e t a i e n t impetueusement vers un a u t r e . (41) Pour que ce probleme d'autonomie s o i t r e s o l u i l f a u t deux choses: d'abord i l f a u t pouvoir se s u f f i r e m a t eriellement. Pour e l l e , c'est l e s e u l moyen d'etre autonome. Se s u f f i r e m a t e r i e l l e m e n t , c'est s'eprou- ver comme i n d i v i d u complet; a p a r t i r de la. j ' a i pu r e f u s e r l e p a r a s i t i s m e moral et ses dangereuses f a c i l i t e s . (42) C e l a est acquis par l a vente de ses l i v r e s . D'autre p a r t l'age, l a confiance dans ce metier de l i t t e r a t e u r l a l i b e r e d ' a u t r u i . E l l e n'a pas a v i v r e a t r a v e r s un a u t r e . . . . e c r i r e e t a i t devenu pour moi un metier exigeant. I I me g a r a n t i s s a i t mon autono mie morale; dans l a s o l i t u d e des r i s q u e s courus, des d e c i s i o n s a prendre, j e r e a - l i s a i s ma l i b e r t e , (...) Je v o y a i s dans mes l i v r e s mon v e r i t a b l e accomplissement et i l s me d i s p e n s a i e n t de toute autre a f f i r m a t i o n de moi. (43) E l l e n'a pas seulement acquis 1'autonomie, mais c e t t e confiance de c r o i r e d e j a a l a p u b l i c a t i o n d'un l i v r e des q u ' i l est concu 53. en pensee a b o u t i t a l ' e f f e t psychologique l e p l u s important pour e l l e : c e l u i 'de ne p l u s se s e n t i r v i e i l l e ' . Pour e l l e done, l a r e u s s i t e de son p r o j e t d ' e c r i r e l u i confere une au- tonomie complete. Nous venons de v o i r l e s maintes formes d i f f e r e n t e s de besoins p e r s o n n e l s , par exemple l a l u t t e contre l a s o l i  tude, l a recherche d'une a m i t i e , l a decouverte de s o i , 1'ac q u i s i t i o n d'une autonomie, qui semblent t r o u v e r une reponse dans l a l i t t e r a t u r e , ou p l u t o t dans 1'action d ' e c r i r e . La l i t t e r a t u r e , comme l i b e r t e , l u i donne l a p o s s i b i l i t y de s'ex- primer. Devant l e s c o n t r a d i c t i o n s d'une v i e , devant l ' a n - goisse de 1'existence, e l l e trouve que ceux qui ont l a p o s s i  b i l i t y de s'exprimer avec l e u r s s o u f f r a n e e s , y echappent en l e s depassant. Simone de Beauvoir t e n t e r a de co n j u r e r ses demons de l a meme maniere. Simone de Beauvoir a done trouve l e moyen de l u t t e r contre ses s o u f f r a n e e s , ses d i f f i c u l t e s . E l l e va pouvoir se l i b e r e r de ses obsessions en l e s couchant sur p a p i e r . La premiere ebauche de ce mecanisme a p p a r a i t dans l e s premieres t e n t a t i v e s de l a romanciere. E l l e pense a un p r o j e t de roman et en meme temps l e probleme d ' a u t r u i l a preoccupe. E l l e pense a l o r s a l a s o l u t i o n s u i v a n t e : I I me semblait que j e me l a v e r a i s de c e t t e faute et meme que j e l a r a c h e t e r a i s s i j e r e u s s i s s a i s a l a tr a n s p o s e r dans un roman...(44) 54. Deja. dans 1'Invitee c e t t e methode, sous forme de p a r o l e s a haute v o i x est u t i l i s e e pour se d e f a i r e de l ' a n g o i s s e c e l l e qui v i e n t du d e s e q u i l i b r e dans l e s r a p p o r t s P i e r r e - X a v i e r e - F r a n c o i s e . E l l e jl?rancoiseJ eut une l u e u r d ' e s p o i r ; p e u t - e t r e s i e l l e a r r i v a i t a enfermer dans des phrases son angoisse, e l l e pour- r a i t s'en a r r a c h e r . ( 4 5 ) Mais l e v r a i element de c a t h a r s i s se met en marche lorsque Simone de Beauvoir aura r e u s s i e n f i n a r e g l e r , par l ' i n t e r m e - d i a i r e de l a l i t t e r a t u r e , l e grand probleme de sa v i e : c e l u i de 1'autre. Cette longue c i t a t i o n nous f a i t comprendre l ' e f f e t enorme de l i b e r a t i o n q u ' e l l e r e s s e n t i r a par l a s u i t e . I I s ' a g i t de 1 ' I n v i t e e • Et pourtant dans l a mesure ou. l a l i t t e r a t u r e est une a c t i v i t e v i v a n t e , i l m'etait i n d i s p e n s a b l e de m'arreter a ce denouement: i l a eu pour moi une v a l e u r c a t h a r t i q u e . D'abord, en tuant Olga sur l e p a p i e r , j e l i q u i d a i l e s i r r i t a t i o n s , l e s rancunes que j ' a v a i s pu eprouver a son egard; je p u r i f i a i n otre a m i t i e de tous l e s mauvais sou v e n i r s q u i se melangeaient aux bons. • S u r t o u t , en d e l i a n t F r a n c o i s e , par un crime, de l a dependance ou l a t e n a i t son - :amour pour P i e r r e , j e r e t r o u v a i ma propre autonomie. Le paradoxe, c'est que j e n ' a i pas eu b e s o i n pour l a r e c u - perer de commettre aucun geste i n e x p i a b l e , mais seulement d'en r a c o n t e r un dans un l i v r e . Car, meme s i on est attentivement encourage et c o n s e i l l e , e c r i r e e s t un acte dont on ne partage avec personne l a r e s p o n s a b i l i t e . Dans ce roman, j e me l i v r a i s , j e me r i s q u a i s au p o i n t que par moments l e passage de mon coeur aux mots me p a r a i s s a i t insurmontable. Mais 5 5 . c e t t e v i c t o i r e i d e a l e , p r o j e t e e dans 1'imaginaire, n ' a u r a i t pas eu son poids de r e a l i t e : i l me f a l l a i t a l l e r au bout de mon fantasme, l u i dormer corps sans en r i e n a t t e n u e r , s i j e v o u l a i s c o n q u e r i r pour mon compte l a s o l i t u d e ou j e p r e c i - p i t a i ^ r a n ^ o i s e . Et en e f f e t , 1 ' i d e n t i  f i c a t i o n s'opera. (46) On peut r i d i c u l i s e r c e t t e a c t i v i t e comme etant f a c t i c e , comme e v i t a n t l a r e a l i t e ; on ne peut cependant pas l a n i e r comme v e r i t e i n d i v i d u e l l e a l'egard de l a personne qui semble a v o i r b e n e f i c i e de ce phenomene. La c o n t r e - p a r t i e de c e t t e c a t h a r s i s se trouve dans l e s Mandarins ou. nous voyons 1' e x p l i c a t i o n de ce processus en t a n t que revanche sur l e s degradations que l a v i e ;tious f a i t "subir. "En un sens, l a l i t t e r a t u r e est p l u s v f a i e que l a v i e , se d i t - i l . D u b r e u i l h s'est f o u t u de moi, L o u i s est un s a l a u d , Paule m'empoisonne 1'existence: et j e l e u r f a i s des s o u r i r e s . Sur l e pa p i e r on va j u s - qu'au bout de ce qu'on se n t . " ( . . . ) on h a i t , on c r i e , on t u e , on se tue; on va jusqu'au bout: c'est pour ca que c'est faux." S o i t , se d i t - i l ; mais c'est drolement s a t i s f a i - sant. Dans l a v i e sans cesse on se r e n i e . . . (47) Cette forme d'autonomie nous donne l a s a t i s f a c t i o n supreme de n o t r e moi en face du monde. On d e t i e n t concretement sa v e r i t e sans c o n t e s t a t i o n p o s s i b l e de l a par t des a u t r e s . Dans un sens p l u s l a r g e , l a l i t t e r a t u r e a permis a Simone de Beauvoir d ' e x o r c i s e r l e s fantomes du passe. En p l u s , ces fantomes, t i r e s des profondeurs, mis au c l a i r , prennent l e u r s v r a i e s p r o p o r t i o n s . On a r r i v e a mieux 56. comprendre l e u r s s i g n i f i c a t i o n s et l e u r s sens. En ce qui concerne 'Zaza', dont l ' a m i t i e et l a mort f u r e n t t r e s impor- t a n t e s dans sa v i e , e l l e se sent l i b e r e e d'un l o u r d souvenir a l a p u b l i c a t i o n des Memoires d'une jeune f i l l e rangee. R e l i s a n t des l e t t r e s et des carnets de Zaza, j e m'y r e p l o n g e a i pendant quelques j o u r s . Et ce f u t comme s i e l l e e t a i t morte une seconde f o i s . P l u s jamais e l l e ne r e v i n t me v o i r en reve. D'une maniere generale, depuis q u ' e l l e a ete p u b l i e e et l u e , l ' h i s t o i r e de mon enfance et de ma jeunesse s'est entierement detach.ee de moi. (48) Son passe en general s'est detache d ' e l l e . Mais on s' a p e r c o i t a u s s i t o t que ce n'est pas seulement pour l e passe S> l o i n t a i n que c e t t e methode est employee. E l l e devient l e moyen de se debarrasser de toute obsession. Bien q u ' e l l e r e - connaisse 1'episode d'Anne et de Lewis comme marginal dans l e s Mandarins, e l l e ne peut pas s'empecher de nous en p a r l e r . Je l ' a i rac.onte, pour l e p l a i s i r de transposer sur l e mode romanesque un evenement qui me t e n a i t a. coeur... (4-9) Nous venons de v o i r comment Simone de Beauvoir se s e r t de l a l i t t e r a t u r e comme methode de p u r i f i c a t i o n : un moyen therape.utique q u i l u i permet de se decharger de ses d i f f i c u l - t e s . Une f o i s 1'innocence r e t r o u v e e , e l l e peut c o n t i n u e r a. v i v r e , t e l l e communiant lave de ses peches. S i e l l e se debarrasse de son passe par l a l i t t e r a t u r e , e l l e e s s a i e r a de l a meme facon de c o n j u r e r l e s o r t que nous 57--imposent l e monde e x t e r i e u r et l ' h i s t o i r e . Comment r e a g i r devant 1 ' i n v a s i o n , devant l a d e f a i t e ? La f a i b l e s s e d'une personne devant l a catastrophe ^ .*impuissanee devant l e cours de l ' h i s t o i r e 1'oblige a se f o r g e r une conduite n o u v e l l e . Comme nous savons d e j a l a f o r c e e x t r a o r d i n a i r e qu'ont l e s mots pour Simone de Beauvoir, e l l e va employer l e stratageme des mots pour fonder sa morale. C'est encore l a methode q ui c o n s i s t e a a l l e r jusqu'au bout pour v o i r t o u t e s l e s p o s s i b i - l i t e s que l a s i t u a t i o n nous o f f r e . C'est l a m a n i f e s t a t i o n d'un c a r a c t e r e q u i se d o i t d'approfondir ses propres r e a c  t i o n s , ses doutes et ses c o n v i c t i o n s . A p a r t i r de 1939, tout changea; l e monde de v i n t un chaos, et j e c e s s a i de r i e n b a t i r ; j e n'eus d'autre recours que c e t t e c o n j u r a t i o n v e r b a l e : une morale a b s t r a i t e ; j e c h e r c h a i des r a i s o n s , des formules pour me j u s t i f i e r de s u b i r ce q u i m'etait im pose. (...) j ' u s a i de mots pour m'exhorter a l e s fees v e r i t e s ] a c c u e i l l i r ; j e m'ex- p l i q u a i s , j e me per s u a d a i s , j e me f a i s a i s l a lecon...(50) I I y a tout de meme des j o i e s dans c e t t e forme d'ex p r e s s i o n q u ' e l l e a c h o i s i e . C'est l a f i e v r e de l a c r e a t i o n . Creer quelque chose de neuf a p a r t i r du neant l u i donne l e sentiment de l' a v e n t u r e . E l l e se r i s q u e , e l l e se depasse, et s u r t o u t e l l e prend toute l a r e s p o n s a b i l i t e de sa produc t i o n . C'est l e gout de l'inconnu q u i 1 ' a t t i r e . Seulement dans une oeuvre de c r e a t i o n , par o p p o s i t i o n a un rapportage par exemple, a - t - e l l e 1'impression de s'engager p e r s o n n e l l e - 58. merit et totalement. C'est cet acte de c r e a t i o n qui l u i procu re un sentiment d ' e x a l t a t i o n , 1'impression d'acceder a un monde ouvert, v i e r g e , l i b r e . L ' e c r i v a i n a t o u t de meme l a chance d'echapper a l a p e t r i f i c a t i o n dans l e s i n s t a n t s ou i l e c r i t . A chaque nouveau l i v r e , j e debute. Je doute, j e me de- courage (...) Toute page, toute phrase exige une i n v e n t i o n f r a i c h e , une d e c i s i o n sans precedent. La c r e a t i o n est aventure, e l l e e st jeunesse et l i b e r t e . (51) Mais a l a base de toute c e t t e a c t i v i t e , e c r i r e n'est qu'une facon de camoufler ce sentiment q u i l a hante, q u i l a p o u r s u i t toute sa v i e ; l a v e r i t a b l e mise en question de toute a c t i v i t e humaine: l a mort. L' emportant sur l e s autres besoins p e r s o n n e l s , l a l i t t e r a t u r e est finalement l a seule chose q u i r e s t e pour se proteger contre c e t t e f a t a l i t e humaine. J ' a i e c r i t l e debut de ce l i v r e q u i est mon recours supreme contre l a mort...(52) La l i t t e r a t u r e n'est pas une oeuvre d ' a r t . Devant une e x i s t e n c e q u i nous est imposee e l l e devient l a seule i s s u e humaine p o s s i b l e pour Simone de Beauvoir. E l l e e st l a seule facon de s ' i n t e g r e r a ce monde qui nous entoure et dans l e q u e l i l f a u t se d e b a t t r e . I I e st evident que Simone de Beauvoir a tout miser sur l a l i t t e r a t u r e . Moins convaincue que S a r t r e au debut, e l l e l ' a depasse par une espece d ' o b s t i n a t i o n . C e l a v i e n t sans doute de c e t t e courbe descendante qu'est l a v i e ; p l u s 59. l a r e a l i t e l a d e c e v a i t , p l u s e l l e se r e f u g i a i t dans l ' e c r i t u r e . Nous venons de v o i r l a deuxieme tendance q u i se d e f i  n i t dans l a v i e de Simone de Beauvoir, c e l l e ou l a l i t t e r a t u r e repond a un b e s o i n d'expression p e r s o n n e l l e . S i l a premiere tendance c o r r e s p o n d a i t a une d e c i s i o n posee, r a t i o n n e l l e , l u c i d e p r i s e par Simone de Beauvoir pour a t t e i n d r e des buts t r e s p r e c i s , c e t t e deuxieme i n c l i n a t i o n 'a.-." f a i t son chemin en sourdine pour e n f i n s'imposer avec evidence. Tres jeune, Simone de Beauvoir aime s'exprimer avec des mots. E l l e d e v a i t s'y a t t a c h e r de plus en p l u s parce[que son u n i v e r s ne l u i l a i s s e n i l a l i b e r t e n i l a p o s s i b i l i t y de s'exprimer par des v o i e s normales. E l l e se r e f u g i e dans l a l i t t e r a t u r e . Bien q u ' e l l e s'attende a r e m p l i r une m i s s i o n humanitaire, e l l e y decouvre des s a t i s f a c t i o n s , des compen s a t i o n s i n a t t e n d u e s . I I devient evident b i e n t o t que c e t t e forme d'expression p e r s o n n e l l e j u s t i f i e sa v i e , l u i donne une r a i s o n de v i v r e . I I f a u t maintenant c o n s i d e r e r son oeuvre; d'abord ses romans, e n s u i t e ses memoires, pour s a v o i r s i ces deux tendances v o n t c o n t i n u e r a f o n c t i o n n e r cote a cote ou s i , un e q u i l i b r e p a r f a i t etant t r e s d i f f i c i l e a m a i n t e n i r , l'un des r o l e s l'emportera sur 1'autre. 60 D E U X I E M E P A R T I E L E S R O M A N S L_E_S R_2_M_A_N_S INTRODUCTION. Ayant constate un c o n f l i t dans l a nature de Simone de Beauvoir, c ' e s t - a - d i r e une f o r t e tendance a s'imposer un de v o i r humanitaire d'une p a r t et 1'existence d'une f o r c e sou- t e r r a i n e q u i reclame une expres s i o n de s o i d'autre p a r t , i l s ' a g i t maintenant d ' e t u d i e r son oeuvre romanesque a f i n de v o i r s i un mouvement analogue s'y trouve. Cette ambigulte est simplement un ch o i x entre l a vo l o n t e de v i v r e pour s o i , ce q u i est e s s e n t i e l l e m e n t l a c o n s e r v a t i o n de s o i , l a suprematie de l ' i n d i v i d u , ou l a v o l o n t e de v i v r e pour l e s a u t r e s , ce qui donne l a p r i o r i t e a a u t r u i , ou a l a s o c i e t e . Cette dichotomie, qui d'habitude demande un choix e x c l u s i f , cree une t e n s i o n . A f i n de r e d u i r e c e t t e t e n s i o n , un c h o i x d o i t se f a i r e entre ces deux modes de v i e , entre ces deux faeons de concevoi r 1'existence. Dans c e t t e deuxieme p a r t i e nous voudrions essayer de determiner l a d i r e c t i o n generale de ces c h o i x . A l a l u - miere de t r o i s romans, i l s ' a g i t de v o i r s i l e s s o l u t i o n s a- doptees dans une s i t u a t i o n donnee j e t t e n t l e personnage p r i n  c i p a l vers a u t r u i d'un mouvement genereux ou s i , au c o n t r a i r e , e l l e s l e f o n t opter pour soi-meme d'un mouvement e g o i s t e . Les t r o i s romans sont L ' I n v i t e e , Le Sang des Autres et Les Manda  r i n s . Ces romans correspondent a des etapes d e f i n i e s dans 1' e v o l u t i o n de Simone de Beauvoir et montrent d'une facon remarquable l e s o r i e n t a t i o n s d i f f e r e n t e s de sa v i e . 61 C H A P I T R E I I I L'INVITEE. Le c h o i x du c o n f l i t qu'un auteur presente c o r  respond generalement a un debat profond qui occupe son e s p r i t . L o r s q u ' i l nous en p a r l e , s o i t q u ' i l e s s a i e encore de resoudre l e probleme s o i t q u ' i l nous apporte deja sa c o n c l u s i o n . Quelle que s o i t l a s i t u a t i o n que nous presente Simone de Beauvoir on se trouve en face du c o n f l i t d e f i n i dans l e s c h a p i t r e s precedents: v i v r e une v i e purement en f o n c t i o n des besoins p e r s o n n e l s , ou v i v r e une v i e en fo n c  t i o n d ' a u t r u i . P r e c i s o n s egalement qu'une v i e en f o n c t i o n d ' a u t r u i se d i v i s e en deux c a t e g o r i e s : l a v i e p r i v e e et l a v i e publique d'un e t r e . Dans un contexte b e a u v o i r i e n l e c o n f l i t n e c e s s i t e un ch o i x e x c l u s i f envers une a t t i t u d e ou 1'autre. Ce premier l i v r e L ' I n v i t e e nous propose 1 'etude de ce c o n f l i t au niveau de l a v i e p r i v e e . Dans c e ^ c h a p i t r e i l s ' a g i r a d ' e t u d i e r l e s rapp o r t s humains entre F r a n c o i s e et ceux qui f o n t p a r t i e de son monde: P i e r r e , X a v i e r e , Gerbert. Du p o i n t de vue de F r a n c o i s e , femme qui occupe au depart une p o s i t i o n p r i v i l e g i e e dans son u n i v e r s , 1 'etude des d i f f e r e n  t e s s i t u a t i o n s r e v e l e l a l u t t e que Fra n c o i s e mene a f i n de 62. j n i n i m i s e r ses besoins personnels pour pouvoir s ' o u v r i r a a u t r u i . E l l e p a r v i e n d r a d i f f i c i l e m e n t a r e s t e r genereuse et devra finalement retomber dans un ch o i x e g o i s t e , i n d i v i d u a l i s t e , egocentrique. Le personnage c e n t r a l , F r a n c o i s e , au debut de c e t t e h i s t o i r e v i t dans un monde absolument s t a b l e . E l l e s'est c o n s t r u i t un u n i v e r s ou e l l e est l a mesure de toute chose. Le monde qui l'entoure ne fon c t i o n n e que par rapport a e l l e , a sa presence, a son regard. F r a n c o i s e est confortablement i n s t a l l e e au centre de c e t t e c o n s t r u c t i o n sans f a i l l e . E l l e a v a i t ce pouvoir: sa presence a r r a c h a i t l e s choses a l e u r i n c o n s c i e n c e , e l l e l e u r donnait l e u r c o u l e u r , l e u r odeur. (...) E l l e e t a i t seule a degager l e sens de ces l i e u x abandonnes, de ces obj e t s en sommeil; e l l e e t a i t l a et i l s l u i a ppartenaient. Le monde l u i appar- t e n a i t . (1) S i e l l e sent ce p r i v i l e g e v i s - a - v i s des o b j e t s , s i e l l e c r o i t a i n s i a ce c o n t r o l e absolu des d e s t i n e s inanimes, e l l e r essent c e t t e meme s u p e r i o r i t y a l' e g a r d des gens qui 1'entourent. Au centre du dancing, impersonnelle et l i b r e , moi j e s u i s l a . Je contemple a l a f o i s t o u tes ces v i e s , tous ces v i  sages. S i j e me detournais d'eux, i l s se d e f e r a i e n t a u s s i t o t comme un paysage d e l a i s s e . (2) A f i n d'apprecier l'envergure, l'ampleur de c e t t e place p r i v i l e g i e e que d e t i e n t F r a n c h i s e , on v o i t que l e monde e n t i e r se deplace avec e l l e . 63. "'Je s u i s t r a n q u i l l e a p resent, parcejaue je me s u i s persuadee que ou que j ' a i l l e , l e r e s t e du monde se deplace avec moi. (3) E l l e possede l a t o t a l i t e du,monde e x t e r i e u r et e l l e peut en d i s p o s e r a sa g u i s e . A c e r t a i n s moments, i l semblait a F r a n c o i s e que ces v i e s e t a i e n t venues s ' e n t r e c r o i s e r expres pour e l l e en ce p o i n t de l'espace et du temps ou e l l e se t e n a i t . . . ( 4 ) E l l e est au centre de l ' u n i v e r s . Pour q u ' e l l e domine l a s i  t u a t i o n , pour q u ' e l l e l a c o n t r o l e d'une facon absolue, i l faudra que ce monde s o i t f i g e , a r r e t e . La premiere consequen ce de c e t t e s t a b i l i t e se f a i t s e n t i r dans l e s r a p p o r t s que F r a n c o i s e a avec a u t r u i . Les r a p p o r t s a u s s i sont a r r e t e s . E l l e a e t a b l i , une f o i s pour t o u t e s , l e genre de rapport q u ' e l l e a l l a i t a v o i r avec chaque personne. Au fond, e l l e r e s s e m b l a i t a E l i s a b e t h ; une f o i s pour toutes e l l e a v i t f a i t un acte de f o i , et e l l e se r e p o s a i t t r a n - q u i l l e m e n t sur des evidences perimees. (5) Tout est b i e n a sa p l a c e . Cette v i e que Gerbert a p p e l l e 'rangee' est une v i e immobile, stagnante. E l l e v i t avec P i e r r e depuis h u i t ans. Chacun accepte l e s r a p p o r t s sans jamais questionner n i l e u r v a l e u r n i l e u r j u s t e s s e ac- t u e l l e s . I l s v i v e n t des r a p p o r t s q u i , une f o i s fondes, n'ont jamais ete mis en q u e s t i o n . N i l a forme n i l e fond de l e u r v i e n'est d i s t i n c t e ; une union informe qui pretend former un couple. 64. ...mais ces. i n s t a n t s epars, i l s l e s r a t t a c h a i e n t fidel'ement a. un ensemble unique, ou. l e t i e n et l e mien devenaient i n d i s c e r n a b l e s . Aucun des deux n'en d i s t r a y a i t jamais pour s o i l a moindre p a r c e l l e . . . ( 6 ) F r a n c o i s e s u r t o u t c r o i t v i v r e c e t t e union comme au debut. E l l e ne soupconne guere que l e s e t r e s changent, que l e s idees evoluent et que l e s r a p p o r t s en su b i s s e n t l e s e f f e t s . Une i n d i c a t i o n de c e t t e a t t i t u d e f i g e e nous est donnee l o r s - que, pour l a premiere f o i s , P i e r r e exprime une pensee qui indique que l u i , i l a continue son e v o l u t i o n . Immediatement Fr a n c o i s e se sent menacee, une t e r r e u r sourde 1' envah.it. E l l e se s e n t a i t toute deconcertee; c ' e t a i t P i e r r e q u i 1'avait convaincue qu'on n ' a v a i t r i e n de mieux a f a i r e sur t e r r e que de c r e e r de b e l l e s choses; toute l e u r v i e e t a i t b a t i e sur ce credo. I I n ' a v a i t pas l e d r o i t de changer d'avis sans p r e v e n i r . (7) Comme e l l e n'accepte pas l e changement, e l l e v i t une v i e de r e f u s . A f i n d ' e v i t e r tout bouleversement dans son monde s t a b l e , e l l e d o i t se r e f u s e r aux a u t r e s . I I est i n  dispensable que l e calme regne pour que sa ' c o n s t r u c t i o n ' p u i s s e c o n t i n u e r . Le premier r e f u s est v i s - a - v i s de Gerbert, l'ami de Fr a n c o i s e et de P i e r r e . Les rap p o r t s qui devaient e x i s t e r entre Gerbert et Francoise se sont d e f i n i s d'eux- memes un j o u r et i l s continuent l e meme l i e n d'un commun accord. Malgre c e t t e d e c i s i o n a n t e r i e u r e , F r a n c o i s e decouvre un sentiment neuf a. son egard - amour? tendresse? confiance? entente? C'est un sentiment confus, mal d e f i n i q u i s ' e v e i l l e . 65. E l l e n'ose pas l e . p r e c i s e r . Ce s e r a i t mettre en doute ses sentiments envers P i e r r e . La c l e de son faux e q u i l i b r e c'est 1'immobility. La p o s s i b i l i t y d'ajouter une autre dimension a sa v i e l ' e f f r a i e . E l l e l e r e j e t t e . Dans l e coeur de Fr a n c o i s e montait une t r i s t e s s e acide et rose comme l e p e t i t j o u r . Pourtant e l l e ne r e g r e t t a i t r i e n ; e l l e n ' a v a i t meme pas d r o i t a c e t t e melancolie q u i e n g o u r d i s s a i t son corps ensommeille. C e t a i t un renoncement d e f i n i t i f et sans recompense. (8) Ce r e f u s d ' e l a r g i r son monde, d ' e n r i c h i r sa v i e par des experiences n o u v e l l e s ne s ' a r r e t e n t pas avec l e r e f u s de Gerbert. Toute nouveaute se t r a d u i t a u s s i t o t en menace, en r i s q u e . E l l e l a r e f u s e categoriquement. Maintenant e l l e va r e f u s e r X a v i e r e . X a v i e r e , q u i est en ce moment a P a r i s , ne veut p l u s r e n t r e r a Rouen. E l l e e st sans argent, sans m e t i e r , sans ambition. I I se peut que P a r i s p u i s s e l u i f o u r n i r 1'oc c a s i o n de se t r o u v e r . I I est qu e s t i o n de '1'adopter' pour f a c i l i t e r son sejour a P a r i s . P i e r r e , l e compagnon de F r a n c o i s e , e n t r e v o i t 1*occasion d'aider un e t r e humain. I I veut partager sa bonne chance dans l a v i e avec d'autres. I I s'exprime a i n s i ' : "Nous avons eu tan t de chance dans notre v i e , d i t P i e r r e . I I f a u t b i e n en f a i r e p r o f i t e r l e s autres chaque f o i s que nous l e pouvons". (9) F r a n c o i s e est incapable de r e a g i r de c e t t e facon. E l l e d o i t r e f u s e r . E l l e est t e l l e m e n t preoccupee a s ' a g r i p e r 66. a ce q u ' e l l e possede,- a main t e n i r l e s t a t u s quo q u ' e l l e ne peut pas se permettre un mouvement d'ouverture envers un au t r e . E l l e trouve des excuses, e l l e h e s i t e mais e l l e f i n i t par r e f u s e r . C'est a ce moment que P i e r r e l u i f a i t remarquer c e t t e fermeture d ' e s p r i t . ...mais c'est d r o l e c e t t e espece de recuL: que t u as des que quelque chose de neuf s ' o f f r e a t o i . (10) Cette r e f l e x i o n de P i e r r e f a i t r e f l e c h i r F r a n c h i s e . Pour l a premiere f o i s e l l e se pose l a meme qu e s t i o n . Apres a v o i r passe une s o i r e e agreable, q u ' e l l e d o i t a l a presence de X a v i e r e , e l l e se demande: ...pourquoi done r e f u s e r d ' i n t r o d u i r e dans sa v i e c e t t e f r a i c h e r i c h e s s e q u i s ' o f f r a i t . . . ( 1 1 ) Cette f r a i c h e r i c h e s s e p o u r r a i t e t r e l a b r i s e q u i r a v i v e r a i t c e t t e v i e q u i s'immobilise. Mais a u s s i t o t l e cote n e g a t i f de l a nouveaute dans l e s r a p p o r t s humains s u r g i t . L ' i n c e r t i t u d e , 1' aventure, 1' i n s t a b i l i t y :..l' ef f l e u r e n t . , ,»un p e t i t compagnon tout neuf avec ses exigences, ses s o u r i r e s r e t i c e n t s et ses r e a c t i o n s imprevues? (12) De nouveau avec Gerbert, maintenant q u ' e l l e commence a douter de sa p o s i t i o n , e l l e se met a imaginer ce q u ' e l l e a u r a i t pu a v o i r comme experience avec l u i . Est-ce l a pre miere i n d i c a t i o n d'un manque dans sa v i e , un piessentiment q u ' e l l e n'est pas a u s s i comblee q u ' e l l e l e c r o y a i t ? Est-ce d i r e que c e t t e v i e egocentrique ne s o i t n i l a seule p o s s i b l e , 67. n i l a p l u s s a t i s f a i s a n t e ? ...tous ces biens p r e c i e u x , e l l e y a v a i t renonce sans meme l e s a v o i r connus; jamais e l l e ne l e s c o n n a i t r a i t . ( l j ) Une vague idee des ' p o s s i b i l i t e s ' - ces biens p r e c i e u x - f o n t l e u r a p p a r i t i o n ; v o i l a l a premiere f a i l l e , l a breche dans l a c o n s t r u c t i o n . F r a n c o i s e , s'etant i n s t a l l e e au centre de l ' u n i v e r s , e n t r e t i e n t des rap p o r t s avec l e s e t r e s d'une p o s i t i o n p r i - v i l e g i e e . Vu sa mefiance a l'ega r d de toute nouveaute, ou l a peur en face d ' a u t r u i , i l va f a l l o i r q u ' e l l e domine, q u ' e l l e c o n t r o l e toute s i t u a t i o n . Les rappo r t s ne pourront jamais e t r e sur un niveau de r e c i p r o c i t y . . Aucun a c t e , aucun l i e n ne seront d'egale a egale. L'element de mefiance engendre a u s s i t d t 1 ' a t t i t u d e d'une r e s i s t a n c e a b r i s e r , 1 ' a t t i t u d e de l u t t e a mener a f i n d ' a r r i v e r a un e t a t de po s s e s s i o n . Ce qui permet c e t t e p o s s e s s i o n , c'est sa s u p e r i o  r i t y . Grace a l a d i s t a n c e q u ' e l l e impose entre e l l e et l e s a u t r e s , e l l e n'est pas ob l i g e e d'admettre une conscience semblable a l a sienne. E l l e peut se s e n t i r omnipotente parcejqu' e l l e n i e l'autonomie, 1' independance des autres e x i s  tences. D'autant p l u s l ' i d e e de ne pas pouvoir ' s e n t i r du dedans chez un autre comme on sent soi-meme' aide a c o n s i - derer 1'autre comme d i f f e r e n t de s o i . S ' i l est d i f f e r e n t , i l n'a pas l e s memes besoins que moi, l e s memes d r o i t s que moi. I I n'y a qu'un pas a f a i r e pour l e s deshumaniser t o t a - 68. lenient. On deshumanise l e s e t r e s pour mi eux l e s annexer. Une " f o i s que Frangoise l e s rend ' o b j e t ' , e l l e peut e n s u i t e l e s posseder comme on possede des o b j e t s . Comme l e s possessions m a t e r i e l l e s , l e s e t r e s rendus o b j e t s ne peuvent p l u s nous f a i r e peur. La menace est e v i t e e , l a s u p e r i o r i t y r e s t e i n t a c t e . "Leurs pensees, ga me f a i t j u s t e comme l e u r s p a r o l e s et l e u r s v i s a g e s : des obj e t s qui sont dans mon monde a moi. E l i s a b e t h s'etonne que j e ne s o i s pas ambitieuse; mais c'est a u s s i pour-;g,a. Je n ' a i pas bes o i n de chercher a me t a i l l e r dans l e monde une place p r i v i - l e g i e e . J ' a i 1'impression que j ' y s u i s deja. i n s t a l l e e . " (14) La d e c i s i o n d o i t se prendre: d o i t - o n garder X a v i e r e a P a r i s ou non. Avant d'a v o i r accepte de garder Xaviere a P a r i s , avant d'avoir f a i t un geste compromettant, e l l e pense d e j a au genre de l i e n q u ' e l l e admettra. Des l e depart c'est un l i e n de po s s e s s i o n . Ce genre de l i e n e st l e s e u l q u ' e l l e a i t avec tous ceux q u i peuplent son u n i v e r s . . . . e l l e a u s s i , e l l e e t a i t touchee par tout ce c l i n q u a n t f a c i l e mais ce qui l'enchan- t a i t s u r t o u t c ' e t a i t d ' a v o i r annexe a sa v i e c e t t e p e t i t e e x i s t e n c e t r i s t e ; c ar a present, comme Herbert, comme Ines, comme C a n z e t t i , X a v i e r e l u i a p p a r t e n a i t ; r i e n ne donnait jamais a Frangoise des j o i e s s i f o r t e s que c e t t e espece de pos s e s s i o n . . . (15) Ne p a r l e - t - e l l e pas de 'cette p e t i t e e x i s t e n c e t r i s t e ' ? E l l e se c r o i t comblee, e l l e s'estime s u p e r i e u r e , c e c i f a c i l i t e 1'annexion. Une f o i s de pl u s on remarque l ' i n e g a l i t e des r a p p o r t s . 69. Pour m a i n t e n i r une p o s i t i o n dominante, l e s autres en sont necessairement e x c l u s . -^es l a moindre menace, Fra n c o i s e m o b i l i s e ses f o r c e s a f i n d'ecraser c e t t e conscience q u i ose se proclamer. En Xaviere l a menace prend l a forme de 'tout un systeme de v a l e u r s q u i s'opposait au s i a i ' . . . . l a r e s i s t a n c e de Xaviere e t a i t r e e l l e et F r a n c o i s e v o u l a i t l a v a i n c r e . C e t a i t scandaleux: e l l e a v a i t t e l l e m e n t 1'impres s i o n de dominer X a v i e r e , de l a posseder jusque dans son passe et dans l e s detours encore imprevus de son a v e n i r I. ..(16) Une a t t i t u d e Sgocentrique doublee d'une v o l o n t e constante de domination forgent des rapp o r t s f a u x , i n v i v a b l e s . Entre F r a n c o i s e et Xa v i e r e i l n'y aura jamais une r e c i p r o  c i t y l i b r e . F r a n c o i s e adopte une a t t i t u d e p a t e r n a l i s t e a l'egar d de X a v i e r e ; e l l e a g i t avec e l l e comme e l l e a g i r a i t avec un enfant. Par contre e l l e en exige a u s s i des r e a c t i o n s d'adulte. Ce double standard e t a i t i n v i v a b l e pour X a v i e r e . F r a n c o i s e s'en rend compte e n f i n . Certainement, par paresse, F r a n c o i s e a v a i t s i m p l i f i e X a v i e r e ; e l l e se de- mandait meme avec un peu de m a l a i s e , comment e l l e a v a i t pu pendant l e s de r n i e r e s semaines l a t r a i t e r en p e t i t e f i l l e n egligeable...(17) Quelques l i g n e s p l u s t a r d X a viere f a i t une r e f l e x i o n qui montre q u ' e l l e est consciente de c e t t e a t t i t u d e chez F r a n c o i s e , et q u ' e l l e en est s e n s i b l e . Vous a v i e z l ' a i r de deux grandes personnes morigenant une enfant, d i t Xaviere...(18) 70. -Xaviere se defend, violemment p a r f o i s , d'autant p l u s q u ' e l l e est impuissante a cause de c e t t e p o s i t i o n i n f e r i e u r e qui l u i a ete designee au depart. Cet u n i v e r s de 1'Invitee n'est qu'une ronde de do minations. Chacun d e v o i l e t o u r a t o u r 1'existence de ce sen timent. P i e r r e a son t o u r , va .dominer X a v i e r e . Une f o i s engagee avec e l l e , i l ne peut pas accepter une a m i t i e ou un amour r e c i p r o q u e . I I demande d'etre l a s e u l e , 1'unique source de l a v i e de X a v i e r e . S i une r e a c t i o n etrangere n a i t et ose e x i s t e r independamment de l u i , i l ne peut pas l'admettre c a r seule une po s s e s s i o n absolue et t o t a l e peut l e s a t i s f a i r e . I I demande un c o n t r o l e de T m a r i o n n e t t i s t e : c e l u i q u i donne v i e et ame a l a : marionnette; c e l u i q u i l u i donne une e x i s t e n c e . P i e r r e e t a i t a i n s i f a i t q u ' i l ne t i r a i t pas beaucoup de j o i e cles moments ou Xavi e r e se montrait aimable avec l u i ; en revanche, l e moindre de ses froncements de s o u r c i l l e d e c h i r a i t de f u r e u r ou de remords. I I a v a i t b e s o i n de l a s e n t i r en son pouvoir pour e t r e en p a i x avec l u i - meme. (19) Cette conscience independante que represente X a v i e r e , ces v a l e u r s q u i l'opposent a P i e r r e , 1 ' i n c i t e a l ' e t o u f f e r . L u i a u s s i d o i t t r o u v e r une facon de l a dominer. Me f a i r e aimer d ' e l l e , c'est m'imposer a e l l e , c'est m ' i n t r o d u i r e dans son monde et y triompher d'apres ses propres v a l e u r s . (20) La v o l o n t e de dominer semble encore p l u s a t r o c e , i n s e n s i b l e lorsque P i e r r e avoue qu'en r e a l i t e Xaviere ne l u i 71. apporte r i e n . E l l e l.'interesse dans l a me sure ou e l l e est une r e s i s t a n c e a b r i s e r . C e c i depasse une domination s e x u e l l e pour a t t e i n d r e une domination de 1 ' e s p r i t et de l'aine d'un e t r e . Tu s a i s b i e n que je ne s u i s pas un se n s u e l , d i t P i e r r e . Tout ce que j e demande, c'est de pouvoir r e t r o u v e r n'importe quand des visages comme ceux de c e t t e n u i t , des moments ou. moinseul au monde e x i s t e pour e l l e . (21) Cette domination non seulement t r a d u i t de l a p a r t de chaque e t r e l e d e s i r d'un monde c o n t r o l a b l e , e l l e indique l e p o i n t extreme ou. a b o u t i t l'§tre qui v i t pour s o i . S i nous avons i n s i s t e jusque l a sur une p h i l o s o p h i e de v i e q u i place l e be s o i n personnel avant toute v a l e u r , i l s ' a g i t de montrer que l'ambiguite f a i t son i r r u p t i o n au s e i n de ce monde f i g e . Le c o n f l i t a p p a r a i t l o r s q u ' i l y a une t e n t a t i o n de v i v r e pour a u t r u i . S i t i m i d e soi.% e l l e , e l l e e x i s t e . F r a n c o i s e e n f i n a p e r c o i t l e s limites.. de sa concep t i o n du monde. Son r e f u s de Gerbert cree un malais e . Son r e f u s de Xaviere r i s q u e d ' e l o i g n e r P i e r r e ; e l l e se v o i t en p e r i l de l e s perdre tous l e s deux. E l l e e st ob l i g e e de ceder. Lorsque Fr a n c o i s e se c o n s i d e r a i t encore l e centre du monde, v i v a n t une union avec P i e r r e , on ne peut guere p a r l e r desrapports r e c i p r o q u e s . P i e r r e f a i t p a r t i e de son un i v e r s sous 1 ' e t i q u e t t e de "nous". Dans 1 ' e s p r i t de 72. -Francoise, P i e r r e n'est pas un element d i s t i n c t , autonome. On n'a pas t o r t a l o r s de d i r e que Fran c o i s e e n g l o u t i t P i e r r e dans son u n i v e r s de l a meme facon q u ' e l l e annexe X a v i e r e , q u ' e l l e possede l e s a u t r e s . guer de l u i et des autres comme une p e r s o n n a l i t e unique et i n d i v i d u e l l e , q u ' e l l e v.oit l e s f a i l l e s dans c e t u n i v e r s t r o p b i e n c o n s t r u i t . C'est a l o r s q u ' e l l e va t e n t e r d ' e t a b l i r des r a p p o r t s plus authentiques, plus v r a i s avec Xaviere a f i n d'acceder a une a m i t i e avec e l l e . La s e p a r a t i o n de P i e r r e v i e n t d'abord. A p a r t i r de ce moment, e l l e j e t t e un regard neuf, e v e i l l e sur l e monde. Sa r e a l i s a t i o n de n'etre plus au meme niveau s p i r i t u e l que P i e r r e 1 ' i n c i t e a. a g i r . E l l e 1'avait l a i s s e s'avancer s e u l dans l a decouverte de X a v i e r e . Qu'elle a i t decide l e r61e que d e v a i t jouer Xaviere dans sa v i e sans p l u s y r e v e n i r , q u ' e l l e v e u i l l e maintenant r e j o i n d r e P i e r r e dans une meme comprehension,, dans une m e i l l e u r e a p p r e c i a t i o n Avec t o i , je n'ai jamais ete genee, parce que je ne':te.'distingue guere de moi-meme. (22) Ce n'est qu'au moment ou e l l e commence a se d i s t i n - 73. de X a v i e r e , F r a n c o i s e cherche un t e r r a i n de rencontre a f i n de communiquer avec X a v i e r e . . . . s i e l l e se s e n t a i t souvent separee de P i e r r e , a p r e s e n t , c'est q u ' e l l e 1'avait l a i s s e s'avancer s e u l sur ces chemins d'admiration et de tendresse: l e u r s yeux ne contemplaient p l u s l e s memes images; e l l e ne v o y a i t qu'une enfant c a p r i c i e u s e l a ou. P i e r r e a p e r c e v a i t une ame exigeante et farouche; s i e l l e c o n s e n t a i t a l e r e j o i n d r e , s i e l l e r e - n o n c a i t a c e t t e r e s i s t a n c e obstinee...(24) Deux choses nous frappent dans cette d e c l a r a t i o n de .Francoise. Le doute a f a i t son chemin; e l l e va r e e v a l u e r . Peut-§tre n ' e t a i t - e l l e pas une enfant et m e r i t a i t - t - e l l e l ' e g a - l i t e dans l e s r a p p o r t s . E l l e semble prete a renoncer a sa r e s i s t a n c e - c e l l e q u i r e f u s a i t l a ' p a r t i c i p a t i o n ' de X a v i e r e ; e l l e va maintenant l u i ceder un peu de son u n i v e r s . Lorsque Xaviere n ' e t a i t qu'un o b j e t , qu'un • b u t i n ' , F r a n c o i s e ne l a p r e n a i t pas au s e r i e u x . I I ne f a l l a i t pas f a i r e 1 ' e f f o r t honnete de communication qu'on f e r a avec une personne qui a notre estime. F r a n c o i s e l a regarda avec un peu de remords, e l l e e t a i t touchee de cet i n t e r e t que X a v i e r e l u i t e m o i g n a i t ; e l l e a u r a i t du essayer p l u s souvent d'a v o i r de v r a i e s conversations avec e l l e . (25) Ce premier f l e c h i s s e m e n t en a p p e l l e r a d'autres. On e n t r e v o i t l a t e n t a t i o n d'une r e e v a l u a t i o n de ses r a p p o r t s avec tous. Admettre une v a r i a t i o n p o s s i b l e de ce mode de v i e , c'est a u s s i t o t c o u r i r l e r i s q u e q u ' i l p uisse y en a v o i r d'autres. 74. La v e r i t e absolue q u i l a s o u t e n a i t jusque l a cede t r o p r a p i - dement a une r e l a t i v i t e ambigue et deconcertante. Jamais i l f ^ P i e r r e J ne d e c i d a i t d ' a u t o r i t e , sans c o n s u l t e r F r a n c h i s e (...) Les mots de P i e r r e ne s 1 a d r e s s a i e n t pas a e l l e ; n i a Xav i e r e non p l u s ; P i e r r e a v a i t p a r l e pour lui-meme. C e t a i t l a l e p l u s grand changement: (...) I I f a u - d r a i t q u ' e l l e se decide une bonne f o i s a regarder en face tous l e s changements qui s ' e t a i e n t p r o d u i t s . . . ( 2 6 ) Jusqu'aux d e r n i e r s moments Fra n c o i s e est t i r a i l l e e entre l e r e t o u r au monde connu s t a b l e ou e l l e dominait et l e monde i m p r e v i s i b l e , i n s t a b l e , i n c e r t a i n ou l a j e t a i t l a t e n t a t i v e d'amitie avec X a v i e r e . La t e n s i o n devient i n t e - nable et e l l e g l i s s e fatalement vers ce c h o i x q u i , pour une personne comme Fr a n c o i s e est c r u c i a l . Mais quoi q u ' i l a r r i v a t , e l l e n ' a u r a i t pu d e c i d e r autrement q u ' e l l e n ' a v a i t f a i t . (...) Xaviere e x i s t a i t et on ne d e v a i t pas l a n i e r , i l f a l l a i t assumer tous l e s r i s q u e s que son ex i s t e n c e comportait. (27) Assumer l e s r i s q u e s , pour F r a n c o i s e , semble e t r e 1'acceptation de c e t t e v r a i e v a l e u r humaine, 1'amitie, et t o u t ce que c e l a comprend en t a n t que contact humain, communication, r e c i  p r o c i t y . La presence d'un a u t r e , dans toute sa d i g n i t e , a l l a i t e n f i n e t r e admise. Des que Fra n c o i s e est p s y c h o l o g i - quement p r e t e a f a i r e ce geste d'ouverture envers X a v i e r e , e l l e decouvre chez c e l l e - c i une c a p a c i t e de sentiments v a l a - b l e s q u i ne c h e r c h a i t que l a s i t u a t i o n pour se d e v o i l e r . Lorsque F r a n c o i s e e s t a l ' h o p i t a l X a v i e r e l u i f a i t p a r t du 75. v i d e q u ' e l l e ressent autour d ' e l l e depuis que c e l l e - c i n ' e s t . p l u s a 1 ' h S t e l . De c e t t e presence a l a q u e l l e X a v i e r e se montre s i s e n s i b l e , Franchise ne s ' e t a i t p o i n t doutee. E l l e ne se p r e o c c u p a i t que de ses propres b e s o i n s , ce qui l a r e n - d a i t aveugle et i n s e n s i b l e aux sentiments, aux e f f u s i o n s des a u t r e s . Jamais e l l e ne s ' e t a i t doutee que Xaviere f u t s i a t t e n t i v e a sa presence; comme e l l e 1'avait meconnue I (...) E l l e e t a i t en t r a i n de se dessecher lentement a l ' a b r i des c o n s t r u c t i o n s p a t i e n t e s et des lourdes idees de plomb, lorsque soudain dans un eclatement de purete et de l i b e r t e , t o u t ce monde t r o p humain e t a i t tombe en p o u s s i e r e ; i l a v a i t s u f f i du regard n a i f de X a v i e r e pour d e t r u i r e c e t t e p r i s o n et maintenant, sur c e t t e t e r r e d e l i v r e e , m i l l e m e r v e i l l e s a l l a i e n t n a i t r e par l a grace de ce jeune ange exigeant. (28) Apres c e t t e e f f u s i o n de g e n e r o s i t e de l a p a r t de F r a n c o i s e i l y aura des moments de doute, des mouvements de r e c u l . Ce changement ne peut pas §tre permanent parceque l e c a r a c t e r e de Xaviere se montre a u s s i sinon p l u s i n f l e x i b l e que c e l u i de F r a n c o i s e . T o u t e f o i s on v e r r a c i - d e s s u s une grande ouverture humanitaire, qui l a i s s e p r e v o i r l e s s a t i s  f a c t i o n s des r a p p o r t s r e c i p r o q u e s . C e l a peut a r r i v e r s i l + e t r e a r r i v e a. minimiser l a p l a c e q u ' i l reclame dans l e monde pour l a partager avec a u t r u i . I I faudra apprendre a c o e x i s t e r au l i e u de v o u l o i r accaparer l e s e t r e s et l e s choses. Le moment v i e n t lorsque F r a n c o i s e d o i t c h o i s i r 76. entre son d e s i r de garder P i e r r e a e l l e - (X a v i e r e l e l u i a v a i t p r i s , mais i l est de nouveau avec F r a n c o i s e au moment dont on p a r l e ) ou l a t e n t a t i v e d'une r e c o n c i l i a t i o n entre X a v i e r e et P i e r r e . X a v i e r e est malheureuse a cause de c e t t e r u p t u r e . F r a n c o i s e f e r a un c h o i x poignant et peut-etre i r r e  v e r s i b l e . E l l e c h o i s i t d i f f i c i l e m e n t l a route q u i r i s q u e l a perte de P i e r r e mais l o r s q u ' e l l e considere l e s r e s p o n s a b i l i t e s q u ' e l l e a enyers X a v i e r e , des r e s p o n s a b i l i t e s humaines engen- drees par l ' a m i t i e , F r ancoise n'ose pas c h o i s i r P i e r r e . E l l e eut un nouveau s a n g l o t ; c ' e t a i t t o r t u r a n t , des q u ' e l l e r e v o y a i t l a face pale de X a v i e r e , e l l e ne pouvait p l u s se resoudre a l a s a c r i f i e r , f u t - ce pour l e bonheur de P i e r r e . (29) On v i e n t de v o i r 1 ' e s p r i t d e s i n t e r e s s e qu'a pu a t t e i n d r e F r a n c o i s e . E l l e ne pourra pas l e m a i n t e n i r et dev:.ra eventuellement se r e t r a n c h e r dans l e c h o i x de s o i contre X a v i e r e . I I s ' a g i r a d'examiner l a cause de c e t t e f a i l l i t e . X a v i e r e , ame farouche, est une negation t o t a l e , une c o n t e s t a t i o n v i v a n t e de F r a n c o i s e et de l a s o c i e t e . E l l e est t o u t pres de l ' e t r e a - s o c i a l , mais comme F r a n c o i s e , e l l e d o i t e t r e au centre du monde, e l l e d o i t dominer, e l l e d o i t posseder l e s e t r e s . Dans l a c i t a t i o n suivante e l l e p a r l e de Gerbert mais l a meme pensee p o u r r a i t s ' a p p l i q u e r a F r a n c o i s e , a P i e r r e . 77. "Je t i e n s t o u j o u r s a ce qui m 1 a p p a r t i e n t " , d i t X a v i e r e . E l l e a j o u t a d'un a i r f a r o u  che: "C'est reposant d ' a v o i r quelqu'un pour s o i s e u l e . " Sa v o i x m o l l i t : " M a i s e n f i n , ca f a i t j u s t e un ohjet plaisant dans mon e x i s t e n c e , r i e n de p l u s . " (30) Cependant l e c a r a c t e r e de Xav i e r e e s t p l u s ambigu, p l u s complexe. On l ' a vue capable de ge n e r o s i t e envers F r a n c o i s e . A u s s i t o t e l l e est presentee comme un enfant farouche, i n v i v a b l e , un monstre avec une ' i n c a p a c i t e (...) d'avoi r des rappo r t s humains avec des gens'. (31) E l l e v i t chaque i n s t a n t ; i l ne se r a t t a c h e n i au passe, n i a l ' a v e n i r . I I est d i f f i c i l e d ' a r r i v e r a l a c e r n e r . Chaque r e n c o n t r e , chaque c o n v e r s a t i o n nous j e t t e n t dans un pays etranger, i n - connu ou l e s us et coutumes ne nous f o u r n i s s e n t p l u s l e s reperes r a s s u r a n t s . I I y a une br^che entre l e s reponses attendues et l e s r e a c t i o n s recues. Merleau-Ponty, dans son a r t i c l e sur 1 ' I n v i t e e , 1'analyse a i n s i : I I y a done un genre d ' i n t i m i t e auquel e l l e se derobera t o u j o u r s ; on v i t a cote d ' e l l e , on ne v i t pas avec e l l e . E l l e demeure f i x e e sur elle-meme, en- fermee dans des e t a t s d'ame dont on n'est jamais sur de t e n i r l a v e r i t e , dont i l n'y a meme peut-§tre aucune v e r i t e . Mais qu'en s a i t - o n ? S a i t - o n ce que s e r a i t X a v i e r e dans une autre  s i t u a t i o n . (32) Une esquisse de c e t t e 'autre s i t u a t i o n ' e x i s t e dans l e roman. On e n t r e v o i t une Xav i e r e d i f f e r e n t e , ou e l l e se donne d'une facon spontanee. C'est avec Gerbert. Les e x p l i c a t i o n s de Fra n c o i s e et de P i e r r e e c l a i r e n t c e t t e 78. spontaneite mais ne l ' e x p l i q u e n t pas. P l u s i e u r s elements nous f o n t c r o i r e que c e t t e a t t i t u d e n'est pas a u s s i ' f a b r i - quee' que c e l a en a l ' a i r . Tout d'abord e l l e n'est pas avec des a d u l t e s qui l a t r a i t e n t comme un enfant, et qui peuvent malgre eux r e p r e s e n t e r l ' a u t o r i t e paternelepour X a v i e r e . E l l e est p l u s sur un p i e d d ' e g a l i t e avec Gerbert: meme age, memes f o l i e s . Deplus, i l s ont l e meme rythme de v i e ; i l s v i v e n t pour l e s i n s t a n t s , pour l e present. B r i a n F i t c h s o u l i g n e ce t r a i t pour nous. Mais Gerbert, §tre i n s t i n c t i f , comme X a v i e r e , qui c o i n c i d e entierement avec lui-meme dans 1'experience de ses sen s a t i o n s , (...) v i t au jo u r l e jour...(33) Par l a s u i t e , lorsque Gerbert est a l'armee, e l l e r e s t e attachee a l u i , e l l e montre une f i d e l i t e , une c o n t i  n u i t y dans l e s r a p p o r t s . Cette a t t i t u d e c o n t r e d i t l e s sautes d'humeurs, l e s c a p r i c e s q u ' e l l e m a n i f e s t a i t avec P i e r r e et Frangoise. E l l e , a u s s i , est capable d'avoir des ra p p o r t s humains avec des gens. C'est l o r s de l a premiere s o r t i e avec Gerbert que Xaviere montre ce nouveau v i s a g e . Ce t r a i t de c a r a c t e r e nous e t a i t cache jusque l a . E l l e est aimable, simple, une jeune f i l l e avec un nouveau f l i r t . Lorsque Gerbert l u i propose une s o i r e e au dancing sa reponse, sa r e a c t i o n d'enthousiasme etonne. "Oh '. ce s e r a i t f ameux" , d i t Pages avec un t e l e l a n q u ' i l en f a t ; un peu 79. suffoque. (...) Pages e t a i t t o u j o u r s s i reservee avec l e s gens ! Et ce s o i r , e l l e a c c u e i l l a i t avec tant d'empressement l e s moindres avances. ( 3 4 ) Meme un soupcon de sentimentalisme v i e n t s ' a j o u t e r a l a s o i r e e . Cette d e r n i e r e 'image' qui v i e n t a l a f i n de c e t t e scene est t o u t a f a i t i n a t t e n d u e . Gerbert s ' a r r e t a et c h o i s i t une rose rouge. I I l a posa devant X a v i e r e qui l ' e p i n g l a a son corsage. ( 3 5 ) S ' o u b l i e - t - e l l e dans l e charme du moment? Est-ce un jeu? E s t - ce pour se venger de P i e r r e et de Francoise? P l u s i e u r s i n  t e r p r e t a t i o n s sont t o u j o u r s p o s s i b l e s mais P i e r r e touche l a v e r i t e de pres . I I d i t : . . . l e f a i t est q u ' e l l e n'a pas eu envie de r e n t r e r avant l'aube et q u ' e l l e s'est depensee pour l u i . " ( 3 6 ) B i e n que c e t t e r e a c t i o n de Xaviere s o i t de courte duree, e l l e indique peut-etre quelques elements de s i n c e r i t e et de g e n e r o s i t e q u i dementent 1'image d'un p e t i t monstre sans scrupule qui se dessine t o u t l e long du l i v r e . Chez e l l e a u s s i , l 'ambigulte e x i s t e , l e s c o n f l i t s se jouent. E l l e n'est pas to u t d'une piece comme on a u r a i t pu l e c r o i r e . En f o n c t i o n de l a dichotomie enoncee au depart: c e l l e q u i c h o i s i t de v i v r e en f o n c t i o n de s o i ou en f o n c t i o n d ' a u t r u i , nous verrons maintenant comment Fra n c o i s e sera amenee a se c h o i s i r . En general sa conduite est d i c t e e par l e be s o i n d'occuper une place dominante; toutes l e s methodes q ui protegent 80. c e t t e p o s i t i o n vont e t r e m o b i l i s e e s . Par consequent, l a r e c i - _ p r o c i t e est r e j e t e e , l a domination gagnera. Des rapp o r t s ' v r a i s ' exigent l a s i n c e r i t e , l'honnetete i n t e g r a l e s . Par contre des rappo r t s 'faux' admettent l a d u p l i c i t e , l e mensonge. La premiere f o i s que l e mensonge e s t u t i l i s e , i l s ' a g i t d'un mensonge innocent, sans m a l i c e . P i e r r e , F r a n c o i s e et X a v i e r e p r e f e r e n t passer une s o i r e e ensemble, sans Gerbert. Au l i e u de l e l u i d i r e ouvertement, i l s mentent. Gerbert l'apprend et en est b l e s s e . Cette f o i s - c i ce n'est pas grave mais l a s i t u a t i o n demontre l a g r a t u i t e du mensonge. Cette f a c i l i t e de d i s p o s e r des gens a f i n de g r a t i f i e r ses propres d e s i r s i n d i q u e au depart une forme de conduite q u i accepte l a s o l u t i o n f a c i l e , q u i e v i t e l a c o n f r o n t a t i o n . La c o n f r o n t a t i o n a u s s i e s t une forme de r e c i p r o c i t y ; e l l e f a i t appel a une l i b e r t e , a une d i g n i t e humaine. Le mensonge par contre e s t un monde cache, ou une seule personne decide l e d e s t i n d'un a u t r e . La c o n f r o n t a t i o n Franqoise-Xaviere a r r i v e . Le deu xieme mensonge a une f o n c t i o n p l u s importante - c e l l e d'eta- b l i r une p o s i t i o n de s u p e r i o r i t y , c e l l e de Francoise sur X a v i e r e . La s i t u a t i o n romanesque est au p o i n t l e p l u s com- p l e x e . F r a n c o i s e , q u i a f a i l l i perdre P i e r r e a X a v i e r e , a d e f i n i t i v e m e n t r e i n s t a l l e P i e r r e dans son monde a e l l e . Leurs r a p p o r t s sont revenus a ceux du debut du l i v r e . Mais Fran c o i s e a finalement commence, et p o u r s u i t t o u j o u r s , son 'aven- 81. ture'avec Gerbert'. F r a n c o i s e , maintenant confortablement r e i n s t a l l e d au c e n t r e de son u n i v e r s n'a p l u s peur de X a v i e r e . E l l e va neanmoins cacher c e t t e aventure a X a v i e r e : un men songe 'par omission' c a r entre temps Xaviere a opte pour une a m i t i e s e r i e u s e avec Gerbert p l u t o t qu'avec P i e r r e . La s i t u a t i o n de mensonge s'impose s i F r a n c o i s e veut c o n t i n u e r a v i v r e sa propre a m i t i e avec X a v i e r e . R e f l e x i o n f a i t e , Fran c o i s e c h o i s i t de ne pas l u i en p a r l e r et l a periode de r a p p o r t s faux commence. " E l l e ne se doutera de r i e n " , d i t Fran c o i s e . E l l e n ' a v a i t aucun d e s i r de r e d u i r e Xaviere au desespdr, on pouvait b i e n l u i accorder une r a t i o n quotidienne de mensonges a p a i s a n t s . (37) C'est l a g e n e r o s i t e dans l a p e r f i d i e I F r a n c o i s e ne peut guere s'empecher d'ajouter une r e f l e x i o n qui l u i r e - a f f i r m e sa p o s i t i o n de s u p e r i o r i t y r e t r o u v e e . La n o t i o n de sa place dans l e monde et c e l l e du mensonge sont intimement l i e s . Meprisee, dupee, ce n ' e t a i t p l u s e l l e qui d i s p u t e r a i t a F r a n c o i s e sa place dans l e monde. (38) Une f o i s l e mensonge decouvert F r a n c o i s e s e r a o b l i g e e de se defendre conscience a conscience, femme a femme. Le mensonge connu, l ' i n e g a l i t e des r a p p o r t s est balayee. Chacuneconfronte 1'autre avec sa propre conception de l a s i t u a t i o n . Dans ce moment de v e r i t e chacune se c h o i s i t . La g e n e r o s i t e a u r a i t pu e v i t e r l a c a t a s t r o p h e , mais 1 ' i n d i v i d u a l i s m e 82. 1'emporte. Xa v i e r e "lance son a c c u s a t i o n . Vous e t i e z j a l o u s e de moi parcijque Labrousse m'aimait. Vous I'avez degoute de moi et pour mieux vous venger, vous m'avez p r i s Gerbert. (39) Et F r a n c o i s e , au bout de sa j u s t i f i c a t i o n d'elle-me* me, avoue franchement. Je me s u i s seulement souciee de moi p l u s que de vous. (40) Nous v o i l a devant une impasse. Mais F r a n c o i s e ne s o u f f r i r a pas c e t t e e g a l i t e . E l l e se r e f u g i e dans sa su p e r i o r i t y . I I l u i est d i f f i c i l e d'accepter c e t t e image d ' e l l e - meme, e l l e n'acceptera pas l a c o n t e s t a t i o n d'une conscience l i b r e devant e l l e et e l l e t u e r a X a v i e r e . De nouveau, e l l e regne, supreme, seule dans son u n i v e r s . 83. C H A P I T R E IV LE SANG DES AUTRES Nous at t e i g n o n s une etape i n t e r m e d i a i r e dans 1'evo l u t i o n de Simone de Beauvoir avec ce deuxieme roman, l e Sang  des A u t r e s , S i dans L ' I n v i t e e l e s personnages p r i n c i p a u x a b o u t i s s a i e n t a un c h o i x i n d i v i d u a l i s t e et e g o i s t e ou-les besoins personnels dominaient t o u t l e u r comportement, c o l o - r a i e n t t o utes l e u r s pensees, 1'univers romanesque du Sang des Autres o f f r e un monde pl u s ambigu, p l u s complexe avec un de- passement de c e t t e optique e t r o i t e devant l a v i e . I I y a une m u l t i p l i c i t y de v a l e u r s , une p r o f u s i o n de choix qui s'accu- mulent. L ' I n v i t e e p r e s e n t a i t un nive a u de rap p o r t s humains exclusivement sur l e p l a n de l a v i e p r i v e e : 1'etude de l a co ex i s t e n c e des i n d i v i d u s . Le Sang des Autres ajoute une deu xieme dimension, l a v i e publique: l e s rap p o r t s de l ' i n d i v i d u avec l a s o c i e t e qui l'e n t o u r e . I I s ' a g i t de v o i r , de l a meme faco n , dans q u e l l e mesure l ' e t r e va v i v r e pour s o i , mettant ses besoins personnels avant toute autre c o n s i d e r a t i o n ; dans q u e l l e mesure i l va v i v r e pour l e s a u t r e s , considerant l e s besoins de l'humanite comme s u p e r i e u r s aux sie n s propres. I I est evident que ces deux elements c o e x i s t e n t dans chaque i n d i - v i d u . I I e s t neanmoins v r a i que l a balance des ch o i x penche t a n t S t v e r s l ' u n , t a n t o t vers 1'autre. Suivant l a r e p e t i t i o n d'un meme c h o i x , on peut a l o r s q u a l i f i e r un §tre comme v i v a n t 84. pour s o i , ou comme v i v a n t p l u t o t pour l e s a u t r e s . Dans l e cas de Jean Blomart un c o n f l i t semble se d e s s i n e r entre sa^vie p r i v e e et sa v i e p u b l i q u e . Selon notre premiere d i s t i n c t i o n l e f a i t de v i v r e pour s o i implique l a recherche d'une v i e s t a b l e , d'un u n i v e r s que l'on peut c o n t r o - l e r , ou. l e s besoins personnels l'emportent. V i v r e pour l e s au t r e s suggere 1'acceptation d'un monde i n s t a b l e , d'un u n i v e r s que l'on partage avec d'autres e t r e s a f i n de jouer un r o l e humanitaire. La premiere a t t i t u d e cherche un monde s u r , 1'as surance d'une v i e sans r i s q u e s , l a deuxieme accepte l ' a v e n t u r e , l e hasard des p r o j e t s . A p a r t i r de c e t t e dichotomie entre l a v i e p r i v e e et l a v i e publique hous montrerons d'abord l e s aspects de sa v i e p u b l i q u e , ceux qui tendent v e r s un but humanitaire. On v e r r a que cet u n i v e r s humanitaire est d i f f i c i l e m e n t accepte par Jean Blomart c a r i l ne peut c o n t r S l e r n i son d e s t i n , n i ceux des a u t r e s . Finalement i l f a u d r a d e c i d e r categoriquement s i • en f o n c t i o n d'un but humanitaire, i l p o u r r a i t accepter un monde changeant avec l e s r i s q u e s , avec l e s i n c e r t i t u d e s que c e l a comporte. S i dans sa v i e publique Jean Blomart est capable d'une g e n e r o s i t e i n t e l l e c t u e l l e , sa v i e p r i v e e montre une secheresse emotionnelle prononcee. Les femmes sont ecartees de sa v i e , i l e v i t e toute r e s p o n s a b i l i t e sur l e p l a n personnel. Nous verrons dans q u e l l e mesure une synthese de ces deux 85. elements opposes, a l i e u . LA VIE PUBLIQUE Jean Blomart, f i l s de bourgeois ayant une p o s i t i o n p r i v i l e g i e e dans l e monde, f a i t tout pour n i e r , r e f u s e r c e t t e s i t u a t i o n s u p e r i e u r e . Autant F r a n c o i s e dans L ' I n v i t e e r e c l a - mait sans cesse une p o s i t i o n p r i v i l e g i e e dans ses rapports,autant Jean Blomart dans sa v i e p o l i t i q u e cherche a e g a l i s e r l e s s i e n s . Dans sa v i e p o l i t i q u e i l cherche une r e c i p r o c i t e f r a - t e r n e l l e q u i f e r a v a l o i r 1'importance de chaque homme, un a un. Sa v i e publique se decoupe en t r o i s p a r t i e s d i f f e r e n t e s . La premiere t e n t a t i v e de v i e publique est l a t e n t a - t i o n p o l i t i q u e , l e communisme comme forme d ' a c t i o n humanitaire. Jeune, i d e a l i s t e , e x a l t e , i l se j e t t e t o u t e n t i e r dans 1' a c t i o n . C'est une a c t i o n d i r e c t e mais i r r e s p o n s a b l e . I I h a l s s a i t c e t t e prudence. I I l e v a i t l a main, i l l e v a i t l e bras t o u t e n t i e r ; i l r e g a r d a i t sa mere aveccolere: "Nous changerons l e monde." (...) Mais to u t semblait s i simple a l o r s , pauvre bon jeune homme n a i f . I I l e v a i t l e poing; i l c h a n t a i t en choeur: "Demain, 1 ' I n t e r n a t i o n a l e s e r a l e genre humain". P l u s de guerre, p l u s de chomage, p l u s de t r a v a i l s e r v i l e , p l u s de misere. Mort aux hommes de mauvaise vo l o n t e et j o i e sur l a t e r r e . I I p u l v e r i - s a i t en idee l e v i e u x monde et r e c o n s t r u i - s a i t avec l e s morceaux un u n i v e r s neuf... (1) I I p a r l a i t , i l a g i s s a i t , i l v o u l a i t i n f l u e n c e r . I I ne d e v a i t cependant pas p r e v o i r l e s consequences de ses a c t e s . Cette periode ou i l e s t emporte par l a f i e v r e de l a j u s t i c e 86 u n i v e r s e l l e , ou i l veut v i v r e pour l e s autres a f i n de changer l e monde l u i f a i t c o u r i r tous l e s r i s q u e s d'un monde inconnu, un monde a b a t i r . Le cote i r r e s p o n s a b l e de son a c t i o n p o l i  t i q u e , un des dangers q u ' i l ne soupconnera pas, est l a mort de Jacques, l e jeune f r e r e de son camarade M a r c e l . Lors d'une reunion p o l i t i q u e , une bagarre e c l a t e et Jacques se f a i t t u e r . Jean Blomart, qui aux yeux de Jacques r e p r e s e n t a i t l e jeune hercs m i l i t a n t , e t a i t a r r i v e a l e s e d u i r e . Du f a i t Jacques entre au p a r t i et trouve l a mort. Dans ce premier r o l e p o l i t i q u e l e cote humanitaire l'emportait. Quoique impetueux, mal d i r i g e , Jean se preoccu- p a i t du s o r t de l'Humanite. I I r e f u s a i t l a r e s i g n a t i o n de r' rouvrier q ui d i s a i t : "_Ca a t o u j o u r s ete comme Qa" et qui ne p e n s a i t guere a a m e l i o r e r sa propre c o n d i t i o n . I I r e p o u s s a i t avec f o r c e 1 ' a t t i t u d e de sa mere qui i n s i s t a i t q u e ' c ' e t a i t insense de v o u l o i r changer quelque chose au monde, a l a v i e ' . Quant a l ' o r g u e i l , a l a s u f f i s a n c e bourgeoise de son pere, Jean p r o c l a m a i t l a r e v o l t e des o u v r i e r s . Cette' premiere t e n t a t i v e p o l i t i q u e est de courte duree. Quelle que s o i t l a v r a i e p a r t de r e s p o n s a b i l i t e , Jean se sent coupable de l a mort de Jacques. I I q u i t t e l e p a r t i et t oute a c t i o n p o l i t i q u e . Cet a c c i d e n t amenera un mouvement de r e c u l . Pendant l e s deux annees suiv a n t e s Jean Blomart c e s s e r a toute a c t i v i t e 87. p o l i t i q u e . Mais l ' a p p e l humanitaire r e n a i t . Cette f o i s - c i son r S l e s e r a i n d i r e c t et p l u t o t sur un p l a n de c o l l a b o r a t i o n i n t e l l e c t u e l l e que par une a c t i o n ouverte. Pendant c e t t e pe- ri o d e un t r a i t e s s e n t i e l de son c a r a c t e r e se dessine. I I cherche a r e j o i n d r e l e s autres sur un t e r r a i n d ' e g a l i t e . I I co n c o i t l a p o l i t i q u e , non pas comme ' l ' a r t d ' a g i r sur l e s hommes du dehors', mais plut6t comme une c o l l a b o r a t i o n e t r o i t e ou. chacun a g i r a consciemment pour lui-meme t o u t en se d i r i - geaat ver s un meme but. Or toute c e t t e periode de v i e syn- d i c a l e correspond a f a i r e f r u c t i f i e r c e t t e a t t i t u d e . Toute a c t i o n d e v a i t se f a i r e d'une maniere spontanee i n t e r i e u r e et non pas par une f o r c e c o e r c i t i v e e x t e r i e u r e . Cependant t o u t en t r a v a i l l a n t avec l e s a u t r e s , pour eux, i l cherche s u r t o u t une v i e non-compromise. I I refuse l a r e s p o n s a b i l i t e p o l i t i q u e pour l e s a u t r e s . I I a peur de s'engager dans une v o i e q u i echappera a son c o n t r o l e . La r e s p o n s a b i l i t e de l a mort de Jacques l u i pese t o u j o u r s . ...peu a. peu j ' a v a i s recommence a m'occuper de l a v i e s y n d i c a l e . Ce t r a v a i l - l a me semblait l i c i t e parce • q u ' i l n ' a v a i t r i e n d'un t r a v a i l p o l i  t i q u e ; i l e t a i t a une mesure humaine. Je n'avals pas a. c h o i s i r pour a u t r u i ; j e ne d e c i d a i s r i e n ; chaque membre du syn d i c a t r e c o n n a i s s a i t sa propre v o l o n t e dans l a v o l o n t e c o l l e c t i v e ; j e n'exercjais aucune a c t i o n sur l e groupe auquel j'ap- p a r t e n a i s : j e me bo r n a i s a e t r e 1'instrument a t r a v e r s l e q u e l i l r e a l i s a i t son e x i s t e n c e ; en moi, ses a s p i r a t i o n s confuses s'ordonnaient en pensees coherentes, ses d e s i r s d i s p e r s e s p r e n a i e n t un corps t a n g i b l e , i l s emprun- t a i e n t ma "voix pour s'exprimer to u t haut; mais c ' e t a i t t o u t . Par moi, i l n ' a r r i - v a i t r i e n dans ces v i e s d'inattendu n i d ' a r b r i t c a i r e , r i e n qui ne j a i l l i t d ' e l l e s - memes .(2) 88. Jean Blomart se r e f u g i e dans un monde s t a b l e , s u r , prudent, qui tranche nettement avec l e premier mouvement f o u - gueux de sa premiere jeunesse. Jusque-la l e c o n f l i t entre un b e s o i n personnel et un r o l e humanitaire se resoud non pas par un c h o i x entre l e s deux p o s s i b i l i t e s mais par un changement de v i e q u i l u i permettra un compromis. I I se renferme malgre tou t dans un mode de v i e p l u s e g o i s t e . I I se p r e t e aux autres comme instrument a t r a v e r s l e q u e l s'accomplira l e t r a v a i l , mis i l ne se donne pas comme membre^agissant. ga c u l p a b i l i t e s'apaise dans c e t t e v i e anonyme ou i l se perd dans l a masse des hommes. I I semble a v o i r trouve c e t t e e g a l i t e , ce manque de p r i v i l e g e q u ' i l a t a n t cherche. ...mais o'avais r e u s s i a rassembler autour de-moi une v i e sans compromis, sans p r i v i l e g e , qui ne d e v a i t r i e n a personne, et qui ne pouvait pour personne e t r e une source de malheur. (...) Je ne me s e n t a i s responsable que de moi-meme, et c'est une r e s p o n s a b i l i t e que j'assumais dans l a paix...(3) Une v i e parfaitement t r a n q u i l l e , prudente mais j u s t e - ment a cause de c e t t e n o n - r e s p o n s a b i l i t e envers d'autres, i l s o r t du monde humain. I I v i t dans une espece de vacuum i r r e e l . I I est parmi l e s hommes mais i l n'est pas vraiment avec eux. I I donne ce q u ' i l veut mais on n'a pas l e d r o i t de l u i r e c l a - mer davantage. I I n'a pas de d e c i s i o n s a prendre, pas de ch o i x a f a i r e . Ce manque de lui-meme dans ce q u ' i l f a i t rend faux l e s r a p p o r t s avec l e s hommes. A f i n d'accomplir un v r a i 89. acte i l f a u t se j e t e r t o u t e n t i e r . Cette meme a t t i t u d e c o l o r e son a t t i t u d e p o l i t i q u e . I I ne s'engagera pas. Pendant l a guerre d'Espagne i l ne r i s - quera aucun acte de s o l i d a r i t y . Parcejque j ' a v a i s a g i sur l u i £jacquesj je s a v a i s a jamais qu'on ne peut pas cerner l e s l i m i t e s d'un a c t e , ce qu'on est en t r a i n de f a i r e , on ne peut pas l e p r e v o i r . P l u s jamais j e ne c o u r r a i s ce r i s q u e insense. Jamais j e ne l e v e r a i s un do i g t pour declencher un evenement aveugle. (4) Le meme c o n f l i t se presente avant l a deuxieme guerre mondiale. F a l l a i t - i l pousser l a France a l a guerre ou se r e c r o q u e v i l l e r dans l a f a c i l i t e du p a c i f i s m e . Selon l a v o i e que Jean Blomart s u i t maintenant i l l u i est impossible de p r e f e r e r une a t t i t u d e humanitaire q u i l ' o b l i g e r a a tendre l e s mains aux malheureux. Jean Blomart, n i par des a c t e s , n i par des a r t i c l e s , n ' e s s a i e r a d ' i n f l u e n c e r l e cours de l ' h i s  t o i r e . B i e n t o t l ' h i s t o i r e aura c h o i s i pour l u i . Jean Blomart se l a i s s e g l i s s e r dans l'anonymat de l a v i e de s o l d a t ou i l ne f a u t p l u s e t r e responsable de sa v i e , de son d e s t i n . Le fardeau d'etre homme, de d e c i d e r , d'a- g i r n' e x i s t e ' p l u s . Mes pensees, mes d e s i r s n ' e t a i e n t p l u s que des b u l l e s creuses qui s'evanouissaient sans marquer sur l e monde, sans peser sur mon ame. Decharge de moi-meme. De- l i v r e de l a tache agonisante d'etre un homme. Rien qu'un s o l d a t , soumis avec i n d i f f e r e n c e a l a r o u t i n e des journees. Vas-y. N'y va pas. Ce n ' e t a i t pas a 90. moi de p a r l e r : quelqu'un p a r l a i t pour moi. Ce s i l e n c e inhumain. Par d e l a l e consentement et l a r e v o l t e , ce repos m o r t e l . C e t a i t f a c i l e d'etre un mort. (5) I I acceptera l e cours des evenements. I I aime c e t t e v i e de s o l d a t mais c'est une v i e de r e s i g n a t i o n . La d e r n i e r e etape de sa v i e publique est l a R e s i s t a n c e . Cette d e r n i e r e t e n t a t i v e l e p r o j e t t e dans 1 ' i n c e r t i t u d e de 1 ' a c t i o n . Ce q u ' i l a r e f u s e apres l a mort de Jacques va s'im- poser a l u i comme^seule s o l u t i o n v i a b l e . F a l l a i t - i l c o n t i n u e r a v i v r e c e t t e p e t i t e v i e a s o i dans l a p a i x , ou a c c e p t e r a i t - i l l e s r e s p o n s a b i l i t e s de l a l u t t e contre 1'envahisseur? I I l u t t e r a i t contre l'ennemi mais i l l u t t e r a i t pour c e t t e l i b e r t e q u ' i l a t a n t reclame pour l e s hommes. Le debat s'engage avec Gauthier qui continue son t r a v a i l de j o u r n a l i s t e sous 1'Occupation allemande. Est-ce c o l l a b o r e r ou simplement changer de c o n t r o l e - ' t r a v a i l l e r sous l e u r c o n t r o l e ou sous l e c o n t r o l e de D a l a d i e r ? ' Gauthier se defend en d i s a n t qu'une c o l l a b o r a t i o n l o y a l e e v i t e r a i t p e u t-etre de nouveaux d e s a s t r e s . Jean Bromart, t o u j o u r s a u s s i non-compromis, non-engage, n'en c o l l a b o r e pas moins. Entre Gauthier et moi, q u e l l e est l a d i f f e r e n c e ? I I rampe devant e u x , i l est p l u s f r a n c que moi. Hais moi a u s s i je s u i s complice. Je marchais dans P a r i s et chacun de mes pas s c e l l a i t c e t t e c o m p l i c i t y . . . ( 6 ) Le cho i x f i n a l , l e cho i x de f a i r e de l a r e s i s t a n c e est f a i t en f o n c t i o n de ce be s o i n de l i b e r t e . I I ne se f a i t 91. -par i d e a l i s m e h u m a n i t a i r e , mais par un bes o i n de v i v r e s e l o n " l e ton q u ' i l a v a i t donne a toute sa v i e , a f i n de v i v r e en accord avec ses c o n v i c t i o n s l e s p l u s profondes: . . . l a r e c o n c i l i a t i o n de tous l e s hommes dans l a l i b r e reconnaissance de l e u r l i b e r t e . ( 7 ) Comme i l a d e j a eprouve l a f o r c e de l a s o l i d a r i t y des hommes l o r s d'une greve, l a c o n v i c t i o n qu'une a c t i o n com mune pou v a i t se fonder, i l c h o i s i t entre ' l e passe d'esclave ou l e passe d'un homme'. Avec c e t t e experience passee i l s a i t ce que peuvent l e s hommes ensemble,, soutenus par une meme c o n v i c t i o n , p o r t e s par l e meme e s p o i r . "Que peut-on f a i r e ? Mais i l s a v a i t que tout a r r i v e par l e s hommes et que chacun est t o u t un homme. L'un apres 1'autre, i l a l i a t r o u v e r ses camarades. Nous ne sommes pas seu l s s i nous nous u n i s s o n s , d i s a i t - i l . Nous ne sommes pas vaincus s i nous l u t t o n s . Tant que nous serons l a i l y aura des hommes (...) Et d e j a parce q u ' i l s p a r l a i e n t , i l s e t a i e n t u n i s , i l s e t a i e n t en l u t t e , l e s hommes n ' e t a i e n t pas v a i n c u s . (8) Cette f o i s - c i i l opte de jouer un r o l e humanitaire, i l c h o i s i t de v i v r e pour l e s a u t r e s . I I q u i t t e l e monde s t a b l e pour se l a n c e r dans 1 ' i n c e r t i t u d e de 1' a c t i o n . La f i n r e s t e ouverte, i l n'y a pas de signes qui indique l e chemin a s u i v r e . I I d e v a i t a g i r sans g a r a n t i e . ( . . . ) Et en lui-m§me i l se d i s a i t : au moins, on peut s a v o i r ce qu'on veut; i l f a u t a g i r pour ce qu'on veut. Le r e s t e ne nous regarde pas. 92. _ I I v o u l a i t . I I a l l a i t , sachant ce q u ' i l v o u l a i t . Ne sachant pas ce q u ' i l f a i s a i t . P i e t a n t l e s v i e u x pieges de l a prudence, j e t e aveuglement vers l ' a v e n i r et r e f u - sant l e doute: peut-etre t o u t a ete i n u t i l e ; p e u t -etre j e t ' a i tuee pour r i e n . (9) En face d'un monde h o s t i l e , l ' a c t i o n e st moins r e - doutable que 1 ' i n d i f f e r e n c e , que l a p a s s i v i t e . Une f o i s de p l u s i l se j e t t e dans l e monde tout e n t i e r , non p l u s seulement comme instrument mais comme agent. I I accepte l e s consequences de ses a c t e s , i l r e c o n n a i t sa f o r c e en t a n t qu'etre humain et i l f e r a de v r a i s pas vers ce but humanitaire q u ' i l e n v i s a g e a i t dans sa jeunesse. Quelque chose a r r i v e r a , par moi,et non pas malgre moi; parce]que j e l ' a u r a i v o u l u . (10) Cette d e r n i e r e d e c i s i o n , comme l e s deux precedentes, n'est pas i r r e v e r s i b l e . L ' e v o l u t i o n de Jean Blomart se f a i t d'avances, de r e c u l s , d ' h e s i t a t i o n s . S i 1'experience ne s'a- vere pas v a l a b l e , i l n ' h e s i t e pas changer. Sa d e c i s i o n e st p r i s e en f o n c t i o n de l a s i t u a t i o n , done on peut concevoir l a r e s i s t a n c e comme une etape seulement - n i d e r n i e r e n i d e f i  n i t i v e - dans sa v i e p u b l i q u e . Le fond r e s t e v r a i cependant. Jean Blomart est soucieux d'aider l e s a u t r e s . Meme s i p a r f o i s i l a g i t pour a p a i s e r sa mauvaise conscience, l e r e s u l t a t e st q u ' i l c o n t r i - bue, par .ses e f f o r t s , a am e l i o r e r l e s o r t de l'humanite. 93. LA VIE PHIVEE I I f a u dra v o i r maintenant comment ce c o n f l i t se presente dans sa v i e p r i v e e . Dans l a v i e p r i v e e i l j a un choix entre v i v r e pour s o i - d'une facon egocentrique, ou v i v r e pour l e s autres dans une a t t i t u d e de g e n e r o s i t e . Dans sa v i e p r i v e e , nous verrons l e s ra p p o r t s q u ' i l aura avec t r o i s femmes: samere, Madeleine et Helene. Sur l e p l a n emotif, Jean Blomart demontre une secheresse i n t e r i e u r e q u i ju r e avec sa g e n e r o s i t e i n t e l l e c t u e l l e . I I j a t r e s peu de r e c i p r o c i t y dans ses ra p p o r t s p r i v e s . Les t r o i s femmes l e mettront en face de ce c o n f l i t ou i l d o i t d e c i d e r entre l u i et a u t r u i . Lorsque Jean q u i t t e ; l e c o n f o r t et l e p r i v i l e g e de sa maison bourgeoise pour a l l e r r e j o i n d r e l e monde o u v r i e r , l e premier c o n f l i t se pose. Jean s'est decide a p a r t i r de l a maison depuis longtemps mais l e moment du depart est sou- vent remis. La pensee que sa mere en s e r a i t b lessee l u i f a i t remettre de j o u r en j o u r ce depart. A f i n de co n q u e r i r son independence, Jean c r o i t que c e t t e s e p a r a t i o n l u i est i n d i s  pensable. Bien q u ' i l l a f a s s e s o u f f r i r , i l n'est p r e t a f a i r e aucune co n c e s s i o n , aucun compromis. Entre sa mere et l u i , i l se c h o i s i t . A c e t t e epoque, l e s deux choses sont i r r e c o n c i l i a b l e s , i l ne v o i t d'autre i s s u e . Se j u s t i f i e r , se c o n s o l e r , c'est tout ce q u ' i l l u i r e s t e a f a i r e devant ce c h o i x d i f f i c i l e . 94. " I I n'y a r i e n a r e g r e t t e r " . I I i n v o q u a i t f o l l e m e n t c e t t e c o n s o l a t i o n desesperee, essayant d'approuver son a c t e , et cependant sentant ce poids qui l e t i r e en a r r i e r e et qui n'est pas d i f f e r e n t de lui-m§me... (11) V i s - a - v i s de sa mere i l d o i t gagner son independance. A ce moment l a i l f a l l a i t couper toutes l e s r a c i n e s . Cette i n  dependance une f o i s a c q u i s e , Jean Blomart cherche a l a perpe- t u e r . C'est ce q u ' i l f a i t avec Madeleine. Avec e l l e , i l n'est pas o b l i g e de s'engager. I I ne se sent pas responsable de sa v i e . E l l e accepte ce q u ' i l l u i donne de lui-meme, e l l e ne l u i reclame r i e n , c e t t e s i t u a t i o n est i d e a l e pour l u i . Je s o u r i s a Madeleine. I I y a v a i t sur son visage un a i r de b e a t i t u d e t r a n q u i l l e . Je ne l u i donnais sans doute pas beaucoup de moi-meme, mais e l l e ne m'en demandait pas davantage, e l l e n ' a u r a i t su qu'en f a i r e . E l l e ne pouvait v i v r e autrement qu'a l a d e r i v e et l e s m e i l l e u r s moments de son e x i s  tence e t a i e n t encore ceux q u ' e l l e p a s s a i t avec moi. (12) E l l e ne l e gene pas, i l est l i b r e de f a i r e sa v i e p u b l i q u e , sa v i e independante. Quels que s o i e n t l e s l i e n s qui l e s u n i s s e n t , i l s p o r t e n t avec eux une c e r t a i n e r e s p o n s a b i l i t e morale. I I l a v o i t , i l f a i t p a r t i e d e sa v i e mais i l ne se soucie pas d ' e l l e . I I ne peut pas y apporter une v r a i e ami- t i e , une s i n c e r e s o l l i c i t u d e pour a u t r u i . I I l u i manque c e t t e c h a l e u r humaine qui montre que 1'autre compte. L o r s q u ' e l l e recommence a se droguer, i l l u i f a i t des reproches. L o r s  q u ' e l l e l u i pose l a q u e s t i o n 'Qu'est-ce que ca peut b i e n te 95. f a i r e ? ' i l ne peut f r i e n repondre. I I ne peut t r o u v e r aucun geste; i l r e s t e dans 1 ' i n d i f f e r e n c e . J ' h e s i t a i . Je pouvais l a prendre par l e b r a s , l ' e n t r a i n e r l o i n de c e t t e bouche de metro, l u i p a r l e r . "Ne boude pas. L ' h i s  t o i r e d'Helene ne change r i e n entre nous. Recommencons a nous v o i r comme a u t r e f o i s . L a i s s e tomber ce type." Je pouvais l ' e x - h o r t e r , l a s u p p l i e r . E l l e m'aurait ecoute d'un a i r i n d o l e n t , mais e l l e a u r a i t ete emue par l a cha l e u r de ma v o i x . J ' e t a i s sur q u ' e l l e m'eut o b e i . (13) La premiere f o i s q u ' i l a u r a i t pu f a i r e un acte p o s i t i f ^ i l se derobe. Meme 1'amitie ne semble pas pouvoir s u s c i t e r en l u i un acte d e s i n t e r e s s e . I I y a peut-§tre de l'abus dans sa conception de l a l i b e r t e . I I est v r a i q u ' i l ne veut pas a g i r sur l e s o r t d ' a u t r u i . I I ne s'engage pas. I I ne veut pas e t r e responsable. Gependant l a l i a i s o n avec Madeleine cree c e r t a i n s devoirs. V o u l o i r t a n t sa propre l i b e r t e d e v a i t l'em- p§cher de c o n t r a c t e r c e t t e union. La r e c i p r o c i t y n ' e x i s t e pas dans ces ra p p o r t s avec Madeleine. V i s - a - v i s de Madeleine l a v i e de Jean e t a i t f a c i l e . I I n ' a v a i t r i e n a. c r a i n d r e . Lorsque l a t r o i s i e m e femme dont nous p a r l e r o n s a r r i v e , e l l e s'impose et Jean Blomart d o i t f a i r e un c h o i x . Helene se montrera a u s s i egoSste que Jean. E l l e represente un danger r e e l pour Jean, car e l l e veut a tout p r i x f a i r e p a r t i e de sa v i e . Jean Blomart f a i t t o u t pour l a decourager. I I ne veut pas s'engager v i s - a - v i s d ' e l l e . I I a d e j a f a i t son cho i x : i l t r a v a i l l e pour l'humanite. I I 96. d i t : - - - j e n'avais pas de temps a perdre avec elle'..^(14) I I s'en defend en d i s a n t q u ' e l l e a seulement besoin de d i s t r a c t i o n et i l ne l a prend pas au s e r i e u x . Son a t t i t u d e v i s - a - v i s d ' e l l e , s u r t o u t pour quelqu'un qui chante l a d i g n i - t e humaine, n'est pas v a l a b l e . I I commence en mettant une di s t a n c e entre e l l e et l u i : c e t t e d i s t a n c e d'adulte a enfant. I I p a r l a i t a contre-coeur, du- bout des l e v r e s ; evidemment, i l l a p r e n a i t pour une enfant, i l ne v o u l a i t pas s'ab a i s s e r a d i s c u t e r avec e l l e . (...) I I r e g a r d a i t Helene de toute sa hauteur d'homme et d'adulte. (15) Quant a l a r e c i p r o c i t e dans l e s r a p p o r t s , au de p a r t , i l l u i n i a i t une c e r t a i n e l i b e r t e . C'est l u i q u i a v a i t decide de ne pas 1'accepter dans sa v i e . I I n i a i t l a c o n s c i e n  ce d'Helene. I I l a t r a i t a i t comme un o b j e t . Helene l e l u i f e r a remarquer: Vous m'avez repete s i souvent que vous r e s p e c t i e z l a l i b e r t e des gens. Et vous d e c i d i e z a ma p l a c e , vous me t r a i t e z comme une chose. (16) Un autre aspect de ce manque de r e c i p r o c i t e dans l e s r a p p o r t s est l e mensonge. I I y a de l ' i n e g a l i t e dans l e s sentiments: Helene aime, Jean accepte cet amour sans pouvoir y repondre. Pour e v i t e r l e mensonge i l a u r a i t f a l l u r e s i s t e r a Helene, ne jamais accepter un amour non-reciproque. Pa r c e j q u ' i l a accepte l a s i t u a t i o n , i l s e r a o b l i g e de r e c o u r i r 97 a c e t t e d u p l i c i t e q u i degrade, q u i fausse tout rapport humain. I I est i r o n i q u e que l a seule f o i s ou Jean f a i t un geste envers un a u t r e , i l d o i t du meme coup r a v a l e r ce beau geste par l e mensonge. Pourquoi ne pas mentir? Peu a peu, l ' i d e e f a i s a i t son chemin en moi. S i je ne pouvais pas te l a i s s e r l i b r e , s i ma seule e x i s t e n c e e t a i t une c o n t r a i n t e , pourquoi du moins ne pas me rendre maitre de l a s i t u a t i o n que j e t'imposais? On m ' o b l i g e a i t a de c i d e r pour t o i : eh b i e n ! . j e n'avais qu'a d e c i d e r s e l o n mon coeur. Je s o u h a i t a i s t'aimer: je t ' a i m a i s ; j e v o u l a i s que t u s o i s heureuse: t u s e r a i s heureuse par moi. Le mensonge, e ' e t a i t apres t o u t l a seule arme q u i me permit de d e f i e r l a puissance abusive de l a r e a l i t e . Pourquoi demeurer devant t o i bute, s t u p i d e , l e coeur sec, t e l que j ' e t a i s en d e p i t de moi-meme? j e pouvais faconner mes p a r o l e s , mes gestes et trom- per ton d e s t i n . (17) Avec l ' a i d e du mensonge l e s r a p p o r t s c o n t i n u e n t . Helene accepte, Jean se res i g n e et i l est maitre de l a s i t u a  t i o n . C'est au moment ou Helene e s s a i e e l l e a u s s i d'imposer sa v o l o n t e , q u ' e l l e depasse l e s l i m i t e s e t a b l i e s par Jean, que l a rupture se f a i t . E l l e ne v o u l a i t pas l e perdre, e l l e ne v o u l a i t pas q u ' i l a i l l e a l a guerre. Pour 1'eloigner du f r o n t e l l e s'arrange pour l u i t r o u v e r un poste a P a r i s : ' a f f e c t e s p e c i a l comme c o r r e c t e u r a l'Imprimerie N a t i o n a l e ' . Pour Jean, q u i a t o u j o u r s cherche a s ' e l o i g n e r des p r i v i l e g e s , l a s i t u a t i o n n'est pas acceptable et i l rompt avec e l l e . Pour l u i , c'est une l i b e r a t i o n . Le l o u r d poids d'etre responsable v i s - a - v i s d'un autre e t r e , 1 ' o b l i g a t i o n d ' a g i r sur un autre 98. 1 ' e t o u f f a i t . I I pourra de nouveau e t r e responsable s e u l e - ment de lui-meme. S i s e u l , s i l i b r e , sans passe,(...) Demain j ' aurais a. a f f r o n t e r l a mort, l ' e x i l ou l a r e v o l u t i o n ; j e l e s a f f r o n - t e r a i s s e u l et l i b r e , j e p r e n d r a i s mes d e c i s i o n s sans t e n i r compte d'Helene. (18) I I a b e s o i n d'une l i b e r t e absolue dans ses a c t i o n s qui l a i s s e peu de place aux a u t r e s . C'est en c e l a que l ' a t t i t u d e gene- reuse dans l a v i e publique est p l u s f a c i l e a m a i n t e n i r : un e t r e en f a c e de s o i reclame par sa presence meme. Une r e c o n c i l i a t i o n se f e r a lorsque l e s deux l u t t e n t c6te a cote dans l a R e s i s t a n c e . Dans c e t t e s i t u a t i o n , ou i l s se depassent tous l e s deux, ou l e s besoins e g o l s t e s fo n t p l a c e a l a f r a t e r n i t e , a l a s o l i d a r i t y d'une a c t i o n de l i b e r a t i o n face a un ennemi commun, i l s peuvent tous l e s deux jouer un r 6 l e humanitaire. Jean saura e n f i n aimer et donner dans l a v i e p r i v e e . Mais demain sans cet ennemi com mun, sans c e t t e s i t u a t i o n de l a Resistance? Le c h o i x ne p o u r r a i t p l u s se f a i r e car Helene comme Jacques est tuee. Cette f o i s - c i a u s s i , dans l a v i e privee , l e c h o i x se f a i t dans l e sens de v i v r e pour s o i . La g e n e r o s i t e , l a spontaneite q u i provoquent un mouvement humanitaire manque souvent. Jean Blomart s a t i s f a i t ses besoins personnels. Les e t r e s q u i l ' e n t o u r e n t , f a m i l l e , femmes, sont souvent s a c r i - f i e s au nom d'un i d e a l a b s t r a i t , humanitaire, c e l u i q u ' i l 99. professe dans sa v i e p u b l i q u e . Dans 1'ensemble de sa v i e , publique et p r i v e e , i l y a souvent un c o n f l i t , 1'ambigulte de l a s i t u a t i o n rend sou vent epineux l e c h o i x . C h o i s i r Helene, c'est l a i s s e r tomber Madeleine; c h o i s i r l a R e s i s t a n c e , c'est amener l e s r e p r e s a i l l e s . Nous noussommes e l o i g n e s du c h o i x categoriquement i n d i v i d u a - l i s t e de 1 ' I n v i t e e pour nous t r o u v e r dans un monde confus. S i l a v i e p r i v e e de Jean Blomart est dominee par une a t t i t u d e ' v i v r e pour s o i ' , sa v i e publique est un e s s a i de v i v r e pour l e s a u t r e s . Lorsque l'on c h o i s i t de v i v r e pour l e s a u t r e s , est-ce vraiment pour eux ou est-ce pour soi-meme? En p l e i n e R e s i s t a n c e , l e probleme se pose. "Vous voulez que j'envoie l e s copains r i s q u e r l e u r peau et que j e r e s t e a s i r o t e r mon cafe? J ' a u r a i s d u mal a me supporter." Denise me regarde avec blame: "Vous vous occupez t r o p de vous", d i t - e l l e . "Ce mot m'a mordu. E l l e a r a i s o n . C'est peut-etre parcejque j e s u i s un bour g e o i s , i l f a u t t o u j o u r s que je m'occupe de moi." (19) Nous voyons done que l e s deux elements existent dans l e meme i n d i v i d u . Cependant l e l i v r e termine sur une note d'humanisme ou l e s e t r e s l u t t e n t : i l s l u t t e n t pour eux- memes mais i l s l u t t e n t pour des inconnus, et c e l a avec l e u r v i e . Maintenant, e l l e j j l e l e n e j n ' e t a i t p l u s jamais s e u l e , p l u s jamais i n u t i l e et perdue sous l e c i e l v i d e . E l l e e x i s t a i t avec l u i , avec M a r c e l , avec Madeleine, Laurent, Yvonne, "avec tous l e s inconnus 100 q u i dormaient dans l e s baraques de b o i s et q u i n'avaient jamais entendu son nom, avec tous ceux qui s o u h a i t a i e n t un autre lendemain, avec ceux-memes qui ne savaient r i e n s o u h a i t e r . La c o q u i l l e s 1 e t a i t b r i s e e : e l l e e x i s t a i t pour quelque chose, pour quelqu'un. La t e r r e e n t i e r e e t a i t une presence f r a t e r n e l l e . (22). Mais l a Resistance n ' e t a i t qu'un moment dans l ' h i s  t o i r e . Les s i t u a t i o n s e x c e p t i o n n e l l e s ont provoque peut-etre une r e a c t i o n hors s e r i e . Dans q u e l l e mesure est-ce que cet humanisme v i c t o r i e u x va se m o d i f i e r ? Les e t r e s , rendus a l a v i e normale, v o n t - i l s reprendre l e u r s a t t i t u d e s egocen- t r i q u e s comme Francoise? C'est c e t t e periode d'apres-guerre qu'evoque Les Mandarins que nous a l l o n s v o i r dans l e cha p i t r e s u i v a n t . 101. C H A P I T R E V LES MANDARINS I I s ' a g i t maintenant de regarder l e d e r n i e r roman: Les Mandarins. Cet u n i v e r s , q u i est en quelque s o r t e un pro- longement de 1 ' e s p r i t du Sang des A u t r e s , nous met en face des dilemmes entrevus. Mais q u e l l e s que s o i e n t l e s d e c i s i o n s p r i  ses en p l e i n e guerre, e l l e s sont a r e v o i r . L'evenement c a p i t a l dans l e Sang des Autres e t a i t , qu'en face d'un ennemi commun, toutes l e s divergences p o l i t i q u e s et s o c i a l e s tombaient. Tous l u t t a i e n t ensemble, tous avaient a l o r s l e meme but. Le danger passe, l a l i b e r t e r e t r o u v e e , c et ' e s p r i t d'equipe' s'evanouit et chacun reprend son i n d i v i d u a l i s m e . Anne, quelques mois a- pres l a L i b e r a t i o n r e s s e n t et r e g r e t t e ce retournement. E l l e d i t : . . . j e me s u i s avisee que nous recommencions a e x i s t e r , chacun pour s o i ! (1) Dans l a mesure ou. chacun va r e t r o u v e r son propre des- t i n apres c e t t e experience humanitaire que f u t l a R e s i s t a n c e , i l nous i n t e r e s s e de p r e c i s e r l a d i r e c t i o n des d e c i s i o n s d'a- pres-guerre. Vu 1'experience des annees precedentes et l a no u v e l l e dimension que l'homme a decouvert en s o i ; p e u t - i l r e e llement r e t o u r n e r a une v i e egoiste? P e u t - i l i g n o r e r l e 102 . 'sentiment de f r a t e r n i t e , de s o l i d a r i t y qui l i a i t l e s o r t commun a son s o r t personnel et v i c e v e r s a . N ' e s t - i l pas " dorenavant f o r c e de se j e t e r dans l e monde et de v i v r e pour l e s autres? I I nous r e s t e a s u i v r e l e chemin h e s i t a n t que prendra Henri Perron dans ces quelques annees d'apres-guerre. De nouveau on f e r a une d i s t i n c t i o n entre l a v i e p r i v e e et l a v i e publique d'un homme. Dans l a v i e publique i l faudra c o n s i d e r e r sa v i e en t a n t que j o u r n a l i s t e . Henri Perron cherche a c o n t r i b u e r a l a j u s t i c e humaine en d i s a n t l a v e r i  t e . B i e n t o t i l se rendra compte que l a v e r i t e absolue e st compromise par l e c l i m a t p u b l i c . La v i e p r i v e e d'Henri se pa r t a g e r a entre t r o i s femmes. S ' i l debute par une a t t i t u d e d'extreme egoSsme ou i l se p l a i n d r a de chaque minute perdue avec l a premiere femme, i l a r r i v e r a a un compromis heureux ou i l a r r i v e a t r o u v e r son propre bonheur en s'occupant des a u t r e s . LA VIE PUBLIQUE. Au moment ou nous rencontrons Henri P e r r o n , q u i a f a i t quatre annees de R e s i s t a n c e , i l cherche a t r o u v e r sa plac e dans c e t t e s o c i e t e n o u v e l l e . S i dans 1'action commune i l s'est f a i t accepter comme un camarade, l e moment ou chacun r e p r e n d r a i t sa v i e i n d i v i d u e l l e i l r e d e v i e n d r a i t un bourgeois. A f i n de conserver et de perpetuer ce l i e n s p i - r i t u e l q u ' i l a v a i t decouvert, Henri Perron continue l e 103-j o u r n a l i s m e . Pour 1 ' i n s t a n t son j o u r n a l est ' l e s e u l j o u r n a l non communiste qui a t t e i g n e l e p r o l e t a r i a t I' . . . ( 2 ) . Selon sa conception du j o u r n a l , i l d o i t garder une independance absolue de toute f a c t i o n p o l i t i q u e . Je n ' a u r a i jamais de programme a p r i o r i , d i t H e n r i . Je t i e n s a d i r e ce que j e pense, comme j e l e pense, sans me l a i s s e r enregimenter.(3) Le r61e q u ' i l se propose en tan t que j o u r n a l i s t e est c e l u i d'educateur. A f i n de r e s p e c t e r 1 ' i n t e l l i g e n c e des l e c - t e u r s , mais s u r t o u t a f i n de l e u r p a r l e r d'egal a e g a l , i l f a l l a i t o f f r i r une n o u v e l l e forme de j o u r n a l i s m e , c e l l e q u i e c V i r e r a i t en exposant honnetement l e s f a i t s . . . . i l f a l l a i t en p r o f i t e r pour former l e s l e c t e u r s au l i e u de l e u r b o urrer l e crane. Non pas l e u r d i e t e r des o p i n i o n s , mais l e u r apprendre a juger par eux-memes. Ce n ' e t a i t pas simple; souvent i l s e x i g e a i e n t des reponses; i l ne f a l l a i t pas l e u r donner une impression d'ignorance, de doute, d ' i n  coherence. Mais justement, e ' e t a i t ca l a gageure: m e r i t e r l e u r confiance au l i e u de l a l e u r v o l e r . (4) Le j o u r n a l fonde deja en 1941 e t a i t un j o u r n a l de l u t t e . I I l e se r a encore lorsque l e j o u r n a l i s t e est l i b r e de p a r l e r , l i b r e de p a r l e r au nom de ceux q ui ne l e peuvent pas. Le j o u r n a l i s t e c o n t i n u e r a c e t t e l u t t e en .disant l a v e r i t e ; sa v e r i t e . La l u t t e que veut mener Henri Perron est de former 1'opinion. Un i n t e l l e c t u e l , i d e a l i s t e p e u t - e t r e , i l veut l e s gagner en f a i s a n t appel a l e u r i n t e l l i g e n c e , a l e u r bon 104 sens, a l e u r conscience. Un i d e a l i s t e : e t a i t - c e v r a i ? et d'abord qu'est-ce que ca veut d i r e ? Evidemment dans une c e r t a i n e mesure i l c r o y a i t a l a l i b e r t e des gens, a l e u r bonne v o l o n t e , au pouvoir des i d e e s . (5) Dans c e t t e periode d'apres-guerre l a v e r i t e n'est p l u s a u s s i simple. De p l u s , l a v e r i t e a i d e - t - e l l e t o u j o u r s ? ne p e u t - e l l e pas n u i r e egalement? Henri Perron aura a. repon- dre a ces questions a. deux r e p r i s e s . Apres son voyage au P o r t u g a l Henri Perron p u b l i e une s e r i e d ' a r t i c l e s . Dans un pro c h a i n a r t i c l e , a propos du regime de S a l a z a r , i l a 1 ' i n t e n t i o n de c r i t i q u e r l a p o l i t i q u e americaine en Mediterrannee. Au meme moment,unprojet d'Henri Perron de l a n c e r un hebdomadaire va pouvoir se r e a l i s e r grace a P r e s t o n , un americain du State Department, q u i va l u i f o u r - n i r un supplement de p a p i e r . Lorsque P r e s t o n apprend c e t t e n o u v e l l e , i l l u i f a i t s a v o i r que c e t t e c r i t i q u e est inoppor tune , car c r i t i q u e r l e s E t a t s - U n i s en ce moment f a v o r i s e l a p o s i t i o n s o v i e t i q u e . S i Henri t i e n t a d i r e l a v e r i t e , i l perd son hebdomadaire. Comme i l t i e n t a l a v e r i t e , i l l e perd. Cette premiere f o i s l e choix n'est pas d i f f i c i l e a f a i r e . La deuxieme f o i s , i l " l e sera beaucoup p l u s . Par l a f o r c e des choses, c e t t e n e u t r a l i t e p o l i t i q u e que veut garder Henri l u i echappe. I I infeode son j o u r n a l a un p a r t i p o l i t i q u e , l e S.R.L. q u i e s t - l a gauche non communiste. 105. L o r s q u ' i l a accepte cette, a s s o c i a t i o n c ' e t a i t avec l a g a r a n t i e que n u l n ' i n t e r v i e n d r a i t dans l a d i r e c t i o n du j o u r n a l , que n u l ne l u i i m p o s e r a i t aucune c o n d i t i o n . Cette n o u v e l l e s i t u a t i o n est s a t i s f a i s a n t e jusqu'au j o u r ou l'on apprend 1'existence des camps de t r a v a i l en l'U.R.S.S. Vu que l e u r s sympathies p o l i t i q u e s sont a gauche, que f a i r e ? que c r o i r e ? Soulever 1'opinion publique contre l'U.R.S.S. quand on c r o i t que l e s e u l e s p o i r de r e v o l u t i o n se f e r a par 1'U.R.S£c 1 est non seulement d e t r u i r e 1'ensemble de l e u r t r a v a i l mais c'est donner des armes a l a d r o i t e . Car accepter qu' 'en U.R.S.S. a u s s i des hommes exploit f_ent] a mort d'autres hommes ! ' (6) , c'est c o n t r e d i r e l e r61e q u ' i l se donnait j u s q u e - l a , c e l u i d'aider l e s hommes a devenir des hommes. Henri Perron h e s i t e : Quoi q u ' i l f i t , i l a u r a i t t o r t : t o r t s ' i l divulguait une v e r i t e tronquee, t o r t s ' i l d i s s i m u l a i t , f u t - e l l e tronquee, une v e r i t e . (7) Un grand debat s'eleve entre Robert D u b r e u i l h et Henri Perron. Le premier met l a que s t i o n sur un p l a n i n t e l - l e c t u e l ; c e l u i - l a r e a g i t p l u s i n s t i n c t i v e m e n t . Le premier veut a t t e i n d r e l e s b u t s , i l pense en f o n c t i o n de l'humanite e n t i e r e . Le deuxidme, par c o n t r e , considere l e s hommes un a un. A quoi s e r t un but humanitaire, s i , pour y p a r v e n i r , on a p i e t i n e l e s v a l e u r s humaines. Selon Robert D u b r e u i l h ; La seule question c'est de s a v o i r s i en denoncant l e s camps on t r a v a i l l e pour l e s hommes ou contre eux. (8) 106. Malgre 1 ' o p p o s i t i o n de D u b r e u i l h , et au r i s q u e de se v o i r e x c l u r e du comite du S.R.L., Henri Perron decide de p u b l i e r un a r t i c l e sur l e s camps. Sachant q u ' i l se r e t r o u v e r a i t r e - jet£ par t o u s , i l estime neanmoins q u ' i l d o i t o b e i r a sa propre conscience. Le s e u l f a i t d'en a v o i r divulgue 1'exis tence changeait deja l a s i t u a t i o n ; c'est pour ca qu'Henri a v a i t p r i s l a p a r o l e : se t a i r e a u r a i t ete du d e f a i t i s m e et de l a l a c h e t e . (9) Cet a r t i c l e amene l a rupture entre D u b r e u i l h et Perron. C e l u i - c i l ' a c c u s e r a d ' a v o i r p u b l i e l e s a r t i c l e s par i n t e r e t bassement p e r s o n n e l , par egofsme. Mais i l est d i f f i  c i l e de j u s t i f i e r l e s i l e n c e . S i l'homme se d e f i n i t pour soi-meme et pour l e s autres par ses a c t e s , Henri Perron s'est d e f i n i dans c e t t e c o n f u s i o n d'apres-guerre: i l a opte de p a r l e r ^ J . nom de ceux q u i n'avaient p l u s ce d r o i t . Robert D u b r e u i l h s'y r a l l i e en admettant: Au fond nous avons a d e c i d e r ce que peut et d o i t e t r e l e r o l e d'un i n t e l l e c t u e l , a u j o u r d ' h u i . Se t a i r e , c'est c h o i s i r une s o l u t i o n b i e n p e s s i m i s t e : a son age, c'est nature1 q u ' i l a i t r e n a c l e . (10) Henri va c o n t i n u e r a jouer ce r o l e humanitaire. I I p a r l e r a de l a s i t u a t i o n Malgache. I I f a l l a i t t e n t e r de l e s sauver. I I en p a r l e mais i l a des doutes sur l ' e f f i c a c i t e de ses e f f o r t s . Une c o n s o l a t i o n 1 ' i n c i t e a perseverer: "Au moins maintenant, i l y en a quelques m i l l i e r s q u i savent"...(11) 107. La v i e i l l e t e n t a t i o n de s 1evader de c e t t e v i e p u b l i  que l u i r e v i e n t . Apres quatre ans de Resistance i l v o u d r a i t s'occuper de lui-meme. Ce d e r n i e r reve d'une v i e a s o i , c'est d ' e c r i r e t r a n q u i l l e m e n t en dehors du tumulte p o l i t i q u e , des bouleversements sociaux. Mais i l a ete marque. I I ne peut p l u s v i v r e en e x i l , r e s t e r i n s e n s i b l e au malheur humain, accepter que c e l a se passe sans l u i . I I a un passe h i s t o r i q u e qui est i r r e v o c a b l e et i l d o i t s'occuper de l'humanite. -Apres t o u t , r e p r i t Lambert avec vehemence, on a f a i t de l a Resi s t a n c e pour defendre l ' i n d i v i d u , son d r o i t a §tre lui-meme et a e t r e heureux; i l est temps de r e c o l t e r ce qu'on a seme. -Le malheur, c'est q u ' i l y a quelques m i l l i a r d s d ' i n d i v i d u s pour qui ce d r o i t r e s t e l e t t r e morte", H e n r i . (...) "Je pense que c'est justement parce qu'on a commence a s ' i n t e - r e s s e r a eux qu'on ne peut p l u s s' arreter.'(12) LA VIE PRIVEE S i un c o n f l i t e x i s t e dans l a v i e publique d'Henri Pe r r o n , i l n'en est pas moins evident dans sa v i e p r i v e e . Le c o n f l i t repose entre une f o r t e v o l o n t e de v i v r e a sa guise - ce qui suppose un e t r e s e u l et l i b r e et un d e s i r de v i v r e avec une autre - ce qui n e c e s s i t e une e x i s t e n c e partagee et responsable. Dans l a v i e d'Henri i l faudra c o n s i d e r e r t r o i s etapes: sa vie.avec Paule; sa l i a i s o n avec J o s e t t e et son mariage avec Nadine. Le changement dans ses r a p p o r t s v i e n t du f a i t q u ' i l devient conscient de sa r e s p o n s a b i l i t e a. l ' e - gard de 1'autre pour e n f i n en accepter l e s consequences. 108. Paule e t , H e n r i v i v e n t ensemble depuis une d i z a i n e d'annees. S i au debut i l s v i v a i e n t a peu pres l e meme amour, avec l e temps un changement s'est p r o d u i t chez H e n r i . I I s ' e t a i t j e t e dans c e t t e union sans t r o p penser au lendemain; 1'excuse de l a jeunesse 1 C e t a i t n a t u r e l q u ' i l eut ete e b l o u i par l a beaute de Paul e , par sa v o i x , par l e mystere de son langage, par l a sagesse l o i n t a i n e de son s o u r i r e . E l l e e t a i t un peu p l u s agee que l u i , e l l e c o n n a i s s a i t un t a s de p e t i t e s choses q u ' i l i g n o r a i t et qui l u i p a r a i s s a i e n t b i e n p l u s impor- t a n t e s que l e s grandes. (13) Paule a v a i t ce temps-la une v i e a e l l e , un metier: e l l e a p p o r t a i t un et r e v i v a n t a c e t t e l i a i s o n . Mais peu a peu, e l l e abandonne son metier et se met a aimer Hen r i d'un amour e x c l u s i f . L ' e q u i l i b r e est b r i s e . Quant a 1'amour dont Paule v o u l a i t f a i r e toute sa r a i s o n d ' e t r e , Henri ne l u i reserve qu'une pl a c e a cote de ses autres i n t e r e t s . I I l u i est d i f f i c i l e de s'en degager -• pulls q u ' i l r e c o n n a i t ses r e s p o n s a b i l i t e s . E l l e a v a i t c r u aux serments d ' e t e r n i t e et au m i r a c l e d'etre elle-meme; c'est sans doute l a q u ' i l a v a i t ete coupable: quand i l a v a i t e x a l t e Paule avec demesure pour prendre e n s u i t e t r o p lucidement sa mesure. (14) Pourtant i l ne veut pas, i l ne peut pas e t r e sa seule r a i s o n d ' e x i s t e r . Quelle que s o i t sa d e c i s i o n , r e s t e r avec e l l e ou l a q u i t t e r , l'un des deux s o u f f r i r a . Comme der n i e r e t e n t a t i v e , Henri e s s a i e de l a persuader de reprendre 109. -sa c a r r i e r e de chanteuse. Est-ce une a c t i o n genereuse, ou une facon d'apaiser sa conscience? Dans c e t t e s i t u a t i o n c r i t i q u e , i l ne peut penser qu'a l u i . "Et moi, ca m' a r r a n g e r a i t drolement1,' se d i t - i l . I I s a v a i t b i e n que e ' e t a i t sa propre v i e qui e t a i t en q u e s t i o n , p l u s que c e l l e de P a u l e . (15) Pour l u i , l e manque de l i b e r t e q u ' i l a dans c e t t e u n i o n , b i e n q u ' e l l e accepte n'importe q u e l l e s i t u a t i o n a f i n de p o u v o i r l e garder aupres d ' e l l e , n'est pas acceptable et e n f i n i l rompt avec e l l e . " S i t u decides que t u s o u f f r e s quand je f a i s ce que j ' a i envie de f a i r e , i l f a u t que je c h o i s i s s e entre ma l i b e r t e et t o i . " (16) L ' i n d i v i d u a l i s m e l'emporte; i l se c h o i s i t malgre l e p r i x qu'un autre d o i t payer car Paule se r e f u g i e dans l a f o l i e . Cette premiere experience de v i e commune, b i e n que tous l e s t o r t s ne s o i e n t pas du cote d*Henri, montre que 1'amour et l a l i b e r t e t e l l e q u ' i l l a v o u d r a i t se c o n t r e d i s e n t . I I n'est pas encore p r e t a v i v r e pour un a u t r e . Cette experience passee ne l'empgche pas de se j e t e r a u s s i t o t , avant d'avoir vraiment q u i t t e P a u l e , dans une l i a i s o n avec J o s e t t e . Apres l e s d i x ans avec Paule i l l u i f a u t de l a nouveaute. Henri qui v i e n t d ' e c r i r e une piece de t h e a t r e veut l a f a i r e j o u e r . Un echange commode est a r  range: un r o l e pour J o s e t t e et sa mere f a i t accepter l a piece par un c e r t a i n d i r e c t e u r . Une mere q u i veut que sa 110. - f i l l e r e u s s i s s e n'-hesite pas: sa f i l l e f a i t p a r t i e de l a t r a n s a c t i o n . ...ce s o u r i r e , l e s i l e n c e , l e s divans couverts de f o u r r u r e , i n v i t a i e n t c l a i r e - ment a toutes l e s audaces; t r o p c l a i r e - ment; s ' i l a v a i t p r o f i t e de ces com p l i - c i t e s , Henri a u r a i t eu 1'impression de commettre sous l ' o e i l d'une maquerelle r i c a n a n t e un detournement de mineure. (17) Mais e l l e est t r e s b e l l e , e l l e est jeune. Ses scrupul e s ne l e r e t i e n n e n t pas longtemps. Cette femme e t a i t d e s i r a b l e , i l n ' a v a i t qu'a l a prendre. Cette f o i s i l sem- b l e p l u s c o n s c i e n t d ' a u t r u i . Une f o i s q u ' e l l e est a l u i i l se pose une que s t i o n s i g n i f i c a t i v e : 'Qu'est-ce que j e peux pour e l l e ? ' . . E n cherchant parmi l e s p o s s i b i l i t e s i l admet que malheureusement l a seule chose qu'on p u i s s e f a i r e pour une femme c'est de 1'aimer d'un amour e x c l u s i f . Neanmoins l a l i a i s o n c ontinue. C'est a H e n r i de s ' i n q u i e t e r des sentiments de J o s e t t e a son egard. 'Femme prodigue de son corps,' e l l e l u i echappe. Est-ce pour 'racheter' l e s autres echecs dans sa v i e , est-ce pour l a rendre heureuse?Nul ne l e saura - mais Henri f e r a des con c e s s i o n s pour e l l e . La premiere f o i s c'est l e s a c r i f i c e a un mode de v i e q u ' i l a v a i t r e f u s e . A f i n que J o s e t t e r e u s s i s s e , i l se f e r a v o i r et photographier avec e l l e dans l e s e n d r o i t s de l u x e . Cette v i e f a b r i q u e e et fausse de l a g l o i r e , l e l u x e , 1'argent: t o u t c e l a j u r e avec ses v a l e u r s precedentes. 111. I I 1'acceptera ! I I a u r a i t f a l l u e t r e stupide pour s a c r i f i e r a des tabous p u e r i l s un t e l s o u r i r e . Pauvre J o s e t t e ! e l l e n ' a v a i t pas s i souvent 1'oc c a s i o n de s o u r i r e . "Les femmes ne sont pas g a i e s " , p e n s a - t - i l en l a regardant. Son h i s t o i r e avec Paule s'achevait minable- ment; Nadine, i l n ' a v a i t r i e n su l u i " donner. J o s e t t e . . . eld b i e n , ca s e r a i t d i f f e r e n t . E l l e v o u l a i t a r r i v e r : i l l a f e r a i t a r r i v e r . I I s o u r i t aimablement aux deux j o u r n a l i s t e s q ui s'approchaient. (18) La deuxieme f o i s q u ' i l mettra l e s i n t e r e t s de J o s e t t e avant l e s s i e n s propres i l aura dementi l e s bases q ui donnaient un sens a sa v i e . La mere de J o s e t t e a c o l l a b o r e avec l e s Allemands. Un c e r t a i n M e r c i e r p r a t i q u e un chantage depuis t r o i s ans; i l v i e n t de se f a i r e a r r e t e r . I I menace de d i - vulguer l e s f a i t s s i e l l e ne trouve pas un moyen de l e s o r t i r de p r i s o n . La seule chance r e s t e avec Henri Perron q u i a f a i t l a R e s i s t a n c e . S i on f a i t passer M e r c i e r comme un agent double, au l i e u de l ' i n d i c a t e u r q u ' i l e t a i t , l e scandale est e v i t e . Le monde contre l e q u e l Henri s ' e t a i t b a t t u , c e l u i qui m e r i t a i t sa ha i n e , i l va maintenant jouer son j'eu. De vant l e s larmes de J o s e t t e l a d e c i s i o n est v i t e p r i s e . I I f e r a un faux temoignage. Un faux temoignage: i l a v a i t horreur de c e t t e i d e e . Mais quoi? en se p a r j u r a n t , i l ne f e r a i t de t o r t a personne; i l s a u v e r a i t l a t e t e de M e r c i e r , ca e ' e t a i t r e g r e t t a b l e : mais t a n t d'autres meritent de c r e v e r et se p o r t e n t b i e n I S ' i l r e f u s a i t , J o s e t t e e t a i t b i e n capable de se supprimer; ou en t o u t cas, sa v i e sera foutue. Non, i l ne pouvait pas h e s i t e r : d'un c 6 t e , i l y 112. a v a i t J o s e t t e et de 1'autre des scrupules de conscience. (...) I I f e r a i t ce faux temoignage parce q u ' i l ne pouvait pas f a i r e autrement, c'est t o u t . (19) Henri s'engage totalement dans cet a c t e , i l a c h o i s i de se compromettre pour un a u t r e . Cet acte est d'autant plus genereux que maintenant i l est d e s i n t e r e s s e . Avant de f a i r e l e faux temoignage i l a a p p r i s 1'amour de J o s e t t e pour un jeune c a p i t a i n e allemand. L o r s q u ' i l v e r r a l e s photos de J o s e t t e et son c a p i t a i n e i l ne se sent p l u s capable de l a prendre dans ses b r a s . A f i n de f a i r e ce geste humain, i l f a l l a i t l a i s s e r passer cet acte inhumain de M e r c i e r . H e n r i a decide en f o n c t i o n de I ' a v e n i r et non en f o n c t i o n du passe. S i l e s deux precedentes unions n'ont pas ete heu- reuses, l a t r o i s i e m e l e sera davantage. Avec Nadine, Henri trouve l a p o s s i b i l i t y de pouvoir c o l n c i d e r avec lui-m§me. Nadine se g l i s s e dans l a v i e d*Henri peu a peu. Apres l a guerre H e n r i va f a i r e un voyage au P o r t u g a l . Nadine r e u s s i t a l e convancre de l'emmener avec l u i . H e n r i , f a t i g u e de son e x i s t e n c e avec P a u l e , a besoin de gouter de nouveau a c e t t e j o i e de l i b e r t e . Au l i e u d'emmener Pa u l e , i l emmene Nadine qui a vecu des annees dures a u s s i pendant l a guerre. Une austere jeunesse m e r i t a i t quelques compensations. Pendant l e u r voyage ensemble, a un moment de f a i b l e s s e devant l e s larmes de Nadine, c e l l e s p r o d u i t e s par l a misere p o r t u g a i s e , Henri est s a i s i d'une t e n t a t i o n de f a i r e quelque chose pour e l l e . 113. ...pourquoi n ' a v a i t - i l pas su l a f a i r e s o u r i r e ? pourquoi a v a i t - i l l e coeur lourd? (...) I I a u r a i t f a l l u l a s e r r e r p l u s f o r t et l u i d i r e : "Moi, je te r e n d r a i heureuse". En cet i n s t a n t , i l en a v a i t envie: une envie d'un i n s t a n t d'engager toute sa v i e . I I ne d i t r i e n . (20) Bien q u ' i l s doivent. s e separer apres l e u r r e t o u r du voyage, Nadine continue a se menager des s o r t i e s avec H e n r i . T i r a i l l e entre c e t t e f i l l e et son t r a v a i l , Henri c h o i s i t l e t r a v a i l . I I a des choses importantes a f a i r e ; i l e c arte Nadine de sa v i e car: . . . i l l u i f a l l a i t o r g a n i s e r sa v i e avec l a p l u s s t r i c t e economie: i l n ' a v a i t pas de p l a c e pour Nadine. (21) Nadine admet finalement q u ' i l est t r e s avare de son temps. Une personne qui f a i t pmuve de t a n t de genero s i t e sur l e p l a n i n t e l l e c t u e l et de s i peu sur l e p l a n p e r s o n n e l , s e l o n Nadirs, est i n q u i e t a n t e . V o u l o i r l a l i b e r t e , 1 ' e g a l i t e pour l e genre humain quand on n'accorde pas l a meme chose dans l e s r e l a t i o n s p e r s o n n e l l e s demontre q u ' i l y a encore un long t r a v a i l a f a i r e pour Tei vra'i' humanisme. Nadine se r e v o l t e : Vous ne t r a i t e z jamais l e s gens a. e g a l i t e , vous disposez d'eux s e l o n l a p e t i t e jugeote de v o t r e conscience; v o t r e g e n e r o s i t e , c'est de l'impe- r i a l i s m e , et v o t r e i m p a r t i a l i t y de l a s u f f i s a n c e . ( 2 2 ) Henri s ' a p e r c o i t d ' a i l l e u r s q u ' i l ne f a i t pas grand'chose avec tout ce temps gagne. Une r e f l e x i o n de 1,14. •Marcel du Sang des Autres s'applique a Henri en ce moment — - a propos des gens qui ont s i peur de 'perdre l e u r temps:' jamais i l s ne se demandent ce qu'on gagne a ne r i e n perdre'. (23). H e n r i ne t r a v a i l l e pas davantage, i l n'est pas heureux et malgre c e l a , i l se cabre l o r s q u ' i l sent q u ' e l l e c r o i t a v o i r des d r o i t s sur l u i . Ce n'est pas l e premier reproche que Nadine l u i f e r a . Au debut, e l l e 1 'accuse de l a t r a i t e r comme un enfant avec tous l e s faux r a p p o r t s que c e l a s o u l e v a i t dans L ' I n v i t e e , dans Le Sang des A u t r e s . I c i , i l ne veut pas d i s c u t e r avec e l l e . Devant des problemes q u ' e l l e v o u d r a i t d i s c u t e r , Henri montre une i n d i f f e r e n c e t o t a l e . Avec d'autres gens, t u d i s c u t e s , d i t Nadine dont l a v o i x brusquement s ' a i g r i t . Avec moi t u ne veux jamais; je suppose que c'est parce|que j e s u i s une femme; l e s femmes ? 6'est t o u t j u s t e bon a se f a i r e b a i s e r . (24) H e n r i s'avouera a lui-meme l a j u s t e s s e de c e t t e a c c u s a t i o n mais avec l e s femmes, Nadine s u r t o u t , i l se t i e n t sur l a d e f e n s i v e . I I r e f u s e de se dormer a e l l e ; pourtant i l aime b i e n a v o i r son corps a sa d i s p o s i t i o n . Du moment que l e s femmes n'exigent r i e n , Henri accepte, r e c o i t d ' e l l e s . S i e l l e l u i demande de s'occuper d'autres choses que^ de l e u r corps, Henri se r e f u g i e d e r r i e r e ses d e v o i r s et ses o b l i g a t i o n s humanitaires. La q u e r e l l e p o l i t i q u e s'apaise, H e n r i Perron et -Robert D u b r e u i l h -se r e c o n c i l i e n t et Henri s o r t de nouveau avec Nadine. Cette f o i s - c i Nadine a d'autres p r o j e t s 1 E l l e l e met devant un f a i t accompli: e l l e f a i t expres de se f a i r e enceinte de l u i . On p o u r r a i t s'attendre a une r e a c t i o n e- g o l s t e d'Henri, mais i l se rend compte q u ' i l t i e n t a Nadine et en somme e l l e ne l u i f a i t pas autant de chantage q u ' e l l e l e c r o i t . I I est content, et l e s p r e v i s i o n s de Nadine e t a i e n t j u s t e s . Bien s u r , s i t u demandes a un homme s ' i l veut un enfant, i l prend peur; mais quand l 1 enfant est la., i l e s t enchante. (25) Henri est r a v i de sa p e t i t e f i l l e . E n f i n i l est p r e t a pen- ser a autre chose qu'a s o i . En t r a v a i l l a n t r e e llement pour l e bonheur d'un a u t r e , concretement, i l va t r o u v e r son propre bonheur. La facon dont i l envisage son mariage suggere q u ' i l pense vraiment a chaque homme un a un. S i l a gene- r o s i t e humanitaire a r r i v e a s'a p p l i q u e r a chaque personne i n d i v i d u e l l e m e n t , on est a r r i v e a v i v r e pour l e s autres qui n'est qu'une forme de v i v r e pour s o i . "C'est i c i que j e v i s , et i c i c'est l a p a i x " , p e n s a - t - i l . I I regarda Nadine; (...)"I1 f a u t que je l a rende heureuse, se d i t H e n r i (...) Rendre quelqu'un heu reux, qa c'est c o n c r e t , c'est s o l i d e et qa vous absorbe b i e n assez s i vous prenez l a chose a coeur. S'occuper de Nadine, e l e v e r M a r i a , e c r i r e ses l i v r e s : ce n'e- • t a i t pas tout a f a i t l a v i e q u ' i l s o u h a i t a i t a u t r e f o i s . A u t r e f o i s i l c r o y a i t que l e bonheur, c ' e t a i t une maniere de posseder l e monde: a l o r s -que c'est p l u t o t Une facon de se proteger contre l u i . (26) 116. Maintenant Henri peut c o i n c i d e r avec lui-meme p l e i n e - ment. S i Jean Blomart est a r r i v e a Prendre l a d e c i s i o n de v i v r e pour un a u t r e , l a mort d 1 Helene. 1'empechait vraiment de l a mettre en p r a t i q u e . Avec H e n r i , l e mariage qui n'est qu'un debut, l u i donnera l e temps de v i v r e ce c h o i x et de v i v r e pour un a u t r e . 117. C H A P I T R E VI LA TECHNIQUE ROMANESQUE Simone de Beauvoir, cherchant une technique roma- nesque, v o u l a i t pouvoir rendre plus s e n s i b l e l'ambigulte q u ' e l l e a tan t r e s s e n t i e dans sa propre v i e . I I s ' a g i s s a i t de p r e s e n t e r l a v i e avec ses c o n f l i t s et ses c o n t r a d i c t i o n s . On p o u r r a i t d i r e que l ' e t h i q u e de Simone de Beauvoir est de venue l a base de son est h e t i q u e l i t t e r a i r e . (1) I I faudra examiner rapidement l e s d i f f e r e n t e s me- thodes q u ' e l l e a employees pour evoquer ce monde ambigu. Des ses premieres t e n t a t i v e s de romanciere e l l e r e f u s e une e x p o s i t i o n lime aire;.' E l l e opte p l u t o t pour une methode qui permet de pre s e n t e r une m u l t i p l i c i t y de p o i n t s de vue. Bien q u ' e l l e a i t employe c e t t e technique, Simone de Beauvoir ne semble pas a v o i r r e u s s i a. rendre l a r e a l i t e t e l l e q u ' e l l e l u i p a r a i s s a i t . I I l u i faudra abandonner l e genre romanesque a f i n de co n q u e r i r une v r a i e l i b e r t e d ' e x p r e s s i o n . Simone de Beauvoir, a l a p o u r s u i t e de sa propre forme d'expression a t o u j o u r s s e n t i une impuissance, une gene l o r s q u ' i l s ' a g i s s a i t de rendre s e n s i b l e par l a l i t t e r a t u r e l a ' v r a i e r e a l i t e ' . E l l e a l u t t e contre l e s l i m i t a t i o n s qui s'imposent au moment ou l ' a u t e u r veut passer du vecu au i non-vecu. C'est l e moment ou l e v i v a n t , l e mobile devient l e f i g e , 1'immobile. Ne pas-pouvoir d i r e ' t o u t ' , e ' e t a i t 118. f a u s s e r l a r e a l i t e v i v a n t e : en d i r e moins c ' e t a i t t r a h i r l e mouvement in h e r e n t de toute v i e . Pour a r r i v e r de p l u s pres i l f a l l a i t r e s p e c t e r 1'ambigulte. Je soutenais que l a r e a l i t e deborde tout ce qu'on peut en d i r e ; i l f a l l a i t 1 ' a f f r o n  t e r dans son ambigulte, dans son op a c i t e au l i e u de l a r e d u i r e a des s i g n i f i c a t i o n s qui se l a i s s e n t exprimer par des mots. (2) Lors de son apprentissage comme romanciere, e l l e e s s a i e r a des procedes d i f f e r e n t s en vue de depasser c e t t e l i m i t a t i o n imposee par ' l a l i t t e r a t u r e ' . Au debut e l l e c r o i t pouvoir f a i r e s e n t i r l a complexite de chaque e t r e , de chaque s i t u a t i o n en e c r i v a n t p l u s i e u r s h i s t o i r e s p a r a l l e l e s . Ces h i s t o i r e s , en se recoupant, s ' e x p l i q u e r o n t mutuellement. E l l e s f o u r n i r o n t l e s r a i s o n s qui inciitent l ' e t r e a 1'action dans une s i t u a t i o n donnee. Je p e n s a i s , en o u t r e , que pour evoquer l ' e p a i s s e u r du monde i l est bon de t i s s e r ensemble p l u s i e u r s h i s t o i r e s . (3) Cette methode ne semble pas l a s a t i s f a i r e car s a i s i r un moment dans l a v i e , 1 ' i s o l e r a i n s i de l a v i e e n t i e r e du persormage, l u i enleve l e fond sur l e q u e l s'eleve t o u t e t r e . Selon l a pensee de Simone de Beauvoir s i l'on ne connait pas l e passe d'un personnage, i l est d i f f i c i l e s i non i m p o s s i b l e de l e comprendre, d ' i n t e r p r e t e r ses r a i s o n s d ' a g i r , de s u i v r e l e cheminement de ses pensees. Chaque e t r e est ce q u ' i l e st a cause de son passe, a cause de sa propre h i s t o i r e 119 et i l f a u t t o u t . s a v o i r pour pouvoir vraiment comprendre. Dans une premiere esquisse de roman e l l e sent l a f a i b l e s s e de son h i s t o i r e et l ' a t t r i b u e a c e c i : Pour comprendre c e l l e [ l ' h i s t o i r e ] de Zaza, i l f a u t p a r t i r de son enfance, de l a c o n s t e l l a t i o n f a m i l i a l e a l a q u e l l e e l l e a p p a r t e n a i t , d'une devotion a l'egard de sa mere1 dont un amour co n j u g a l ne pouvait aucunement f o u r n i r un e q u i v a l e n t . ( . . . ) Mon e r r e u r f u t de detacher ce drame des ci r c o n s t a n c e s qui l u i donnaient sa v e r i t e . ( 4 ) A p l u s i e u r s r e p r i s e s e l l e e s s a i e r a d ' i n c l u r e toute une v i e dans une h i s t o i r e . Avant d'entrer dans l ' h i s t o i r e a proprement p a r l e r , e l l e s e n t i r a l e b e s o i n de peindre un t a  b l e a u de fond sur l e q u e l peut se reposer c e t t e h i s t o i r e . J ' a v a i s remis a B r i c e P a r a i n , (...) l e s cent premieres pages de mon roman, c ' e s t - a - d i r e 1'enfance de Fr a n c o i s e : i l l e s jugea i n f e r i e u r e s a mes n o u v e l l e s , et S a r t r e p a r t a g e a i t cet a v i s . Je d e c i d a i de prendre pour accordes l e passe de mon her o i n e , sa rencontre avec P i e r r e , l e u r h u i t annees d'entente...(5) Dans l a c i t a t i o n c i - d e s s u s , i l s ' a g i t des debuts de L ' I n v i t e e . I I y aura l a meme t e n t a t i o n en commencant son deuxieme roman Le Sang des Au t r e s . Je commis l a meme er r e u r qu'en commencant L ' I n v i t e e ; j e me crus o b l i g e e de r e s s u s c i t e r 1'enfance d'Helene; je m ' i n s p i r a i de l a mienne. P u i s , je d e c i d a i de n ' i n d i q u e r ce passe que par quelques breves a l l u s i o n s . (6) Ces d i f f e r e n t s 'defauts' ne sont que l a t r a d u c t i o n de ce be s o i n chez Simone de Beauvoir de rendre s e n s i b l e 120. l.'epaisseur de l a v i e , de mettre chaque e t r e dans une s i t u a t i o n v i v a n t e et d'en montrer l ' a m b i g u i t e . Chaque f o i s cependant i l f a l l a i t s a c r i f i e r , l i m i t e r , cerner a f i n de r e s t e r dans l e s cadres du genre romanesque. E l l e p a r l e de l'enfance d'Helene en s 1 i n s p i r a n t de l a sienne. Deja. dans l ' e s q u i s s e de ce p r e  mier roman ( c f c i t a t i o n 1 & 2) e l l e eprouve de l a d i f f i c u l t e d'empecher sa propre h i s t o i r e d'entrer dans son roman. . . . j e ne v o u l a i s pas donner dans l e genre " j o u r n a l i n t i m e " en me bornant a p a r l e r de moi: malheureusement, j e n ' e t a i s pas capable d'en s o r t i r . . . ( 7 ) Au f u r et a mesure cependant e l l e se v e r r a o b l i g e e de c h o i s i r , d ' i s o l e r et a i n s i d ' e c l a i r e r c e r t a i n s aspects seulement. Quelle s e r a l a m e i l l e u r e facon de montrer l a complexity d'une v i e , sans t o u t e f o i s s a c r i f i e r c e t t e "epaisseur" tout en r e s t a n t i m p a r t i a l e ? E l l e s ' i n t e r e s s e aux r a p p o r t s des gens entre eux ! I I faudra c h o i s i r un p o i n t c e n t r a l au- t o u r duquel l e s e t r e s se r a l l s f o n t . Ce sera un p o i n t de con vergence qui f e r a j a i l l i r 1 ' i n t e r p e n e t r a t i o n des v i e s , l e s i n t e r r e a c t i o n s des e t r e s . Ce q u i me manquait e ' e t a i t l ' i d e e de " s i t u a t i o n " q ui seule permet de d e f i n i r concretement des ensembles humains sans l e s a s s e r v i r a une f a t a l i t e i n t e m p o r e l l e . (8) La v r a i e i n n o v a t i o n v i e n t du f a i t que dans ces rap p o r t s aucun p o i n t de vue ne d e v a i t p r e v a l o i r . En r e s t a n t ouverte une s i t u a t i o n o f f r e un nombre i n f i n i de s o l u t i o n s , d ' i n t e r p r e t a t i o n s . A f i n de,pouvoir montrer l e s v a r i a t i o n s 121. i n d e f i n i e s des e n t r e p r i s e s humaines e l l e aura recours a 1'uni te d'une oeuvre i m a g i n a i r e . I c i e l l e c r o i t pouvoir evoquer l a t o t a l i t e d'un e t r e en montrant l e s cotes complementaires et c o n t r a d i c t o i r e s q u i l e c o n s t i t u e n t . Cette u n i t e que l u i donnera 1'oeuvre i m a g i n a i r e sera 1'occasion de p a r l e r de maintes emotions, de maintes pensees q u i f o n t p a r t i e de toute v i e . Dans mes romans p o u r t a n t , je m'attache a. des nuances, a des ambigultes. (...) L'ex i s t e n c e (...) ne se r e d u i t pas en i d e e s , e l l e ne se l a i s s e pas enoncer: on ne peut que 1'evoquer a t r a v e r s un ohjet i m a g i n a i r e ; i l f a u t a l o r s en r e s s a i s i r l e j a i l l i s s e m e n t , l e s tournoiements, l e s con t r a d i c t i o n s . (9) Toujours soutenant l e c h o i x du genre romanesque e l l e r e p e t e r a : J ' a i d i t deja. quel est pour moi un des r o l e s e s s e n t i e l s de l a l i t t e r a t u r e : ma- n i f e s t e r des v e r i t e s amhiguSs, separees, c o n t r a d i c t o i r e s ' qu'aucun moment ne t o t a l i s e n i hors de moi, n i en moi; en c e r t a i n s cas on ne r e u s s i t a. l e s rassembler qu'en l e s i n s c r i v a n t dans 1'unite d'un objet ima g i n a i r e . ' (10) La v o l o n t e de rendre s e n s i b l e c e t t e ambigulte f o r - gera l a technique romanesque de Simone de Beauvoir. Ce pro- cede cherche a. f a i r e v o i r l a meme s i t u a t i o n a. t r a v e r s p l u s i e u r s 'consciences.' Chaque conscience apprehende, i n t e r p r e t e et comprend une s i t u a t i o n d'une facon unique. Avec l e s d i f f e r e n t e s consciences, i l y a une accumulation de 'mondes' ou chacun d e t i e n t sa p a r t de v e r i t e par rapport 122'.. .a l a t o t a l i t e et a g i t . en f o n c t i o n de sa v e r i t e . Chaque conscience f a i t v a l o i r un monde d i f f e r e n t et unique. Dans l ' e s q u i s s e d'un premier roman un element de c e t t e technique e x i s t e d e j a : Ce q u ' i l y a v a i t de pl u s v a l a b l e dans ces debuts, e ' e t a i t l a maniere dont j ' a v a i s dispose l e s e c l a i r a g e s . Genevieve e t a i t vue par Anne (...) on v o y a i t Mme de P r e l i a n e et Anne par l e s yeux de Genevieve... (11) Cette accumulation de p o i n t s de vue f o r c e l e l e c t e u r a f a i r e une synthese des elements a f i n de r e c o n s t i t u e r l e c a r a c t e r e d'Anne ou de Mme de P r e l i a n e . On v o i t poser l e probleme de l a complexity des e t r e s , a i n s i que c e l u i des r e l a t i o n s hu- maines. Ce procede f a i t d e c o u v r i r l'ambiguite de l ' e t r e dans l e monde: t e l q u ' i l se c o n c o i t , t e l q u ' i l est concu par a u t r u i . Dans L ' I n v i t e e c e t t e technique permet au l e c t e u r de v o i r l a meme s i t u a t i o n de p l u s i e u r s p o i n t s de vue. I I y a l e p o i n t de vue de Fra n c o i s e q u i domine mais pour comple menter et c o n t r e d i r e c e t t e v i s i o n unique, de c h a p i t r e en c h a p i t r e , t o u r a. t o u r , l a pa r o l e est donnee a un autre per- sonnage. I I y a par exemple l a conscience d ' E l i s a b e t h . E l l e apporte un jugement n e g a t i f sur l e t r i o et f a i t v o i r ce q u ' i l peut y a v o i r de r i d i c u l e . En revanche, dans p l u s i e u r s c h a p i t r e s , je p r i s pour centre de refe r e n c e E l i s a b e t h . Sa m a l v e i l l a n c e , l o i n de n u i r e a sa l u - c i d i t e , l ' a i g u i s a i t ; e l l e ramenait l'aven- t u r e du t r i o aux p r o p o r t i o n s d e r i s o i r e s que l e s passions ont, d ' o r d i n a i r e , aux yeux 123-d'un t i e r s . J ' i n d i q u a i en t a n t qu'auteur, que j e - g a r d a i s presente a 1 ' e s p r i t c e t t e ambigulte: 1'experience que Fr a n c o i s e v i v a i t sur un p l a n t r a g i q u e , on pouvait a u s s i en SDurire(12) La conscience de Gerbert ajoute une autre dimension a ce t r i o . I I est l e poids p o s i t i f qui r e t a b l i t un peu l a balance et l' a p p o r t n e g a t i f d ' E l i s a b e t h . I I apporte l a calme a m i t i e q u i permettra a Francoise de r e t r o u v e r son e q u i l i b r e . Grace a l u i a u s s i i l se dessine une n o u v e l l e image de X a v i e r e . A i n s i a r r i v e - t - o n a a v o i r p l u s i e u r s images de ce t r i o que forment F r a n c o i s e , P i e r r e et Xaviere-. Le l e c t e u r entre dans p l u s i e u r s consciences uniques et i s o l e e s et i l peut y de- c o u v r i r p l u s i e u r s v e r i t e s : i l se retrouve dans un monde r e l a t i f . Gette accumulation de vues s u b j e c t i v e s f o r c e l ' o b - • j e c t i v i t e c ar aucun s u j e t ne peut p l u s imposer sa v i s i o n du monde, sa v e r i t e de l a s i t u a t i o n . Le l e c t e u r mis en face de c e t t e p r o f u s i o n de v e r i t e s est pousse a admettre l a com p l e x i t y de toute s i t u a t i o n . La technique employee dans l e Sang des Autres est legerement d i f f e r e n t e quoique l e p r i n c i p e de base s o i t r e - tenu: c e l u i de p l u s i e u r s p o i n t s de vue. L'univers de ce roman nous p a r v i e n t a t r a v e r s l a conscience de Jean Blomart et d'Helene. L o r s q u ' i l s ' a g i t de Jean Blomart, Simone de Beauvoir apporte une i n n o v a t i o n q u i l u i donne p l u s d'epais- seur, p l u s de profondeur. Jean Blomart p a r l e avec un ' j e ' du present et un ' i l ' du passe l o r s q u ' i l rememore son passe. 124. S i 1 ' I n v i t e e p r e s e n t a i t un monde assez ' p l a t ' , l e Sang des Autres par ce r e n v o i c o n t i n u du present au passe donne une autre dimension a cet u n i v e r s . Ce procede permet l e dedoublement qui f a c i l i t e une l u c i d i t e v i s - a - v i s de soi-meme. Cette l u c i d i t e a son t o u r rend l ' g t r e moins i n c o n s c i e n t dans ses r a p p o r t s avec l e s a u t r e s . J'adoptai deux p o i n t s de vue, c e l u i d'Helene, c e l u i de Blomart, qui a l t e r - n a i e n t de c h a p i t r e en c h a p i t r e . Le r e c i t centre sur Helene, je l ' e c r i v i s a l a t r o i s i e m e personne, en observant l e s m§mes r e g i e s que dans L ' I n v i t e e . Mais, pour Blomart, j e procedai a u t r e - ment. Je l e s i t u a i au chevet d'Helene agonisante^- et i l se rememorait sa v i e ; i l p a r l a i t de s o i a l a premiere personne, quand i l a d h e r a i t a son passe, a l a t r o i s i e m e personne quand i l c o n s i d e r a i t a d i s t a n c e l a f i g u r e q u ' i l a v a i t eue aux yeux d'autrui...(13) Dans l e s Mandarins l a technique est de nouveau c e l l e de p l u s i e u r s regards; p r i n c i p a l e m e n t c e l u i d'Anne et d'Henri. I l s r e p r e s e n t e n f deux a t t i t u d e s envers l a v i e . . . . j e donnai a Anne l e sens de l a mort et l e gout de l ' a b s o l u - q u i convenaient a sa p a s s i v i t e - t a n d i s qu'Henri se con- t e n t a i t d ' e x i s t e r . A i n s i l e s deux temoi- gnages qui a l t e r n e n t dans l e roman ne sont pas symetriques; p l u t o t , j e m'appli- quai a e t a b l i r entre eux une s o r t e de con- t r e p o i n t , t o u r a t o u r l e s r e n f o r c a n t , l e s nuancant, l e s d e t r u i s a n t l'un par 1'autre. (14) Dans ce roman, par l a p r o f u s i o n de d i f f e r e n t e s a t t i t u d e s de vant l a v i e montree par l e s personnages secondaires du roman, Simone de Beauvoir v o u l a i t evoquer 1 ' i n d e c i s i o n de l ' a p r e s - 125. guerre, l e monde change de 1944; c e l u i qui ne ce s s e r a plus de bouger. Cette d i v e r s i t y d ' o pinions, d'actions et de re a c  t i o n s d e v a i t montrer l a v r a i e ambigulte t e l l e q u ' e l l e e x i s t e dans l e monde b e a u v o i r i e n . Ce roman montrait un monde en mouvement q u i se f a i t et se d e f a i t continuellement et par consequent n e c e s s i t e un e t r e v i v a n t en face de l u i , p r e t a f a i r e face a chaque n o u v e l l e etape. D'un monde centre sur 1'etre et a u t r u i , Simone de Beauvoir, dans l e s Mandarins d e v a i t r e p r e s e n t e r non seulement l ' e t r e et a u t r u i , mais e l a r g i r l e s h o r i z o n s pour y i n c l u r e l a s o c i e t e et l e s r e t e n - tissements mondiaux de l a p o l i t i q u e i n t e r n a t i o n a l e . Chaque roman e l a r g i s s a i t l e monde. Dans l a pro f u s i o n :d' a l t e r n a t i v e s , de s i t u a t i o n s , d ' h i s t o i r e s , de c r i s e s q u ' e l l e evoque dans Les Mandarins on sent que Simone de Beauvoir tente de p l u s en plus a r e j o i n d r e sa premiere v o l o n  te de d i r e ' t o u t ' . Les exigences du roman q ui l ' o n t f a i t abandonner peu a peu l a p o s s i b i l i t y des e x p o s i t i o n s p l u s amples, par exemple l e present qu'explique l e passe, l a g r a t u i t e des evenements dans une v i e , l e p a r f a i t o h a s a r d des choix devaient finalement l'amener a une autre forme d'ex p r e s s i o n . Les romans donnent une image tronquee de l a v i e . Seulement sa b i o g r a p h i e , l ' e x p o s i t i o n 'd'un cas p a r t i c u l i e r ' , permet de v o i r une v i e au complet. Une v i e , marquee par son passe, penetree d'une v e r i t e , s' elancant vers 1'avenir. soute- nue par l a c e r t i t u d e d'une concrete r e a l i t e , ne p o u r r a i t 125. •jamais e t r e i n f e r i e u r e a un objet i m a g i n a i r e . Dans chaque moment se r e f l e t e n t mon passe, mon corps, mes r e l a t i o n s a a u t r u i , mes e n t r e p r i s e s , l a s o c i e t e , toute l a t e r r e ; l i e e s entre e l l e s , et independantes, ces r e a l i t e s p a r f o i s se re n f o r c e n t et s'harmonisent, p a r f o i s , i n t e r f e r e n t , se c o n t r a r i e n t ou se neu t r a l i s e d . S i l a t o t a l i t e ne demeure  pas t o u j o u r s presente, j e ne d i s r i e n  d' exacted ["«»•) une v i e , c'est un d r o l e  d 'objet, d ' i n s t a n t en i n s t a n t t r a n s l u c i d e et t o u t e n t i e r opaque, que j e f a b r i q u e moi-meme et qui m'est impose, dont l e monde me f o u r n i t l a substance et q u ' i l me v o l e , p u l v e r i s e par l e s evenements, d i s  p e r s e, b r i s e , hachure et q u i pourtant  garde son unite...(15) Au l i e u de l u i i t e d'une oeuvre i m a g i n a i r e c'est 1'unite d'une v i e - l a sienne - q u ' e l l e va nous o f f r i r . Les v r a i e s c o n t r a d i c t i o n s , l e s v e r i t a b l e s ambiguites d'une v i e q u i ess a i e de se v i v r e deviennent apparentes l o r s q u ' e l l e adop- t e r a 1'expression d i r e c t e du me m o r i a l i s t e . J 1 e s s a i e de prese n t e r l e s f a i t s d'une maniere a u s s i ouverte que p o s s i b l e , sans t r a h i r leur ambigttit^ 3 n i l e s enfermer dans de fausses syn theses: i l s s ' o f f r e n t a 1 ' i n t e r p r e t a t i o n . (16) Simone de Beauvoir r e v i e n t done a. sa premiere vo- l o n t e . A f i n de d i r e 'tout' e l l e d e v a i t depasser l e s l i m i t e s du genre romanesque. Meme s i e l l e nous p r e v i e n t q u ' e l l e d o i t f a i r e c e r t a i n e s reserves - ' i m p o s s i b l e de d i r e t o u t ' - e l l e p a r v i e n t dans ses memoires a rendre de pl u s pres c e t t e " v r a i e v i e " . Quelques exemples, par exemple 127. 1 1authentique h i s t o i r e de Simone de Beauvoir et Olga, s u f f i s e n t a montrer que ce drame remis dans l e s v r a i e s c i r c o n s t a n c e s f a i t mieux s o r t i r l a d i f f i c u l t y d ' e t r e , l a f r a g i l i t e des r e l a t i o n s humaines mais a u s s i l a v a l e u r de l a v r a i e communication. Simone de Beauvoir s'est propose de jouer un r o l e humanitaire avec sa l i t t e r a t u r e . Cette m i s s i o n q u ' e l l e a voulue r e m p l i r correspond a. l a vo l o n t e consciente d'un e t r e . Au-dela de c e t t e v o l o n t e i l s'est degage un autre mandat, c e l u i q u i c e d a i t a un besoin d'expression p e r s o n n e l l e . Malgre l a r e s o l u t i o n de se d i r i g e r v e r s un but humanitaire i l est maintenant evident q u ' e l l e s'est l a i s s e e emporter par ce b e s o i n i n s t i n c t i f d'expression p e r s o n n e l l e . Pour f a i r e une p a r t i e de ce t r a v a i l humanitaire e l l e a c h o i s i l e genre romanesque. E l l e v o u l a i t p a r v e n i r a une forme romanesque qui p e r m e t t r a i t au l e c t e u r d ' e f f e c - t u e r des experiences i m a g i n a i r e s a u s s i completes, a u s s i i n q u i e t a n t e s que l e s experiences q u ' i l a u r a i t vecues l u i - meme. Dans 1'analyse de ces t r o i s romans, i l s ' a g i s s a i t , a. l a lumiere de c e t t e d i v i s i o n qui semblait e x i s t e r dans sa v i e de v o i r s i l e s buts que lespersonnages se p r o p o s a i e n t , s i l e s c h o i x q u i s'imposaient dans t e l l e ou t e l l e s i t u a t i o n , e t a i e n t humanitaires ou personnels. En commencant avec L ' I n v i t e e l e roman de sa premiere periode c r e a t r i c e , 1'ana l y s e a demontre que l e personnage p r i n c i p a l , F r a n c o i s e , 128. e t a i t i n c a p a b l e de subordonner ses besoins personnels a un appel humanitaire. Le b e s o i n d'etre et de r e s t e r au centre de son u n i v e r s a l 1 exclusion- de toute autre personne l'emporte. Son c h o i x f i n a l f a i t v a l o i r l e triomphe de s o i . Deja dans l e deuxieme roman examine, Le Sang des  A u t r e s , l e s c h o i x sont moins e x c l u s i f s , moins s e c t a i r e s . Dans l a v i e publique l e s buts sont humanitaires: c ' e s t - a - d i r e que Jean Blomart t r a v a i l l e consciemment a f i n d'ameliorer l e s o r t de l'humanite et finalement avec l a R e s i s t a n c e l u t t e pour regagner l a l i b e r t e que l'homme a perdue. Par contre dans sa v i e p r i v e e Jean Blomart se p r e f e r e . I I ne veut pas se donner a a u t r u i , accepter qu'un autre s o i t a u s s i important que l u i . Malgre 1 ' e v o l u t i o n q u ' i l f e r a t o u t au long du l i v r e , a. cause de l a mort d'Helene i l ne pourra pas v i v r e c e t t e a t t i t u d e de g e n e r o s i t e q u ' i l a finalement conquise a son egard. Neanmoins i l y a une porte qui s'est ouverte dans ce sens. Pendant c e t t e deuxieme periode l e c o n f l i t bat son p l e i n : p l u s de poids est donne au but humaniste mais l e s besoins personnels t i e n n e n t encore une place importante. L ' e q u i l i b r e est d e t r u i t d'une facon d e f i n i t i v e dans l e t r o i s i e m e roman, Les Mandarins. C'est a l o r s qu'on sent que l a v o l o n t e de Simone de Beauvoir de jouer un r o l e humani t a i r e avec sa l i t t e r a t u r e f a i t pencher l a balance nettement de ce c o t e . Henri Perron perpetue 1 ' e s p r i t de l a 129. R e s i s t a n c e et continue de l u t t e r pour l a l i b e r a t i o n de l'homme. Dans sa v i e publique comme j o u r n a l i s t e i l veut c o n t r i b u e r a e c l a i r e r l'homme, a ba l a y e r 1'ignorance a f i n de rendre l e s hommes pl u s j u s t e s l e s uns aux a u t r e s . C e t t e a t t i t u d e admise au depart n'est jamais reellement dementie. Quant a sa v i e p r i v e e sa p o s i t i o n evolue rapidement d'un egocentrisme mar- quant a une r e c i p r o c i t y humaniste dans ses ra p p o r t s humains. 1-30. T R O I S I E M E P A R T I E LES MEMOIRES. T R O I S -I E M E P A R T I E LES MEMOIRES C H A P I T R E V I I LA VICTOIRE DE L'INDIVIDUALISME A l a f i n de ces t r o i s romans ' l a v e r i t e ' que Simone de Beauvoir veut nous f a i r e entendre c'est l a haute v a l e u r q u ' e l l e attache a ce c6te humanitaire des e f f o r t s hu- mains. Or l e c6te b e s o i n d'expression p e r s o n n e l l e est d i s - simule, p a l l i e , e t o u f f e depuis sa premiere e x p l o s i o n dans 1 ' I n v i t e e . S i on d e v a i t en r e s t e r i c i , l e s romans c o n f i r - meraient l a these avancee que l a m i s s i o n de Simone de Beauvoir e t a i t de jouer un r o l e humanitaire avec sa l i t t e r a t u r e . Cependant l a v i e continue et e l l e continue a p u b l i e r . On p o u r r a i t d i r e que l e genre romanesque n'a pas f a i t ses preuves. I I s e r a i t temps de se demander s i l e r o l e humani t a i r e q u ' e l l e s'est propose a f a i t l e s siennes. A p a r t i r de 1958 Simone de Beauvoir p u b l i e ses memoires. E l l e debute en 1958 avec Les Memoiresd'Une Jeune  F i l l e Rangee, s u i v i en I 9 6 0 par La Force de l'Age et termine en 1963 avec La Force des Choses. Ces memoires nous e l o i g n e n t brusquement de ces u n i v e r s baignes d'humanisme des d e r n i e r s 13-1. romans pour nous p r e c i p i t e r dans une l i t t e r a t u r e q u i n'est qu'une e x p r e s s i o n p e r s o n n e l l e a l ' e t a t b r u t . I I est que s t i o n maintenant d'approfondir les' r a i s o n s qui ont amene Simone de Beauvoir a. c e t t e v o l t e - f a c e . E l l e a d i t q u ' i l n'y a v a i t pas de commune mesure entre l ' e s p o i r v i d e et i n f i n i de ses v i n g t ans et une oeuvre f a i t e . On p o u r r a i t f a i r e l a m§me r e f l e x i o n sur l e s buts q u ' e l l e s ' e t a i t donnes dans l a v i e . Les v i s i o n s d'une v i e , mise a l'epreuve de 1'experience r e e l l e peuvent, e l l e s a u s s i , e t r e reconnues comme i n s u f f i s a n t e s et c o u r t e s . Cette v i s i o n humanitaire ne p e r m e t t a i t pas encore 1'epanouissement de Simone de Beauvoir, ne demandait pas l a p l e i n e u t i l i s a t i o n de toutes ses r e s s o u r - ces. Un des elements q u i f a i s a i e n t p a r t i e de c e t t e v i s i o n t o t a l e , ayant ete juge moins important, a ete e c a r t e . Cet element a f a i t son propre chemin en sourdine, vaillamment, independamment: cet element c'est l e besoin d'une expres s i o n p e r s o n n e l l e , c e l u i de 'se d i r e ' , ' s e r a c o n t e r '. Ce r e t o u r , car i l s e r a bient6t c l a i r que e'en est un, correspond a. c e t t e f o r c e i n i t i a l e q u i ne se l a i s s e pas m o d i f i e r par l a vo l o n t e i n t e l l e c t u e l l e et r a t i o n n e l l e . Ce t r a i t de carac- t e r e q u i e x i s t a i t avant l e s t h e o r i e s l i t t e r a i r e s et p o l i - t i q u e s y echappe. I I montre que chaque personne se d i s t i n  gue par une facon s i n g u l i e r e de contempler l e monde. Ce qui nous i n t e r e s s e maintenant c'est de v o i r comment, malgre l a l e c o n q u ' e l l e s'est f a i t e a f i n d ' a c c e u i l l i r ce r o l e 132. humaniste Simone de Beauvoir d e v a i t succomber a ce besoin de s'exprimer en t a n t qu'etre unique et i n d i v i d u e l dans l e monde. Selon sa t h e o r i e de l'ambiguite romanesque l e s d i f  f e r e n t e s l u m i e r e s , l e s d i f f e r e n t s angles devaient donner 1'impression de l a v r a i e 'epaisseur de l a v i e ' aux romans. S i e l l e renonce a c e t t e forme d'expression c'est q u ' e l l e se rend compte q u ' e l l e ne pourra jamais f a i r e s e n t i r l a v e r i  t a b l e ambiguite de l a v i e qu'en nous p a r l a n t a v o i x d i r e c t e . Malgre l e s r e a l i s a t i o n s romanesques e l l e garde 1'impression de n ' a v o i r pas a t t e i n t son but. Mon premier mouvement a ete de me r e t r a n c h e r d e r r i e r e mes l i v r e s ; mais non, i l s n'apportent aucune reponse: ce sont eux qui se trouvent en q u e s t i o n . (1) Dans l e prologue de l a Force de l'Age e l l e d i t a v o i r v o u l u s ' a c q u i t t e r d'une d e t t e avec ses Memoires. Cette dett e - c'est de 'tout d i r e ' . I I f a l l a i t ecouter et s a t i s - f a i r e ce b e s o i n personnel qui remonte l o i n . Dans l e s Memoires d'une Jeune F i l l e Rangee ce r e f r a i n de 'se d i r e ' r e v i e n t sans cesse. E l l e d e c l a r e , dans une l e t t r e a Zaza: "Je ne d e s i r e qu'une i n t i m i t e de p l us en p l u s grande avec l e monde, et de d i r e ce monde dans une oeuvre"...(2) C'est au moment de sa rencontre avec S a r t r e que l'on remarque un changement de ton dans l e s Memoires. Avant c e t t e rencontre Simone de Beauvoir ne c e s s a i t de v o u l o i r 'se d i r e ' . Maintenant l e sens de 1'oeuvre avec des nuances 133-1 h u m a n i t a i r e s ' , ' s o c i a l e s ' p a r a i t . Je ne me demandais p l u s : que f a i r e ? I I y a v a i t t o u t a f a i r e ; t o u t ce q u ' a u t r e f o i s j ' a v a i s souhaite f a i r e : combattre 1'erreur, t r o u v e r l a v e r i t e , l a d i r e , e c l a i r e r l e monde, peu t - e t r e meme a i d e r a. l e changer (3) Malgre l 1 e x p r e s s i o n 'tout ce q u ' a u t r e f o i s j ' a v a i s souhaite f a i r e ' , 1 ' o r i e n t a t i o n e t a i t maintenant d i f f e r e n t e . Les deux c i t a t i o n s s u i v a n t e s nous f e r o n t s e n t i r que l e ' j e ' a u t r e f o i s e t a i t 1'element l e p l u s important, l e b e s o i n de r a c o n t e r sa v i e tout simplement et non pas d'aider les" e t r e s , de changer l e monde. Deja i l me sembla que j e devais communiquer l a s o l i t a i r e experience que j ' e t a i s en t r a i n de t r a v e r s e r . (4) ou encore: .. .jfe v o u l a i s communiquer mon experience (5) Le b e s o i n e t a i t e g o l s t e ; l ' e s s e n t i e l e t a i t de s'ex- primer s o i , t a n d i s que l a toute premiere c i t a t i o n (3) depas- s&t l e moi pour l e f a i r e . Avec l'age, apres 1 1 a c q u i s i t i o n d'une c e r t a i n e ex p e r i e n c e , apres l a p u b l i c a t i o n de quelques romans, on v o i t r e n a i t r e une confiance en s o i semblable a c e l l e qui e x i s t a i t dans sa prime jeunesse. Encore p l u s s i g n i f i c a t i f on l a v o i t r e v e n i r a c e t t e premiere n o t i o n l a p l u s v r a i e , l a p l u s spon- tanee - ce d e s i r de se d i r e . 134. Je- me borne a. temoigner de ce que ma v i e a ete. (6) Ce gout de se d i r e va de p a i r - avec un autre d e s i r : c e l u i de l a s i n c e r i t e . Dans l e premier volume des memoires e l l e d i t : Quant a l a s i n c e r i t e , j ' y a s p i r a i s depuis mon enfance. (7) A i n s i dans l e d e r n i e r volume l e meme theme est r e p r i s : ' On m'a en general reconnu une q u a l i t e a. l a q u e l l e je m'etais attachee: une s i n c e r i t e . . . ( 8 ) Ces deux i m p e r a t i f s chez Simone de Beauvoir, l a volonte de s'exprimer et l e gout d'etre s i n c e r e l u i poseront des problemes a. 1'egard de 1'esthetique l i t t e r a i r e . Des l e debut, dans l e s d i s c u s s i o n s avec S a r t r e , e l l e est en face de c e t t e c o n t r a d i c t i o n ; l a d i s t a n c e q u i separe l e s l i v r e s de sa v i e . P l u s i e u r s f o i s , i l m'expliqua qii'un e c r i  v a i n ne pouvait pas a v o i r d'autre a t t i t u d e ; quiconque n'eprouve r i e n est incapable d ' e c r i r e ; mais s i l a j o i e , l ' h o r r e u r nous suffoquent sans que nous l e s dominions, nous ne saurons pas non plus l e s exprimer (...) j e me d i s a i s que l e s mots ne r e t i e n - nent l a r e a l i t e qu'apres 1'avoir as s a s s i n e e ; i l s l a i s s e n t echapper ce q u ' i l y en a en e l l e de p l u s important: sa presence (9) S i e l l e r e ssent 1'existence d'une d i s t a n c e entre l e s mots et l a v i e , l'abime est encore plus grand entre l a v i e et l e s romans. - Hen r i P e r r o n , dans l e s Mandarins, est 1-35. aux p r i s e s avec ce probleme. Comment passer de l a v i e aux romans et r e s t e r s i n c e r e , c a r c'est c e t t e q u a l i t e l a q u ' i l f a u t avant t o u t v i s e r . Un homme comme tout l e monde, q u i par- l e r a i t sincerement de l u i , i l p a r l e r a i t au nom de tout l e monde, pour t o u t l e monde. La s i n c e r i t e ; , e ' e t a i t l a seule o r i g i n a l i t e q u ' i l d u ^ i s e r , l a seule con signe q u ' i l eut a s 1imposer.(...) Ce n'est pas s i f a c i l e d'etre s i n c e r e . I I n ' e n v i - s a g e a i t pas de se conf e s s e r . Et qui d i t roman d i t mensonge. (10) Cette d e r n i e r e phrase est une condaconation du roman du p o i n t de vue de l a s i n c e r i t e . Simone de Beauvoir a e c r i t , e l l e a accepte l e s r e g i e s du genre romanesque mais on a 1'impression maintenant q u ' e l l e a eu de l a d i f f i c u l t y a s'y t e n i r . A l ' i n t e r i e u r de c e t t e forme d'expression e l l e ne pou- v a i t guere donner sa p l e i n e mesure. Comme l e s mots sont, s o i t au-dela ou en-deca de l a r e a l i t e , i l en est a i n s i avec l e s l i v r e s . Quant a l u i [ l ' a u t e u r ] , l a tache dans l a q u e l l e i l s'engage est i n f i n i e , c ar chacun de ses l i v r e s en d i t t r o p ou t r o p peu. Q u ' i l se repete et se c o r r i g e pendant des d i z a i n e s d'annees, i l ne r e u s s i r a j a  mais a capter sur l e p a p i e r , non pl u s que dans sa c h a i r et son coeur, l a r e a l i t e innomhrable qui l ' i n v e s t i t . (11) Vic t i m e d'une s o i f de l ' a b s o l u dans l e sens ou e l l e ne v o u l a i t r i e n l a i s s e r echapper, chaque l i v r e termine en appelai-t.'''• un a u t r e . Le roman ne peut p l u s repondre a. c e t t e t r i p l e exigence de s i n c e r i t e , d'ambigulte et de vraisemblance 136. q u ' e l l e v o u l a i t exprimer. Ce c o n f l i t entre l a s i n c e r i t e et l e 'mensonge' l i t t e r a i r e a b o u t i t a c e t t e d e c l a r a t i o n : . . . j ' a v a i s du gout pour l e s e s s a i s - martyrs ou on s'explique sans p r e t e x t e . (12) Temoin des e t r e s , temoin de soi-meme, i l l u i f a l l a i t c h o i s i r ce procede de 'confession' qui n'est l i m i t e n i par des buts n i par des r e g i e s . M§me Les Mandarins, qui ess a i e d'englober t o u t , ne p a r v i e n t pas a montrer ce q u ' e l l e r e s s e n t devant l a v i e . . . . c ' e s t , p e n s a i s - j e , en p r o j e t a n t une 'experience i m a g i n a i r e qu'on en degage l e p l u s evidemment l a s i g n i f i c a t i o n . Mais j e r e g r e t t a i s que l e roman echouat t o u j o u r s a en rendre l a contingence: l e s i m i t a t i o n s q u ' i l peut en o f f r i r sont a u s s i t o t r e s s a i s i e s par l a n e c e s s i t e . (13) L'impression d'une r e a l i t e v i v a n t e q u ' e l l e v o u d r a i t f a i r e s e n t i r l u i echappe dans l e s romans. Quant a l a t r a n s  p o s i t i o n d'une experience vecue, e l l e d i r a sans doute avec Hen r i dans Les Mandarins: "Transposer (...) tout l ' a r t c o n s i s t e a empecher l e l e c t e u r d'y regarder de t r o p p r e s . (14). Meme s i nous parl o n s de r e - c r e a t i o n au l i e u de t r a n s p o s i t i o n , ce n'est guere p l u s l a v e r i t e . Simone de Beauvoir se defend des attaques qui veulent que l e s person- nages des Mandarins s o i e n t une decalque d i r e c t e de l a r e a l i t e , c'est a d i r e qu'Henri Perron e s t Camus, Robert D u b r e u i l h S a r t r e et a i n s i de s u i t e . E l l e repond: 13'7. ...tous l e s materiaux que j ' a i puises dans ma memoire, j e l e s a i concasses", a l t e r e s , m a r t e l e s , d i s t e n d u s , combines, transposes, t o r d u s , p a r f o i s meme ren v e r s e s , et t o u j o u r s r e c r e e s . (15) On a a u s s i t S t envie de se demander - a l o r s de quel genre de v e r i t e , de s i n c e r i t e s ' a g i t - i l ? Tant d ' i n s a t i s f a c t i o n devant c e t t e forme d'expression d e v a i t fatalement l a f a i r e r e v e n i r a une forme d'expression d i r e c t e , ou e l l e p o u r r a i t s ' e x p l i q u e r sans v o i l e s . Dans une autobiographie au c o n t r a i r e , l e s evenements se presentent dans l e u r g r a t u i t e , l e u r s hasards, l e u r s combinai- sons p a r f o i s saugrenues, t e l s q u ' i l s ont ete: c e t t e f i d e l i t e f a i t comprendre mieux que l a p l u s a d r o i t e t r a n s p o s i t i o n comment l e s choses a r r i v e n t pour de bon aux hommes. (16.) Ayant abandonne pour 1 ' i n s t a n t l e roman, ayant opte pour une forme p l u s l i b r e e l l e se rend compte du p l a i s i r que ce p r o j e t et l a r e a l i s a t i o n des Memoires l u i o n t a p p o r t e . Ce succes l u i a procure l e s s a t i s f a c t i o n s p e r s o n n e l l e s l e s p l u s v i v e s . J ' e t a i s stimulee par l e succes de mes Memoires qui(.. .jme toucha p l u s intimement qu'aucun autre.(17) C'est e l l e q u i e s t l a matiere brute du l i v r e et c'est maintenant q u ' e l l e peut r e a l i s e r c e t ancien voeu. S i e l l e y pense d e j a en 1946 l o r s q u ' e l l e d i r a : j e me demandai: "A p r e s e n t , q u ' e c r i r e ? " , j e songeai a p a r l e r de moi et non de mon epoque... (18) 158. S i e l l e y r e v i e n t d.'une facon i n d i r e c t e dans l e s Mandarins l o r s q u ' e l l e nous c o n f i e : Mon d e s i r de me r a c o n t e r , j e l ' a v a i s p r e t e a Henri dans l e s Mandarins. (19) e l l e y p a r v i e n d r a en 1958 avec l e premier volume de ses Memoires. De p l u s en p l u s ce besoin de s'exprimer devient un besoin t o u t p e r s o n n e l , ego'iste. Ce t r a v a i l e st f a i t pour e l l e - meme. S i e l l e aide l e s autres en partageant son experience avec eux, c'est malgre e l l e . Cette preoccupation est d'une importance secondaire - c'est un r e s u l t a t avec des consequen ces i m p r e v i s i b l e s t a n d i s que ce que l u i apporte sa propre h i s t o i r e l u i est i n d i s p e n s a b l e . S i e l l e a commence l e s Memoires c ' e t a i t a f i n de v o i r , pour elle-meme, pour sa propre s a t i s f a c t i o n , sa propre v i e . Mes v i n g t premieres annees, i l y a longtemps que je d e s i r a i s me l e s ra c o n t e r . . . (20) ~ E l l e p e n s a i t a r r e t e r ce t r a v a i l de memorialiste avec ce premier l i v r e , mais ne l e put pas. I I f a l l a i t c o n t i - nuer. La qu e s t i o n qui se p o s a i t a l a f i n de ce premier volume: 'La l i b e r t e pour quoi en f a i r e ? ' i l f a l l a i t y repondre. E l l e s ' i n t e r r o g e sur l e sens de son e x i s t e n c e ; e l l e continue a se pencher sur elle-meme. D ' a i l l e u r s , r e f l e x i o n f a i t e , ce p r o j e t en s o i m'interesse. Mon e x i s t e n c e n'est pas f i n i e , mais deja e l l e possede un sens que vraisemblablement l ' a v e n i r ne modi- f i e r a guere. (21) 159. ' Le meme theme r e a p p a f a i t dans l e d e r n i e r volume. Cette connaissance de s o i l a preoccupe. E l l e s'occupe d ' e l l e - meme. J* a i v o u l u que dans ce r e c i t mon sang c i r c u l e ; j ' a i v o u l u m'y j e t e r , v i v e encore, et m'y mettre en q u e s t i o n avant que toutes . l e s questions se s o i e n t e t e i n t e s . (22) Les memoires l u i ont permis de s ' e x p l i q u e r a e l l e - meme. Le reve humanitaire s'est un peu t a r i , en revanche son e x p r e s s i o n de s o i s ' a f f i r m e . E l l e est devenue l a s e u l e , l'unique r e a l i t e . Les lecons d'humanisme q u ' e l l e a essaye de rendre ont f a i t defaut devant l a r e a l i t e de l a v i e i l l e s s e ,.de l a mort. Cette jeunesse qui v o u l a i t se d i r e a eu finalement l e courage de se d i r e . Les Memoires ne sont peut-etre que ce premier voeu exauce. J ' a i e c r i t l e debut de ce l i v r e qui est mon recours supreme contre l a mort, ce l i v r e que j ' a i t a n t souhaite e c r i r e : l e t r a v a i l de toutes ces annees n'a peut-etre ete d e s t i n e qu'a me donner l'audace et l e p r e t e x t e de 1 ' e c r i r e . (23). En se c h o i s i s s a n t Simone de, Beauvoir a cede l a v i c t o i r e a 1 ' i n d i v i d u a l i s m e . 140. C O N C.L U S I 0 N Qu'est-ce que l a l i t t e r a t u r e pour Simone de Beauvoir? En regardant toute son oeuvre, nous pouvons mieux nous rendre compte de toutes l e s a s p i r a t i o n s , de toutes l e s v o l o n t e s ; mais i l se dresse devant nous une r e a l i t e c o n c r e t e , c e l l e de ses accomplissements. Quel bar&me employer pour mesurer une a c t i v i t e humaine? Rendu a une epoque ou l a te c b n o l o g i e l e l i b e r e de travaux s e r v i l e s , l'homme peut e n f i n t r a v a i l l e r pour l'homme. Que peut-on, que veut-on pour l'homme? S i Simone de Beauvoir a e n t r e p r i s de jouer un r 6 l e humanitaire avec sa l i t t e r a t u r e , sa m i s s i o n d ' e c l a i r e r et de l i b e r e r l'homme d e v a i t a i d e r a f o r g e r une n o u v e l l e image de l ' e t r e humain.. Avec sa l i t t e  r a t u r e e l l e a vo u l u proposer aux hommes l a v e r i t e q u ' e l l e a v a i t decouverte: l a v a l e u r d'une a t t i t u d e humanitaire. Bien q u ' e l l e a i t essaye de r e m p l i r c e t t e f o n c t i o n a t r a v e r s ses romans un c o n f l i t p a r a i t : e l l e a un besoin de s'exprimer, de p a r l e r d ' e l l e . Ce besoin devient s i imperieux q u ' i l l'em- porte et e l l e abandonnera ses romans pour p a r l e r d ' e l l e . Les Memoires, ou e l l e s'occupera d'elle-meme, marque l a v i c  t o i r e de 1 ' i n d i v i d u a l i s m e . Est-ce d i r e que l e s memoires ne piissent pas jou&r a u s s i un r o l e humanitaire s e l o n l a conception l i t t e r a i r e de Simone de Beauvoir? On p o u r r a i t l e s envisager comme une 141. synthese ou. c e t t e e x p r e s s i o n de s o i , qui apaise un besoin p e r s o n n e l , s e r t aux autres en l e u r montrant ce que l a v i e a ete pour e l l e : l a m a n i f e s t a t i o n de l a v r a i e ambigulte et l e r e s u l t a t de choix en s i t u a t i o n . Mais i l f a u t a u s s i t S t a j o u t e r que ce s o u c i humanitaire est maintenant secondaire. O u i ^ e l l e d i r a encore: E l l e [Ta n o t o r i e t e j m'a donne ce que je s o u h a i t a i s : qu'on aimat mes l i v r e s et moi a. t r a v e r s eux; que des gens m'ecoutent, et l e u r rendre s e r v i c e en l e u r montrant l e monde t e l que je l e v o y a i s . (1) Mais c'est p l u t o t 1 ' a c t i v i t e d ' e c r i r e q u i domine: D'ou. v i e n t , a c i n q u a n t e - c i n q ans, comme a. v i n g t ans, cet e x t r a o r d i n a i r e pouvoir du Verbe? (...) Sans doute l e s mots, u n i v e r s e l s , ete reels' , presence de tous a. chacun, s o n t - i l s l e s e u l t r a n s - cendant que je r e c o n n a i s s e ; e t q u i m'emeuve; i l s v i b r e n t dans ma bouche et par eux je communie avec l'humanite. (...) Peut-§tre est-ce augourd'hui mon pl u s profond d e s i r qu'on repete en s i l e n c e c e r t a i n s mots que j ' a u r a i l i e s entre eux. (2) E c r i r e , a l i g n e r des mots, c'est l a seule forme de s a l u t que Simone de Beauvoir a i t trouve: ...ma r a i s o n de v i v r e , c'est d ' e c r i r e . . . ( 3 ) I I f a u t remarquer, cependant, que ce c o n f l i t n'a ete qu'un aspect de 1'oeuvre de Simone de Beauvoir. I I nous sem- b l a i t p e r t i n e n t de f a i r e r e s s o r t i r ce theme mais on se d o i t de l e remettre dans 1'ensemble de son oeuvre l i t t e r a i r e , a f i n de ne pas f a u s s e r l a v e r i t e , n i en exagerer 1'importance.11 142. f a u t l ' a p p r e c i e r comme f a i s a n t p a r t i e d'une longue a c t i v i t e humaine. A f i n de ma i n t e n i r une p o s i t i o n f l e x i b l e et ouverte i l e t a i t p r e f e r a b l e de n'envisager c e t t e oeuvre n i en f o n c t i o n de l a p h i l o s o p h i e e x i s t e n t i e l l e , n i en f o n c t i o n d'une i d e o - l o g i e p o l i t i q u e . Toute etiquette-, du moment q u ' e l l e t r a n s - forme en chose f i g e e une r e a l i t e v i v a n t e , r i s q u e de f a u s s e r c e t t e r e a l i t e . Simone de Beauvoir a tou j o u r s r e f u s e l e s e- t i q u e t t e s et lorsque l e roman Le gang des Autres f u t c a t a l o  gue 'roman e x i s t e n t i a l i s t e 1 e l l e p r o t e s t a en ces termes: J ' a v a i s e c r i t mes romans avant meme de c o n n a i t r e ce terme, en m'inspi r a n t de ma: propre experience et non d'un systeme. (4) C'est dans c e t t e meme optique que c e t t e etude se v o u l a i t - - c e l l e d'une experience unique et i n d i v i d u e l l e et non pas c e l l e vecue en f o n c t i o n d'un systeme p r e e t a b l i . Sa s i t u a t i o n d ' i n - t e l l e c t u e l l e implique c o n t e s t a t i o n et non adhesion. Etant donne l e c a r a c t e r e extremement personnel des oeuvres de Simone de Beauvoir, i l semblait p l u s j u s t e de mai n t e n i r l ' e x a - men sur un pl a n p l u s l a r g e , moins s e c t a i r e . De toute fa c o n , malgre une p h i l o s o p h i e , malgre une i d e o l o g i e , l a v e r i t e d'une personne depasse ces l i m i t e s a r b i t r a i r e s et commodes. 143. ' N O T E S PREMIERE PARTIE. INTRODUCTION 1. Madeleine Chapsal, Les E c r i v a i n s en Personne, Rene J u l l i a r d , P a r i s , l"~~ioO~" p. 30. 2. Simone de Beauvoir, La Force de l'Age, E d i t i o n Le L i v r e de Poche, G a l l i m a r d , P a r i s , I960, pp 9-10. 3. Simone de Beauvoir, La Force des Choses, G a l l i m a r d , P a r i s , 1963, p. 679- 4. F r a n c i s Jeanson, Simone de Beauvoir ou 1'e n t r e p r i s e  de v i v r e , Aux E d i t i o n s du S e u i l , P a r i s , I9bb, pT 280. 5. Simone de Beauvoir, Pour Une Morale de 1'Ambigulte, C o l l . "Les E s s a i s " , Gallimard, ^ a r i s , 1947, p. 180. 6. Simone de Beauvoir, Pyrrhus et Cineas, C o l l . "Les E s s a i s " , G a l l i m a r d , F a r i s , 1944, pT 91. CHAPITRE I 1. Pyrrhus et Cineas, pp. 98-99. 2. Simone de Beauvoir, Memoires d'Une Jeune F i l l e Rangee, E d i t i o n Le L i v r e de Poche, G a l l i m a r d , .Paris, 19bt>, p. 60. 3. I b i d . , p. 62 4. I b i d . , p. 79 144. 5. I b i d . , p. 252. . 6. I b i d . , p. 252. 7. I b i d . , p. 253. 8. I b i d . , p. 199. 9. I b i d . , p. 199. 10. La Force de l'Age, pp 255-256. 11. La Force des Choses, p. 431. 12. Hazel E. Barnes, T$.e L i t e r a t u r e of P o s s i b i l i t y , U n i v e r s i t y of Nebraska P r e s s , L i n c o l n , 1 9 5 7 7 " P« 226. 13. Yves B u i n , Que peut l a l i t t e r a t u r e ? L ' i n e d i t 10/18, P a r i s , 1965, P- 92. 14. La Force de l'Age., . p. 120. 15. Q.ue peut l a l i t t e r a t u r e ? p. 80. 16. Simone de Beauvoir, Les Mandarins, G a l l i m a r d , P a r i s , 1954, p. 255. 17. Que peut l a l i t t e r a t u r e ? , pp 76-77- 18. Simone de Beauvoir, P r i v i l e g e s , C o l l . "Les E s s a i s " , G a l l i m a r d , P a r i s , 1955, p. 232. 19. La Force des Choses, p. 650. 20. Simone de Beauvoir, La Longue Marche, e s s a i sur l a Chine. G a l l i m a r d , P a r i s , 1957, pp~304-30b. 145. .21. I b i d . , p. 305. 22. Pyrrhus et Cineas, pp. 90-91- 23. La Force des Choses, p. 282. 24-. Les Mandarins, pp. 255-256. 25. I b i d . , p. 4-5 26. La Force des Choses, p. 129. 27. Simone de Beauvoir, L 1 E x i s t e n t i a l i s m e et La Sagesse des N a t i o n s , C o l l . "TrFen-56e^" , — N a g e l , — P a r l y ; 194-8,—pT"*F0. 28. Pour une Morale de l'Ambiguite, p. 109. 29. Que peut l a l i t t e r a t u r e ? . pp 91-92. 30. La Force de l'Age, p. 17. 31. Les Mandarins, p. 136. 32. I b i d . , p. 4-5. 33. Pour Une morale de l'Ambiguite, p. 177. 34. Memoires d'Une Jeune F i l l e Rangee., p. 261. 35. Claudine Chonez. " H i e r , A ujourd'hui, Demairn, La Table  Ronde, L i b r a i r i e P l o n , No "99", (Mars 1936") , p. o2. 36. Memoires a'Une- Jeune F i l l e Rangee, p. 471. 37. La Force des Choses, p. 210. 38. I b i d . , p. 210. 39. I b i d . , p. 210. 40. Que peut l a l i t t e r a t u r e ? , p. 92. $1. Simone de Beauvoir ou 1' e n t r e p r i s e de v i v r e , p. 270. 42. Madeleine G o b e i l . " Entrevue avec Simone de Beauvoir*} C i t e L i b r e . XVIe annee, No. 69, (aout-septembre 1964) p . . -31. 43. Memoires d'Une Jeune F i l l e Rangee, p. 266. 44. Les Mandarins, p. 305- 45. Que peut l a l i t t e r a t u r e ? , p. 77. 46. La Force des Choses, p. 292. 47. L ' E x i s t e n t i a l i s m e et La Sagesse des N a t i o n s , pp 106- 107- 48. Les Mandarins, p. 138. CHAPITRE I I 1. Memoires d'Une Jeune F i l l e Rangee, p. 97. 14?. 2. La Force de l'Age, p. 31. 3. Memoires d'Une Jeune F i l l e Rangee, p. 61. 4. Simone de Beauvoir, L ' I n v i t e e , E d i t i o n s Le L i v r e de Poche, G a l l i m a r d , P a r i s , 194-5» P' 445- 5. I b i d . , pp. 26-27. 6. Memoires d'Une Jeune F i l l e Rangee, p. 176. 7. Les Mandarins, p. 51* 8. I b i d . , p. 408 9. La Force de l'Age, p. 17 10. I b i d . , p., 166. 11. Pyrrhus et Cineas, p. 96. 12. La Force de l'Age, p. 107- 13. Memoires d'Une Jeune F i l l e Rangee, p. 199- 14. Pour Une Morale de 1'Ambigulte, p. 102. 15. La Force des Choses, p. 679- 16. I b i d . , p. 294. 17. I b i d . , p. 108. 148' 18. I b i d . , pp. 98-99. 19. I b i d . , p. 4-57- 20. Les Mandarins, p. 42. C'est nous q ui soulignons. 21. I b i d . , p. 49. 22. La Force des Choses, p. 679. 23. La Force de l'Age, p. 68. 24. La Force des Choses, p. 412. 25. Simone de Beauvoir, "L'Age de Discretion»i Temps Modernes-, N. 252, (Mai 1967) p. 1962. 26. La Force des Choses, p. 7• 27. I b i d . , p. 91. 28. La Force de l'Age, p. 425. C'est nous q ui soulignons. 29. La Force des Choses, p. 109- 30. La Force de l'Age , p. 422. 31. La Force des Choses, p. 487* 32. Les Mandarins, p. 39. 33. I b i d . , p. 92. 34. P r i v i l e g e , p. 57• 149. 35 • Les Mandarins, p, 51• 36. La Force des Choses, p. 58' 37. La Force de l'Age, p. 649. 38. Les Mandarins, p. 102. 39. Memoires d'Une Jeune F i l l e Rangee, p. 133. 40. La Force de l'Age, p. 71. 41. I b i d . , p. 177 42. I b i d . , p. 423 43. La Force des Choses, p. 24. 44. La Force de l'Age., p. 117. 45. L ' I n v i t e e , p. 366. 46. La Force de l'Age, pp. 391-392. 47. Les Mandarins, p. 262. 48. La Force des Choses, p. 487. 49. I b i d . , p. 286. 50. La Force de l'Age, p. 630. 51. La Force des Choses,, pp. 683-684. 52. La Force de l'Age, p. 695. •DEUXIEME PARTIE CHAPITRE I I I 1. L 1 I n v i t e e , p. 8. 2. I b i d . , p. 31 3. I b i d . , p. 12. 4. I b i d . , p. 176. 5. I b i d . , p. 155. 6. I b i d . , p. 59. 7. I b i d . , p. 64. 8. I b i d . , p. 17- 9. I b i d . , p. 25 10. I b i d . , p. 25 11. I b i d . , p. 35. 12. I b i d . , p. 55- 13. I b i d . , p. 153 14. I b i d . , p. 14. 15. I b i d . , pp. 19-20. 16. I b i d . , p. 37-'17. I b i d . , p. 74-. . 18. I b i d . , p. 75. 19. I b i d . , p. 178. 20. I b i d . , pp. 204-205. 21. I b i d . , p. 259. 22. I b i d . , p. 374. 23. I b i d . , p. 188. 24. I b i d . , pp 162-163- 25. I b i d . , p. 168 26. I b i d . , p. 191. 27. I b i d . , p. 206. 28. I b i d . , pp. 263-264. 29. I b i d . , p. 434. 30. I b i d . , p. 424. 31. I b i d . , p. 163* 32. Maurice Merleau-Ponty, Sens et Non-Sens, Les E d i t i o n s Nagel, P a r i s , 1948, p. t > z . •33• B r i a n F i t c h , 'Le Sentiment d'etrangete chez Malraux, S a r t r e , Camus "Simone de BeauvgiT-;—Bi"bliuIhyyub! des L e t t r e s Modernes, Minard, P a r i s , 1964, p. 156 (Note 24). 34. L 1 I n v i t e e , p. 335• 35. I b i d . , P- 337 36. I b i d . , P- 342. 37. I b i d . , P. 466. 38. I b i d . , PP . 466-467. 39. I b i d . , P- 499 40. I b i d . , P. 499. 1. CHAPITRE Le Sang IV des A u t r e s , 2. I b i d . , PP . 57-58. 3. I b i d . , P. 65- 4. I b i d . , P. 108. 5. I b i d . , P- 150. 6. I b i d . , P- 177. 7. I b i d . , p. 63- 153'. 8. I b i d . , p. 178. • 9. I b i d . , pp. 180-181. 10. I b i d . , .p. 203- 11. I b i d . , p. 27 12. I b i d . , p. 65- 13. I b i d . , p. 107. 14. I b i d . , p. 55. 15. I b i d . , p. 48. 16. I b i d . , p. 97. 17. I b i d . , pp.124-25. 18. I b i d . , p. 171. 19. I b i d . , p. 209. 20. I b i d . , p. 222. CHAPITRE V 1. Les Mandarins, p. 27. 2. I b i d . , p. 22 3. I b i d . , p. 22 4. I b i d . , p. 23. • 5. .Ibid., p. 115• 6. I b i d . , p. 297- 7. I b i d . , p. 301. 8. I b i d . , p. 335- 9. I b i d . , pp. 377-378. 10. I b i d . , p. 408. 11. I b i d . , p. 546. 12. I b i d . , p. 136. 13. I b i d . , p. 79. 14. I b i d . , p. 80. 15. I b i d . , p. 119 • 16. I b i d . , p. 82 17. I b i d . , p. 273. 18. I b i d . , p. 293. 19. I b i d . , p. 476. 20. I b i d . , p. 96. 155. 21. I b i d . , p.' 124. 22. I b i d . , p. 157- 23. Le Sang des A u t r e s , p. 121. 24. Les Mandarins, p. 155* 25. Ibid,., p. 502. 26. I b i d . , p. 5^6. CHAPITRE VI 1. L u c i e n Goldmann, Pour une s o c i o l o g i e du roman, C o l l . "Ideas", Gallimard -^ P a r i s , 19b4, p. 5 5 : Comme l ' e c r i t Lukacs ,, l e roman est l e s e u l genre l i t t e r a i r e oil 1' ethique du romancier devient un probleme est h e t i q u e  de 1'oeuvre. 2. La Force de l'Age, p. 167. 3. I b i d . , p. 119. 4. I b i d . , p. 120. 5. I b i d . , pp. 388-389. 6. I b i d . , p. 624. 7. I b i d . , p. 121. 8. I b i d . , p. 191. 9. La Force des Choses, p. 342. 15:6. 10. I b i d . , pp. 282-283. 11. La Force de l'Age, p. 121. 12. I b i d . , p. 392. 13. I b i d . , p. 626. 14. La Force des Choses, p. 284. 15. I b i d . , p. 296. C'est nous qui soulignons. 16. La Force de l'Age, p. 423. TROISIEME PARTIE CHAPITRE VI 1. La Force de l'Age-., Prologue, p. 9. 2. Memoires d'Une Jeune F i l l e Rangee, p. 389- 3. I b i d . , p. 490. 4. I b i d . , p. 267- 5. I b i d . , p. 291. 6. La Force de l'Age, p. 11. 7. Memoires d'Une Jeune F i l l e Rangee, p. 272. 157. 8. La .Force des Cho'ses, p. 9« 9. La Force de l'Age, p.. 46. 10. Les Mandarins, p. 51. 11. La Force de l'Age, p. 700. 12. La Force des Choses, p. 108. 13. I b i d . , p. 523. 14. Les Mandarins, p. 120. 15. La Force des Choses, p. 289. 16. I b i d . , p. 523. 17'.. I b i d . , p. 486. 18. I b i d . , p. 282, C'est nous qui soulignons. 19. I b i d . , p. 393, C'est nous qui soulignons l e moi. 20. La Force de l'Age, Prologue, p. 9, C'est nous qui so u l i g n o n s . 21. I b i d . , p. 10. 22. La Force des Choses, p. 7« 23. La Force de l'Age, pp. 695-696- 158'. CONCLUSION 1. La Force des Choses, pp. 677-678. 2. I b i d . , p. 679. 3. I b i d . , p. 484. 4. I b i d . , p. 50. 15-9. B I B L I O G R A P H I E ALBERES, R.M., La Revolte des E c r i v a i n s d'Aujourd'hui, Correa, Farxs' 194-9. AURY, D., BARNES, H.E., BAYS, G., "Personne Ne T r i c h e " , La Nouvelle Nouvelle Revue F r a n e a i s e , ( 2 e ) annee, No 24-, "(dec. 1954-), pp. 1080-1085. 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