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La pitie sociale chez les poetes romantiques Large, Frances Margaret 1935

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La P i t i e Sociale Chez les Poetes Romantiques by Frances Margaret Large A Thesis submitted f o r the Degree of MASTER OF ARTS i n the Department of MODERN LANGUAGES The University of B r i t i s h Columbia October, 1935 TABLE DES MATLERES oOo Page CHAPITRE I - L'Evolution^du Sentiment de P i t i e Sociale 1 CHAPITRE. II - Le Mouvement Philosophique et Religieux 38 CHAPITRE I I I - La P i t i e : Declaration de Eoi des Poetes 5? CHAPITRE IV - Le Probleme de l a Misere cliez les Poetes Romantiques . . . 71 CHAPITRE V - Les Lois Penales 99 CHAPITRE VI - La Guerre, Pere des Crimes . . . 122 conclusion 144 BIBLIOGRAPHIE 154 oOo CHAPITRE I I n v o l u t i o n du Sentiment de l a P i t i e Sociale Depuia l ' a n t i q u i t e jusqu'a nos jours, i l y a eu de grands hommes dont l a vie a e'te une noble recherche de j u s t i c e u n i v e r s e l l e . "Depuia Hesiode, Pythagore, Socrate et A r i s t o t e , et Jesus, surtout depuis l e christianisme, tous l e s e f f o r t s des grands coeurs pitoyables, comme tous les elans des f a l b l e s opprimes ont eu pour but d'e'tablir l e regne de l a j u s t i c e . " 1 l e s nations de l * a n t i q u i t e etaient guerrieres et c r u e l l e s , toutes vouees a l a jouissance complete du present, car l a croyance en une vie future n*etant pas tres repandue, on se l i v r a i t aux de'sira e'go'istes; par suite peu d'actes charitables et peu de soulagement des miserables. Cependant quelques progres per9aient de temps en temps les tenebres* En Egypte et en Perse, i l y avait un code qui e t a b l i s s a i t certaines regies de conduite, mais aux Indes l a metempsycose ne l a i s s a i t guere de place aux pre'occupations humanitaires. En Chine, i l en e t a i t tout 1. Ponsegrive, . M o r a l e e t S o c i e t e . P. 119 - 2 -a u t r e m e n t ; on e s p e r a i t t o u j o u r s un r e t o u r a l ' a g e d ' o r , e t l e bouddhisme, f o n d e s u r une c o n s i d e r a t i o n des maux q u i r o n g e n t l a s o c i e t e " , a v a i t c r e e une r e l i g i o n d'amour e t de p i t i e e t a v a i t beaucoup f a i t p o u r a d o u c i r l e s moeurs de l a C h i n e , du J a p o n e t des I n d e s . A l a G r e c e i l m a n q u a i t p r e s q u e e n t i e r e m e n t l ' i d e e d'un e t a t de p e r f e c t i o n p r o g r e s s i v e ou l e bonheur s e r a i t a l a p o r t e e de t o u s . P o u r l e s G r e c s , l a c h o s e l a p l u s p a r -f a i t e £ tait c e l l e q u i c h a n g e a i t l e m o i n s ; on c r o y a i t que l ' a g e d ' o r e t a i t i r r e v o c a b l e m e n t p a s s e . C e r t a i n s p h i l o -s ophes comme P l a t o n , p r 6 t e n d a i e n t que l'homme t a c h a i t de r e t r o u v e r ce p a r a d i s p e r d u , m a i s i l s n ' o f f r a i e n t pas une d o c t r i n e de p r o g r e s g r a d u e l s . Le c u l t e de Zeus r e n f e r m a i t c e r t a i n e s i d e e s m o r a l e s , notamment l ' e l o g e de l a j u s t i c e e t de l a p i t i e , m a i s l e s d i e u x de G r e c e s e m b l e n t , en g e n e r a l des d i e u x v e n g e u r s . On t r o u v e c h e z l e s Hebreux, l e s s o u r c e s l e s p l u s d i r e c t e s a u x q u e l l e s l e s p o e t e s r o m a n t i q u e s o n t p u i s e quand i l s o nt c h a n t e l a p i t i e s o c i a l e . L a B i b l e e t l a pensee c h r e ' t i e n n e o n t t o u j o u r s e x e r c e une i n f l u e n c e enorme s u r l e s e c r i v a i n s f r a n c a i s . Les s a g e s e t l e s p r o p h e t e s du Vieux Testament prSchent l a charite, car "Q,ui a pitie ' du pauvre, prdte au Seigneur et le Seigneur l u i rendra son bienfait"-*- disent les prophetes. Le l i v r e de Deutero-nome exhorte le peuple a f a i r e une annee de remise tous les sept ana a f i n , d i t le prophete,"qu 1il n'y a i t au milieu de t o i aucun pauvre".2 Les actions bienfaisantes seront recompensees m i l l e f o i s par Dieu, ici-bas et au c i e l . "Tu l u i donneras, et ton eoeuri ne l u i donnera point a regret; car a cause de cela(, le Seigneur, ton Dieu, te benira dans toute ton oeuvre, et dans toute chose a laquelle tu mettras ta main. Gar i l ne manquera pas de pauvre au pays; c'est pourquoi je te commande et te d i s ; Ouvre, dans ton pays ta main a ton f r e r e , a l ' a f f l i g e et au pauvre de ton peuple. 3 La pauvrete selon le prophete et selon le Christ est done inevitable, idee qui se retrouve chez Bossuet et chez les pontes quoiqu'ils revent a un jour ou l a misere d i s p a r a i t r a du monde. La meme note re'sonne dans 1'.Ecclesiaste: "Jette ton pain sur l a surface des eaux; car avec le temps tu le retrouveras. Cette pensee est un des pre'eeptes favoris de Bossuet. Le Mendiant de Lamartine, La Priere Pour Tous, et Pour les 1. Poverbes, xix, 17. 2. Deuteronome, xv, 1. 3. L'Eccle'siaste i i , 1. 4. Ibid 11, 12. Pauvres de Vic t o r Hugo l a reproduisent egalement. Les r o i s surtout.se doivent aux pauvres: "Le trone qui f a i t - j u s t i c e aux pauvres selon l a ve'rite sera affermi a perpetuite. 1 , 1 Le poeme Gonseil de Victor Hugo, expression poetique de l a mime exhortation, ordonne aux r o i s de soulager les inaux du peuple, car le pain qu'on porte au v i e i l l a r d , les oris reconnaissants de l a femme secourue et les remerciments joyeux de 1'enfant "Sont l a meilleure digue aux foules furieuses." Bien que le Vieux Testament s o i t une suite con-tin u e l l e de guerres et bien que Dieu semble le "Dieu des Armees", les prophetes prevoient 'une societe ou tout le monde vivra en freres, un paradis d 1ou l a guerre dispa-r a i t r a . "Le loup demeurera avec I'agneau, et le leopard prendra gite avec le chevreau; le veau, le lionceau et le b e t a i l qu'on engraisse sont,. ensemble et un p e t i t enfant les conduira." Lamartine s'est certainement inspire de ce passage dans Le Livre Ancien de l a Chute d'un Ange. Michee parle aussi de cet avenir l o i n t a i n ou l a paix regnera. "De leurs epees e l l e s (les nations) forgeront 1. P/overbes xxix, 14. 2. S'saie x i , 6. hoyaux, et de leurs hallebardes, des serpes. Une nation ne levera plus l'epee contre l'autre et e l l e s ne s'adonneront plus a l a guerre." 1 Avec l'avenement du Christ, l a r e l i g i o n se base non plus sur l a crainte, mais sur 1'amour. Jesus se penche sur les miserables, i l condamne l ' e s p r i t qui s'attache trop a l a richesse et declare bienheureux ceux qui ne possedent r i e n i c i - b a s . Dans ses paraboles i l preche l a misericorde; l a parabole du mauvais serviteur enseigne q u ' i l faut pardonner aux autres s i l'on veut etre par-donne. "Mechant serviteur, je t ' a i remis toute cette dette, parce que tu m'en as p r i e , ne te f a l l a i t -i l pas aussi avoir p i t i e de ton compagnon de service, comme j'avais eu p i t i e de t o i ? " ^ II demande aux hommes de r e c u e i l l i r chez. eux les pauvres, les impotents, les boiteux et les aveugles. La parabole du riche et de Lazare a v e r t i t les riches impitoyables que les maux de l'au-dela seront le chatiment des biens mal employe's i c i - b a s . Tout miserable est notre frere d i t Jesus dans l a parabole du bon Samaritain, et nous devons le secourir. 1. Michee i v , 3 (et suite) 2. Matthieu x v i i i , 32, 33. L'aumone e s t un des d e v o i r s s a c r e s du c h r e ' t i e n , mais c e t t e c h a r i t e d e v r a i t e t r e d i c t e e par l e coeur non par l a v a n i t e : "Lore done que t u donneras l'aumone, ne f a i s p o i n t sonner l a trompette devant t o i comme f o n t l e s h y p o c r i t e s dans l e s synagogues e t dans^ l e s r u e s , pour e t r e honores des hommes. En ve'rite", j e vous l e d i e , i l s ont r e c u l e u r recompense. M a i s quand t u donnes l'aumone, que t a main gauche ne sache p o i n t ce que f a i t t a main d r o i t e : A f i n que ton aumone se f a s s e en s e c r e t . E t t o n Pere q u i v o i t ce q u i se f a i t en s e c r e t te recompensera lui-meme p u b l i q u e m e n t . n l Le Sermon s u r l a Montagne resume t o u t i d e a l d'amour e t de p i t i e , t o u t e l a n ge'ne'reux q u ' a i t j a m a i s eprouve' un coeur s e n s i b l e . Toute a c t i o n , t o u t e p a r o l e de J e s u s r e s p i r e un pardon c e l e s t e , e t e t a b l i t l a r e h a b i l i t a t i o n du p a r i a . Le r e l e v e m e n t des mise'rables e s t l a base de 1'enseignement du C h r i s t . En E u r o p e ^ l e Moyen Age, longue s u i t e de s o u f f -r a n c e s , de g u e r r e s e t de c r u a u t e de t o u t e s o r t e , d o i t a l ' E g l i s e presque l a s e u l e o p p o s i t i o n c o n t r e l a b r u t a l i t e des moeurs. Du s e i n de l a f e o d a l i t e s ' e l e v e l a c h e v a l e r i e , 1. M a t t h i e u v i , 2,3,4. qui, sous 1*influence de l ' E g l i s e consacre ses forces a l a defense de I'opprime. La deuxieme force c i v i l i s a t r i c e , l e s L e t t r e s , de'pendait de l ' E g l i s e seule. C'est l ' E g l i s e aussi qui a s p i r a i t a interrompre a i n t e r v a l l e a periodiques l a guerre, f l e a u du Moyen Age. Les nombreuses Maiaons-Dieu, dirigees par des ecclesiastiques se m u l t i p l i a i e n t au treizieme et au quatorzieme s i e c l e s ; on s'occupait de l ' h o s p i t a l i s a t i o n des aveugles et on fondait des i n s t i t u -tions qui avaient souvent l'aspect d'une famili e r e l i g i e u s e . f iL'esprit du s i e c l e v o u l a i t que les souffrances s'entr'aidassent, en s'offrant mystiquement a Dieu, les una pour les autres; 1'organisation meme des oeuvres charitables t r a d u i s a i t dans les f a i t s l e dogme catholique de l a communion des s a i n t s , de l a r e v e r s i b i l i t e des merites, et de l a s o l i d a r i t y s u r n a t u r e l l e . 1 , 1 Les moines et les re l i g i e u s e s se vouaient au soulagement des maux et dispensaient aux pauvres l a charite et les soins medicaux. Qn exhortait les riches a donner des aumones aux miserables qui f o u r m i l l a i e n t deguenilles et affames aux portes des e g l i s e s , mais ce n'etait pas un acte de charite de l a part des riches qui esperaient reparer par 1-*argent leur me'chancete d'ici-has et assurer leur entree 1. Hanotaux; La Nation ffrancaise; Tome 6, p. 261* 8 -au Paradis* La p i t i e e x i s t a i t eomme quarrte abstraite ou allegorique chez certains ecrivains du temps* Nous citons i c i un eloge de l a p i t i e t i r e d'un poeme du douzieme s i e c l e : "Selonc I'ordre de charite A i n t chascuns hons l'umanite. Charitez a i de feu semblant qui antor s o i a r t et esprent; Aincois eeprent lou feu prochain et puis s i s'etent au l o i t a i n ; lou l e u ou naist chaufe avant et con plus c r o i t , et plus s'espent Te l d o i t estre amors ordenee en f a i t , en d i t et en pensee, et qui s'amour i s s i espant i e i l ainme ordene^ment e/ Au euens por deu doit ains a i d i e r de s'ahie on greignor mestier; car qui nen a i p i d i e dou suen commant l'avra i l dou l o i t i e n ? . . . Vers l a f i n du Moyen Age, l ' E g l i s e perdit beau-coup de son idealisme et de son ancienne influence. La Guerre de Cent Ana avait aggrave l e malaise s o c i a l . Francois V i l l o n nous a f a i t un tableau puissant de l a violence et du desordre de l'e'poque dans ses poemes. Le clerge' se l a i s s a i t souvent corrompre, l ' i d e a l monastique perdait de son prestige, et l e traitement des he're'tiques e'tait une moquerie c r u e l l e du precepte de Jesus: "Aimez-vous"• Cependant, l ' E g l i s e r e s t a i t l e seul intercesseur des pauvres aupres des ric h e s , 1. De David l i prophecie; B.M.Ms. Ed. G.E. Euhrken. et des r o i s . meme s i e l l e r e j e t a i t trop souvent son rdle de ere pour assumer c e l u i de j u s t i c i e r et de guerrier. La Renaissance apportait a sa suite des amelio-rations considerables; l'homme comptait enfin comrae e n t i t e , mais 1*individualisme sans bornes de certains aventuriers de l'epoque, des Y i s c o n t i , des Medici, des Borgia empechait tout espoir de socie'te plus equitable, et rendait l e s i n j u s t i c e s sociales meme plus apparentea. L»humanierae s'interess&it profondement a l'homme, et ae devouait au bien-Stre moral, s p i r i t u e l et s o c i a l de l'humanite. Pour l a premiere f o i s , on a une base i n t e l l e c t u e l l e et de nouvelles methodes s c i e n t i f i -ques pour juger et pour a g i r — on s'accoutume a penser sans l a d i r e c t i o n de l ' E g l i s e . G'est ce ehangement qui rend possible un l i v r e eomme 1*Utopie de S i r Thomas More, qui c r i t i q u e d'une maniere vraiment h a r d i ^ l a eociete' de l'epoque et en prevoit une meilleure, tout en suggerant des modifica-tions aux i n s t i t u t i o n s eorrompues et in e f f i c a c e s de l'epoque. La bonte sincere de cet homme est evidente dans sa peinture des miseres causees par l a protection de l a propriete seigneuriale. a0n peut dire que les moutone, animaux dociles et p a i s i b l e s , depeuplent des v i l l a g e s et meme des v i l l e s , et devorent l e s hommes.'*! Les suites naturelles de cette depossession sont l e ehomage, l a mendicite', et l a famine. Le 1. More, Utopia. Page 8. - 10 -voleur, pousse par son extreme necessite est pendu, et cependant Dieu nous defend de tuer. Le v r a i c r i m i n e l , d i t More, au l i e u de subir l a peine de mort devrait acquitter sa dette a l a B o c i e t e par l a consecration de sa v i e aux travaux publics pendant un c e r t a i n norabre d'anne'es. Les habitants de l'Utopie de'testent l a guerre et desirent l e bonheur de tous plut6t que l a conquete et l'agrandissement du pays. En e f f e t More peut etre considere^ un des promoteurs les plus importants de l a pensee s o c i a l e . Considerons un peu l a France au dix-septieme s i e c l e . Quel e t a i t l e sort du peuple pendant cette periode eclatante de I ' h i s t o i r e de France? Jamais l e luxe excessif ne blessa plus les pauvres; l a misere e t a i t intense et ge'nerale. Les pay sans e talent les esclaves de leurs seigneurs fe'odaux et l a vie d'un r o t u r i e r ne comptait pas. Cependant, les auteurs du temps parlent tres peu de ces miseres, et l a cause en est c l a i r e ; toute oeuvre l i t t e r a i r e e t a i t destinee aux lecture's royaux ou ari e t o c r a t e s . On ne peut se'parer l a l i t t e r a t u r e de l'epoque de l a vie des salons. Le poete n'ose done pas signaler ces abus ni se f a i r e l e guide de l a nation eomme plus tard. Bref, au dix-septieme s i e c l e , l e p r i v i l e g e l e plus sordide p r e v a l a i t ; on acceptait l a - 11 -mi s e r e eomme ordonnee par D i e u e t par s u i t e , immuable. L ' E g l i s e p r e c h e , b i e n entendu, c o n t r e l a r i c h e s s e e x c e s s i v e e t e x h o r t e l e s r i c h e s a donner des aumones c o n s i d e r a b l e s , c a r l a c h a r i t e l e u r a s s u r e r a l e P a r a d i s . Gn doute p a r f o i s de l a p i t i e d e'sinteressee des p r e d a c a t e u r s ; chez eux l a c h a r i t e semble e t r e fondee t r o p s ouvent, non s u r 1'amour s i n c e r e des p a u v r e s , mais s u r l ' i n t e r e t des r i c h e s . L'homme s i n c e r e e t b i e n f a i s a n t q u'est B o s s u e t , se f a i t v o i r dans ses o r a i s o n s e t dans ses sermons, mais ce p r e l a t c o n n a i t t r o p b i e n ses d e v o i r s a u p r e s de ses a u d i t e u r s a u g u s t e s p o u r l e u r p r e c h e r e t l e s menacer dans des termes t r o p s e v e r e s . I I se borne a d i r e que l e pauvre a u r a sa re'eompense au p a r a d i s , e t que l e r i c h e y a u r a son s u p p l i c e . Dans ses o r a i s o n s f u n e b r e s , i l loue t o u j o u r s l a c h a r i t e du d e f u n t , mais ses e l o g e s q u i nous semblent c o n v e n t i o n n e l l e s e t de s i m p l e s exemples pour l e s v i v a n t s . La c h a r i t e | done e s t une e x h o r t a t i o n de l ' E g l i s e a com-b a t t r e l a v a n i t e des pompes de ce monde. De temps en temps chez B o s s u e t , l a c h a r i t e e s t 1 ' i n s p i r a t i o n d'une eloquence i n o u b l i a b l e , eomme par exemple l e passage q u i commence par ces mots: "Dormez v o t r e sommeil, r i c h e s de - 12 -l a terre et demeurez dans votre p o u s s i e r e . n l Bossuet f l a g e l l e l a durete des riches qui seront accuses devant Dieu par les pauvres. "Parmi les c r i s furieux de ces pauvres impudents et i n s a t i a h l e s , se p e u t - i l f a i r e que vous entendiez l a voix languissante des pauvres qui tremblent devant vous, qui accoutumes a surmonter leur pauvrete par leur t r a v a i l et par leurs sueurs, se l a i s s e n t mourir de faim plut6t que de decouvrir leur misere? C'est pourquoi i l s meurent de faim, oui Messieurs, i l s meurent de faim dans vos terres, dans vos chateaux, dans les v i l l e s , dans les campagnes, a l a porte et aux environs de vos hotels; nul ne court a leur aide; helas i i l s ne vous demandent que le superflu, quelques mets de votre, table, quelques restes de votre grande chere." D'une voix d'airain, Bossuet declare dans le meme sermon que les hommes riches aux coeurs impitoyables, et oublieux de leur responsabilite devant Dieu sont Mdes voleurs sans derober et des meurtriers sans verser le sang, c*est-a-dire, i l s volent aux pauvres quand i l s ne l'ont pas rev§tu, et l'egorge cruellement quand i l s ne l'ont pas nourri. 0 Dieu clement et juste.' ce n'est pas pour cette raison que vous avez communique aux grands de l a terre un rayon de votre puissance. Vous les avez f a i t s grands pour s e r v i r de peres a vos pauvres . . . leur grandeur au contraire les rend dedaigneux, encore q u ' i l s voient tous les jours, non tant de pauvres et de miserables, que l a misere elle-m§me, et l a pauvrete en personne, pleurante et gemissante a sa porte. 1. Bossuet; Oraisons Punebres et Sermons; Oraison Punebre de Michel L e T e l l i e r . 2. Sermon Sur 1'Impenitence Finale, p. 186. 13 D'ou vient une durete s i etonnante?" Le peche du pauvre est s e r v i l e et timide, le pauvre se cache esperant passer inapercu dans les tenebres; le riche au contraire, contraste avec l a noblesse innee du pauvre; i l est audacieux et vantard et f a i t parade de sa durete de coeur et de son peche'. Victor Hugo, l u i aussi, a t t r i -buera plus tard l a vertu aux humbles et le vice aux grands Qui peut oublier l a beauts poetique et evange-lique des lignes suiva,ntes adressees aux riches: "Ah s i vous aviez soulage leurs maux, s i vous aviez eu p i t i e de leur deaespoir, s i vous aviez seulement ecoute leurs plaintes, vos misericordes prieraient Dieu pour vous: les benedictions q u ' i l s auraient donnees, lorsque vous les auriez consoles dans leur amertume, ferai e n t maintenant d i s t i l l e r sur vous une rosee ra f r a i c h i s s a n t e , leurs cotes revetus, d i t le saint prophete, leurs e n t r a i l l e s r a f r a i c h i e s , leur faim rassasiee vous auraient b6ni; leurs saints anges v e i l l e r a i e n t autour de votre l i t eomme des ames o f f i c i e u x ; et ces me'decins s p i r i t u e l s consulteraient entre eux nuit et jour pour vnus trouver des remedes." Chez Bossuet &uHIT, ce sont les exhortations con-ventionjelles de l ' E g l i s e exprimees avec menagement a ses auditeurs, mais, en m^ me temps poussees avec une eloquence et une puissance qui traduit son coeur misericordieux et 1. Sermon Sur 1'Impenitence Finale, p. 186. 2.. Ibid, p. 187. 14 -son grand courage. La l i t t e r a t u r e de c e t t e dpoque e t a r t t destine'e a un m i l i e u b r i l l a n t e t l u x u e u x r e s t a i t a r i s t o c r a t ^ . La c r i t i q u e a t t a q u a i t a peu pres uniquement l e s de'fauts moraux. M o l i e r e , c e t t e grande ame sympathique e t i n d u l -g e n t e ^ a rarement mis en scene l e s paysans e t n'a pas c r i t i q u e l e s n o b l e s ; p o u r t a n t i l a du v o i r l a m i s e r e l a p l u s a b j e c t e pendant son s e j o u r dans l e a p r o v i n c e s . C e l a a ' e x p l i q u e f a c i l e m e n t ; M o l i d r e e t a i t s u r t o u t o r g a n i s a t e u r des f e t e s r o y a l e s , son d e v o i r , done, e t a i t d'amuaer c e t t e cour e c l a t a n t e , non de r e m p l i r l e s d e v o i r s de l ' E g l i s e . Madame de Sevigne', p r o p r i e t a i r e , femme e t mere, ne s ' a t t e n d r i t pas aur ses paysans, e l l e ne l e s c^mprend pas. Gomme V i c t o r Hugo nous en v o u l o n s , p e u t - e t r e , a c e t t e femme d ' e t r e a l l e e v o i r l ' e x e ' c u t i o n de l'emp o i s o n -neuse, Mme de B r i n v i l l i e r s , q u i e t a i t d ' a i l l e u r s son amie. Tout l e monde c o u r a i t a de t e l a a p e c t a c l e s , Mme. de Sevigne a s u i v i son temps, v o i l a t o u t . P enelon p a r l e dans Le Telemaque, roman d i d a c -t i q u e e'erit pour son jeune e l e v e , l e Due de Bourgogne, d'une U t o p i e q u i s e r a evidemment t r e s d i f f e r e n t e de l'epoque - 15 -de Louis XIV. C'est l a preparation systematique du prince qui sera r o i un jour. Minerve, sous l a forme de Mentor, indique a Telemaque les erreurs q u ' i l doit eviter et les qualit^s q u ' i l doit c u l t i v e r a f i n d'§tre un r o i juste et clement. On passe en revue les r o i s dont le nom est maudit a jamais et les r o i s dont l a clemence et l a bien-faisance onte'te acclamees par les dieux et par les hommes. Mentor enseigne que dans l ' e t a t iddal, le souverain doit v e i l l e r sur le commerce, et supprimer le luxe excessif, car le luxe, c'est l a ruine. Un retour a l a vie agricole l u i semble le remede Na tous les maux, et le sage qui est naturellement l'auteur lui-m§me, peint une scene i d y l l i q u e de bonheur pastoral. Le t r a v a i l manuel sera universel et tout le monde aura de quoi s a t i s f a i r e ses besoins. Les rois doivent renoncer a l a gl o i r e m i l i t a i r e , "La vraie g l o i r e ne se trouve point hors de 1'humanite. m 1 Nous trouvons dans ce l i v r e une declaration de l a f r a t e r -nite des peuples, par suite l a guerre est f r a t r i c i d e : "Tous les peuples sont freres et doivent s'aimer eomme t e l s . Malheur a ces impies qui cherchent une g l o i r e cruelle dans le sang de leurs f r e r e s , qui est leur propre sang.' 1. Livre 9, p. 242. - 16 La guerre est quelquefois necessaire, i l est v r a i ; mais c'est l a honte du genre humain qu'elle s o i t inevitable en certaines oc c a s i o n s . n l Les attaques sont deguisees, bien entendu, et l a censure se perd souvent dans des d e t a i l s abondants de voyage, mais l a c r i t i q u e existe neanmoins. La Bruyere, peintre, et observateur juste de son e'poque, est surtout moraliste, mais i l n'a pu s'em-p§cher de signaler au moins deux f o i s , les miseres honteusea des paysans qui compoaaient l a vaste majorite de l a popu-l a t i o n . Ces deux passages sont d'autant plus a a i s i s s a n t 3 q u'ils sont uniques dans l a l i t t e r a t u r e du temps: "II y a des miseres sur l a terre qui sa i s i s s e n t le coeur; i l manque la^que.lquesruna : jusqu.'aux aliments; i l s redoutent l ' h i v e r , i l s app-rehendent de vivre . L'on mange a i l l e u r s des f r u i t s precoces; l'on force l a terre et les saisons pour fournir a sa delicatesse; de simples bourgeois, seulement a cause q u ' i l s etaient riches, ont eu l'audace d'avaler en un seul morceau l a nourriture de cent f a m i l i e s . " ^ Qui saurait jamais oublier l ' i r o n i e mordante du passage suivante? "L'on v o i t certains animaux farouches, des males et des femelles, rdpandus par l a campagne, noirs, 1. Livre 9, p. 242. 2. Des Biens de Fortune. 17 l i v i d e s , e t t o u t b r u l e s du s o l e i l , a t t a c h e s a l a t e r r e q u ' i l s f o u i l l e n t e t q u ' i l s remuent avec une o p i n i a t r e t e i n v i n c i b l e , i l s ont eomme une v o i x a r t i c u l e e e t quand i l s se l e v e n t s u r l e u r s p i e d s , i l s montrent une f a c e humaine, e t en e f f e t , i l s sont des hommes. I l s se r e -t i r e n t l a n u i t dans des t a n i e r e s , ou i l s v i v e n t de p a i n n o i r e t de r a c i n e s ; i l s epargnent aux a u t r e s hommes l a p e i n e de seiner, de l a b o u r e r e t de r e c u e i l l i r pour v i v r e , e t m e r i t e n t a i n s i de ne pas manquer de ce p a i n q u ' i l s ont seme."l Ces deux passages r e t e n t i s s e n t eomme des coups de massue dans une l i t t e r a t u r e p o l i e , i n d i f f e r e n t e aux maux d ' a u t r u i Le d i x - s e p t i e m e s i e c l e done, n'est qu'une con-t i n u a t i o n du moyen age en ce q u i concerne l a p i t i e s o c i a l e quoique 1 ' e s p r i t c r i t i q u e commence a n a i t r e . Le d i x -1 h u i t i e m e s i e c l e , cependant, marque l'avenement d'une ere n o u v e l l e ; l'amour de l'humanite e s t une des grandes v e r t u s de ce s i e c l e . La pensee r e l i g i e u s e s ' a f f a i b l i t ; . l ' e s p r i t de r a i s o n e t de j u s t i c e remplace l ' e s p r i t de r e s i g n a t i o n e t de f o i . On y t r o u v e de nouveaux s o u c i s h u m a n i t a i r e s , l e s r eformes des h d p i t a u x e t 1 ' a m e l i o r a t i o n de l a c o n d i t i o n des paysans. Des t h e o r i e s de re^forme f o n t p a r t i e i n t e g r a n t e de t o u t e pensee p o l i t i q u e ou m o r a l du temps, e t l a s e n s i b i l i t e se j o i n t a :1a pression 1. De l'homme. 18 -economique. On demande une c a i s s e p u b l i q u e de s e c o u r s , des banques r u r a l e s , l a s u r v e i l l a n c e de 1 ' a l i m e n t a t i o n des t r a v a i l l e u r s e t l a s u p p r e s s i o n de l a m e n d i c i t e . A p a r t i r de 1750 e n v i r o n , sous l ' i n f l u e n c e des i d e e s de f r a t e r n i t e e t d ' e g a l i t e , un nombre c o n s i d e r a b l e de p e t i t e s socie'tes se d e v e l o p p e r e n t : p e t i t e s s o c i e t e s ou on se r e u n i s s a i t pour v i v r e en communaute, r e j e t a n t t o u t e i n -f l u e n c e de p r o p r i e t e e t de c u p i d i t e , ou 1'amour f r a t e r n e l r e m p l a c a i t l e despotisme p o l i t i q u e e t l a m i s e r e s o c i a l e . fc au Xixe s i e c l e Un mouvement p a r e i l se f i t voir/ven A n g l e t e r r e ou R o b e r t i Owen essa y a de f o n d e r une t e l l e communaute en Ame'rique. La l i t t e r a t u r e du d i x - h u i t i e m e s i e c l e a une base n o u v e l l e ; c ' e s t une l i t t e r a t u r e d ' i d e e s , d e s t i n e e non aux l e c t e u r s a r i s t o c r a t e s , mais a t o u t homme penseur. C'est d e j a un lieu-commun de s i g n a l e r eomme une des causes i m p o r t a n t e s de l a R e v o l u t i o n P r a n c a i s e , l e s oeuvres des p h i l o s o p h e s , des E n c y c l o p e d i a t e s , repandues dans tous l e s v i l l a g e s de Pr a n c e . Toute etude s u r l a p i t i e s o c i a l e d e v r a done se baser s u r l e s oeuvres des e c r i v a i n s du d i x -h u i t i e m e s i d c l e , eomme t o u t e etude s ur l e romantisme d o i t 19 commencer par une etude des devanciers du romantisme au dix-huitieme s i e c l e . L'esprit rationnel de l'epoque, e s p r i t b r i l l a n t et surtout v e r s a t i l e s • i n t e r e s s a i t a tout; les grands ecrivains n'etaient que des d i l e t t a n t i de l a pensee soci a l e , mais c'etaient en meme temps des e c l a i -reurs qui signalaient aux hommes les ahus, et montraient l a voie ou i l f a l l a i t chercher.des remedes. "Que le dix-huitieme s i e c l e vienne au secours du dix-neuvieme",^ s'ecria Hugo. La c r i t i q u e est plus souvent speculative qu'active, inspiree par des opinions morales ou par l' i m i t a t i o n de l ' a n t i q u i t e . On y cherche en vain un es p r i t tout a f a i t nouveau; les habitudes de l'ancien regime n'etaient pas encore relachees; les philosophes avaieht besoin des princes et ne voulaient pas -s-e les alie'ner. Le mouvement s o c i a l i s t e et mise'ricordieux ne viendra qu'apres.la Revolution Francaise et l a naissance des grandes industries. Montesquieu n'a r i e n de revolutionnaire ni meme de tres tendancieux dans ses observations, mais i l reve a un partage plus egal des biens et pr§che le d r o i t de 1. Actes et Paroles, Tome 4, Le Gentenaire de Yoltaire_, p. 85. - 20 -tous a, l a subsistance et au t r a v a i l honnete: "Quelques aumSnes qu'on f a i t a un homme nu dans les rues ne reraplissent point les obligations de l ' E t a t qui doit a tous les citoyens une subsistance assuree, l a nourriture, un vetement convenable et un genre de vie qui ne s o i t point contraire a l a sante'."! Selon Montesquieu le seul moyen de corriger les conditions r l p r ^ h e n s i b l e s c'est d' e c l a i r e r les peuples; e c l a i r e r , <j c'est le devoir sacre du philosophe. II v o i t dans les i n s t i t u t i o n s l a cause de l a corruption sociale de l ' E t a t . Sous forme de f i c t i o n dans Les Lettres Persanes, i l expose un tableau c r i t i q u e des i n s t i t u t i o n s , et une pein-ture de l a durete* de coeur de son temps. Les habitants d'un pays i d d a l , les T r o g l o d y t e s ^ t a i e n t bien d i f f e r e n t s : } A " l i s avaient de l'humanite"; i l s connaissaient l a j u s t i c e ; i l s aimaient l a vertu; autant l i e s par l a droiture de leur coeur que par l a corruption de c e l u i des autres, i l s voyaient l a desolation generale et ne l a ressentaient que par l a p i t i e ; c'e"tait le motif d'une union nouvelle."^ Montesquieu est un avocat de l a tolerance r e l i -gieuse, et i l censure l'humanite qui veut a f f l i g e r les consciences ou f a i r e pe"rir le corps. Selon l u i , toutes les r e l i g i o n s contiennent des pre'ceptes u t i l e s a l a socie'te 1. Lichtenberger; Le Socialiame Pran9ais au 18 e Siecle;p. 92.<'£*iJiir 2. Lettres Persanes, Lettre XII. 21 toutes prechent l a soumission et 1•obeissance. E t v o i c i q u ' i l f l a g e l l e l'esclavage, source des richesses immenses a cette ^poque: "Ceux dont i l s'agit sont noirs depuis les pieds jusqu'a la /t§te; i l s ont le nez s i ecrase, q u ' i l est presqu^impossible de les plaindre. On ne peut se mettre dans l ' e s p r i t que Dieu, qui est un §tre tres sage, a i t mis une ame, sur-tout une ame bonne dans un corps tout noir. . II est impossible que nous supposions que ces gens-la soient des hommes, parce que s i nous les supposions, on coramencerait a croire que nous ne sommes pas nous-memes des C h r e t i e n s . " 1 Dans cette exhortation indirecte et ironique, i l c o n s e i l l e aux r o i s 1'indulgence, et l a p i t i e . Montesquieu, dans de t e l s passages se montre, en e f f e t , un des avocats de la mis£ricorde. Le monde moderne d o i t a Vo l t a i r e une dette enorme, en ce qui concerne l a l i b e r t e , l a tole'rance, et l a f r a t e r n i t e . Le dix-neuvieme siScle.n'est qu'un e l a r -gissement et un eclaircissement de ses idees. Victor Hugo l ' a reconnu eomme l 1 i n f l u e n c e principale qui l ' a conduit a l'amour et l a p i t i e des souffrants. V o l t a i r e a f a i t " l a guerre de l a pens6e centre l a matiere, l a 1. L'Esprit des Lois, Livre XV, Chap. V. - 22 -l a guerre de l a raison contre le pre'juge', l a guerre du juste contre l ' i n j u s t e , l a guerre de l'opprime contre 1'oppresseur, l a guerre de l a bontl, l a guerre de l a douceur. II a eu l a tend-resse d'une femme et l a colore d'un hdros. II a ete un grand e s p r i t et un immense coeur. 1 , 1 C'est un e s p r i t fecond,intense, irnpetueux et pourtant, pratique, qui s'exprime par des paroles ou mprdantes ou ironiques, pleines d'amour ou de haine. Comme ses predecesseurs i l s'apitoie sur les pauvres et censure l a somptuosite et l a durete des seigneurs riches dont l a charite, donnee a contre-coeur, est s i souvent mesquine et insultante. "Nous avons l ' a r t d'arracher les vetements et le pain a ceux qui sement le hie et preparent l a l a i n e , l ' a r t d'accumuler tous les tresors d'une nation entiere dans les coffres de cinq ou s i x cents personnes, l ' a r t de tuer, puhliquernent, en ceremonie, avec une demie-feuille de papier, ceux qui nous ont deplu cnmme une Marechale d'Ancre, un Hare"chal de Marellar, un due de Somerset, une Marie Stuart, 1'usage de preparer un homme a l a mort par des tortures pour connaitre ses associes, quand i l ne peut avoir eu d'associ^s; les buchers allum^s, les poignards aiguises, les e'ehafauds dresses pour des arguments en baralipton; l a moitie d'une nation occupee sans cesse a un 1'autre loyalement. Je pa r l e r a i s plus longtemps qu'Esdras, s i je voulais f a i r e e c r i r e nos abus sous ma direction."2 1. Actes et Paroles, Le Centenaire de V o l t a i r e , p. 77. 2. Melanges, Tome""6, p. 390. - 23 -Non seulement i l pr§che 1'amour de ses semblablea d'une maniere qui tient de bien prea aux principes de Jesus-Christ, mais i l met ces principes en action et v-e-ila-qtte l a famili e Calas, l a familie Sirven, le chevalier de l a Barre trouvent en l u i un d^fenseur Eloquent et i n -f a t i g a b l e . Lea habitanta de Ferney, qui aouffrent de l a misere l a plus abjecte deviennent proaperes aoua l a sage tutele du "Patriarche" qui fonde une industrie d'horlogerie, et qui conaacre son e'nergie prodigieuse, ses connaissancea pratiques a v e i l l e r sur les menus d e t a i l s de l a vie de ces gens. — Un propagandiste par excellence, aoit, mais. un homme bienfaisant auasi. Notre ge'neration qui maintient avec une inten-s i t y toujours croissante que l a guerre est le pere du crime, aera eternellement redevable a Voltai r e d'avoir eleve l a voix centre cette boucherie i n u t i l e . Les Quakers l u i servent de modeles, et dans ses Lettres Philosophiquea, un Quaker venerable est le porte-parole de V o l t a i r e : "Nous n'allons jamaia a l a guerre, ce n'eat pas que nous craigno|ns l a mort; au contraire, noua benissona le moment qui nous unit a l'Etre des §trea; mais c'eat que nous ne sommes ni loups, ni t i g r e s , ni doguea, mais hommea, mais c h r i t i e n a . Notre Dieu qui nous a ordonne' d'aimer nos ennemis - 24 -et de s o u f f r i r sans murmures, ne veut pas sans doute, que nous passions l a mer pour a l l e r egorger nos freres parce que des meurtriers veHus de rouge, c o i f f e s d'un bonnet haut de deux pieds enrSlent des citoyens en faisant du bru i t avec deux p e t i t s batons sur une peau d'&ne bien tendue. Et lorsque, apres des b a t a i l l e s gagnes, tout Londres b r i l l e d'illuminations, que le c i e l est enflamrne de fusees, que l ' a i r r e t e n t i t du bruit des canons, nous gemissons en silence sur ces meurtres qui causent l a publique a l l ^ g r e s s e . 1 , 1 II en veut, eomme nous, aux pr£tres qui ne pre^chent pas contre l a guerre, qui b^nissent, au contraire les eten-dards de l'arm^e et remercie Dieu "quand l a terre a ete inondee de sang". La guerre rassemble autour d'elle l'horreur, l a corruption et l a souffrance; e l l e renferme "tout ce que l a pe'rfidie a de plus lache dans les manifestes, tout ce que l'inf&rne friprfon-nerie a de plus bas dans les fournitures des armies, tout ce que le brigandage a d'affreux ,. dans le p i l l a g e , le v i o l , l e l a r c i n , l'homicide, l a devastation, l a destruetion."2 Les guerres sont activees par l a presence des troupes mercenaires qui se trouvent partout en Europe et qui pesent eomme un fardeau sur toutes les nations. V o l t a i r e suggere deux remedes contre l a guerre: l a crainte, et un sentiment plus noble, plus desirable: l a p i t i e . 1. Melanges, Lettres Philosophiques I," p. 86. 2. Idem. - 25 L'eaclavage est une des plaies b^antes de l a socidte et Vo l t a i r e reclame le d r o i t des esclavea en France, c 'est-a-dire, des serfs f^odaux et des esclaves indigenes. "Nous n'avons pas, a l a v ^ r i t e , de d r o i t naturel d ' a l l e r garrotter un citoyen d'Angola pour le mener t r a v a i l l e r a coup de nerf de boeuf a nos sucreries de l a Barbade, eomme nous avons le dr o i t naturel de mener a l a chasae le chien que nous avona n o u r r i . " 1 II s'indigne contre les pr§tres de l a Franche-Comte et de l a Bourgogne dont lea serfa f^odaux ne aont que dea esclaves maltraites, mal nourria et mal vetua, appartenant corps et amea aux eccleaiastiques. "Telle eat l'humanite, t e l l e est l a charite chre'tienne. Cependant, c'est eomme avocat de l a tolerance, et de l a douceur en ce qui concerne lea l o i s criminelles que V o l t a i r e merite d'etre range parmi les bienfaiteurs du monde ci v i l i a e " . On l u i a maintes f o i s reproche d'etre l'ennemi acharne de l a r e l i g i o n ; i l e'tait l o i n de l ' S t r e , maia i l attaquait tout dogme intolerant qui pretandait sauver l'ame par l a torture du corps. L*intolerance l u i 1. Melanges, Tome 6, p. 355. 2. Ibid, p. 357. - 26 -semble plus barbare que le d r o i t des tigres , "car les tigres ne d^chirent que pour manger et nous, nous sommes extermines pour des paragraphes. 1 , 1 Si l'on veut vivre selon les principes du Christ, i l faut etre martyr et non bourreau. Son es p r i t pratique et son coeur mise'ricordieux constatent que l'innocent est plus souvent torture et s u p p l i e d que le coupable. II passe t r o i s ans a l a defense de l a familie Calas; i l e c r i t des pamphlets, i l adresse des l e t t r e s a ses amis puissants avec une perseverance etonnante. Grace a l u i , i l y a une r e h a b i l i t a t i o n com-plete des membres survivants de l a f a m i l i e . Que de pages eloquentes sur l ' h i s t o i r e de cette malheureuse f a m i l i e , sur l a mort du pere et sur les miseres effroyables des autresi V o l t a i r e ne s'epargne point des q u ' i l s'agit de dlfendre une victime contre 1'intolerance ou l a cruaute. II s'etonne que les hommes se plaisent a. v o i r les supp-l i c e s de ceux qui sont manifestement innocents. " F a u t - i l que l a j u s t i c e , i n s t i t u t e pour §tre l a gardienne de l a soci^te" en s o i t quelquefois le fleau?"2 II vaut mieux sauver un coupable que de punir un innocent. 1. Melanges, Tome 3, p. 412. 2. Ibid, Tome 7, p. 412. - 27 Cette l o i universelle dictee par l a nature, e s t - e l l e bannie du coeur des magistrats? V o l t a i r e ne c r o i t pas que l a society puisse juger U Q crime du point de vue moral. Les hommes, atomes d'un moment, n'ont pas le d r o i t de pre-venir les decrets du Createur. II faut l a i s s e r au coupable le temps de se repentir et de r^parer sa faute. D ' a i l l e u r s on devrait condamner le criminel a vivre pour l ' u t i l i t e de la .societe'; q u ' i l t r a v a i l l e pour son pays parce q u ' i l a nui a son pays.1 La society devrait exiger des reparations et l a mort ne repare r i e n . "Forcez les hommes au t r a v a i l , vous les rendez honneHes gens." 1 V o l t a i r e pr§che 1'abolition de l a torture eomme Victor Hugo prechera plus tard 1'abolition de l a peine de mort. "Quoi.' vous n'avez point de preuves et vous pu4a^"" punissez pendant deux heures un malheureux par mil l e morts pour vous mettre en d r o i t de l u i donner une d'un moment. Vous savez assez que c'est un secret sur pour f a i r e dire tout ce qu'on voudra a un innocent qui aura des muscles d e l i c a t s et pour sauver un coupable robuste."^ Les prisons ont besoin de reformes pressantes. 1. Melanges, Tome 7, p. 555. 2. Ibid, p. 581. - 28 et V o l t a i r e , e c r i v a i n sociologue, reclame 1'amelioration des conditions hyge'niques des prisons et i n s i s t e a ce que 1'imprisonnement s o i t proportionne a l'enormite du crime. " F a u t - i l plonger dans le fond du meme cachot un malheureux d^biteur insolvable et un scelerat violemment soupconne" de p a r r i c i d e ? " 1 La charit6 et l a bonne police "devraient reformer les prisons qui ne sont que des cloaques d* i n f e c t i o n qui re'pandent les maladies et l a mort, non seulement dans leur enceinte, mais dans le voisinage. Le jour y manque, l ' a i r n'y c i r c u l e point. Les de'tenus ne s*entre-communiquent que des exhalaisons Lmpes t6es."2 • V o l t a i r e revendique un traitement plus humain des femmes d£chues et propose 1 1 e'tablissement d'un h8pital ou e l l e s auraient tous les soins desires. II montre l a n^cessite" d'avoir des h6pitaux et des a s i l ^ s pour a b r i t e r les v rais miserables, tout en demandant l a suppression des mendiants qui font de leur pauvrete un metier. Des h6pi-taux, administres par le gouvernement municipal, se trouveraient dans chaque v i l l e . I l s ne dispe^seraient pas les aumdnes cependant; les impotents y seraient secourus bien entendu, mais les autres seraient force's a 1. Melanges, Tome 7, p. 581. 2. Ibid, p. 583. 29 -un t r a v a i l u t i l e . Bref, l a pensee humanitaire f a i t l a l i a i s o n entre ce penseur du dix-huitieme s i e c l e et l a societe a c t u e l l e . On a pretendu q u ' i l ne cherchait que l a g l o i r e , que sa bienfaisance n'etait qu'une sorte d'amour propre, mais au coatraire, cet homme dont toute l a force d ' e s p r i t , pendant une longue vie, s'est consacree a l a cause des innocents, peut £tre considere quelque peu sincere. Peu de gens ont temoigne l'amo.ur de leurs semblables d'une maniere plus concrete que l u i , peu d• e'crivains y ont ajoute plus de bont6, d ' o r i g i n a l i t e , de force et d'elo-quence. II t r a v a i l l e en e f f e t dans "1'unique dessein de rendre les gens plus compatissants et plus d o u x " L ' h i s -toire a bien prouve l a j u s t i c e de sa prophetie : "Je seme un grain qui pourra un jour produire une moisson. Rousseau marque le commencement d'une &re nou-v e l l e ; c'est un homme du dix-huitieme s i e c l e , de l'Age de Raison, mais c'est un pre'curseur d i r e c t du mouvement romantique du dix-neuvieme s i e c l e . Chez l u i , le peuple 1. Priere a Dieu. 2. 30 -aura une importance toujours croissante; i l en veut a tout ce qui n'est pas peuple, mais en meme temps, on sent q u ' i l hait le peuple et q u ' i l est foncidrement a r i s t o -crate. A en juger par ses paroles i l est revolutionnaire et m&me anarchiste; a en juger par ses actes, i l aime l a societe b r i l l a n t e , les nobles et les grandes dames q u ' i l pretend hair. Peu d'hommes renferment en eux-m^mea une t e l l e contradiction, i l est a l a f o i s grand i n d i v i d u a l i s t e et grand s o c i a l i s t e . II plaide avant tout sa propre cause, mais en mSme temps i l embrasse les droits des malheureux. Chez l u i nous croyons trouver non l a vraie p i t i e s o c i a l e , mais le r^volte d'un homme qui se c r o i t maltraite par l a socie'te'. Mais'. Rousseau lui-meme n'etait pas inspire par un amour sincere des pauvres, i l savait, n^anmoins, entrainer des coeurs ardents et ge'nereux a compatir a l a misere des hommes et a en projeter des rem^des. Quoique ses oeuvres soient moins basee3 sur 1'amour v r a i du peuple que c e l l e s de V o l t a i r e , e l l e s ont, cependant, l'apparence plus populaires. E l l e s etaient lues a une epoque ou l a royautd" et 1 ' a r i s t o c r a t i e perdaient de leur prestige, ou 1'idee d'egalite se developpait peu a peu; pour les hommes - 31 -de cette generation-la, Rousseau e t a i t un mage, un pretre i n f a i l l i b l e . Ghez Rousseau le theme p r i n c i p a l est l a protes-tation contre 1 1 in^galite' de fortune, de p r i v i l e g e s , et de d r o i t s . Chaque page de son Discours sur l'In e g a l i t e et de son Contrat Social proclame avec une eloquence passionnee, l'e'galite de tnus. Ce sont les i n s t i t u t i o n s qui sont responsables de cette i n e g a l i t e , l a Societe a d£truit l'Age d'Or. Rousseau nie tout a f a i t le pouvoir constructeur et organisateur de l a Societe. Et v o i l a l a base essentiellement fausse de sa these; l'e'tat sauvage n'aurait pu 3tre un age d'or. II a existe et i l existera tout le temps des indgalites physiques et i n t e l l e c t u e l l e s parmi les hommes. Seulement l a selection pratique'e pen-dant des siec l e s pourrait produire des hommes e'gaux, et pour cela, i l faudrait, non un etat sauvage, mais une societe"' organisee a un degre de perfection. Rousseau compatit done, aux souffranees des hommes plus miserables que l u i . "Nous ne voyons presque autout de nous que des gens qui se plaignent de leur existence, plusieurs menie qui 'en privent autant q u ' i l est en eux, et l a reunion des l o i s divines et humaines, s u f f i t 32 ^ a peine pour arr§ter ce de'sordre. Je demande s i jamais on a ou'i dire qu'un sauvage en liberte' a i t seulement songer a se plaindre de l a vie et a se donner l a mort."! L'homme ne s e r a i t qu'un monstre a ' i l n'etait pas mis£ri-cordieux — l a p i t i e supplemente toujours l a raison et produit toutes les vertus sociales. "En e f f e t , qu'est-ce que l a g£nerosite, l a clemence, l'humanite, sinon l a pitid" appliquee aux eoupables, ou a-l'espece humaine en general. La bienveillance, 1'ami t i e rne^ me, sont a l a bien prendre, des produc-tions d'une p i t i e consistante, fixee sur un objet p a r t i c u l i e r , car desirer que quelqu'un ne souffre point, qu'est-ce autre chose que desirer q u ' i l s o i t heureux?"^ Dans l a societe" moderne, ce sont les humbles seuls qui eprouvent des sentiments de p i t i ^ — l'homme prudent s'e'loigne des querelles dans l a rue, l a femme des Halles, pleine de mis6ricorde, separe les combattants'. Rousseau q u a l i f i e les riches de "loups affames" animaux rapaces qui mangent l a chair des pauvres. De quel d r o i t vivent-i l s aux d£pens des pauvres qui perissent ou souffrent par manque de ce que d'autres ont de trop? "II est manifestement contre l a l o i de nature de quelque maniere qu'on l a definisse . . . qu'une poignee de gens regorge de superfluites tandis 1. Disc^urs sur 1' Ine'galite, p. 98. 2. Ibid, p. 103. - 33 -que l a multitude manque du necessaire. 1 , 1 Les r£formes pratiques que Vo l t a i r e e'nonce s i clairement, ne se trouvent pas chez Rousseau. L'esclavage, hien entendu, est incompatible avec sa theorie d'egalite, mais les attaques ont un caractere tres general. Rousseau ne s*oppose pas tout a f a i t a l a peine de mort; selon l u i , le malfaiteur menace l a Societe, et devient done t r a i t r e a l a p a t r i e . S ' i l est condamne, i l p£rit non eomme citoyen, mais eomme ennemi. Un gouvernement f o r t exerce tres peu son d r o i t de tuer. "Dans un Etat bien gouverne', i l y a peu de punitions, non parce qu'on f a i t beaucoup de graces, mais parce q u ' i l y a peu de crirainels. La mort des criminels n'accomplit r i e n , l ' E t a t y perd meme, car "II n'y a point de ra^chant qu'on ne put rendre bon a Aquelquechose. On n'a d r o i t de f a i r e mourir meme pour l'exemple, que c e l u i qu'on ne peut con-server sans danger."3 Rousseau s a i t bien s'adresser aux opprimes de l a societej i l se sert des m^mes arguments, apres tout, qu'un orateur du peuple a Hyde Park. Nous sommes d'accord 1. Diacours sur l ' I n e g a l i t e , p. 172. 2. Gontrat S o c i a l , p. 53. 3. Ibid, p. 52. 34 -avec l u i dans sa revolte contre l a socie'te de son temps, mais i l ne parait jamais desinteresse et reste toujours. egoiste. Ifous n*expliquons sa vogue extraordinaire que par sa nouveaute, par sa rupture avec l e s ide'es, les sentiments et les formes d ,expression de ses devanciers et de ses contemporains. La t r a d i t i o n humanitaire est ininterrompue dans l a philosophie franpaise; ce sont Condorcet et Saint-Simon qui etablissent l a l i a i s o n entre l a pensee du dix-huitieme s i e c l e et l a p i t i e plus large du dix-neuvieme. Le marquis de Condorcet s ' a l l i a pendant l a Revolution a l a cause du peuple opprime, et tant que l a Revolution garda son caractere i d e a l i s t e , i l fut^magistra.t honore. II s'opposa a 1*execution de Louis XVI, et demanda l ' a b o l i t i o n de l a peine de mort sauf pour le s crimes d'Etat. Les doctrines du Comte de Saint-Simon ont tenement i n f l u e sur l a pensee du dix-neuvieme s i e c l e que nous nous reservons l e l o i s i r de les t r a i t e r plus tard avec c e l l e s des cultes fondateurs de systernes philosophiques. Hous chercherons en v a i n de grands apologistes du mouvement humanitaire parmi les ecrivains posterieurs - 35 -a. V o l t a i r e et a Rousseau. Bernardin de St. P i e r r e , i l est v r a i , continue l a t r a d i t i o n de Rousseau et peint l e s joi e s simples d'une societe p r i m i t i v e . Mme. de Stae'l, un des grands noms de l a periode de t r a n s i t i o n ne comprend pas l e peuple; e l l e est trop hautaine, trop impersohelle pour se baisser au niveau du peuple. E l l e considere l a Revolution, non eomme l e commencement d'une ere nouvelle, mais eomme l a f i n de tout ce qu'elle estimait l e plus. 1'orgueil, l a preoccupation du passe, les delices d'un monde exte'rieur, nouvellement decouvert a occupe Chateaubriand a l'exclusion des soucis humanitaires. .11 est anarchiste en regardant l a socie'te car, dit«*il, "Le plus grand malheur des hommes, c'est d'avoir des l o i s et un go uve moment."1 Au fond i l est i n d i v i d u a l i a t e et ne veut pas Stre borne par l a socie'te; c'est un de ces hommes qui croient que l e monde fut eree' uniquement pour eux. En e v e i l l a n t l e sentiment Chretien, i l a peut-etre prepare l e t e r r a i n pour une charite plus complete. Chateaubriand est l e descendant d i r e c t de Rousseau, mais l a Revolution au l i e u 1. Monglond; Le Preromantisme Francais; p. 148 - 36 -de consolider ces l i e n s de pensee commune les a rompus, et Chateaubriand s'est detourne de l a voie humanitaire a f i n de poursuivre une voie i n d i v i d u e l l e et r e l i g i e u s e . fi'ous voyons done que les sources du sentiment romantique de p i t i e sociale sont en pa r t i e i n t e l l e c t u e l l e s et remontent au dix-huitieme s i e c l e * On a souvent parle' du grand schisrae entre l a periode r a t i o n a l i s t e j et l a periode romantique, mais on se souvient tres rareraent que l a premiere periode est l a base certaine de l a seconde, et inaugure bien des nouveautes que l e dix-neuvieme s i e c l e n*a f a i t que donner une emphase plus pesante. La t r a d i t i o n chretienne, toujours importante en France fo u r n i t l e s sources sentiraentales de l a p i t i e romantique. E t apres tout l e dix-huitieme s i e c l e s u i t aussi cette t r a d i t i o n , malgre des c r i t i q u e s hardis de l ' E g l i s e . V o l t a i r e a e'te execre eomme l'ennemi acharne" de l ' E g l i s e ; s o i t , mais d'une E g l i s e qui v o l a i t aux pauvres, qui t o r t u r a i t , et qui o f f r a i t des dogmes au l i e u de l a divine consolation. V o l t a i r e n'ajfuw* nie l e cote tendre du christianisrae - l a tolerance, l a p i t i e , et l'humanitarisme preohe par l e C h r i s t . Sa Priere a Dieu moitie' poe'tique, moitie s a t i r i q u e , respire cet amour sincere de ses semblables. - 37 -l e s poetes romantiques, qui subissent l e s deux grands courants, l e sentiment Chretien et l ' i n t e l l e c t u a l i s m e , exposent tantot des tableaux dechirants, nous invita n t a pleurer a l a vue de tant de misere, et tantot i l B raisonnent ou deraandent des ameliorations souvent avec une i r o n i e mordante. Nous verrons que Lamartine ne raisonne point dans sa poesie; i l est sensible, mais hautain, i l ne se baisse pas assez au niveau du peuple pour pleurer avec eux. Cependant l a bonte celeste l'entoure eomme un nimbe. Vigny depasse en p i t i e i n t e l l e c t u e l l e tous ses devanciers, tandis que l a p i t i e chez V i c t o r Hugo est dictee par son coeur mise'ricordieux. Les oeuvres de ce dernier sont souvent composees a l a suite d'une emotion des plus profondes de sorte qu'elles touchent de bien pres au journalisme larmoyant• A l'epoque romantique l a pensee humanitaire a done deja sa t r a d i t i o n . I I existe en outre des maux qui demandent des redresseurs, i l existe des sociologues et des penseurs r e l i g i e u x ; l a scene attend l ' a r r i v e e des grands poetes pour soutenir l e s droits des humbles. CHAPITRE II Le Mouvement Philosophique et Religieux Avant d'esquisser l e mouvement philosophique et r e l i g i e u x de l a premiere moitie du dix-neuvieme s i e c l e , i l faut conside'rer un peu les conditions sociales qui ont eontribue, avec l a t r a d i t i o n philosophique du dix-huitieme s i e c l e , A l a fondation et a l a propagation de l a doctrine s o c i a l i s t e et humanitaire. Quoique l'idealisme ardent de l a Revolution Francaise signalat les plaies beantes de l a societe, l a misere ne disparut pas, mais s'aggrava plutot apres l a Revolution, car a l a misere deja existante, s'ajoutait l a misere des estropies de guerre, et des emigres qui mouraient de faim a l*etranger et en Prance. "Tous l e s Francais ont mange du pain de chien pendant t r o i s ans, et souvent n*en ont pas eu assez pour subsister; plus d'un m i l l i o n sont morts de faim et de misere; tous les Franpais riches ou aises ont ete ruines et ont vecu dans l'attente de l a g u i l l o t i n e , quatre cent m i l l e ont moisi dans les maisons d*arre*t; parmi les survivants, combien de temoe'raments de-labres, combien de corps et d'ames detraques par l'exces de privations et d'anxie'tes, par 39 l'usure physique et morale." x Avec l a persecution des r e l i g i e u x et des r e l i g i e u s e s , on eio i g n a i t des pauvres leurs serviteurs les plus f i d d l e s . En 1800, l'ancien patrimoine des pauvres f u t re'duit de moitie ou de deux t i e r s , et le nomhre des pauvres avait t r i p l e . Mais ce fut avant tout, l a revolution indust-r i e l l e qui apportait avec e l l e des miseres navrantes. En Angleterre, l a misere e t a i t aussi grande et meme plus repandue qu'en France, mais on y comprit plus tot les consequences de cette revolution, et on se mit a remedier aux abus les plus c r i a n t s . En Prance eomme en Angleterre, deux classes nouvelles se d^velopperent par suite de ce vaste change-ment economique: c e l l e du capitalisme et c e l l e de I'ouvrier d'usine. Les anciennes relations entre maitre et apprenti n'existaient plus, car le c a p i t a l i s t e n'admettait pas ses obligations sociales et humanitaires. L'argent exer-c a i t un pouvoir toujours croissant sur les hommes, sur la politique et mime sur les nations. L'ouvrier ne pouvait plus t r a v a i l l e r chez l u i , car l a concurrence 1. Taine; Origines de l a Prance Gontemporaine, Tome 1; p. 211. 40 -des grandes usines devenait un obstacle infranchissable; i l perdait done son ind^pendance et venait des provinces, chercher fortune dans les grandes v i l l e s , y trouvant le plus souvent non le t r a v a i l , mais l a misere, l a famine et les privations de toutes sortes. II ne faut pas cr o i r e , cependant, que l a France entiere s 1 i n d u s t r i a l i s a i t ; e l l e r e s t a i t au fond a g r i c o l e , et les conditions dont nous allons parler se trouvaient pre&ueentierement dans les grandes v i l l e s , car 1'agriculture francaise n'avait pas e"te atteinte par l a revolution i n d u s t r i e l l e eomme en Angleterre. Au dix-huitidme s i e c l e l a famine ravageait principalement les campagnes, car les fermes ^ t a i e n t trop petites pour nourrir des families entiSres; au dix-neuvieme s i e c l e l a vie des campagnes £tait bien plus heureuse que c e l l e des v i l l e s ou l'ouvrier menait une vie d'esclave. L'Etat n•intervenait point; Guizot donnait eomme precepte "Enrichissez-vous" et les employeura etaient favorise's par "le citoyen r o i " . Done le pauperisme avec ses suites naturelles, l a p r o s t i t u t i o n , 1 ' i l l e g i m i t e et l a mortality des enfants, naquit de cette misere intense, de cette vie de tenements, et augmenta l a richesse indust-41 r i e l l e s'accrut. Pour bien comprendre les conditions contre lesquelles les poetes romantiques tonnaient, i l nous faut examiner un peu les s t a t i s t i q u e s de cette e"poque. En 1826, l a Prance avait 31,851,545 habitants — depuis 1816, un accroissement de 193,000 par an; en 1846, i l y avait 35,401,500 h a b i t a n t s . 1 Les sal a i r e s des ouvriers a cette e^poque ne sont pas connus, mais tous les ren-seignements obtenus indiquent l a misdre de l'ouvrier d'usine et 1'exploitation du t r a v a i l des fernmes. Les s a l a i r e s i n d u s t r i e l s sont en baisse regulidre de 1814 jusqu'a 1830, tandis que les heures du t r a v a i l et le prix des denr^es alimentaires augmentent tres considerablement. Pour certains metiers, eomme ceux des t u l l i s t e s , des brodeuses, des tisserands, des bonnetiers i l y a une baisse de s a l a i r e incroyable. Les heures du t r a v a i l varient entre douze et seize heures, mais les jours de douze heures sont rares. A i n s i , malgre un t r a v a i l acharne, les ouvriers et les ouvridres ne gagnent pas assez pour se loger et se nourrir convenablement; leur nourriture est i n s u f f i s a n t e , indigne m§me des b&tes, l a salete" de 1. Lavisae, Tome 5 , L i v r e I I I . - 42 -leurs trous de logement est effroyable. Pour vivre, i l faut demander l a charite aux bureaux de bienfaisance ou s'adonner a l a p r o s t i t u t i o n et au crime; dans les deux cas c'est l a degenerescet{e morale. Sn 1833, 425,000 personnes sont secourues dans les hospices de l a Prance et 700,000 dans les bureaux de bienfaisance, c'est-a-dire, une sur vingt-neuf. Le nombre de criminels augmente, et les r d c i d i v i s t e s parmi eux( indiquent assez l a puissance croissante du crime. Les mendiants fourmillent a Paris malgre un budget de douze m i l l i o n s cede" a l a Gaisse de secours. L'acoolisme se repand parmi les miserables, et quant a l a decheance morale, i l y a un enfant i l l e g i t i m e sur cinq. Sn 1840, l a Prance possede cent trente m i l l e enfants trouve's.1 En 1829 i l y a seulement trente m i l l e ecoles primaires en Prance et quinze mille quatre cents eleves a Paris dans les Ecoles primaires gratuites. Sur une population de vingt-cinq m i l l i o n s , quinze m i l l i o n s sont i l l e t t r e s . II n'y a pas de quoi s'^tonner que Victor Hugo a i t re'clame le d r o i t de l'ouvrier a 1'Education aussi bien qu'au t r a v a i l . 1. C h i f f r e s donnes par Laviase, Tome 5, L i v r e I I I . 43 -La p e r i o d e de 1815 - 1848 marque le de'veloppe-ment du socialisme. Peu de mouvements ont eu des i n t e r -pretes plus eloquents; ces the'oristes sont les descendants directs des orateurs i d e a l i s t e a de l a Revolution eomme Condorcet. I l s ont eu du succes parce que cette genera-tion est plus sensible, plus clemente, et prete a ecouter des hommes qui proposent de nouveaux programmes politiques et sociaux. Par l a presse dans toutes ses branches, ces penseurs developpent leur projet de socie'te nouvelle, et-prdparent une ere d'humanite' et de charite chretienne. ' Une des ecoles de philosophie, c e l l e des Saint-Simoniens dont le chef, le comte de Saint-Simon, avait l e don d ' a t t i r e r , de charmer tous les penseurs distingue's de l'epoque, comptait parmi ses d i s c i p l e s Augustin Thierry, Auguste Comte et Pierre Leroux. Saint-Simon e t a i t un homme de g£nie indisputable qui avait p a r t i c i p e a l a Revolution americaine et a l a Revolution francaise, et qui embrassait l a cause du peuple. Cependant i l ne c r o i t pas que l a revolution s o i t 1'instrument du progres. II presente une doctrine d'organisation totale de l a societe ne comptant ni sur le catholicisme ni sur l a l i b e r t e toute - 44 -pure, mais sur l ' e s p r i t s c i e n t i f i q u e et experimental; i l s'agit "d'organiser scientifiquement les pouvoirs sociaux qui conviennent au monde nouveau." 1 Les savants seuls sont capables d'abolir le mal, de supprimer 1 ' i n i t i a t i v e i n d i v i d u e l l e et l a concurrence qui creent l a misere et l a ruine sociales, 1'antagonisme entre Etats; eux seuls sont capables d'associer les hommes dans le t r a v a i l , d'unir les nations dans 1'exploitation savante, reglee et f r a t e r -nelle de l a .terre. Son gouvernement s e r a i t done un corps de • savants et de philosophes qui reglera l a societe d'une maniere s c i e n t i f i q u e ; ce s e r a i t une nouvelle a r i s t o -c r a t i e , c e l l e des experts, car Saint-Simon ne c r o i t pas eomme Rousseau a l'e'galite des hommes. Cependant, Saint-Simon f l e t r i t toute d i s t i n c t i o n qui n'est pas fondee sur le t r a v a i l ; tous les hommes t r a v a i l l e r o n t , i l s seront tous eomme des ouvriers attaches a un a t e l i e r . "L'obligation est impose'e a chacun constamment a ses forces personnelles une di r e c t i o n u t i l e a 1'humanite."2 Le t r a v a i l eomme l a r e l i -gion a ses l o i s et ses necessite's, sa permanence et son avenir, on d o i t l'etudier et l'organiser, 1. Lavisse, Histoire Contemporaine, Tome 4, p. 203. 2. Leroy, La Vie de Saint-Simon, p. 223. 45 et plus e l l e sera generalisee, plus l'humanite s' e i a r g i r a et se moralisera en ses multitudes." 1 II proclame le d r o i t de l a femme et l a necessite de l'edu-cation u n i v e r s e l l e , et annonce l'age d'or de l'avenir, ear I'ordre s o c i a l peut se perfectionner et le progres est done inevitable. A l f r e d de Vigny qui signale dans le poeme Paris divers mouvements de reforme, resume a i n s i l a doctrine saint-simonienne: "La societe sera un Temple immense, universel, Ou l'homme n ' o f f r i r a ni l'encens, ni le s e l Ni le sang, ni le pain, ni le v i n , ni l ' h o s t i e , Mais son temps et sa vie en oeuvre convertie, Mais son amour de tous, son abnegation De l u i , de l'he'ritage et de l a nation; Seul, sans pere et sans f i l s , soumis a l a parole, L'union est son but et le t r a v a i l son r 6 l e , Et, selon c e l u i - l a qui parle apres Jesus Tous seront appeles et tous seront elus." ( 1 7 0 ) Le poete ne s a i t pas s i cette doctrine est bonne ou mau-vaise, mais i l l a trouve belle et grande: ". on sent jusqu'au fond de son ame Q,u'un monde nouveau se forge a cette flamme. ( 1 7 1 ) Le credo de Saint-Simon exalte 1'amour i d e a l i s t e de l'humanite et demande l a modification des i n s t i t u t i o n s politiques et sociales, on vise 1'amelioration de l a 1 . Leroy, op. c i t . , p. 224. 46 -classe l a plus nombreuse et l a plus pauvre: "Devant Dieu et devant les hommes, nous nous proclamons des apotres de paix; l a paix ne sera donne' au monde que par 1'amour. G'est pour nous un desir, un devoir, un c a l c u l . " 1 La guerre est l ' o r i g i n e des malheurs de l a France et de l'Europe d i t Saint-Simon et plus tard V i c t o r Hugo. En 1814, avec Thierry, Saint-Simon prevoit l a Societe des Nations dans sa d i s s e r t a t i o n , "De l a reorganisation europeenne ou de l a necessite et des moyens de rassembler les peuples de l'Europe en un seul corps p o l i t i q u e en conservant a chacun d'eux son independance nationale. Ne trouvons-nous pas dans l a c i t a t i o n suivante un des plus beaux projets de Victor Hugo, projet qui est a l ' e t a t d'ebauche de nos jours dans l a Societe' des Nations? "Vouloir que l'Europe s o i t en paix par des traite's et des congres, c'est vouloir qu'un corps s o c i a l subsiste par des conventions et des accords; des deux cote's, i l faut une force coactive qui unisse les volonte's, concerte les mouvements, rende les interets communs et les engagements s o l i d e s . " 0 Saint-Simon se montre essentiellement moderne dans sa pro- . position d'une association internationale commanditaire de 1'industrie, 1. Bourgin, Le Socialisme Francaise de 1789-1848, p. 44. - 47 -"qui f e r a i t etudier par les savants et les i n -genieurs tous les projets destines a mieux ex-p l o i t e r l a terre . . . qui v e i l l e r a i t sur l a vi e , l a sante et les moeurs des t r a v a i l l e u r s . " Toutes ces idees nouvelles exposees dans 1 1 Indus t r i e de Saint-Simon et dans le Production journal de 1'organisation saint-simonienne, marquent un point de depart pour l a pensee du temps et trouvent des echos innombrables dans les oeuvres des poetes romantiques. Un autre chef d'ecole, Charles Fourier., 1772-1837, d ^ p l o r a i t de bonne heure le gaspillage et l a discorde de l a societe, et formulait un systeme s o c i a l qui reposerait sur des principes de v e r i t e , d'economie et de paix. 3a doctrine e t a i t communiste, car i l r e v a i t d'une vie en commun, et d'une grande communaute' cooperative divisee en phalanges qui renfermaient tous les gouts et tous les caract^res. Dans chaque phalange i l y au r a i t de quatre cents a dix-huits cents hommes sous l a d i r e c t i o n d'adminis-trateurs choisis par le peuple. Le t r a v a i l s e r a i t uni-versel mais chacun aurait le d r o i t de c h o i s i r le t r a v a i l qui l u i p l a i r a i t . Fourier, eomme Rousseau, n'admet pas de passions ni d'impulsions injurieuses; l a c i v i l i s a t i o n 1. Bourgin, op. c i t . , p. - 48 doit etre adaptee a ces passions, a f i n d'amener le bon-heur de tous. Cependant chacun est paye selon son t r a v a i l . L 1emancipation de l a femme d o i t suivre c e l l e de 1'homme, car le mariage est peu important dans ce systdme. Fourier conseil l e un retour a l a vie a g r i c o l e , mais i l reconnait aussi le besoin de baser 1'organisation communiste sur la vie i n d u s t r i e l l e qui doit Stre, cependant soumise aux desirs i n d i v i d u e l s . Fourier e t a i t un s o l i t a i r e et un independant. De son vivant, i l trouva peu d'adherents mais apres sa mort sa doctrine se repandit partout et i n f l u a i t beaucoup S u r l a pensee des hommes de l e t t r e s ; toutefois cette influence fu t moins puissante que c e l l e de Saint-Simon. Pierre Leroux, eleve de Saint-Simon, f u t un des hommes les plus importants de ce mouvement s o c i a l i s t e et philosophique. II fu t surtout interessant au point de vue l i t t e r a i r e , car i l eut des relations e t r o i t e s avec les Ecrivains du temps. II fut un des fondateurs du Globe, organe du liberalisme et du romantisme auquel les hommes les plus celebres du temps collaborerent. Des 1824, done, i l se l i a avec les poetes romantiques. Puis en 1841, i l - 49 fonda avec George Sand l a Revue Ind^pendante, ce qui marqua le commencement d'une collaboration tres interessante. Leroux eut le t r i s t e sort de voi r ses idees p i l l e e s par d'autres; St. Beuve l'appelle "sa vache a l a i t " . Inspiree par l u i , George Sand s'occupe passionnement pendant une certaine periode de sa vie l i t t e r a i r e , de ses idees huma-n i t a i r e s , et e l l e se f a i t propagandiste, e l l e aussi, dans certains romans: Le Meunier d'Angibaut, Le Peche de M. Antoine, Consuelo, et La Comtesse de Rudolstadt t r a i t e de ces relations entre e l l e et Leroux. E l l e reconnait sa dette. "II faut bien que je vous dise, George Sand n'est qu'un pale r e f l e t de Pierre Leroux, un d i s c i p l e fanatique du meme i d e a l , mais un d i s c i p l e muet et r a v i devant sa parole, toujours pret a je t e r au feu toutes ses oeuvres, pour e'crire, parler, penser, p r i e r et agir sous son i n s p i r a t i o n . Je ne suis que le vulgarisateur a l a plume dilige n t e et au coeur impressionnable, qui cherche a t r a -duire dans-des romans l a philosophie du maltre." Leroux partagea l ' e x i l de Victor Hugo a Jersey et au cours de leurs entretiens j o u r n a l i e r s , i l l u i communiquait ses theories de l a p e r f e c t i b i l i t e de l a race humaine et ses progres inevitables. C'est l u i qui avait c o n s e i l l e a Hugo 1. Correspondance, 14 f 6 v r i e r , 1844. Cite" dans Pidao, Pierre Leroux, R.D.M., M'y 19, 1906. 50 de se constituer chef du peuple. II voyait avec regret et alarme le scepticisme du temps (eomme Musset dans Ro l l a qui accuse Volta i r e d'avoir d e t r u i t l a f o i ) et f a i t appel aux poetes, aux philosophes: "Poete, d'ou vient l'humanite. et ou va-t- e l l e ? V o i l a ce que tu ne sais pas. . . Si ouhliant que l ' a r t c'est l a vi e , vous f a i t e s uniquement l ' a r t pour en f a i r e , souffrez que je ne voie plus en vous le prophete, le vates, que l'humanite a toujours cherche dans ses poetes. , , x Leroux c r o i t a l a p e r f e c t i h i l i t e et a l'unite des hommes. "II en est de l a societe eomme de tous les etres, et aussi eomme de toutes les oeuvres du gdnie de l'homme. La vie ne se manifeste que dans l' u n i t e ; e l l e d i s p a r a i t quand l'unite cesse." 2 II veu.t f a i r e du genre humain une seule f a m i l i e et l a r e l i g i o n q u ' i l prdche est une r e l i g i o n d'humanite, et de fraternite". La vie d'un homme n'appartient pas a l u i seul; car i l a des devoirs envers ses semblables, devoirs dictes par 1'amour et l a charite. Leroux v o i t tres clairement par ou le dix-neuvieme s i e c l e est lie" au dix-huitieme et aux autres s i e c l e s . "II y a une doctrine commune a ceux qui sont Chretiens et a ceux qui ne le sont pas, c'est l a r e l i g i o n de l a f r a t e r n i t e humaine. Qu'ont preche les p h i l o -1. Evans, D.O., Pierre Leroux and his philosophy i n r e l a t i o n  to L i t e r a t u r e , P.M.L.A., March 1929, p. 280. 2. Pid , op. c i t . , p. 330. a - 51 -sophes du dix-huitieme s i e c l e ? l a tolerance, l a liberte', l'e'galit£. N'est-ce pas l a meme chose que l a doctrine chretienne de l a f r a t e r n i t e ? II y a done s o l i d a r i t e dans l ' e s p r i t humain."! Nous reconnaissons dans cette doctrine de l a p e r f e c t i b i l i t e et dans l a r e l i g i o n de l a f r a t e r n i t e deux theses f a v o r i t e s de Hugo. L'influence de leroux sur les ecrivains est inc a l c u l a b l e ; Lamartine, par exemple, predit qu'un jour on l i r a i t P i e r r e Leroux autant que l e Contrat S o c i a l . Le f a i t que ses doctrines sont mieux connues dans l e s oeuvres des hommes qui s'en sont inspires que dans ses propres oeuvres, demontre l e rayon d*action r e l a t i v e des poetes et des sociologues. Nous avons deja indique' que l e mouvement re l i g i e u x s ' a l l i a i t tres etroitement au mouvement p h i l o -sophique. II est impossible de nous arreter sur tous les penseurs relig i e u x ; nous nous contentons de signaler Bonald, Joseph de Maistre, et Lacordaire, ames ferventes qui ont enormement i n f l u e sur l a pensee du temps, et d'etudier un peu Lamennais, Chretien s o c i a l i s t e , homme sincere, ardent et humanitaire. Ses l i v r e s L'Essai sur 1. Janet, P.; La Philosophie de Pierre leroux; R.D.M.; A v r i l 1 5 , 1899. - 5 2 1'Indifference, 1817-1821; Lea Paroles d'un Croyant, 1834; et Le L i v r e du Peuple. 1837, eombattent avec violence et mepris 1* indifference en matiere de r e l i g i o n et d'humanite'. l ' u n i t e de l ' E t a t l u i semble reposer sur une base r e l i g i e u s e . "Point de catholicisme, point d'eglise, point de r e l i g i o n , point de societe."1 Cependant,, pour notre etude ce n'est pas eomme un des p&res du Catholicisme q u ' i l nous interesse, mais eomme le successeur Chretien de Rousseau, eomme un grand coeur intrepide qui soutient l e dr o i t des pauvres. Selon l u i , l'amour du C h r i s t , et 1'amour f r a t e r n e l seuls, peuvent amener l e salut de la. t e r r e . "Quandvous voyez un homme conduit en prison ou au supplice, ne vous pressez pas de dire;: C e l u i -l a est -un homme mechant qui a commis un crime contre les hommes. Car peut-§tre est-ce un homme de bien qui a voulu s e r v i r les hommes et qui en est puni par leurs oppresseurs. Les hommes sont e'gaux et, pourtant, on vo i t un partage injuste de biens sur l a t e r r e ; cette pauvrete, d i t - i l , ne vient point de Dieu, eomme e'preuve; e l l e est l a consequence inevi t a b l e de l'ego'isme et de l a corruption, et tant que l e s hommes auront ces vices au coeur, l a misere s'abattra 1. Janet, P.; La Philosophie de Lamennais; R.D.M.; Tome 1, 1899, page 517. 2. Lamannais, Paroles d'un Croyant. p. 11. 5 3 sur une grande partie de l a population. L ' i n j u s t i c e regne parce que les t r a v a i l l e u r s ne sont jamais recompenses, tandis que les riches prosperent sans avoir r i e n contribue a l ' E t a t et sans avoir soulage les maux d'autrui. "Vous dites que vous vous aimez, et i l y a un grand nombre de malades qui languissent prives de tout secours sur leur pauvre cnuche, des malheureux qui pleurent sans que personne pleure avec eux, des p e t i t s enfants qui s'en vont tout transis .de f r o i d de porte en porte demander aux riches une miette de leur table et qui ne l'obtiennent pas."1 Le r o i p a r a i t , a ce C h r e t i e n r a d i c a l , un tyran s i impitoyable, s i t e r r i b l e q u ' i l merite de l a sympathie plut3t que de l a haine (theorie que nous trouvons chez Vic t o r Hugo aussi dans le poeme Pleurs dans l a Nuit ou le poete demande a Dieu de se pencher avec clemence sur les tyrans et sur les bourreaux). Combien de poemes de Hugo sont l'echo de l a phrase suivante "Le bourreau est le p premier ministre d'un bon prince". Le d r o i t d i v i n des r o i s est rejete tout a f a i t ; le r o i n'est qu'un "simple, executeur de l a l o i ou de l a volonte du peuple, i l n'a point d'autres fonctions. II est c h o i s i , deiegue uniquement pour cela, non pour commander, mais pour obeir, et a ' i l cesse d'obdir au peuple, le peuple le revoque eomme un mandataire 1. Lamennais, op. c i t . , p. 35. 2. Lamennais, Livre du Peuple, p. 125 54 i n f i d e l e , v o i l a t out. 1 , 1 Lea armes les plua efficaces pour combattre l a tyrannie des r o i s sont l a r e l i g i o n , l a acience, l a pensee et l a prease. La l e g i s l a t i o n du paya s'oppose a toutea lea l o i s du Christ et a c e l l e s de l'humanite. La punition des criminela n'est jamais proportionne'e au crime, maia un jour viendra ou les punitions changeront de caractere. "Un e s p r i t de misericorde et de-douce compassion y remplacera l ' e s p r i t , l'idee fausae et aanglante d'ex-pi a t i o n . On verra dana le criminel un frere egare qu'on doit s'efforcer de guerir s ' i l est guerisaable, empecher de nuire a ' i l ne l ' e s t pas. L'amelioration du coupable aera le but de l a punition. Comment aa souffrance p o u r r a i t - e l l e etre une reparation pour l a societe? La vie n'appartient qu'a Dieu et c'est pourquoi i l eat e c r i t "Voua ne tuerez points" Quand l a l o i tue, e l l e n ' i n f l i g e pas un chatiment, e l l e commet un meurtre . . . l a peine de mort f u t abrogee, i l y a dix-huit aieclea sur l a croix du Chriat."2 Pieuaea, visionnaires, eloquentea, humanitaires, ses theories resument presque tout le code romantique. 1. Lamennais, Livre du Peuple, p. 31. 2 . Lammenais, Paroles d'un Croyant, p. 169. Victor Hugo a'inapire de l a doctrine et des parolea ra<§me de Lamennaia. II dira en 1856: "Le jour ou l'Homme Dieu a subi l a peine de mort, i l l ' a abolie; car i l a montre que l a f o l l e j u s t i c e humaine pouvait frapper plus qu'une tete innocente, qu'elle pouvait frapper une tete divine." Actes et Paroles. Geneve et l a Peine de Mort, 17 nov. 1862. 55 Nous avons tache de montrer que l'idee huma-n i t a i r e a inspire un des mouvements les plus importants de l a premiere moitie du dix-neuvieme s i e c l e . En etudiant ce sentiment de p i t i e chez les grands poetes de l'epoque, i l faut avouer d'abord que ceux-ci n'ont pas a se frayer un chemin nouveau; i l s suivent leurs devanciers, et i l s suivent les idees contemporaines., On discute souvent l ' o r i g i n a l i t e de Hugo eomme penseur, selon nous i l faut avouer tout de suite q u ' i l n'est pas o r i g i n a l . Mais s i l a pensee humanitaire n'est pas or i g i n a l e , l'expression l ' e s t ; chez les poetes l a p i t i e sociale est poetise'e, dramatisee, popularise'e, et imbue de vraie emotion, de haut idealisme et de poignante r e a l i t e . S ' i l s ne fondent pas l a doctrine ) toutefois i l s inventent 1*instrument de l a propagation, s ' i l s exaltent un l i e u commun, c'est q u ' i l s le revetent de leur propre genie. C ' e s t l a f o i optimiste de chaque ame traduite en accents retentissants, c'est en quelque sorte l a divine consolation r^pandue par des hommes ch o i s i s . C ' e s t pourquoi ( l a i s s a n t de cdte l a nouveaute de la forme) on c r o i t trouver chez les poetes romantiques une nouveaute" eclatante et intense, tant les 56 ecrivains sont sinceres, tant leur expression est sub-lime a louer l a vertu, et a precher l'amour des humbles. Les poetes done sont des traducteurs de gdnie en ce qui concerne l a j u s t i c e et l a clemence; i l s reproduisent les pensees d'autrui en les embellissant et en y ajoutan des nouances nouvelles. CHAPITRE III La P i t i e : Declaration de Poi dea Poetes A 1*opinion de beaucoup, les poetes romantiques s'is o l e n t de l a commune humanite et ne traduisent que leur "mol". Or, a part quelques exceptions,eomme Gautier et Musset, ces poetes chantent non seulement leur propre ame, mais 1'ame de leur temps et c e l l e des generations suivantes, et avec plus de f i d e l i t e que beaucoup de poetes conteraporains. La premiere periode de romantisme 6 t a i t , en e f f e t , sentimentale, lyrique et personnelle; Lamartine dans ses Meditations et ses Harmonies. inaugure une poe'sie nouvelle, c e l l e de l a B e n s i b i l i t e et du coeur, c e l l e ou l'ame du poete se decouvre et l a i s s e v o i r toutes ses j o i e s et toutes ses agonies. Le poete, eomme tous l e s jeunes gens de l'epoque, se p l a i n t d'etre raal compris ou meme persecute par l a socie'te q u ' i l meprise. Cette s e n s i b i l i t e ' a prepare l e t e r r a i n pour les idees humanitaires; l e poete souffre a l a contemplation des maux d'autrui et l a pitie' qui l u i surgit au coeur, l u i fournit une sorte de consolation. Ce sentiment de p i t i e , elargissement du lyrisme, devient 58 theme lyrique ausai bien que l a nature, 1'amour et l a mort. Ce sentiment de p i t i e est d'autant plus notable q u ' i l est jusqu'alors inconnue dans l a poesie. Les poetes n'ont pas eu 1'idee de f a i r e de l a poesie une chaire, car lea poemea qui chantent l a sainte p i t i e ne sont pas de sermons ou meme de paraboles, mais de simples j a i l l i s s e m e n t s du coeur. E t ne peut-on considerer ceux-oi eomme une declaration de f o i , un antidote a ce que l e s i e c l e et l e lyrisme en general avaient de morbide? Lamartine se rend compte de l'elargiasement de son existence sentimentale dans l e s r vers suivants: "Puis mon coeur insensible a. ses propres miseres S'est e l a r g i plus tard aux douleurs de mes f r e r e s , Tous leur8 maux ont coule dans l e lac de mes pleurs, Bt^comme un grand l i n c e u l , que l a p i t i e de'roule, L'ame d'un s?eul, ouvert aux plaintes de l a foule A ge'mi de toutes les douleurs.'* 1 Ce sentiment de p i t i e , et ce desir de partager les souffranees d'autrui, se manifestent des les premieres oeuvres romantiques, et chez V i c t o r Hugo en p a r t i c u l i e r , ce theme devient de plus en plus important. Chez Lamartine, l e sentiment de l a p i t i e reste toujours l ' e l a n pur d'un coeur tendre, car sa poesie ne !• A M. F e l i x Guillemardet. - 59 -vise aucun but s o c i a l , hors 1'ideal r e l i g i e u x . Jocelvn est en quelque sorte, l e symbole des poetes, qui, mecontents de l a v i e , oublient leurs propres chagrins dans l a con-templation et dans l e secours de leurs semblables. Ce devouement aux malheureux amene a sa suite un bonheur compensateur. "Puisse mon s a c r i f i c e acheter son bonheur" d i t - i l en se s a c r i f i a n t pour assurer l a dot de sa soeur et v o i l a l a note maitresse de tout son r e c i t . Ses propres t r i b u l a t i o n s forment une parente entre l u i et ceux qui ont de profondes douleurs; i l veut, eomme l e C h r i s t , prendre sur l u i l e fardeau de leurs malheurs et de leurs peches. "Dans les vases f i l e s ou l'homme boit ses pleurs, Avec l u i j e b o i r a i ses gouttes de douleurs; J'eieverai l e c r i de toutes ses alarmes, Je saurai l'amertume et l e s e l de ses larmes; Comme dans ceux du Juste immole sur l a cr o i x , Tous ses gemissements gemiront dans ma voix; Du haut de ma douleur comme de son Calvaire, Ouvrant des bras saignants plus larges a l a ter r e , J*embrasserai plus l o i n , de ma sainte amitie, Mes freres en e x i l , en misere, en p i t i e . " 1 Une bonte ineffable rayonne dans l a figure de ce pretre, dans ses gestes et dans ses moindres paroles; c'est un homme sublime, "Partout portant un peu de baume a l a souffrance i Jocelyn, Ve Epoque. 60 Aux corps quelque reinede, aux ame a 1* esperance. -Cette immense p i t i e ' qui exige de l u i de grands s a c r i f i c e s l u i donne, sinon l e bonheur q u ' i l cherche, du moins l a consolation, l a t r a n q u i l l i t e et l a j u s t i f i c a t i o n de son existence* "Les Pauvres sont pour l u i mere, enfants, femme et f i l l e , Le C h r ist met dans son coeur son immense amitie', Tout ce qui souffre et pleure est a l u i par p i t i e . " 2 On peut v o i r dans Jdcelyn l ' a i e u l de l'eveque Myriel dont l a p i t i e est presque divine. II d i t comme d i r a V i c t o r Hugo bien des f o i s : "Tea fautes mon enfant ne sont que tes malheurs"^ et encore: "Coupable ou malheureux, vous n'avez r i e n a. t a i r e , Pardonner, soulager, c'est tout mon ministere.*^ Chez oes deux pretres l e coeur est un t e r r a i n pre'pare' par l a r e l i g i o n , mais leur compassion et leur pardon qui ne reculent pas devant l e mal l e plus sombre, est bien plus que l'accomplissement du devoir r e l i g i e u x , car l e fond est un amour universel et inepuisable. A l f r e d de Vigny s'est in s p i r e du sentiment de l a 1. Jocelyn 2. I b i d , 2 e Epoque. 3. Ibid, page 186. 4. Ibid, page - 61 p i t i e dans un de ses plus beaux poemes, Eloa , mais chez l u i l a p i t i e est l e remede o f f e r t aux malheureux par 1*intelligence du poete plutot que par son coeur. C'est-a-dire, guide par un haut i d e a l i s m e . i l f a i t v o i r que l a P i t i e seule peut amener l e salut du monde. mais i l s'apitoie de l o i n , et on ne peut pas dire que Vigny a i t voulu partager, comme Lamartine et Hugo* les miseres d'autrui, car ses propres souffranees, au l i e u de cr6er un l i e n entre l u i et d'autres malheureux l T o n t enferme dans "une tour d ' i v o i r e " . Pour l u i , en e f f e t , " l e v r a i Dieu, l e Dieu f o r t , est l e Bieu des Idees", done l o r s q u ' i l parle de l a p i t i e , c'est plutot l a re s o l u t i o n d'un probleme de metaphysique. Cette p i t i e impersonnelle n'exclut point un coeur misericordieux, s'apitoyant sur toute l'humanite, sans distinguer les individus. ttLa p i t i e , l a tendre commiseration que j ' a i dans l e coeur pour l'espece humaine et pour ses miseres me font souvent s e n t i r les passions que l'on met a combattre une raaladie dans une personne qui nous est- chere, a l a v o i r revenir a l a v i e . B l II d i t qu'une force inte'rieure l e pousse a secourir mSme des personnes qui ne l u i etaient nullement intimes et q u ' i l 1. Journal d'un Poete, page 232. 62 n'airaait pas particulierement: frG' e t a i t 1'enthousiasme de. l a p i t i e , l a passion de l a bonte que je sentais en mon coeur."! La p i t i e l u i f o u r n i t aussi un soulagement parce q u ' i l l a trouve l e remede aux maux qui rongent l e monde. Eloa et l e C h r i s t dans Le Mont des O l i v i e r s sont l a personnification de l a divine consolation, figures tragiques, puisqu'ils se sont s a c r i f i e s en vain. L ' o r i g i n a l i t e et l a hardiesse de cet eloge de l a p i t i e est remarquable; E l o a , nee d'une larme du Christ pleurant Lazare, c'est, en e f f e t , l a - p i t i e personnifiee.* La difference entre l a conception de ce poeme et c e l l e de Jocelyn est tres apparente; l e dernier cherche son i n s p i r a t i o n dans l e coeur du poete, l e premier, egalement sincere, dans 1'intelligence du poete. E l o a est une idee philosophique dans un cadre biblique et epique. La conception de ce poeme est assez audacieuse et hero'ique', une larme du Ch r i s t tombe jusqu'a Satan, c'est-a-dire l a p i t i e veut sauver l e plus endurci des criminels. Satan fig u r e beaucoup dans l a poesie romantique, 1. I b i d , page 234. Voir aussi Daphne, page 9. II sent en l u i "trembler, fremir, gemir et sangloter a l a f o i s ses m i l l e douleurs, et les m i l l e f l o t s de son sang couler par m i l l e p l a i e s . " 63 -tantdt comme i'auteur du mal, tantot eomme un vie time a plaindre. Byron, rebelle lui-meme, a*est cree uneparente avec l'ange dechu qui a r e s i s t e a Dieu comme l e poete a revolte eontre l e monde. Le Lu c i f e r de Cain par exemple est un reb e l l e dont i l faut souvent admirer l a hardiesse. Byron, apotre du scepticisme et du re v o l t e , a aggrave cette tendance en France - l e byronisme est l a c r i s e du desespoir. Le satanisme, en e f f e t , est une manifestation curieuse de l a p i t i e romantique et se f a i t v o i r non seulement chez Vigny§ mais chez Lamartine dans La Chute d'un Ange. et a plusieurs reprises chez V i c t o r Hugo qui reclame l a pitie ' et l e pardon pour les damnes et meme pour Satan: (La P i t i e  Supreme, Malheur. Pleura dans l a Huit.) Jocelyn et E l o a ont, tous les deux, un fond r e l i g i e u x mais avec une grande difference; Lamartine est tres croyant, tandis que Vigny v o i t dans Dieu, un Dieu des Armees, un deite injuste et vengeur. Pour l u i l a r e l i g i o n chretienne n'est n i joyeuse n i consolante, car tous l e s hommes et meme l e Christ misericordieux sont l e s victimes de Dieu. Mais meme s i Vigny n'est pas theologiquement croyant, mdme s ' i l est un peu blasphematoire dans E l o a et surtout dans Les Destinees« i l est, du moins humainement r e l i g i e u x , - 64 -car l e cote tendre du christianisme, 1*amour f r a t e r n e l , l a p i t i e prechee par l e C h r i s t , v o i l a son i d e a l de l a j u s t i c e . Au commencement du poeme, Jesus, l e consolateur et precepteur, absout les merchants, caresse les enfants, guerit les raalades et pleure son ami mort. Cette larme d'amitie et de p i t i e est devenue ange, non pas un ange du vieux Testament, severe et impitoyable, mais une femme-ange, l e plus beau, l e plus bienfaisant de tous les habitants celestes. rtQ,uand e l l e aura passe' parmi les malheureux, L' e s p r i t consolateur se re'pandra sur eux.1* E l l e ne recule pas devant l e r e c i t des degradations de L u c i f e r , jadis l e plus radieux des anges, maintenant seul, c r a i n t et ha'i. I'auteur du mal doit etre secouru, son besoin est d'autant plus grand, puisque ses crimes sont plus effroyables. Hi l e s glo i r e s du c i e l n i lea avertissements des anges n'otent l e souvenir du malheureux, s i bien qu'elle ose traverser des regions effrayantes pour porter secours. A son passage un miracle est evident: "Quelques mondes punis semblaient se consoler; Les globes s'arretaient pour 1'entendre voler. S ' i l a r r i v a i t aussi en ces routes nouvelles E l l e touchat l'un d'eux des plumes de ses a i l e s , A lors tous les chagrins s'y ta i s a i e n t un moment, Les rivaux s'embrassaient avec etonnement; Tous l e s poignards tombaient oublies par l a haine: 65 Le c a p t i f souriant marchait seul et sans chaine; Le criminel r e n t r a i t au temple de l a l o i ; Le p r o a c r i t s'asseyait au palais de son Roi; L'inquiete Insomnie abandonnait sa proie; Les pleurs cessaient partout, hors l e s pleurs de l a j o i e . La p i t i e descend jusqu'aux fanges, mais son oeuvre de bonte manque son but; l a P i t i e n ra point souleve' l e Malheur, mais e l l e est devenue esclave du mal. En somme, l a seule force qui puisse l i b e r e r les hommes du joug l e u r est refuseV par Dieu. Laissant de cote toute question de forme et de langage, on peut d i r e que l a plus b e l l e p a r t i e de l'oeuvre de V i c t o r Hugo est c e l l e que l a p i t i e ' et 1'amour des humbles l u i ont inspi r e e . Hugo a toujours eu l a sympathie tres large; i l observait tout, et i l s'apitoyait sur toute souffrance. Etant poete, i l est naturel que cette p i t i e ' dont son coeur debordalt, se prodigue dans son oeuvre. II avait des plans d'action bien definis pour ^ a m e l i o r a t i o n de l a societe, mais meme l o r s q u ' i l ne propose aucun remede aux maux, l a p i t i e seule est une consolation precieuse. "La compassion sainte est une aumdne aussi E t l a c l a r t e qui nourrit et desarme, Tombe des mains obole, et tombe du coeur larme. w 1. E l o a - Chant Premier - page 22. 2. La P i t i e Supreme. 66 Le poete comme l e prelat dans Le Pape e3t l e confesseur, et l e consolateur de tous les malheureux. De nombreux passages temoignent l a noblesse et l a s i n c e r i t e de ce sentiment, depouille, pour l e moment* de tout orgueil personel. "Venez a moi, vous tous qui tremblez, qui souffrez Q,ui r a l e z , qui rampez, qui saignez, qui pleurez, Les damnes, les vaincus, les gueux, les incurables. Venez, venez, venez, venez, 6 miserables! Je suis a vous, je suis l'un de vous et je sens Dans mes OSJ votre f i e v r e immense, agonisante! 0 pauvres, donnez-moi tout ce que vous avez Vos Jours sans pain, vos t o i t s sans feu, vos durs pave's, YOB fumiers, vos grabat3 tremblants, vos meurtrissures, E t l e c i e l e t o i l e , plafond de vos masures, Ml Le poete, comme El o a , recherche l a misere l a plus abjecte, et l e desespoir l e plus sombre. Comme l e Christ qui a expie tous l e s pecheB, l e p r e i a t (c*est-a-dire l e poete) s'e'crie, w L a douleur m'apoartient, j'appelle autour de moi, l ' e s p r i t trouble, l e coeur saignant, l'ame qui sombre, Et je veux, entoure des detresses sans nombre Q,ui naissent sur l a terre a toute heure en tout l i e u , A r r i v e r avec tous les pauvres devant Dieu."2 Cette envie de secourir, ce deluge de p i t i e ' devient une sorte d rextase, et l e poete se p l a i n t d ' e t r e limite' par ses 1. Le Pape - page 131 2. I b i d . 67 capacitea humaines. "Oh, l a p i t i e me nrend, m'emplit, m'enivre, Me donne l e degout formidable de v i v r e , Me porte a des exces etranges, secourir Au hasard, a tatons ceux que je vois s o u f f r i r , E t r e indulgent, pensif, tendre, clement, stupide, S i Men que par moments l a foule me l a p i d e . " 1 Hugo ne se lirait e pas aux pauvres, car sa com-passion s*etend a toute elasse i n f e r i e u r e , a tout individu i n f e r i e u r * (Le Bosau, Le Maitre d'Etudes), et meme aux animaux et aux choses inertes. On v o i t toujours chez l u i l e gout de r e h a b i l i t e r les parias de l a creation. •^J'aime l'araignee et j*aime l ' o r t i e , Parce qu*on les h a l t ; Et que r i e n n'exauce et que tout chatie Leur morne sbuhait; Passants, f a i t e s grace a, l a plante obscure, Au pauvre animal. Plaignez l a laideur, plaignez l a piqure, Oh! plaignez l e mall" 3 Cette p i t i e est l e re'sultat de sa conviction que tout v i t au monde, que tout est sensible, pense et se metamorphose* Le erapaud, repre'sente comme un songeur devant l ' i n f i n i du firmament, repousse'* torture meme par l e s hommes, est 1. Legende des S i e c l e s - Tome 5 - Je ne me Sentais plus Vivant. 2. La Legende des S i e c l e s . 3. Contemplations - J'aime l*araignee. - 68 -epargne par un baudet extenue, accable de coups. Cette bonte sert de l i e n entre l'ane, grand ignorant, et Dieu, grand savant. Dans une episode de Melancolia, l e poete d e c r i t avec emotion un cheval l i v r e a l a cruaute d'un ivrogne. Quelle horreur qu'un homme ose maltraiter a i n s i une creature, qui a comme nous autres une connaissance de ''l'ame effrayante des choses" t Au l i e u de recompenser les services de l a chouette, l'homme ingrat cloue l'oiseau a l a porte. 1 En e f f e t i l faut plaindre l'homme qui persecute p§le-m§le ttLe mal, l e bien, l a g r i f f e , et l ' a i l e . ? * 2 On peut regretter qu'a cote de ces elans du coeur existent des dia t r i b e s contre l e s prelats r i c h e s , et contre les r o i s , attaques sinceres et souvent meritees, pour l a plus grande p a r t i e , mais moins persuasives en raison de re p e t i t i o n s , et souvent d'affronts personnels. Le V i c t o r Hugo entrevu dans ces effusions de pitie', sans pretensions est comme un apotre du C h r i s t . Rien d'etonnant que l e poete qui veut s'associer s i etroitement aux mise'rables a i t voulu montrer sa pitie' active dans son oeuvre, et obtenir pour 1. Contemplations - La Chouette. 2. I b i d . voin pusli i ' / J - .IsPfoRt's enme * o m f i e* winavx civet iwvtut'Aie "ll CHwTB 2>'vn .<J«C£ " UvSS FtontTt ? - 69 -eux non seulement l a charite, mais 1*attention et l a elemence du l e g i s l a t e u r en plus. C fest par l a q u ' i l depasse Lamartine et Vigny. Lamartine, poete, a enormement i n f l u e sur ses eontemporains, mais i l reste toujours l e poete de 1'intimite qui trouve sa g l o i r e dans les coeurs qui l'aiment. A l f r e d de Vigny ressemble a lamartine par sa noblesse de coeur et par sa pensee qui reste aristocratique meme lorsque l e poete se baisse au niveau des infortunes. Sa p i t i e , c'est l a f o i toute seule, ear malgre sa conviction de l a sainte mission du poete, (Chatterton, S t e l l o ) Vigny lui-meme ne possede pas l e desir d'action.^* Hugo, au eontraire, doue d'une energie i n f a t i g a h l e s'est f a i t p r B t r e d?un Evangile nouveau. Chea l u i l a f o i et l e reve deviennent v i t e action; c'est sa g l o i r e et c'est sa censure, car malgre des expressions d'humilite, i l n'est pas assez modeste; l a fonction glorieuse du poete degenere souvent a l a mission glorieuse de V i c t o r Hugo. On se fatigue un peu de son r61e de Promethee defiant l e s dieux, mais i l ne faut pas trop appuyer sur ses actes seuls; i l est neeessaire de se rendre compte de l a f o i sincere et 1. S t e l l o , cependant montre l e besoin de l ' a c t i o n ; l e Docteur Hoir conduit^ 1'esprit de S t e l l o a l a c r i t i q u e des i n s t i t u t i o n s et a l a substitution de l a p i t i e a l a violence. 70 -ineffablement tendre qui l e s a i n s p i r e s . CHAPITRE IV Le Probleme de l a Misere chez l e s Poetes Romantiques rtLa Muse se doit aux peuples sans defense,"^ et e l l e se doi t non seulement aux peuples, mais aux classes et aux individus, Tictimes de l'egoisme et de 1*inhumanite. Le poete romantique se voue aux miaerabies; c'est un ami compatissant et f i d e l e , c'est un medecin qui sonde leurs p l a i e s , et c'est un prophete qui signale ces pl a i e s a. un public trop souvent i n d i f fe'rent, tout en pre-voyant l'age d'or a 1'avenir. "C'est l e reVeur qui peut l e mieux se pencher sur les miserablea et l e s maudits, et • 2 qui comprendront leu r destines. u L*exaltation, pour a i n s i d i r e , des pauvres est autre chose que 1»humanitarisme du dix-huitieme s i e c l e , car l e s ecrivains du dix-neuvieme s i e c l e s'attendrissent sur dies miseres, tandis que leurs precurseurs tonnent plutot contre l'idee d'ine'galite'. Ce sont eux qui se 1. F e u i l l e a d'Automne. "Amis un Dernier Mot". 2» Le Pape. page 131. Voir aussi Actes et -Paroles. Tome 4, page 354 - f*Celui qui reve est l e preparateur de c e l u i qui pense.1* - 72 -melent a l a vie quotidienne des classes pauvres. qui y voient l e s laideurs causees par les i n s t i t u t i o n s s o c i a l e s ; i l s y touchent de pres aussi l*heroisme de ceux que l a societe meprise. Nous nous bornons i c i . a 1*etude d'une seule classe, l a classe ouvriere qui avait tant souffert apres I'avenement des grandes i n d u s t r i e s . Chez les e c r i v a i n s , cette preoccupation humanitaire e t a i t devenue universelle apres l a Revolution de J u i l l e t , car c * e t a i t une des formes du l i b e r a l i s m e . "Pendant toute une generation, dramaturges et romanciers s'attachirent a preparer une nouvelle revolution. l i s usirent pour c e l a d'une tactique curieuse, c o n s e i l l e e par l a prudence, qui c o n s i s t a i t a denigrer l e s classes gouvernantes en f a i s a n t l'apotheose des classes populaires, et qui eut pour e f f e t d * i r r i t e r l e s pauvres contre les r i c h e s . 8 1 On imputait aux bourgeois un caractere mesquin, ego'iste, et corrompu, tandis qu'a l ' o u v r i e r on a t t r i b u a i t toutes l e s vertus, tous les devouements, et tous les hero'ismes. Georges Sand exhibe cet i n t e r e t porte aux classes sociales dans ses romans s o c i a l i s t e s . E l l e propose 1'union des classes par 1*amour (Andre. Le Compagnon du lour de Prance et Le Meunier d'Angibault). Cependant Georges Sand, tout 1. Evans, B.O.; Le Roman S o c i a l en Prance; Page 68. - 73 -en etant e c r i v a i n est femme romanesque, et ses theses sont au fond, des reves d'harmonie entre l e s classes, plutot que des plaidoyers contre l a degradation des pauvres par les r i c h e s . Les poetes ont subi, eux aussi, l e s influences l i b e r a l e s du temps et ont e'te' troubles par l a misere qui e x i s t a i t partout dans l a population ouvriere. La p i t i e l a plus profonde se trouve chez Hugo, qui reunit l'idealisme Chretien de Lamartine, et l a p i t i e i n t e l l e c t u e l l e de Vigny, en y ajoutant 1*indignation et lea larmes que l u i arrachent d'innombrables spectacles navrants. Hous allone aborder cette question de l a misere en nous inspirant de l a d i v i s i o n suivante f a i t e par Hugo dans l a Preface des Miserables. . . • . • «Tant que les t r o i s problemes du sdeele, l a degradation de l'homme par l e p r o l e t a r i a t , l a decheance de l a femme par l a faim, 1'atrophie de 1*enfant par l a nui t , ne seront pas resolus; tant que dans certains re'gions l'asphyxie sociale sera possible, en d'autres termes, tant q u ' i l y aura sur l a terre ignorance et misere, des l i v r e s de l a nature de c e l u i - c i pourront ne pas etre i n u t i l e s . " 1 II faut, cependant, renoncer a. discuter ce roman qui merite 1. Les Miserables - Preface - page 2. 74 -une etude toute speciale; toutefois nous nous reservons d*en t i r e r des d e t a i l s necessaires a l a comprehension de certains points de vue de Vi c t o r Hugo* A f i n de conside'rer l a pitie' s o c i a l e chez Lamartine on doit s'arreter un peu sur aa v i e , car chez Lamartine, i l y a, l e plus souvent divorce entre l a vie et l'oeuvre. II n'a pas combattu l a misere dans son oeuvre, comme dans sa vie p o l i t i q u e et i l n*a pas poetise l e s douleurs q u ' i l a vues et raconteea dans sea l e t t r e s a. des parents ou a. des amis* Inspire par aa mere pieuse et charitable, i l compatit de bonne heure aux malheurs des gens moins p r i v i l e g i e s que l u i , et se f i t aimer des compagnards. II e t a i t a. l a f o i s grand seigneur et pere des laboureurs a qui i l prodiguait son argent et donnait du t r a v a i l . En parcourant tout jeune des v i l l e s i n d u s t r i e l l e s comme Lyon, i l penetra dans les quartiera pauvres, et eprouva l a plus vive sympathie pour les ouvriers. A Londres i l fut profondement emu par l a condition epouvantable des t r a v a i l l e u r s . Cette p i t i e se t r a d u i s i t en actions bien-faisantes; i l s'occupa des ame'liorations sociales comme h i s t o r i e n (son H i s t o i r e des Girondins exprime l e mepris du materialisme sordide). I I s'en occupa comme homme 75 -d'etat et sa declaration du d r o i t comprend non seulement des d r o i t s p o l i t i q u e s , mais des reformes sociales et humanitaires. II demanda 1'abolition de l'esclavage, l a vie a b on marc he', 1' enseignement g r a t u i t , des a t e l i e r s pour l e s ouvriers infirmes, des a s i l e s pour les enfants trouves, et 1' e x t i n c t i o n de l a mendicite'. Quo ique grand seigneur, i l soutient quelques principes s o c i a l i s t e s ; c'est l e devoir de l ' E t a t de nourrir l e s pauvres, d ' e t a b l i r des caisses de secours, et de f o r c e r a i n s i l e riche a venir au secours du pauvre tout en l a i s s a n t , cependant, a ce dernier l e moyen d'ameiiorer son propre s o r t . II a'indigne de l a durete des r i c h e s . "Je me revolte contre 1*humaine engeance quand je vois de braves .gens de cent a, cent cinquante francs sousorire a Paris bravement pour cinquante ou cent francs, l e p r i x d'une loge aux I t a l i e n s d'un s o i r pendant que l a mort plane au-dessus et au-dessoua d'eux et decime l'humanite.?4 Bans ses Considerations Pre'liminaires sur l a Question a. Proposer par 1'Academie de Macon, i l soutient que l ' i n d u a t r i e amollit et corrompt l e s classes qui y sont exclusivement adonnees, car l ' i n d u a t r i e , fonde'e sur 1. H a r r i s ; Lamartine et l e Peuple; page 202. 76 -l ' a v i d i t e de l ' o r e v e i l l e l'ego'isme et toutes les passions ignobles de l'homme, L'ouvrier n'a pas de pays, i l n f a pas de demeure et l e t r a v a i l ne l u i est pas assure. Ces conditions tendent a detruire l a v i e de f a m i l i e , on n'y v o i t plus "cette tendresse pour l a mere, ce respect pour l e pere, cette p i t i e pour 1'enfant". 1 Par s u i t e , i l n'y a aucun appui pour sauver cette classe des seductions du mal: "Les brusques t r a n s i t i o n s d'un t r a v a i l largement re'tribue', d'un s a l a i r e au-dessus des besoins, a une cessation totale de t r a v a i l et de s a l a i r e , secouent trop fortement l'ame humaine, e l l e s l a j e t t e n t dans l a debauche et dans l e decouragement et l e desespoir dans les vices de 1*opulence ou dans ceux de l a misere." 2 Lamartine preche l a j u s t i c e et l a charite pour ces infortunes dont lea miseres et les vices degradent l'humanite entiere. La poesie de Lamartine, toujours personelle, contient peu de poemes qui aient comme sujet l a souffranee des pauvres. Dans l a Priere de 1*Indigent, Lamartine est l y r i q u e , c'est l a charite chretienne qui 1'inspire, plutot que l a r e a l i t e d'une chose vue. Ce sujet est devenu presque conventionnel, puisque c'est envers l e mendiant que l a charite se manifesto l e pluB souvent, car l a mendicite est 1. H a r r i s , Ouvrage c i t e , page 293. 2. Page 293. 77 -l a forme l a plus apparente de l a misere. Dans l a bouche du vieux mendiant, Lamartine repete l e pre'cepte de l ' E g l i s e "Aidez les pauvres. pour q u ' i l s puisaent plaider pour vous aupres de l ' E t e r n e l " . Le mendiant. au l i e u de parler de ses souffranees remereie Dieu des dons q u ' i l a re9us . . . "Charge-toi seule o Providence De connaitre nos bien f a i t e u r s , Et de puiser leur recompense Dans l e s tresors de tes faveurs."! Son poeme La Charite est 1'expression egalement lyrique de ses sentiments misericordieux. Le poete compare l e s o l e i l a Dieu. non pas par sa puissance, mais par sa bienfaisance. Le passage suivant renferme 1'essence meme de l a charite. "Mais c'est de me g l i s s e r aux fentes de l a p i e r r e , Du cachot ou languit l e c a p t i f dans sa tour, Et d'y se'eher des pleurs au bord d'une paupiere Que r e j o u i t dans 1'ombre un seul rayon du jo u r ! Ce que d i t l e rayon au Bienfaiteur supreme Moi, l ' i n s e c t e chantant, je le dis a moi-meme Ce qui donne a ma l y r e un f r i s s o n de bonheur, Ce n'est pas de fremir au vain s o u f f l e de g l o i r e , Hi de Jeter au temps un nom pour sa memoire, E l de monter a u ^ c i e l dans un hymne vainqueur; Mais c'est de resonner dans l a nuit du mystere, Pour l'ame sans echo d'un pauvre s o l i t a i r e Qui n'a qu'un son l o i n t a i n pour tout b r u i t sur l a terre Et d'y g l i s s e r ma voix par les fentes du coeur."2 1. La Pr i e r e de 1'Indigent, Premieres Meditations. 2. La Charite. 78 -Quelle eat done l a solution de l a misere? Laissons de cote ses projets d'homme po l i t i q u e et considerons seulement son oeuvre poetique. En envisageant l e salut du monde, i l s u i t de bien pres lea the'ories de Rousseau; c'est-a-dire l'e'galite' de tous et l e retour a une vie a g r i c o l e . "Ruche de nations, fourmilieres humaines, Ou l e s hommes du c i e l perdant 1*impression S'agitent dans l e trouble et dans l a corruption." 1 La nature leur i n s p i r e r a de nobles pensees et de nwrs ideaux. Tous t r a v a i l l e r o n t , et vivront en f r e r e s . La pauvre te sera bannie a. jamais, car l a stupidite et l a corruption de l'homme n'entraveront plus l a jouissance des dons prodigues par Dieu. "Vous vous a s s i s t e r e z dans toutes nos miseres, Vous serez l'un a l'autre enfants, peres, et meres; Le fardeau de chacun sera c e l u i de tous, La charite sera l a j u s t i c e entre vous. Le pardon, seul vengeur, remettra toute injure; La parole y sera serment sans qu'on l a jure* Votre ombre ombragera l e passant, votre pain Restera sur l e se u i l pour quiconque a faim; Vous l a i s s e r e z toujours quelques f r u i t s sur l a branche, Pour que l e voyageur vers sea levres l a penche, 1. La Chute d'un Ange - L i v r e P r i m i t i f . V o i r aussi Vigny - La Maison du Berger: "Laisse toutes l e s v i l l e s ; Ne ternie plus tes pieds, au poudre du chemin Du haut de nos pensers vois ces cites s e r v i l e s Comme les roes f a t a l s de l'esclavage humain." 79 Et vous n famasserez jamais que pour un temps Car l a terre pour vous germe chaque printemps, E t Dieu. qui verse d'onde et f a i t f l e u r i r ses r i v e s , S a i t au f e s t i n des champs l e nombre des convives." 1 Une atmosphere de charite', d'amour et de s a c r i f i c e emane de ce poeme, eomme d ' a i l l e u r s , de Jocelyn. L 1episode magnifique des Laboureurs n ' e s t - i l pas une v i s i o n de l a vie ideale, laborieuse et par suite calme et heureuse? Le passage evoque un sentiment du bonheur de l'au-dela; c'est un tableau de M i l l e t transpose en vers. S i won n'est jamais l i b r e quand on a du coeur 3,2 A l f r e d de Vigny f u t un des esclaves l e s plus malheureux. Jamais poete n*a chante l a sainte P i t i e d'une maniere plus elevee que Vigny. dont l a v i e , longue suite de douleurs l u i enseigna l e desespoir et l u i donna l e pouvoir de sonder les souffranees de l'humanite avec une bonte sublime. Son pessimisme profond, sa p i t i e pour l'humanite, sont en quelque sorte, l e soulagement de ses propres souffrances. Vigny est devenu penseur s o c i a l apres une lente revolution, y ayant ete amene par l'echec de ses ambitions m i l i t a i r e s et p o l i t i q u e s et aussi par l a maladie et des d e u i l s . II a quelques l i e n s avec l e s penseurs sociaux et r e l i g i e u x ; i l 1 . La Chute d'un Ange. 2. A l f r e d de Vigny - Correspondance 232. - 8 0 s u i t avec sympathie L tAvenir journal de Lamennais-1- et soutient l e s re'formes projetees par St. Simon, eerivant probablement sous cette influence, S t e l l o . Chatterton et le s chapitres d'introduction de Daphne. M« F l o t t e suggere l' i d e e que Marie Dorval a i n s p i r e cet amour du peuple; e l l e e t a i t , elle-meme, du peuple, e l l e connaissait l a misere et e t a i t c h a r i t a b l e . Cependant i l est bien probable que Vigny ne l u i doit pas beaucoup a cet egard. II faut reconnaitre tout d'abord que l a p i t i e chez Vigny n*offre pas grand*chose de commun avec l a p i t i e chez Lamartine et Hugo* C'est que Vigny ne se f a i t pas seulement l'avocat des miserables; sa p i t i e est universelle et s'e'tend a l'humanite toute entiere. Vigny est philosophe avant d'etre sociologue. On cherche en vain chez ce poete sto'ique quelque peu hautain, les elans pleins de vie de Victor Hugo et l e s attaques eloquents du re-formateur.. II s'eleve toutefois avec force contre l e s abus d e f i n i s . Eh 1830, periode d'emeutes e i v i l e s , i l exprime dans l e Journal son admiration des ouvriers, mais c'est 1* V o i r son appreciation de Lamennais et d'autres chefs d'ecole dans Paris* - 81 plutSt 1*admiration d'un aoldat devant l'hero'isme d'autres soldats. uLes ouvriers sont d'une bravoure de Yendeens, les soldats d'un courage de garde imperiale: Francais partout . . . Pauvre peuple, grand peuple peuple guerrier.*! I I se range definitivement du cote de l a classe l a plus nombreuse: les ouvriers, les laboureurs, les humbles de toutes sortes, et a'oppose a l a rapacite p r o l e t a i r e et l'he're'dite' proprie'taire. Le drame Chatterton appartient a cette grande campagne dans l a l i t t e r a t u r e francaise. La l u t t e entre l e capitalisme et l e p r o l e t a r i a t est une these a c t u e l l e , car cette l u t t e s'est aggravee. Dans l'Acte I, Scene i i , des ouvriers se plaignent au patron de manquer d'ouvrage et d'etre mal payes. John B e l l , type de patron impitoyable, est i n f l e x i b l e : "Les machines diminuent votre s a l a i r e ^ mais e l l e s augmentent l e mien; j'en suis tres fache pour vous, mais tres content pour moi. S i les machines vous appartenaient je trouverais bon que leur production vous appartint, mais j ' a i achete les mecaniques avec 1*argent que mes bras ont gagjne - f a i t e s de m§me, soyez l a b o r i eux et sur tout economes.i!2 Le Quaker l u i reproche cette durete' de coeur, 1. Journal - page 49. 2. Chatterton, Acte I , Scene i i - 82 qui reduit les habitants de toute une v i l l e a l'esclavage, mais puisque John B e l l se conforme les l o i s du pays, i l ne s'inquiete pas des l o i s de l'humanite'. II representee en e f f e t , cette societe ego'iste, qui a comme coeur un lin g o t d'or, et pour souverain pontife un j u i f usurier. Vigny s'apitoie sur une deuxieme classe d'hommes, les poetes* Cette these, brulante a l'epoque romantique nous semble tout a f a i t demodee aujourd'hui et toutefois les ravages du materialisme continue a etouffer toute preoccupation d'art. L ' i n t e r e t que porte Vigny au sort du poete l u i f a i t perdre de vue des miseres bien plus grandes et plus repandues* "Les parias de l a societe' sont les poetes;^ l e s hommes d'ame et de coeur, l e s hommes superieurs et honorables; tous l e s Pouvoirs l e s detestent parce q u ' i l s voient en eux leurs juges, ceux qui l e s condamnent devant l a p o s t e r i t e . " ! La societe' persecute l e poete au l i e u de l e re'compenser et de l e prote'ger. Le roman S t e l l o est une suite de conversations sur les fonctions s o c i a l e s , et sur l e supplice du poete. Chatterton, G i l b e r t et Chenier sont tous des victimes d'une societe qui ne les appre'cie pas. L'Etat 1. Correspondance, page 31 - 83 -devrait ae preoccuper du sort du poete. "C'est au l e g i s l a t e u r a querir cette p l a i e , l*une des plus vives et des plus profondes de notre corps s o c i a l . II ne l u i faut que deux choses: l a vie et l a reverie; l e Pain et l e Temps."1 De meme que Lamartine, Vigny condamne les grandes v i l l e s comme Londres et Pa r i s , centres de l a misere et de l a corruption, et e t a b l i t un contraste entre l a vie urbaine et l a v i e r u r a l e . Dans une l e t t r e a son ami Philippe Busoni (aout 1849), i l compare l e s Parisiens aux compagnards. LeB premiers ont ces visages sombres ou haineux, au regard de loup, les derniers sont de Bbeaux v i e i l l a r d s " et de "vigoureux enfants" qui sourient en t r a v a i l l a n t . Dans l e Journal, l e sentiment de degout que l u i i n s p i r e l a misere est essentiellement c e l u i d'un ar i s t o c r a t e . "Je hais l a misere, non parce qu*elle est l a pr i v a t i o n , mais oarce qu'elle est l a salete . . . . quand l a misere est un grenier avec une sorte de l i t a rideaux sales, des enfants dans des berceaux d*osiers une soupe sur un poele et du beurre sur lea draps dans un panier, l a biere 1. Chatterton - Introduction - ( l a meme idee se trouve aussi dans une l e t t r e au re'dacteur de l a Revue des  Deux Mondes). 84 -et l a cimetiere me semblent pre'ferables". A Comme proprie'taire, i l B*occupe du bien-etre de sea laboureurs et de ses metayers, assainiss&nt leurs maisons, par exemple, mais i l ne s'y i n t e r e s s a i t pas autant que Lamartine, Comme nous avons deja d i t , Vigny, tout en possedant l a p i t i e profonde, ne cherche pas d'habitude de traduire cette p i t i e ' en actions bienfaisantes. A r i s t o c r a t e , et sto'ique, i l regarde l e monde de l o i n , et l a misere l u i reste une par t i e de l a question philosophique du mal sur l a terr e . V i c t o r Hugo, vu a travers son oeuvre immense, semble se degager comme un croise dont l a vie a i t ete consacreea l a destruction d'un spectre - La Misere. Depuia sea premieres oeuvres l a p i t i e des pauvrea est une de ses inspi r a t i o n s l e s plus fecondes. On remarque, cependant, une evolution dans sa pitie'. D'abord, sa mise'ricorde est poetique mais assez conventionnelle; deja dans Hernani. Ruy Bias et Marion Delorme. i l exalte l e peuple et oppose ses vertus aux vices des courtisans, des princes et des r o i s . C'est l'amour du peuple qui se trouve dans ses drames, mais c'est aussi l e gout de l'antithese et du 1. Journal, page 131 - 85 -melodrame. II exprime sa haine des dynasties dans ces vers trop souvent declamatoires, par l a bouche des personnages qui sont eux-memes des antitheses vivantes. Cependant l e sentiment de l a cle'mence et de l a grace inspirent quelques-uns des plus beaux passages lyriques e c r i t s par Hugo* Les premieres essais poetiques revelent un jeune r o y a l i s t e , ebloui des h a t a i l l e s de Hapoleon et enivre de ses souvenirs enfantins d'Espagne, mais deja dans l e s Odes i l e c r i t l e s Yierges de Verdun poeme qui peut compter comme un des premiers j e t s de p i t i e pour l e s condamnes, quoique ce s o i t l e r e c i t meme qui nous frappe et non 1*emotion. Les F e u i l l e s d'Automne marquent un progres considerable. A mesure q u ' i l re'flechit sur l e s grands problemes humains, i l ecoute l a voix de l'homme qui pleure dans sa misere. Cette pitie* generale se revele, par exemple, dans C'est une Chose Grande. Four l e s Pauvres f a i t appel aux ric h e s . Ce poeme est l'e'cho de bien des passages de Bossuet; l e poete exhorte l e s riches a donner pour p l a i r e a Bieu et pour l e u r assurer 1'entree au Paradis. "Donnez. r i c h e s ! L'aumone est soeur de l a priere - 86 Donnez*. pour etre aime's de Dieu qui se f i t homme Pour que l e mechant meme en s'inclinant vous nomme, Pour que votre foyer s o i t calme et f r a t e r n e l Donnez'. a f i n qu'un jour, a votre heure derniere, Contre tous vos peches vous ayez l a pr i e r e D'un mendiant puissant a u c i e l . " 1 La Prie r e pour Tous n'ajoute r i e n de nouveau, mais l e poeme est exquis. C'est l a p i t i e tendre et sincere d'un homme profondement heureux, entoure de ses enfants adores. Au comble-du honheur supreme, on se sent toujours facilement a t t r i s t e par l e s malheurs d'autrui, on aimerait f a i r e partager son honheur a tous. II demande a sa f i l l e de p r i e r pour l e s malheureux. "Toutes ces ames en disgrace Ont hesoin qu'on les debarrasse De l a v i e i l l e r o u i l l e du corps ^3ouf f r e n t - e l l e s moins pour se t a i r e ? Enfant! regardons sous l a t e r r e i II faut avoir p i t i e des morts." 2 Le poeme Dieu est Toujours l a des Yoix Interieures contient des passages analogues aux precedents. Dans les premiers recue i l s l a c h a r i t e s'offre comme seul remede a tous l e s maux car c'est par e l l e que Dieu seeourt l e s pauvres. "Cet ange qui donne et qui tremble, C'est l'aumone aux yeux de douceur, Au front credule et qui ressemble 1. Pour l e s Pauvres - F e u i l l e s d'Automne. 2. La Pri e r e pbur~fous - F e u i l l e s d'Automne - 87 -A i a foi,dont e l l e est l a soeur ..Donnez mechants, Dieu vous pardonne Donnez 8 bons, Dieu vous benit."! Le Mendiant des Contemplations est aussi l a g l o r i f i c a t i o n de l a charite; un mendiant e'puise est secouru; puis transfigure, et 1'hote c r o i t v o i r l e C h r i s t . Les Contemplations chantent une p i t i e beaucoup plus profonde. Le poete a eprouve bien des chagrins depuis i a Prie r e Pour Tous. i l est en e x i l , i l a e'te en d e u i l , et i l a vu 1'echec de toutes ses aspirations p o l i t i q u e s . II ne se contente plus de chanter l a douce Charite, i l veut soulager l e s miseres et i l y v o i t un devoir sacre: "Nul de nous n'a l'honneur d*avoir une vie qui s o i t a l u i ' * 2 , et v o i l a que sa sympathie se prodigue sur des miseres q u ' i l a du v o i r bien des f o i s . Melancolia est un monument magnifique eleve aux souffrants. La societe' est divisee en deux categories: l e s gens qui c r u c i f i e n t , et ceux qui sont c r u c i f i e s , mais i l conclut en faveur de l a foule qui est "un chaos ou sont en germe toutes l e s miseres mais aussi toutes lea grandeurs". 3 La misere et l a faim seules sont responsahles de tous l e s Dieu est Toujours l a - Voix Interieures - v o i r aussi dans 1. Le Pape l'eloge de l a charite - page 50. 2. Contemplations - Preface 2. 3. Hote de Berret, page 116. - 88 -vices et de tous l e s crimes: "La faim. c'est l e renard de l a prostituee C'est l e "baton fe r r e du bandit, c'est l a main Du pale enfant volant un pain sur l e chemin C f e s t l a f i e v r e du pauvre oublie, c'est l e ra l e Du grabat naufrage dans 1'ombre sepulcral Pendant que tout v i t 6 Dieu. dans t a clernenee. Pendant que l a Nature, en ses profondeurs fauves F a i t manger l e chacal, I'once et l e b a s i l i c L'homme expire! - Oh! l a faim, c'est l e crime public C'est 1'immense assassin qui sort de vos tenebres." 1 Le poete met en scene l e s i n f or tune's qui ne peuvent plus gagner de quoi se nourrir, et qui sont repousses par l a societe - l a prostitue'e, l e v i e i l ouvrier, et l'homme de genie. Le poeme Misere a l e meme sujet; l a faim est l a source de tous l e s maux.2 Ceux qui meurent de faim sont conside'res comme des criminels. La charite et l'aumone ne suffieent plus, i l faut relever l e s miserables. Dans l a Legende des S i e c l e s , r e c i t s hero'iques des temps passes, on trouve aussi l a g l o r i f i c a t i o n des humbles. Signalons l e devouement sublime de Jeannie et de son mari dans Les Pauvres Gens, poeme d'une sixnplicite' exquise. C'est l e pauvre qui secourt sans h e s i t a t i o n l e s gens moins fortunes que l u i , meme au p r i x des s a c r i f i c e s 1. Melancolia - 265. 2. C'est l a these souvent repetee dans Claude Cueux et dans Les Miserables. - 89 » enormes• C'est peut-etre l'eloge l e plus Eloquent de l a p i t i e 7 que Hugo a i t jamais e c r i t . La misere done est une des grandes preoccupations de "Victor Hugo; i l tache d'ameliorer l e sort des pauvres en indiquant leurs besoins aux ric h e s . II s'adresse non seulement a l a generosite i n d i v i d u e l l e , mais aussi au gouvernement, car l a misere est une question d'etat. Bans son discours sur l a Misere, i l evoque les privations effroyables des pauvres. "II y a dans Paris dans ee faubourg de Paris que l e vent de l'emeute soulevait naguere s i aisement, i l y a des rues, des maisons, des cloaques, ou des f a m i l i e s entieres, vivent pele-mele, hommes, femmes, jeunes f i l l e s , enfants, n'ayant pour l i t s , n'ayant pour vetements. j ' a l presque d i t pour vetements que des monceaux in f e c t s de chiffons en fermentation ramasses dans l a fange du coin des bornes, espece de funnier des v i l l e s ou des creatures humaines s'enfouissent toutes vivantes pour echapper au f r o i d de l ' h i v e r . B l Le pauvre meurt de faim ou bien cherche sa nourriture dans les debris des charniers. Be tela f a i t s sont des torts non seulement envers l'homme, mais 1'existence de t e l l e s conditions est un crime envers Bieu. Le gouvernement a f a i t des l o i s contre 1'anarchie, a l u i de f a i r e maintenant des l o i s eontre l a misere. 1. Actes et Paroles; La Misere - 9 j u i l l e t 1849. - 90 -Les suites de cette p r i v a t i o n menaeent d'ebranler l a societe entiere. E t quelles sont ces suites? C'est l e crime, mine de l'homme, c'est l a p r o s t i t u t i o n , et c'est l e supplice de 1'enfant. Le premier probleme sera discute dans l e chapitre suivant; considerons un peu i c i , l e s deux autres. T i c t o r Hugo a d i t : "Qui n'a vu que l a misere de l'homme n'a r i e n vu, i l faut v o i r l a misere de l a femme; qui n'a vu que l a misere de l a femme n'a r i e n vu, i l faut v o i r l a misere de 1'enfant." 1 Ces deux problemes ne sont indiques que dans l'oeuvre de Hugo, car l e s autres poetes romantiques ne suivent pas ce developpement du probleme. En e f f e t , l e dix-neuvieme s i e c l e marque l'e'closion du feminisme; on s'occupe de l a femme tyrannisee par son mari, et de l a femme excommuniee de l a societe, vietime de cette socie'te', puisqu'elle se vend pour v i v r e . "On d i t que l'esclavage a disparu de l a c i v i l i s a t i o n europeenne. C'est une erreur. II existe toujours, mais i l ne pese plus que sur l a femme et i l s'appelle p r o s t i t u t i o n . " 2 La socie'te f a i t r e s s o r t i r l a f a i b l e s s e humaine, au l i e u de 1. Les Miserables. 2. I b i d , Tome page 336. (cf. Musset La Confession d'un  Enfant du S i e c l e page 109.) "Lorsque autrefois I'oppresseur d i s a i t , " A moi l a t e r r e ! A moi l e c i e l ! A present que repondra-t-il? La (page suivante) - 91 -c u l t i v e r l a noblesse qui est au fond de chaque ame. Le romantisme, s i epris de l'antithese, v o i t chez l a courtisane et l a prostituee de nobles qu a l i t e s ; ces femmes sont capables d'un grand amour qui permettent l a redemption de ces femmes et d'heroiques s a c r i f i c e s (La Dame aux Camelias et Marion Delorme). Dans Marion Del or me, Hugo met en scene l a e our tisane rachete'e par 1'amour a qui 1* amour et l e s a c r i f i c e ont r e f a i t une virginite'. Dans Angelo l e theme est analogue, Thisbe. l a courtisane s'immole pour rendre heureuse l a femme pure. La poe'sie de V i c t o r Hugo contient de nombreux exemples de cette pitie' qui tend l a main aux parias de l a societe. Dans l e poeme Sur l e Bal de l'Hfrtel de V i l l e . Hugo plaide pour ces malheureuses aupres des femmes fetees au "bal. Ces dernieres n'ont pas l e d r o i t de mepriser leB soeurs infortunees qui ont ete l e s jouets de l a destinee . * "Vous a qui l e bonheur c o n s e i l l e l a vertu, Vous qui contre l e mal n'avez pas combattu A qui jamais l a faim. empoisonneuse infame H'a d i t - Yends-moi ton corps, c*est-a-dire ton ame•"x Un episode de Melancolia met en scene une pauvre femme 2. (page , suite) dlhauche succede a 1'amour, l a p r o s t i t u t i o n , qui n'est autre chose que I'esclavage.'^ 1. Chants du CrepuBcule. - 92 -decharnee, maigre et hleme qui sera plus tard, Fantine. K i l e avait gagne sa v i e par son a i g u i l l e * l'ouvrage manqua, et a dix-sept ans e l l e dut se vendre corps et ame. La faute n'est pas a ces malheureuses qui tombent pour avoir de quoi se nourri r . "La faute est a nousj a t o i r i c h e ! a. ton o r l " ! Pantine s'adonne au vice quand l e t r a v a i l l u i manque, e l l e s'y adonne a contre coeur et seulement apres avoir vendu jusqu'a ses cheveux et ses dents a f i n de pourvoir a son enfant adoree. C'est une decheance sublime* et cette pauvre Fantine me'rite bien une place parmi l e s autres martyres; c'est son amour et ses s a c r i f i c e s pour son enfant qui l a canonisent. On trouve chez Francois Coppee l a meme sympathie pour ces parias, et l a meme antithese que chez Hugo. La Mere Uourrice presente une prostituee qui f a i t son metier pour nourrir son enfant. " J ' a i manque d'indulgence envers t o i , pauvre a c t r i c e Tu f a i s a i s ton metier pour que ton enfant eut du l a i t . La maternite t'a rendu l a pudeur."2 La Societe seule est responsable de cette decheance; tant q u ' i l y a du t r a v a i l , l a femme du peuple est modeste, 1. 2. 0 H'Insultez Jamais une Femme qui tombe. La generosite de l a prostitue'e se trouve aussi dans L'Aumone. 93 -douce et vertueuse 1, quand l e t r a v a i l manque, l a Faim l a mene a sa chute. L'enfance est une des ins p i r a t i o n s l e s plus heureuse de V i c t o r Hugo, qui a toujours aime et gate l e s enfants, d'abord l e s siens, puis ses p e t i t s enfants. II s a l t p a r t i c i p e r & leurs j o i e s et a leurs petites tragedies et i l s a l t l e s reproduire dans sa poesie avec une sympathie exquise. Cependant i l ne se contente pas de jouer l e r o l e de grand-pere aux siens: i l se sent l'a'ieul de tous les enfants et l e protecteur de tous l e s f a i b l e s . °Mon coeur est sans f r o n t i e r e , et je n'ai pas d'endroit Ou f i n i s s e 1'amour des p e t i t s et l e d r o i t P.es f a i b l e s , et l»appui qu'on doit aux miserables. a% Le bien-etre et l e bonheur sont l e s d r o i t s de tous l e s enfants mais l a Societe reconnait trop rarement son devoir aupres des orphelins et des enfants indigents. "Helas l e bonheur est leur d r o i t . S ' i l s ont faim, l e paradis pleure Et l e c i e l tremble, s ' i l s ont f r o i d . La misere de 1'innocence Accuse l'homme vicieux L'homme ti e n t l'ange en sa puissance. w 3 1. Regard Jet4 dans uneMansarde. 2. L'Art d'Etre Grand-pere - Q,ue Voulez-vous ? 3 . I b i d - Les EnfantB Pauvres. - 94 Pendant son e x i l i l of f r e un repas hebdomadalre aux enfants -pauvres. a huit enfants d'abord. puis a quinze. a vingt et plus tard, a quarante. II les y i n v i t e a l a j o i e , et au r i r e , heritage incontestable de l'enfance. A Noel i l y a un grand diner, un arbre de No'el et des e'trennes pour une centaine d*enfants. Cette charite est une oeuvre de propagande aussi car l e poete espere enseigner des l'enfance, l a f r a t e r n i t e des hommes. "Semons 1*amour. C'est a i n s i que nous apaiserons l'avenir."* 1 et plus l o i n , "Ceci n'est pas de l*aum&ne, c'est de l a f r a t e r n i t e . . . • C'est l a communion avec nos freres moins heureux. Nous apprenons a les s e r v i r , et i l s apprennent a nouB aimer. a2 II demande aux riches des aumones pour les pauvres, tout en le u r repetant que l*aum6*ne n'est qu'un p a l l i a t i f -secourir l e s miserables, ce n'est pas a b o l i r l a misere. C'est V i c t o r Hugo qui aurait inspire' l a fondation a Londres d'une societe qui secourut en 1868, cent quinze m i l l e enfants, et son exemple charitable eut des imitateurs 1. Actes et Paroles - Les Enfants Pauvres - Tome , page 424. 2. Ibid - Banquet des Enfants 1862. - 95 -partout, Le poeme Rencontre, i n s p i r e par une "chose vue", n'est qu'un pur sanglot. Hugo met en scene quatre orphelins qui mendient pour v i v r e . Que de d e t a i l s pathetiques et navrants dans ce p e t i t poeme! La gene'rosite de ces enfants qui partagent un seul morceau de pain contraste d'une maniere saisissante avec l a durete des riches qui ne veulent pas partager leur ahondance. Gavroche, l u i a u s s i . se f a i t l e protecteur de deux autres enfants . ahandonnes comme l u i et i l s'occupe de ses prote'ges avec un devouement p a r f a i t . Gamin, criminel meme, c'est cependant un heros, qui meurt en martyr. Ce spectacle nous emeut en provoquant en nous l a c r i t i q u e d'une socie'te sans coeur. "Car souvent on l e s hat, on l e s chasse toujours! C'est a i n s i qu*innocents condamnes, tous l e s jours l i s pas sent, af fame's, sous mes murs, sous les votres E t q u ' i l s vont au hasard, l'aine' menant l e s autres." 1 L ' e x p l o i t a t i o n des enfants dans l e s usines est l e plus effroyahle des crimes sociaux. Le t r a v a i l , et l e taudis nuisent non seulement a l a sante physique mais aussi a l a sante i n t e l l e c t u e l l e et morale. Joyeuse Vie evoque 1. Rayons et Omhres - Rencontre. 96 -un tableau de l'enfer dans sa des c r i p t i o n des caves de L i l l e . Un episode de Melancolia demontre bien sa p i t i e pour l e s p e t i t s enfants de huit ans qui t r a v a i l l e n t dans les meuleries ou s c i e r i e s : " I l s vont de l'aube au s o i r f a i r e eternellement Bans l a meme prison, l e meme mouvement. Accroupes sous l e s dents d'une machine sombre* Honstre hideux qui mache on ne s a i t quoi dans 1*ombre. Innocents dans un bagne, anges dans un enfer I l s t r a v a i l l e n t . ' ? 1 Bans Aubin l e poete plaide l a cause des mineurs qui recoivent 8i peu d'argent pour un t r a v a i l tres dur dans des souterrains a l ' a i r vieie'. Le b r u i t est effrayant et l e danger y rode a tout moment. Aubin. jeune f i l l e de seize ana. orpheline, - son pere est mort et sa mere est f o l l e , - se prostitue pour nourrir son f r e r e estropie. Ce supplice de 1*enfant est un-spectacle digne du grand Bante. L'humanite est un gouffre au fond duquel gemit une foule miserable. Les c r i s de 1*enfant dominent ceux de 1'adulte parce que sa souffranee est l a plus aigue. "Les o r i s d*enfant surtout venaient a mon o r e i l l e 1. Melancolia - Les Contemplations. Voir aussi Vigny, Chatterton, Acte I,Sc. i i . "Y a - t - i l dans l e bourg de Norton une seule f a m i l i e qui n'envoie ses p e t i t s garcons et ses f i l l e s tousser et p a l i r en t r a v a i l l a n t tes laines?" V o i r aussi - Mrs. Browning, The Cry of the Children. - 97 -Car dans cette n u i t - l a , gouffre ou l'e'quite v e i l l e La voix des innocents sur tout autre prevaut, C'est l e c r i de 1'enfant qui monte l e plus haut." 1 Y a - t - i l une„„8olution du probleme de l a misere? V i c t o r Hugo c r o i t fermement a une amelioration prochaine* Le t r a v a i l et 1*education pour tous, v o i l a l a route q u ' i l faut suivre pour a r r i v e r a l'utopie de l'ave n i r . La science, base de l a ve'rite et du Progres i n e v i t a b l e , peut reme'dier a toute misere, et r e h a b i l i t e r tout p a r i a , d i t l e poete dans les poemes, Pleine Mer et P l e i n C i e l . Les coeurs a t t e n d r i s , et 1'amour f r a t e r n e l comptent plus que l a l e g i s l a t i o n juste mais f r o i d e . Le poeme Fr a t e r n i t e (L'Art d'Etre Grand-pere) est comme un vaste hymne d'espoir. On peut y trouver dans cette soutenance de l a bonte innee des hommes 1'influence de Jean Jacques Rousseau. rtHon ce n'est pas errer et rever que de c r o i r e Que l'homme ne nait point avec une ame noire, Que l e bon est latent dans l e p i r e , et qu'au fond Peu de fautes vraiment sont de ceux qui l e s font • » » • L'homme est l e vain drapeau d'un s i n i s t r e e d i f i c e , Tout s o u f f l e qui fremit, f l o t t e , serpente. g l i s s e E t passe, i l l e subit, et l e pardonest du A ce h a i l l o n vivant dans l e s cieux eperdu.^ 2 Mais en depit du spectacle navrant que presente l a t e r r e , 1. 2, L'Art d'Etre Grand-pere - Fr a t e r n i t e . 98 -et l'echec de t a n t d ' e f f o r t B vers 1*amelioration, Hugo affirme sa f o i dans l e Progres. "Je reve l'equite', l a v e r i t e profonde, L'amour qui veut, l ' e s p o i r qui l u i t , l a f o i qui sonde, Et l e peuple e c l a i r e , plutot que chatie Je reve l a douceur l a bonte, l a p i t i e E t l e vaste pardon." 1 Chacun a sa part dans cette grande oeuvre du Progres, l'homme de science, l'homme d'Etat, l e poete, l'homme ri c h e , l e bourgeois a i s e , mais c'est l e poete qui est l'eelaireur. Les pontes romantiques, surtout Hugo, ont cree' u n Evangile moderne; i l s ont f a i t renaltre l ' e s p r i t et l a doctrine du Ch r i s t . x * F r a t e r n i t e - L'Art d'Etre Grand-pere. CHAPITRE V Les Lois Penales L'humanitarisme de l a generation romantique est I'elargissement de l a pitie* prodigue'e aux pauvres, car c'est l a p i t i e etendue aux pauvres que l a socie'te juge n u i s i b l e . Les hommes de l e t t r e s re'clament l a j u s t i c e pour les criminels, et non seulement l a j u s t i c e , mais l e pardon et l'amour f r a t e r n e l a u s s i . Le code criminel du temps ne v i s a i t qu'un seul hut — l a vengeance de l a socie'te outragee. Selon les ecrivains, c'e'taient les criminels qu'on outrageait, car l a socie'te leur r e f u s a i t 1*e'ducation, l e t r a v a i l et l e moyen de se r e h a b i l i t e r . Done, l e p r i -sonnier, ou meme l e condamne' a mort, n'est pas un pa r i a , c'est, au contraire l e plus malheureux de nos fre r e s et l e plus a. plaindre. On demande l a reforme des prisons, qui ne servent qu'a aggraver l e crime, et l ' a b o l i t i o n de l a peine de mort. Ce zele reformateur qui se manifeste dans des appels eloquents au r o i , au gouvernement et au peuple, n'a pas d'apologistes plus eloquents que les poetes romantiques Hugo est le plus noble de tous, car pendant 100 toute sa v i e i l a consacre" son genie a ceux que l a societe' repousse. Ce mouvement humanitaire ne se l i m i t e pas a l a France. En Angleterre, Charles Dickens attaque l a severite du code criminel et les conditions epouvantables des prisons, dans Barnaby Rudge. Oliver Twist est un plaidoyer contre 1*injustice sociale qui est responeable du crime. Partout un sentiment C h r e t i e n de douceur et de pardon se developpe. T o l s t o i , grand e s p r i t humanitaire, resume plus tard cet i d e a l dans l e dernier chapitre de Resaurrection, un des plus beaux plaidoyers en faveur de l a j u s t i c e et de l'amour f r a t e r n e l . A quoi bon l a punition? E l l e n'amoindrit point l e crime et ne reforme pas l e cr i m i n e l . La societe' a pu se proteger, non par des punitiona, mais par l a p i t i e . C'est i c i l a meme doctrine du salut du monde par l'amour que c e l l e des poetes romantiques, surtout de Vic t o r Hugo, qui l'exprime en accents ineffables rappellant ceux du C h r i s t . Comme nous l'avons deja f a i t remarquer 5l'humani-tarisme pratique ne se v o i t pas beaucoup dans l a poe'sie de Lamartine. Comme poete i l ne tache pas d'ameliorer l e sort des criminels, mais comme homme p o l i t i q u e , i l projette l a reforme des l o i s criminelles et des prisons, en re'clamant l a compassion et l a douceur pour les criminels. C'est pour c e l a que des malheureux innombrables ont vu en Lamar-tine un protecteur assure', trouvant dans sa p i t i e une con-so l a t i o n re'ge'neratrice. II demande l a suppression du bagne, - 101 du systeme q e l l u l a i r e pour les peines qui ne depassent pas huit ou dix ans, et au dela de cette l i m i t e l a deportation. En 1848, i l plaide avec Victor Hugo, 1'abolition de l a peine de mort. Pour l u i les criminels ne sont pas des parias q u ' i l faut rayer de l a societe, mais des malheureux tour-mentes par leur propre conscience et susceptibles d'amelio-ra t i o n s ' i l s ne sont pas a v i l i s par l a vie de prison. "Sauf chez les plus endurcis, l a pensee de son crime rend l a conscience du condamne" aussi sensible que c e l l e de l'homme honnete et l i b r e . On ne doi t done exclure l'in c u l p t e d'aucun p r i v i l e g e pour l u i permettre de s'unir aux hommes de bie n . I l 1 Chez Vo l t a i r e et chez Hugo aussi l a conscience joue le m^ me r6le j u s t i c i a i r e et expiatoire.2 Selon Lamartine, l a j u s t i c e humaine qui se base sur l a vengeance est l o i n d ' i t r e i n f a i l l i b l e . "La j u s t i c e aujourd'hui peut-§tre crime un jour."3 Le code s o c i a l se transformera cependant, car un jour l'amour f r a t e r n e l et le pardon remplaceront l a haine et l a vengeance: "La charite sera l a j u s t i c e entre vous Le pardon seul vengeur, remettra tout injure."4 1. Harris, Lamartine et Le Peuple, p. 203. 2. La Conscience. 3. La Chute d'un Ange, Livre P r i m i t i f . 4. Ibid. 102 II n'y aura done pas besoin de roi s ni de juges puisque ceux-la ne repre'sentent que le pouvoir p o l i c i e r , et meme l'assassinat: "Vous n'etablirez point de juges ni de roi s Pour venger l a j u s t i c e , ou vous f a i r e des l o i s ; S i devant le Seigneur un homme f a i t le mal, N'ayez pour le juger ni l o i , ni tribunal; Pour venger par l a mort l a mort de l a victime Ne donnez point au juge-un meurtre legitime; Ne sachez pas le nom de cet homme de sang Qui simule un f o r f a i t tout en le punissant. Quand du bien et du mal tout coeur a l a science, l e juge et le bourreau sont dans sa conscience: Jusqu'a ce qu'au remords le crime a i t s a t i s f a i t , La peine du coupable e"gale le f o r f a i t ; Et par l a l o i d'en haut l a j u s t i c e .outragee Ne se t a i t dans son coeur que quand e l l e est vengee' Lamartine soutient toujours 1 ' i n v i o l a b i l i t e de l a vie hu-maine. Indigne de l a sentence prononce'e contre les quatre ministres, i l e c r i t Contre l a Peine de Mort ou i l f l e ' t r i t cette barbarie moderne. II demande aux roi s et au peuple de l ' a b o l i r et d'ouvrir a i n s i une &re nouvelle. "Que dans ses reves seuls l'humanite tenta, Proscris des codes de l a terre La mort que le crime inventa.' Rempli de ta vertu, l ' h i s t o i r e qui l a nie, Reponds par tant de gl o i r e a tant de calomnie Laisse l a p i t i e respirer.' Jette a tes ennemis des l o i s plus magnanimes, Ou s i tu veux punir, i n f l i g e a tes victimes Le supplice de t'admirer."2 1. La Chute d'un Ange, Livre P r i m i t i f . 2. Contre l a Peine de Mort. 103 Ce poenie est un c r i lyrique plutot qu'une denonciation; Lamartine n'est pas capable d'un plaidoyer tout pur, car i l l u i manque l a vehemence de V i c t o r Hugo. Dans sa poesie, Lamartine est un i d e a l i s t e et un reveur d'utopies, non un reformateur zele. Cependant chez l u i l a f r a t e r n i t e et l a clemence touchent de bien pres au sublime, comme dans le passage suivant, qui resument en e f f e t l'amour ineffable et misericordieux du Christ . MEn retour du pardon que le c i e l nous accorde Le plus beau don de l'homme est l a misericorde. II l a doit a son f r e r e , a. soi-meme, a c e l u i 0,ui seul a d r o i t de juger et de venger sur l u i ; La vengeance ou l'erreur inventa le supplice: Ce monde v i t de grace et non pas de j u s t i c e . " ! A l f r e d de Vigny ne s'est jamais fa.it defenseur des criminels, mais i l compatit avec eux, car i l soutient que tous les crimes et tous les vices ont leur source dans l a faiblesse et ne meritent done que l a p i t i e . 2 Une fable dans son Journal c r i t i q u e l a societe qui empeche le criminel de se r e h a b i l i t e r . C'est l ' h i s t o i r e d'un condamne a mort qui s'est echappe, et qui mene une vie honnete et i l l u s t r e a l'etranger. Cependant on l'arr©te et 1'execute. "Done les juges condamnent un scelerat, mais l e 1. La Chute d'un Ange. 2. Journal d'un Poete, p. 32. - 104 -bourreau tue un homme re'genere, moral et C h r e t i e n . u l Dans le morceau Les Trois Porcata, Vigny censure l a durete de coeur de son temps. Ces tr o i s forcats sont meprises et repoussea par l a societe, quand i l s tachent de mener une vie bonnete. On leur demande: "Qui etea-voua? . Noua ne sommes paa voa ennemia. Noua avons heurte l a societe dans aes l o i a , mais jamais noua n'avona f a i t mourir le citoyen. Etrangers, noua vous demandona qui vous §tes, et voua nous repondez ce que vous n'§tes pas. Noua sommes forcats libe'res. . Retirez-voua et mourez de faim." 1 C'est i c i une ebauche de l a theae que Victor Hugo a elargie dans Lea Miae'rables. Le poeme Wanda laiase voir le martyre des Russes condamnea pour dea Crimea d'etat et l'heroique devouement de leurs femmes qui lea auivent en Siberie. Vigny proteate i c i contre l a tyrannie des r o i s , qui mettent au supplice des families entieres au l i e u de d i r e : ' , J'ai p i t i e , je f a i a grace; L'ancien crime est lave par lea martyrea nouveaux." 2 Vigny comme Lamartine, defend l a vie dea quatrea ministres, et reclame, a pluaieura reprises l ' a b o l i t i o n 1. 2. Lea Trois Forcats. Wanda. 105 de l a peine de mort, selon l u i n l a trace l a plus douloureuse du barbarisme de l a s o c i e t e " . ^ Cette penalite supreme a ete abolie par le s a c r i f i c e du Ch r i s t , i l y a deux m i l l e ana. Sur le Mont des O l i v i e r s , le Christ d i t au Pere E t e r n e l : "Pere . . au nom du passe que je lave, Par le sang de mon corps qui souffre et va f i n i r , Versons-en l a moitie pour laver 1'avenir.' Pere liberateur.' j e t t e aujourd'hui, d'avance, La moiti6 de ce sang d'amour et d'innocence Sur l a tete de ceux qui viendront en disant: 'II est permis pour tous de tuer 1' innocent 1. 1 , 2 Ne peut-on voir dans les paroles de l a Marechale d'Ancre, femme tendre et bonne, l a denonciation de l a peine de mort au moins a l'egard des crimes politiques? Le passage suivant, t i r e de l a scene ou e l l e se defend devant ses juges, est l'echo de bien des passages de V o l t a i r e et de Victor Hugo: w Qu'est-ce que votre bourreau? Un assassin de sang-froid, qui n'a pas l'excuse de l a fureur. II 6te au coupable le temps du repentir et du remords; souvent i l donne ce remords au juge, messieurs, et toujours a l a nation le spectacle et le gout du sang."3 La p i t i e de Vigny s ' e l a r g i t pour compatir avec 1. 2. Le Mont des O l i v i e r s . 3. Acte i v , Scene v i i . 106 -le plus grand criminel de l a creation, Satan, l'ange du mal. Eloa, l a p i t i e celeste de-venue femme, v o i t toujours "un Ange malheureux qui de l o i n 1 1implorait". E l l e va a son secours, e l l e l'aime et se s a c r i f i e pour l e sauver, mais au l i e u de le sauver, e l l e devient son esclave et sa victime. Dans sa Correspondance, Vigny projette une suite a Eloa. II imagine de sauver Satan par l a bonte divine d'Eloa, d'abolir me*me l'enfer par l a vertu toute puissante de l'amour et de l a p i t i e . Les voutes de l'enfer s'ouv-rent pour l a i s s e r passer Eloa et l'ange, et une voix i n -effable prononce: "Tu as ete assez puni pendant le temps: tu as assez souffert, puisque tu fus l'ange du mal. Tu as aim£ une f o i s : entre dans mon eternite. Le mal n'existe p l u s . " l Cependant,comme defenseur des criminels, Victor Hugo depasse de bien l o i n Lamartine et Vigny. La clemence, le pardon et l'amour dans les relations entre le criminel et l a societe, v o i l a l a these repe'tee sans cesse dans ses oeuvres. C'est un systeme philosophique et c'est aussi un sentiment, c'est l'elan d'un coeur compatissant. II accuse l a Societe* d'avoir a v i l i les pauvres en leur refusant 1. Correspondance, p. 261. 1G7 1'education et le t r a v a i l . Le criminel done est malheureux mais i l n'est pas coupable. "Quand done comprendra-t-on qu'un coupable est un ignorant?" 1 Hugo reprend l a doctrine de l a bonte' innee de 1'hommes "Tout homme nait bon, pur, ge'nereux, juste, probe, Tendre et toute ame £clot e t o i l e aux mains de Dieu. Si ce coeur est glace, c'est qu'on eteint son feu, Si cette a i l e est cassee et s i cet e s p r i t boite, C'est qu'on l ' a comprime dans une cage e t r o i t e , Si cet homme est affreux, c'est qu'on nous l ' a jete Dans un moule de crime et de difformite."2 Pendant toute sa longue v i e , Hugo a comme devise "Mort a l a mort" meme quand i l s'agit des criminels. II tache par ses e c r i t s et par de nombreuses interventions personnelles d'abolir l a peine de mort. II n'hesite pas a plaider aupres du r o i en 1829 pour un courtisan. En 1830, i l plaide l a cause des quatre ministres comme l'ont f a i t Lamartine et Vigny. En sa qualite de pair de Prance i l demande en vain des peines moins severes pour deux hommes qui avaient t i r e sur le r o i . Puis en 1839, i l s'adresse a Louis-Philippe pour demander l a grace d'un condamne a mort, Armand Barbea. "Par votre ange envole a i n s i qu'une colombe 1. Actes et Paroles, Geneve et l a Peine de Mort, 1862. 2. La P i t i ^ Suprime, p. 125. 108 Par ce royal enfant, doux et fr§le roseau.' Grace encore une f o i s l grace.au nom de l a tombe.' Grace au nom du berceau.'"1 En 1848, i l vote contre l a peine de mort dans 1'Assemblee Constituantej l'annee suivante un avocat de Daine demande a Hugo d'intervenir pour son c l i e n t qui a l l a i t £tre execute. Hugo s'adresse au president, mais l a grace n'est pas accordee. En 1851, pendant le proces de son f i l e , i l plaide eloquem-ment l ' a b o l i t i o n de l a peine de mort. La meme annee a l i e u 1'affaire Tapner et le poete consacre toutes ses forces a sauver le malheureux. II e'crit des l e t t r e s aux habitants de Guernesey, et i l e c r i t a Lord Palmerston, mais sans succes. En v r a i missionnaire, Hugo tache de repandre ses idees humanitaires dans d'autres pays. II demande le pardon de John Brown en Amerique, qui a combattu hero'ique-ment pour l a delivrance des esclaves, appel base sur 1'humanitarisme et sur l'unite des Etats-Unis. Hugo semble prevoir l a guerre c i v i l e en disant que s i John Brown est execute, n i l f e r a i t a 1'Union une f i s s u r e latente qui f i n i r a i t par l a d i s l o q u e r . " 2 1. Rayons et Ombres. 2. Actes et Paroles, Tome 2, p. 239. - 109 -En 1862 i l e c r i t une l e t t r e au redacteur de 1'Independance Beige a ce meme sujet, et l a meme annee i l s'adresse a l a v i l l e de Geneve qui vient de voter en faveur de l a peine de mort. En 1865 i l developpe le meme sujet dans .une l e t t r e aux I t a l i e n s . II demande l a grace de l'empereur Maximilien, mais sa l e t t r e a r r i v e trop tard et l'empereur est execute. En 1879, i l demande au Senat l'amnistie pleine et entiere des condamnes de 1871: uEn p o l i t i q u e , oublier c'est l a grande l o i . La guerre c i v i l e est une faute. . . Sur une vaste faute, i l faut un vaste ou b l i . Ce vaste oubl i , c'est 1'amnistie."1 Cette grande oeuvre humanitaire nous f a i t dire de Hugo ce que ce dernier a d i t de V o l t a i r e . "Alors . . . tu poussas un c r i d'horreur et ce sera ta gl o i r e immortelle."2 II y a une grande a f f i n i t e entre V o l t a i r e et Hugo — "reclamer 1'heritage des de'she'rites, prote^ger les f a i b l e s , les pauvres, les souff rants, les aecable's, l u t t e r pour les persecutes et les opprimes, c'est l a guerre de Jesus-Christ, et quel est l'homme qui f a i t cette guerre? C'est V o l t a i r e . " 3 Hous y ajoutons "C'est Victor Hugo aus s i . " La clemence est le devoir de tous, mais c'est 1. Actes et Paroles, T. 2, Discours sur 1'Amnistie, le 28 f<§vrier, 1879. 2. Ibid, Le Centenaire de V o l t a i r e , 1878. 3. Idem. 110 le devoir transcendant du souverain. V o i l a un des themes favor i s de Hugo, theme qui se trouve de'ja dans ses oeuvres de jeunesse (dans Hotre Dame et dans ses pieces de theatre). Une grande partie de Marion Delorme est consacree a l'idee de pardon, un r o i , s i puissant s o i t - i l , est responsahle devant Dieu de l a vie de ses sujets. Le r o i est une sen-t i n e l l e et le mot d'ordre q u ' i l r e c o i t de Dieu seul, est "Clemence.'" " le r o i f a i t grace C'est un d r o i t de son tr6ne, un devoir de sa race. 1 , 1 Dans Cromwell, le Protecteur pardonne aux conspirateurs qui comptent parmi eux son propre f i l e , en disant: "Vous §tes l i h r e s tous". Dans Hernani, Don Carlos accorde un pardon royal aux conspirateurs, c'est l a transfiguration du r o i en empereur --"Je ne sais plus vos noms, messieurs. Haine et fureur Je veux tout oublier." Le monologue de l'Acte i v , un panegyrique de l a clemence, est un des plus beaux passages de l a piece. Le gouvernement a bien d'autres choses a f a i r e que de pers^cuter les criminels p o l i t i q u e s . "Nous avons autour de nous les t r a v a i l l e u r s qui demandent des a t e l i e r s , les enfants qui demandent I l l -du pain, l a France qui demande de l a g l o i r e . M l La deportation l u i parait une punition presque-aussi bar-bare que l'echafaud, car le cliraat, l ' e x i l et l a prison, ce sont t r o i s bourreaux au l i e u d'un seul. Les imprecations contre l a peine de mort chez Victor Hugo sont souvent l'expression de sa haine personelle des r o i s . C'est-a-dire son humanitarisme est un systeme qui enferme beaucoup d'exagerations et qui ne nous touche pas autant que l a tendresse et les larmes q u ' i l prodigue aux victimes. Les deux symboles de cette cruaute des roi s et des puissants, ce sont l'echafaud et le bourreau. Le bourreau est une figure t e r r i b l e , c'est le representant et l'aide indispensable du r o i , c'est un assassin in s a t i a b l e . "Le bourreau, v o i l a un s i n i s t r e espece d'assassin. L'assassin o f f i c i e l , l'assassin patiente, entre-tenu, rente, mande a certains jours, t r a v a i l l a n t en public, tuant au s o l e i l . . . reconnu assassin de l ' E t a t . " l En somme i l a perdu les t r a i t s caracteristiques et les droits d'un homme, car i l v i t de sang verse. C'est l u i et c'est son maitre le r o i , qui sont coupables, et non le con-1. Geneve et l a Peine de Mort. 112 damne". L'echafaud est 1'instrument de ce tueur d'hommes, c'est un anachronisme horri b l e qui n'appartient qu'aux siec l e s passes et que l'avenir bannira. Dans le beau poeme de l a Legende des Sidcles, Hugo imagine que meme le firmament pleure sur tant de barbarie. Le poete regarde l a charpente s i n i s t r e a travers l a nuit tombante, "On eut d i t qu'on voyait r e j a i l l i r l ' e t o i l e de sa hache II semblait que sur l a hache h o r r i b l e aux meurtres coutumiere L'astre l a i s s a i t tomber sa larme de lumiere."l Quelle horreur de l a g u i l l o t i n e nous inspire cette image impressionnante.' Dans bien des passages ou Hugo soutient l ' i n v i o -l a b i l i t e de l a vie humaine, son point de depart est le. precepte Chretien de l a saintete de l a vie et de l a d i v i n i t e de l'ajne. G'est en quelque sorte, une autre phase de son systeme humanitaire. II condamne l a peine de mort parce que c'est "un empietement du pouvoir humain sur le pouvoir divin."2 Les hommes, qui sont toujours face a face avec l ' i n f i n i , n'osent pas je t e r une ame a 1 'e'ternite": 3 "De quel d r o i t mettez-vous une amie toute nue, St faites-vous subir a cette nudite 1. ISCKAfai/t) 2. Actes et Paroles, Aux. Habitants de Guernesey. 3. Dernier.Jour d'un Condamne, Preface. - 113 L'effrayant face a face avec 1'eternite'. "1 Tout homme qui aime l a l i b e r t e et tout homme croyant doit affirmer l a v i e , l a p i t i d , l a clemence et le pardon. En refusant de f a i r e gr&ce on peut tuer un innocent, ou bien 8ter au criminel le dr o i t de racheter son crime par le remords, (idee que nous avons deja signalee chez V o l t a i r e ) . Et l a Societe que peut-elle gagner par l a mort honteuse de quelques-uns de ses membres? E l l e pretend se proteger, mais est-ce que l a peine de mort a b o l i t le crime? Vo i c i que Hugo f a i t appel au materialisme de son temps. L'execution de Tapner a coute cinquante m i l l e francs, un sorame qui f e r a i t vivre cent families indigentes pendant un an. L'etat doit se charger de l a familie du condamne, autrement l a veuve se prostitue et les enfants volent pour manger. La p i t i 6 de Hugo est moins un systeme, cependant qu'un. sentiment, et un c r i du coeur, et des larmes, car Hugo soutient que les larmes valent plus que l a p r i e r e . 2 Les elements de 1'humanitarisme que nous avons deja signales deviennent a r t i f i c i e l s parfois a force des repetitions 1. Le Pape, Un Echafaud. 2. F e u i l l e s d'Automne, G pourquoi te cacher. 114 -nombreuses. Les denonciationa du r o i , du bourreau, et de l'echafaud, fatiguent souvent, car on y trouve de l a decla-mation, de l a rhetorique et des prejugea plutdt qu'un coeur misericordieux. Le sentiment, au contraire, ne fatigue pas; c'est quelquechose de vivant qui s'insinue dans tous les coeurs. Hugo se montre souvent emu et attendri dans ses oeuvres parce q u ' i l a vu lui-meme des supplices et des prisons. Claude Gueux est une oeuvre de circonstance, car en 1834 Hugo s'est f a i t le defenseur du veritable Claude Gueux. Le Dernier Jour d'un Condamne est un immense c r i du coeur; i l y a des invraisemblances; en e f f e t , un s i long r e c i t e c r i t en sept ou huit heures et au pied meme de l a g u i l l o t i n e n'est guere probable, cependant le lecteur eprouve tres vivement les angoisses du condamne'. C'est, peut-etre, un exemple du gout romantique pour les tableaux effroyables, mais c'est aussi 1'attendrissement apontane et sincere qui veut choquer a f i n de aecouer 1•indifference. Certes, Hugo n'omet aucun d e t a i l repoussant quand i l tache d'emouvoir. "Cette corde qu'on noue au coue d'un homme, cette trappe qu'on ouvre soua ses pieds, cet espoir q u ' i l se caasera l a colonne vertebrale en tombant, cette face qui devient bleue sous le v o i l e lugubre - 115 -du gibet, ces yeux sanglants qui sortent brus-quemment de leurs orbites, cette langue qui j a i l l i t au gosier, ce rugissement d'angoisse que l e noeud etouffe, cette ame eperdue qui se cogne au crane sans pouvoir s'en a l l e r , ces genoux convulsifs qui cherchent un point d'appui, ces mains l i e e s et muettes qui se joignent et qui c r i e n t au secours et cet autre homme, cet homme de 1'ombre qui se je t t e sur ces palpitations supremes, qui se cramponne aux jambes du miserable et qui se pend au pendu, c'est e'pouvantable. "1 Cette denonciation du supplice montre plus que toute autre i n s p i r a t i o n , l a puissance du verbe qui devient tour a tour poetique, declamatoire et violente, qui supplie, qui de-nonce et qui exhorte. Et s i le prisonnier n'est pas condamne a mort, s ' i l ne doit subir que le bagne, est-ce que l a societe s'acquitte de son devoir? Non, car l a prison est une i n -s t i t u t i o n vicieuse qui produit l a decheance morale et physique. Le bagne est une vesication absurde qui l a i s s e resorber, non sans 1'avoir rendu pire encore, presque tout le mauvais sang q u ' i l e x t r a i t . 2 La prison, au l i e u de reformer les criminels, les endurcit. wAh prenez garde a ceux que vous jetez au bagne! La colere devient leur s i n i s t r e compagne. Cet homme e t a i t ne bon et le v o i l a mechant 1. Actes et Paroles, Tome 2, A Lord Palmerston. 2. Claude Gueux, p. 165. - 116 Dans ce cerveau pensif, qui va se desse'chant La conscience meurt comme expire une lampe Et comme sous l a peine injuste, et lentement Emplit un coeur de f i e l , et de ressentiment On sent en soi grandir une fournaise infame Faite de ce qu'on a de plus noble dans l'ame Quel spectre qu'un forcat sans tache en qui se bord Une rage a laquelle on ne peut donner tort L u i , l'honnete homme, i l est dans le gouffre de honte.'" Les tableaux dechirants que le poete nous f a i t de l a vie de prison dans Claude Gueux et le Dernier Jour d'un Condamne sont aussi des "choses vues". Ailleurs&, i l raconte une v i s i t e a l a Conciergerie ou les cachots sombres sont a quatre pas de l a vie bruyante, eclairee et l i b r e de la rue. II s'attendrit sur une jeune f i l l e de dix-sept ans qui a vole des bas; e l l e est malade et soignee avec un amour presque maternel par une autre detenue. II parle aux jeunes delinquants et s'indigne contre l a qualite inferieure de leur pain. II v i s i t e l a prison des condamnes a mort. Pousse par sa grande c u r i o s i t e et sa grande p i t i e i l v o i t tout puis i l le reproduit avec un a r t de j o u r n a l i s t e extraordinaire dans Claude Gueux, Le Dernier Jour d'un Condamne et surtout dans Les Miserables qui developpent et elargissent le theme de ses deux premiers romans. C'est en voyant lui-m§me les douleurs des prisonniers que sa 1. Toute l a Lyre. 117 -p i t i e profonde jointe a son imagination puissante peut montrer I'angoisse morale du condamne dans Le Dernier Jour d'un Condamne. Cet homme n'a pas l a consolation de l ' E g l i s e , car le prStre n'est qu'un consolateur o f f i c i e l et ne d i t r i e n de s e n t i , r i e n d'attendri et r i e n de pleure. Le pire de ses supplices, c'est de ne pas §tre reconnu par sa petite f i l l e . Quant aux supplices physiques, signalons dans Le Dernier Jour d'un Condamne l a description navrante des forcats a qui on rive les chaines avant de p a r t i r pour Toulon. Et puis le depart pour Toulon: "Une pluie fine et pe'netrante g l a c a i t l ' a i r et c o l l a i t sur leurs genoux leurs pantalons de t o i l e , de g r i s devenus n o i r s . Leurs longues barbes, leurs cheveux courts r u i s s e l a i e n t ; leurs visages etaient v i o l e t s , on les voyait g r e l o t t e r et leurs dents grincaient de rage et de f r o i d . Du reste, pas de mouvements possibles. Une f o i s r i v e a cette chaine on n'est plus qu'une f r a c t i o n de ce tout hideux qu'on appelle le cordon et qui se meut comme un seul homme." Ce sont des tableaux comme c e l u i - c i qui e'meuvent les coeurs et qui parlent a 1'imagination des lecteurs. Malgre l'horreur de ces spectacles, l a foule, poussee par une cu r i o s i t e morbide, aceourt au divertissement macabre de l'execution. Le supplice de Claude Gueux a 118 -l i e u un jour de marche1* " a f i n q u ' i l y a i t l e plus de regards possibles sur son passage, car i l parait q u ' i l y a encore en France des "bourgades a demi-sauvages ou* quand l a societe tue un homme* e l l e s'en vante.*! Dans Hans d'Islande* Hugo f l e t r i t l e s gens qui fourmlllent pros de l'echafaud pour regarder l e supplice d'un homme. ""II y a au fond des hommes,* un sentiment Strange qui l e s pousse, a i n s i qu'a des p l a i s i r s * au spec-tacle des supplices* l i s cherchent avec un h o r r i b l e empressement a, s a i s i r l a pensee de l a destruction sur l e s t r a i t s decomposes de c e l u i qui va mourir* comme s i quelque reve'lation du c i e l ou de l'enfer devait apparaitre en ce moment solennel* dans l e s yeux du miserable comme pour v o i r quelle ombre je t t e 1'aile de l a mort planant sur one tete humaine comme pour examiner ce qui reste de l'homme quand L'esperance l ' a quitte. B 52 Quels sont l e s hommes qui administrent l e s l o i s barbares? Le ^ugement de T o l s t o i au commencement du chapltre semhle 1'echo des denonciations de. Hugo. Hugo attaque l a duret^ des prefets et des magistrate sous Napoleon dans l e poeme ffansuetude des Anciens Juges qui est l a d e s c r i p t i o n d'une chambre de torture ou l e s juges feignant 1*emotion tout en l u i cassant un memhre exhortent l e prisonnier a confesser son crime* Dans l e poeme En N 3 P i e i n Dix-Neuvieme Si e c l e * Hugo accuse un jeune magistrat I . Claude Gueux, p. 762* 2:. Hans d' Islande* p. 320. 3. Toute l a Lyre 119 d'avoir tenu a condamner Rosalie Boise pour 1'avancement de sa ca x r i e r e . En e f f e t l e supplice de cette femme infertun^e rappelle l e s tortures du Moyen Age. Bans Le Bernier Jour, Hugo maudit l e s hommes de l o i t *I1 est d i f f i c i l e de songer de sang-froid a ce que c'est qu'un procureur royal c r i m i n e l . C'est un homme qui gagne sa vie a envoyer l e s autres a l'echafaud.* 1 Le directeur de 1 ' a t e l i e r dans Claude Gueux est un homme dor,; mesquin, mauvais et tenace quC n i l a pridre n i l a menace ne peut toucher. Quel contraste entre l u i et Claude Gueux, homme **uoux, p o l l , c h o i s i puis par moments encore, modeste, mesur^, a t t e n t i f , marchant pas a pas dans l a partie i r r i t a n t e de l a discussion, b i e n v e i l l a n t pour l e s juge s • *2 B'un cdte c'est l'homme foncierement honnete, pousse au crime par l a necesslte, et de 1'autre l e s administrateurs de l a l o i , dura* impitoyahles. Le coeur magnanime de Hugo reclame une pitied fa, , d'autantAgenereuse que l e criminel eat plus endurci. Puisque l e criminel est un malheureux, l e plus coupable est done l e plus malheureux. P u i s q u ' i l faut rendre l e 1. Le Bernier Jour d'un Condamne, p. 603 2. Claude Gueux, p. 76.0. - 120 bien pour l e mal, l e plus coupable a besoin du pardon l e plus complet. V o i l a l a thdse de l a P i t i e Supreme, des Pleurs dans l a Huit et des Malheureux, II faut pardonner a ces monstres qui sont, en de'pit de leurs crimes, nos fr e r e s ; c'est notre devoir a tous de les elever jusqu'a nous. Hugo nous en donne 1*exemple: "Oh! Je me sens parfois des pitie's insondables Je gemis sur les grands et sur l e s formidables, • • • « De tout ce de'sespoir fauve et demesure' He'las, j'entends s o r t i r ce c r i : misere. Oui, pardonnons. Dieu s a i t avec quel soin severe Touehant ces fronts d ' a i r a i n et ces cranes de verre T r i s t e , j * exarninais ce tas de tout puissants J'etais l a , respirant l'odeur du v i e i l encens, . . . Eh bien, grace!"1 Dans Les Malheureux et Pleurs dans l a Huit, l e poete passe en revue tous l e s grands souverains criminels — Messa-l i n a , Achale, Borgia, Heron et bien d'autres qui sont devenus l a personnification de l a cruaute et de l a tyran-n i c Au l i e u de se detourner d'eux avec horreur, i l demande a Dieu leur pardon. "0 Dieu bon, penchez-vous sur tous les mise'rables! Sauvez ces submerges, aimez ces execrables! Ouvrez les soupiraux Au nom des innocents Dieu, pardonnez aux crimes. 1. Ia P i t i e Supreme, p. 122. - 121 -Pere fermez l'enfer. Juge, au nom de tes victimes, Grace pour les bourreaux."1 C'est une poe'sie magnifique, mais cette p i t i e n'est pas l o i n d'etre monstrueuse, car pardonner aux tyrans, c'est refuser l a j u s t i c e aux vivants. Une t e l l e p i t i e s'offre sans raisonner, sans se f a i r e aucun systeme, e l l e depasse de bien l o i n l'huraanitarisme. Mais meme s i l'on n'est pas d'accord avec Hugo, i l faut admirer ce q u ' i l y a de nouveau, de hardi, et de beau dans l a pensee d'un homme qui "sauverait Judas, s ' i l e t a i t Jesus-Christ et qui p l e u r e r a i t sur Cain torture'." 2 Pleurs dans l a Huit. 2. Actes et Paroles, Pas de Represailles. CHAPITRE VI L a Suerre, Pere des Crimes. "Cette l o i qui d i t a tous* "Freres* A "brise" ces d i v i s i o n s Qui separaient l e s f i l s du pere En royaumes et nations.*! V o i l a dans ces quatres vers I'e'largissement de 1'humanitartsme que pr§chent Ie3 poetes romantiques — apres l a f r a t e r n i t e entre l e s individus, l a f r a t e r n i t e entre l e s pays. C'est l e devoir des nations, comme c'est l e devoir des hommes, de pardonner et de s'aimer. Or, au contr a i r e , l e s nations se vengent par l a guerre comme l e s hommes se vengent par l'echafaud. Le pacifisme est un des grands courants du dix-neuvieme s i e c l e , mais l e s sources du mouvement remontent aux s i e c l e s precedents, principalement au dix-huitieme s i e c l e * Les poetes romantiques suivent et developpent 1*ideal!sme des penseurs du: dix-huitieme s i e c l e , surtout c e l u l de V o l t a i r e , s*inspirant non pas de 1'ironle mor-I* Lamartine, Utopie* 123 dante, mais de l a mlserlcorde et de l'amour f r a t e r n e l * "(Persistons, nous qui voulons qu'on promette et non qu'on menace*, nous qui voulons qu'on guerisse et non qu'on mutile, nous qui voulons qu'on vive et non qu'on meure* • • • I I faut s'aimer, s'aimer, s'aimert*l I t ' i d ^ e de Progres. legs du dix-huitieme s i e c l e * l a i s s e entrevoir un avenir superhe et t r a n q u i l l e ou l e t r a v a i l * 1'education et l a sagesse succederont a l a guerre et a l a haine: "Ce sera l e remplacement des tueurs par l e s c r e a -t e u r s . * 2 L.es poetes romantiques vivent dans une e'poque de guerres c i v i l e s et de c o n f l i t s europeens; c^est une periode d'exploitation honteuse des pays nouveaux et d'agra-ndissement c o l o n i a l * II est done naturel que l e s penseurs humanitaires f l e t r l s s e n t l a guerre et l e chaos qui en est l a suite i n e v i t a b l e . Seul* Joseph de Malatre, homme autrement bienfaisant et doux, f a i t exception. II a s a i s i ce q u ' i l y a de myst^rieux* d^inexplicable dans l a guerre. Four l u i l a guerre est une expiation, et l a mani-f e s t a t i o n d'une l o i divine* C'est un instrument de Dieu pour frapper et pour recompenser* Chez l e s t r o i s poetes 1. Actes et Paroles, Tome 1, p. 46* '2..-' Ibid* p. 4. 124 de notre etude, l a guerre est consideree comme l e f l e a u de l a societe, l a source p r i n c i p a l e de tous l e s maux. Les methodes d'attaque employees par chacun sont bien d i f f e -rentes; Lamartine est essentiellement I'utopiste C h r e t i e n ; Vigny h a i t l a guerre mais 11 g l o r i f i e l e soldat; Hugo poete epique est ebloui par l e s exploits de Hapoleon l e r , et eniTre, en quelque sorte par l e s scenes de carnage q u ' i l pelnt s i admirablementf Hugo poete des humbles, tonne contre l a guerre avec toute l a puissance poetique que l u i inspire un coeur misericordieux, et prevoit un Jour ou l a guerre ne sera plus qu'une c u r i o s i t e du passe* Lamartine, essentiellement personnel d a n 3 son oeuvre, ne chante n i l a vie ni l e s exploits m i l i t a i r e s j i l est trop sensible pour peindre l e s souffranees physiques caus^es par l a guerre* I I ne tache pas de nous emouvoir par des tableaux dechirants comme V i c t o r Hugo;, chez l u i l e s abus et Ie3 i n j u s t i c e s sont toujours adoucis par l e s enchantements que son Imagination et son idealisms repan-dent sur l e monde et sur l e s hommes* II ne se lasse pas, cependant, de f l e t r i r l a guerre " * . * • • • ce grand s u i c i d e . - 125 Ce meurtre impie a m i l l e bras'*.1 Puisque les hommes de toute classe et de tout pays sont f r e r e s , puisque tout homme est responsahle devant Dieu du sang q u ' i l a verse, l a guerre est f r a t r i c i d e . La paix entre l e s individus, l a paix entre les nations, v o i l a son theme perpetuel, v o i l a son r§ve des temps futu r s . Lamartine envisage l e progres comme l a marche lente et aveugle du genre humain, qui l a i s s e a sa suite l a destruction des v i e i l l e s i n s t i t u t i o n s et des vieux c u l t e s : "Regardez done, race insensee, Le pas des generations! Toute l a route n'est tracee Que des debris des nations!^2 TJn bouleversement revolutionnaire de l a societe ne peut amener l'ame'lioration. "Marchons au but sans ces impatiences! 1. Recueillements Poe'tiques, Utopie. 2. Les Revolutions. Voir cette idee de"la caravene humaine' dans Jocelyn, 2 e Episode. "Chaque s i e c l e , chaque heure en poussiere 11 entraine, Ces f r a g i l e s abris de l a sagesse humaine. Empires, l o i s , autels, dieux, l e g i s l a t i o n s ; Tentes que pour un jour dressent les nations, E t que les nations qui viennent apres e l l e s Foulent pour f a i r e place a, des tentes nouvelles; Bagage qu'en fuyant nous laissons sur nos pas, Que l'avenir memorise et ne ramasse pas.** - 126 -S i quelque T i l e debris barre l a voie humaine, Ecartons de l a main, 1*obstacle qui l a gtne, Sans fouler un pied sous nos pas." 1 II faut une autre forme du progres, l e progres humanitaire di c t e par Dieu, qui decouvrira a chaque generation l a route qu'elle va suivre. Dans Jocelyn. poeme qui respire 1*amour pret au s a c r i f i c e et l a charite' envers tous, Lamartine f l e t r i t encore une f o i s les revolutions "ce s o l s t i c e dee crimes" 2, car "Les revolutions sont des champs de b a t a i l l e s Ou deux d r o i t s v i o l e s se heurtent dans les temps Quel que s o i t l e vainqueur, mainour aux combattants."2 Lamartine est un des grands apotres de 1* i n t e r -n a t i o n a l ! sme, i l c r o i t avoir a remplir une tache plus noble que l e service de l a p a t r i e , — l e service de l'humanite entiere. II denonca l a guerre europeenne en 1841, apres une c r i s e p o l i t i q u e qui f a i l l i t amener une guerre entre l a Prance et l'Allemagne. Le sentiment patriotique et belliqueux v i b -r a i t dans toutes les ames; on esperait etendre l e s f r o n t i e r e s 1. Utopie. 3. Jocelyn. 38. 2. "IN* imports! quels q u ' i l s soient, l e s arrets du canon Demeurent v i c i e s , equitables ou non / L K J U * ^ ^ La sentence du meurtre est toujours immorale4 ' v e i ' l e J II importe de signaler l a s i m i l a r i t e entre l e s vers c i t e s et les vers suivants de S u l l y Prudhomme: "0 peuples, abaissez les herses Que dresse l a guerre entre vous, Pour j o u i r tous des biens de tous Par de sura et l i b r e s commerces." (La J u s t i c e . l l e v e i l l e ) 127 -de l a France jusqu'a. l a r i v e droite du Rhin, et par suite l ' h o s t i l i t e ' t r a d i t i o n n e l l e entre lea deux payB e'clata. Nicolas Becker, poete allemand, e e r i v i t Le Rhin Allemand qui g l o r i f i a i t son propre pays et j e t a i t un d e f i a l a France, Lamartine re'pondit par La M a r s e i l l a i s e de l a Paix, poeme qui resume dans des vers magnifiquea l a vraie f r a t e r n i t e et qui p r ^ v o i t l'age d'or: "II ne tachera plus l e c r i s t a l de ton onde, Le sang rouge du Franc, l e sang bleu du Germain, l i s ne crouleront plus sous l e caisson qui gronde, Ce pont qu'un peuple a 1'autre ^tend comme une main I Les bombes et lea obus, arc en c i e l des b a t a i l l e s , Ne viendront plus s'eteindre en s i f f l a n t sur tes bords; L*enfant ne verra plus, du haut de tes, murailles P l o t t e r ces p o i t r a i l s blonds qui perdent leurs e n t r a i l l e s Ni s o r t i r des f l o t s ees bras morts !"1 Ce passage est un exemple du st y l e p a r t i c u l i e r a Lamartine, du lyrisme qui poetise meme les horreurs de l a guerre, Quel contraste entre l e carnage i n u t i l e et l e fleuve l i b r e et limpide, miroir des vieux chateaux couverts de l i e r r e s qui bordent ses r i v e s ! Le poete ne parle pas a l'Allemagne et a l a Franee seules, i l parle...a l'humanite, a toutes l e s nations jalouses et rapaces, "L'ego'isme et l a haine ont seuls une patrie La f r a t e r n i t e n*en a pas." 2 Jamais poete n'a resume' 1*internationaliBme d'une maniere !• La M a r s e i l l a i s e de l a Paix. 2. Ibid. - 128 plus elevee que Lamartine dans ces deux vers et dans les vers suivants: "Je suis eoncitoyen de tout homme qui pense; La verite', c'est mon pays!"l Q u ' i l y a i t l i b r e commerce d'idees et de marcnan-dises d i t - i l , qu'une nation s o i t l e complement et non pas l'ennemie de 1*autre; que l e Rhin s o i t l e symbole de l a f r a t e r n i t e et non une trancheeentre deux camps armes. La marche inevitable du Progres embrasse tout homme dans un dedain complet de pays et de na t i o n a l i t e s ; toute j a l o u s i e . toute haine eederont a l a f o i s devant l'amour f r a t e r n e l et l e grandeur de l'ame. '•Ce ne sont plus des mers, des digues, des r i v i e r e s , Qui bornent l'heritage entre l'humanite Les homes de l ' e s p r i t sont leurs seules f r o n t i e r e s ; Le monde en s'eclairant, s'eleve a l'unite."2 Cette apotheose splendide de l'humanite est esquissee aussi dans l e L i v r e P r i m i t i f de l a Chute d'un Ange. L'amour f r a t e r n e l est l a base de cette societe quasi-biblique ou les hommes labourent l a terre et vivent en harmonie les uns avec les autres. Toute d i s t i n c t i o n de race aura disparu: BVous n'etablirez pas ces separations En races, en t r i b u s , peuples ou nations; Bt quand on vous d i r a : "Cette race est barbare, irCe f l e u r vous l i m i t e " , ou: "Ce mont vous separe" Dit e s : "Le meme Dieu nous v o i t et nous benit, 1. La Ma r s e i l l a i s e de l a Paix. 2. Ibid I - 129 -La firmament nous couvre et l e e i e l nous unit l " ^ La^ l o i defend l e versement du sang car tout creature est sacreer tttu ne leveras point l a main contre ton. f r d r e , Et tu ne verseras aucun sang sur l a terre • W r 2 He pas tuer, c r e s t l a l o i de Dieu, et ce sera un jour l a l o i de touts l e s hommes et de tous l e s pays. Vigny, f i l s d run ancien soldat a r l s t o c r a t e * e t a i t jeune au moment ou: l e s v i c t o l r e s de Napoleon f a i s a i e n t r e -t e n t i r l a renommee de l a France. La ca r r i e r e des armes, etant comme aujourd rhui, d ^ a i l l e u r s * c e l l e qui convenait le mieux au f i l s d rune v i e i l l e f a m i l i e noble* Vigny s^y p r e c i p i t a , une f o i s l e s Etudes f i n i e s . dependant ses a s p i -rations m i l l t a i r e s furent vivement decues* car en d£pit de longues annees de service* II ne v i t jamais un champ de b a t a i l l e . II eprouva done l e s privations d*une vie de soldat, sans en recevoir ses recompenses* ce qui explique en grande mesure ses theories de l a guerre. Stoique l u i -meme, Vigny exalte I^abnegation complete et l a parfaite obeissance du soldat; i l loue sa resignation a l a douleur, ses s a c r i f i c e s pour l a patrie et son indifference devant 1. La 6 faute d'un Ange. 2. I b i d . 130 -l a mort* *J*aime l a majeste des souff ranees humaine a**,1 d i t - i l * et l a vie du soldat est sans aucune doute, une des souffranees q u ' i l admire l e plus. II ne faut pas croi r e * cependant, que Vigny g l o -r i f i e l a guerre, ou mSme q u ' i l 1'excuse; II est trop con-scient de l'humanite supplicie'e. II ne c r o i t pas a ^ e x -p i a t i o n par l e sang verse comme Joseph de Maistre. "Encore une f o i s l e s armeea et l a guerre n'auront qu'un temps; car malgre l e s paroles d'un sophiste que j ' a l combattu a i l l e u r s , i l n'est point v r a i que, meme contre 1'stranger, l a guerre s o i t d ivine; i l n'est point v r a i que l a terre soit avide du sang. La guerre est roaudite de Lieu et des hommes m£mes qui l a font et qui ont d'e l l e une secrete horreur et l a terre ne c r i e au c i e l que pour l u i demander l'eau fraiche de ses fleuves et l a rosee pure de ses nuees*1^-S i l e simple soldat possede des qualites hero'iques. l e syst^me m i l i t a i r e est souvent mesquin et sans humanite. L'Armee est "aveugle et muette1**, l e simple soldat y est c r u c i f i e ou, du moins mine une vie d'esclave. *Ce q u ' i l y a de plus beau apres 1'i n s p i r a t i o n , c'est l e devouement, apres l e Fodte c'est l e Soldat; ce n'est pas sa f aute s ' i l est condamne" a un etat d'ilote."3 1* 2» Servitude et Grandeur M i l i t a i r e s , L i v r e 2* Chap. 2:. 3. Ibid;* - 131 -Le l i b r e - a r b i t r e est etouffe dans l'Arme'e, qui Trappe devant e l l e du l i e u ou on l a met. B i l e ne veut r i e n et agit par r e s s o r t . C e s t une grande chose que l'on meut et qui tue;; mais aussi c'est une chose qui souffre. C'est pour c e l a que j ' a l toujours parle d ' e l l e avec un attendrlssement in v o l o u t a i r e . . . 1*exis-tence du soldat est (apres La peine de mort} l a trace l a plus douloureuse de barbarie qui suhsiste parmi l e s hommes.wl L'oheissance passive est comme une couronne d'e'plnes; e l l e etouffe l e sentiment d'.'humanite et de bonte au fond de tout coeur. Bans I'episode de Laurette,, l e brave capltaine aime l a jeune femme et l e jeune homme qui a e c r i t des pam-phlets contre l e B i r e c t o i r e * comme s;1 i l s avaient ete ses propres enfants-. Cependant i l n'hesitent point a f u s i l i e r ce jeune r a d i c a l puisque I'ordre l u i en a ete donne'* mais 11 soigne l a pauvre femme,, devenue f o l l e * pendant dix-huit ans* V o i l a en e f f e t la"Servitude et l a Grandeur Milltair.es. 1 Iteanmoins, l'Armee est une ecole qui forme l e caractere et qui prepare a l a vie j c'est l a que Vigny a commence a connaxtre l'humanite* *0n y apprend a mettre l a main a tout,, aux choses l e s plus basses* comme aux plus eleveesj l e s plus I * Servitude et Grandeur Mi3Lataires» L i v r e 2:,, Chap. 2.-- 132 -d e l i c a t s et l e s plus riches sont forces de v o i r de pres l a pauvrete et de vivre avec e l l e , de lui., me surer son gros pain et de l u i pes er sa viande.* La vrale grandeur de l'Armee n'est pas dans 1'eclat des b a t a i l l e s gagnees, n i dans 1' he'rolsme des jeunes o f f i c i e r s galonnes, mais dans I'endurance des simples soldats qui,, malheureux eux-m§mes en temps de paix,, cher-chent A soulager l e s pauvres en partageant avec eux leur pain n o i r . Le devoir l u t t e souvent avec l a conscience et l a p i t i d . L'horreur que doit eprouver un homme apres: avoir tue quelqu'unj: sentiment s i souvent de'crit dans l e s romans d*apres-guerre, se detache de la. Canne au Jonc avec une s i m p l l c i t e et une s i n c e r i t e navrantes. Encore une f o i s ce n'est que 1'assurance d'avoir accompli son devoir qui peut eteindre l a voix de l a compassion* Le soldat attaque des Russes couchest l e Francais surprend et tue un v i e i l off I c i e r et son jeune f i l s de quatorze an3,. of f i c i e r l u i aussir et v o i l a q u ' i l s'apltole sur ce jeune enneml aux t r a i t s de femme, et souleve l e cadavre dans ses bras, ou l e garcon semhle se b l o t t l r et reposer sa tete sur l a p o l t r i n e de son assassin. 1* Servitude et Grandeur Militaire.s,. op. c i t . 133 "Etait-ce l a un ennemi? m'e'criai-je. a E t ce que Dieu a mis de paternel dans les e n t r a i l l e s de tout homme s'emut et t r e s s a i l l i t en moi; je l e serrad eontre ma p o i t r i n e , lorsque j e sentis que j'appuyais sur moi l a garde de mon sabre qui t r a v e r s a l t cet ange endormi.'*1 Vigny expose 3 e s reflexions sur l a guerre de l'a v e n i r ; i l v o i t que l'epoque des grands conque'rants est passee, car l'amour de l'humanite s'est repandu chez les peuples; l a guerre disparaxtra; "a mesure que s'accroit, dans les e s p r i t s l e de'dain de l a guerre, et dans les coeurs l e degout des cruautes f r o i d e s . B 2 On verra enfin que l e Christ avait trouve l a seule solution de ce meurtre universel et insensg, lersque, d6daignant l e s a c r i f i c e humain d'autrefois, i l a ouvert les bras et d i t " F r a t e r n i t e " • 3 L'Armee i n a c t i v e , sans u t i l i t e n'obtient que l e dedain du peuple et a comme seul devoir de tuer ses con-citoyens dans les insurrections c i v i l e s * Vigny se montre done soldat misericordieux, s o i t , mais soldat qui s*impatiente de l a vie inactive et sans e c l a t q u ' i l mene; i l t r a i t e l a o question d'une maniere trop f r o i d e , trop i n t e l l e c t u e l l e car c'est une question qui devrait emouvoir les coeurs, II a f o i dans l'avenir cependant. et dans l e progres s c i e n t i f i q u e . 1. La Canne de Jonc. 2. Ibid. 3. Le Mont des O l i v i e r s . - 134 -"La philosophie a heureusement rapetisse l a guerre, les ne'gooiations l a remplacent. La mecaniaue achevera de 1'annuler par ses i n v e n t i o n s . a l Hi Vigny ni Hugo ne prevoyait l a science moderne qui i n t e n s i f i e l ' a t r o c i t e de l a guerre en mu l t i p l i a n t les engins meurtriers; selon eux, l a science devait aider l'humanite au l i e u de l a d e t r u i r e . V i c t o r Hugo defend l e pacifisme avec toutes les ressources de son imagination f e r t i l e , avec toute l a puissance de son e s p r i t s a t i r i q u e , avec toute l'energie d'un homme d'action, et tous les elans genereux d'un coeur vraiment emu. II f a i t appel a toutes l e s emotions humaines en s'appuyant surtout sur l a bonte latente de chaque coeur. Hugo,comme Vigny, f i l s d'un soldat de Napoleon l e r exprime d'abord 1'enthousiasme et 1'admiration de son temps pour l e grand eonque'rant, i l chante l a g l o i r e de l a Prance et l'hero'isme de ses soldats. l e jeune Hugo des Odes et  Ballades est tout a f a i t r o y a l i s t e ; i l se p l a i n t d'etre venu apres cette periode glorieuse: "Condamne's a l a paix, aiglons bannis des d e u x " 2 Hugo, l u i aussi, a ses reves de g l o i r e m i l i t a i r e ; "J'aurais ete soldat s i je n'etais poete 5*. 3 1. La Canne de Jonc. 2. Mon Enfance. 3. I b i d . 135 12 songe avec: regret aux champs de b a t a i l l e s , aux "scenes ef frayantes1*", i l entend l a clameur du combat,, "-les- trem-blantes cymbales,fc»ttles roulements des chars", le sifflement des bailee,- et au loin,. " l e s escadrons etincelants". Puis, a mesure que V i c t o r Hugo est deem dans ses aspirations politIques„ a mesure que son caractere s'approfondit» i l devient republlcain, et son attitude de p e t i t e c o l i e r admlrant ses heros cede l a place a une sympathie toujours croissante* L'armee n'a plus son eclat,, l e service m i l i t a i r e est une periode d'oislvete suivle de vie toires mesquines et de guerres de barricades* Sous 1'influence du chef, Hapoleon III , l e s commandants s'adonnaient a l a vantardise et a l a corruption* Quel contraste entre Napoleon Bona-parte et Napoleon l e P e t i t I "Hlstolre qu'en. dis-tu? l e s vieux dans l e s b a t a i l l e s Couraient sur l e s canons vomissant l e s m i t r a i l l e s ; Ceux-ci vont sans trembler Foulant aux pleds, v i e i l l a r d s sanglants,, femmes mourantes Droit au crime* Ce sont deux faeons d i f f e r e n t e s De ne pas reculer * w l Sa colere contre Napoleon III est t e l l e q u ' i l represente cet homme comme un. egorgeur d'enfants; Napoleon, homme avarlcieux, veut j o u l r d'un luxe r o y a l t I A l'0bei3sance Passive* 136 "C'est pour c e l a q u ' i l faut que l e s v i e l l l e s grand'meres* De leurs pauvres doigts g r i s que f a i t trembler l e temps* Cousent dans l e l l h c e u l des enfants de sept ans." 1 En e f f e t tout l e r e c u e i l des Ghatiments est un hymne de haine sauvage. Le peuple a l e d r o i t d'enlever l e s i n j u s t i c e s qui 1•oppriment; done l a guerre des barricades* resistance sublime * devient une necesslte 1* Quels tableaux hero'iques dans l e s Miserables * oil des l u t t e u r s formidables se s a c r i -f l e n t pour un ideal;' ce sont des titans plutot que des hommes* Hugo deplore l a guerre c i v i l e , mais i l 1'exalte aussi » "Quoiqu* 11 en soit,, m§me tombes* surtout tombe3» l i s sont augustes* ces hommes qui sur tous l e s points de 1'unlvers, I'oeiT f i x e sur l a France* l u t t e n t pour l a grande oeuvre avec l a logique de 1'Ideal,; l i s donnent leur vie en pur don pour l e p r o g r l s ; i l s accomplissent l a volonte de l a providence* i l s font un acte r e l i g i e u x . . .. ces soldats sont des pre*tres. La revolution francaise est un geste de Dieu.B"2 Hugo soutient a i l l e u r s que " l a Revolution est l a r e s -p i r a t i o n nouvelle de l'humanite.. 1 , 3 La France ne sera pas l a seule nation a laqu e l l e l a Revolution franca!se amenera l e Progres,* car l a revolution de France sera de venue l a revolution d'Europe,, puis l a revolution de l'homme* abou-I * Les Ghatiments,, Souvenir de l a Nult du 4. 2* Les. Mi se-rabies,. V/oI.. 5* p. 74. 3. Ac tes et Paroles,, Tome 1, p* - 137 -tlssa n t airrsi a-. 1'utopie mondiale. Le long e x i l dans l e s l i e s de l a Manche a f a i t de V i c t o r Huge un homme mur et clement ; 1.1 se sent c h o i s i par l a Providence pour- preeher l a f r a t e r n i t e des hommes et des nations* L'aigreur personnelle et l a p i t i e sociale se traduIsent souvent en injures adressees aux princes et I' aux r o i s * mais dans ses l i v r e s d£Aexll on sent un souffle genereux d 1 amour f r a t e r n e l * Hugo n'est pas contents de d i r i g e r l e mouvement paciftque par sa plume seule,, i l s'est me'le d'une facron active aux societea de propagation de l a paix;, l e v o i d qui p re's id e au Congr d s de Paix a Paris, en 1849, et qui prononce l e disc oars de cloture du Congres a Lausanne en 1869* Ces discours et hien d'autres qui nous sont parvenus dans Actes et Paroles montrent 1'actuallte de ses idees sur l a guerre* II s e r a i t impossible d'indlquer tous l e s passages ou V i c t o r Hugo- condamne l a guerre dans son oeuvre; con-ten tons-nous d'en a l t e r quelques-uns seulement* Dans l e poeme des Gontemplatione qui a pour t l t r e un point d , s i n -terrogation* l e poet's evoque une image bien lugubre de notre terre; chaque pays accable de maux: qui l e reagent a. I* i n -- 138 t e r i e u r , court a sa rulne par des guerre a continurelI.es* ••Des continents couverts de fumee et de br u i t Ou deux torches aux mains rugit l a guerre infame Ou toujours quelquepart fume une v i l l a en flamme,. Ou se heurtent sanglants l e s peuples glorieux Et que tout dela fasse un astre dans l e s cieux. n Dans l e poeme La Source d.es GontempLations ce sont l e s animaux qui font l a lecon aux hommes* Dans Le Pape ce grand d i g n i t a i r e s'eleve contre l a guerre,. tand'ls que les: pr e l a t s de l'epoque l a benlsaent "a polng ferine*. "De quel d r o i t avez-vous l e s mains pleines d'epees? . * Vous n'avez qu'un seul d r o i t , c'est de vous aimer tous* • * Aimez-vous* Les p a l a i s doivent l a paix aux chaumes 0 r o i s * des deux c6tes vous voyez dea royaumes, Des fleuves, des c i t e s * l a terra a partager, Des d r o i t s p a r e i l s aux loups cherchant a se manger, Des trones se genant, l e s claIrons, l e s chimeres La g l o i r e ; et moi*. je vols des deux cotes des meres* Je vols des deux c8tes des coeurs de^sesperes. Je vols I'e'crasement dee s i l l o n s et des pree, La lumlere a des yeux pieins d'aurore r a v i e , Le d e u l l , 1'ombre et l a f u l t e affreuse de l a vie Je vols l e s nations que l a mort joue aux des**l Ce sont l e s rods qui sont responsables de l a guerre,, mais l e peuple se l a i s s e entrainer sans protester; "Vous.§tes 1'Innocence Imbecile employee Aux f o r f a i t s , et l e s bras u t i l e s devenus s c e l e r a t s * * 2 Cependant c'est dans Actea et Paroles que sa denonciation 1* Le Pape* p. 42-43* 2: I b i d , p* 45* - 139 -du f l e a u devient l a plus vehemente* La guerre l u i semble une e'pee a double tranchant* e l l e tue non seulement sur l e champ de b a t a i l l e , e l l e tue aussi en temps de paix* oar l a depense enorme que reclamefl.es - armements ote l e pain au pauvre, et rend Inevitable des guerre a futures. Ne serait.-i l pas Inflniment plus humain de depenser cet argent pour l e bien-etre de l a nation,, de "donner de I'eau salubre,. rebaisser l e a deux pays,, empoissonner l e s fleuves, m u l t i p l i e r l e s a t e l i e r s et l e s ecoles„ doter/ toutes l e s communes de pioches a vapeur, transformer l e s egouts en puits d'engrais, rend re l e s disettes Impossibles,: mettre l e pain dans toutes l e s bouches.'1'! Hugo parle i c i non en reveur d.'utoples,, mais en re"f ormateur pratique. II a un message a adresser au peuple et aux gouvernementsr "C'est que l e s crimes sont des crimes, c'est q u ' i l n'est pas plus permls a un gouvernement qu'a un i n d i v l d u d'etre un a s s a s s i n * * 2 B»autres condamnations de l a guerre se trouvent aussi dans La Guerre d'Orient et Apres Sedan. 3 Insplr^ par l e a a t r o c i t e s commises en Serble, l e poete ressusclte une scene de carnage avec toute I.'ad — resse d'un journal Iste larmoyant,, toute I'eloquence du 1* Actes et Paroles. Annlversalre de Pearler '48* p* 188. 2» I b i d , Tome 4, p* 4. 3* I b i d . - 140 pretre et toute l a bonte d'un ami de l'humanite'. *A 1'heure q u ' i l est, tout pr£s de nous,. Ia, sous nos yeux, on massacre, on incendle* on p i l l e , on extermine, on egorge l e s peres et l e s meres,, on-Tend l e s p e t i t e s f i l l e s et l e s p e t i t s garcons? c'est que l e s enfants trop p e t i t s pour dtre vendus on l e s fend' en deux d'un coup de sabre,, c'est qu'on brule l e s f a m i l i e s dans l e s maisons. t t l II ne recule pas devant l e s d e t a i l s l e s plus hideux, car 11 espere soulever dans chaque coeur un f l o t d•indignation contre cette inhuman!te. V i c t o r Hugo ne se contente pas de tonner contre l a guerre 11 propose des remedes bien d e f l n i s j d'abord 1'enrlchissement du pays par l e t r a v a i l . Au l i e u d ' a l l e r a l a guerre, on labourera l a terre,, on perfectionnera 1'Industrie et l a science, b r e f , ce sera l e t r a v a i l sans 1'explo i tat1on. *Aux b a t a i l l e s succederont l e s de'couvertes;: l e s peuples ne conquerront pl u s , l i s grandiront et a'eclairer ont; on ne sera plus des guerriers,. on sera des t r a v a i l l e u r s ; on trouvera,- on con— s t r u l r a , on Inventerai extermlner ne sera, plus une g l o i r e * * 2 Pulsque l e s nations seront soeurs,, l e s marchand*ise3 s'eoouleront librement, et on colonlsera l e a pays inconnu3, sans l e s reduire a 1'esclavage. Toute dispute sera regl.ee 1. Acte3 et Paroles, Tome 4. 2. Ibid,' Tome 1, p.U» - 141 -par arbitrage,, tout sera desarme excepte' l a conscience. La paix u n i v e r s e l l e , 1'union amicale et f r a t e r n e l l e de tous l e e pays, v o i l a l e but que vise V i c t o r Hugo * c'est l e com-mand'ement de I'Evanglle "aimezt-vous'*,; qui devient une r e a l i t e . "Un j our viendra ou i l n'y aura plus d'autres champs de b a t a i l l e que l e s marches s'ouvrant au commerce et l e s es p r i t s s'ouvrant aux ide'es. Un jour viendra ou l e s boulets et l e s bombes -seront remplaces par l e s votes, par l e suffrage universel des peuples, par l e venerable arbitrage d'un grand senat souverain qui sera a l'Europe ce que l e Parlement est a. L'Angleterre, ce que l a dlete est a l'Allemagne, ce que I'assembiee l e g i s l a t i v e est a la. Pranee."1 Hugo Bans un passage t e l que c e l u l - c l /est, avec Saint-Simon, un des premiers hommes a envlsager l a Societe des Nations. II repete bien des f o l s sa croyance en I'union des divers v pays d'Europe. "Saluons 1*aufce benle des Etats-Unis d'Sur-Qpe. Oh ce sera l a une r e a l i s a t i o n splendide I .Plus de f r o n t i e r e s , plus de douanes, plus de guerres plus d 'arme'es, plus de p r o l e t a r i a t , plus d' i g -norance plus de misere, toutes l e s exploitations coupable8 supprimees . . . l e probleme du bien-etre resolu par l a science.* Nous retrouvons l a meme idee et dans L'Avenir ,, Ac tes et 1. Gongres de l a Paix, Discours de 1'ouverture. p. 480 2. Ibid, p. 101. 142 -Parole a 1867,. et dans Lux* Maine ur eu s emen 19i Hugo se perd soudain dans des prophetles qui n'ont pas un caractere desinte'resse * La pensee du podte, au l i e u de planer dans un monde plus e'leve que l e nStre devient subitement bour-geois et p r o v i n c i a l * Dans cette union de nations, i l donne l e r8le p r i n c i p a l a l a France. "TU ne sera plus France,, tu seras Humanite'i. tu ne seras plus nation, tu seras ubiquite;; t o i , France,., deviendras l e monde*"2 P a r i s comme cap!tale de l a France devient capitate du monde " l a Jerusalem humaine, e l l e seule est necessalre* "Paris est ne'cessaire, et B e r l i n ne 1*est pas* * En e'crlvant cecl je ne me sens pas Francais je me sens homme*"'3 J Sa f r a t e r n i t e universelle cede parfols devant l e patrlotisme farouche* "L'Europe ne peut §tre tranquille tant que l a France n'est pas contente*" 4 De tela passages montrent un e s p r i t p u e r i l * D'oti vient ce d r o i t commercial et i n t e l l e c t u e l de l a France? Comment o s e - t - i l c r o i r e que l e s autres nations accepteraient une t e l l e domination, comment l a France seule g a r d e r a i t - e l l e I* Chat!ments* 2* Pas de Reprfesallles. p* 365. 3* La Paix et l a Guerre* p. 325* 4. Le Rhin,. Conclusion, p* 416. 143 et merae augmenterait sa g l o i r e nationale? Bire', qui impute toujours a Hugo les motifs les moins nobles, pretend que ce r 3 l e preponderant accorde a l a Prance indique l e d e s i r du pbdte de d i r i g e r lui-meme 1'entreprise. En e f f e t Hugo apparalt trop souvent rheteur fougeux et chauviniste acnarne, mais ses vues sont c e l l e s de l a plupart des p a c i f i s t e s f r a n c a i s , Ces derniers ont toujours soutenu que l a France merite-la p o s i t i o n d i r e c t r i c e dans une communaute des nations. Des l'enfance, l e s Francais etudient l ' h i s t o i r e et l a ge'ographie de l e u r pays a 1'exclusion d'une vue plus large au sujet des pays voisins et du monde en ge'neral. Leurs l i v r e s de classe fomentent une tendance uni v e r s e l l e vers l a g l o r i f i c a t i o n de tout ce qui est francais et n'hesitent pas,quelquefois, a f a l s i f i e r des f a i t s pour atteindre ce but. l e s penseurs francais ont ignore, presque tous, l a vraie tolerance qui est l a base de 1*internationalisms. Les opinions de V i c t o r Hugo au sujet de l a paix sont c e l l e s de son temps et c e l l e s de l a pe'riode contemporaine. En tout eas, nous ne devrions pas oublier l a haine profonde q u ' i l a vouee a l a guerre, ni tant de b e l l e s pages pleines de l ' e s p o i r de jours meilleurs, ou l'amour regnera sur toute l a creation* CONCLUSION Nous avons tache de montrer que l e Romantisme e t a i t , en e f f e t , un phenomene s o c i a l aussi bien qu'une tendance en tous sens a 1*individualisme. La preoccupation des problemes sociaux remonte a l ' a n t i q u i t e et continue avec peu d*interruptions jusqu'a l'e'poque romantique. Mais se cette derniere periode marque l a f l e u r a i s o n de l ' i n -dividualisme ebauche par l e s i e c l e precedent, c'est aussi une periode a visees s o c i a l e s , dans l a p o l i t i q u e , dans l a r e l i g i o n , et dans l a l i t t e r a t u r e , et cette derniere n'est pas l e moins important des instruments qui ont popularise' 1'idee de p i t i e , de charite', et de l a f r a t e r n i t e u n i v e r s e l l e . La poesie, nous l'avons deja d i t , ne devient pas chaire, et cependant l'idealisme des poetes tant repete, a du i n f l u e r beaucoup sur cette gene'ration de leeteurs. Partout on v o i t dans les oeuvres des romantiques peu orthodoxes, des idees qui ont comme base, l e christianisme et les preceptes de l ' E g l i s e . A l ' i d e a l Chretien se m§le 1'ideal democratique qui remonte au dix-huitieme s i e c l e , (a Rousseau en p a r t i c u l i e r , car Montesquieu et V o l t a i r e revent plutbt un despotisme e'claire) et qui s ' e t a b l i t au dix-neuvieme s i e c l e - 145 dans l a l i t t e r a t u r e aussi bien que dans l a p o l i t i q u e . Au dix-neuvieme s i e c l e , les penseurs s o c i a l i s t e s comme Leroux font appel aux poetes de guider leur s i e c l e inonde, pour a i n s i d i r e , d'un f l u x d'idees nouvelles. Lamartine, Vigny, et Hugo ont, tous les t r o i s , une conviction sincere de cette sainte mission. La poesie, c'est-a-dire l ' i d e e et 1*ideal, se montre tres supe'rieure a l a p o l i t i q u e qui represente l e f a i t , d i s e n t - i l s . "C'est e l l e qui plane sur l a societe' et qui l a juge, et qui montrant a l'homme l a vulgarite de son oeuvre, l'appelle sans cesse en avant, en l u i montrant du doigt des utopies, des republiques imaginaires, des c i t e s de Dieu, et l u i s o u f f l e au coeur l e courage de les attendre."! Le cre'do de S t e l l o est l e credo de Vigny lui-meme; Vigny c r o i t fermement a sa vocation a cause de " l a p i t i e sans bornes'J2 qui s'eprend de l u i a l a contemplation des hommes. Chatterton constate aussi l a mission a r t i s t i q u e p o l i t i q u e et s o c i a l e du poete supp l i c i e par divers bourreaux. Partout dans son oeuvre, V i c t o r Hugo parle, aussi non sans vanite personnelle "des dons sacres du poete, et de son influence c i v i l i s a t r i c e " 3 . 1. Lamartine, Premieres Meditations, Preface, p. l x i . 2. Vigny, S t e l l o , page 2. 3. Voix Int^rieures, Preface. Voir aussi Angelo, Pre'face; Rayons et Ombres. Preface, La Ponetion du Poete; Contem-pla t i o n s , Les Mages, Ibo, II Faut que l e Poete. - 146 -Quelies furent l e s suites de cette p i t i e des poetes, de ces appels a l a ge'ne'rosite' des homines? Impossible de d i r e quelles reformes gouvernementales ont le u r origine chez les poetes de notre etude. La plupart resultent d'un ordre s o c i a l en etat de change. La poesie n'a pas cree un ordre nouveau, ear l a poesie ne c i r c u l e point parmi les masses, mais e l l e a attire' l ' a t t e n t i o n des personnes p r i v i l e g i e e s et a popularise et precise les idees de reforme deja repandues. L'adoucissement des l o i s penales en France est en grande partie 1*oeuvre des hommes de l e t t r e s qui ont combattu sans relache cette cruaute'. On a de'ja d i t que plusieurs condamnes ont ete pardonnes grace aux plaidoyers eloquents de V i c t o r Hugo. On s'enthousiasme pour l e secours des enfants pauvres et meme des philan-thropistes etrangers demandent des conseils a Hugo. Plus e'fficace, peut-etre est l a legende lamartinienne et hugolienne qui s'est e'tablie, e'est-a-dire 1'influence de l a personnalite' des poetes, de leurs ideaux, se trouve meW parmi les gens qui connaissaient f o r t peu leur oeuvre. Vigny, au contraire fut de son vivant, non pas' demi-dieu, mais martyre,et malheureusement l a p o s t e r i t e , n'a jamais reconnu l e merite de ce beau earactere i n t r o s p e c t i f , mais - 147 extraordinairement peu ego'iste. Admettons done que l a p i t i e ' s o c i a l e des grands poetes a influe' sur l a pensee et sur l a l e g i s l a t i o n de l'epoque. II nous reste a considerer s i l e propagande meme inconscient a empeche' l a plus haute expression de l ' a r t poetique. Le poete, a - t - i l s a c r i f i e ' l a beaute de l a forme ou l ' u n i v e r s a l i t e de 1*inspiration poetique a des questions dont l ' i n t e r e t e t a i t passager? Quant a Lamartine, non; sa p i t i e est l'essence meme de son e s p r i t C h r e t i e n et i d e a l i s t e . Chez l u i . l e sentiment de p i t i e et l a beaute' a r t i s t i q u e d * i n s p i r a t i o n se melent avec une par f a i t e harmonie. Chez Vigny i l en est de meme pour l a plupart; E l o a par exemple est d'une rare beaute a cause de cette conception o r i g i n a l e de l a pitie'. II est v r a i que dans S t e l l o et Chatterton cette p i t i e est demodee, puisque l e sort du poete n'etant plus une question brulante, son supplice ne nous emeut pas beaucoup. Malgre cela on peut d i r e , cependant, que Vigny n'a pas perdu de force poetique en e'pousant l a cause de l'humanite' souffrante. Chez V i c t o r Hugo, l e demagogue a souvent f a i t t o r t au poete; l' i n d i g n a t i o n et l a colere jus t e , s o r t i e s d'une emotion sincere, deviennent parfois i n j u r e . Sa predication, noble - 148 en elle-meme, a v i e i l l i e en partie puisque lea causes de son indignation n'existent plus. Partout chez l u i se trouve un t r a i n interminable de r o i s , de nobles, de bourreaux, figures s i n i s t r e s et montrueusea,. et puis, comme une antithese difforme, leurs victimes, ouvriers, mendiants et criminels. Sa recherche dea idees et dea imagea grandioaes ne reussissent pas toujours quoique cette rhetorique l u i permette quelquefois de donner une o r i g i n a l i t e majestueuBe a un lieu-commun. Cependant ee ne Bont pas ses hymnes de haine qui ont survecu; i l ne nous mene pas a. l a f o i dans c . , l a Progres par une denonciation v i t r i o l i q u e des r o i s et des princes; c'est par l a simplicite' poignante que respirent des poemes comme Les Pauvres Gens et Rencontre et certaines pa r t i e s des Miserables et du Dernier Jour d'un Condamne ou le poete semble avoir sonde au fond meme du coeur humain avec une sympathie celeste. Puisque les poetes romantiques croient fermement a leur mission et en parlent avec une s i n c e r i t e indisputable, i l s e v e i l l e n t 1*emotion et l a sympathie de leurs lec t e u r s . La poesie est 1'expression de toutes nos pensees et de toutes nos emotions i n a r t i c u l e e s , a-1 l'a poesie romantique s i proche de l'humanite touche de pres chacun, sauf l e s 149 plus endurcis des mortels. C'est par cette s e n s i b i l i t e que les poetes de notre etude depassent les ecoles suceedentes. Jetons un coup d ' o e i l sur les poetes anterieurs aux romantiques. Le Parnasse, tout en subissant 1'influence de leurs predecesseurs, influence qui remonte aux Orientales. s'occupent presque entierement de l a p e r f e c t i b i l i t e de l a forme. De l a , une fr o i d e u r , un manque d'emotion - l e poete s'eloigne de ses lecteurs; on admire son a r t , sa couleur ou son erudition, mais l e coeur n'est pas emu. Gautier malgre sa proclamation de l a tache sociale de 1 ' e e r i v a i n l , est un Parnassien en p l e i n romantisme. II est peintre en mots et grand c o l o r i s t e , e t i l se revolte contre l ' a r t u t i l e ^ . I l veut separer l a poe'sie et l a v i e a f i n de s'occuper de l a perfection de l'oeuvre. Leconte de L i s l e , chef de cette ecole rappelle beaucoup Vigny, dont i l s'est eertainement inspire', mais l e stoicisme de Vigny l a i s s e v o i r un coeur genereux et emu, tandis que l e pessimisme de Leconte de l i s l e constate d'une maniere fr o i d e l'esclavage de l'humanite, et 1'hostilite' 1. Mile, de Maupin. Preface. 2. L'Art. 150 de l a nature 1 et de Dieu, mais a force d'impassibilite', on cherche en vain chez l u i l a vaste sympathie, qui est, quoiqu'on d i s e , l e fond meme de l a vraie poesie. Puisque Leconte de L i s l e est athee, i l n'admet pas meme l a douce charite chre'tienne. II desire 1'oubli que l a mort seule peut l u i donnerS, mais dans un acces de pessimisme i l se PfiS demande s i l a mort n'est,, un mensonge aussio. La science seule, d i t - i l , peut venger l'homme et aneantir Dieu, grand t y r a n . 4 Sully-Prudhomme appartient a l'ecole parriassienne par son souci de l ' a r t , mais cependant i l n'a pas l'im-p a s s i b i l i t e des autres poetes de cette ecole. On trouve chez l u i une certaine pitie' philosophique, non pas un c r i du coeur,mais plutot l e sentiment de l a j u s t i c e tempe'ree par l'amour. Une l u t t e perpetuelle entre 1'intelligence et l e coeur rongeait ce poete, un des plus grands poetes psychologues de l a Prance. S i sa poesie n'est pas, proprement d i t e , s o c i a l e , on peut neanmoins relever bien des passages pleins de l'amour de l*humanit&^, ce qui est, apres tout une vaste pitie'. La v i e l u i semble e s s e n t i e l l e -ment 1. Leconte de L i s l e , l a Fontaine aux Lianes, La Ravine S a i n t - G i l l e s . 2. Le Vent Fr o i d de l a Mort et L ' I l l u s i o n Supreme. 3. L'Ec&£siaste. 4.Solvet Seclum. 5. La Justice. - 151 c r u e l l e ; s i l*on s u i v a i t l e precepte "Ne f a i s pas au proehain ce que tu ne veux pas q u ' i l te fasse a toi-meme, i l n'est pas d'autre avenir que de mourir de faim."! Le poete denonce l a guerre entre pays quels que soient l e s causes et les re'sultats.2 Le poete part a l a recherche de l a j u s t i c e guide' par l a r a i s o n ^ l a science, mais i l ne l a trouve point. La conscience, cependant l u i f a i t v o i r l a j u s t i c e dans les relations f r a t e r n e l l e s avec ses semhlahles. II annonce comme Lamartine et Vi c t o r Hugo un avenir ou regnera l a f r a t e r n i t e entre individus et entre e'tats. "Nous pressentons alors cette c i t e derniere, Ou s'uniront nos mains nos fronts dans l a lumiere, Tous freres et r o i s tous par un sacre pareil."3 "La j u s t i c e est l'amour guide par l a lumiere", d i t - i l , et v o i l a l a conclusion de Vi c t o r Hugo, mais c e l u i - c i y est ar r i v e par 1'immense p i t i e en son coeur - Prudhomme par un raisonnement i n t e l l e c t u e l . V i c t o r Hugo, poete des humbles, aurait accepte comme d i s c i p l e Francois Coppee, l u i aussi chanteur de l a vie quotidienne et intime des ouvriers. des pauvres et des enfants, y montrant comme son predecesseur, ce q u ' i l y 1. La Ju s t i c e . 2 e v e i l l e . 2» La J u s t i c e . 4 e v e i l l e , deja c i t e . 3» La J u s t i c e . l l e v e i l l e . - 1 5 2 -a de noble, me'me d'hero'ique chez les humbles et chez les coupables. Comment analyser l'exquise tendresse d*un poeme comme Dans l a Rue 1. Dans un autre, une mere du peuple, se s a c r i f i e pour son enfant2. Le poete s'attendrit sur des paysans qui quittent leur terre i n h o s p i t a l i e r e pour chercher fortune en Amerique 3. Coppe'e est tres patriotique et loue l'hero'iBme des soldats mais i l deplore l a guerre qui emporte l a jeunesse et a t t r i s t e l e s meres. La p i t i e de Coppee s'etend jusqu'aux animaux. Dans Le Chien Perdu, i l evoque une scene touehante; on se c r o i t vraiment dans l a rue ou ce pauvre chien regarde en v a i n l e s passants. Coppee a, en e f f e t , un charme p a r t i c u l i e r j on v i t dans l * i n t i m i t e du poete, et on a s s i s t e , avec l u i . aux spectacles emouvants. Dans l a prose Alphonse Daudet continue cette t r a d i t i o n de l a sympathie et l'expriine souvent d'une maniere d e l i c a t e . Le P e t i t Chose et Jack surtout, nous revelent un homme qui s*apitoient sur les enfants malheureux. Ce coup d ' o e i l jete sur les poetes ante'rieurs aux grands romantiques nous indique que l a t r a d i t i o n des 1. Les Humbles. 2. La Hourrice. 3. Les Exai^rants. - 153 -premiers continue, mais entre l e s mains des ouvriers moins habiles, ou moins doues, e l l e perd quelquechose de sa ve'rite e'ternelle. Aux poetes romantiques sont dus l e developpement et lapogee de l a t r a d i t i o n humanitaire dans l a litterature francaise, puisqu*ils n*ont, pour l a plus grande p a r t i e , s a c r i f i e ' a e l l e n i l a beaute' de l a forme, n i l a varie'te de 1*inspiration. L'emphase sur l a p i t i e , l o i n d*appauvrir l a poe'sie romantique l ' a enrichie par une i n s p i r a t i o n inconnue jusqu'alors. On a d i t que cette preoccupation de l * i n j u s t i c e sociale a demode' l a poesie, autrement bien b e l l e . De certaines questions ont v i e i l l i e s , sans doute, mais tant que 1*injustice e x i s t e r a nous serons emus par l'idealisme des poetes romantiques qui ont r e u s s i , l a ou les oeuvres des s p e c i a l i s t e s ont eehoue, ou ont parle' a un p e t i t nombre seulement. Puisque l a nature humaine est essentiellement malleable et peut done etre modifiee par des ideaux, par l e mil i e u ambiant, et par l e s i n s t i t u t i o n s , nous devons reconnaitre une dette inc a l c u l a b l e envers ces hommes d*un s i e c l e passe, qui ont eu 1*intelligence assez c l a i r e , l e coeur assez magnanime, et l*eloquence assez puissante pour detroner l e materialises sordide et pour precher l e salut du monde par i'idealisme seul. BIBLIOGRAPHLE A r t z , Frederick B. ; France Under the Bourbon Restoration; Harvard University Press; Cambridge 1931. Baldensperger, Fernand; A l f r e d de Vigny; Hachette; Paris 1912. 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