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Le roman de l'Afrique occidentale : quelques paramètres de l'ambiguïté David, Beverley Gail 1989

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L E ROMAN DE L ' A F R I Q U E O C C I D E N T A L E : QUELQUES PARAMETRES DE L 1 A M B I G U I T E By B E V E R L E Y G A I L DAVID B . A . , T h e U n i v e r s i t y o f G u y a n a , 1977 T H E S I S SUBMITTED I N P A R T I A L F U L F I L L M E N T THE REQUIREMENTS FOR THE DEGREE OF MASTER OF ARTS i n THE F A C U L T Y OF GRADUATE S T U D I E S D e p a r t m e n t o f F r e n c h We a c c e p t t h i s t h e s i s a s c o n f o r m i n g t o t h e r e q u i r e d s t a n d a r d THE U N I V E R S I T Y OF B R I T I S H COLUMBIA A u g u s t 1989 (c) B e v e r l e y G a i l D a v i d In presenting this thesis in partial fulfilment of the requirements for an advanced degree at the University of British Columbia, I agree that the Library shall make it freely available for reference and study. I further agree that permission for extensive copying of this thesis for scholarly purposes may be granted by the head of my department or by his or her representatives. It is understood that copying or publication of this thesis for financial gain shall not be allowed without my written permission. Department of French  The University of British Columbia Vancouver, Canada Date August 22, I989 DE-6 (2/88) RESUME Le phenomene de 1 1 aitibiguite q u i sous-tend l e roman a f r i c a i n e s t ne de l 1 e x i s t e n c e e t du c o n t a c t en A f r i q u e de deux mondes ra d i c a l e m e n t opposes ( a f r i c a i n e t europeen). Le romancier a f r i c a i n , p l a c e exemplairement au c a r r e f o u r de ces deux mondes, p o r t e l a t r a c e de ces c o n t a c t s e t des c o n f 1 i t s , c u l t u r e l s e t a u t r e s , q u i en n a i s s e n t . La p r e s e n t e etude examine l e s r a c i n e s du phenomene de 1 1ambiguite exprime par l e roman a f r i c a i n dans l e s domaines c u l t u r e l , s o c i o - p o l i t i q u e e t r e l i g i e u x . E l l e met en r e l i e f l e f a i t que l e s maux dont s o u f f r e 1* A f r i q u e contemporaine sont en f a i t l e r e s u l t a t de l a r e n c o n t r e b r u t a l e e n t r e l e s c i v i l i s a t i o n s a f r i c a i n e e t europeenne. i i TABLE DES MATIERES Introduction 1 Chapitre I I . Le Heurt 14 Chapitre I I I . La Nouvelle Societe..... 46 Chapitre IV. Le Dilemme de l ' E c r i v a i n 80 Conclusion 97 Bibliographie 107 i i i REMERCIEMENTS J e r e m e r c i e l e s p r o f e s s e u r s du Departement de f r a n c a i s , 1 * U n i v e r s i t e de Colombie b r i t a n n i q u e e t t o u t e s l e s a u t r e s p e r s onnes q u i ont c o n t r i b u e a ce t r a v a i l . J e t i e n s a r e m e r c i e r s p e c i a l e m e n t M. Claude Bouygues, mon d i r e c t e u r de t h e s e , de ses nombreux c o n s e i l s e t son encouragement; M a d e m o i s e l l e B r i g e t t e R e y n o l d s , l a d a c t y l o g r a p h e ; C l i v e D a v i d , mon m a r i , dont l e s o u t i e n m'a e t e p a r t i c u l i e r e m e n t p r e c i e u x . B.D. i v DEDICACE A tous l e s membres de ma f a m i l l e e l a r g i e . v C H A P I T R E I I N T R O D U C T I O N L e t e r m e " r o m a n a f r i c a i n " r e n v e r r a i c i a l ' o e u v r e d ' u n e c r i v a i n a f r i c a i n , e t q u i a p o u r s u j e t l ' A f r i q u e . I I r e l e v e d u t e x t e " A f r i c a n u s " q u i p o r t e l e c o n t e n u m y t h i c o - c u l t u r e l a f r i c a i n . 1 C e p e n d a n t , a n o t r e a v i s , u n e t e l l e d e f i n i t i o n e s t i n c o m p l e t e . E n e f f e t , l a l i t t e r a t u r e a f r i c a i n e e t a n t d e t r a d i t i o n o r a l e , l e r o m a n a f r i c a i n e s t e n f a i t u n g e n r e e m p r u n t e a 1 ' E u r o p e , e t q u i a e t e e n s u i t e " a f r i c a n i s e " : c ' e s t u n h y b r i d e s o c i o - c u l t u r e l e t l i n g u i s t i q u e . P a r c e c i n o u s e n t e n d o n s l e p r o d u i t d e l a r e n c o n t r e d e s d e u x c i v i l i s a t i o n s : a f r i c a i n e e t e u r o p e e n n e . P o u r r e u s s i r s o n r o m a n , l 1 e c r i v a i n a f r i c a i n d o i t a f f r o n t e r d e s l ' a b o r d u n p r o b l e m e m a j e u r : c e l u i d u r e f e r e n t . L a c o m p l e x i t y d e c e p r o b l e m e r e l e v e d u f a i t d e 1 1 a c c u l t u r a t i o n p a r l e c o l o n i a l i s m e ( a d m i n i s t r a t i o n , r e l i g i o n , e n s e i g n e m e n t ) d o n t s o u f f r e n t l e s A f r i c a i n s . I I e x i s t e q u e l q u e s " d i f f e r e n c e s " e n t r e l e s m e n t a l i t e s d e s A f r i c a i n s a n g l o - e t f r a n c o p h o n e s , n u a n c e s d u e s a l a m a n i e r e d o n t s ' e s t f a i t e l a c o l o n i s a t i o n p a r l e s A n g l a i s e t l e s F r a n g a i s . T o u t e f o i s , l e f o n d d u p r o b l e m e e s t l e m e m e . L ' u n d e s o b j e c t i f s d e c e t t e e t u d e e s t d 1 e x a m i n e r c o m m e n t l e r o m a n c i e r r e s o u t c e t t e d i f f i c u l t y o u p l u t o t c o m m e n t 1 ' A f r i c a i n ( e t a n t l u i l ' u n d e s r e f e r e n t s ) l a r e s o u t . P e u t - i l 1 etre lui-meme (un A f r i c a i n authentique) ou d o i t - i l etre plusieurs etres a l a f o i s (homme a f r i c a i n = DE 1'Afrique, vivant EN Afrique, mais aussi e u r o - a f r i c a i n = marque, eduque, forme voi r e deforme par 1*Europe)? D o i t - i l desapprendre 1'Afrique (par exemple, Denis, personnage p r i n c i p a l du roman Le Pauvre Christ de Bomba)? Un phenomene qui ressort de l a lecture est l e g r i s des comportements a f r i c a i n s d'aujourd'hui. A notre avis, i l s'agit d'une attitude de compromis, de compromission, adoptee a f i n de trouver l e mi-chemin entre les deux cultures. Ce mi-chemin est l'une des sources de l'ambiguite qui se manifeste dans l e roman a f r i c a i n . Le roman a f r i c a i n est construit selon un schema qui repose sur deux courants thematiques qui recoupent l e s domaines suivants: l a culture, l a r e l i g i o n , et l a p o l i t i q u e . La question de l'ambiguite qui ressort de cette structure a ete jusqu'a present l'objet de tres peu d'attention c r i t i q u e . 2 C'est en reponse a cette constatation que nous proposons i c i d'examiner l a question de l'ambiguite, phenomene qui semble sous-tendre l e roman a f r i c a i n d'une certaine epoque, qu'on peut s i t u e r entre les annees 1950 et 1970. DEFINITIONS DES TERMES CLEFS Avant d'aborder l a discussion, nous pensons necessaire de f o u r n i r l e s d e f i n i t i o n s des termes c l e f s employes i c i , a savoir "parametres" et "ambiguite". D'apres l a d e f i n i t i o n du P e t i t Robert, un parametre, au 2 sens figure, est un "Element important dont l a connaissance e x p l i c i t e l e s c a r a c t e r i s t i q u e s e s s e n t i e l l e s d'un ensemble, d'une question." C'est l a d e f i n i t i o n que nous retenons pour notre etude. La question de l'ambiguite est extremement complexe. Une etude portant sur ce phenomene exige done l e demontage de l 1ensemble et l'examen des elements qui l e composent. Cette demarche nous permettra de mettre en r e l i e f l e s caracteristiques du phenomene, et aussi de proposer des hypotheses quant a ses sources. La d e f i n i t i o n de l'ambiguite retenue sera c e l l e de Max D o r s i n v i l l e dans 1 ' a r t i c l e mentionne plus haut, a savoir "L'ambiguite ne refere pas a une structure de signes verbaux contrastants dans un seul cadre textuel, mais plutot a une structure de topoi juxtaposes dans l a mesure ou l e roman a f r i c a i n a r t i c u l e un monde f a i t de contrastes entre d i f f e r e n t e s coordonnees empiriques." D'apres cette d e f i n i t i o n , "l'ambiguite" n'est pas employee au sens l i n g u i s t i q u e du terme ou i l s'agit d'une double s i g n i f i c a t i o n dans un contexte p a r t i c u l i e r . L'ambiguite est stru c t u r a l e . I c i , i l s'agit d'un double continu dans un contexte f a i t de deux composantes p a r a l l e l e s d i f f i c i l e m e n t separables parce que intimement l i e e s . En somme, c'est l a representation a r t i s t i q u e de l a r e a l i t e a f r i c a i n e , ou l e s contrastes abondent. 3 LE CORPUS Le corpus c h o i s i pour cette etude comprend quatre romans qui ont paru entre 1956 et 1970: Le Vieux Negre et l a Medaille (Le Vieux Negre) ; No Longer At Ease (No Longer) ; The Beautyful  Ones are not yet born (Beautyful) ; Les S o l e i l s des  Independances (Les S o l e i l s ) . Les t i t r e s abreges (entre parentheses) seront u t i l i s e s au cours de 1'etude. Le choix de ce corpus n'est pas a r b i t r a i r e . Nous pensons pouvoir l e j u s t i f i e r d'apres l e s c r i t e r e s suivantes. Tout d'abord, pour une etude de cette envergure, i l s e r a i t trop ambitieux de tenter d 1examiner l a plupart ou l a t o t a l i t e des romans qui ont paru en Afrique pendant cette periode. II f a l l a i t done se l i m i t e r . Nous avons opte pour l e roman de 1'Afrique occidentale, cette region constituant une a i r e de production l i t t e r a i r e assez importante a l'epoque. D'autre part l e s romans retenus sont connus et largement etudies par l a c r i t i q u e l i t t e r a i r e . Le pivot temporel de cette etude est l a periode ou l e s pays a f r i c a i n s ont accede a 1'independance, e'est-a-dire l'annee 1960. Cet evenement marque pour l e continent l a f i n de l'epoque co l o n i a l e et l e debut de l'ere de l a l i b e r t e . C'etait l'epoque de l ' e s p o i r pour l e s peuples a f r i c a i n s . Le choix de ce pivot chronologique permet d'evaluer l e s changements qui se manifestent dans l e roman, et qui en sont l a s u i t e logique. En ce qui concerne l a l i t t e r a t u r e e c r i t e , 1'Afrique 4 Occidentale comprend des pays qui appartiennent a deux grands groupes l i n g u i s t i q u e s : l e s pays francophones et l e s pays anglophones. Un examen de l a l i t t e r a t u r e a f r i c a i n e r e v e l e r a i t que l a question de l'ambiguite se pose pour l e roman en general. Une etude de ce phenomene s e r a i t done incomplete sans l e recours a des textes produits dans l e s deux champs li n g u i s t i q u e s . D'autre part, l e choix de romans representant le s deux groupes aidera a assurer l ' e q u i l i b r e de l a discussion tout en of f r a n t une perspective plus globale du probleme. RESUME DES OEUVRES Un bref resume des oeuvres a 1'etude permettra aux non-s p e c i a l i s t e s de se f a m i l i a r i s e r assez avec 1•intrigue pour suivre aisement 1 1 e x p l o i t a t i o n qui en sera f a i t e i c i . Le Vieux Neqre et l a Medaille, paru en 1956, est l'oeuvre de 1'ecrivain camerounais, Ferdinand Oyono. C'est l ' h i s t o i r e d'un v i e i l A f r i c a i n qui a f a i t de nombreux s a c r i f i c e s personnels pour contribuer a l'essor de 1 • i n s t i t u t i o n c o l o n i a l e et de l ' E g l i s e catholique. II a donne ses terres pour l a construction de l ' E g l i s e , et ses f i l s pour l a France pendant l a Deuxieme Guerre mondiale ou i l s ont trouve l a mort. Le vieux Meka, demuni de tout, se contente d'une place au fond de l ' e g l i s e ou i l a s s i s t e fidelement a l a messe. Sa naivete l u i permet de c r o i r e q u ' i l va a i n s i gagner une place au Paradis. En guise de remerciements pour l e s services rendus, 1'administration coloniale decide de l e decorer d'une medaille 5 l o r s des ceremonies du 14 j u i l l e t . Le v i l l a g e e n t i e r de Doum, d'ou Meka est o r i g i n a i r e , p a r t i c i p e fievreusement aux prepa r a t i f s pour l'evenement. Enfin l e grand jour a r r i v e , mais Meka doit attendre pendant des heures sous un s o l e i l ardent avant de recevoir l a medaille. Apres l a ceremonie, les A f r i c a i n s sont i n v i t e s a p a r t i c i p e r a un v i n d'honneur o f f e r t par 1'Administration. La s i t u a t i o n se deteriore car i l s boivent trop, et i l faut une descente des gendarmes pour l e s evacuer du Foyer A f r i c a i n . Entre temps, Meka s'est endormi. Dans l a ruee qui a s u i v i l ' a r r i v e e des autorites, i l est abandonne et reste seul, endormi sur un banc du Foyer. Un orage s u i t l e depart des A f r i c a i n s et Meka se r e v e i l l e , seul, dans l e mauvais batiment qui est en t r a i n de s'-ecrouler. II r e u s s i t a s'echapper mais remarque q u ' i l a perdu l a medaille. Sur l e chemin de sa maison, ou on l'attend pour f e t e r l'evenement Meka est arrete. On l e met en prison et i l y passe l a nuit. Le lendemain c'est un Meka bien v i e i l l i et bien desillusionne qui regagne son v i l l a g e pour essayer de reprendre l a v i e . Chinua Achebe, auteur de No Longer At Ease l u i , est nigerian. Ce roman, paru en 1960, retrace l ' h i s t o i r e d'un jeune nigerian de l a t r i b u Ibo qui avait recu une bourse pour f a i r e ses etudes en Angleterre ou i l passe quatre ans. Pendant son sejour a l'etranger, a s s a i l l i par l a nostalgie, l e jeune Obi construit de b e l l e s images mentales de son pays 6 natal q u ' i l c r o i t s i bien connaitre. Les etudes achevees, Obi rentre chez l u i et trouve un poste dans l a ca p i t a l e comme fonctionnaire. II t r a v a i l l e dans l a section du Ministere de 1'Education qui se charge des bourses d 1etudes. Au t r a v a i l , Obi commence a se rendre compte que l'idee q u ' i l s ' e t a i t f a i t e du Nigeria ne correspond guere a l a r e a l i t e . La corruption est repandue et i l semble que les Nigerians acceptent passivement l e f a i t que l e seul moyen d'obtenir un service s o i t de passer par les pots-de-vin. Obi engage ensuite de nombreuses depenses pour s 1 i n s t a l l e r en v i l l e ; i l a des dettes a payer. II do i t aussi s'occuper financierement de sa famille restee au v i l l a g e . Pour s a t i s f a i r e aux exigences sociales, i l s'endette encore plus en achetant une nouvelle voiture. Meme avec son s a l a i r e de fonctionnaire, superieur a l a moyenne au Nigeria, Obi n'arrive pas a rembourser ses dettes. Sa v i e se complique encore davantage lorsque sa fiancee, une jeune i n f i r m i e r e q u ' i l avait rencontree pendant son voyage de retour, se trouve enceinte. La jeune femme, Clara, appartient a une fam i l l e Ibo qui est reprouvee au sein de l a t r i b u . Eleve dans une famille "chretienne" et done a l ' a b r i de tous l e s tabous de l a t r i b u , Obi pense de fa<?on un peu i d e a l i s t e q u ' i l pourra convaincre ses parents d'accepter son mariage avec l a jeune Clara. Mais, l e s pressions sociales ne l e permettent point. Force de rompre avec sa fiancee, qui se trouve gravement malade et qui est meme ho s p i t a l i s e e apres un 7 avortement, Obi est a bout de nerfs et de forces. Les problemes finan c i e r s d'Obi continuent a augmenter. Id e a l i s t e au depart, i l se croya i t a l ' a b r i de l a corruption puisque, pour l u i i l s u f f i r a i t pour cela de garder ses principes. Mais i l l u i faut trouver un moyen d'arrondir ses f i n s de mois, et i l commence a i n s i peu a peu a se l a i s s e r corrompre a son tour. Lorsqu'une jeune f i l l e s ' o f f r e a l u i a f i n de s 1assurer une bourse, Obi f i n i t par accepter. Le b r u i t se met a c i r c u l e r q u ' i l se l a i s s e acheter et finalement i l est p r i s un jour en flagrant d e l i t d'accepter un pot-de-v i n . II est arrete et comparait devant un t r i b u n a l . Le deuxieme roman anglais retenu pour notre etude est The  Beautyful Ones are not yet born, paru en 1968. L'auteur en est Ayi Kwei Armah, du Ghana. L'intrigue tourne autour du personnage central qui est employe au Service des Chemins de fe r de son pays. Armah d e c r i t , de facon tr e s d e t a i l l e e , comment fonctionne 1•administration sous l e regime de Kwame Nkrumah. L ' h i s t o i r e est essentiellement c e l l e de l a l u t t e d'un homme pour survivre dans une ambiance malsaine. A cette epoque, l e systeme est decadent; r i e n ne marche qu'a coups de pots-de-vin. La compromission est partout, af f e c t e tous et toutes. Et, s i l'on a " l a chance" de ne pas etre p r i s en flagrant d e l i t , on peut s 1 assurer une v i e assez aisee. Refuser de se f a i r e acheter s i g n i f i e l e contraire: une vi e de misere, ou les ennuis finan c i e r s n'en f i n i s s e n t pas. Pere de fami l l e , l e protagoniste, qui a perdu jusqu'au 8 d e s i r des p l a i s i r s sexuels, n'a plus envie de rentrer chez l u i l e s o i r . La s i t u a t i o n a l a maison est epouvantable. Sa femme, apres t r o i s enfants, a perdu tous ses a t t r a i t s . Les enfants ont besoin d 1 e f f e t s q u ' i l ne peut pas leur acheter. Sa femme l e trouve stupide de ne pas f a i r e comme tout l e monde, et cette opinion est renforcee par c e l l e de sa b e l l e -mere qui met les principes de son gendre sur l e compte de sa fai b l e s s e . La belle-mere, obsedee par 1'idee de s o r t i r de l a misere financiere decide de se lancer dans une entreprise de peche. Parmi ses connaissances se trouve un ministre du gouvernement qui n'a pas l e d r o i t de p a r t i c i p e r aux a f f a i r e s . La v i e i l l e l u i s e r v i r a de prete-nom et e l l e recevra une recompense financiere en echange de sa p a r t i c i p a t i o n . Le heros est contre cette idee, mais finalement l a i s s e f a i r e . A quelque temps de l a , l e peuple, fatigue des discours interminables du regime soi-disant s o c i a l i s t e et surtout occupe de theorie, se revolte. Le regime est renverse. Le protagoniste, reste f i d e l e a ses principes, se sent encourage l o r s q u ' i l v o i t que l e ministre d o i t f u i r l e pays abandonnant tous ses p r o f i t s et ses biens. La femme se rend compte que les principes de son mari etaient valables; i l a done gagne sa l u t t e personnelle: i l est reste au-dessus de l a corruption. Avec Les S o l e i l s des Independances paru en 1970 Ahmadou Kourouma d e c r i t l a s i t u a t i o n en Cote d ' l v o i r e apres 1 1Independance, comme l e t i t r e 1'indique. Le protagoniste, 9 Fama, est de l a t r i b u des Malinkes et l e dernier d'une lignee t r e s puissante: l e s Doumbouya. Pendant l a periode coloniale, Fama a l u t t e avec ses compatriotes pour mettre f i n au systeme d 1 oppression. Mais, contrairement a ce q u ' i l esperait, Fama n'a recu aucun poste au sein du nouveau gouvernement. II en est tre s decu. Ne pouvant plus retourner au v i l l a g e natal q u ' i l avait quitte depuis des annees, Fama se trouve oblige de mener une v i e de parasite en v i l l e . Les malheurs de Fama se mu l t i p l i e n t de jour en jour. Sa femme, Salimata, est reprouvee par l a societe a cause de sa s t e r i l i t e . Musulmane f i d e l e et toujours ancree dans l e s r i t e s et pratiques t r a d i t i o n n e l s Salimata essaie tous l e s moyens de vaincre sa s t e r i l i t e , mais sans r e s u l t a t . Lors du deces d'un cousin, Fama rentre au v i l l a g e pour preparer l e s f u n e r a i l l e s d'apres l a coutume. II do i t prendre une decision quant a son avenir, car c'est a l u i de prendre l a tete de l a ch e f f e r i e . Entre temps, Fama prend pour deuxieme femme Mariam l a veuve du cousin mort, comme l e veut l a coutume. II decide de retourner en v i l l e et d'y vi v r e en polygame, mais sans succes. Un jour, comme tant d'autres citoyens, Fama est arrete et condamne a vingt ans de reclusion pour un crime invente de toutes pieces. Apres quelques annees, lorsque l e regime se trouve en d i f f i c u l t y , Fama est remis en l i b e r t e avec promesse de dedommagement pour 1'aider a r e p a r t i r dans l a v i e . 10 Profondement ecoeure et ayant eu l e temps de r e f l e c h i r a sa v i e personnelle et au systeme p o l i t i q u e et s o c i a l de son pays, Fama decide de rentrer definitivement au v i l l a g e natal. Malheureusement, pendant son incarceration un grand nombre de changements ont eu l i e u , y compris l a modification du trace des fro n t i e r e s du pays. Jusque l a , l e s membres d'une ethnie avaient leurs propres lignes de demarcation geographique, et i l s ne respectaient point c e l l e s imposees par les autorites. D'apres l e nouveau systeme, l e v i l l a g e de Fama appartient desormais a l a Republique du N i k i n a i . Fama a done besoin de pieces d'identite pour rentrer a son v i l l a g e natal. Tetu, i l refuse de se soumettre a l a l o i et tente de traverser l a f r o n t i e r e , par l e pont qui l i a i t l e s deux pays. On t i r e sur l u i , i l tombe dans l e fleuve et se f a i t attaquer par l e s crocodiles. II meurt alor s qu'on l e transporte a l a c l i n i q u e . OBJECTIFS ET PLAN Cette etude a pour but de cerner et d'examiner quelques parametres de l'ambiguite dans laquelle baigne l e roman a f r i c a i n , et que nous trouvons i l l u s t r e s exemplairement dans le s quatre oeuvres retenues. II s'agira done des evenements importants survenus au cours de l ' h i s t o i r e des pays a f r i c a i n s et des elements qui ont contribue a l a formation du romancier. C'est a p a r t i r de cette base que nous proposons de montrer pourquoi et comment l e phenomene de l'ambiguite est t i s s e a travers l e roman a f r i c a i n . 11 L'etude comprendra les cinq sections suivantes: I. Introduction; I I . Le heurt entre 1'Africain et l'etranger; I I I . La nouvelle societe; IV. Le dilemme de l ' e c r i v a i n ; V. Conclusion. Chaque roman du corpus mettra en r e l i e f une combinaison d i f f e r e n t e des manifestations du phenomene. Les romans serviront d'appui a nos arguments mais i l s ne feront pas l'o b j e t d'une analyse i n d i v i d u e l l e qui est de type thematique; 1'accent sera mis sur l e s racines et 1 1 i l l u s t r a t i o n du phenomene de l'ambiguite. 12 NOTES 1. Voir l a d i s t i n c t i o n que f a i t C. Bouygues entre l e texte "AFRICANUS" et l e texte "DE AFRICA" dans 1 " a r t i c l e The  Af r i c a n Textual Mine. 2. Max D o r s i n v i l l e . "L'ambiguite du roman a f r i c a i n " . Les  Nouvelles Editions A f r i c a i n e s . 13 CHAPITRE II LE HEURT Ayant e t a b l i dans 1•INTRODUCTION 1'existence en Afrique aujourd'hui de deux mondes contrastants (en juxtaposition l'un avec 1'autre), nous allons maintenant tourner notre attention vers l e developpement de cet etat des choses. Le recours a l ' h i s t o i r e c o loniale de l a region est indispensable pour atteindre ce but puisque l e phenomene de 1'ambiguite qui se manifeste dans l e roman a f r i c a i n a ses racines dans cette periode. Notre but dans ce chapitre sera de cerner en quoi c o n s i s t a i t l a societe a f r i c a i n e avant l ' a r r i v e e des etrangers, et d'analyser l e s e f f e t s sur l e s peuples a f r i c a i n s de l ' a c t i v i t e missionnaire et c o l o n i a l e . Cette demarche aidera a e t a b l i r l a base pour l a discussion qui va suivre sur "LA NOUVELLE SOCIETE" et "LE DILEMME DE L'ECRIVAIN" (les Chapitres III et IV). A l ' o r i g i n e , i l e x i s t a i t une Afrique authentique dont l a c i v i l i s a t i o n remontait tres haut dans l ' h i s t o i r e . 1 A un moment donne, l e continent a connu l e contact avec un monde etranger qui a l l a i t marquer son developpement de facon tres profonde. Le contact avec ce monde etranger, c e l u i des Europeens, n'a pas ete vecu de facon pacifique, et jusqu'a nos jours, l e continent en ressent l e s contre-coups et l e s e f f e t s . 14 Certes, l e contact avec l e s Europeens n' e t a i t pas l e seul, l e grand nombre de Musulmans pratiquant et vivant dans les pays a f r i c a i n s aujourd'hui l e prouve. L'influence de 1*Islam fera l'objet d'une courte discussion plus tard dans ce chapitre, mais 1'accent sera mis sur l e contact avec l e monde europeen puisque ce dernier est, a notre avis, c e l u i qui a entraine l a question de l'ambiguite. Le contact avec les Europeens que nous allons nommer " l e heurt" constitue l'un des parametres dont 1'analyse nous permettra de degager l a source p r i n c i p a l e du developpement de ce phenomene. Nous nous permettrons de f a i r e des generalisations dans cette section car, a quelques nuances de pres, l a structure sociale de toutes l e s regions e t a i t homogene.2 Pour commencer, nous proposons une esquisse de l a societe t r a d i t i o n n e l l e a f i n de mettre en r e l i e f l e s t r a i t s qui l a distinguaient dans les domaines s o c i o - c u l t u r e l et r e l i g i e u x , a savoir - l e concept de l a fam i l l e - l e t r a v a i l et l'education - l e mariage - l a maternite - l e s croyances et pratiques. La deuxieme p a r t i e du chapitre sera consacree a une analyse des e f f e t s de l a presence etrangere, comprenant - 1•influence de 1 1 Islam - l ' E g l i s e et 1'Administration c o l o n i a l e - l a deconstruction de l a societe t r a d i t i o n n e l l e - I 1imposition de valeurs etrangeres. 15 L1AFRIQUE TRADITIONNELLE LE CONCEPT DE LA FAMTLLE L'harmonie entre l e s mondes naturel et surnaturel c o n s t i t u a i t l 1essence de 1'infrastructure de cette societe t r a d i t i o n n e l l e a f r i c a i n e . "An important fact about t r a d i t i o n a l l i f e i s i t s c o l l e c t i v e nature. Every aspect of human experience - actions, b e l i e f s , thoughts, ideas, ideals and human behaviour - derives i t s r e a l i s t i c authority from past usage . . . This i s linked to the ancestors, who are regarded as the custodians of the t r a d i t i o n a l . " (Obiechina, Culture. T r a d i t i o n & Society  i n the West African Novel. p. 40). Dans ce systeme, l'homme ne se voyait pas comme un individu qui est maitre de son propre destin mais plutot comme une infime p a r t i e d'un grand ensemble cosmique. 3 Cette harmonie e t a i t assuree grace a de nombreux r i t e s et pratiques qui etaient connus de tous. Ce systeme assurait 1'homogeneite et l a continuite (permanence des t r a d i t i o n s ) . La societe t r a d i t i o n n e l l e qui reposait sur cette i n f r a s t r u c t u r e e t a i t divisee en groupes (tribus, ethnies ou nations) qui partageaient l e s memes coutumes et qui appartenaient au meme groupe l i n g u i s t i q u e . Au sein de chaque ethnie, l a famill e c o n s t i t u a i t 1'unite de base. E l l e comprenait tous les membres d'un groupe donne, l i e s par l e sang ou par l e mariage. Dans l e roman a f r i c a i n , l e lecteur v o i t bien souvent que l a premiere chose que l'on f a i t en arrivant dans un v i l l a g e 16 est de se presenter en donnant l e nam des parents. 4 En e t a b l i s s a n t son i d e n t i t e , l ' a r r i v a n t s'ouvre l e s portes du v i l l a g e et se met a meme de b e n e f i c i e r de 1 ' h o s p i t a l i t e de ses notes. "Quand i l v i t Engamba, i l se d i r i g e a vers l u i et se presenta: - Nkolo Mendo, f i l s de Mendo et de Nkolo de Ngolman. - Je s a i s , j e s a i s , l u i d i t Engamba en l u i montrant sa case. Entre, ma case est l a tienne." (Le Vieux Negre. p. 37). L'arrivant est nourri et loge pour l a duree de son sejour, 1'hospitalite etant un principe fondamental de l a v i e t r a d i t i o n n e l l e . Le reseau f a m i l i a l se r e n f o r c a i t par l a communication continuelle. Les messages se transmettaient de v i l l a g e en v i l l a g e au moyen du battement des tamtam. On annoncait a i n s i tous l e s grands evenements—naissances, mariages, morts, etc. , qui etaient 1*occasion pour les membres de l a f a m i l l e de se reunir pour p a r t i c i p e r aux r i t e s . Les arrivants contribuaient selon leurs moyens aux p r e p a r a t i f s — v i a n d e , v i n de palme, legumes. On partageait tout: l e bonheur, l e malheur, les f r a i s . 5 Le principe de l a p a r t i c i p a t i o n est symbolise dans le s romans par l a noix de kola, qui est omnipresente. Le systeme de l a p a r t i c i p a t i o n e t a i t t r e s ordonne. Au sein de l a famille, chacun connaissait ses d r o i t s et ses responsabilites, selon son rang et son age. La structure de l a f a m i l l e , et par extension de l'ethnie, e t a i t hierarchique. A l a tete, i l y avait toujours un chef, entoure d'un groupe 17 de c o n s e i l l e r s , l e s hommes murs du v i l l a g e . Pour acceder au conseil des vieux, i l f a l l a i t f a i r e ses preuves, par son courage et sa capacite de prendre des decisions bien r e f l e c h i e s . Le conseil des vieux se chargeait de trouver des solutions aux d i f f i c u l t e s qui a f f l i g e a i e n t l e s membres de l a f a m i l l e — d i f f i c u l t e s maritales ou financieres, d i s c i p l i n e , production, etc. Le groupe serv a i t aussi de corps j u d i c i a i r e , car i l determinait l e s l o i s et l e s sanctions. Toutes l e s decisions importantes etaient prises a ce niveau l o r s des "palabres" (des reunions). Les membres de l a famill e acceptaient l e s decisions prise s sans discuter par respect pour 1'age et done l a sagesse des vieux: "Age was a most important factor determining the extent of ri g h t s and obligations. The oldest members of the society were highly respected and usually i n authority .. . the idea of s e n i o r i t y through age was r e f l e c t e d i n the presence of age-grades and age-sets i n a great many Afri c a n s o c i e t i e s . " (Rodney, How Europe  Underdeveloped A f r i c a , p. 37). Dans cette structure, 1 1 importance de 11homme en tant qu'individu e t a i t minime. Ceci ne veut pas d i r e q u ' i l e x i s t a i t une uniformite de temperament parmi les membres d'un groupe donne. Bien entendu, chaque individu (comme tout homme) avait des defauts et des fa i b l e s s e s qui se manifestaient dans ses actions. II faut simplement comprendre que chacun e t a i t oblige de se soumettre aux in t e r e t s du 18 groupe. Okwonko, personnage reussi de Things F a l l Apart de Chinua Achebe, incarne l e s forces et l e s faible s s e s de 1'homme t r a d i t i o n n e l . L'individu en l u i defie un nombre des regies de l'ethnie, et i l do i t en subir l e s consequences. Le f a i t q u ' i l accepte sans protestation l e s sanctions du con s e i l des vieux, surtout s i l'on considere q u ' i l est t r e s tetu, demontre a quel point l e respect des regies e t a b l i e s et du systeme en general e t a i t ancre dans l a psyche de l'homme t r a d i t i o n n e l . LE TRAVAIL ET L'EDUCATION L 1 e s p r i t communautaire apparait aussi dans l e domaine de 1•organisation du t r a v a i l . L'economie de l a societe t r a d i t i o n n e l l e a f r i c a i n e reposait sur 1'agriculture, l a peche et l a chasse. Pour chaque ethnie, 1 1autosuffisance et 1 *independance etaient l e s o b j e c t i f s principaux. Les unites f a m i l i a l e s mineures (un homme, ses femmes et ses enfants) t r a v a i l l a i e n t l e s champs ensemble. I l s partageaient aussi quelques a c t i v i t e s agricoles avec les autres membres de l a communaute: "A single family or household would t i l l i t s own plots and i t would also be availab l e to share c e r t a i n j o i n t farming a c t i v i t i e s with other members of the extended family or clan. Annual hunts and r i v e r f i s h i n g were also organized by a whole extended family or v i l l a g e community." (Rodney, How Europe Underdeveloped A f r i c a , p. 36). Outre l e s travaux agricoles, chaque fa m i l l e avait un domaine de s p e c i a l i s a t i o n . Dans L 1 Enfant Noir. Camara Laye 19 ( e c r i v a i n guineen) peint un tableau de ce systeme, et i l l u s t r e l e cas d'un enfant ne dans une fa m i l l e donnee et qui appartenait a une certaine c a s t e — d e s forgerons, des g r i o t s , e t c . 6 L 1apprentissage du metier commencait des 1'adolescence. L 1enfant apprenait l e necessaire, tout en sachant q u ' i l a l l a i t desormais pratiquer ce metier. Le systeme e t a i t r i g i d e , sans aucune p o s s i b i l i t y de v a r i a t i o n . Par exemple, un enfant ne dans une fa m i l l e de g r i o t s ne pouvait jamais pratiquer l e metier de forgeron pendant sa v i e d'adulte. A i n s i , l e s connaissances passaient de generation en generation, et l e systeme assurait 1'authenticity dans l a pratique du metier. Dans 1'ensemble, toutes l e s sp e c i a l i s a t i o n s , nourries par l e systeme de libre-echange, 7 contribuaient a l a r e a l i s a t i o n de 1'autosuffisance pour l e s membres de l a communaute. La force de cohesion de cette societe t e n a i t a l a d i s c i p l i n e de ses membres et a leur acceptation de roles bien d e f i n i s . Le devoir de l'homme e t a i t de bien s'occuper de sa fam i l l e dans tous l e s domaines. II l u i f a l l a i t etre courageux et protecteur. Ces valeurs etaient inculquees en l u i des 1 1 adolescence l o r s de son i n i t i a t i o n , periode de formation pour son passage a l a v i e d'adulte: "Formal education i n pre-colonial A f r i c a was also d i r e c t l y connected with the purposes of society, j u s t l i k e informal education. The programs of teaching were r e s t r i c t e d to c e r t a i n periods . . . notably the period of i n i t i a t i o n ... Many Af r i c a n 20 s o c i e t i e s had circumcision ceremonies ... and for some time before the ceremonies a teaching program was arranged, the length of time involved could vary from a few weeks to several years Specialized functions such as hunting, organizing r e l i g i o u s r i t u a l , and the practice of medicine d e f i n i t e l y involved formal education within the family or clan." (Rodney, How Europe Underdeveloped  A f r i c a , p. 239). Un systeme equivalent e t a i t en place pour l e s jeunes f i l l e s de l'ethnie aussi. Pendant l a periode de leur i n i t i a t i o n , e l l e s restaient c l o i t r e e s en dehors du v i l l a g e dans un endroit reserve pour cette periode. E l l e s se f a i s a i e n t i n s t r u i r e par l e s femmes d'un c e r t a i n age, apprenant tout ce qui e t a i t necessaire pour leur v i e future de femme— travaux menagers, hygiene personnelle, etc. Au terme de cette periode, l e s jeunes f i l l e s etaient pretes pour l e mariage qui a l l a i t suivre sous peu. LE MARIAGE TRADITIONNEL Le mariage e t a i t "arrange" a l'avance par des ententes entre l e s parents de l a jeune f i l l e et ceux du futur epoux. Le choix de 1'epoux e t a i t base sur l a capacite de ce dernier de bien s'occuper de l'epouse et eventuellement des enfants. Pour commencer, i l f a l l a i t negocier. Le pretendant devait verser aux parents l a dot de l a jeune f i l l e , dont l e montant et l a nature pouvaient v a r i e r de f a m i l l e en f a m i l l e ; en regie generale, i l s ' a g i s s a i t d ' o f f r i r des animaux domestiques et des produits agricoles. Le mariage e t a i t une i n s t i t u t i o n "sacree" dans l a mesure 21 ou i l devait conformer rigoureusement aux regies d e f i n i e s par l a t r i b u . Base sur l'entente entre deux families, l e mariage pouvait l e cas echeant etre annule a n'importe quel moment. Lorsqu'un couple eprouvait des d i f f i c u l t e s , on essayait d'abord de regler c e l l e s - c i au sein du conseil des vieux dont nous avons deja parle. Mais, s i l'on ne tr o u v a i t pas de solution, l a femme e t a i t l i b r e de rentrer chez e l l e , sans ses enfants ou avec eux (systeme p a t r i a r c a l ou matriarcal respectivement). S i l'epoux v o u l a i t r e t a b l i r l e l i e n conjugal, i l pouvait renegocier l e mariage aupres des beaux-parents. Encore une f o i s , i l y avait des regies bien d e f i n i e s en place correspondant a ce genre de si t u a t i o n , l ' e s s e n t i e l etant que les i n t e r e t s du groupe 1 1emportaient toujours sur l e s voeux des individus en question. Un autre aspect du mariage t r a d i t i o n n e l merite notre attention i c i . II s'agit de l a polygamie, systeme qui a ete, l e plus souvent par incomprehension, l'objet de denigrations de l a part des etrangers qui l e consideraient comme une forme de promiscuite. Dans son oeuvre A f r i c a Before They Came. 1 'historienne Galbraith Welch souligne 1' importance du mariage polygame dans l e cadre de l a societe t r a d i t i o n n e l l e . E l l e v o i t comme un aspect p o s i t i f de ce systeme, l e f a i t que 1'Afrique pre-coloniale ne connaissait pas l e probleme de l a pr o s t i t u t i o n , et que 1'existence des femmes c e l i b a t a i r e s e t a i t pratiquement n u l l e . 8 La pratique de l a polygamie avait d 1autre part une importante fonction socio-economique: l a main d'oeuvre necessaire pour 1'agriculture etant fournie en grand p a r t i e par l e s femmes, l e niveau d'affluence d'une fa m i l l e donnee e t a i t par consequent directement proportionnel au nombre de femmes qui y apportaient t r a v a i l . L 1 i n v e r s e e t a i t egalement v r a i car, plus l a fami l l e e t a i t grande, plus e l l e e t a i t a f f l u ente. La polygamie o f f r a i t aussi certains avantages pratiques aux femmes. Welch explique que: "Another p r a c t i c a l advantage to polygamy . . . was that i t r e l i e v e d the wife of a part of the arduous labor of housekeeping i n p r i m i t i v e conditions, where the water supply was sometimes fa r o f f , wood for f i r e s the same and grain had to be pounded interminably." (Welch, A f r i c a Before They Came, p. 318). Dans l e menage polygame, les travaux menagers et l e soin des enfants etaient partages par toutes l e s femmes—il est assez courant de v o i r en Afrique (meme aujourd'hui) une femme a l l a i t e r l e s enfants d'une autre quand l a mere est absente. Un autre avantage d'une importance considerable pour l a femme au sein du mariage polygame e t a i t que pendant l a periode de gestation, l a femme e t a i t " l i b e r e e " de ses "responsabilites sexuelles" envers son epoux. Germaine Greer discute cet aspect du mariage polygame dans son oeuvre Sex and Destiny: "Among the Fulani, for example, pregnant women go to t h e i r mothers 1 homes for t h e i r confinement and stay there two and a h a l f years, thus imposing a post-partum sexual 23 abstinence ..." (Greer, Sex and Destiny, p. 92) . Cette pratique o f f r a i t un double avantage a l a femme—elle pouvait a i n s i b e n e f i c i e r d'une periode de repos qui est t r e s necessaire apres 1•accouchement, et d*autre part l a contraception qui est souhaitable e t a i t assuree automatiquement pendant cette periode. Entre temps, les rouages de l a v i e f a m i l i a l e continueraient a t o u r n e r — l e s autres se chargeraient des r e s p o n s a b l i l i t e s menageres, l e mari ne s e r a i t pas f r u s t r e dans ses prerogatives sexuelles une autre femme pourrait eventuellement tomber enceinte, assurant a i n s i l a progeniture et, par extension, l a continuation de l a lignee. LA MATERNITE L'on ne saurait surestimer 1'importance de l a maternite au sein de l a societe t r a d i t i o n n e l l e . Pour des raisons a l a f o i s a f f e c t i v e s et economiques, les enfants etaient desires. Le concept de 1'enfant i l l e g i t i m e est etranger a l a culture a f r i c a i n e ; 9 d ' a i l l e u r s , dans certaines langues a f r i c a i n e s (par exemple, chez les Fanti du Ghana), 1 0 i l n'existe pas de mot pour 1'exprimer. Le theme de 1 1 importance de l a maternite est exploite tr e s profondement par Kourouma dans Les S o l e i l s . Salimata, l a premiere epouse du protagoniste, e t a i t frappee par l a s t e r i l i t e . Au debut du mariage: "Salimata vecut l e bonheur . . . pendant des annees qui se succederent, mais malheureusement sans enfant. Ce qui sied l e plus a un menage, l e plus a une femme: 1'enfant, l a maternite qui sont plus que les plus riches parures, plus que l a plus eclatante beaute! A l a femme sans maternite manque plus que l a moitie de l a feminite." (Kourouma, Les S o l e i l s . p. 51) . Le d e s i r d'avoir un enfant est devenu chez 1'heroine une obsession. E l l e a tout e s s a y e — p r i e r e s interminables, potions, consultations chez l e marabout, seances chez l e feti c h e u r — m a i s , toujours sans r e s u l t a t . Salimata est devenue une reprouvee aupres des siens. Quant a Fama, 1*epoux de Salimata, malgre l e f a i t q u ' i l ne l ' a pas abandonnee, i l a perdu l e d e s i r de partager toute i n t i m i t e sexuelle avec son epouse: "... Fama se resigna a l a s t e r i l i t e sans remede de Salimata. II a l i a chercher des fecondes et essaya (6 honte!) des femmes sans honneur de l a ca p i t a l e . Une premiere, une deuxieme, une troisieme. Rien n'en s o r t i t . " (Kourouma, Les  S o l e i l s . p. 56). Le f a i t que Fama se sente oblige de chercher a avoir des enfants par n'importe quel moyen (meme chez les prostituees) montre a quel point assurer sa descendance est important pour le s A f r i c a i n s . Et (remarque tr e s s u b t i l e de l a part de 1'ecrivain), l a s t e r i l i t e n 1 e t a i t pas une malediction reservee a l a femme seulement, bien que ce s o i t e l l e qui en souffre l e plus au sein de l a societe t r a d i t i o n n e l l e . (II est important de noter que Kourouma et Sembene Ousmane sont l e s seuls a tenter avec quelque succes a adopter un point de vue feminin dans leurs romans). 25 LES CROYANCES La maternite f a i t p a r t i e integrante du concept global de l a continuity. Comme nous l'avons deja mentionne, l a f a m i l l e ne se l i m i t a i t pas au domaine des etres vivants. Ces derniers entretenaient par diverses pratiques l e contact continuel avec l e monde des ancetres. La mort n*etait qu'un stade de passage entre l e s deux mondes. Tout ce que l ' e t r e humain f a i s a i t pendant sa v i e sur t e r r e c o n s t i t u a i t une preparation pour l a v i e future. Au moment de l a mort, 1'esprit de l'homme e t a i t pret a q u i t t e r l a v i e t e r r e s t r e pour rejoindre l e s aieux. Lors du deces, le s f u n e r a i l l e s etaient 1'occasion d'une se r i e de ceremonies complexes qui duraient quarante jours. II s ' a g i s s a i t de r i t e s de passage vers l'autre v i e qui e t a i t consideree comme etant infiniment plus importante que c e l l e sur t e r r e . II f a l l a i t done preparer l e mort de fagon appropriee: "Parce que 1'ombre v e i l l a i t , comptait, remerciait, 1•enterrement a ete conduit pieusement, les f u n e r a i l l e s s a n c t i f i e e s avec p r o d i g a l i t e . Les amis, les parents et meme de simples passants deposerent des offrandes et des s a c r i f i c e s ..." (Kourouma, Les S o l e i l s . p. 9). S i l e s ceremonies n'etaient pas preparees de fagon convenable, 1'esprit du decede ne pouvait pas passer dans l'autre monde. Des s p e c i a l i s t e s au sein de l a communaute se chargeaient des preparatifs et des ceremonies qui a l l a i e n t avoir l i e u , suivant l e s regies p a r t i c u l i e r e s a l'ethnie en question. Les pratiques pouvaient v a r i e r selon l a caste du 2 6 defunt: "... s i l e defunt e t a i t de caste forgeron ... on n'aurait jamais ose 1'inhumer dans une t e r r e l o i n t a i n e et etrangere." (Kourouma, Les S o l e i l s . pp. 28-29). Toutes ces croyances et pratiques font p a r t i e integrante du systeme r e l i g i e u x de l a societe t r a d i t i o n n e l l e . Ce systeme que l'on appelle "l'animisme" comprenait l e s regnes animal et vegetal. Chaque animal et chaque arbre ou r i v i e r e avaient a i n s i une place dans l a structure. La f a m i l l e avait un totem 1 1 qui e t a i t leur p r o t e c t e u r — p a r exemple, un serpent ou un crocodile, etc. La croyance e t a i t que cet animal n'attaquerait jamais un membre de l a f a m i l l e dont i l e t a i t l e totem. Le totem e t a i t aussi une marque du statut de l a f a m i l l e au sein de l a hierarchie s o c i a l e : "Qui done avait associe Doumbouya et Keita? Ceux-ci sont r o i s du Ouassoulou et ont pour totem 1•hippopotame et non l a panthere." (Kourouma, Les S o l e i l s . p. 12) . Les individus devaient respecter cette hierarchie car, faute de l e f a i r e c o n s t i t u e r a i t un a f f r o n t entrainant de graves consequences. Les r e l i g i o n s animistes etaient polytheistes. Le systeme r e l i g i e u x e t a i t a 1•image de l a structure s o c i a l e dans l a mesure ou l e s dieux t r a v a i l l a i e n t ensemble, chacun se chargeant d'un domaine precis, sous les ordres d'un "chef": "Very many dark Africans spoke of a boss god. But they also revered or f e l t fear mixed with detestation for a bunch of other gods, a s t a f f of other gods who were executive s p e c i a l i s t s i n d i f f e r e n t f i e l d s of e i t h e r protection and kindness or attack and danger. " (Welch, A f r i c a Before  They Came, p. 177). Les pratiquants de l'animisme n'avaient pas l e d r o i t de communiquer directement avec l ' E t r e Supreme, mais seulement par 1 1intermediaire des dieux mineurs. A f i n d'entretenir de bonnes r e l a t i o n s avec ces dieux, l a vi e de 1'Africain e t a i t ponctuee par une se r i e de s a c r i f i c e s --des animaux, des bijoux et par f o i s meme des etres humains. Dans Things F a l l Apart, l e jeune Ikemefuma est mis a mort par le clan pour s a t i s f a i r e aux exigences des dieux: "Yes. Umuofia has decided to k i l l him. The Oracle of the H i l l s has pronounced i t . They w i l l take him outside Umuofia as i s the custom and k i l l him there." (Achebe, Things F a l l Apart, p. 56). Les peines pour un s a c r i f i c e non-offert ou mal prepare etaient severes. E l l e s pouvaient prendre diverses f o r m e s — l a maladie, l a secheresse et meme l a mort, selon l e s regies de l'ethnie. Toute experience malencontreuse e t a i t attribuee a l a colere des dieux. Les considerations d'ordre metaphysique entraient toujours en jeu. Tout ce que l'homme t r a d i t i o n n e l t r o u v a i t incomprehensible dans l a Nature s'expliquait en fonction de 1'action des dieux. La naissance de jumeaux, par exemple, e t a i t une malediction: 1 2 "Nwoye had heard that twins were put i n earthenware pots and thrown away i n the forest ...: (Achebe, Things F a l l Apart, p. 60) . 28 Ces enfants non-desires etaient tues parce que l'on c r o y a i t q u ' i l s a l l a i e n t a t t i r e r de grands malheurs sur l a f a m i l l e . Les A f r i c a i n s se croyaient incapables de combattre les forces de l a Nature. A i n s i , leur attitude envers ces phenomenes r e s t a i t inchangee pendant des s i e c l e s : "... b e l i e f i n prayer and i n the intervention of ancestors and various gods could e a s i l y be a substitute f o r innovations designed to control the impact of the environment.: (Rodney, Hov Europe  Underdeveloped A f r i c a , p. 12). Au l i e u de chercher des solutions pratiques aux catastropes t e l s que l a secheresse et l a famine, 1'Africain t r a d i t i o n n e l p r i a i t et o f f r a i t des s a c r i f i c e s . S i l e s p r i e r e s ne produisaient pas de r e s u l t a t s , on redoublait d ' e f f o r t s dans l a p r i e r e ou l e s s a c r i f i c e s . La r i g i d i t e de l a structure s o c i a l e et du systeme r e l i g i e u x f a i s a i t que certains concepts etaient profondement enracines dans 1'esprit de 1'Africain. Les roles bien d e f i n i s par l'ethnie etaient acceptes. Chacun connaissait ses d r o i t s et ses responsabilites au sein de l a f a m i l l e , de l'ethnie et, par extension, du grand ensemble cosmique. C'est a i n s i que l e s peuples du continent a f r i c a i n r e a l i s a i e n t l a s t a b i l i t e s o c i a l e , economique et r e l i g i e u s e . LA PRESENCE ETRANGERE En regie generale, l e r e s u l t a t du contact entre deux cultures est une sorte d'hybride c u l t u r e l — u n compromis se manifestant dans l a naissance d'une nouvelle culture. Ce 29 phenomene se developpe, par exemple, dans les regions f r o n t i e r e s entre deux pays. Mais cette integration exige une condition prealable: absence d 1 a g r e s s i v i t e et de s u p e r i o r i t y de l a part des deux peuples. II en a ete autrement en Afrique. Le contact avec les etrangers a p r i s l a forme de 1'invasion, qui presuppose une at t i t u d e de s u p e r i o r i t y de l a part de 1 1envahisseur. C'est l e cas des Arabes et des Europeens envers l e s A f r i c a i n s indigenes. Essentiellement, i l s etaient des conquerants. Quels mobiles poussaient ces deux groupes a envahir 1'Afrique? L'INFLUENCE DE L 1ISLAM Au septieme s i e c l e , 1'Afrique a connu son premier grand contact avec l e monde musulman l o r s de l a vague d'islamisation du continent. Les Arabes, venant du Nord, avaient pour mission de precher l e nom d'Allah et de convertir l e s Noirs a leur r e l i g i o n . C e t a i t l e debut d'un mouvement visant l a conversion eventuelle du monde entier. II faut noter i c i que 1'ethnocentrisme des Arabes se bornait au domaine de l a r e l i g i o n . La structure de l a r e l i g i o n musulmane s'est revelee f o r t d i f f e r e n t e de c e l l e des r e l i g i o n s indigenes ( a n i m i s t e s ) — e l l e est monotheiste. L'homme a l'acces d i r e c t a l ' E t r e Supreme, ce rapport etant renforce par l a p r i e r e quatre f o i s par jour a des heures precises. Dans Les S o l e i l s . l e lecteur constate que l a p r i e r e constitue l'acte l e plus important dans l a v i e du Musulman. L'heure de l a p r i e r e est sacree. E l l e determine 30 l e deroulement de toutes l e s autres a c t i v i t e s quotidiennes. Cette difference entre l e s deux structures r e l i g i e u s e s est l a source des premiers c o n f l i t s entre l e s conquerants et les indigenes. Mais, toujours e s t - i l que l a campagne islamique a connu un grand succes aupres des A f r i c a i n s . Nous pensons que 1•Islam a ete accepte par l e s peuples a f r i c a i n s pour des raisons strictement pragmatiques. En Afrique t r a d i t i o n n e l l e , certaines families etaient marquees par des tares sociales paralysantes que l a r i g i d i t e de l a structure rendait d e f i n i t i v e s . Un reprouve ne pouvait pas p a r t i c i p e r pleinement a l a v i e communautaire. L'avenir, pour ces reprouves, commence a changer avec 1 1 a r r i v e e des Arabes. L 1Islam, en e f f e t , promettait de mettre f i n a leur v i e de condamnes. La nouvelle r e l i g i o n leur o f f r a i t de l ' e g a l i t e parmi l e s hommes. E l l e n'exigeait que 1'adoration d'Allah, p r i x minime a payer pour atteindre l e nouveau statut t r e s souhaitable, de l'enfant de Dieu. Peu a peu, l e s Noirs se sont l a i s s e convertir: "... the r e a l l y s i g n i f i c a n t new development lay i n the new appeal of s t r i c t Islam to groups of people excluded from the t r a d i t i o n a l socio-p o l i t i c a l structure ..." (Fage, A History  of A f r i c a , p. 195). Une p a r t i e du succes de l a campagne islamique est attribuable aussi au f a i t que l e s Arabes ne pratiquaient pas 1•ethnocentrisme c u l t u r e l . I l s se l i m i t a i e n t a 1'acceptation et l 1 a d o r a t i o n d'Allah sans changer l a culture des nouveaux 31 convertis, dont l a structure s o c i a l e t r a d i t i o n n e l l e r e s t a i t intacte. En f a i t , l e s deux courants r e l i g i e u x ont continue a coexister. Dans Les S o l e i l s . Kourouma d e e r i t ce phenomene comme une "faussete": "Le musulman ecoute l e Koran, l e feticheur s u i t l e Koma; mais a Togobala, aux yeux de tout l e monde, tout l e monde se d i t et respire musulman, seul chacun c r a i n t l e fet i c h e . " (Les S o l e i l s . p. 108). A notre avis, cette " d u p l i c i t e " e t a i t un moyen de survie. Le cote "r a t i o n n e l " de l'homme t r a d i t i o n n e l l u i d i c t e 1'adhesion a l a r e l i g i o n importee, alors que tous ses reflexes se trouvent enracines dans ce qui l u i appartient: "Les prieres coraniques et meme l e paradis sont i n s u f f i s a n t s ... Leurs djas, leurs doubles sont fougueux, indomptables." (Les S o l e i l s . p. 123). Cette attitude s i g n i f i e que, malgre l e s avantages evidents, l a r e l i g i o n etrangere ne pouvait pas s a t i s f a i r e aux besoins metaphysiques des A f r i c a i n s , habitues a un systeme complexe de r i t e s et de pratiques animistes. Parmi l e s nouveaux convertis, un grand nombre etaient de simple curieux et des interesses. Le monde musulman b e n e f i c i a i t d'un reseau de commerce prospere. Pour certains A f r i c a i n s , l a nouvelle r e l i g i o n o f f r a i t l'acces a ce reseau. Le systeme d'education des Arabes etant deja t r e s avarice, les chefs et l e s r o i s voyaient aussi l a p o s s i b i l i t y de p a r t i c i p e r a l a v i e i n t e l l e c t u e l l e . Pour toutes ces raisons, 1*Islam a pu s ' i n s t a l l e r en Afrique. Et, comme tout mouvement puissant, 32 i l s'est amplifie au cours des s i e c l e s . De nos jours, 1'Africain musulman n'eprouve aucun sentiment d 1 i n c o m p a t i b i l i t y v i s - a - v i s de ses deux r e l i g i o n s car chacune correspond a un aspect de sa v i e : 1 3 "La p r i e r e comportait deux tranches comme une noix de cola: l a premiere implorait l e paradis ... La seconde ... clamer sa reconnaissance pour l a subsistence, l a sante, pour 1 1eloignement des malchances et maledictions ..." (Les S o l e i l s . p. 26) . LES MISSIONNAIRES ET LES COLONS La complementarity entre l e s deux systemes r e l i g i e u x que l'on v o i t dans les pays musulmans en Afrique n'existe pas dans les pays d'orientation chretienne, et c e c i pour des raisons historiques. L'arrivee des Europeens dans les regions colonisees fut de l o i n l'evenement l e plus determinant. Aujourd'hui encore, l a forte presence europeenne en Afrique en est l a preuve. Pendant l a periode coloniale, l a presence europeenne a eu deux visages. D'un cote, i l y avait l ' E g l i s e qui se chargeait de ramener l e plus grand nombre de f i d e l e s au Dieu judeo-chretien. De l'autre, l e s colons avaient pour mandat d'exploiter l e s ressources naturelles au p r o f i t de l a mere-p a t r i e . Les missionnaires s'etaient i n s t a l l e s en Afrique bien avant l ' a r r i v e e des colons. Comme les Arabes, i l s etaient convaincus de l a suprematie de leur r e l i g i o n . Mais c'est 33 1 1ethnocentrisme c u l t u r e l marque de ces derniers qui a l l a i t e t a b l i r l a grande difference entre 1'attitude p o l i t i q u e de ces deux groupes. Pour l e s Europeens, i l n'eta i t pas seulement question de convertir l e s indigenes, mais aussi de les " c i v i l i s e r " . Cette attitude s'explique par l e f a i t que l e s missionnaires a r r i v a i e n t en Afrique avec des notions preconcues quant a l a structure de cette societe, des idees nees a p a r t i r des h i s t o i r e s "exotiques" 1 4 racontees par l e s premiers explorateurs. Aucun e f f o r t n'a ete f a i t pour comprendre ou pour examiner l e systeme en place. D ' a i l l e u r s l e s Europeens refusaient de reconnaitre qu'un systeme bien organise puisse e x i s t e r 1 5 dans cette region. Dans l e domaine de l a r e l i g i o n , l e s Europeens consideraient l e s A f r i c a i n s comme des paiens p r i m i t i f s q u ' i l f a l l a i t sauver a tout p r i x . Toutes les croyances ancestrales-- l a communication entre l e s mondes naturel et surnaturel a i n s i que l'harmonie entre 1'Homme et l a Nature—etaient a t t r i b u t e s au t r a v a i l du Diable. 1 6 Armes de leur zele apostolique et leur ethnocentrisme c u l t u r e l , l e s missionnaires se sont lances dans une guerre psychologique contre ces ames primitives, l e but etant d'affirmer l a su p e r i o r i t y des structures europeennes. LES CONFLITS Au depart, l a tache des missionnaires n'a pas ete f a c i l e . I l s ont eu du mal a combattre l ' h o s t i l i t e des A f r i c a i n s , et 3 4 l a Nature a f r i c a i n e elle-meme. La foret a f r i c a i n e e t a i t d i f f i c i l e m e n t penetrable pour l e s n o n - i n i t i e s . Le taux de mortalite e t a i t assez eleve, grace au climat chaud et aux diverses maladies t r o p i c a l e s — l e paludisme, etc. Pour ces raisons, l e progres des missionnaires s'est avere le n t . Les d i f f i c u l t e s physiques n'etaient qu'une p a r t i e du probleme auquel l e s missionnaires ont du f a i r e face. II y avait aussi l e s barrieres l i n g u i s t i q u e s . L'Afrique avait son propre systeme de langues et igno r a i t tout des langues europeennes avant l ' a r r i v e e des missionnaires. Le developpement des divers "pidgin" et " p e t i t negre" qui existent en Afrique aujourd'hui remonte a cette epoque. C'est l e r e s u l t a t des premiers e f f o r t s de communication entre les Europeens et les A f r i c a i n s . Un autre aspect du probleme des missionnaires en Afrique a ete l a r i g i d i t e des structures s o c i a l e s . On s a i t que l a societe a f r i c a i n e e t a i t t r e s bien organisee (autosuffisante et independante). Lors de l ' a r r i v e e des missionnaires, seuls l e s reprouves au sein de l a societe t r a d i t i o n n e l l e se sont l a i s s e convertir au depart (pour l e s memes raisons que plus haut a propos de 1'Islam). Mais, l e s reprouves etaient peu nombreux par rapport au reste de l a population. DECONSTRUCTION DE LA SOCIETE TRADITIONNELLE Peu a peu, l e s missionnaires se sont rendus compte de 1'importance de 1'unite f a m i l i a l e au sein de l a societe t r a d i t i o n n e l l e . I l s ont reconnu que l a r e a l i s a t i o n de leurs 35 o b j e c t i f s dependait de l a transformation du systeme en place: "For t h e i r propaganda to have been successful, European a c t i v i t y had to work a transformation i n the extended family patterns ..." (Rodney, How Europe  Underdeveloped A f r i c a , p. 253). Etant donne que 1'importance de l'homme en tant qu'individu e t a i t minime, l a famill e est done devenue l e c i b l e de leurs e f f o r t s . 1 7 Comme nous l'avons deja constate, l e mariage polygame e t a i t l'une des pierres angulaires de l a structure f a m i l i a l e en Afrique t r a d i t i o n n e l l e . L 'esprit europeen t r o u v a i t ce systeme inacceptable. Sans egard pour l a fonction socio-economique de cette coutume, les missionnaires ont tout f a i t pour detruire l a polygamie. Les hommes a f r i c a i n s se montrant h o s t i l e s au message des missionnaires, ceux-ci ont juge q u ' i l s e r a i t moins d i f f i c i l e de convertir l e s femmes en premier l i e u . Ce sont done e l l e s qui ont ete l e s premieres victimes de cette guerre psychologique. Les missionnaires ont commence a semer chez l e s femmes l e doute quant a l a valeur de leur contribution au mariage polygame. I l s ont souligne l e f a i t qu'elles fournissaient l a grande p a r t i e de l a main d'oeuvre pour 1'agriculture. Les travaux menagers dont e l l e s se chargeaient furent representes comme une forme d'exploitation. La dot versee aux parents de l a mariee fut presentee comme une forme de vente (alors que cette dot represente l e 36 dedommagement pour l a perte que l a fa m i l l e va subir du point de vue economique). En outre, toutes l e s pe t i t e s r i v a l i t e s qui exist a i e n t parmi l e s femmes d'un polygame furent accentuees par l e s missionnaires. Mais, comme l e d i t Welch: "A wife overburdened was torn between resentment at the prospect of a newcomer and r e l i e f ... i t might be that we exaggerate the unhappiness of a wife who shares her husband by a t t r i b u t i n g to her the psychological reactions of a wife i n a monogamous society." (Welch, A f r i c a  Before They Came, p. 318). Le f a i t que l e polygame ne pouvait pas prendre une nouvelle femme sans l e consentement de l a premiere epouse ne semble avoir eu aucune importance aux yeux des Europeens. Les missionnaires j u s t i f i a i e n t leurs actions contre l e systeme polygame en faisant c r o i r e aux femmes qu'elles en etaient l e s victimes. Les r i v a l i t e s entre l e s femmes furent a t t r i b u t e s a l a j a l o u s i e (a 1'europeenne), phenomene qui f a i t p a r t i e integrante du concept de l'amour "romantique", et qui est souvent une condition prealable au mariage dans l e monde occidental. La notion de l'amour "romantique" est nee du f a i t que les individus se croient " f a i t s l'un pour l'autre". Puisque les deux individus "appartiennent" l'un a l'autre, tout autre l i e n eventuel est i n t e r d i t (en principe) aux partenaires. C'est ce l i e n qui provoque dans l a societe occidentale des c r i s e s de j a l o u s i e a des degres d'intensite v a r i e s . En regie 37 generale, meme l'idee de partager l e partenaire est inacceptable. En Afrique t r a d i t i o n n e l l e , par contre, l'amour romantique ne figure pas parmi l e s conditions prealables au mariage. Base sur l 1 entente entre l e s deux families, l e mariage se f a i t lorsque l e s deux partenaires remplissent l e s conditions exigees par les regies de l'ethnie. La f i l l e d o i t etre prete a f a i r e une bonne ep o u s e — t r a v a i l l e u s e , porteuse d'enfants, respectueuse envers son epoux. Le jeune homme apprend des son enfance l e s valeurs q u ' i l l u i faudrait pour devenir un bon epoux—le courage, l a force physique, 1*esprit protecteur. Le nombre de femmes que l'homme t r a d i t i o n n e l pouvait prendre e t a i t determine en fonction de ses ressources. Une femme pour chaque homme e t a i t une notion etrangere. E l l e e t a i t l e signe que l'homme e t a i t incapable de s'occuper d'une "vraie" f a m i l l e . Un t e l homme s e r a i t incapable de gagner l e respect des autres membres de l'ethnie. Les missionnaires f a i s a i e n t peu de cas des aspects c u l t u r e l s de l a societe t r a d i t i o n n e l l e . La polygamie e t a i t pour eux l e produit de l a barbarie et de l a l a s c i v i t e . I l s ont done encourage les femmes converties a reclamer l e mariage monogame. Pour c e c i , i l f a l l a i t que leurs epoux acceptent l e mariage a l ' E g l i s e et q u ' i l s repudient l e s autres femmes. Entre temps, les missionnaires o f f r a i e n t leur protection aux femmes converties contre l e s c r i s e s de colere de leurs epoux qui refusaient d'accepter l a nouvelle o r i e n t a t i o n de 38 leurs epouses. Certaines missions catholiques e t a b l i s s a i e n t l a Sixa (une sorte de couvent) qui o f f r a i t refuge aux femmes "maltraitees" et qui s e r v a i t aussi de l i e u de preparation pour les jeunes f i l l e s destinees au mariage beni par l ' E g l i s e . Or, ce genre de renversement des regies e t a b l i e s dans une societe n ' a l l a i t pas se r e a l i s e r sans consequences tr e s graves pour l e bon fonctionnement du systeme. Le nombre de femmes a f r i c a i n e s depassant largement c e l u i des hommes, qu'allaient devenir ces femmes? E l l e s a l l a i e n t se retrouver sans epoux, done sans soutien. La femme t r a d i t i o n n e l l e a l l a i t connaitre 18 l a v i e c e l i b a t a i r e , l a p r o s t i t u t i o n , v o i r e l a souffrance. Les jeunes f i l l e s n * a l l a i e n t plus etre sures de leur avenir. La societe a l l a i t connaitre des enfants i l l e g i t i m e s . Assez ironiquement, l e s travaux menagers que ces femmes etaient encouragees a f u i r n'etaient r i e n en comparaison avec les travaux chez l e s missionnaires. Toundi, l e protagoniste dans 1'oeuvre Une Vie de Boy de Ferdinand Oyono, d i t dans son journal intime: "Aujourd'hui, l e pere Vandermayer est rentre de l a brousse. II a amene cinq femmes—chretiennes, p a r a i t - i l — q u ' i l a enlevees a leur mari polygame ... S i e l l e s savaient l e s travaux qui l e s attendent i c i , e l l e s seraient restees avec leur mari!" (Oyono, Une Vie de Boy, p. 25) . La question des pratiques a l a Sixa est aussi i l l u s t r e e par Mongo Beti (ecrivain camerounais) dans Le Pauvre Christ de  Bomba. II peint cet etablissement comme une maison de 39 p r o s t i t u t i o n ou sevissaient parmi d 1autres horreurs des maladies veneriennes. Le cote s o c i o - c u l t u r e l de l a v i e t r a d i t i o n n e l l e n'a pas ete l e seul a etre affecte; c'est toute l a structure socio-economique qui a ete ebranlee et detruite. L'economie etant basee sur 1'agriculture, l e mariage monogame a l l a i t provoquer une c r i s e economique tres grave au sein de cette societe. Avec l e s meilleures intentions, l e t r a v a i l d'une seule epouse e t a i t i n s u f f i s a n t e pour c u l t i v e r l e s champs. Ce genre de c r i s e s a l l a i t entrainer d'autres consequences, t e l l e s que l e vo l , inconnu dans une societe ou l a cooperation et l'entr'aide et done 1'autosuffisance a l l a i e n t de s o i . Ces phenomenes, mu l t i p l i e s et agrandis devaient mener a 1'appauvrissement general dans les domaines s o c i o - c u l t u r e l et economique. 1 9 LE RAPPORT ENTRE L'EGLISE ET L'ADMINISTRATION Nous avons deja constate que les missionnaires ont connu un succes l i m i t e au depart. L'arrivee des colons de fagon organisee au dix-neuvieme s i e c l e fut pour eux une benediction. Les colons a l l a i e n t leur fournir l'appui dont i l s avaient besoin. C'est a cette epoque que l e t r a v a i l "independant" des missionnaires a connu son terme. Le theme du rapport entre le s missionnaires et colons est exploite par l a plupart des romanciers a f r i c a i n s des pays a orientation chretienne. Lors de 1 • i n s t a l l a t i o n de 1'Administration coloniale, i l s'est e t a b l i une sorte de "mariage" entre missionnaires et 4 0 colons, a leur p r o f i t mutuel. Albert Memmi d e c r i t a i n s i ce q u ' i l appelle "1'intentionnalite" de ce rapport: "L'Eglise a beaucoup aide l e c o l o n i a l i s t e cautionnant ses entreprises, l u i donnant bonne conscience, contribuant a f a i r e accepter l a colonisation, y compris par l e colonise." "... l e c o l o n i a l i s t e a recompense l ' E g l i s e de son aide, l u i octroyant d'importants p r i v i l e g e s , t e r r a i n s , subventions ..." (Port r a i t du Colonise, p. 101). Grace a cette a l l i a n c e , l e s Europeens sont devenus une puissance redoutable en Afrique pendant l a periode c o l o n i a l e . L ' a l l i a n c e du sabre et du goupillon se revele plus e f f i c a c e dans l a guerre psychologique contre l e systeme a f r i c a i n t r a d i t i o n n e l . Pour cette raison, l e s a c t i v i t e s missionnaires et coloniale forment un ensemble dans l e contexte de notre etude. "European i m p e r i a l i s t s i n A f r i c a boasted that what counted was the fact that they had the Maxim machine gun and Africans did not." (Rodney, How Europe Underdeveloped  A f r i c a , p. 137). Les armes "primitives" des A f r i c a i n s se sont revelees i n e f f i c a c e s contre l e s f u s i l s des Europeens. Le triomphe revient done aux etrangers. IMPOSITION DES VALEURS ETRANGERES Ayant subjugue les A f r i c a i n s physiquement, les colons ont pu mettre en place leur systeme d'exploitation, tout en detruisant ce qui e x i s t a i t deja. Tout ce qui ne se conformait pas aux gouts des Europeens e t a i t d e t r u i t . Par exemple, les 41 tubercules qui f a i s a i e n t p a r t i e du regime alimentaire des A f r i c a i n s ont ete remplacees par des produits t e l s que l e cacao pour s a t i s f a i r e l e marche europeen. Pendant cette periode, l e s colons ont aussi i n t e r d i t l a consommation des boissons locales en faveur de c e l l e s qui venaient de l 1Europe (le v i n , l e whiskey, e t c . ) . Oyono deer i t de fagon tr e s brutale l e s e f f e t s de l ' a l c o o l sur l e s indigenes dans Le Vieux Neqre. II a d i t aussi comment l e s indigenes devaient se cacher pour se rendre chez Mama T i t i boire de l ' a r k i . Ce genre d 1 i n t e r d i c t i o n assurait un marche c o l o n i a l pour l e s produits europeens. L 1argent, inconnu jusque l a dans l e s pays a f r i c a i n s , fut i n t r o d u i t . Le b i l l e t a l l a i t remplacer l e systeme de troc des produits v i v r i e r s . Cette i n i t i a t i v e a ete fondamentale dans l a construction du nouvel ordre economique e t a b l i par l e s Europeens. E l l e a ete s u i v i e d'un changement dans l e systeme de l'emploi, l e s indigenes etant des l o r s obliges de t r a v a i l l e r pour un s a l a i r e a l a construction de routes, de batiment, etc. Avec ces contraintes sociales nouvelles, l e s anciennes pratiques, l e sens de l a p a r t i c i p a t i o n , de l'entr'aide communautaire ont disparu; l e regne du "chacun pour s o i " s'est i n s t a l l e en Afrique. C'est toute l a face du continent a f r i c a i n qui a commence a changer devant ces bouleversements dans l e s domaines economique et s o c i o - c u l t u r e l . L'un des domaines qui a connu de grands changements est 4 2 c e l u i de l'education. Le systeme t r a d i t i o n n e l e t a i t oriente vers l e developpement des valeurs t e l l e s que l'honneur, 1 1honnetete, etc. L'aspect pratique de ce systeme prenait l a forme de 1'apprentissage des metiers, l e but global etant de former l e s jeunes qui puissent contribuer valablement a l a v i e de l'ethnie, en assurant sa continuation et sa prosperity. "There was no separation of education and productive a c t i v i t i y or any d i v i s i o n between manual and i n t e l l e c t u a l education. Altogether, through mainly informal means, pre-colonial A f r i c a n education matched the r e a l i t i e s of pre-colonial A f r i c a n society and produced well-rounded p e r s o n a l i t i e s to f i t into that society." (Rodney, How Europe Underdeveloped A f r i c a , p. 239). Aux yeux des Europeens, ce systeme e t a i t sans valeur. II f a l l a i t done implanter un systeme d'education selon l e modele europeen. Les premieres ecoles ont ete e t a b l i e s par le s missionnaires. II va de s o i que l a s c o l a r i s a t i o n a 1'europeenne a l l a i t entrainer des consequences pour les jeunes A f r i c a i n s . Avec l a lecture et l ' e c r i t u r e s'est peu a peu forme un nouveau systeme de valeurs. Au l i e u de v o u l o i r devenir agriculteurs, l e s jeunes pensaient a devenir catechistes, m i l i t a i r e s , etc. Les A f r i c a i n s ont su s'adapter au nouvel ordre socio-economique. Les parents ont compris que l e seul moyen de f a i r e des progres e t a i t de l a i s s e r leurs enfants suivre l e nouveau systeme occidental. L'imposition par l e s Europeens d'un nouveau systeme de valeurs a donne naissance a un nouvel 43 A f r i c a i n . Nous tenterons au Chapitre III de peindre un p o r t r a i t de cet homme. 44 NOTES 1. De nombreux ecrivains ont e t a b l i ce f a i t , y compris Galbraith Welch, A f r i c a Before They Came; Walter Rodney, How Europe Underdeveloped A f r i c a ; A l i Mazrui, The Af r i c a n  Condition; J.D. Fage, A History of A f r i c a . 2. Voir Rodney et Mazrui. 3. Emmanuel Obiechina, Culture, t r a d i t i o n and society i n the  West A f r i c a n novel. 4. Rodney, p. 3 7. 5. Rodney, p. 37. 6. Rodney, p. 44. 7. Rodney, p. 37. 8. Welch, p. 314. 9. Voir Mazrui. 10. Communication personnelle avec B.E. Dawson-Andoh, eetudiant ghanaien a l ' U n i v e r s i t e de Colombie Britannique, Vancouver, Canada. 11. Voir Camara Laye, L 1Enfant Noir. 12. Voir Rodney et Mazrui. 13. Voir Mazrui. 14. Jacques Chevrier, L i t t e r a t u r e Neqre; Albert Memmi, P o r t r a i t du Colonise. 15. Voir Chevrier. 16. Voir Rodney. 17. Voir Rodney. 18. Voir Welch. 19. Voir Mazrui et Rodney. 45 CHAPITRE III LA NOUVELLE SOCIETE "... l ' a r r i v e e de l'homme blanc, caravanier trafiquant, explorateur, puis missionnaire et soldat, provoqua 1 1 ef fondrement des valeurs (des t r a d i t i o n s et r e l i g i o n s ) a f r i c a i n e s , qui r e l i a i e n t l'homme a l a t e r r e — r e s p e c t e e — , a ses ancetres, a sa famill e e l a r g i e , a son clan... L'homme blanc apprend aux A f r i c a i n s a l i r e et a e c r i r e , organise une societe urbaine. jusque-la peu connue. II opprime et exploite l'homme noir. Et cependant tout ce q u ' i l apporte est aussitot reconnu comme 'superieur', sans l a moindre discussion, p u i s q u ' i l est l e maitre." (Dumont et Mottin, L'Afrique  Etranqlee, p. 36). Ayant subi l e s ravages du colonialisme, 1'Afrique a accede a 1 *independance au debut des annees 1960. Cette periode a ete un moment euphorique dans l ' h i s t o i r e du continent 1 car 1'avenir s'annoncait prometteur—1'Afrique a l l a i t enfin se debarrasser du joug c o l o n i a l i s t e . Mais, apres plus de vingt ans de " l i b e r a t i o n " , cet avenir reste encore a r e a l i s e r . Pendant l a periode coloniale, 1'Africain e t a i t aliene, opprime. Aujourd'hui i l l ' e s t toujours. Les oppresseurs ont seulement change de couleur 2 et l'e s p o i r s'est transforme en malaise. A notre avis, l e malaise dont souffre l a societe a f r i c a i n e d'aujourd'hui est du a deux facteurs principaux, a savoir - l a continuation de l a dependance economique - l e manque d'esprit pan-africain. Le Chapitre II e t a i t consacre a 1'etude de 1'aspect historique du phenomene (la cause) de l'ambiguite qui se manifeste dans l e roman a f r i c a i n — L E HEURT. Ce chapitre aura pour but de cerner l e fonctionnement de l a NOUVELLE SOCIETE ( l ' e f f e t ) qui est l e produit du contact entre l e s mondes europeen et a f r i c a i n . Nous allons done d'abord peindre l e tableau de l'Afrique moderne (1'aspect s o c i o - c u l t u r e l ) , pour ensuite f a i r e l e b i l a n des evenements depuis 1•Independance (1'aspect economique et p o l i t i q u e ) . L'AFRIQUE MODERNE—LES TRAITS PRINCIPAUX Dans les romans qui font l'objet de notre etude, certains themes predominent, a savoir - 1'urbanisation - l e parasitisme s o c i a l - 1'analphabetisme - le s gouts - l a nouvelle e l i t e - l e nepotisme - l a corruption - 1•abus du pouvoir Ces themes sont symptomatiques du grand malaise s o c i a l evoque plus haut qui sous-tend l e developpement de l a nouvelle societe a f r i c a i n e . L'omnipresence de ces themes semble indiquer une preoccupation de l a part des romanciers avec l e malaise. 4 7 URBANISATION ET PARASITISME SOCIAL "... en depit de l a misere de ses quartiers populaires, l a v i l l e a t t i r e et constitue pour un bon nombre de heros romanesques a l a f o i s un objet de fascination et un point d'aboutissement." (Chevrier, L i t t e r a t u r e Negre. p. 143). Dans l e roman a f r i c a i n , l e lecteur constate souvent 1*opposition entre l a v i l l e et l e v i l l a g e , ces deux espaces representant l e s composantes etrangere et t r a d i t i o n n e l l e de l a societe a f r i c a i n e moderne. La v i l l e , construite selon l e modele europeen se d e s t i n a i t pendant l a periode c o l o n i a l e a loger l e s Blancs. Le v i l l a g e , compose de cases, constitue 1*habitation t r a d i t i o n n e l l e des A f r i c a i n s indigenes. Le v i l l a g e d'aujourd'hui ressemble de pres c e l u i de l a periode pre-coloniale; l a v i l l e par contre, a subi un grand nombre de modifications p a r t i c u l i e r e s a l a s i t u a t i o n de l'Afrique contemporaine. Pendant les dernieres annees de l a colonisation, l e visage des v i l l e s a commence a se transformer. Dans l e roman, l'ambiguite appliquee au complexe urbain est exprimee en termes p h y s i q u e s — l a v i l l e comprend deux mondes p a r a l l e l e s en juxtaposition l'un avec l'autre. Les lignes de demarcation entre ces deux mondes sont t r e s n e t t e s — l e s Blancs habitent " l e quartier europeen" et l e s Noirs " l e quartier indigene", bien q u ' i l s'agisse du meme l i e u geographique (voir "Les S o l e i l s . Le Vieux Neqre. No Longer de notre corpus). 48 L'existence de cette ambiguity en termes physiques a ses racines dans l a periode c o l o n i a l e . E l l e est nee du rapport e t a b l i a cette epoque entre colons et indigenes. II s ' a g i s s a i t alors d'un rapport de s u p e r i o r i t e / i n f e r i o r i t e . Certains romanciers choisissent de f o r t justement mettre en r e l i e f l a separation des deux groupes de c i t a d i n s . A i n s i , chez Oyono, l e quartier europeen se trouve en l i e u plus eleve que l e quartier indigene: "Chez Mami T i t i qui h a b i t a i t l e quartier indigene, c ' e t a i t deja l a v i l l e . De l a au bureau du commandant, i l n'y avait que quelques pas a f a i r e en montant une c o l l i n e abrupte." (Le Vieux Negre. p. 11) . "Meka poussa un soupir quand l a p i s t e se deboucha sur l e quartier indigene. Dominant ce dernier, l a v i l l e des Blancs, batie sur l a c o l l i n e ..." (Le Vieux Negre. p. 12). Kourouma, l u i , c h o i s i t un pont: "II e t a i t a 1'autre bout du pont r e l i a n t l a v i l l e blanche au quartier negre ..." (Les S o l e i l s . p. 9). Les references nombreuses a l a dichotomie urbaine semblent indiquer 1'universality du phenomene. Le quartier europeen constitute l e centre de 1 ' a c t i v i t y autour duquel s'elevent les b i d o n v i l l e s du quartier noir. "... l e quartier negre ondulait des t o i t s de t o l e g r i s a t r e s et lepreux sous un c i e l malpropre ..." (Les S o l e i l s . p. 25). Le lecteur se demande pourquoi dans ces conditions l e s A f r i c a i n s s ' i n s t a l l e n t en v i l l e ? II est bien evident que l e s 49 raisons sont d'ordre surtout economique. Dans l e chapitre precedent, nous avons demontre que l e s Europeens ont r e a l i s e une transformation de l a societe t r a d i t i o n n e l l e , et 1 *etablissement d'un nouvel ordre economique base sur l e t r a v a i l s a l a r i e . C'est a cette epoque que l a ruee vers l a v i l l e a commence, l e s jeunes y etant a t t i r e s par l a promesse d'une amelioration de leur s i t u a t i o n (devenue d i f f i c i l e au v i l l a g e grace au nouvel ordre economique) et par l a p o s s i b i l i t y d'assurer un bon avenir a l a fami l l e e l a r g i e , restee au v i l l a g e . Or, l a v i l l e a ete pour le s A f r i c a i n s " l e l i e u de l'echec et de 1 ' i l l u s i o n " . 3 Pendant leur enfance au v i l l a g e , l e s jeunes A f r i c a i n s s'acculturent et adoptent l e s valeurs europeennes. I l s observent en meme temps que l e s Blancs sont en p o s i t i o n de s u p e r i o r i t y , menent une v i e a i s e e — d e b e l l e s maisons, de nombreux domestiques, des voitures, etc. Le jeune A f r i c a i n espere un jour atteindre a son tour ce statut. Tout ce qui est l i e au monde blanc represente l e progres et l e succes. L 1 A f r i c a i n devient m a t e r i a l i s t e . C'est dans ce contexte q u ' i l reve d ' a l l e r s ' i n s t a l l e r en v i l l e au plus t o t . Une f o i s en v i l l e , et lorsque reve devient enfin r e a l i t y , 1 ' A fricain est sujet a un v e r i t a b l e traumatisme car l a v i l l e ne l u i o f f r e pas ce qu'elle promettait: " I n u t i l e d'enumerer i c i tous l e s romans qui developpent cette thematique, souvenons-nous simplement que l a v i l l e est rarement l a t e r r e promise qu'en esperaient ses adorateurs. 1 1 (Chevrier, L i t t e r a t u r e Negre, p. 143). L 1 A f r i c a i n se rend v i t e compte q u ' i l ne s'agit point de s'integrer a t i t r e egal avec le s Europeens. II d o i t se trouver un logement dans l e quartier noir, ne se rendant au quartier europeen que pour y t r a v a i l l e r 4 — t r a v a u x domestiques, p e t i t commerce, construction. L 1argent q u ' i l gagne est i n s u f f i s a n t pour l u i assurer l a s t a b i l i t e financiere q u ' i l r e v a i t . Mais quel choix a - t - i l ? Retourner au v i l l a g e s i g n i f i e r a i t que l'on accepte l'echec, alo r s que les parents restes au v i l l a g e attendent de l u i l a reussite sous une forme ou sous une autre ( l ' e s p r i t t r a d i t i o n n e l ) . II decide done de rester, de l u t t e r , se contentant de leur f a i r e parvenir des c a d e a u x — a r t i c l e s de valeur souvent douteuse, mais qui vont temoigner neanmoins du "progres" q u ' i l f a i t aux yeux des siens au v i l l a g e : "Ceux qui avaient un parent en v i l l e portaient directement sur leur peau s o i t un vieux pardessus, s o i t une robe de chambre, s o i t encore un vetement de nuit quelconque ..." (Le Vieux Negre. p. 35). Certes, certains A f r i c a i n s reussissent en v i l l e , mais leur nombre reste tres r e s t r e i n t par rapport a l a t o t a l i t e de l a population indigene urbaine. Le phenomene de 1•urbanisation s'accompagne d'un autre qui en est l e c o r r o l a i r e : l e parasitisme s o c i a l . Les jeunes desenchantes qui se retrouvent en v i l l e sans emploi et sans argent sont obliges de se refugier chez l e s parents deja 51 e t a b l i s en v i l l e : "... on remplit de jeunes chomeurs desoeuvres l e s rues des v i l l a g e s , puis des bourgs; bientot i l s atteignent l e s b i d o n v i l l e s des c a p i t a l e s . Ce sont eux qui fournissent ces parasites sociaux, passant leur temps a e c r i r e des demandes d'emploi ..." (Dumont, L'Afrique Noire  est mal p a r t i e . pp. 79-80). Selon 1 1 e s p r i t t r a d i t i o n n e l , 1 1 on partage tout avec l e s membres de l a f a m i l l e (voir l e Chapitre II) . Or, l e parasitisme s o c i a l est ne de l a deformation de ce principe: le s chomeurs se contentent de rester chez des parents pendant des periodes i n d e f i n i e s , et comme nous l e d i t Dumont: "Depute ou fonctionnaire, 1'Africain a r r i v e se d i t oblige de prendre en charge sa f a m i l l e e l a r g i e , sinon ses amis et son v i l l a g e . " (Dumont, L'Afrique Noire est  mal p a r t i e . pp. 74-75). La mendicite et l e v o l qui se repandent en Afrique sont des sequelles du parasitisme s o c i a l . Chacun s'attend a ce qu'on l u i o f f r e quelque chose. Dans Les S o l e i l s . Fama devenu "vautour" a s s i s t e aux diverses d'obseques de l a v i l l e , sachant q u ' i l ne r e p a r t i r a pas l e s poches vides. En v i l l e , survivre devient e s s e n t i e l et tous l e s moyens pour y parvenir son bons: "A i n s i Fama, prince dechu et c i t a d i n de fraiche date dans l a c a p i t a l e de l a Republique des Ebenes, se t r o u v e - t - i l soudain projete dans un univers h o s t i l e . . . ou i l d o i t , s ' i l veut survivre, se l i v r e r a des pratiques q u ' i l juge incompatibles avec son rang; l a mendicite et l e parasitisme." (Chevrier, L i t t e r a t u r e  Neqre. p. 143). 52 La f i e r t e ( t r aditionnelle) de Fama est mise a rude epreuve. II va de s o i que l a contradiction entre l e s principes personnels et besoins immediats provoque chez 1 *individu a i n s i demuni des signes de desequilibre psychologique: i l est aliene. Malgre l a duree prolongee de son sejour en v i l l e , son integration est toujours a f a i r e . Dans No Longer. Achebe peint un tableau de l a cooperation et de l'entr'aide (aspects de l a v i e t r a d i t i o n n e l l e ) au sein de 1 1 association Umuofia. Ce genre de "club" c u l t u r e l o f f r e une certaine securite a f f e c t i v e et financiere a ceux qui en ont besoin. Les membres sont tenus a f a i r e de meme pour l e s nouveaux arrivants en v i l l e ou ceux qui se trouvent en d i f f i c u l t y . La fonction de ce genre de groupe est tres importante car, d'apres Chevrier: "Le passage de l a brousse a l a v i l l e determine en e f f e t chez l a plupart des heros un v e r i t a b l e traumatisme ..." (Chevrier, L i t t e r a t u r e Negre. p. 143). Le traumatisme eprouve par l e s A f r i c a i n s en v i l l e n'est pas seulement l e r e s u l t a t de l a nostalgie et des d i f f i c u l t e s financieres. II est aussi renforce par l a peur que leur inspirent l e s Blancs: " S i l e commandant sent que j ' a i bu de 1'alcool, ce sera l a prison ..." (Le  Vieux Negre. p. 15). Meka, l e protagoniste, a peur de boire de 1'alcool l o c a l , i n t e r d i t par l e s colons. Dans ce roman, l e lecteur constate que l e s indigenes s'habituent a une v i e ou "des r a f l e s 53 succedaient aux r a f l e s " . 5 Les p o l i c i e r s a r r i v a i e n t chez eux en pleine nuit pour l e s accuser, f o u i l l e r et p a r f o i s pour l e s a r r e t e r . 6 La v i l l e a f r i c a i n e , t e l l e qu'elle est i l l u s t r e e par l e s romanciers est un endroit ou l e s Noirs vivent en s i t u a t i o n d * i n f e r i o r i t y par rapport aux Blancs. I l s apprennent a survivre en devenant mat e r i a l i s t e s et i n d i v i d u a l i s t e s , et sont forcement amenes a abandonner leurs principes t r a d i t i o n n e l s . Dans Les S o l e i l s . Salimata se f a i t battre et v o l e r par l e s hommes envers qui e l l e f a i t preuve de generosite (comportement qui ne s e r a i t pas acceptable de l a part d'Africains t r a d i t i o n n e l s ) . La grande importance accordee au theme de 1'urbanisation semble indiquer q u ' i l s'agit d'un phenomene universel en Afrique et qui remonte aux dernieres annees de l a periode c o l o n i a l e . ANALPHABETISME ET SCOLARISATION "Pour l a plupart des gosses de v i l l e s et des campagnes, l'ecole represente d'abord  l e moven d'acceder a l a caste p r i v i l e g i e e  de l a fonction publique." (Dumont, L'Afrique Noire est mal p a r t i e . p. 79). Avant l ' a r r i v e e des missionnaires europeens, 1'analphabetisme e t a i t generalise en Afrique Noire, l e systeme en place etant base sur l a t r a d i t i o n orale (voir l e Chapitre I I ) . Or, ce systeme bien que valable au sein de l a societe t r a d i t i o n n e l l e , e t a i t l i m i t e dans l a mesure ou i l ne permettait pas aux A f r i c a i n s de communiquer avec l e monde 54 exterieur. Certains h i s t o r i e n s , t e l s que Walter Rodney, attribuent a ce phenomene, en par t i e , l a c a p i t u l a t i o n des A f r i c a i n s aux forces etrangeres: " I t i s widely accepted that A f r i c a was colonized because of i t s weakness. The concept of weakness should be understood to embrace m i l i t a r y weakness and inadequate economic capacity ... and the low l e v e l of consciousness concerning the world at large ..." (How Europe Underdeveloped A f r i c a , p. 145). En arrivant en Afrique, l e s missionnaires europeens se sont charges de 1 1 i n s t r u c t i o n des jeunes. I l s ont construit des ecoles et i l s ont mene une campagne destinee a promouvoir l a valeur de 1 1enseignement. L 1 i n t r o d u c t i o n de l a s c o l a r i s a t i o n a ete une contribution a l a f o i s p o s i t i v e et negative. Sans aucun doute, e l l e a l l a i t aider l e s A f r i c a i n s a communiquer avec l e s etrangers et a mieux comprendre l e monde exterieur. Les connaissances a l l a i e n t se m u l t i p l i e r , l e l i v r e constituant un plus grand reservoir que l a memoire des individus. Malheureusement, les o b j e c t i f s et l a mise en pratique du systeme d•enseignement ne repondaient pas aux besoins dans l e contexte a f r i c a i n . Par ethnocentrisme, l e s Europeens croyaient que 1•analphabetisme des A f r i c a i n s e t a i t un indicateur de 1 ' i n f e r i o r i t e innee des peuples a f r i c a i n s , sans h i s t o i r e , sans c i v i l i s a t i o n . Tout c e c i e t a i t renforce par les idees et hypotheses des anthropologues qui essayaient de prouver que l e Noir e t a i t "naturellement" d'une capacite 55 cerebrale i n f e r i e u r e . Les missionnaires se sont charges done non seulement des antes mais aussi de 1'esprit des A f r i c a i n s . C'est 1'attitude de s u p e r i o r i t y des Europeens qui a v i c i e leur l u t t e contre 1'analphabetisme. En e f f e t , au l i e u d'etudier l a s i t u a t i o n l o c a l e , pour ensuite decider des besoins r e e l s des A f r i c a i n s dans l e domaine de 1'enseignement, le s missionnaires ont i n s t a l l e d'autorite l e systeme europeen. Les jeunes A f r i c a i n s ont a i n s i appris l ' h i s t o i r e et l a geographie de 1*Europe, avant c e l l e de leur continent: 7 "... Europeans thoughtlessly applied t h e i r own c u r r i c u l a without reference to A f r i c a n conditions; but very often they d e l i b e r a t e l y did so with intent to confuse and mystify." (Rodney, How Europe  Underdeveloped A f r i c a , p. 247). L*enseignement o f f e r t aux A f r i c a i n s e t a i t destine a l a formation des cadres destines a occuper l e s postes subalternes dans l e fonctionnariat, 1'enseignement et l e c l e r g e . 8 Les matieres au programme etaient limitees dans l a mesure ou l e curriculum i n t r o d u i t en Afrique ne s u i v a i t pas l e s developpements en Europe:' "New ideas that were incorporated i n the c a p i t a l i s t metropoles never reached the colonies. In p a r t i c u l a r , the f a n t a s t i c changes i n science did not reach A f r i c a n classrooms, for there were few schools where science subjects were taught." (Rodney, How Europe Underdeveloped A f r i c a , p. 246). Le lecteur constate que dans l e roman a f r i c a i n , par exemple chez Achebe, l a grande ambition des jeunes est de f a i r e des etudes classiques. Obi Okwonko, heros de No Longer. 56 part en Angleterre pour f a i r e des etudes en d r o i t . Apres son arrivee, i l change d'idee et se lance dans l a l i t t e r a t u r e anglaise, tant i l est fascine par l a langue et l a poesie. Ce genre d'attitude est ne du conditionnement que subissent les jeunes A f r i c a i n s des l'ecole elementaire. II va de s o i que ce systeme a l l a i t provoquer chez les jeunes des c o n f l i t s i n t e r i e u r s , qui a l l a i e n t se manifester a l a longue sous forme du desequilibre psychologique— 1•alienation. Les jeunes A f r i c a i n s francophones acceptaient sans discuter, 1'idee que leurs ancetres etaient des Gaulois 9 alors que leurs congeneres anglophones se voyaient comme des V i c t o r i e n s . 1 0 Dans ces conditions, l'on ne peut s'attendre a ce que l e s connaissances s c i e n t i f i q u e s prennent dans l e systeme l a place qui leur revient. L'Afrique reste dans l e domaine de l'education 1 1 figee dans l e dix-neuvieme s i e c l e . Ce qui est f o r t ironique, c'est que l e continent connaitra l a meme si t u a t i o n apres 1'Independance: "... a 1'Independance, i l f a l l u t adpoter l'ecole des Blancs... L'education pour l'ancien colonise, c'est apprendre 1'anglais et decrocher plus tard une planque t r a n q u i l l e de fonctionnaire . . . Des l a premiere annee done, en depit des recommandations de 1'UNESCO, l e s gosses des campagnes qui n'ont jamais entendu autour d'eux que l e s langues vernaculaires etudient en anglais, l e langage urbain qui deja l e s coupe de leur environnement ..." (Dumont et Mottin, L'Afrique Etranqlee. p. 81). Dans L'Afrique Noire est mal p a r t i e . Dumont explique aussi 57 comment l e s A f r i c a i n s francophones refusent ce q u ' i l s appellent "1'enseignement aux rabais" (p. 81), i n s i s t a n t pour que l e systeme s o i t exactement semblable a c e l u i de France. L'on peut conclure done q u ' i l s'agit d'un phenomene universel en Afrique. Pour ces raisons, l e fonctionnariat dans l e s pays a f r i c a i n s est surcharge, l e chomage continue a s'accroitre. Dans les centres urbains les jeunes A f r i c a i n s f r u s t r e s se tournent vers l e v o l : "Quand i l s se lassent de vegeter dans les b i d o n v i l l e s , de regarder par dela des clotures et barrieres les p r i v i l e g e s et l e s i n e g a l i t e s croissantes, alors i l s commencent a voler, s'enhardissant jusqu'a l'attaque a main armee: r e d i s t r i b u t i o n des richesses dans une societe desequilibree qui l a i s s e sa jeunesse sans t r a v a i l n i  espoir ..." (Dumont et Mottin, L'Afrique  Etranqlee. p. 82). Comme nous l'avons montre, l a f r u s t r a t i o n des jeunes est nee du f a i t que l e systeme d' enseignement est mal adapte aux besoins des pays a f r i c a i n s . La solution preconisee par certains analystes t e l s que Mazrui, est l a seule qui semble valable pour 1'Afrique contemporaine. "... the A f r i c a n u n i v e r s i t y today i s b a s i c a l l y a foreign i n s t i t u t i o n , transmitting foreign culture, and techniques, consolidating foreign academic t r a d i t i o n s . . . Domesticating the A f r i c a n u n i v e r s i t y would involve making i t more relevant to l o c a l needs, and more responsive to branches of knowledge and understanding available elsewhere on the l o c a l scene." (Mazrui, The A f r i c a n  Condition, p. 81). 58 Pour r e a l i s e r une t e l l e restructuration du systeme en vigueur, i l faudrait une combinaison de l a bonne volonte de l a part des hommes po l i t i q u e s et l a demystification du present systeme chez l e s parents, intimides 1 2 et impressionnes par les connaissances des jeunes A f r i c a i n s . Ayant accompli ces deux demarches fondamentales, l'on pourrait r e t a b l i r dans l ' e s p r i t des jeunes 1'importance des a c t i v i t e s agricoles, 1 * agricul t u r e etant l e premier pas vers l e v r a i developpement de ce continent. LES GOUTS IMPORTES "La r e l i g i o n de l'homme blanc une f o i s reconnue superieure, c'est son s t y l e de vi e , son costume, toute sa c i v i l i s a t i o n , ses coutumes qui seront v i t e recherches; et pas souvent pour l e mieux." (Dumont et Mottin, L'Afrique Etranqlee, p. 52). L'education o f f e r t e aux A f r i c a i n s est directement l i e e au developpement chez eux des gouts pour tout ce qui vi e n t du monde blanc. Pendant l a periode coloniale, l e s Noirs se contentaient de singer l e s Europeens. Aujourd'hui, 1'Afrique a f f i c h e une orientation vers l e s Etats-Unis qui sert de nouveau modele pour l a plupart des A f r i c a i n s "evolues". L'on approuve et imite sans discuter ou discriminer tout ce qui vient de ce pays. Pendant l a periode coloniale, l e s Europeens ont su convaincre l e s A f r i c a i n s q u ' i l s n'avaient pas d ' h i s t o i r e n i de c i v i l i s a t i o n . Le modele europeen i n s t a l l e en Afrique a alors remplace l e s gouts t r a d i t i o n n e l s . Aujourd'hui, 59 1'Africain r e j e t t e d'emblee l a culture "primitive" de 1'Afrique t r a d i t i o n n e l l e . II veut etre quelqu'un qui " s a i t " v i v r e (ce qui veut d i r e a 1 1europeenne, a 1•americaine) . La societe de consommation a done gagne ce continent, et les A f r i c a i n s feront tout pour acceder au statut de " c i v i l i s e s " d e f i n i par l e monde occidental: "... l e v o i c i qui se p r e c i p i t e , p a r f o i s pour oublier ses anqoisses, dans nos avions, qui l u i permettent de parcourir l e monde; dans nos autos, qui l u i donnent l 1 i l l u s i o n d'une puissance i l l i m i t e e . Le v o i c i engage sans y avoir bien r e f l e c h i dans notre developpement." (Dumont et Mottin, L'Afrique Etranqlee. p. 37). Ce genre de comportement indique q u ' i l existe chez l e nouvel homme a f r i c a i n un sentiment d ' i n f e r i o r i t y et d*insecurity. Pour compenser, i l c h o i s i t de s'entourer de produits de consommation les plus chers, bien souvent. "Ces gouts, beaucoup les ont acquis l o r s d'un voyage, d'un sejour a l'etranger. Au fond, certains se sentent plutot mal dans leur nouvelle peau; gagnes par l a societe de consommation i l s compensent leur sentiment d'insecurity par des gadgets de type Mercedes ou pisc i n e , puisqu'on leur a tant d i t que c 1 e t a i t cela l a c i v i l i s a t i o n . " (Dupont et Mottin, "L'Afrique Etranqlee, p.95). L'etranger qui a r r i v e en Afrique est choque de v o i r que les A f r i c a i n s portent cravate et veste malgre l a chaleur du climat t r o p i c a l , mais "Veste et cravate, considerees comme l e symbole d'une dignite nouvellement acquise, sont gardees par l e s ministres. . . La plupart exigent que tous l e s fonctionnaires, europeens ou a f r i c a i n s , l e s portent quand i l s se presentent devant 6 0 eux. II y en eut de renvoyes en France, pour les avoir otees un instant." (Dumont, L 1Afrique Noire est mal p a r t i e . p. 76). II est bien evident que 1'Africain ressent l e besoin de s'attacher a ces signes exterieurs de "prestige" pour prouver q u ' i l est aussi c i v i l i s e (sinon plus) que l e Blanc. Dans l e roman, l e lecteur peut constater que l e pagne (1'habit a f r i c a i n t r a d i t i o n n e l ) ne se porte que dans l a v i e ordinaire, et surtout au v i l l a g e . Certains e c r i v a i n s , comme par exemple Oyono, t r a i t e n t ce theme avec humour. Les personnages de ses romans s'habillent de fagon a provoquer l e sourire chez l e lecteur: "II avait deboutonne sa v i e i l l e veste, l e s larmes coulaient l e long de son ventre ride et penetraient sous l e noeud q u ' i l avait f a i t avec son pagne sur son pubis grisonnant." (Une Vie de Boy, pp. 30-31). La juxtaposition des habits renvoyant aux deux cultures sert a i l l u s t r e r l'ambiguite qui existe dans cette societe a deux niveaux: v i s u e l , mais aussi psychologique car l a f i e r t e des personnages d'etre a i n s i affubles demontre que l e phenomene se trouve desormais i n t e r i o r i s e . Le deuxieme aspect (psychologique) se trouve i l l u s t r e aussi par l e f a i t que l ' i d e n t i t e meme de 1'Africain est a t t e i n t e . Dans Une Vie de Boy, l e protagoniste s'appelle Toundi Joseph, du nom que l u i a donne l e Pere G i l b e r t , son "bienfaiteur". Dans Le Vieux Negre. l e lecteur v o i t que: " C e t a i t au lendemain de l a Deuxieme Guerre mondiale. Tout e t a i t De Gaulle... II y avait des De Gaulle f i l l e s , des De Gaulle garcons." (p. 68). Annan, l u i , t r a i t e cette s i t u a t i o n sans humour. Dans Beautyful. i l opte pour l a d e r i s i o n : "Mrs. Koomson descended the s t a i r s , wearing a dress that seemed to catch each i n d i v i d u a l ray of l i g h t and aim i t st r a i g h t into the beholding eye ... She sat languidly i n her chair, and f o r some time she did nothing but stroke her wig from front to back i n motions that were long, slow, and very studied." (Beautyful. p. 148). Le comportement de ce personnage, femme d'un ministre, et l a facon dont e l l e s ' h a b i l l e est destinee a impressionner ses i n v i t e s qui n'ont pas l e s moyens de l ' i m i t e r . I l ne vient jamais a l'idee de cette dame que c'est r i d i c u l e de porter une perruque sous un climat t r o p i c a l . E l l e i l l u s t r e parfaitement 1'attitude de l a Nouvelle Femme a f r i c a i n e qui semble avoir honte de porter sa c o i f f u r e t r a d i t i o n n e l l e . De nos jours, l'on ne v o i t guere l e s tresses a f r i c a i n e s en v i l l e ; l a plupart des femmes optent pour l e s cheveux d e f r i s e s ou l a perruque. Toute deviation de l a "norme" provoque l a colere des autres qui veulent s'elever au-dessus de ces manifestations c u l t u r e l l e s "primitives". Achebe i l l u s t r e cette attitude dans No Longer. Lors de son retour de 1'Angleterre, Obi a s s i s t e a l a ceremonie organisee par ses compatriotes nigerians pour f e t e r l'evenement. Or, tout l e monde s'est h a b i l l e "convenablement" sauf lui-meme, 1'invite d'honneur: "Everybody was properly dressed i n aghada or European s u i t except the guest of honor, who appeared i n h i s shirtsleeves because of the heat. That was Obi's mistake Number One. Everybody expected a young man from England to be impressively turned out." (p. 36). L'acte de se presenter en bras de chemise constituera l e debut des conf1its entre Obi et ses compatriotes. Ironiquement, c'est en Europe ou aux Etats-Unis que 1'Africain decouvre a quel point leur comportement vestimentaire est r i d i c u l e , l'homme moyen du monde developpe ne s'habillant pas de cette facon. Autre erreur, apres l a ceremonie, Obi demande a un ami s 1 i l peut se procurer des mets nigerians dans l e restaurant ou i l s se trouvent. Son ami, evidemment choque, l u i demande: "Do you want Nigerian food?" (p. 39) . Le commentaire qui s u i t est f o r t eloquent: "No decent restaurant serves Nigerian food." (p. 39). Le jeune ministre Sam Okoli, personnage du meme roman, est categorique: "Squash? God fo r b i d ! Nobody drinks squash i n my house. Samson, bring sherry for Miss." (p. 68). Dans Beautyful. l e ministre Koomson t i e n t absolument a enumerer l a v a r i e t e des boissons alcooliques q u ' i l a chez l u i , a l a grande gene de ses i n v i t e s moins aises: "Oh, you must choose. . . There's Black and White, Seagram's, Gilbey's Dry... (p. 147) . Ce genre de comportent cree chez ceux qui n'en ont pas l e de s i r d'atteindre ce niveau de v i e , attitude qui remonte a l a 63 periode c o l o n i a l e comme l 1 i l l u s t r e Oyono: "Et l e s autres? demanda-t-il en se retournant vers l e Noir. Une f r a c t i o n de seconde, c e l u i - c i loucha: un o e i l observait l e commandant pendant que l'autre s o u r i a i t imperceptiblement. Whisky, whisky, h a l e t a - t - i l en se caressant l e s cotes, du bon whiskey." (Le Vieux Neqre. p. 56). Pour resumer, l e s gouts importes pendant l a periode c o l o n i a l e se trouvent maintenant solidement ancres dans l a nouvelle societe a f r i c a i n e . I l s sont l e signe de l a dependance psychologique et economique dont souffre ces pays dont l e jeu des valeurs a bascule. LA NOUVELLE ELITE ET LE NEPOTISME Apres son Independance, 1'Afrique a accouche d'un Homo  Africanus Novus qui appartient desormais a une "caste p r i v i l e g i e e " que nous allons nommer "La Nouvelle E l i t e " . Nous entendons par cette expression 1'emergence d'une nouvelle classe s o c i a l e a part entiere qui se caracterise par son opportunisme et sa capacite d'exploiter 1'Africain moyen. II s'agit des hommes au pouvoir, de leur f a m i l l e e l a r g i e et de tous ceux qui sont prets a se f a i r e acheter par l e regime. II faudrait des l'abord distinguer entre ce groupe et 1 ' e l i t e i n t e l l e c t u e l l e a f r i c a i n e . I l s sont tous l e s deux produits du conditionnement de l a periode co l o n i a l e , pendant la q u e l l e l e s valeurs c u l t u r e l l e s imposees venaient directement d'Europe. Or, les manifestations de leur conditionnement sont nettement d i f f e r e n t e s . Celles de 1 • i n t e l l i g e n t s i a seront 64 abordees dans l e Chapitre IV (LE DILEMME DE L'ECRIVAIN). La Nouvelle E l i t e constitue un groupe de gens dont l e s int e r e t s se bornent a singer, voire a depasser l e s Blancs dans l e domaine de l a consommation et de s'accaparer du plus grand nombre de biens materiels au detriment de leur pays. Parmi l e s c r i t i q u e s de cette classe, l'on entend souvent 1*expression "plus europeens que l e s Europeens", expression qui resume en quelques mots 1'attitude de ces a r r i v i s t e s . Une f o i s au pouvoir, l e s hommes p o l i t i q u e s se reservent l e d r o i t de s'entourer des membres de leur f a m i l l e ou de leur ethnie: "Les membres du cabinet d'un ministre appartiendront generalement au meme groupe ethnique que leur patron." (Dumont, L'Afrique Noire est mal p a r t i e . p. 75). Cet entourage ne s'interesse pas serieusement au developpement de le u r pays, mais plutot a ce q u ' i l s peuvent en t i r e r . D'apres Dumont, l e s postes sont "pourvus en fonction des re l a t i o n s , mais non des competences des candidats." (p. 75). A notre avis, l e nepotisme rampant que existe aujourd'hui dans ces pays est l e r e s u l t a t de l a deformation de l'ancien concept de l a fa m i l l e de l a periode pre-coloniale. La difference en est que, dans l a societe t r a d i t i o n n e l l e , i l s' a g i s s a i t du principe de cooperation—tout l e monde se regroupant pour t r a v a i l l e r et pour partager l e s produits du t r a v a i l (voir l e Chapitre I I ) . Aujourd'hui, i l s'agit de s'attendre a des faveurs de l a part des membres de l a famill e 65 bien places, sans se soucier de l e s meriter. Armah s'exprime de facon brutale contre cette nouvelle classe p r i v i l e g i e e , souvent capable d'un niveau d'exploitation qui depasse ce que l e s A f r i c a i n s ont connu du temps des anciens maitres coloniaux: "How long w i l l A f r i c a be cursed with i t s leaders? There were men dying from the loss of hope, and others were fi n d i n g gaudy ways to enjoy power... They were lawyers before, something growing greasy on the troubles of people who worked the land... Their brothers and t h e i r friends were merchants eating what was l e f t i n the teeth of the white men with t h e i r companies...: (Beautyful. p. 81). Le cynisme evident de cette nouvelle classe est choquant. Lorsqu'on v o i t l ' e c a r t entre l a v i e que mene l a f a m i l l e du protagoniste, The Man, et c e l l e de l a f a m i l l e Koomson, on se rend compte q u ' i l s'agit tout simplement d'une nouvelle forme d'oppression. L'ironie en est que: "After a youth spent f i g h t i n g the white man, why should not the president discover as he grows older that h i s r e a l desire has been to be l i k e the white governor himself, to l i v e above a l l blackness i n the big old slave castle? And the men around him, why not? What stops them sending t h e i r loved children to kindergartens i n Europe? And i f the l i t t l e men around the big men can send t h e i r children to new i n t e r n a t i o n a l schools, why not? That i s a l l anyone here ever struggles for: to be nearer the white man." (p. 92) Armah en conclut q u ' i l s'agit l a , de l a part des A f r i c a i n s , d'une forme d'amour pour l e s Blancs, de 1*amour deforme, mais neanmoins reconnaissable (p. 92). Nous 66 partageons l 1 o p i n i o n d'Armah. CORRUPTION ET ABUS DU POUVOIR "Pour trop d ' e l i t e s a f r i c a i n e s done, 1'independance a consiste a prendre l a place des Blancs et a j o u i r des avantages, souvent exorbitants, jusque-la concedes aux coloniaux aux soldes elevees, s'ajoutaient parfois l e s b e l l e s v i l l a s , toutes meublees... Quand on r e d u i s i t ces avantages, certains ont voulu l e s r e t a b l i r a leur p r o f i t . . . La brusque accession au pouvoir sans controle a trouble certains e s p r i t s , corrode l e sens moral...: (Dumont, L'Afrique Noire est mal p a r t i e , p. 77). Dans l e contexte de 1'Afrique contemporaine, l e s deux phenomenes de l a corruption et l'abus du pouvoir vont de p a i r . A notre avis, i l s constituent l'un des obstacles l e s plus graves au developpement de ces pays. La corruption et l'abus du pouvoir se sont maintenant generalises en Afrique et se retrouvent a tous l e s niveaux de 1'Administration. Certes, l a corruption p r e - e x i s t a i t 1'Independance, mais comme l e d i t Dumont: "Depuis 1'independance, e l l e sembla prendre dans certains pays, du Nigeria au Centrafique, au Congo et au Gabon, de l a Cote d' l v o i r e au Dahomey, des proportions effarantes... La corruption apparait a certains plus developpe l e long de l a cote d'Afrique, peut-etre parce qu'elle est depuis plus longtemps au contact de 1'influence corruptrice du colonialisme de t r a i t e . . . " (L'Africrue Noire est mal  p a r t i e . pp. 77-78). En r e a l i t e 1'Africain moyen ne peut survivre s ' i l se contente d'un s a l a i r e "normal". Cette s i t u a t i o n a ete cree par l e f a i t que l a nouvelle e l i t e qui s'est i n s t a l l e e au 67 pouvoir apres 1 1Independance a f a i t t r e s peu pour stimuler du v r a i developpement. La baisse de l a production au niveau domestique a entraine une augmentation des importations v i v r i e r e s 1 3 et une penurie chronique de devises etrangeres. Couple avec c e c i , 1 1 o r i e n t a t i o n vers 1'achat des biens de consommation venant du monde developpe a entraine pour l e s pays du continent a f r i c a i n une dependance economique ineluctable. Les fonctionnaires, eux, visent a mener l a v i e des hauts places. Les masses populaires, qui vivent dans l a vrai e misere, l e s regardent a leur tour et poussent leurs enfants a monter cette echelle qui mene (selon eux) a un avenir prometteur. A i n s i , avec les meilleures intentions, 1 1 i n d i v i d u qui d o i t se charger de sa fa m i l l e et d'autres parents se trouve bien souvent dans l a s i t u a t i o n d i f f i c i l e de c h o i s i r entre l e s principes de l'honnetete et l e pot-de-vin. La pression s o c i a l e constitue un facteur t r e s important dans ce domaine. The Naked Man, personnage de 1'oeuvre Beautyful. explique l e processus de cette pression: " L i f e gets very hard when veranda boys are building palaces i n a matter of months. If you come near people here they w i l l ask you, what about you? Where i s your house? Where have you l e f t your car? What do you bring i n your hands for your loved ones? Nothing?" (Armah, p. 93). The Naked Man est philosophe et i l a decide de se r e t i r e r de l a societe, et de v i v r e c l o i t r e chez l u i l a plupart du temps. Or, son protege The Man, v i t l a s i t u a t i o n de facon d i f f e r e n t e . 68 Pere de fa m i l l e , i l n'a pas l e choix de se r e t i r e r du monde. Pousse constamment par son epouse apparentee au ministre Koomson et ambitieuse, The Man eprouve de graves c o n f l i t s i n t e r i e u r s car i l veut l u i , r e s ter au-dessus de l a corruption. Son epouse ne partage pas son avis la-dessus: "... my wife explained to me, step by step, that l i f e was l i k e a l o t of roads: long roads, short roads... Next, she l e t me know that human beings were l i k e so many people d r i v i n g t h e i r cars on a l l these roads... Accidents would happen, she t o l d me, but the fear of accidents would never keep men from d r i v i n g , and Joe Koomson had learned to drive . " (Armah, Beautyful. pp. 58-59). Aux yeux des siens (son epouse, sa belle-mere), l e crime dont est coupable The Man est de ne pas accepter l e statu quo. Dans ce genre de s i t u a t i o n , l a l o i est d i f f i c i l e m e n t respectee. D ' a i l l e u r s i l semblerait que l a l o i n'a aucune importance dans l a pratique de tous l e s jours: "Once when the man was t r a v e l i n g to Cape Coast three d i f f e r e n t policemen had stopped the l i t t l e bus and asked the dri v e r for h i s quarter l i c e n s e . The dri v e r had not bought i t yet... In each case the dri v e r had smiled and given the law twenty-five pesewas, and the law was s a t i s f i e d . There was only one way." (Armah, Beautvful. p. 95). Ce genre de cynisme f a i t p a r t i e integrante de l a mentalite de l a nouvelle societe a f r i c a i n e . L'homme moyen n'ayant aucun recours a l a j u s t i c e (car e l l e est elle-meme corrompue), on se demande comment 1'Afrique pourra s o r t i r de ce cerc l e infernal? 69 Achebe semble s'interesser au processus qui mene a l a corruption v i r u l e n t e qui existe dans l a societe nigerianne. Le protagoniste, Obi, se c r o i t au depart au-dessus de ce genre de crime. II ne comprend pas que l'on puisse se f a i r e acheter. Mais, sous l a pression soc i a l e , i l se soumet comme tout l e monde, et menant l a v i e que tout l e monde attend de l u i — l a f a m i l l e , l e s amis, l a f i a n c e e — i l accumule des dettes. La grande erreur de ce jeune homme e t a i t de s•imaginer que l e s pots-de-vin s e r v i r a i e n t a payer ses dettes pour ensuite se l i b e r e r . Mais l a f a c i l i t e qu'offre cette solution est une tentation i r r e s i s t i b l e . Apres quelques temps, e l l e devient une habitude. Obi represente l e type meme du jeune i d e a l i s t e , capable de v o i r et meme d'analyser l e s causes et les e f f e t s de l a corruption et l'abus du pouvoir. Malheureusement, l u i aussi, malgre l u i tombe dans l e panneau. C'est l e cas de nombreux jeunes A f r i c a i n s d'aujourd'hui, qui se trouvent p r i s dans un systeme complexe et d i f f i c i l e a combattre. ETAT PRESENT En r e a l i t e , 1•Independance en Afrique n'existe qu'en theorie. E l l e s i g n i f i e que les Chefs d'Etat noirs ont remplace l e s anciens maitres blancs, et avec l a benediction de ces derniers. 1 4 Cependant, l e spectre du colonialisme, sous forme du neo-colonialisme, est omnipresent. Le manque de cooperation manifeste par l e s nouveaux Etats ne f a i t qu'exacerber l e probleme. Sur l e plan economique, l 1 A f r i q u e independante continue a se f a i r e e x p l o i t e r par l e s etrangers et l e s leaders sont complices dans cette entreprise: "The essence of neo-colonialism i s that the State which i s subject to i t i s , i n theory, independent and has a l l the outward trappings of international sovereignty. In r e a l i t y i t s economic system and thus i t s p o l i t i c a l p o l i c y i s directed from outside." (Nkrumah, Neo- colonialism The Last Stage of Imperialism, p. xv). Les investissements etrangers des societes multinationales ne sont pas destines au developpement des pays a f r i c a i n s . Les investisseurs ont maintenant p r i s l a releve des colons en t i r a n t l e maximum des p r o f i t s pour soutenir l e s economies des pays developpes. 1 5 La matiere premiere des pays a f r i c a i n s s'achete a des p r i x tres bas (determines par l e s acheteurs) et l e s produits manufactures dans l e s pays developpes se revendent a leur tour aux pays a f r i c a i n s a des p r i x exorbitants (toujours determines par l e s acheteurs devenus vendeurs). 1 6 Le manque d 1 i n f r a s t r u c t u r e prealable a 1 1 Independance est en grande p a r t i e responsable de cet etat des choses. L'Afrique n'a pas ete preparee pour son independance, 1 7 s i t u a t i o n qui j o u a i t a l'avantage des anciens maitres coloniaux car e l l e a l l a i t creer l e s conditions d'une dependance economique continue. L'Afrique connait l e cycle vic i e u x de dettes et de prets, l e s grands joueurs etant les organismes preteurs t e l s que l e FMI (Fonds Monetaire 71 International). Ce phenomene sert a f r e i n e r toute p o s s i b i l i t y de developpement. L 1Afrique d'une part s'enlise encore dans l a voie du sous-developpement, alors que d'autre part l e s pays developpes leur o f f r e n t une aide economique. A notre avis, l'aide aux pays a f r i c a i n s t e l l e qu'elle est dispensee j u s q u ' i c i sert a donner bonne conscience aux exploiteurs et a v o i l e r chez les A f r i c a i n s l a r e a l i t e effrayante de leur s i t u a t i o n economique. Dumont d e c r i t parfaitement l e r o l e des subventions octroyees: "Dispensant le s gouvernements a f r i c a i n s de ' f a i r e face* a leurs d i f f i c u l t e s r e e l l e s , e l l e s contribuent largement a retarder leur maturite, a compromettre tout espoir de r e e l developpement economique." (Dumont, L'Afrique Noire est  mal p a r t i e . p. 72). L'Afrique r e c o i t une aide economique sous deux formes p r i n c i p a l e s : - 1'assistance technique (les cooperants) - 1'assistance materielle (machines, graines, medicaments, e t c . ) . Quant aux cooperants, i l est a leur avantage de se f a i r e a f f e c t e r en Afrique: s a l a i r e s eleves, de nombreuses primes et a l l o c a t i o n s . Dumont parle du: "... r o l e c o r r o s i f des cooperants venus f a i r e fortune... des representants des organisations internationales dont certains declarent sans vergogne: Dans quel autre pays pourrions-nous f a i r e autant d'argent en t r a v a i l l a n t s i peu? (Dumont et Mottin, L'Afrique Etranglee. p. 94) . 72 Dumont exagere peut-etre i c i . Toujours e s t - i l que dans l a plupart des cas, l e s avantages l'emportent sur l e s inconvenients. Grace aux maintes complications administratives dont souffre l a d i s t r i b u t i o n de l 1 a s s i s t a n c e materielle, dans bien des cas l e s regions l e s plus depourvues ne recoivent pas leur part. Les pays a f r i c a i n s servent aussi de debarras pour les restes (en termes d'equipements) dont l e s pays d i t s "donateurs" ne se servent pas. La plupart du temps les machines l i v r e e s sont demodees et done abandonnees, les pieces detachees ne s'en fabriquent plus. L'on trouve aussi p a r f o i s que cet equipement est mal adapte a l a s i t u a t i o n l o c a l e . Un autre aspect important de l a mise en pratique de l'aide o f f e r t e aux pays a f r i c a i n s c'est que l e s pays donateurs decident du produit a l i v r e r . En outre, des fonds alloues, l e plus grand pourcentage ne quitte jamais l e s pays donateurs: " A i n s i , sur l'Aide au Tiers-Monde, experts de toute sorte et bureaux d'etudes prelevent, des l'abord, l a part du l i o n . Et s ' attribuent des s a l a i r e s exorbitants. " (Dumont et Mottin, L'Afrique Etranqlee. p. 219). L'essentiel en est que, ayant o f f e r t cette "aide" aux pays "en voie de developpement", les hommes p o l i t i q u e s puissent j u s t i f i e r des augmentations de certains budgets. Entre temps, les p r i v i l e g i e s a f r i c a i n s au pouvoir n'y voient aucun inconvenient car "C'est a eux que p r o f i t e l ' e s s e n t i e l de l'aide, des prelevements et detournements s*operant a tous l e s niveaux." (Dumont et Mottin, L'Afrique Etranqlee. p. 48). Ces dirigeants qui ne cessent de condamner l e s anciens maitres coloniaux sont pour l a plupart des marionnettes, se mettant en c o l l u s i o n avec ceux qui tiennent vraiment les renes du p o u v o i r — l e s etrangers: "In p o l i t i c a l l y independent A f r i c a n states, the metropolitan c a p i t a l i s t s have to insure favorable p o l i t i c a l decisions by remote control. So they set up t h e i r p o l i t i c a l puppets i n many parts of A f r i c a , who shamelessly agree to compromise." (Rodney, How Europe Underdeveloped A f r i c a , p. 26). II est a l'avantage de ces derniers d'entretenir l e statu quo et leur d u p l i c i t e est frappante. L 1Independance p o l i t i q u e a permis aux leaders a f r i c a i n s de donner libre-cours a leur penchant naturel pour l a rhetorique 1 9 et l a "langue de bois" s i souvent pratiquee dans l e discours p o l i t i q u e ('la d e s t a b i l i s a t i o n ' , ' l a renaissance de l a dignite perdue', ' l a richesse des jeunes', etc. ad  nauseam font p a r t i e du jargon p o l i t i q u e a l a mode). Les masses, ignorant l e fonctionnement des rouages de l a p o l i t i q u e et incapables de l i r e au travers de ce jargon, sont souvent impressionnees par les grands discours. Les plus e c l a i r e s (etudiants, i n t e l l e c t u e l s ) et ceux qui ont l e courage de condamner les abus connaissent tres souvent l a persecution (prison, corrections, p a r f o i s meme 1'assassinat). De nombreux ecrivains, t e l s que Mongo Beti, H. Lopes sont obliges de f u i r leur pays pour e c r i r e librement. 74 II est assez ironique de v o i r que meme des organisations internationales t e l l e s que l a OUA gardent l e s i l e n c e sur de t e l s abus: "While routinely and resoundingly c r i t i c i z i n g South A f r i c a , the OAU has remained s i l e n t about the abuses of human rig h t s and other excesses i n the black-ruled states of A f r i c a . " (Ungar, A f r i c a . p. 435). Une f o i s i n s t a l l e s au pouvoir, l e s leaders a f r i c a i n s refusent toute c r i t i q u e du systeme en place et refusent de ceder l a place aux jeunes. 2 0 Les i n t e l l e c t u e l s et l e s etudiants a f r i c a i n s preconisent une p o l i t i q u e de cooperation entre l e s divers pays a f r i c a i n s . Cependant, malgre les reunions et l e s sommets21 qui se m u l t i p l i e n t , l e manque de bonne volonte et l e s resistances de l a part des dirigeants sont evidents. 2 2 Une Afrique u n i f i e e pourrait r e a l i s e r un avenir meilleur, ou du moins ne f e r a i t plus marche a r r i e r e . 2 3 Mais, ce continent est d i v i s e et continue a se d i v i s e r . II est assez ironique de v o i r qu 1apres plus de vingt ans d'Independance, les leaders des divers pays a f r i c a i n s communiquent plus volontiers et plus facilement avec les anciens pouvoirs coloniaux qu 1entre eux. II y a peu de communicaiton ( o f f i c i e l l e ) a travers l e s f r o n t i e r e s l i n g u i s t i q u e s : "Something as basic as language has come to serve as one of the mechanisms of integration and dependence. The French and English that are so widely used i n A f r i c a are more for the purpose of A f r i c a n communication with the exploiters than f o r Af r i c a n with A f r i c a n . " (Rodney, How  Europe Underdeveloped A f r i c a , p. 26). Faute de communication entre eux, l e s pays a f r i c a i n s continuent a rechercher a leurs problemes des solutions aupres des pays developpes, voire a fonctionner comme des s a t e l l i t e s . Depuis 1•Independance, certains leaders "progressistes" optent pour une orientation de gauche, s'alignant plutot sur 1'Union Sovietique, et etablissant des r e l a t i o n s avec l a Chine, etc.—notamment Sekou Toure (ancien chef d'etat de l a Guinee). D'autres exemples sont l e Ghana, l' E t h i o p i e , l a Mozambique. Or, ces l i e n s a gauche sont tout aussi discutables et ont j u s q u ' i c i amene bien peu de progres. II n'y a guere de difference entre 1'attitude des Sovietiques et c e l l e des Americains envers l e s pays a f r i c a i n s . II semble bien plutot que ces derniers servent de pions dans l a guerre d'influence que se l i v r e n t en Afrique l e s grandes puissances mondiales. 2 4 L'importation pure et simple du modele s o c i a l i s t e (a 1'europeenne) que certains voient comme l a solut i o n ne par a i t guere valable: "Le v r a i probleme n'est pas de construire rapidement une economie ou des structures s o c i a l i s t e s , mais de s o r t i r de l a dependance, du sous-developpement... Pour en s o r t i r , i l faut remettre totalement en cause l e modele de developpement occidental, l a societe de consommation, l a suprematie urbaine et i n d u s t r i e l l e . . ." (Dumont et Mottin, L'Afrique Etranqlee. pp. 256-257). 76 II faut que l e s pays a f r i c a i n s commencent a repenser serieusement leur s i t u a t i o n et a rechercher des solutions pratiques (et a echelle modeste d'abord), sans quoi, a notre avis l a dependance a f r i c a i n e ne connaitra pas de f i n . 77 NOTES 1. A l i Mazrui, The Af r i c a n Condition, p. 124; Rene Dumont, L'Afrique Noire est mal p a r t i e . p. 5. 2. Rene Dumont et Marie-France Mottin, L'Afrique Etranqlee, p. 95. 3. Jacques Chevrier, L i t t e r a t u r e Neqre. p. 143. 4. Voir Oyono et Kourouma. 5. Oyono, Le Vieux Neqre et l a Medaille. 6. Oyono, Une Vie de Boy. 7. Walter Rodney, How Europe Underdeveloped A f r i c a , p. 247. 8. Emmanuel Obiechina, Culture, t r a d i t i o n and society i n the  West Af r i c a n novel, p. 10. 9. Dumont, p. 81; v o i r aussi Frahtz Fanon, Peau Noire  Masques Blancs. 10. Obiechina, p. 11. 11. Rodney, p. 246. 12. Dumont et Mottin, pp. 81-82. 13. Dumont, p. 7. 14. Kwame Nkrumah, Neo-Colonialism The Last Stage of  Imperialism, p. xv. 15. Voir Rodney, p. 24; Dumont et Mottin, p. 24. 16. Dumont et Mottin, p. 24. 17. Dumont et Mottin, p. 16. 18. Sanford Unqar, pp. 448-449. 19. Ungar, p. 435. 2 0. Ungar, p. 433. 21. Ungar, p. 436. 22. Ungar, p. 435. 78 23. Dumont, p. 69. 24. Ungar, p. 461. 79 CHAPITRE IV LE DILEMME DE L'ECRIVAIN "The novel, a non-indigenous form and the most i n d i v i d u a l i s t i c of l i t e r a r y forms, can be said to have emerged i n West A f r i c a at a time when society became s u f f i c i e n t l y i n d i v i d u a l i z e d and heterogeneous to produce po t e n t i a l authors with adequate l i t e r a r y t r a i n i n g , imaginative complexity and a firm empathetic power, wanting to explore diverse characters and s i t u a t i o n s within a complex narrative medium... The emergence of the West A f r i c a n novel i s also an expression of the c u l t u r a l confidence and self-assurance of modern West Africans. They are impelled to analyse and examine themselves i n terms of t h e i r past c u l t u r a l l i f e and t h e i r present c u l t u r a l s i t u a t i o n , and t h i s because of the recovery of creative confidence formerly emasculated by colonialism and foreign domination." (Obiechina, Culture, t r a d i t i o n and society  i n the West Af r i c a n nove.. p. 261). En regie generale, l'acte d'ecrire presuppose que l'on a des idees a partager avec un public, a i n s i que l a l i b e r t e de c h o i s i r l e s moyens d'expression et l e contenu de son oeuvre. Bien entendu, tout e c r i v a i n est influence par des facteurs t e l s que son epoque et l e climat s o c i a l ambiant qui determinent l e cadre de 1'oeuvre. C'est ce qui permet au lecteur de determiner l e contexte historique d'un roman ou l e genre dont i l releve: psychologique, s o c i a l , etc. Mais, tout compte f a i t , c'est a 1'ecrivain de c h o i s i r ce q u ' i l va e c r i r e et comment i l va l e presenter. 80 Or, l e cas du romancier a f r i c a i n est plus complexe. En Afrique, 1'ecrivain se trouve dans une s i t u a t i o n s i n g u l i e r e : l a plupart de ses "options" l u i sont imposees par sa formation, par l ' h i s t o i r e du continent, par l a p o l i t i q u e du moment. Cette contradiction evidente n'en est qu'une parmi plusieurs qui constituent un aspect important de l a problematique africaine—1'ambigulte. Un regard sur l e s themes exploites par l e romancier revele que l e roman a f r i c a i n est essentiellement de nature sociologique (voir l e Chapitre I I I ) : "Cultural and s o c i a l change provides the nove l i s t s with t h e i r themes and subject matter. Different stages of c u l t u r a l and s o c i a l change are represented i n the novels, from the early contact between the c l a s s i c a l t r a d i t i o n a l culture and modern i n d u s t r i a l culture to the present time of considerable adjustment and syntheses." (Obiechina, p. 262). L' e c r i v a i n est " i n s p i r e " par l e s c o n f l i t s et l e s abus au sein de l a societe dans laquelle i l v i t , et i l s'engage comme porte-parole de son peuple. (Selon Aime Cesaire, l ' e c r i v a i n est " l a bouche de ceux qui n'ont pas de bouche") . "L'art pour l ' a r t " est un luxe que l ' e c r i v a i n a f r i c a i n ne peut pas se permettre. Dans un sens, on pourrait d i r e que l e roman est l e produit de 1'experience c o l l e c t i v e plutot que personnelle. Dans l e s deux chapitres precedents, nous avons expose quelques problemes de nature s o c i o - p o l i t i q u e , c u l t u r e l l e , et economique dont souffre 1'Afrique contemporaine. Nous avons aussi etudie leur evolution historique. Ce chapitre a pour 81 but de cerner l e s o b j e c t i f s du romancier a f r i c a i n et de mettre en r e l i e f l e s d i f f i c u l t e s q u ' i l d o i t a f f r o n t e r a f i n de r e a l i s e r sa creation. Pourquoi, pour qui et comment e c r i t l e romancier a f r i c a i n ? Nous allons aussi examiner quelques facteurs qui entrent en jeu pour influencer l e romancier—sa formation, l e climat socio-politique, etc. Tout c e c i pour e t a b l i r l e contexte dans lequel i l fonctionne, l u i qui se trouve en quelque sorte a cheval entre deux mondes. Avant d'aborder l a discussion de son "dilemme", nous allons essayer d ' e t a b l i r 1'identite du romancier a f r i c a i n , en nous permettant quelques generalisations. La biographie des e c r i v a i n s dont les romans font l'objet de cette etude revele que ces romanciers font p a r t i e de 1 ' i n t e l l i g e n t s i a a f r i c a i n e , de 1 ' e l i t e . I l s ont tous, Armah excepte, 1 beneficie d'une double f o r m a t i o n — t r a d i t i o n n e l l e (pendant l e s jeunes annees au sein de l a famille) et formelle (plus tard pendant leur v i e s c o l a i r e ) . La c a r r i e r e de nombreux heros de romans a f r i c a i n s (L'Aventure ambique, L'Enfant Noir. etc.) r e f l e t e ce phenomene. La double formation n'a pas ete sans consequences— quelques unes po s i t i v e s , d'autres negatives—-pour l a v i e de ces e c r i v a i n s . D'un cote, i l s sont capables de comprendre et done d 1analyser les deux systemes de valeurs; de l'autre cependant, les differences entre l e s deux mondes sont tellement marquees, q u ' i l s eprouvent forcement des c o n f l i t s au niveau tant personnel q u ' i n t e l l e c t u e l . L'analyse 82 approfondie des c o n f l i t s personnels sera ecartee i c i car e l l e m e r i t e r a i t une attention qui depasse l e cadre et l'envergure de cette etude. Le c o n f l i t i n t e l l e c t u e l , au contraire, nous interesse directement. En choisissant de s'exprimer, l ' e c r i v a i n a f r i c a i n se donne l a grande tache de vehiculer l a r e a l i t e a f r i c a i n e . Etant donne q u ' i l est lui-meme l e produit de cette r e a l i t e , i l est mieux q u a l i f i e que personne pour cette mission. S i l'ambiguite est un aspect important de l a r e a l i t e a f r i c a i n e , l ' e c r i v a i n , l u i , est l a personnification de cette ambiguite. En l u i existent l e s deux mondes, le s deux systemes de valeurs — s o i t au niveau conscient, s o i t au niveau inconscient. II sera question dans ce chapitre du "DILEMME DE L'ECRIVAIN"—"dilemme" parce qu'a notre avis l ' e c r i v a i n se trouve bien souvent oblige de c h o i s i r "entre deux eventualites dont l'une est aussi peu acceptable que 1'autre.*'2 Reussir a f a i r e p a r a i t r e un roman a f r i c a i n s i g n i f i e que l ' e c r i v a i n d o i t se transformer en maitre du compromis a plusieurs niveaux, q u ' i l s'agisse du public v i s e , de l a langue u t i l i s e e , ou d'autres considerations semblables. Etre un e c r i v a i n a f r i c a i n represente un c e r t a i n nombre de responsabilites. En tant q u • i n t e l l e c t u e l , l ' e c r i v a i n se do i t d'etre o b j e c t i f dans son analyse des phenomenes socio-c u l t u r e l s , de t i s s e r l a trame des f a i t s historiques sans l e s deformer. En tant qu'Africain, i l se d o i t de rendre j u s t i c e a son peuple. Mais, d*autre part i l l u i faut e v i t e r l e s exces 83 dans sa c r i t i q u e des colons et dans sa g l o r i f i c a i t o n du passe t r a d i t i o n n e l de son peuple. Chevrier d e c r i t ce rol e comme c e l u i d'un "redresseur de t o r t s et de guide e c l a i r e du peuple" (Lit t e r a t u r e Neqre. p. 135). GENESE DU ROMAN "Avec 1'emancipation des t e r r i t o i r e s d'outre-mer, l e s romanciers font leur entree en scene... Cette i r r u p t i o n du roman a 1'horizon a f r i c a i n s'explique sans doute par l e f a i t que toute prose est necessairement fonctionnelle et q u ' i l f a l l a i t des romanciers pour tenter de rendre compte et d'analyser l a nouvelle societe en t r a i n de s ' e d i f i e r sous leurs yeux." (Chevrier, L i t t e r a t u r e Neqre. p. 98) . Avant l e s annees 1960, l e roman a f r i c a i n e t a i t tres peu connu en dehors des cercles i n t e l l e c t u e l s europeen et a f r i c a i n , et pour cause. Tout d'abord, l e s premieres tentatives avaient ete sporadiques. 3 En 1921, l e monde francophone a connu Batdula de Rene Maran, oeuvre pour la q u e l l e l'auteur a regu l e Prix Goncourt. Ce roman, e c r i t par un Noir, sur l e continent a f r i c a i n et a propos de l a culture a f r i c a i n e (La Republique Centrafricaine) a connu autant de succes q u ' i l a suscite de reactions negatives. La polemique continue encore aujourd'hui sur l e point de savoir s i ce roman e t a i t veritablement " a f r i c a i n " . Maran, ne en Guyane francaise a voulu e c r i r e ce q u ' i l a nomme "un v e r i t a b l e roman negre". Son but e t a i t d'exprimer ce q u ' i l considerait personnellement, l o r s de son sejour en 84 Afrique, comme l a r e a l i t e a f r i c a i n e . Or, de par sa formation, Maran e t a i t Francais, avec tout ce que cela comporte du point de vue c u l t u r e l . La v i s i o n exprimee par cet e c r i v a i n e t a i t done assez faussee, etrangere, exotique. Cependant, malgre tous les e f f o r t s des c r i t i q u e s pour remettre en cause 1 1 importance de l a contribution de Maran, nous tenons que cette contribution est valable, et que Maran a s e r v i de precurseur aux romanciers a f r i c a i n s "authentiques" qui a l l a i e n t e c r i r e apres l u i . Dans ce sens, Maran est un pionnier. Vers l a f i n des annees 1930, une nouvelle generation d'ecrivains a f r i c a i n s arriverent sur scene: le s poetes de l a Negritude (ce mouvement se l i m i t a i t aux francophones). L'on ne saurait surestimer l e ro l e des poetes de cette epoque, notamment Leopold Senghor, Aime Cesaire et Leon Damas. Ces ecrivains representaient l a nouvelle p r i s e de conscience des Noirs du continent a r r i c a i n et de l a diaspora. Le mouvement de l a Negritude a ec l i p s e tout ce qui 1'avait precede sur l a scene l i t t e r a i r e a f r i c a i n e , faute de production systematique et soutenue de l a part des romanciers. II e x i s t a i t des nuances dans l a conception des poetes de ce mouvement quant a 1'expression de leur "negritude", mais l a philosophie de base se resume essentiellement a i n s i : l es Noirs ( i n t e l l e c t u e l s ) prennent conscience de leur etat d'etre Noir dans un monde ou l e Noir e t a i t considere comme un Etre i n f e r i e u r : 85 "La Negritude est d'abord effectivement reaction a l a s i t u a t i o n c o l o n i a l e de 1'Afrique d'avant 1960. Le mot meme de Negritude evoque l e sentiment de f r u s t r a t i o n eprouve par l'homme noir dans un monde ou i l se sent bafoue et aliene en raison de l a couleur de sa peau." (Chevrier, L i t t e r a t u r e Neqre. p. 41). L' o b j e c t i f p r i n c i p a l de ces ecrivains e t a i t d'affirmer, par l a Negritude, leur e g a l i t e sur l e s plans s o c i o - c u l t u r e l , i n t e l l e c t u e l , et autres. La poesie e t a i t l e vehicule c h o i s i pour exprimer ces sentiments, et e l l e s'est revelee un instrument valable et e f f i c a c e , car e l l e a connu un grand succes sur l a scene internationale. Or, l a poesie a des l i m i t e s . E l l e n'est point u t i l e , sur l e plan de 1'expression de type analytique. Toutefois, e l l e a s e r v i dans ce cas a b r i s e r des barrieres, frayant l a voie au roman qui a l l a i t suivre. A l'epoque de l a Neqritude, l e s i n t e l l e c t u e l s a f r i c a i n s anqlophones se sont exprimes contre ce mouvement. Leur argument p r i n c i p a l e t a i t que 1*expression (chez l e s francophones) des sentiments de f r u s t r a t i o n e t a i t hyperbolique. Le qrand penseur et poete nigerian Wole Soyinka a exprime de facon c l a i r e 1'attitude des anglophones en disant que "A t i g e r does not need to proclaim h i s t i g r i t u d e . . . he pounces." Les anglophones trouvaient que l e s partisans de l a Negritude avaient tendance a trop embellir l e passe t r a d i t i o n n e l . Eux optaient pour un mouvement base sur 86 1'actualite, sans pourtant renier l e passe t r a d i t i o n n e l . Pour les anglophones, i l s ' a g i s s a i t plutot d'affirmer leur "African Personality". Certes, l 1argument des anglophones e t a i t valable. Pourtant, i l faut r e t e n i r que l ' h i s t o i r e c o l o n i a l e vecue par les francophones est une longue periode d'acculturation plus poussee que c e l l e vecue par le s anglophones: "A 1'administration i n d i r e c t e (Indirect  rule) appliquee par nos v o i s i n s d'outre-Manche s'ajoutait une p o l i t i q u e c u l t u r e l l e qui, l o i n d ' a l l e r dans l e sens de 1 1 assimilation, f a v o r i s a i t au contraire l e developpement et 1•enseignement des langues vernaculaires, parallelement a 1'anglais. II en est resulte pour l e s anglophones a l a f o i s un moindre sentiment de deracinement et un plus grand realisme." (Chevrier, L i t t e r a t u r e Negre. p. 43). Les francophones, ayant vecu leur " i n f e r i o r i t y " par rapport aux Blancs depuis l e debut de l a periode coloniale, avaient pour mission de renverser cette s i t u a t i o n en exposant au monde l e passe glorieux des empires a f r i c a i n s . 4 I l s cherchaient a i n s i a creer un e q u i l i b r e en menant l e monde i n t e l l e c t u e l a 1'autre extremity par 1 * affirmation de leur culture o r i g i n a l e . Toutefois, malgre ces differences philosophiques, ce qui reste c l a i r , c'est qu'a cette epoque l e s i n t e l l e c t u e l s a f r i c a i n s n'etaient plus prets a accepter l e statu quo. Cette periode a connu de grands debats i n t e l l e c t u e l s sur l a s i t u a t i o n des Noirs, et e l l e a vu l a naissance d'une nouvelle generation de penseurs. C'est dans cette ambiance 87 qu'est ne l e roman a f r i c a i n . L'on ne peut p a r l e r de l a genese du roman qu'a p a r t i r des annees 1950, ou debute une periode pendant laq u e l l e l e continent a f r i c a i n a produit un nombre remarquable de romans. LE PUBLIC Un des facteurs iraportants qui a determine certains "choix" de 1'ecrivain a f r i c a i n , est l e public auquel son oeuvre se destine. II est i n u t i l e d 'ecrire un roman que personne ne voudra l i r e . Etant donne que l e taux d 1analphabetisme e t a i t a l'epoque tres eleve (de 1'ordre de 95% dans certains pays) , 5 l e romancier d o i t v i s e r dans un premier temps un public etranger—en Europe, aux A n t i l l e s , aux Etats-Unis—pour assurer l a r e n t a b l i l i t e de son entreprise. En visant ce public etranger, l ' o b j e c t i f p r i n c i p a l de 1'ecrivain est de s e n s i b i l i s e r l e public aux abus de l a c o l o n i s a t i o n , 6 et d'en exposer les e f f e t s sur l e s peuples a f r i c a i n s . Or, pendant les annees 1950, l e grand public etranger ne s'interesse pas a 1'Afrique. Ce continent n'evoque encore chez les lecteurs que des images "noires" d e v a l o r i s a n t e s — l a jungle, l a barbarie, l a servitude: "... the A f r i c a n i s hardly seen as an autonomous human being with a r a t i o n a l way of l i f e . E ither he i s merged into the general backcloth of barbarism, violence, exotic dances, withchcraft and magic, r i t u a l murder and cannibalism... or he i s protrayed as a mere servant, an inconsequential, s i l e n t , often anonymous and sometimes s i n i s t e r f i g u r e . . . " (Obiechina, Culture, t r a d i t i o n and society  i n the West Afr i c a n novel. p. 261). 88 Ce sont l a des prejuges e t a b l i s par l e s romanciers etrangers, et contre lesquels l e romancier a f r i c a i n d o i t l u t t e r a f i n de s ' e t a b l i r . Son o b j e c t i f est done d ' a t t i r e r 1*attention des maisons d'edition europeennes. Pour cela l e s themes t r a i t e s doivent etre particulierement " s a i s i s s a n t s " , l e s t y l e rigoureusement soigne. Aux Etats-Unis, l a s i t u a t i o n est un peu d i f f e r e n t e a l'epoque. Le public comprend, pour une p a r t i e , des Noirs qui sont arri v e s a une p r i s e de conscience de leur s i t u a t i o n par rapport a 1 1Afrique-mere. Grace au militantisme des i n t e l l e c t u e l s et a r t i s t e s du mouvement de Harlem, les Americains ont commence (a p a r t i r des annees 1920) 7 a s'interesser au continent a f r i c a i n des points de vue socio-c u l t u r e l et p o l i t i q u e . Quelques-uns sont a l l e s jusqu'a v i s i t e r l e continent a l a recherche de leur heritage c u l t u r e l (voir Roots de A. Haley). Le public americain e t a i t done pret a a c c u e i l l i r l e roman a f r i c a i n . Aux A n t i l l e s l a p r i s e de conscience de l ' e t a t de Noir de l a diaspora a ete vecue comme un stimulant. Une c u r i o s i t e s'est developpee qui a l l a i t b r i s e r l e s barrieres qui separaient A n t i l l a i s et A f r i c a i n s . Le complexe de s u p e r i o r i t y dont souffraient l e s A n t i l l a i s v i s - a - v i s des A f r i c a i n s , e t a i t sur l e point de s'eteindre. Dans ce contexte, l e roman a f r i c a i n a l l a i t f ournir aux A n t i l l a i s (aux i n t e l l e c t u e l s principalement) 1'occasion d'apprecier l a richesse de l a culture a f r i c a i n e . 89 En Afrique meme, l a valeur du roman se f a i s a i t moins s e n t i r . Un facteur determinant e t a i t l e probleme de 1•analphabetisme, mentionne plus haut. Pourtant, certains chefs d'etat, notamment Kwame Nkrumah, f a i s a i e n t de grands e f f o r t s pour promouvoir l a lecture. Les progres sur ce plan etaient neanmoins tres lents. De plus, l e roman a f r i c a i n a l l a i t entrer en concurrence avec l e roman europeen, e t a b l i comme l e modele a suivre depuis l e s debuts de l a periode col o n i a l e . Tous ces facteurs ont contribue au "dilemme" du romancier a f r i c a i n . La s i t u a t i o n ideale s e r a i t de pouvoir e c r i r e des romans sur 1'Afrique qui seraient tout d'abord apprecies par les A f r i c a i n s . Mais l e s romanciers sont obliges d'etre pragmatiques. I l s ont l u t t e a deux niveaux; premierement, pour s ' e t a b l i r en tant que romanciers, et deuxiemement pour e t a b l i r un nouveau genre de roman sur l a scene internationale. LANGUE ET STYLE "Desireux de re j e t e r l a culture imposee, 1'ecrivain a f r i c a i n se trouve neanmoins confronte a une double et paradoxale impossibilite: impossibilite d 1 e c r i r e dans l a langue de 1•oppresseur, avec l a q u e l l e i l entretient necessairement un rapport passionnel, i m p o s s i b i l i t e de f a i r e autrement." (Chevrier, p. 240). La question de l a langue dans l e contexte du roman a f r i c a i n semble constituer une seri e d'ironies et de contradictions. A l a lecture on s'apercoit que l a plupart des oeuvres sont e c r i t e s en langue " e t r a n g e r e " — l e francais et 90 1*anglais. Ce phenomene par a i t ironique quand on considere que l ' o b j e c t i f p r i n c i p a l du romancier est de vehiculer l a r e a l i t e de son peuple—destruction de l a societe t r a d i t i o n n e l l e , imposition de valeurs etrangeres, etc. et plus tard, abus de l a periode post-coloniale et l e malaise qui en est r e s u l t e . Mais, aussi ironique que cela puisse p a r a i t r e , l e romancier se trouve face a un choix qui n'en est pas un. 8 Comme nous 1'avons deja montre, l ' o b j e c t i f p r i n c i p a l du romancier est, dans un premier temps, de s'imposer sur l a scene internationale en s'assurant un public, puis de stimuler l ' i n t e r e t de ce public. II faut done que l e romancier emploie l a langue que parle ce public. Or, en acceptant d'ecrire en langue francaise ou anglaise, ce que l ' e c r i v a i n f a i t c'est de reconnaitre que l a culture a f r i c a i n e d'aujourd'hui est inextricablement l i e e a l a culture des anciens pouvoirs coloniaux. Car, d'apres Frantz Fanon: "Parler, c'est etre a meme d'employer une certaine syntaxe, posseder l a morphologie de t e l l e ou t e l l e langue, mais c'est surtout assumer une culture, supporter l e poids d'une c i v i l i s a t i o n . " (Peau Noire  Masques Blancs. p. 13). Done, bien q u ' i l s o i t d i f f i c i l e et humiliant d'accepter cette dure r e a l i t e l i g u i s t i q u e , l ' e c r i v a i n d o i t s'y soumettre a f i n de r e a l i s e r son o b j e c t i f . 91 La question de l a langue continue a etre un sujet de polemique 9 parmi l e s i n t e l l e c t u e l s a f r i c a i n s . Peut-on pa r l e r d'une v e r i t a b l e l i t t e r a t u r e a f r i c a i n e alors que l e s ecrivains emploient une langue etrangere? A notre avis, l e romancier a f r i c a i n a reu s s i a resoudre cette contradiction fondamentale. Le roman qui a paru en Afrique a p a r t i r des annees 1950 atteste ce f a i t par l e s themes c h o i s i s , l a couleur lo c a l e et surtout l e langage employe. L'instrument de 1'oppression s'est revele l ' o u t i l l e plus e f f i c a c e pour exprimer l a revolte contre 1'alienation c u l t u r e l l e . Comment done est-ce que l e romancier r e u s s i t a exprimer sa r e a l i t e en langue etrangere? C'est l e s t y l e qui est l a c l e de l a question. Bien entendu, l'on ne peut p a r l e r de s t y l e commun a tous, car chacun des ecrivains a l e sien propre. Pourtant, i l est c l a i r que tous essaient de manipuler l a lanque (a des degres divers) a f i n de parvenir a une saveur l i n g u i s t i q u e qui s o i t indubitablement a f r i c a i n e . Certains ont mieux reus s i que d'autres sur ce point comme nous allons maintenant l e montrer. Tout au debut de son roman Les S o l e i l s . Kourouma declare ses intentions, quant a l'emploi de l a langue francaise: "Le molosse et sa dehontee facon de s'asseoir" A i n s i s ' i n t i t u l e l e premier chapitre de ce roman. En ajoutant l e "d" en debut du mot "ehontee", Kourouma manipule l a langue franchise pour l u i f a i r e vehiculer une nuance de l a langue malinke. Ce qui est frappant chez Kourouma, c'est que non seulement i l veut rapprocher l e s deux langues, mais q u ' i l semble pret a l e f a i r e au p r i x de 1'elegance. Oyono, l u i , se distigue par son s t y l e s a t i r i q u e et les images brutales que seul l u i s a i t r e u s s i r . Le lecteur constate que cet e c r i v a i n s'exprime avec l a meme f a c i l i t e dans les deux langues. Dans Le Vieux Negre, on trouve par exemple l e passage suivant: "... Meka contempla 1' i n t e r i e u r de son casque, l e tapota, l e contempla encore puis s'en c o i f f a . II paracheva son elegance en g l i s s a n t l a jugulaire sous l e menton." (p. 10). Quelques pages plus l o i n , decrivant l e moyen employe par l e s indigenes pour ne pas s e n t i r 1'alcool q u ' i l s ont consomme, Oyono se montre tout a f a i t a l ' a i s e avec l e " p e t i t negre": "Moi suce d'orange..." (p. 15). Parmi l e s ecrivains dont l e s oeuvres sont a 1'etude i c i , Armah est sans doute l e moins a l ' a i s e dans " 1 ' a f r i c a n i s a t i o n " de l a langue etrangere. II est evident q u ' i l est plus a l ' a i s e en anglais que dans les langues vernaculaires. Sans doute sa formation j o u e - t - e l l e i c i un grand r o l e : "Armah's childhood i n Takoradi, a centre of surviving Victorianism i n Ghana, and his education i n Achimota School and Harvard University go some way to explain a marked lack of contact with pidgin and t r a d i t i o n a l language." (Obiechina, p. 191) . Evidemment conscient de ses l i m i t a t i o n s , Armah essaie p a r f o i s de donner des tournures a f r i c a i n e s a l a langue anglaise. Par exemple, v o i c i comment s'exprime un messager 93 qui a gagne a une l o t e r i e et qui c r a i n t d'avoir a partager son gain avec l e s siens: "... so many people would jump on me to help me eat i t . " (Beautyful. p. 18). Tout au long du roman, Armah tente de semblables manoeuvres de compensation. Mais 1'effort est v i s i b l e . Obiechina explique aussi l a tendance chez Armah a employer souvent l a voix de l'auteur pour exprimer l e s idees et l e s nuances que l e s personnages ne peuvent pas exprimer. 1 0 Achebe, par contre, evolue sans d i f f i c u l t y dans le s deux langues. Les equivalences q u ' i l o f f r e en anglais prouvent q u ' i l r e u s s i t a transmettre avec justesse l e s idees a f r i c a i n e s dans l a langue du colonisateur. Par exemple, un jeune marie b o i t l a l i e du v i n de palme l o r s des ceremonies au v i l l a g e , parce q u ' i l est c e l u i qui "has a job i n hand". Cet exemple i l l u s t r e assez comment Achebe r e a l i s e son "hybride l i n g u i s t i q u e " . Cet e c r i v a i n montre aussi q u ' i l est conscient du r o l e que joue l a lanque etrangere dans l a v i e de 1'Africain moyen. La langue des Blancs sert a distinguer ceux qui savent l i r e et e c r i r e des autres. Ceux du premier groupe sont a ce point f i e r s de leur maitrise de 1'anglais q u ' i l s font l e s plus grands e f f o r t s pour impressionner l e s autres: "He spoke of the great honor Obi had brought to the ancient town of Umuofia... i n t h e i r march towards p o l i t i c a l irrendentism, s o c i a l equality, and economic emancipation." (No Longer, p. 37) . 94 Le commentaire suivant, a propos du discours prononce par l e Secretaire de 1 1 organisation, est s i g n i f i c a t i f a cet egard. "He wrote the kind of English they admired i f not understood: the kind that f i l l e d the mouth... Obi's English, on the other hand, was most unimpressive..." (p. 37). La difference entre Obi et ses compatriotes t i e n t au f a i t que c e l u i - l a a vecu en Angleterre, experience qui l u i a donne une nouvelle perspective quant a l a langue des Blancs. Dans 1'inconscient de l 1 A f r i c a i n repose l'idee que seul l'emploi savant de 1'anglais determine l a valeur du locuteur. Obi se debarrasse de cette idee l o r s de son sejour en Angleterre, et se rend compte alors que sa langue maternelle est l e vehicule et l e signe de son i d e n t i t e . La question de langue est pour l ' e c r i v a i n source d'un conf l i t a l a f o i s i n t e r i e u r et de nature pratique. II est dechire entre l e d e s i r de s'exprimer dans sa propre langue et les aspects pratiques de son metier ( d i f f u s i o n , p u b l i c a t i o n ) . La l i t t e r a t u r e a f r i c a i n e etant de t r a d i t i o n orale, l e romancier d o i t accepter un compromis: e t a b l i r , dans l e respect de cette t r a d i t i o n , un rapport entre l e conteur et son public, et accepter de s'exprimer dans une langue etrangere, a f i n d'assurer l a r e a l i s a t i o n et l a d i f f u s i o n de son oeuvre. 95 NOTES 1. Obiechina, p. 191. 2. Trouvez l e mot juste, p. 3. Chevrier, p. 98. 4. Voir l e s poemes de Senghor. 5. Chevrier, p. 134. 6. Chevrier, p. 134. 7. Chevrier, pp. 3 1 - 3 2 . 8. Chevrier, p. 237 - 39; aussi Fanon, Les Damnes. 9. Chevrier, p. 127. 10. Obiechina, p. 192. 96 CHAPITRE V CONCLUSION "... l a l i t t e r a t u r e a f r i c a i n e s'est... c r i s t a l l i s e e autour d'un ce r t a i n nombre de problemes a caractere p o l i t i q u e , interessant aussi bien l a rencontre brutale des c i v i l i s a t i o n s a f r i c a i n e s avec un Occident conquerant et triomphaliste que l a s i t u a t i o n du Negre dans une societe disloquee oil l e statut d'homme a part entiere l u i est refuse." (Chevrier, L i t t e r a t u r e Neqre, p. 134). Le phenomene de l'ambiquite qui se manifeste dans l e roman a f r i c a i n constitue une problematique a t r o i s dimensions: 1'existence de deux mondes p a r a l l e l e s et d i s t i n c t s dans l e meme l i e u geophysique, l a source et les manifestations de cette coexistence, et l e rol e de 1'ecrivain dans cette s i t u a t i o n complexe. Comme nous l'avons constate dans 1'INTRODUCTION, ce phenomene a ete l'objet de tres peu d'attention c r i t i q u e , et a notre avis c'est regrettable. J u s q u ' i c i , l a plus qrande p a r t i e du discours c r i t i q u e a ete centree sur les domaines dans lesquels se manifeste l e phenomene de l'ambiguite: l a r e l i g i o n , l a p o l i t i q u e , l a culture. Nous avons tente d'explorer quelques aspects "negliges" de cette question pour mieux e c l a i r e r l e debat. 97 SYNTHESE Dans l e Chapitre I I , nous avons e t a b l i l a source du phenomene de l'ambiguite—LE HEURT entre Europeens et A f r i c a i n s pendant l a periode c o l o n i a l e . En arrivant en Afrique l e s missionnaires et colons europeens se sont e t a b l i s en p o s i t i o n de s u p e r i o r i t y par rapport aux indigenes. I l s ont refuse de prendre en consideration l e s t r a d i t i o n s a f r i c a i n e s , choisissant plutot d'imposer sur l e s peuples des valeurs europeennes. L' a l l i a n c e interessee entre missionnaires et colons a beaucoup f a c i l i t y leur "mission". Les A f r i c a i n s , de leur part, pousses par l a c u r i o s i t y , l a i s s e n t f a i r e au debut (voir Things F a l l Apart. Une Vie de  Boy) . Pour eux, l e s premiers Europeens n'etaient qu'une bande "d'albinos eccentriques" qui ne menagaient en r i e n leur systeme t r a d i t i o n n e l , e t a b l i depuis des s i e c l e s (Things F a l l  Apart). La r i g i d i t e de l a structure t r a d i t i o n n e l l e a pousse l e s reprouves au sein de cette societe a se refugier chez l e s Blancs. Ce fut l e debut de ce qui a l l a i t se developper en une transformation t o t a l e de l a structure s o c i a l e . Lorsque les A f r i c a i n s se sont rendus compte q u ' i l ne s ' a g i s s a i t pas de b i z a r r e r i e de l a part des Blancs mais plutot d'une operation savamment menee, i l e t a i t deja trop tard pour remedier a l a s i t u a t i o n . Peu a peu, l e s A f r i c a i n s se sont l a i s s e convertir a l a nouvelle r e l i g i o n (catholique romaine) dont l e s pretres determinaient desormais l e s valeurs c u l t u r e l l e s . Les missions catholiques o f f r a i e n t aux jeunes 98 A f r i c a i n s 1*occasion d 1apprendre a l i r e et a e c r i r e (Une Vie  de Boy), fondaient des c l i n i q u e s pour assurer des soins medicaux " s c i e n t i f i q u e s " . La construction des routes a change 1 1 o r i e n t a t i o n agraire de l a societe t r a d i t i o n n e l l e vers l e developpement d'une societe urbaine. Le Chapitre III a ete consacre au developpement de l a NOUVELLE SOCIETE a f r i c a i n e , desormais marquee par 1'experience c o l o n i a l e vecue. L 1 a c c u l t u r a t i o n pratiquee par l e s Europeens a eu des e f f e t s nefastes sur l a nouvelle generation d'Africains dans l a mesure ou ces derniers etaient devenus incapables d'accepter leurs valeurs t r a d i t i o n n e l l e s . Pourtant, i l s demeuraient malgre eux attaches a certaines pratiques (voir dans No Longer l e cas de Clara, fiancee d'Obi); e l l e a un metier, est done assez " l i b e r e e " , et e l l e refuse d'epouser Obi a cause des tabous qui l a frappent du f a i t qu'elle est consideree comme issue d'une fa m i l l e "osu" (taree). De p a r e i l s c o n f l i t s i n t e r i e u r s ont donne l e jour a une generation d'alienes c u l t u r e l s — D e n i s , heros du Pauvre Christ  de Bomba; Toundi, heros d'Une Vie de Boy. Ces deux jeunes sont des exemples des A f r i c a i n s qui se trouvent a mi-chemin entre l e s deux cultures. Ayant quitte leur f a m i l l e et l e v i l l a g e , i l s cessent d'etre des A f r i c a i n s "authentiques". D'autre part, rejetes par les Europeens, i l s eprouvaient une c r i s e d ' identite aigue. La femme a f r i c a i n e e t a i t doublement victime du nouveau 99 systeme. Sophie (Une Vie de Boy) v i t avec un Francais mais e l l e n'a pas l e d r o i t de se presenter devant l e s i n v i t e s de son amant. Ce dernier, en presence de ses compatriotes l a nomme sa "cuisiniere-boy". Le traumatisme vecu par l a jeune femme s'explique par l e f a i t qu'elle reconnait son dilemme: i m p o s s i b i l i t e de retourner au v i l l a g e , puisqu'elle a p r i s l e chemin de l a p r o s t i t u t i o n chez l e s Blancs; i m p o s s i b i l i t e de se f a i r e accepter par ces derniers. E l l e se f a i t doublement exp l o i t e r par l e s hommes en tant que femme et en tant que femme noire. L'un des changements l e s plus frappants de 1'Afrique nouvelle est l a transformation de sa societe agraire en societe urbaine. La promesse d'une meilleure v i e en v i l l e a reu s s i a a t t i r e r dans l e s agglomerations urbaines un nombre croissant de jeunes, et a devaluer l e t r a v a i l manuel (de l a t e r r e ) . Pour l a majorite d'entre eux, l'experience vecue en v i l l e est une deception: b i d o n v i l l e s , p r o s t i t u t i o n , maladies veneriennes, v o l , chomage. De plus, i l s se trouvent en v i l l e coupes des structures s e c u r i t a i r e s o f f e r t e s par l e systeme t r a d i t i o n n e l . Dans l e contexte de notre etude, l e but e t a i t d ' e t a b l i r dans un premier temps, l e rapport entre l a presence des Europeens en Afrique et 1'evolution de l a Nouvelle Afrique, rapport de cause/effet. Ensuite, l ' o b j e c t i f e t a i t de mettre en r e l i e f l a contribution des romanciers a f r i c a i n s a l a pris e de conscience de 1'Africain devant l a s i t u a t i o n contemporaine 100 de son pays dans l e concert des pays du monde. Le romancier a f r i c a i n , lui-meme produit de cette societe qui comprend deux mondes inextricablement l i e s , se donne l a tache de vehiculer cette r e a l i t e . En tant q u 1 i n t e l l e c t u e l , i l est bien o u t i l l e pour analyser sa r e a l i t e , mais du f a i t q u ' i l est A f r i c a i n , l a r e a l i s a t i o n de son but est longue et d i f f i c i l e . Dans l e Chapitre IV, nous avons examine LE DILEMME DE L'ECRIVAIN pour r e c o n c i l i e r l e s contradictions de l a r e a l i t e vecue par l e romancier a f r i c a i n . Le roman a f r i c a i n se d i v i s e en deux qroupes: c e l u i de l a periode qui precede 1'Independance (entre 1950 et 1960) et c e l u i de l a periode d'apres 1'Independance. Dans l a premiere cateqorie, on a vu l e s romanciers i l l u s t r e r l e s abus de l a societe c o l o n i a l e (Le Vieux Neqre), l a deconstruction de l a societe t r a d i t i o n n e l l e (Things F a l l Apart) et l e developpement de l a nouvelle societe a f r i c a i n e (No Longer). Dans ces romans, l e lecteur decouvre a l a f o i s une denonciation rigoureuse de l a presence etrangere, et 1'idee i m p l i c i t e que les A f r i c a i n s pourraient mieux f a i r e s i on l e s l a i s s a i t l i b r e s de regler leurs a f f a i r e s a leur facon. La deuxieme generation d'ecrivains exprime l a r e a l i t e de 1'Afrique contemporaine: decadence de l a nouvelle societe (Beautyful) aussi bien que desenchantement cause par les nouveaux maitres (Les S o l e i l s ) . Ce qui ressort de ce tableau c'est l e desespoir que v i t 1'Africain d'aujourd'hui. L'Independance l o i n de fournir l a solution aux problemes 101 a f r i c a i n s , a, dans certains cas, aggrave l e sort de 1 *individu moyen. A LA RECHERCHE DE L'EQUILIBRE De nos jours, 1'Afrique Noire est un continent trouble. E l l e est frappee de secheresse, famine, maladies, 1 signes d ' i n s t a b i l i t y p o l i t i q u e et economique, guerres, l u t t e s , f r a t r i c i d e s . Tous l e s jours analystes et j o u r n a l i s t e s ne manquent pas de nous o f f r i r l e s d e t a i l s deroutants de l a l u t t e de ce continent pour assurer sa survie. Les multiples rapports fournis par les organisations internationales—L'ONU, LA BANQUE MONDIALE, L'OMS, L'UNESCO, e t c . — n e presagent r i e n de bon pour 1'avenir immediat. Apres pres de trente ans d' Independance et malgre l e grand nombre de programmes d'Aide pour l e developpement, l a s i t u a t i o n continue a se deteriorer a une a l l u r e vertigineuse. A notre avis, l'un des plus grands obstacles au developpement de 1'Afrique est l a complexity de sa s i t u a t i o n . L'Afrique est un continent d i v i s e en t r o i s dimensions p r i n c i p a l e s . E l l e f a i t p a r t i e du Ti e r s Monde (les pays en voie de developpement), ce qui s i g n i f i e en termes economiques qu'elle est parmi ceux qui n'en ont pas. C'est l a d i v i s i o n v e r t i c a l e ou economique. L'economie des pays n'est pas determinee en Afrique mais a i l l e u r s . Les pays a f r i c a i n s servent de pions dans l e jeu economique mondial, d i r i g e , manipule par les puissantes compagnies multinationales basees dans l e s pays developpes. 102 Horizontalement, l e continent est d i v i s e en pays, tous independants aujourd'hui, mais dont l e fonctionnement est determine encore par des d i v i s i o n s l i n g u i s t i q u e s : principalement francophones/anglophones; c'est un reste 1'heritage pos t - c o l o n i a l . L'une des consequences de cette d i v i s i o n est l e manque de communication et de cooperation parmi l e s pays a f r i c a i n s . Les deux grandes ai r e s l i n g u i s t i q u e s restent toujours fortement polarisees; dans chacune i l est plus de f a c i l e de communiquer avec l e s anciens pays colonisateurs qu'avec l e s pays v o i s i n s . La troisieme dimension est l a t e r a l e . La structure de 1'Afrique t r a d i t i o n n e l l e , c e l l e qui p r e - e x i s t a i t a l a periode coloniale, continue a jouer un role aujourd'hui sous l a forme du triba l i s m e . Tribus ou ethnies suivent encore aujourd'hui les lignes de demarcation de l a societe t r a d i t i o n n e l l e . Or, les "pays" a f r i c a i n s d'aujourd'hui ties avec 1'Independance, dont l e s fron t i e r e s ont ete decidees et arretees par l e colonisateur pour des raisons economiques, p o l i t i q u e s , etc., ne coincident que rarement avec l e s anciens lignes de demarcation de l a societe t r a d i t i o n n e l l e ; d'ou i m p o s s i b i l i t e de reunir l e s A f r i c a i n s en vue de r e a l i s e r de grands o b j e c t i f s . T e l l e est l a complexite des d i v i s i o n s du continent a f r i c a i n . Lorsqu'on reunit tous ces elements: appartenance au Tiers-Monde, neo-colonialisme, manque d• e s p r i t panafricain, t r i b a l i s m e — o n comprend mieux que ce continent s o i t "mal 103 p a r t i " apres 1'Independance. D' a i l l e u r s , l'on se demande comment 1'Afrique aurait pu p a r t i r autrement. 2 II existe deux ecoles de pensee en ce qui concerne l e s problemes de 1'Afrique contemporaine: c e l l e qui considere que l a problematique a f r i c a i n e est l a suite logique de l a mauvaise gestion des Noirs au pouvoir aujourd'hui; selon 1'autre l a responsabilite incombe aux anciens pouvoirs coloniaux ( la Grande Bretagne et l a France) qui ont l a i s s e l e s pays a f r i c a i n s acceder a 1'Independance sans l e s doter d'aucune inf r a s t r u c t u r e prealable. Notre avis est que, tant qu'elles continueront a s'exclure mutuellement , ces deux perspectives vont entrainer des consequences extremement graves pour l e s pays a f r i c a i n s , et empecher toute p o s s i b i l i t y de r e e l developpement. Certes, 1'Afrique n'a pas ete preparee pour son Independance. E l l e souffre sous l e joug des neo-colonialistes (en grande p a r t i e l e s Etats-Unis) . Pourtant, ces facteurs ne sont pas les seuls responsables de l a s i t u a t i o n a c t u e l l e . Parmi l e s pi r e s , comptons 1 ' i n s t a b i l i t y p o l i t i q u e , l a corruption generalisee, 1•opportunisme, l'arrivisme, l e gaspillage, l e nepotisme (voir l e s oeuvres de Mongo Be t i ; La Vie et demie de Soni Labou Tamsi, tableau de tous l e s vices de l a societe a f r i c a i n e ; Tribaliques de Henri Lopes). Qu ' i l s'agisse de l a denonciation des abus ou de 1'expression du desenchantement, l e romancier a f r i c a i n doit continuer a questionner, a analyser et a exposer l a s i t u a t i o n 104 de l'Afrique contemporaine. Son but est d ' e v e i l l e r l a conscience du monde exterieur et de ses compatriotes a l a r e a l i t e du contexte socio-politique et economique a f r i c a i n , ou dominent l e s grandes contraintes: oppression et desespoir. En s'exprimant, l e romancier d o i t r e t e n i r q u ' i l parle d'une societe en t r a n s i t i o n , et de situ a t i o n s en majorite dysphoriques. P r i v i l e g i e par son education et grace a ses dons createurs, i l est l e g r i o t moderne. II l u i faut reconnaitre q u ' i l est "elu" pour p a r t i c i p e r activement a l a d e f i n i t i o n de sa nouvelle societe. C'est un grand honneur; c'est aussi une grande responsabilite. 105 NOTES Voir Dumont, Mazrui et Ungar. Voir Dumont et Mottin. 106 BIBLIOGRAPHIE Achebe, Chinua. No Longer At Ease. New York: Ballantine, 1985. Things F a l l Apart. London, 1958. Armah, Ayi Kwei. The Beautvful Ones are not yet born. London: Heinemann, 1985. Be t i , Mongo. Le Pauvre Christ de Bomba. Paris: Laffont, 1956. Body-Gendrot, S., L. Maslow-Armand et D. Stewart. Les Noirs  americains auiourd'hui. Paris: Armand-Colin, 1984. Bouygues, Claude. The Afr i c a n Textual Mine. Proceedings of the 29th Annual Conference of the American Translators Association. Seattle, Washington: American Translators Association, 1988. Chemain-Degrange, A r l e t t e . Emancipation feminine et roman  a f r i c a i n . Dakar, Senegal: Les Nouvelles Editions A f r i c a i n e s , 1980. Chevrier, Jacques. L i t t e r a t u r e neqre. Paris: Armand-Colin, 1984 . Dathorne, 0.R. The Black Mind: A History of A f r i c a n  L i t e r a t u r e . Minneapolis: University of Minnesota Press, 1974. D o r s i n v i l l e , Max. 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