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l'influence allemande dans les contes de Charles Nodier 1970

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L * I N F L U E N C E A L L E M A N D E D A N S L E S C O N T E S D E C H A R L E S N O D I E R b y M a r i e - L u i s e S c h o e n f e l d B . A . , U n i v e r s i t y o f B r i t i s h C o l u m b i a , 1968 A T H E S I S S U B M I T T E D I N P A R T I A L F U L F I L M E N T OF T H E R E Q U I R E M E N T S F O R T H E D E G R E E OF M A S T E R O F A R T S i n t h e D e p a r t m e n t o f F R E N C H We a c c e p t t h i s t h e s i s a s c o n f o r m i n g t o t h e r e q u i r e d s t a n d a r d T H E U N I V E R S I T Y O F B R I T I S H C O L U M B I A A p r i l , 1970 In p r e s e n t i n g t h i s t h e s i s i n p a r t i a l f u l f i l m e n t o f t h e r e q u i r e m e n t s f o r a n a d v a n c e d d e g r e e a t t h e U n i v e r s i t y o f B r i t i s h C o l u m b i a , I a g r e e t h a t t h e L i b r a r y s h a l l m a k e i t f r e e l y a v a i l a b l e f o r r e f e r e n c e a n d s t u d y . I f u r t h e r a g r e e t h a p e r m i s s i o n f o r e x t e n s i v e c o p y i n g o f t h i s t h e s i s f o r s c h o l a r l y p u r p o s e s may be g r a n t e d by t h e H e a d o f my D e p a r t m e n t o r by h i s r e p r e s e n t a t i v e s . I t i s u n d e r s t o o d t h a t c o p y i n g o r p u b l i c a t i o n o f t h i s t h e s i s f o r f i n a n c i a l g a i n s h a l l n o t be a l l o w e d w i t h o u t my w r i t t e n p e r m i s s i o n . _ t t . FR£l/CH D e p a r t m e n t o f T h e U n i v e r s i t y o f B r i t i s h C o l u m b i a V a n c o u v e r 8, C a n a d a Date Q^-l 1 . I°> 7 1 ABSTRACT Charles Nodier, who was born at Besancon i n 1780 and who died i n Paris i n 1844, was a profuse writer i n many f ie lds (e.g. b i b l i o - graphy, l i n g u i s t i c s , entomology, c r i t i c i sm, romance). He stood at the crossroads of classicism and romanticism and tr ied to f ind a synthesis of the valuable aspects of both movements i n their l i t e r a r y and their philosophical significance. He was unjustly forgotten because i t was d i f f i c u l t to c lassi fy him: although his language and style conformed to the ideals of classic beauty, his ideas were i n advance of his time. Thanks to a part icularly remarkable a b i l i t y i n languages, Nodier drew upon the store of ideas of European l i terature as a whole, with particular emphasis on the fantastic l i terature of Germany. He praised lavishly the freedom of imagination of German thought. German influence has, therefore, been taken for granted by nearly a l l biogra- phers and never been explored i n d e t a i l . In chapters I and I I of this work, we get to know Nodier from the testimony of his contemporaries and that of the scholarly biographers of the 20th century who rediscovered his "contes", as well as from an analysis of these "contes" and their symbolic significance. We arrived at the conclusion that Nodier did not merely try to escape from rea l i ty through writing fa i ry- ta les , but that he relayed a dist inct message: illuminism. The hidden didacticism accounts for a certain monotony i n theme and denouement. To explain this fact , we drew on general i n f l u - ences of German thought, demonstrated by comparison with Herder, Tieck, i i i a n d o t h e r s , w h o s e a t t i t u d e s a r e r e f l e c t e d i n N o d i e r ' s c r i t i c i s m a n d s t y l e ( c h a p t e r I I I ) . T h e f u l l e x t e n t o f G e r m a n i n f l u e n c e , e x a m i n e d i n d e t a i l i n c h a p t e r I V , r e v e a l s t h a t t h e i n f l u e n c e o f G o e t h e i s u l t i m a t e l y t o b e c o n s i d e r e d n e g a t i v e , i . e . N o d i e r ' s i m i t a t i o n s o f G o e t h e ' s W e r t h e r a n d F a u s t a r e d e l i b e r a t e l y d i s t o r t e d t o c o n v e y h i s c r i t i c i s m . P o s i t i v e i n f l u e n c e s a r e a t w o r k b e t w e e n H o f f m a n n a n d N o d i e r , a n d t h e r e a r e n u m e - r o u s e x a m p l e s t o p r o v e t h i s f a c t , t h e m o s t i m p o r t a n t o n e b e i n g t h e c o m - p a r i s o n o f t h e a u t o b i o g r a p h i c a l n o v e l L e b e n s - A n s i c h t e n d e s K a t e r s M u r r i n t e r t w i n e d : w i t h t h e F r a g m e n t a r i s c h e B i o g r a p h i e d e s K a p e l l m e i s t e r s J o h a n n e s K r e i s l e r b y E . T . A . H o f f m a n n , w i t h t h e l a r g e l y n e g l e c t e d H i s t o i r e d u r o i d e B o h e m e e t d e s e s s e p t c h a t e a u x b y N o d i e r . T h e l a t t e r w o r k , a n i n t e n t i o n a l c o n g l o m e r a t i o n o f p a s t i c h e s p r e s e n t i n g n u m e r o u s u l t r a - m o d e r n f e a t u r e s o f s t y l e , i n c o r p o r a t e s t w o c o n v e n t i o n a l , b u t l i k e w i s e f r a g m e n t e d " c o n t e s " , a n d t h u s u n d o u b t e d l y b o r r o w e d i t s s t r u c - t u r e a n d a u t o b i o g r a p h i c a l f o r m f r o m H o f f m a n n . T h e e x a m i n a t i o n o f G e r m a n i n f l u e n c e i n d e t a i l s h o w s t h a t N o d i e r a l l o w e d h i s t h o u g h t s t o b e m o u l d e d o n l y b y w r i t e r s w i t h whom h e h a d a n a f f i n i t y o f b e l i e f s a n d c h a r a c t e r , a s i n t h e c a s e o f H o f f m a n n . O t h e r w i s e h e r e m a i n e d i n d e p e n d e n t a n d c r i t i c a l . H e d i d n o t i d e n t i f y w i t h t h e t h e n f o r e m o s t G e r m a n t y p e s W e r t h e r a n d F a u s t , a n d t h e o v e r - w h e l m i n g p r a i s e o f G e r m a n y s e e m s , t h e r e f o r e , t o b e a d d r e s s e d t o a U t o p i a n c o u n t r y , a n i m a g e c r e a t e d f i r s t b y Mme d e S t a e l , a n d u s e d b y h e r a s b y N o d i e r t o r e i n f o r c e t h e i r c r i t i c i s m o f F r e n c h l i t e r a r y c o n - s e r v a t i s m . G e r m a n i n f l u e n c e , w h i l e c o n s i d e r a b l e i n h i s " c o n t e s " , i s o n l y i n c i d e n t a l l y G e r m a n ; N o d i e r , t h e b i b l i o p h i l e , w a s a b l e t o d r a w o n t h e l i t e r a t u r e o f a l l t i m e s a n d a l l p e o p l e s t o f e e d h i s m e t a p h y s i c a l , s o c i a l a n d l i t e r a r y t h e o r i e s . H i s c h o i c e o f m o d e l s s e e m s t o p r o v e S a i n t e - B e u v e ' s t h e o r y o f t h e c o h e s i o n o f " f a m i l i e s o f t h e s p i r i t " u n t o u c h e d b y t i m e a n d s p a c e , r a t h e r t h a n t h e n o t i o n o f g e n e r a l i z e d n a t i o n a l t r a i t s i n l i t e r a t u r e . V A C K N O W L E D G E M E N T I w o u l d l i k e t o e x p r e s s m y s i n c e r e t h a n k s t o t h r e e p e r s o n s w h o h e l p e d me g r e a t l y i n t h e p r e p a r a t i o n o f t h i s w o r k t h r o u g h c o n - t i n u o u s e n c o u r a g e m e n t a n d t h e i r s t o r e o f k n o w l e d g e i n F r e n c h a n d G e r m a n l i t e r a t u r e , l a n g u a g e a n d b i b l i o g r a p h y : D r . G . B i r d , D r . M . G o e t z - S t a n k i e w i c z , a n d p a r t i c u l a r l y , D r . R . W h i t e . TABLE DE MATIERES INTRODUCTION 1 CHAPITRE I La vie de Charles Nodier selon ses contemporains 4 Notes de reference • 11 CHAPITRE II La vie et l a caracterisation de Nodier selon l a critique du 20eme siecle . . . 13 Notes de reference 31 CHAPITRE III L*influence allemande generale dans 1* oeuvre de Nodier 34 Notes de reference 45 CHAPITRE IV L'influence allemande direete par Werther, Faust et les Contes d'Hoffmann 47 Notes de reference 74 CHAPITRE V Definition du "genie allemand" selon 1*interpretation de Nodier et sa signi- fication dans 1*ensemble des influences 80 Notes de reference 93 CONCLUSION 95 Notes de reference 100 BIBLIOGRAPHIE 101 1 I N T R O D U C T I O N : C h a r l e s N o d i e r e t a i t u n d e c e s e c r i v a i n s i n j u s t e m e n t o u b l i e s o u a u m o i n s n e g l i g e s e t q u e l a c r i t i q u e m o d e r n e e s t e n t r a i n d e r e d e c o u v r i r . S o n o e u v r e e s t d ' u n e u n i v e r s a l i t e r e m a r q u a b l e , s ' e ^ t e n - d a n t d ' e c r i t s s c i e n t i f i q u e s d a n s l e s d o m a i n e s d e l ' e n t o m o l o g i e , d e l a b i b l i o g r a p h i e e t d e l a p h i l o l o g i e , a t o u s l e s g e n r e s d e l a l i t t e r a - t u r e - r o m a n s , n o u v e l l e s , l y r i s m e , c r i t i q u e l i t t e r a i r e - j u s q u ' a u x c o n t e s f a n t a s t i q u e s s u r l e s q u e l s r e p o s e s a r e p u t a t i o n d ' e c r i v a i n r o - m a n t i q u e . O n l u i a r e p r o c h e c e t t e v e r s a t i l i t y , l a b l S m a n t p o u r s o n m a n q u e d e s u c c e s p l u s e c l a t a n t d a n s u n g e n r e p a r t i c u l i e r , m a i s c ' e s t e n c o r e u n e i n j u s t i c e q u i n e t i e n t p a s c o m p t e d e l ' h o m m e e n meme t e m p s q u e d e s o n o e u v r e . S o n i m p o r t a n c e p o u r l e s l e t t r e s f r a n c a i s e s e t a i t d ' u n o r d r e d i f f e r e n t e t q u ' i l s ' a g i t d e d e g a g e r d a n s c e t r a v a i l , e n e x a m i n a n t s o n o e u v r e s o u s l ' a n g l e d e 1 ' i n f l u e n c e a l l e m a n d e . I I n ' y a a u c u n d o u t e q u e c e t t e i n f l u e n c e e x i s t a : N o d i e r l u i - m e m e c h a n t a l e s l o u a n g e s d e l a l i t t e r a t u r e a l l e m a n d e comme d u p a y s a v e c u n e n t h o u - s i a s m e s u r p r e n a n t , d o n t 1* e x e m p l e s u i v a n t c o n v a i n c r a f a c i l e m e n t : L ' A l l e m a g n e a e t e r i c h e d a n s c e g e n r e d e c r e a t i o n s , p l u s r i c h e q u ' a u c u n e a u t r e c o n t r e e d u m o n d e , s a n s e n e x c e p t e r l e s h e u r e u x L e v a n t i n s , l e s s u z e r a i n s e t e r n e l s d e n o s t r e s o r s , a l ' a v i s d e s a n t i q u a i r e s . C ' e s t q u e l ' A l l e m a g n e , f a v o r i s e e d ' u n s y s t e m e p a r t i c u l i e r d ' o r - g a n i s a t i o n m o r a l e , p o r t e d a n s s e s c r o y a n c e s u n e f e r v e u r d ' i m a g i n a t i o n , u n e v i v a c i t e d e s e n t i m e n t s , u n e m y s t i c i t e d e d o c t r i n e s , u n p e n c h a n t u n i v e r s e l a l ' i d e a l i s m e , q u i s o n t e s s e n t i e l l e m e n t p r o p r e s a l a p o e s i e f a n t a s t i q u e ; 2 c ' e s t a u s s i q u e , p l u s i n d e p e n d a n t e d e s c o n v e n t i o n s r o u t i n i e r e s e t d u d e s p o t i s m e g o u r r a e d ' u n e o l i g a r c h i e d e p r e t e n d u s s a v a n t s , e l l e a l e b o n h e u r d e s e l i v r e r a s e s s e n t i m e n t s n a t u r e l s s a n s c r a i n d r e q u ' i l s s o i e n t c o n t r o l e s p a r c e t t e d o u a n e i m p e r i e u s e d e l a p e n s e e h u m a i n e q u i n e r e c o i t l e s i d e e s q u ' a u p o i d s e t a u s c e a u d e s p e d a n t s , C e t t e i n d i v i d u a l i t e m e d i t a t i v e , i m p r e s s i o n n a b l e e t o r i g i n a l e q u i c a r a c t e r i s e s e s h a b i t a n t s , s e m a n i f e s t e d e t e m p s i m m e m o r i a l d a n s l e s i n n o m b r a b l e s m o n u m e n t s d e s a b i b l i o t h e q u e f a n t a s t i q u e . C e q u i e s t i m p o r t a n t a c o m p r e n d r e , c ' e s t l a p o r t e e e t l a s i g n i f i c a t i o n d e c e t t e i n f l u e n c e e v i d e n t e . L ' e t u d e d e s b i o g r a p h e s d e N o d i e r d e p u i s s o n t e m p s j u s q u ' a n o s j o u r s m o n t r e q u e l ' i n f l u e n c e a l l e - m a n d e f u t a c c e p t e e d e l a meme m a n i e r e q u ' e l l e f u t e x p r i m e e p a r N o d i e r , c ' e s t - a - d i r e s a n s 1 ' e x a m i n e r e n d e t a i l e t s a n s e n a n a l y s e r 1 ' e s p r i t , E l l e d o i t , p o u r t a n t , e t r e c o m p r i s e a t r o i s n i v e a u x d i f f e r e n t s . L e p r e m i e r e s t l e n i v e a u g e n e r a l o u i l s ' a g i t d e d e f i n i r l ' i m p o r t a n c e d e l ' i n f l u e n c e a l l e m a n d e d a n s l a p e n s e e d e N o d i e r , e t a n t d o n n e q u e , s e l o n J o s e p h T e x t e , i l e t a i t u n d e s r a r e s r o m a n t i q u e s f r a n g a i s q u i s a v a i e n t l ' a l l e m a n d , e t , s u r t o u t , s a v a i t a p p r e c i e r l a l i t t e r a t u r e a l l e m a n d e 2 c o n t e m p o r a i n e . E n t a n t q u e c r i t i q u e l i t t e r a i r e i l p o u v a i t d o n e f a i r e d a v a n t a g e p o u r l a p r o p a g a t i o n i n d i r e c t e d e l a c o n n a i s s a n c e d e c e t t e l i t t e r a t u r e q u e n e c r o y a i e n t s e s c r i t i q u e s a l a f i n d u s i e c l e . E n s u i t e , i l y a l e s i n s p i r a t i o n s d i r e c t e s a d e c e l e r p a r l a c o m p a r a i s o n d e c e r t a i n s m o r c e a u x c h o i s i s d e s o n o e u v r e , e t o u i l d e v i e n d r a e v i d e n t q u e N o d i e r s a v a i t b i e n s e s e r v i r d e s e s l e c t u r e s s a n s t o r a b e r d a n s l e p l a g i a t . E n f i n , i l f a u d r a d e f i n i r c e q u e N o d i e r c o m p r i t p a r l e s o i - d i s a n t " g e n i e a l l e m a n d " comme d e c r i t d a n s l a c i t a t i o n c i ^ d e s s u s , p o u r e x p l i q u e r l ' e n t h o u s i a s m e q u ' i l s o u l e v a c h e z N o d i e r e t c h e z q u e l q u e s a u t r e s i n t e r p r e t e s d e l a p e n s e e r o m a n t i q u e a l l e m a n d e . 3 Le sujet de ce travail specific 1'influence allemande dans les contes de Nodier, mais i l est di f f i c i l e , d'apres les editions successives qui les ont groupes de maniere arbitraire, de differencier entre nouvelles, contes et romans, surtout que ces romans sont tres courts. L'edition des contes la plus recente, et apparamment la mieux organisee selon un plan d'evolution interieure dans l'oeuvre de Nodier, de P.-G. Castex ( l 9 6 l ) , comporte des oeuvres qui, anterieurement, furent publiees comme nouvelles, et ne contient pas certains contes que j'estime importants pour la comprehension de l'oeuvre et du carac- tere de Nodier aussi bien que pour la preuve de mes arguments. Je ne me limiterai done pas aux contes selon la definition de Castex, mais je me reporterai a l'oeuvre romanesque entiere de Charles Nodier. 4 CHAPITRE I LA VIE DE CHARLES NODIER SELON SES CONTEMPORAINS Pour conna£tre l a personnalite d'un ecrivain, nous avons deux sources: ses biographes et ses oeuvres. Tournons d'abord vers ceux qui connurent Charles Nodier et regardons leurs temoignages. Deux de ses amis, Charles Weiss, son confident de jeunesse, et Francis Wey, ami f idele du Cenacle a. 1'Arsenal des annees de maturite, ne sont peut-etre pas des temoins objectifs, mais i l s l u i attestent un carac- tere modeste, plein de bonte, inchange par le succes. La Vie de Charles Nodier de l'Academie Francoise de Francis Wey nous donne des details biographiques superficiels , qu'on peut l i r e chez tous les biographes, et plus on s'eloigne du temps de l a vie de Nodier, plus les biographies seront precises grace aux methodes de recherches historiques. I I n'est pas dans le but de ce t r a v a i l de les repeter (toutes les sources seront indiquees dans l a bibliographie); nous n'en utiliserons que ce qui aura rapport aux points a prouver. Charles Weiss etait l'a£ne d'un an de Charles Nodier, un ami a l a "tete froide" , ce que l u i reprocha son ami s i facilement exalte. Deja l a premiere le t t re de l a collection des lettres de Charles Weiss a Nodier rassemblee en 1889, et en date du 14 juin 1811, jette une lumiere rapide sur le f a i t que Nodier eut des d i f f i cu l tes a. fa ire des compromis, aussi bien que sur l ' inf luence conci l iatr ice 5 de Weiss: ... tu t'exageres les torts de Bruaud ... II faut vivre avec ses ennemis comme si nous devions etre un jour amis ... Je suis charme que tu te sois trompe relativement a B. Tu vois qu'il ne faut pas trop se presser de juger les gens. Weiss resta attache a la famille de Nodier comme ami intime, et Nodier se confia par lettres a l u i dans des termes qui n'etaient evidemment pas destines au public. Dans leur jeunesse, ce fut Weiss qui eut l'as- cendant sur Nodier. Nodier l u i demanda des lettres et meme de la critique personnelle qui l'aiderait a se perfectionner-^ - une idee preponderante du l8eme siecle dont Nodier se guerira entierement. Plus tard, on ob- serve dans la correspondance de Weiss a Nodier une inversion: c'est Weiss qui ecrit plus souvent et qui maintient les liens comme un frere tendre. Un certain egoi'sme de Nodier penetre ces relations dont Weiss souffrait evidemment tout en le pardonnant. Pourtant, leur correspon- dance, au moins celle des annees de 1820 a 1833 et qui est publiee, ne contient pas de confidences: ce sont surtout des lettres echangees entre amis bibliomanes qui se procurent des livres qu'ils qualifient de "rares, singuliers et curieux". II est done fort possible que Weiss n'ait pas bien connu le Nodier devenu Parisien ambitieux, car i l ecrivit en 1826: II faut que tu sois malgre toi de l'Academie. J'ai ecrit a Droz. Si tu ne peux pas faire les visites d'usage, c'est a. l u i de s'en charger. Si j'etais £. Paris, je m'etablirais ton fonde de pouvoir ... H y a mille raisons qui devraient te faire desirer de sieger a l'Academie Frangaise, mais tu n'a jamais voulu songer a tes interets.5 Or, nous apprenons de Pingaud^ que Nodier sollicita et regut des lettres de noblesse, et de Jean Richer"^ que deja le 18 novembre I8l6 Nodier ecrivit une lettre a Abel Remusat pour l u i demander de voter 6 pour l u i comme Candidat a l 'Academie des Inscr ip t ions et B e l l e s - L e t t r e s . On commence done a v o i r des contradict ions qui se m u l t i p l i - eront chez l es biographes de Charles Nodier et qui rendront un jugement ob jec t i f extremement d i f f i c i l e . Dans l e temoignage de Francis Wey i l ne faut pas perdre de vue l e f a i t q u ' i l s ' a g i t d'une oraison funebre, ce qui explique en par t ie l e caractere panegyrique de cet opuscule. Q Mais Pingaud confirme que Wey e ta i t un ami f i d e l e de Nodier , et Wey reconnut def ini t ivement l a qua l i te p r inc ipa le de Nodier: Sterne, Hoffmann, Bernardin de Sa in t -P ie r re , Ba lzac , Cyrano, Montaigne, Henri Est ienne, nous presentent, chacun dans les condit ions pa r t i cu l i e res de leu r genie, quelques-uns de ces t r a i t s exclusivement propres a l eu r physionomie. Ces noms ont tour, a. tour se rv i a depeindre Nodier; a aider l es c r i t i q u e s , depistes quand l e s c l a s s i - f i ca t i ons l eu r font defaut dans leurs recherches obstinees de t rad i t i ons d 'ecole et de f i l i a t i o n s l i t t e r a i r e s . C 'es t en lui-meme, et sans se preoccuper du dehors, qu'on do i t chercher cet e c r i v a i n , b ien plus complet, b ien plus var ie a. notre sens, que l a plupart de ceux auxquels on l ' a ass imi le . 9 I I par le de l a melaneolie de Nodier qui se manifeste meme dans sa r a i l l e r i e ; i l observe comme Nodier se moquait de lui-meme, comme i l s'amusait a se mys t i f i e r ; mais ces contrastes l u i furent au fond auss i inexp l icab les qu'aux biographes plus modernes, meme s ' i l s admettent chez Nodier 1 'existence d'une personnal i te mu l t i p l e . Neanmoins, Wey reconnut que Nodier, qui naquit en 1?80 a Besancon, fu t un des derniers ecr iva ins qu'on puisse rat tacher aux t rad i t i ons du grand s i e c l e de Louis XIV par l a purete du gout et l a de l ica tesse du s t y l e . I I representa l a synthese entre l es grands mouvements l i t t e r a i r e s , car en meme temps, et c ' es t ce qu i nous in teresse surtout, Wey mentionne que " l 'entomologie l u i i n sp i r a une fou le d ' idees fantast iques a. l a maniere d'Hoffmann, avant meme q u ' i l connut Hoffmann."'^ I I y eut done une a f f i n i t e d 'esp r i t entre ces 7 e c r i v a i n s q u i s e r a r e p r i s e p l u s l o i n . Q u e N o d i e r n ' e u t j a m a i s d * o p i n i o n p o l i t i q u e , m a l g r e s e s a c c r o c h a g e s a v e c l a p o l i c e d ' e t a t , s e s a v e n t u r e s d e c o n s p i r a t i o n v e c u e s o u r e v e e s , a i n s i q u e s o n e x t a s e p o u r l ' A l l e m a g n e , f u t a t t e s t e p a r p l u s i e u r s b i o g r a p h e s , e t l e t e m o i g n a g e l e p l u s i n v o l o n - t a i r e s e t r o u v e e n c o r e d a n s u n e l e t t r e d e W e i s s : . . . j e s a i s q u e t u n e l i s p a s l e s o u v r a g e s q u i t r a i t e n t d e p o l i t i q u e , m a i s c e l u i - c i ( d e M . d ' A n g i c o u r t ) m e r i t e d e t a p a r t u n e e x c e p t i o n . ! ! Comme t o u t l e m o n d e , W e y t r a i t e d e W e r t h e r i s m e l a s e n t i m e n t a l i t e d e s o e u v r e s d e j e u n e s s e d e N o d i e r , e t i l v o l e d u r e s t e s u r l ' o e u v r e d e N o d i e r , f a i s a n t c r o i r e q u e l ' e c r i v a i n " v i n t a i n s i j u s q u ' a u b o r d d e l a t o m b e , p a r u n s e n t i e r p l e i n d e f l e u r s ..."1^, c e q u i e s t g r a n d e m e n t e x a g e r e , c a r N o d i e r s o u f f r i t s o u v e n t p o u r d e s r a i s o n s r e e l l e s , comme l a p e n u r i e d ' a r g e n t , a u s s i b i e n q u e p o u r d e s c a u s e s e m o t i v e s . B e a u c o u p p l u s o b j e c t i f s s o n t l e s p o r t r a i t s d e N o d i e r p e i n t s p a r d e u x h o m m e s c e l e b r e s q u i n e c o m p t e n t p a s p a r m i l e s a m i s d e N o d i e r . I I s ' a g i t d e L o u i s L e o n d e L o m e n i e , u n d e s s u c c e s s e u r s d e N o d i e r d a n s s o n s i e g e a l ' A c a d e m i e F r a n g a i s e , e t S a i n t e - B e u v e , f r e q u e n t e u r d u C e n a c l e a l ' A r s e n a l j u s q u ' a u m o m e n t o u i l c o m m e n g a s e s f a m e u s e s r e u n i o n s d u L u n d i e t s ' e m p a r a , a v e c H u g o , d u p o u v o i r d e d i r e c t i o n d e l ' E c o l e R o m a n t i q u e d e l a m a i n d e N o d i e r q u i l e c e d a a v e c a s s e z b o n n e g r S c e . S e l o n L o m e n i e , " N o d i e r e s s a y a d i f f e r e n t s s e n t i e r s q u i m e n e r a i e n t a l a g l o i r e . M a l h e u r e u s e m e n t , i l e s t m o r t s a n s l ' a t t e i n d r e . " ^ O n l u i r e p r o c h e e n c o r e s a d i v e r s i t e s a n s s e r e n d r e c o m p t e q u e N o d i e r f u t a u s s i e r u d i t d a n s c h a c u n d e s e s d o m a i n e s d ' i n t e r e t : b i b l i o g r a p h i e , p h i l o l o g i e , c o n n a i s s a n c e d e l ' h i s t o i r e (meme s ' i l n ' a i m a i t p a s a p p l i q u e r l a d e r n i e r e d ' u n e raaniere " p e d a n t e " ) , q u e l a p l u p a r t d e s e s c o l l e g u e s 1 ' e t a i e n t d a n s l e u r s e u l e s p e c i a l i t e . L o m e n i e f u t p a r t i c u l i e r e m e n t i r r i t e p a r l a 8 difficulte de demeler la verite biographique a travers les fictions. Comme beaucoup d'autres biographes, i l interpreta le titre "Souvenir de Jeunesse" comme une collection de faits dont les dates devraient correspondre rigoureusement a. la realite. Or, Nodier pretendit meme ne pas savoir sa date de naissance: autre point d'incomprehension pour Lomenie et qui l u i inspira du dedain. L'auteur veut bien nous prevenir qu'il ne garantit pas 1'authenticity de quelques-uns de ses tableaux; ce qui ne l'emplche point de se poser, quelques pages plus loin, en temoin oculaire, meme dans les aventures dont i l ne garantit pas l'authenticite.^ Plein d'ironie, et sans la moindre comprehension du sens principal des contes, Lomenie poursuivit: Nodier qui, par un privilege de seconde vue analogue a. celui de Jean-Francois-les-Bas-Bleus, se trouve, de Besancon, ou i l etait, transports a Paris ...1-5 II insiste sur les fantaisies historiques de Nodier parce qu'il ne "connait rien de plus pernicieux et de plus faux que cette maniere d'ecrire l'histoire." II l u i en veut, car etant un homme distingue, 1*exemple de Nodier n'a pas peu contribue a. tourner les "speculateurs en librairie vers ce genre bStard sous le nom de Memoires ou Souvenirs."- Pourtant, i l a su reconnaltre que Nodier ressemblait a Hoffmann, dont i l aurait pu "conquerir 1•immortalite s ' i l avait ecrit moins avec plus de soin."!? Quant au Dernier Chapitre de mon Roman, oeuvre intention- nellement ignoree par mainte critique qui ne veut pas s'egarer dans le double ou triple caractere de Nodier, Lomenie y voit "une effronterie defiant l'analyse; une polissonnerie i l l i s i b l e et revoltante; un cynisme d'action unique dans l'oeuvre de Nodier."^ Son explication psycholo- gique des contrastes de sensibilite evidents est acceptable: 9 ... c'est un peu l'homme du siecle dedouble, et le melange n'est pas rare ... nous mettons du serieux et de la souffrance ou i l s (nos peres) n'en mettaient point, voila tout.^9 Mais cette explication ne fournit pas les causes de la ne"cessite de ce dedoublement. Lomenie rappelle, en tant qu'historien scientifique, realiste et rationaliste, l'attitude d'Etiemble qui pretend pouvoir expliquer l'oeuvre de Rimbaud d'une maniere "terre a terre". II faudra avoir recours a Sainte-Beuve qui comprend les differentes "families d'esprit" sur lesquelles nous allons revenir. On doit reprocher a Lomenie d*avoir trace son portrait de Nodier non pas d'apres une con- naissance intime de l'homme et de son oeuvre, mais d'apres ses senti- ments personnels et les jugements d'un autre critique, dont i l ne possede pas la plume aussi agile. Ainsi i l accuse Nodier de "manque de concentration, de maitrise de style", en comparant sa vie a. ses ' 20 romans: "ornee d'incidents ou i l manque le quartier general." Nous retrouvons cette expression chez Sainte-Beuve qui au moins en donne la definition: son image du "quartier general" signifie la discipline. Sainte-Beuve est le seul des critiques contemporains de Nodier qui l'ait vu juste, et en relation avec son temps: i l reconnait les merites de Nodier tout en voyant ses faiblesses dont i l cherche les causes dans les evenements, dans le cadre social. II donne done plus qu'un portrait brillant de Nodier: Ce qui caracterise precisement son personnage litteraire, c'est de n'avoir eu aucun parti special, de s'etre essaye dans tout, de facon a montrer qu'il aurait pu reussir a tout, de s'etre porte sur maints points a. certains moments avec une vivacite extreme, avec une surexcitation passion- nee, et d'avoir ete vu presque aussitot ailleurs, philo- logue i c i , romanesque la, bibliographe et wertherien, academique cet autre jour avec effusion et solennite, et le lendemain ou la veille le plus excentrique ou le plus malicieux des novateurs; un melange anime de Gabriel Naude 10 e t d e C a z o t t e , l e g e r e m e n t c a d e t d e R e n e e t d ' O b e r m a n , r e p r e s e n t a n t t o u t a f a i t e n F r a n c e u n e s s a i d " o r g a n i - s a t i o n d e p a y s e e d e B y r o n , d e L e w i s , d * H o f f m a n n , F r a n g a i s a t r a v e r s t o u t , C o m t o i s d ' a c c e n t e t d e s a v e u r d e l a n g a g e , comme L a M o n n o y e Stalt B o u r g u i g n o n , m a r i a n t l e M e n a g i a n a a L a r a , c u r i e u x a. e t u d i e r s u r t o u t e n c e q u e s e u l i l s e m b l e l i e r a u p r e s e n t d e s a r r i e r e f o n d s e t d e s l o i n t a i n s f u y a n t s d e l i t t e r a t u r e , d o n n a n t l a m a i n d e B o n n e v i l l e a M . d e B a l z a c , e t d e D i d e r o t a M . H u g o , B r e f , s o n t a l e n t , s e s o e u v r e s , s a v i e l i t t e r a i r e , c ' e s t u n e r i c h e , b r i l l a n t e e t i n n o m b r a b l e a r m e e , o u l ' o n t r o u v e t o u t e s l e s b a n n i e r e s , t o u t e s l e s b e l l e s c o u l e u r s , t o u t e s l e s h a r d i e s s e s d ' a v a n t - g a r d e e t t o u t e s l e s f o r m e s d ' a v e n t u r e s ; . . . t o u t , h o r m i s l e q u a r t i e r g e n e r a l .21 C e q u i s u i t c e t t e p h r a s e d e b r a v o u r e e s t u n e a p o l o g i e p o u r t o u t e u n e g e n e r a t i o n d e r o u t e e p a r 1 ' i n s e c u r i t y d e s c o n d i t i o n s d e v i e . C e t t e e x p l i - c a t i o n e s t a i n s i v a l a b l e meme p o u r c e r t a i n s p h e n o m e n e s d ' a p r e s - g u e r r e d e n o t r e 20eme s i e c l e . M a i s m a l g r e s o n g r a n d d i s c e r n e m e n t , S a i n t e - B e u v e j u g e l e s o e u v r e s d e N o d i e r a l a m a n i e r e d e t o u s , s a n s v o i r l e f o n d q u i i m p o s e c e t t e f i n i n e v i t a b l e a t o u t e s s e s h i s t o i r e s d ' a m o u r i d e a l : l ' i l l u m i n i s m e . I l n ' e n s a i t r i e n , e t c e q u i r e s t e a l o r s d e s n o u v e l l e s o p d e N o d i e r n ' e s t q u e d e l a s e n t i m e n t a l i t e w e r t h e r i e n n e . Q u a n t a l ' a c t i - v i t e c r i t i q u e d e N o d i e r d o n t l e p l u s j e u n e S a i n t e - B e u v e d o i t a v o i r p r o f i t e p e n d a n t l e s a n n e e s o u N o d i e r f u t l e g u i d e d e s j e u n e s R o m a n t i q u e s , l e s u r v i v a n t c e l e b r e e n f a i t p e u d e c a s : S a c r i t i q u e , c ' e s t b i e n s o u v e n t u n e v r a i e g u e r r e d e g u e r i l l a s , u n e F r o n d e q u i f a i t e c h e c a u x g r a n d s c o r p s r e g u l i e r s d e l a l i t t e r a t u r e e t d e l ' h i s t o i r e . 2 3 D ' u n e m a n i e r e g e n e r a l e o n p e u t c o n c l u r e q u e l e s c o n t e m p o r a i n s d e N o d i e r ont m a l c o m p r i s s o n o e u v r e , meme s ' i l s e n o n t a d m i r e l e s t y l e e t l a d i v e r s i t e , o u a i m e s a p e r s o n n e . 11 NOTES DE REFERENCE Des t i t r e s abreges sont u t i l i s e s ; les t i t r e s complets se trouvent dans l a bibliographie INTRODUCTION 1 NODIER, Charles, "Du Fantastique en Litterature", dans Contes Fantastiques, Paris, Bibliotheque Charpentier, 1913* P«25 2 TEXTE, Joseph, Etude de Litterature Europeenne, p.200 CHAPITRE I 3 LARAT, Jean, La Tradition et l'exotisme dans l 1oeuvre de Charles Nodier, p.23 4 WEISS, Charles, Lettres a Charles Nodier, No. II du 25-10-1811: ... j ' a i l'assurance que tu n*a pas eu 1 'intention de me faire de l a peine, et que tout l e persiflage que tu emploies vis-a-vis de moi n'est qu'un travers d'esprit auquel ton coeur n'a pas l a moindre part. No. XII du 5-4-1823: ... P. est arrive ... Tout en m'abor- dant i l m'a dit une impertinence: j'imaginais que les grands seigneurs devaient etre polis pour cacher l a nullite de leurs sentiments; mais, mon bon ami, je me suis apergu qu'il n'en est rien. II n'y a que t o i qui sois toujours l e meme, t e l que je t ' a i vu, t e l que je t'ai aime, i l y a bien longtemps. 5 i d . , lettre No. XXIII du 10-11-1826 6 PINGAUD, Leonce, La Jeunesse de Charles Nodier. p.113 7 RICHER, Jean, "Un auto-portrait fantaisiste et douze lettres de Charles Nodier" 8 PINGAUD, Leonce, op.cit., p.2l6 9 WEY, Francis, La Vie de M. Charles Nodier, p.2 10 i b i d . , p.9 11 WEISS, Charles, Lettre a Charles Nodier, No. XIV du 29-6-1823 12 WEY, Francis, op.cit., p.30 12 13 LOMENIE, L . L . de, Galerie des Contemporalns I l l u s t r e s , "Nodier", p.3 14 i b i d . , p . l l 15 i b i d . , p.14 16 i b i d . , p.37 17 i b i d . , p.38 18 i b i d . , p.23 19 i b i d . , p.26 20 i b i d . , p.5 21 SAINTE-BEUVE, C . A . , Portraits L i t tera ires , V o l . I , p.443 22 i b i d . , p.448 23 i b i d . , p.469 13 CHAPITRE II LA VIE ET LA CARACTERISATION DE NODIER SELON LA CRITIQUE DU 20eme SIECLE Nous avons vu que les critiques contemporains traiterent 1'oeuvre et l a vie de Nodier de maniere assez superficielle, et qu'on passa surtout tres vite sur sa jeunesse. Ce n'est que Sainte-Beuve qui osa nous dire entre parentheses. La date de naissance de Nodier n'est pas encore parfaitement eclairee ... Son pere fut un avocat distingue et longtemps 1'unique maxtre de ce f i l s adore ( f i l s naturel, je crois). Apres un silence absolu sur Nodier jusqu'au debut du 20eme siecle, l'interet dans cet auteur d i f f i c i l e a s a i s i r se renouvelle, suscite en partie par l'interet des Symbolistes et des Surrealistes dans l e domaine du rive, ainsi que par l a n^cessite de trouver des sujets de these. Les methodes de recherche du 20eme siecle sont scientifiques et s'attaquent d'abord a l a periode mai eclaircie de l a jeunesse de Nodier. Le critique allemand Wiese commence par une presque-apologie, sachant que Nodier aurait rejete cette maniere froide et indifferente aux droits et aux desirs de l'homme de se cacher aux regards indiscrets 2 q u ' i l eut a. craindre. Wiese reconnait que Nodier f a l s i f i a intention- nellement les details de sa vie et qu'il ne faut done se f i e r a aucune des precisions donnees i c i et l a par Nodier pour derouter l e lecteur aussi bien que par dedain pour cet attachement aux dates historiques qui n'ont pas d'importance pour l u i . Par cette attitude Nodier s'approche 14 de l a comprehension de l a valeur du "temps" d'un Bergson ou d'un Proust. Ce qui compte, c'est l'experience i n t e r i e u r e , qui donne un rythme a. l a v i e , et non pas l'horloge ou l e c a l e n d r i e r . Wiese a r r i v e a l a conclusion que l a plupart des evenements dont Nodier d i t av o i r ete temoin n*etaient que des inventions, et i l l a i s s e p a r l e r Nodier qui n'a jamais cache ce f a i t , mais en a v e r t i s s a i t souvent ses le c t e u r s dans des prefaces que de nombreuses gens ne semblent pas l i r e } L'homme romanesque n'est done pas c e l u i dont l'existence est variee par l e plus grand nombre possible d'evenements extraordinaires. I I en a r r i v e presque toujours autrement. C'est c e l u i en qui l e s evenements l e s plus simples eux- memes developpent l e s plus vives sensations.3 S i l e s aventures personnelles de l a Revolution sont done imaginees, l a comparaison avec Rimbaud et l a question indecisee de sa presence a Pa r i s pendant l a Commune s'impose, et peut donner l i e u a une ser i e de comparaisons. Wiese ne f a i t pas ces comparaisons, mais i l l e s s u s c i t e chez l e l e c t e u r en a t t i r a n t l ' a t t e n t i o n sur l e s exagerations du jeune Nodier qui f u t peniblement timide d'une part, et d*autre part " f u t tente et tomba" (selon A.R. Oliver)** - assez de causes de c o n f l i t s de conscience pour un caractere sensible et moral qui cherche 1*ele- v a t i o n de l'Sme par l a l e c t u r e de l a B i b l e , de Klopstock-5, et par l ' a s s o c i a t i o n avec des i d e a l i s t e s , comme l e s "Meditateurs" a P a r i s . Tout a f a i t convaincant est l e temoignage d'une l e t t r e de Nodier a Weiss, qui est sans date, mais qui d o i t se reporter a 1803, et ou i l f a i t l'eloge des "meditateurs de 1*antique: dont l a v i e pure et hospi- t a l i e r e , e t a i t une vivante peinture de l'Sge d'Or. Or, je l e s a i trouves ..."^ 15 Bientot, j'acheverai cette miserable esquisse d'un tableau que je veux soumettre a nos amis, et j'espere vous rapporter du pays de l a haine et des vices, de nouvelles vertus, et une maniere plus tendre d'aimer. Je vous d i r a i ce que j ' a i souffert, l e mal que j ' a i f a i t , les erreurs ou je m'etais e"gare, les esperances ou je m'etais endormi et je vous prouverai qu'il n'y a de mechant que ceux qui sont nes mechants, puisque j ' a i su resister a toutes les seductions du mal - et que je retourne meilleur - ohl beaucoup meilleur - que je n'etais p a r t i . GrSce a l a distance dans le temps, les critiques doivent dorenavant former leurs jugements de l a personnalite de Nodier sur l a base de ses oeuvres. Wiese l u i reproche des fautes l i t t e r a i r e s : pas de "Geschlossenheit"; pas de developpement; l'annonce de l a f i n tragique amoindrit 1'interSt; des "superkluge Betrachtungen" affaiblissent 1*effet; des transitions a r t i f i c i e l l e s ; meme l a vie de l'Sme est sans evolution; tous les sentiments sont exageres outre mesure; un amour hypersensible pour l a femme t cote d'un amour pathologique pour l'ami; des conflits, des explosions de sentiment approchant de l a f o l i e - Seule l a langue garde son charme. Wiese voit i c i , comme tout le monde, des elements autobiographiques, dont i l y a certainement des traces, mais i l ne faut pas negliger ce message de l a "langue charmante": cela veut dire un tr a v a i l de style bien reflechi, l i b r e d'acces de f o l i e . La f o l i e est un sujet sur lequel Nodier porte sa curiosite et surtout sa compassion, parce que l e pheno- mene fut traite alors avec beaucoup de cruaute, mais Nodier n'en etait pas atteint. II l'etudie en cherchant a se mettre a. l a place des "fous" et decouvre des verites psychologiques bien nouvelles. Ces etudes feront ecole au point ou ses conclusions ne sont pas du tout etonnantes pour l e lecteur d'ajourd'hui. 16 Wiese c r i t i q u e a u s s i ses predecesseurs, surtout, et avec j u s t i f i c a t i o n , Georg Brandes, de qui on eut pu attendre un jugement plus informe. Son p o r t r a i t de Nodier dans Main Currents i n Nineteenth Century L i t e r a t u r e est curieusement s u p e r f i c i e l . I I r e i t e r e l ' a v i s des c r i t i q u e s contemporains de Nodier que Le Peintre de Salzbourg a u s s i Q bien que Les P r o s c r i t s sont des pastiches de Werther , sans se soucier du manque de logique qui reside a l o r s dans l'enchaxnement des Meditations du C l o i t r e l e s q u e l l e s condamnent categoriquement l e s s u i c i d e s . Wiese est l e seul a remarquer que l e s romans s i g n i f i e n t p l u t o t l a f i n de 1 * a t t i - tude wertherienne de Nodier.^ Mais Brandes a du se r a v i s e r , car dans son l i v r e L'Ecole Romantique en France i l accorda plus de soins a 1*oeuvre de Nodier, et i l f u t un des rares c r i t i q u e s qui reconnurent que "ce qui c a r a c t e r i s a Nodier tout particulierement comme e c r i v a i n , c'est q u ' i l f u t toujours en avance de dix ou de vingt ans sur l e s mouvements l i t t e - r a i r e s de son epoque."^ On peut y ajouter encore vingt ans de plus en ce qui concerne 1 'oeuvre s i enigmatique pour l a plupart des c r i t i q u e s de Nodier, Le Roi de Bohlme et ses sept chateaux, et dont 1 ' e x c e l l e n t jugement par Brandes sera presente plus tard quand nous t r a i t e r o n s de cette oeuvre c l e . Nous admirons aussi l ' i d e e de Brandes de comparer l e mariage bourgeois de Nodier a c e l u i de Dante: sa v e r i t a b l e epouse f u t l a fee B e l k i s . ^ Cette idee devait etre exploitee dans 1*etude sur l e symbolisme de La Fee aux Miettes par Jules Vodoz qui nous mene plus pres du v r a i Nodier: Retrouver l a paix i n t e r i e u r e et l a j o i e de v i v r e , avec l a force d'agir, d'aimer, de c r o i r e , t e l e t a i t , par consequent, l e but des e f f o r t s . Et c e l u i - l a , s e u l , l ' a t t e i n t qui possede l a f a c u l t e de detacher son e s p r i t des preoccupations de l a v i e de chaque jour, du t e r r e a t e r r e , pour se l a i s s e r entraxner dans l e domaine de 17 1'imagination, prendre contact avec l e s v i s i o n s de l'au-dela, et s'y delasser. Que ce s o i t en creant des r e c i t s i n s p i r e s par sa f a n t a i s i e , ou en donnant une expression a r t i s t i q u e a. des desirs inconscients, ou e n f i n , en suivant son i n c l i n a t i o n au mysticisme, peu importe; l ' e s s e n t i e l est que l ' e q u i l i b r e s o i t r e t a b l i , que l ' i n d i v i d u reprenne conscience de sa v i e s p i r i t u e l l e . C eci ne represente aucunement 1 ' e s p r i t enfantin qu'on a voulu a t t r i b u e r a Nodier, n i 1*evasion par l e rSve s i souvent suggeree. C e l u i q ui reve sans r i e n accomplir, qui l i t pour s'oublier lui-meme et egalement l a r e a l i t e autour de l u i , cherche peut-etre a s'evader. S ' i l est profonde- ment a l i ^ n e , i l va s'evader par l e sui c i d e , comme l'o n t f a i t Werther et ses semblables, a i n s i que Nerval. "Nodier manqua d'etre Nerval" est 1*opinion de J . Gaulmier,"'"3 et l e t i t r e meme de l ' a r t i c l e permet deja l a r e f u t a t i o n . Nerval s ' i d e n t i f i a avec ses reves, i l l e s vecut jusqu'au moment oil i l n'eut plus l a force de s'en detacher et de f a i r e face au r e e l . C'est a l o r s q u ' i l succomba et se s u i c i d a . Mais a l'exception d'una f a i b l e t e n t a t i v e de sui c i d e dans sa jeunesse, Nodier a combattu avec succes toute t e n t a t i o n de ce genre par une a c t i v i t e enorme non seulement dans des domaines s c i e n t i f i q u e s qui echappent a notre con- naissance, mais aussi dans l e domaine de l a l i t t e r a t u r e . Tenant compte de 1*importance que Nodier accorde au fantastique et aux types dans l a l i t t e r a t u r e selon ses essais theoriques, i l s e r a i t plus approprie de v o i r dans son oeuvre une autre i l l u s t r a t i o n de l a theorie s t r u c t u r a l e de Northrop Frye; "the archetypal function of l i t e r a t u r e i n v i s u a l i z i n g the world of desire, not as an escape from ^ r e a l i t y * , but as the genuine 14 form of the world that human l i f e t r i e s to i m i t a t e . " Les c r i t i q u e s de Nodier ont presque tous l a i s s e de cote 1*activite" de c r i t i q u e de Nodier, s o i t q u ' i l s ne l*aientr,pas.con- 18 sideree d'importance dans le sens l i t t e r a i r e , soit qu'elle leur a i t ie te effeetivement inconnue. Ceci ne serait pas trop surprenant, etant donne que meme Rene Wellek, dans son grande oeuvre A History of Modern Crit ic ism (1955) n© mentionne pas Nodier. Neanmoins, i l y eut deja en 1914 une etude lucide et convaincante de E.M. Schenck, La Part de Charles Nodier dans l a formation des idees romantiques de Victor Hugo, qui a t t i ra l ' a t - tention sur 1'influence considerable de Nodier crit ique sur l a dissemi- nation des idees romantiques, surtout de celles venant de l 'etranger. I I menerait trop l o i n dans le cadre de ce t rava i l de c i ter des oeuvres cr i t iques. I I suf f i t de dire , comme exemples, que Nodier commenta l e l i v r e de Mme de Stael, De l'Allemagne. dans l e Journal des Debats l e 18 novembre 1818, a insi que Peter Schlemihl de Chamisso l e 20 mars 1822. E.M. Schenck donne une bibliographie des publications critiques de Nodier et note: J ' a i tache de faire cette table aussi complete que possible, mais quand i l s 'agit d'un ecrivain comme Nodier, i l serait presomptueux de pretendre jamais o f f r i r un t r a v a i l bibliographique definitif.15 Ce n'est qu'en 1823 que Nodier devint critique romantique. Auparavant, i l avait souvent combattu les exagerations du style noir auquel i l donna l e nom "frenetique". En tant que theoricien du romantisme, Nodier prepara/;outes les idees de l a Preface de Cromwell, ce qui permit a Hugo de les jeter sur papier en quelques jours. On s'est demande pour- quoi Nodier ins is ta sur l a publication en 1829 de ses theories qui se trouvent dans les t rois essais: "Du Fantastique en Litterature" "Des Types en Litterature" et "Quelques observations pour servir a l ' h i s t o i r e de l a nouvelle Ecole L i t t e r a i r e " . 19 E . M . S c h e n c k e x p l i q u e : L u i , q u i a v a i t e t e l e c r i t i q u e d e s d e b u t s d u r o m a n t i s m e , e t a i t o b l i g e d e l i r e q u e l a c r i t i q u e a n t e r i e u r e a l a P r e f a c e n e v a l a i t r i e n e t q u ' o n a t t e n d r a i t u n e n o u v e l l e c r i t i q u e . E n s u i t e , i l v o y a i t t o u t l e m o n d e s ' o c c u p e r d e c e t t e t h e o r i e d u g r o t e s q u e q u i d e p u i s t a n t d ' a n n e e s a v a i t e t e l a s i e n n e . E t P i n g a u d c o n f i r m e : C e l u i q u i s ' e t a i t m o n t r e u n i n i t i a t e u r n o n c h a l a n t , p e u t - e t r e , m a i s i n f l u e n t a s o n h e u r e , s e v o y a i t d e v a n c e , o n p e u t d i r e e s c a m o t e p a r u n d i s c i p l e q u i v o u l a i t t o u t f a i r e d a t e r d e l u i . I l f i n i t p a r l a i s s e r e c h a p p e r d a n s s e s m o m e n t s d ' h u m e u r , q u e l q u e s p r o t e s t a t i o n s e x p l i c i t e s , b i e n q u e d i s c r e t e s , c o n t r e c e t t e c o n d a m n a t i o n a. l ' o u b l i . l ? I I s e m b l e e v i d e n t q u e l a t r a h i s o n d e H u g o c o n t r i b u a a l a c r i s e d e s a n t e c h e z N o d i e r , c r i s e q u i d u r a i t a s s e z l o n g t e m p s e t l e r e d u i s i t a l a r e s i g - n a t i o n s a r d o n i q u e " d e n e f a i r e q u e d e s r i e n s , g e n r e d ' o c c u p a t i o n p o u r l e q u e l j ' a i e u d e t o u t t e m p s u n e s i n g u l i e r e a p t i t u d e . " S c h e n c k n o u s i n f o r m e q u e " s i l a P r e f a c e d e C r o m w e l l j e t a i t q u e l q u e t r o u b l e , S a i n t e - B e u v e e t a i t l a p o u r e n c o u r a g e r l a r u p t u r e , m a i s N o d i e r n e v o u l a i t p a s d e b r o u i l l e . " ! ^ E n t o u t c a s , e n c o r e e n 1965, J e a n R i c h e r s e r a l l i e a S c h e n c k q u i e s t d e 1 * o p i n i o n q u e : L e s s a v a n t s q u i s e s o n t o c c u p e s d e N o d i e r s e s o n t r e n d u l a t S c h e t r o p f a c i l e . l i s o n t r e p e t e t o u t s i m p l e m e n t , l e s u n s a p r e s l e s a u t r e s : L ' a c t i o n c r i t i q u e d e N o d i e r a e t e s u r t o u t o r a l e ; i l e t a i t b r i l l a n t e t s p i r i t u e l c a u s e u r.20 R i c h e r c o n s t a t e q u ' i l f a u d r a i t d ' u r g e n c e - m e t t r e a j o u r l a b i b l i o g r a p h i e d e J e a n L a r a t d a t a n t d e 1923 - p r o c u r e r u n e e d i t i o n s a v a n t e d e s e c r i t s c r i t i q u e s d e N o d i e r ( q u i n ' o n t j a m a i s e t e r a s s e m b l e s m e t h o d i q u e m e n t ) - p u b l i e r u n c h o i x d e s a c o r r e s p o n d a n c e p o u r p e r m e t t r e d ' e c r i r e c e t t e b o n n e b i o g r a p h i e d e N o d i e r q u i m a n q u e t o u j o u r s . 2 1 D e p u i s , e n 1968, u n e t h e s e d e P h . D . i m p o r t a n t e s u r l a 20 crit ique de Nodier fut ecrite par E . J . Bender, qui divise l a vie de Nodier en quatre periodesS 1 . de formation 1780-1800 2. d'etablissement comme ecrivain, de mariage et des d i f f i cu l tes avec le regime Napoleonique 1800-1812 3» des annees les plus productives comme critique l i t t e r a i r e et dans son Salon a l a Bibliotheque de 1'Arsenal 1813-1830 I83O j annee terr ible de depression, de complexes de persecution, de maladie, suivie op 4 . de retrai te , d'evasion dans les contes 1 8 3 0 - 1 8 4 4 . L'exemple de critique conservatrice ci-dessous, datant du 29 aout 1814, peut d'abord etonner, s i 1 'on ne se rend pas compte que Nodier se trouve devant le probleme de def inir l e genre romantique pour eviter que "tout ce qui est detestable ne soit pas attribue a ce nouveau genre. Le genre romantique est un intermediaire monstrueux entre les spectacles de Cirque et ceux de Gemonies. Ce n'est pas seulement pour l a cause d'Aristote et de nos principes l i t t e r a i r e s q u ' i l faut repousser 1 ' invasion de cette maladie germanique, c'est pour cel le de l a saine morale et des regies sociales qui font l a base et l a garantie des Etats. Cette attitude confirme ce que nous venons de dire plus haut, que les romans de Nodier signifient l a f i n de son Wertherisme. Ce sont des anti-romans par 1 'esprit (comme nous allons demontrer au chapitre IV), sinon pas encore par l a forme, bien que Nodier y soit arrive aussi avec sa satire du Roi de Boheme et ses sept chateaux. Le f a i t que personne ne l a comprit fut probablement un autre facteur contribuant a son decouragement et a sa decision prise en I 8 3 O de ne plus ecrire que des contes de fees. Neanmoins, Bender constate que Nodier fut un des premiers critiques a t ra i ter l a l i t terature sur un plan historique i n t e r n a t i o n a l , ^ et i l nous explique l e paradoxe apparent entre l a 21 c r i t i q u e e t l ' o e u v r e d e f i c t i o n d e N o d i e r . I I s ' a g i t d e d i s t i n g u e r n o n s e u l e m e n t e n t r e N o d i e r l e c r i t i q u e e t N o d i e r l ' e c r i v a i n , m a i s e n c o r e e n t r e N o d i e r l ' e c r i v a i n s e r i e u x , e t N o d i e r l ' e c r i v a i n p r e s s e p a r l e s s o u c i s f i n a n c i e r s e t q u i d o i t s ' a c c o m m o d e r a u g o u t d u j o u r p o u r p o u v o i r v e n d r e s e s e c r i t s . ( N o u s p o u v o n s f a c i l e m e n t f a i r e l a c o m p a r a i s o n a v e c B a l z a c e t s e s p r f n i e r e s o e u v r e s ) . M a i s i l e s t s u r t o u t i m p o r t a n t d e s e r a p p e l e r 1 * a t t i t u d e r e a l i s t e d e N o d i e r e n c e q u i c o n - c e r n e l e s s o u r c e s d * i n s p i r a t i o n : " N o s s u p e r s t i t i o n s l e s p l u s p o e t i q u e s " ^ e t " M a i s p o u r q u o i b a n n i r l a m a g i e ? C ' e s t u n e m i n e f e c o n d e q u ' o n a s o u v e n t e x p l o i t e e , s a n s l ' e p u i s e r . . . Q u e l p a r t i n ' e n o n t p a s t i r e A r i o s t e e t l e T a s s e . " ^ T r i l b y e n e s t u n b o n e x e m p l e . M a i s B e n d e r a e n c o r e u n e a u t r e t h e o r i e : c e l l e d e l a s y n t h e s e d u c l a s s i c i s m e e t d u r o m a n t i s m e q u e N o d i e r a c h e r c h e e d a n s s o n o e u v r e p a r l a f u s i o n d u l a n g a g e c l a s s i q u e e t d e s i d e e s n o u v e l l e s , comme d a n s s a v i e , n o u r r i e a u d e b u t d ' i d e e s c l a s s i q u e s , e n s u i t e j e t e e d a n s l e s t u r b u l a n c e s d e l ' e p o q u e r e v o l u t i o n - n a i r e . S m a r r a e n e s t l ' e x e m p l e p a r f a i t . C e t t e p r e t e n d u e " t r a d u c t i o n " d ' A p u l e e a. l a f o r m e g r e c q u e , e t a u t h e m e f r e n e t i q u e d e s c a u c h e m a r s e x p r i m e d a n s u n l a n g a g e p o e t i q u e e x q u i s m a i s s o u m i s a 1 ' i n c o h e r e n c e d u r e v e , s e p r e t e m i e u x q u ' a u c u n e a u t r e o e u v r e d e N o d i e r a p r o u v e r p Q c e t t e t h e o r i e . L ' o r i g i n a l i t e d e l ' o e u v r e e s t i n c o n t e s t a b l e , c ' e s t p o u r q u o i e l l e n e t r o u v a p a s u n a c c u e i l f a v o r a b l e . N o u s a l l o n s r e t r o u v e r c e meme a c c u e i l a l a p u b l i c a t i o n d u R o i d e B o h § m e . B e n d e r e n d i t : H e a c h i e v e d , b e f o r e Mme B o v a r y o r N e r v a l ' s S y l v i e a n d A u r e l i a , t h e s y n t h e s i s b e t w e e n e a r l y r o m a n t i c p e r s o n a l s u b j e c t i v i s m w i t h t h e c o u n t e r - r o m a n t i c o b j e c t i v i s m i n L ' H i s t o i r e d u R o i d e B o h e m e e t d e s e s s e p t c h a t e a u x a n d L a F e e a u x M i e t t e s . ^ 22 On d o i t done rendre j u s t i c e aux c r i t i q u e s de nos jours pour l e u r s e f f o r t s de r e c t i f i e r l'irapression de Nodier transmise par l'int e r m e d i a i r e de ceux qui voulaient f a i r e de l u i un homme b i e n aimable mais ecervele. Nous a l l o n s donner l a parole a quelques autres biographes qui surent d i s t i n g u e r l e s t r a i t s de Nodier de plus pres, en p a r t i e par un soin p a r t i c u l i e r accorde a 1*oeuvre, comme c'est l e cas de P.-G. Castex, ou par l a recherche minutieuse des documents biographiques, comme chez A.R. O l i v e r , et Michel Salomon. Le dernier reprend 1 'aspect r e a l i s t e de Nodier en pretendant que " l e detachement f u t l a vertu maftresse de Nodier."-^ On pourrait peut-etre a r r i v e r a une synthese des opinions opposees sur Nodier en disant q u ' i l chercha toute sa v i e l e detachement comme vertu maitresse. I l n'y parvint certainement pas tout l e temps; ses l e t t r e s et ses acces de maladie en sont temoins. Mais son oeuvre, et l e f a i t q u ' e l l e evolue d'une sombre melancolie vers des contes moralistes impregnes de confiance dans l a bonte ultimo de l'homme, done d'un optimisme incurable et incompatible avec l e cynisme, prouve que sa l u t t e toute personnelle d o i t a v o i r ete couronnee de succes. C'est dans ce sens seulement qu'on peut accepter l ' a f f i r m a t i o n s i souvent repetee q u ' " i l demeura enfant toute sa vie. " 3 1 Salomon peint Nodier en moraliste. Meme en tant que "Wertherien q u ' i l e t a i t de naissance,- mais seulement dans l a c o n v i c t i o n que l e bonheur n'est pas f a i t pour l u i - i l se modelait p l u t o t sur Rousseau, un Saint-Preux wertherise."-^ Pourtant, i l v o i t a u s s i 1'autre cote de Nodiers S i souffrante que parut sa s e n s i b i l i t e et sincere l e ton de sa desolation, l e mai du jeune e c r i v a i n - deja l e mai du s i e c l e - e t a i t assez imaginaire pour que 23 s o n i m a g i n a t i o n meme l ' e n p u t g u e r i r . I I f i t m i e u x q u e s ' e n d i s t r a i r e ; i l s ' e n m o q u a . L e D e r n i e r C h a p i t r e d e m o n R o m a n e s t l ' e c h a p p e e d ' u n e g a i t e v i v e , h a r d i e , - t r o p h a r d i e , - q u i s e j o u e s u r u n f o n d v u l g a i r e , ^ J e a n L a r a t s ' e s t v r a i m e n t d e v o u e a N o d i e r ; i l a e t a b l i s a p r e m i e r e b i b l i o g r a p h i e , e t s o n o e u v r e , L a T r a d i t i o n e t l ' e x o t i s m e d a n s l ' o e u v r e d e C h a r l e s N o d i e r , e s t t r e s c o n s c i e n c i e u s e . I I c h e r c h e a f o u r n i r u n e e x p l i c a t i o n p s y c h o l o g i q u e d e l a q u a s i - s c h i z o p h r e n i e d e N o d i e r d a n s 1 * h e r i t a g e d e s a m e r e : I I s e p o u r r a i t q u e d e c e s i r r e g u l a r i t e s d u c a r a c t e r e d e s a m e r e ( q u i e u t d e u x e n f a n t s i l l e g i t i m e s ) , N o d i e r a i t g a r d e q u e l q u e t e n d a n c e a u d e s a r r o i . - ^ I I s e r a r e s e r v e a l a b i o g r a p h i e p a r O l i v e r , C h a r l e s N o d i e r , P i l o t o f R o m a n t i c i s m , d e d o n n e r 1 ' e x p l i c a t i o n l a p l u s e l e m e n t a i r e : 1 * e n f a n t s o u f f r i t d e s o n e t a t d • i l l e g i t i m i t e " q u i f u t u n e v r a i e h o n t e a. c e t e m p s - l a . S e l o n O l i v e r , s a v i e e t s o n o e u v r e n e r e p r e s e n t e n t q u ' u n e q u e t e c o n s t a n t e d e 1 ' a m o u r . C e l a s e p e u t , m a i s n e s e r a i t p a s n e c e s s a i - r e m e n t u n e c o n s e q u e n c e d ' u n m a n q u e d ' a m o u r m a t e r n e l . L ' i n s e c u r i t e d e s a v i e d ' e n f a n c e , d e s e s e n t i r d e d a i g n e comme b a t a r d , d o i t a v o i r p r o - d u i t d e s c o m p l e x e s d ' i n f e r i o r i t y , d ' o u l e d e s i r d e c a c h e r l e s c i r c o n - s t a n c e s d e s d e b u t s d e s a v i e , e t p a r i n s t i n c t d e c o m p e n s a t i o n , l e d e s i r d e l a g l o i r e l i t t e r a i r e , e t d e l a r e c o n n a i s s a n c e p a r l ' e l e c t i o n a l ' A c a d e m i e , e n c o n t r a d i c t i o n f l a g r a n t e a v e c s e s o p i n i o n s s u r l a v a l e u r d e c e t t e I n s t i t u t i o n e t a v e c s e s n o m b r e u s e s s a t i r e s . C e t t e i n s e c u r i t y e x p l i q u e a u s s i 1 ' h a b i t u d e " d o n t i l n e s e d e l i v r a j a m a i s , d e p r e n d r e p l a i s i r a s e d e n i g r e r l u i - m e m e , " 3 5 b i e n q u ' i l s o i t c l a i r q u ' i l f u t f i e r d e s o n t r a v a i l d a n s t o u s l e s s e n s . S a m o d e s t i e e x a g e r e e e s t m i s e e n d o u t e p a r u n e t a l a g e d ' e r u d i t i o n d a n s s e s n o m b r e u s e s p r e - f a c e s s i s o u v e n t e n c o n t r a s t e v o u l u a v e c l a s i m p l i c i t y d u s t y l e d u 24 r e c i t q ui s u i t . L'education peu orthodoxe de l'enfant contribua aus s i au developpement d'une imagination vive qui n'est d'abord que c u r i o - s i t e , s o i f de connaissances. ELle depasse v i t e cette etape pour se tourner vers l'inconnu. Larat estime que Nodier developpa son goilt pour l a conspiration aussi b i e n que sa c u r i o s i t e pour l'illuminisme pendant son as s o c i a t i o n avec l e s Philadelphes, b i e n que Pingaud, q ui en f i t une etude speciale, n'y v o i t que des reunions l i t t e r a i r e s et gastronomiques.^ Mais l e s mentions d'illuminisme se m u l t i p l i e r o n t et ne pourront plus etre passees sous s i l e n c e , car l'illuminisme f o u r n i r a l a c l e f a l a comprehension d e f i n i t i v e de Nodier. Tous l e s biographes t r a i t e n t l e s oeuvres de Nodier dans l e u r ordre chrDnologique, ce qui est normal pour montrer une evolution. Dans l e cas de Nodier, nous voyons pourtant t r e s peu d'evolution, mais p l u t o t deux f i l s p a r a l l e l e s : 1 'extravagance emotionnelle apparente, ce qu'on appelle wertherisme, et qui f e r a place au "frenetique sentimental, comme dans Jean Sbogar. Ensuite i l y aura des contes fantastiques, t r a i t e s par l a plupart des c r i t i q u e s comme jeu de relassement ou d*eva- si o n dans l e reve, et un retour a l a sentimentalite dans l e s Souvenirs de Jeunesse. A cote, et presque en meme temps, i l y a des e c r i t s l i b e r t i n s q ui semblent annuler 1 'explosion d'emotion, des s a t i r e s g e n t i l l e s et mordantes, des jeux s t y l i s t i q u e s , dont beaucoup de c r i - tiques ne font meme pas mention, comme l a s e r i e de contes s i g n i f i c a t i f s sur P o l i c h i n e l l e ; et encore un dernier Souvenir de Jeunesse dans l a veine l i b e r t i n e . L ' i n t e r p r e t a t i o n des biographes se comprend: Nodier est une nature double, sinon m u l t i p l e , qui garde son e q u i l i b r e par l'emploi de "soupapes de surete " 3 7 Apres tout, i l se peint lui-meme: 25 MMon caractere est compose des elements l e s plus heterogenes, et je ne me ressemble pas pendant dix minutes consecutives." L'auto- p o r t r a i t f a n t a i s i s t e que Jean Richer publia en I965 montre un des moments assez l i b e r t i n s ou i l se moque completement de lui-meme tout en a f f e c t a n t de l'audace et un s t y l e qui presage Henri Michaux. Mais on s'efforce de rendre j u s t i c e a ce Nodier fascinant par sa d i v e r s i t e , tache qui devient plus f a c i l e de nos jours parce que chaque point de vue d i f f e r e n t apporte quelque g r a i n de v e r i t e . C'est a l o r s un choc de l i r e un jugement publie en 1964 qui ne se distingue que par une igno- rance extraordinaire de l a v i e comme de l'oeuvre de Nodier. L ' a r t i c l e de Roger Duhamel porte son propre jugement dans l a premiere phrase: On n'accorde plus beaucoup d'attention a l'oeuvre l i t t e r a i r e de Charles Nodier; quelques t i t r e s sur- vivent et NOUS DISPENSBNT DE LIRE LES LIVRES.39 Ensuite, i l se met a peindre un Nodier introuvable dans l e s biographies, a moins de rechercher tous l e s points negatifs qu'on puisse trouver chez O l i v e r , dont l'oeuvre est e c r i t e d'un ton t r e s f a m i l i e r f a i s a n t para£tre l e jeune Nodier comme un hippie moderne. En e f f e t , Duhamel l e s c u e i l l e et l e s repete d'une maniere v i t r i o l i q u e : Nodier n'a pas encore 20 ans q u ' i l fume deja de 1*opium ... en attendant i l mene une v i e de d i s s i - pation, buvant ferme et troussant v o l o n t i e r s l e s jupons. Sous l ' i n f l u e n c e conjuguee des stupefiants et d'une imagination debridee, i l est incapable de r i e n f a i r e a l a commune mesure; i l l u i faut se depasser - et surtout depasser l e s l i m i t e s du bon sens ... beaucoup plus t a r d , i l songera a poser en poete martyr . . . A quoi se ramene l'oeuvre de Nodier? Comment se f a i t - i l q u'elle s o i t b i e n i n f e r i e u r e a l a reputation qu'elle l u i a meritee? ... Selon cet expert, Hugo se s e r a i t i n s p i r e aupres de Sainte-Beuve pour sa Preface de Cromwell. I I accorde aussi a ce c r i t i q u e l'honneur de 26 l a r e m i s e e n v a l e u r d e R o n s a r d , b i e n q u e S a i n t e - B e u v e l u i - m e m e a i t a d m i s : A d e s e n d r o i t s u n p e u m o i n s a n t e d i l u v i e n s , e t o u n o u s n o u s s e n t i r i o n s p l u s a meme d e p r e n d r e p a r t i , i l n o u s s e m b l e q u e N o d i e r , e * r u d i t , n e t r i o m p h e j a m a i s p l u s s f i r e m e n t , n e s ' e b a t j a m a i s a v e c u n e p l u s h e u r e u s e l i c e n c e , q u ' e n p l e i n X V T e m e s i e c l e , 1 E t M i c h e l S a l o m o n v a e n c o r e p l u s l o i n e n a f f i r m a n t q u e " d e j a a l ' E c o l e C e n t r a l e , i l s ' i n t e r e s s e p l u s a u x a u t e u r s d u l6eme q u ' a c e u x d u 17eme e t l8eme s i e c l e . T r e n t e a n s a v a n t S a i n t e - B e u v e , i l d e c o u v r e R o n s a r d . O n n e p e u t q u e s o u r i r e a l a n a i V e t e s u i v a n t e : I I y a d ' a b o r d l e s c o n t e s r e l e v a n t d e l a f a n t a s m a g o r i e l a p l u s d e r o u t a n t e ; n o u s p a r l e r i o n s a u j o u r d * h u i d e l a l i t t e r a t u r e d ' h o r r e u r . S m a r r a d e m e u r e l e p l u s t e r r i - f i a n t c h e f - d ' o e u v r e . L e s c o n t e s r e l i g i e u x , n o t a m m e n t l a L e g e n d e d e S o e u r B e a t r i c e , o n t p l u s d e s e d u c t i o n . 3 E n s u i t e l ' a u t e u r m e t s u r l e meme p l a n d e s o e u v r e s s i d i f f e r e n t e s q u ' o n e s t s u r q u ' i l n ' a p a s l u l e d e r n i e r : C ' e s t d a n s l e s h i s t o i r e s d e f e e s , T r ^ s o r d e F e v e s e t F l e u r s d e P o i s o u L a F e e a u x M i e t t e s q u e N o d i e r a t t e i n t a l a p e r f e c t i o n d u g e n r e . R e c h e r c h e r d a n s c e s c o n t e s d e s i n t e n t i o n s m o r a l i s a t r i c e s o u meme u n s y s t e m e p h i l o - s o p h i q u e s e r a i t b i e n p r e ' s o m p t u e u x ; N o d i e r n e v i s e p a s s i h a u t . . . H e u r e u s e m e n t , u n c r i t i q u e d e l ' e n v e r g u r e d e P i e r r e - G e o r g e s C a s t e x n o u s e p a r g n e l a r e p o n s e a c e g e n r e d i f f a m a t o i r e d e c r i t i q u e . I I a t r o u v e a s s e z d ' i n t e r e t e t d e v a l e u r d a n s l e s c o n t e s d e N o d i e r p o u r l e s e d i t e r d e n o u v e a u e n 196l e t d e f a i r e p r e c e d e r c h a q u e g r o u p e d ' u n e i n t r o d u c t i o n s o i g n e u s e e t p l e i n e d ' e x p l i c a t i o n s . L e g r o u p e m e n t , c e r t e s , e s t t o u j o u r s a r b i t r a i r e , e t r e f l e t e 1 ' i n t e r p r e t a t i o n d e C a s t e x d a n s l e s e n s d ' u n e e v o l u t i o n d e l a p e n s e e d e N o d i e r p a r t a n t d u w e r t h e r i s m e e t a b o u t i s s a n t a u m y s t i c i s m e , e n p a s s a n t p a r l e c y c l e 27 f r e n e t i q u e , l e c y c l e e c o s s a i s , l e c y c l e d e s i n n o c e n t s , l e c y c l e d u d e r i s e u r s e n s e , e t l e s f a n t a i s i e s e t l e g e n d e s , e t e n l a i s s a n t d e c o t e t o u s l e s e c r i t s q u i n e s ' a d a p t e n t p a s a c e s c h e m a . I l y a u r a i t d o n e a s s e z a r e d i r e s u r l e c h o i x , m a i s c e l a s e r a i t u n e d i g r e s s i o n d u s u j e t d e c e t r a v a i l . C e q u i n o u s i n t e r e s s e , c ' e s t q u e C a s t e x q u i p e n e t r e , a u c o u r s d e s o n a n a l y s e d i v i s e e e n p r e f a c e s a u x c y c l e s m e n t i o n n e s , j u s q u ' a u m y s t i c i s m e d e N o d i e r , s u j e t s o i g n e u s e m e n t e v i t e p a r t o u s l e s a u t r e s b i o g r a p h e s , n e v o i t t o u j o u r s q u e d e s " c h S t e a u x e n E s p a g n e " d a n s l e s c o n t e s d e N o d i e r ; u n e e v a s i o n , p a r c e q u e N o d i e r a d i t m a i n t e s f o i s l ' a g r e m e n t q u ' i l p r e n a i t a. l e s c o m p o s e r e t " q u ' i l s o n t u n c h a r m e q u i l e c o n s o l e e t l e f o n t v i v r e d ' u n e v i e q u i n ' a r i e n d e comraun a v e c l a v i e p o s i t i v e d e s h o m m e s ; q u e d a n s T r i l b y 1 ' h e r o i n e s u c c o m b e e t s e p e r d . . . 1 * i m p r e s s i o n d o m i n a n t e d e t r i s t e s s e n e s e l a i s s e p a s d i s s i p e r ; ^ q u e l ' e x p o s e d e l a t h e o r i e d e l a p a l i n g e n e s i e h u m a i n e ( c a m o u f l a g e s c i e n t i f i q u e p o u r l e t e r m e m y s t i q u e d e r e i n c a r n a t i o n ) l u i s o n t " d e t e l l e s f a n t a i s i e s I1 \^ q u ' e n f i n , a p r e s a v o i r e x p o s e e n d e t a i l l ' i l l u m i n i s m e d e N o d i e r , i l c o n c l u t : A i n s i s ' a c h e v e l ' e x a l t a n t e c o n s t r u c t i o n d u r e v e u r . G r a t u i t e , c e r t e s , comme a p p a r a l t g r a t u i t e a l ' i n - c r o y a n t t o u t e a f f i r m a t i o n n o n d e m o n t r e e . C ' e s t d o m m a g e q u e C a s t e x , comme t q n t d e c r i t i q u e s m o d e r n e s , a n e m e n - t i o n n e r q u ' E t i e m b l e , e u t d e d a i g n e d ' e t u d i e r l e s b a s e s d e l ' i l l u m i n i s m e , e x p o s e e s d a n s L e s S o u r c e s O c c u l t e s d u R o m a n t i s m e d e A . V i a t t e . 11 a u r a i t v u a l o r s q u e l e s i d e e s d e N o d i e r n e s o n t p a s s e s c o n s t r u c t i o n s a l u i , m a i s e m p r u n t e e s a. S a i n t - M a r t i n , a S w e d e r i b o r g e t a u x R o s e - C r o i x . P o u r c o m p r e n d r e 1 • u n i f o r m i t e t h e m a t i q u e d a n s l ' o e u v r e d e N o d i e r , i l f a u t r e n v e r s e r l ' o r d r e d ' e t u d e e t c o m m e n c e r p a r l e s d e r n i e r e s o e u v r e s . L a , 2 8 enfin, Nodier ne se cache plus, mais donne l i b r e cours a l'expression de ses convictions. Nous reprendrons l a philosophie plus l o i n , mais sa vulgarisation represente une survie sur un plan plus eleve qui ne peut etre a t t e i n t qu'a travers sa "correspondance" sur terre: l'amour pur, f i d e l e et contrarie sur ter r e , et par l a f o i absolue. Vus sous ce jour, tous l e s contes sont des variations sur un theme, drapes selon l a mode du jour, done a l a Werther dans l e s Souvenirs de Jeunesse. Cela n'empeche pas 1'experimentation avec l e s styles comme dans Smarra, et l a poursuite de buts purement a r t i s t i q u e s , mais au moins nous avons une explication pour l e s soi-disant prologue et epilogue s i deroutants: l'amour de L i s i d i s sauvera l e heros du cauchemar, symbole de cette v i e : L i s i d i s , L i s i d i s , s i je ne me suis pas trompe en entendant ta voix, t a douce voix, tu dois etre la., pres de moi ... t o i seule peux me d e l i v r e r des . ft prestiges et des vengeances de Meroe ... Delivre-moi ... La femme angelique sauve l'homme condamne. Nodier preche l e Swederiborg- ianisme l e plus ouvert dans T r i l b y , conte ou Jeannie ne succombe pas, mais est seule, parmi tous l e s Chretiens superstitieux, capable d'un amour desinteresse pret a se s a c r i f i e r , et qui se termine par: M i l l e ans sont s i peu de temps pour posseder ce qu'on aime, s i peu de temps pour l e pleurert ' La mort qui termine tous l e s amours sensuels rSves avant q u ' i l s ne s'aceomplissent, est l a condition necessaire que nousttrouvons surtout aussi chez Novalis, pour atteindre a cette eternite d'un amour superieur. Ce n'est pas un hasard que l e premier amour de Nodier porte l e nom Seraphita et a i t deux ans de plus que l u i ; e l l e a une fonction aussi symbolique dans sa vie que les femmes qui suivent. Dans Lydie ou l a Resurrection. Nodier nous montre meme comment l a f o i consideree comme 29 f o l i e p a r l e s n o n - i n i t i e s p e u t d o n n e r a c c e s a c e d o m a i n e i n t e r m e d i a i r e p e n d a n t l e s o m m e i l . I I e s t i n d i q u e d e s e r a p p e l e r i c i q u e l e s " f o u s " d e N o d i e r , comme J e a n - F r a n c o i s - l e s - b a s - b l e u s , M i c h e l e t L y d i e , l e s o n t s e u l e m e n t a u x y e u x d ' a u t r u i e t q u ' i l s s o n t b i e n c a p a b l e s d e s ' a n a - l y s e r . M a i s i l s s o n t d ' u n e f r a g i l i t y p h y s i q u e q u i l e s p r e d i s p o s e a d e s p e r c e p t i o n s d ' u n s i x i e m e s e n s . A u j o u r d ' h u i l a p a r a p s y c h o l o g i e s ' o c c u p e d e c e s c a s d e " E . S . P . " a v e c l ' i n t e r e t l e p l u s v i f . N o d i e r a d i t q u e p o u r f a i r e c r o i r e , i l f a u t c r o i r e . E t i l d e v i e n t e v i d e n t q u e N o d i e r f u t c r o y a n t , e t q u e l ' i l l u m i n i s m e l e s a u v a a p r e s s a c r i s e d e 1829, n o n p a s p a r l ' e v a s i o n , m a i s p a r l ' a c t i v i t e q u a s i m i s s i o n n a i r e . S o n e s s a i s u r M L e F a n t a s t i q u e e n L i t t e r a t u r e " e x p o s e s e s i d e e s s u r l e p o u v o i r e t l e d e v o i r d u p o e t e , i d e e s q u i c o i n c i d e n t e n c o r e a v e c l e s i d e e s d e R o n s a r d e t d e N o v a l i s . 11 s e d o u b l e d e m o r a l i s t e s o c i a l p a r 1 ' e x p o s i t i o n d e s b e n e f i c e s d u t r a v a i l m a n u e l d a n s L e s q u a t r e T a l i s m a n s , L e G e n i e B o n h o m m e , L a F e e a u x M j e t t e s , e t L y d i e o u l a R e s u r r e c t i o n . N o u s a v o n s v u q u e N o d i e r s e c a c h a t o u j o u r s a m o i t i e , c e q u e J u l e s V o d o z e x p l i q u e p a r u n e s o r t e d * a r r o g a n c e , d e raepris: S e c o n t e n t e r d e s a v i e i n t e r i e u r e , d e l a " v i e r e e l l e " , c ' e s t n ' a c c o r d e r q u ' u n e i m p o r t a n c e t r e s s e c o n d a i r e a. l a v i e q u e l ' o n r e c o i t d u d e h o r s , s e s e p a r e r d e s f o r m u l e s d e v e r i t e e t d e m o r a l e c o n s a c r e e s p a r l a S o c i e t e , e t m a n i f e s t e r s o n m e p r i s d e s h o m m e s e t d e s c h o s e s . C ' e s t , e n d ' a u t r e s t e r m e s , c a c h e r a s e s s e m b l a b l e s s e s v r a i s s e n t i - m e n t s , r e v e t i r u n m a s q u e , e t c ' e s t l a l e d e f a u t d e s i n c e - r i t y , l a m a n i e d e d o n n e r d e s e n t o r s e s a l a v e r i t e , q u e l ' o n r e p r o c h e a N o d i e r . . . . I I s e r a i t e t o n n a n t q u ' i l n ' e n e u t p a s e t e a i n s i . I l a v a i t t r o p l e s e n t i m e n t d e s o n i m p u i s s a n c e a s e m e t t r e e n h a r m o n i e a v e c u n e S o c i e t e q u i n ' a d m e t t a i t p a s 1 * i r r e g u l a r i t y , l ' i n d e p e n d a n c e , l e n o n - c o n f o r m i s m e , e t n e t o l e r a i t p a s c e u x q u i v i v a i e n t " e n m a r g e " d ' e l l e - m e m e . * 0 O n p e u t d i r e q u e s o u s l e j o u r d e c e q u i p r e c & d e , s e c a c h e r f u t meme u n e n e c e s s i t y p o u r l e m y s t i q u e a f i n d e s e p r o t e g e r c o n t r e l ' i n c o m p r e - h e n s i o n e t l e r i d i c u l e , t o u t e n d o n n a n t e x p r e s s i o n a s e s c o n v i c t i o n s d a n s u n g e n r e q u i a t t e i n d r a i t l e s m u l t i t u d e s e t p o u r r a i t d o n e a v o i r p l u s d * e f f e t e d u c a t i f q u e l e s e c r i t s e s o t e r i q u e s r e s e r v e s a u x r a r e s i n i t i e s . 31 NOTES DE REFERENCE CHAPITRE I I 1 SAINTE-BEUVE, C . - A . , Portraits L i t tera i res , p.446 2 WIESE, Oskar, "Kritische Beitraege zur Geschichte der Jugend und Jugendwerke Nodiers 1780-1812", Richt l inien: Die vorliegende Arbeit wuerde nicht nach dem Sinn des Mannes sein, von dem sie handelt, er wuerde sie verwerfen, weil sie sein Leben und Wirken ruecksichtslos und kal t - bluetig vom Standpunkt jener "verite posit ive, l a verite des indifferents et des sages, l a verite des penseurs et pedants (Souvenirs de Jetinesse)" zu beurteilen versucht, die Nodier verachtete und die er zu fuerchten hatte. 3 i b i d , , p.29 4 OLIVER, A . S , , P i l o t of Romanticism, p.21 5 WIESE, Oskar, o p . c i t . , p.37 6 LARAT, Jean, La Tradition et l'exotisme dans l'oeuvre de Charles Nodier, p.23 7 WIESE, Oskar, o p . c i t . , p.38 8 BRANDES, Georg, Main Currents i n Nineteenth Century Literature, p.6l: Two suicides and a retreat to a nunnery was the regulation ending i n those days. 9 WIESE, Oskar, o p . c i t . , p.40, "Werther-Stimmung" 10 BRANDES, Georg, L'Ecole Romantique en France, p. 34 11 i b i d . , p.38 12 V0D0Z, Jules, "La Fee aux Miettes. Essai sur le role du sub- conscient dans l'oeuvre de Charles Nodier", p . i x 13 GAULMIER, J . , "Nodier manqua d'etre Nerval", Figaro L i t te ra i re , Paris , (*• Jan. 1958) P»3 14 FRYE, Northrop, Anatomy of Cri t ic ism, "Archetypal Cr i t i c i sm" , p.184 15 SCHENCK, E.Jt , La Part de Charles Nodier dans l a formation des idees romantiques de Victor Hugo, p.129 16 i b i d . , p.118 32 17 PINGAUD, Leonce, La Jeunesse de Charles Nodier, p.138 18 Lettre de Charles Nodier a Jean de Brye du 19-12-1829, citee par J . Richer dans "Autour de l ' H i s t o i r e du Roi de Boheme". p.9 19 SCHENCK, E .M. , o p . c i t . , p.121 20 i b i d . , p.24 21 RICHER, Jean, "Nodier par lui-meme - un autoportrait fantais iste" , p.553 22 BENDER, E .G. , "Charting French Romanticism: the cr i t ic ism of Charles Nodier", p.6 23 i b i d . , p.140 Zk i b i d . , p.35 25 i b i d . , p.58 26 i b i d . , p.74, Nodier himself has usually been associated with the fantastic current i n French l i terature of the early 19th century, and i n view of the attitudes just presented, i t might be assumed that he was a t ra i tor to the principles put forth i n his l i t e r a r y c r i t i c i sm. Here i t i s a question of distinguishing not only Nodier the c r i t i c from Nodier the writer, but also Nodier the creator from Nodier the impecunious hack writer . I t i s also important to keep i n mind Nodier's suggestion to novelists for sources of inspirat ion: "Nos superstitions les plus poetiques". 27 i b i d . , p.113 28 i b i d . , p.77 29 i b i d . , p.86 30 SALOMON, Michel, Charles Nodier et le groupe romantique, p . v i 31 i b i d . , p.313 32 i b i d . , p.262 33 i b i d . , p.263 34 LARAT, Jean, o p . c i t . , p.8 35 PINGAUD, Leonce, o p . c i t . , p.72 36 LARAT, Jean, o p . c i t . , p.15 33 37 S A I N T E - B E U V E , C . - A . , o p . c i t . , p.458 38 P I N G A U D , L e o n c e , o p . c i t . , p.57 39 D U H A M E L , R o g e r , " D e n o u v e a u x n o m s , d e s o e u v r e s n o u v e l l e s " , R e v u e d e 1 » U n i v e r s i t y d«O t t a w a , X X X I V (1964), p.191 40 i b i d . , p.192 41 S A I N T E - B E U V E , o p . c i t . , p.4?l 42 S A L O M O N , M i c h e l , o p . c i t . , p.19 43 D U H A M E L , R o g e r , o p . c i t . , p.193 44 i b i d . 45 N O D I E R , C h a r l e s , C o n t e s , E d i t i o n C a s t e x , 1961, p.155 4£ i b i d . , p.93 47 i b i d . , p.176 48 i b i d . , p . 7 6 49 i b i d . , p.145 50 V O D O Z , J u l e s , o p . c i t . , p . x i i i e t p.5 34 C H A P I T R E I I I . L ' I N F L U E N C E A L L E M A N D E G E N E R A L E D A N S L ' O E U V R E D E N O D I E R P o u r p o u v o i r a r r i v e r a d e s c o n c l u s i o n s v a l a b l e s s u r c e t t e q u e s t i o n , i l f a u t d ' a b o r d c h e r c h e r a r e s o u d r e l e p r o b l e m e s u i v a n t : N o d i e r e t a i t - i l c a p a b l e d e l i r e l ' a l l e r a a n d d a n s 1 ' o r i g i n a l o u d e p e n - d a i t - i l d e t r a d u c t i o n s ^ f o r t p e u n o m b r e u s e s e t p e u e x a c t e s d ' a i l l e u r s e n t r e 1 8 0 0 e t I 8 3 O . C ' e s t p o u r q u o i J o s e p h T e x t e r e p o n d a s a p r o p r e q u e s t i o n : " Q u e l l e i n f l u e n c e 1 ' e s p r i t a l l e m a n d a - t - i l e x e r c e s u r l ' e s p r i t f r a n c a i s ? " * p a r " t r e s p e u , i l y a d e s e c h a n g e s a d e s n i v e a u x d i f f e r e n t s . " I I a j o u t e : " O n s e f i g u r e q u e l ' A l l e m a g n e c o n s i s t e d e G o e t h e , S c h i l l e r , H e r d e r , K l o p s t o c k . . . i l s l ' o n t s e n s i b l e m e n t p l u s a i m e e q u e c o n n u e . " ^ I I f a i t a l l u s i o n a Mme d e S t a e * l q u i f u t l ' i n t e r - m e d i a i r e e n t r e l e s d e u x p a y s e t a d m e t q u e " l a p l u s g r a v e i g n o r a n c e d e s R o m a n t i q u e s e t a i t l a l a n g u e , m a l g r e q u ' o n a i m e a m e t t r e d e s e p i - g r a p h i e s a l l e m a n d s e n t e t e d e s e s o e u v r e s . " 3 N e a n m o i n s , i l l e t r o u v e u n e e r r e u r d e s e d e m a n d e r c h e z M u s s e t o u H u g o c o m b i e n d e c o n n a i s s a n c e s 4 d e l a l a n g u e a l l e m a n d e i l s a v a i e n t . D a n s l e c a s d e N o d i e r , c e t t e q u e s t i o n d e l a n g u e e s t d ' u n e i m p o r t a n c e c a p i t a l e p u i s q u e l a p e n s e e r o m a n t i q u e a l l e m a n d e n ' e t a i t p a s e n c o r e r e p a n d u e e n F r a n c e a s o n t e m p s , e t J . T e x t e p e n s e q u e " C h a r l e s N o d i e r f u t p a r m i l e s p e u d e g e n s q u i o n t , p e u t - e t r e , s u 1 • a l l e m a n d " - ' p a r c e q u ' i l e t u d i a a S t r a s b o u r g e t s e j o u r n a e n A u t r i c h e : 3 5 C h a r l e s N o d i e r q u i n e f u t p a s u n g r a n d e r u d i t e n m a t i e r e s d ' A l l e m a g n e , m a i s q u i s a v a i t c o m p r e n d r e e t g o f i t e r l e s e c r i v a i n s a l l e m a n d s , a v a i t d u b e a u c o u p - c ' e s t l u i - m e m e q u i l e p r o c l a m e - a. B u e r g e r , a G o e t h e , a. J e a n - P a u l , e t i l f u t l ' u n d e s f e r v e n t s d ' H o f f m a n n . S a i n t e - B e u v e n o u s d i t d e m e m e : I I n e c o n n u t l o n g t e m p s d e l a l i t t e r a t u r e a l l e m a n d e q u e c e q u i n o u s e n a r r i v a i t p a r Mme d e S t a e l a p r e s B o n n e v i l l e ; m a i s l ' e s p r i t l u i e n a r r i v a i t s u r t o u t : l a B a l l a d e L e n o r e , L e R o i d e s A u l n e s , l a F i a n c e e d e C o r i n t h e , l e S o n g e d e J e a n - P a u l , C h a r l e s M o o r . ' ' ' S e l o n S a i n t e - B e u v e , S m a r r a s e r e c l a m a i t s u r t o u t d ' A p u l e e , t a n d i s q u e J o s e p h T e x t e n o u s d i t q u e c e f u t H o f f m a n n q u i i n s p i r a S m a r r a a N o d i e r . ® E . J . B e n d e r q u i s ' o c c u p a s u r t o u t d e l a c r i t i q u e d e N o d i e r , n o u s a f f i r m e q u e N o d i e r c o n n a i s s a i t a f o n d l a l i t t e r a t u r e a l l e m a n d e , i t a l i e n n e e t a n g l a i s e . ^ D ' a u t r e p a r t , L . R e y n a u d n o u s i n f o r m e q u e S e u l J e a n P a u l , e c r i v a i n s i n o n f a n t a s t i q u e d u m o i n s f a n t a s q u e , e u t u n t r a i t e m e n t d e f a v e u r . I I e t a i t p a r - f a i t e m e n t i l l i s i b l e p o u r u n F r a n g a i s meme R o m a n t i q u e , m a i s i l e t a i t p l e i n d ' a p h o r i s m e s b i z a r r e s e t d ' i m a g e s t a r a b i s c o t e e s , e t c e l a l u i v a l u t b e a u c o u p d e c o n s i d e - r a t i o n a u t o u r d e 1 8 3 0 . 1 0 S i J e a n - P a u l R i c h t e r ( b r e f J e a n P a u l ) f u t p a r m i c e u x q u i i n s p i r e r e n t N o d i e r , c e l u i - c i d u t b i e n e * t r e c a p a b l e d e l e l i r e . Mme d e S t a g l n o u s a s s u r e q u e J e a n P a u l f u t i m p o s s i b l e a. t r a d u i r e , e n meme t e m p s q u ' e l l e n o u s d o n n e u n e d e s c r i p t i o n d e s o n s t y l e : J e a n P a u l a l ' h a b i t u d e s i n g u l i e r e d e r e c u e i l l i r p a r t o u t , d a n s d e v i e u x l i v r e s i n c o n n u s , d a n s d e s o u v r a g e s d e s c i e n c e s , d e s m e t a p h o r e s e t d e s a l l u s i o n s . L e s r a p p r o c h e - m e n t s q u ' i l e n t i r e s o n t p r e s q u e t o u j o u r s t r e s - i n g e n i e u x : m a i s q u a n d i l f a u t d e 1 ' e t u d e e t d e l ' a t t e n t i o n p o u r s a i s i r u n e p l a i s a n t e r i e , i l n ' y a g u e r e q u e l e s A l l e m a n d s q u i c o n s e n t e n t a. r i r e a l a l o n g u e , e t s e d o n n e n t a u t a n t d e p e i n e p o u r c o m p r e n d r e c e q u i l e s a m u s e q u e c e q u i l e s i n s t r u i t . H C e c i n o u s c o n v a i n c , e n p e n s a n t a u s t y l e d e 1 ' H i s t o i r e d u R o i d e B o h e m e . q u e N o d i e r n e d e d a i g n a p a s d e l e p a s t i c h e r . A j o u t o n s e n c o r e l ' a v i s d e 36 M. Salomon que . . . c 'e tai t a l'Allemagne surtout q u ' a l l a i t l a gratitude de Nodier, et parmi tous les Allemands, e l l e choisissait Goethe, sans oublier pourtant Buerger, Jean Paul, n i Hoffmann. A ce dernier i l doit beaucoup, et d'assez bonne heure. I I y a de 1'Hoffmann dans Smarra. "ce reve d'un poete e v e i l l e " . ^ Smarra date de 1821, date a laquelle i l n 'exista i t pas encore de traduction d'Hoffmann, mais nous allons donner, dans le chapitre suivant, un exemple precis d'un emprunt presque l i t t e r a l d'Hoffmann u t i l i s e dans Smarra. ce qui devrait prouver que Nodier l i s a i t l ' a l l e - mand. Du reste, nous savons que Nodier fut bibliographe, scientifique, l inguis te , grammairien, philologue et bibliomane collectionneur de l i v r e s rares. Pour un t e i i n t e l l e c t , auquel Sainte-Beuve attribua un talent extraordinaire pour les langues,^^ i a lecture de l a langue allemande ne pose non seulement pas de probleme insurmontable, mais est bien plutot une necessite. Deja. en 1803, Nodier f i t l i r e a son heros Muenster, l e peintre de Salzbourg, Klopstock plutot qu'Ossian.l^ En 1808, i l donna un cours de l i t terature a Dole dans lequel furent compris Klopstock aussi bien que S c h i l l e r . ^ Pourtant, Bender est de l ' a v i s que Nodier ne savait pas l i r e l'allemand a ce temps-la.*6 n e s t peu probable que Nodier eut pu faire l a crit ique du l i v r e de Mme de Stael, De l'Allemagne. sans connaitre les oeuvres commentees dans 1 'or ig ina l . Son Faust date de 1828, annee ou parut l a traduction du Faust I de Goethe par Nerval. Dedeyan mentionne l ' inf luence de Nodier sur Nerval: "Charles Nodier est, ne l 'oublions pas, un des maitres de Nerval qui subira son influence toute sa vie."^? I I n'est pas impossible que Nodier eQt aide son tres jeune disciple avec sa traduction. 37 C o n s i d e r o n s d o n e comme e t a b l i q u e N o d i e r e u t d i r e c t e m e n t a c c e s a. l a s o u r c e l i t t e r a i r e a l l e m a n d e . A i n s i n o u s p o u v o n s s u p p o s e r q u e c e b i b l i o m a n e e u t l u t o u t e s l e s o e u v r e s d o n t n o u s t r o u v o n s d e s t r a c e s c h e z l u i , q u e c e s o i t d a n s s a v i e , d a n s s a p h i l o s o p h i e o u d a n s s o n o e u v r e . P o u r l e s i d e e s d e s o e u v r e s a p p e l e e s f r e n e t i q u e s , a i n s i q u e p o u r s e s e t u d e s d e s p h e n o m e n e s d e l a f o l i e , d u r e v e e t d u s u b - c o n s c i e n t , i l e s t f o r t p r o b a b l e q u e N o d i e r s e s o i t i n s p i r e d i r e c t e m e n t d u m e d e c i n S c h u b e r t , d o n t l e l i v r e D i e N a c h t s e i t e d e r N a t u r w i s s e n s c h a f t e s t f r e q u e m m e n t m e n t i o n n e p a r H o f f m a n n ( p a r e x e m p l e d a n s l a d i s c u s s i o n d e s F r e r e s S e r a p i o n d u c o n t e L e s M i n e s d e F a l u n ) , a i n s i q u e p a r Mme d e S t a e l . l ^ E l l e e x p l i q u e q u e l e s y s t e m e d e S c h u b e r t s u p p o s e u n e m e t e m - p s y c h o s e a s c e n d a n t e , d e p u i s l a p i e r r e j u s q u ' a l ' e x i s t e n c e h u m a i n e . S c h u b e r t c r o i t a u s s i q u ' i l a e x i s t e d e s e p o q u e s o u l ' h o m m e a v a i t u n s e n t i m e n t s i v i f e t s i d e l i c a t d e s p h e n o m e n e s e x i s t e n s , q u ' i l d e v i n a i t , p a r s e s p r o p r e s i m p r e s s i o n s , l e s s e c r e t s l e s p l u s c a c h e s d e l a n a t u r e . C e s f a c u l t e s p r i m i t i v e s s e s o n t e m o u s s e e s , e t c ' e s t s o u v e n t l ' i r r i t a b i l i t e m a l a d i v e d e s n e r f s q u i , e n a f f a i b l i s s a n t l a p u i s s a n c e d u r a i s o n n e m e n t , r e n d a l ' h o m m e 1 ' i n s t i n c t q u ' i l d e v a i t j a d i s a l a p l e n i t u d e meme d e s e s f o r c e s.19 C e s i d e e s s e r e t r o u v e n t , comme n o u s a v o n s d e j a v u , d a n s b e a u c o u p d e c o n t e s e t d e n o u v e l l e s d e N o d i e r . E . M . S c h e n c k m e n t i o n n e a u s s i S c h u b e r t 20 d a n s s o n e t u d e s u r N o d i e r . S a p r o p r e d i s p o s i t i o n a u d e d o u b l e m e n t a u g m e n t a c e r t a i n e m e n t l ' i n t e r e t d e N o d i e r d a n s c e s t h e o r i e s , e t n o u s s a v o n s d e W e i s s q u e N o d i e r e t a i t f i e r d e s e s c o n n a i s s a n c e s e n m e d e c i n e . C ' e s t M . S a l o m o n q u i a t t i r e n o t r e a t t e n t i o n s u r u n e a u t r e s o u r c e p o s s i b l e d e l ' i n t e r e t d e N o d i e r d a n s l e s e t a t s a n o r m a u x : U n d e s e s a p h o r i s m e s c o u t u m i e r s , c e l u i q u i , a v e c c e s v a r i a n t e s s p i r i t u e l l e s , r e v i e n t l e p l u s s o u v e n t s o u s s a p l u m e , c ' e s t q u e l a f o l i e m e n e a u p l u s h a u t b o n s e n s . • Q u i e m p e c h e q u e c e t e t a t i n d e f i n i s s a b l e d e 1 ' e s p r i t q u e 1 ' i g n o r a n c e a p p e l l e f o l i e , n e l e c o n d u i s e a s o n t o u r a. l a s u p r e m e s a g e s s e p a r q u e l q u e r o u t e i n c o n n u e q u i n ' e s t p a s e n c o r e m a r q u e e d a n s l a c a r t e g r o s s i e r e d e n o s s c i e n c e s i m p a r f a i t e s ? ' O r G o e t h e , d a n s L e s A n n e e s d e v o y a g e d e W i l h e l m M e i s t e r , p r e t e n d , l u i a u s s i , q u e l a f o l i e n ' e s t s o u v e n t q u e l a r a i s o n s o u s u n e a u t r e ( s i c ) . ^ * D a n s s o n e s s a i " D u F a n t a s t i q u e e n L i t t e r a t u r e " ( p . x x x i i ) , N o d i e r r e n d h o m m a g e a u s s i a M u s a e u s , a T i e c k e t a H o f f m a n n , d o n t l e s h e u r e u x c a p r i c e s ( s o n t ) t o u r a t o u r m y s t i q u e s o u f a m i l i e r s , p a t h e t i q u e s o u b o u f f o n s , s i m p l e s j u s q u ' a l a t r i v i a l i t y , e x a l t e s j u s q u ' a 1 » e x t r a v a g a n c e , m a i s r e m p l i s p a r t o u t d ' o r i g i n a l i t e , d e s e n s i b i l i t y e t d e g r S c e . L e u r l e c t u r e . . . c ' e s t l a f o n t a i n e d e J o u v e n a n c e d e 1 ' i m a g i n a t i o n . V o i l a . u n j u g e m e n t q u ' o n p e u t a u s s i b i e n a p p l i q u e r a N o d i e r l u i - m e m e . S i n o u s e x a m i n o n s c e q u e D e d e y a n a a d i r e s u r T i e c k , n o u s n o u s r e n d o n s c o m p t e d e l ' a f f i n i t e d e s e s p r i t s d e T i e c k e t d e N o d i e r , c e s c o n t e m p o - r a i n s q u i p a s s e r e n t t o u s l e s d e u x p a r u n e j e u n e s s e " p r e r o m a n t i q u e " f o u g u e u s e , p o u r s e r a n g e r a s s e z s a g e m e n t d a n s l e m i l i e u j o u r n a l i s t e p o u r g a g n e r l e u r v i e . T o u s l e s d e u x o n t u n e v e i n e l i b e r t i n e q u i l e u r p e r m e t 1 ' a u t o - a n a l y s e e t l e m a i n t i e n d e l ' e q u i l i b r e p a r l ' i r o n i e , d o n t W e l l e k n o u s e x p l i q u e q u e T . S . E l i o t a n d a f t e r h i m I . A . R i c h a r d s c c o n s t a n t l y q u o t e t h e k e y p a s s a g e i n C o l e r i d g e ' s B i o g r a p h i a L i t e r a r i a . d e s c r i b i n g i m a g i n a t i o n a s t h e b a l a n c e o r r e c o n c i l i a t i o n o f o p p o s i t e o r d i s c o r d a n t q u a l i t i e s . . . O p p o s i t e s a n d t e n s i o n s a r e e a s i l y a s s o c i a t e d w i t h i r o n i e s a n d p a r a d o x . T h e a e s t h e t i c u s e o f i r o n y ( n o t m e r e l y r h e t o r i c a l ) c o m e s f r o m F . S c h l e g e l . ^ D e d e y a n d i t d e T i e c k q u e " s e s c o n t e s m e r v e i l l e u x s e c o n t a m i n e n t d ' a c t u a l i t e , p a r l a s a t i r e , d a n s B a r b e B l e u e e t L e C h a t B o t t e . " ^ 3 O n e n t r o u v e b i e n a u s s i c h e z N o d i e r , d a n s t o u s l e s c o n t e s d ' u n d e r i s e u r s e n s e , d a n s P o l i c h i n e l l e . e t s u r t o u t d a n s L e R o i d e B o h e m e e t s e s s e p t c h a t e a u x , d o n t v o i c i u n e x e m p l e d ' a c t u a l i t y p e r d u r a b l e : 39 Comme l a p e n s e e , l a p a r o l e e t l a p r e s s e e t a i e n t l i b r e s a T o m b o u c t o u , P o p o c a r a b o u - l e - C h e v e l u , q u i n e v o y a i t p l u s p e r s o n n e , m a i s q u i l i s a i t t o u t , c o m p r i t q u ' i l n * e t a i t p a s l o i n d ' a r r i v e r a. l a f o r m e l a p l u s p a r f a i t e d e g o u v e r n e m e n t p o s s i b l e : " E t c e p e n d a n t , d i t - i l , s i j e m e t s u n s o t s o u s c e t t e p e r r u q u e s a v a n t e l " U n homme c r u e l e t i n s i d i e u x s o u s c e t t e p e r r u q u e j u d i c i a i r e . . . " U n homme a r t i f i c i e u x e t a v i d e s o u s c e t t e p e r r u q u e a d m i n i s t r a t i v e . . . " U n homme l S c h e e t i r r e * s o l u s o u s c e t t e p e r r u q u e m a r t i a l e . . . " U n h y p o c r i t e p e r v e r s s o u s c e t t e p e r r u q u e c h a s t e e t m o d e s t e q u i a p p e l l e l a c o n f i a n c e e t l e r e s p e c t . . . " A h t m o n D i e u l s ' e c r i a P o p o c a m b o u , e n r a b a t t a n t s e s l o n g s c h e v e u x s u r s e s y e u x , q u ' i l e s t d i f f i c i l e d e g o u v e r n e r l " 2 ^ D e d e y a n c o n t i n u e : M a i s v o i c i q u e T i e c k v e u t s e l i b e r e r d e c e r o m a n t i s m e d o u l o u r e u x e t d e s a s t r e u x . I I a r e c o u r s a u x c o n t e s , a u x t r a d i t i o n s p o p u l a i r e s , comme a 1 ' h u m o u r e t a u f a n t a s t i q u e . . . . T i e c k a t t a q u e l a s a t i s f a c t i o n b e a t e d u p e t i t b o u r g e o i s p h i l o s o p h e e t s e m o q u e d e l a p e d a n t e r i e . ^ 5 Q u ' o n l i s e a v e c a t t e n t i o n l e s p r e f a c e s d e N o d i e r q u i d e b o r d e n t d e r a i l l e r i e s s u r l a p e d a n t e r i e l N o d i e r o s e meme a t t a q u e r l a p r e t e n t i o n d e l a n o b l e s s e d a n s A d e l e . P o u r t a n t , T i e c k f i n i r a comme r e a l i s t e q u i a t t a q u e r a t o u t e l a m y s t i q u e m e d i e v a l e d u r o m a n t i s m e a l l e m a n d , t a n d i s q u e n o u s a v o n s v u N o d i e r d e v e n i r d e p l u s e n p l u s o c c u p e " d u f a n t a s t i q u e d u r e v e s u a v e e t p r e s q u e v o l u p t u e u x , a p p a r t e n a n t a u n g e n r e o u l ' a n g e - l i s m e l ' e m p o r t e s u r l e d i a b o l i s m e . " C e t t e c i t a t i o n a v a i t p o u r s u j e t N o v a l i s , d o n t l ' o e u v r e l a i s s a a u s s i m a i n t e s t r a c e s c h e z N o d i e r . L e u r i n s p i r a t i o n c o m m u n e e s t 1 ' i n f l u e n c e d u n a t u r a l i s m e m y s t i q u e q u i f u t p l u s g r a n d e q u e c e l l e d e l a l i t t e r a t u r e . S a i n t - M a r t i n s ' i n i t i a a u x r e v e r i e s d e B o e h m e , e t l e s d o c t r i n e s d e l ' i l l u m i n i s m e g e r m a n i q u e s e r e p a n d a i e n t d a n s l a f r a n c - m a c o n n e r i e . S o u s c e s d i v e r s e s i n f l u e n c e s , a u x - q u e l l e s i l f a u t a j o u t e r c e l l e s d e S w e d e r i b o r g , M e s m e r , meme C a g l i o s t r o , l e s c e r v e a u x s e t r o u b l e n t e t s ' e m p l i s s e n t d e v i s i o n s c o n f u s e s . ^ 7 40 P o u r t a n t , N o d i e r n ' a i m a p a s 1 ' o s t e n t a t i o n o c c u l t e . C e q u e V i a t t e d i t d e S a i n t - M a r t i n , p e u t a u s s i s e r v i r d e d e s c r i p t i o n d e l ' a t t i t u d e d e N o d i e r a p a r t i r d e I83O: I I r e d o u t e l e s i n i t i a t i o n s . I I v o i t l e s a l u t d a n s l e r e p l i e m e n t , l e d e p o u i l l e m e n t , l a c o n t e m p l a t i o n i n t i m e ; i l d e t o u r n e s e s a u d i t e u r s d e l a c o n n a i s s a n c e d e s c h o s e s o c c u l t e s , ' m e r o r a g e u s e d ' o u l ' o n n e v o i t p a s l e r i v a g e ' . E n c o r e u n p a s , e t t o u s l e s a d e p t e s l u i d e v i e n d r o n t o d i e u x . 2 8 R e v e n o n s d u d o m a i n e s p i r i t u e l , q u i c o n c e r n e c e r t a i n e m e n t N o d i e r comme n o u s 1 ' a v o n s d e m o n t r e d a n s l e c h a p i t r e p r e c e d a n t , v e r s l a l i t t e r a t u r e . Q u ' o n c o m p a r e 1 * o p i n i o n d e Mme d e S t a e L s u r l e s e c r i v a i n s a l l e r a a n d s a v e c l e s t e n d a n c e s d e N o d i e r : L e g e n i e n a t u r e l a u x e c r i v a i n s a l l e m a n d s e s t d ' u n e c o u l e u r a n c i e n n e p l u t o t q u ' a n t i q u e : l e u r i m a g i n a t i o n s e p l a i t d a n s l e s v i e i l l e s t o u r s , d a n s l e s c r e n a u x , a u m i l i e u d e s g u e r r i e r s , d e s s o r c i e r e s e t d e s r e v e - n a n t s ; e t l e m y s t e r e d ' u n e n a t u r e r e v e u s e e t s o l i t a i r e f o r m e l e p r i n c i p a l c h a r m e d e l e u r s p o e s i e s . " E l l e a p p u i e p l u s f o r t e m e n t p o u r c o m b a t t r e l e s p r e j u g e s : I I e s t i m p o s s i b l e d e c r o i r e q u e l e s e c r i v a i n s a l l e m a n d s , c e s h o m m e s l e s p l u s i n s t r u i t s e t l e s p l u s m e d i t a t i f s d ' E u r o p e , n e m e r i t e n t p a s q u ' o n a c c o r d e u n m o m e n t d ' a t - t e n t i o n a l e u r l i t t e r a t u r e e t a l e u r p h i l o s o p h i e . . . p e u t - o n d e b o n n e f o i s e p e r s u a d e r q u e d e s e c r i v a i n s d ' u n e e r u d i t i o n i m m e n s e , e t q u i c o n n a i s s e n t t o u f c l e s l i v r e s f r a n g a i s a u s s i b i e n q u e n o u s - m e m e s , s ' o c c u p e n t d e p u i s v i n g t a n n e e s d e p u r e s a b s u r d i t e s ? - ? ^ Q u e c e s i n f l u e n c e s a i e n t a g i s u r N o d i e r e s t m i s e n e v i d e n c e p a r s o n i n t e r e t d a n s l e m o y e n - a g e , d a n s l e f o l k l o r i q u e , d o n t T i e c k e s t u n d e s i n t e r p r e t e s . M a i s l ' i n i t i a t e u r d e 1 ' e s p r i t n a t i o n a l e n l i t t e r a t u r e f u t H e r d e r . B e n d e r n o u s i n f o r m e q u e N o d i e r s ' i m p r e g n a d e s e s i d e e s l e s p l u s i m p o r t a n t e s c o n c e r n a n t l e n a t i o n a l i s m e e t l a t r a d i t i o n f o l k - 3 1 * l o r i q u e p e n d a n t s o n s e j o u r e n I l l y r i e . C e l a s e p e u t , m a i s a l o r s a t r a v e r s o u a p r e s l a l e c t u r e d e H e r d e r . N o d i e r f i t a u s s i s o n " a p p r e n - t i s s a g e " d e j o u r n a l i s t e p e n d a n t c e t e m p s , a v a n t d ' e c r i r e p o u r l e s 41 periodiques parisiens (Journal des Debats de 1813 a 1819, et dans l a Revue de P a r i s , Le Mercore de Pa r i s , Le Temps jusqu'en I 8 3 O ) , M. Salo- mon d i t que " s i Nodier avait dans l a c r i t i q u e un defaut, ce ne fut pas c e l u i de l a durete ."32 Exprime d'une facon plus p o s i t i v e , nous l i s o n s de l a part de Bender que Nodier encourageait sans cesse l e s jeunes ecrivains de l'Ecole Nouvelle par sa c r i t i q u e favorable.33 Cette attitude n'etait certainement pas l a regie parmi l e s c r i t i q u e s , et Bender nous rappelle q u ' i l est important de se rendre compte non seule- ment que Nodier appartenait a ce corps d'ecrivains, mais aussi que son influence fut reconnue a son temps.3^ D'ou l u i v i n t cet esprit indulgent malgre ses propres tendances vers l e s conceptions de beaute classique? C'est encore Wellek qui nous i n s t r u i t : Herder conceives of c r i t i c i s m mainly as a process of empathy, of i d e n t i f i c a t i o n , of something i n t u i t i v e and subrational. He constantly rejects theories, systems, f a u l t - f i n d i n g . His view of the function of c r i t i c i s m i s that the c r i t i c should be a 'servant of the author, his fr i e n d , his impartial judge. He should t r y to get acquainted with him, make a thorough study of him as a master, not seek to be your own master. ... i t i s d i f f i c u l t , but reasonable that the c r i t i c should transfer himself into the thoughts of his author and read him i n the s p i r i t i n which he wrote.' In Herder we have the c r i t i c i s m of beauties rather than f a u l t s of which Chateaubriand i s supposed to be the originator.3 5 Nodier trouva une disposition semblable a l a sienne chez Herder, qui ne f u t , pourtant, traduit et remis en valeur en France qu'en 1827-28 par Edgar Quinet, bien que l e s premieres oeuvres de Herder eussent paru en France 60 ans plus t o t ; Herder developpa une philosophie 'peu consistante, ennemie de 1'abstraction, a l'exegese peu sc i e n t i f i q u e , mais pene"trante et emouvante. Sa theologie fut peu orthodoxe, mais d'inspiration tres elevee. I I fut un maitre de l a c r i t i q u e comparative et du f o l k l o r e de 42 l a l e g e n d e , d e s s u p e r s t i t i o n s p a i e n n e s , d e s c o n t e s d e f e e . . . m a i s r i e n d e s y s t e m a t i q u e , m e t h o d e p e u r i g o u r e u s e , c e d o n t l e s s p j s i a l i s t e s a l l e m a n d s l u i o n t g a r d e r a n c u n e.37 L ' e s s e n t i e l d e c e t t e p h y s i o n o m i e i n t e l l e c t u e l l e s e m b l e t o u t d ' a b o r d r e s i d e r e n u n e c u r i o s i t e p a s s i o n n e e , e n u n e v i v a c i t e d ' i m a g i n a t i o n i n c r o y a b l e . 3 8 H e r d e r e c r i v i t U e b e r d e n U r s p r u n g d e r S p r a c h e . i l f u t p h i l o l o g u e , e n c o r e u n p o i n t e n c o m m u n a v e c l e s i n t e r e t s d e N o d i e r q u i l ' a u r a i e n t m e n e c h e z c e t a u t e u r a l l e m a n d , a i n s i q u e l e u r i n t e r e t d a n s l a b o t a n i q u e . M a i s l ' o e u v r e d e H e r d e r e n e n t i e r o f f r e a u s s i d e s p a r a - d o x e s , d e s d e s o r d r e s , d e l a c o n f u s i o n i n q u i e t e . ^ 9 I I e s t meme c o n n u e t a p p r e c i e comme a n t i - s y s t e m a t i q u e e n F r a n c e o u l ' o n n ' a p a s b e s o i n d e K a n t p u i s q u ' o n a D e s c a r t e s . ^ V o i c i 1 • e x p l i c a t i o n s u r l e s i l e n c e e n c e ^ q u i e o n c e r n e l e s d e t t e s p a r t i c u l i e r e s : U n e f o i s c o n n u s e n F r a n c e l e s S c h l e g e l , G . v . H u m b o l d t , H e g e l , C r e u z e r , G r i m m , e t p l u s t a r d C a r l R i t t e r q u i , b o n g r e m a l g r e t i e n n e n t t o u s d e H e r d e r , s e r a - t - i l f a c i l e t o u j o u r s d e r e s t i t u e r a c h a c u n s o n d u - s a u f e n f a i t s d ' i n f l u e n c e h e r d e r i e n n e a v o u e e - p o u r t e l l e i d e e q u i s e m b l e r a d ' o r i g i n e a l l e m a n d e ? ^ - E n t e r m i n o l o g i e g e n e r a l e , S a i n t e - B e u v e c o n f i r m e c e q u e n o u s v e n o n s d e d i r e d e s i n f l u e n c e s a l l e m a n d e s c h e z N o d i e r : D a n s l ' o p t i m i s m e H e r d e r i e n , t o u t e d o u l e u r e s t c o n - d i t i o n d ' u n b i e n . L ' i n s p i r a t i o n g e r m a n i q u e , W e r t h e r , K l o p s t o c k e t T i e c k meme - s e n u a n c e , s e c o r r i g e , e n s e m e l a n t a d e l ' O s s i a n , e n s ' e n v e l o p p a n t d e s ' b r o u i l l a r d s d e l a s c e n e r i e n a t a l e . e n s e v o i l a n t d e j a d e r e v e r i e S w e d e r i b o r g i e n n e ' . R a p p e l o n s - n o u s m a i n t e n a n t q u e B e n d e r c o n s t a t a q u e N o d i e r f u t u n d e s p r e m i e r s c r i t i q u e s a. t r a i t e r l a l i t t e r a t u r e s u r u n p l a n h i s t o r i q u e i n t e r n a t i o n a l ( C h a p . I I , n o t e 25) , e t c o m p a r o n s a v e c c e t t e o p i n i o n n o n s e u l e m e n t c e l l e d e W e l l e k s u r u n a u t r e d o m a i n e d ' a c t i v i t e d e H e r d e r : 43 H i s V o l k s l i e d e r (1777-78) i s t h e f i r s t c o m p r e h e n s i v e a n t h o l o g y o f w o r l d l i t e r a t u r e . F o l k d o e s n o t m e a n t h e r a b b l e o n t h e s t r e e t s w h i c h n e v e r s i n g s a n d c r e a t e s , b u t r o a r s a n d m u t i l a t e s . F o l k p o e t r y i s a h i g h l y i n c l u s i v e c o n c e p t : i t i n c l u d e s G e n e s i s , t h e S o n g o f S o n g s , t h e B o o k o f J o b , t h e P s a l m s , i n f a c t n e a r l y a l l o f t h e O l d T e s t a m e n t . I t i n c l u d e s H o m e r , H e s i a d , A e s c h y l u s a n d S o p h o c l e s , S a p p h o a n d t h e G r e e k A n t h o l o g y , C h a u c e r , S p e n s e r , S h a k e s p e a r e a n d t h e c o n t e n t s o f P e r c y ' s R e l i q u e s . . . I t i n c l u d e s m e d i e v a l r o m a n c e s , t h e G e r m a n H e l d e n b u c h , t h e t r o u b a d o u r s , t h e ' M i n n e s a n g ' , B u e r g e r ' s b a l l a d s , a n d K l o p s t o c k , whom H e r d e r a d m i r e d b e y o n d a n y o f t h e G e r m a n p o e t s . I t i n c l u d e s e v e n D a n t e a n d o f c o u r s e O s s i a n . . . . H e r d e r w a s a l s o i n m a n y w a y s t h e f i r s t m o d e r n h i s t o r i a n o f l i t e r a t u r e , w h o h a s c l e a r l y c o n c e i v e d o f t h e i d e a l o f u n i v e r s a l l i t e r a r y h i s t o r y ...̂ 3 m a i s s u r t o u t a v e c c e l l e d e N o d i e r , e x p r i m e e d a n s s o n e s s a i " D u F a n - t a s t i q u e e n L i t t e r a t u r e " , a u s u j e t d e D a n t e : L e p r e m i e r g e n i e f a n t a s t i q u e d e l a r e n a i s s a n c e p a r o r d r e d e d a t e , e t a u s s i p a r o r d r e d e s u p e r i o r i t y , c a r d a n s l e s c h e f s - d ' o e u v r e q u i l e r e v e l e n t , l e g e n i e n ' e s t p a s p r o - g r e s s i f , c ' e s t D a n t e . . . S a g r a n d e u r e s t d a n s s a l i b e r t e s a n s f r e i n . . . I I n e f a u t l u i c h e r c h e r , j e n e d i s p a s u n m o d e l e , m a i s u n o b j e t d e c o m p a r a i s o n q u e d a n s 1 ' A p o c a - l y p s e d e S a i n t J e a n , ( p . x v i i e t x v i i i ) N o d i e r a 1 ' h a b i t u d e d e p o r t e r l e s i n s p i r a t i o n s r e c u e s p l u s l o i n , e t a i n s i n o u s l i s o n s : L a b e l l e h i s t o i r e d e F a u s t . . . a c o m p l e t e l ' h i s t o i r e p s y c h i q u e d e l ' h o m m e , s i m a g n i f i q u e m e n t o u v e r t e d a n s l a G e n e s e p a r l ' e m b l e m e v r a i m e n t d i v i n d e l ' a r b r e d e l a s c i e n c e e t d e s s e d u c t f i o n s d u s e r p e n t . F a u s t e s t l ' ^ l d a m d u P a r a d i s t e r r e s t r e , p a r v e n u a s e c r o i r e e g a l a D i e u . L e R e v e d e J e a n P a u l e s t l e d e n o Q m e n t s o l e n n e l d e c e t r i s t e d r a m e , e t c e t t e a u t r e a p o c a l y p s e , l e t e r r i b l e m o t d e l ' e n i g m e d e n o t r e v i e m a t e r i e l l e . H o r s c e s t r o i s f a b l e s , i l n ' y a p o i n t d e v e r i t e a b s o l u e s u r l a t e r r e . ( p . x x x ) P o u r t e r m i n e r , c i t o n s e n c o r e N o d i e r d e s o n e s s a i " D e s T y p e s e n L i t t e r a t u r e " : S i v o u s v o u l e z r e c o n n a i t r e l e g e n i e , a r r e t e z - v o u s a. c e l u i d o n t l e s p e r s o n n a g e s d e v i e n n e n t d e s t y p e s d a n s t o u t e s l e s l i t t e r a t u r e s , e t d o n t l e s n o m s p r o p r e s d e v i e n n e n t p r e s q u e t o u j o u r s d e s s u b s t a n t i f s d a n s t o u t e s l e s l a n g u e s . . . A i n s i d a n s l e s B r i g a n d s d e S c h i l l e r i l a j e t e e n s e j o u a n t comme l e s o m m a i r e p o e t i q u e d e s r e v o l u t i o n s p r o c h a i n e s . A i n s i d a n s l a p e i n t u r e d e c e t t e s e n s i b i l i t e r e V e u s e , i r r i t a b l e e t p a s s i o n n e e d e W e r t h e r q u i f i n i t p a r § t r e o b l i g e d e r e a g i r s u r e l l e - m e m e , G o e t h e e n a r e v e l e l e m y s t e r e . S i v o u s p o u v e z e n f e r m e r c e s d e u x t y p e s d a n s u n t o u r d u c o m p a s , v o u s n ' a v e z p a s b e s o i n d e l a i s s e r d ' a u t r e s m o n u m e n t s d e n o t r e h i s t o i r e c o n - t e m p o r a i n e ; e l l e y e s t t o u t e . ^ A i n s i c r o y o n s - n o u s a v o i r f o u r n i a s s e z d e p r e u v e s d e l ' i n f l u e n c e a l l e - m a n d e g e n e r a l e d a n s l a p e n s e e d e N o d i e r p o u r p o u v o i r n o u s o c c u p e r , d a n s l e c h a p i t r e s u i v a n t , d e q u e l q u e s c a s p r e c i s c h o i s i s p o u r d e m o n t r e r l ' i n f l u e n c e a l l e m a n d e d i r e c t e d a n s l e s c o n t e s d e N o d i e r 45 NOTES DE REFERENCE CHAPITRE I I I 1 TEXTE, Joseph, Etude de Litterature Europeenne, p.196 2 i b i d . , p. 206 3 i b i d . , p.199 4 i b i d . , p.198 5 i b i d . , p. 200 6 i b i d . , p.203 7 SAINTE-BEUVE, C . - A . , Portraits L i t tera i res . V o l . I , p.474 8 TEXTE, Joseph, o p . c i t . , p.234 9 BENDER, E . J . , "Charting French Romanticism: the Crit ic ism of Charles Nodier", p.187. La Bibliographie de Jean Larat, p.70, donne un renseignement encore plus s i g n i f i c a t i f : 1837 Tome I pp. 1-17 des Varietes de famil le , Le Genie Bonhomme de Ch. Nodier, suivi de sa traduction en i t a l i e n , en anglais et en allemand. 10 REINAUD, L . , L'influence allemande en France aux XVIII 6 et XIX e s iecles, p.197 11 STAEL, Mme de, De l'Allemagne. Vol .X, p.103 12 SALOMON, Michel, Charles Nodier et l e groupe romantique. p.276 13 i d . , c i te par L . L . de Lomenie dans Galerie des Contemporains I l lus t res . p.18: Cependant, Nodier ne savait que fort peu 1'allemand; i l l i s a i t plus directement Shakespeare; mais i l avait pour a ins i dire le don des langues; i l les dechiffrait tres-vite et d ' inst inct et, en general, i l sait tout comme par reminiscence. 14 NODIER, Charles, Romans, p.53 15 BENDER, E . J . , o p . c i t . , p.38; c f . aussi A.R. Oliver, Charles Nodier, P i l o t of Romanticism, p.94: His cr i t ic ism (Folios 28-31) shows more than a passing acquaintance with the German religious poet, and a deeper insight into his masterpiece (Messiade) than was exhibited by Mme de Stael. 16 i b i d . , p.59 17 DEDEYAN, Charles, Nerval et l'Allemagne. p.31 18 STAEL, Mme de, o p . c i t . , p.504 46 19 STAEL, Mme de, o p . c i t . , p.509 20 SCHENCK, E . J . , La Part de Charles Nodier dans l a formation des idees romantiques de Victor Hugo, p.108 21 SALOMON, Michel, o p . c i t . , p.2?7 22 WELLEK, Rene, A History of Modern Cri t ic ism, p.3 23 DEDEIAN, Charles, L'Imagination fantastique dans l e romantisme europeen, p.53 24 NODIER, Charles, Le Roi de Boheme et ses sept chateaux, p.227 25 DEDEYAN, Charles, o p . c i t . , pp.54/5 26 i b i d . , p.50 27 REYNAUD, L . , o p . c i t . , p.67 28 VIATTE, A . , Les Sources occultes du Romantisme, p.196 cf . aussi Ch. Nodier, Contes, Edition Castex, p.532 29 STAEL, Mme de, o p . c i t . , p.18 30 i b i d . , p.22 31 BENDER, E . J . , o p . c i t . , p . l l : Nodier's stay i n the I l l y r i a n pro- vinces imbued him with his most important ideas con- cerning nationalism and folk tradit ion i n l i te ra ture . 32 SALOMON, Michel, o p . c i t . , p.238 33 BENDER, E . J . , o p . c i t . , p . l l : he ceaselessly encouraged young writers of the "new school" by his favorable reviews. 34 i b i d . , p.187 35 WELLEK, Rene, o p . c i t . , p.181 36 TR0NCH0N, Henri, La Fortune intel lectuel le de Herder en France, p.4 37 i b i d . , Introduction 38 i b i d . , p.7 39 i b i d . , p.31 40 i b i d . , p.35 41 i b i d . , p.4l 42 i b i d l , p.285 (citation de Sainte-Beuve) 43 WELLEK, Rene, o p . c i t . , p.192 44 NODIER, Charles, Romans, pp. 6 et 7 C H A P I T R E I V L » I N F L U E N C E A L L E M A N D E D I R E C T E P A R W E R T H E R , F A U S T E T L E S C O N T E S D ' H O F F M A N N S e l o n 1 ' o p i n i o n d e J o s e p h T e x t e , t o u t e 1 ' i n f l u e n c e a l l e m a n d e s u r l e r o m a n t i s m e f r a n g a i s p e u t e t r e r e d u i t e a. W e r t h e r , F a u s t e t a u x C o n t e s d ' H o f f m a n n . ^ N o u s t S c h e r o n s d o n e d e n o u s e n t e n i r a c e s o e u v r e s p o u r d e m o n t r e r 1 ' i n f l u e n c e a l l e m a n d e d i r e c t e d a n s l e s c o n t e s d e N o d i e r . I I c o n v i e n t d e s e r a p p e l e r q u e N o d i e r f u t s o u v e n t l a c i b l e d e l ' a c c u s a t i o n d u p a s t i c h e s i n o n d u p l a g i a t , a c c u s a t i o n q u ' i l r e f u t a s o i t d ' u n t o n a i g r i comme d a n s l a p r e f a c e a J e a n S b o g a r , q u ' i l a u r a i t " v o l e " a T s c h o c k e i * s o i t d ' u n t o n s u p e r i e u r e t i r o n i q u e , comme d a n s L ' H i s t o i r e d u r o i d e B o h e m e e t d e s e s s e p t c h a t e a u x , o e u v r e p l e i n e d e p a s t i c h e s v o u l u s : P l a g i a i r e t m o i , p l a g i a i r e l Q u a n d j e v o u d r a i s t r o u v e r m o y e n p o u r me s o u s t r a i r e a c e r e p r o c h e d e d i s p o s e r l e s l e t t r e s d a n s u n o r d r e s i N O U V E A U o u d ' a s s u j e t t i r l e s l i g n e s a d e s r e g i e s d e d i s p o s i t i o n s i b i z a r r e s o u p o u r m i e u x d i r e s i f o l l e m e n t h e t e r o c l - i t e s l l t 2 D ' a u t r e p a r t , d a n s l a meme o e u v r e , i l a t t a q u e p a r l a s a t i r e c e u x q u i o r i e n t a u p l a g i a t : E h , M o n s i e u r , j e v o i s c e q u e c ' e s t l e n c o r e u n m a u v a i s p a s t i c h e d e s i n n o m b r a b l e s p a s t i c h e s d e S t e r n e e t 48 de Rabelais . . . - Mauvais, cela vous p l a i t a dire . . . et puis, que diable vous f a u t - i l s i vous ne voulez pas des pastiches? Oserais-je vous demander quel l i v r e x n'est pas pastiche, quelle idee peut s 'enorgueil l ir aujourd'hui d'eclore premiere et typique? Oserais-je vous demander, d i s - j e , quel auteur est procede de lui-meme comme Dieu . . . Et vous voulez que moi, plagiaire des plagiaires de Sterne - qui fut plagiaire de Swift - qui fut plagiaire de Wilkins - qui fut plagiaire de Cyrano - qui fut plagiaire de Reboul - qui fut plagiaire de Guillaume des Autels - qui fut plagiaire de Rabelais - qui fut plagiaire de Morus - qui fut plagiaire d'Erasme - qui fut plagiaire de Lucien - ou de Lucius de Patras - ou d'Apulee - cat! on ne sait lequel des trois a ete vole par les deux autres, et je ne me suis jamais soucie de le savoir . . . Vous voudriez, je le repete, que j ' inven- tasse l a forme et l e fond d'un l i v r e .3 Nodier voit done non seulement aucun mal a se servir d'inspirations d'autres penseurs - les idees du monde etant propriete commune et au nombre limite" - mais un dro i t . I I s'arrete cependant devant le plagiat, et bien qu'Albert Kies se soit efforce de prouver que Nodier fut coup- able de plagiat au moins dans les "Prolegomenes des Apotheoses de Pythagore", publiees en 1808,^ i l faut avouer que les emprunts sont s i habilement transformed par un cadre neuf, une elaboration imaginative, que l e resultat peut etre declare neuf. Ainsi i l f a i t plutot p l a i s i r de retrouver des morceaux connus, et on n'est meme pas sur s i Nodier n'en a pas f a i t un jeu expres pour montrer son Erudition et pour donner a penser a ses lecteurs, comme l ' a f a i t Jean Paul q u ' i l admire. Du reste, i l serait peut-etre j u s t i f i e de se demander avec M. Castex s i l'abondance de sources classiques que Nodier indique ne devrait pas 49 n o u s m e t t r e e n d e f i a n c e p a r l ' e x c e s d ' h u m i l i t e . " P r o c l a m e r a i t - i l a u s s i b r a v e m e n t s e s d e t t e s , s i e l l e s e t a i e n t d ' u n e t e l l e e t e n d u e ? " - ' D a n s l e c a s d e W e r t h e r , n o u s s a v o n s q u e l e j e u n e N o d i e r " l u t W e r t h e r a v e c i v r e s s s . . . s ' i l n e l ' i m i t e p a s j u s q u ' a u b o u t , i l s e f a i t u n d e v o i r d e p e n s e r e t d e s e n t i r comme s o n h e r o s . " L ' e n g o u e m e n t p o u r c e r o m a n d i r i g e , p o u r a i n s i d i r e , t o u t e u n e p e r i o d e d e s a v i e s e n t i m e n t a l e d e 1799 j u s q u ' a v e r s 1815."'' H e s t p r o p i c e d e s e r a p p e l e r q u e d e 1776 a 1797 i l y e u t q u i n z e t r a d u c t i o n s , a d a p - t a t i o n s o u r e n d i t i o n s d e W e r t h e r ^ , e t q u e N o d i e r g r a n d i t d a n s u n e a t m o s p h e r e e m o t i o n n e l l e o u l e W e r t h e r d e G o e t h e e u t s u b i l e s o r t d ' u n m y t h e c h a n g e a n t p o u r c o r r e s p o n d r e a u x b e s o i n s s e n t i m e n t a u x e x i s t a n t s J L e m a i d u s i e c l e e t l e s u i c i d e o n t d e s r a c i n e s q u i p l o n g e n t p l u s l o i n q u e W e r t h e r - o n s ' y r e t r o u v e . L ' i n f l u e n c e e t r a n g e r e e s t c e q u i f i x e e t q u i o r i e n t e a c a u s e d u r e t a r d e m e n t d e 1 ' e c r i v a i n p a r r a p p o r t a u x r e v i r e m e n t s e c o n o m i q u e s e t d e m o e u r s . 9 G o e t h e l u i - m e m e f u t e t o n n e d e s r e p e r c u s s i o n s d e s o n o e u v r e d o n t i l s e d e t a c h a a s s e z v i t e . I I c o m m e n t a d a n s D i c h t u n g u n d W a h r h e i t ( P o e s i e e t V e r i t i ) i W e r t h e r e t a i t 1 * e x p r e s s i o n f i d e l e d u m a l a i s e g e n e r a l : 1 * e x p l o s i o n f u t d o n e r a p i d e e t t e r r i b l e . O n s e l a i s s a meme e n t r a i n e r p a r l e s u j e t ; e t s o n e f f e t r e d o u b l a s o u s 1 ' e m p i r e d e c e p r e " j u g e a b s u r d e q u i s u p p o s e t o u j o u r s a u n a u t e u r d a n s 1 ' i n t e r S t d e s a d i g n i t e l ' i n t e n t i o n d ' i n s t r u i r e . O n o u b l i a i t q u e c e l u i q u i s e b o r n e a r a c o n t e r n ' a p p r o u v e n i n e b l a m e , m a i s q u ' i l t a c h e a d e v e l o p p e r s i m p l e m e n t l a s u c c e s s i o n d e s s e n t i m e n t s e t d e s f a i t s . C ' e s t p a r l a q u ' i l e c l a i r e e t c ' e s t a u l e c t e u r a. r e f l e c h i r e t a. j u g e r . l ^ D e q u e l l e m a n i e r e N o d i e r j u g e a - t - i l ? S e l o n s e s c o m m e n t a t e u r s i l i m i t a W e r t h e r j u s q u ' a u p a s t i c h e d a n s l e s P r o s c r i t s e t s u r t o u t d a n s L e P e i n t r e d e S a l z b o u r g . L a c r i t i q u e s u i v a n t e e s t t y p i q u e t 50 Rene est plus qu'une imitation originale, mais Le Peintre de Salzbourg (1803) du bon Charles Nodier, n'est qu'une agreable copie, ou, s i l ' o n prefere, un pastiche interes- sant. Charles Muenster n ' e s t - i l pas un simple sosie de Werther . . . l a note du desespoir volontaire y est plus declamatoire et plus fact ice . Muenster, Eula l ie , Spronck, Guillaume, Cordelia, tout ce monde qui gemit et se contor- sionne a l ' e n v i , est plus pres deja du heros fata l ou de 1'heroine desolee que glorif ieront les romantiques. On se tue dans l e Peintre de Salzbourg. on y meurt, comme dans un melodrame; c'est bien l a l e roman a r t i f i c i e l des meconnus et des incompris, ou les personnages sont des spectres et des ombres qui se repandent en effusions sentimentales, en lamentations orageuses, car ces etres ne vivent pas, et leurs actes n'ont aucune apparence de real i te I I est vra i que les deux oeuvres evoquent immediatement l e modele par l a forme et une multitude de sentiments. Mais quand on regarde de plus pres, on apercoit des differences fondamentales. La s imilar i ty du style souligne, a notre avis , 1'intention de l ' e c r i v a i n qui semble influence par 1'opinion suivante: La resistance a Werther va jusqu'a l'anatheme. Une condamnation expresse de ce l i v r e , avec des exemples de suicide causes par sa lecture, figure dans les Entre- tiens sur le Suicide de l'Abbe Guillon en 1802.12 Aucun des heVos des Proscrits ni du Peintre ne commet l e suicide. Nous avons deja at t ire l 'a t tent ion sur l e manque de precision dont M. Brandes se rend coupable en appliquant son jugement sommaire des procedes romantiques aux oeuvres de Nodier. (Chap. I I , note 8, p.3l) Nodier f a i t mourir ses heros et heroines d'une mort accidentelle ou d'un coeur brise , d'une conscience accablee ou d'une maladie causee par une faiblesse physique preexistente qui leur Sta l a force de resister au malheur. Deja dans Les Proscrits le heros de demande a l a f i n : "A-t-on le droit de disposer de sa vie tant q u ' i l reste des malheureux (a consoler)? J ' a i souffert tout cela, et j ' a i vecu."13 Le Peintre de Salzbourg est suivi des Meditations du Cloitre. On peut bien accorder a Nodier assez de logique pour ne pas laisser se suicider ses heros et declarer quelques pages plus loin:-"je declare avec amertume: l e pistolet de Werther et l a hache du bourreau nous ont deja. decimes."^ Charles Muenster a 1*intention d'entrer en religion comme Eulalie, mais son esprit s'egare en chemin, et l e Danube deborde cause sa mort. On le soupconne de suicide et l u i refuse les pompes de l a religion. * 5 Ce n'est pas par vrai esprit de religion que Nodier f a i t l a louange de l a vie monastique; le cloitre est bon pour tous ceux qui ont rate leur vie. C'est 1*alternative au suicide qu'il exige. Ensuite, en rapprochant les oeuvres wertheriennes de Nodier du Werther de Goethe, nous nous apercevons que les heros de Nodier manquent singulierement de ce qui distingue justement Werther de St. Preux. I l s se consolent tous, et c'est l a femme qui est coupable II n'y a pas cette sorte de demence sans excuse logique qui mene au suicide, car apres tout, Werther savait des le debut que Lotte etait fiancee et el l e ne l u i donna aucun encouragement ni espoir. Chez Nodier les femmes repondent a l a passion bien que deja. mariees, ou se sont mariees apres avoir donne des promesses, de sorte que le desespoir du heros est j u s t i f i e . Aux oeuvres declarees wertheriennes on pourrait done ajouter Les Aveugles de Chamouny ou. l e meme schema est present. II n'est done meme pas tout a f a i t j u s t i f i e de dire qu'il s'agisse de St. Preux wertherises, car 1'heroine de Rousseau est vertueuse. Nodier aurait probablement rejete cette interpretation, car i l d i t : 52 L e s t y p e s q u e R o u s s e a u s ' e f f o r c e d ' i m a g i n e r n e s o n t p a s s e u l e m e n t d e f e c t u e u x e t i n c o r r e c t s , i l s s o n t f a u x . I I y a c e n t f o i s m o i n s d e r e a l i t e m o r a l e d a n s l e s c a r a c t e r e s d e S a i n t - P r e u x , d e J u l i e e t d e V o l m a r , q u e d a n s c e u x d e l ' O g r e e t d u P e t i t P o u c e t . l ° P o u r q u o i N o d i e r a v a i t - i l d ' a b o r d d o n n e l e t i t r e S t e l l a a s o n r o m a n L e s P r o s c r i t s ? Mme d e S t a e l n o u s l ' e x p l i q u e : C ' e s t a i n s i q u ' u n e p i e c e d e G o e t h e , a s s e z v a n t e e , S t e l l a , f i n i t p a r l a r e s o l u t i o n q u e p r e n n e n t d e u x f e m m e s q u i o n t d e s l i e n s s a c r e s a v e c l e meme h o m m e , d e v i v r e c h e z l u i t o u t e s d e u x e n b o n n e i n t e l l i g e n c e . D e t e l l e s i n v e n t i o n s n e r e u s s i s s e n t e n A l l e m a g n e q u e p a r c e q u ' i l y a s o u v e n t d a n s c e p a y s p l u s d ' i m a g i n a t i o n q u e d e s e n s i b i l i t e . l ? L a S t e l l a d e s P r o s c r i t s e s t m a r i e e e t s e d u i t u n a u t r e j e u n e h o m m e . C ' e s t S t e l l a a 1 ' e n v e r s , comme C h a r l e s M u e n s t e r e s t u n W e r t h e r a 1 ' e n v e r s , c e q u i m o n t r e q u e l e s e n t i m e n t a l l e m a n d r e p r e s e n t e u n e a b s u r d i t e p o u r u n F r a n g a i s . P . - G . C a s t e x i s o l e d a n s l e C y c l e W e r t h e r i e n d e s a n o u v e l l e e d i t i o n l e s d e u x c o n t e s L a F i l l e u l e d u S e i g n e u r o u L a N o u v e l l e W e r t h e r i e a i n s i q u ' U n e H e u r e o u l a V i s i o n . A m o i n s q u ' o n n ' a p p l i q u e l e t e r m e " w e r t h e r i e n " a t o u s c e u x q u i m e u r e n t a c a u s e d ' u n a m o u r c o n t r a r i e , i l n ' y a a u c u n e j u s t i f i c a t i o n d e l a d e s i g n a t i o n d e c e s o e u v r e s p a r l e w e r t h e - r i s m e . S i N o d i e r l e f a i t , i l d o i t s ' a g i r d ' u n e p a r o d i e : L a N o u v e l l e W e r - t h e r i e e s t p r e s q u e i r o n i q u e , o n n ' a p a s b e s o i n d e s u i c i d e , l e s m o t i f s n o b l e s d i s p a r a i s s e n t , l a j e u n e f i l l e a e t e d e l a i s s e e p o u r u n e a u t r e p l u s r i c h e . I I y a d o n e c h e z N o d i e r d e s e c h o s d u W e r t h e r d e G o e t h e , m a i s 1 ' i m i - t a t i o n n e d e p a s s e p a s l a f o r m e , e t l ' e s p r i t s e m b l e p l u t o t s ' y o p p o s e r . D e m a n d o n s d o n e a u c r i t i q u e N o d i e r c e q u ' i l p e n s a . D a n s s o n e s s a i " Q u e l - q u e s O b s e r v a t i o n s p o u r s e r v i r a 1 ' H i s t o i r e d e l a N o u v e l l e E c o l e L i t t e - r a i r e " , i l d i t : M a i s c ' e s t s u r t o u t e n A l l e m a g n e q u ' i l f a u t c h e r c h e r l e d r a m e e t l e r o m a n m o d e r n e s , c e s t a b l e a u x v i v a n t s d e l a s o c i e t e o u s e r e f l e " c h i s s e n t , comme d a n s u n m i r o i r 53 anime, les moeurs fortes et poetiques que le c h r i s t i a - nisme nous a fa i tes . Je ne c i t e r a i pour exemple, dans ces considerations bien superficielles et bien rapides, que l e fameux roman de Werther, esquisse extremement simple de composition, ou 1'action, toute d'une piece, ne rachete sa pauvrete n i par l a mul t ip l i c i te des episodes ni par l a variete des detai ls , et qui n 'a , pour attacher l e lecteur, que les developpements d'un caractere et d'un sentiment . . . c'est que Werther reunit a l a verite un portrait f idele comme l e caique de 1*artiste, l ' o r i g i n a l i t e d'une creat ion. . . C'est un homme comme nous avec l'Sme duquel notre ame est pressee de s ' ident i f ier . . . C'est que Werther est le type essen- t i e l et complet de l'homme jeune des nouveaux siecles, et partieulierement du jeune Allemand. Mais on entend bien que je parle i c i de Werther abstraction fai te de sa derniere action. I I n'y a r ien de commun entre l e suicide des modernes et ce lui des anciens. Chez nous, l e suicide est presque toujours l a mort d'un fou. Chez eux, c 'etai t l 'acte culminant et decis i f de l a vie des sages . . . cela s'appelait l a mort philosophique; l a mort de Werther est l a mort passionnee. Werther est un l i v r e necessaire, 1'expression attendue et i n f a i l l i b l e d'une epoque sociale - les pastiches ne valent r i e n . l " La situation est tres similaire dans le cas de 1'autre oeuvre ayant eu une influence extraordinaire en France: l e Faust I de Goethe. Nodier classe Faust et Mephistopheles au nombre des "types admirables de l a l i t t e r a t u r e " ^ , mais i l est l o i n de s ' iden- t i f i e r avec l ' u n ou l ' au t re . Pourtant, i l fut collaborateur au Faust, drame en t ro is actes imite de Goethe, par M. Antony Beraud, et ( i . e . C. Nodier et J .T. Merle), represents pour l a premiere f o i s , a Paris , sur l e Theatre de l a Porte Saint-Martin, l e 29 octobre 1828. Paris , chez J . N . Barba, Editeur, 1828. Ce drame est en prose et se tient assez etroitement a son raodele, l e Faust I de Goethe, en ce qui concerne le nouveau motif de "Gretchen". Pourtant, l a bienseance est s i bien gardee que l a suite modifiee des evenements ne permet pas du tout de comprendre, sans connaitre l e 54 Faust de Goethe, quand Marguerite aurait pu etre mise en etat de devenir mere coupable. Meme son juge a. Venise la trouvers "coupable de meurtre (de son frere et de sa mere) et de sorcellerie." 2^ Ce n'est qu'a la fin ou Marguerite s'accuse elle-meme d'avoir noye son enfant que ce detail appa^t comme litteralernent traduit de Goethe. Marthe se repent et cherche a la liberer de la prison: Ma pauvre Marguerite ne perira pas victime des seduc- tions de la coupable Marthe. C'est moi, c'est moi qui l ' a i perdue ... c'est moi qui la sauvera.2i Mephistopheles veut s'assurer de l'Sme de Marguerite comme de celle de Faust, mais elle resiste a. toutes ses offres. Dans cette conver- sation, elle ne semble plus egaree du tout, mais bien lucide. La fin est copiee de Goethe, mais les instructions sceniques nous renseignent sur 1'interpretation finale: La porte du cachot s'ouvre avec fracas; le bourreau entre avec ses valets et ses gardes, et entraine Marguerite. Mephistopheles emporte Faust dans ses bras. Un nuage s'eleve peu a peu, et lorsqu'il a disparu, le theatre est partage en deux; en bas, l'enfer, et Faust tourmente par les demons; en haut, le paradis, et tous les anges groupjjs autour de Marguerite.22 Ainsi la conclusion est tout a fait dans l'esprit moraliste de la legende. Baldensperger confirme que Le romantisme frangais a meconnu absolument la signi- fication profonde du Faust (de Goethe) ... le gout du pittoresque a pu faire tort a. la penetration philo- sophique et beaucoup sont restes au Faust occultiste.23 Or, en 1828, ceci n'etonne pas, car le Faust II philosophique ne paraxtra, meme en Allemagne^ qu'en 1833* Joseph Texte pense comme nous: "M§me le Faust de Nodier f a i t - i l grand honneur a 1'influence de Goethe? Bien hardi qui le 55 soutiendrait." 2 Que l e premier Faust n'ait pas ete au gout de Nodier, cela se comprend aussi bien par son attitude religieuse Martiniste qui condamne l a magie noire, que par son experience per- sonnelle avec un aspect du probleme "Gretchen", lui-meme ayant ete enfant illegitime pendant 12 ans. Nodier nous donne une autre parodie du Faust dans L'Amour et l e Grimoire dont l e t i t r e original fut, selon l a Bibliographie de Jean Larat, Le Nouveau Faust et La Nouvelle Mar- guerite. II y exprime en detail son anti-faustisme: Quelle grfice aurais-je essaye d'impetrer de sa noire puissance, en echange de ma pauvre â ne que j'avais jetee sur l e tapis de l a damnation ainsi qu'un enjeu de peu de valeur? De 1*argent? A quoi bon? Les cartes m'ont ete s i favorables cette semaine ... Du savoir? J'en a i plus qu'il ne me faut, sans vanite, pour mon usage particulier ... Du pouvoir? Dieu m'en preserve! on n*arrive a. en avoir qu'au prix du repos et du bonheur. Le don de prevision, peut-etre? Avantage fat a l qu'il faut payer de toutes les douceurs de l'esperance et de toutes les delices de 1*incertitude ... Des femmes et des aventures? Ce serait abuser de sa complaisance; l e pauvre diable ne s'est que trop bien execute sur ce chapitre-la. z5 Apres cela et l a lecture du conte entier, i l est seulement amusant de 26 voir un critique qualifier ce conte de "diabolisme". Le diabolisme romantique courant ne se trouve chez Nodier que dans Les Aventures de Thibaud de l a Jacquiere, conte qui ne respire rien du vrai Nodier, ne semble meme pas venu de sa plume. L'influence de Goethe sur Nodier doit done etre comprise, en ce qui concerne les oeuvres principales, d'une maniere negative, e'est-a-dire dans l e sens d'une reaction critique. Neanmoins, Nodier s'est servi, comme d'habitude, de quelques inspirations techniques. Ainsi nous trouvons dans Smarra ou les Demons de l a Nuit non seulement des assonances du fantastique de l a "Walpurgisnacht" du Faust I. mais 56 un pe t i t past iche du dialogue entre pere et f i l s de l a bal lade Le Roi des Aulnes; Mein Sohn, was b i rgs t du so bang dein Gesicht? S iehst , Vater , du den Erlkoenig nicht? Den Erlenkoenig mit Kron und Schweif . . . Mein Sohn, es i s t e ln Nebels t re i f . . . Mein Vater, mein Vater , und s iehst du nicht dort Erlkoenigs Toechter am duestern Ort? Mein Sohn, mein Sohn, i c h seh es genaus Es scheinen die a l ten Weiden so grau . . . devient encore plus fantast ique par l a metamorphose en dialogue entre Lucius et son cheval : Phlegon, Phlegon, l u i d i s - j e . . . un instant de courage encore, et tu dormiras sur une l i t i e r e de f l eu rs chois ies . . . Tu ne vo is pas, tu ne vo is pas, d i t - i l , en t r e s s a i l l a n t , . . . l e s torches qu ' e l l es secouent devant nous devorent l a bruyere . . . Comment veux-tu que je traverse leurs cerc les magiques et leurs danses menagantes . . . ? A l l ons , Phlegon! m ' e c r i a i s - j e , a l lons . . . ces demons ne sont que de vaines apparences - mon epee, tournee en cerc le autour de ta t e te , d i v i se leurs formes trompeuses qui se d iss ipent comme un nuage.^? Ce conte renfermant des o r i g i n a l i t e s de s t y le nombreuses et deconcer- tantes a 1'epoque, l e jugement de La Beaumelle peut done etre cons i - dere comme 1*opinion generale: Smarra est du romantique pur . . . et s i l e s c lassiques def in issent b ien ce genre en l e caracter isant par ce qu i est l e moins raisonnable, e l l e est l e chef-d'oeuvre de cette l i t t e r a t u r e , puisqu'on n'y trouve pas de ra ison du t o u t . 2 " Aujourd'hui on y trouve toutes les idees de Nodier sur l e sommeil, l e cauchemar a i n s i que son ant idote, l 'amour, auss i b ien qu'un p e t i t past iche t res s i g n i f i c a t i f d'Hoffmann qui prouve, comme nous venons de l e d i r e , que Nodier l i s a i t Hoffmann dans 1'or ig inal , car l a t r a - duct ion de La Liqueur Favor i te d'Hoffmann ne parut dans l a Revue 57 de Paris qu'en 1829, tandis que Smarra date de 1822. Dans La Liqueur Favorite, Hoffmann pose l a question des excitants de tout genre ou •» 29 1*artiste va chercher un aliment a son inspiration. 7 Le MPunsch M est une boisson a laquelle l e romantisme allemand attribua des qualites quasi magiques. Hoffmann l e sert a. tous ses personnages, dans toutes les reunions des Freres Serapion; 1'heroine du conte Per Magnetiseur sait l e preparer pour sa famille d'une maniere speciale. Mais dans ces occasions, l ' e f f e t n'est qu'agreable, donnant une atmosphere enjouee, tandis que dans Per goldene Topf (Le Pot d'Or), elle a des qualites magiques dangereuses. Voici done sa descriptions Que vois-je en ce moment-meme fumer devant moi dans un verre? C'est cette boisson mysterieuse qui n'a point de nom particulier, ami secret qui ne veut etre connu que par ses bienfaits et que l'on compose en enflammant du cognac, de l'arack ou du rhum et en fixant au-dessus de l a flamme une g r i l l e chargee de sucre qu'on laisse fondre ainsi et tomber goutte a goutte dans l a liqueur ... Quand s'elevent les flammes bleues, i l me semble y voir de legeres salamandres qui eclatent et s i f f l e n t autour du vase, en assie- geant les esprits de l a terre qui habitent dans l e sucre. Ceux-ci se maintiennent bravement dans leur position et s'elaneent en jets de flammes jaunatres a. travers l a vapeur bleue de leurs ennemis; mais trop faibles pour resister longtemps a des forces aussi superieures, i l s tombent et se decomposent en gemis- sant. Les esprits aquatiques dont i l s envahissent 1'empire montent et se degagent en cercles de vapeur l o i n du l i e u de combat: mais les gnomes, une fois maitres de ce nouveau sejour, attirent a eux les salamandres qui lentement s'epuisent et s'eteignent enfin. Que r e s t e - t - i l alors de tout cela? De petits esprits nouveaux«nes qui serpentent 5a et l a tout rayonnants d'un eclat rouge, nes de l a lutte ardente et de 1'adJcouplement des deux principes primitifs et qui participent de l a chaleur des salamandres et de l'active energie des esprits de l a terre.* Comparons avec cela l a boisson du reve dans Smarra: 58 E t m a i n t e n a n t , v o i c i l e s s o e u r s d e M y r t h e q u i o n t p r e p a r e l e f e s t i n . I l y a T h e i s , r e c o n n a i s s a b l e e n t r e t o u t e s l e s f i l l e s d e T h e s s a l i e . . . C ' e s t e l l e q u i p e n c h e s u r l a c o u p e a r d e n t e o u b l a n c h i t u n v i n b o u i l l a n t l e v a s e d ' u n e p r e c i e u s e a r g i l e , e t q u i e n l a i s s e t o m b e r g o u t t e a. g o u t t e e n t o p a z e s l i q u i d e s l e m i e l l e p l u s e x q u i s q u ' o n a i t j a m a i s r e c u e i l l i s u r l e s o r m e a u x d e S i c i l e . L ' a b e i l l e , p r i v e e d e s o n t r e s o r , v o l e i n q u i e t e a u m i l i e u d e s f l e u r s ; e l l e s e p e n d a u x b r a n c h e s s o l i - t a i r e s d e l ' a r b r e a b a n d o n n e , e n d e m a n d a n t s o n m i e l a u x s e p h i r s . . . e t l e s a u t r e s s o e u r s d e T h e i s , c e l l e s q u i o n t d e s c h e v e u x n o i r s , c a r i l n ' y a q u e M y r t h e q u i s o i t b l o n d e , e l l e s c o u r e n t s o u m i s e s , e m p r e s s e e s , c a r e s s a n t e s , a v e c u n s o u r i r e o b e i s s a n t , a u t o u r d e s a p p r e t s d u b a n q u e t . E L l e s s e m e n t d e s f l e u r s d e g r a n a d e s o u d e s f e u i l l e s d e r o s e s s u r l e l a i t e c u m e u x ; o u b i e n e l l e s a t t i s e n t l e s f o u r n a i s e s d ' a m b r e e t d ' e n c e n s q u i b r u l e n t s o u s l a c o u p e a r d e n t e o u b l a n c h i t u n v i n b o u i l l a n t , l e s f l a m m e s q u i s e c o u r b e n t d e l o i n a u t o u r d u r e b o r d c i r c u l a i r e , q u i s e p e n c h e n t , q u i s e r a p p r o c h e n t , q u i l ' e f f l e u r e n t , q u i c a r e s s e n t s e s l e v r e s d ' o r , e t f i n i s s e n t p a r s e c o n f o n d r e a v e c l e s f l a m m e s a u x l a n g u e s b l a n c h e s e t b l e u e s q u i v o l e n t s u r l e v i n . L e s f l a m m e s m o n t e n t , d e s c e n d e n t , s ' e g a r e n t comme c e d e m o n f a n t a s t i q u e d e s s o l i t u d e s q u i a i m e a s e m i r e r d a n s l e s f o n t a i n e s . Q u i p o u r r a d i r e c o m b i e n d e f o i s l a c o u p e a c i r c u l e a u t o u r d e l a t a b l e d u f e s t i n , c o m b i e n d e f o i s , e p u i s e e , e l l e a v u s e s b o r d s i n o n d e s d ' u n n o u v e a u n e c t a r ? J e u n e s f i l l e s , n ' e p a r g n e z n i l e v i n n i l ' h u d r o m e l . L e s o l e i l n e e e s s e d e g o n f l e r d e n o u v e a u x r a i s i n s e t d e v e r s e r d e s r a y o n s d e s o n i m m o r - t e l l e s p l e n d e u r d a n s l a g r a p p e e c l a t a n t e q u i s e b a l a n c e a u x r i c h e s f e s t o n s d e n o s v i g n e s , a t r a v e r s l e s f e u i l l e s r e m b r u n i e s d u p a m p r e a r r o n d i e n g u i r l a n d e s q u i c o u r t p a r m i l e s m u r i e r s d e T e m p e . E n c o r e c e t t e l i b a t i o n p o u r c h a s s e r l e s d e m o n s d e l a nuitl31 L a s o u r c e d e l ' i n s p i r a t i o n e s t d o n e c l a i r e , e t N o d i e r l ' e n r i c h i t e t s u r t o u t l a p o e t i s e p a r u n l a n g a g e p l u s s o i g n e e t l e m i l i e u p l u s f a n - t a s t i q u e d u r e v e q u i n e m e t p a s d e l i m i t e s a u x i m a g e s . C e q u i n o u s a s u r p r i s , c ' e s t q u e M . C a s t e x n ' a i t p a s i n c l u s d a n s l e C y c l e F r e n e t i q u e 1 ' e s s a i " L e P a y s d e s R e v e s " d o n t l e s d e u x r e c i t s d e v a m p i r i s m e s e m b l e n t s ' e n c h a i n e r n a t u r e l l e m e n t a S m a r r a , a m o i n s q u ' i l s n e l ' a i e n t p r e c e d e . I I l e m e n t i o n n e s e u l e m e n t d a n s d e s n o t e s a. l a P r e f a c e d e l a p r e m i e r e e s t i d i o n d e S m a r r a d e 1 8 2 1 . 59 C e t e c r i t e s t p r e c e d e d ' u n e d i s c u s s i o n a b s o l u m e n t s o b r e s i n o n s c i e n - t i f i q u e d u s u j e t e t d e s e s p h e n o m e n e s d i v e r s o u N o d i e r e x p r i m e d e s n o t i o n s t o u t a f a i t m o d e r n e s . I I s e d e f e n d u n t o n t r e s s e c c o n t r e l e r e p r o c h e d ' e c r i r e u n e f i c t i o n ! C e g e n r e d e c a u c h e m a r , l e r e v e d e m a n g e r q u e l q u ' u n , e t a i t a n o m a l i e , m a l a d i e e n d e m i q u e e n C r o a t i e , c ' e s t p o u r t a n t u n e s u p e r s t i t i o n . C e g e n r e d e m a l a d e s ' a p p e l l e " V u k o d l a c k " , e t i l e s t a u t r e m e n t n o r m a l e t g e n t i l . . . L e s e f f o r t s d e l a s c i e n c e e t l e s c e r e m o n i e s d e 1 * E g l i s e n e p e u v e n t r i e n a s o n m a l . L a m o r t e s t s o n p r e m i e r r e p o s.33 A u n a u t r e e n d r o i t , d a n s L e s D e b a t s , N o d i e r e l a r g i t s u r c e t t e o b s e r v a t i o n : L a f a b l e d e s v a m p i r e s e s t p e u t - e t r e l a p l u s u n i v e r s e l l e d e n o s s u p e r s t i t i o n s . U n e c h o s e e t r a n g e c ' e s t q u e l e s h o m m e s l e s p l u s s i m p l e s , l e s m o i n s i n t e r e s s e s a t r o m p e r , c ' e s t q u e d e s h o m m e s n a t u r e l s , d e s s a u v a g e s q u i n ' a u - r a i e n t a u c u n a v a n t a g e a t i r e r d ' u n e m a l a d i e s u p p o s e e , c o n f e s s e n t l e v a m p i r i s m e e t s ' a c c u s e n t a v e c h o r r e u r d e c e c r i m e i n v o l o n t a i r e d e l e u r s o m m e i l . S o u v e n t u n m a l - h e u r e u x p a y s a n d a l m a t e a f f a i b l i p a r u n e l o n g u e e t m o r n e m e l a n c o l i e , h a v e , d e c h a r n e , m o u r a n t , s e r e d o u t e n f i n a m e t t r e u n t e r m e a. s o n a f f r e u s e i n f i r m i t e . N o d i e r s ' o c c u p e meme d u p r o b l e m e d e l a r e s p o n s a b i l i t e j u d i c i a i r e d e c e s m a l a d e s , p r o b l e m e q u i n ' e s t g o u v e r n e p a r d e s l o i s q u e d e p u i s r e l a t i v e m e n t p e u d e t e m p s . L e s u j e t d u v a m p i r i s m e e t a i t d e j a c o u r a n t a u t e m p s d ' A p u l e d e t d e P l i n e ; N o d i e r n e d e p e n d i t d o n e p a s n e c e s s a i r e - m e n t d e B y r o n p o u r 1 ' i n s p i r a t i o n . L e d e r n i e r r e m i t l e s u j e t a l a m o d e . I I e s t i n t e r e s s a n t d e r a p p e l e r i c i q u e S m a r r a f u t a n n o n c e e comme t r a d u c t i o n d ' A p u l e e . M a l h e u r e u s e m e n t , i l n e f u t p a s p o s s i b l e a v e c l e s m o y e n s b i b l i o t h e c a i r e s l o e a u x d e s ' a s s u r e r d e l a d a t e d e p u b l i c a - t i o n d u " P a y s d e s R i v e s " , c a r c e t e c r i t n ' e s t p a s m e n t i o n n e s e p a r e m e n t d a n s l a B i b l i o g r a p h i e L a r a t , e t meme M . C a s t e x n e c i t e q u e 1 ' e d i t i o n 6 0 Charpentier, sans preciser qu'il s'agit de 1'edition des Contes de l a Veillee de 1853* H serait particulierement interessant de l a savoir, car l'histoire du vampirisme d'Hoffmann pourrait, pour une foi s , representor une inspiration dans le sens inverse, puisqu'elle date de 1821, et l'editeur allemand nous informe que sa source est toujours inconnue.35 p a r contre, A.R. Oliver nous informe que Nodier publia un a r t i c l e sur ce sujet deja en 1813.-^ L'histoire d'Hoffmann se distingue par l e f a i t que le vampirisme semble etre contagieux. Aurelia hait sa mere, el l e connait son a f f l i c t i o n et a peur d'elle. Apres l a mort violente de l a mere, el l e semble mieux se porter, e l l e se marie, mais peu a peu el l e tombe dans l a meme maladie qui cause une f i n tragique pour elle comme pour son mari qui succombe a l a f o l i e . Comparons avec cet aspect special l a theorie exposee par Nodier dans l e "Pays des Reves?: Le somnambulisme, l a somniloquie, l e cauchemar surtout (et nous venons de voir q u ' i l traite l e vampirisme non pas comme l a realite physique des traditions populaires, mais comme une condition pathologique mentale, une des formes dangereuses du cauchemar ou de l'hysterie), sont contagieux. Les enfants, les femmes, les malades rSvent plus volontiers les impressions d'un reve qui leur a ete raconte que les impressions les plus vives de l a vie reelle. 37 La discussion rationnelle du reve occupe une grande partie du Magnetiseur d'Hoffmann. Le positiviste a une explication pratique: II pense que l a vie interieure n'est qu'une reflection des impressions exterieures et que nous creons nos propres demons. Ainsi, pour avoir des reves agreables, i l imagine l e soir des scenes plaisantes.-^ Neanmoins, i l doit avouer qu'il a souvent des reves horribles inexplicables. La discussion se termine dans l a plaisanterie. 61 Hoffmann f a i t toujours a l t e r n e r l e fantastique serieux avec des morceaux de realisme bourgeois souvent humouristiques. Le procede analogue, q ui sert a r e t a b l i r l ' e q u i l i b r e , a distancer l ' e c r i v a i n du danger dfetre i d e n t i f i e avec son oeuvre (ce qui l u i a r r i v e quand meme), se trouve chez Nodier dans l e s prefaces a ses contes. Nous v o i l a done en pleine comparaison entre Hoffmann et Nodier, et i l semble s i evident q u ' i l y eut une influence profonde de l'un a 1'autre qu'on peut s'epargner de c i t e r l e s c r i t i q u e s qui varie n t dans l e u r opinion a ce sujet, sans jamais donner d'exemples. O l i v e r ne mentionne n i Hoffmann n i l e fantastique dans sa biographie d e t a i l l e e de Nodier, ce qui n'est pas l e seul point, comme nous avons vu, ou i l a i t manque l e but. I I n'y a que B r e u i l l a c qui ose affirmer que Nodier ne d o i t r i e n a. Hoffmann, q u ' i l y a pa r a l l e l i s m e et non pas f i l i a t i o n . 3 9 M. Castex oppose a cette opinion quelques rapprochements p r e c i s ; Quoi q u ' i l (Nodier) pretende, nous ne voyons pas, dans l a t r a d i t i o n frangaise, de contes de fees q ui fassent expressement songer aux siens. Soyons bien persuades, en revanche, q u ' i l a l u l e s contes d'Hoffmann, dont i l ne d i t r i e n ... La Fee aux Miettes porte l a trace d'une influence au moins d i f f u s e du conteur b e r l i n o i s ... I I mentionne l a ressemblance de Michel avec l e heros de P r i n z e s s i n Brambilla. mais i l compare aussi Michel avec Anselmus dans Per goldene Topf: "Anselmus est aide par Serpentina comme Michel par l a Fee." Cette derniere comparaison ne nous p a r a i t pas j u s t i f i e d , car Serpentina est une jeune f i l l e qui l u i p a r a i t en v i s i o n comme serpent. Le seul p a r a l - l e l e avec Per goldene Topf reste dans l a maniere archaisante (et i c i ironique) de mettre un t i t r e interminable a chaque chapitre, comme par exemple: 62 Comment un savant, sans qu'il y paraisse, peut se trouver chez les lunatiques, par maniere de compensation des lunatiques qui se trouvent chez les savants• 2 Beaucoup plus frappante est la ressemblance entre la situation de Michel et celle du heros dans Doge und Dogaresse. Dans les deux cas, c'est une vieille femme a la reputation miraculeuse, sinon un peu de sorciere, qui leur vient en aide; vers laquelle i l s se sentent attires: une intuition les force de l u i faire la charite. Regardons cette tra- duction relevee de Doge und Dogaresse: Antonio reconnut dans la vieille femme l'etrange pauvresse qui mendiait d'habitude sur les marches de l'Eglise de St. Francois, demandant la charite aux pieux tout en riant et ricanant, et a laquelle i l avait, des fois, jetS un de ses quattrinos dure- ment gagnes et dont i l n'avait pas assez lui-mSme, sous l'influence d'une force interieure et incom- prehensible. 43 N'y a-t-elle pas une ressemblance etrange avec la Fee aux Miettes, qui etait s i pauvre, comme vous savez, qu'on ne lu i connaissait de ressources que la charitS de bonnes gens, et cl'autre logement que le porche du grand portail .. Michel l u i donne les vingt louis d'or de ses epargnes pour l u i assurer un bon passage a Greenock, sa patrle.^ Dans les deux cas, les vieilles qui aiment chacune son jeune hSros, l u i procurent son amante belle et jeune d'une maniere miraculeuse. Seulement, La Fee aux Miettes est un des rares contes de Nodier ou le heros peut jouir d'une certaine periode de bonheur, ne fut-ce qu'en reve, tandis qu'Hoffmann unit les amants pour un moment seulement et qu'ils meurent ensemble. L'amour et la mort sont aussi inextricablement lies chez Hoffmann que chez Nodier, et leur inspiration commune est bien la meme - l'illuminisme. Nodier signale la solution par la meditation, etat d'esprit que Castex meprend pour 63 pour 1'imagination qui f a i t naitre des "chateaux en Espagne": II (Nodier) a admirablement analyse dans un»essai psychologique ce doux etat de l a pensee ou ell e s'isole a p l a i s i r de toutes les realites de l a vie, ou el l e peut se deposseder, sans rien perdre du passe, du present, de l'avenir, et meme de l'espe- rance, pour se former un monde a son choix, sur lequel elle exerce avec un souverain empire tous les attributs de l a puissance de Dieu. Hoffmann connait l a meme condition, un genre de reve superieur que l'homme n'atteint que dans un certain etat de sommeil beatifique et viv i f i a n t , et qui le rend capable d'attirer les emanations de l'esprit cosmique, dont i l s'approche, et qui l e nourrissent de l a force de Dieu.^7 Seulement, Hoffmann est plus conscient du danger que l e don de cette force represente pour l'homme: Alban, le mystique, est magne- tiseur et en possession de moyens de guerir - "un art que Dieu l u i a 48 confie". II abuse de ce don pour dominer l e coeur d'une innocente jeune f i l l e . Dans l e Magnetiseur de Schiller, on abuse des forces occultes pour des fins politiques. L'abus sous une forme ou une autre est done l a tentation constante pour ceux qui possedent des pouvoirs exceptionnels, tentation faustique, et c'est pourquoi nous trouvons plus d'histoires a denoument tragique chez Hoffmann, a ne citer encore que Per Unheimliche Gast. Ce Convive Inquietant ressemble beaucoup au magnetiseur, mais i c i l a jeune f i l l e innocente est sauvee, a l a derniere minute, par 1*amour de son fiance qu'on croyait mort. Pour une fois, l a mort ne frappera que les coupables, en tant que punition, au l i e u de servir de porte d'entree dans 1'amour eternel. Par contre, nous trouvons dans Doge und Dogaresse une jeune f i l l e angelique: Annunciata, qui avait vu l'amant de sa destinee comme enfant, et leur scene de reconnaissance correspond aux l o i s du 64 coup de foudre neoplatonique maintes fois decrit par Maurice Sceve,-^ par exemple. Plus pres de Nodier est 1*annonee de l'amante par le reve, comme dans Die Bergwerke zu Falun (Les Mines de Falun).^ Dans la Neuvaine de la Chandeleur. Nodier utilise une superstition chretienne, qui donne au simple reve un eclat miraculeux, pour que les amants destines se reconnaissent, mais leur bonheur n'est pas de plus longue duree. La raison y est enfin donnee explicitement: ELle est morte, dit le pretre; le Seigneur n'a pas permis que 1'union ! laquelle vous aspiriez put s'ac- complir sur la terre. II a voulu la rendre plus pure, plus douce, plus durable, immortelle comme lui-meme, en la retardant de quelques minutes fugitives qui ne meritent pas de compte dans l'eternite. Votre fiancee vous attend au ciel.-' Nodier joue ce theme avec variations, comme nous 1'avons demontre au Chapitre II, et nous nous rendons compte qu'Hoffmann avait fait de meme, a. ne citer encore que Die Automate et Der Magnetiseur.^3 e^ Doge und Dogaresse fournit encore un autre theme, celui de la conspiration a Venise, qui peut avoir laisse des traces dans Mile de Marsan. Dans les deux cas i l y a un adepte allemand qui repre- sente l'idealisme, mais les conspirations avortent et entrainent la f i n tragique des heros et de leurs fiancees, avec une bonne dose de melodrame. II est certain qu'une recherche plus poussee que ce travail au cadre limite revelerait encore de nombreuses sources d'in- spiration pour Nodier chez Hoffmann. Rappelons-nous la soif d'aven- tures de Nodier qu'il exprime dans L'Amour etile Grimoire par La premiere des deux grandes et pueriles passions que j'ai eues dans ma vie, c'etait l'envie de me trouver le heros d'une histoire fantastique.55 65 Hoffmann s*etait exprimee de maniere identique dans Nachricht von den neuesten Schicksalen des Hundes Berganza (Nouvelles des aventures l e s plus recentes du chien Berganza).-^ Ce chien devient l e porte-parole d'Hoffmann qui se dedouble, pour parler des avantages et des l i m i t a t i o n s de l a langue humaine. I I l u i semble que pour exprimer les divers etats d'ame, l e s aboiements et l e s grognements modules de m i l l e fagons sont aussi s u f f i s a n t s , peut-etre meme plus suf f i s a n t s , que l e s mots; et souvent, "quand on ne comprit pas ma langue de chien, je croyais que l a faute en e t a i t plutot a vous qui ne f a i s i e z pas d'effort pour me comprendre, qu'a moi, qui n'aurais pas su m'exprimer convenablement." La reponse est: "tu viens d'intimer une pensee tres profonde sur notre langue, et i l me semble que t u aies l i e 1*intelligence au coeur, ce qui est en effet une chose tres r a r e . " ^ Ceci a du p l a i r e beaucoup a Nodier qui s'est occupe s i intensement de toutes sortes d'aspects du langage, a ne mentionner que son Dictionnaire raisonne des onomatopees de 1808, et surtout l e chapitre "Invention" du Roi de Boheme, dont l'onomatopee est censee produire des impressions precises sans 1'usage de mots d e s c r i p t i f s . Nous pouvons mentionner encore 1*attraction du theme des marionnettes, pratiquement personnifiee par Hoffmann dans l e 'Nuss- knacker' que l'un des freres Serapion mentionne comme son ami d'enfance pendant leur discussion des automates,-^ et qui joue l e role p r i n c i p a l et symbolique dans l e conte Nussknacker und Mausekoenig (Gasse^nkisette et l e Roi des So u r i s ) . ^ 0 De meme, l a s i g n i f i c a t i o n symbolique que Nodier accorde a son P o l i c h i n e l l e devient c l a i r e dans l ' h i s t o i r e du Docteur Neophobus: Q u ' e s t - c e e n e f f e t q u e P o l i c h i n e l l e ? D e p u i s p r e s d e c i n q u a n t e , a n s j e n e me s u i s p a s d e m a n d e a u t r e c h o s e . L ' a v e r s i o n s u p e r s t i t i e u s e c o n t r e l e s a u t o m a t e s a l a q u e l l e H o f f m a n n a d o n n e e x p r e s s i o n s e r e t r o u v e c h e z N o d i e r s o u s u n a n g l e s a t i r i q u e e t p o l i t i q u e b e a u c o u p p l u s m o d e r n e : J e n e p a r l e r a i d e l a p o l i t i q u e q u e l o r s q u ' e l l e s e t r o u v e r a e l e v e e a u n i v e a u d e s m a r i o n e t t e s . . . L ' u s a g e e s t d e l e s a p p e l e r ' a u t o m a t e s ' , e t o n n e s a u r a i t a v o i r t r o p d ' e g a r d s p o u r l e s a u t o m a t e s d a n s u n s i e c l e d e p e r f e c t i o n n e m e n t o u 1 ' i n t e l l i g e n c e h u m a i n e a c r u d e v o i r s ' a b d i q u e r e l l e - m S m e a u p r d f i t d e s m a c h i n e s . 2 N ' y a - t - i l p a s u n s o n p r o p h e t i q u e ? L e s u j e t a g a g n e d ' a c t u a l i t e d e p u i s l M . C a s t e x n o u s e x p l i q u e d a n s u n e n o t e p o u r q u o i i l n e p u b l i e p a s l e s h i s t o i r e s c o n c e r n a n t P o l i c h i n e l l e d a n s s a c o l l e c t i o n : " i l l e u r m a n q u e 1 ' e l e m e n t d r a m a t i q u e p r o p r e a u g e n r e d u c o n t e . " ^ 3 C e t t e o p i n i o n d o i t p r o b a b l e m e n t s e r v i r d ' e x p l i c a t i o n p o u r 1 ' o m i s s i o n d u R o i d e B o h e m e e t d e s e s s e p t c h a t e a u x , v a r i a t i o n d u c o n t e o n e r i q u e , q u ' i l n e c i t e q u ' a s s e z s o m m a i r e m e n t , b i e n q u ' i l e n s e p a r e e t p u b l i e l e s c o n t e s c o n v e n t i o n n e l s comme l ' o n t f a i t s e s p r e d e c e s s e u r s . I I y v o i t u n e p a r o d i e d e N o d i e r d e s o n p r o p r e w e r t h e r i s m e , s a n s m e n t i o n n e r l e d e d o u b l e m e n t a u t o b i o g r a p h i q u e d a n s u n e m u l t i p l i c i t y d e c a r a c t e - r i s t i q u e s q u e r e m a r q u e R i c h e r e t , a v a n t l u i , F r a n c i s W e y e n 1 8 4 4 e t c h a c u n q u i a p r i s l a p e i n e d e l i r e c e l i v r e , c a r d a n s l e c h a p i t r e " D e m o n s t r a t i o n " ( p . 1 0 4 ) , N o d i e r l ' e x p l i q u e e n d e t a i l . C e c i e t o n n e d ' a u t a n t p l u s q u e M . C a s t e x ••'.veut d e c l a r e l u i - m e m e d a n s s o n i n t r o - d u c t i o n q u e " s e s s e u l e s i n t u i t i o n s v r a i e s ( d e N o d i e r ) s o n t c e l l e s q u ' i l d o i t a 1 ' a n a l y s e i n t e r i e u r e , m a i s e l l e s s o n t d ' u n e i m p o r t a n c e c a p i t a l e e t f o n t d e l u i u n p r e c u r s e u r . " ^ L e R o i d e B o h e m e e s t u n e o e u v r e c l e f d e N o d i e r q u i l u i t i n t b e a u c o u p a c o e u r , c a r i l s ' y l i v r e tout entier, et malgre ses protestations, i l veut etre novate et i l l ' e s t , m&ne s i Albert Kies at t i re notre attention sur l e f a i t suivant: En 1830 enfin paraft 1'Histoire du Roi de Boheme et de ses sept chateaux. Pastiche, a Paris , chez les l ibra i res qui ne vendent pas de nouveautes. Au chapitre 48 du tome IV de Tristram Shandy, le caporal Trim promet a. l 'oncle Tobie de l u i raconter une histoire qui ne sera ni trop enjouee ni trop t r i s t e . En rea l i te , Trim sera empeche par les fre- quents interruptions de son maitre de donner autre chose que le t i t r e de son r e c i t : L[Histoire du Roi de Boheme et de ses sept chateaux.°^ Sans autre commentaire, ce pastiche a done l ' a i r d'un plagiat . Mais i l faut se reporter au chapitre "Declaration" ou Nodier explique q u ' i l aurait aussi bien punchoisir un t i t r e moins evident: Vous chercheriez inutilement pendant cent ans un t i t r e qui revelSt plus nai'vement le plagiat que ces lignes ingenues: HISTOIRE du Roi de Boheme et de ses sept chSteaux . . . i l m'etait s i aise de dissimuler cet emprunt d'une imagination epuisee, en disant, par exemple: HISTOIRE DU ROI DE HONGRIE ET DE SES HUIT FORTERESSES ou raieux encore : chronique des empereurs de Trebisonde et description , , de leurs quatorze palais I I devient alors aise de reconnaitre l a s ignif icat ion profonde que Nodier accorde a. l ' h i s t o i r e de Sterne. I I nous avertit deja dans 1'introduction que 68 l e besoin l e plus pressant de notre epoque pour un homme raisonnable qui apprecie l e monde et l a v i e a. l e u r valeur, c'est de savoir l a f i n de l ' h i s t o i r e du Roi de Boheme et de ses sept chateaux."? En n'arrivant toujours pas a l a f i n de cette h i s t o i r e , i l demontre, de maniere symbolique, q u ' i l est impossible de connaitre ce secret. Nodier f u t novateur a t e l point dans son Roi de Boheme qu'on ne l e comprit pas en general. Meme son ami d'enfance Charles Weiss ne sut en d i r e que des banalitess Le Roi de Bohllme n'a pas f a i t autant de b r u i t que t u ne cra i g n a i s ; Les epigrammes sur l ' I n s t i t u t ont passe inapercu; mais i l faut convenir a u s s i que t u l e s avais trop bien enveloppes. I I y a dans ce l i v r e deux episodes charmantes: l e s Amants Aveugles et l e Chien de Brisquet. Tu n'as pas t i r e de ton H i s t o i r e de P o l i c h i n e l l e tout l e part que j'imaginais. Mais ce l i v r e se v e n d - i l un peu? V o i c i l ' e s s e n t i e l . 6 8 Alors on ne do i t s'etonner s i un c r i t i q u e defavorable comme L.L. de Lomenie considere " L ' H i s t o i r e du Roi de Boheme et de ses sept chateaux comme pot-pourri fantastique et enigmatique, ou i l est question de homme de plus grande perception, Francis Wey, sut reconnaltre deja en Sa modestie (de Nodier) f u t r e e l l e et profonde; circonstance peu commune. I I apportait en tout une ex a l t a t i o n , une chaleur j u v e n i l e , et chose b i z a r r e , cette e x a l t a t i o n e t a i t s i n c e r e ... De l a cette d i s t i n c t i o n q u ' i l f a i s o i t en lui-meme de plusieurs personnages dissemblables; donnee exploited avec adresse et sous un symbole qu'on a mal devine, dans 1 'His- t o i r e du Roi de Boheme et de ses sept chSteaux; s a t i r e mali- cieuse, l e long de l a q u e l l e on rencontre sans cesse l e por- t r a i t de l'auteur depeint avec sa t r i p l e transformation.' Les autres biographes tendent a e v i t e r cette oeuvre qui ne s'adapte pas a l e u r s theories sur Nodier, 1 ' a r t i s t e d'evasion. Meme en 1928, Jean Larat, expert sur Nodier, demande de nouveau: tout hormis du r o i de Boheme et de ses chateaux. „69 Neanmoins, un 1844 l e caractere p r i n c i p a l de cette oeuvre: L'Histoire du Roi de Boheme ser a - t - e l l e en 1830 une nouvelle echappee dans l e monde des songes?71 C'est tout un volume de pastiches, de Rabelais surtout ou des 'Iroquois' de son temps dont i l amplifie jusqu'a l a farce l e s ridicules.''' 2 Par contre, Georg Brandes nous donne une description plastique de ce l i v r e s De temps en temps i l se l a i s s e dominer et possedel? par 1*imagination l a plus devergondee, et alors i l se p l a i t a renverser l e s rapports de l'existence, a jouer avec son propre r e c i t , a se moquer de ses contemporains. I I recourt meme a tous l e s moyens que l u i fournit l ' i m p r i - merie pour bien f a i r e r e s s o r t i r l e cote fantastique de son oeuvre, ou plus exactement, pour mettre en evidence l a souverainete absolue de son moi sur sa matiere. I I employa toute une imprimerie pour sa celebre nouvelle: "Le Roi de Boheme et ses sept ChSteaux". I I n'est point jusqu'a l a forme meme des l e t t r e s qui ne varie avec son etat d'Sme. Parfois e l l e s atteignent des proportions gigantesques; parfois, au contraire, e l l e s deviennent presque microscopiques; quand i l parle avec vehemence, e l l e s semblent se lever timidement, quand l a melancolie l e s a i s i t , e l l e s paraissent s'affaisser; en d*autres endroits, e l l e s se changent en i l l u s t r a t i o n s qu'on ne peut separer du texte; e l l e s sont tantot l a t i n e s , t a n t l t gothiques, selon l a disposition du moment; parfois e l l e s sont renversees, et i l faut tourner l e l i v r e pour l e s l i r e ; parfois aussi e l l e s sont etagees comme le s degres d'un es c a l i e r : La-dessus, l e heros descendit 1 'escalier tout abattu,'J Pourtant, mime en 1902, apres l a venue du Symbolisme, Brandes considere tout cela comme un jeu et non pas comme une premiere experimentation, une an t i c i p a t i o n de 1 ' e f f o r t des poetes modernes de munir l a langue de dimensions v i s u e l l e s , auditives et temporelles* L'Avertissement anonyme des Nouveiles de Charles Nodier dans 1'edition Charpentier de 1911 nous d i t deja. ce que Jean Richer exposera en d e t a i l : La t r i l o g i e des caracteres du Roi de Boheme est bien l e composite du caractere de Nodier: Theodore represente l a bonte, l a reverie; Breloque represente l'entrain, l a verve, l a r a i l l e r i e ; Don Pic de Fanferluche represente 1'erudition pedante. Selon Richer, i l y aurait deja une ebauche du Roi de Bohlme dans La plus petite des Pantoufles datant probablement de 1805.'''̂  II est vrai que ce motif de l a pantoufle est repris par Nodier dans l e Roi de Boheme, mais 1'ebauche n'a aucune des caracteristiques principales de fond: trois personnages autobiographiques; ni de forme: alternance de fragments - 1'incoherence voulue. Par contre, l e motif de l a pan- toufle se trouve aussi chez Hoffmann: Peter Schlemihl, figure legen- daire bien connue depuis Chamisso, porte des pantoufles delicates au- dessus de ses bottes. 7^ II doit done s'agir d'une allusion mieux com- prise a 1'epoque. Un autre detail qui r e l i e ou bien Nodier a Hoffmann ou tous les deux a Shakespeare, est 1•exclamation a l a f i n de 1*Intro- duction du Roi de Boheme: J'ai besoin d'un cheval ... je n' i r a i pas en Boheme sans cheval ... Un chevall un chevall A horseI a horse1 my kingdom for a horse( Or, Hoffmann f a i t dire a son 'Nussknacker', en pleine bataille entre souris et soldats de bois, done en plein milieu du pays des reves qu'est cette Boheme: "Un cheval - un cheval - un royaume pour un chevall Mais revenons a 1*analyse de Richer. Son explication allegorique des trois personnages du Roi de Boheme correspondrait a Theodore = honnete gargon faible = Jugement Don Pic de Fanferluche = pedant erudit = Memoire _ Breloque = fou bizarre = Inspiration' ce qui ne correspond pas tout a. f a i t a 1'evaluation ironique donnee par Nodier lui-meme.'''9 Mais Richer rend hommage a Nodier pour ce qui est l a vraie originalite de cette oeuvre: 71 N o d i e r p a r a i s s a n t n o n p a s d o u b l e m a i s t r i p l e , l ' h u m o u r q u i s e c o n t e n t e d ' o r d i n a i r e d e d e u x d i m e n s i o n s p l u s u n s p e c t a t e u r , d e v i e n t a s o n t o u t o b j e c t d * h u m o u r . C ' e s t d i r e q u e l ' e c r i v a i n a i n t r o d u i t l a q u a t r i e m e d i m e n s i o n d a n s l a l i t t e r a t u r e . D u meme c o u p e t comme e n s e j o u a n t , i l a d e v a n c e l e s r e c h e r c h e s l e s p l u s h a r d i e s d e M a l l a r m e , d ' A p o l l i n a i r e , d e J a r r y e t d e J o y c e . ° ® L e j u g e m e n t " c o m m e e n s e j o u a n t " e s t e n c o n t r a d i c t i o n a v e c l a c o n c l u s i o n d e R i c h e r q u ' i l s ' a g i t i c i d e l a " p i e c e l a p l u s a u t o b i o g r a p h i q u e . R i e n 8 n ' e s t o b s c u r e d a n s s o n l i v r e p u i s q u e t o u t y e s t c a l c u l e e t i n t e n t i o n n e l . " Q u ' o n v e u i l l e d o n e a c c o r d e r a N o d i e r d ' a v o i r t r o u v e d e 1 • o r i g i n a l i t e p a r u n e f f o r t c o n s c i e n t e n a v a n c e d e s o n t e m p s , e t n o n s e u l e m e n t p a r h a s a r d comme d a n s u n j e u d ' e n f a n t . P o u r t a n t , d e p u i s l ' a n a l y s e p r o f o n d e d e R i c h e r , q u i n e s ' o c c u p a p a s d e 1 ' i n f l u e n c e a l l e m a n d e , D e d e y a n a r e c o n n u c h e z l e s S e r a p i o n s b r u e d e r ( F r e r e s S e r a p i o n ) d ' H o f f m a n n u n p r o c e d e a n a l o g u e q u i j e t t e u n e l u m i e r e n o u v e l l e s u r 1 • o r i g i n a l i t e a b s o l u e d e l a d i v i s i o n d ' u n c a r a c t e r e e n t r o i s p e r s o n n a g e s . I I t r o u v e L e s a s p e c t s v a r i e s d e l a p e r s o n n a l i t e meme d ' H o f f m a n n d a n s T h e o d o r e : m u s i c o m a n e p a s s i o n n e L o t h a i r e : i n s a t i a b l e e t f a n t a s q u e L ' e t r a n g e C y p r i e n : p a s s i o n n e d e s c a s d e f o l i e e t d e s c a s a n o r m a u x . 8 2 I I n e s e r a p a s n e c e s s a i r e d ' a t t i r e r l ' a t t e n t i o n s u r l e f a i t q u ' H o f f m a n n s o u l i g n e c e t a s p e c t a u t o b i o g r a p h i q u e p a r 1 ' u t i l i s a t i o n d e l ' u n d e s e s t r o i s p r e n o m s : T h e o d o r e , r e p r i s e n s u i t e p a r N o d i e r . R e s t e a e x a m i n e r l a f o r m e e t r a n g e d u R o i d e B o h e m e o u n o t r e i n t e r e t e s t s u r t o u t r e t e n u p a r l a f r a g m e n t a t i o n d e s d e u x t y p e s d ' h i s t o i r e ; l a s a t i r e l e g e r e d ' a u t r u i e t d e s o i - m e m e c a c h e e d e r f c i l r e l ' a b s u r d i t e a p p a r e n t e d u r e v e d ' u n e p a r t , e t d e r r i e r e l a s i m p l i c i t e c o n t r a s t a n t e d e c o n t e s c o n v e n t i o n n e l s , s y m b o l e s d e 1 ' i m a g i n a t i o n d e b o r d a n t e t e n u e e n e c h e c t o u r & t o u r p a r l a s o u m i s s i o n a u t r a d i t i o n n a l i s m e . C e t t e n o u v e a u t e d e f o r m e n ' e t a i t p a s a u g o u t d u p u b l i c , e t comme N o d i e r a v a i t b e s o i n d * a r g e n t , i l s e d e c i d a e n 1842 a f a i r e r e i m p r i m e r , " s o u s 1 ' e m p i r e d e l a n e c e s s i t e " , l e s d e u x c o n t e s L e s A v e u g l e s d e C h a m o n i x e t L e C h i e n d e B r i s q u e t , s S p a r e m e n t d a n s l e s N o u v e l l e s e t M e l a n g e s . R i c h e r n o t e t r e s j u s t e m e n t q u e h o r s d u c o n t e x t e d u R o i d e B o h e m e , c e s r e c i t s p r e n n e n t u n a s p e c t t r e s d i f f e r e n t , i l s p e r d e n t l e u r p o r t e e e t l e u r s i g n i f i c a t i o n . ^ O r , u n e o e u v r e d ' H o f f m a n n o f f r e p r e c i s e m e n t c e t t e f o r m e i n c o h e r e n t e v o u l u e , p o u r l e s m e m e s r a i s o n s s y m b o l i q u e s q u e c e l l e s m e n t i o n n e e s c i - d e s s u s . C ' e s t L e b e n s - A n s i c h t e n d e s K a t e r s M u r r n e b s t f r a g m e n t a r i s c h e r B i o g r a p h i e d e s K a p e l l m e i s t e r s J o h a n n e s K r e i s l e r i n z u f a e l l i g e n M a k u l a t u r b l a e t t e r n . I I s ' a g i t i c i d e d e u x h i s t o i r e s a c a r a c t e r e a u t o b i o g r a p h i q u e , d o n t l ' u n e r e p r e s e n t e l e f a n t a s t i q u e e t l e s a t i r i q u e p a r l ' a n i m a l q u i p a r l e , t a n d i s q u e l a . b i o g r a p h i e d u K a p e l l m e i s t e r p o r t e l e s c a r a c t e r i s t i q u e s h a b i t u e l l e s d e s c o n t e s d ' H o f f m a n n o u l a s e n t i m e n t a l i t e e s t m e l e e a l ' o c c u l t e , a u m i r a c u l e u x . S a f r a g m e n t a t i o n e s t v r a i e , l e l e c t e u r d o i t s u p p l e e r d e j a p a r s a p r o p r e i m a g i n a t i o n c e q u i m a n q u e a u r e c i t ( p r o c e d e f a v o r i d e s S y m b o l i s t e s l ) , meme s i l e s d e u x c o n t e s s o n t s e p a r e s p o u r e n f a c i l i t e r l a c o m p r e h e n s i o n . Comme d a n s l e c a s d e N o d i e r , l e p u b l i c n * e t a i t p a s p r l t a c e g e n r e d ' e x e r c i c e m e n t a l , e t s e l o n W a l t e r M u e l l e r - S e i d e l , l a p u b l i c a t i o n s e p a r e e d e s d e u x o e u v r e s f u t d u e a l a " s o u v e r a i n e t e e d i t o r i a l e " d ' u n d e s c o n n a i s s e u r s l e s p l u s i n t i m e s d e s o e u v r e s d ' H o f f m a n n , c e q u i l u i 84 p a r a i t a u s s i e t o n n a n t q u ' i n c o m p r e h e n s i b l e . Comme R i c h e r l ' a r e m a r q u e p o u r l ' i n c o h e r a n c e a p p a r e n t e d a n s 1 ' o e u v r e d e N o d i e r , M u e l l e r - S e i d e l a f f i r m e q u e c e t t e i n c o h e r a n c e f i c t i v e e s t u n e c a r a c t e r i s t i q u e d e l a f o r m e d u r o m a n e t a i n s i a c c e p t a b l e d u p o i n t d e v u e a r t i s t i q u e . E n 73 l i a n t l a ̂ question de 1'incoherence inextricablement avec l a forme du roman, Hoffmann anticipe d'une maniere surprenante non seulement des problemes, mais une partie de l a c r i s e du roman moderne, pour l a resoudre a sa maniere.8-' L'oeuvre d'Hoffmann fut publiee en 1820 et en 1822 et ne fut jamais traduite sous sa forme originale fragmented, au moins jusqu'en 1905, date de publication du Grundriss zur Geschichte der deutschen Dichtung (Guide a 1*Histoire de l a L i t t e r a t u r e allemande, vol.8) 86 de Goedeke. I I est peu probable qu'elle a i t suscite suffisamment d'interet depuis pour avoir ete traduite. Ceci se comprend facilement, l a fragmentation posant des problemes supplementaires pour l a compre- hension d'un etranger. Nous pourrions y v o i r aussi une explication du f a i t que n i Richer n i surtout Dedeyan ne se soient apercu de l a source d*inspiration de Nodier pour l'une de ses oeuvres l e s plus i n d i v i d u e l l e s . I I est evident que Nodier s'est serv i des deux sources a l a f o i * , des Serapionsbrueder pour 1'inspiration du dedoublement a t r o i s , a i n s i que de l ' h i s t o i r e amusante du Kater Murr intermelee a. l a biographiq t r a - gique du Kapellmeister Johannes K r e i s l e r pour l a forme gouvernant son oeuvre autobiographique. De toutes les influences*allemandes, i l semble done bien e t a b l i que c e l l e d'Hoffmann fut l a plus etendue et l a plus directe, mais Nodier a encore une f o i s f a i t preuve d'un talent d'adap- t a t i o n d'idees s i ingenieux par l a maitrise plus etendue et plus elevee de l a langue poetique, qu'on peut dire pour l e Roi de Boheme ce que Mueller-Seidel d i t du roman d'Hoffmann: Malgre tous l e s emprunts, plagiats et c i t a t i o n s s p i r i t u e l l e s , ce roman est l a propriete incontestee de l ' e c r i v a i n , de tous les points de vue."7 N O T E S D E R E F E R E N C E C H A P I T R E I V 1 T E X T E , J o s e p h , E t u d e s d e L i t t e r a t u r e E u r o p e e n n e , p . 2 2 3 2 i d . , p . 1 15 3 i b i d . , p p . 105/6 k K I E S , A l b e r t , " I m i t a t i o n e t P a s t i c h e d a n s 1 ' o e u v r e d e C h a r l e s N o d i e r " , p.69 5 N O D I E R , C h a r l e s , C o n t e s , E d i t i o n P . - G . C a s t e x , 1 9 6 l , p . 2 7 6 S A L O M O N , M i c h e l , C h a r l e s N o d i e r e t l e G r o u p e R o m a n t i q u e , p . 1 9 7 L A R A T , J e a n , " U n e p r e m i e r e e s q u i s s e i n e d i t e d e s P r o s c r i t s d e N o d i e r " , p . I l l 8 M O R N E T , D a n i e l , L e R o m a n t i s m e a u l8eme s i e c l e , p . 1 3 ^ 9 i b i d . , p . 2 6 5 10 i d . , c i t e p a r C h . D e d e y a n d a n s G e r a r d d e N e r v a l e t l ' A l l e m a g n e , p . 3 8 6 , 1 ' o r i g i n a l a l l e m a n d d a n s D i c h t u n g u n d W a h r h e i t , D r i t t e r T e i l , S . 1 7 2 , G o e t h e s S a e m t l i c h e W e r k e , J u b i l a e u m s a u s g a b e , V i e r u n d z w a n z i g s t e r B a n d 11 R O S S E L , V i r g i l e , H i s t o i r e d e s R e l a t i o n s l i t t e r a i r e s e n t r e l a F r a n c e e t l ' A l l e m a g n e , p . 9 9 12 B A L D E N S P E R G E R , F e r d i n a n d , G o e t h e e n F r a n c e , p . 3 1 13 N O D I E R , C h a r l e s , N o u v e l l e s , p . ^ 3 Ik i d . , R o m a n s , p . 7 7 15 i b i d . , p . 6 5 16 N O D I E R , C h a r l e s , " L e s T y p e s e n L i t t e r a t u r e " , p . 1 5 17 S T A E L , Mme d e , D e l ' A l l e m a g n e . X I , p . 3 7 1 18 N O D I E R , C h a r l e s , N o u v e l l e s , p . 5 9 19 B A L D E N S P E R G E R , F . , o p . c i t . , p.128 75 20 BERAUD, Antony et xx*, Faust, p.59 21 ibid. 22 i b i d . , p.68 23 BALDENSPERGER, F., o p . c i t . , p.141 24 TEXTE, Joseph, op . c i t . , p.227 25 NODIER, Charles, Contes. E d i t i o n Castex, p.533 26 OLIVER, A.R., Charles Nodier. P i l o t of Romanticism, p.237 27 NODIER, Charles, o p . c i t . , pp.47/8 28 i b i d . , note p.43 29 DEDEYAN, Charles, Gerard Nerval et l'Allemagne. p.359 30 i b i d . , p.360 31 NODIER, Charles, o p . c i t . , pp.56/7 32 i b i d . , pp.33/4 33 NODIER, Charles, Contes de l a V e i l l e e , 1 8 5 3 , P.211 34 i d . , c i t e par Ch. Dede"yan dans V i c t o r Hugo et l'Allemagne, p. 124 35 HOFFMANN, E.T.A., Die Serapionsbrueder. p . l l l 6 (note pour l a page 92$) 36 OLIVER, A.R., o p . c i t . , p.125: Nodier who had already discovered the vampire legends i n I l l y r i a and discussed t h e i r influence i n an a r t i c l e f o r Le Telegraphe O f f i c i e l . A p r i l 1 1 , 1 8 1 3 , No. 2 9 . 37 NODIER, Charles, o p . c i t . , p.212 38 HOFFMANN, E.T.A., Saemtliche W erke ( 1 9 1 2 ) , Band I, S.196 Wir stehen mit a l i e n Aussendingen, mit der ganzen Natur i n solch enger psychischer und physischer Verbindung, dass das Losloesen davon, s o l l t e es moeglich sein, auch unsere Existenz v e r n i c h t e t . Unser sogenanntes intensives Leben wird von dem extensiven bedingt, es i s t nur e i n Reflex von diesem, i n dem aber die Figuren und B i l d e r , wie i n einem Hohlspiegel aufgefangen, s i c h o f t i n veraen- derten Verhaeltnissen und daher wunderlich und fremdartig d a r s t e l l e n , unerachtet auch wieder diese Karikaturen im Leben i h r e Originale finden. 76 39 BREUILLAC, G., "Hoffmann en France", c i t e par Jean Larat dans La T r a d i t i o n et l'exotisme dans l'oeuvre de Nodier, p.317 40 NODIER, Charles, Contes, E d i t i o n Castex, p.159 41 i b i d . , p.160 42 i b i d . , p.I85, a comparer avec 1'exemple d'Hoffmann: Neunte V i g i l i e : Wie der Student Anselmus zu e i n i g e r Vernunft gelangte - Die Punschgesellschaft - Wie der Student Anselmus den Konrektor Paulmann fuer einen Schuhu h i e l t und diese r s i c h darob sehr erzuernte - Der Tintenklecks und seine Folgen. E.T.A. Hoffmann, Spukgeschichten und Maerchen, p.6l 43 HOFFMANN, E.T.A., Die Serapionsbrueder. p.361 Antonio erkannte i n dem a l t e n Muetterchen das seltsame Bettelweib, das auf den Stufen der Franziskanerkirche die Andaechtigen, immer kichernd und lachend, urn Almosen anzusprechen p f l e g t e , und der er manchmal, von innerm unerklaerlichem Drang getrieben, einen sauer verdienten Quattrino, den er s e l b s t nicht uebrig, hingeworfen. 44 NODIER, Charles, o p . c i t . , p.196 45 i b i d . , p.200 46 i b i d . , p.155 47 HOFFMANN, E.T.A., Saemtliche Werke (1912), Band I, S200 Ueberdem gi b t es eine hoehere Art des Traeumens, und nur diese hat der Mensch i n dem gewissen beseelenden und bese- ligenden Schlafe, der ihm vergoennt, die Strahlen des Weltgeistes, dem er s i c h naeher geschwungen, i m s i c h zu Ziehen, die ihn mit g o e t t l i c h e r Kraft naehren und staerken. 48 i b i d . , S.203 Er b e s i t z t eine Kunst, welche auszuueben ihm Gott die Macht v e r l i e h e n . 49 HOFFMANN, E.T.A., Die Serapionsbrueder. p.600 50 i b i d . , p.381/2 51 i b i d . , p.183 52 NODIER, Charles, o p . c i t . , p.833» a comparer avec Hoffmann, o p . c i t . , p.353* Habe i c h sie denn verloren? i s t sie nicht im inneren gluehenden Leben ewig mein? 53 HOFFMANN, E.T.A., o p . c i t . , p.336/7 54 HOFFMANN, E.T.A., Saemtliche Werke. Band I, S .230 77 55 NODIER, Charles, Contes, Edition Castex, p.5l6 56 HOFFMANN, E .T .A. , Saemtliche Werke, Band I , S.10? Unwillkuerlich stand ich s t i l l - mich durchflog die frohe Ahnung, es koenne mir wohl etwas ganz Besonderes begegnen, was i n diesem ordinaeren, hausbackenen Leben immer mein Wunsch und Gebet i s t , und ich beschloss, den Seufzenden aufzusuchen. 57 ibidi, S.109 Wenn ich denn nun reden darf, so tut es mir wohl, mich ueber meine Leiden und Freuden i n menschlichen Toenen auszuschwatzen, weil eure Sprache doch recht dazu ge- eignet scheint, durch die fuer so manche Gegenstaende und Erscheinungen i n der Welt erfundenen Woerter die Begebenheiten recht deutlich darzulegen; wiewohl, was die innern Zustaende der Seele und a l l e r l e i dadurch entstehende Beziehungen und Verknuepfungen mit den aeussern Dingen b e t r i f f t , es mir vorkommt, als s e i , urn diese auszudruecken, mein i n tausend Arten und Abstufun- gen gemodeltes Knurren, Brummen und Bellen ebenso hin- reichend, v ie l l e i ch t noch hinreichender als eure Worte; und of t , als Hund i n meiner Sprache nicht verstanden, glaubte i c h , es laege mehr an euch, dass ihr nicht trachtetet mich zu verstehen, als an mir, dass ich mich nicht gehoerig auszudruecken wuesste. Teuerster Freund, f i e l ich e in , du hast i n diesem Augen- b l i c k ueber unsere Sprache einen recht fciefen Gedanken angedeutet, und es scheint mir, als verbaendest du Verstand mit Gemuet, welches i n der Tat eine recht seltene Sache i s t . 58 NODIER, Charles, Le Roi de Boheme. p.309 59 HOFFMANN, E .T .A. , Die Serapionsbrueder. p.339 60 i d . , Spukgeschichten und Maerchen, p.140 61 NODIER, Charles, Nouvelles, suivies des Fantaisies du Deriseur Sense. (1911), p.429 62 i b i d . , "Les Marionnettes", p.386 63 NODIER, Charles, Contes, Edition Castex, p.397 64 i b i d . , p .xiv 65 KIES, Albert, o p . c i t . , p.?4 66 NODIER, Charles, Le Roi de Boheme. pp.108/9 67 i b i d . , p.94 78 68 Lettre XLVI du 21 mars 1830 de Weiss a Nodier 69 LOMENIE, L . L . de, Galerie de Contemporains i l l u s t r e s , p. 34 70 WEY, Francis, La Vie de Charles Nodier de l'Academie Francaise, p .3 71 LARAT, Jean, La Tradition et l'exotisme dans l'oeuvre de Nodier, p.319 72 i b i d . , p.449 73 BRANDES, Georg, L'Ecole Romantique en France, p.42 74 RICHER, Jean, "Autour de 1'Histoire du Roi de Boheme", p.5 75 HOFFMANN, E .T .A. , Spukgeschichten und MaBrchen, "Die Abenteuer der Sylvesternacht", p.89 . . . sehr f i e l es mir aber auf, dass er ueber die St iefe l zierl iche Pantoffeln gezogen hatte. 76 NODIER, Charles, o p . c i t . , p.95 77 HOFFMANN, E .T .A. , o p . c i t . , p.155 Ein Pferd- ein Pferd, ein Koenigreidh fuer ein Pferdl 78 RICHER, Jean, o p . c i t . , p.10 79 NODIER, Charles, o p . c i t . , p.104 I I faut seulement s'entendre sur un point de depart, c 'est-a-dire sur l e calcul de Diodes de Smyrne qui represente l ' e s p r i t de l'homme par le nombre MILLE. C i , valeur regue en compte 1000 Passons a 1*analyse: Soit Theodore, ou mon imagination . . . . . 0 Soit Don Pic de Fanferluchio, ou ma meraoire 1 Soit Breloque, ou mon jugement 999 ... Je pose hardiment le to ta l 1000 Ce qui s ignif ie identiquement: l 'auteur de 1'Histoire du r o i de Boheme et de ses sept chateaux . . . 80 RICHER, Jean, o p . c i t . , p.14 81 i b i d . , p.16 82 DEDEYAN, Charles, L'Imagination fantastique dans le Romantisme Europeen, p.76 83 RICHER, Jean, o p . c i t . , p.28 79 8 4 H O F F M A N N , E . T . A . , L e b e n s - A n s i c h t e n d e s K a t e r s M u r r n e b s t f r a g m e n - t a r i s c h e r B i o g r a p h i e d e s K a p e l l m e i s t e r s J o h a n n e s K r e i s l e r i n z u f a e l l i g e n M a k u l a t u r b l a e t t e r n . p.681 85 i b i d . , D i e f i k t i v e Z u s a m m e n h a n g l o s i g k e i t i s t , r e c h t v e r s t a n d e n , e i n B e s t a n d t e i l d d r R o m a n f o r m s e l b s t u n d v o n d o r t h e r k u e n s t l e r i s c h z u v e r t r e t e n . W e i l b e i d e T e l l e d e r g e s t a l t z u s a m m e n g e h o e r e n , s o l l t e m a n s i e n i c h t t r e n n e n , w i e e s g e s c h e h e n i s t . D i e K u n s t f o r m , a u f d i e e s H o f f m a n n a b g e - s e h e n h a t t e , w i r d v e r d e c k t , w e n n m a n d i e G a n z h e i t d e r D i c h t u n g i n z w e i v e r m e i n t l i c h s e l b s t a e n d i g e n L e b e n s g e - s c h i c h t e n i s o l i e r t . D a s s d i e e d i t o r i s c h e S e l b s t h e r r l i c h - k e i t a u f e i n e n d e r i n t i m s t e n K e n n e r d e s H o f f m a n n s c h e n W e r k e s z u r u e c k g e h t , b l e i b t e b e n s o e r s t a u n l i c h w i e s c h w e r v e r s t a e n d l i c h . I n j e d e m F a l l i s t e i n e m s o l c h e n E i n g r i f f z u w i d e r s t e h e n . W e d e r d i e K a t e r g e s c h i c h t e n o c h d i e L e b e n s - g e s c h i c h t e K r e i s l e r s s i n d d a s , w a s s i e s i n d , w e n n m a n s o v e r f a e h r t . E n t g e g e n d e r I n t e n t i o n d e s D i c h t e r s s p i e g e l n d i e d e r a r t v o n e i n a n d e r g e t r e n n t e n T e i l e e i n e n Z u s a m m e n h a n g v o r , d e r v o m G a n z e n d e s R o m a n s h e r g e r a d e a l s f r a g w u e r d i g e r s c h e i n e n s o i l . . . I n d e m E . T . A . H o f f m a n n d i e F r a g e d e r Z u s a m m e n h a n g l o s i g k e i t m i t d e r R o m a n f o r m u n l o e s b a r v e r - k n u e p f t , n i m m t e r a u f u e b e r r a s c h e n d e W e i s e P r o b l e m e d e s m o d e r n e n R o m a n s v o r w e g , um s i e a u f s e i n e g e w i s s z e i t g e - m a e s s e W e i s e z u b e w a e l t i g e n . 86 G O E D E K E , K a r l , G r u n d r i s s z u r G e s c h i c h t e d e r d e u t s c h e n D i c h t u n g , v o l . 8 87 H O F F M A N N , E . T . A . , o p . c i t . , p.687 D e r h u m o r i s t i s c h e R o m a n d e s K a t e r s M u r r i s t u n e r a c h t e t a l l e r A n l e i h e n , g e i s t r e i c h e r P l a g i a t e u n d Z i t a t e d a s u n v e r w e c h s e l b a r e E i g e n t u m d e s D i c h t e r s . E r i s t e s i n j e d e m B e t r a c h t . CHAPITRE V DEFINITION DU "GENIE ALLEMAND" SELON L•INTERPRETATION DE NODIER ET SA SIGNIFICATION DANS L*ENSEMBLE DES INFLUENCES Nous venons de demontrer dans les chapitres precedents des influences allemandes de nature generale comme de nature speci- f ique. En comparant ces influences entre e l l es , nous arrivons a l a conclusion q u ' i l n'y a de vraie influence positive sur 1'oeuvre de Nodier que dans les cas ou Nodier, a t t i re par des interets communs ou par une a f f in i te prononcSe de l a pensee due a une ressemblance indeniable de caractere, se laisse captiver. Cette influence positive se revele le plus chez Hoffmann, qui semble avoir ete un personnage volontairement enigmatique comme Nodier, personnage qui se prete facilement a l a formation de mythes. Ains i Joseph Texte rapporte en 1898 que Hoffmann "piquait l a curios i te" : Un homme etrange dont l a vie s 'etai t ecoulee entre l ' a l c o o l et l e reve; digne f i l s de l'Allemagne qu'un crit ique a appelee l a patrie des hallucinations; i l correspondait a. ce qu'on s'imaginait allemand . . . Comme Baudelaire, et avant l u i , mais aussi avant Gautier et Sainte-Beuve, i l avait cherche a. noter en poesie les sensations rares et disparates, perpetuelle osc i l la t ion de l ' i r o n i e au mysticisme, du sarcasme au baquet de Mesmer: i l avait espere d'arriver a l a connaissance complete de l ' e t r e . Nous pouvons ajouter a 1'Enumeration des novateurs en poesie Nodier et Nerval qui les precederent encore, mais en ce qui concerne l a vie 81 d'Hoffmann passee entre le r§ve et l ' a l c o o l , i l doit s 'agir d'une generalisation sinon exageration insoutenable. I I fut une personnalite double, attiree irresistiblement vers les arts , l a musique autant que l a l i t t e ra ture , pour ne pas parler du grand inconnu, l 'occul te , mais ses pieds resterent fermement plantes sur terre. I I ne faut pas oublier q u ' i l fut juriste et que sa decision de s'adonner aux arts comme metier au l i e u de comme delassement ne fut prise que par necessite: i l perdit son poste en 1806 a l a suite des evenements de l a guerre, a. savoir 1'occupation frangaise. Mais l a vie de compositeur comme de directeur d'orchestre ne fut pas f a c i l e . C'est l a gene qui l e poussa a ecrire des contes. 2 I I est fort possible q u ' i l a i t beaucoup souffert de l a real i te et q u ' i l ne l ' a i t trouvee "supportable qu'en l u i substituant un reve perpetuel, car le fantastique qu'est-ce (sic) autre chose sinon le reve que l ' o n continue tout eveil le?"^ Mais i l faut alors se repor- ter a. ce que nous avons d i t au sujet de Nodier et de 1'evasion par le reve (Chap. I I , p.14). Hoffmann est done d'un temperament naturellement romantique; i l sa i t , pourtant, garder l ' e q u i l i b r e par l ' ex ter ior isa t ion de ses fantaisies dans les contes, et n'oublions surtout pas son t r a v a i l . En 1814, apres l a l iberat ion de l'Allemagne, Hoffmann rentra au service de l ' e t a t . En 1816, i l fut nomme Conseiller a l a Cour d'Appel de Ber l in , en 1821 Senateur a l a Cour d'Appel.^ De tels postes dans 1'administration prussienne ne furent pas confies aux hommes d'une conduite douteuse ou vivant en permanence dans l e reve. L ' ident i f i ca t ion avec son oeuvre que Hoffmann essaya d'eviter par des discussions objectives intercalees entre ses contes et par un realisme terre a terre bourgeois, par 1'humour et par l a satire - ident i f icat ion que Dedeyan cherche a prouver par l a c i tat ion suivante - doit done etre comprise a un niveau plus elevet 82 C'est pour l u i l'imperatif categorique du createur, du poete, d'etre pris tout entier par sa creation, confondue avec sa vie; d'ou ces paroles prononcees par le chien Berganza: II y a beaucoup de braves gens que l'on nomme poetes; i l s ont certainement de 1'esprit ... mais i l s semblent ignorer que la poesie n'est autre chose que la vie meme du poete. Le poete est-il done un diplomate ou un homme d'affaires pour pouvoir isoler sa vie privee de quelle autre vie? Je ne pourrai jamais me persuader que celui dont la vie entiere n'a pas ete elevee par la poesie au-dessus de la vulgarite, au-dessus des miserables petitesses du monde conventionnel, que celui qui n'est pas a la fois plein de bonte et plein de noblesse, soit un vrai poete.5 Voila. une opinion ou meme une attitude que Nodier a du partager, puisque ses amis louerent surtout sa grande bonte. A.R. Oliver pretend que le fait que Nodier fut precede et suivi dans son siege a l'Academie par trois hommes qui ne l'aimerent pas fait exploser le mythe "du bon Nodier;"^ ce n'est certainement pas un argument convaincant. Au chapitre precedent nous avons deja. demontre, par de nombreux exeraples, des similarites d'esprit entre Hoffmann et Nodier qui ont entralne la filiation. Avant de resumer leurs interets communs, ajoutons qu*Hoffmann se sentait predestine au fantastique ayant une mere dont "une maladie nerveuse a transmis ses germes a 1'imagination de sor^lls,^ Cela rappelle "l'infirmite nerveuse qui tourmentait Nodier Q dans sa jeunesse." L*inclination au fantastique, la perception de relations surnaturelles est done liee a une condition sinon a. une faiblesse physique, ce que nous avons constate ehez tous les heros et heroines de Nodier. La lueidite surnaturelle semble folie, les limites sont difficiles a discerner. La curiosite des deux hommes est attirSe par les etats d'esprit dits pathologiques et par les etats subconscients qui donnent naissance aux cauchemars comme aux reves angeliques, sujets 83 q u i s o n t t r a i t e s d a n s l e u r s o e u v r e s d ' u n e m a n i e r e q u i c h e r c h e a e n s e i g n e r u n e c o m p r e h e n s i o n a p p r o f o n d i e . Q u ' o n n e n i e p a s l e d i d a c t i s m e c o n t e n u d a n s l ' h i s t o i r e d u f o u q u i s e c r o i t l e m a r t y r S e r a p i o n ; n o u s a v o n s d e j a d e m o n t r e l e d i d a c t i s m e d a n s l e s o e u v r e s d e N o d i e r . I I y a a u s s i d e l ' i n t e r e t d a n s l e s a n i m a u x q u i s o n t m e i l - l e u r s q u e b e a u c o u p d ' h o m m e s . H o f f m a n n e s t e x p l i c i t e a c e s u j e t a v e c s o n c h a t M u r r e t l e c h i e n B e r g a n z a , e t o n p e u t s e d e m a n d e r a l o r s , s i l ' h i s t o i r e d u C h i e n d e B r i s q u e t . v u e s o u s c e t a n g l e , a p e u t - e t r e u n e p o r t e e s y m b o l i q u e b e a u c o u p p l u s e t e n d u e , g r a c e a s a p l a c e d a n s l e R o i d e B o h e m e . quel c e t t e h i s t o i r e c o n v e n t i o n n e l l e n e l a i s s e s o u p c o n n e r . Meme d a n s l e s A y e u g l e s d e C h a m o u n y . 1 ' a u t r e d i g r e s s i o n c o n v e n t i o n n e l l e d a n s l e R o i d e B o h e m e . c ' e s t u n c h i e n q u i r e p r e s e n t e l a f i d e l i t e a b s o l u e s u i v a n t s o n m a i t r e d a n s l a m o r t , e n c o n t r a s t e a v e c l ' a m i e i n f i d e l e . D e j a Mme d e S t a e l a v a i t d i t : " I I e s t b e a u c o u p m o i n s r i d i c u l e e n A l l e - m a g n e q u e c e l a n e l e s e r a i t e n F r a n c e , d e s e s e r v i r d u d i a b l e d a n s l a f i c t i o n . " ^ L a p e r s o n n i f i c a t i o n d ' a n i m a u x r e n t r e d a n s l a meme c a t e g o r i c H o f f m a n n d i t a u d e b u t d e s S e r a p i o n s b r u e d e r : N ' e s t - c e p o i n t l ' e s p r i t s e u l q u i e s t c a p a b l e d e s a i s i r c e q u i s e p a s s e a u t o u r d e n o u s , q u i e n t e n d , q u i v o i t , q u i s e n t ? E s t - c e l ' o e i l , 1 * o r e i l l e , l a m a i n ? M a i s s i c ' e s t l ' e s p r i t , p o u r q u o i c e q u e l ' e s p r i t r e c o n n a i t comme r e e l n e s e r a i t - i l p a s r e e l e n e f f e t ? 1 0 D e d e y a n e s t d e l ' a v i s q u e c e t t e a t t i t u d e s u p p o s e u n e m e n t a l i t e , u n e c o n s t i t u t i o n f a n t a s t i q u e n a t u r e l l e c h e z H o f f m a n n q u i a s a l o g i q u e i n - t e r n e . U n t e l p o i n t d e v u e e t o n n e c h e z u n homme m o d e r n e , c a r l a p s y c h o - l o g i e c o n t e m p o r a i n e a u s s i b i e n q u e l a p s y c h i a t r i e s o n t d u meme a v i s q u ' H o f f m a n n q u e l a p e r c e p t i o n d e l a r e a l i t e e s t r e l a t i v e . O n t i e n t c o m p t e d u s u b c o n s c i e n t , m a i s o n n e l e q u a l i f i e p l u s d e f a n t a s t i q u e . L ' i n t e r e t 84 d e N o d i e r e t d e H o f f m a n n d a n s l e m o n d e i n t e r i e u r d e l ' h o m m e s ' e x p r i m e d a n s d e s f o r m e s q u i s o n t a c c e p t a b l e s e t c o m p r e h e n s i b l e s a. l ' e p o q u e - l e s c o n t e s f a n t a s t i q u e s - e t , n e l ' o u b l i o n s p a s , q u i s e v e n d e n t . N o u s e n a v o n s t o u j o u r s , o n n ' a q u ' a r e g a r d e r l e s p r o g r a m m e s d e t e l e v i s i o n o u " B e w i t c h e d " j o u i t d ' u n e p o p u l a r i t y q u i t r a h i t d e s d e s i r s c o l l e c t i f s a u - d e l a d e l ' a m u s e m e n t s i m p l e , d ' u n p o u v o i r d e p a s s a n t c e l u i d e l ' h o m m e . P o u r e x p r i m e r l e m o n d e i n s a i s i s s a b l e , o n l e p e r s o n n i f i e , e t s u r t o u t l e s t e n t a t i o n s , comme o n a f a i t d e t o u s t e m p s . M a i s o n c o m m e n c e a i n s i n u e r l a v e r i t e : q u ' i l s ' a g i t d a n s c e s m a n i f e s t a t i o n s d e p r o d u c t i o n s d e l ' e s p r i t d e l ' h o m m e e t n o n p a s d ' e t r e s d ' u n a u t r e m o n d e e x t e r i e u r . O n n e p o u r r a b i e n t o t p l u s b l a m e r u n e n n e m i , comme p a r e x e m p l e l e d i a b l e , p o u r s e s t e n d a n c e s a u d e d o u b l e m e n t . M a i s d ' a b o r d , a p r e s l ' e r e d e l a l u - m i e r e , i l y a u n e r e s i s t a n c e g r a n d i s s a n t e c o n t r e l a c o n c e p t i o n d ' u n u n i v e r s m e c a n i s t e e t e x p l i c a b l e . E l l e s e m a n i f e s t e p a r l a d i f f u s i o n d e l ' i l l u m i n i s m e q u i e x i g e l a l i b e r t e d e p e n s e e t o t a l e , d o n e n o n s e u l e m e n t c e l l e d e s l i b r e - p e n s e u r s q u i s e m o q u e d e s s e n t i m e n t s r e l i g i e u x , m a i s c e l l e d e l a t o l e r a n c e a b s o l u e q u i m e t l ' i n d i v i d u a l i s t e a l ' a b r i d u r i d i - c u l e . N o u s a v o n s t r o u v e l a meme e x i g e n c e d e c e t t e t o l e r a n c e c h e z N o d i e r comme c h e z H o f f m a n n , c e " H o f f m a n n l e f a n t a s t i q u e - a i n s i 1 ' a p p e l l e T h e o p h i l e G a u t i e r - s ' i l n ' e s t u n e c r i v a i n f r a n c a i s , i l r e s t e d u m o i n s u n e c r i v a i n f r a n c i s e . " ^ T a n t q u e l a s a t i r e e s t n e c e s s a i r e p o u r c o m b a t t r e , p a r m i d ' a u t r e s d e f a u t s , l ' e s p r i t i n t o l e r a n t f e o d a l o u b o u r g e o i s , u n p a y s n ' e s t p a s u n p a r a d i s . C e t t e s a t i r e e s t p r e s e n t e d e j a d a n s l ' A l l e m a g n e p r e r o - m a n t i q u e d u F a u s t d e K L i n g e r . E n e n f e r , l e d e f e n s e u r d e l ' A l l e m a g n e s ' e x c l a m e : 85 Dites-moi, ou sur l a t e r r e b r i l l e l e systeme feod a l , l e coup de maitre de l a violence et de 1*intelligence humaine, dans toute sa splendeur comme dans l'Allemagne? Dans l'Allemagne romantique nous l a trouvons de Tieck a. Heine qui est e x i l e a une epoque ou Nodier e c r i t l e s louanges de l'Allemagne "au penchant universel a l' i d e a l i s m e . " La ge n e r a l i s a t i o n en t r a i t s n atio- naux de quelques c a r a c t e r i s t i q u e s plutot exceptionnels est done fausse, mais beaucoup pratiquSe depuis 1'emergence du nationalisme. Ajoutons a l a d e s c r i p t i o n de l'Allemagne par Nodier comme c i t e e dans 1*Introduction 1*affirmation suivante: Les Allemands qu'un penchant organique a l a mysticite entralne toujours vers l e s p i r i t u a l i s m e , etaient moins propres a f i x e r l e s images de l a v i e s o c i a l e dans ses r e a l i t e s absolues. L'elan de l e u r psychique reveur l e s porte vers un monde plus i d e a l . L'homme qui est d i s p a r a i t pour eux devant l'homme qui sera, ou devant l'homme qui devr a i t e t r e . Stationnaires dans l e s moeurs, car i l s ont place l e u r v i e morale dans une autre region, i l s marchent en precurseurs a l a tete des idees.-*-3 Nodier oppose aux Allemands reveurs l e s Anglais, "gens senses qui ne croient n i au diable n i a. l a s o r c e l l e r i e , " ^ tandis qu'"en France cette s e n s i b i l i t e est l e secret d'un p e t i t nombre qui ... p r e t a i t un peu au r i d i c u l e a cette epoque des r e a l i t e s m a t e r i e l l e s . " ^ Nous commencons a. v o i r que l a ge n e r a l i s a t i o n des i n c l i n a t i o n s d*"un p e t i t nombre" pour une population entiere est l e r e s u l t a t ou bien d'ignorance ou d'un d e s i r f r u s t r e . Dedeyan suppose que Nodier d e d u i s i t peut-etre "cette l i b e r t e s i desiree des s a t i r e s de Tieck, qui ose. attaquer l a pedanterie et se montrer ouvertement en Allemagne, mais pas encore en France, ou l'Academie et l a l o i de l a censure regnent toujours supreme." Nodier lui-meme d i t : Tout developpement u l t e r i e u r f u t arrete par l a fondation de l'Academie. Depuis, l a l i t t e r a t u r e frangaise f u t b e l l e de formes et ri c h e de s t y l e , mais pauvre d'invention, banale de caractere et denuee de cette naivete o r i g i n a l e qui n'appartient qu'a. l'independance.-'-''1' 86 Nous avons deja mentionne que Nodier n'osa montfer ses convictions ouvertement que tres tard dans sa v i e , apres 1840. Lorsqu ' i l publia, en 1823, un ar t i c le "Meditation" que Lacroix, l e bibl iophile Jacob, qual i f ia d'une "reverie remarquable a l a Swederiborg", Chateaubriand pensa que Nodier plaisanta et se demanda s ' i l s 'agissait d'une con- version reelle ou seulement d'un tour de force l i t t e r a i r e . ^ 8 I I se pose alors l a question suivantes l'enthousiasme de Nodier pour l ' A l l e - magne v i s B - t - i l un vra i pays ou ne correspond-il''plut3t a sa vis ion de l ' Inde: (Ce) n'est pas une terre classique, c'est seulement une terre romantique, une terre poetique et merveilleuse, et comme e l le parait s'etre derobee par une singuliere exception a l a contagion du perfectionnement socia l , e l l e s'est soustraite par le meme bonheur a. 1 ' invest i - gation des pedants. Les i l lus ions du premier age sont charmantes dans les peuples comme dans les enfants parce que c'est d'el les que se compose a peu pres tout l e bonheur certain que l'homme est appele a connaitre pendant sa courte existence.^ L'Inde . . . Nodier ne s'y interesse evidemment que sous l'image presentee par ses contes de Fee, et e l l e , comme son Allemagne et ses Allemands, produits de 1'imagination, sont les pieces d'appui dans ses arguments en favour de l a l iber te : Puisqu'on a reconnu a peu pres universellement que l a l iberte etait bonne, i l serait par trop extraor- dinaire qu'el le demeurat exceptivement interdite a. cel le de nos facultes qui en est l e plus alteree, a 1 ' imagination. 2 0 On ne peut s'empecher de penser a Voltaire et ses Lettres Philosophiques dans lesquelles i l se sert des institutions politiques et religieuses anglaises pour faire l a guerre au despotisme frangais dans ces deux domaines de pouvoir. Du moment que son exemple fut trop bien suivi et degenera en anglomanie, i l combattit 1'influence anglaise. Nodier est 87 t r o p i n d e p e n d e n t p o u r s e s o u m e t t r e a. l ' i n f l u e n c e a l l e m a n d e s a n s b o r n e s , a l a d i f f e r e n c e d e N e r v a l , t r a d u c t e u r q u i s ' i m m o l a a. l a l i t t e r a t u r e a l l e m a n d e j u s q u ' a 1 * i d e n t i f i c a t i o n a v e c s o n h e r o s F a u s t , 1 ' I m a g i e r d ' H a r l e m . 2 * Meme d e F l a u b e r t i l f u t d i t q u e , p a r s o n o e u v r e L a T e n t a t i o n d e S t . A n t o i n e , i l a i t v o u l u " s ' i d e n t i f i e r a v e c l e m a l t r e d e W e i m a r e t q u ' i l o s a e c r i r e : ' a u f o n d , j e s u i s a l l e m a n d . C ' e s t a. f o r c e d ' e t u d e q u e j e me s u i s d e c r a s s e d e t o u t e s m e s b r u m e s s e p t e n t r i o n a l e s ' . " N o u s a v o n s v u q u e b i e n q u ' i l y a i t d e l ' i n f l u e n c e a l l e m a n d e d a n s l ' o e u v r e d e N o d i e r , i l f u t l o i n d e s ' i d e n t i f i e r a v e c q u o i q u e c e f f i t , s e s e m p r u n t s d e v e n a n t s i e n s p a r u n e m e t a m o r p h o s e q u i l e u r d o n n a u n e " m a r q u e f r a n g a i s e . " 2 3 D u r e s t e , l ' i n f l u e n c e a l l e m a n d e c o n s t i t u e s e u l e m e n t u n e p a r t i e m i n e u r e d a n s 1 * e n s e m b l e d e s i n s p i r a t i o n s e t r a n g e r e s q u e " 1 * e s p r i t d e v o r a n t d e N o d i e r a d e r i v e e s p r e s q u e s a n s l i m i t e s . " 2 ^ L e s d e t t e s l i t t e - r a i r e s r e c o n n u e s r e u n i s s e n t l ' a n t i q u i t e a u r o m a n t i s m e , H o m e r e a. S h a k e - s p e a r e e t H o f f m a n n , e t c ' e s t a i n s i q u e N o d i e r v o u l u t t r o u v e r u n e s y n t h e s e e n t r e p a s s e e t p r e s e n t , e n t r e c l a s s i c i s m e e t r o m a n t i s m e , meme e n t r e r a i s o n e t s e n t i m e n t : L ' o r g a n i s a t i o n s e n s i b l e e t p a s s i o n n e e j u s q u ' a c e d e g r e d ' e f f u s i o n v e h e m e n t q u e 1 * i m b e c i l e v u l g a i r e a p p e l l e e x a l t a t i o n o u d e l i r e , n ' e x c l u t p a s l e s q u a l i t e s q u i c o m m a n d e n t l ' e s t i m e e t l e r e s p e c t . C e s e r a i t a u t a n t g a g n e s u r l e s t h e o r i e s g l a c e e s d e s h o m m e s p o s i t i f s . 2 ^ I I p u t a c c e p t e r p l u s f a c i l e m e n t l e r o m a n t i s m e e t r a n g e r q u e l e r o m a n t i s m e f r a n g a i s p a r c e q u e l e d e r n i e r e n t r a e n c o m p a r a i s o n a v e c l a l a n g u e c l a s - ?6 s i q u e , e t s o n h a b i t u d e a p p r i s e d u " b e a u " . C e t e s p r i t d e s y n t h e s e l u c i d e e t s o b r e , q u i n e v e u t e v i d e m m e n t p a s i m p o s e r l a " m y s t i c i t e a l l e m a n d e " a t o u s l e s F r a n g a i s , s e r e v e l e e n c o r e a u n i v e a u s o c i a l . 8 8 N o d i e r c o m b a t l a r e a c t i o n l i t t e r a i r e p a r c e q u ' e l l e d e f o r m e l a p e n s e e f r a n g a i s e e t s t r a n g l e 1 * i m a g i n a t i o n , l a s o u r c e d e v i e d ' u n p e u p l e : S a n s l a f o r c e i m a g i n a t i v e , l a c i v i l i s a t i o n d e l ' h o m m e n e p e u t s o u t e n i r d e c o m p a r a i s o n a v e c c e l l e q u i r e g i e l a s a g e p o l i c e d e s c a s t o r s e t l a p r e v o y a n t e i n d u s t r i e d e s f o u r m i s . V o y e z c e q u e l a p o e t i q u e d u p e d a n t a f a i t d e l ' a r t d i v i n d ' O r p h e e , d ' H o m e r e e t d e D a v i d I Comme i l y a d e u x p u i s s a n c e s d a n s l ' h o m m e , o u s i l ' o n v e u t s ' e x p r i m e r a i n s i , d e u x Smes q u i r e g i s s e n t , comme l ' h o m m e , l e s p e u p l e s d o n t i l e s t l ' e x p r e s s i o n u n i t a i r e , e t c e l a s u i v a n t l ' e t a t d ' a c c r o i s s e m e n t o u d e d e c a d e n c e d e s f a c u l t e s q u i c a r a c t e r i s e n t l ' e s p e c e , i l y a a u s s i d e u x s o c i e t e d , d o n t l ' u n e a p p a r t i e n t a u p r i n c i p e i m a g i - n a t i f , e t l ' a u t r e a u p r i n c i p e m a t e r i e l d e l a v i e h u m a i n e , - L a l u t t e d e c e s f o r c e s , p r e s q u e e g a l e s a. l ' o r i g i n e , m a i s q u i s e d e b o r d e n t t o u r a t o u r , e s t l e s e c r e t e t e r n e l d e t o u t e s l e s r e v o l u t i o n s , s o u s q u e l q u e a s p e c t q u ' e l l e s s e p r e s e n t e n t . . . L e s p a y s a n s d e n o s v i l l a g e s q u i l i s a i e n t , i l y a c e n t a n s , l a l e g e n d e e t l e s c o n t e s d e f e e , e t q u i y c r o y a i e n t , l i s e n t m a i n t e n a n t l e s g a z e t t e s e t l e s p r o c l a m a t i o n s , e t i l s y c r o i e n t , I l s e t a i e n t i n s e n s e s , i l s s o n t d e v e n u s s o t s : v o i l a l e p r o g r e s . Q u e l e s t l e m e i l l e u r d e c e s e t a t i ? S i j ' o s a i s e n d i r e m o n a v i s , comme l ' h o m m e n e p e u t e c h a p p e r p a r u n e t a n g e n t e i n c o n n u e a 1 ' o b l i g a t i o n d ' a c c e p t e r e t d e r e m p l i r l e s c o n d i t i o n s d e s a d o u b l e n a t u r e , i l s s o n t t o u s l e s d e u x i m p o s s i b l e s d a n s u n e a p p l i c a t i o n e x c l u s i v e , D a n s u n p a y s o h l e p r i n c i p e i m a g i n a t i f d e v i e n d r a i t a b s o l u , iyn ' y a u r a i t p o i n t d e c i v i l i s a t i o n p o s i t i v e , e t l a c i v i - l i s a t i o n n e p e u t s e p a s s e r d e s o n e l e m e n t p o s i t i f , D a n s u n p a y s o u l e p r i n c i p e p o s i t i f e n t r e p r e n d d e s ' a s - s e o i r e x c l u s i v e m e n t a u - d e s s u s d e t o u t e s l e s o p i n i o n s , e t meme a u - d e s s u s d e t o u t e s l e s e r r e u r s - s ' i l e s t u n e o p i n i o n a u m o n d e q u i n e s o i t p a s u n e e r r e u r - , i l n ' y a p l u s q u ' u n p a r t i a p r e n d r e . C ' e s t d e s e d e p o u i l l e r d u nom d ' h o m m e , e t d e g a g n e r l e s f o r e t s a v e c u n e c l a t d e r i r e u n i v e r s e l ; c a r u n e s e m b l a b l e s o c i e t e n e m e r i t e p a s u n a u t r e a d i e u .27 O n p e u t d o n e c o n c l u r e a v e c D e d e y a n q u e c e q u e N o d i e r v e u t v o i r , c ' e s t q u e l e m o u v e m e n t g e n e r a l v e r s u n s y s t e m e n o u v e a u d e c i v i - l i s a t i o n d o i t o c c a s i o n n e r u n e r e v o l u t i o n c e r t a i n e d a n s l e s a n e i e n s s y s t e m e s l i t t e r a i r e s ; s o u s c e p o i n t d e v u e , l e s p r o g r e s d e l ' e c o l e r o m a n t i q u e n e s o n t p a s u n s i m p l e o b j e t d e c u r i o s i t e " p o u r l e c r i t i q u e , i l s s o n t u n „ o b j e t d e m e d i t a t i o n p o u r l e p u b l i c i s t e e t l e p h i l o s o p h e . C ' e s t c e q u i f a i t l e m o d e r n e : l a r u p t u r e v o u l u e a v e c l e p a s s e q u i a t t a r d e 1 * e c r i v a i n p a r r a p p o r t a u d e v e l o p p e m e n t s o c i a l e t q u i s e r e c l a m e d e 1 ' S t r a n g e r p o u r a c c o m p l i r u n e m u t a t i o n , 2 ^ N o d i e r n ' e s t p a s l e p r e m i e r a a p p e l e r e n a i d e l ' u t o p i i d e 1 ' e s p r i t a l l e m a n d l i b r e p o u r f a i r e r e s s o r t i r s o n a r g u m e n t : 0 G e r m a n i e , e c r i t D o r a t e n 1768, n o s b e a u x j o u r s s o n t S v a n o u i s , l e s t i e n s c o m m e n c e n t . L e J o u r n a l E t r a n g e r , l a B i b l i o t h e q u e g e r m a n i q u e d e F o r m e y , l e s e t u d e s d e E l o r a t , H u b e r , B o u l a n g e r d e R i v e r y e t d e s a u t r e s , o u v r e n t t o u t g r a n d e n F r a n c e l ' e s s o r d e c e s l i b r e s g e n i e s . A v e c l e s s a g e s m e d i o c r i t e s d e s G e l l e r t d e s G e s s n e r , d e s Z a c h a r i e , c ' e s t K l o p s t o c k q u i n o u s a r r i v e , W i e l a n d , G o e t h e e t S c h i l l e r , W e r t h e r e t D i e R a e u b e r . . . L e s " a m e s s e n s i b l e s " n ' o n t p l u s d e p a t r i e o u d u m o i n s e l l e s t r o u v e n t a s i l e p a r t o u t o u l ' o n r e v e e t f r i s s o n n e . ^ O M a i s N o d i e r s ' e s t s u r t o u t i n s p i r e d e 1 • e n t h o u s i a s m e d e Mme d e S t a e l p o u r s o n p a y s d ' a s i l e d a n s s e s e v o c a t i o n s d ' u n e A l l e m a g n e i d S a l i s S e . I I e s t p o s s i b l e q u ' a c e t t e e p o q u e , e t p o u r d e s r a i s o n s p o l i t i q u e s , e c o n o m i q u e s , e t p e u t - e t r e meme p o u r d e s r a i s o n s d e m i l i e u d a n s l e s e n s d ' e d u c a t i o n , i l s ' y s o i e n t t r o u v e s , e n p l u s g r a n d n o m b r e q u ' e n F r a n c e , d e s h o m m e s d ' u n c a r a c t e r e c o r r e s p o n d a n t a u s i e n . Mme d e S t a e l d S c r i t t o u t e n d o n n a n t d e s e x p i r a t i o n s : L ' A l l e m a g n e e t a i t u n e f e d e r a t i o n a r i s t o c r a t i q u e . . . c e t t e d i v i s i o n d e l ' A l l e m a g n e , f u n e s t e a. s a p o l i t i q u e e t a i t c e p e n d a n t t r e s - f a v o r a b l e a u x e s s a i s d e t o u t g e n r e q u e p o u v a i e n t t e n t e r l e g e n i e e t 1 ' i m a g i n a t i o n I I y a v a i t u n e s o r t e d ' a n a r c h i e d o u c e e t p a i s i b l e , e n f a i t d ' o p i n i o n s l i t t e r a i r e s e t m S t a p h y s i q u e s , q u i p e r m e t t a i t a c h a q u e homme l e d e v e l o p p e m e n t e n t i e r d e s a m a n i e r e d e v o i r i n d i v i d u e l l e . . . l e s e c r i v a i n s s e l a i s s e n t a l l e r , c h a c u n s e p a r e m e n t , a. t o u t c e q u e l e u r i n s p i r e u n e i m a g i n a t i o n s a n s c o n t r a i n t e . ^ l E l l e g e n e r a l i s e e t i d e a l i s e d e l a m a n i e r e q u i e t a i t d e c o u t u m e c h e z l e s v o y a g e u r s e n p a y s S t r a n g e r s d e s o n t e m p s , d e s o r t e q u ' i l n e s u r - p r e n d p a s q u e N o d i e r a i t a c c e p t s e n b l o c c e q u i l u i p l u t , p a r e x e m p l e 90 " L a r e l i g i o n v i t , e n A l l e m a g n e , a u f o n d d e s c o e u r s , m a i s e l l e y m a i n - t i e n t u n c a r a c t e r e d e r e v e r i e e t d ' i n d e p e n d a n c e . " ^ 2 P o u r t a n t , i l n e s e m b l e p a s a v o i r v o u l u t e n i r c o m p t e d e l a r e s t r i c t i o n q u e Mme d e S t a e l f i t a c e t e s p r i t d e l i b e r t e e t q u ' i l d o i t a v o i r r e n c o n t r e s i n o n p r a t i q u e l u i - m e m e d a n s s e s t r a v a u x d e b i b l i o g r a p h e : " L e s A l l e m a n d s . . . o n t a u t a n t b e s o i n d e m e t h o d e d a n s l e s a c t i o n s , q u e d ' i n d e p e n d a n c e d a n s l e s i d e e s . " 3 3 S ' i l y a u n e d i f f e r e n c e e n t r e F r a n g a i s e t A l l e m a n d s q u i c a u s e r a i t , d ' u n e m a n i e r e g e n e r a l e , d e s v u e s g o u v e r n e e s p l u t o t p a r l e s s e n t i m e n t s q u e p a r l a r a i s o n , l a d i f f e r e n c e e n t r e l e s m e t h o d e s d ' e n s e i g n e m e n t comme d e c r i t e p a r Mme d e S t a e l s e m b l e o f f r i r u n e e x p l i c a t i o n a c c e p t a b l e : L ' e t u d e d e s l a n g u e s , q u i f a i t l a b a s e d e 1 ' i n s t r u c t i o n e n A l l e m a g n e , e s t b e a u c o u p p l u s f a v o r a b l e a u x p r o g r e s d e s f a c u l t e s d a n s l ' e n f a n c e , q u e c e l l e s d e s m a t h e m a t i q u e s o u d e s s c i e n c e s p h y s i q u e s . P a s c a l , c e g r a n d g e o m e t r e , . . . a r e c o n n u l u i - m e m e l e s d e f a u t s i n s e p a r a b l e s d e s e s p r i t s f o r m e s d ' a b o r d p a r l e s m a t h e m a t i q u e s ; c e t t e e t u d e , d a n s l e p r e m i e r S g e , n ' e x e r c e q u e l e m e c a n i s m e d e 1 ' i n t e l l i - g e n c e , l e s e n f a n t s q u e l ' o n o c c u p e d e s i b o n n e h e u r e a c a l c u l e r , p e r d e n t t o u t e c e t t e s e v e d e 1 ' i m a g i n a t i o n , a l o r s s i b e l l e e t s i f e c o n d e , e t n ' a c q u i e r e n t p o i n t a l a p l a c e u n e j u s t e s s e d ' e s p r i t t r a n s c e n d a n t . L ' a t t e n t i o n q u e l e s m a t h e m a t i q u e s e x i g e n t , e s t , p o u r a i n s i d i r e , e n l i g n e d r o i t e . C e n ' e s t p a s s a n s r a i s o n q u e l ' e t u d e d e s l a n g u e s a n c i e n n e s e t m o d e r n e s a e t e l a b a s e d e t o u s l e s e t a b l i s s e m e n t s d ' e d u c a t i o n q u i o n t f o r m e l e s h o m m e s l e s p l u s c a p a b l e s e n E u r o p e . . . l ' e n f a n t s ' i n t r o d u i t d a n s l e s i d e e s s u c c e s - s i v e m e n t , c o m p a r e e t c o m b i n e d i v e r s g e n r e s d ' a n a l o g i e s e t d e v r a i s e m b l a n c e s ; e t 1 ' a c t i v i t e s p o n t a n e e d e l ' e s p r i t , l a s e u l e q u i d e v e l o p p e v r a i m e n t l a f a c u l t e d e p e n s e r , e s t v i v e m e n t e x c i t e e p a r c e t t e e t u d e . L e n o m b r e d e s f a c u l t e s q u ' e l l e f a i t m o u v o i r a l a f o i s l u i d o n n e l ' a v a n t a g e s u r t o u t a u t r e t r a v a i l . L a l o g i q u e g r a m m a t i c a l e e s t a u s s i p r e c i s e q u e c e l l e d e I ' a l g e b r e , e t c e p e n d a n t , e l l e s * a p - p l i q u e a t o u t c e q u ' i l y a d e v i v a n t d a n s n o t r e e s p r i t : ^ l e s m o t s s o n t e n meme t e m p s d e s c h i f f r e s e t d e s i m a g e s . ^ S i l ' o n s e s o u v i e n t d e 1 ' e d u c a t i o n p e u o r t h o d o x e q u e N o d i e r r e g u t d e l a p a r t d e s o n p e r e e t q u i f u t d ' a b o r d b a s e e s u r l a l e c t u r e - l ' a n e c d o t e v e u t q u e C h a r l e s a i t l u M o n t a i g n e a. l ' & g e d e 8 a n s - , o n s e r a t e n t e d ' y 9 1 r e c o n n a x t r e l a c a u s e d e s o n i n c l i n a t i o n p o u r l ' e c o l e g e r m a n i q u e q u e Mme d e S t a e l d e f i n i t comme s u i t : T o u t e s l e s f o i s q u e , d e n o s j o u r s , o n a p u f a i r e e n t r e r d a n s l a r e g u l a r i t y f r a n g a i s e u n p e u d e s e v e e t r a n g e r e , l e s F r a n g a i s y o n t a p p l a u d i a v e c t r a n s p o r t . J . J . R o u s s e a u , B e r n a r d i n d e S t . P i e r r e , C h a t e a u b r i a n d e t c . , d a n s q u e l q u e s - u n s d e l e u r s o u v r a g e s , s o n t t o u s , meme a l e u r i n s u , d e l ' e c o l e g e r m a n i q u e , c ' e s t - a - d i r e q u ' i l s n e p u i s e n t l e u r t a l e n t q u e d a n s l e f o n d d e l e u r a m e . 3 5 D ' a u t r e p a r t , c e t t e e d u c a t i o n f a v o r i s e l a f o r m a t i o n d ' i n t e r e t s e n c y - c l o p e d i q u e s . C h e z G o e t h e , o n l e s a c c e p t e comme a p p a r t e n a n t a. s o n e s p r i t u n i v e r s e l . C h e z d e s e c r i v a i n s m o i n s g e n i a u x , comme N o d i e r , o n n ' y v o i t q u ' u n " p a p i l l o n n a g e " q u i 1 ' a u r a i t e m p e c h e d e s e d i s t i n g u e r p a r t i c u l i e r e - m e n t d a n s u n s e u l d o m a i n e . Mme d e S t a e l r e c o n n u t a u s s i c e t r a i t a v e c j u s t e s s e , s e u l e m e n t , i l n e d e v r a i t p a s e t r e c o n s i d e r e comme e x c l u s i v e - m e n t a l l e m a n d : I I f a u t t o u j o u r s c o n s i d e r e r l e s a u t e u r s a l l e m a n d s s o u s p l u s i e u r s p o i n t s d e v u e . Comme i l s s o n t e n c o r e p l u s d i s - t i n g u e s p a r l a f a c u l t y d e p e n s e r q u e p a r l e t a l e n t , i l s n e s e v o u e n t p a s e x c l u s i v e m e n t a. t e l o u t e l g e n r e ; l a r e f l e x i o n l e s a t t i r e s u c c e s s i v e m e n t d a n s d e s c a r r i e r e s d i f f e r e n t e s . . . O n n e s a u r a i t p e u t - e t r e r e u n i r u n g r a n d n o m b r e d e t a l e n t s d i v e r s , m a i s l a v u e d e l ' e n t e n d e m e n t d o i t t o u t e m b r a s s e r . 3 ° C e q u e Mme d e S t a e * l e c r i t s u r l a d i s p o s i t i o n a l l e m a n d e a p p e l e e m y s t i c i t e f o u r n i t e n f i n l e l i e n p r i n c i p a l e n t r e N o d i e r e t l e g e n i e a l l e m a n d : L a m y s t i c i t e e s t u n e m a n i e r e p l u s i n t i m e d e s e n t i r e t d e c o n c e v o i r l e c h r i s t i a n i s m e . O n c h e r c h e l a c o m m u n i c a - t i o n i m m y d i a t e e n t r e l ' E t r e s u p r e m e e t l ' h o m m e . I I f a u t d i s t i n g u e r l e s t h e o s o p h e s ( t e l q u e J a c o b B o e h m e , S a i n t - M a r t i n , q u i s e t i e n n e n t a l e u r p r o p r e c o e u r ) d e s m y s t i q u e s / d o n t T h o m a s a K e m p i s , F e n e l o n , S t . F r a n g o i s d e S a l e s e t d e n o m b r e u x p r o t e s t a n t s . 3 7 A u g u s t e V i a t t e c o m p l e t e p o u r n o u s l a d e f i n i t i o n d e s t h e o s o p h e s o u i l l u m i n e s : 9 2 L a t h e o s o p h i e c o m m e n c e o u c e s s e l a p h i l o s o p h i e r a t i o n - n e l l e ; e l l e e n v e l o p p e l e s r e l a t i o n s q u e l ' o n p r e t e n d e n t r e t e n i r a v e c l e s u r n a t u r e l , i n d e p e n d a m m e n t d e 1 ' a u t o - r i t e " o u d u c o n t r o l e d e n ' i m p o r t e q u e l l e E g l i s e e t a b l i e . A i n s i l ' e n t e n d e n t l e s p l u s r e f l e c h i s d e s i l l u m i n e s e t l e s p l u s c o n s c i e n c i e u x d e l e u r s h i s t o r i e n s . L e u r s d e f i - n i t i o n s r e p o s e n t s u r l a t h e o r i e d e 1 * i n s p i r a t i o n d i r e c t e . - ? ° L ' i n f l u e n c e a l l e m a n d e d a n s l ' o e u v r e d e N o d i e r v e u t d o n e d i r e 1 ' i n f l u e n c e d e c e s h o m m e s q u i s o u s c r i v e n t a u x m e m e f i d e e s e t q u i s o n t p a r h a s a r e l d e s A l l e m a n d s . C e s o n t c e u x q u i c h e r c h e n t , p a r l e m o y e n d u f a n t a s t i q u e , a d o n n e r e x p r e s s i o n a. l e u r s c o n v i c t i o n s p o e t i q u e s e t r e l i g i e u s e s e n o p p o s i t i o n a l ' e s p r i t p o s i t i f e t m a t e r l a l i s t e d e l ' e p o q u e * P a u l V a l e r y , d a n s s a P r e f a c e a l a b i o g r a p h i e d e S w e d e n b o r g d e M a r t i n L a m m , r e s u m e l a s i g n i f i c a t i o n d ' u n e g r a n d e p a r t i e d e l ' o e u v r e d e N o d i e r : L ' U n i v e r s S w e d e n b o r g i e n , l e M o n d e S p i r i t u e l , l e l i e u d e l ' A m o u r c o n j u g a l d a n s l a s p h e r e d e s A n g e s e t d e s E s p r i t s , e s t d o n e h u m a i n . L ' u n i v e r s d e f a b r i c a t i o n s c i e n t i f i q u e a u c o n t r a i r e e s t d e p l u s e n p l u s i n h u m a i n : o n n ' y t r o u v e n i n o c e s , n i b e a u x d i s c o u r s , n i v i e r g e s e c l a t & n t e s , e t i l s n e p e u v e n t s e r v i r d e s y m b o l e a q u o i q u e c e s o i t . ' T e r m i n o n s a v e c l e s m o t s d e S a i n t e - B e u v e d o n t l a t h e o r i e d e s " F a m i l i e s 4 0 d ' e s p r i t " , i . e . g r o u p e m e n t p a r a f f i n i t e s p i r i t u e l l e p l u t o t q u e p a r r a c e o u n a t i o n a l i t y , s e m b l e p a r t i c u l i e r e m e n t a p p l i c a b l e a N o d i e r e t s e s s o u r c e s d ' i n s p i r a t i o n : E n s o m m e , i l e s t e v i d e n t q u e N o d i e r s e t r o u v e o r i g i n e l l e - m e n t e n F r a n c e d e c e t t e f a m i l l e p o e t i q u e d ' H o f f m a n n e t d e s a u t r e s , e t q u e s ' i l r e p o n d s i v i t e s u r c e t o n a u m o i n d r e a p p e l , c ' e s t q u ' i l a 1 ' a c c e n t e n l u i . N o d i e r p e u t e t r e d i t u n f r e r e c a d e t ( b i e n f r a n g a i s d ' a i l l e u r s ) d e s g r a n d s p o e t e s r o m a n t i q u e s e t r a n g e r s , e t i l l e f a u t m a i n - t e n i r , e n meme t e m p s o r i g i n a l : i l e t a i t e n g r a n d t r a i n d ' e b a u c h e r d e s o n c o t e c e q u i e c l a t a i t d u l e u r . A 1 ' e g a r d d e l ' e c o l e f r a n g a i s e m o d e r n e , c e f u t u n f r e r e a i n e d e s p l u s e m p r e s s e s e t d e s p l u s i n f l u e n t s . ^ 93 N O T E S D E R E F E R E N C E C H A P I T R E V 1 T E X T E , J o s e p h , E t u d e s d e L i t t e r a t u r e E u r o p e e n n e . p.231 2 D E D E Y A N , C h a r l e s , L ' I m a g i n a t i o n f a n t a s t i q u e d a n s l e r o m a n t i s m e E u r o p e e n , p . 6 0 3 i b i d . , p p . 6l e t 67 4 N o t e s b i o g r a p h i q u e s d a n s E . T . A . H o f f m a n n , D i e E l i x i e r e d e s T e u f e l s , p . 692/3 5 D E D E Y A N , C h a r l e s , o p . c i t . , p.59 6 O L I V E R , A . R . , C h a r l e s N o d i e r . P i l o t o f R o m a n t i c i s m , p.222 7 D E D E Y A N , C h a r l e s , o p . c i t . , p.59 8 N O D I E R , C h a r l e s , C o n t e s , E d i t i o n C a s t e x , p.15^ 9 D E D E Y A N , C h a r l e s , o p . c i t . , p.32 10 i b i d . , p.89 11 T E X T E , J o s e p h , o p . c i t . , p.234 12 K L I N G E R , F . M . , F a u s t , p . 4 0 13 N O D I E R , C h a r l e s , " D e s T y p e s e n L i t t e r a t u r e 1 ' d a n s R o m a n s , p.7 1 4 i b i d . , p.15 15 i b i d . , p . 1 8 16 D E D E Y A N , C h a r l e s , o p . c i t . , p.55 17 N O D I E R , C h a r l e s , " Q u e l q u e s o b s e r v a t i o n s p o u r s e r v i r a l ' h i s t o i r e d e l a N o u v e l l e E c o l e L i t t e r a i r e " , d a n s N o u v e l l e s , p.56 18 O L I V E R , A . R . , o p . c i t . , p.122 19 N O D I E R , C h a r l e s , d a n s J o u r n a l d e s D e b a t s , l e 19 s e p t . 1816, c i t e p a r E . M . S c h e n c k , d a n s L a P a r t d e C h a r l e s N o d i e r d a n s l a F o r m a t i o n d e s i d e e s f o m a n t i q u e s d e V i c t o r H u g o , p.33 20 N O D I E R , C h a r l e s , N o u v e l l e s , p.57 21 D E D E Y A N , C h a r l e s , G e r a r d N e r v a l e t l ' A l l e m a g n e , p p . 164/5: i l n e s a i t p l u s s ' i l v i t s o n r e v e o u r e v e s a v i e . . . s a v i s i o n s ' o r d o n n e s e l o n d e s s o u v e n i r s p l a s t i q u e s d ' o r i g i n e a l l e m a n d e . 22 DEDEYAN, Charles, Le theme de Faust dans l a l i t terature europeenne, Du Romantisme a nos .jours, p. 99 23 SALOMON, Michel, Charles Nodier et l e Groupe Romantique, p.285 24 SCHENCK, E .M. , o p . c i t . , p.108 25 NODIER, Charles, Nouvelles. p.63 26 SCHENCK, E .M. , o p . c i t . , p.30 27 NODIER, Charles, Contes de l a Vei l lee , pp.215/6 28 i d . , Victor Hugo et l'Allemagne, p.121 29 MORNET, Daniel, Le Romantisme en France au XVIIIeme siecle, p.262 30 i b i d i , p.52 31 STAEL, Mme de, De L'Allemagne. X, p.30 32 i b i d . , p.43 33 i b i d . , p.45 34 i b i d . , pp.162/166 35 i b i d . , p.200 36 i b i d . , p.231 37 i b i d . , p.454 38 VIATTE, Auguste, Les Sources occultes du Romantisme, p.18 39 VALERY, Paul, Preface a Swedenborg de Martin Lamm 40 WELLEK, Rene, A History of Modern Cri t ic ism, v o l . I l l , p.34 41 SAINTE-BEUVE, Portraits Lit teraires I , p.475 Ajoutons i c i pour preciser le genre de cette influence: "Ballanche et Nodier were largely responsible for i n f l u - encing the later u t i l i z a t i o n of Swedenborgian theories i n the works of Balzac and Nerval." E . J . Bender, "Charting French Romanticism: The Crit icism of Charles Nodier", p.135 9 5 C O N C L U S I O N D a n s c e t t e e t u d e , n o u s a v o n s t a c h e d e t r a c e r l a c a u s e e t l ' e t e n d u e d e l ' i n f l u e n c e a l l e m a n d e d a n s l ' o e u v r e d e C h a r l e s N o d i e r . L ' e x a m e n d e s b i o g r a p h i e s d e N o d i e r e c r i t e s a p r e s s a m o r t p a r s e s c o n t e m p o r a i n s a i n s i q u e d e c e l l e s d u 20eme s i e c l e b a s e e s s u r d e s d o c u m e n t s e t s u r l e s o e u v r e s d e N o d i e r , n o u s a r e v e l e q u e c e t homme d ' u n e v a s t e c u l t u r e f u t l a r g e m e n t m e c o n n u p a r c e q u e l e s c i r c o n s t a n c e s p o l i t i q u e s e t e c o n o m i q u e s d e 1' e p o q u e l e f o r c e r e n t a m o n t r e r u n e s u r - f a c e c h a n g e a n t e . T a n t o t a 1 ' a v a n t - g a r d e , t a n t o t c o n s e r v a t e u r , i l a d u c o n f o n d r e s e s c o n t e m p o r a i n s . I l s e t r o u v a p l a c e e n t r e l a g e n e r a t i o n d e s d e f e n s e u r s d u c l a s s i c i s m e e t c e l l e d e l a j e u n e s s e r o m a n t i q u e , p o u r l e s u n s t r o p a u d a c i e u x , p o u r l e s a u t r e s t r o p r e s e r v e " . C e c o n f l i t p a r c o u r u t n o n s e u l e m e n t s a v i e l i t t e r a i r e , m a i s a u s s i s a v i e e m o t i v e , e t i l c h e r c h a l a s y n t h e s e d a n s t o u s l e s d o m a i n e s . G r i t c e a. s o n a p t i t u d e s p e c i a l e p o u r l e s l a n g u e s , i l f u t m i s a meme d e p u i s e r l e s e l e m e n t s s a t i s f a i s a n t a s e s b e s o i n s i n t e l l e c t u e l s e t s p i r i t u e l s , s a n s f r o i s s e r s e s h a b i t u d e s e s t h e t i q u e s , d a n s l e s l i t t e r a t u r e s r o m a n t i q u e s e t r a n g e r e s . L ' i n f l u e n c e a n g l a i s e e s t a u s s i i m p o r t a n t e q u e l ' i n f l u e n c e a l l e m a n d e , m a i s , d a n s c e t r a v a i l , n o u s a v o n s t e n u c o m p t e e x c l u s i v e m e n t d e l a d e r - n i e r e . E l l e s ' e t e n d s u r s a p e n s e e p h i l o s o p h i q u e d e m a n i e r e g e n e r a l e , comme s u r s o n o e u v r e d e f i c t i o n d e m a n i e r e t r e s s p e c i f i q u e . T a n d i s q u e G o e t h e f u t u n e i n f l u e n c e q u ' o n n e p u t e c a r t e r a 1 * e p o q u e , N o d i e r n ' e u t p a s l ' i n - c l i n a t i o n d e s u i v r e l a t e n d a n c e d e s ' i d e n t i f i e r a. l ' h o m m e f a u s t i q u e . C e c i 96 p e u t t r o u v e r s o n e x p l i c a t i o n a u s s i d a n s l e f a i t q u e N o d i e r a v a i t 1 ' h a b i t u d e d e s e d e v o u e r a u x e c r i v a i n s i n c o n n u s p o u r l e s e n c o u r a g e r , t a n d i s q u ' i l n ' a i m a i t p a s l e s " l u m i e r e s t r o p b r i l l a n t e s . " ^ P a r c o n t r e , s o n a f f i n i t e a v e c H o f f m a n n d e v i e n t e c l a t a n t e a u f u r e t a m e s u r e d e 1'e t u d e p a r a l l e l e d e l e u r v i e e t d e l e u r s o e u v r e s . N o u s a v o n s m o n t r e q u e l e u r o e u v r e , q u i j o u i s s a i t a u t r e f o i s d ' u n e g r a n d e p o p u l a r i t y , c a c h e u n n i v e a u s y m b o l i q u e s p i r i t u e l q u i e s t c a p i t a l p o u r l a v i e d e s d e u x h o m m e s . H o f f m a n n m o u r u t a u n a g e o u i l n e f u t p a s s u r s i l ' o r i g i n e d e s f o r c e s n a t u r e l l e s , c o n s i d e r e e s p a r 1 ' i g n o r a n c e comme s u r n a t u r e l l e s , e t a i t d i v i n e o u d e m o n i a q u e ; o n t r o u v e d o n e c o n s t a m m e n t l a l u t t e e n t r e l e b i e n e t l e m a l , e t o n e s t a v e r t i d e s d a n g e r s i n h e r e n t s d a n s l a , . p r e o c c u - p a t i o n a v e c l ' o c c u l t e . N o d i e r p a s s e p a r c e s t a d e e t y s u r v i t p o u r a r r i - v e r a. u n i l l u m i n i s m e q u i n e v e u t v o i r q u e l a v i c t o i r e d u c o t e a n g e l i q u e d e l ' h o m m e . D a n s s o n e s s a i " D u F a n t a s t i q u e e n L i t t e r a t u r e " , N o d i e r e x p l i q u e l a l i a i s o n e t r o i t e e n t r e r e l i g i o n e t f a n t a s t i q u e , a i n s i q u e 1 ' i m p o r t a n c e d u d e r n i e r p e n d a n t l e s t e m p s d e c r i s e s p i r i t u e l l e : L * a p p a r i t i o n d e s f a b l e s r e c o m m e n c e a u m o m e n t o u f i n i t 1 * e m p i r e d e c e s v e r i t e s r e e l l e s o u c o n v e n u e s q u i p r e t e n t u n r e s t e d ' a m e a u m e c a n i s m e u s e d e l a c i v i - l i s a t i o n . V o i l a c e q u i a r e n d u l e f a n t a s t i q u e s i p o p u l a i r e e n E u r o p e d e p u i s q u e l q u e a n n e e s , e t c e q u i e n f a i t l a s e u l e l i t t e r a t u r e e s s e n t i e l l e d e l ' a g e d e d e c a d e n c e o u d e t r a n s i t i o n o u n o u s s o m m e s p a r v e n u s . P u i s q u e l a p l u p a r t d e s l e c t e u r s comme d e s c r i t i q u e s n e v o i e n t q u e l e d i v e r t i s s e m e n t d a n s l e s c o n t e s d e N o d i e r comme d ' H o f f m a n n , e n i n s i s t a n t s u r l e u r d e s i r d ' e v a s i o n , i l e s t u t i l e d e s e r a p p e l e r l a d e f i n i t i o n d e s b u t s d u c o n t e comme e t a b l i e p a r M . B e n a c : a ) a n o u s d e p a y s e r p a r l e m e r v e i l l e u x l a f e e r i e l e f a n t a s t i q u e l e m y s t i q u e 97 b<) a. s t y l i s e r l a r e a l i t e p o u r a m u s e r p o u r i n s t r u i r e p a r d e s s y m b o l e s p h i l o s o p h i q u e s A l a d i f f e r e n c e d u r o m a n , l e s a v e n t u r e s d u c o n t e s o n t s c h e m a t i s e e s , o n n e c h e r c h e p a s a l e s f a i r e e x i s t e r d e v a n t l e l e c t e u r . 3 C e c i r e p o n d a u r e p r o c h e f a i t a. N o d i e r d e s e r e p e t e r e t d e n e p a s e t r e e x a c t d a n s s e s s o i - d i s a n t s s o u v e n i r s , c a r i l s ' y a g i t p l u t o t d ' u n m e s s a g e f o r t e m e n t s t y l i s e , e t n o u s j u s t i f i e p l e i n e m e n t a d e g a g e r l ' i n t e n t i o n d i d a c t i q u e m y s t i q u e a c o t e d e l ' i n t e n t i o n d i v e r t i s s a n t e d a n s 1 'o e u v r e d e N o d i e r . C ' e s t u n c o m m e n t a t e u r a l l e m a n d , W a l t e r M o e n c h , q u i a b i e n s a i s i e t e l a b o r e l ' i d e e p r i n c i p a l e d e l ' o e u v r e d e N o d i e r : l a j u s t i c e e t l a m o r a l e , a u n o y a u r e l i g i e u x . ^ I I r e c o n n a i t a u s s i l e p a r a l l e l e m e t a p h y s i q u e e n t r e H o f f m a n n e t N o d i e r , m a i s n e p r e n d p a s l a p e i n e d ' e n f a i r e u n e c o m p a r a i s o n e n p r o f o n d e u r . 5 M a l h e u r e u s e m e n t , c e t t e o e u v r e s e p e r d d a n s l a c o n s i d e r a t i o n d e l a t h e o r i e d ' u n e p e n s e e c o s - m o l o g i q u e - o r g a n i q u e - c i r c u l a i r e q u i e s t u n s u j e t m e t a p h y s i q u e a p a r t . E L l e c o n f i r m e , p o u r t a n t , l e l i e n d e N o d i e r a u m y s t i c i s m e S w e d e n b o r g i e n comme a u M a r t i n i s m e , ^ e t l e f a i t q u e l e s c o n t e s d e N o d i e r s o n t l ' e x - p r e s s i o n l a p l u s p u r e d e s a p h i l o s o p h i e . M a i s M o e n c h t o m b e d a n s 1 ' e r r e u r meme d e N o d i e r , c e l l e d e g e n e r a l i s e r l e s c a r a c t e r i s t i q u e s n a t i o n a l e s a l l e m a n d e s comme f r a n g a i s e s , s a n s c o n n a i t r e e v i d e m m e n t b e a u c o u p d e F r a n g a i s p e r s o n n e l l e m e n t . D a n s l e c a s d e s e c r i t s d e Mme d e S t a e l e t d e N o d i e r , q u i s e r v e n t a u n b u t s e c o n d a i r e e t s o n t , d e c e f a i t , e x a g e r e s , i l e s t f a c i l e p o u r d e s A l l e - m a n d s d e s e s e n t i r f l a t t e s e t d e l e s p r e n d r e t r o p a u s e r i e u x . M o e n c h d i t : 98 A p r e s Mme d e S t a e l , a u c u n a u t r e r o m a n t i q u e f r a n g a i s n ' a e t e a u s s i d o u e q u e N o d i e r a r e c o n n a i t r e a t r a v e r s l a c r i t i q u e d e l a v i e d e l ' e s p r i t d e s p e u p l e s a l l e m a n d , a n g l a i s e t f r a n g a i s , l e c a r a c t e r e e s s e n t i e l d e c e s n a t i o n s , comme i l s e c o n d e n s e d a n s l e u r s l i t t e r a t u r e s r e s p e c t i v e s . C ' e s t q u e s a c o m p r e h e n s i o n d e s p e u p l e s e t r a n g e r s l u i a p e r m i s d e s a i s i r d ' a u t a n t p l u s p r o - f o n d e m e n t l ' e s p r i t d u s i e n . ? e t e n c o r e : I I d e c o u v r e a v e c Mme d e S t a e l l a b a s e d e l ' e s p r i t a l l e - m a n d d a n s n o t r e i d e a l i s m e q u ' i l i n t e r p r e t e v e r s l ' e t h i q u e - r e l i g i e u x . L e s c h e m a d e s c a r a c t e r i s t i q u e s a l l e m a n d e s e t f r a n g a i s e s e t a b l i p a r M o e n c h d e m o n t r e c o m b i e n i l e s t t r o m p e u r e t meme d a n g e r e u x d e f i x e r l ' e n t e n d e m e n t d e l a l i t t e r a t u r e d ' u n e e p o q u e s e l o n c e t t e t h e o r i e n a t i o n a l e : C o m p a r a i s o n s y s t e m a t i q u e F r a n c e p u r e e l e g a n t e m a j e s t u e u s e c u l t i v e e r a t i o n n e l l e b e l l e e t f i e r e d u p e r f e c t i o n - n e m e n t g r a d u e l c e q u i c o n t i e n t u n e p r o g r e s - s i o n r a t i o n a l e L ' e s p r i t d e l a l i t t e r a t u r e f r a n g a i s e t r o u v e s o n e x p r e s s i o n d a n s l a p o l i t e s s e , . . . d a n s l a c u l t i v a t i o n d ' u n e s o c i e t e c o u r t o i s e L i t t e r a t u r e c o r r e s p o n d a II II A l l e m a g n e II it it n n II ti ti l i b r e a g r e s t e i m p e t u e u s e " n a t u r g e w a c h s e n " c o s m i q u e - o r g a n i q u e p l e i n e d e m o u v e m e n t s p a s ? - s i o n n e e s , d ' i n s p i r a t i o n s h a r d i e s , d e s u p e r s t i t i o n s i m p o s a n t e s o u 1 * e l e m e n t m y t h i c o - r e l i g i e u x p r e d o m i n e L ' e s p r i t d e l a l i t t e r a - t u r e s e n o u r r i t d e c e s s o u v e n i r s d u m o y e n - a g e , . . . d e l a t r a d i t i o n e t d e l a c o h e s i o n o r g a n i q u e d e s p h e n o m e n e s c u l t u r e l s . 9 C e s c h e m a r i g i d e n o u s r a m e n e r a p i d e m e n t a l a t h e o r i e i n d i v i d u a l i s t e d e S a i n t e - B e u v e , o u l e s i n f l u e n c e s o p e r e n t s e l o n d e s f a m i l i e s d ' e s p r i t s a n s e g a r d s p o u r l e s f r o n t i e r e s p o l i t i q u e s o u d e r a c e : N o d i e r t r o u v a d o n e 1 ' i n s p i r a t i o n p r i n c i p a l e p o u r s e s c o n t e s c h e z s o n " f r e r e a i n e " H o f f m a n n . D u r e s t e , meme Mme d e S t a e l a v a i t r e c o n n u q u e " l e s g e n s d e g e n i e s o n t t o u j o u r s c o m p a t r i o t e s e n t r e e u x . " 1 0 100 NOTES DE REFERENCE CONCLUSION 1 OLIVER, A.R. , Charles Nodier, P i l o t of Romanticism, p.242: Cecile L . (Adele Hugo) said he preferred unknown l i g h t s . 2 NODIER, Charles, "Du Fantastique en Litterature" dans Les Sept Chateaux du Roi de Boheme, p . x i 3 BENAC, H . , Guide pour l a recherche des idees dans les etudes l i t t e r a i r e s , p. lo 4 MOENCH, Walter, Charles Nodier und die deutsche und englische Literatur , p.21 5 i b i d . , p .5^. Pour Moench, Le Roi de Boheme rappelle Sterne et Rabelais, c'est tout. "En 1829, Nodier succomba a Hoffmann, comme beaucoup d'autres." 6 i b i d . , p.89 7 i b i d . , Introduction 8 i b i d . , p.75 9 i b i d . , pp.78/9 10 STAEL, Mme de, De l'Allemagne. X, p.98 B I B L I O G R A P H T E R O M A N S , N O U V E L L E S E T C O N T E S D E N O D I E R N O D I E R , C h a r l e s , F a u s t , d r a m e e n t r o i s a c t e s i m i t e d e G o e t h e , p a r M . A n t o n y B e r a u d , e t x ^ i . e . C . N o d i e r , e t J . T . M e r l e ) , P a r i s , J . N . B a r b a , 1828 N O D I E R , C h a r l e s , D e s c r i p t i o n r a i s o n n e e d ' u n e . j o l i e c o l l e c t i o n d e l i v r e s , p r e c e d e d d ' u n e i n t r o d u c t i o n p a r M . G . D u p l e s s i s , d e l a v i e d e M . C h . N o d i e r , p a r M . F r a n c i s W e y , P a r i s , J . T e c h e n e r , 1844 N O D I E R , C h a r l e s , L e s S e p t C h S t e a u x d u R o i d e B o h e m e , P a r i s , V i c t o r L e c o u , 1852 N O D I E R , C h a r l e s , C o n t e s d e l a V e i l l e e , P a r i s , C h a r p e n t i e r , 1853 N O D I E R , C h a r l e s , S o u v e n i r s d e J e u n e s s e s u i v i s d e M a d e m o i s e l l e d e M a r s a n e t d e L a N e u v a i n e d e l a C h a n d e l e u r , P a r i s , C h a r p e n t i e r , 1855 N O D I E R , C h a r l e s , R o m a n s , P a r i s , C h a r p e n t i e r , 1900 N O D I E R , C h a r l e s , N o u v e l l e s . s u i v i e s d e s F a n t a i s i e s d u d e r i s e u r s e n s e , P a r i s , C h a r p e n t i e r , 1911 N O D I E R , C h a r l e s , C o n t e s F a n t a s t i q u e s , P a r i s , C h a r p e n t i e r , 1913 N O D I E R , C h a r l e s , C o n t e s , a v e c s o m m a i r e b i o g r a p h i q u e , i n t r o d u c t i o n , n o t i c e s , n o t e s , b i b l i o g r a p h i e e t a p p e n d i c e c r i t i q u e p a r P i e r r e - G e o r g e s C a s t e x , P a r i s , G a r n i e r F r e r e s , 196l O E U V R E S E T A R T I C L E S T R A I T A N T D E C H A R L E S N O D I E R B A L D E N S P E R G E R , F . , " U n I n t e r r o g a t o i r e d e C h a r l e s N o d i e r " , R e v u e d ' H i s t o i r e L i t t e r a i r e d e l a F r a n c e , t . X I I , P a r i s , L i b r a i r i e A r m a n d C o l i n , 1905 B R A N D E S , G e o r g , L ' E c o l e R o m a n t i q u e e n F r a n c e , O u v r a g e t r a d u i t s u r l a 8eme e d i t i o n a l l e m a n d e p a r A , T o p i n , p r e c e d e " d ' u n e i n t r o d u c t i o n p a r V i c t o r B a s c h , B e r l i n , P a r i s , A . M i c h a l o n , 1902 B R A N D E S , G e o r g , M a i n C u r r e n t s i n N i n e t e e n t h C e n t u r y L i t e r a t u r e , I , " T h e e m i g r a n t L i t e r a t u r e " , L o n d o n , W i l l i a m H e i n e m a n , 1906 B E N D E R , E d m u n d J o h n , " C h a r t i n g F r e n c h R o m a n t i c i s m : T h e C r i t i c i s m o f C h a r l e s N o d i e r " , T h e s i s , I n d i a n a U n i v e r s i t y , M a r c h 1968 D E D E Y A N , C h a r l e s , G e r a r d d e N e r v a l e t l ' A l l e m a g n e , 2eme p a r t i e : L ' A l l e m a g n e d a n s l ' o e u v r e l i t t e r a i r e d e N e r v a l , P a r i s , S t S d ' E d i t i o n d ' E n s e i g n e m e n t S u p e r i e u r , 1957 D E D E Y A N , C h a r l e s , V i c t o r H u g o e t l ' A l l e m a g n e , P a r i s , L e t t r e s M o d e r n e s , 1964 D E D E Y A N , C h a r l e s , L ' I m a g i n a t i o n f a n t a s t i q u e d a n s l e r o m a n t i s m e e u r o p e e n , " L e s C o u r s d e S o r b o n n e " , L i t t e r a t u r e C o m p a r e e , P a r i s , C e n t r e d e D o c u m e n t a t i o n U n i v e r s i t a i r e , 1964 D U H A M E L , R o g e r , " D e n o u v e a u x n o m s , d e s o e u v r e s n o u v e l l e s " , R e v u e d e l ' U n i v e r s i t e d ' O t t a w a , X X X I V (1964), pp .191-220 F A C H ^ T h e o d o r , " D i e N a t u r s c h i l d e r u n g b e i C h a r l e s N o d i e r " , B e i t r a e g e z u r G e s c h i c h t e d e r R o m a n i s c h e n S p r a c h e n u n d L i t e r a t u r e n , V I , H a l l e , V e r l a g v o n M a x N i e m e y e r , 1912 K L E S , A l b e r t , " I m i t a t i o n e t p a s t i c h e d a n s l ' o e u v r e d e C h a r l e s N o d i e r " , C A I E F , X I I , pp.67/77 L A R A T , J e a n , L a T r a d i t i o n e t l ' e x o t i s m e d a n s l ' o e u v r e d e C h a r l e s N o d i e r , P a r i s , L i b r a i r i e A n c i e n n e H o n o r e C h a m p i o n , 1923 L A R A T , J e a n , B i b l i o g r a p h i e c r i t i q u e d e s o e u v r e s d e C h . N o d i e r , s u i v i e d e d o c u m e n t s i n e d i t s , P a r i s , C h a m p i o n , 1923 L A R A T , J e a n , " U n e p r e m i e r e e s q u i s s e i n e d i t e d e s P r o s c r i t s d e N o d i e r " , R . L . C . , J a n . 1924, p . l l l L O M E N I E , L o u i s L e o n d e , G a l e r i e d e s C o n t e m p o r a i n s I l l u s t r e s , P a r i s , A . R e n e e t C o m p . , 1844 MOENCH, Walter, "Charles Nodier und die deutsche und englische Literate Romanische Studien, Heft 24, Ber l in 1931* Nachdruck Kraus Reprint L t d . , Liechtenstein, 19&7 OLIVER, A. Richard, Charles Nodier. P i l o t of Romanticism. Syracuse University Press, 1964 PINGAUD, Leonce, La Jeunesse de Charles Nodier. Les Philadelphes. Besancon, Imprimerie et Lithographic Dodivers, 1914 RICHER, Jean, "Autour de l 1 H i s t o i r e du r o i de Boheme. 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Paris , Armand Col in , I898 VIATTE, Auguste, Les Sources Occultes du Romantisme, Paris , L ibra i r ie Honore Champion, 1965 V0D0Z, Jules, "La Fee aux Miettes", Essai sur le role du subconscient dans l'oeuvre de Charles Nodier, Paris , L ibra i r ie Ancienne Honore Champion, 1925 WEISS, Charles, Lettres de Charles Weiss a Charles Nodier, publiees par M. Leonce Pingaud, Secretaire Perpetuel, Seance du 15 novembre I887 WIESE, Oskar, "Kritische Beitraege zur Geschichte der Jugend und Jugendwerke Nodiers 1780-1812", These, Kgl . Christian Albrechts-Universitaet K i e l , Oldenburg, Ad. Littmann, 1904 104 AUTRES OUVRAGES UTILISES AU COURS DE CETTE ETUDE BALDENSPERGER, F . , Goethe en France. Paris , L ibra i r ie Hachette, 1920 BENAC, H . , Guide pour l a recherche des idees dans les etudes l i t t e r a i r e s , Paris , Hachette, "1961 DEDEYAN, Charles, Le Theme de Faust dans l a l i t terature europeenne, "Du Romantisme a nos jours, part I " , Paris , Lettres Modernes, 196l DIDEROT, Denis, Oeuvres romanesques, Paris , Gamier Freres, 1962 FRYE, Northrop, Anatomy of Cri t ic ism, Atheneum, New York, 1968 GOEDEKE, Kar l , Grundriss zur Geschichte der deutschen Dichtung, aus den Quellen von Karl Goedeke, fortgefuehrt von Edmund Goetze, achter Band, "Vom Weltfrieden bis zur franzoesischen Revolution 1830", Dresden, Verlag L . Ehlermann, 1905 GOETHE, J.W. von, Die Leiden des jungen Werther; Briefe aus der Schweiz, Goethes Werke, 19* Band, Weimar, Herman Boehlaus Nachfolger, 1899 GOETHE, J.W. von, Dichtung und Wahrheit. Dritter T e i l , p.172, Goethes Saemtliche Werke, Jubilaeums-Ausgabe, Vierund- zwanzigster Band, Stuttgart und Ber l in , J .G. Cottasche Buchhandlung Nachfolger, [l902-1907l GOETHE, J.W. von, Faust, Gesamtausgabe, Leipzig, Im Inselverlag, s . d . HOFFMANN, E .T .A. , Saemtliche Werke, Historisch-kritische Ausgabe mit Einleitungen, Anmerkungen und Lesarten von Carl Georg von Maassen, Erster Band, "Fantasiestuecke i n Callots Manier", Muenchen und Leipzig, Georg Mueller, 1912 HOFFMANN, E .T .A. , Saemtliche Werke, Herausgegeben von Rudolf Frank, Muenchen und Leipzig, Roesl & Co., 1924 HOFFMANN, E .T .A. , Die Serapions-Brueder, Sonderausgabe Europaeischer Buchklub, nach dem Text der Erstausgabe (1819-21) unter Hinzuziehung der Ausgaben von Carl Georg von Maasen und Georg ELlinger, mit einem Nachwort von Walter Mueller- Seidel und Anmerkungen von Wulf Segebrecht, Muenchen, Winkler-Verlag, 1963 105 H O F F M A N N , E . T . A . , D i e E L i x i e r e d e s T e u f e l s u n d L e b e n s - A n s i c h t e n d e s K a t e r s M u r r n e b s t f r a g m e n t a r i s c h e r B i o g r a p h i e d e s K a p e l l - m e i s t e r s J o h a n n e s K r e i s l e r i n z u f a e l l i g e n M a k u l a t u r b l a e t t e r n , S o n d e r a u s g a b e E u r o p a e i s c h e r B u c h k l u b , n a c h d e m T e x t d e r E r s t - a u s g a b e n u n t e r H i n z u z i e h u n g d e r A u s g a b e n v o n C a r l G e o r g v o n M a a s s e n u n d G e o r g E l l i n g e r , m i t e i n e m N a c h w o r t v o n W a l t e r M u e l l e r - S e i d e l u n d A n m e r k u n g e n v o n W o l f g a n g K r o n , M u e n c h e n , W i n k l e r - V e r l a g , 1961 H O F F M A N N , E . T . A . , S p u k g e s c h i c h t e n u n d M a e r c h e n , M u e n c h e n , W i l h e l m G o l d m a n n V e r l a g , s . d . J A M E S , H e n r y , T h e s e c r e t o f S w e d e r i b o r g ; b e i n g a n e l u c i d a t i o n o f h i s d o c t r i n e o f t h e d i v i n e n a t u r a l h u m a n i t y . B o s t o n , F i e l d s , O s g o o d & C o . , 1869 K L I N G E R , F . M . , W e r k e . D r i t t e r B a n d . F a u s t ' s L e b e n . T h a t e n u n d H o e l l e n - f a h r t , L e i p z i g , V e r l a g v o n G e r h a r d F l e i s c h e r , 1832 L A M M , M a r t i n , S w e d e n b o r g . P r e f a c e d e P a u l V a l e r y , P a r i s , L i b r a i r i e S t o c k D e l a m a i n e t B o u t e l l e a u , 193^ M A N N , O t t o , D e u t s c h e L i t e r a t u r g e s c h i c h t e , G u e t e r s l o h , C . B e r t e l s m a n n V e r l a g , 1964 M O R N E T , D a n i e l , L e R o m a n t i s m e e n F r a n c e a u X V I I I e m e s i e c l e . P a r i s , L i b r a i r i e H a c h e t t e , s . d . R E Y N A U D , L . , L ' I n f l u e n c e a l l e m a n d e e n F r a n c e a u x X V I I I e e t X I X e s i e c l e s . P a r i s , L i b r a i r i e H a c h e t t e , 1922 S C H I L L E R , F r i e d r i c h v o n , P e r G e i s t e r s e h e r . S c h i l l e r s W e r k e i n s e c h s H a u p t - u n d v i e r E r g a e n z u n g s b a e n d e n , F u e n f t e r B a n d , L e i p z i g , V e r l a g v o n P h i l i p p R e c l a m , s . d . S T A E L , Mme d e , O e u v r e s c o m p l e t e s d e Mme l a B a r o n n e d e S t a e l , t . X e t X I , D e l ' A l l e m a g n e I e t I I , P a r i s , T r e u t t e l e t W u r t z , 1820 TR0NCH0N, H e n r i , L a F o r t u n e i n t e l l e c t u e l l e d e H e r d e r e n F r a n c e , P a r i s , F . R i e d e r e t C o , 1920 W E L L E K , R e n e , A H i s t o r y o f M o d e r n C r i t i c i s m . New Y o r k , Y a l e U n i v e r s i t y P r e s s , 1955

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