UBC Theses and Dissertations

UBC Theses Logo

UBC Theses and Dissertations

Lessing und Zinzendorf : eine vergleichende Studie zu Lessings person̈lichem Glauben Willmer, Peter 1984

Your browser doesn't seem to have a PDF viewer, please download the PDF to view this item.

Item Metadata

Download

Media
831-UBC_1984_A1 W53.pdf [ 9.57MB ]
Metadata
JSON: 831-1.0096651.json
JSON-LD: 831-1.0096651-ld.json
RDF/XML (Pretty): 831-1.0096651-rdf.xml
RDF/JSON: 831-1.0096651-rdf.json
Turtle: 831-1.0096651-turtle.txt
N-Triples: 831-1.0096651-rdf-ntriples.txt
Original Record: 831-1.0096651-source.json
Full Text
831-1.0096651-fulltext.txt
Citation
831-1.0096651.ris

Full Text

LESSING UND  ZINZENDORF:  EINE VERGLEICHENDE STUDIE ZU LESSINGS PERSUNLICHEM  GLAUBEN  By Peter Willmer B. A. (Hon.), The U n i v e r s i t y of Western O n t a r i o , M. A., The U n i v e r s i t y of Western O n t a r i o ,  A THESIS SUBMITTED  1979  IN PARTIAL FULFILLMENT OF  THE REQUIREMENTS FOR THE DEGREE OF DOCTOR OF PHILOSOPHY  in THE FACULTY OF GRADUATE STUDIES DEPT. OF GERMANIC STUDIES  We accept t h i s t h e s i s as conforming to the r e q u i r e d  standard  THE UNIVERSITY OF BRITISH COLUMBIA September 1984 ( c ) P e t e r Willmer, 1984  1977  I n  p r e s e n t i n g  r e q u i r e m e n t s o f  B r i t i s h  i t  f r e e l y  a g r e e f o r  t h i s f o r  a n  a v a i l a b l e  t h a t  I  u n d e r s t o o d  t h a t  f i n a n c i a l  b y  h i s  o r  a t  t h e  o f  U n i v e r s i t y  L i b r a r y  s h a l l  r e f e r e n c e  a n d  s t u d y .  I  e x t e n s i v e b e  h e r o r  s h a l l  c o p y i n g  g r a n t e d  b y  t h e  o f  p u b l i c a t i o n  n o t  b e  a l l o w e d  o f  t h i s  h e a d  r e p r e s e n t a t i v e s .  T h e  o f  U n i v e r s i t y  / ^ y S ^ ^ C { > > o f  B r i t i s h  C o l u m b i a  1956 Main Mall V a n c o u v e r ,  C a n a d a  V6T 1Y3  D a t e  )E-6  (3/81)  5L.  -t^J^^U^  m a k e  f u r t h e r  I t  t h i s  w i t h o u t  p e r m i s s i o n .  D e p a r t m e n t  t h e  t h e  may  c o p y i n g  g a i n  d e g r e e  f u l f i l m e n t  t h a t  f o r  p u r p o s e s  o r  p a r t i a l  a g r e e  f o r  p e r m i s s i o n  s c h o l a r l y  i n  a d v a n c e d  C o l u m b i a ,  d e p a r t m e n t  f o r  t h e s i s  - g ^ ^ ?  t h e s i s  o f  my  i s t h e s i s my  w r i t t e n  i i i  ABSTRACT  Two  c e n t u r i e s of r e s e a r c h have f a i l e d  p r e c i s e nature of G.E.  Lessing's r e l i g i o n .  methods a p p l i e d to r e s o l v e t h i s problem: w r i t i n g s may  to produce  not always y i e l d  a consensus  T h i s i s due  as t o the  in p a r t t o the  a d e t a i l e d a n a l y s i s of an author's  s o l u t i o n s that are a c c e p t a b l e to everyone.  For t h i s reason, a d i f f e r e n t approach  - t h a t of the comparative  study - i s  suggested here t o uncover what L e s s i n g h i m s e l f b e l i e v e d t o be the " t r u e faith".  N.L.  von Z i n z e n d o r f ' s personal r e l i g i o u s views are, i n c o n t r a s t to  L e s s i n g ' s , very well d e f i n e d and thus can serve as a "backdrop", which those of L e s s i n g may The study undertaken remarkably  be  against  determined.  here shows t h a t Lessirtg and Z i n z e n d o r f shared  s i m i l a r views on the nature of Holy S c r i p t u r e , the importance  C h r i s t i a n t r a d i t i o n , and r e l i g i o u s t o l e r a n c e .  Moreover, i t becomes very  apparent, t h a t in c o n t r a s t t o the Neologens and the Lutheran Orthodoxy the Enlightenment, they both p l a c e r e l i g i o n  of  of  i n t o the realm of the s u b j e c t i v e .  In a d d i t i o n , both express s i m i l a r ideas on the development of the personal f a i t h of the  individual.  A comparison  of L e s s i n g ' s r e l g i o u s thoughts with those of Z i n z e n d o r f  p l a c e the personal b e l i e f of the former might  be termed  i n much g r e a t e r p r o x i m i t y t o what  "orthodox C h r i s t i a n i t y " than expected.  But L e s s i n g ' s  predominantly n e g a t i v e a t t i t u d e towards Lutheranism, C a t h o l i c i s m , and other denominations Churches  precludes any a s s o c i a t i o n on h i s p a r t with the e s t a b l i s h e d  of h i s time.  His r e l i g i o n  i s i n s t e a d c h a r a c t e r i z e d by a search  f o r p e r f e c t i o n w i t h i n C h r i s t i a n i t y - f o r a s t a t e , which approximates of the Church  of the f i r s t  four  centuries.  that  iv  Inhalt I Hintergrlinde 1. Warum L e s s i n g und Z i n z e n d o r f ? 2. Der " c h r i s t l i c h e L e s s i n g " und d i e Jacobi-Gesprache 3. L e s s i n g und Z i n z e n d o r f : Berlihrungspunkte und H i n t e r g r l i n d e 4. L u t h e r : e i n e gemeinsame H e r k u n f t 5. Zusammenfassung II Bewertung der B i b e l 1. V e f f f a l l im Luthertum des 18. J a h r h u n d e r t s 2. Widerspruche i n d e r H e i l i g e n S c h r i f t 3. Was hei'Bt i n s p i r i e r t s e i n ? 4. Zusammenfassung I I I S c h r i f t und T r a d i t i o n 1. E i n l e i t u n g : mundliche Oberl i e f e r u n g d e r Lehre 2. Symbole: d i e f r l i h c h r i s t l iche T r a d i t i o n 3. E i n e fortwa'hrende c h r i s t l i c h e T r a d i t i o n 4. D i e t r a d i t i o n e l l e F u n k t i o n d e r S c h r i f t 5. D i e e i g e n t l i c h e n T r a g e r des Glaubens 6. Zusammenfassung IV Form des p e r s o n ! i c h e n Glaubens 1. Glaube c o n t r a V e r n u n f t und das Wesen d e r Offenbarung a. Glaube c o n t r a Vernunft b. G e s c h i c h t s w a h r h e i t e n , Wunder und Offenbarung 2. E i n p e r s o n l i c h e s V e r n a l t n i s zu G o t t 3. Der e i n f a l t i g e G l a u b i g e 4. Der fiihlende C h r i s t 5. C h r i s t l i c h e L i e b e : d e r Kern von L e s s i n g s Glauben 6. C h r i s t l i c h e L i e b e b e i den H e r r n h u t e r n 7. Werkethik b e i Z i n z e n d o r f und L e s s i n g : ein Vergleich 8. Zusammenfassung: w e s e n t l i c h e U n t e r s c h i e d e V Weg zum p e r s o n l i c h e n Glauben 1. E i n l e i t u n g : d i e R o l l e d e r Kirchenva'ter 2. T e r t u l l i a n und d i e Suche nach dem Glauben 3. Z i n z e n d o r f s Beblutung des Herzens und d e r Werdegang des Tempelherrn 4. Kennzeichen des f e s t e n Glaubens 5. Zusammenfassung VI R e l i g i o s e T o l e r a n z und i h r e Grenzen 1. Im Christentum 2. In d e r S t e l l u n g zu den F r e i g e i s t e r n 3. B e i anderen R e l i g i o n e n 4. Zusammenfassung VII D i e c h r i s t l i c h e R e l i g i o n und i h r e F u n k t i o n 1. D i e gemeinsame Auffassung d e r R e l i g i o n 2. L e s s i n g und Z i n z e n d o r f : U n t e r s c h i e d e ; Wege z u r P e r f e k t i o n 3. C h r i s t l i c h e R e l i g i o n e n und C h r i s t u s b e i L e s s i n g  1 6 20 23 30  32 35 39 42  46 48 51 54 58 63  67 68 72 75 79 81 84 89 95 99  102 106 113 119 122  125 130 137 139  142 144 151  VIII IX  Anmerkungen Literaturverzeichnis  1  I Hintergrlinde 1. Warum L e s s i n g  und  Zinzendorf?  E i n b i s h e r u n g e l b s t e s - und v i e l l e i c h t in der Lessing-Forschung des  Dichters:  u n l b s b a r e s - Problem  i s t das d e r Bestimmung des p e r s b n l i c h e n  Glaubens  zwei J a h r h u n d e r t e i n t e n s i v e r Befassung m i t d i e s e r Frage  erweisen s i c h a l s e r f o l g l o s e s Suchen, denn noch immer f e h l t  i n diesem Be-  r e i c h des L e s s i n g - K e n n t n i s s e s e i n e a l l g e m e i n e Obereinstimmung. rung, d i e l u t h e r i s c h e T h e o l o g i e  s e i n e r Z e i t zu a k z e p t i e r e n  D i e Weige-  und d e r Mangel an  d i r e k t e n Hinweisen a u f Lehren, wie d i e d e r Vergebung d e r Slinden, i n s e i n e n Werken v e r l e i t e t e n dazu, daB i h n I n t e r p r e t e n Bernd Bothe^ a l s F e i n d im v o r i g e n  der c h r i s t l i c h e n  R e l i g i o n sehen.  Diese P o s i t i o n i s t  J a h r h u n d e r t von K r i t i k e r n wie Johannes C l a a s s e n ^  Baumgartner^ noch v i e ! r a d i k a l e r v e r t r e t e n war  wie Johannes S c h n e i d e r * und  Lessing  worden:  und Alexander  nach i h r e r I n t e r p r e t a t i o n  e i n g o t t l o s e r Mensch, e i n A t h e i s t , d e r a l l e i n d i e eigene V e r n u n f t  vergbtterte.  Gottfried Fittbogen,^  Georges Pons,^ GLinther  Rohrmoser'  7  und L. P.  Q  Wessel  stufen  i h n a l s K r i t i k e r des C h r i s t e n t u m s e i n , d e r , obwohl e r d i e ab-  s o l u t e G i i l t i g k e i t d i e s e r R e l i g i o n a b l e h n t e , das Walten Gottes anerkannte. T h i e l i c k e ^ und S c h i l s o n * ^ rucken i h n dem orthodoxen Christentum einen tenden S c h r i t t nen.  naher, indem s i e den D i c h t e r  S c h l i e B l i c h i s t b e i e i n e r Zahl  a l s t h e i s t i s c h e n Denker  anderer Interpreten,  L e i t e r vom Atheismus z u r c h r i s t l i c h e n G e s i n n t h e i t ,  doxer zu r e c h t g l a u b i g e r i s t besetzt:  Fur d i e s e  Denkensart i s t  nun e r r i c h t e t .  von h e t e r o -  Eine j e d e i h r e r S t u -  b e i Bothe*^ f i n d e n w i r e b e n f a l l s einen  n i t a t s - R e l i g i o n , wiihrend deutet.  Lessing d i e  i Die  fen  bezeich-  Otto Mann** a l s h e r -  vorragendes B e i s p i e l , von einem durchaus orthodoxen l u t h e r i s c h e n Rede.  bedeu-  Bol 1 a c h e r * ^ a u f d i e " u n i v e r s a l e  Hinweis a u f d i e HumaLiebesrel igion"  I n t e r p r e t a t i o n sind-Werke wie Nathan d e r Weise und "Das  2 "Testament J o h a n n i s "  mai'igebend.  n u n f t r e l i g i o n e i n , Pons  15  B.  F. S t r a u s s  14  tritt  f u r d i e autonome  f l i r d i e Metempsychose, wobei  Lessings  Ver-  vermeinter  Spi-  16 nozismus i n B e t r a c h t wie  L i t e r a t u r f o r s c h e r wie  S t r a u s s , d i e v e r n i i n f t i g e Denkensart des  erblicken weist res,  gezogen wird.  i n ihm  Dichters  i n den  einen Anhanger der natLirl i c h e n R e l i g i o n .  s c h l i e B l i c h auf d i e M o g l i c h k e i t , daB  d e u t l i c h e s Glaubensbekenntnis f o r m u l i e r e n  f e s t auf d i e S c h r i f t e n und daraus s c h l i e S e n , daB seines  auf den  mit der Bestimmung des  Willi  konnte oder  Oelmlill e r " ^  Nathan k e i n k l a wollte.  NatLirl i c h  mehr oder weniger man  in religib'sen Angelegenheiten  Male geandert ha'tte.  Lessingschen  die,  schieben,  B r i e f v e r k e h r L e s s i n g s ; f a s t konnte  s i c h s e i n Standpunkt  Lebens v e r s c h i e d e n e  Stamm,  Vorgrund  der V e r f a s s e r des  grlinden s i c h a l l e d i e s e s i c h widersprechenden A n s i c h t e n  rend  Israel  wah-  Die S c h w i e r i g k e i t e n ,  Glaubens zusammenhangen, werden vor  die  allem  durch d i e eigene V e r s c h w i e g e n h e i t , d i e s e s Thema b e t r e f f e n d , h e r v o r g e r u f e n : sehen h i e r keinen Wachstum  Goethe, der uns  ermbglicht;  eine Lessingsche  Die f r a g m e n t a r i s c h e ten d i e s e s D i c h t e r s und  In einem B r i e f an J . A. H.  "der  Dichtung und  des  die Lessings  haben, s i e wieder e i n z u r e i S e n "  religiosen  (Nr. 597,  der V e r f a s s e r der "von  6.  4.  "Erziehung  einem guten Freunde" s e i ,  1778,  L-M  18,  Vergniigen S.  g i b t s e i n enger Freund Moses Mendelssohn zu erkennen:  Ideen entstanden z u w e i l e n  269).  zu 1 8  "Er war  ge-  Ideen zusammen zu paaren, urn zu  f l i r Geburten s i e erzeugen wlirden.  her Wlirfeln der  Schrif-  sie verfaBt-hati  Systeme macht, urn das  wohnt, i n s e i n e r Laune d i e a l l e r f r e m d e s t e n senen, was  und  fehlt.  p e r s o n l i c h e n Glauben umgeben.  d i e s e Dichtung  s i c h gern a l l e r l e y Hypothesen und  in sein geistiges  Wahrheit  Mannes, der  Reimarus g e s t e h t  Menschengeschlechts", daB  Ahnliches  klaren Einblick  A r t der p h i l o s o p h i s c h e n  der Charakter  begu'nstigen d i e U n k l a r h e i t e n ,  des  einen  wir  Durch d i e s e s ohne Plan  hin  und  ganz sonderbare Betrachtungen,  von  denen er nachher guten Gebrauch zu machen wuBte. Die mehrsten a-ber waren 19 denn f r e y l i c h blop sonderbare. G r i l l e n . . . . " So e r w e i s t s i c h s e i n e Ausflih-  rung Liber d i e Metempsychose l e i c h t a l s e i n e der Hypothesen p r o p e r l y be p r e s e n t e d as h i s own o f t m i t dem  ster,^  Sein  2  Denken ware somit  Ausdruck gymnastikos zu b e z e i c h n e n , da er bei Untersuchungen,  wie C. F. N i c o l a i wohnt war.  convictions." ^  "which cannot  uns m i t t e i l t , d i e Dogmatik  ganz bei S e i t e  zu s c h i e b e n ge-  L e s s i n g e r s c h e i n t uns demnach w a h r h a f t i g a l s E x e r z i t i e n m e i r i  1  a l s V e r f a s s e r von Denkmodel l e n ; ^  T h i e l i c k e h a t zumindest t e i l w e i s e  r e c h t , wenn e r zu erkennen g i b t , da(3 v i e l e p h i l o s o p h i s c h e Versuche  •  "eigentlich  OA  nur Fragen s t a t t Antworten" s i n d .  Im Schl uBstlick der Hamburgischen  Dra-  maturgie z e i g t der D i c h t e r noch, dap e r s i c h gegen e r s t e Gedanken stemmt (L. 4, S. 696) - wie l e i c h t  kb'nnen d i e Fragmente  d i e abgebrochen werden, "wo  d i e S p e k u l a t i o n den Zusammenhang m i t der Wirk-  lichkeit  zu v e r l i e r e n  ab,  zu  2  welchem Grad man  Tendenzen  r a t i o n a l e S e i t e bewertet. selbst  H i e r z u bemerkt  lebt:  "Sein  erkennen  kann.  T h i e l i c k e , dap der D i c h t e r im  ist,  r e d e t m i t seinem  anderen  So r e d e t der E p i k e r i n ihm m i t dem Kopf r e d e t , . , m i t dem  lutherischen  D r a m a t i k e r ; und auch der C h r i s t e n t u m i n seinem Her-  2 6  Und verdammt.  so s c h e i n e n w i r bei diesem A u t o r zu ewigen  Uneinigkeiten  Das P r o b l e m a t i s c h e i n L e s s i n g s R e l i g i o n s b e t r a c h t u n g e n  s i c h v o r a l l em was  s e i n e r a t i o n a l e und i r -  a l s Vernunftwesen v e r s t e h t und nur a l l g e m e i n e Wahrheiten...  Heide i n seinem zen."  oder a l s  I c h , i n s o f e r n es i n d i e g e s c h i c h t l i c h e  O b e r l i e f e r u n g des Christentums hingebunden I c h , das s i c h  L e s s i n g s h a n g t , zudem  i h n a l s Vernunftmenschen  Gefuhlswesen e i n s c h a ' t z t , b i s zu welchem Grad man  Dialog, m i t s i c h  sein,  droht." ^  Die BeurteiOung der r e l i g i o s e n noch davon  s o l c h e e r s t e n Gedanken  i n der WidersprLichl i c h k e i t s e i n e r t h e o l o g i schen  z. T, auf i h r e n f r a g m e n t a r i s c h e n C h a r a k t e r zurLickzufiihren  s c h e i n t der D i c h t e r im F r a g m e n t e s t r e i t a l s Kampfer gegen im Nathan  zum  Schriften, ist.  So e r -  die Orthodoxies-  a l s V e r t r e t e r der L i b e r k o n f e s s i o n e l l e n p r a k t i s c h e n  " E r z i e h u n g " a l s Bekenner  manifestiert  Religion;  i n der  O f f e n b a r u n g s g l a u b e n ; i n den Jacobi-Gespra'chen  4 als in  Spinozist den  2 7  Heblers  Worten:  e r s t e n Monaten o f f e n b a r u n g s g l a u b i g e r  S p i n o z i s t - wer schriften in  - oder i n Carl  "Im  C h r i s t und  mbchte L e s s i n g so etwas z u t r a u e n . "  s i n d von  orthodoxen und  Jahr  1779  Deist,  1780  nach der Sonnenwende Lessings R e l i g i o n s -  2 8  heterodoxen Tendenzen durchzogen, d i e  sich  k e i n e i n h e i t l i c h e s Schema fligen l a s s e n . Die exakte Form von  Lessings  R e l i g i o n kann n i e bestimmt werden:  der D i c h t e r hat uns  k e i n a u s f u h r l i c h e s Glaubensbekenntnis h i n t e r l a s s e n ; t r o t z -  dem  Rat  mlissen w i r , dem  Ansichten  L. P. Wessels f o l g e n d , den  Liber d i e R e l i g i o n unter a l i e n  Grund f l i r den  Mangel an Obereinstimmung  Umstanden f r e i l e g e n . ^ in'diesem  d i e Methode, d i e b i s h e r zur Lbsung des  des  D i c h t e r s angewendet wurde:  l y s e s e i n e r B r i e f e und  Werke.  B e r e i c h der  Problems des  beschrankte  Obwoh! das  Wessels und  letzten Jahren),  e i n Geheimnis gebl'ieben.  Es  weiterer  Lessing-Forschung Glaubens  e i n e d e t a i l ! i e r t e Ana-  zu glanzenden A r b e i t e n f u h r t e  und  kenntnis  n  person!ichen  s i c h auf  (*z. B. Helmut T h i e l i c k e s V e r n u n f t Arno S c h i l s o n s i n den  Ei  2  ist  man  Kern s e i n e r personl ichen  Offenbarung sowie d i e L e i s t u n g e n i s t Lessings  L.  P.  Glaubensbe-  i s t deswegen n b t i g , s i c h diesem Thema auf  e i n e andere A r t zu nahern, urn zu neuen Funden zu gelangen, m i t t e l s deren d i e ses Ra'tsel g e l o s t werden kann. geschlagen:  d i e der v e r g l e i c h e n d e n  Religionsbetrachtungen haupt unternommen w i r d . und  s i c h d i e Richtung,  i s t n i c h t so maBgebend, wessen  Neue E i n s i c h t e n i n das  i n der das  das  diese Studie  Problem e r f o r d e r n einen  liberfesten  Glaubensbekenntnis e i n e s anderen, gegen  Lessingsche  liegt,  bestimmen l a B t .  Dieser  Brlidergemeinde,  das "An-  Nikolaus  Zinzendorf. Befassen  dete  Es  i s t i n diesem F a l l e der Grlinder der Herrnhuter  Ludwig von  fen.  Studie.  e i n e neue Methode v o r -  d a f l i r verwendet werden, sondern daB  erkennbaren H i n t e r g r u n d ,  dere"  M i t d i e s e r A r b e i t wird  w i r uns  z u e r s t mit der B a s i s f l i r den  Es i s t i n e r s t e r L i n i e e r f o r d e r l i c h , daB  V e r g l e i c h mit dem  Gra-  d i e f u r d i e s e n V e r g l e i c h verwen-  P e r s o n l i c h k e i t e i n k l a r e s Glaubensbekenntnis a b h e l i e f e r t  hat.  Dazu  erwies  5  es s i c h a l s g i i n s t i g , wenn s i e , wie gewesen ware, was  zu weitgehenderen V e r g l e i c h e n f l i h r t e .  d i e s e r H i n s i c h t zu den ist  L e s s i n g , im B e r e i c h der T h e o l o g i e wirksam  groBen G e s t a l t e n des  Z i n z e n d o r f gehort  18. J a h r h u n d e r t s .  noch, da(3 der G r a f L e s s i n g s l u t h e r i s c h e H e r k u n f t  teilt  Bemerkenswert  (was  spa'terhin  noch a u s f l i h r l i c h e r besprochen w i r d ) ; auBerdem v e r t e i d i g t der D i c h t e r d i e huter die  i n dem  Fragment "Gedanken liber d i e H e r r n h u t e r "  Z i n z e n d o r f und  logen e r d u l d e n huter).  muBten ( z . B.  Es muB  E i n f l u B auf den  s e i n e Gl aubensbru'der aus  D i c h t e r entspra'chen. Z i n z e n d o r f , von  K i r c h e und  werden; beide wirken zu d i e s e r n e g a t i v e n man  ihrer  gegen d i e v i e l e n  Federn  der l u t h e r i s c h e n Theo-  G e i s t l i c h e n wie  I n t e r p r e t a t i o n des  B e u r t e i l u n g des  zu i h r e r  Zeit  Goeze a l s Gegner der  evan-  c h r i s t l i c h e n Glaubens b e t r a c h t e t  orthodoxen Luthertums, was  D i c h t e r s und  des  Grafen  naturlich  flihren muB.  das mit L e s s i n g s p o s i t i v e n Ausdr'u'cken Liber Z i n z e n d o r f und  gemeinde i n Verbindung b r i n g t ( i n den  Herrn-  d i e "Gedanken" keinem Z i n z e n d o r f schen  MaBgebend i s t noch, daB  a l s K r i t i k e r des  Herrn-  Angriffe,  G o t t l o b Hoffmanns G r u n d i r r t l i m e r der  h i n z u g e f l i g t werden, daB  b e i d e , L e s s i n g und gelischen  Carl  den  in  Wenn  Liber d i e Brlider-  "Gedanken Liber d i e H e r r n h u t e r " ) , dann  kbnnte es s i c h urn e v e n t u e l l e A h n l i c h k e i t e n zwischen den .Gegnenilder 'Thedlog'eh"hand e l n , d i e e r f o r s c h t werden mlissen. schen L e s s i n g und  Zinzendorf  Werken bezeichnen  kbnnte, der  scheinbaren diese  "Bekenntnisse"  pretieren? nen  "Bekenntnissen"  Reichten  zu l a s s e n ?  Ansichten wortet  - falls  i s t das, was (u. a.)  zum  man  a l s c h r i s t l l i c h e n Gehal t von  d i e Form des  h a u f i g e n Auftauchens  r e c h t g l a u b i g e n Christentum  es s i c h  s i e dazu aus,  Diese Fragen  E i n e w e i t e r e B a s i s f u r einen V e r g l e i c h zwi-  annimmt.  Lessings von  Wie  t a t s a ' c h l i c h urn s o l c h e handelt - zu  sind inter-  L e s s i n g a l s t r e u ergebenen C h r i s t e n e r s c h e i -  kbnnen am  besten  eines rechtglaubigen Zeitgenossen  durch  - des  e i n e n V e r g l e i c h mit  Grafen  von  den  Z i n z e n d o r f - beant-  werden. Im Gegensatz zu L e s s i n g s k o n s t i t u i e r e n Z i n z e n d o r f s R e l i g i o n s b e -  trachtungen  e i n faBbares  Gebilde; keine  U n k l a r h e i t e n trliben e i n e O b e r s i c h t  des  6 Herrnhuterglaubens. fehlt zum  bei  U n g l e i c h der orthodoxen l u t h e r i s c h e n  Zinzendorf  Christentum:  Verfahrensweise  zudem d i e liberprominente phi 1 osophisc.he  bei ihm  Einstellung  geht es i n e r s t e r L i n i e urn d i e Grundlehren  E r l b s e r s , d i e zur Begru'ndung e i n e r b i b e l f e s t e n G e s e l l s c h a f t und leiten. den  Ein Vergleich  zwischen L e s s i n g und  huter G l a u b e n s b e k e n n t n i s s e s . "Mutteramt des  findet  wirkt  und,  C h r i s t u s der S c h o p f e r wahnen.  dazu  E i g e n t l i m l i c h k e i t e n des  bei L e s s i n g keinen  s i e wie  i s t , daB  e i n e Mutter  Hinweis  Herrnauf  der G e i s t Gottes  f l i h r e n d , i h r e n Glauflir  den  C h r i s t o z e n t r i s m u s , der d i e Lehre,  der Welt i s t , umfaBt, urn nur e i n i g e B e i s p i e l e  im Werk des  es s i c h  D i c h t e r s aufzuspliren - es e r w e i s t s i c h a l s a'uBerst  daB  zu e r -  Ebenso wenig d i e n t d i e s e A r b e i t dazu, e i n e n Z i n z e n d o r f s c h e n  irgendwelchen daB  letzteren erklaren:  v e r t i e f t ; auf d i e Wundenmystik, d i e , u. a. d i e Liebe Gottes  Menschen v e r s i n n b i l d l i c h t ; auf einen  fluB  wird  H e i l i g e n G e i s t e s " , womit gesagt  a l s L e h r e r der Gld'ubigen ben  Man  Lebensart  Flihrer der Herrnhuter  e r s t e r e n s c h w e r l i c h a l s geheimen Anhanger des  f e h l t es i n L e s s i n g s S c h r i f t e n zu sehr an den  das  dem  des  Einschwierig,  E i n f l u B i n L e s s i n g s R e l i g i o n s s c h r i f t e n * a u f z u z e i g e n , e s s e i denn, urn e i n e n  L e i b n i z i s c h e n , L u t h e r i s c h e n oder urn den  der  Kirchenvater  handelt. Es muB  h i e r betont werden, daB  a l l e m mit L e s s i n g s p e r s o n l i c h e m Herrnhuter  Glaubensbekenntnis  f o l g e n ; daflir wird MaB  Glauben b e f a B t .  und  verwendet werden.  a l s Prospekt,  i n den  Brlidergemeinde,  desto  Christentums  orthodoxen c h r i s t l i c h e n stehen  abzeichnet.  des  stets als  personlichen  Je hoher der Grad  L e s s i n g s und  des  personl i c h e Glaube des  (d. h. dem  b e z i e h t s i c h der Terminus "orthodox"  Grafen  s i c h d i e Richtung  Glaubensbetrachtungen na'her wird der  des  Z i n z e n d o r f w i r k t h i e r gewissermaBen  gegen den  Glaubens s e i n e s jlingeren Z e i t g e n o s s e n s Obereinstimmung  Neue E i n s i c h t e n i n das  Z i n z e n d o r f s T h e o l o g i e werden h i e r n i c h t e r -  d i e I n t e r p r e t a t i o n des  der L e s s i n g s c h e n  als Hintergrund,  s i c h d i e v o r l i e g e n d e A r b e i t vor  der  Grlinders der  ersteren  dem  rechtgla'ubigen - i n d i e s e r A r b e i t  nur auf das  Luthertum, wenn e r  direkt  7  damit verbunden i s t , wie  z. B.  "die l u t h e r i s c h e Orthodoxie").  bezeugte eine s t a r k e Abweichung von glaubigen)  Bekenntnisses SchlieSlich  dem  Kern des  ausgesprochen heterodoxe Zlige im  Die Grundlagen der T h e o l o g i e  a l l e m i n seinen H a u p t s c h r i f t e n e n t h a l t e n . von  Homilien,  schiedenen Socrates aus  Erdteilen  America wurden 1741  Aufenthalte d i e s e und  i n den  Wunsch e r f u l l e n  sich  s i n d vor  h i e r urn eine  die Zinzendorf So e n t s t a n d  Jahrhunderts  der  An-  in verTeutsche  i n Dresden; d i e Reden  g e h a l t e n ; d i e Z e i s t e r Reden M i t t e  Kurz vor seinem Tode b e a b s i c h t i g t e der  E r i c h Bayreuther  Graf  Gerhard Meyer d i e s e n  Die H a u p t s c h r i f t e n d i e n t e n einem padagogischen Zweck:  Schriften.  dem  Nathan), aus  Lessing besteht  stentum abgelehnt 1 i c h verwendet man 1749  anderen Werken und  Z u l e t z t noch e i n Wort zur R e c h t f e r t i g u n g  geblieben  i s t ; h i e r m i t ware jedoch  s i e zu einem bestimmten Z e i t p u n k t  derung bedeutete v i e l  eher Entwicklung  und  seine  d i e s w'u'rde s i c h  Gebrauchs  i h r Glaube im  n i c h t gesagt,  daB  Lausie An-  Befestigung.ihrer Religionsansichten.  schon urn 1750  "Gedanken Liber d i e H e r r n h u t e r "  a l s Beweis f u r s e i n e n  des  sei-  aus  f u r wahr a n e r k a n n t e n , v e r n e i n t e n :  sehr wohl d i e M b g l i c h k e i t , da|3 e r das  hatte:  umfaBt i n e r s t e r  Es werden zudem bestimmte Auszu'ge aus  Sehr wenige Menschen kbnnen behaupten, daB  der Z e i t unverandert  5.  und  f u r d i e s e A r b e i t verwendete S c h r i f t t u m L e s s i n g s  dieser Schriften.  30.  Grafen  d i e Londoner P r e d i g t e n wahrend s e i n e r Londoner  dramatischen Werk (besonders aus  das, was  18.  des  der Gemeinden.  seinen B r i e f e n b e n u t z t .  vom  und  vergehen, ehe  L i n i e seine theologischen  Bei  des  50ger Jahren.  konnten.  der Belehrung Das  fe  Lessingschen.  andere,-.Werke a l s Gesamtausgabe zu v e r o f f e n t l i c h e n ; l e i d e r muBten  zwei Jahrhunderte  nem  Diskursen,  in Pennsylvanien  in Holland  Es h a n d e l t  gegeben h a t t e .  Ende der 20ger J a h r e  der 40ger Jahre  dem  P r e d i g t e n , Reden und  Landern und  am  (d. h. r e c h t -  i s t noch e i n Wort Liber d i e f u r d i e s e A r b e i t verwendete  Primarliteratur f a l l i g .  zahl  Herrnhuter  Natlirlich  Bruch mit dem  rechtglaubige Chri- .  e r e i g n e t haben - gewbhnund  den  Christentum.  B r i e f an den DaB  Vater  sich sein  8  persbnlicher  Glaube, h i n s i c h t l i c h der  wenig v e r a n d e r t hat, sten-  und  mit  davon e i n e  sten; f o l g l i c h personlichen direkten  Was  Dichter  etwa im 49.  d i e Werke L e s s i n g s  kbnnten f a s t a 11e  hat  Religionsansichten  entha'lt.  Dichters  " c h r i s t l i c h e Lessing" In seinen  Dichters  i s t Recht-  daS  nicht d i e Mehr-  zur Bestimmung  Obwohl d i e t h e o l o g i s c h e n  mlis-  seines  Werke einen  s i c h d i e r e l i g i o s e Oberzeugung i h r e s  Lessings  - z. B.  auf den  In d i e s e r A r b e i t w i r d der  theologische  Ver-  Nathan.  dramatisches Werk (u. a.)  gewisse  Gehalt  d i e A r t des  von  person-  verwendet.  und  d i e Jacobi-Gespra'che  Religionsschriften erscheint  lutherischen  stentums s e l b s t . hatte  bedeutet das,  Miss Sara Sampson a l s i n d i r e k t e r Hinweis auf  l i c h e n Glaubens des  t i k e r der  betrifft,  andere s e i n e r S c h r i f t e n Libertragen  Demnach i s t es durchaus m o g l i c h , daB  Der  hiermit  L i t e r a t u r b r i e f bespricht,  S c h r i f t e n des  Glaubens verwendet werden.  f a s s e r s auch auf  2.  gemerkt:  Nach-  a l l g e m e i n e e i n h e i t l i c h e r e l i g i o s e Gesinnung w i d e r s p i e g e l n  Hinweis d a r a u f e n t h a l t e n ,  T r a g b d i e n wie  Zeit  fortwahrende hohe Bewertung der  sowie der T o l e r a n z . ( w o h l  s i e der  einbegriffen).  zahl  bezeugt u. a. s e i n e  Feindesliebe  s c h a f f e n h e i t , wie  c h r i s t l i c h e n R e l i g i o n , s e i t der  Lessing  oftmals a l s K r i -  O r t h o d o x i e , s c h e i n b a r j e d o c h n i e a l s Gegner des  NatLirl i c h konnte man  h i e r auf  er n i c h t zumindest einen A n t e i l an  den  Chri-  d i e Reimarus-Fragmente weisen:  EinwLirfen  des  Verfassers  dieser  S c h r i f t e n gegen d i e c h r i s t l i c h e n Lehren, indem er s i e v e r b f f e n t l i c h t e ?  Ware  d i e s aber n i c h t e i n W i d e r h a l l  Haltung  gegen d i e FLihrer der beweisen, daB darstellen. des  der  lutherischen  f l i r ihn c h r i s t l i c h e  Verurtei1ungen eines  Religion  L e s s i n g s c h e n Glaubens n i c h t abweisen.  und  evangel i s c h e s  Man  will,  daB  Dienst  der Wahrlieit s t e n t . " 3 1  lediglich  zu  Dogma z w e i e r l e i  einer c h r i s t l i c h e n Orientierung  bemerke zudem, daB  Rezensent immer f l i r d i e d i e R e l i g i o n e i n t r i t t , 3 0 daB sogar zeigen  Lessings  Orthodoxie seiner Z e i t scheint  Deswegen l i e B e s i c h d i e M b g l i c h k e i t  nensis  Goeze?  er mit  dem  Lessing  B e r e n g a r i u s Turo-  er " a l s l u t h e r i s c h e r K i r c h e n h i s t o r i k e r Seine Befassung mit  theologischen  als  im  Angelegen-  9 heiten  bedeutet  in erster Line,  gent - i n diesem  daft es ihm urn T o l e r a n z und  S i n n e n t s t a n d der "Cardanus",  ''Inepti  Gerechtigkeit  Religiosi"  sowie  "Neuser"; e i n e D a r s t e l l u n g oder gar R e c h t f e r t i g u n g s e i n e s (etwaigen) l i c h e n Glaubens  l a g ihm wohl f e r n :  dennoch konnte,  t a t i o n , L e s s i n g s Neigung zur T h e o l o g i e l e i c h t  der  christ-  nach S c h i l s o n s I n t e r p r e -  a l s Zeichen flir seine a l l g e 32  meme Nahe zum  C h r i s t e n t u m i n t e r p r e t i e r t werden.  t i g k e i t der T o l e r a n z und der Hand  der G e r e c h t i g k e i t  weisen; v i e l l e i c h t  i n den"Rettungen"schwerl  aber e r m b g l i c h e n  s c h r i f t e n einen weiteren E i n b l i c k  GewiB l a B t s i c h d i e Wich-  d i e s e und  in die r e l i g i o s e  andere  i c h von  Religions-  Einstellung  ihres Verfas-  s e r s auf andere A r t . Schon vor d r e i B i g Jahren daB  hat H.  B e i n t k e r d i e Bemerkung gemacht,  L e s s i n g s S t r e i t s c h r i f t e n mehr p o s i t i v e B e k e n n t n i s s e , d i e c h r i s t l i c h e 33  1 igion betreffend,  e n t h a l t e n , a l s man  das C h r i s t e n t u m kbnnten  denkt;  d i e s e glinstigen U r t e i l e  j e d e n f a l l s mehr a l s e i n e nach auBen wirkende  dung der echten A n s i c h t e n des D i c h t e r s d a r s t e l l e n 34 exoterische Hlille sein.  - s i e konnten  mehr a l s e i n e  Eine der e r s t e n V e r t e i d i g u n g e n ( s p r i c h  "Rettungen") (1750),  s e i n e Anhanger i n e i n ungemein g l i n s t i g e s L i c h t s t e l l t ,  jedoch kaum e i n e Annahme des H e r r n h u t e r G l a u b e n s b e k e n n t n i s s e s  bezeugt,  dern v i e l m e h r d i e groBe Bedeutung des  toleranten  hebt.  auf den SchluB des Fragments  "Wie  liber  Verklei-  des Nerthan-Dichters i s t das Fragment "Gedanken liber d i e H e r r n h u t e r " das Z i n z e n d o r f und  Re-  An d i e s e r S t e l l e  sei l e d i g l i c h  aber, wenn so e i n S c h i c k s a l  unsre Theologen  was  son-  Denkens bei L e s s i n g h e r v o r -  betroffen  gewiesen:  h a t t e ? ... Haben  d i e H e r r n h u t e r , oder hat i h r A n f l i h r e r , der G r a f von  Z. jemals d i e A b s i c h t ge-  habt, d i e T h e o r i e unsers Christentums  ... Wenn unsre  aufrichtig nem  s e i n w o l l e n , so werden s i e gestehen  R e l i g i o n s v e r b e s s e r e r aufgeworfen  lichsten  zu verlindern?  Irrtlimer l i b e r f l i h r t ?  l a n g t n i c h t s i n den  hat  mlissen, daB  Theologen  e r s i c h n i e zu e i -  ... Haben wir ihn n i c h t der  abscheu-  ... Genung, w i r haben s e i n B e k e n n t n i s , er v e r -  Lehrsa'tzen u n s e r e r K i r c h e zu verandern"  (L. 3, S. 6 9 l ) .  10  Auffallig ser.  i s t h i e r d i e h a u f i g e Verwendung der e r s t e n Person p i . - w i r , un-  NatLirl i c h ware d i e s  l e i c h t a l s Redewendung zu v e r s t e h e n :  s p r i c h t h i e r a l s Deutscher und d i e c h r i s t l i c h e Landes.  Ausdrucke  wie  Religion  "unsere K i r c h e " , "unser C h r i s t e n t u m " , usw.  legitim.  spra'che d i e s e i n e r I d e n t i f i z i e r u n g m i t dem sich  h i e r e i n 2 1 - j a h r i g e r L e s s i n g , dem  ment, von einem teren S c h r i f t des  sehr jungen L e s s i n g e r d a c h t .  zu, der "Rettung des Cardanus",  a u s g e s c h w e i f t s e i , und u n s r e r R e l i g i o n ( E b d a , S. 31). t  Wenden w i r uns  lautet:  d i e e b e n f a l l s den  50ger J a h r e n  zu machen" ( L . 7, S. Seite  i h r e e i g e n t l i m l i c h e n Wahrheiten  abspree  Wiederum entdecken w i r h i e r s c h e i n b a r e "Be" C o c h l a u s " , wo  "Ich sehe n i c h t , was  es wiederum gegen  unsre Gegner gewinnen  wur-  war ware, daB L u t h e r n der Neid a n g e t r i e b e n habe" ( L . 7,  S. 6 4 ) ; "genung, daB w i r i n dem der Vorsehung  aber e i n e r wei-  dadurch auf e i n e r anderen  k e n n t n i s s e " des D i c h t e r s ; doch w e i t e r , zum  den, wann es auch  Glaubens?  "Dieses n a m l i c h , daB unsere R e l i g i o n auch •  sage n i c h t , daB e r [Cardanus]  Ende der Rettung  Bekennt •  wohl'noch das B e i s p i e l , d i e S i t t e n  dann n i c h t a u f g e h b r t h a t , s i c h d i e Menschen u n t e r w l i r f i g  chen w o l l e "  ent-  wohl dazu s e t z e n , aber w i r e r b l i c k e n h i e r nur e i n F r a g -  18. J a h r h u n d e r t s entstammt:  19); "Man  s o l c h e r Aus-  Luthertum?  s e i n e s E l t e r n h a u s e s zueigen s i n d , a l s Anhanger des c h r i s t l i c h e n M b g l i c h , w i r d man  weisen j e - o  Oder anders a u s g e d r u c k t : orthodoxen  des  bloBe Redewendungen  Die Frage, ob s i c h e i n F e i n d der R e l i g i o n des Landes  drucke bedienen wlirde, i s t durchaus  •  i s t die Religion  doch auf d i e M o g l i c h k e i t , daB es s i c h h i e r urn mehr a l s um handelt.  Lessing  Genusse i h r e r F r u c h t e s i t z e n , daB w i r d i e s e  des Himmels zu danken haben.  Was  gehen uns  a l l e n f a l l s die.  Werkzeuge an, d i e G o t t dazu gebraucht h a t ? " (L. 7, S. 65).  Wiederum w i r d  d i e s e s Werk durch das h a u f i g e A u f t r e t e n  "unser" - h i n -  sichtlich  der Worte "wir" und  der R e l i g i o n - g e k e n n z e i c h n e t . E i n i g e J a h r e v e r g i n g e n zwischen d i e s e r  und der S c h r i f t  "Von  letzten  Verteidigung  der A r t und Weise der Fortpf1anzung und A u s b r e i t u n g  11  der  christlichen Religion"  (1760).  Deutlich  s t r e b t Lessing  h i e r nach neuer  E r k e n n t n i s liber das Wesen des Christentums und gegen Ende e r s c h e i n t um e i n s c h e i n b a r e s  "Bekenntnis" zu d e r R e l i g i o n , d i e e r zu d i e s e r  f o r s c h t und auch v e r t e i d i g t : folgen  "Wenn aus a l l e m , was b i s h e r  s o l l t e , daB d i e c h r i s t l i c h e R e l i g i o n  fortgepflanzt  und a u s g e b r e i t e t  worden:  zu  keine fremde A s s e r t i o n keiner  so hlite man s i c h zu g l a u b e n , daB daraus f o l g e n  Befassung m i t R e l i g i o n s a n g e l e g e n h e i t e n .  Bemerkungen liber d i e s e s  Werk e r s c h e i n t  kenntnisses; e r v o l l z o g diese Kirche,  i n der Vorrede:  Kirche..." hielten  das  das S c h e i n b a r e  d i e U r t e i l e d e r Theologen  sowie e i n i g e S e i t e n  122).  "Bekenntnis"  weiter:  unserer  "Unsere Theologen v e r -  "was i s t denn i n u n s e r e r  d i e s e n U n t e r s c h i e d n i c h t auch anzunehmen?  A l s ob n i c h t d e r grbBte T e i l  Schriften  Rettungen e b e n f a l l s ; so l a u t e t es gegen En-  des " L e i b n i z von den ewigen S t r a f e n " :  hatte?  (L. 8, S.  und zum Luthertum am Anfang des B e r e n g a r i u s Turonen-  das Muster der e r s t e n  uns h i n d e r t  :  der l u t h e r -  s i c h . . . sehr g l e i c h g u l t i g " ( L i 7, S. 178). In den f o l g e n d e n  erscheint de  Rettung ganz und g a r im I n t e r e s s e  " U n s t r e i t i g nur,  ( L i 7, S. 70),  Auch i n s e i -  des l u t h e r i s c h e n Be-  was e r m i t t e n im F r a g m e n t e s t r e i t Goeze v o r h a l t  c h r i s t l i c h e n Religion  sis,  selbst  e r a l s Freund und V e r t e i d i g e r ,  Gegensatz zu den f r l i h e r e n S c h r i f t e n e r s c h e i n t  zur  Es i s t  (1770,) begann f u r L e s s i n g d i e  n i c h t ntiir d e r c h r i s t l i c h e n R e l i g i o n , sondern v o r a l l e m  Im  kbnne.  unter unsern G o t t e s g e l e h r t e n , daB C h r i s t u s  dem B e r e n g a r i u s T u r o n e n s i s  Z e i t der intensivsten  ischen  a n g e f l i h r t worden,  bequemeren Z e i t i n d i e Welt h a t t e kommen konnen" ( L . 7, S. 3(31). Mit  nen  Zeit er-  durch ganz n a t l i r l i c h e M i t t e l  w i d e r d i e R e l i g i o n s e l b s t etwas n a c h t e i l i g e s gar  wieder-  Religion,  Was uns h i n d e r t ?  unserer Glaubensgenossen i h n w i r k l i c h angenommen  J e n e r m i t t l e r e Zustand, den d i e a l t e r e K i r c h e  g e g l a u b t und l e h r e t ,  und  den unsere Reformatores... v i e ! l e i c h t n i c h t so s c h l e c h t  fen  s o l l e n . . . " (L...7, S. 197). Am Ende des "Andreas Wissowatius" f r a g t Les-  sing:  weg hatten  "Die von unsern G o t t e s g e l e h r t e n , d i e h i e r a u f - m i f a l l e r d i n g s  verwer-  antwor-  12  ten  ... d i e s e f r a g e i c h w e i t e r :  und  woher weiB man  es a l s o , daB  Leibniz die  orthodoxen Lenrsa'tze, d i e e r wohl zu v e r t e i d i g e n wuBte, s e l b s t n i c h t hat"  (L. 7, S.  scheinbaren niz'  225).  N i c h t nur f i n d e t man  "[-ekenntnissen , i:  glaubte?  Man  ser"; hier schreibt Lessing: da  i c h f i n d e , daB  Aber wozu d i e s e V e r t e i d i g u n g ?  SchluB des  Leib-  Wieviel  daran, ob e i n Mitmensch d i e c h r i s t l i c h e  v e r g l e i c h e den  Lessings  sondern z u s a t z l i c h e i n e V e r t e i d i g u n g von  c h r i s t l i c h e r Gesinnung. .  es einem A n d e r s g l a u b i g e n  h i e r wiederum e i n e s von  geglaubt  "Wissowatius" mit dem  des  R e l i g i o n auch "Adam  "Ich habe urn so v i e ! mehr M i t l e i d e n mit  e r noch etwas mehr a l s e i n A n t i t r i n i t a r i e r  la'ge  Neu-  Neusern,  gewesen;  daB  er auch e i n g u t e r mechanischer Kopf gewesen;<zu s e i n s c h e i n t , indem e r an e i ner E r f i n d u n g dert Jahr  g e a r b e i t e t , d i e mit der etwas a h n l i c h e s haben muBte, d i e  hernach s e l b s t L e i b n i z e n erinmal  L e s s i n g h a t t e wohl  durch  den  Kopf g i n g "  s c h w e r l i c h d i e A b s i c h t , Neuser " r e i n  hun-  (L. 7, S.  277).  zu waschen", wie  es  35 Walter  Nigg b e h a u p t e t ;  s e i n Sinn f l i r d i e V e r t e i d i g u n g d e r e r , deren  l i c h e r Glauben i n Z w e i f e l leides  Libergegangen, das  wurde. mbglich, des  Man  g e s t e l l t wurde, i s t h i e r von  daB  L e s s i n g den  Christentums  I r r g l a u b i g e n i n e i n besseres  Verteidigungen  man  v e r l a s s e n , wie  das w e i t e r e  schon i n den  der D e i s t e n " :  f o l g t e d i e Z e i t des  v o l l e n A n g r i f f auf d i e e r s t a r r t e  ohne das, was  wollen  Antitrinitaiers  Licht -  MitT  hervorgerufen es i s t  hinsichtlich  - stellen wollte.  L e s s i n g ging zum  Den  Ungllick des  des  beachte u. a. d i e Worte "mehr a l s e i n A n t i t r i n i t a r i e r " :  Diesen  es  dem  i n e i n Gefiihl  christ-  l u t h e r i s c h e K i r c h e Liber,  a l s s e i n e n c h r i s t l i c h e n Standpunkt bezeichnen Auftauchen der  Gegensa'tzen zum "Wir  Fragmentestreits:  "Bekenntnisse"  e r s t e n Fragment des  sind Christen, b i b l i s c h e  w i r sehen, der unser C h r i s t e n t u m  der gesunden V e r n u n f t  liberflihren  der F r e i g e i s t e r zu unterdrlicken?  kann!  Was  bezeugt.  konnte, zu So  Unbekannten "Von  lautet Duldung  Christen, vernunftige Christen. des  g e r i n g s t e n Widerspruchs  braucht  Heraus damit!  mit  es noch, d i e S c h r i f t e n  S i e kbnnen n i c h t s a l s  den  13 Triumph u n s e r e r R e l i g i o n vermehren" ( L . 7, S.  329-30).  Es i s t merkwlirdig, da|3 d i e s e r Ausbruch Auseinandersetzung g e i s t e s zu f i n d e n die  mit den orthodoxen i s t ; d i e s konnte  eigene P o s i t i o n a l s C h r i s t f e s t s e t z e n  streichen sondern  konnte.  Frei-  nervorheben  an d i e Wahrheit  will,  zumal es d i e  der c h r i s t l i c h e n  Lehre  n i c h t der R e l i g i o n  unterselbst,  Zu d i e s e r Z e i t  i s t L e s s i n g zu sehr i n s e i n e P b l e -  gegen d i e O r t h o d o x i e v e r w i c k e l t , urn z a h l r e i c h e B e k e n n t n i s s e der A r t , wie s i e  im Gefecht stehend  a u f w e i s e n , noch w e i t e r h i n abzugeben:  h a l t e r es f u r u n n b t i g , s e i n e n p e r s o n l i c h e n Glauben  "Bekenntnisse" damic g l e i c h s e t z e n d a r f , wenn es s i c h  handelt - standig darzubieten. daB  und  des  den A n s i c h t e n der Theologeri, d i e d i e s e w e i t g e b r e c h l i c h e r d a r s t e l l e n , a l s  seine fruheren R e l i g i o n s s c h r i f t e n  die  von L e s s i n g s  der Herausgeber. der Fragmente  So g a l t e d i e d a r a u f f o l g e n d e K r i t i k  der D i c h t e r s i e b e t r a c h t e t e . mik  am Anfang  L u t h e r a n e r n Liber d i e S c h r i f t e n  bezeugen, daB  e i g e n t l i c h e S t a r k e s e i n e s Glaubens  gerade  Das  Stils  braucht:  der "Anti-Goeze"  i s t das B e i s p i e l  s t l i c k s - ohne d i e h a u f i g e Verwendung von aber doch n i c h t aus: "Ober dem  so bemerkt e r z. B.  Zwecke J e s u und  tig  und  er,  hinsichtlich  " w i r " und  bedachtig nicht sind"  (L. 7, S. 493).  des T e r t u l l i a n , daB  eines auBerst l e b h a f t e n  eines sprachlichen-Meister"unser".  Ganz b l e i b t zu dem  das  Fragment  unsere G o t t e s g e l e h r t e n so In seinesn B r i e f an Walch  vorsichschreibt  der es s e i , "von welchem i c h z u e r s t e i n e  r i c h t i g e r e V o r s t e l l u n g von der wahren Q u e l l e unsers Glaubens glaube"  e r l a n g t zu haben  (L. 7, S. 700); wiederum s c h e i n t d i e Verv^onJjng der s r s t ^ n Per. p i . auf  L e s s i n g s I d e n t i f i k a t i o n mit dem  lutherischen  C h r i s t e n t u m zu  weisen.  Der Kampf mit Goeze nimmt an H e f t i g k e i t zu, aber noch immer v e r stummen d i e " B e k e n n t n i s s e " n i c h t : ter  Form:  vor  mir r e i f e n  S.  man  bezeugt w e i t e r h i n ,  i n den Gegensatzen  s e i n e r J l i n g e r " , "daB  - wenn  i n der Tat urn s o l c h e  v e r m i n d e r t e Auftauchen  L e s s i n g den P l u r a l i s n i c h t a l s V e h i k e l z u r Fbrderung  mitten  s i e e r s c h e i n e n u n t e r Umstanderi  i n verander-  "Diese F r u c h t e [ d i e das C h r i s t e n t u m h e r v b r g e b r a c h t hat] sane i c h und  gereift,  14); anderswo l a u t e t es:  und  i c h s o l l t e mich damit  "Wer  b r i n g t uns  nicht sattigen?"  ( L . 8,  e n d l i c h e i n C h r i s t e n t u m , wie  du  14 Luther  es i t z t  S.  126);  und  die  wir  itzt  l e h r e n wlirdest, wie  schlieBl ich, leben"  dert hatte. eine person!iche 269},  40).  E r k l a r u n g Liber das Wesen des  erhiehlt  i n der  "Notigen  "Bekenntnisse":  "Die S c h r i f t e n des 311).  P a s t o r , wenn s i e es dahin  unsere Pabste werden; - daB sollen, unsers  i n der S c h r i f t  6.  herausgefor-  310)  un-  zudem noch e i n s s i e unser  der  itziger  unsere L u t h e r i s c h e n  vorschreiben  zu f o r s c h e n ; - daB  kbnnen, wo  Pastores  wir  d i e s e unserm F o r s c h e n ,  aufhbren der M i t t e i l u n g  E r f o r s c h t e n , Schranken setzen du'rfen, so b i n i c h d e r e r s t e , der d i e  stchen wieder mit dem  Pabste v e r t a u s c h t "  (L. 8, S.  162).  Natlirlich  L e s s i n g h i e r d i e l u t h e r i s c h e T r a d i t i o n , d i e es jedem Glaubigen dazu dazu a u f f o r d e r t , i n der S c h r i f t Verstandnis  der R e l i g i o n und  so sch.lieBt man  daraus,  daB  es ihm  e i n e r anerkannten c h r i s t l i c h e n  zum  Katholizismus  wenden.  "Bekenntnis":  heiligsten  besten  w i r d , s i e auch nur  R e l i g i o n zu e r r e g e n " Ein  Ruckblick  ne b e t r a c h t l i c h e ' Zoh!  von  Auch im B r i e f v e r k e h r des im B r i e f vom  25.  wie  sauer  seine  Identifizierung  im N o t f a l ! wLirde e r  "Anti-Goeze"  Unruhen hinweg, von es  (L. 8,  S.  i e t z t einem  wei-  welchen s i e ,  treufleiBigen aller-  248).  "Religionsbekenntnissen"  Herausgebers der Fragmente des  D i c h t e r s f e h l t es n i c h t an 1770  sich  e n t h a l t noch e i n  auf d i e l e t z t e n S e i t e n z e i g t , daB  10.  person!ichen  i n e i n e r e i n z i g e n S t a d t zur Ehre u n s r e r  scheinbaren  t h e o l o g i s c h e n S c h r i f t e n des  h e i B t es  wissen,  verteidigt  i h r e r Wahrheit zu gelangen; eben-  K i r c h e aufzugeben:  Der d a r a u f f o l g e n d e  Pab-  e r l a u b t , d i e ihn  so zu einem  gar n i c h t daran l i e g t ,  "Ich s e t z e mich liber a l l e  Herr H a u p t p a s t o r , am Seelensorger  zu f o r s c h e n und  zur Oberzeugung von  mit  teres  getan,  "Anti-Goezen" s c h r e i b t der D i c h t e r ,  b r i n g e n , daB  d i e s e uns  8,  Christentums  Neuen Testaments, so wie Im  (L.  Antwort auf e i n e sehr  Merrn Hauptpastors Goez^'' ( L . 8, S.  Kanon e n t h a l t . . . " ( L . 8, S.  Christen  Goeze, der L e s s i n g einmal  n b t i g e Frage des  "Herr  l e h r e n wLirde!"  Wunder "wurden j a n i c h t f u r uns  (L. 8, S.  abzugeben (L. 8, S.  es C h r i s t u s s e l b s t  (Nr. 274,  an  Eva  solchen Kdnig,  es s i c h urn e i innerhalb  Unbekannten Hinweisen: L-M  17, S.  der  handelt. so 343),  15  der d i e Rezeption des B e r e n g a r i u s T u r o n e n s i s mit unverkennbarer manche von d i e s e n " B e k e n n t n i s s e n " c h a r a k t e r i s i e r t ) e r w a r t e t : n i c h t , i n was  f u r einen l i e b l i c h e n  gegen bey unsern  Geruch  l u t h e r i s c h e n Theologen  von  Ironie (die  " S i e glauben  Rechtgla'ubigkeit i c h mich  g e s e t z t habe,  Machen S i e s i c h  da-  nur  g e f a B t , mich f u r n i c h t s g e r i n g e r e s , a l s f l i r e i n e S t l i t z e u n s e r e r K i r c h e ausgeschrieen  zu  hbren."  Doch nun  zu e i n e r K o n f r o n t a t i o n m i t dem  Problem  der e i g e n t l i c h e n  Bedeutung d i e s e r E r s c h e i n u n g e n , d i e s e r s c h e i n b a r e n "Bekenntnisse. " zur c h r i s t lichen  Religion.  Stellten  s i e a u s s c h l i e B l i c h e i n e A r t Redewendung bei Les-  s i n g dar, d i e g e t r e n n t von s e i n e n p e r s o n l i c h e n G l a u b e n s a n s i c h t e n kann?  Dies ware m b g l i c h , wenn es s i c h n i c h t urn e i n s o l c h e s ObermaB der E r -  scheinung d e r s e l b e n h a n d e l t e ( h i e r i s t l e d i g l i c h nisse"angegeben); und  d i e s e erweisen  Religion  (als Beispiel  S i c h e r l i c h muB  Innen auf das Luthertum  die S c h r i f t  Gottfried  von  somit e b e n f a l l s a l s Lutheraner e r -  d i e e i n e f e i n d s e l i g e Haltung  Fittbogen,  e i n verborgenes  zum  so n a t i i r -  Christentum vor-  Spiel  t r e i b t , dessen  e i n z i g e r Zweck  der l u t h e r i s c h e n O r t h o d o x i e und des Christentums  Zweifellos  durchzogen  "Unbekannten" ,  3 7  L e s s i n g , wie  im  allge-  i s t der F r a g m e n t e s t r e i t zu einem bestimmten Grad  - d i e s e d i e n t jedoch a l l e i n  der Bewahrung der  E i n e all.gemeine u n e h r l i c h e V e r f a h r e n s w e i s e  der a u f n ' c h t i g e n Denkart Karl  Lessing seine K r i t i k  Oder tra'gt der D i c h t e r des Nathan e i n e Masker h i n t e r der e r , l a u t  meinen i s t ?  daB  Worten h a n d e l t . e s s i c h h i e r urn Werke,  i n B e t r a c h t gezogen werden; s i e e r s c h e i n t zumindest  d i e Unterminierung  Heuchelei  davon  "Neue Hypothese Liber das  d i e Deutung, daB  anwendet und  l i c h wie e i n e , aussetzt.  "Bekennt-  D i c h t e r s nach e i n e r k l a r e r e n E r k e n n t n i s des Wesens der  spiegeln.  scheinen w i l l ,  dieser  s i c h m e i s t e n t e i l s a l s Analysen von Vorgangen i n n e r h a l b  wesen der E v a n g e l i s t e n " ) - m i t anderen d i e d i e Suche des  ein Teil  auBerstiwenige : R e l i g i o n s s c h r i f t e n Lessings sind f r e i  des frlihen Christentums  des  bestehen  des  Dichters.  Friedrich  E r i n n e r n wir uns  Loofs b e t o n t ,  3 8  von  Anonymitat  widerspra'che  z u l e t z t noch  daran,  das C h r i s t e n t u m s e i n e s B r u d e r s  16 n i c h t a l s Vorwand, sondern  a l s echt  anerkannte.  Die gro|3e Zahl der s c h e i n b a r e n " B e k e n n t n i s s e " w i r k t n i c h t a l s alleiniges den  Zeugnis e i n e r etwaigen  angegebenen Z i t a t e n  christlichen  der vergangenen S e i t e n  Verwendung d i e s e r "Redewendungen" h e r v o r . am  Ende e i n e r gewissen  NachlaB  S c h r i f t erscheinen.  v e r o f f e n t l i c h t e Werk "Von  A u s b r e i t u n g der c h r i s t l i c h e n schluB" b e f i n d l i c h e  vor dem  . Lessings:  geht e i n gewisses  Auffallig  Muster  der  i s t , daB s i e o f t m a l s dem  Weise der F o r t p f l a n z u n g und  Religion" als typisches B e i s p i e l .  SchluB  aus  B e t r a c h t e n w i r h i e r das aus  der A r t und  "Bekenntnis" e r s c h e i n t  S c h r i f t , neun Z e i l e n  Gesinnung  Das  im  "Be-  im z w e i t l e t z t e n A b s c h n i t t der  (L. 7, S. 301).  der V e r f a s s e r e i n e m b g l i c h s t n e u t r a l e S t e l l u n g  In d i e s e r A r b e i t sdicht  zu i h r e n Zentralthemen e i n -  zunehmen.(was bei bestimmten Z e i t g e n o s s e n e i n e s c h e i n b a r n e g a t i v e Haltung zu zu erzeugen  vermochte), urn somit e i n e t i e f e r e  b r e i t u n g der c h r i s t l i c h e n Anfang daB  dieser S c h r i f t :  i c h doch wohl den  Religion  zu e r h a l t e n .  Einsicht  i n d i e A r t der Ver-  Der Autor s c h r e i b t schon  Lauf der Dinge etwas genauer b e t r a c h t e n , urn zu  ren a n d e r s e i t s erwiesene  Richtigkeit  in einer kontrastierenden Stellung:  fang s e i n e r S c h r i f t an N e u t r a l i t a t  Stellung  aufhebt.  scheinbare  Dieses Schema e r s t r e c k t  auf d i e Reimarus-Fragmente b e z i e h e n :  kbnnen, deS.  An-  s c h l i e B t er mit e i n  zur R e l i g i o n  durch N e u t r a l i t a t sich  z e i g t und  negativ getdnte  Fragments "Ober d i e Her-  ausgabe der Fragmente des W o l f e n b u t t e l s c h e n Unbekannten" s c h r e i b t L e s s i n g f "Was  i c h getan habe, habe i c h n i c h t anders  sichtlichsten l e h r t e n getan"  und  a l s auf d i e f e i e r l i c h s t e n  unzahligmal w i e d e r h o l t e n A u f f o r d e r u n g e n  (L. 7, S.  713).  (bei  auch Liber S c h r i f t e n , d i e s i c h  gegen Ende des  '  Ende b e f i n d l i c h e  wahrend es L e s s i n g am  zu i h r e n Themen l i e g t ,  ner R e k a p i t u l a t i o n , d i e e i n e gu'nstigere H a l t u n g bestimmten Z e i t g e n o s s e n ) d i e  sehen,  i c h so lange bei S e i t e s e t z e " (L. 7,  Im L i c h t e d i e s e r Vorbemerkung des A u t o r s s t e h t das am  "Bekenntnis"  am  "Ich leugne n i c h t s ; aber urn mich davon zu liberzeugen,  wie wei-t es dank d i e s e n a l l e i n m i t e i n e r R e l i g i o n h a t t e gedeihen  284).  da-  zuver-  u n s e r e r Gottesge-  17  Nach Rades A n s i c h t e n hat L e s s i n g n i c h t nur den einer positiven Stellung tum)  zur p o s i t i v e n R e l i g i o n  (insbesondere  geben w o l l e n ; ^ R u d o l f Hermann w e i s t d a r a u f h i n , daB 3  der a l s L u t h e r a n e r g e f u h l t hat.  Verschiedene  von  besorgten  Herzog  4.  e i n J a h r vor seinem  1749,  L-M  Tod  ( B r i e f Nr.  599,  11.  s c h r e i b t e r Herder,  7.  1778,  Denn zum  Mann gethan, 1ich weil anderen  E i n l a s s e n gehbren zwey; und  es noch zu orthodox  Parthey gelegen  kam..  dachten  war,  und  18, S,  noch zu erwahnen, daB  kbnnen zur  271,);  chior Goeze^  2  Urteil  bemerkt, daB  23.  e.in T e i l  Liber ihn f a l l e n  1.  Auftauchen  mich darliber  verlangt.  ausgelas  Vermuth-  die einen.  haben w i r denn f l i r e i n L e r -  1780,  L-M  18, S. 333).  s e i n e r Zeitgenossen  Kirkegaard  i n L e s s i n g der P r o t e s t a n t i s m u s Das  und  Es i s t  i h n a l s Pround Johann  verkehr. therischen  DaB  Eichendorff; letzterer  kulminiere.^4  der " B e k e n n t n i s s e "  i s t , wie  aus  e r s t r e c k t s i c h Liber s e i n ganzes Werk und  die H a u f i g k e i t dieser scheinbaren  Christentum  etwa a l s Schwachung von  i n n e r h a l b des  Mel  E i n a'hn-  den 1 e t z t e n S e i t e n  h e r v o r g e h t , n i c h t b l o B e i n e r bestimmten Epoche i n L e s s i n g s S c h a f f e n s c h r e i b e n , sondern  noch  Glaubensbe-  Fragmentestrei t) a l s B e i s p i e l e .  auch  Lu-  18, S. 271);  F r e i h e r r Stephan von S t e n g e l ^ l  (natLirl i c h vor dem  dem  h i e r d u r c h weder der e i n e n noch der  d i e andern, was  zumindest  t e s t a n t e n b e t r a c h t e t hat -  L-M  I s t e r noch so w e i t zurlick, dachten  liber .inn angefangen?" (Nr. 671,  wie-  nachdem i c h es a l s e i n e h r l i c h e r  hat niemand davon etwas w e i t e r zu wissen  Wenn e r nur das w i l l ,  liches  immer  Kombdienschreiber  "Auf mein e i g n e s  k e n n t n i s habe i c h mich b e r e i t s e i n g e l a s s e n , wenigstens  men  Christen-  von'Braunsehweig t r i t t e r a l s " o r t h o d o x e s t e [ r ] V e r t e i d i g e r der  therschen Lehre" entgegen  sen.  er sich  Anschein  a l s Zwanzigja'hriger be-  V a t e r zu v e r s i c h e r n , daB e i n  doch e i n g u t e r C h r i s t s e i n kann (Nr. 10, 28.  zum  seinen B r i e f e n  U n t e r s t l i t z u n g d i e s e s L e s s i n g b i l d s verwendet werden: mliht e r s i c h , dem  bloBen  Liber den  zuzuBrief-  I d e n t i f i c a t i o n m i t dem  F r a g m e n t e s t r e i t s abm'mmt, b r a u c h t  L e s s i n g s etwaigem orthodoxen  lunicht  Christentum b e t r a c h t e t  18 werden.  Besonders i n den  s i c h m i t dem  sechziger Jahren  18.  Jahrhunderts  e i g e n t l i c h e n Wesen der R e l i g i o n b e f a B t , mit  e r s t e n Jahrhunderten  nach dem  konsequentem S i e g uber das Autor  des  Opfertod  Judentum und  C h r i s t i , mit Heidentum.  g e l t e n ; z. I t .  des. F r a g m e n t e s t r e i t s  R e l i g i o n e r h a l t e n und  sah  Nicht a l l e  durchzogen s i n d : dem,  was  Jacobi  G e p f l e c h t " zu w e r d e n . ^  hat auf den  gewiesen,46  w a  s  f u r seinen Gespra'chspartner "was  h i e r aus  D i c h t e r s vom  ortho-  d i e s e Gesprache von  Lessings  und  Jacobis  Spinover-  ftuBerungenn ent*  In diesem L i c h t e wirken d i e Folgerungen s i e auf den  i r o n i s c h e n Anklang Johannes S c h n e i d e r s  e r n s t nehmen k a n n , ^ u n t e r s t u t z t .  die  h i n z u f l i g t e , . urn " e i n - n i c h t l e i c h t zu  l a n g s t n i c h t so e i n d e u t i g , wie  Schon K i r k e g a a r d kenntnissen  von  Eichen-  i h n J a c o b i geradewegs a l s  schiedenen  Philosophen  und  Gerade d i e Gesprache m i t  H i e r s e i z u e r s t bemerkt, daB  wirrendes  der  zu  auf d i e Schwa'chen  F l H. J a c o b i , urn nur  auf e i n e s t a r k e Abweichung des  zu deuten - so s t a r k , daB  s c h l i e B l i c h von  von  sahen L e s s i n g i n einem so orthodoxen L i c h t wie  z i s t e n abstempelte.  und  Lessings  zu deuten.  scheinen  Ansichten  der  s i c h dazu b e r e i t , d i e l u t h e r i s c h e n Theologen  H a u p t v e r t r e t e r d i e s e r "anderen S e i t e " zu nennen.  doxen Christentum  ihrem  Jahrzehnt  Dichter ein klares B i l d  d o r f f . K i e r k e g a a r d u, a. - Moses Mendelssohn und  Jacobi  Dieses  des"christldchen"Glaubens  h a t t e der  und  Hierbei hatte sich  e i n e r D i s k u s s i o n Liber i h r e n Standpunkt h e r a u s z u f o r d e r n , IrrtLimer der Orthodoxie  i h r e r Form i n den  i h r e r Verbreitung  besonders auf S c h r i f t e n der K i r c h e n v a t e r b e r u f e n .  kbnnte l e i c h t a l s e i n s der B e f e s t i g u n g  hatte er  i n Lessings  u n v e r s t a n d l i c h ^ ^ - Jacobi Augenblicks  das  s i c h der  und  erscheinen.  s p i n o z i s t i s c h e n Be-  Hypothese, daB man  Nach H o r s t A l t h a u s  der Bewegung des  ersten Blick  des  sie nicht  bleiben Lessings  Scherze  h a l t f u r wahre Mlinze,  n i c h t ohne M u t w i l l e n  ausgestreut  AC  wird". Spinozas  und  ausgab.^  beweist,  daB  D i c h t e r nur  gespra'chsweise a l s Freund  0  Die J a c o b i - G e s p r a c h e ,  deren Thema, wie  Harald Schultze g e z e i g t  hat,  19  eigentlich  n i c h t der  bensphilosophie Philosophie  p e r s o n l i c h e Glaube, sondern d i e M o g l i c h k e i t e i n e r  ist, ^  zeigen  5  Spinozas  i n e r s t e r L i n i e , wie  s e i t der B r e s l a u e r  v e r t r a u t der  Z e i t war.  Man  Glau-  D i c h t e r mit  der  kann Georges Pons'  s p i n o z i s t i s c h e n L e s s i n g - I n t e r p r e t a t i o n zustimmen, i n s o f e r n s i e L e s s i n g s  Hoch-  achtung vor den  aber  phi 1osophischen Q u a l i t a t e n  Spinozas  d i e s e Hochachtung r e i c h t l a n g s t n i c h t dazu aus, fen:  der a l l g e m e i n e  kann n i c h t mit der  Respekt f l i r das  Der  was  zu der Aussage i n der  c h r i s t l i c h e Banier  freiwilligen  219)  der Frau  • - auf d i e s e n  Pfad  Fehlen  de  Jahrhundert  sing  18.  (falls  erklart  B e r e i c h des C h r i s t -  paSt:  dem  "Und  124),  Hause meines  seines  Vaters"  Lebens - der Tod  Gott hatte  durch den  nie S p i n o z i s t 5 5  ihn aber  5 4  - wird  unterstutzt.  weitgehend a l s A t h e i s t b e z e i c h n e t ,  des  Tod  be-  vor  allem  eine Ansicht, die  als S p i n o z i s t fLihlte) s i c h e r l i c h f u r  hat-  viel-  Spinoza  wurLes-  unberechtigt  denn der D i c h t e r ware n i e JLinger e i n e s A t h e i s t e n geworden, w e i l  e r s e l b s t n i e e i n e r w a r ^ - er brauchte d i e S i c h e r h e i t e i n e s ewigen 5  was  schon  Spinozismus; v i e l l e i c h t  diesem Irrtum  e i n e r Rettung d i e s e s P h i l o s o p h e n  er s i c h w i r k l i c h  hatte:  zum  gewiesen.  A l l i s o n s Hypothese - L e s s i n g war  durch das im  Weg  l e t z t e n Jahre  l e i c h t , urn Heines Worte zu verwenden, "vor 5 3  erscheint  B e i t r a g , i n welchem Ihre h e i -  H a u p t p a s t o r "aus  L e s s i n g auf dem  ten i h n d i e t r a g i s c h e n V o r f a l l e der  wahrt."  das  gewor.fen zu s e i n .  V i e l l e i c h t war  Sohnes und  570);  Liber mich schwenken wurde" (L. 8, S.  sowie zu s e i n e r Empbrung darLiber, vom 8, S.  Philosophie  (L. 8, S.  "Parabel"  Spinoza  machte aber  er n i c h t dazu b e r e i t i s t , den  i c h mich i n Gedanken auf den  l i g e Faust das  (L.  Philosophen,  "Aber i c h b l e i b e e i n e h r l i c h e r L u t h e r a n e r "  l i c h e n zu v e r l a s s e n ,  dessen  5 2  einzustu-  Wirken e i n e r P e r s o n l i c h k e i t wie  D i c h t e r s c h a t z t e den  an d i e s e r S t e e l e , zu z e i g e n , daB  freute  ihn a l s Spinozisten  t o t a l e n und b e d i n g u n g s l o s e n Bejahung von  g l e i c h g e s e t z t werden. Gestandnis:  unterstreicht,  er b e r e i t s i n der frlihen f r a g m e n t a r i s c h e n  GlLicksel i g k e i t " betont.  Dort  Dichtung  l a u t e t es b e k a n n t l i c h  Gottes,  5 7  "Ober d i e m e n s c h l i c h e  "Bin i c h , so i s t auch  Gott"  20  ( L . 1, S. 154). Bei diesem D i c h t e r g i b t es keine formalen n i e f i n d e t man d i r e k t e G e s t a n d n i s s e , lediglich  das, was a l s a l l g e m e i n e  Glaubensbekenntnisse;  s e i n e n persb'nl i c h e n Glabben b e t r e f f e n d ,  I d e n t i f i k a t i o n m i t dem C h r i s t e n t u m ,  sondere m i t dem l u t h e r i s c h e n , i n t e r p r e t i e r t werden kbnnte. diese " I d e n t i f i k a t i o n " es s i c h  Wie w e i t geht  sind?  Diese Fragen  stehen  L e s s i n g s Christentum  eines  w i r k l i c h e Be-  rechtglaubigen  werden.  L e s s i n g und Z i n z e n d o r f f • Beruhrungspunkte und H i n t e r g r l i n d e Schon am Anfang d i e s e r A r b e i t haben w i r d a r a u f  uns  - wenn  im M i t t e l p u n k t der v o r l i e g e n d e n A r b e i t  kbnnen nur m i t t e l s des V e r g l e i c h s m i t den Lehren  C h r i s t e n - Z i n z e n d o r f s - beantwortet  3.  Aber wie e r n s t i s t  i n der T a t urn e i n s o l c h e s h a n d e l t , wenn '_'Bekenntnisse"  kenntnisse und  zu nehmen?  insbe-  n i c h t daran  aufzuweisen.  l i e g t , einen d i r e k t e n Z i n z e n d o r f s c h e n  gewiesen, daB es  E i n f l u B i n L e s s i n g s Werk  In d e r T a t s i n d e i g e n t l i c h e Berlihrungen zwischen d i e s e n  Gegnern der l u t h e r i s c h e n Theologen a u B e r s J , merksam, daB L e s s i n g s Kenntnis  rar*  Oehlke macht  des Herrnhuter-Glaubens  beiden  darauf a u f -  wohl b i s i n s e i n e  Kind-  h e i t zurLickgeht, da d i e R e l i g i o n s a n s i c h t e n der H e r r n h u t e r  BrLider von seinem  V a t e r t o l e r i e r t wurden und Anerkennung f a n d e n ,  auch nur b e d i n g t . ^  wenngleich  Nach e i n e r Begegnung des a l t e n L e s s i n g m i t dem s a c h s i s c h e n G r a f e n , d i e en'men guten E i n d r u c k positives  auf Johann G o t t f r i e d  Urteil  h i n t e r l i e B , ^ verschlechterte sich  liber d i e H e r r n h u t e r ,  rungen an den K a t h o l i z i s m u s .  6 0  sein  wohlmbglich wegen Z i n z e n d o r f s Annahe-  Die fortwahrende a l l g e m e i n e  Sympathie und d e r  Respekt des Vaters wurde v o r a l l e m von d e r Oberzeugung des Gl aubens der Mahr i s c h e n BrLider h e r v o r g e r u f e n . Liber d i e Lehren  6 1  W i e v i e l der junge G o t t h o l d  i n diesen  Jahren  Z i n z e n d o r f s e r f u h r , la'Bt s i c h wiederum n i c h t bestimmen ;' es  i s t dennoch zu vermuten, daB d i e H e r r n h u t e r  1  im E l t e r n h a u s  e i n h a u f i g e s Ge-  21  sprachsthema gewesen waren (L. 3, S. L e s s i n g und  795).  Z i n z e n d o r f s i n d Z e i t g e n o s s e n , wenngleich  e i n e G e n e r a t i o n s i e t r e n n t - Z i n z e n d o r f s G e b u r t s j a h r i s t 1700, Jahre  a l t e r macht a l s L e s s i n g .  sprung: bei  Auch b r t l i c h  der Graf entstammte dem  teilen  s e i n e r GroBmutter i n GroBhennersdorf  Lessings Heimatstadt,  e r im Jahre 1727  wieder  verlieB.  dinal  r e i s t e er nach F r a n k r e i c h und  befreundete  de N o a i l l e s , einem J a n s e n i s t e n , der j e d o c h  u n t e r t a n i g wurde. Madame J.-M.  dem  Quietismus  und  pbte.  auf weite und  nach P e n n s y l v a n i e n  irn J a h r e  Ein e i g e n t l i c h e s Treffen Schriftlich  hat s i c h  rner der H e r r n h u t e r  (23. 3.  e i n e Woche d a r a u f , am am  28.  tung.  30.  liber C a r l 1751,  Schon a l s  19-  i n P a r i s m i t (CarPapst  mit  England  er einen starken E i n f l u B  aus-  und M i s s i o n a r :  e r sogar den  Indianern p r e d i g t e .  zwischen  L e s s i n g und  dem  Grafen b l i e b  aus.  v i e r m a l liber d i e Brlid'ergemeinde geaus-  G o t t l o b Hoffmanns d r i t t e n  ebenfalls  8. d e s s e l b e n J a h r e s , wiederurn Am  i n den  i n s p a t e r e n Jahren dem  i n der B e r l i n i s c h e n  3. 1751,  Nach  1760.  Lessing l e d i g l i c h  i n e i n e r Rezension  Wie  g e f a h r l i c h e R e i s e n , d i e i h n nach S t . Thomas  (1741) f u h r t e n , wo  z i n z e n d o r f s t a r b i n Herrnhut  sert:  sich  Z i n z e n d o r f w i r k t e h a u p t s a c h l i c h a l s Gemeindenfeihrer  e r s e l b s t begab s i c h und  trat  auf s e i n e n Reisen nach  s c h l o S e r F r e u n d s c h a f t m i t John Wesley, auf den  gru'n-  Kamenz.  Im Sliden d i e s e s Landes machte e r d i e B e k a n n t s c h a f t  de Guyon und  30  Der Graf f U h r t e e i n be-  wegtes Leben; z a h l r e i c h e Reisen f u h r t e n i h n i n fremde Lander. jahriger  und  (Rechtswissenschaft).  s e i n e s Studiums kehrte e r nach Dresden zuru'ck und  S t a a t s d i e n s t e i n , den  ihn rund  s i e e i n e n gemeinsamen l ) r -  ( i n der Oberen L a u s i t z )  L e s s i n g s t u d i e r t e auch Z i n z e n d o r f i n W i t t e n b e r g AbschluB  was  sachsischen Adel. verbrachte seine Kindheit  dete den H a u p t s i t z s e i n e r Gemeinde unweit  dem  auch mehr a l s  Band G r u n d i r r t l i -  privilegierten Zeitung),  i n d i e s e r Z e i t u n g und  schlieBlich  i n der B e r l i n i s c h e n p r i v i l e g i e r t e n  w i c h t i g s t e n b l e i b t dennoch das  im J a h r e  d i e "Rettung""Gedanken liber d i e H e r r n h u t e r " .  1750  gesch.riebene  Lessing sieht  Zei-  Fragment,  in Zinzendorf  nicht  22  e i n e n Neuerer der R e l i g i o n , einen  I r r l e h r e r , denn "er v e r l a n g t n i c h t s i n den  Lehrsa'tzen u n s e r e r K i r c h e zu vera'ndern"  (L. 3, S.  691);  " n i c h t d i e Sprache d e r symbol ischen BLicher" f l i h r t 3.  1751,  S. 49), verdammten ihn d i e E i n i g e Hinweise  entdecken  w i r i n den  "Gedanken Liber d i e H e r r n h u t e r " , "welcher  lutherischen losophen  Angelegenheiten,  wo  d e r junge  Weltweisen zu entdecken  23.  Schriften  Kritiker  dem  w'u'Bte" (L. 3,  Lessing befaBt s i c h  S. mit  d i e e r spa'ter mit t h e o l o g i s c h e n e r s e t z t .  das V e r h a l t n i s zwischen  K i r c h e e n t s p r i c h t dem  zwischen  s e i n e r Z e i t ; der Graf, und  t e r p r e t a t i o n zu w i d e r s p r e c h e n ,  Z i n z e n d o r f und dem  den  Theologen  neuen "Weltweisen" und  n i c h t s e i n e Gemeinde, urn K a r l  wird dem  Sokrates  gleichgesetzt.  der  den  Phi -  Barths  In-  Lessings  An-  nach verfa'hrt Z i n z e n d o r f mit s o k r a t i s c h e r S t a r k e mit den l u t h e r i s c h e n  Theologen  und  das  i s t gerade der F a l l  s i n g s "Weltweise" und dorf zugeteilt  d i e R o l l e des  i n Z i n z e n d o r f s Teutschem S o c r a t e s .  neuen S o k r a t e s , d i e s i c h e i n j u n g e r  h a t t e , s i n d n i c h t unverbunden:  D i c h t e r d i e D i s c u r s e des Teutschen  S o c r a t e s und  AnlaS zu den Z i n z e n d o r f und  nach den ligion sonders  Zinzen-  h a t t e davon d i e Form fLir s e i n e n " s o k r a t i s c h " z u deuten  scheint.  "Gedanken" gaben u. a. d i e v i e l e n A n g r i f f e , d i e  s e i n e Glaubensgenossen e r d u l d e n muBten, besonders gegen Ende  der 40ger J a h r e des z. T. durch  Les-  h b c h s t w a h r s c h e i n l i c h kannte der  " R e l i g i o n s h e l d e n " e r h a l t e n , worauf d i e Beschreibung  und  vom  mit e i n e r s o k r a t i s c h e n S t a r k e d i e la'cher-  Bemerkenswert i s t h i e r das Wort " s o k r a t i s c h " :  Anders ausgedruckt:  sicht  (L. 3, Rezension  Theologen.  1 i c h e n S e i t e n u n s e r e r so gepriesenen  phi 1 osophischen  weil e r  auf L e s s i n g s Kenntnis der Z i n z e n d o r f s c h e n  L e s e r einen Mann v o r s t e l l t ,  688).  sondern,  18. Jahrhunderts  i h r e phi 1 osophische  in StraBburg.  Diese kenntzeichneten  und mathematische Begrlindung, denn besonders  A n s i c h t e n der Neologen schienen d i e Wahrheiten der c h r i s t l i c h e n  allein mittels  v e r n u n f t i g e n Denkens und  der Mathematik) e r r e i c h b a r .  phi 1osophischen  S.  der neuen W i s s e n s c h a f t e n  Re(be-  Z i n z e n d o r f l e h n t s o l c h e mathematischen  Beweise der Grundwahrheiten  Londoner P r e d i g t e n , 1. Abth.,  sich  94-95);  64  s e i n e r R e l i g i o n ab  c h r i s t l i c h e r Glaube und  (Z.  5,  Naturwis-  23  senschaft bleiben flir Augsburgische nem  ihn unversbhnl i c h e B e g r i f f e  C o n f e s s i o n , S.  142).  (Z. 6,  Auch L e s s i n g s t e l l t  P i s c u r s e Liber d i e ( i n dem  Weltweisen d i e V e r t r e t e r der bestimmten W i s s e n s c h a f t e n ,  der P h i l o s o p h i e gegenu'ber - e r e r z e u g t der s i c h  Z i n z e n d o r f s e l b s t befand.  i n n e r h a l b der  Der  sich  L e s s i n g s eigene Die obigen  s i n g s Kenntnis Schriften. der ihm schied:  Das  Triumph des Weltweisen Liber s e i n e  ( n e g a t i v e ) Haltung  Z e i l e n geben l e d i g l i c h Hinweise auf den alteren  Rettungen; dennoch e r b l i c k t man im " C o c h l a u s " ,  im  f a & t , s t e h t h i e r das  der Z i n z e n d o r f s c h e n  m i t der der Neologen) im Brennpunkt.  h a l t mehr a l s einen S i n n f l i r G e r e c h t i g k e i t ; Grlinder der Brlidergemeinde  seines c h r i s t l i c h e n  Glaubens.  und  g r e i f b a r macht und  entgegenwirkt. falls  Wie  den  e i n e a'hnliche I n t e r p r e t a t i o n des  4.  Luther:  e i n e gemeinsame  (im V e r g l e i c h  Anerkennung f l i r d i e  Festigkeit als  Al1tagsmenschen s e i n e  l u t h e r i s c h e n Theologen und  ent-  Sym-  s a c h s i s c h e n Grafen  der V e r n u n f t c h r i s t e n ; wie  er  erster  V e r t e i d i g t e n be-  Theologie  Zinzendorf erscheint Lessing in vielen  a l s Gegner der O r t h o d o x i e ,  ihm  Unter-  s i e entha'lt ungetauschte  L e s s i n g b e z e i c h n e t den  deshalb  seiner  V e r t e i d i g u n g der H e r r n h u t e r  "verwegenen Freund der L a i e n " , a l s jemanden, der dem ligion  und  Les-  erscheint als Vorbild  gegen d i e von  Lessings  Grad von  "Neuser" u. a. an  Verfahrens  ge-  spiegelt.  h i e r einen s u b t i l e n  S t e l l e m i t der U n g e r e c h t i g k e i t des Wesentlichere  und  Herrnhuter,  Zeitgenossen  Fragment "Gedanken liber d i e H e r r n h u t e r "  wahrend s i c h der Autor  p a t h i e ' f l i r den  liber d i e  gegen d i e Neologen  der R e l i g i o n s b e t r a c h t u n g e n n d e s  folgenden  der Mathematik  "Gedanken" e i n e Lage, i n  b i l d e t e n Widersacher e r s c h e i n t a l s e i n p o s i t i v e s U r t e i l worin  Fragment) s e i -  den  Re-  Neologen  seiner Schriften leicht  eben-  konnte auch  e i g e n t l i c h e n Wesens der R e l i g i o n t e i l e n .  Herkunft  S t a t t e i g e n t l i c h e r Berlihrungen zwischen L e s s i n g und weisen beide einen gemeinsamen Ursprung  Zinzendorf  i n i h r e m ' r e l i g i b s e n Denken auf:  eine  24  tiefe  Verwurzelung  lativ  leicht  ist  m i t der l u t h e r i s c h e n T r a d i t i o n .  zu b e s t a t i g e n .  Da s e i n V a t e r zum  s e i n e r s t e r Kontakt m i t der c h r i s t l i c h e n  Obwohl fremde G l a u b e n s a n s i c h t e n h a t t e n d i e Lehren schaft. Lehren  des  alten  orthodoxer.  Konfession, die Vorherr-  der junge  an der Orthodoxie  e i n gar  gehbrte,  L e s s i n g t o l e r i e r t wurden,  die Augsburgische  Dazu haben w i r keine Beweise, daB weradete; d i e e r s t e K r i t i k  l u t h e r i s c h e n Klerus  Religion  im Hause des  Luthertums,  Dies i s t bei L e s s i n g r e -  Gotthold sich  gegen d i e s e  entspringt seiner  Studen-  t e n z e i t und w i r d im Laufe der Jahre a l l g e m e i n e r , s c h a r f e r . L e s s i n g s Haltung  zur Orthodoxie  kennbare n e g a t i v e Zu'ge; s e i n e Verehrung b e t r a c h t e t e ihn s t e t s a l s "unseren  S.  53), a l s R e l i g i o n s h e l d e n (L. 7, S. 64). g i b t e r i n der  V a t e r der g e r e i n i g t e r e n Lehre"  "Rettung  Lemnius" zu erkennen:  daB  s o n s t nahe war,  d i e s e Verehrung mators:  dem  E i n z e l n e n muB  p r e t a t i o n des  Christentums  an F r e i h e i t  In  269).  Der Grund  e i n p'ersbnliches V e r h a l t n i s zu G o t t -  Zu diesem  Zweck f o r d e r t e Luther e i n gerautraten  6 5  w i r k t der groBe Mann, der d i e Denk- und flir  dessen  Lehren  nach dem  Tode i h r e s  e n t f e r n t ; nirgends wird diese Betrachtung  k l a r e r a l s i n der " P a r a b e l " , a l s der A u t o r a u s r u f t : von  Ge-  ihn a l s V o r b i l d . L e s s i n g s A n s i c h t nach  h a t t e s i c h d i e l u t h e r i s c h e K i r c h e i n den J a h r h u n d e r t e n  Und  Inter-  dafu'r e i n , wie L e s s i n g ,  w i s s e n s f r e i h e i t erworben h a t ,  Griinders m e r k l i c h von  flir  i n der R e l i g i o n s a u f f a s s u n g des groBen R e f o r -  zu gelangen,  . (Bieser H i n s i c h t  v e r k a n n t e r Mann.  i c h i n der T a t  im R e l i g i o n s d e n k e n und wenige s e i n e r N a c h f o l g e r  zu einem so hohen Grad  Lu-  "Luther  d i e F r e i h e i t gegeben s e i n , zu e i n e r eigenen  e i n s ohne M i t t l e r - zu grunden. MaB  (L. 7,  es m i r , a l l e s wohl L i b e r l e g t , r e c h t  ihn zu v e r g b t t e r n " ( L . 3, S,  l i e g t vor a l l em  konstant;  e r sogar der V e r g b t t e r u n g  i s t , e i n i g e k l e i n e Mangel an ihm e n t d e c k t zu haben, w e i l  der Gefahr  mes  DaB  des  s t e h t bei mir i n e i n e r s o l c h e n Verehrung, lieb  unver-  f l i r L u t h e r s e l b s t aber b l i e b  er  t h e r s nahe war,  bekam im Laufe der Z e i t  niemanden mehr v e r k a n n t ,  " L u t h e r , du! - GroBer, a l s von den  kurzsichtigen  25  S t a r r k o p f e n , d i e , deine P a n t o f f e l n s c h r e i e n d aber g l e i c h g l i l t i g T r a d i t i o n e r l b s t : wer Wer  daher  e r l b s e t uns  i n der Hand, den schlendern! von dem  zwischen  L u t h e r und  Interpretation (mit  l e h r e n w'u'rde!" (L. 8, S.  der des  Luthertum  sieht sich  des  d i r gebahnten  Du h a s t uns  von  du es i t z t  126).  u n r e i n e s , aber doch noch brauchbares  an Karl  L e s s i n g , 20.  sichtbar.  ein Vergleich  Wasser;- mit anderen  MiBtjauche 4.  1777,  L-M  18, S.  226).  Nachfolgern  F e h l e n an e i g e n e r I n i t i a t i v e , das Reformationswerk  augsburgischen conserviert"  (Z. 4, S.  des oben angefuhrten  94-95),  "itzt"  Worten, e i n f a l s c h e s (Brief  L u t h e r s auf e i n bestimmtes zu v o l l e n d e n (Z. 4, S. Gemeinrede:  "Die  bemerke an d i e s e r S t e l l e d i e l e t z t e n  Worte  "wie  es C h r i s t u s s e l b s t  der groBe Reformator  l e h r e n wLirde!"  zumindest  auf  logen b e s e i t i g e n wLirde, sondern» indem e r n i c h t  das  dem  ursprurig] i c h e m - -  v e r m i t t e l t L e s s i n g s Oberzeugung davon, daB  Glaubigen  98);  nicht  d i e s , daB  s a c h e r des G e i s t e s der Reformation  Nr.  Les-  da e r das e i g e n t l i c h e Wesen der R e l i g i o n e r k a n n t h a t t e .  dieses Z i t a t s  h a t t e , den  alten  e r s t e r e s i s t zwar  das  der A u f k l a r u n g e i n e n Luther n d t i g h a t t e , der n i c h t nur d i e I r r l e h r e n  endet  Barths  dem  Zinzendorf t e i l t  zuru'ck zu einem w e s e n t l i c h e r e n - v i e l l e i c h t sogar zum  C h r i s t e n t u m war,  Kluft  hat auch der Heldenmuth der S t i f t e r  Lessing-Zi tates:  Nach L e s s i n g s A n s i c h t bezeugt Weg  Man  es  Orthodoxie  zwischen  d i e s auf e i n e andere Weise i n s e i n e r 34.  Confessionswahrheiten  Buchstabens!  Nach K a r l  - e i n ' T l i c k w e r k von Stumpern"  s i n g s A n s i c h t e n , denn e r w e i s t bei den  Der G r a f b e u r t e i l t  des  der  l e h r e n wlirdest, wie  System und der neuen T h e o l o g i e d e u t l i c h genug h e r v o r b r i n g t :  404,  Joche  L e s s i n g eher m i t der t o l e r a n t e n a l t e r e n was  Weg,  D e u t l i c h w i r d d i e groBe  18. J a h r h u n d e r t s  16. J a h r h u n d e r t s ) e i n i g ,  Werk; l e t z t e r e s , hingegen,  dem  u n e r t r a g l i c h e r n Joche  b r i n g t uns e n d l i c h e i n C h r i s t e n t u m , wie  Christus selbst  von  Das  Zeitalter der  Neo-  l a n g e r der- Qrohung der Wider-  a u s g e s e t z t ware, s e i n Werk s i c h e r l i c h  C h r i s t e n t u m , wie es e i n s t dastand,  vol 1 -  zurLickgege-  ben. Der Herausgeber des B e r e n g a r i u s T u r o n e n s i s war  davon  uberzeugt,  26 daB  d i e s e r K e t z e r des  11. J a h r h u n d e r t s  das B e r e n g a r i u s - M a n u s k r i p t des gedachten  " e r l a i u t e r t d i e G e s c h i c h t e der  J a h r h u n d e r t s , d i e wider  a u B e r o r d e n t l i c h und  Luthers Deutung des Abendmahls  Kirchenversammlungen  den B e r e n g a r i u s g e h a l t e n worden, ganz  enthalt zugleich  B e r e n g a r i u s vol:lkommen den  nachherigen  gehabt hat" ( B r i e f an den  V a t e r , 27.  d i e u n w i d e r s p r e c h ! i c h s t e n Bewei se, Lehrbegriff Lutheri 7.  1770).  von dem  indem e r auf d i e Wahrscheinl i c h k e i t w e i s t , daB  Z e i c h e n , d i e Luther und u r s p r l i n g l i c h e war Christentums  - d. h., daB  beide den Weg  oben z i t i e r t e n  wegen s e i n e r vermeinten  der a l l g e m e i n e n Verdammung, auch bei den  74); im s e l b e n Zug  sitives  Und  Bewertung des  so r l i c k t L e s s i n g den  Re-  besta'tigt L e s s i n g auch (L. 7, Urteils:  f l i r d i e wahre Meinung  des  gegen den  sondern  Berengarius  aus den  folgte  Berichten falscher  Luthertums wiederum i n e i n po-  z. B. d i e Anmerkungen zum an e i g e n t l i c h e r Kenntnis  beschrankt  s i c h auf d i e a l l g e m e i n e  a l s R e l i g i o n s v e r b e s s e r e r : e i n genaues Verst'a'ndnis  der E i n z e l h e i t e n der T h e o l o g i e des  Reformators  scheint  Berengarius Turonensis von  ihm  Der D i c h t e r s i e h t  R e l i g i o n s f o r s c h e r , der auf dem  Wege war,  zu f e h l e n ( s i e h e  i n L. 7, d i e L e s s i n g s Mangel  L u t h e r s Deutung des Abendmahls  i s t n i c h t d i e des B e r e n g a r i u s ) . den  der groBe  Licht.  F u n k t i o n des W i t t e n b e r g e r s  lich  Falles,  Grlinder des  Lessings Luther-Kenntnis  sie  DaB  d e s s e l b e n ausgegeben ward, daflir e i n " (L. 7,  74); d i e n e g a t i v e Haltung des W i t t e n b e r g e r s  Zeugen.  des  Worten, " e i n  aber e n t s c h u l d i g t e r ihn d i e s e s ungerechten  B e r e n g a r i u s von den Widersachern  n i c h t aus der eigenen  pra'gnanten  ketzerischen S t e l -  Lutheranern.  "Luther h a t t e h i e r k e i n A r g e s ; er nahm das, was  S.  wei-  l e h r e n wlirde," e n t s p r i c h t .  formator s e l b s t d i e s e n e g a t i v e n A n s i c h t e n t e i l t e , S.  d i e Lehre der  Schritt  zurlick zu e i n e r Grundwahrheit  wiederum den  es C h r i s t u s s e l b s t  Berengarius v e r f i e l lung  Abendmahle  ( L e s s i n g s A n s i c h t nach) B e r e n g a r i u s v e r t r a t , d i e  gefunden h a t t e n , was  C h r i s t e n t u m , wie  daB  Gegen Ende s e i n e r Bemerkungen  liber den B e r e n g a r i u s T u r o n e n s i s geht L e s s i n g e i n e n e n t s c h e i d e n d e n ter,  teilte:  das  hervorbringen:  i n Luther a u s s c h l i e B r e i n e Christentum  zu  27 entdecken.  Was  in d i e s e r Arbeit a l s " l u t h e r i s c h e T r a d i t i o n " bezeichnet  ist  L e s s i n g s Konzeption  nen  e r l a u b t , durch  der von  Luther errungenen F r e i h e i t , d i e es dem  unabhangiges Forschen  Liber d i e R e l i g i o n zu gelangen.  zur  Verneinung  Fall  zu eigenen  Einzel-  Ansichten  N a t L i r l i c h b e s t e h t d i e M b g l i c h k e i t , daB  p e r E b n l i c h e I n t e r p r e t a t i o n des t h e r i s c h e n Orthodoxie  i n der B i b e i  Christentums  m e r k l i c h von den  wird,  Lehren  eine  der l u -  abweichen kbnnte - u n t e r Umstanden kbnnte s i e sogar  dor c h r i s t l i c h e n  Religion  fuhren.  Auch i n diesem extremen  erwies s i c h - nach L e s s i n g - der Forschende a l s " t r e u e r Anhanger der  lutherischen  Tradition." DaB  man  i n L e s s i n g e i n e n N a c h f o l g e r des W i t t e n b e r g e r s  Anhanger der l u t h e r i s c h e n T r a d i t i o n e r b l i c k t , geht aus den d e u t l i c h hervor.  einen  vergangenen S e i t e n  Bei Z i n z e n d o r f w i r k t e u r s p r u n g l i c h der P i e t i s m u s a l s  gebender F a k t o r , denn der Grunder der BrLidergemeinde der frommen G r a f e n " . Bekanntschaft  und  Aber b e r e i t s  stammte aus  dem  maB-  "Kreis  i n s e i n e r Jugend, i n W i t t e n b e r g , machte e r  mit der l u t h e r i s c h e n O r t h o d o x i e ^ ?  und  t r a d i t i o n e l l e r e v a n g e l i s c h e r Lehranschauungen,68 o S  entnahm i h r e i n e daB  sich die  Anzahl  kindliche  H e i l a n d s l i e b e zu einem f e s t e n l u t h e r i s c h e n Glauben e n t w i c k e l t e ^ - r h a t t e , e  in  U t t e n d b r f e r s Worten, d i e "VerkLindigung  Christo personlich ergriffen  und  Luthers von der f r e i e n Gnade i n  s e i n Leben danach g e s t a l t e t . " ^  Zinzendorfs  P i e t i s m u s wich somit e i n e r R e l i g i o n s b e t r a c h t u n g , d i e enger an d i e der i s c h e n Orthodoxie  gebunden  luther-  war.  Die Liebe des Menschen zu Gott - d i e s i s t e i n s der Hauptthemen der T h e o l o g i e des G r a f e n ; C h r i s t u s i s t f i i r Menschwerdung, f l i r den Der Aspekt  den  E i n z e l n e n e r r e i c h b a r - d. h. v e r s t a n d l i c h - . i s t .  der Liebe bezeugt,  ausgepragten  daB  Z i n z e n d o r f s R e l i g i o n s a n s i c h t e n von e i n e r  Subjektivitat charakterisiert  Ausdruck "Herzensglauben"  hang.  i h n G o t t , d e r , wegen s e i n e r  sind  - e r s e l b s t verwendet o f t  (oder " H e r z e n s t h e o l o g i e " )  D i e s e r Treminus t r a n s z e n d i e r t das  bloBe  i n diesem Zusammen-  Gef'uhl der Liebe zu  Gott:  28  "Herzensglaube"  bedeutet,  daB  d i e Wahrheit der R e l i g i o n Liberhaupt nur mit  Herzen, d. h. s u b j e k t i v , e r f a B t werden kann. nac'n e i n FLihlen der Wahrheit. fen  i s t d i e Liebe Gottes  zum  Ein weiteres  Glauben  Hauptmerkmal  bei dem  pragte Wundenmystik  ( s i e h e z. B. d i e H o m i l i e n  hut, Gnadenfrey und  d i e anderen Grlindungen  Drang e n t s t a n d e n :  g e p r e d i g t werden.  auf d i e s t a r k ausge-  d i e mahrischen Kolonien  der ganzen Welt muB  aus  Herrndes  i n Grbn-  Zinzendorfs missio-  d i e " N a c h r i c h t vom  m i s s i o n a r i s c h e r S i n n erweisen  d i e L i e b e des Menschen zu Gott, a l s u n e r l a B l i c h e B e s t a n d t e i l e der schen  Gra-  erkenn-  Versuche der Neubelebung  anderen W e l t t e i l e n s i n d  Gemeindeleben und  Jesu  liber d i e Wundenl i t a n e i ) .  sind  ursprlingl ichen c h r i s t l i c h e n Gerneindelebens; l a n d , S t . Thomas, Amerika und  Herrnhuter  dem-  der T h e o l o g i e des  Menschen, d i e vor a l l e m im Kreuztod  bar w i r d ; aus diesem Grund t r i f f t man  narischem  i s t flir Zinzendorf  dem  Heiland" sich,  wie  Zinzendorf-  Theologie. Nach Bayreuther  i s t der Kern der Z i n z e n d o r f s c h e n  Theologie  nur  vom  71 Luthertum her zu v e r s t e h e n : K o n f e s s i o n , was  er oftmals  streng halt  s i c h der Graf an d i e  in seinen S c h r i f t e n  der "zuverla'ssigen N a c h r i c h t " , er habe "das der Mahrischen Brlider, mit h i n t a n s e t z u n g iinderten Augsp. C o n f e s s i o n und  dem  hervorhebt;  Gllick gehabt, den  ihres zweideutigen  spiritu  z. B.  Augsburgische bemerkt e r i n  grbBten  Symbol i ,  i h r e r ganz u n a f f e c t i r t e n  theil zur unver-  Kirchen-  idee zu d i s p o n i r e n " (Z. 6, S. 8 ) ; wenig spa'ter macht e r das  Gestandnis,  Religions-prinzipia  der  Confession" nen  eren  (Z. 6, S.  11).  Anhanger der Orthodoxie  und  - nach Bayreuthers  b e r g e r s , der der  gehen n i c h t w e i t e r a l s d i e L e h r - a r t i k e l  des  Ansichten •  Das  s i e unter  Glaubensbekenntnis  Lehren  Luthers  und  Augspurgischen  i n Z i n z e n d o r f , wenngleich  18. J a h r h u n d e r t s , 72  d a f l i r aber  einen urn so  - e i g e n w i l 1 igen S c h l i l e r des  nie an der G l i l t i g k e i t der Lehren  s t e t s darum bemliht war,  bindung der  Somit e r b l i c k e n wir  "Meine  des  keitreu-  Witten-  Reformators z w e i f e l t e und  s e i n e n Anhangern zu v e r b r e i t e n .  der Herrnhutergemeinde i s t durch der T r a d i t i o n  der Bbhmischen Brlider  eine  Ver-  zustande  29  gekommen.  DaB  d i e s e Synthese ohne w e i t e r e s  a l l e m Luthers eigene dition  Haltung  " K e t z e r " Johann Huss, der eng  der Bohmischen BrLider verbunden  Z e i t a l t e r der Reformation den  zu dem  Artikeln  g l a t t v e r l i e f , ermoglichte  e r i n n e r t von  ist.  C o s t n i t z v e r z e i c h n e , s e i e n e i n i g e g r u n d c h r i s t l i c h e und  Februar  1520  zu erkennen:  ohne s i e zu k e n n e n . ' " ^ wollte^  u n c  j  rjer s i c h  dem  M a g i s t r a t von  i s c h e n Lehren ficulty  Conciliums  e v a n g e l i s c h e . "'73  habe  h'ch  schon  s e i n e GlaubensbrLider  betonte  er  man  vorgetragen, sein  m i t dem  Luthertum, indem e r  die Herrnhuter  genau mit den  luther-  i n Sachsen n i c h t d i e g e r i n g s t e  unsre mahrische BrLider ohne d i e g e r i n g s t e f e r n e r e  zur L u t h e r i s c h e n Communion zu a d m i t t i r e n " (Z. Ergbd. IX, S.  41).  DifAuftrage  In s e i n e n  S c h r i f t e n macht Z i n z e n d o r f o f t m a l s G e s t a n d n i s s e  s e i n e r I d e n t i f i k a t i o n mit  traditionellen  Lehren  derte:  Luthertum, mit den  der Gemeinreden (Z, 4, S. w i r Lutheraner braucht  evangelischen  "so denken w i r L u t h e r a n e r "  sich  singen"  lediglich  wenden, urn den  Grad von  6) und  (Z. 5, S.  l a u t e t es  i n den 375),  i n der E i n l e i t u n g  zum  des  Z w i n g l i e n t z w e i t e n , werden von  das  Brod  auBer dem  von  der S e i t e , auf e i n m a l "  Glauben schon in fr'uhen Jahren  "wie  Confession des  Reformators Liber das den  Herrnhutern  293).  gefunden;  hebt  Zinzendorf  ; im Teutschen  Man  zu  lutheriAbend-  ganz ange-  i s t gnugsam mit den Worten r e m o v i r t ,  Gebrauch k e i n Sacrament i s t , das (Z. 6, S.  Tei1  urn nur e i n i g e B e i s p i e l e anzufLihren,  Z i n z e n d o r f s Anerkennung d i e s e r Grundbasis  "die Transsubstantions-Idee  2.  (VI. A b t h ; ) ,  an d i e D i s c u r s e Liber d i e Augsburgische  nommen:  dem  vergangener Jahrhun-  Londoner P r e d i g t e n  schen Glaubens f e s t z u s t e l l e n ; d i e A n s i c h t e n man 1 , d i e ihn und  im  o f t m a l s a l s r e f o r m i e r t e Lu-  s e i n e Verbundenheit  bekannt s e i e n , so "daB  zu DaB  gab  Z i n z e n d o r f , der n i c h t s anderes a l s l u t h e r i s c h  Dresden v e r s i c h e r t e , daB  macht, a l l e  des  im  "'unter  mehr oder weniger t e i l t e ,  "'Hussens Lehre...  und  theraner bezeichnete,  Gestandnis,  Verdammungsurthei1  Luther d i e R e l i g i o n s a n s i c h t e n des Bohmen  mit der T r a -  In s e i n e r Deutschen G e s c h i c h t e  Ranke an Luthers  des Johann Huss, welche das  vor  daB  alle Schwierigkeit, hat seinen f e s t e n Socrates  vermittelt  er  30 uns  s e i n e n r e l i g i o s e n Werdegang (Z. 1, 21. D i s c u r s ) und rund  s p a t e r bekennt e r i n London, daB e r s e i n e R e l i g i o n schon (Z. 5, Londoner P r e d i g t e n , V. Abth., sich  s t e t s an den Reformator:  Sonderbaren  Gesprache,  "wie s p r i c h t  "'Solche L u s t f r e i e r  Herz"  1  wird  Luther s t e t s z u e r s t erwahnt:  den  S. 213).  (Z. 1, S. 55-56).  Wenn es s i c h  zwei  vierzig  Janrzehnte Jahre habe  In Glaubenssachen  wendete e r  L u t h e r u s " , l a u t e t es im 7. der Liebe g i b t der h e i l i g e Geist i n s  urn andere L e h r e r d e r R e l i g i o n  "Wenn w i r nur den M y s t i s c h e n S i n n nehmen,  D. L u t h e r , den C a l v i n u s , Z w i n g l i u s , Beza und andere gehabt..."  Reden aus America, Teutschen Wie  2.  Socrates:  Th., S. 238).  E i n Luther-Lob  (Z. 2,  kennzeichnet  schon den  "GroBer Mann! von dem das Volck d i e s e Tage Wunder h b r e t , /  du denn gewiB n i c h t s k l e i n e s  Gl Lick so wohl, weil  handelt,  i n d e r Welt b e d e u t e t e s t , / Wolte uns das  du unser Volck b e k e h r e t , /  DaB du ihm nach d e i n e r Weise,  e i n e Stunde p r e d i g t e s t : / Wie's d e r l i e b e n B i b e l stehen"  (Z. 1, S. 254).  Prophet  Gottes  sei  geht,  iederman w i l l  s i e ver-  Und so kommt s e i n G e s t a n d n i s , daB Luther ein. (Z. 5, Londoner P r e d i g t e n , I. Abth.,  S. 4) ,nicht un-  erwartet.  5.  Zusammenfassung T r o t z des Fehlens e i n e s  eigentlichen  in Lessings Religionsbetrachtungen sind  Zinzendorfschen  verschiedene  Einflusses  fthnlichkeiten  zwischen  ihm und dem Grafen f e s t g e l e g t worden, d i e a l s B a s i s f l i r w e i t e r e V e r g l e i c h e dienen werden: Wittenbergers  i h r e gemeinsame r e l i g i o s e zum B e i s p i e l .  Nach B a y r e u t h e r s  o l o g i e liberhaupt nur vom Luthertum laBt  ihn a l s v i t a l e n  H e r k u n f t und i h r e Anerkennung des  aus w i r k l i c h  A n s i c h t e n i s t Z i n z e n d o r f s Thezu v e r s t e h e n ^ und s e i n Wirken  E r n e u e r e r des Luthertums e r s c h e i n e n .  78  Ob man Otto Mann zustimmen kann, wenn e r L e s s i n g a l s " P r o t e s t a n t im ursprlingl ichen Sinn des Wortes"  79  betrachtet, i s t langst nicht  erwiesen  31  worden:  e i n " P r o t e s t a n t im ursprlingl ichen S i n n des Wortes" mag  religibsen  Ordnung s e i n e r Z e i t w i d e r s e t z e n , b l e i b t aber  den  fundamentalen  P r i n z i p i e n des C h r i s t e n t u m s  nen  dafu'r zu sprechen, daB  treu.  L e s s i n g d i e s e Grundlehren  annimmt, aber  der  Kritik schei-  letzten  wirken d e s h a l b l e -  a l s Wegweiser, d i e auf d i e M o g l i c h k e i t e i n e r a l l g e m e i n orthodoxen  t e r p r e t a t i o n s e i n e s p e r s o n l i c h e n Glaubens DaB geht aus den aus,  trotz seiner  Die "Bekenntnisse"  Endes s i n d s i e noch n i c h t a l s s o l c h e e r w i e s e n worden und diglich  s i c h wohl  Spinoza bei dem Jacobi-Gesprachen  weisen.  Dichter einen allgemeinen deutlich  ihn a l s Ju'nger des Philosophen  und  konsequent a l s A t h e i s t e n  christliche  e i n e s etwaigen  d i e r e l i g i o s e Gesinnung des  Atheismus zusammenfal 11, sondern gebunden s e i n  konnte.  findet,  Auf j e d e n F a l l  "christlichen dem  an e i n e r e c h t g l a'ubige  bestimmt der Grad der Ober-  einstimmung der L e s s i n g s c h e n R e l i g i o n s a n s i c h t e n m i t den orthodoxen  abzustempeln.~  D i c h t e r s n i c h t mit  w a h r s c h e i n l i c h enger  nahe L e s s i n g s p e r s o n ! i c h e r Glaube dem  Respekt  h e r v o r ; s i e r e i c h e n aber n i c h t dazu  Es l a B t s i c h aus der V i e l f a l t der " B e k e n n t n i s s e " L e s s i n g " s c h l i e B e n , daB  In-  Zinzendorfschen,  christlichen  steht.  wie  32  II 1. V e r f a l l  im Luthertum "Du  uns von dem  des  h a s t uns  Bewertung der B i b e l  18.  Jahrhunderts  von dem  Joche der T r a d i t i o n e r l b s e t :  u n e r t r a g l i c h e r n Joche des Buchstabens"  1 i c h i s t m i t dem  Buchstaben  die Bibel  gemeint,  (L. 8, S.  d i e f l i r den  wer  erloset  126).  Nat'u'r-  Orthodoxen das  We-  s e n t l i c h e der R e l i g i o n v e r k o r p e r t e - k u r z , f l i r d i e Machthaber im Luthertum M i t t e des  18. J a h r h u n d e r t s k o n s t i t u i e r t e n Buchstabe  selben B e g r i f f .  Konsequent erwies s i c h  A n g r i f f auf d i e c h r i s t l i c h e s t a n d n i s d i e s e s Zustandes fang der Reformation war  Religion  s t e n , i n Verwahrlosung  selbst.  i n der l u t h e r i s c h e n  Urn zu einem vollkommenen K i r c h e zu gelangen, muB  die g e i s t l i c h e n  sigt.  Religion  zu weisen.  Zustande,  zu bahnen (L. 8,  Pfad zu e i n e r Q u e l l e der Glaubenswahrheiten  zu e n t f l i e h e n ; d i e Reformation  B i b e l und T r a d i t i o n  L u t h e r muBte dem  erwies  sich  Wort e i n e bedeutend  der e r s t e r e n e r z e u g t e .  m i t J a beantworten  es doch wohl  wich-  zwischen  D i e s e r Vorgang h a t t e s e i -  a l s der Theologe  Georg N i t -  sche d i e Frage e r o r t e r t e , ob d i e H e i l i g e S c h r i f t G o t t s e l b s t s e i ; dazu "so muB  der  "Joche der T r a d i t i o n "  d i e e i n e Verschiebung des G l e i c h g e w i c h t s  zugunsten  S.  somit a l s e i n e Reaktion gegen d i e  nen Hdhepunkt im fru'hen 18. J a h r h u n d e r t e r r e i c h t ,  merkt L e s s i n g :  erster  h a t t e n deri Sinn f u r d i e  t i g e r e R o l l e z u s c h r e i b e n a l s es im Papsttum genoB, urn dem  vorherrschenden  An-  v e r l o r e n , das W e s e n t l i c h e der Lehre C h r i s t i vernachla's-  E i n z e l n e n auf den  christlichen  der  a l l z u w e l t l i c h e n P'a'p-  Das Wirken L u t h e r s bestand d a r i n , e i n e n neuen Weg  126), den  Ver-  Fu'hrer befaBten s i c h an  S t e l l e m i t der E r w e i t e r u n g i h r e r p o l i t i s c h e n Macht und eigentliche Religion  den-  Das w e s t l i c h e C h r i s t e n t u m  vor der R e f o r m a t i o n , dank den  geraten:  R e l i g i o n e i n und  e i n A n g r i f f auf d i e h e i l i g e S c h r i f t a l s  i n B e t r a c h t gezogen werden.  i n den J a h r h u n d e r t e n  und  der  be-  Leute gegeben haben,welche d i e s e Frage  mussen g e g l a u b t " (L. 7, S. 667).  Die B i b e l  a l s Gott, a l s  33.  gbttergleiches Folgen  G e b i l d e oder,  nach K a r l  fu'hrte d i e s e E i n s t e l l u n g  Sell,  gar a l s Gbtzen  zur c h r i s t l i c h e n  Religion  80  - zu welchen  im Luthertum  der  Aufkla'runq? An  e r s t e r S t e l l e ermbglichte  gel i urns, e i n e I n t e l l e k t u a l i s i e r u n g n e g a t i v e Entwicklung f e s s i o n , S.  222).  K l a r h e i t und  tur  und  Geklingel  waltender  lebendige  Lippenbekenntnis  Denk- und  meist  i n todten  k i r c h l i c h e r Symbolglaubigkeit  oder  MaBstabe  Tugend- und  Na'chstenliebe b e u r t h e i 11.  die Pa'pste,  i n der S c h r i f t  82  suchten  auf j e d e n  R e l i g i o n erweisen, eben g b t t l i c h  fehlbar;  8 3  d i e sogar und  ihren  es s e i denn, daB  die Religion  fehlerfrei  und  Menschen  nach  dem  und  still  deren  Macht  schlagartig  zu e r d r l i c k e n , denn  als Niederlage  Untergang bewirken konnte.  deshalb yollkommen  Buchstaben-  d i e A n g r i f f e der B i -  Preis  e i n z i g e s f a l s c h e s Wort der E v a n g e l i s t e n wlirde s i c h  was  wahrhaft  Die Theologen,  Glaubenssachen, dank der V o r h e r r s c h a f t der H e i l i g e n S c h r i f t ,  an  Litera-  fwar] ; der Werth des  Handlungsweise, a c h t frommen G o t t v e r t r a u e n s  b e l f e i n d e auf E i n z e l h e i t e n  set  Christentums  [des Nathan] i n der  Christentum  ausgeartet  Con-  intellektueller Spiele,  ersten Erscheinens  e r h b h t w u r d e - s i e r e g i e r t e n wie  ein  Objekt  m i t frbmmelnder P h r a s e o l o g i e , n i c h t nach dem  sittlicher  in  "zur Z e i t des  i n mechanische O r t h o d o x i e  wurde nach dem  D i s c u r s e liber d i e Augsburgische  s e l b s t wurde zum  Evan-  Z i n z e n d o r f a l s durchaus  Konsequent v e r l o r e n d i e Grundwahrheiten des  auf der Blihne ... das  d i e n s t und  Glaubens, was  b e t r a c h t e t (Z. 6,  die Religion  dazu fu'hrte, daB  des  s i e e i n e gewisse A b s t r a k t i o n des  somit  s e l b s t f a l s c h ware.  L a i e n e i n Versta'ndnis s e i n e s Glaubens u n e r r e i c h b a r , da es  flir die  Denn das in allem  Wort un-  Dazu s c h i e n  ihm  dem  an B i l d u n g man-  gel t e , DaB Heiligen Befassung  d i e Theologen darauf  G e i s t eingegeben worden war,  bestanden, daB  jede S i l b e  vom  v e r l e i t e t e w e i t e r h i n zu e i n e r i n t e n s i v e n  mit n i c h t i g e n D e t a i l s - " I n r f o r s c h e t euch zu Tod  bemerkt Z i n z e n d o r f  der B i b e i  (Z. 4, Gemeinrpdpn i Th i H , uemeinreden, 1. Th.,  c S.  i m 10).  i n der  Schrift"  Gerade d i e s e s  nichts-  34  n l i t z i g e Forschen  sowie d i e Versuche, d i e E v a n g e l i e n  zu r e i n i g e n ( E v a n g e l i e n h a r m o n i e n ) ,  verleiteten  Christentums  und  burgischen  Konfession:  Z i n z e n d o r f k l a g t e , dal3 man  fenbarte  (Z. 5, Londoner P r e d i g t e n , VI. Abth. , S. Verstandnis  r i s c h e n BrLider a l s B e i s p i e l den  l u t h e r i s c h e n Glaubens, der Augs-  daft s e i n e L i e b e f l i r d i e Menschen s i c h  ein wesentlicheres  der c h r i s t l i c h e n  (Z. 2, Sieben  anderen a b g e f e r t i g t ; Goeze s c h r e i b t :  t a t e und  g l a u b t , wie  LLigen zu Wahrheiten werden mli(3ten" (L, 8, S. "The  flict,  e i n s i c h e r e s Zeichen  L e s s i n g s A n s i c h t nach, das  Kirche  (L, 7, S.  306-7), was  des  den  the  Zerfalls  das  dorfschen  268).  lurid  W.  H.  die offenbarsten  of the 18th  century  Hans Run  schreibt:  "Der  Weg  vom  von  Gott und  Tummelplatz gemacht,  could  clouds of theological  Arianismus  die Erkenntnis  con-  8 4  D e i s t e n gewannen an  Arianismus  in die  Pro-  Evangelische  e n t s p r i c h t ganz der  s e i n e G o t t h e i t zu  wiegende Konsequenz der S c h u l t h e o l o g i e a l l e r stellung  das  im Luthertum i n Glaubenssachen  Das  8 5  wie  autori-  C a r r u t h fa(3t  K l a g e , da[3 der H e i l a n d n i c h t mehr geprediigt wurde:  s e i n e Menschwerdung zu vernachlassi-gen und  deren  s p r i c h t pro  Wirken der Neologen, d i e mit den  z i a n e r n verwandt s i n d , e r m d g l i c h t w u r d e .  von  FLihrerndes Luthertums  i n s e i n e r Feder  E i n d r i n g e n des  durch  Mah-  91),- wurden  the very t e a c h i n g s o f the master, i n whose name i t f o u g h t , "  minenz und  of-  D i e j e n i g e n , d i e urn  Reden, S.  Sozianer, Unitarier, A n t i t r i n i t a r i e r ,  war,  309).  m i l i t a n t orthodoxy  not p e r c e i v e i n i t s a d v e r s a r i e s , through  seinen Opfertod  "Er [ l e s s i n g ^  ehemals Z i n z e n d o r f , da3  folgendermaBen zusammen:  durch  Heiland  Oberhaupt wurde e i n j e g l i c h e r Gegner  i n b i b l i s c h e n Angelegenhei ten unverzugl i c h von alle  n i c h t mehr den  R e l i g i o n rangen - d i e  letzte  Orthodoxen a l s K e t z e r gebranntmarkt.  a l i e n W.idersprlichen  z u r V e r n a c h l a s s i g u n g der Haupt-  l e h r e n des  p r e d i q t e und  der Grundlage des  von  zum  Zinzen-  fing  an,  unterminieren;  Deismus i s t a l s o d i e schwer-  Zeiten.  Gottes  man  So-  Damit hat s i e d i e  Vor-  an d i e r a t i o v e r r a t e n und  zu  Auf d i e s e Weise i s t n i c h t nur e i n e w i r k l i c h e Got-  t e s e r k e n n t n i s unmbglich gemacht worden, sondern es wird  auch der Grund  aller  35  E r k e n n t n i s Gottes  und a l l e r T h e o l o g i e  s c h l e c h t h i n , namlich  immer mehr aus dem t h e o l o g i s c h e n Reden verbannt, Gefahr,  daB d i e - c h r i s t l i c h e  Jesus C h r i s t u s ,  und es b e s t e h t e n d l i c h d i e  R e l i g i o n , indem s i e s i c h mehr und mehr d i s t a n z i e r t  vom e i g e n t l i c h e n und e i n z i g e n Gegenstand i h r e s Glaubens und Denkens,  gewisser-  maSen a u f e i n e u n t e r c h r i s t l i c h e Ebene h e r a b s i n k t und a l l m a h l i c h im Heidentum aufgeht."  Di  8 7  e  ungewbhnlich s t a r k e Betonung C h r i s t i  a l s G o t t , Sch.bpfer und  E r l b s e r d e r Menschheit im Zusammenhang m i t der verminderten e r s t e n Person  der D r e i f a l t i g k e i t , des V a t e r s , im r e f o r m i e r t e n Luthertum, i n s -  besondere bei Z i n z e n d o r f , s i e h t Ruh a l s u n m i t t e l b a r e dringen  des Arianismus  Reaktion  a u f das E i n -  und auf Z i n z e n d o r f s Begegnungen m i t den S o z i a n e r n .  Geben w i r j e t z t der S t e l l u n g d e r B i b e i das  W i c h t i g k e i t der  "Wesen der E v a n g e l i s t e n " b e z e i c h n e t  und dem, was L e s s i n g a l s  (vgl. die Schrift  "Neue Hypothese Liber  das Wesen der E v a n g e l i s t e n " , L. 7 ) , d i e v o i l e Aufmerksamkeit.  Lessing hat  s i c h weitgehend m i t diesem Thema abgegeben. und ihm e i n e n m e r k l i c h e n Schaffens  gewidmet.  Die w i c h t i g e n Fragen,  werden mUs'sen, befassen  Teil  seines  d i e h i e r e i n e r Antwort gewLirdigt  s i c h mit der Reaktion  V o r h e r r s c h a f t des Wortes:  8 8  L e s s i n g s und Z i n z e n d o r f s a u f d i e  wie v i e l e A h n l i c h k e i t e n weisen i h r e  Betrachtungen  u'ber das Wesen d e r H e i l i g e n S c h r i f t a u f ? und s c h l i e B l i c h , welche Anderungen in Glaubensansichten  fordern sie?  2. WidersprLiche  i n der H e i l i g e n  Schrift  Das  18. J a h r h u n d e r t  wird  Vernunft  bezeichnet.  im a l l g e m e i n e n  In d i e s e r hervorragenden  Mittel  erfaBt  lichen  E x i s t e n z und d e r Natur zu Ibsen  auBerst  a l s das Z e i t a l t e r der  Gabe Gottes  g l a u b t e man das  zu haben, i n dessen Macht es l a g , d i e groSten  merkwlirdige  R a t s e l der mensch-  - Religion mit einbegriffen.  M a n i f e s t a t i o n des Wirkens d e r K r a f t d e r Vernunft  l i g i o n s a n g e l e g e n h e i t e n waren d i e schon erwahnten:  Evangelienharmonien.  Eine i n ReDa,  36 nach der A u f f a s s u n g der H e i l i g e n sich  der  q e i s t l ichen FLihrer des  S c h r i f t vom  G e i s t e Gottes eingegeben  worden war  - Gott  somit a l s i h r e i g e n t l i c h e r V e r f a s s e r - mu'Bten o f f e n b a r a l l e  i n den  verschiedenen  Evangeli.en a u s f a l l e n ; konsequent sah man  a n l a B t , d i e ganze B i b e l bern.  DaB  von  " s c h e i n b a r e n " Widerspru'chen  d a r u n t e r d i e V e r f a s s e r der S c h r i f t  Hauptfiguren  litten,  l i b e r b l i c k t e man  dalena zur " H a r l e q u i n i n Evangelienharmonien  fehlt  der  i n der  78):  Mag-  i n den  Auferstehungsge-  kommt, mlissen "Lu'gen n i e d e r g e -  Es i s t l e i c h t m b g l i c h , d a B ; Z i n z e n d o r f  B e i s p i e l e der E n t s t e l l u n g der E v a n g e l i e n l e i c h t (Z. 1,  sau-  Die E v a n g e l i s t e n s e l b s t , da es  ihnen n i c h t zur vollkommenen Einstimmung  "munterer Kbpfe"  zu r e t t e n , zu  So s i e h t L e s s i n g Maria  ihrem Handeln - besonders  s c h r i e b e n haben" (L. 8, S. 79).  Widerspruche  sowie auch verschdedene  ganzlich.  Rationalen .  erwiese  s i c h dazu v e r -  der Harmonie" h e r a b g e s e t z t (L. 8, S.  s c h i c h t e - j e d e Spur des bei  Luthertums der Z e i t , j e d e S i 1 be  Per Teutsche  zu den  S o c r a t e s , S. 2)  diese  Irrtlimern v e r s c h i e d e n e r  zahlt.  Die V e r g o t t l i c h u n g der S i l b e e r l e i c h t e r t e es vor a l l e m den Feinden  des Luthertums und der S c h r i f t A n g r i f f e dagegen d u r c h z u f i i h r e n , was,  nach den A n s i c h t e n von Mannern wie selbst entspricht.  Goeze, einem A n g r i f f auf d i e R e l i g i o n  M i t einem Widerspruch  i n der B i b e l  R e l i g i o n , da d i e a b s o l u t e Vol 1kommenheit der S c h r i f t des  christlichen  Glaubens anerkannt  war.  Thielicke  Recht a l s den wunden Punkt der O r t h o d o x i e : hangig war,  verpf1ichtete sie sich  unmbglieh e r w i e s . als  das  Gerade das  Irrtum, v i e l l e i c h t  wirken  wahren  ohnehin  fiele  somit d i e ganze  a l s Zeugin  der  Wahrheit  i n t e r p r e t i e r t das  mit  denn indem s i e von der S c h r i f t  zur Rettung  des Buchstaben,90 was  sich als  v e r a n l a B t e L e s s i n g , d i e " G b t t l i c h k e i t der  gar a l s g e f a h r l i c h e n , zu b e t r a c h t e n .  a l s Reaktion gegen d i e Verehrung  e r s t e Axiom, "Die B i b e l  Seine  der B i b e l  der Wbrter der S c h r i f t ;  t e r - G o t t e s : da nur e i n gewisser T e i l  a l s das Wort - und  Silbe"  "Axiomata"  e n t h a l t o f f e n b a r mehr a l s zur R e l i g i o n  w e i s t auf L e s s i n g s I n t e r p r e t a t i o n  ab-  schon gehbrt",  n i c h t d i e Wbr-  der S c h r i f t d i e e i g e n t l i c h e  Religion  aus-  37  macht, kann n i c h t j e d e S i l b e g o t t l i c h e n  Ursprungs  sein.  In s e i n e r " D u p l i k " v e r g l e i c h t der D i c h t e r d i e S c h r e i b e r des Testaments m i t G e s c h i c h t s c h r e i b e r n ( L . 8, S. e i n e s H i s t o r i k e r s e r z e u g t aber Begebenheit - und  36).  Die M e n s c h l i c h k e i t  F e h l e r i n der Obertragung e i n e r g e s c h i c h t l i c h e n  d i e Geburt, das  Leben und  der D p f e r t o d  s p i e l e s o l c h e r h i s t o r i s c h e n Begebenheiten.  Christi  Trotzdem s i n d  sind Bei-  die Oberlieferungen  e i n e s kompetenten H i s t o r i k e r s , e i n e s T a c i t u s , P o l y b i u s , D i o n y s i u s und urn L e s s i n g s B e i s p i e l e benswert.  Und  wer  Neuen  Livius,  zu verwenden ( L . 8, S. 36-37), i n i h r e r Gesamtheit g l a u -  vermag e s , Markus, Matthaus, Lukas und  kompetente G e s c h i c h t s s c h r e i b e r anzuerkennen? s i n g s Bewertung der V e r m i t t l u n g von  Johannes n i c h t a l s  E r i n n e r n w i r uns  noch an  Les-  h i s t o r i s c h e n Tatsachen:  Wenn L i v i u s und P o l y b i u s und D i o n y s i u s und T a c i t u s eben d i e s e l b e e E r a u g n u n g , etwa eben d a s s e l b e T r e f f e n , eben d i e s e l b e Belagerung, j e d e r m i t so v e r s c h i e d e n e n Umstanden e r z a j i l e n , daB d i e Umstande des e i n e n d i e Umstande des andern v b l l i g L'u'gen s t r a f e n : hat man darum jemals d i e Eraugnung s e l b s t , i n welcher s i e Libereinstimmen, geleugnet? Hat man s i c h n i e g e t r a u e t , s i e eher zu glauben, a l s b i s man M i t t e l und Wege ausgesonnen, j e n e w i d e r s p a n n s t i g e V e r s c h i e d e n h e i t von Umstanden w e n i g s t e n s , g l e i c h s t b B i g e n Bbcken, i n e i n e n engen S t a l l zu s p e r r e n , i n welchem s i e das W i d e r e i n a n d e r l a u f e n wohl u n t e r l a s s e n mu'ssen? (L. 8, S. 34).  M i t anderen Worten:  WidersprLiche  fallen  i n den  ereignen  richteten  kleinsten  d i e Oberzeugung, daB  h e i t e n der v e r s c h i e d e n e n christlichen  Vorfalle  Glaubenslehre  h e i t der A u f e r s t e h u n g s g e s c h i c h t e  Umstanden zu  t r o t z a l l e r WidersprLiche im Leben C h r i s t i  bestehen  Auf  Reimarus, i h r e A n g r i f f e ;  d i e l u t h e r i s c h e n Theologen u n t e r a l i e n  teilt  h i s t o r i s c h e n Vor-  D e t a i l s e i n e r Beschreibung.  d i e K r i t i k e r der B i b e l , d a r u n t e r  d i e suchten Lessing  sich  i n der V e r m i t t l u n g von  kb'nnen:  gerade  retten,  i n den  Einzel-  d i e Grundwahrheiten  so b r a u c h t  die  der  n i c h t an der Wahr-  wegen der Widerspruche i n den  kleinsten  38  D e t a i l s der v e r s c h i e d e n e n wahrhaftig  auferstanden  Obertragungen g e z w e i f e l t werden - daB  i s t , g i n g e aus  Markus, Matthaus, Lukas und  der Obereinstimmung der  Johannes i n der Gesamtheit i h r e r  h e r v o r , denn k e i n e r s e t z t d i e Auferstehung t e i d i g u n g des Wunders des (L. 7, S. 471)  Durchgangs der  Historiker Oberlieferungen  selbst in Zweifel. Israeliten  i s t e i n weiteres B e i s p i e l .  durch  Wahrend s i c h  D i n z e l h e i t d i e s e r f a b e l h a f t e n Begebenheit b e f a B t und  Christus  Lessings  das  Ver-  Rote Meer  Reimarus mit j e d e r  ihr schlieBlich  die  G l a u b h a f t i g k e i t a b s p r i c h t , w e i l d i e " B e s t a n d t e i l e " des Wunders der menschlichen  Vernunft w i d e r s p r e c h e n ,  samtheit  des  Geschehens s e i n e Aufmerksamkeit:  Wunder Gottes  gel t e n .  Durchgangs der  der menschlichen  I s r a e l i t e n durch  das  Ver-  Rote Meer  verha'lt s i c h Z i n z e n d o r f zu den Widerspruchen i n den  B e r e i t s im e r s t e n D i s c u r s des Teutschen  H a u p t s c h r i f t , e r s c h e i n t sein Gestandnis,  daB  F e h l e r i n der  "Obertragung der G e s c h i c h t e  der s a c h s i s c h e Graf  1ediglich  e r im Evangelium des  auf d i e Verbesserung  nicht scheinbar,  L e s s i n g s Oberzeugung, daB sondern  wirklich  3).  weil  Man  gewisser  der  bemerke,  Fehler weist,  m i t anderen Worten:  d i e WidersprLiche  waren,  Lukas e i n e  d i e Verbesserung  J e s u " (Z, 1, S.  n i c h t aber auf das Ausmerzen a l l e r U n g e n a u i g k e i t e n ; Zinzendorf t e i l t  Evan-  Socrates, seiner ersten  " H i s t d r i a " e r b l i c k t ; AnlaB zu E v a n g e l i e n s c h r e i b e n war  daB  fortwahrendes  d a f u r i s t es eben auch e i n Wunder G o t t e s . Wie  gel ien?  e r la'Bt es a l s  N a t u r l i c h l i e g t es auBerhalb  n u n f t , a l l e E i n z e l h e i t e n des zu f a s s e n :  widmet der Herausgeber der Fragmente der:Ge-  i n den  Evangel i e n  " s i e [die Evangelisten]  d i e n a t u r l i c h e n l e i b l i c h e n Sachen n i c h t anders s c h r e i b e n konnen, a l s s i e s i e gewuBt haben, und  wenn es e i n anderer  anders g e s c h r i e b e n "  (Z. 2,  Reden aus  anders gewuBt h a t , so hat e r s wieder America, 1. Th,,  s i n d h i e r d i e Worte " d i e n a t u r l i c h e n l e i b l i c h e n z e l h e i t e n der v e r s c h i e n e n l e r e r b l i c k e n - wie citus,  D i o n y s i u s , P o l y b i u s und  135).  Sachen", daB  Vor f a l i e ' im Leben' C h r i s t i .  es auch i n den  S.  Nur  MaBlgebend  hieBe, die E i n -  d o r t kann man  Feh-  h i s t o r i s c h e n Oberl ieferungen'^ eines. Ta-  L i v i u s der F a l l  i s t . Was  aber d i e Gesamtheit  39  e i n e r j e w e i l i g e n D a r s t e l l u n g angeht, da was  zur S e l i g k e i t g e h b r t ,  darin durfte keiner  das  zahlt  h e r r s c h t s t e t s Vol!kommenheit, denn  (Z. 2,  Reden aus  a r t i g e Bewertung der E v a n g e l i s t e n v e r l e i h t langer erscheinen  genauigkeiten  und  orthodoxen Luthertums,  ihnen w e i t m e n s c h l i c h e r e  s i e a l s bloBe " G r i f f e l  Gottes",^  deren j e d e s  L e s s i n g s S t e l l u n g zur B i b e l , h i n s i c h t l i c h  Widerspruche, i s t auch Z i n z e n d o r f s .  s e i es der Durchgang der  die Auferstehungsgeschichte bei  Zinzendorf.  Theologen des  I s r a e l i ten durch  das  des  Rote Meer  und  bei L e s s i n g oder d i e G b t t l i c h k e i t des E r l b s e r s  Im Gegensatz dazu e r b l i c k e n d i e Gegner der B i b e l  orthodoxen Luthertums a l l e i n Kern - was  und  a n d e r s a r t i g e Bewertung der U n g e n a u i g k e i t e n der E v a n g e l i e n  zur R e l i g i o n gehbrt.  der R e l i g i o n e i n e grbSere S t a r k e , denn s i e entwendet den e i n e Hauptbasis  des  Angriffs:  k e i t der e i n z e l n e n Wbrter sehen s i e s i c h j e t z t benswahrheiten der c h r i s t l i c h e n  die  d i e E i n z e l h e i t e n , d i e Wbrter  zendorfs  Christentums  Un-  Stets verteidigen s i e  s e l t e n aber den  des  Wort  ihrer  Schrift,  und  andersZu'ge:  d i e Gesamtheit e i n e s b i b l i s c h e n Geschehens oder e i n e r Grundwahrheit Christentums,  100),  Johannes a l s G e s c h i c h t s s c h r e i b e r -  d i e s e , im V e r g l e i c h mit der der Theologen des  Reverenz e r f o r d e r t .  S.  irren.  Markus, Matthaus, Lukas und  nicht  America, 2. Th.,  L e s s i n g s und  Feinden  s t a t t der  Zin-  verleiht  der  Schrift  Hinfallig-  der Vol 1kommenheit der  R e l i g i o n gegenlibergestel 11,  der  die a l i e n  GlauAn-  g r i f f e n e i n e s Reimarus g e f e i t i s t .  3. Was  heiBt i n s p i r i e r t Bei  schied erstere ligion  sein?  L e s s i n g und  Zinzendorf  b e s t e h t e i n k l a r umrissener  zwischen der H e i l i g e n S c h r i f t und in seinen gehbrt"  "Axiomata", " d i e B i b e l  ( l . Axiom) - " d i e H a j i e m i n  dem  Worte G o t t e s ;  Unter-  so bekennt  der  e n t h a l t o f f e n b a r mehr a l s zur des  Ana,  d i e K r e t h i und  Plethi  Redes  40  David,  der M a n t e l ,  lige Beispiele. tails das  den  Paulus zu Troas  vergaB" (L. 8, S.  GewiB l a s s e n s i c h d i e WidersprLiche,  32)  als auffal-  d i e i n den  kleinsten  der Obertragungen der E v a n g e l i s t e n vorkommenv,, ebenso dem  n i c h t zur R e l i g i o n gehbrt,  zuteilen,  Das  -"Mehrern",  oftmalige Vorfallen  dieser  F e h l e r la'Bt d i e Behauptung, Gott habe j e d e s Wort der E v a n g e l i s t e n als unsinnig erscheinen B e g r i f f s "vom  und  inspiriert,  f o r d e r t vor a l l e m e i n e a n d e r s a r t i g e Deutung  Heiligen Geist i n s p i r i e r t  De-  zu s e i n " bei L e s s i n g und  des  bei Z i n -  zendorf. lietzterer»V: der s i c h ab a'it it en G l a u b e n s a n g e l e g e n h e i t e n d i e Augsburgische K o n f e s s i o n  h a l t , z w e i f e l t n i e an dem  G e i s t e s auf d i e E v a n g e l i s t e n , was er die Ansichten  der  jedoch  naturlich  andersartigen  Deutung des  doner P r e d i g t e n : e i n r i c h t u n g , und Gemeine Gottes einen  Artikel  gelien:  Schllissel  nicht notig, erst predigten nach dem  anderen aus  258).  dem  in Zinzendorfs  gbttlicher  s i n d an s i c h e i n e k d s t l i c h e  i s t das  beschrankt  somit  L e h r s a t z e , d i e das  Obwohl d i e E i n f a l t  des  Reden aus  Neuen Testaments "nur  (Z. 2, lich,  Reden aus  S c h l L i s s e l w o r t zu e i n e r  daB  i n Lehrsachen m i t  die Marginalien  S.  134).  S.  Evan-  d i e I n s p i r a t i o n auf d i e  Wirken des  Heiligen Geistes  der E v a n g e l i s t e n zu  America, 1. Th.,  America, 1. Th.,  eine  Munde des H e i l i g e n G e i s t e s zu l e s e n "  Ungenauigkeiten fu'hrte, e r l a n g t e s i e d i e exakte Obertragung der (Z. 2,  Lon-  zu hdren, sondern es ware genug,  " A r t i k e l n " - das  der H e r r n h u t e r  Musik v e r b r e i t e t .  Wahrheiten  zu e i n e r  Deutung der g d t t l i c h e n Mitwirkung bei der Entstehung der  der Fuhrer  auch  jeden  wenn s i e mit mehr j u d i c i o a b g e t h e i l t waren, so h a t t e  genaue V e r m i t t l u n g wie  Den  s e i n " f i n d e t man  " d i e gewbhnlichen p e r i c o p e n  (Z. 5, V. Abth., S. alternativen  "inspiriert  daB  Ursprung e i n e s  vertritt.  an  Wirken des H e i l i g e n  n i c h t bedeutet,  l u t h e r i s c h e n Theologen, d i e den  Wortes der S c h r i f t auf Gott z u r u c k f u h r e n ,  streng  133).  verschiedenen wesentlichen  Gott hat d i e V e r f a s s e r  Fermetat a u f s c h r e i b e n  lassen"  Der H e r r n h u t e r  ausfuhr-  ( L e s s i n g s "Mehreres") n i c h t vom  betont  Heiligen Geist ein-  41  gegeben worden waren (Z. 3, Z e i s t e r Reden, S. L e t z t e r e s e r i n n e r t an das bloB Hypothese, daB d e u t e t d i e s , daB  die Bibel  L e s s i n g das  der H e i l i g e n S c h r i f t  zweite  100-1). Axiom der  "Axiomata" - "es i s t  i n diesem Mehrern g l e i c h u n f e h l b a r Mitwirken  verneint?  des  G e i s t e s Gottes  Wenden w i r uns  "aber nur  der  Be-  Entstehung  h i e r an d i e S c h r i f t  Hypothese liber d i e E v a n g e l i s t e n a l s bloBe m e n s c h l i c h e b e t r a c h t e t " ; d o r t l a u t e t es:  i n der  sei."  "Neue  Geschichtsschreiber  g r i e c h i s c h e Auszug war  das  eigent-  l i c h e Werk e i n e s A p o s t e l s , der u n t e r etiner hbheren A u f s i c h t s c h r i e b " ( L . S.  626)  - und  das  bedeutet,  ligen Geist i n s p i r i e r t  daB  hielt.  L e s s i n g den Den  Matthaus durchaus a l s vom  R e l i g i o n s a n s i c h t e n des  nach - h i n s i c h t l i c h der Entstehung des  Evangeliums - e i n e  christliche  Bemerkung i n den  Farbung gegeben.  Lessings  wie  - Ganz r e c h t ; namlich  dadurch, daB  ihm d i e Sache nach seinem besten  ( L . 7, S.  490)  er jeden  Wissen und  Hei-  Dichters i s t  dem-  rechtglaubige  "Gegensatzen  Herausgebers" - "der H e i l i g e G e i s t i s t b e i d i e s e n N a c h r i c h t e n sen.  7,  des  wirksam gewee?n,  zu s c h r e i b e n  getrieben,  Gewissen bekannt gewesen"  - e r i n n e r t wiederum an Z i n z e n d o r f s  Lehre,  daB  die Evangelisten  " d i e natLirl ichen l e i b l i c h e n Sachen n i c h t anders s c h r e i b e n  kbnnen, a l s s i e s i e  gewuBt haben" (Z. 2,  Bei L e s s i n g  das, S.  daB  38).  Reden von  America, 1. Th.,  S.- 135).  der g b t t l i c h e A n t r i e b n i c h t z u r Al 1 w i s s e n h e i t Wie  Zinzendorf beschrankt  t i g e n auf das  Verhindern  von  auch L e s s i n g das  Fehlern  i n den  Mitwirken  Lehrsa'tzen:  d i e S c h r i f t dessen, "der d i e s e wenigen u n e r h e b l i c h e n schehnen Dingen i n keine hatte"  (L. 8, S.  des  (L.  Allmach-  Gott wachte Liber  M i B b e g r i f f e von  notwendige Verbindung mit s e i n e n  8,  Lehrsa'tzen  gegebracht  38).  L e s s i n g und  Z i n z e n d o r f , d i e Gegner der w o r t g l a u b i g e n  Theologen, a k z e p t i e r e n den derspruche.  g e f l i h r t hat  heiBt  gott1ichen  In d i e s e r H i n s i c h t b e t o n t  lutherischen  Ursprung des Wortes t r o t z a l l e r der H e r r n h u t e r  sogar,  daB  d i e s e F e h l e r , d i e s e Ungenauigkeiten d i e G b t t l i c h k e i t der B i b e l  Wi-  gerade  bezeugen;  er l e h r t , daB andern  i n S c h r i f t e n menschlich  gehandelt  i s t (Z. 2, Reden aus  America, 1. Th., S. 136), daB d e r H e i l i g e G e i s t i n d e r H e i l i g e n S c h r i f t i n 2000 Jahren  keine S i 1 be andern l i e B  36; Z. 3, Homilien IV. Abth., S. 8 4 ) . auf d i e A r t i k e l bei  (Z. 2, Reden aus America, 1.•Th., S. 135-  Liber d i e K'undenl i t a n e i , S. 144; Z. 5, Londoner P r e d i g t e n , " G d t t l i c h " beschrankt  sich  b e i L e s s i n g und bei Z i n z e n d o r f  d e r R e l i g i o n , auf d i e L e h r s a t z e C h r i s t i  ihnen d a s , was man m i t dem T i t e l  - die konstituieren  "das Wort G o t t e s " b e z e i c h n e t .  Nach Heinz  Motels  I n t e r p r e t a t i o n war Z i n z e n d o r f davon Liberzeugt, daB d i e B i b e l  tralen  I n h a l t her g e l e s e n werden muB, n i c h t vom Worte her oder von v e r b a l e r  I n s p i r a t i o n . ^3  Dasselbe  bewahrt s i c h  b e i L e s s i n g , denn d i e e i g e n t l i c h e n Wbr-  t e r des Evangeliums, d i e bei den " O r t h o d o x i s t e n " weisen f u r i h n einen weniger g o t t l i c h e n Quellen  vom zen-  soviel  Ursprung a u f :  Verehrung  fanden,  d i e s e s i n d aus v i e l e n  zusammengetragen worden ( L . 7, S. 617) und s i n d m i t e i n e r unver-  kennbaren Menschl i c h k e i t  versehen;  Z i n z e n d o r f dru'ckt d i e s e Gedanken i n s e i n e n  Gemeinreden aus (Z. 4, 2. Th., S. 4-5).  Inspiriert  s e i n bedeutet  b e i Les-  s i n g und Z i n z e n d o r f n i c h t , daB d i e M e n s c h l i c h k e i t d e r E v a n g e l i s t e n plb'tz1 i c h von e i n e r himmlischen Macht aufgehoben war, sondern P e r f e k t i o n im Rahmen der n a t u r l i c h e n Schwachen e i n e s E r d e n g e s c h o p f e s ,  e i n e s kompetenten H i -  s t o r i kers.  4. Zusammenfassung Die vergangenen A b s c h n i t t e betonen Z i n z e n d o r f e i n und denselben Bibel  a l s das Wort Gottes  Standpunkt  i n i h r e n Betrachtungen  v e r t r e t e n ; es f e h l e n irgendwelche  i h r e n A n s i c h t e n , d i e s e s Thema b e t r e f f e n d . nauere E i n s i c h t bend:  i n e r s t e r L i n i e , daB L e s s i n g und  i n das R e l i g i o n s d e n k e n  Liber d i e  Unterschiede i n  Und das bewahrt s i c h f l i r e i n e ge-  des D i c h t e r s des Nathan a l s maBge-  wahrend man L e s s i n g s S t e l l u n g zum C h r i s t e n t u m  im L i c h t e s e i n e r Aus-  43  einandersetzung mit Liber das  den  FLihrern der  lutherischen  Kirche  und  ihren  e i g e n t l i c h e Wesen der H e i l i g e n S c h r i f t a l s u n c h r i s t l i c h b e t r a c h t e n  konnte, wird d i e s , nachdem Z i n z e n d o r f a l s V e r g l e i c h schwieriger.  Denn wer  vermag e s ,  den  Grunder der  verwendet w i r d , bedeutend  Brlidergemeinde, der  Bewertung der S c h r i f t a l s Wort Gottes genau d i e A n s i c h t e n des Bibliothekars logischen  der  teilt,  heterodox zu heiBen?  S c h r i f t e n s p i e g e l t seine  wider - d i e in  Auseinandersetzung mit  Grafen f i n d e n .  d i e Bemerkung, daB S c h r i f t beweisen tlimern v e r l e i t e n : des  Flir den  (wie  alle  (Z. 4 ) .  wir  Indem b e i d e den Geistes,  auf  d i e Lehren des  zum  18.  rer lich  Unterschied gerade der Schrift,  Heiligen Schrift i s t  D i s k u r s e n und  Kern des  worden waren. starkeres  den  Das  Orthodoxie und  den,  wie  Munde  Wirken des  Heiligen  lutherischen die  neue  Be-  Theologen  " G b t t l i c h k e i t der  Christentum s e l b s t e r -  Gebilde,  Worte zu b e s t r e i t e n  zwischen einem Glauben an  der  Glaubens.  a l s es d i e K i r c h e n f l i h -  V e r t e i d i g u n g e n gegen d i e B i b e l k r i t i k e r d a r s t e l l e n , da  zwischen der  Ho-  i h r e I r r l e h r e n aus  E r l b s e r s beschranken, e r l a n g e n s i e e i n e  dadurch a l s e i n u n e n d l i c h  l e i c h t e r i s t , einzelne  Zinzendorf  Worte der S c h r i f t - werden  J a h r h u n d e r t s , dank ihrem e r s t a r r t e n Glauben an  in ihren  Silbe"  R e l i g i o n - " d i e A r t i k e l n vom  g o t t l i c h e n E i n g r i f f , das  S i l b e " , bedeutend v e r n a c h l a B i g t scheint  -  theo-  g b t t l i c h e s G e b i l d e dLirfte n i c h t zu I r r -  tonung der c h r i s t l i c h e n Grundwahrheiten, d i e bei des  Lessings  Gemeinreden macht Z i n z e n d o r f  nicht die einzelnen  Grafen sowie f u r L e s s i n g  der  sehen werden) v i e l e Axiome  ganzen C h r i s t e n h e i t  Ein absolut  von  Lessing  Reden, P r e d i g t e n ,  Vorwort zu den  K e t z e r der  - und  Vergleich  in  Wol f e n b l i t t l e r  " G b t t l i c h k e i t der  auch s p a t e r h i n  d i e Grundwahrhei ten der  Heiligen Geistes"  f l i r den  Im  zur  der e i g e n t l i c h e n A r t der  "Axiomata" i h r e GegenstLicke i n den  m i l i e n des  E i n groBer T e i l  Opposition  "Axiomata" a l s B e i s p i e l .  es besonders a u f f a l l e n d , daB der  Theologen  es  a l s ganze Lehrsa'tze.  wesentDer .  i h r e n • h i e r besprochenen Gegnern i s t  d i e S i l b e und  einem an  Lbwenich bezeugt, schon L u t h e r Liber den  den  Geist  Buchstaben  der' gestellt  44  hatte. wie  94  L e s s i n g suchte danach h i n t e r dem S c h l e i e r des Buchstaben,  P e t e r H e l l e r b e t o n t , das e i g e n t l i c h e Wesen der R e l i g i o n n i c h t  95  der,  ersetzen  darf. Durch L e s s i n g s und Z i n z e n d o r f s K r i t i k an der " V e r g o t t l i c h u n g des Buchstaben" z e r f a l l t  das a b s t r a k t e , f l i r den L a i e n u n i i b e r s i c h t l iche G e b i l d e d e r  Theologen; das Wirken d i e s e r Gegner der " O r t h o d o x i s t e n "  e r m d g l i c h t e s , daB e i n  f l i r den A l l tagsmenschen b e g r e i f 1 i c h e s es e r s e t z t :  die gbttlichen  Lehren, d i e  ihm  Flir den Grafen  und s e i n e n  den Zugang zu einem f e s t e r e n Glauben e r l a u b e n .  jlingeren Z e i t g e n o s s e n  muB d i e H e i l i g e S c h r i f t a u f h d r e n ,  sehen s i e d i e R e l i g i o n neu b e l e b t . d o r f k e i n e r akademischen B i l d u n g  Gott zu s e i n - nur so  Uttendb'rfer bemerkt, daB es nach Z i n z e n -  b e d a r f , dem c h r i s t i i c h e n Glauben nahe zu kom- • 97  men und mit eigenen den.  Augen sehen zu kdnnen  Auch L e s s i n g i s t e i n Freund des u n g e b i l d e t e n  seinen S t r e i t s c h r i f t e n ge,  - das l i e g t  gegen Goeze:  ( L . 8, S. 152).  s i c h t , daB c h r i s t i i c h e Lehren Schrift,  L a i e n , denn e r bemerkt i n  "Nun v o l l e n d s g a r ! - Ich sorge,  l i e b e fromme I d i o t e n ; i h r mu'Bt noch Hebra'isch  k e i t gewiB w o l l t s e i n ! "  i n d e r Macht e i n e s j e - "  ich sor-  l e r n e n , wenn i h r e u r e r  Selig-  L e s s i n g und Z i n z e n d o r f t e i l e n d i e An-  f l i r den L a i e n f a B b a r e r  sind  a l s d i e Worte d e r  so. wie f u r Z i n z e n d o r f C h r i s t u s s t e t s e r r e i c h b a r i s t - im Gegensatz  zur T o t a l i t a t  der D r e i e i n i g k e i t  (theologische Lieblingsthemen  und d e r E r s c h l i e B u n g des Wesens der G o t t h e i t  der L e s s i n g z e i t ) .  s i e r u n g des Glaubens, nach der Z e r s f d r u n g  D i c h t e r der G e i s t des Christentums  E r s t nach d e r E n t i n t e l 1 e k t u a l i -  d e r Macht des Buchstaben kann f u r den 99  hervortreten.  L e s s i n g und Z i n z e n d o r f e r b l i c k e n i n der A b s t r a k t i o n des Evangel iums und der R e l i g i o n e i n e durchaus n e g a t i v e Entwicklung d o x i e , d e r man e n t g e g e n t r e t e n gel i s c h e n K i r c h e auch t u t .  i n der Ortho-  muBte und es zum VerdruB d e r F'u'hrer der Evan-  Was d i e s e beiden  s t e r S t e l l e v e r b i n d e t , i s t vi el  Gegner der Wortglaubigen  weniger e i n e a l l g e m e i n e  an e r -  F r o n t gegen d i e I r r -  l e h r e n der Theologen a l s d i e Suche nach einem neuen Christentum,^das  auf den  45  Lehren C h r i s t i einem groBen  f u B t ; nach Gerd Hi 1 lens I n t e r p r e t a t i o n s p i e g e l t s i c h d i e s i n  T.ei-1 "'.vtwbessings  theologischen Schriften w i d e r ; *  so b e r i c h t e t B a y r e u t h e r , habe-:"an seinem s e i n e r Selbstentfremdung  Zinzendorf,  m i t g e h o l f e n , das Luthertum  i n der O r t h o d o x i e m i t i h r e r I n t e l l e k t u a l i s i e r u n g  B o t s c h a f t herauszuflihren. " sagen.  Teil  0 0  1 0 1  aus der  NatLirl i c h l a B t s i c h d a s s e l b e auch f u r L e s s i n g  46  III S c h r i f t und 1. E i n l e i t u n g : DaB erscheinen,  mundliche O b e r l i e f e r u n g der  L e s s i n g und  geht aus  noch s o l l t e man  dem  Zinzendorf  a l s treue Nachfolger  Martin  Luthers den-  i n d i e s e n Gegnern e i n e r e r s t a r r t e n l u t h e r i s c h e n K i r c h e  viel  evangelischen  systems sehen (der a l t e n Orthodoxie, T r a d i t i o n , d i e e i n e n jeden  hingegangen, ohne das  L e s s i n g s A n s i c h t nach war wie  Luther  dastand,  Doch d i e l u t h e r i s c h e T r a d i t i o n f o r d e r t e d i e  s i c h d i e beiden  Indem L e s s i n g und  Nachfolger  gerade i n  Gegner der Theologen a l s s e i n e Anhanger.  Z i n z e n d o r f d i e " G b t t l i c h k e i t der S i l b e "  durch  d i e G b t t l i c h k e i t der Lehre e r s e t z e n , v e r r i n g e r n s i e d i e W i c h t i g k e i t des Und  das  somit  ermbglicht  e i n e von  der R e l i g i o n s e l b s t :  auf e i n e andere A r t der  und  Lessing  R e l i g i o n , aus  Verbreitung  Boden e n t s p r o s s e n  und  was Franz  Kirchen-  "eine w e l t h i s t o r i s c h e ' Erscheinung  einem andern  Wortes.  Lehren  der R e l i g i o n z i e l t .  dank s e i n e r Befassung mit den  d i e Oberzeugung gewann, daB  christliche  unabhangige E x i s t e n z a l l e r  vermag es ohne d i e S c h r i f t zu glauben,  Erhaltung  Mehring e r i n n e r t daran, daB vaitern  der S c h r i f t man  Ver-  l a n g s t da-  es anfangs  e b e n f a l l s dazu a u f , s t e t s danach zu f o r s c h e n ; und  diesem Sinn erweisen  Glaubens-  z. B . ) , a l s V e r t r e t e r der l u t h e r i s c h e n  r e i n e , unverdorbene C h r i s t e n t u m  zu haben.  Wittenbergers  Theologen gegrLindeten  GTaubigen dazu a u f f o r d e r t , zu einem p e r s o n l i c h e n  s t a n d n i s der R e l i g i o n zu gelangen.  des  Lehre  ersten Kapitel d i e s e r A r b e i t d e u t l i c h hervor;  weniger d i e Anhanger e i n e s von  ganz e r g r i f f e n  Tradition  wie  die  s e i n musse," a l s aus  102 bibl ischen S c h r i f t e n .  das  l e d i g l i c h auf d i e mundliche Obertragung der Lehren C h r i s t i  Die Axiome "Auch war war,  ehe  (L. 8,  ehe  deutet  e i n e R e l i g i o n ehe  E v a n g e l i s t e n und  raume Z e i t ,  Und  so  den  Aposteln  der e r s t e . : V o n ihnen  "Axiomata" V-VI)  L e s s i n g auf das  eine Bibel  geschrieben  hatten.  s c h r i e b , ehe  kbnnen a l s r e a l i s t i s c h e  war"  und  frlihe  "Das  Christentum,  angewiesen  war.  Christentum  Es v e r l i e f e i n e  ge-  der ganze Kanon zustande D a r s t e l l u n g des  Zustands  kam" im  47  friihen Christentum b e t r a c h t e t werden; s i e u n t e r s t r e i c h e n w e i t e r h i n L e s s i n g s Oberzeugung, daB d i e E x i s t e n z der R e l i g i o n von der B i b e l W e s e n t l i c h e des Glaubens  war  unabhangig  G e s c h i c h t e der auf der Bermudischen  "Axiomata"  Insel  Z i n z e n d o r f s Lehre  fortwahrenden  Obertragung  n i c h t i n der B i b e l  und  In der  Gedeihens  " d i e Gnade z i r k u l i e r t , e i n e r s a g t es dem  der  anderen"  Formulierung  der  Auch der H e r r n h u t e r erwa'gt d i e Mbgl i c h k e i t E r h a l t u n g des Glaubens:  zu l e s e n b r a u c h t , urn von  d i g t e n , VI. Abth., S, 341).  klei-  Jahrhundert.  (Z. 3, Z e i s t e r Reden, S. 60) e r w e i s t s i c h a l s e i n e andere L e s s i n g s c h e n Betrachtungen.  142).  ent-  V e r s c h o l l e n e n im 8. Axiom der  d e u t e t L e s s i n g auf d i e M b g l i c h k e i t des  R e l i g i o n ohne das Wort, auch im 18.  mundlichen  Das  damals imi A p o s t o l i s c h e n Glaubensbekenntnis  h a l t e n , das e b e n f a l l s mlindlich u b e r l i e f e r t wurde (L. 8, S. nen  war.  ihm  der  der G r a f best'a'tigt, daB  zu wissen  man  (Z. 5, Londoner P r e -  F e r n e r l a u t e t es i n der d r i t t e n  der Sieben  letzten  Reden:  Da haben d i e A l t e n d r e i n g e f a h r e n und gesungen: Ach H e r r , du S c h b p f f e r a l l e r Ding, wie b i s t du worden so g e r i n g , daB du da l i e g s t auf du'rrem Grass u. Der i s t e i n K i n d l e i n worden k l e i n , der a l l e Ding erhalt allein: Der S c h b p f f e r a l l e r C r e a t u r nimmt an s i c h unsere Natur, v e r a c h t e t n i c h t e i n armes Weib zu werden Mensch i n ihrem L e i b , Das i s t ihnen so ohne S c r u p e l aus Mund und Feder heraus g e f l o s s e n . So hat man vor zwey hundert Jahren g e r e d t , so haben vor zwey tausend J a h r e n d i e Propheten g e r e d t . (Z. 2, S. 25-26).  Bemerkenswert i s t h i e r , daB indem e r das Singen und h e i t auf das, was d i t i o n " bezeichnen  man  s i c h der G r a f n i c h t einmal  Reden der A l t e n  m i t dem  Titel  auf d i e Bibe.l  b e t o n t , w e i s t e r m i t groBer  "christliche  ist.  Bestimmt-  (oder auch "mundliche")  kann, auf d i e A r t der E r h a l t u n g des Glaubens,  18. J a h r h u n d e r t noch n i c h t e n t b e h r l i c h  beruft;  Zinzendorf e r b l i c k t  Tra-  d i e auch im i n dem  Evan-  48  g e l i u m Liberhaupt mehr a l s das  g e s c h r i e b e n e Wort - es i s t d i e P r e d i g t , d i e Sa-  kramente, d i e G e s e l l s c h a f t der Geschwisten b u r g i s c h e C o n f e s s i o n , IE. D i s c u r s ) und  (Z. 6,  D i s c u r s e Liber d i e Augsbur-  f i n g m i t dem  Kreuztod Jesu an  Londoner P r e d i g t e n , I. Abth., S. 84) - J a h r z e h n t e vor dem schriebenen Evangelien. s i n g und  Das  b r i n g t uns  nun  Z i n z e n d o r f u n t e r e i n e r mundlichen  christlicher Tradition  E. Symbole:  im  Entstehen der  zu der Frage:  was  verstehen  weist. was  fiihrt,  C o n f e s s i o n , S. 235)  und  in eine Z e i t ,  in. der noch e i n unverworrenes  widerte dieser:  " i c h antworte  Begriff  der c h r i s t l i c h e n  325  zum  ersten zum  "Christentum"  Kirche erhalten sind"  Nicaischen Concil  "Bekenntnis"  pitel  d i e s e r A r b e i t ) , sowie der hohe Wert, den  Christentum insbesondere  z u s p r i c h t , w e i s t auf d i e M o g l i c h k e i t , daB und  so k o n s t i t u i e r t e n  ersten v i e r Jahrhunderte  des  d i e Frage  vorlegte,  vorstelle, er-  das  zum  Religion  alle  der e r s t e n v i e r  (L. 8, S. 310), 'd. h. b i s  ( L . 8, S. 373).  bares  bedeuten kbnnte;  Glaubens e r -  i c h u n t e r der c h r i s t l i c h e n  v e r s t e h e , welche i n den Symbolis  Jahrhunderte n. Chr.,  christlichen  Christentum  auf d i e v o r g e l e g t e Frage so bestimmt a l s nur  e i n Mensch von mir v e r l a n g e n kann; daB diejenigen Glaubenslehren  Weg,  D i s c u r s e Liber d i e  Goeze i n Hamburg L e s s i n g einmal  e r s i c h denn Liberhaupt u n t e r dem  nach  i n der es noch Gla'u-  (Z, 6,  s i c h fLir beide a l s r e i n e Q u e l l e des  A l s der Hauptpastor  und  Z i n z e n d o r f einen gemeinsamen  d i e "des H e i l a n d s k l a r e s Wort" sprachen  h e r r s c h t e , das  unter  Tradition  b e t r e t e n L e s s i n g und  der s i e t i e f i n d i e Vergangenheit  Augsburgische  Les-  O b e r l i e f e r u n g des Glaubens und  In i h r e r Suche nach einem w e s e n t l i c h e r e n C h r i s t e n t u m  b i g e gab,  ge-  allgemeinen?  die f r l i h c h r i s t l i c h e  c h r i s t l i c h e r Wahrheit  (Z. 5,  Lessings s c h e i n -  -lutherischen  ( v g l . 1.  e r der l u t h e r i s c h e n "Verstehen"  zugleich  Ka-  Tradition "Glauben"  d i e G l a u b e n s a r t i k e l der Symbole der  Christentums  einen T e i l  des  Lessingschen"Glaubens-  49  bekenntnisses."  Im Ljichte des I n h a l t s der Symbole s t e l l t e  das Christentum  des  Wolfenbiittler Bib!iothekars  e i n e R e l i g i o n ohne Dogma d a r , denn d i e frlihen  Glaubensformeln b e s c h r e i b e n  kaum mehr a l s den Kern der c h r i s t l i c h e n R e l i g i o n :  s i e betonen das Walten Gottes tod C h r i s t i ;  Liber s e i n e Schopfung; Geburt, Leben und Opfer-  s e i n e A u f e r s t e h u n g , Himmelfahrt und Wiederkehr und s c h l i e ( 3 1 i c h  d i e D r e i e i n i g k e i t s l ehre. bole, d i e "regula f i d e i "  H i e r s e i a l s Bei s p i e l  e i n s der T e r t u l 1 i a n i s c h e n Sym-  gegeben:  Regula e s t autem f i d e i ut iam h e s i c quid defendamus p r o f i t e a m u r , i l i a - s c i l i c e t qua c r e d i t u r . 2. Vnum omnio Deum esse nec alium p r a e t e r munde conditorum qui u n i u e r s a de n i h i l o p r o d u x e r i t per uerbum suum primo omnium emissum. 3. Id uerbum f i l i u m e i u s a p p e l l a t u m i n nomine Dei u a r i e uisum a p a t r i a r c h e s , i n p r o p h e t i s semper auditum, postremo delatum ex s p i r i t u p a t r i s Dei e t u i r t u t e i n u i r g i n e m Mariam, carnum factum i n u t e r o e i u s e t ex ea/ natum e g i s s e Iesum Christum. 4. Exinde p r a e d i c a s s e nouam legem e t nouam promissionem r e g n i caelorum, u i r t u t e s f e c i s s e , c r u x i f i x u m , t e r t i a d i e r e s u r r e x i s s e , i n c a e l o s ereptum s e d i s s e ad dexteram p a t r i s . 5. M i s i s s e u i c a r i a m uim s p i r i t u s s a n c t i qui credentes agat, uenturum cum c l a r i t a t e ad sumendo sanctos i n u i t a e a e t e r n a l e t promissorum c a e l e s t i u m fructum e t ad profanos i u d i c a n d o s i g n i perpetuo, f a c t a u t r i u s q u e p a r t i s r e s u s c i t a t i o n e cum carnis restitutione. 6. Haec r e g u l a a C h r i s t o , u t p r o b a b i t u r , i n s t i t u t a n u l l as habet apud nos q u a e s t i o n e s n i s i quas haereses i n f e r u n t e t quae h a e r e t i c o s f a c i u n t .  Einer der l e t z t e n A r t i k e l qui  credentes  agat"  d i e s e r Formel  - "Misisse uicariam  - e r h a l t e i n e besonders w i c h t i g e  uim s p i r i t u s s a n c t i  Stellung  i n Zinzendorfs  Glaubensbetrachtungen:  Er [der H e i l i g e G e i s t ] wird uns d i e Wunden so lange p r e d i g e n , und d i e S e i t e so lange o f f e n h a l t e n , wie so d e r S a c r i s t a n d i e R e l i q u i e n b f f n e t , oder d e r Lehrm e i s t e r das Stbkgen nimt, und aufs T a f l e i n w e i s e t : so wird Er stehen und uns das S e i t e n - L o c h , das S e i t e n Hbhlgen, d i e S e i t e n - S p a l t e so lange z e i g e n , b i s w i r e n d ! i c h werden an L e i b und S e e l e zu e i n e r Wunde, zu e i -  50  ner Wunde Jesu geworden seyn, so h e i l i g a l s J e s u Wunden, an Seel und L e i b . . . . J a i n dem l e t z t e n Moment, wenn w i r h i n t r e t e n und den Tag s e i n e r Zukunft da haben werden: so i s t E r s d e r uns wenn E r komt der FLirst, das Aug aufs Zeichen h e f t e n w i r d : noch da wird E r das Stabgen b r i n g e n , und w i r d wieder anfangen zu d e m o n s t r i r e n ; da i s t e s , das i s t das Z e i chen, davon Ich e u c h s a g t e z u r Hlitten-Zei t , das i s t die C o n c l u s i o n meiner LecttioQ, d e r SehluB, nun b i n ich f e r t i g , nun s e h t euch s e l b e r s a t t , f a h r t h i n e i n , wohnt e w i g l i c h (Z. 3, Hbrhi l i e n Liber d i e W u n d e n l i t a n e i , S. 14-15).  Die obigen Zeilen' u n t e e s t r e i c h e n d i e f l i r Z i n z e n d o r f so w i c h t i g e Lehre des "Mutteramts des H e i l i g e n G e i s t e s " , d i e aus d e r T e r t u l l i a n i s c h e n  Glaubens-  formel  anerkennt,  ist  hervorzugehen  scheint.  Indem L e s s i n g d i e " r e g u l a f i d e i "  e r auch der Z i n z e n d o r f s c h e n Lehre einen" S c h r i t t na'her geru'ckt. Die E i n f a c h h e i t d e r frLihen Glaubensformeln  die  f l i r den Glaubigen w i c h t i g s t e n E r e i g n i s s e  fu'gt dazu, daft d i e Neubekehrten e r s t  im Leben  i n d e r Taufe a l l e s  berlihrt  lediglich  Christi. Liber i h r e n  Lessing zuklinf-  t i g e n Glauben e r f u h r e n ( L . 7, S. 691) und d i e s m i t t e l s d e r Glaubensf'6cme40i die  e'benfalls a l s T a u f f o r m e l n dienen  konnten:  [Credis i n deum patrem omnipotentim?] C r e d i s i n Christum Iesum, f i l i u m dei ,' qui natus e s t de S p i r i i u s a n c t o ex Maria v i r g i n e , et c r u c i f i x u s sub P o n t i o P i l a t o e t mortuus e s t [et s e p u l t u s ] , e t r e s u r r e x i t d i e t e r t i a vivus a mortuis e t a s c e n d i t i n c a e l i s e t s e d i t ad dexteram p a t r i s , venturus i u d i c a r e v i v o s e t mortuos? C r e d i s i n S p i r i t u sancto e t sanctam e c c l e s i a m e t c a r n i s resurrectionem?104  Das fur  Anziehende an dem l a n g s t vergangenen U r c h r i s t e n t u m  liegt  L e s s i n g und auch fLir Z i n z e n d o r f u. a. i n d e r E i n f a c h h e i t der a l t e n S y s -  teme (Z. 6, D i s c u r s e Liber d i e Augsburgische d i r e k t e n Verbindung  C o n f e s s i o n , S. 235) und i n i h r e r  m i t dem G b t t l i c h e n , was zu i h r e r Verehrung  fLihrt.  So  51  g i b t der FLihrer der H e r r n h u t e r  zu erkennen:  "Eben das, was  andern  l e g e n h e i t worden, d i e a l t e n Systemata zu v e r a c h t e n , das mu(3 uns  (Z. 6,  D i s c u r s e Liber d i e Augsburgische  des  Verfahrensweise  lei  der l u t h e r i s c h e n  18. J a h r h u n d e r t s  aus  k l a r e r e s B i l d des e i g e n t l i c h e n Wesens des  und  Veneration  ganz v e r l o r e n i s t "  C o n f e s s i o n , S. 234),  im markanten Gegensatz zur phi 1 osophischen Theologen  das seitdem  Ge-  Gelegenheit  werden, meine G e s c h w i s t e r , d i e a l t e n Systemata m i t e i n e r t i e f f e n anzusehen, denn i n ihnen r e g i e r t noch das &£t5y,  zur  S i e stehen  zudem  und VernLinfte-  v e r m i t t e l n e i n durch-  C h r i s t e n t u m s , wodurch dem  ein-  fachen Glaubigen e i n l e i c h t e r e r Zugang zu s e i n e r R e l i g i o n g e s t a t t e t ward., etwas, was  das s t a r r e Wort n i c h t zu e r r e i c h e n vermochte.  3. E i n e fortwahrende  christiiche  Tradition  Urn d i e W i c h t i g k e i t der c h r i s t l i c h e n zu betonen,  beruf.V  regula f i d e i S.  311)  sich  - auf den  sondern  Vaterunser  chengebete, haftigen  F e l s , auf den d i e K i r c h e begrundet  christlichen  f i n d e t man  und  worden i s t (L. 8,  auf w e i t v e r b r e i t e t e Gebete, wie  L e t z t e r e s z a h l t , wie  d i e Symbole, zu den  Glaubens (L. 8, S. 373),  -  das  Grund-  E i n e Reverenz f u r K i r -  " d i e damals i n J e s u Gegenwart, m i t Fassung  Glauben gemacht s i n d "  oder  mit e i n e r mLindlichen T r a d i t i o n verbunden war  Taufformeln  ( L . 7, S. 607).  p f e i l e r n des  Tradition  L e s s i n g n i c h t nur auf d i e r e g u l a v e r i t a t i s  auf a l l e s , was  auf d i e v e r s c h i e d e n e n  (oder mLindlichen)  des GemLiths, m i t wahr-  (Z. 2, Reden aus America,  2. Th., S.  32)  bei Z i n z e n d o r f e b e n f a l l s , MaSgebend w i r k t h i e r f u r beide Geg-  ner der " O r t h o d o x i s t e n " d i e immanente Nahe C h r i s t i , i n der d i e s e Gebete entstanden  s i n d ; so i s t das  Vaterunser  hen, m i t t e l s d e r e r e r d i e Beziehung  l e i c h t a l s Lehre  zwischen  Christi  Menschen und  dem  zu  verste-  gottlichen  offenbart. Doch Z i n z e n d o r f , der FLihrer e i n e r c h r i s t l i c h e n  Gemeinde, e r -  Vater  52  b l i c k t noch e i n e w e i t e r e Form der fortwahrenden h a l b des wird:  mundlichen  Tradition  C h r i s t e n t u m s , deren W i c h t i g k e i t von wenigen andern  d i e K i r c h e n l i e d e r , wovon manche, z. B, das von  inner-  Liberschattet  den H e r r n h u t e r n  liber105  nommene S a l v e J e s u , O b e r b l e i b s e l die  i n Herrnhut neu  einer m i t t e l a l t e r l i c h e n Tradition  b e l e b t wurde.  Oftmals  geht e i n K i r c h e n l i e d e i n e r Z i n -  z e n d o r f s c h e n P r e d i g t , H o m i l i e oder Rede v o r a n , was Form der mundlichen  Tradition  w e i s t darauf h i n , daB e i n f a c h e , f l i r den  bei den H e r r n h u t e r n  auch d i e L i e d e r , wie  merkt der G r a f :  und  ii>n der "Rede Liber das  ten,  wenn s i e den Heyland alten Kirchen-Lied:  Schbpfer a l l e r  Ding  F l e i s c h erwu'rb und sie  reden"  ten"  gefangen  eine  Gesprache  erst  enthalt sich alles  263).  Der Respekt  Dinge nennen, (wie es i n  loben schon u. h e i B t , der s e l g e  L e i b g e r i n g , daB  nicht a l l ' s und  Anfang  e r das F l e i s c h  logen des  durch  verdu'rb) wohl gewuBt haben, d i e Anerkennung der  was  christlichen  h e r v o r , denn d i e " A l -  L u t h e r a n e r " der vergangenen J a h r h u n d e r t e , der R e l i g i o n dazu  zu v e r b r e i t e n  - und  b e i t r u g e n , den  d a r u n t e r s i n d dae  :  m i t zu e i n e r c h r i s t l i c h e n  KirchenvaAn-  Tradition.  i n der p h i l o s o p h i s c h e n V e r f a h r e n s w e i s e mancher Theo-  18. J a h r h u n d e r t s e r b l i c k t  L e s s i n g d i e Vernachla'Bigung  son-  christlichen  d i e S c h r e i b e r des friihen C h r i s t e n t u m s , m i t e i n b e g r i f f e n : . auch i h r e  Besonders  23);  "Wir f i n d e n , daB d i e A l -  aus d i e s e n l e t z t e n Worten d e u t l i c h  dem  Dinges,  seyn v o r s L i e b e s - R e i c h " (Z. 1, S.  Christum, w i r s o l l e n  faBbar zu machen und  s i c h t e n gehbren  be-  r e c h t das Gut v e r s t a n d e n , gebun-  den s e l g e n S c h b p f e r a l l e r  waren n i c h t nur d i e "guten  Glauben  o! man  ganze Gebet des H e r r n " :  s e i n Geschbpf  treten  dern a l l e , d i e s e i t  ter,  Liede h e i B t :  zog an e i n s Knechtes  (Z. 2, S.  Vergangenheit  Uttendbrfer  R e l i g i o n s w a h r h e i t e n und  Im d r i t t e n der Sonderbaren  d r i n g e t i n d i e Sache e i n , wenn man  den seyn mit Liebes-Banden,  dem  hervorhebt.  dieser  "Denn es i s t n i c h t s g e r i n g e r e s m i t G o t t so verwandt zu  s e y n , wie es i n einem andern und  die Wichtigkeit  d i e Symbole der K i r c h e n v a t e r ,  Laien l e i c h t verstandliche  Empfindung f l i r Gott e n t h a l t e n . ^  sind,  des  i n den  53 Symbolen e n t h a l t e n e n nunft  Kerns des  dazu anzuwenden, urn, wie  dammnis zu verwerfen  (L. 7, S.  der Rettung " L e i b n i z von tige daB  Denkensart des  den  Glaubens.  So  versuchte  ehemals O r i g e n e s , 195).  Lessings  man,  z. B. d i e  Ver-  d i e Lehre der ewigen  Ver-  Verteidigung  ewigen S t r a f e n " i s t  n i c h t nur  Ewigkeit  slindigen - sondern e b e n f a l l s auf d i e t i e f e  nie i n Zweifel  ten verwerfen s o l l e n " Ahnliches sings  [ F e g e f e u e r ] , den  unsere Reformatores  "Christentum  (L. 7, S.  ...  der H b l l e und  Dazu s t b B t L e s s i n g die altere  vielleicht  noch  und  t e t werden, doch s e i n Gestd'ndnis,  Zinzendorf  der  73.  Paragraph der  Wohl kbnnte "Erziehung  phischen  er die Glaubensartikel  betrach-  fruhchrist-  L e i b n i z - V e r t e i d i g u n g "Andreas Wissowatius" eben-  b e t r e f f e n d , Liberhaupt  und  n i c h t vor:  Zinzendorfs  somit a l s durchaus orthodox und mLindlichen  der  Lesdes  L e s s i n g a k z e p t i e r t e n Relevanz der Glaubensformeln.  Lessings  er b l e i b t von  s e i n e r Zeitgenossen  der  Bei  ewigen philoso-  u n b e r l i h r t und  Rel i g i o n s b e t r a c h t u n g e n  scheinen,  T r a d i t i o n - bei L e s s i n g  erwiesen  d a r z u s t e l 1 en.. Das  gewissen R e i z , weil  sich  im L i c h t e der erneuten Betonung  s e i zudem noch auf dessen I n t e r e s s e  " m i t t l e r e n Zustand" hingewiesen - gewissermaBen e i n e Annaherung an  Katholizismus  hat-  R e l i g i o n b e t r a c h t e t , i s t durchaus d i r e k t e r :  Verfahrensweise verschiedener  l e h n t s i e ab.  dem  daB  kommen irgendwelche Z w e i f e l , d i e s e Lehre, sowie d i e der  Hoi 1 e n s t r a f e n  und  n i c h t so s c h l e c h t weg  Menschengeschlechts" a l s Zeugnis f u r s e i n e Anerkennung d i e s e r Lehre  f a l l s auf der von  auf  197).  der V e r n u n f t "  konsequent f u B t d i e zweite  der  Kirche geglaubt  bewahrt s i c h f u r d i e T r i n i t a ' t s l e h r e .  l i c h e n Symbole a l s Kern der  daflir,  Verwurzelung d i e s e r Lehre mit e i -  g e s t e l l t wurde.  "jene [n ] m i t t l e r e [n ] Zustand den  auf d i e v e r n u n f -  n i c h t aufhb'ren kbnnen zu  ner u r a l t e n c h r i s t l i c h e n T r a d i t i o n , nach der d i e E w i g k e i t  l e h r e t , und  Leibniz in  D i c h t e r s gegrlindet - er e r l a u t e r t d i e Mdgl i c h k e i t  es Ungeheuer geben kbnnte, d i e i n a l l e  Hbllenqualen  des  Papsttum e n t h a l t besonders f u r L e s s i n g  s e i n e T r a d i t i o n noch zum  Urchristentum  zuruckfuhrt.  der  an den einen  54 4. Die t r a d i t i o n e l l e  F u n k t i o n der S c h r i f t  In den S c h r i f t e n der Apostel und d e r Kirchenva'ter f i n d e t L e s s i n g den Beweis dafLir, daB s i c h  der Glaube  im Anfang  Waltens des G e i s t e s und der K r a f t v e r b r e i t e t sah d e r D i c h t e r e i n e sekunda're  des Christentums m i t t e l s des  hatte.  Dem geschriebenen Wort  R o l l e z u g e s c h r i e b e n , aber das s i c h t b a r e  Walten  des G e i s t e s Gottes v e r s i e g t e nach dem V e r l a u f d e r e r s t e n Jahrhunderte des C h r i stentums:  etwas muBte d i e daraus  das Wort.  Nach L e s s i n g b l i e b e i n s dennoch u n v e r a n d e r t :  a l l e i n macht d i e B i b e l er d i e regula f i d e i , als Mittel  entstandene  verstandlich  deren  ( L . 7, S. 697).  das Glaubensbekenntnis  In d i e s e r H i n s i c h t  E x i s t e n z von Irenaus und T e r t u l l i a n bezeugt  e r s c h e i n t a l s e i n e Verallgemeinung  Diese r e g u l a f i d e i  wird,^  Kern des Glaubens Glauben  ausmacht.  oder r e q u l a v e r i t a -  a l l e r Symbole des fr'u'heh C h r i s t e n t u m s ,  a l s o a l s etwas, was d i e i n den Symbolen e n t h a l t e n e n Lehren  und  sieht  z u r Prlifung, ob v e r s c h i e d e n e S c h r i f t s t e l 1 en f u r oder wider d i e K e t z e r  angewendet werden kbnnen (L. 7, S. 687). tis  K l u f t f u l l en- und d i e s e s Etwas war  summiert, was den  Z i n z e n d o r f s c h i l d e r t das V e r h a l t n i s zwischen  auf diese A r t :  Wenn nun darnach d i e Worte, d i e man so l i e s e t , d i e d i e Propheten und A p o s t e l g e r e d t haben, m i t den Wunden besprengt werden, wenn man d i e i n dem Wund e n - L i c h t e l i e s e t , so l i e s e t man e i n e ganz andere B i b e l , e i n anderes Neues Testament, andere Sprliche a l s man v o r diesem g e l e s e n h a t , und e i n Mensch, der s e i n Lebetag k e i n G r i e c h i s c h und H e b r a i s c h g e l e r n t h a t , kan so i n den wahren l a u t e r n S i n n h i n e i n s e h e n , und kan h i n e i n b l i k k e n , und kan e i n s o l c h e r Exegete werden durch s e i n e Wunden-Hermen e v t i c , daB wenn e r zwanzig J a h r Liber dem GrundTexte g e s c h w i t z t h a t t e , so h a t t e e r e i n Hauffen Wind, e i n Hauffen V i e l l e i c h t , e i n Hauffen S c r u p e l i n den Kopf g e k r i e g t , und ware e i n h a l b e r Rabbine worden, das ware a l l e s gewesen; aber e r h a t t e F i n s t e r n i s davon e r b e u t e t , e r h a t t e mehr Verwirrung a l s zuvor, mehr UngewiBheit a l s z u v o r ,  Schrift  55 e r h a t t e g e l e r n t , daB e r n i c h t s gewuBt h a t t e , das ware der ganze E f f e c t davon gewesen (Z. 3, H o m i l i e n Liber d i e Wundenlitanei , S. 363-64).  Dieses"Wundenlicht"  ist'allein  M i t anderen  ren vermag.  der Glauber* der das  Worten:  U n v e r s t a n d l i c h e zu k l a -  bei Z i n z e n d o r f - wie  an e r s t e r S t e l l e e i n Kern des c h r i s t l i c h e n b o l e d a r b i e t e n , dazu e r f o r d e r l i c h , dem  bei L e s s i n g - i s t  Glaubens, wie  i h n d i e fru'hen Sym-  E i n z e l n e n e i n V e r s t a n d n i s der S c h r i f t  zu geben. Bei  den  frufien-i C h r i s t e n  abhangig; welchen Zweck aber e r f U l l t e L e s s i n g bemerkt daru'ber: Jugend aus der B i b e l " Buchstaben  s i e i n den e r s t e n  "Tugendlehren,  ( L . 7, S. 691)  a l s Moral l e h r e .  und  s t e n s d i e urn s i e herrschenden  Jahrhunderten?  S i ttenspr'u'che  ... zog e r f u r s e i n e  u n t e r s t r e i c h t somit d i e FUnktion  Lebensweise  Sitten  daraus  FLihrer e i n e r - c h r i s t i ichen Gemeinschaft,  im 18. J a h r h u n d e r t d i e s e R o l l e z u f a l l t , als  Glaubensbekenntnis  bekannt  zu machen, oder wenig-  zu r e c h t f e r t i g e n . b e s t a ' t i g t , daB  Zinzendorf,  der S c h r i f t  indem e r e i n e Lesung  auch  aus der B i b e l  "Si t t e n l e h r e " b e z e i c h n e t (Z. 6, B e r t h e l s'dorfer Reden, S. 92); e i n Zweck  der H e i l i g e n S c h r i f t  i s t somit Rat zu geben zu einem b i b e l f e s t e n Leben (Z.  Gemeinreden, 2. Th., S.  4-5).  und w i l l i'lOS Z i n z e n d o r f das  a l s P a r o l e , " u n t e r der d i e Gemeinde leben  g e s c h r i e b e n e Wort zum  Nachschlagen:  "Wenn uns  verda'chtig wer-  S e i t e , i n d i e oder jene idee m e l i e r t , so konnen w i r g l e i c h aus dem ob w i r Gott gema'B d e n k e n u n d  daB  soil  w i e es L e s s i n g f u r d i e fru'hen C h r i s t e n a n g i b t , so d i e n t auch  den w i l l , wenn s i c h e i n e ( i n c l i n a t i o n , der w i r n i c h t t r a u n du'rfen, von  a d h e r i r e n " $Z.  4,  In d i e s e r H i n s i c h t b e z e i c h n e t Renkewitz Z i n -  z e n d o r f s Losungen aus der B i b e l  sam,  des  WQrteSr,;  E i n L e h r e r b e d i e n t e s i c h des g e s c h r i e b e n e n  urn s e i n e n S c h u l e r n d i e c h r i s t l i c h e  als  i s t d i e S c h r i f t vom  hernach  unsers H e i l a n d s p r i n c i p i i s  5, Londoner P r e d i g t e n , IV. Abth.,  es s i c h urn eigene  Ideen  S. 84).  unserer  Buch  sehen,  und maximen  Es i s t h i e r  bedeut-  h a n d e l t ; j e d e r vermag es, zu v e r s c h i e d e n e n  56  Gl aubensschl lissen zu kommen, woruber s c h l i e B l i c h t e r i n walten  kann.  die Bibel  Dies e n t s p r i c h t wiederum der e i g e n t l i c h e n  T r a d i t i o n , der V e r f a h r e n s w e i s e , d i e der groBe W i t t e n b e r g e r bigen v o r g e s c h r i e b e n h a t t e und L e s s i n g und n i g s t e n s zum i n den  Teil  christlichen  auf f r u h c h r i s t l i c h e S i t t e n  gerade  zuru'ck und  schon  (Z. 4, Gemei.nreden, 2. Th., S.  sche, dem  t r e u e Gemeinschaft  und A u f f o r d e r u n g " ) .  Gedanken der Erneuerung  es  ebenfalls  erwa'hnt, a l s H i s t o r i a und a l s i h r das V o r b i l d e i n e r  zu entnehmen, das der e r s t e n a p o s t o l d s c h e n  4S-Tages-Kirche  An-  fligen  we-  Der G r a f entnimmt i h r noch e i n e andere A r t  das e r m b g l i c h t es ihm,  Gemeinschaft  Herrn  einem jeden Glau-  d i e auch im friihen C h r i s t e n t u m h e r r s c h t e .  Er b e t r a c h t e t d i e B i b e l , wie  Sittenlehrerinund  lutherischen  Z i n z e n d o r f fLihren d i e Gebrauchsweise des Worces  Rahmen der T r a d i t i o n .  Tradition.  a l l ein als Rich-  darstellte  oder  343), d i e e i n e s t a r k e hammoni(Z. Egbd. IX, "Jon. Adam  S i g u r d N i e l s e n w e i s t d a r a u f h i n , daB der U r k i r c h e schon  idealen  s e i t den  zwanziger  Grubers  Z i n z e n d o r f den Jahren  hegte.^  In d i e s e r H i n s i c h t l a u t e t es i n der 13. der Z e i s t e r Reden:  Das s i n d d i e zwey e r s t e funken, d i e K i r c h - f u n k e n geweseh, der jiinger den Er l i e b h a t t e , und s e i n e mutter; d i e hat Er zusammen g e b r a c h t , und a l s o d i e Bru'derund S c h w e s t e r s c h a f t a u f g e r i c h t e t . Darnach i s t s i e u n t e r d i e e l f e kommen und e t l i c h e schwestern, Maria Magdalena und i h r e s g l e i c h e n . Das i s t w e i t e r u n t e r d i e f l i n f t a u s e n d , d i e zu J e r u s a l e m e i n herz und e i n e s e e l e waren, und denn e n d l i c h b i s zu uns. Und da i s t s auch wieder i n k l e i n e n angegangen, und nach und nach a u s g e b r e i t e t worden, wie w i r s i t z o m i t augen sehen (Z. 3, S. 89).  Diese Gemeinschaft  e r i n n e r t gewissermaBen an d i e  Hauptcharaktere  110 des Nathan, d i e , nach Johannes S c h u l t z e , , e b e n f a l l s e i n e i d e a l e s c h a f t k o n s t i tuieren, sowie an d i e k l e i n e kommen der auf der Bermudischen I n s e l "Axiomata" b e s c h r e i b t (L. 8, S.  Menschengesel1-  harmonische'GeseHschaft  der'';Nach-  Verschollenen, die Lessing i n seinen  145-46) und  deren  feste  Form auf  den  57  lutherischen Zinzendorf,  Kathechismus  zuruckflihrt.  auch e r d i e Funktion  Quelle eines  Dies  bezeugt, daB,  wie  der H e i l i g e n S c h r i f t a l s S i t t e n l e h r e r i n  und  V o r b i l d s f l i r e i n e gesunde menschl i c h e Gemeinschaft n i c h t nur  die  l a n g s t vergangene c h r i s t i i c h e  als  s o l c h e f l i r s e i n e eigene  U r z e i t v o r a u s s e t z t , sondern s i e e b e n f a l l s  Zeit betrachtet,  lichkeiten  zwischen L e s s i n g und  ten M a r t i n  L u t h e r s , den  Zinzendorf:  Gebrauch des  neue R e l i g i o n s i d e e n b e t r e f f e n d . u n d  Man  stSBt semit,auf  beide  geschriebenen  entnehmen der B i b e l  zudem das  scheiden  der D i c h t e r w e i t phi 1osophischer  s e i n a l t e r e r Zeitgenosse Zinzendorfs  Funktion  durch  hervorgerufen  s c h a r f e n K r i t i k e r der Theologen und sich  konkreter,  f l i r den  Ansich-  L e s s i n g und  V o r b i l d eines  Zinzendorf  unter-  verfahrt als  (Lessings G e s e l l s c h a f t s t e l l t eine hypothetische  e i n e w i r k l i c h e ) , was  schaftlichen  fihn-  Wortes a l s R i c h t e r Liber;  Zusammenlebens.  d a r i n , daB  weitere  rechtfertigen die  harmonischen g e s e l l s c h a f t l i c h e n s i c h jedoch  fur  den  Untersch.ied  wird: dem  durch  den  i h r e r eigenen Unterschied  FLihrer e i n e r K i r c h e .  Laien faBbarer,  dar,  gesell-  zwischen  Zinzendorf  dem muB  ausdrucken, denn s e i n ganzes Handeln  b e z i e h t s i c h auf s e i n e Gemeinde. B i s h e r i s t der Wert der B i b e l lich  herabgesetzt  worden.  Das  bei L e s s i n g und  geschriebene  W i c h t i g k e i t , da es das  s i c h t b a r e Walten des  es ware demnach f a l s c h  zu vermuten, daB  und  Tradition  kennzeichnet.  die  b e i d e r s e i t i g e Abhangigkeit  ren, wie  s i e etwa i n den  tieferen  Eindringen  durch  Wesentliche  vom  G e i s t e s Gottes  einfachen  Es  liegt  e r s e t z e n muBte:  ihnen  mehr an  des  der Schrift  d i e s e r neuen Harmonie i s t z u e r s t G l a u b e n s b e k e n n t n i s , von  a l t e n Symbolen e n t h a l t e n s i n d und  ihnen  die Bibel  Die S c h r i f t  E i n s i c h t e n zu g e l a n g e n , aber a l l e i n  G l a u b e n s b e k e n n t n i s ) r e i c h t dazu aus,  viel  Wert  e i n e neue Harmonie zwischen  in die Religion unterstutzen.  zu neuen t h e o l o g i s c h e n das  Das  sich  Wort b e h a l t dennoch betra'chtl i c h e  d i e Gegner der Theologen den  Buchstaben auf etwas N i c h t i g e s v e r r i n g e r n . Grundung e i n e s neuen Systems, das  Z i n z e n d o r f merk-  einen  den  Leh- :  in  dem  i s t n d t i g , urn  der Glaube (d. h.  rechten  P l a t z i n der  Re-  58 ligion  zuzuweisen;  nur e r vermag e s , d i e S c h r i f t s t e l 1 en,  Funde e n t h a l t e n s i n d , r i c h t i g i n d e r Verbindung kann.  zu deuten.  H i e r m i t i s t g e s a g t , daB nur d i e B i b e l  m i t dem Glauben a l s P r l i f s t e i n  Weiterhin s p i e g e l t  neuer Rel i g i o n s i d e e n  s i c h d i e Harmonie zwischen  i n d e r E x i s t e n z dem u r c h r i s t l i c h e n  i n denen d i e s e neuen  Vorbild  Schrift  dienen  und T r a d i t i o n  f o l g e n d e r Gemeinden, d i e f l i r  Les-  s i n g und Z i n z e n d o r f ohne das g e s c h r i e b e n e Wort undenkbar s i n d , da d i e B i b e l d i e i n ihnen herrschenden  Sitten  rechtfertigt.  5. Die e i g e n t l i c h e n T r a g e r des Glaubens In d e r an Schumann g e r i c h t e t e n S c h r i f t  "Ober den Beweis des  G e i s t e s und d e r K r a f t " bekennt L e s s i n g , daft d i e Wahrheit durch G e s c h i c h t s w a h r h e i t e n zu  nachgewiesen werden kann.  bestimmen, wie s i e s i c h denn uberhaupt  bar s e i .  Es kame nun d a r a u f an  daB das C h r i s t e n t u m den S i e g  Liber das Judentum und liber das Heidentum davongetragen  s i c h d i e Wahrheit  ( L . 8, S. 4 ) ; m i t anderen  Worten, d i e F r l i c h t e , d i e d i e c h r i s t l i c h e Und was v e r -  Doch nur d i e wahren Anhanger Jesu - d i e  s e l b s t s i n d Beweis der Wahrheit  ihrer Religion  Z i n z e n d o r f i s t zu d i e s e r E r k e n n t n i s g e l a n g t : d i e Lehre J e s u annimmt und i h r e Wahrheiten  daran  L e s s i n g zu erkennen, daB  hat, bezeugen d i e R i c h t i g k e i t des Glaubens.  s t e h t man u n t e r d i e s e n Frlichten?  B i b e l " wird  einer  d e r Lehre an den Frlichten d e r Wunder und d e r Weissagungen  Lehre h e r v o r g e b r a c h t  Christen  i s t der Kern  Erklarung.  In d e r s e l b e n S c h r i f t an Schumann g i b t  manifestiere  habe, e r w e i s t s i c h  a l s o b e r f 1 a c h l i c h ; denn das Warum d i e s e s S i e g e s  weitergehenden  nicht  m a n i f e s t i e r e , woran s i e ;ierkenn-  Die B e s t a t i g u n g des N a t h a n - D i c h t e r s ,  bestenfalls  der R e l i g i o n  ( L . 8, S. 144). Auch  e r l e h r t , daB, indem das Herz  e r k e n n t , man zu e i n e r  "lebendigen  (Z. 3, H o m i l i e n liber d i e W u n d e r i l i t a n e i , S. 150); "der H e i l a n d muB  erkannt werden, daB e r aus unseren  Augen heraus  funkelt"  ( Z . 5, Londoner  59  P r e d i g t e n , I I I . Abth., S. werden, daB lich  von  352);  C h r i s t u s i h r e i g e n t l i c h e r Kern i s t .  den  Das  V e r n l i n f t e l e i e n eines Schumann oder den  Der Grunder der Brlidergemeinde tes  ebenso w i r d d i e g b t t l i c h e Lehre  (Z. 6, Londoner Reden, S.  deutet 174),  daran  u n t e r s c h e i d e t s i c h merkV e r u r t e i 1 ungen e i n e s Goeze.  zudem auf d i e H e i l i g e n a l s Beweis Got-  d. h. a l s Zeugen f l i r s e i n Walten und  f l i r d i e R i c h t i g k e i t des  Glaubens und  durch  e i n Nathan der ganzen Welt mit seinem Leben  das B e i s p i e l , das  rechtfertigt den  der Lehre.  s i c h der c h r i s t l i c h e Glaube.  s e i n e s Lehrdramas das  sta'tigt der A u s r u f des  Bei L e s s i n g wlirde es  Denn daB  E b e n b i l d des wahren C h r i s t e n e r r e i c h t  Klosterbruders:  sem  "besseren  Christen" unterstreicht  L e s s i n g zudem den  Namenchristen, zwischen Nathan, dem  Unterschied  Juden,und dem  verschiedenen  L i t e r a t u r f o r s c h e r n besprochen worden.  z. B. auf Nathans i n n e r e n F r i e d e n und Karl  Sell  Karl  Lowers I n t e r p r e t a t i o n l e b t und  Hel-  hat, das  n i e ! " (IV/7).  Die i d e a l e n c h r i s t l i c h e n A t t r i b u t e des Helden des von  setzt,  "Nathan! Nathan! Ihr s e i d e i n  G o t t , Ihr s e i d e i n C h r i s t ! / E i n b e s s r e r C h r i s t war  be-  Christ! Mit  die-  zwischen  Patriarchen.  Lehrdramas  sind  Georges Pons w e i s t  auf seine G o t t e s g e h o r s a m k e i t , m  seinen s i t t l i c h e n G e i s t a l s neutestamentisch  somit  heiBen,  der D i c h t e r mit dem  Bei  wahren und  erkannt  wahrend  bezeichnet.-^  l e h r t Nathan d i e Humanitat der  Nach  Bergpredigt  113 in  seinen Handlungen. L e s s i n g s Nathan der Weise i s t d i e F o r t s e t z u n g der Polemik gegen d i e  l u t h e r i s c h e Theologie*''' Ein  Hauptthema des  bemerkt, daB  und  i h r e n - f l i r L e s s i n g - H a u p t v e r t r e t e r , J . M.  Kampfes mit dem  T o l e r a n z sowie d i e Frage Gedankengehalt des  4  "Was  Hauptpastor  i s t ein Christ?"  falten  kbnnen.^  5  bei den Man  von  ihnen  religibsen der  August Wilhelm Bohtz  der V e r f a s s e r i n seinem Werk d i e Demlitigung  Umstanden eher  Problem der  Konsequent b e z i e h t s i c h  groBen Lehrdramas auf d i e T o l e r a n z :  t o l e r a n t e n Theologen dadurch e r z i e l t , daB ter  umfaBt das  Goeze.  der hochmlitigen, i n -  s i c h d i e I d e a l e des  v e r a c h t e t e n Juden und  beachte h i e r d i e Gegenliberstel 1 ung  Christentums  Mohammedanern  unent-  der Namenchristen  60  (der P a t r i a r c h von ger  des  J e r u s a l e m a l s H a u p t r e p r a s e n t a n t ) und  C h r i s t e n t u m s , vor a l l e m  Nathan - und  erkennen g i b t , a l s C h r i s t e n w i r k e n , ohne so  Saladin** zu  der  - d i e , wie  5  e i n e r harmonischen menschlichen K o e x i s t e n z h e r v o r , d i e F a m i l i e des  Sultans  F r a g e , woran man  den  A u t o r des der  erkennt.  Bei s p i e l  Insel Verschollenen.  der  wu'rde. Euch zum  flir Lessing  so w i c h t i g e  Nathans Reaktion auf den  S.  240);  Aspekt der A u s r u f des  somit eher a l s dramatisches V e h i k e l  Im  zwdlften  hatte  Er muB der  s i c h von  und  sobald  er muB  Zum  bekennt s i c h der  1 ich handelt,  denn "wer  Interpretation Aus  dieses den  - "Denn was/  Juden!" ( I V / 7 , V,  gehen  Mich  690-92)  s i e ihn so  106).  Es  redet  s i n d , "denn  ihnen J e s u s zu  l i e b als irgend ein  zu  sei hinzugefugt,  daB  Willen  r e i c h e Jude u n w i s s e n t l i c h  n i c h t wider mich i s t , der  Spruches zu verwenden (L. 8,  obigen Z e i l e n geht u.  Herzen,  bekennen. Beispiel  Willen  eines  Jesu  zu J e s u s , indem er  i s t f l i r mich", urn S.  sobald  d i e s e Juden auch  Judentum; e r i s t das  G o t t e s e r g i b t , auch dem  daB  Christen-  s i e s i c h n i c h t w i s s e n t l i c h zu C h r i s t u s  er s i c h dem  der  verloren  zu v e r s t e h e n , denn a l s S c h l u s s e l  In d i e s e r H i n s i c h t t r a n s z e n d i e r t Nathan das  f o l g t . - So  es s e i n , w e i l  Dichters.  s i e das merken, kriegen  (Namen-) Juden b l e i b e n , da  der  es b l e i b e n , w e i l  Klosterbruders  ganzem Herzen zu Gott wenden, so  Menschen, d e r , w e i l  s i e Goeze schon  s e i n e r Sonderbaren Gesprache l e h r t Z i n z e n d o r f ,  mensch auf der Welt" (Z. 1, S.  die  Christ als Christ in  d i e Juden n i c h t w e i t e r . v o n der S e l i g k e i t a l s d i e C h r i s t e n sie  Dichter m i t t e l s  r e l i g i d s e n Toleranz  C h r i s t e n macht, das macht Euch mir/  einem r e l i g i d s e n Bekenntnis des  zu  f r o h l i c h e n Nachkommen der auf  dramatischen Gedichts daran z w e i f e l t , daB  der  a l s Bedingung  der  Lessing  Nathan i s t Jude.  T r a g d d i e i n t e r e s s i e r e n kbnnte ( L . 4,  sonst  ist  dem  Bohtz zu  sondern b i e t e t zudem d i e Antwort auf  wahren C h r i s t e n  einmal beantwortet - mit Bermudischen  darstellt,  Tra-  heiBen.^  Nathan der Weise hebt n i c h t b l o B d i e T o l e r a n z  der  eigentlichen  christ-  Lessings  19).  a. d i e M e h r s c h i c h t i g k e i t  des  Nathan  61  h e r v o r , auf  d i e schon Otto Mann gewiesen hat.  °  In diesem S i n n  m a t i s c h e G e d i c h t v o m Standpunkt -der . J o l e r a n z  interp.retiert-werden  c h r i s t l i c h e n '(es e n t h a l t  im  ge, im  was  ein  Christ s e i ) .  zweiten der  ersten  G u l t i g k e i t auf.  parabel  n i c h t nur  erorterte  F a l l e . s t e n t der weise Jude im  Beide I n t e r p r e t a t i o n e n  und  das  III/7).  Fahigkeit,  Das  trug"  p f l a n z u n g und ersten  den  ( I I I / 7 , V.  Ausdruck i n s e i n e r  Richters  Unscha'tzbare an  '"vor G o t t / und  v e r s i c h t ihn  Mit  U r c h r i s t e n t u m gewiesen, das,  gangen i s t ( v g l . d i e F o l g e r u n g des verloren",  dem  sondern ebeneiner  wie  der  "Der  (L. 7, S.  Verbreitung  "ur-  (Christen-  u r s p r l i n g l i c h e n Ring i s t echte R i n g , v e r l o r e n  ge-  e c h t e Ring/ V e r m u t l i c h  diesem Ring war  399-401).  Lessing  bekanntlich  Abhandlung  "Von  verwendet e i n e n der A r t und  A u s b r e i t u n g der c h r i s t l i c h e n R e l i g i o n " :  Element i n der  die  ging  seine  Menschen angenehm zu machen,/wer/ In d i e s e r  theologischen  Christen  be-  weisen  (Judentum), d i e zwei w e i t e r e h e r v o r g e b r a c h t hat  Islam) n i c h t d i e e i n z i g mbgliche.  ebenso auf  Fra-  In d i e s e r H i n s i c h t u n t e r l i e g t auch d i e berlihmte Ring-  e i n e r auf T o l e r a n z begru'ndeten I n t e r p r e t a t i o n ,  Religion  einem  Mittelpunkt;  e i n e r r e i n c h r i s t l i c h e n . ' H i s t o r i s c h gesehen i s t d i e A n s i c h t  positiven"  der  Fragmentestreit  sowie von  e i n a n d e r ; s i e s i n d n i c h t zu vermischen und  gleiche  tum  Im  die  (unwissend) c h r i s t l i c h e Nathan.  stehen unabhangig von  falls  d i e Antwort auf  kann d a s - d r a -  288),  des  ahnlichen  Weise der  Fort-  die"Allengefal lenheit"  d i e , seiner Ansicht  Christentumsr. w i r k t e :  Zu-  nach-, a l s ma3gebendes  die ersten  Christen  "wuSten durch d i e H e i l i g k e i t i h r e s Lebens e i n groSes V o r u r t e i l f l i r d i e  Lau-  terkeit  Konrig  i n der  i h r e r Lehrsa'tze zu erwecken" (L. 7, S. Ringparabel  (d. h. das  b e l i e b t machen konnte, so  Leben d i e s e r Lehren) s e i n e n  noch h i n z u z u f u g e n , da3 G o t t und  s i c h bei  Lessing  288).  verliehen  bei Juden und  j l i d i s c h e Volk des  die  der  Ring den  Lehren  Christi  Jungern"Al l e n g e f a l l e n h e i t'.'  Es ware h i e r  d i e s e " A l l e n g e f a l l e n h e i t',' das  Menschen angenehm machen" a u s s c h l i e B l i c h auf  s c h r a n k t und  Wie  die ersten  "vor  Christen  Mohammedanern Liberhaupt n i c h t e r l a u t e r t w i r d ;  a l t e n Testaments w i r d  lediglich  a l s roh,  verwildert,  bedas  unge-  62 schliffen wicklung  dargestellt  (L. 8, S. 491).  Freilich  e r h a l t es im Laufe  s e i n e r Ent-  e i n durchaus grbi3eres Ma 13 an B i l d u n g ; dennoch b e h a l t der D i c h t e r d i e  p o s i t i v s t e n Bemerkungen f l i r d i e fru'hen C h r i s t e n , d i e einen w e i t e r e n S c h r i t t i n der Entwicklung Ringes,  den  des Menschengeschlechts  Boccaccio  darstellen.  (der von der Wahrheit des  Der  V e r l u s t des  christlichen  Glaubens  echten u'berzeugt  t  119 war)  Liberhaupt dem  christentums  Christentum  g l e i c h g e s e t z t werden.  dramas entspra'chen  die drei  dem  rbmischen  u. a.)  dem  Protestantismus.  Theologen  in  nen  H a u p t b e s t a n d t e i l e n des  Glaubigen  Ur-  heutigen  als eigentlichen  Glaubens v b l l i g  i s t n i c h t l a n g e r vom  aufgehoben:  Trai-  denn d i e E x i -  t o t e n Buchstaben abhangig,  sondern  frommen L a i e n Liberhaupt n i c h t b e r u ' c k s i c h t i g t .  Weiterhin  erbff-  christlichen  Glau-  bens, d i e der harmonischen K o e x i s t e n z , d i e vor a l l e m das f r u h e Christentum S i e betonen f e r n e r , dai3 Glauben hei(3t, wie  zu leben.  lebt  der L e s s i n g z e i t h a t t e d i e  beide Gegner der " O r t h o d o x i s t e n " e i n e neue Dimension des  zeichnete.  Lehr-  R e l i g i o n weisen, i s t bei ihnen d i e von den l u t h e r i s c h e n  i h r e n Anhangern f o r t ; d i e l u t h e r i s c h e Orthodoxie  W i c h t i g k e i t des  des  H i n s i c h t l i c h d i e s e r I n t e r p r e t a t i o n des  Z i n z e n d o r f auf den  e r z e u g t e A b s t r a k t i o n des  s t e n z der R e l i g i o n  Zerfall  Papstum, der b s t l i c h e n K i r c h e ( g r i e c h i s c h e n O r t h o d o x i e ,  Indem L e s s i n g und ger der c h r i s t l i c h e n  kann mit dem  " f a l s c h e n " Ringe den  Glaubens: und  gegeben h a t t e ,  e i n H e i l i g e r , wie  kenn-  Nathan,  In d i e s e r H i n s i c h t l e h r t Z i n z e n d o r f , da|3 es auch Anhanger C h r i s t i  g i b t , wo  das  Fratrum,  S.  Evangelium  nicht gepredigt wird  (Z. 4, E i n i g e Reden des  Ordinarii  52); der G r a f betont zudem s e i n e n Glauben an d i e " u n s i c h t b a r e K i r c h e  Christi": Aber wie v i e l tausend S e e l e n b l e i b e n darnach noch Librig, d i e uns n i c h t sehen noch sprechen, d i e auch keine andere Zeugen JEsu sehen und sprechen kbnnen, d i e etwa einmal e i n Spru'chelgen aus der B i bel hbren, oder i n einem andern Buche e i n Z e i l g e n l e s e n zu i h r e r E r l e u c h t u n g , oder e i n V e r s e l aus e i nem Gesang-Buche hbren, oder wenn s i e von a l i e n den Dingen g a n z l i c h a u s g e s c h l o s s e n s i n d , so einmal e i n Hbren^sagen, i n i h r Herz k r i e g e n , damit s i e s i c h i h r  63  Lebenlang b e h e l f e n mlissen, und o f t i n e i n e r grossen D u n k e l h e i t und UngewiBheit, aber doch immer mit e i nem s o l c h e n Herzen i n der Z e i t s i n d , und unter ihrem g e s c h l e c h t e wohnen, das ( i h n unwissend) schon umfangen, und i n des H e i l a n d s Armen i s t Und d i e s e machen d i e u n s i c h t b a r e K i r c h e C h r i s t i aus, von der bey a l i e n T h e o l o g i s so v i e l g e r e d t , und so wenig geg l a u b t w i r d (Z. 3, H o m i l i e n Liber d i e W u n d e n l i t a n e i , S. 278).  Von  besonderer Bedeutung i s t h i e r d i e A n s i c h t , daB  Volk  ("geschlecht")  C h r i s t u s unwissend umfangen kann.  e i n jLidisches oder mohammedanisches Volk g e l t e n ; natLirl i c h wurde es fortwahrend aber s e i n Handeln wLirde z e i g e n , daB fangen" hat.  E r i n n e r n w i r uns  (Namen-) Jude i s t , jedoch than  6.  e i n ganzes u n c h r i s t l i c h e s  zu d i e s e r " u n s i c h t b a r e n  konnte i n n e r l i c h  Kirche  als ein  es d i e c h r i s t l i c h e n  heiBen,  Lehren "unwissend  nochmals daran, daB  Lessings  a l s C h r i s t w i r k t ; m i t h i n gehbrte  um-  Held  auch Na-  ;  Christi".  Zusammenfassung d i e s e s K a p i t e l s In i h r e r Betonung der W i c h t i g k e i t e i n e r c h r i s t l i c h e n  sehen w i r L e s s i n g und s e t z e n s i e den abstrakten lichen auf  christliches  j u d i s c h oder mohammedani sch  schlieBlich  innerlich  M i t anderen Worten:  Weg  Zinzendorf  noch auf e i n e w e i t e r e  f o r t , der s i e von  Glauben hinwegfLihrt.  dem  "Joche des  Buchstaben", von  In der mundlichen T r a d i t i o n der  zu e r s t r e c k e n vermag.  T r a d i t i o n b e t r a c h t e t wurde) im Anfang der Glaubige  befaBtecr  n i c h t mit den  (was  R e l i g i o n , daB  E i n z e l h e i t e n des  einem  fruhchristsich  Nach L e s s i n g bezeugt d i e  s c h a f t der mundlichen Obertragung der G l a u b e n s l e h r e n  fache  A r t v e r e i n t ; gemeinsam  Epoche e r b l i c k e n beide e i n durchaus p o s i t i v e s V o r b i l d , das  i h r Jahrhundert  Tradition  noch  Vorherr-  spa'ter a l s u r c h r i s t l i c h e  s i c h damals der e i n -  Glaubens., d. h. mit der  Schrift,  mapgebend waren fLir ihn i n e r s t e r ..Lirtie ,'die G l a u b e n s a r t i k e l . d i e . J i n  64  den Symbolen bensart.  enthalten  Allein  Schrift; allein  waren; ebenso w i c h t i g  d i e G n o s t i k e r der K i r c h e  war f l i r ihn d i e c h r i s t l i c h e  Le-  b e f a S t e n s i c h m i t einem Studium der  s i e drangen i n d i e T i e f e n des Glaubens ( L . 7, S. 691-2), doch  auch s i e b e r i e f e n  s i c h auf den Kern des Glaubens, der i n den a l t e n Glaubens-  formeln e n t h a l t e n  i s t , urn gewisse S c h r i f t s t e l l e n  Weise wurde,  Lessings  Ansicht  zu deuten.  nach,. d i e V e r b r e i t u n g  In s e i n e r A u s e i n a n d e r s e t z u n g m i t den l u t h e r i s c h e n betcnt  der D i c h t e r ,  dap s i c h i n n e r h a l b  Nur auf d i e s e  von I r r l e h r e n  verhindert.  Theologen und m i t Goeze  der darauffolgenden anderthalb  Jahr-  tausende der a l l g e m e i n e Zustand im C h r i s t e n t u m , h i r i s i c h t l i c h des Glaubens, wenig v e r a n d e r t habe:  noch immer b e d u r f t e  man  eines  innigen  V e r s t a n d n i s s e s des  We-  sens der R e l i g i o n , das s i c h auf i h r e n e i g e n t l i c h e n  Kern b e s c h r a n k t e und  immer gab es wenige, d i e s i c h  Studium der E i n z e l h e i t e n  einem i n t e n s i v e n  des c h r i s t l i c h e n Glaubens widmeten. des Wirkens der Apostel  Doch d i e z e i t l i c h e  und des s i c h t b a r e n  noch  F e m e des Lebens  Christi,  Waltens des H e i l i g e n G e i s t e s  ver-  l i e h der H e i l i g e n S c h r i f t e i n e w e i t pnominentere S t e l l u n g , a l s d i e s i e im Anfang.des  C h r i s ten turns genossen h a t t e ;  das s i c h t b a r e Existenz  Walten des G e i s t e s  monie s p l i r t m a n b e i Oberzeugung  sind.  Lessing  Somit war d i e fortwahrende  den Worten  Eine e i g e n t l i c h e Manifestation  nur i n d i r e k t :  von der W i c h t i g k e i t  Recht a l s L u t h e r a n e r , f r e i  man  Bei  forschen  Har-  an e r s t e r S t e l l e  seine  zu d'urfen (L. 8, S. 162).  Alldi.es i s t mit  Glauben, a l s P r l i f s t e i n  neuer  zusammengefaBt. Zinzendorf erscheint  s i c h h i e r an d i e W i c h t i g k e i t  christlichen  erblickt  dieser  der T r a d i t i o n ; dazu b e r u f t e r s i c h auf s e i n  'die B i b e l , i n Verbindung m i t dem  Religionsideen'  bigen  Gottes ersetzen.  und Z i n z e n d o r f mui3te s i e  der R e l i g i o n a u f e i n System angewiesen, worin Wort und T r a d i t i o n  harmonisch e i n g e g l i e d e r t  innere  nach L e s s i n g  d i e Harmonie der B i b e l  urn so d e u t l i c h e r .  Man e r -  als Vermittlerin einer a l t -  T r a d i t i o n , d i e der g e s e l l s c h a f t l i c h e n K o e x i s t e n z der e r s t e n G l a u -  (der 4©-Tages-Kirche).  Der weitgehende Gebrauch der a l t e n Glaubens-  65  formeln  ( b i s auf das a p o s t o l d s c h e G l a u b e n s b e k e n n t n i s )  hundert ausgestorben.  i s t lang vor dem  Dafu'r h a t t e s i c h aber e i n e w e i t e r e Form der  mundlichen  T r a d i t i o n e n t w i c k e l t , von der der F u n r e r der H e r r n h u t e r weitgehend macht:  d i e Kirchenlieaer.  Autoren  zuru'ck - aber s i e kbnnen unabhangig  worten:  s i e sind  GewiB gehen s i e zum  Teil  Gebrauch  auf d i e B i b e l s t u d i e n  von der B i b e l  bestehen  ihrer  ( m i t anderen  n i c h t d i e B i b e l ) und e n t h a l t e n , w i e d i e S c h r i f t , d i e Grund-  wahrhei ten des C h r i s t e n t u m s .  Gerade i n e i n e r Z i n z e n d o r f s c h e n Rede oder P r e -  d i g t e e r s c h e i n t d i e Harmonie zwischen Wort und T r a d i t i o n Form:  18. J a h r -  in ihrer  glanzenden  d i e e i g e n t l i c h e P r e d i g t , d i e s i c h m e i s t e n s auf das g e s c h r i e b e n e Wort  beschrankt, i s t f a s t  immer von L i e d e r n oder Gebeten,  d i e o f t m a l s das Thema der  P r e d i g t w i d e r s p i e g e l n , umrahmt. L e s s i n g s and Z i n z e n d o r f s Befassung m i t dem T r a d i t i o n e n t s p r i n g t aus  ihrer kritischen Steilung  Wert der  christlichen  zu den Zustanden  i n der  Orthodoxie i h r e r Z e i t .  In i h r e r R e a k t i o n gegen d i e MiBbrauche des Papsttums  l e g t e n d i e Reformatoren  den grbBten T e i l  Unausgewogenheit zwischen S c h r i f t und 1ich vorsatzlich unsere zu  fu'hrte:  "Nur  Theologen  a l s Folge der u'berprominenten  sing  und  des Glaubens,  zu L e s s i n g s Betonung des  Z i n z e n d o r f erkennen  zumindest  Re-  be-  insbesondere  auf d i e e i g e n t l i c h e n Tra'ger der  nicht die Bibel  688).  gleichzustellen.  "lebendigen Christentums" p a S t . ^  sondern d i e treuen Anhanger des Glaubens;  viel  der  S t e i l u n g des Wortes im Luthertum;  S c h l i e S l i c h w e i s t d i e neue Betonung der T r a d i t i o n , der mlindlichen Obertragung  daB  Gegner Walch (L. 7, S.  beka'mpfen d i e V e m a c h l a s s i g u n g  sonders L e s s i n g sucht d i e T r a d i t i o n der B i b e l  l i g i o n , was  kann i c h unmbg-  ihnen so verhaBten Namen der T r a d i t i o n ,  weggeworfen haben," s c h r e i b t L e s s i n g seinem  Beide Gegner der orthodoxen ligion  Tradition  zu e i n e r  taub s e i n , wenn mir das ganze A l t e r t u m einmu'tig z u r u f t ,  Reformatores, u n t e r dem  viel  der a l t e n T r a d i t i o n ab, was  ReLes-  a l s T r a g e r i n des Christentums  nur durch d i e H e i l i g e n , durch  an,  das  B e i s p i e l , das e i n Nathan s e i n e n Mitmenschen s e t z t und durch das e i n f a c h e g l a u -  66  b i g e Laientum kann das Christentum vbllig  bestehen.  H i e r m i t sehen s i e den Glauben  dem B e r e i c h des a b s t r a k t e n P h i l o s o p h i e r e n s entzogen - e r i s t nun  voll-  ends neu b e l e b t , dem Liberzeugten C h r i s t e n wiedergegeben.  Indem im 5/ergleich  zwischen L e s s i n g und Z i n z e n d o r f auch h i e r Obereinstimmung  herrscht, wird  "christlichen  L e s s i n g " urn so mehr Gewicht v e r l i e h e n .  dem  67  IV Form des p e r s o n l i c h e n Glaubens 1. Glaube c o n t r a V e r n u n f t und  das Wesen der  Offenbarung  Die P o s i t i o n der l u t h e r i s c h e n Theologen hunderts  f l i h r t e zu e i n e r Oberforderung  "Die Orthodoxie war und  auf dem  K r a f t , bei a l l e r  l e h r s a m k e i t den  der M i t t e des  Jahr-  der V e r n u n f t ; Johannes C l a a s s e n  schreibt:  Irrwege, wenn s i e wahnte, aus e i g e n e r V e r n u n f t  t h e o r e t i s c h e n Leugnung d e r s e l b e n , v e r m i t t e l s t i h r e r  Glauben e r k l a r e n , b e g r e i f l i c h machen und  zen zu kdnnen.  18.  auf d i e s e Weise stu't-  Besonders d i e sogenannten Neologen v e r s u c h t e n den  ben der Macht der menschlichen  V e r n u n f t zu beugen, was,  Ge-  Glaua  nach Johannes S c h n e i -  ders A n a l y s e , bei ihnen zur R a t i o n a l i s i e r u n g der M y s t e r i e n des  Christentums  123 flihrte  und  zu Versuchen  der Begrlindung der G l a u b e n s l e h r e n  nach mathemati-  124 s c h e r Methode.  Es h a t t e s i c h  n u n f t c h r i s t e n t u m geformt,  im Laufe der Z e i t e i n o b e r f l a ' c h l i c h e s  das der v o l l e r i Wucht der L e s s i n g s c h e n K r i t i k  Verausge-  1 pr  s e t z t w a r ; " Georges Pons bemerkt, daS 1  tischen  Verfahrensweise  vor a l l e m d i e I r r l e h r e der mathema-  e i n e s T S l l n e r b e s e i t i g t werden muSte.  Durch v e r n l i n f t i g e s Denken.und das Studium der B i b e l der dazu f a h i g geistlichen  sein, sich  Flihrer des  von der Wahrheit  seiner Religion  Luthertums Libersahenj.  zurlick auf d i e S c h r i f t g e g r i f f e n  und  auf d i e damals herrschenden  insbesondere  da|3 der W i t t e n b e r g e r  dern wurden a l s Beweis f l i r d i e Wahrheit  MiBbrauche zu weisen.  und  Die  selbst  Grundwahr-  geraten waren, e r n e u t a u f z u -  d i e d a r i n e n t h a l t e n e n N a c h r i c h t e n und  Aber d i e B i b e l  Beschreibungen  von  Wun-  R i c h t i g k e i t des Glaubens verwendet.  Der  Glaube an d i e s e l i b e r n a t l i r l i c h e n Begebenheiten  nen  r a t i o n a l en V e r f a h r e n s w e i s e  Neologen f o r d e r t e n P r e d i g e r wie  zu liberzeugen.  h a t t e , urn u. a. d i e e i g e n t l i c h e n  h e i t e n , d i e durch das Papsttum i n Verwahrlosung decken und  soilte-ein je-  w i d e r s p r i c h t der a l l g e m e i -  der l u t h e r i s c h e n Theologen  nicht.  U n g l e i c h der  Goeze k e i n e R a t i o n a l i s i e r u n g der M y s t e r i e n ;  68  sie  b e t r a c h t e t e n d i e im frlihen C h r i s t e n t u m  gewirkten weist  Wunder a l s Zeichen  darauf  h i n , daB  Gottes  geschehenen und  d i e durch  f l i r d i e Wahrheit der Lehre.  d i e l u t h e r i s c h e Orthodoxie  Jesus  Georges Pons  der L e s s i n g z e i t  somit durch  die  127 Fbrderung e i n e s G e s c h i c h t s g l a u b e n s daB  s i e d i e Wahrheit des  weiterhin tenen  bedeutet,  daB  Christentums  es  wurde;  historisch  Rohrmoser  begrundet wissen  betont,  wollte,  e i n p e r s o n l i c h e r Glaube auf d i e s e i n der B i b e l  Geschichtswahrheiten  k u r z , daB  gekennzeichnet  und  Nachrichten  i n der F a h i g k e i t des  solche Geschichtswahrheiten  E i n z e l n e n la'ge, m i t t e l s der V e r n u n f t ,  anerkennte, zum  Glauben zu gelangen. Lehren L u t h e r s  gischen Konfession, d i e ausdrlicklich betont,  daB  es niemand vermag, aus  bezeichnet  - d i e s e Gnade kann nur G o t t a l l e i n  Z i n z e n d o r f den  t i v e s , wodurch das  "Beweis des  Individuum  hbchstens wissend  kann (Z. 4, Gemeinreden, 2. Th., die  G e i s t e s und  S,  283),  - wie  e i g e n t l i c h e n Wesens der Offenbarung  der  Augsbureigener  In diesem  Licht  der T e u f e l - werden i s t f l i r den  L i e b e zu G o t t , d i e ohne s o l c h e Beweise erweckt w i r d .  des  und  der K r a f t " a l s etwas Nega-  denn Glaube.  e i n e r genauen Bestimmung der R o l l e der V e r n u n f t und  erteilen.  die  Natur'lich  den  zu glauben  enthal-  von Wundern gegrundet werden konnte,  k o n s t i t u i e r t e das e i n e s t a r k e Abweichung von  Kraft  was  Grafen  Dies f i i h r t uns  zu  in Religionsangelegenheiten  s e l b s t , bei L e s s i n g und  bei  Zin-  zendorf.  a. Glaube c o n t r a Ein Theologen des  Unterschied zur B i b e l  zwischen L e s s i n g und i s t , daB  den l u t h e r i s c h e n  die letzteren  Lai-en i n B e t r a c h t Z i e h e n , es s e i denn, daB  vor k e t z e r i s c h e n S c h r i f t e n h a n d e l t .  Schumann und bern:  subtiler  i n i h r e r .Haltung  ungebildeten  Rettung  Vernunft  Goeze, e r f o j g r e i c h  i n den  Johannes S c h u l t z e b e z e i c h n e t  kaum d i e Lage es s i c h urn s e i n e  Z w e i f e l l o s vermag es e i n Walch,  E i n z e l h e i t e n . der S c h r i f t  d i e Glaubensbetrachtung  herumzusto-  der g e b i l d e t e n  69  S c h i c h t e n der G e s e l l s c h a f t des 18. J a h r h u n d e r t s a l s weitgehend stisch.-'- ^  intellektuali-  L e s s i n g aber, der e i n e grbBere Kenntnis der n i e d r i g e n S c h i c h t e n  2  130 hatte,  konnte das V e r h a l t n i s d i e s e r e i n f a c h e n L a i e n z u r S c h r i f t weit  erblicken. zur  S e i n e r . A n s i c h t nach e r w e i s t s i c h das Lesen der B i b e l  ewigen S e l i g k e i t ) f l i r den akademisch  den Theologen  genauer  ( a l s Bedingung  UngebiIdeten d e u t l i c h a l s e i n e von  a u f g e l e g t e O b e r f o r d e r u n g , d i e e r n i c h t dulden kann:  "Nun  voll-  ends gar! - Ich s o r g e , i c h sorge, l i e b e fromme I d i o t e n ; i h r m'u'Bt noch Hebra'isch l e r n e n , wenn i h r e u r e r S e l i g k e i t gewiB w o l l t  sein!"  ( L . 8, S.  es wohl an genauen Kenntnissen d i e s e r Sprache mangelt, diesen  sieht  "frommen I d i o t e n " g e z a h l t , d i e von der i n t e l 1 e k t u e l 1  152). L e s s i n g ,  s i c h e b e n f a l l s zu begabteren  Goeze a l s Repra'sentant, zu den auBersten Bemlihungen urn i h r H e i l werden. lesen  Dazu bemerkt Z i n z e n d o r f , daB  Elite,  aufgefordert  v e r s c h i e d e n e G e i s t l i c h e s e l b s t kaum Deutsch  konnen (Z. 4, Gemeinreden, 1. Th., S. 3-4).  BesaBen denn d i e G e b i l d e t e n  das vollkommene Wissen, das zur E n t h i i l l u n g e i n e s j e g l i c h e n Geheimnisses R e l i g i o n flihren muBte?  Wer  dem  Weisere, L e s s i n g , d e u t e t schon vor Beginn  i n der  des  F r a g m e n t e s t r e i t e s auf d i e B e s c h r a n k t h e i t des E i n z e l n e n , indem e r e i n B e i s p i e l aus  s e i n e r Jugend,  S. 464-65). Menschen:  Er w e i s t h i e r m i t auf e i n e gewisse  tes  zu I r r t l i m e r n F r i e d r i c h  noch erweisen l a s s e n . ^ 3  die  T i e f e n der Offenbarung  doch  Carstenn hat d a r a u f kann: ^!  be-  1  f l i h r t d i e B e s c h r a n k t h e i t d i e s e r Gabe Got-  Loofs hat i n d i e s e r H i n s i c h t  Q  e r  r e c h t , wenn e r be-  Dichter " t r a u t einer blassen Vernunft, die  bloB zu k r i t i s i e r e n  unternimmt, n i c h t s  l a s s e n s i c h a l l t a g l i c h e Probleme m i t t e l s  nicht alles  greifbaren:  gebildeten  s i c h d i e Grundlehren des C h r i s t e n t u m s durch V e r n u n f t weder e r k l a -  ren  Natu'rilich  Max  des  - f l i r L e s s i n g - d i e V e r n u n f t eben n i c h t a l l e s  i n Glaubensangelegenheiten  merkt, daB  Verwdhntheit  e r i s t zu sehr auf d i e V e r n u n f t eingestimmt.  hingewiesen, daB sonders  das mit der C h i r o m a n t i e zusammenha'ngt, verwendet (L. 7,  bleibt  zu."-^  r a t i o n a l e n Denkens Ibsen,  im Rahmen des E i n f a c h e n , des f l i r den Menschen E r -  d i e r e i n e Wahrheit  i s t nur f l i r Gott a l l e i n  ( L . 8, S. 53).  Die  70  T o t a l i t a t Gottes s t e l l t etwas A b s o l u t e s d a r , das Verstandes hat s i c h  liegt;  f l i r s e i n e Zwecke das  erwa'hlt (L. 8, S. lekts den  trotzdem muB  491).  Das  die Religion  menschlichen  f l i r jeden e r g r e i f b a r s e i n  "ungeschliffenste  das  - Gott  verwi 1 d e r t s t e " Volk  aus-  Erkennen der B e s c h r a n k t h e i t des menschlichen  f l i h r t bei L e s s i n g zu e i n e r gewissen  Gehorsam-des Glaubens"  j e n s e i t s des  Intel-  "Gefangennehmung der V e r n u n f t u n t e r  (L. 7, S. 463), womit e r bekennt, daB  im F a l l e e i n e s " U n b e g r e i f l i c h e n " ( z . B. der R e l i g i o n ) a l l e i n  der Mensch  auf den  Glauben  angewiesen i s t . L e s s i n g s Werk z e i g t e b e n f a l l s , daB  der Glaube u n t e r Umstanden  durch d i e V e r n u n f t u n t e r s t l i t z t werden kann; so h e i B t es im Nathan: kam  d i e V e r n u n f t a l l m a h l i c h wieder./  doch i s t G o t t ' " (L. 2, V/7, Menschen e r b l i c k e n , daran  S i e sprach m i t  V. 674-75).  DaB  "Doch  s a n f t e r Stimm':  nun  'und  w i r i n Nathan e i n e n g l a u b i g e n  b e s t e h t k e i n Z w e i f e l ; doch j e d e r Gla'ubige kann i n  K r i s e n s i t u a t i o n e n g e r a t e n , i n denen d i e p e r s b n l i c h e Oberzeugung von der Wahrh e i t des Glaubens und befand  sich  Seinigen  das  Vertrauen auf G o t t i n s SchwanKen g e r a t .  in einer solchen:  d i e b r u t a l e W i r k l i c h k e i t der V e r n i c h t u n g  l i e B ihn an der g'tittlichen G e r e c h t i g k e i t z w e i f e l n :  auch wohl g e r e c h t e t , / Geziirnt, g e t o b t , mich und IV/7,  V. 670-71).  than an d i e U n e r m e B l i c h k e i t G o t t e s :  Verstands und  der  "Beiher mit  Gott  d i e Welt verwiinscht" ( L . 2,  Die zurlickkehrende V e r n u n f t e r i n n e r t e den  r e c h t i g k e i t bezeichnen  Nathan  somit i s t das, was  erbitterten  Na-  man a l s g b t t l i c h e  kann, e b e n f a l l s j e n s e i t s der R e i c h w e i t e  nur m i t t e l s des Glaubens e r f a B b a r ; Gott und  des  Ge-  menschlichen  s e i n e Plane  ent-  135 Ziehen  s i c h der m e n s c h l i c h e n  i n n e r t den  v e r z w e i f e l t e n Juden daran, daB  WShriheiit uberzeugt war, und  Erkenntnis.  daB  er i n n e r l i c h  das Walten Gottes j e n s e i t s  v e r s c h e u c h t somit a l i e n Widerstand  gegen das  t i e r t sein S c h i c k s a l ; er unterwirft sich glaubt.  Die zurlickkehrende V e r n u n f t e r -  dem  Dies e n t s p r i c h t e i n e r Versbhnung von  von der gbttfLienener s e i n e s Verstandes  Geschehene.  Nathan akzep-  Walten des S c h b p f e r s , weil V e r n u n f t und  liegt  Glauben:  er  jedes  71 spielt  d i e ihm  zugedachte  Rolle.  Auch f l i r Z i n z e n d o r f , d e r , wie  Kantzenbach z e i g t , an der S p i t z e 137  der Bewegung gegen d i e V e r a b s o l u t i e r u n g d e r V e r n u n f t die  "Gefangennehmung der Vernunft  nbtig.  unter den  steht,  Gehorsam des Glaubens" a l s  In d e r d r i t t e n der Gemeinreden d e u t e t  Reichweite  und  das Wesen des c h r i s t l i c h e n  des menschlichen  sing, a l l e i n  auf den  Verstandes;  person!ichen  und  so i s t der E i n z e l n e , wie  Glauben angewiesen.  ist  S. 406), was  j a doch nur f u r d i c h a l l e i n "  I n t e l l e k t s mit den  ter  den  Gehorsam des  e r s c h e i n t das III.  Abth.,  gegen d i e P h i l o s o p h e n  Pre-  r e i n e Wahrheit  (und  - Z. 4, Gemeinreden, 6.  s i c h keine  somit Rede) be-  "Gefangennehmung der V e r n u n f t  Glaubens" v o l l z o g e n hat.  Ohne d i e Flihrung des  un-  Glaubens  R a t i o n a l e a l s etwas V e r f u ' h r e r i s c h e s (Z. 5, Londoner P r e d i g t e n ,  S. 336-37), das zu Irrt'u'mern v e r l e i t e t , weil es d i e UnermeBl i c h k e i t  der g o t t l i c h e n Wahrheit verkennt. fer  Worten  (L. 8, S. 3 3 ) , e r i n n e r t .  gegen d i e i n t e l 1 e k t u e l 1 e V e r f a h r e n s w e i s e F a l l , i n dem  Les-  Bru'der-  (Z. 5, Londoner  an L e s s i n g s B e k e n n t n i s , " d i e  Z i n z e n d o r f s n e g a t i v e Haltung  s c h r a n k t s i c h auf den  der  bei  Der Gr'u'nder der  "Wir werden n i e e i n ganz v e r n u n f t i g e s System haben" aus I I I . Abth.,  unbedingt  d i e Geheimnisse  Glaubens b l e i b e n auBerhalb  gemeinde dru'ckt d i e B e s c h r a n k t h e i t des m e n s c h l i c h e n  digten,  sich  auch er auf d i e N i c h t i g k e i t ,  s i c h der R a t i o , h i n s i c h t l i c h der R e l i g i o n , zu bedienen: der R e l i g i o n  erweist  Somit  i s t d i e P h i l o s o p h i e , d i e , wie  Uttendor-  bemerkt, f l i r Z i n z e n d o r f o f t im d i r e k t e n Gegensatz zur g e o f f e n b a r t e n  Religion  138 steht,  von  e i n e r r e l i g i d s e n E r k e n n t n i s abhangig  S. 4 1 ) ; e r s t wenn man  zum  Glauben g e l a n g t  sen; e r s t dann fu'hrt der Weg  von  den  (Z. 4, Gemeinreden, 2.  i s t , kann man  Irrtumern  fort.  Th.,  v e r n u n f t i g e Gedanken f a s -  So wie  der Glaube beim  Ver-  s t a n d n i s s c h w i e r i g e r S c h r i f t s t e l l e n m i t w i r k t , bewahrt s i c h d i e P h i l o s o p h i e unter dem"Gehorsam des  Glaubens" a l s M i t t e l  z u r A b s c h l i t t e l u n g von  Unwahrheiten; der  g l a u b i g e P h i l o s o p h (d. h. bei Z i n z e n d o r f , der e c h t e ) w i r k t i n d i e s e r H i n s i c h t als  Forscher  (Z. 4, Gemeinreden, S.  38).  Somit e r w e i s t es s i c h a l s Lohn  des  7Z Glaubens,  daB man  Abth., S. 34).  d i e Sache r e c h t e r f a h r t  Z u l e t z t s e i noch  (Z. 5, Londoner  P r e d i g t e n , IV.  auf d i e ffetonung des L e h r e r s C h r i s t u s  15. D i s k u r s des Teutschen S o c r a t e s gewiesen:  im  "Jesus i s t kommen d i e Menschen  zu l e h r e n , / Jesus besuchet den s c h l e c h t e s t e n O r t , / J e s u s begehret n i c h t V e r e h r e r , / Aber  v e r n u n f f t i g und w i l l i g e Hbrer" (Z. 1, S.  153).  blinde  Zinzen-- -  :  d o r f s A n s i c h t - n a c h i s t das G b t t l •iche;-nur durch .Jesus e r r e i c h b a r ; aus diesem  *  ;  Grund muii der v e r n u n f t i g e ••Mensch:;. d i e Grenzen a k z e p t i e r e n und tellektuelT  erkennen, daB e r d i e g b t t l i c h e n Wahrheiten  ergreifen  kann - konsequent  sus) b e l e h r e n Lassen. h e i t des m e n s c h l i c h e n Grenzen  s e i n e s r a t i o n a l en .  muB  Denkens  nicht i n -  e r s i c h von G o t t (d. h .  von J e -  Dies d s t i e n g m i t L e s s i n g s E r k e n n t n i s der Beschra'nktVerstandes verbunden:  der V e r n u n f t zu erkennen  und  b. G e s c h i c h t s w a h r h e i t e n , Wunder und Die vergangenen  danach i s t es v e r n l i n f t i g , d i e  s i c h danach zu fligen.  Offenbarung  S e i t e n z e i g e n , daB  f u r L e s s i n g und Z i n z e n d o r f  das Wesen der R e l i g i o n n i c h t m i t t e l s der veRa(trior, e r g r i f f e n werden kann, Lehren, wie d i e Lehre vom  Kreuz, n i c h t mit V e r n u n f t s c h l i U B s e n n e r g r u n d e t und  m i t v e r t e i d i g t und bewiesen d i e W u n d e n l i t a n e i , S.  daB  183).  werden kbnnen (L. 7, S. 691; Das  s t e h t im Gegensatz  Z. 3,-Homilien  da-  Liber  zu den A n s i c h t e n der l u -  t h e r i s c h e n O r t h o d o x i e der Z e i t , d i e , wie schon erwa'hnt, d i e N a c h r i c h t e n und Beschreibungen  von Wundern a l s Beweis f l i r d i e Wahrheit  bens und der Offenbarung daB  betrachtete.  und  R i c h t i g k e i t des G l a u -  Johannes S c h n e i d e r w e i s t darauf h i n ,  d i e O r t h o d o x i e der L e s s i n g z e i t demnach bei einem zu engen  1 b e g r i f f stehen g e b l i e b e n und dadurch kampft  steril  "Ober den Beweis des G e i s t e s und  d i e M b g l i c h k e i t e i n e r E r h a l t u n g der R e l i g i o n  on  geworden i s t .  Der D i c h t e r  diesen "hblzernen" Offenbarungsbegriff seiner Z e i t :  dagegen i s t d i e S c h r i f t  Offenbarungs-  1 4 0  be-  s e i n e Reaktion  der K r a f t " , worin  auf i n t e l 1 e k t u e l 1 em (bzw,  er  his to-  73  rischem) Grunde v e r n e i n t .  Das  damalige  d. h. d i e Wunder, d i e i n der B i b e l G l i l t i g k e i t der Lehre b e s t a t i g e n : Beweis von notwendigen  d i r e k t e Wirken  S.  " z u f a l l i g e Geschi chtswahrhei ten konnen der  V e r n u n f t w a h r h e i t e n n i e werden" (L. 8, S.  Beweis f l i r d i e G l i l t i g k e i t der c h r i s t l i c h e n 283):  und  an d i e A u f e r s t e h u n g C h r i s t i  Lehre  (Z. 4, Gemeinreden, 2.  ( d . h. d i e bloBe Bejahung,  der Heiden  Th.,  an  den  diese  Lessing  durch ihn habe e i n be-  d i e c h r i s t l i c h e Wahrheit  e r b l i c k t ; das  sichtbare  des G e i s t e s h a t t e demnach s e i n e n Hauptzweck e r r e i c h t ; d i e s e s "Gerlist  der R e l i g i o n " kbnnte  nun abgebaut  hundert n i c h t mehr e r f o r d e r l i c h dem  Anfang  Wunder seinem  des  Londoner  werden ( L . 8, S. 41):  ( E . 4, Gemeinreden, 2. Th., S. 279).  Ende z u g e n e i g t (L. 8, S.  Reden, S. Was  Zeitalters  139); das Evangelium  i n den  obigen Z e i l e n liber den c h r i s t l i c h e n  V b l k e r und  man  u n t e r dem  Titel  ware s e i t dem  Glauben  Ab-  imstande, a l l e s  (L. 7, S. 461-62): s i e war,  all-  der R e l i g i o n "  zu k l a r e n , denn eben d i e U n f a h i g k e i t des menschlichen  d i e ganze Menschheit  im  libertragen werden, denn  " d i e Wahrheit  So i s t d i e V e r n u n f t l a n g s t n i c h t dazu  v e r a n l a B t e e i n e Offenbarung n b t i g , weil  der  78).  s i e umfaBt das, was  Offenbarung  Schon  des Christentums maBgebend geworden (Z. 6,  gemeinen bemerkt wurde, kann ebenso auf d i e Offenbarung  e r s t versteht.  es ware im 18. J a h r -  h a u f i g e r e n Gebrauchs der S c h r i f t h a t t e s i c h d i e Z e i t  schluB dieses ersten  gerade  daB s i c h  Liberhaupt e r e i g n e t h a t t e n ) Z i n z e n d o r f n i c h t genligt.^-'-  tra'chtlicher Teil  mit  f l i r d i e Unglaubigen, d i e Heiden,  Z i n z e n d o r f s A n s i c h t e n liber den Wunderglabben:  Walten  Nach  Redenr?,S. 196); U t t e n d d r f e r b e t o n t , daB der h i s t o r i s c h e Glaube  Begebenheiten teilt  14).  f l i r den G l a u b i g e n i s t a l l e i n wahrer Herzensglaube maBgebend (Z. 1,  Berliner Tod  Geistes,  v e r z e i c h n e t s i n d , konnen n i c h t Hanger d i e  Z i n z e n d o r f e x i s t i e r t e der Wunderglaube e i n z i g als  des H e i l i g e n  zu-  i n der  Intellekts  L e s s i n g s A n s i c h t nach,  n i e s o w e i t gekommen ware, wie v e r s c h i e d e n e  I n d i v i d u e n - mit Recht bemerkt T h i e l i c k e , d a B d i e Jahrmi11ionen i n  der "Erziehung des Menschengeschlechts"  (L, 8, S. 491)  synonym f l i r E w i g k e i t  74  sind. I  4  2  Anders  ausgedrlickt hieBe d a s , daB der menschl i c h e n V e r n u n f t e i n e  s o l c h e Z e i t s p a n n e zu Verfligung stehen muB, in § 4 zuschreibt, erreichen  kann.  zwischen § 4 und § 77 g e l d s t .  Man  ehe s i e das, was  i h r der D i c h t e r  H i e r m i t i s t zudem der vermeinte soil  Gewisses  T r i n i t a t s l e h r e , n i c h t v e r s t e h e n , bekennt  Lessing  e i n e Offenbarung, d i e n i c h t s o f f e n b a r e t ? "  Widerspruch  i n der R e l i g i o n , wie z. B. d i e (L. 7, S. 216)  ( L . 7, S. 462).  -"denn was i s t  Ober das Verh'a'ltnis  zwischen Offenbarung  und V e r n u n f t d r l i c k t s i c h der D i c h t e r i n der " E r z i e h u n g des  Menschengeschlechts"  noch auf e i n e andere A r t aus:  "Die Offenbarung  V e r n u n f t g e l e i t e t , und nun e r h e l l t e d i e V e r n u n f t auf einmal  hatte seine  seine' O f f e n b a r u n g .  Das war der e r s t e w e c h s e l s e i t i g e D i e n s t , den b e i d e e i n a n d e r l e i s t e t e n ; und  dem  Urheber  daB  b e i d e r i s t e i n s o l c h e r g e g e n s e i t i g e r E i n f l u B so wenig u n a n s t a n d i g ,  ohne ihm e i n e s von beiden liberf l l i s s i g s e i n wlirde" (L. 8, S. 498).  H i e r m i t be-  zeugt L e s s i n g wiederum, daB das Wesen der R e l i g i o n e i n z i g durch e i n e Verbindung des Glaubens  und der V e r n u n f t , d i e e r h e r z u s t e l l e n s u c h f , - ^ zu bestimmen s e i -  genau wie d i e Deutung gewisser S c h r i f t s t e l l e n vom  Glauben  geleitet.  die  R a t i o bestimmen muB,  i n der B i b e l :  die Vernunft wird  H i n s i c h t l i c h der Offenbarung ware noch "ob e i n e Offenbarung  s e i n kann, und  hinzuzufligen, s e i n muB,  und  welche  von so v i e l e n , d i e d a r a u f Anspruch machen, es w a h r s c h e i n l i c h s e i " (L. 7, S. Bei Offenbarung  Z i n z e n d o r f f l i h r t e i n e A u s e i n a n d e r s e t z u n g m i t dem e b e n f a l l s zu e i n e r Verbindung  des Glaubens  (Z. 4, Gemeinreden, 2. Th., S. 48) aus dem  und der V e r n u n f t .  reden , 2. Th., S. 46), was h e i t nach der anderen glaubt  (Z. 6, Londoner  zu der F o l g e r u n g f l i h r t , daB man  e r b l i c k t , wenn man Reden, S. 72-73):  Bestimmung des Wesens der  Leben C h r i s t i  Flir Gottes  (Z. 4, Gemein-  e r s t e i n e Wahr-  C h r i s t u s genau kennt, ganz an i h n der Glaube  f l i h r t d i e V e r n u n f t i n der  Offenbarung.  Indem L e s s i n g und Z i n z e n d o r f der V e r n u n f t i n R e l i g i o n s a n g e l e g e n h e i t e n bestimmte Grenzen  Ziehen,  weisen  461).  Wesen der  den Grlinder der Brlidergemeinde kommt das L i c h t , das d i e UnermeBl i c h k e i t zeigt  daB  sie  auf e i n e , v o n den  Theologen  75 i h r e r Z e i t unerfaBte lichkeit lichen  Gottes  Dimension des c h r i s t l i c h e n Glaubens, a u f d i e der UnermeB-  und d e r g b t t l i c h e n Wahrheit.  Eben der B e s c h r a n k t h e i t des mensch-  I n t e l l e k t s wegen, d i e s e s zu e r g r e i f e n , e r h a l t d i e i n n e r e Wahrheit v e r -  s c h i e d e n e r S c h r i f t s t e l l e n , d i e den Kern d e r R e l i g i o n ausmachen, b e i L e s s i n g e i n e neue Betonung:  d i e s e r Kern d e r R e l i g i o n bedarf  k e i n e r Beglaubigung  von auBen,  eben w e i l e r g b t t l i c h e n Ursprungs i s t . S t a t t d e r V o r h e r r s c h a f t der Vernunft besta'tigt Z i n z e n d o r f s t e t s einen den,  "Herzensglauben", d e r , wie w i r bald sehen wer-  b e i L e s s i n g e b e n f a l l s e i n e gewisse Form annimmt; somit  i s t bei beiden das  e i g e n t l i c h e Wesen des p e r s b n l i c h e n Glaubens im S u b j e k t i v e n zu suchen.  2. E i n p e r s o n l i c h e s V e r h a l t n i s zu G o t t Der Geschichte  zweite  D i s k u r s von Z i n z e n d o r f s Teutschem S o c r a t e s  e i n e s sterbenden  jungen Ma'dchens, dem e i n l u t h e r i s c h e r P a s t o r i n  s e i n e n l e t z t e n Tagen g e i s t l i c h e n B e i s t a n d daB  enthalt die  leistet.  Ein Zufall  verhindert es,  d i e s e r G e i s t l i c h e auch i n der l e t z t e n Stunde d i e s e s armen Geschbpfes anwe-  send i s t , was e r von Herzen bedauert, sen Augenblicken  denn e r w o l l t e d e r Sterbenden noch i n d i e -  a u f dem Weg z u r ewigen S e l i g k e i t  helfen.  O b e r f 1 a c h l i c h an-  gesehen e r s c h e i n t d i e s e Erzahlung  harmlos, doch d e r s a c h s i s c h e Graf  mit  i n den R e l i g i o n s a n s i c h t e n im Luthertum des 18.  i h r e r H i l f e einen Hauptfehler  Jahrhunderts:  entblbBt  d i e G e i s t l i c h e n b e t r a c h t e t e n s i c h o f t a l s M i t t l e r und a l s R e t t e r  der armen Seel en, was dem Standpunkt L u t h e r s  und auch Z i n z e n d o r f s eigenemr w i -  d e r s p r i c h t ; man muB i n e r s t e r L i n i e zu einem p e r s b n l i c h e n V e r h a l t n i s zu Gott kommen.  Diese d i r e k t e Verbindung des E i n z e l n e n m i t dem A l l m a c h t i g e n  der H e r r n h u t e r  noch an anderen S t e l l e n ,  z. B.  i n d e r 13. Z e i s t e r Rede (Z. 3,  S. 8 3 ) . Wenn es s i c h urn d i e ewige S e l i g k e i t des Menschen h a n d e l t , P r i e s t e r und andere M i t t l e r a l s etwas N e b e n s a c h l i c h e s hier  im Brennpunkt:  betont  erscheinen  - der Einzelne steht  "Das i s t d i e groBe Sache i n der T h e o l o g i e , das i s t d i e  Haupt-Sache e i n e s Herzens, daB es das Lammlein  nicht  nur m i t der Gemeine, s o n -  76 dern gen  a l s e i n Individuum flir sich  flir s i c h genieBt  s e i n e n S a f t hat, daB  und  empfindet,  a l s e i n Wein-Beer-  der H e i l a n d n i c h t nur am  Ganzen s a t t  sondern auch an einem jeden Herzen i n s besondere" (Z. 3, H o m i l i e n Wundenlitanei,  S.  386).  wird,  liber d i e  Nach der c h r i s t o z e n t r i s c h e n T h e o l o g i e des  Grafen  ver-  144 mag  es a l l e i n  J e s u s , den  Menschen naher zu G o t t zu  Ahnliche.Ansichten Geschichte  vertritt  der auf der Bermudischen Insel  auf e i n f r b h l i c h e s  C h r i s t e n v o l k , das  e i n e s P r e d i g e r s gefunden und h e r r s c h a f t des M i t t l e r s liber S o l d a t e n und ter,  "B.  L e s s i n g auf  s e i n e n Glauben ganz ohne den  erhalten hatte.  Gegen Ende des  ganz und  i n dem  zweiten  Fragment  Darauf l a u t e t es:  "A.  VerheiBt!  besten  gut l u t h e r i s c h glauben,  ohne V o r b e h a l t annehmen.  an der  Sicherlich  "Gesprache  Gesprachs erwa'hnt der  B.  Gimpel"  (L. 8, S.  Dich-  d. h., d i e Lehren  oder l i e g t das  bewahrt s i c h f l i r L e s s i n g das  wiederholen,  was  der Allma'chtige den  der K i r c h e v o l l  nur  i n der K r a f t  letztere als richtig,  denn  Glaubigen  verheiBt.  Tichen und  Gottes? schlieB-  G e i s t zu Individuum  fallt  das  Werk des  z u e r s t vom  s e i n Gemlit t r i f f t  genauer  (Z. 6,  Zinzendorf eine weitere  i n Sachen der  be-  Seligkeit.  Bekehrens an e r s t e r S t e l l e dem  (Z. 2, Z e i s t e r Reden, S. 357-58) und wird  lediglich  d i e s e i n e r O p p o s i t i o n gegen d i e liberhohte S t e l l u n g der G e i s t -  gegen d i e Anwesenheit e i n e s M i t t l e r s  Zinzendorf  und  Georges Pons w e i s t 145  diesem Grund bei L e s s i n g auf e i n e a n t i k l e r i s c h e H a l t u n g ;  t r a c h t e t entspra'che  561).  d i e ewige S e l i g k e i t , d i e g l a u -  l i c h w a l t e t nur Gott liber d i e S e l i g k e i t des Menschen; d i e K i r c h e kann  Bei  Vor-  Kann aber e i n G e i s t ! i c h e r j e einem anderen  Menschen etwas D e r a r t i g e s verheiBen  aus  man  Beistand  Eine d i r e k t e r e K r i t i k  N a t u r l i c h v e r h e i B t d i e K i r c h e nur d e n j e n i g e n am  hier t r i f f t  d i e S e l i g k e i t , welche d i e K i r c h e jedem Menschen nach diesem Leben  verheiBt."  ben,  i n d i r e k t e Weise i n s e i n e r  Verschollenen:  im Luthertum f i n d e t man  M'onche".  bringen.  G e i s t Gottes  erweckt, ehe  Londoner Reden, S. Betonung des  flir  niemals  144-45).  ihn und  Heiligen  einem P r e d i g e r , denn das  Wort e i n e s  Hiermit  Mittlers  erzielt  Lessing wichtigen  das  person-  77 l i c h e n V e r n a l t n i s s e s zwischen bkonomie rechtens ein S.  i s t , was  G o t t und  Mensch:  " A l l e s was  d i e weise s e i n e s hauses und  tempels i s t , das  121).  ist,  Individuum  von  dem  Walten e i n e s  So s c h r e i b t l e s s i n g  i n den  'Evangelisten und A p o s t e l (L. 8,  "wer  durch  den  s i e l e h r t e n , sondern  s i e l e h r t e n s i e , w e i l s i e wahr  Z i n z e n d o r f dru'ckt d i e s e l b e Idee mit anderen  Judas I s c h a r i o t L . aufgenommen und  s e i n Wort und  extremes B e i s p i e l  d a r , das  den  s e i n e n Worten  im a l l g e m e i n e n  20).  H e i l a n d g l a u b i g worden":"  149).  wagt, denn s e i n  V e r f a s s e r des Nathan geht  (Z.  2, Sieben  was  nachher deswegen von  Er  letzte  sondern  G o t t l e h r t e s , w e i l es wahr i s t " Zinzendorf e b e n f a l l s diesen  72), bezeugt,  daB  n i c h t unrecht  G o t t nicbfc etwas  s e i n e n Geschbpfen a l s gut empfunden w i r d ,  v o l l b r i n g t es, w e i l es gut i s t : das  s i c h auf J e s u s .  Glauben erweckt.  Gott l e h r e t , i s t n i c h t  es r e c h t machen, i c h w i l l  Reden, S.  Wun-  i n diesem 9. Axiom noch einen  "auch das, was  Bemerkenswert i s t , daB "ich will  Liber d i e  p e r s b n l i c h e Ver-  es i s t G o t t s e l b s t , , d e r den  wahr, w e i l Gott es l e h r e n w i l l : 8, S.  das Wort auch  Z i n z e n d o r f b e t o n t das mit den Worten "...und  S c h r i t t w e i t e r , indem e r behauptet,  (L.  den  Dies s t e l l t e i n gar  d a r a u f h i n w e i s t , daB  d e n l i t a n e i , S. 68), denn dasrMa&gebende b l e i b t - - s t e t s das des E i n z e l n e n zu G o t t .  geglaubt  H e i l a n d g l a u b i g worden, der hat damals  s c h l e c h t e n P r e d i g e r n y e r b r e i t e t werden kann (Z. 3, H o m i l i e n  Der  son-  C h r i s t i , die Apostel.  H e i l a n d aufgenommen" (Z. 4, Gemeinreden, 2. Th., S.  haltnis  Lehrer  "Axiomata", " d i e R e l i g i o n i s t n i c h t wahr, w e i l d i e  "Axiomata I X " ) .  Worten aus: h a t , wer  ihrem  Hierrnit i s t n i c h t nur auf d i e l u t h e r i s c h e K i r c h e g e z i e l t ,  dern e b e n f a l l s auf d i e e r s t e n V e r m i t t l e r der Lehre  ist"  Predigersunabhangig  i s t auf a h n l i c h e A r t und Weise d i e Wahrheit der Lehre von  unabhangig.  den  muB  jedes herz p e r s b n l i c h an s i c h e r f a h r e n " (Z. 5, Londoner P r e d i g t e n , I. Abth.',  Sowde das  von  ins Heilands  " i c h " des  Schritt  handeln" vollbringt, sondern  angegebenen Z i t a t s b e z i e h t  Oberfla'chl i c h angesehen s c h e i n t d i e Lehre  ganz unabhangig  von  78  dem a l l e r h b c h s t e n L e h r e r  zu stehen; man kbnnte s i e sogar  Aber doch nur o b e r f l a c h l i c h , denn d i e Lehre C h r i s t i und  s i c h e r l i c h waren s i c h beide  hannis und  bewuBt:  Zinzendorf  "Gott  Liber i h n s e t z e n .  i s t e i n e Lehre der L i e b e  Gegner d e r " O r t h o d o x i s t e n "  i s t Liebe"  (1 J o h . 4, 16).  L e h r e r und Lehre e j n s :  Folglich  des Ausspruchs J o sind f u r Lessing  G o t t kann n i c h t anders l e h r e n a l s wie  Er es t u t , a l s wie E-r i s t . Indem beide Gott hervorbringen,  d i e W i c h t i g k e i t e i n e s p e r s b n l i c h e n V e r h a l t n i s s e s zu  erscheinen  hanger des W i t t e n b e r g e r s .  L e s s i n g und Z i n z e n d o r f  Sie teilen  d i e Ansichten  nochmals a l s treue An-  des R e f o r m a t o r s , daB k e i -  ner es vermag, f l i r seinen. Mitmenschen d i e ewige S e l i g k e i t wenn d i e s e r andere s i c h a l s P r e d i g e r e r w e i s t :  auch  d e r kann hbchstens das Werk des  Bekehrens und des E r l e u c h t e n s , das d e r G e i s t Gottes Da b e i d e , L e s s i n g und Z i n z e n d o r f , d i e Lehre C h r i s t i  begonnen h a t , v o l l e n d e n . a l s etwas A b s o l u t e s be-  t r a c h t e n , das von n i c h t s abhangig i s t und das i n gewisser selbst  zu e r l a n g e n ,  H i n s i c h t m i t Gott  i d e n t i f i z i e r t werden kann, b e f r e i e n s i e den E i n z e l n e n auch a u f d i e s e  A r t aus dem Bann des von " v e r g b t t e r t e n " Menschen v e r f a B t e n Wortes. s i e d i e R o l l e des M i t t l e r s leichtern  Indem  i n Sachen d e r S e l i g k e i t a l s f a l s c h b e t r a c h t e n , e r -  s i e dem L a i e n den Zugang i n das Reich  der reinen c h r i s t l i c h e n  Lehre.  Die H e r r s c h a f t des B u c h s t a b e n ^ wie e i n s t d i e H e r r s c h a f t d e r T r a d i t i o n , hat kein f r e i e s  i n n e r e s V e r h a l t n i s zu Gott  d i e s nur da mbglich  i s t , "wo das r e l i g i o s e S u b j e k t  Bestand der Offenbarung s t e h t , durch be fLihren l a ' B t . " ^ 6 person!iche  u  u r c  h  Otto Mann bemerkt, daB i n v o l l e r Autonomie v o r dem  i h n s i c h e r l e u c h t e n und z u r t a t i g e n L i e -  das von d i e s e n  Gegnern d e r Theologen  gefbrderte  Verha'ltnis des Individuums zu G o t t s i n d Mensch und R e l i g i o n nun  vollkommen v e r e i n t und das durch  den M i t t l e r -durch  Theologen - a b s t r a k t gewordene G e b i l d e der  zugelassen;  angenommen.  d i e P r e d i g e r und durch d i e  h a t s e i n e urspru'ngl i che  f e s t e Form wie-  79  3.  Der e i n f a l t i g e  Glaubige  In seinem Forschen sing  i n der R e l i g i o n und  auf v i e l e E i n z e l h e i t e n gestoBen, d i e ihm  l i c h e Wesen der c h r i s t l i c h e n teten.  Eine d i e s e r E i n z e l h e i t e n i s t das  sophen ( A r i u s ) auf dem i n dem  R e l i g i o n und  Fragment "Der  ersten  u n g e l e h r t e r Mann e r s c h i e n und  Worten den  eigent-  des  K o n z i l (325  porphyrischen  n. C h r . ) , das  E r f o l g , den  Philo-  Lessing  Lehrer  Man  d i e d i e s e n .guten Mann kannten, und  unwissend e r s e i , verwehrten es ihm  den  der Wahrheit zu Gespotte zu machen.  Vorhaben..." (L. 8, S.  352).  es doch zu vermuten, daB  ortho-  d a v o n t r u g , b i s z u l e t z t e i n ganz  beachte h i e r , wie  und  Der  d i e s e r F e i n d der  d i e Vorstehenden darum b a t , auch mi$  der Wahrheit zu s t r e i t e n . "Allein  i n das  p e r s b n l i c h e n Glaubens g e s t a t -  Erscheinen  Nicaischen  doxen Lehre gegen d i e r e c h t g l a u b i g e n  beschreibt:  des  Einblick  i s t Les-  Philo.soph auf der Kirchenversammlung" s c h i l d e r t .  D i c h t e r b e s c h r e i b t m i t kurzen  sacher  den  i h r e r Geschichte  dem  Lessing diesen wuBten wie  Doch der Bekenner bestand  Fein-  auf  Obwohl d i e s e S c h r i f t Fragment g e b l i e b e n S i e g liber den  davongetragen h a t t e und  d i e s e s bedeutet  vor a l l e m e i n e n  l i c h e n E i n f a l t uber'die  Macht der P h i l o s o p h i e .  Laien  einfaltig  e r n s t l i c h , urn s i c h n i c h t den  der fromme L a i e den  Wider-  seinem ist,  gebildeten Arianer  Triumph der  christ-  Diese E i n f a l t e r s c h e i n t bei L e s s i n g noch an verschiedenen deren S t e l l e n ; man  e r i n n e r e s i c h wiederum an d i e e i n f a c h e n  kommen der auf der Bermudischen d e u t l i c h e r e r s c h e i n t das d i e entgegengesetzte t r i a r c h e n e i n , was  Beispiel  S t e i l u n g zum vor a l l e m durch  seines Kirchenfuhrers  "Ich geh' ; und  K l o s t e r b r u d e r , den  des  Klosterbruders  s e i n e Reaktion (1/6,  V. 611  Tempelherrn, den  geh'  i n den  Nach-  "Axiomata".  Noch  im Nathan.  vergnugter,  auf den  D i e s e r nimmt des  hinterlistigen  f . ) sowie durch  A u f t r a g des  a l s i c h kam"  an-  ungebildeten  w e l t l i c h e n dogmatischen Christentum  besta'tigt wird  merkung auf d i e Weigerung des zu nehmen:  I n s e l Verschol1enen  ist  die  PaPlan  Be-  P a t r i a r c h e n auf  (1/6,  P e t e r H e l l e r schon a l s verkappten L u t h e r a n e r  V.  712).  sich  Der  beschrieben  30  hat,  erscheint f a s t als Karikatur eines e i n f a l t i g e n  Glaubigen:  b i l d u n g w i r d u. a. durch den Mangel an K e n n t n i s s e n im Lesen ("Ich nun sellt  freilich  n i c h t - / I c h kann n i c h t  s i c h d i e t o t a l e U n t e r t a n i g k e i t ("Wir  Obern zu gehorchen" Wahrheit  der c h r i s t l i c h e n  gesprochenen behalt"  1/6,  V. 714).  L a i e n zu  ge-  K l o s t e r l e u t e / S i n d s c h u l d i g , unsern  - "DaB  beachte w e i t e r h i n den doch/ Die E i n f a l t  l e i c h t m i t dem  "Der P h i l o s o p h auf der Kirchenversammlung" des e i n f a l t i g e n  dazu  Es i s t ihm rioeb der t i e f e Glaube an  Gedanken des Tempelherrn  Un-  hervorgehoben  l e s e n " IV/7, V. 729-30);  Lehre zu e i g e n ; man  (1/5, V. 561-62) - den man  seine  die  unaus-  immer Recht  eben erwahnten  Fragment  v e r b i n d e n kann, urn damit den  Sieg  rechtfertigen.  L e s s i n g s A n s i c h t nach b e s i t z e n  gerade d i e s e  .firbmmen-.  "das u n e r s t e i g l i c h s t e B o l l w e r k des C h r i s t e n t u m s " ( L . 8, S.  Christen  157) - i h r e n  k o m p l i z i e r t e n aber t i e f g e h e n d e n Glauben, der es e r m d g l i c h t , den  un-  gefahrlichsten  A n g r i f f e n der Feinde zu w i d e r s t e h e n ; i h r S i e g Liber d i e s e i s t z u g l e i c h e i n S i e g der R e l i g i o n Liber d i e I r r l e h r e n , Liber d i e Einwu'rfe der A n d e r s g l a u b i g e n . Die  wahren Jlinger Jesu s i n d d i e T r a g e r des  den Lehren C h r i s t i  christlichen  t r e u b l e i b e n , d a u e r t d i e von  Glaubens:  indem s i e  ihm gegrlindete R e l i g i o n  fort.  Z i n z e n d o r f l e h r t , daB d i e R e l i g i o n Liberhaupt nur durch e i n e i n f a l t i g e s Herz e r g r i f f e n werden kann (Z. 4, .Gemeinreden, 1. Th., S. 8 ) : falt  gehort zur E r k e n n t n i s von R e l i g i o n s w a h r h e i t e n (Z. 4, Gemeinreden, 1.  S. 306). (Z. lich  Ein-  So  l i e g t es i n der Macht des "tummen" Menschen, G o t t zu  5, Londoner und  P r e d i g t e n , IV. Abth., S. .121), w e i l  zu Gott gewandt i s t (Z. 5, Londoner  lieben  dessen Herz r e i n ,  kind-  P r e d i g t e n , IV, Abth., S.  Da das C h r i s t e n t u m von der E i n f a l t  Th.,  76).  der G l a u b i g e n , s t a t t der Ver-  n u n f t der Theologen, e r h a l t e n w i r d , i s t e i n f e s t e r p e r s o n l i c h e r Glaube  eher  mit  d i e s e r E i n f a l t verwurzelt a l s mit e i n e r vernunftigen Verfahrensweise.  Das  Bekenntnis der e i n f a c h e n Jlinger C h r i s t i  im 8.  "Anti4-Goezen" - "daB  hbchstes Wesen g i b t ; daB s i e arme siindige Geschbpfe  s i n d ; daB d i e s e s  es e i n  hbchste  81  Wesen demohngeachtet, Leben ewig g l u c k l i c h  durch e i n andres eben so hohes Wesen, s i e nach diesem zu machen, d i e A n s t a l t g e t r o f f e n "  ( L . 8, S. 255) i s t auch  der Kern des Z i n z e n d o r f s c h e n 6 1 a u b e n s b e k e n n t n i s s e s , das l e d i g l i c h andere dru'cke f l i r d i e s e l b e n B e g r i f f e a u f w e i s t - man Wlirmlein"; "mein  erinnere sich  E r l b s e r wird mich f r e i ' n " , usw.,  d i e H o m i l i e n Liber d i e Wundenlitanei k e n n z e i c h n e n . sihdeiher  Aus-  an "wir s i n d arme  Ausdrlicke, d i e vor a l l e m Bemerkungen d i e s e r A r t  v e r n L i n f t i g e n , o b j e k t i v e n V e r f a h r e n s w e i s e f e r n und das bezeugt wie-  derum, daB d i e Q u e l l e des p e r s b n l i c h e n Glaubens des E i n z e l n e n b e i L e s s i n g Z i n z e n d o r f im B e r e i c h des Subjektiwen  und  liegt.  4. Der f u h l e n d e C h r i s t Nach den A n s i c h t e n des W o l f e n b L i t t l e r B i b l i o t h e k a r s und des Grafen s t e l l t sich  die Religion  kein i n t e l l e k t u e l l  i h r das Individuum auf e i n e andere A r t und Weise  s i c h t schreibt Zinzendorf: lich  faBbares Gebilde dar; f o l g l i c h na'hern.  "wenn wie unser Herz bekennen,  In d i e s e r H i n -  so k l i n g t ' s  frei-  ganz a n d e r s , a l s wenn d i e anderen Leute i n der Welt d i e Buchstaben der  Religion sollen erlautern"  (Z. 4, Gemeinreden,  "wir glauben daran, ob w i r s g l e i c h Sachen  davon, so v i e l e S e l i g k e i t e n "  1. Th., S. 3 ) , womit gesagt i s t ,  n i c h t sehen, w i r haben (Z. 4, Gemeinreden,  L e s s i n g a l s "Frlichte des Glaubens" beschreiben. wurde. daB d i e R e l i g i o n ' o h n e Vernunftschlu§se s c h r e i b t im "Anhang zum S o c r a t e s " :  Sache kan von keinem  schon so v i e l e  1. Th., S. 149), d i e Das bezeugt wiederum,  "Die R e l i g i o n  kann  nicht vernunftig  w i d e r s t e h t " und  "Die Empfindung  geeiner  V e r n u n f f t - S c h l u B Libern Hauffen geworfen werden" (Z. 1,  5. • 2 9 0 ) i ' FLir den Grafen i s t Glauben n i c h t nur e i n Wissen, sondern v i e l Vertrauen, ein Aufjubeln  S. 248-49):  gute  e r g r i f f e n werden kann - Z i n z e n d o r f  f a B t werden, so lange i h r d i e Empfindung  ein  muB  i n der L i e b e zu Gott (Z. 3, Z e i s t e r  das Herz i s t von der Wahrheit des Glaubens  mehr  Reden,  Liberzeugt.  Deutlich  82  kennzeichnet  d i e s d i e W i c h t i g k e i t der Empfindung, was  huter  mit einem S a t z ausdru'ckt:  (Z. 4,  Gemeinreden, 1. Th. , S.  "man  der FLihrer der  Herrn-  g l a u b t , weil d i e R e l i g i o n g e f a ' l l t "  263-64); U t t e n d o r f e r f a B t das mit den  Worten  148 "Religion  i s t f u r Z i n z e n d o r f Empfindung, GefLihl"  zusammen.  L e s s i n g , der s e i n e Mitmenschen so o f t auf d i e V e r n u n f t k l a r e n E r k e n n t n i s e i n e r Sache b e r u f t , t e i l t genossen, daB Christentums  d i e Evidenz nur  und  seines a l t e r e n Z e i t 149 h i e r m i t d i e i n n e r e Wahrheit des p r a k t i s c h e n 150  subjektiv erfaBbar  Erfahrung g r u n d e t .  ist,  die Ansichten  daB  s i e s i c h auf GefLihl und  M a r t i n Haug fLigt dazu, daB  1 5 1  der V e r t e i d i g e r des  nannten d i e "Gegensatze des Herausgebers" ganz vom 152 Christen geschrieben das  zu b e s t a t i g e n :  Erklarungen,  und  hat. "Was  gehen den  Beweise an,  Ihm  (L. 7, S. gen.  154)  " f l i h l t , daB - ihn wird  GefLihl, das  i s t es doch einmal  f Li hi e t " (L. 7, S.  d i e Grundbasis  e r Liberraschend o f t h e r a n z i e h t , weit mehr d a r s t e l l t  Der  im L u s t s p i e l  "welches u n e n d l i c h w'ahrend es  ich fuhl  fLihl s r e l i g i o n  besser  doch w i l l  kennzeichnen schon das  F r e i g e i s t w e i s t Theophan den i s t , a l s es  im "Gedicht  immer, was  n i c h t fu'hlt und  i h r Witz  458);  f u r den  der  brinper-  Dasein  i s t - im Gegensatz zu F i t t b o g e n s 153  "Herzenstheologie"  154).  Herz,  wunschet" ( L .  Gllickseligkeit" dem  der  Lessings  Der Aspekt des  s c h e i n t der "Fuhlens"  1,  lautet: es Ge-  I n t e r p r e t a t i o n , nach d e r  - j e d e n f a l l s echt und  nahezukommen.  jungen  A d r a s t auf das  s p r i c h t / Weh  gl Lick! i c h werden" (L. 1, S.  das  a l s einen  Werk des  ... v i e l l e i c h t  Liber d i e menschliche  f u r sein [Gottes]  S c h e i n t h e o l o g i e d a r g e s t e l l t wird dorfschen  Christentum,  im S u b j e k t i v e n , i n der Empf indung des Menschen l e b t , daB  Lessing:  "und  da,das  und  keine f r e i g e i s t e r i s c h e S c h r i f t aus der Fassung  Diese A n s i c h t e n  476),  Worte, urn  ihn d i e s e r c h r i s t l i c h e L e h r b e g r i f f b e r u h i g e t "  "strohene[n] S c h i l d " .  S.  Unge-  C h r i s t e n d i e s e s Mannes Hypothesen,  Der D i c h t e r g i b t d e u t l i c h zu erkennen, daB  son! ichen Glauben  reine  Standpunkt des fLihlenden  L e s s i n g b e d i e n t s i c h der f o l g e n d e n  welches e r so wahr, i n welchem er s i c h so s e l i g glaubige C h r i s t  i n der  sie als  Zinzenkenn-  83  z e i c h n e t L e s s i n g s A u f f a s s u n g des C h r i s t e n t u m s von s e i n e n frlihen bis  zum  Mannesjahren  Tod. In G l a u b e n s a n y e l e g e n h e i t e n geht d i e Empfindung  einen  entscheiden-  den S c h r i t t w e i t e r a l s das v e r n u n f t i g e Denken; L e s s i n g s c h r e i b t , da3 "derj e n i g e , dessen Herz mehr C h r i s t i s t , a l s der Kopf, s i c h ganz und gar an d i e s e E i n w u r f e l~der F r e i g e i s t e r ] n i c h t kehre: denken der  begnligen, w e i l  er a l l e n f a l l s  weil  e r f t i h l e , was  d i e ganze B i b e l  z u v e r s i c h t l i c h e S i e g e r , der d i e Festungen l i e g e n  nimmt.  andere s i c h  entbehren konnte.  zu Er i s t  l a p t , und das Land e i n -  Der Theolog i s t der futtchtsame S o l d a t , der s i c h  an den Grenzfestungen  den Kopf z e r s t b S t , und kaum das Land darliber zu sehen bekbmmt"(L. 8, S. 145). Nach der A u f f a s s u n g des D i c h t e r s i s t e i n wahrer C h r i s t "zu m i & t r a u i s c h auf s e i n e V e r n u n f t , zu s t o l z auf s e i n e Empfindung"  {L. 8, S. 232); e r b e h a l t  s t e t s das Gefu'hl des Glaubens und damit d i e R e l i g i o n s e l b s t im Herzen S. 123 u. S.  158). Meyer-Benfeys  lich  A n s i c h t nach i s t R e l i g i o n f l i r L e s s i n g  sondern des Fu'hlens und L e b e n s , w a s l i c h e n T r a d i t i o n bewahrt.  der  Die im Rahmen der mundlichen T r a d i t i o n  erlau-  K i r c h e n l i e d e r e r s c h e i n e n e b e n f a l l s - besonders i n der I n t e r p r e t a t i o n  Gefu'hl und beruhren das  :GemrJt  e i n e andere Form der c h r i s t l i c h e n erwahnten ditionelle  s i e entstammen  Tradition,  leicht  i n den Rahmen der oben Oberhaupt  i s t das T r a -  im a l l g e m e i n e n eng an e i n e s u b j e k t i v e V e r f a h r e n s w e i s e des man  i s t n i c h t durch e i n r a t i o n a l e s Nachdenken von  Sache u'berzeugt, sondern man  dem  des E i n z e l n e n ; somit fu'gen s i e sich, a l s  S u b j e k t i v i t a t des p e r s b n l i c h e n Glaubens.  v i d u a l s gebunden:  so  Erkennens,  s i c h besonders im L i c h t e der c h r i s t -  Romantiker - a l s e i n e M a n i f e s t a t i o n des S u b j e k t i v e n :  weil  (und natu'r-  auch f l i r Z i n z e n d o r f ) "u'berhaupt n i c h t e i n e Frage des Denkens und  terten  ( L . 8,  a k z e p t i e r t s i e vor a l l e m , w e i l  es d i e V o r f a h r e n , d i e ebenso davon  einer  es so S i t t e i s t ,  u'berzeugt waren, auch t a t e n .  e r z e u g t das .Tradi t i o n e l l e e i n Gefu'hl der S i c h e r h e i t  Indi-  Und  im Gemu't des E i n z e l n e n ,  84  wodurch e r es vermag, jeden Einwendungen d e r V e r n u n f t der R e l i g i o n s f e i n d e gegen den Glauben zu w i d e r s t e h e n .  NatLirl i c h l i e g t es i n der K r a f t a l l e r  b i g e n , d i e R e l i g i o n m i t t e l s d e r V e r n u n f t zu e r f o r s c h e n , urn so zu e i n e r Oberzeugung von i h r e r Wahrheit p e r s o n ! i c h e Glaube, Subjektiven ruht. von  d e r Wahrheit  schen  d e r d i e s e s Forschen  leitet,  a u f e i n e r f e s t e n B a s i s des  H i e r m i t i s t gesagt, da(3 das Individuum  zuerst innerlich  d e r R e l i g i o n Liberzeugt s e i n muB, ehe es e i n e r f o l g r e i c h e s  d i e das V e r h a l t n i s zwischen  wisse  tieferen  zu gelangen; d i e s g e l i n g t nur dann, wenn d e r  i n den T i e f e n des Glaubens zu unternehmen vermag.  auch das zwischen  Glau-  D i e s e l ben Umstande,  V e r n u n f t und Glauben kennzeichnen,  V e r n u n f t und Gef'u'hl:  For-  beherrschen  b e i d e n f a l l s e r e i g n e t s i c h e i n e ge-  "Gefangennehmung d e r V e r n u n f t " . Johannes C l a a s s e n s c h r e i b t , daB das C h r i s t e n t u m d e r A u f k l a r u n g  im V e r s t a n d des Menschen, n i c h t aber kegaards  im Herzen l a g .  155  L e s s i n g , der nach K i r -  I n t e r p r e t a t i o n e i n s u b j e k t i v e r Denker im r e l i g i b s e n  Sinn i s t ,  156  157 nchtet  s e m e Polemik  gegen  e i n e O r t h o d o x i e , d i e das Herz k a l t  Betonung des S u b j e k t i v e n , des Geflihls im p e r s o n l ichen'Glauben ist tive  somit e i n w i c h t i g e r B e s t a n d t e i l zum e r s t a r r t e n  verkbrpern.  vor I r r l e h r e n  Der D i c h t e r g i b t zu erkennen,  H i n s i c h t d i e besten C h r i s t e n eben keine Theologen  5. C h r i s t l i c h e L i e b e :  der Kern  Individuums  der rechte Glau-  L e s s i n g s und Z i n z e n d o r f s A n s i c h t  nach vermag es nur e i n s o l c h e r , den G l a u b i g e n ihn naher zu G o t t zu b r i n g e n .  des  Die  von L e s s i n g s und Z i n z e n d o r f s A l t e r n a -  L u t h e r - C h r i s t e n t u m des 18. J a h r h u n d e r t s :  be muB einen "Herzensglauben"  lieB.  sind  zu bewahren und daB i n d i e s e r  ( L . 8, S. 158).  von L e s s i n g s Glauben  DaB f u r d i e Gegner der Theologen i n der N a c h s t e n l i e b e b e s t e h t , bedarf wohl tLirl i c h e Konsequenz d e r im v o r i g e n T e i l  d e r Kern  des c h r i s t l i c h e n  Glaubens  keines Beweises - es e r s c h e i n t a l s na-  besprochenen  W i c h t i g k e i t des Subjek-  85  tiven die  An d i e s e r  in Glaubensangelegenheiten.  wichtige R o l l e der c h r i s t l i c h e n  hingewiesen - besonders Die  i n dem  kleine S c h r i f t  Testament  des sterbenden JLingers - " K i n d e r c h e n , l i e b t B a s i s des c h r i s t l i c h e n  bedeutet.  Im Gegensatz  J o h a n n i s " i s t das  z e p t i o n , daB  L i e b e ohne Glauben  nichts  f l i r uns" mit der b r l i d a r l i c h e n L i e b e .  sei  der Lehre C h r i s t i :  es bewuBt oder unbewuBt. und Wirkung  Glaubens.  soviel  Dichter  wie L i e b e n  "Wer  Kon-  uneigennlitzige  "Testament J o h a n n i s "  n i c h t wider uns  dem  ist,  der i s t  W i l l e n Gottes beugt - und  der i s t " f l i r  Bei L e s s i n g  wer  i h n " , der g l a u b t an i h n ,  bewahren Taten i h r e m o r a l i s c h e Be-  nur, wenn s i e anonym b l e i b e n  Reaktion gegen d i e im Papsttum  Im  alle  diese  Indem es den Na'chsten b e d i n g u n g s l o s  Glanz und d i e Ehre des V o l l b r i n g e r s s t e i g e r n  Werkethik  Anweisungen  euch" - e r s c h e i n e n f l i r den  za'hlt, ga'nzlich:  z e i g t das Individuum, daB es s i c h  deutung  eigentliche  v e r e i n t ; er v e r w i r f t d i e orthodoxe  v e r b i n d e t der D i c h t e r den b i b l i s c h e n Spruch  das t u t , der f o l g t  Nathan  zu den FLihrern d e r l u t h e r i s c h e n O r t h o d o x i e s i n d  L i e b e i s t M a n i f e s t a t i o n des c h r i s t l i c h e n  liebt,  Die l e t z t e n  Glaubens, d. h., daB Glauben  fundamental en B e g r i f f e b e i L e s s i n g  auf  Lehrdrama.  Fundament f l i r L e s s i n g s B e g r i f f der N a c h s t e n l i e b e .  als  sei in erster Hinsicht  L i e b e im Werk des D i c h t e r s des  groBen  "Das  Stelle  - d. h. wenn s i e n i c h t  sollen.158  Die r e f o r m a t o r i s c h e  der R e n a i s s a n c e herrschende und  ( o f t m a l s f u B t e n gute Taten l e d i g l i c h  den  miBbrauchte  a u f g e h e u c h e l t e r Frbmmigkeit  -  a n . e c h t e r Nachstenl i e b e mangel t e e s ) im'Zusammenhangmit der Vernachla'Bigung des fundamental en Glaubens  an d i e c h r i s t l i c h e n  h e i t der L i e b e und des Glaubens klarung.  Die Werkethik  Grundlehren fu'hrte z u r G e t r e n n t -  im B e r e i c h der E v a n g e l i s c h e n K i r c h e der Auf-  s t e h t mit der b r l i d e r l ichen L i e b e verbunden,  d e n m g u t e n Taten N a c h s t e n l i e b e zugrunde  l i e g e n muB  N a c h s t e n l i e b e h e r v o r b r i n g t , werden n i c h t  weil  (Werke, d i e g e h e u c h e l t e  anerkannt).  Wie  bei der mundlichen  T r a d i t i o n , s u c h t L e s s i n g auch h i e r e i n neues G l e i c h g e w i c h t z u e r r e i c h e n , zwischen...GJ.aubanvUnd  Handeln.  eins  86  F i t t b o g e n g i b t zu erkennen, daB  s i c h d i e R e l i g i o n flir L e s s i n g a l s I  p r a k t i s c h e Besta'tigung, Gesinnung und  C O  Tat erweist;  schon im  Herrnhuter-  fragment w i r d der L e s e r auf e i n e neue Werkethik gewiesen - "der Mensch ward zum  tun, n i c h t zum  V e r n u n f t e l n e r s c h a f f e n " ( L . 3, S.  den  Nathan e r s t r e c k t , wo  es wiederum l a u t e t :  anda'chtig schwarmen l e i c h t e r , a l s / Gut Mensch/ Anda'chtig sicht deutlich V. 359-64). aus dem  - d i e s i c h b i s auf  " B e g r e i f s t du aber/ W i e v i e l  handeln  i s t ? wie  gern  der  schlaffste  schwarmt, urn nur, - i s t e r zu Z e i t e n / S i c h schon der  n i c h t bewuBt - / Urn nur gut handeln  Wahrend d i e Werkethik des  n i c h t zu du'rfen?"  Papsttums der Renaissance  Wenn Ihr d i e C h r i s t i n  durch  aber/ So ha'ttet Ihr das  "Ei f r e i l i c h ,  (1/2,  weitgehend  Kindchen Eures  mehr, a l s Christentum./  V. 631-38).  Man  ders f l i e B e n , was b i n d e t und  Zum  bedenke noch, daB s i e eng  - wenn man  klu'ger ha'ttet i h r getan;/  d i e zweite Hand/ A l s C h r i s t i n  auferziehen lassen:  Freunds/ Auch n i c h t g e l i e b t .  K i n d e r brauchen L i e b e , / Wars e i n e s w i l d e n  T i e r e s L i e b ' auch nur,/  Christentum  i h n a l s "verkappten  dem  christlichen  Lutheraner"  {IV/7,  Glaubenslehren  betrachten  will^  sich  Luthertum v o r s t e l l t e .  Im Gegensatz zu dem  Standpunkt der Orthodoxie  a u f den  solchen  Mund des K l o s t e r b r u -  K l o s t e r b r u d e r s , wie  L i e b e wird ohne den  Und  hats noch immer Z e i t "  d i e s e Worte aus  an d i e w e s e n t l i c h e n  In  bezeugen d i e Worte des  Lessing;ein wesentlicheres - die  (bekannten) Glauben n i c h t anerkannt - w e i s t L e s s i n g  s e i n i g e n - ohne Liebe kann der Glaube n i c h t anerkannt werden.  schon angedeutet, hal t es L e s s i n g - f u r h e i t zu glauben, forderung Beispiel  vie!  und  so w i r d es zur  f l i r jeden wahren C h r i s t e n , s e i n e n Glauben auch zu l e b e n , ganz Christi  zu f o l g e n , das  daB  das  Lessing m i t t e l s  l i e b t euch" - b e s c h r e i b t .  Christentum  hier Wie  l e i c h t e r , d i e c h r i s t l i c h e Wahr-  a l s diesem Glauben nach zu handeln;  hannes - "Kinderchen, daran,  Ab-  Dogma der K i r c h e stammte, t r a n s z e n d i e r t L e s s i n g s neue Werkethik e i n e  jede w e l t l i c h e R e l i g i o n s r e g e l :  Jahren  683)  der Worte des  sterbenden  Aufdem Jo-  August Wilhelm Bohtz e r i n n e r t  s e l b s t d i e Begrundung der k o s m o p o l i t a n i s c h e n  Liebe,  87  s i e i m Nathan h e r r s c h t , v o r a u s s e t z t  wie  r e c h t g l a ' u b i g e n ' C h r i s t e n , wie.-Nathan zu Wahrend s i c h Werkethik e i n b u r g e r t e , derts "der  l e i c h t an einen Erkenntnis  schildert.  Hiermit weist  dem  ders  der K l o s t e r b r u d e r  archen. von  So  erscheinen. und  sich  i n der  Respekts;: bemerkbarr macht ( v g l . 1/5, Recha aus  auch e r d i e A n s i c h t des der c h r i s t l i c h e n  Liebe  Widersacher s e i n e s Liebe in  dem  bigen, der  Liber das  fligen muB  der  das  611  Dogma der wie  f.).  Flammeh.  (V/5,  seines  Vorgesetzten  Klosterbruder,  den  V.  V.  324  Gehorsams  und  schon erwa'hnt, das  n i c h t vom  und  des  weiterhin  Dramas  die c h r i s t i i c h e  Erkenntnis  wegen - z e i g t , daB  echt.  die  teilt  Obwohl der fromme  V o r b i l d des  Bruer e i n der  Wir e r b l i c k e n  einfaltigen  Glau-  Glaubens k l a r e r e r b l i c k t  dessen Handlungen a l l e i n  von  der  Kirchendogma bestimmt werden.  In seinem groBen d r a m a t i s c h e n G e d i c h t d i e W i c h t i g k e i t der b r u d e r l i c h e n L i e b e , d i e , wie pitel  Dazu gehbrt  e r Nathan l i e f e r t ,  g e b i l d e t e FLihrer s e i n e r Gemeinde und Liebe  Patri-  i s t , i s t s e i n G e s t a n d n i s der H e r r s c h a f t  R e l i g i o n , das  der  tiefereSv-Gefuhl  er ein  f.).  i n s e i n e r E i n f a l t d i e Wahrheit s e i n e s  christlichen  mit  Lehrdramas, beson-  Gegen Ende des sich  von  Absichten  G e s t a l t der N a c h s t e n l i e b e  K l o s t e r b r u d e r s , daB  im Geheimen - und  Patriarchen  a l s Teufel  Andere C h a r a k t e r e des  688)  Verfahrensweise  der Tempelherr, wirken a l s Gegenpole zum  s e i n e r R e l i g i o n h a t , das  der nur  ersten Blick  z e i g t der Tempelherr schon a n f a n g s , daB  Tat - d i e Rettung der  Jahrhun-  Leben nach T e u f e l " ( L . 3, S.  Die h i n t e r h a l t i g e n , v e r r a ' t e r i s c h e n  d i e s e s G e i s t l i c h e n l a s s e n i h n schon auf den  der  L e s s i n g m i t t e l s der Worte  d i e e r im Nathan durch d i e F i g u r des  e i n e s Engels  18.  e r vor a l l e m auf d i e s e i b s t g e r e c h t e  charakterisiert.  Erkenntnis  Renaissance e i n MiBbrauch  Glaubens, den  nach s i n d w i r E n g e l , und  bestimmter G l a u b i g e r , Jerusalem  der  d i e Zustande im Luthertum des  MiBbrauch des  aller  i s t somit d i e P f l i c h t  handeln.  im C h r i s t e n t u m  grenzten  - es  1  betont wir  Lessing  vor  allem  i n einem s p a t e r e n  d a r s t e l l e n werden, auch d i e G e s t a l t der T o l e r a n z  Ka-  anzunehmen vermag;  als  88  in  d i e s e r H i n s i c h t e n t h a l t das  sings  V o r s t e l l u n g vom  Drama d i e Antwort  Christentum.*^*  auf Goezes Frage Liber Les-  Nach N i r e n b e r g s I n t e r p r e t a t i o n i s t  der echte Ring n i c h t nur das Symbol  der Gnade G o t t e s , sondern  d e r Menschenliebe.  christlichen  die  Der Kern des  Geschehens im Nathan  ends,  da(3 es s i c h  Feindesliebe. an ihm  A n s t a t t den  urn u n e i g e n n l i t z i g e L i e b e h a n d e l t ,  Feinden - s i e i s t e i n C h r i s t e n k i n d .  s c h i l d e r t uns e i n erindeutiges B e i s p i e l  der hbchsten  u n s c h u l d i g e n S a u g l i n g abzulehnen  zu nehmen, a k z e p t i e r t i h n Nathan m i t liebendem  D i c h t e r s : man  erinnere sich  an den Tempelherrn  Noch s t e r b e n d v e r g i b t s i e der da'monischen Marwood: s a l e n i c h t entgehen; s t e r b e , und 98$.  tritt  Das  oder gar Rache  Herzen  B e i s p i e l , das  bothe  Christus  28.  4.  in seiner  i h r e n Hbhepunkt e r r e i c h t .  das man  L-M  seinem  ( B r i e f Nr.  705,  d i e s e "wird ihrem S c h i c k i h r Anklager werden.  l e t z t e n Stunde am  Feind zu l i e b e n  Kreuz  setzte,  Das  Merkmal des echten  Chri-  B i s an s e i n  e i n s der vornehmsten  Ge-  davor ausgeben" (Nr.  an Johann Joachim  Eschenburg,  L-M  Gutes  18, S.  lange  10,  Lebensende h o f f t e e r auf "den  e i n f l i r a l l e mals aufs ganze J a h r / was  l . : i . 1781  Vater  n i c h t b e s s e r beobachtet, so  Xsten s i n d , d i e s i c h  17, S. 18).  Nachsten/  ( L . 2,  In einem frlihen B r i e f an den  "so lange i c h n i c h t sehe, daB man  i c h , ob d i e j e n i g e n 1749,  an Sara Sampson.  s e i n e r J u g e n d z e i t d i e Na'chstenliebe, d i e i n der  des Xstentums, Seinen  zweifle  davon im Werk  h e r v o r ; es zwingt d i e Anwesenden, insbesondere M e l l e -  flir Lessing s e i t  schreibt er:  i n s e i n e Welt,  vergeb' es der Hand, durch d i e mich Gott heimsucht"  f o n t , ihm auch zu f o l g e n , so gut e r es vermag.  Feindesliebe  - und  aber weder S i e , noch mein V a t e r s o i l  h i e r unverkennbar  s t e n war  Lessing  Form der Nachstenl i e b e :  Doch d i e s ware n i c h t das e r s t e oder auch das e i n z i g e B e i s p i e l  S.  bleibt  Hiermit b e s t a t i g t Lessing v o l l -  im F a l l e des Nathan v b l l i g  denn Recha za'hlt mit zu den  Ich  das  gute T a t , u. a. d i e des r e i c h e n Juden - d i e Annahme der Recha, nach der  V e r n i c h t u n g der S e i n i g e n durch d i e C h r i s t e n .  des  ebenfalls  Tag, gbnnt!"  363).  89  6: C h r i s t i i c h e  Liebe b e i den Herrnhutern  In s e i n e n ihren  "Gedanken Liber d i e H e r r n h u t e r "  FLihrer; " E r l e h r t e uns, Gott n i c h t nur zu glauben,  vornehmste i s t , l i e b e n " schen  ( L . 3, S. 689).  Glaubensbetrachtung  nung des S u b j e k t i v e n s e i n e s oben z i t i e r t e n tung,  s c h r e i b t L e s s i n g Liber  DaB L i e b e auch zum Kern d e r Z i n z e n d o r f -  gehbrt, geht,  wie b e i L e s s i n g , aus der Beto-  i n Religionsangelegenheiten Zinzendorf-Lobes  i n d i e s i e bei den Herrnhutern  hervor.  Reden, daB bloSes Wissen keinen  Lessing weist  mittels  a u f d i e A r t d e r L i e b e , auf d i e R i c h -  in erster Linie flieBt.  kennen w i r , da|3 es s i c h b e i dem s a c h s i s c h e n Grafen L i e b e des Menschen zu Gott h a n d e l t .  sondern was das  .  Deutlich er-  ' urn d i e  So b e t o n t e r i n d e r v i e r t e n der Londoner  Glauben macht - es gehort  S. 6 4 ) ; Glaube und L i e b e s i n d f u r den H e r r n h u t e r  L i e b e dazu ( Z . 6,  e i n s (Z. 6, Londoner Reden,  S. 8 3 ) , so daB s i c h wahrer Glaube a l s L i e b e bewahrt (Z. 6, D i s c u r s e Liber d i e Augsburgische zustrdmt Teutschen  C o n f e s s i o n , S. 186). Z i n z e n d o r f  l e h r t , daB d i e s e Liebe  (Z. 4, Gemeinreden, 2. Th., S. 349-50).  Jesus  Schon d e r V e r f a s s e r des  S o c r a t e s w e i s t auf d i e glaubende L i e b e und den l i e b e n d e n  Glaubenf  Salmo d e r Ertz-Magus.... s a g e t i n seinem L i e d e a l l e r L i e d e r , von d i e s e r F e s t i g k e i t . . . . s i e sey s t a r c k e r , denn der Tod, f e s t e r denn d i e H d l l e , i h r e G l u t sey f e u e r i g , und e i n e Flamine des H E r r n , daB auch v i e ! Wasser s i e n i c h t mdgen a u s l d s c h e n , und d i e Strbme s i e n i c h t e r s a u f f e n ; und b e s c h l i e B e t : wenn e i n e r a l l e s Gut i n seinem Hause dafu'r geben w o l t e , so gu'lte es a l l e s n i c h t s . Diese glaubende L i e b e , d i e s e r l i e b e n d e Glaube, muB e i n e n Zweck haben, d i e s e s Gesetz d e r F r e y h e i t muB einen Kbnig haben, der denjenigen gema'B i s t , d i e i h n erkennen s o l l e n . . . . ( Z . 1, S. 225).  Der  oben erwahnte Kbnig  s e l b s t d i e Liebe zu Gott Der  i s t Gott; und so i s t f u r Z i n z e n d o r f d i e R e l i g i o n ( Z . 4, Gemeinreden, 1. Th., S. 108).  U n t e r s c h i e d zwischen L e s s i n g s Glaubensbetrachtungen  und d e r  90  Z i n z e n d o r f s c h e n T h e o l o g i e geht h i e r d e u t l i c h d i e Liebe Gottes zum  hervor:  der H e r r n h u t e r b e t o n t  Menschen, d i e von einem jeden Glaubigen e r w i d e r t werden  mufi; bei L e s s i n g aber i s t es d i e P f l i c h t des E i n z e l n e n , d i e s e G o t t e s l i e b e nachzuahmen, s i e dem  Mitmenschen zu schenken.  Wie  erwartet, l e i t e t  e b e n f a l l s zu v e r s c h i e d e n e n I n t e r p r e t a t i o n e n der Werkethik:  dies  so s c h e i n t der  Grunder der Brudergemeinde d i e Oberzeugung der l u t h e r i s c h e n Theologen l e n , dai'3 gute Werke ohne Glauben Augsburgische  bedeutungslos  C o n f e s s i o n , S. 87-88).  An diesem  A h n l i c h k e i t e n , d i e w i r bei L e s s i n g und e i n Ende gefunden xisten"  (Z. 6,  D i s c u r s e liber d i e  Punkt s c h e i n e n d i e v i e l e n  Zinzendorf f e s t g e s t e l l t  haben,  zu haben; d i e gemeinsamen Wege der Gegner der  i n Glaubensangelegenheiten  liber d i e Werkethik, 1 i c h mit dem  sind  zu trennen.  s c h e i n e n s i c h h i e r , i n den  "Orthodo-  Betrachtungen  B e f a s s e n w i r uns doch zunachst a u s s c h l i e B -  Thema der c h r i s t l i c h e n  Liebe.  Es l a s s e n s i c h d i e e i g e n t l i c h e n  Zustande  oftmals l e i c h t e r  das Wesen der Gemeinde e r f a s s e n , a l s durch d i e Reden und S c h r i f t e n Grlinders. einer  H i e r s e i vor alJem  Was  u n t e r den  i s t n i c h t nur das a l l e m das Z i e l schaft.  durch  ihres  auf Bethlehem i n P e n n s y l v a n i e n a l s B e i s p i e l  'guten Z i n z e n d o r f s c h e n ' gewiesen  314-16).  zu t e i -  deutschen  (Z. 2, Reden aus America,  K o l o n i s t e n i n Amerika  inraige V e r h a l t n i s zwischen  e i n e r harmonischen,  Mensch und  2. Th.,  S.  die Vorherrschaft halt, G o t t , sondern  vor  auf Na'chstenliebe gegrlindeten G e s e l l -  In d i e s e r H i n s i c h t l a u t e t es, "o! der H e r r w o l l e b a l d a l l e Bogen  z e r b r e c h e n " (Z. 2, P e n n s y l v a n i s c h e N a c h r i c h t e n , S. 96).  Johann Adam  e i n e r der Flihrer der P e n n s y l v a n i s c h e n Gemeinschaft, f o r d e r t d i e brlider dazu  auf:  Gruber,  Glaubens-  91  R i c h t e t doch wieder auf d i e la'Bigen Hande und d i e mu'den Knie! E i n e s h e l f f e dem andern/ und komme ihm mit E h r e r b i e t u n g zuvor! Es mussen j a n i c h t eben groBe Schaaren seyn, sondern k l e i n e Hauss-Gemeinnen; d i e n a c h s t und g u t g e s i n n e t e Nachbarn d u r f f e n es j a nur auf den HErrn wagen; einen Versuch m i t e i n a n d e r thun, und i n r e d l i c h e r A b s i c h t und k i n d l i c h e r E i n f a l t s i c h b f f t e r s gesammtlich vor dem Thron der Gnade n i e d e r w e r f f e n ; i h r e Schuld und Abweichung bekennen; und neuen Muth i n GOtt f a s s e n ; i n g r l i n d l i c h e r O f f e n h e r z i g k e i t und Sanfftmuth m i t e i n a n d e r reden; und i h r e noch Librige schwache Funkl e i n i n r e d l i c h e r A u f f r i c h t i g k e i t vor Ihme d a r l e g e n / urn s i e durch s e i n e n G e i s t zu demjenigen Feuer so Er auf Erden gekommen anzuzunden, a n z u b l a s e n , . . (Z. 2, Johann Adam Grubers An- und A u f f o r d e r u n g , S. 173)":  Zuletzt  vernimmt man  dazu noch e i n e n durchaus  BemLihungen zu d i e s e r harmonischen c h r i s t l i c h e n Bekenntnis: "Wenn aber Jesu Knechts recht"  lehren  Kern  der Herrnhutergemeinde i n Amerika.  des  alien  Gesellschaft unterliegt  'Ihr Kinder l i e b t euch':  (Z. 2, P e n n s y l v a n i s c h e N a c h r i c h t e n , S.  hanriiis" gehdrt somit auch zum  L e s s i n g s c h e n K l a n g , denn  102-3).  praktischen  Das  das  so  ist's  "Testament J o -  Glaubensbekenntnisses  In der T a t s c h e i n t e s , a l s ob man  in die-  s e r k l e i n e n G e s e l l s c h a f t d i e p r a k t i s c h e Anwendung der i n L e s s i n g s "Testament J o h a n n i s " f o r m u l i e r t e n L i e b e s e t h i k gefunden h a t t e . Zinzendorfs S c h r i f t e n sind der N a c h s t e n l i e b e durchzogen.  zum  s e i b e n Grad von  S e i n e Mahnung im Teutschen  der Betonung S o c r a t e s an  den  Mitmenschen, C h r i s t u s zu f o l g e n , e n t s p r i c h t noch ganz der H a n d l u n g s a r t orthodoxen  l u t h e r i s c h e n Theologen:  Grundwahrheiten des  Glaube ( d . h. e i n bewuStes Bekennen der  C h r i s t e n t u m s , d i e das  V e r h a l t n i s Mensch-Gott b e t r e f f e n )  ist  der Kern  und  so e r s c h e i n t Z i n z e n d o r f s Mahnung l e d i g l i c h  dingung,  eines  der R e l i g i o n s b e t r a c h t u n g e n der FLihrer der E v a n g e l i s c h e n K i r c h e , a l s E r i n n e r u n g an d i e  d i e zur ewigen S e i i g k e i t v o r a u s g e s e t z t i s t .  Die Forderung  Beder Nach-  92  s t e n l i e b e e r h a l t e r s t durch Ausrufe wie lichen  sind  G e s c h l e c h t s " (Z. 4, Gemeinreden, 2. Th., S.  ganze menschliche S.  "Wir  106)  eint.  Geschlecht l i e b "  336)  und  ganzen mensch-  "Wir haben  das  (Z. 3, H o m i l i e n Liber d i e W u n d e n l i t a n e i ,  i h r e Form, d i e s i e mit dem  Wesen der P e n n s y l v a n i s c h e n  Der s a c h s i s c h e Graf hat d i e c h r i s t l i c h e  bezeichnet:  Freunde des  Gemeinde v e r -  R e l i g i o n a l s L i e b e zu Gott  i n demselben Sinn e r s c h e i n t f u r ihn Na'chstenliebe a l s wahrer  G o t t e s d i e n s t (Z. 5, Londoner P r e d i g t e n , I . Abth., S. 4 6 ) , der durch das spiel  Jesu am  Kreuz g e f o r d e r t w i r d (Z. 4, Gemeinreden, 2. Th., S.  Z i n z e n d o r f l e h r t , dap" man erkennt  36-37).  d i e wahren Jlinger Jesu an iihrer L i e b e fLir e i n a n d e r  (Z. 2, Reden aus America,  hang m i t dem  Bei-  2. Th,, S.  202), was  im gewissen  b e r e i t s erwahnten " J e s u s b l i c k " der G l a u b i g e n s t e n t .  ZusammenSo  Spie-  gel t s i c h der Glaube des E i n z e l n e n , der A n s i c h t des Grafen nach, n i c h t nur i n s e i n e r L i e b e zu C h r i s t u s w i d e r , sondern  e b e n f a l l s i n der N a c h s t e n l i e b e :  U t t e n d b r f e r b e t o n t , daS Glaube bei Z i n z e n d o r f L i e b e zu G o t t und  zum  Mitmen-  1fi3 schen  i s t ,die sich  fu'gt dazu, daB  sich  aus der L i e b e zu Jesus e n t w i c k e l t . d i e L i e b e Gottes  zu a l i e n  Kreaturen  P i e r r e Deghaye (wiederum der A n s i c h t  des Grafen nach) i n denen m a n i f e s t i e r t , d i e Gott v e r e h r e n und in  daB  sie sich  der Na'chstenliebe w i d e r s p i e g e l t . Die Betonung, d i e s i e durch Z i n z e n d o r f e r h a l t , fLihrt zu erimer  Definition  von M e n s c h l i c h k e i t , d i e der L e s s i n g s c h e n bedeutend nahe kommt:  menschlich  s e i n , so l e h r t  leid  auch'der  ;  Grlinder der Brudergemeinde, h e i B t M i t -  haben (Z. 5, Londoner P r e d i g t e n , V. Abth., S.  164-65) - e i n m i t l e i d i g e s  Herz zu b e s i t z e n , wie Nathan i n s e i n e r Aufnahme der Recha es z e i g t , was e i g e n t l i c h e Bedeutung des B e g r i f f s  "Menschlichkeit" hervorhebt.  N a c h s t e n l i e b e t r a n s z e n d i e r t a l l e Grenzen, d i e von Glaubens g e s e t z t werden - s i e f l i e B t den Recha und Saladin  dem  Tempelherrn,  entgegen und  dem  Nathans  der V e r s c h i e d e n h e i t des  Reprasentanten bleibt  die  des  Christentums,  mohammedanischen S u l t a n  auch n i c h t f e r n ; d i e F r e u n d s c h a f t , d i e e r m i t  ihm  schlieBt,  dauert  93  fort.  Z i n z e n d o r f b e t o n t e b e n f a l l s , daB d i e V e r s c h i e d e n h e i t des Glaubens der  wahren Menschenliebe  keine Grenzen s e t z e n d a r f :  "Wenn w i r w o l l e n  Gottes-Leute  s e i n , so mu'ssen w i r notwendig menschen-freunde s e i n , indep'endemment von i h r e r e r k e n n t n i s , e i n s i c h t und v e r s t a n d an d e r S c h r i f t " IV. Abth.,  S. 9 1 ) . E i n Menschenfreund z e i g t  deren W i c h t i g k e i t i n d e r P e n n s y l v a n i s c h e n  (Z. 5, Londoner P r e d i g t e n ,  zudem e i n e bestimmte O f f e n h e i t ,  Gemeinde zum V o r s c h e i n  kommt:  " e n t d e c k t und e n t l e h r t euer H e r t z gegen e i n a n d e r grunfcllich", ermahnt Johann Mam  Gruber  i n s e i n e r An- und A u f f o r d e r u n q  (Z. 2, S. 183-84); S h n l i c h e s  w i d e r h o l t Z i n z e n d o r f s e l b s t im 19. Pis cur's Liber die. A u g s b u r g i s c h e : C o n f e s s i o n : "...aber  ganz s o i l  mans doch n i c h t l a s s e n abkommen, daB d i e Leute  sagen, wie es urns Herz a u s s i e h e t . r i c h t i g e und gerade  einander  Denn es i s t d e r e i n i g e Weg, wie man a u f -  Leute bekommt" ( Z . 6, S. 314). E i n e harmonische mensch-  l i c h e K o e x i s t e n z f o r d e r t auch b e i L e s s i n g e i n hohes MaB an O f f e n h e i t ; wiederum l i e f e r t s e i n groBes Lehrdrama e i n B e i s p i e l , diesmal herrn:  aus dem Mund des Tempel-  "Hbrt mich, Nathan!/ Ich b i n des L a i e n b r u d e r s Tempelherr,/  verklagt soil  haben...'.' (V/5, V. 221-23).  zwischenmenschlichen  Der Euch  O f f e n h e i t fLihrt zu einem  tiefen  V e r t r a u e n , das der g e s e ! 1 s c h a f t l i c h e n Harmonie Dauer  verleiht. Wahrend L e s s i n g d i e Na'chstenliebe a l s a l l g e m e i n b e t r a c h t e t , knu'pft der FLihrer d e r H e r r n h u t e r s i e an d i e L i e b e zu G o t t - e r s t nachdem man den  rechten Glauben gefunden h a t , vermag man e s , den Mitmenschen  nu'tzig zu l i e b e n ;  "man fu'hlt B l u t s f r e u n d s c h a f t m i t seinem  man den Herrn annimmt" (Z. 2, Reden aus America, WSrten:  "durch  Ihn l i e b e n , l i e b e n s i c h a l l e  hannes zu f o l g e n "  und  Nachbaren, wenn  2. Th., S. 173), mt  anderen  Menschen, urn dem A u f r u f des J o -  ( Z . 5, Londoner P r e d i g t e n , Anhaogsreden, S. 457).  z e n d o r f g i b t h i e r m i t zu erkennen, derchen  uneigen-  Zin-  daB das Testament des Johannes - " i h r K i n -  l i e b e t euch" - aus der Liebe des JLingers zu C h r i s t u s entsprungen i s t ,  u n t e r s t r e i c h t w e i t e r h i n , daB f u r Z i n z e n d o r f Na'chstenliebe n i c h t ohne L i e b e  94  zu G o t t und der  deshalb  im Namen Jesu h a n d e l t , womit h i e r  der s e i n e n Nachsten was  n i c h t ohne Glauben bestehen  ganz der  der i s t f l i r uns"  im a l l g e m e i n e n  l i e b t , Glauben an G o t t auf  Lessingschen  I n t e r p r e t a t i o n des  e n t s p r i c h t (L. 8, S.  an G o t t , w e i l e r damit Gottes zu f a h i g s i n d , einander  kann.  19)  gesagt  i s t , derjenige,  (Z. 3, Z e i s t e r Reden, S.  Spruches "Wer  - wer  Willen tut.  F o l g l i c h w e i s t jemand,  den  b r u d e r l i c h zu l i e b e n ?  n i c h t wider uns i s t ,  Nachsten l i e b t , der  Bedeutet  das, daB  Flir Z i n z e n d o r f  konstituiert s i c h auf  UnterbewuBtsein e i n e s Menschen beschranken kann; i n diesem S i n n b i e t e t Zinzendorf die Mdglichkeit eines n i c h t - c h r i s t l i c h e n  unwissend umfangen kann Nach den liebe  (Z, 3, H o m i l i e n  Ansichten  des  i h r e n Hdhepunkt i n der F e i n d e s l i e b e .  kennt, i s t l e i c h t h i n L e s s i n g s und  zu erwarten,  V o l k e s , das  Liber d i e W u n d e n l i t a n e i ,  Nathan-Pichters DaB  Liber das  groBten  gleichartigen  S.  278).  Z i n z e n d o r f auch d i e s  aner-  Thema der c h r i s t l i c h e n  Liebe ver-  Konsequenz i h r e s , den  l u t h e r i s c h e n Theologen betonen beide d i e W i c h t i g k e i t d i e s e s p r a k t i s c h e n  As-  pekts  dem  Christentums  Denkens, h e r v o r t r e t e n ,  die  Im Gegensatz zu  des  Teil,  sich  e r r e i c h t d i e Nachsten-  e i n e n , l a s s e n auch d i e s e n l e t z t e n S c h r i t t a l s u n v e r m e i d l i c h e zum  das  Jesus  denn d i e z a h l r e i c h e n A n n ! i c h k e i t e n ,  Zinzendorfs Ansichten  glaubt  nur C h r i s t e n da-  Glauben n i c h t nur etwas BewuBtes, sondern e b e n f a l l s etwas, was  fur  96),  w e i t mehr, was  a b s t r a k t e n Glauben der e v a n g e l i s c h e n l e b t e n , d e n L e s s i n g und gleichartigen  wiederum den  Unterschied  K i r c h e i h r e r Z e i t und  Zinzendorf f o r d e r n , hervorhebt.  Denken d i e Redef  aber  dem  zwischen  akt-iven, be-  H i e r i s t von  einem  n i c h t , w e i l d i e s e Gegner der Theologen  die  Feindesliebe als Teil  als  e i n e s derVMauptmerkmale der R e l i g i o n - sondern w e i l s i e d i e s e fundamen-  t a l den  Lehre  des  Christentums  evangelischen  gestalten.  Das  i h r e s Glaubens anerkennen - s i e g a i t vom  aus  dem  Reich des  Theoretischen  Theologen g e h b r t e ) hdnausrucken und  g l e i c h a r t i g e Denken entspra'che  g l e i c h a r t i g e n Handeln.  somit  ( i n das  Anbeginn  s i e bei  s i e zu e i n e r p r a k t i s c h e n im Sinne  des Wortes einem  In d i e s e r H i n s i c h t g e s t e h t der H e r r n h u t e r ,  daB  er j e -  95  manden, der s e i n e Gegrie'e haBt, meidet (Z. 3, Z e i s t e r Reden, S. das  eigentliche  gehbrt man  Zeugnis  (Z. 3, H o m i l i e n  soli  dem  liber d i e Wundenl i t a n e i , S.  Das  uns  l i e b t und  Beispiel  zum  T r o s t wird  Jesu am  (Z. 6,  s i o n , worin  daB  Z i n z e n d o r f s Gebot,  k l e i n e n Spruch S.  "daB 174)  das be-  Kreuz l e h r t e i n e n g l a u b i g e n C h r i s t e n (wie d i e e i n Kind Gottes w i r k l i c h a l i e n Men-  Londoner Reden, S.  7. Werkethik bei Z i n z e n d o r f und Im L i c h t e des  340). den  und  d i e s e Liebe. Feinden  haBt" (Z. 4, Gemeinreden, 2. Th.,  Sara Sampson) d i e F e i n d e s l i e b e , durch schen  i s t , daB  F e i n d S e l i g k e i t wlinschen, w i r d durch  Herz umfaBt, was kraftigt.  e i n e r wahren L i e b e das  155)  Lessing:  dritten  38).  ein Vergleich  D i s k u r s e s liber d i e Augsburgische  Confes-  der Grlinder der Brudergemeinde b e s t a t i g t , d a B ' a l l e guten Werke  ohne Glauben n u t z l o s s i n d  (Z. 6, S. 87-88), e r s c h e i n t es a l s f r a g l i c h ,  es u'berhaupt e i n e Werkethik bei Z i n z e n d o r f geben kann; dazu w i r k t der s i s c h e . G r a f o f t a l s K r i t i k e r der neu t i g u n g durch  gute Taten  auftauchenden  ob sach-  Werkethik ( d i e R e c h t f e r -  v o r a u s s e t z t ) , der Tugend ohne Gott a l s S e i b s i g e r e c h -  t i g k e i t b e t r a c h t e t (Z. 3, H o m i l i e n  liber d i e W u n d e n l i t a n e i ,  S. 28-30).  Wir  haben j e d o c h auf d i e weitgehende Betonung der N a c h s t e n l i e b e gewiesen, d a r a u f , daB  e i n gla'ubiger C h r i s t auch e i n l i e b e n d e r i s t .  lich  zu guten  schen  Werken fu'hren muB,  G e s e l l s c h a f t - wie  der F a l l .  d l i r f t e n d i e s e i n das  Z i n z e n d o r f mahnt s e i n e Anhanger, daB  weisen a l s empfangen s o l l e n Flihrer der H e r r n h u t e r  zu tun weiB, und ein  anderer"  daS  (Z. 6, E i n i g e Reden des  gent so w e i t , daB  tue es n i c h t  ...  und  sie alle  230),  offensicht-  Geflige e i n e r harmoni-  der Brudergemeinde - passen:  d e l n mu'ssen (Z. 4, Gemeinreden, 1. Th., S.  Der  Da N a c h s t e n l i e b e  das  i s t i n der T a t  Zeit brliderlich  han-  s i e l i e b e r Wohltaten Ordinarii  er b e s t a t i g t :  Fratrum,  er-  S.  "Wenn i c h was  145). Gutes  so b i n i c h w e i t mehr i n der S c h u l d a l s  (Z. 2, Reden aus America,  2. Th.,  S.  101).  Herrnhut  muB  eine  96  harmonische  Gemeinde b l e i b e n ; (consequent s o l l e n d i e BrLider "nach  e r s t e n Gemeinde e i n a n d e r a l l e s  zu L i e b e tun i n der F r e i h e i t , was  1 i c h i s t , j a Liber Vermdgen s o l l e n s i e s e l b s t w i l l i g Menschen s o l l e n s i e t u n , wie  s i e gegen. s i c h  dazu  womit gesagt i s t ,  daB  nur  mog-  sein, alien  anderen  s e l b s t gern g e h a n d e l t sa'hen."165  Fur Z i n z e n d o r f f o r d e r t der c h r i s t i i c h e S i n n den zu d i e n e n , damit anderen  A r t der  Glaubigen auf  g e h o l f e n i s t (Z. 4, Gemeinreden, 2. Th., S.  sich die Religion  13),  durch gute Taten m a n i f e s t i e r t  (Z. 4,  Gemeinreden, 1. Th., S. 206), was. wiederum an das"Testament J o h a n n i s " e r i n n e r t . Auffallig  e r s c h e i n t h i e r d i e enge Verbindung  l i c h e n Glauben:  der Werkethik  m i t dem  Christ-  nach den A n s i c h t e n des Grafen aermag es a u s s c h l i e B l i c h j e -  mand, der e i n e n f e s t e n c h r i s t l i c h e n  Glauben  e r h a l t e n h a t , gute Taten zu  voll-  b r i n g e n , d. h. T a t e n , d i e auf u n e i g e n n u t z i g e L i e b e zuruckzufLihren s i n d . der Glaube e r m d g l i c h t gute Taten: Werke.  z u e r s t muB  e r e r s c h e i n e n - dann f o l g e n d i e  Nach Z i n z e n d o r f s A u f f a s s u n g / d e r R e l i g i o n ' 1 i e g t r e s auBerhalb der Fa1  h i g k e i t der^ U n g l a u b i g e n , selbs'tlos gut zu handeln, , denn Glaube spiriert  d i e Herzen  Gutes  zu tun und  C o n f e s s i o n , S. 19).  Werke, d i e auf uneigennLitziger L i e b e begrundet der Recha), zum.Zeichen des Glaubens.  sind  :  h e r v o r (Z. 3,  dem  b i b l ischen  e i n g u t e r Baum kann keine argen FrLichte h e r v o r b r i n g e n  Liber d i e Augsburgi sche C o n f e s s i o n , S. 213),  S.  F o l g l i c h werden  E i n g l a u b i g e r Mensch l i e b t ; e i n l i e b e n -  Reden, S. 112-13); Z i n z e n d o r f d r u c k t d i e s :a:uch.mi t  bdser Taten Unglauben  Zeister Vergleich  (Z. 6,  Per G r a f l e h r t , daB  e i n e v a n g e l i s c h e s Mlissen, e i n ' B e d l i r f n i s  gegen bezeugt e i n Ausbruch  i n ihnen  (wie Nathans Aufnahme  der Mensch i s t gut und e i n g u t e r Mensch b r i n g t Gutes  tun f l i r den Bekehrten  allein in-  e n t z u n d e t wahre N a c h s t e n ! i e b e  (Z. 6, D i s b u r s e Liber d i e Augsburgische  aus:  Nur  Piscurse  gute Werke  ist;^6  (Z. 1, B e r l i n i s c h e  n  -j _ n  Reden,.  29). Purch d i e L i e b e C h r i s t i ,  in ein weit p o s i t i v e r e s  l e h r t Z i n z e n d o r f , w i r d der Mitmensch  Li c h t g e s t e l l t  - man  g l a u b t s t e t s das Beste von  ihm  97  und d i e s e Haltung v e r l e i t e t  zu dementsprechenden  Handlungen:  " a l l e gute Werke  und T r i e b e w i r k t d i e muntre J e s u s - L i e b e " (Z. 2, Reden aus America, 1. Th., S.  122).  Gutes  Wie  der Glaube, Z i n z e n d o r f s A n s i c h t nach, i s t auch d i e F a h i g k e i t  zu tun e i n e Gabe Gottes (Z. 3, Z e i s t e r Reden, S. 5 3 ) , d i e nach der Be-  kehrung und nach der Vergebung  der Slinden e r t e i l t wird (Z. 1, Sonderbare  s p r a c h e , S. 85; Z. 5, Londoner P r e d i g t e n , I. Abth., S. 145). Worte e i n e s K i r c h e n f u h r e r s s i n d , b e r e i t e t wohl wenig  Ge-  DaS d i e s d i e  E r s t a u n e n ; wie groB da-  gegen d i e Oberraschung, wenn s i e auch i n den S c h r i f t e n des Wolfenbu'ttler Bibl iothekars Widerhall  fanden.  NatLirl i c h  d a r f man  kaum erwarten, daB  L e s s i n g so d i r e k t wie Z i n z e n d o r f Liber Beziehung zwischen Glauben und  sich  Wer-  ken a u s d r l i c k t ; da f l i r aber g i b t es zumindest e i n e n i n d i r e k t e n Hinweis, daB e r auch d i e A n s i c h t e n des s a c h s i s c h e n Grafen t e i l t , und d i e s e n f i n d e n w i r i n der S a r a Sampson, am Ende des T r a u e r s p i e l s . vor  dem  Teil  Racheakt der Marwood Reue f i i r  i h r Vergehen  i h r e r Unterredung m i t der F e i n d i n :  f l i r Reue, was Mein  f l i r G e w i s s e n s b i s s e , was  Irrtum, sag  1  Hinweis  DaS Sara schon  s p l i h r t , bezeugt der  letzte  "Ach Lady, wenn s i e es wLiSten, was  f u r Angst mich mein I r r t u m g e k o s t e t !  i c h , denn warum s o i l  i c h l a n g e r ,so grausam gegen mich  sein,  und  ihn a l s e i n Verbrechen b e t r a c h t e n ?  ein  s o l c h e s anzusehen; e r nimmt d i e S t r a f e von m i r , und schenkt mir e i n e n Va-  ter  wieder" ( L . 2, IV/8, S. 83).  nach Vergebung alten  B e k e n n t n i s der S c h u l d , Reue und Verlangen  e r r e i c h e n e r s t bei der s t e r b e n d e n Sara i h r v o i l e s MaB.  Diener Waitwell beschwort s i e :  mein V a t e r v e r s o h n t i s t , h i n z u , daB der ewige  Wiederhole es m i r , und  himmlische V a t e r n i c h t grausamer  l e b h a f t e s t e n Empfindungen  Den  "Wiederhole es m i r , und flige h i n z u ,  und mir vergeben hat.  wahr, i c h kann h i e r a u f s t e r b e n ?  S. 94).  Der Himmel s e l b s t h b r t a u f , ihn a l s  Sag  ihm  s e i n kbnne.  S i r William  , daB  daB  fLige  - Nicht  i c h i n den  der Reue, D a n k b a r k e i t und L i e b e gestorben s e i " (V/8,  A l s s i e d i e Nahe i h r e s V a t e r s s p l i h r t , l a u t e t es:  Oder i s t es e i n e e r q u i c k e n d e E r s c h e i n u n g , vom  "Er i s t es  doch?  Himmel gesandt, g l e i c h einem  En-  98 g e l , der den S t a r k e n zu s t a r k e n kam?  - Segne mich, wer du auch s e i s t , e i n  Bote des Hdchsten, i n der G e s t a l t meines V a t e r s , oder s e l b s t mein V a t e r " (V/9, S. 95).  Nochmals  f l i h l t Sara Reue fu'r i h r Vergehen:  "Doch  lange Tage, e i n nochmaliges Leben wLirde e r f o r d e r t , a l l e s  nicht  Augenblicke,  zu sagen, was  eine  s c h u l d i g e , e i n e reuende, e i n e g e s t r a f t e T o c h t e r , einem b e l e i d i g t e n , einem groBmlitigen, einem z a r t l i c h e n Vater sagen kann. (V/9, S. 95).  Mein F e h l e r , Ihre Vergebung  Doch der a l t e Sampson s c h n e i d e t  --"  i h r h i e r das Wort ab, denn  sein  "Gott segne d i c h , meine T o c h t e r ! " , das schon kurz nach s e i n e r Ankunft g e f a l l e n war  (V/9, S. 95), e r s c h e i n t a l s s y m b o l i s c h e s Z e i c h e n f u r d i e Vergebung. S i c h e r l i c h war s i c h Sara schon vor dem  E r s c h e i n e n des von der  Marwood g e s c h r i e b e n e n Z e t t e l s bewuBt, daB i h r e N e b e n b u h l e r i n im engen Zusammenhang mit ihrem nahen Tod s t a n d , doch i h r e gute T a t , d i e Absage an welche Rache, das das Z e r r e i B e n des Z e t t e l s dem  irgend-  h e r v o r h e b t , g e s c h i e h t e r s t nach-  s i e i h r e v o i l e Reue empfunden hat und i h r e S c h u l d bekannt h a t , nachdem  s i e urn Vergebung b i t t e t  und nachdem i h r d e r V a t e r - und wohl  auch G o t t , denn  d a r a u f w e i s t das "Gott segne d i c h , meine T o c h t e r " - vergeben hat. Sara "Sampson s e t z t L e s s i n g e i n d r a m a t i s i e r t e s B e i s p i e l Form der Werkethik:  zu einem gewissen Grad t e i l t  der Z i n z e n d o r f s c h e n  e r d i e A n s i c h t e n des Gra-  f e n , daB e r s t nach der Vergebung der Slinde gute Handlungen womit gesagt i s t ,  daB der E i n z e l n e e r s t  Bekehrung dazu f a h i g  G o t t e s h e r v o r b r i n g t ; der K r i t i k e r  angesehen  H e i n r i c h Bornkamm s i e h t der Sara noch vor a l l e m d i e Betonung des vergebenden  bemerkt zudem m i t Recht, daB L e s s i n g damit  e i n e D r a m a t i s i e r u n g der f l i n f t e n B i t t e des V a t e r u n s e r s e r r e i c h t . ^ 7 blicken  somit bei L e s s i n g e i n e Annaherung  Werkethik:  werden,  nach der Vergebung der Slinde, nach der  i s t , Gutes zu t u n .  e i n e n h e r r n h u t i s c h e n Zug v e r l i e h e n , was  Mit der  w i r er-  an Z i n z e n d o r f s I n t e r p r e t a t i o n der  Z i n z e n d o r f s Werkethik i s t - im a l l g e m e i n e n  - auch d i e des D i c h t e r s .  99  8.  Zusammenfassung:  wesentliche  Unterschiede  Der wahre c h r i s t l i c h e s i c h durch  gute T a t e n .  Zinzendorf  kommen.  Dies s i n d E i n s i c h t e n , zu denen b e i d e , L e s s i n g  Schon d i e Herabsetzung der B i b e l  minente S t e i l u n g und Weg  d i e erneute  zu d i e s e n E r g e b n i s s e n  sachsischen  Grafen  an; e r s p r i c h t das  Glaube i s t L i e b e ; d i e R e l i g i o n m a n i f e s t i e r t  auf e i n e minder  f l i r den  V e r f a s s e r des  Gemiit des  E i n z e l n e n an und  hbrt auf, l e d i g l i c h  l u t h e r i s c h e n Theologen zu s e i n . Worten  H e r z e n s l a u t e r k e i t und  G o t t e s f u r c h t , i n re.inster Tugend und  Neu  empfiddsame Herz des  betont werden das  Wesen der R e l i g i o n e n t s p r i c h t .  Nachsten.  Vernunft,  das  hullen,  Aus  der  der Mensch m i t t e l s des  deren Worten, was  Individuum n i c h t v e r s t e h e n  nach L e s s i n g und  r a t i o n a l e n B e r e i c h entru'ckt.  Obwohl L e s s i n g s  und  Zinzendorfs  6  8  dem  Gegner  Menschen zu GQtt  und  d i e UnermeBent-  oftmals  Intellekts  kann, das muB  der S p i t z e der Bewegung gegen d i e V e r a b s o l u t i e r u n g  e i n e gewisse "Gefangennehmung der V e r n u n f t  1  n i c h t zu  Z i n z e n d o r f das Herz kbnnen; m i t  n a t l i r l i c h auch Z i n z e n d o r f , d e r , wie  R e l i g i o n dem  e i n Leben, das  Geheimnisse der R e l i g i o n zu  muB  die  "in innerster  e i n e r e i n o b j e k t i v e Verfahrensweise  was  des  l i e g t es auBerhalb der K r a f t der  e r r e i c h e n vermag, das das  und  Objekt  Na'chstenliebe."  Glaubens zu e r f o r s c h e n und  zu e r f a s s e n - d. h. a l l e  e i n e r s u b j e k t i v e n weichen:  Glaubigen  auf d i e L i e b e des  Zinzendorf  e i g e n t l i c h e Wesen des  diesem Grund muB  L e s s i n g - und  den  Die R e l i g i o n  Urn d i e s zu e r r e i c h e n , weisen beide  "Orthodoxisten"  Nach L e s s i n g und  1 i c h k e i t Gottes  Nathan und  den  nimmt der c h r i s t l i c h e Glaube e i n e p e r s o n l i c h e r e G e s t a l t  m a n i f e s t i e r t s i c h bei L e s s i n g , i n F r i e d r i c h A. Bergers  dem  pro-  Betonung der mundlichen T r a d i t i o n h a t t e  gebahnt:  n i c h t i g e n P h i l o s o p h i e r e n s der  der Verfahrensweise  und  glauben.  schon erwahnt (S. 69), der V e r n u n f t  an  s t e h t - hat  Konsequent f o r d e r t L e s s i n g  u n t e r den Form der  a u B e r l i c h d i e s e l b e i s t , e r b l i c k e n wir h i e r s u b t i l e  es  an-  Gehorsam des  Glaubens".  subjektiven Religion  Unterschiede  in ihren  An-  100  sichten.  Da(3 L e s s i n g d i e 'neue' Werkethik ohne w e i t e r e s a k z e p t i e r t , i s t n i c h t  zu b e s t r e i t e n  - Glaube und L i e b e s i n d  f l i r i h n eins, und gute Taten erweisen  s i c h a l s M a n i f e s t a t i o n der c h r i s t l i c h e n jeden Glaubigen.  L i e b e ; s i e werden zur P f l i c h t  Bei Z i n z e n d o r f sehen w i r aber d i e w e i t grbBere Betonung  Glaubens, der Oberzeugung Lehren der Mehrzahl  von der Wahrheit der R e l i g i o n an s i c h , was  der l u t h e r i s c h e n . G e n s t l i c h e n e r i n n e r t :  Liberzeugt, daB Werke ohne Glauben n i c h t s Aussage, wie schon erwa'hnt, U n t e r s c h i e d zwischen dem ist  Kirchenflihrer herrscht:  z a h l e n , obwohl man  anders i n t e r p r e t i e r e n muB.  N a t h a n - D i c h t e r und dem  gerade d e r , der zwischen einem  wahrend L e s s i n g s i c h  das aus s e i n e r P o s i t i o n a l s Oberhaupt  bei ihm  diese  Der e r s t e maBgebende  Grunder der  Brudergemeinde  ganz m i t den  einem  theoretischen  s i c h der G r a f s t e t s dem  As-  Praktischen,  L e h r e r s e i n e r Anhanger e n t s p r i n g t ,  u. a, - n i c h t Liberschatten; m i t anderen  Wor-  f u r Z i n z e n d o r f i s t i n e r s t e r L i n i e der r e i n e Glaube w i c h t i g ; e r s t dann  f o l g e n d i e guten T a t e n , d i e e r h e r v o r b r i n g t .  Der Graf f i i r c h t e t  der Werkethik, wie s i e im Papsttum der R e n a i s s a n c e v o r f i e l e n nachl'a'ssigung der fundamentalen Wie  an d i e  Bei ihm d a r f en'ne neue Werkethik d i e Grundlehren des Christentums -  O p f e r t o d und A u f e r s t e h u n g C h r i s t i ten:  und  des  auch e r i s t davon  r e i n e n K r i t i k e r der Theologen und  pekten des Ghristentums b e f a s s e n kann, muB  widmen.  eines  Luther s i e h t auch e r s i c h  MiBbr'a'uche  und d i e d i e Ver-  christlichen  G l a u b e n s l e h r e n zu Folge h a t t e n ,  gezwungen, den  i n t e l l e k t u e l l e n Akt des Glau-  bens hervorzuheben, damit e i n e w e i t e r e O b e r s c h a t t u n g der Grundwahrheiten  der  R e l i g i o n v e r h i n d e r t w i r d , damit i h r f u n d a m e n t a l e r C h a r a k t e r - der Glaube an Jesus C h r i s t u s - immer im Vordergrund b l e i b t . s i n g , dem  V i e ! v o r s i c h t i g e r a l s Les-  d i e Verantwortung e i n e s L e h r e r s n i c h t z u f a ' l l t , s u c h t auch Z i n z e n -  d o r f e i n e neue F u n k t i o n der Werkethik mbglich an das, was  die lutherischen  zu entdecken, e i n e , d i e so eng G e i s t l i c h e n mit dem  wie  Wort "Glauben"  be-  z e i c h n e n , gebunden i s t . Der zweite U n t e r s c h i e d  zwischen L e s s i n g und Z i n z e n d o r f geht aus  101  dem  e i g e n t l i c h e n Wesen der  c h r i s t l i c h e n L i e b e h e r v o r , i n s b e s o n d e r e , aus  Richtung, in die s i e f l i e B e n s o i l . d i e bei den seinen  Dichter  s t e n l i e b e - man  und  erinnere  chen Juden, usw. gesel1schaftlichen  s i c h an Sara Sampson, an  Funktion Lessings  und  Zinzendorfs  d i e S i t u a t i o n i n diesem F a l l e zu s e h r , lutherischen  sprochen w i r d .  Tempelherrn, an den r e i -  w e i s e n , aber das  subjektiven  F u n k t i o n der  i n einem s p a t e r e n K a p i t e l  die  Oberein-  Glaubens  Religion  der  ver-  Diese A n d e r s a r t i g k e i t ,  Theologen i n e i n e r vollkommenen  i h r e Konzeption der e i g e n t l i c h e n  l i c h e n G e s e l l s c h a f t gebunden, was  den  in  Nach-  h i e r zuru'ck auf d i e U n t e r s c h i e d e i n  stimmung i n i h r e n Betrachtungen Liber d i e Form des an  Gott,  dramatischen Werken vorwiegend B e i s p i e l e der  Wiederum konnte man  d i e beiden Gegner der  i s t eng  d i e L i e b e zu  H e r r n h u t e r n d i e hbchste S t e i l u n g einnimmt, l o b t , e r b l i c k e n w i r  theologischen  einfachte  Obwohl der  der  trennt,  i n der  ausfuhrlicher  menschbe-  102  V Weg 1. E i n l e i t u n g : An son! ichen  zum  d i e R o l l e der  Glaubens bei  Kirchenva'ter  Lessing  Glaube e n t f a l t e n .  schenken wir  i n diesem K a p i t e l  Zinzendorf h i n s i c h t l i c h dieses e r b l i c k e n werden, s i n d z u e r s t diese  und  die g o t t l i c h e  personlicher  auf  Glauben  d i e s e r S t e l l e bestehen keine Z w e i f e l ,  es, Oberzeugung an  vater  personlichen  Gegner der  Wahrheit zu f i n d e n ; Entfaltung  Glaubens - der  Christi", den  der  denen Gemeinden standen noch i n der  vater, die  ihn  S c h r i f t e n des  Lehre, d i e der  Erloser  711-12).  So  Kirchen-  verkdrperte  Dogma f r e i e n , denn d i e  verschie-  u n m i t t e l b a r e n z e i t ! i c h e n Nahe der  Glaubigen vom  Objekt s e i n e s  Wolfenblittler Bibliothekar J a h r e des  Christentums  d i e eigenen Betrachtungen Liber d i e R e l i g i o n  und,  z  u  r  nahe,  Glaubens.  (L. 8,  KirchenS.  Grundbasis  nach Arno S c h i l s o n s  Kirchenlehre.  welt-  Apostel  d i e S c h r i f t e n der  Zeit intensiv besch'aftigten,^9  MaBstab e i n e r orthodoxen  einer  ursprlingl ichen  keine z e i t ! i c h e K l u f t den  Breslauer  Kirchen-  ke'nn-  Jahrhunderte hinzugefiigten  (L. 7, S.  325  EinfluB  fru'hen  Wirken der  ersten  und  d i e zu  ursprungliche  i n der  zum  E i n f l u B der  Noch l a g das  insbesondere d i e der  pretation,  Lessing  christlichen Religion  eigentlichen  im Laufe der  frlihe c h r i s t i i c h e Glaube einen vom  Deshalb wurden f u r den  der  T e r t u l l i a n flihren.  Forschen i n den  "christlichen Religion"  Christi.  bei  " O r t h o d o x i s t e n " im a l l g e m e i n e n f a l l i g ,  dogmen - der  noch t r e n n t e  wir  e i n i g e Bemerkungen Liber den  h a t t e - von  lichen Existenz  Da  d i e s e r Bemlihungen i s t d i e Trennung des  "Religion  vermag  Aspekts e i n e n splirbaren T e r t u l 1 i a n i s c h e n  hinterlassen  der  Ein jeder  bei jedem kann s i c h e i n  unsere Aufmerksamkeit.  s i c h durch e i n i n t e n s i v e s Ziel  per-  bedeutet aber E n t w i c k l u n g und  L e s s i n g s Suche nach Wahrheit i n der  C h r i s t e n t u m s ; das  d i e A r t des  Zinzendorf a n b e t r i f f t .  d e t a i 11 i e r t e r e n A u s e i n a n d e r s e t z u n g mit  zeichnet  was  373), fur  Inter-  103  So  beruft sich  L e s s i n g z. B. auf A u g u s t i n u s ,  urn d i e von  den  FLihrern der Evangel i s c h e n K i r c h e v e r n a c l i l a s s i g t e W i c h t i g k e i t der mundlichen T r a d i t i o n hervorzuheben von Hieronymus aus. Jonannis",  das, wie  (L. 7, S. 689-90).  GewiB b e z i e h t man  L i e b e gehbrt.  logen mit Hieronymus, h i n s i c h t l i c h d i e s noch aus  dem  Goezen", worin  sich hier  schon erwa'hnt, zu dem  Liber d i e c h r i s t l i c h e  Erin noch g r b B e r e r  Fundament von  der  (L. 8, S.  In dem  Thema der c h r i s t l i c h e n  Formulierung  307).  von  der TheoLiber-  Liebe verschiedene  "Anti-  Male  der V e r f a s s e r des Nathan u n m i t t e l -  L e s s i n g s T o l e r a n z b e g r i f f - doch n i c h t durch p h i l o s o -  kungsvoller erscheint. Gedanken der E r z i e h u n g  i n den  Kritikers  Ebenso bedeutend e r s c h e i n t d i e s e r K i r c h e n v a t e r i n  g e f a h r l i c h e r S c h r i f t e n des  Christentums  Ansichten  letzten vollendeten  p h i s c h e oder t h e o l o g i s c h e Argumentation, sondern durch setzung  Lessings  "Testament  d i e s e s Aspektes der R e l i g i o n , geht  b e r u h r t , d i e n t Hieronymus a l s V o r b i l d , dem bar f o l g t  auf das  Die Verbundenhei t des  S t r e i t mit Goeze h e r v o r .  L e s s i n g das  zunachst  E i n f l u B geht  Origenes  SchlieBlich  (L. 8, S.  Werken der meisten  238), was  d i e Oberdurchaus w i r -  hat der W o l f e n b u t t l e r B i b l i o t h e k a r den  des Menschengeschlechts bei den  aufgegriffen.  Beispiel:  S c h r e i b e r n des  Nach Heinz Bluhm e r s c h e i n t der  Kirchenvater:  171  Reuter  frlihen  Erziehungsgedanke  weist in dieser Hinsicht  172 a u f d i e S c h r i f t e n des Klemens von Gnosis  Irenaus  Alexandrien,  sich  "Erziehung  des  Glaubens  zur  Menschenge-  1 7 4  "das  i s t d i e Lehre  Londoner P r e d i g t e n , I I I . Abth,, S. Libernommenen Lehren  des  G e i s t e s " , womit gesagt  mutter der G l a u b i g e n ,  des  des  Z i n z e n d o r f e b e n f a l l s auf d i e K i r c h e n v a t e r b e r u f t , z e i -  u. a. Bemerkungen wie  ligen  OelmLiller zudem noch auf d i e  ( d i e e i n e prominente S t e i l u n g i n L e s s i n g s  DaB  Grafen  Willi  der auf d i e W e i t e r e n t w i c k l u n g  1 7 3  s c h l e c h t s " einnimmt) w e i s t .  gen  und  356).  i s t d i e vom  der G e i s t Gottes  nach der Himmelfahrt  5,  E i n e der w i c h t i g s t e n der von  Urchristentums  i s t , daB  der e r s t e n seculorum" (Z.  Christi,  dem  "Mutteramt des  Hei-  d i e R o l l e der P f l e g e -  Libernommen hat.  Ein  wei-  104  t e r e s Kennzeichen der Z i n z e n d o r f s c h e n  Theologie  i s t b e k a n n t l i c h das  C h r i s t i - M o t i v " , wonach d i e Beziehung zwischen C h r i s t u s und S e e l e der e i n e s Brautigams und flinften  tur,  s e i n e r B r a u t a h n l i c h i s t . So  der Londoner Reden,"ich glaube,  Schopfer  Jesus  (Z. 6, S.  100).  22,  Z i n z e n d o r f , der, wie  Theologe mit den Q u e l l e n wie war,  175  n i c h t unbekannt.  im i n d i r e k t e n S i n n , was chenvater  e i n Z e i t p u n k t i s t , da mein Gott  nach L e i b und  S e e l e f r e y e n und  Crea-  heim-  der  1-14), i s t es bemerkenswert,'daB d i e s e  t h e o l o g i s c h e A n s i c h t auch bei Irenaus ." war  l a u t e t es i n der  Obwohl d i e " B r a u t - C h r i s t i - L e h r e " auf  H e i l i g e n S c h r i f t f u B t (Matth.  vater  daB  menschlichen  C h r i s t u s mich, d i e arme C r e a t u r , s e i n e arme menschliche  s e i n Wurmgen, s e i n armes Seel gen  holen w i r d "  der  "Braut-  zu f i n d e n i s t .  Paul A l v e r d e s  mit dem  Entspra'che  Dieser  Kirchen-  bekannt g i b t , a l s g e l e h r t e r  Schrifttum seiner Zeit  innig vertraut  d i e s einem Irena'ischen E i n f l u B ?  '  Nur  der folgende Auszug, der s i c h m i t einem anderen K i r -  b e f a B t , b e s t a t i g e n wird:  In d i e s e r S i m p l i c i t a ' t i s t auch der s e c h s t e A r t i k e l der Augspurgischen C o n f e s s i o n g e s c h r i e b e n ; e r s a g t s e i n e n S a t z so her, und das sta'rkste Argument, das er a n f u h r t , i s t der s e i i g e . A m b r o s i u s , ders etwa auch gesagt hat: daB es bey G o t t b e s c h l o s s e n i s t , wenn du g l a u b i g an Christum b i s t , daB du alsdann s o l l s t e i n s e l i g e r Mensch seyn, Der H e i l a n d hat das eher gesagt, a l s Ambrosius; aber das i s t e i n C a t a n t h r o p i s mus, daB Ambrosius und Augustinus a n g e f l i h r t werden, denn das g a i t damals mehr, a l s wenn der l i e b e Gott vom Himmel geredet h a t t e . Inzwischen i s t , was Amb r o s i u s s a g t , des H e i l a n d s k l a r e s Wort (Z. 6, D i s curse Liber d i e Augsburgi sche C o n f e s s i o n , S. 235).  Durch Kirchenva'ter wie Ambrosius e r r e i c h t Z i n z e n d o r f , wie Vorva'ter und  auch L e s s i n g , e i n k l a r e r e s Versta'ndnis der B i b e l  und  des  seine Glau-  bens, wofLir h i e r noch e i n i g e w e i t e r e B e i s p i e l e a l s Bekra'ftigung gegeben werden. wer  Z i n z e n d o r f bemerkt  hinsichtlich  cien Glauben v o r g i b t und w i l l  des  Glaubens:  n i c h t dankbar s e i n , dem  "So  sagt  soil  man  Polycarpus, aus  dem  Wege  105  gehen" (Z. 5, Londoner P r e d i g t e n , I I I . Abth., S. erkennen, daB  f u r den  gebend w i r k t :  1 7 6  Grafen  den  360).  noch e i n u n m i t t e l b a r e s  L e i v Aalen g i b t  Augustin-Studium  zu  als  maB-  S c h r i f t e n d i e s e s K i r c h e n v a t e r s entnahm der Grunder der  Brudergemeinde Grundgedanken wie Hochmut-Demut, G o t t e s l i e b e - W e l t l i e b e , u.  a.,  1 -jo sowie das spiel in  Vorbild  an:  f l i r s e i n e n S p i r i t u a l ismus.  so h e i B t es  der  7. Londoner Rede:  Carne zu sehen, und w e i l i c h das  meinen Augen, a l s ob des  in  gekreuzigten  Oftmals  n i c h t kan,  "Augustinus  Herrnhuter  von  s a g t , a l s wenn e r den  141).  Augenblick  vor uns  stLirbe, und  Augenblick  mit Wunden-Narben g e z e i c h n e t e n  prasentierte"  (Z. 3, S.  urchristlichen  zwischen L e s s i n g und  Einflusses  K i r c h e n v a t e r wie Ambrosius und  logen des  zugleich te;  Hieronymus  immer  kampfte, den  Leichnam  Zinzendorf  s i n d wiederum auf d i e  in ihrer  Verschieden-  Obwohl beide  durch  zu einem k l a r e r e n V e r s t a n d n i s  ihres  i s t bei L e s s i n g noch d i e R o l l e e i n e s K r i t i k e r s der Theo-  Luthertums maBgebend:  E i n f l u B n i c h t nur  uns  a l s wenn e r s e i n e r K i r c h e  h e i t i h r e s Wirkens i n der G e s e l l s c h a f t zuruckzufLihren,  Glaubens gelangen,  Bildnis  258),  Irgendwelche U n t e r s c h i e d e Verwendung des  vor  Wichtigkeit;  "Es s o i l  s c h w i t z t e , g e k r e u z i g t wLirde und s e i n e n e r b l a B t e n und  Das  besonderer  so l a u t e t es i n der 25. H o m i l i e Liber d i e Wundenl i tanei:" s e i n , wie Augustinus  wu'nschte Jesus  sagte e r , so s t e h t Er mir  i c h Ihn c r e u t z i g e n sahe" (Z. 6, S.  C h r i s t u s i s t f i i r den  fLihrt e r ihn a l s B e i -  zur S t i i t z e der  f u r den eigenen  D i c h t e r wurde der fr'u'hchristl i c h e Religionsbetrachtungen,  zur Waffe, m i t t e l s der e r d i e I r r l e h r e n der  i n d i e s e r H i n s i c h t bemerkt Arno S c h i l s o n , daB  im F r a g m e n t e s t r e i t mit den.Kirchenva'tern  sondern  "Orthodoxisten"  Lessing seinen 179 begrundete.  bekampf-  Standpunkt'  106  2. T e r t u l l i a n  und  d i e Suche nach dem  Glauben  Z w e i f e l l o s bewahrt s i c h T e r t u l l i a n s t e E i n f l u B aus  der U r z e i t des  der Herausgeber der  Christentums.  a l s der f l i r L e s s i n g w i c h t i g Im e r s t e n B r i e f an Walch s c h r e i b t  Fragmente:  Von diesem [ T e r t u l l i a n j nun muB i c h Ew. Hochwlirden im Voraus bekennen, daB er es i s t , von welchem i c h z u e r s t e i n e r i c h t i g e r e V o r s t e l l u n g von der wahren Q u e l l e unsers Glaubens e r l a n g t zu haben glaube; daB e r es i s t , welcher mir das Pochen auf d i e bloBe S c h r i f t z u e r s t verda'chtig gemacht hat; daB e r es i s t , welcher mich z u e r s t uberzeugt, wie n a t u r l i c h es s e i , wenn s i c h d i e A p o s t e l vor a l i e n Dingen unter einander Liber e i n gewisses Formular v e r g l i c h e n , urn n i c h t a l l e i n s e l b s t e i n e r l e i zu glauben, sondern auch e i n e r l e i zu l e h r e n , welches Formular s c h l e c h t e r d i n g s auch noch j e t z t mehr gel ten mlisse, a l s d i e nachherigen S c h r i f t e n der A p o s t e l , d i e nur g e l e g e n t l i c h e E r l a u t e r u n g e n Liber d i e s e n und jenen Punkt derselben s e i n konnten indem n i c h t e i n e e i n z i g e e r s t C h r i s t e n machen s o l l e n , sondern a l l e an schon gla'ubige C h r i s t e n geschrieben worden (L. 7, S. 700),  Der  E i n f l u B d i e s e s fru'hen S c h r e i b e r s des  als  Lessings  hen  Christentum  falls  "System" von (L. 7, S.  i n s e i n e r Haltung  der V e r b r e i t u n g  und  und  699-700), da e r den  Tertullian  r e i c h t noch w e i t e r  Erhaltung  des  von  18.  den  Jahrhunderts  e i n e r bestimmten Problematik  d i e s e n S c h r e i b e r des ihm  druck "der  Urchristentums  begleitet.  (Z. 1, Der  mit  Unglaubigen  Zinzendorf  Obwohl der  wird  Dichter  a l s K i r c h e n v a t e r b e t r a c h t e t (L. 7, S.  s e i n e spa'tere heterodoxe H a l t u n g hamische T e r t u l l u s "  beru'hrt:  221),  E i n T e r t u l l i a n i s c h e r E i n f l u B auf L e s s i n g und dennoch von  fru'-  Ketzereien seiner Zeit,  S c h a r f s i n n i g k e i t s a g t , vollkommen a u f d i e S c h r i f t e n der  F r e i g e i s t e r u n s r e r Z e i t anwenden" ( L . 8, S.  spricht  Glaubens im  K r i t i k e r der Theologen eben-  gegen d i e F r e i g e i s t e r des  "Oberhaupt la'Bt s i c h a l l e s , was so v i e l  Christentums  d i e s e WLirde ab;.  Zinzendorfs  T e u t s c h e S o c r a t e s , S.  252)  704), Aus-  i s t zwei-  107  f e l 1os  eine Anspielung  Christentum, vom  auf den A u s t r i t t T e r t u l l i a n s aus  dem  auf s e i n e k e t z e r i s c h e n S c h r i f t e n , d i e , wie  Seligmachen der G o t t l o s e n und  D i s c u r s e Liber d i e Augsburgische  h u t e r nimmt ohnehin n i c h t jede Lehre  als  bei L e s s i n g .  tullianischen  s t e h t bei ihm  e i g e n t l i c h e n Weg  den  r e c h t g l a u b i g e n T e r t u l l i a n , auf den  und  n i c h t auf den  besonders durch  Der  FLihrer der  Auseinandersetzung  6,  Herrnsich 309)  i n einem s c h l e c h t e r e n  R e l i g i o n s a n s i c h t e n der Gegner der  den  Der  zum  194).  Liber d i e Wundenl i t a n e i , S.  H i n s i c h t l i c h der f o l g e n d e n  Element i n den  Lehre  der K i r c h e n v a t e r an, auch wenn es  urn e i nen Augustinus handel t (Z. 3, H o m i l i e n der spa'tere K e t z e r T e r t u l l i a n  die Origenische  der T e u f e l , s t r e n g abgewiesen werden (Z.  C o n f e s s i o n , S.  und  orthodoxen  Licht  m i t dem  Ter-  "Orthodoxisten",  p e r s b n l i c h e n Glauben b e t r e f f e n d , s e i l e d i g l i c h Gegner der K e t z e r s e i n e r Z e i t  auf  gewiesen  spa'teren Anhanger V a l e n t i a n s .  T e r t u l l i a n i s c h e E i n f l u B auf den  V e r f a s s e r des  s e i n e Obersetzung "Ober T e r t u l l i a n "  d e l t s i c h h i e r urn d i e Verdeutschung von  Nathan w i r d  hervorgehoben.  fast  12 K a p i t e l n  ,  Verschiedenes,  Es  des Werkes  Ge-  r i c h t l i c h e Einreden  gegen d i e K e t z e r e i e n  ter  i s t i n d i e s e r Obersetzung e n t h a l t e n - b e i s p i e l s w e i s e d i e  Goeze v o r w i r f t ,  Gedanken liber d i e sogenannte Spreu des "Mag  S.  r e i n e r w i r d das  647).  Im d r i t t e n  d i e s e l b e n Worte: S.  221  u.  "Von  darauffolgenden  der Spreu mag  "Anti-Goezen"  soviel  gebracht"  (L.  will';  7,  verwendet L e s s i n g  v e r f l i e g e n , wie  nur w i l l "  fast  (L.  8,  228). DaB  bei Z i n z e n d o r f irgendwelche direkten:Bemerkungen Liber d i e  Scnwachgla'ubigen f e h l e n , i s t e i n e Folge davon, daB z e n s t h e o l o g i e " den  Glauben eines jeden  zu s t a r k e n s u c h t , womit gesagt der  spa-  v e r f l i e g e n , a l s nur  G e t r e i d e i n d i e Scheuer des Herrn und  Lessing  Glaubens, Liber d i e T e r t u l l i a n s c h r e i b t :  doch auf jeden WindstoB der Versuchung so v i e l  desto  das  han-  i s t , daB  durch  er mittels  seiner  "Her-  Erweckung r e i n e r Liebe zu  i n den  meisten  Umstanden das  Gott  Wirken  " H e r z e n s r e l i g i o n " auch d i e Spreu i n r e i n e s G e t r e i d e zu verwandeln vermag.  108  Allein  aus der Redezu Gnadenfrey  Rede) i s t zu e r s c h l i e B e n , daB  vom  11.  11.  1743  (Z. 3, Z e i s t e r Reden, 3.  der FLihrer der H e r r n h u t e r e i n e gewisse  p a t h i e gegen d i e j e n i g e n hegt, d i e aus mi n d e r w e r t i g e n K i r c h e verlassen,um  P r o s e l y t e n e i n e r anderen  z e n d o r f d i e Schwachglaubigen, im Wind v e r f l i e g e n Was  des a b t r u n n i g e n K i r c h e n v a t e r s gegenLiber den  Sekten  b i n d e t , i s t zuna'chst d i e H a l t u n g heidnischen Philosophen - A r i niemand  l o s e Verflihrung nach der Menschen!ehre  und n i c h t nach C h r i s t o "  (L. 7, S. 651)  SchlieBlich  und  findet in d i e Macht  an C h r i s t u s e r h a l t d i e V o r h e r r s c h a f t Liber j e d e v e r n l i n f t i g e  philosophische Verfahrensweise.  Zin-  beweist.  Z i n z e n d o r f s s e c h s t e r Gemeinrede (Z. 4) e i n e n a l l g e m e i n e n W i d e r h a l l : des Glaubens  flir  i s t , d i e wie d i e Spreu  T e r t u l l i a n s Warnung>"Sehet zu, daB euch  beraube durch d i e P h i l o s o p h i e und nach der Welt Satzungen,  eigene  diese sind  i h r O b e r t r e t e n zu anderen  den H e r r n h u t e r wohl enger an T e r t u l l i a n  s t o t e l e s , H e r a k l i t , Zenon.  zu werden:  denen kaum zu h e l f e n  konnen, was  Grunden i h r e  Anti-  und  i s t die Tertul1ianische Ansicht,  daB der Sohn Gottes a l s S c h b p f e r zu b e t r a c h t e n - s e i ( v g l . d i e T e r t u l ! i a n i s c h e G l a u b e n s f o r m e l , d i e schon  fr'uher z i t i e r t wurde:  d u x e r i t per uerbum suum primo omnium emissum. e i u s appellaturn:.."),  "qui u n i u e r s a de n i h i l o 3.  pro-  Id uerbum. f i l i u m  maBgebend f u r Z i n z e n d o r f , dessen  Christo-  zentrismus d i e s e l b e A n s i c h t w i d e r s p i e g e ! t . Der Kern ist  d i e Suche nach dem  den".  75), das g e i s t i g e E l e n d , aus dem Fratrum,  geistigen  des  man  11. Rede) und  s i e Gott n i c h t hat, daB  ( G o t t ) gefunden des  von  Lessings T e r t u l l i a n - O b e r s e t z u n g  d i e K l a r u n g des  u. a. d i e Not a l s den Anfang  des O r d i n a r i i daB  Glauben,  Kapitel  "Suchet,  so werdet i h r f i n -  Diese Suche e r h a l t bei den H e r r n h u t e r n e i n e s u b j e k t i v e Form - so  t o n t man S.  der l e t z t e n  sie nicht  Glaubens  (Z. 4, Gemeinreden, 1.  zu Gott f i n d e t  schlieBlich zu t r o s t e n  Th.,  (Z. 6, E i n i g e Reden  d i e Todesangst  der S e e l e ,  i s t , bis s i e ihren  hat (Z. 5, Londoner P r e d i g t e n , I I . Abth.,  Elends f i n d e t man  be-  S. 203-5).  Freund Statt  bei L e s s i n g , der s i c h a u B e r s t s e l t e n m i t  dem  109  Aspekt der Suche nach dem i n der V e r t e i d i g u n g  "Von  Glauben b e f a B t , e i n e gewisse Unruhe, d i e besonders Adam Neusern" e r s c h e i n t .  triebene A n t i t r i n i t a r i e r  fu'hrte e i n r a s t l o s e s  spru'nglichen c h r i s t l i c h e n leitete.  Der von den Theologen ge-  Leben, das i h n von einem u r -  Glauben zum A r i a n i s m u s und s c h l i e B l i c h  zum  Islam  In d i e s e r R a s t l o s i g k e i t s p i e g e l t s i c h - d i e Suche nach einem Glauben  w i d e r und i n der Unruhe  s e i n Unglauben.  L e s s i n g s M i t l e i d m i t dem  1ichen w i r d n i c h t nur von der U n g e r e c h t i g k e i t des V e r f a h r e n s gegen  UngluckNeuser  h e r v o r g e r u f e n , sondern auch von der s c h e i n b a r e n E r g e b n i s l o s i g k e i t der Suche:  Ich habe urn so v i e l m e h r M i t l e i d e n m i t Neusern, da i c h f i n d e , daB e r noch etwas mehr a l s e i n A n t i t r i n i t a r i e r gewesen; daB e r auch e i n g u t e r mec h a n i s c h e r Kopf gewesen zu s e i n s c h e i n t , indem e r an e i n e r E r f i n d u n g g e a r b e i t e t , d i e m i t der etwas ahn1iches haben muBte, d i e hundert J a h r hernach s e l b s t L e i b n i z e n einmal durch den Kopf g i n g . "Neuser, s c h r e i b t G e r l a c h , h a t t e s i c h vorgenommen, e i n e n Wagen zu v e r f e r t i g e n , der s i c h von s e l b s t bewegen s o l l t e , und durch dessen s c h n e l l e n L a u f , wenn es angegangen ware, e r groBe Dinge a u s z u r i c h t e n v e r meinte" ( L . 7. S, 277).  Nach T e r t u l l i a n ware Neusers g e i s t l i c h e N i e d e r l a g e danach  zu e r -  kla'ren, daB e r aus phi 1 osophi schen Grlinden bewegt wurde, daB s e i n e Suche in  der E i n f a l t  Christi sicht  des Herzens s t a t t f a n d  angetroffen hatte.  ( L . 7, S. 651), wo e r d i e Wahrheit  L e s s i n g s und Z i n z e n d o r f s B e s t a t i g u n g d i e s e r  i s t schon aus i h r e r Betonung der E i n f a l t  zu s c h l i e B e n : daB man  allein  das Gefu'hl bezeugt e s , daB man  zur Wahrheit g e l a n g t i s t ,  "von dem  Adam Neuser handelte es s i c h  einem Glauben zum  Zeit-  Tage an, da einem das  e r s c h e i n t , h b r t das Fragen a u f " (Z. 4, Gemeinreden, Bei  Zu diesem  auf (L. 7, S. 653; Z. 5, Londoner P r e d i g t e n , I. Abth.,  S. 8 ) ; Z i n z e n d o r f g i b t zudem zu erkennen: La'mmlein  An-  i n Glaubensangelegenheiten  den Glauben gefunden h a t , daB d i e s e r der r e c h t e i s t .  punkt h b r t das Suchen  nicht  anderen i r r t e , der etwas  2. Th. , S. 226).  urn einen Menschen, der von  s u c h t e und es n i c h t fand und der  110  sich schlieBlich dem  leicht  - nach T e r t u l l i a n  C h r i s t e n t u m a b t r l i n n i g geworden war.  - selbst-' verdammt h a t t e , indem e r In L e s s i n g s Obersetzung der G e r i c h t -  l i c h e n E i n r e d e n gegen d i e K e t z e r e i e n 1 a u t e t e s :  Man i r r t u n g e s t r a f t , sagen s i e , wenn man n i c h t slindigt. A l s ob i r r e n n i c h t auch slindigen ware. A l l e s was i c h sagen mbchte, i s t : nur der s c h w e i f t u n g e s t r a f t umher, der n i c h t s verla'Bt. Wenn i c h aber b e r e i t s g e g l a u b t habe, was i c h glauben s o l l e n , und wahne, daB i c h noch etwas anders suchen musse, so h o f f e i c h j a wohl auch etwas anders zu f i n d e n , welches i c h auf keine Weise h o f f e n wurde, wenn i c h w i r k l i c h g e g l a u b t h a t t e , was i c h zu glauben s c h i e n , oder wenn i c h n i c h t a u f g e h b r t h a t t e , es zu glauben. Indem i c h a l s o meinen Glauben v e r l a s s e , werde i c h a l s e i n V e r l e u g n e r d e s s e l b e n befunden.(L. 7, S. 654).  Diese A n s i c h t e n des a b t r l i n n i g e n K i r c h e n v a t e r s f i n d e n Grafen von Z i n z e n d o r f i h r e n W i d e r h a l l : man  "Wo  man  i n der T h e o l o g i e des  e i n e Th'ure f i n d e t , da s u c h t  k e i n F e n s t e r " (Z. 2, Reden aus America, 2. Th., S. 34).  Das  Weitersuchen  v e r b i n d e t der H e r r n h u t e r m i t der "Slinde wider den H e i l i g e n G e i s t " , m i t der eigentlichen  Verleugnung  des Glaubens  das schwerste Vergehen,  kann und das zur ewigen Z. 5, Londoner  der R e l i g i o n :  das i s t nach Z i n z e n d o r f s A u f f a s s u n g  dessen man  Liberhaupt s c h u l d i g werden  H b l l e n s t r a f e fLihrt (Z. 4, Gemeinreden, 1. Th., S.  P r e d i g t e n , Vi Abth., S.  286;  VI. Abth., S. 318 u. S.  320).  Auch d i e s e r B e g r i f f s t e h t f l i r den H e r r n h u t e r i n enger Verbindung m i t dem j e k t i v e n - so h e i B t es z. B., verdammt i s t (Z. 5, Londoner G e i s t n i c h t m i t dem aus America,  Herzen  daB d e r , der dem  Ruf des Herzens  nicht  P r e d i g t e n , VI. Abth., S. 411), daB dem  211;  Sub-  folgt, Heiligen  zu glauben d i e SLinde gegen i h n i s t (Z. 2, Reden  2. Th., S. 225-28).  Bei den H e r r n h u t e r n wird d i e s e  Interpreta-  t i o n der grbBten a l l e r Siinden i n d i e e i g e n t l i c h e P r a x i s der R e l i g i o n e i n g e g l i e d e r t , denn es g e h b r t e zur a l l g e m e i n e n B e t r a c h t u n g des Abendmahls, daB j e n i g e , der einmal dazu  geladen i s t und  dann dem  H e i l a n d untreu w i r d , wie  der-  Ill  Judas verdammt i s t (Z. 6, 298-99).  Z i n z e n d o r f l e h r t , daB  Geist diktiert: s i c h dem  D i s c u r s e Liber d i e Augsburgi sche C o n f e s s i o n ,  man  geht  H e i l a n d und  dem  s u c h t ; es g i b t f u r den (Z. 2, Sieben  letzte  der f r e i e W i l l e d i e SLinde gegen den H e i l i g e n  v e r l o r e n , w e i l man  Reden, S.  "Zug  Der Teutsche  "Zug"  Glauben endet bei dem  zu diesem Z e i t p u n k t muB  Hbchsten f o l g e n w i l l  n i c h t spu'ren,  S o c r a t e s , 6.  grundlos  weiter-  Kreatur  Discurs).  sich  ihm  Die Betonung des H e r z e n s , des  Glauben gefunden.  i s t h i e r besonders w i c h t i g , da es den  schen Z i n z e n d o r f s Oberzeugung von ablehhen:,  und  dem  Herrnhuter  v e r z e i h b a r e La'sterung DaB  sich  "SLinde wider den nen  Glauben, daB  i s t (Z. 2, Reden aus nicht  H e i l i g e n G e i s t " befaBt,  R o l l e eines K r i t i k e r s  Widerspruch k l a r t , der  America, 2. Th.,  S,  228),  zu einem so hohen Grad m i t geht wiederum aus Eigentlich  W o l f e n b L i t t l e r B i b l i o t h e k a r d i e s e s Terminus n u r . e i n m a l , des  Subzwi-  Lehre  Gott p h i l o s o p h i s e ) ! zu v e r n e i n e n  der Theologen h e r v o r .  der K l o s t e r b r u d e r d i e E r z i e h u n g  Liberzeugt  der Verdammung d e r j e n i g e n , d i e d i e  L e s s i n g Tangst  1,  s i c h G o t t auf d i e s e Weise zu erkennen  und  jektiven  sind  zu f o l g e n (Z.  der Wahrheit der Lehre  zum  Bru-  e i n gesunder  oder n i c h t ; n a t u r l i c h  nicht verpflichtet Wem  Grlinder der  g i b t , dessen Herz i s t a u g e n b l i c k l i c h von der hat somit  man  31).  Gottes":  Mensch e n t s c h e i d e n , ob e r dem d i e , die diesen  Glauben a b l e h n t , w e i l  n i c h t s gra'Bl i c h e r e s a l s e i n e s o l c h e  T e r t u l l i a n s Suche nach dem dergemeinde m i t dem  den  G e i s t Gottes w i d e r s e t z t - w e i l man  Grafen  S.  und  eine  besteht. der  s e i n e r angenomme.bedient sich das  im Nathan,  der wo  C h r i s t e n k i n o e s Recha i n einem anderen  Glauben "der SLinden grdBte Sund" g l e i c h s e t z t .  Bernd Bothe w e i s t d a r a u f  hin,  i on  daB  d i e s dem  Standpunkt der  wahre Wesen d i e s e s grSBten  l u t h e r i s c h e n Theologen e n t s p r i c h t ,  die  das  Vergehens n i e genau bestimmt h a t t e n :  "Nur  daB  Gott s e i Dank, so r e c h t n i c h t wissen,/ IV/7,  V, 590-91).  Was  Worin s i e e i g e n t l i c h b e s t e h t "  (L. 2,  der K r i t k e r s e l b s t mit d i e s e r SLinde b e z e i c h n e t ,  n i c h t genau f e s t g e s t e l l t werden,  wir,  kann  Im L i c h t e s e i n e r T e r t u l 1 ian-Obersetzung  112  und  der allgemeinen  christentums t i o n des falls,  Anerkennung, d i e d i e Lehren d i e s e s S c h r e i b e r s des  bei L e s s i n g f i n d e n , b e s t e h t d i e M b g l i c h k e i t , daB  D i c h t e r s der Z i n z e n d o r f s c h e n  daB  der V e r f a s s e r des  jemand, der einmal  Nathan d i e Oberzeugung des  zu Gott gefunden und  Ihn  gekannt hat und  der La'sterung  America, 2. Th.,  Reimarus, dessen  der einmal  Z. 4,  daB  die  Gemeinreden,  S.  228).  In gewisser  2,  Hinsicht erinnert dies  DaB  auch L e s s i n g den  an  A s p e k t der g b t t l i c h e n Verzeihung  im h i t z i g e n  "Mein Ungenannter v i e l l e i c h t  Fieber hingeschrieben;  k a l t e r Oberlegung kommen l a s s e n ; e r war  den,  ganz zu v e r t i l g e n "  (L. 8, S,  43).  dafu'r hatte  aber G o t t h a t t e i h n w i e d e r  zu gesunder und Bettel  philosophische  g l e i c h , d i e vergeben werden kann (Z.  bezeugt e r i n s e i n e r " D u p l i k " :  Zeug einmal  den  teilt,  "Fragmente" e i n e s o l c h e A r t Verneinung der c h r i s t l i c h e n Wahr-  heit darstellen.  das  474;  schon angedeutet, i s t f i i r Z i n z e n d o r f e i n e  Verneinung Gottes  andeutet,  Herrnhuters  jeden-  195-96). Wie  Reden aus  die Interpreta-  nahe kommt, 'AuBer Z w e i f e l s t e h t  Lehre angenommen hat, n i c h t v e r l o r e n geht (L. 7, S. 2, Th. , S.  Ur-  nur v e r h i n d e r t wor-  Dies k l i n g t natLirl i ch  hbchst  h y p o t h e t i s c h , denn der  V e r f a s s e r der Fragmente war  der von  Wahrheit u'berzeugt; dafu'r b l e i b t s e i n Vergehen immer  ihm  entdeckten  noch e i n e p h i l o s o p h i s c h e Verneinung des die  keinen  lichem keit  HaB  Irrtum  gegen Jesus fuBt.  gewiesen:  selbst  das  h a t t e schon auf d i e s e  alles  d i e einen  rend e i n Goeze es e r b l i c k t man  solchen  lediglich  Neuser dem  sich  in sei-  S c h l e c h t e s t e e r g r e i f e n konnte" (L. 7, S.  F e h l e r b e g l e i t e t , betont  vermag, V e r b l e n d e t e  bei L e s s i n g e i n e t o l e r a n t e Haltung  unci, wenn man  La'sterung,  Mbglich-  r e c h t gepr'u'ft hat, man  Herausgeber der Fragmente nimmt d i e s bedingungslos  wissenheit,  ken  Tertullian  und  c h r i s t l i c h e n Gottes, eine  von  s i c h b i r g t , sondern e i n e , d i e auf einem mensch-  " A l s ob, wenn man  ner WahT; n i c h t i r r e n Der  in  gewiB b i s an sein. Fnde  V e r f a s s e r der  wie  an,  indem e r d i e  (L. 8, S.  32),  648). UnWah-  Reimarus zu verdammen,  gegen i h r a n d e r s a r t i g e s  Den-  Fragmente g l e i c h s e t z t , e i n gewis-  ses MaB an Mi t l e i d . Es i s t l i b e r r a s c h e n d , daB s i c h Zinzendorfs Theologie  ein Tertul! ianischer EinfluB in  so d e u t l i c h nachweisen la'Bt - h i n s i c h t l i c h  nach dem Glauben noch l e i c h t e r a l s b e i L e s s i n g . s c h r e i b t , daB e r durch  Der V e r f a s s e r des Nathan  d i e s e n a b t r l i n n i g e n K i r c h e n v a t e r e i n e genauere Dar-  s t e l l u n g der A r t d e r Fortpf1anzung es ware noch dazu zu fu'gen,  des c h r i s t l i c h e n Glaubens e r h a l t e n habe;  der A r t des Glaubens s e l b s t , denn gerade  T e r t u l l i a n g i b t Antwort a u f d i e Fragen, langen  des Suchens  wie man liberhaupt zum Glauben ge-  kann, wo e r zu suchen i s t und wann man i h n gefunden h a t .  Da b e i d e ,  L e s s i n g und Z i n z e n d o r f , auf d i e s e n S c h r e i b e r des fru'hen Christentums  zurlick-•  g r e i f e n , urn einen E i n b l i c k a u f d i e Erweckung des Glaubens im E i n z e l n e n zu e r h a l t e n , e r s c h e i n t der Bund, d e r s i e i n R e l i g i o n s a n g e l e g e n h e i t e n desto s t a r k e r .  Der T e r t u l l i a n i s c h e E i n f l u B w i r d  t e r e n Betrachtungen  liber d i e E n t w i c k l u n g  verbindet,  zum Ausgangspunkt a l l e r wei  e i n e s person! i c h e n Verhal t n i s s e s zu  Gott.  3. Z i n z e n d o r f s  "Beblutung  des Herzens" und d e r Werdegang des Tempelherrn  L e s s i n g und Z i n z e n d o r f erkennen zwei v e r s c h i e d e n e Glaubigen:  Klassen der  d i e treuen Anhanger C h r i s t i , d i e j e n i g e n , d i e Gott erkannt  haben,  d i e zu ihm gefunden haben und i h n m i t v o l l e m Herzen angenommen haben, und d i e Leichtgla'ubigen, deren  Glaube noch keine f e s t e Form angenommen h a t , d i e i h n  noch n i c h t m i t dem Herzen e r f a B t haben; m i t anderen Worten: Spreu, d i e im Winde v e r f l i e g e n und  somit  Glaubigen  sich  s e l b s t verdammt.  kennzeichnet  l i c h e n Glaubens.  kann, d i e vom Glauben a b f a ' l l i g werden kann Diese  Existenz verschiedener  d i e verschiedenen  H i e r m i t i s t gesagt,  L e i c h t g l a u b i g k e i t und im Laufe  d i e sogenannte  Entwicklungsstadien  Klassen d e r eines  person-  daB e i n anfangs ungla'ubiger Mensch z u r  der Z e i t  zu einem r e g e l r e c h t e n "Herzensglauben  114  gelangen kann.  DaB  beide  Gegner der  p e r s b n l i c h e n Glaubens v o r a u s s e t z e n , same A n s i c h t e n daru'ber t e i len. der R e l i g i o n kann s i c h le  Das  "Orthodoxisten" zeugt  Gefu'hl  Glaubens bei L e s s i n g und  bei  l u t h e r i s c h e n Theologen  zugegen i s t :  liegt  man  i n der  zwischen den  eines  an das  "soil  allein  solchen  Gegnern Entwicklung: persbn-  des Tempelherrn  der C h r i s t den  im Nathan. Zweifel  (man  erinnere sich  C h r i s t e n / N i c h t machen d l i r f e n " ) ,  d a r s t e l l t und  Diese H e l d e n t a t  hegen  besonders  jungen Mannes, d i e Rettung der Recha aus  Liebe paBt.  eine  Vorgangs, d i e i n seinem dramatischen Werk  d i e wiederum etwas ganz Uneigennu'tziges  der c h r i s t l i c h e n  persbnlichen  d i e v o i l e Entfaltung eines  (IV/4) u n t e r s t r i c h e n wird  aber d i e h e r o i s c h e Tat des men,  dieser Stel-  D a r s t e l l u n g e i n e r solchen  an dessen c h r i s t l i c h e r Gesinnung keinen  D i a l o g mit S a l a d i n  An  beiden  kann, bezeugt e r s t e n s s e i n Bekenntnis zu d i e s e r R e l i g i o n , was den  der Wahrheit  b e s c h r e i b t , g i b t es bei L e s s i n g h b c h s t e n f a l 1 s  die Entwicklung  DaB  s i e gemein-  der E n t f a l t u n g e i n e s  Unterschied  wa'hrend der Grunder der Brudergemei nde  indirekte Schilderung  der Oberzeugung von  des  Zinzendorf.  Der e r s t e a u f f a l l i g e  l i c h e n Glaubens d i r e k t  noch n i c h t dafu'r, daB  im Menschen auf v i e l e A r t e n v e r t i e f e n .  e r f o l g t e i n e d e t a i l l i e r t e Beschreibung  der  e i n e A r t Entwicklung  vermag man  z.  B.  zweitens den  darum i n den  jedoch  durch  FlamRahmen  n i c h t mit  Na-  thans Annahme der P f l e g e t o c h t e r zu v e r g l e i c h e n , denn der weise Jude z e i g t i n s e i n e r guten Tat e i n e n t w i c k e l t e s hingegen, w e i s t einen den  Gefu'hl ;  a u f f a l lenden  Mangel  R e t t e r nach der T a t a l s " k a l t und  d i e Handlung des an Gefu'hl  auf:  u n g e r i i h r t " (1/1, V.  Tempelherrn,  Daja b e s c h r e i b t 105).  Spa'terhin  e r s c h e i n t e r a l s Mensch, der d i e Mitmenschen i h r e s Glaubens wegen v e r a c h t e t und  irgendwelche  Berlihrungen mit  ihnen. v e r a b s c h e u t :  griff  ich die Gelegenheit,/  gen:  f l i r e i n andres - wenns auch nur/  V.  429-33).  Hiermit  "Gern,/ Sehr gern  er-  Es f l i r e i n andres Leben i n d i e Schanze/ Zu s c h l a Das  Leben e i n e r J l i d i n ware" (11/5,  i s t n i c h t a n g e d e u t e t , daB  e r aus  Lebensmlidigkeit  gehandelt  I X7  h a t t e , wie Erdmann vermeint. dem/ In diesem Augenblicke baren  Die Bemerkung:  lastig"  "Mein Leben war m i r ohne-  (11/5, V. 428-29) b i r g t einen  unverkenn-  i r o n i s c h e n Anklang i n . s i c h - man kann s i e e i n f a c h n i c h t a l s bare MLinze  annehmen. Das  Wesentliche  an Z i n z e n d o r f s Werdegang  Befestigung eines c h r i s t l i c h e n  des Individuums i n d e r  Glaubens i s t d i e soganannte "Beblutung des  Herzens", d i e E r h a l t u n g der " b e b l u t e t e n Gnade".  Wahrend d i e "unbeblutete  Gnade" a l s V o r a r b e i t des H e i l i g e n G e i s t e s b e t r a c h t e t w i r d , d i e Gott gewahrt, ehe  man Seine v o i l e Gnade anzunehmen vermag (Z. 3, H o m i l i e n  Liber d i e Wunden-  1 i t a n e i , S. 40-42), e r h a l t d e r G l a u b i g e , wenn ihm d i e v o i l e Gnade e r t e i l t B l u t aus dem Herzen J e s u .  Das bedeutet,  kommt, was Z i n z e n d o r f m i t den Worten bezeichnet einen  (Z. 3, H o m i l i e n  daS das wahre Herz zum V o r s c h e i n  "den W e i n s t e i n  Liber d i e W u n d e n l i t a n e i ,  gar metaphysischen, u n l e s s i n g s c h e n  Klang  urns Herz wegschwemmen" S. 4 4 ) . A l l d i e s  den  B i l d e r n s t e c k t jedoch  Ansichten  e i n e vollkommen konkrete  des s a c h s i s c h e n Grafen  als entwicklungsfahig,  womit gesagt  birgt  i n s i c h , d e r den H e r r n h u t e r  o b e r f l a ' c h l i c h angesehen - vom V e r f a s s e r des Nathan t r e n n t . mystischen  wird,  -  Hinter diesen Theologie:  e r w e i s t s i c h d i e s e "unbeblutete i s t , daB .das Herz noch n i c h t  nach Gnade"  fu'hlt:  es h a n d e l t s i c h h i e r urn Glauben ohne GefLihl , urn e i n e n , der noch n i c h t f e s t im Gemlit des Individuums v e r a n k e r t  i s t ( Z . 3, H o m i l i e n  Liber d i e Wundenl i t a n e i ,  S. 44) - und das e r i n n e r t s t a r k an Dajas B e s c h r e i b u n g " k a l t und ungeruhrt".  des Tempelherrn a l s  Obwohl e r e i n e T a t im Rahmen d e r c h r i s t l i c h e n  v o l l b r a c h t hat, fu'hlt e r n i c h t - e r i s t davon ungeruhrt Pflicht  gehandelt.  Zinzendorfschen  Der junge Held h a t t e wohl  Liebe  und hat a l l e i n aus  " P a r t h i e genommen" (urn einen  Ausdruck zu verwenden), aber e r konnte noch keinen  wahren  Herzensglauben aufweisen,  der W e i n s t e i n  n i c h t weggespLilt worden.  Der Grlinder d e r Brudergemeinde z e i g t , daB s o l che  Leute  urns Herz des Tempelherrn war noch  e i n e A r t HaB gegen unbekehrte Menschen haben - " s i e gehen ihnen auf e i n e  116  Art  aus dem  Wege" (Z. 2, Reden aus America, S.  wir  gesehen  haben, v b l l i g  erscheint  auf den Tempelherrn  117-17) - und das t r i f f t , zu.  E i n Jude oder Unbekehrter  ihm a l s m i n d e r w e r t i g , a l s v e r a c h t u n g s v o l l , da e r s e i n e n Glauben  teilt,  nicht  1  Nathan, der weise Jude und  z u g l e i c h das V o r b i l d e i n e s wahren  C h r i s t e n , w i r k t a l s L e h r e r des jungen Mannes.  Durch  s e i n e s u b j e k t i v e Ver-  f a h r e n s w e i s e - e r b e t o n t das Gefu'hl der D a n k b a r k e i t der Recha ( I I / 5 , V, f.)  wie  459  - e r z e u g t e r V e r w i r r u n g beim Tempelherrn: dessen s t a r r e s Herz v e r l i e r t  lang-  sarri d i e Ha'rte - oder, urn Z i n z e n d o r f s T e r m i n o l o g i e zu verwenden - der Weins t e i n w i r d allma'hlich weggespu'lt.  Kurz danach  v e r l e g t der kluge P f l e g e v a t e r  s e i n e Argumente auf d i e W i c h t i g k e i t der T o l e r a n z :  maBgebend i s t n i c h t der  (dogmatische) Glaube des Menschen, sondern s e i n Herz:  " I c h weiB, wie  gute  Menschen denken; weiB,/ daB a l l e Lander gute Menschen t r a g e n " ( I I / 5 , V. 87).  BewuBt e r z i e l t  Nathan  d i e Betonung  der M e n s c h l i c h k e i t des E i n z e l n e n -  und s e i n e r s e l b s t - der s t e r e o t y p e n D a r s t e l l u n g s e i n e s Volkes setzt  ( I I / 5 , V. 517  f . ) ; es g e l i n g t  erste  m i t dem  kennung und des Respekts bei dem  vorbereitet,  f.).  indem  zu erwecken,  das zur Freund-  "Wir mu'ssen, mu'ssen Freunde werden" (11/5, V. 532).  Unterredung Nathans  (111/8, V. 613  entgegenge-  ihm, e i n Gefu'hl f l i r d i e M e n s c h l i c h k e i t  e i n e s a n d e r s g l a u b i g e n Individuums im Tempelherrn s c h a f t fu'hren kann:  Tempelherrn  jungen Helden - sowie d i e L i e b e f l i r Recha  Diese E n t w i c k l u n g wurde schon durch den S u l t a n e r dem  bessrer; flir/  Tempelherrn  b e d i n g u n g l o s das Leben  Grundlagen  jenem e i n g e p l a u d e r t ward,/ Was  Den  Die  jenen band.  Saladin  schenkte: allem/  - Und  i s t ein  v a t e r l i c h e n Himmel mehr gemacht" ( I I I / 8 , V. 622-26).  zu einem  Die  erweckt e i n Gefu'hl der Aner-  "Der Kopf, den S a l a d i n mir s c h e n k t e . . . . / I s t e i n neuer; der von N i c h t s weiB, was  486-  neuen Anfang waren  Die  errichtet.  Unvol1kommenheit des Glaubens  des Tempelherrn wird vor a l l e m  dadurch g e k e n n z e i c h n e t , daB e r fortwa'hrend auf s e i n e R e l i g i o n , auf s e i n  Chri-  117  stentum pocht.  Man beachte  b e l s p i e l s w e i s e s e i n e Reaktion a u f d i e N a c h r i c h t  der  Daja, daB d i e C h r i s t i n  Recha im Hause des Juden  ihr  von Natur aus v e r l i e h e n e n  onne den B e i s t a n d d e r  R e l i g i o n erzogen wurde:  "Der weise gute  h a t t e s i c h / E r l a u b t , d i e Stimme der Natur so zu/ V e r f a l s c h e n ?  Nathan  - Die E r -  gieBung e i n e s Herzens/ So zu v e r l e n k e n , d i e , s i c h s e l b s t g e l a s s e n , / Ganz andre Wege nehmen wurde?" ( I l l / 1 0 , sterbruders:  V. 642-46) - und v e r g l e i c h e s i e m i t der des  "Und K i n d e r brauchen  L i e b e , / Wars e i n e s w i l d e n T i e r e s  KIOT-  Lieb'  auch nur/ In s o l c h e n Jahren mehr, a l s C h r i s t e n t u m " ( I V / 7 , V, 635-37).  Unbe-  wuBt l e n k t i h n aber der P a t r i a r c h von J e r u s a l e m a u f das Unmenschliche, a u f das U n c h r i s t l i c h e , das vom k a l t e n , gefuhlsarmen Dogma h e r v o r g e r u f e n werden "Der Jude w i r d v e r b r a n n t  " (IV/2, V. 181). Die Reaktion des Tempelherrn a u f  diese Entartung der c h r i s t l i c h e n seiner der  Trennung  Mitmenschen  kann:  Lehre i s t Zeuge e i n e s w e i t e r e n S c h r i t t e s i n  von dem bloBen Namen d e r R e l i g i o n , von d e r bloBen nach dem Namen i h r e s Glaubens,  Einstufung  Doch gerade s e i n e L i e b e f l i r  Recha v e r b l e n d e t i h n , so daB auch der v o r dem S u l t a n B i t t e n d e den S c h r i t t z u r vollkommenen E n t f a l t u n g mag; nuch  des G e f u h l s , des Glaubens  immer pocht e r a u f s e i n dogmatisches  noch n i c h t ganz zu tun v e r -  Christentum:  C h r i s t den C h r i s t e n / N i c h t machen du'rfen" (IV/4, V. 407-8). lich  dieser  letzte Schritt  "soil  DaB ihm s c h l i e B -  i n der "Beblutung des Herzens" v o l l e n d s  v e r a n l a B t d i e d a r a u f f o l g e n d e L e k t u r e des S u l t a n s  a l l e i n der  (IV/4, V. 412 f . ) ;  gelingt, im Mono-  log (V/3) hat d e r Glaube des jungen Heiden s e i n e v o i l e E n t f a l t u n g e r r e i c h t . Tempelherr i s t z u r E r k e n n t n i s gekommen, "Rechas wahrer dem  C h r i s t e n , d e r s i e zeugte - b l e i b t /  Sie  lediglich  was/  Allein  Vater/ B l e i b t ,  In E w i g k e i t d e r Jude.  a l s C h r i s t e n d i r n e denke,/  S i e sonder a l l e s  Der  trotz  - Wenn i c h m i r /  das i c h m i r denke,  i h r so e i n Jude geben konnte: -/ S p r i c h , H e r z , - was war' an i h r ,  das d i r g e f i e l ? / N i c h t s ! wenig!"(V/3, w i c k l u n g des pers'dnlichen Glaubens kannt, daB e r s i c h  V. 98-105).  Die V o l l e n d u n g der E n t -  des Tempelherrn w i r d w e i t e r h i n daran e r -  nun s e i n e r F a m i l i e s i c h e r  i s t , daB s e i n Herz e n d l i c h  flir  118  Recha s p r i c h t  (V/8, V. 655).  des S u l t a n s , deren gehbrt  zum  L i e b e und  M i t g l i e d e r den  drei  Islam, der Tempelherr zum  da s i e von Nathan erzogen  Harmonie i n der merkwlirdi gen F a m i l i e groBen  R e l i g i o n e n entstammen  Christentum  und  Recha eher  zum  (der S u l t a n Judentum,  wurde), i s t auf d i e vollkommene Oberwaltigung  er-  s t a r r t e r Kirchendogmen angewiesen, d i e der r e i n e n Na'chstenliebe o f t m a l s zen  s e t z e n ; T o l e r a n z i s t an e r s t e r S t e l l e  Koexistenz pitel  zu ermbglichen.  Und  T o l e r a n z i s t , wie w i r i n einem f o l g e n d e n  n a h e r t s i c h dem  subjektiven Christentum;  langt er stufenweise Ka'lte und  "ein  das  Das  Und  b e b l u t e t e r Gnaderi-Anbl i k "  e i n s das  Z e i c h e n , daran  l i e b e n und  z u r "Beblutung  Gefu'hl, das  Bei  intellektuellen  des Herzens".  schlieBlich  alle  uneigennlitzige Liebe  C h r i s t i , durch  den  zelnen.  ersetzt,  Kern der  Lehre>  der w e s e n t l i c h e c h r i s t l i c h e  Glaube; Z i n z e n d o r f  s i c h d i e g l e i c h e n Leute u n t e r s c h e i d e n , s i e einander  halt als sich  selbst"  daran  so sehr g e f a l l e n , daB (Z. 3, H o m i l i e n  immer  liber d i e Wun-  47-48). Tertullian  haben w i r den  nachsten  S c h r i t t , den  Die anfa'nglicheAnerkennung  51), nimmt e i n e f e s t e r e Form an. Gemlit des  Seine  flir Zinzendorf -  Aspekt  der a l l g e m e i n e n  der E n t w i c k l u n g  Suche nach  Individuums  an und  des  Tempelherrn  Glaubens des  Ein-  der g b t t l i c h e n Wahrheit, d i e nach Z i n z e n -  d o r f oftmals mit K l e i n g l a u b i g k e i t b e g i n n t  das  ge-  klinstlichen  einem p e r s o n l i c h e n V e r h a l t n i s zu G o t t gefunden; der Werdegang des v e r k b r p e r t den  und  so i s t auch f l i r L e s s i n g - wie  kenneh, darinnen  andere f l i r schbner  denl i t a n e i , S.  S.  christ-  nach Hbltermanns I n t e r p r e t a t i o n  Kirchendogma w i r d durch  Jesus o f f e n b a r t e ,  sich  dem  langsam vom  unverkennbare Merkmal der R e l i g i o n  nennt ihn "das sie  z u r Lauterung,  E r s t a r r t h e i t weicht  Grenzen Liberwindet.  die  Ka-  Liebe. Der Tempelherr e n t f e r n t s i c h  durch  dazu n b t i g , e i n e s o l c h e harmonische  sehen werden, n i c h t s w e i t e r e s a l s e i n e andere M a n i f e s t a t i o n der  lichen  Gren-  Der  (Z. 5, Londoner P r e d i g t e n , I.  Abth.,  s i c h e n t f a l t e n d e Glaube s p r i c h t b a l d  manifestiert  sich  sodann a l s F r e u n d s c h a f t ,  To-  119  l e r a n z und Nachstenl i s b e :  das Wissen  Glaube wird a k t i v , e r wird b e l e o t .  der Wahrheit wird zu einem  SchlieBlich  s e i noch auf d i e O b e r e i n s t i m -  mung der Entwicklung des Glaubens des Tempelherrn des Herzens"gewiesen  (abgesehen  "Beblutung des Herzens" s e l b s t a i s  d i e beiden Gegner der l u t h e r i s c h e n Theologen e i n a n d e r e i n e n  w e i t e r e n S c h r i t t naher  bringt.  4. Kennzeichen des f e s t e n  Glaubens  Die obigen Z e i l e n u n t e r s t r e i c h e n den g l a u b i g k e i t zu einem sitzt  -zu einem  Obergang von a n f a n g l i c h e r  f e s t e n , b e l e b t e n Glauben, der im Gemlit des  Herzensglauben.  17; Z. 6, Londoner  Nach Rades I n t e r p r e t a t i o n dienen L e s s i n g s Forschungen destens zum  Teil  das  B e i d e , L e s s i n g und Z i n z e n d o r f ,  i n d i e s e r H i n s i c h t d i e Oberzeugung des G l a u b i g e n von der  s e i n e r R e l i g i o n durch Prufung (L. 7, S.  Leicht-  Individuums  Uneigennu'tzige L i e b e i s t dennoch n i c h t  e i n z i g e Merkmal e i n e s t r e u e n Ju'ngers C h r i s t i . betonen  mit- Z i n z e n d o r f s "Beblutung  von den o b e r f l a c h l i c h e n U n t e r s c h i e d e n , d. h.  von Z i n z e n d o r f s T e r m i n o l o g i e - der Ausdruck B e i s p i e l ) , was  F'u'hlen; d e r  Richtigkeit  Reden, S.  136-37).  im U r c h r i s t e n t u m min-  der eigenen Oberzeugung von d e r Wahrheit der R e l i g i o n  und  184 z u r eigenen Beruhigung.  Der Drang  nach  r e l i g i d s e r Oberzeugung e r w e i s t  a l s Merkmal e i n e s wahren C h r i s t e n , der s i c h auf dem p e r s b n l i c h e n Glaubens s i c h das  befindet.  Weg  Nach dessen v d l l i g e r  Individuum vor a l l e m durch s e i n e S t e t i g k e i t  sich  z u r B e f e s t i g u n g des  Entfaltung, kennzeichnet, im Glauben;  ungeachtet  der Umstande, i n denen es s i c h b e f i n d e n kbnnte, oder der S c h a r f e r e l i g i o n s f e i n d 1 i c h e r . S c h r i f t e n , b l e i b t es ihm t r e u . D i c h t e r zwischen der sogenannten ten und v i e r t e n  Auf d i e s e r B a s i s u n t e r s c h e i d e t der  "Spreu" und den orthodoxen  Christen  im d r i t -  "Anti-Goezen".  Z i n z e n d o r f b e s c h r e i b t e i n e n echten F o l g e r C h r i s t i der a l l e Not ohne Murren  e r d u l d e t , d e r wohl  a l s jemanden,  b e a n g s t i g t werden kann, s e i n e n Mut  120  jedoch n i c h t f a l l e n  laSt  (Z. 1, Per Teutsche  S o c r a t e s , 5. D i s c u r s ) .  la'ngst haben w i r L e s s i n g s Nathan a l s c h r i s t i i c h e s den  e r s t e n B l i c k e r k e n n t man,  hbheren Idealismus  in sich  nimmt d i e V e r n i c h t u n g hatte  daB  Z i n z e n d o r f s Konzeption  tragt als Lessings:  der eigenen  Vorbild  der Held  Schon  b e z e i c h n e t , doch  eines solchen einen des  groBen Lehrdramas  F a m i l i e durchaus n i c h t ohne Murren an - e r  " B e i h e r m i t G o t t auch wohl g e r e c h t e t , / G e z l i r n t , g e t o b t , mich und  verwu'nscht" (IV/7, V, 674).e r g e b e n h e i t e r m b g l i c h t und  auf  d i e Welt  Bei L e s s i n g i s t es e r s t d i e V e r n u n f t , d i e G o t t -  d i e vollkommenen  indem s i e mit s a n f t e r Stimme s p r i c h t t r a g t s i e den S i e g Liber das  '"und  b l i n d e Gefu'hl  Nathans B e i s p i e l  z e i g t , daB  Gehorsam  des  doch i s t G o t t ' "  Glaubigen ( I V / 7 , V,  erzielt: 674),  davon.  Z i n z e n d o r f s Behauptung, e i n  gutes  Herz w o l l e n i c h t s , es tue nur,was ihm  G o t t v e r h e i B t (Z. 3, Z e i s t e r  auch bei L e s s i n g G u l t i g k e i t f i n d e t .  H i e r s e i auf d i e Ei nschra'nkug des " i c h  will"  im Nathan (IV/7, V. 680)  wenn d i e s e s Handeln m i t dem ich w i l l "  (IV/7, V. 681).  gedeutet:  W i l l en Gottes  schen  nun  so f r e i  176-82).  wirkt  von  habe! daB  brauchst  zu r i c h t e n , d i e / So  (auch wenn s i c h  seiten  Gott durch  den  W i l l e n des S c h b p f e r s :  Akt daB  Menschen  nicht/  s i n d , o Gott!"  glaubigen Christen  d i e s e r s e i n e s Glaubens n i c h t bewuBt i s t ) ;  fu'gt s i c h dem  wo  i c h vor/ Pen Men-  s e i n e Taten  den  daB  im Lehrdrama,  l e i c h t / Mir w i r d ,  kann wandeln, a l s / Vor d i r , der du a l l e i n  H i e r m i t z e i g t L e s s i n g , daS  JLinger C h r i s t i  "Wie  55)  handeln,  " W i l l s t du nur,  G o t t bestimmen la'Bt; im V.  w e i t e r auf der Welt/ N i c h t s zu verbergen  nach s e i n e n Taten (V.  Libereinstimmt:  der P f l e g e v a t e r der Recha seinem S c h b p f e r :  i c h nun  vermag nur zu  Pies i s t n i c h t die e i n z i g e S t e l l e  der V e r f a s s e r das Handeln des Glaubigen dankt  der G l a u b i g e  Reden, S.  e i n wahrer  e r nimmt ihn - wie  Nathan -  I O C  i n den  s e i n i g e n auf,  Menschen W i l l e Tempelherr, Menschheit  wie  so daB,  nach E r i k a W i r t z ' I n t e r p r e t a t i o n , Gottes  i n einem b e i d e r s e i t i g e n  V e r h a l t n i s der L i e b e s t e h e n .  e i n s t S o k r a t e s , der " P r e d i g e r der Wahrheit", durch  ermahnte (L- 3, $.  684),  h a n d e l t a l s Werkzeug e i n e s  und  des  Auch der den  Gott d i e  Hbheren.  1 8 7  121  Indem e r Recha aus  den  Flammen r e t t e t e , v o l l z o g e r den  W i l l e n des  Allma'ch-  t i gen. Das  dramatische  noch w e i t e r e Merkmale des Der  Graf bemerkt, da3  glaubigen  d i e Braut  Liber, d i e Wundenl i t a n e i , S. milie getroffen.  Werk des  D i c h t e r s , vor a l l e m der Nathan, e n t h a l t C h r i s t e n , die Zinzendorf e b e n f a l l s betont.  Christi  auch g e l i t t e n  schon am den  (Z. 3, Homi1ien  177); Nathan hat der enorme V e r l u s t der eigenen  Weiterhin  h e i B t es bei Z i n z e n d o r f , da3  m i t e i n e r gewissen G l e i c h g L i l t i g k e i t durch der Herr w i l l  haben mu3  (Z. 3, Z e i s t e r Reden, S.  d i e Welt geht  452).  der  richtige  Christ  - es geschehe, wie  E i n Anklang davon f i n d e t  neues uns/  Gebaut, und  es  sich  Anfang des Nathan, a l s der zurlickkehrende Kaufmann der D i e n e r i n  etwaigen V e r l u s t des  Fa-  auf  Hauses h i n antwortet:"Dann, Daja, ha'tten w i r e i n  e i n bequemeres" (1/1, V.  16-18).  Demut i s t f l i r  Zin-  z e n d o r f e i n anderes Kennzeichen e i n e s wahren C h r i s t e n ; der G r a f b e s c h r e i b t das mit d i e s e n Worten:  "Wer  den Hochmut r e c h t kennen l e r n e n w i l l , der  Achtung geoen, ob e i n Mensch s i c h selbst"  (Z. 2,  Reden aus  mu3  scha'mt, jemand anders s c h u l d i g s e i n , a l s s i c h  America, 1, Th.,  S.  59).  E r i n n e r n w i r uns  hier  an  L e s s i n g s T e l l h e i m , dessen Gute im S i e b e n j a h r i g e n K r i e g a l l g e m e i n g e l o b t wurde (L.  1, Minna von Barnhelm, IV/6,  gesturzt hatte. fu'hl, das  ihm  v e r b i e t e t , fremde H i l f e  Geschenk i n der Not  Friede jedoch  zu a k z e p t i e r e n :  i n s UnglLick  als sich  selbst."  s e i n e A r t zu scha'tzen. demu'tiger i s t .  Ehrenge-  der D i a l o g mit Werner  s i c h der Major w e i g e r t , Werners Geld a l s  anzunehmen, a l s B e i s p i e l . - T e l l h e i m w i l l  Minna f b r d e r t e i n e Entwicklung  auch'ein  dender  B e k a n n t l i c h i s t T e l l h e i m s F e h l e r s e i n Libergro3es  '(II1/7, L. 1, S. 655-57), i n dem  schuldig sein,  S. 677),  S e i n Ehrengeflihl  des M a j o r s ,  n i e "jemand anders  erdrLickt d i e Demut; e r s t  d i e ihn l e h r t , fremde GLite auf  L e s s i n g s c h e i n t h i e r zu z e i g e n , da3  e i n b e s s e r e r Mensch  122  5.  Zusammenfassung Zinzendorfs  haltnis  wie man  zu einem f e s t e n Ver-  zu Gott g e l a n g t , e r s c h e i n t i n s e i n e n H o m i l i e n ,  Diskursen,  i n denen e r e r s t e n s auf d i e Unruhe des  Suche d e u t e t , was der H e r r n h u t e r  b i s auf T e r t u l l i a n  m i t der E n t w i c k l u n g ,  bens; er z e i g t auf den "Beblutung des dern  Antwort auf d i e Frage,  Weg,  der von  Herzens" fLihrt.  Von  E i n z e l n e n und  Der  auf  und  seine  z u r i i c k f u h r b a r i s t . Zweitens b e f a B t der v o l l e n E n t f a l t u n g des  sich  persbnlichen  Glau-  der anfSngl i c h e n K l e i n g l a u b i g k e i t b i s zur dem,  was  Zinzendorf  auf d i r e k t e A r t v e r m i t t e l t , i s t e i n groBer T e i l  h a l t e n - vor a l l e m im J^athan.  P r e d i g t e n , Reden  seinen  Glaubensbru-  i n Lessings  hohe Grad an Obereinstimmung  Dramen enti n den  Re 1 i -  giorisbetrachtungen der Gegner der l u t h e r i s c h e n Theologen e r s t r e c k t s i c h b i s i n d i e D e t a i l s der Entwicklung  des  p e r s b n l i c h e n Glaubens e i n e s  Alltagsmen-  schen. Von als  solchen  Bedeutung i s t h i e r das  Wort "Al1tagsmensch"; wenn L e s s i n g  bezeichnete'j • dann stande " s e i n " Christentum  es ware n i e e i n Problem i n der L e s s i n g f o r s c h u n g pekt  der E n t f a l t u n g des  Prominenz: bens.  wohl auSer Z w e i f e l  gewesen.  Der  p e r s b n l i c h e n Glaubens b e h i e l t e noch w e i t e r h i n  Erleuchtung"  Lessings  durch  R e l i g i o n kennzeichnete  L i e b e , sondern ebenso durch  G o t t und-Liber, das waren Werke wie  Wesen der von  d i e " T h e s i s aus  d i e E v a n g e l i s t e n " , " A r t und lichen  s i c h n i c h t nur  R e l i g i o n " und  allgemeinen  ihm  den  Glau-  Christen-  (L. 8, S.  Walten der  As-  227),  christ-  Drang nach einem grbBeren Wissen Liber  geoffenbarten  Religion.  der K i r c h e n g e s c h i c h t e " ,  Weise der Fortpf1anzung  s e i n e Befassung m i t den  entstanden.  das  -  seine  seines  "Anti-Goezen" s c h r e i b t der D i c h t e r , d i e A b s i c h t des  tums s e i "unsere S e l i g k e i t , v e r m i t t e l s t u n s r e r  lichen  subjektive  der W o l f e n b l i t t l e r B i b l i o t h e k a r f l i h l t e d i e R i c h t i g k e i t  Im achten  sich  und  In diesem L i c h t e  "Neue Hypothese Liber Ausbreitung  S c h r i f t e n des  der  Urchristentums  christim  123 Die E r f o r s c h u n g  des  Christentums la'Bt s i c h  s a t z zu Reimarus), im L i c h t e des nierung  gleichsetzen:  R e l i g i o n , nachdem man S.  21).  Forschung von  betont  die Mbglichkeit  einem Standpunkt i n n e r h a l b des  L e i s e g a n g s Hypothese, daB  Lessings  die  "Gefangennehmung der Vernunft  D i c h t e r a l s den  Grad  rechten  unter  den  anerkannte.  bens e n t s p r i c h t j e d o c h sche  Deutung  . des  lassen sich schwerlich  Eine  daB  der  Christentums aus  I. Abth.,  Dichter  seine  leitet.  Hans  h a t t e L e s s i n g einen  Glauben -  Glaubens" la'Bt d i e s  d i e Frage i s t nur, welchen Glauben i n diesem K a p i t e l f e s t g e l e g t e neue ;  stellt  Lessings  I n t e r p r e t a t i o n des  I n t e r p r e t a t i o n des  Wesens d i e s e s  n i c h t einem Bekenntnis dazu; gewiB g i b t es e i n e Spinoza  (z. B.):  der  K e r n b e g r i f f - Glaube - f e h l t ,  Gehorsam des  Der  an Obereinstimmung mit Z i n z e n d o r f  Christentums f a s t auBer Z w e i f e l .  besteht,  Sicherlich  a l s etwas S e i b s t v e r s t a n d l i c h e s e r s c h e i n e n ; der  Londoner P r e d i g t e n ,  R e l i g i o n der  kann ohnehin n i c h t a k z e p t i e r t werden.  Untermi-  e i n e d e r a r t i g e Befassung mit  Glauben e r h a l t (Z. 5,  Mit anderen Worten:  (im Gegen-  b i s h e r Gesagten, n i c h t mit dessen  auch Z i n z e n d o r f den  bei L e s s i n g  seine Glaubensansichten,  GlauLessing-  hingegen,  a l s p a n t h e i s t i s c h bezeichnen.  E r i n n e r n w i r uns  schlieBlich  noch an Ausbrliche wie: "Wir  sind Christen,  b i b l i s c h e C h r i s t e n , vernu'nftige C h r i s t e n ! " usw.,  die s i c h e r l i c h  n i c h t ohne Emo-  tion  Beschaffenheit  und  und  einen  hohen Grad des  Verstandnisses  der  dieser Religion  entstanden sind.  der L e s s i n g s c h e n  Betrachtungen Liber d i e c h r i s t i i c h e R e l i g i o n  Zinzendorfs, thertum des be  im Zusammenhang mit der 18.  Jahrhunderts,  i n keinem engen Verha'Ttnis  ohne jedoch  Im L i c h t e der weitgehenden  den  B e r e i c h des  grbBere Bedeutung  der  Dichters  M o g l i c h k e i t , daB  am  Obereinstimmung mit den  rechtglaubigen werden.  Christlichen  Lehren  orthodoxen  Kirche  zu v e r l a s s e n ,  Die F r a g e , ob L e s s i n g d i e  Funktion  Glau-  steht,  eine  christ-  kann nur durch e i n e A u s e i n a n d e r s e t z u n g mit  gesel1schaftlichen  Lu-  sein persbnlicher  mit e i n e r anerkannten c h r i s t l i c h e n  zugeschrieben  1 i c h e R e l i g i o n auch g l a u b t e , ner Konzeption der  muB  K r i t i k des  Eigenart  sei-  der R e l i g i o n im a l l g e m e i n e n  und  124 durch  e i n e Deutung s e i n e r S t e i l u n g zu den r e c h t g l a u b i g e n c h r i s t l i c h e n  (besonders jedoch  zur l u t h e r i s c h e n ) seiner Z e i t  zunachst  beantwortet  werden.  L e s s i n g s und Z i n z e n d o r f s T o l e r a n z b e g r i f f zu.  Kirchen  Wenden w i r uns  125  VI R e l i g i o s e T o l e r a n z und 1.  Im  i h r e Grenzen  Christentum Das  Werk des  Thema der T o l e r a n z  Dichters:  i s t z w e i f e l l o s e i n e s der markantesten  es d u r c h z i e h t s e i n e z a h l r e i c h e n "Rettungen"  "Cardanus", "Adam Neuser" usw.), den phischen  Schriften.  Lessing verbrachte  der r e l i g i o s e n T o l e r a n z - man Herrnhuter digung  Nathan sowie v e r s c h i e d e n e  der T o l e r a n z , d i e von  i n s i c h aufgenommen.  Karl  - und  seinem GroBvater,  hat d i e T r a d i t i o n der Theophilus  Guthke g i b t zu erkennen, daB  Leipzig,  i n zwei Jahrhunderten  der p h i l o s o -  s e i n e K i n d h e i t i n e i n e r Atmosphare  e i n e Abhandlung Liber d i e s e s Thema g e s c h r i e b e n b f f e n t l i c h e Debatte,  ("Cochlaus",  e r i n n e r e s i c h h i e r z. B. an d i e Duldung  Brlider im Hause s e i n e s V a t e r s  1669).^  im  Vertei-  Lessing,ausgeht,  l e t z t e r e r schon damals  hatte..("de r e l i g i o n u m  Der T o l e r a n z b e g r i f f des  der L e s s i n g f o r s c h u n g  der  tolerantia",  D i c h t e r s hat  AnlaB zu z a h l r e i c h e n D a r s t e l l u n g e n 190  gegeben, d i e ihn z. B. auf Denker wie h i e r kein Versuch  Bayle  f e s t z u l e g e n suchten.  unternommen w i r d , e i n e neue I n t e r p r e t a t i o n von  Obwohl  Lessings T o l e r -  a n z b e g r i f f zu e r r e i c h e n , i s t es dennoch passend, e i n i g e Bemerkungen Liber d i e s e s Thema zu machen, d i e w e i t e r e  V e r g l e i c h e zwischen ihm  und  Zinzendorf enthalten  werden. Der  Respekt fLir fremde A n s i c h t e n , s e i es im B e r e i c h der  g i o n oder irgendwelchem anderen, g r e n z t an das Willi  O e l m L i l l e r ^ und 1  der c h r i s t l i c h e n drama d a r s t e l l t .  Edward D v o r e t z k y l 9 2  L i e b e an, was  k l a r s t e n i n seinem groBen  E i n e harmonische K o e x i s t e n z mit anderen R e l i g i o n e n und muB  Spur von  Verdammung g e r e i n i g t  und  Thema der Na'chstenliebe.  e i n e Atmosphare v o r a u s s e t z e n , ist.  Nach  nimmt L e s s i n g s T o l e r a n z d i e Form  der D i c h t e r am  anderen Nationen HaB  Reli-  d i e auch von der  Lehrmit  kleinsten  Es bedarf dazu zumindest e i n e r  Oberwindung der p e r s b n l i c h e n V o r u r t e i l e gegen Ideen, d i e n i c h t den  eigenen  126  A n s i c h t e n entsprechen Ma3  und  an V e r s t a n d n i s und  f o r d e r t i n den  Respekt.  besten  Umstanden e i n betra'chtl i c h e s  T o l e r a n z kann, genau wie  gute Werke, a l s  Kon-  193 sequenz des Glaubens an Gottes u n i v e r s a l e Gute b e t r a c h t e t werden. Die Reformation  h a t t e das w e s t l i c h e C h r i s t e n t u m  v e r s c h i e d e n e r K i r c h e n g e t e i l t , wovon j e d e davon uberzeugt zer.in und  des wahrhaften Glaubens zu s e i n .  Calvinisten  gezogen, zwischen  P r o t e s t a n t e n und  Jahrhundert  " C h r i s t " ab.  g e h b r t e , was  und  4  ganz im Gegensatz zu dem  zu den  den  Fasern der  z e r " des  sich  hier naturlich  Christentums  Religionsfreiheit deswegen eher  n i c h t auf L u t h e r s Haltung  zeitgendssischen  im Rahmen der anerkannten  (L-M  Bekennern des  546,  226), d i e d i e s e F r e i h e i t w e i t weniger  Kirche.  20.  4.  d o x i s t e n " bedeutet transzendiert. wohl v i e l e Th., S.  das, daB  das  was  Ldwehich  B e k e n n t n i s s e ) , sondern  L e s s i n g s e l b s t sah  1777,  an Karl  Nach den Christentum  sich  a l s zu  der  L e s s i n g , S.  "Musterchristen"  A n s i c h t e n d i e s e r Gegner der alle  "Ortho-  seine w e l t l i c h e n Bestandteile  Z i n z e n d o r f l e h r t s e i n e amerikanischen  Glaubensbruder,  daB  es  R e l i g i o n e n g i b t , aber nur e i n e K i r c h e (Z. 2, Reden aus America,  162), wahrend L e s s i n g mehrmals d i e ' F r a g e e r d r t e r t , " o d e r s i n d d i e  e r i n den Gegensatzen zu dem  D e i s t e n " bezeugt:  "was  auf  respektierte.  t h o l i k e n keine C h r i s t e n ? " (L, 8, S. 346). tum,  von  gegen d i e e i g e n t l i c h e n " K e t -  Weder L e s s i n g noch Z i n z e n d o r f i d e n t i f i z i e r t den mit einem bestimmten B e k e n n t n i s .  18.  lutherischen Theologie  t o l e r a n t e n T h e o l o g i e hingezogen  18, B r i e f Nr.  Papst-  I n t o l e r a n z im  Walther  ( d a r u n t e r d i e Angehb'rigen anderer  zu der a l t e r e n und  Lutheranern  Wirken der Reformatoren s t a n d , d i e s i c h 195  der Rel i g i o n s f r e i h e i t a l s Hauptgewinn ru'hmen konnten. be nil (fit  Besit-  die Katholiken Prote-  F i t t b o g e n w e i s t d a r a u f h i n , da3  weit v e r b r e i t e t w a r ^  alleinige  P a p i s t e n ; nur Anhanger der  s t a n t e n a l s K e t z e r b e t r a c h t e t e n , sprach der L u t h e r a n e r Titel  war,  Grenzen wurden zwischen  " r i c h t i g e n " K i r c h e gal ten a l s wahre C h r i s t e n - so wie  tums den  i n e i n e Unmenge  Fur ihn e x i s t i e r t  Reimarischen  Ka-  nur e i n C h r i s t e n -  Fragment "Von  b r a u c h t es auch d i e s e r Namen?  2.  Duldung  I s t der bloBe  der  Name C h r i s t  127  n i c h t w e i t l a ' u f i g , n i c h t bezeichnend  genung?  t h e r a n e r n i c h t ebenso v e r w e r f l i c h geworden? uns  S i n d d i e Namen C a l v i n i s t und LuWeg m i t a l i e n d i e s e n Namen, d i e  d e r E i n s i c h t e i n e s E i n z i g e n unterwerfen!  Wir s i n d  Christen, biblische  C h r i s t e n , v e r n l i n f t i g e C h r i s t e n " ( L . 7, S. 329). Im Z e i t a l t e r d e r A u f k l a r u n g 1ich  z u r auBeren Form d e r R e l i g i o n :  bekannte s i c h der Gla'ubige  d i e R i c h i g k e i t der G l a u b e n s l e h r e n  bestimmten K i r c h e e r s c h i e n maBgebender a l s d i e des Christentums z e n d o r f bemerkt, daB d i e h i e r d u r c h entstandene zwischen c h r i s t i i c h e r  (Z. 1, Der Teutsche  von  wurden.  Unterschieds  zu verkennen, zu Li bene,  S o c r a t e s , 2. D i s c u r s ) .  den Reformatoren verworfen  Zin-  R e l i g i o n e n o f t m a l s dazu v e r -  Christi  einem noch hbheren Grad f l i r d i e t r a d i t i o n e l l e n  einer  selbst.  V e m a c h l a s s i g u n g des  R e l i g i o n und c h r i s t l i c h e n  l e i t e t e , d i e grbBeren Wahrheiten d e r Lehre sehen  ledig-  Dasselbe  Lehren  bewahrt s i c h zu  der a l t e n K i r c h e , d i e  In d e r e r s t e n F o l g e s e i n e r " n b t i g e n  Antwort" warnt L e s s i n g , daB man n i c h t a l l e s , was k a t h o l i s c h i s t , a l s u n c h r i s t lich  verdammen s o i l  L e s s i n g d i e Lehre  ( L . 8, S. 336). A l s a u f f a ' l l i g e s B e i s p i e l  vom " m i t t l e r e n Zustand"  (Fegefeuer)  dafu'r erwa'hnt  i n der Verteidigung  " L e i b n i z von den ewigen S t r a f e n " ( L . 7, S, 197). L e s s i n g und Z i n z e n d o r f erkennen, daB a l l e K i r c h e n auf einem baren  Grund, a u f dem Worte Gottes  fuBen:  e i n e jede c h r i s t l i c h e  frucht-  Religion ent-  ha'lt Grundwahrhei t e n , was z u r B a s i s des t o l e r a n t e n Denkens i n n e r h a l b des 196 Christentums schiedenen  werden muB.  Kirchen  Der Graf w e i s t d a r a u f h i n , daB, obwohl d i e v e r -  im Laufe  der Z e i t  " b a u f a l l i g " werden und e r s e t z t werden mu's-  sen, d i e s e r Grund b l e i b t , wie e r immer war ( Z . 4, Gemeinreden, 2. Th., S. 31415); L e s s i n g s A n s i c h t nach h e i B t das, daB d i e Lehren Wahrheiten des H e i l a n d s " Weil  - " d i e ewigen  ( L . 7, S. 18) - i h r e G u l t i g k e i t n i e v e r l i e r e n werden.  d i e s e w e l t l i c h e n Ordnungen des Christentums  aufweisen,  Christi  mu'ssen Rel i gi o n s u n t e r s c h i ede  einen gemeinsamen Ursprung  i n L i e b e getragen  aus America, 1. Th. , S. 156). Z i n z e n d o r f  werden (Z. 2, Reden  l e h r t , daB ^as Gem'u't urn so t o l e r a n -  128  ter  w i r d , j e naher man Gott kennt - d. h. j e  Nachsten) l i e b t  (und somit den  (Z. 6, Londoner Reden, S. 2 ) ; und " d e r j e n i g e denkt unlammhaft,  der s e c t e r i s c h denkt"  (Z. 4, Gemeinreden, 2. Th., S. 4 6 ) .  der Brudergemeinde (§ 2) l a u t e t es: wohnern s o i l  mehr man Gott  "Herrnhut  i n besta'ndiger Liebe m i t a l i e n  R e l i g i o n e n stehen,  In den Grundlagen  mit seinen e i g e n t l i c h e n E i n -  Brlidern und Kindern  Gottes  in alien  k e i n e B e u r t e i l e n , Zanken oder etwas Ungeblihrl i c h e s gegen 197  Andersgesinnte vorigen Kapitel Kind Gottes be  vornehmen."  I n t o l e r a n z bezeugt - und d a r a u f w e i s t das im  gegebene B e i s p i e l  des Tempelherrn - daB man k e i n  verstandiges  i s t (Z. 6, Londoner Reden, S. 1-2), denn d i e r e i n e c h r i s t l i c h e L i e -  fehlt. Nach L e s s i n g und Z i n z e n d o r f h i n d e r t d i e s t r e n g e  e i n e r Kirche f e s t g e s e t z t e n Glaubensregeln  d i e Entwicklung  Glaubens, denn h i e r m i t i s t dem E i n z e l n e n d i e G e l e g e n h e i t nung des H e i l a n d s " s e l b s t zu e r f a h r e n S. 121).  M i t anderen Worten:  Befolgung  eines persbnlichen genommen, " d i e Ord-  (Z. 5, Londoner P r e d i g t e n , I. Abth.,  indem man e i n e n  Katechismus s t u d i e r t und e i n -  z e l n e Regeln i n s i c h aufnimmt, e r r e i c h t man wohl das O b j e k t i v e wicklung  d e r von  i n der Ent-  des p e r s d n l i c h e n Glaubens, das Wissen, es f e h l t j e d o c h d e r f l i r L e s s i n g  und  Z i n z e n d o r f so w i c h t i g e Aspekt des S u b j e k t i v e n :  die  Lehren  d i e rechten sind.  "christlicher"  noch f l i h l t man n i c h t , daB  H i e r s e i a u f das B e i s p i e l  L e s s i n g setzen wLirde (es muB  gewiesen, das e i n  h i e r wiederum betont werden, daB  s i c h d e r D i c h t e r an d i e s e r S t e l l e noch n i c h t a l s s o l c h e r erwiesen Forschung und i n t e n s i v e Befassung  hat):  durch  m i t dem e i g e n t l i c h e n Wesen s e i n e r R e l i g i o n  e r h i e l t e e r d i e Oberzeugung von i h r e r Wahrheit.  Weil  f l i r e i n e n jeden  Glaubigen  d i e s e Handlungsweise so maBgebend ware, muBte e r gegen Goezes Einwlirfe, d e r das Forschen  e i n e s jeden  i n b i b l i s c h e n Angelegenheiten  d o x i e zu setzen suchte,  protestieren.  E i n s o l c h e s Forschen  halb der von der K i r c h e g e s e t z t e n G l a u b e n s r e g e l n rer  der l u t h e r i s c h e n Orthodoxie  i n d i e Schranken d e r Orthomu'Bte s i c h  auBer-  e r e i g n e n , was v e r s c h i e d e n e FLih-  - Goeze m i t e i n b e g r i f f e n - a l s b e d r o h l i c h emp-  129  fanden:  man  konnte dem  da s i c h d i e von tums f l i r den des  oder gar f e i n d l i c h  g e s i n n t werden,  der evangel i s c h e n K i r c h e gefb'rderte I n t e r p r e t a t i o n des C h r i s t e n -  E i n z e l n e n a l s unakzeptabel  individuellen  dogma geht  Luthertum untreu  erweisen  konnte.  Z i n z e n d o r f s Betonung  Glaubens im Gegensatz zur Unterwerfung u n t e r das  u. a. daraus h e r v o r , daS  nach Phi 1ipp Guntram wurde d i e s vom  e r n i c h t bedacht war, BewuBtsein der eigenen  Kirchen-  P r o s e l y t e n zu machen: Unvol1kommenheit v e r -  i no  anlaSt.  Die H e r r n h u t e r  p e r s b n l i c h e n Glaubens; man  u n t e r s t l i t z t e n e i n e n jeden war  n i c h t daran  i n der Entwicklung  gebunden, fortwahrend  Brudergemeinde zu s e i n , sondern konnte zu j e d e r Z e i t a u s t r e t e n Reden, Rede zu Gnadenfrey, 11. sichtlich getan  der K a t h o l i k e n  i n der d r i t t e n  l a u t e t es z. B.:  und  doch a l l e s  "wer  (Z. 3,  Anhanger e i n a n d e r wie  wahre N a c h f o l g e r  d i e Gegner der H e r r n h u t e r ,  der k a t h o l i s c h e n R e l i g i o n zu-  Feinde  Christi  werden - man  muB  ihnen  verzeihen  anderen  ver-  von  somit  zu einem grbSeren  dessen erstreckt  z. B.  sollen  d i e P e i n i g e r des  (Z. 3, Z e i s t e r Reden, S.  t o l e r a n t e n Denkens i n n e r h a l b des  Christentums  der Anhanger v e r s c h i e d e n e r  bei Z i n z e n d o r f zu einem g e g e n s e i t i g e n  lernt  Dies  e i n e r bestimmten K i r c h e :  beide e i n e harmonischere K o e x i s t e n z  n i s s e , was  l i e b e n mu'ssen.  d i e l u t h e r i s c h e n Theologen, wie  Durch d i e Betonung des  erzielen  Zeister  Rede e n t h a l t e n ) . H i n -  Z i n z e n d o r f g i b t es nur e i n C h r i s t e n t u m ,  auch auf d i e c h r i s t l i c h e n  H e i l a n d s behandelt  der  Guten genieBen."  Nach L e s s i n g und  451).  1743,  Mitglied  gewesen, kann unverwehrt h i e s i g e n O r t s H e r r s c h a f t bei d e r s e l b e n 199  weilen  sich  11.  des  Lernen  fLihrt:  (Z. 5, Londoner P r e d i g t e n , V. Abth., 10. Versta'ndnis der c h r i s t l i c h e n  jede  Kirche  P r e d i g t ) und  Religion.  Bekennt-  gelangt  In seinen  "Anmerkungen zu einem Gutachten Liber d i e I t z i g e n Religionsbewegungen" dru'ckt sich  der V e r f a s s e r des  so p o s i t i v e n A r t wie  Nathan auf a h n l i c h e Weise aus, wenngleich  Zinzendorf:  "So  auch mit den  d i e andere an; e i n e bewegt s i c h n i e a l l e i n . besserung  Religionen,  Die namlichen  n i c h t auf  eine  Eine s t e c k t  S c h r i t t e zur  oder Verschlimmerung, welche d i e e i n e t u t , t u t d i e andere bald  Verda-  130  r a u f g l e i c h f a l l s , wie  2.  wir  i n der Reformation gesehen haben" (L. 7, S.  715).  In der S t e l l u n g zu den F r e i g e i s t e r n E i n groBer T e i l  der V e r t e i d i g u n g Quo  des  von  Lessings  e i n e r Reihe von  R e l i g i o n s s c h r i f t e n befaBt  Individuen,die  sich  r e l i g i d s e n Glaubens i h r e r Z e i t h i e l t e n , d i e von  Theologen a l s F r e i g e i s t e r , a l s K e t z e r  Handelte es s i c h wurde d i e s von  i n einem bestimmten F a l l  den  Feinden und  hdren zu den des  ligionen DaB  eigenen Glaubens, was  Bei  Cardanus w e i s t  und  Christentums  Christentum letzten  Cardanus nur mit der c h r i s t l i c h e n  s e i (L. 7, S.  22), daB  konnen  (L. 7, S.  und  f l i r wahr h i e l t  20)  (L. 7, S.  s c h l i e B l i c h , daB l J-20)„ l  M i t den  gePruRe17).  Religion als die Nathan mi t der  Religion aufrichtig  ver-  diesem Glauben h a t t e  sagen  d i e Wunder C h r i s t i  Cardanus e r s c h e i n t somit n i c h t a l s Ha'retiker, g l e i c ' n s e t z t e , sondern a l s Rettung des  s a t y r i s c h e n Charakter  Unrecht a l s k e t z e r i s c h v e r u r t e i l t h a t t e und zur Lehre Jesu  Dichters.  - v o l l z o g (L. 7, S.  e r d i e Lehre und  o r t h o d o x e n ^ C h r i s t e n t u m s . In der  R e l i g i o s i " e n t h u l l t L e s s i n g den  stellt  folgt  L e s s i n g auf d i e  Endes d i e s e  e r n i c h t mehr Gutes von  der andere R e l i g i o n e n der c h r i s t l i c h e n Anhanger des  Es  "Inepti R e l i g i o s i "  d i e r i c h t i g e b e t r a c h t e t e , b e s t a t i g t der V e r f a s s e r des  fahren  tung  hineingelesen?  d i e s e r m i t t e l s e i n e s V e r g l e i c h s der v i e r  - Heidentum, Judentum, Islam  Bezeugung, daB  Oftmals  i n Frage.  Rettungen des  der unbekannte V e r f a s s e r des  der vermeinte Gegner des  beste,  Verwerfungen  parteiischen Kritikern  zu Unrecht Verdammten.  Status-  w i r k l i c h urn h a r e t i s c h e s Denken, oder  zunachst e i n e kurze Zusammenfassung v e r s c h i e d e n e r Cardanus und  mit  rechtglaubigen  gebranntmarkt worden waren.  der. Dichter. d i e G e r e c h t i g k e i t der Verdammungen und  fung  n i c h t an den  sich  das  uberzeugter  V e r f a s s e r s des  des.Werkes, das  "Inepti  man  keineswegs e i n e f e i n d l i c h e  zu Hal-  ausdruckt. beiden  Leibniz-Verteidigungen  sucht  Lessing die A n g r i f f e ,  131  d i e man  auf d i e e i g e n t l i c h e r e l i g i o s e Gesinnung des  ru'ckzuweisen. ten des  Philosophen  S e i n V e r t e i d i g e r i s t davon u'berzeugt, daS  Christentums  - d i e ewigen H b l l e n s t r a f e n und  die  richtete,  L e i b n i z GrundwahrheiDreieinigkeitslehre  a l s B e i s p i e l e - n i c h t nur a l s Objekt p h i l o s o p h i s c h e r Betrachtungen sondern  s i e e b e n f a l l s a l s Wahrheit  rengarius Turonensis  verwendete,  annahm, s i e g l a u b t e ( L . 7, S. 225).  s p i e g e l t a'hnliche A n s i c h t e n des  zu-  D i c h t e r s wider:  dammung d i e s e s m i t t e l a l t e r l i c h e n Mdnches f u B t e n i c h t auf dessen  Bed i e Ver-  Religions-  a n s i c h t e n , d i e denen des Papsttums zu einem bestimmten Grad w i d e r s p r a c h e n ,  son-  dern auf der h i n t e r h a l t i g e n F e i n d s c h a f t des  man  h i e r , s t a t t e i n e r Bezeugung und Denkens, e i n e Rettung zugunsten  des  V e r t e i d i g u n g der  der c h r i s t l i c h e n  Luthertums,  Lanfrancus.  Gesinnuhg  denn B e r e n g a r i u s  Wiederum e r b l i c k t  R i c h t i g k e i t des  des B e r e n g a r i u s , diesmal  t e i l t e , wie  schon  erwa'hnt - nach  L e s s i n g s I n t e r p r e t a t i o n - Luthers A n s i c h t e n Uber das Wesen des Im V e r g l e i c h weise  von  zu der des  heterodoxen  Abendmahls.  Cardanus u n t e r s c h e i d e t s i c h  die Verfahrens-  L e s s i n g s "Ungenanntem" i n R e l i g i o n s a n g e l e g e n h e i t e n m e r k l i c h :  wahrend s i c h der Mbnch l e d i g l i c h von  der O b e r l e g e n h e i t s e i n e s Glaubens b'ber-  zeugen w o l l t e , wagte Reimarus " n i c h t s g e r i n g e r e s a l s e i n e n Hauptsturm auf d i e christliche  Religion"  e i n e s F r e i g e i s t e s , den der S c h r i f t ist sich  (L. 8, S. 31).  Der Ungenannte w i r d somit zum  d i e V e r n u n f t dazu fu'hrte, z u v i e l  zu s c h l i e B e n (L. 8, S. 99).  der T o l e r a n z  d i e Duldung von S c h r i f t e n wie d i e "Fragmente des Unbekannten":  f u B t zum  Teil  auf s e i n e r Oberzeugung, daB  dem  sich  s t a r k genug e r w e i s t , der K r i t i k der F r e i g e i s t e r 30):  aus WidersprLichen i n  E i n w i c h t i g e r Aspekt  dafu'r e n t s c h e i d e t , geht k l a r genug aus  schon  im "Cardanus" t r e f f e n w i r auf s e i n  h e i t e n des H e i l a n d s " (L. 7, S.  18).  Nur  Schwachgla'ubigen (L. 7, S.  die c h r i s t l i c h e zu w i d e r s t e h e n Vertrauen  das  Dies  Religion als (L. 7, S.  329-  auf d i e "ewigen Wahr-  d i e sogenannte "Spreu  646);  daB L e s s i n g  Fragmentestreit hervor.  wUrde i n einem Ansturm der R e l i g i o n s f e i n d e v e r f 1 i e g e n , u n d nur unter den  Vorbild  des  Glaubens"  sosiegten Ketzereien  Christentum  s e l b s t ginge  132  s e i n e n Weg  t r o t z d i e s e r Stdrungen  unaufhaltsam. w e i t e r ( L . 8, S. 122).  grundsa'tzl i che U n t e r s c h i e d zwischen L e s s i n g und den  Fuhrern der  lutherischen  O r t h o d o x i e - Goeze a l s Hauptrepra'sentant - b l e i b t , dap der e r s t e r e R e l i g i o n bedeutend  mehr z u t r a u t a l s d i e  seiner  letzteren.  So wie das Christentum einem  V e r g l e i c h mit anderen  z u h a l t e n vermag, w i r d es auch kein K e t z e r i n seinem Dap  Der  Religionen stand-  Fundament e r s c h u t t e r n .  auch Z i n z e n d o r f d i e s e A n s i c h t e n des Wol fenbu'ttler Bifcl i o t h e k a r s  teilt,  geht aus s e i n e r Oberzeugung h e r v o r , daB d i e Lehre n i c h t dazu gedacht i s t , vor A n g r i f f e n  z u r u c k g e h a l t e n zu werden (Z. 5, Londoner  reden, S. 446). Schriften  ist,  Nach Z i n z e n d o r f , der wohl  P r e d i g t e n , Anhangs-  k e i n Freund der  freidenkerischen  s i e aber zula'Bt, solange s i e n i c h t der V e r b r e i t u n g g l a u b e n s -  f e i n d l i c h e r Lehren h e ! f e n , mussen fremde  Ideen, d i e den orthodoxen w i d e r s p r e -  chen, verworfen werden (Z. 4, Gemeinreden, 1. Th., S. yon L e s s i n g angenommenen. B e i s p i e l  des Hieronymus,  155).  Das  161).  Hier  jedoch auf e i n e n w e s e n t l i c h e n U n t e r s c h i e d i n L e s s i n g s und Z i n z e n d o r f s H a l -  tung zu den f r e i d e n k e r i s c h e n S c h r i f t e n gewiesen, der s i c h Worte Widerlegen und Verwerfen  spiegelt.  f e i n d l i c h e n S c h r i f t e n e n t s p r i c h t einem  hingegen  S c h r i f t e n e i n e Ablehnung  fremder Ideen, d i e a l l e i n  und dem  M i t anderen Worten:  die intellektuelle  bei dem  n i c h t geantwortet werden s o i l lassen, g e i s t i g  dieser  S u b j e k t i v e n , auf  V e r f a h r e n s w e i s e des K r i t i k e r s  fuBt, fehlt  das Wohl der Gemeinde na'her l i e g t und  f e s t davon uberzeugt i s t , daB e i n s t a r k e r Glaube Z i n z e n d o r f bekennt,  Ver-  bezeugt Z i n z e n d o r f s Verwerfen auf dem  der  glaubens-  FLihlen der R i c h t i g k e i t der Lehre C h r i s t i  F u h r e r der H e r r n h u t e r , dem  marus s c h U t z t .  Gegensatz  auf p h i l o s o p h i s c h - t h e o l o g i s c h e r  Vorgang;  person!ichem Glauben  i n dem  L e s s i n g s Widerlegen von  f a h r e n s w e i s e begrundeten  gen  dem  k e t z e r i s c h e S c h r i f t e n zu v e r -  S f f e n t l i c h e n , urn s i e zu w i d e r l e g e n , nahe ( L . 8, S. 120-21 u. S. sei  kommt  der  gegen d i e Einw'u'rfe .eines R e i -  daB auf S t r e i t s c h r i f t e n  (Z. 3, Z e i s t e r Reden, S. 278):  gegen den Herrn man  soil  sie lie-  ablehnen, ohne s i c h Intel!ektue.Tl damit zu b e f a s s e n - aber  133  doch n i c h t  unterdrucken. Die U n t e r s c h i e d e ,  die in Lessings  und  Zinzendorfs  gl a u b e n s f e i n d l i c h e S c h r i f t e n a u f t r e t e n , verschwinden zum Thema auf d i e e i g e n t l i c h e V e r f o l g u n g des  ser  "Uber Adam Neuser" e r i t h a l t e n .  den  Irrenden  menschen b e s c h u l d i g e n denselben ist  Grlinden:  sollen.  nur  Der  des  Graf  t a d e l t den  Vergehens an den  G e i s t der V e r f o l g u n g  im F a l l e der Gefahrdung der S i c h e r h e i t e i n e s  t a n , worin der F r e i g e i s t  daB  das  188).  beruchtige  diesem Grund e r k l a r t wird  Schreiben  ihn der U n t e r s t l i t z u n g der anderen  (L. 7, S.  266).  Es h a t t e somit  Lessing die Verfolgung  des  an den  Sylvanus,  e i n e s des  n i c h t i n der Macht  Hochverrats  UnglLickl i c h e n , d i e ohne G e l e g e n h e i t  e r f o l g t e und  d i e der D i c h t e r a l s "Wuterei gegen I r r e n d e "  (L. viel  - bezeichnet  wie  263).  261);  noch  - auch Sylvanus  das  Weil  heiBen"  S c h i c k s a l Adam Neusers hat:  i s t n b t i g , urn s o l c h e Begebenheiten zu v e r h i n d e r n  die betroffenen  Individuen  war  die Zeiten  Frbmmigkeit  irgendetwas anderes zu seinem T o l e r a n z b e g r i f f b e i g e t r a g e n  Duldung der D e i s t e n " - "Gegensatze des  von  unschuldigen  "welch e i n Gl Lick, daB  L e s s i n g g i b t zu erkennen, daS  dung der F r e i g e i s t e r "Von  (L. 7, S.  gefahrden:  zur Besserung oder Bekehrung  s i n d , i n welchen s o l c h e Gesinnungen R e l i g i o n und  7, S.  Sul-  Adam Neuser f u r ungerecht,  Freundes des  ioorbei  Volkes  Antitrinitarier  L e s s i n g Empbrung Liber d i e ganze N e u s e r - A f f a r e  der s i n n l o s e n H i n r i c h t u n g des  Antitrinitarier  aus  im F a l l e e i n e s A n g r i f f s auf d i e C h r i s t e n h e i t , v e r s i c h e r t ,  abgesandt worden war,  Hervorgerufen  Mit-  L e s s i n g grlindet s e i n e  d i e s e s A n t i t r i m ' t a r i e r s gelfegen, d i e S i c h e r h e i t s e i n e s Landes zu aus  die-  wegen der Annahme u n c h r i s t l i c h e r  Neaser) n i c h t e i n e s  Adam Neuser d a r a u f ,  ( d e r A r i a n e r , usw.)  i n der  Nach L e s s i n g geht e i n e V e r f o l g u n g  s i e e r l a u b t (Z. 1, Der Teutsche S o c r a t e s , S.  Verteidigung  nie  (d. h.  das  Die Gedanken  d i e s e s Themas, s i n d d e u t l i c h  A r t gegen d i e Grundrechte e i n e s Menschen:  Ideen h a t t e man  gegen  groBen T e i l , wenn  der F r e i g e i s t e r Libergeht.  V e r f a s s e r s des Nathan, h i n s i c h t l i c h  Schrift  Haltung  (L,  so Du1 7,  Herausgebers"). durch  ihre Verfolgung  mehr Anhanger  134  bekommen kbnnten a l s wenn i h r e A r t t o l e r i e r t tes , S.  189-90) bevorzugt  V e r b r e i t u n g der bedrohen:  ware (Z. 1, Der  Zinzendorf eine t o l e r a n t e Verfahrensweise.  I n t o l e r a n z wLirde ohnehin d i e F e s t i g k e i t des  folglich  (Z.  1, Der Teutsche  das  u r s p r u n g l i c h durch  widersprache.  ware die s t a a t l i c h e A u t o r i t a t dem  S o c r a t e s , S. den  186,  Schutz  Fu(3note S ) , was  200  L u t h e r , wie  zur B a s i s f l i r das  Den  Ansichten  des  des  Schriften  freiheit  zu f o r s c h e n .  - s i e wird  Flir den  Auffassungen  i n der "Rettung  L e s s i n g aber  Was  im Rahmen des  e i n "guter L u t h e r a n e r "  die P h i l a -  des  be-  Lemnius".  i n der Suche  a k z e p t i e r t e n Glau-  h a t t e wohl d i e E r l a u b n i s , f r e i v e r a l l g e m e i n e r t diese-Gedaoken-  s e i n T o l e r a n z b e g r i f f (wie Z i n z e n d o r f s ) auf  der " i d e a l e n l u t h e r i s c h e n V e r f a h r e n s w e i s e "  auf der Hand.  Indem man  Interpretation  dem  aller  tungen e i n e s jeden. zu Toleranz  religibser  hervorgerufen)  verdammt, w'u'rde der  i n der Suche nach ihrem  schon v i e l e andere) das  Papsttum verwandelt,  Luther  klar  nur e i n e d i e s e r M b g l i c h k e i t e n , s e l b s t wenn d i e s e  orthodoxen Glauben w i d e r s p r a c h e ,  sammte Entwicklungsyang s i e h t L e s s i n g (wie  konnte,  L e s s i n g zu Liber-  D i c h t e r 1 i e g t die M d g l i c h k e i t der V e r s c h i e d e n h e i t  (von  Luthertums,  f u r ihn zur B a s i s f l i r d i e r e l i g i o s e T o l e r a n z ; i n d i e s e r  H i n s i c h t g l a u b t L e s s i n g , daB fuBt.  Jane Leade und  Christentums.  s6hehon s c h e i n t , i s t , d a B d i e s e F r e i h e i t nur  i n den  Wesen des  D i c h t e r s nach f o r d e r t e L u t h e r G e d a n k e n f r e i h e i t  bens g e d u l d e t wurde:  unterworfen  H i n s i c h t e i n i d e a l e s - das  des W i t t e n b e r g e r s  nach e i n e r p e r s d n l i c h e n Auffassung  Herrscher  t o l e r a n t e Denken Z i n z e n d o r f s .  Lessings L u t h e r b i l d i s t i n gewisser schon d i e " V e r g o t t e r u n g "  selbst  der w e l t l i c h e n A u t h o r i t a t gedeihen  In d i e s e r H i n s i c h t g e h b r t  delphische Bewegung,  dem  Klerus  SocraDie  Staates  es l a g e i n der Macht der T h e o l o g e n , e i n e n f r e i g e i s t i g e n  zu verdrangen;  zeugt  Teutsche  da der Klerus a l l e i n  Luthertum  ge-  Glauben gefa'hrdet, und seiner Zeit  so  ir, e i n neues •  d i e Macht h a t t e , d i e R e l i g i o n s b e t r a c h -  bestimmen. i n R e l i g i o n s a n g e l e g e n h e i t e n w i r d von  S c h r i f t e n gegen d i e l u t h e r i s c h e n Theologen g e f o r d e r t und  Lessing in seinen von  Zinzendorf g e l e h r t .  135  Entspra'che d i e s e i n e r unbegrenzten T o l e r a n z ,  wie es Meyer-Benfey b e i L e s s i n g  201 voraussetzt?  Es s e i h i e r z u e r s t auf d i e Haltung des D i c h t e r s  Arianer, Socianer ersten  faBt.  des Nathan d i e s e  In diesem S i n n  Schon d i e Bezeichnung d e r beiden ( L . 8, S. 337) bezeugt, daB d e r  F r e i g e i s t e r l a n g s t n i c h t so u n p a r t e i i s c h  erweist  in die Englische  306-7).  Kirche  s i c h flir ihn der Arianismus a l s eine sowie i n s Luthertum g e s c h l i c h e n  i n s Auge Pest, d i e  h a t ( L . 7, S.  Das a r i a n i s c h e System, im V e r g l e i c h m i t dem orthodoxen  e r s c h e i n t ihm noch " u n e n d l i c h Nr.  gewiesen.  Gruppen a l s F e i n d e der G o t t h e i t C h r i s t i  Verfasser  sich  und D e i s t e n  gegen d i e  abgeschmackter und l a ' s t e r l i c h e r "  lutherischen, (L-M 18, B r i e f  610, 30. 3. 1779, an F r i e d r i c h N i c o l a i , S. 316). Ober d i e D e i s t e n , d i e 202  alien  anderen G l a u b i g e n  i n t o l e r a n t gegenuber s t e h e n ,  " S i e w o l l e n d i e F r e i h e i t haben, d i e c h r i s t l i c h e doch g e d u l d e t s e i n . verlachen;  schreibt  Lessing,  R e l i g i o n zu b e s t r e i t e n ; und  S i e w o l l e n d i e F r e i h e i t haben, den G o t t d e r C h r i s t e n zu  und doch g e d u l d e t s e i n .  Das i s t f r e i l i c h  e i n wenig v i e l ;  gewiB mehr, a l s i h r e n vermeinten Vorga'ngern i n d e r a l t e n j'u'dischen  und ganz  Kirche  e r l a u b t war" ( L . 7, S, 329). Johannes S c h n e i d e r e r i n n e r t d a r a n , daB der D i c h t e r e i n e Abneigung gegen d i e I n t o l e r a n z in  dem fru'hen  L u s t s p i e l , Der F r e i g e i s t z e i g t e . ^ 2  bemerkt, kann ebenso a u f S o c i a n e r ner  d e r F r e i g e i s t e r wie d i e s e  der G o t t h e i t C h r i s t i  und A r i a n e r  3  Was L e s s i n g  bezogen werden:  Liber d i e D e i s t e n alle  diese  s o l l e n g e d u l d e t werden, wenn s i e den Herrn  nicht  la'stern, wenn s i e s i c h dem orthodoxen C h r i s t e n t u m gegenuber n e u t r a l wenn s i e d i e n b t i g e  T o l e r a n z •fur den,orthodoxen Glauben  Zinzendorf geister: nicht  Geg-  verhalten,  aufweisen,  b e s c h r a n k t s i c h auf d i e e i g e n t l i c h e n Lehren der F r e i -  obwohl B i b e l f e i n d e wie Reimarus g e d u l d e t werden mussen, d a r f man s i e  lehren  l a s s e n , weil  i h r e Gedanken gegen C h r i s t u s  America, 1. Th. , S. 158) und weil  f a l s c h e Lehrer  zu den f r e i g e i s t i g e n Lehrern  sind  (Z. 2, Reden aus  unwLirdige Seelen zu Jesus r u -  fen kbnnen ( Z . 2, Reden aus America, 2. Th., S. 210). Opposition  bereits  Lessing  betont  seine  (im Gegensatz zu i h r e n S c h r i f t e n ) , i n -  136  dem  er liber Reimarus bemerkt:  geisterei  "der  doch noch so e h r l i c h , daB  i r r e machen w o l l t e " (L. 8, S. Neuser aus lichen  demselben Grund:  L e h r e r , was  Franciscus folgten  Davidis  erkennt,  c h r i s t l i c h e und  kern  248).  269)  daB  d u l d e t werden, solange  und  f l i r Adam antichrist-  zu Unrecht  der T o l e r a n z  ver-  ausfallen.  die  schrankenlose  Toleranz  verlangt:  der  2 0 4  (wie  Respekt g e g e n l i b e r t r e t e n .  Im  allgemeinen  sind - Socianer,  Rettungen  lediglich  sing bezeichnet  die Verbreitung  die  einer Krankheit,  Verbreitung  und  christlichen  Deisten, Arianer als B e i s p i e l e :  Dichter seine  der Wahrheit der Lehre C h r i s t i  der  Zinzendorf  nicht  Anders-  christlichen Lessings  den  per-  oder e i n e s  Glauben f e i n d l i c h  Harald  Schultze  e i n i g e n AuBenseitern  Reigesinnt  betont,  widmet,^6>  daB  Les-  R e l i g i o n s a n s i c h t e n s o l c h e r Gruppen a l s  gegen d i e a l l e i n  - und  Kranken v e r s c h r e i b t " (L. 7, S.  Lehren mlis-  nur s o l c h e  orthodoxen  Oberzeugung e i n e s Neuser  marus, n i c h t aber d i e Gruppen, d i e dem  Glau-  wirkt.  respektieren Lessing  s d n l i c h e n Glauben, d i e r e l i g i o s e  anerkannten  auch Z i n z e n d o r f )  Hermann Resten s c h r e i b t , daB  " i n t o l e r a n t gegen I n t o l e r a n t e "  ge-  christlichen  Dichter duldet  ( D e i s t e n , A r i a n e r , A g n o s t i k e r ) , d i e auch dem  Glauben mit  Anhangern der  Religion feindlicher,  Lessing  Freiden-  Reimarus - mlissen  La'sterungen gegen den  Gustav P o r t i g bemerkt, daB  antisetzen,  C h r i s t e n und  Christentums - wie  a n d e r s a r t i g e r , der  flir  bestimmte Grenzen  zwischen r e c h t g l a u b i g e n  einer toleranten entspricht.  sen  dem  Zinzendorf  auch i h r e Haltung gegenuber den  sowie d i e V e r b r e i t u n g  der  s i c h h i e r n i c h t urn einen  bezeugt, sondern urn einen  K r i t i k e r des  ben  Toleranz  D i c h t e r empfindet M i t l e i d  heterodoxe R e l i g i o n s b e t r a c h t u n g e n  versichern s o i l .  glaubige  Frei-  an Neusers v e r m e i n t l i c h e r Verflihrung des  Lessing  d i e harmonische K o e x i s t e n z  Kirchen  Der  Zweifel  (L. 7, S.  seiner  e r d i e Welt durch s e i n e E i n s i c h t e n n i c h t  es h a n d e l t e  Lessings  bei a l l e r  Irrenden. Man  die  Ungenannte war  vielleicht  307),  d i e s t a r k e Oberzeugung  " M i t t e l , die er  zu wirken vermogen.  von  [der Theologe]  Besonders Z i n -  137  z e n d o r f s A n s i c h t nach e r w e i s t s i c h d i e V e r f o l g u n g dersglaubigen  Gruppen a l s ungemein s c h l e c h t e s M i t t e l , da es wegen des  waigen Martyriums des  Obels  Sekten muB  der Anhanger d i e s e r an-  flihren  . v e r s c h i e d e n e r F r e i g e i s t e r noch zur grbBeren konnte.  Die f r i e d l i c h e  Koexistenz  e r r e i c h t werden (Z. 1, Der Teutsche  aller  Verbreitung  Religionen  S o c r a t e s , S.  et-  und  197).  3. Bei anderen R e l i g i o n e n Im zwischen den  Freigeistern  Judentums und dem  Rahmen der T o l e r a n z b e s t e h t e i n unverkennbarer  des  Islam.  und  entstehen  konkrete  Anhangern der anderen H a u p t r e l i g i o n e n ,  des  Wahrend d i e B i b e l f e i n d e im engen Zusammenhang m i t  orthodoxen Christentum  anderen K u l t u r , d i e von  Unterschied  stehen,  entstammen d i e N i c h t c h r i s t e n e i n e r v b l l i g  einem anderen Glauben b e h e r r s c h t w i r d ,  Grenzen zwischen C h r i s t e n und  H a u p t r e l i g i o n e n , d i e z u r Unwissenheit Mohammedanern, u. a. flihren und  d i e es  den  Hierdurch  Anhangern d i e s e r anderen  der c h r i s t l i c h e n G l a u b e n s l e h r e n ihnen  ermbglichen,  das  bei  Christentum  zu-  gunsten i h r e r R e l i g i o n abzuweisen. Bei  L e s s i n g und  Z i n z e n d o r f hat d i e m i t t e l a l t e r l i c h e  Betrachtung  d i e s e r anderen H a u p t r e l i g i o n e n la'ngst i h r e R i c h t i g k e i t v e r l o r e n ; e i n e s i n g s c h e oder Z i n z e n d o r f i s c h e H b l l e wurde - im Gegensatz zu der des durchaus n i c h t das S c h i c k s a l a l l e r d i e s e r "Heiden" werden. zendorf  Les-  Dante -  Obwohl s i c h  s t e t s w e i g e r t , s i c h a u s f u h r l i c h Liber d i e anderen p o s i t i v e n  Zin-  Religionen  auszudrucken - e r b e h a r r t s t e t s auf s e i n e r U n f a h i g k e i t , das  genaue V e r h a l t n i s  d i e s e r N i c h t c h r i s t e n zu Jesus  ihre  h e i t n i c h t verdammungswlirdig  zu bestimmen - betont e r , daB ist.  In v e r s c h i e d e n e n  e r auf d i e M b g l i c h k e i t e i n e s durchaus c h r i s t l i c h e n weite  der K i r c h e J e s u ; i n der f l i n f t e n  erkennen, "auch i n Landern, wo  das  Unwissen-  seiner Schriften Lebens auBerhalb  Rede 'des O r d i n a r i i  Fratrum  weist der Redch-  g i b t er zu  Evangelium n i c h t g e p r e d i g t w i r d , g i b t  es  138  Anhanger C h r i s t i "  (Z. 6, S.  Gemeinreden a u s g e d r l i c k t : den  52).  man  Grafen  Idee hat Z i n z e n d o r f schon i n den  kann auch i n einem Land c h r i s t l i c h  H e i l a n d n i c h t kennt (Z. 4,  d i e s e Bemerkung des  Diese  2. Th.,  S.  32 u. S.  35).  leben,  Einerseits  das  betrifft  d i e C h r i s t e n , d i e z.. B. a l s M i s s i o n a r e f e r n  der  Heimat v e r w e i l e n ; a n d e r s e i t s f l i h r t s i e bei Z i n z e n d o r f z u r M b g l i c h k e i t e i n e r christlichen  E x i s t e n z der Unglaubigen.  Z i n z e n d o r f s Oberzeugung von  dem  Man  Wirken des  e r i n n e r e s i c h h i e r nochmals an G e i s t e s G o t t e s , der es  da(3 e i n ganzes n i c h t c h r i s t l i c h e s  Volk Jesus  Homilien  S. 278); m i t anderen Worten:  Liber d i e W u n d e n l i t a n e i ,  v i e l e Nathans  und  unwissend umfangen kann (Z.  d i e Welt kann  d e u t e t L e s s i n g b e k a n n t l i c h d i e Verbunden-  H a u p t r e l i g i o n e n an, womit gesagt  Juden, wie  C h r i s t e n , a l s Verehrer  Hinsicht gleich sind.  des  Diese n i c h t c h r i s t l i c h e n  D i e s e r Aspekt des Judentums und Stu'tze des  des  i s t , daS  einen Gottes  s i n g s I n t e r p r e t a t i o n , andere Offenbarungen des  deren  3,  tragen.  In der Ringparabel h e i t der d r e i  ermbglicht,  auch Mohammedaner gel ten und  in dieser  R e l i g i o n e n umfassen, nach einen Gottes  Islam w i r d f l i r den  (L." 7, S.  Les-  466).  D i c h t e r zu e i n e r an-  t o l e r a n t e n Denkens, wonach keine der p o s i t i v e n R e l i g i o n e n 207  die  Aufgabe hat, d i e anderen zu bekampfen und  zu verdammen;  Rudolf  Her-  mann w e i s t darauf h i n , daft a l l e d i e P f l i c h t t e i l e n , die; T o l e r a n z i u n t e r e i n a n 208 der zu Liben. Wer d i e R e l i g i o n des Nachsten beka'mpft, hat,nach L e s s i n g , 209 nur das auBere Gewand s e i n e r e i g e n e n , Gesinnung gegen a l l e  positive  n i c h t aber  R e l i g i o n i s t von  i h r e n Kern.  "Nathans  j e h e r d i e meinige gewesen"  s c h r e i b t der D i c h t e r i n einem Vorredenentwurf zu dem  Lehrdrama (L. 2, S.  was  ihn a l l e g e o f f e n b a r t e n  AnlaB zu der  ligionen gen  gleich  Liber d i e  vierung  der  I n t e r p r e t a t i o n gegeben hat, daB richtig  - und  gleich  falsch  sind.  flir  l a u t der "Erziehung  des  Religionen vor,  denn das  Re-  T r o t z der glinstigen AuBerun-  anderen Hauptrel i g i o n e n l i e g t bei L e s s i n g keine v b l l i g e positiven  748),  Christentum,  Menschengeschlechts" - e i n e n w e i t e r e n  P.elati-  weil es S c h r i t t der  Of-  139  fenbarung v e r k b r p e r t , h a t s i c h der P e r f e k t i o n am meisten gena'hert. dieser Hinsicht g i b t Lessing  im"Cardanus"  s t e n b e f i e l t , nur d i e Lehren C h r i s t i  zu erkennen:  In  "Wenn man dem C h r i -  zu u n t e r s u c h e n , so b e f i e l t man auch dsm  Mahometaner, s i c h nur urn d i e Lehre Mahomets zu beklimmern. wird daruber n i c h t i n Gefahr kommen, e i n e n besseren Glauben t e r n f a h r e n zu l a s s e n ; a l l e i n  210  d i e s e r w i r d auch  Es i s t wahr, j e n e r flir einen  d i e Gelegenheit nicht Was f o l g t a l s o  schlechhaben,  den  s c h l e c h t e r n m i t einem bessern zu verwechseln  daraus?  DaB  d e r C h r i s t , bei d e r V e r g l e i c h u n g d e r R e l i g i o n e n , n i c h t s v e r l i e r e n , d e r  Heide, Jude und Tlirke aber u n e n d l i c h v i e ! gewinnen kann" ( L . 7, S. 17-18). L e s s i n g s A n s i c h t nach h a t d i e c h r i s t i x c h e nur s i e e i n e Nachsten!iebe  R e l i g i o n n i c h t s zu v e r l i e r e n , w e i l  z e i g t , d i e auch A n d e r s g l a u b i g e und andere  e i n s c h l i e B t und d i e wahre F e i n d e s l i e b e v o r a u s s e t z t ; August Wilhelm  Nationen  Bohtz  01 1  f i i g t dazu, daB nur s i e a u f L i e b e begrlindet i s t .  4. R e l i g i o s e T o l e r a n z : Bei weder v b l l i g ligionen.  e i n e Zusammenfassung  L e s s i n g - wie b e i Z i n z e n d o r f - h a t jede c h r i s t i i c h e K i r c h e  r e c h t noch'unrecht';  Jedes  dasselbe g i l t  auch f l i r d i e p o s i t i v e n Re-  c h r i s t i i c h e Bekenntnis f u B t a u f den Lehren  h a l t deswegen ewige Wahrheiten;  jede p o s i t i v e  Religion  Christi  und e n t -  i s t a u f d i e Offenba-  rung des einen Gottes begrlindet und e n t h a l t deswegen e b e n f a l l s ewige Wahrheiten:  richtig  irrelevant. und  und f a l s c h erweisen  Ein Vergleich  den p o s i t i v e n  zwischen  Religionen  heitsgehaltes vollziehen:  sich  b e i d i e s e n Gegnern der Theologen a l s  den v e r s c h i e d e n e n c h r i s t l i c h e n K i r c h e n  la'Bt s i c h  demnach e i n z i g  a u f Grund i h r e s Wahr-  e r s t dann kann bestimmt werden, ob eiine  Religion  213 b e s s e r a l s d i e anderen  ist.  Gottfried  F i t t b o g e n w e i s t ,darauf h i n , daB  L e s s i n g s Oberzeugung von d e r E x i s t e n z d i e s e r ewigen Wahrheiten des Judentums und des Islam b i s i n s e i n  frlihes Mannesalter  im B e r e i c h  zurlickgeht;  2 1 4  140  es hat unbedingt  zu seinem t o l e r a n t e n Denken b e i g e t r a g e n :  Rel i g i o n s b e t r a c h t u n g muS sung i r g e n d w e l c h e r  zu einem t o l e r a n t e n Denken f l i h r e n , denn d i e Abwei-  c h r i s t l i c h e n Bekenntnisse  der Ablehnung e i n e s T e i l s werden kann.  Beide  oder p o s i t i v e n  R e l i g i o n e n ware  der g b t t l i c h e n Wahrheit g l e i c h , was  Gegner der  nicht  geduldet  l u t h e r i s c h e n Theologen k o n z i p i e r e n e i n abge-  s t u f t e s Ganzes, e i n h i e r a r c h i s c h e s Schema, das der R e l i g i o n s w a h r h e i t e n  d i e s e A r t der  der Offenbarung  s i c h von  b i s zum  der Vol 1kommenheit  Gegenpol  e r s t r e c k t und  das  j e d e s Bekenntnis  einbezieht.  des  sowie d i e der e r s t e n C h r i s t e n e i n e S t e i l u n g an der S p i t z e  Christentums  ein:  d i e s e weisen den  soluten"  R e l i g i o n am  Arianismus thodoxie  besetzen  liberragt.  In diesem Schema nimmt L u t h e r s I n t e r p r e t a t i o n  hbchsten  nachsten;  Grad der Vollendung die neologischen  bedeutend n i e d r i g e r e S t u f e n Das  Christentum  enthalt; schlieBlich  i s t das 9  legen.  Abweichungen b e i d e das  i n den  dem  und  der a l t e n  werden von  Teil  Polytheismus  und  zur " a b s o l u t e n "  der g b t t l i c h e n  Herrschers  - bedrohen,  Orthodoxie  i h r e r Z e i t an das  gion  das  zu f o r s c h e n .  dem  der  Irrenden  Gewicht v e r l i e h e n :  Im allgemeinen  halten sich  (im gewissen Sinne  zu  d i e r e l i g i o s e T o l e r a n z a l s Schutz  Of-  Zinzen-  Irrtlimern  zu  der F r e i h e i t  Wahrend  verdammen, wird b e i  der G e i s t der  Verfolgung  freidenkenden  d i e s e Gegner der i n t o l e r a n t e n des  nach Wahrheit i n der  fu'hren des  der  Obereinstimmung,  i d e a l i s i e r t e ) Vorbild  Einzelnen gebietet, a l l e i n  Obwohl das  der  Religion.  D e t a i l s der R e c h t f e r t i g u n g der T o l e r a n z auf.  politischen  Or-  Pantheismus liber-  konnte d i e B e s t a n d i g k e i t e i n e r - G e s e l l s c h a f t - im F a l l e e i n e s  Wittenbergers,  (nach  "ab-  und  Zinzendorf h i n s i c h t l i c h  z e i g t , t r o t z e i n e r allgemeinen  Unmenschl i c h e i n der V e r f o l g u n g  Z i n z e n d o r f noch dem  Deismus  grbSeren  E i n V e r g l e i c h zwischen L e s s i n g und im Christentum  Betrachtungen,  Judentum, w e i l es s i c h  Der Atheismus w i r k t a l s Gegenpol  Freigeister  einer  15  d o r f ) a l s " v e r n l i n f t i g e r " erweist, " 1  stehen  s e l b s t nimmt e i n e S t e i l u n g o b e r h a l b  anderen H a u p t r e l i g i o n e n e i n , weil es e i n e n fenbarung  auf und  vermag, betrac.hten  Individuums,  Relibeide  zu eigenen  An-  141  s i c h t e n Liber d i e R e l i g i o n zu gelangen und s c h l i e B l i c h pekts  f u r den p e r s b n l i c h e n Glauben e i n e s j e d e n ,  weichung vom r e c h t g l a u b i g e n der V e r s c h i e d e n h e i t > d e r festation sichten  christlichen  a l s Zeichen  auch wenn d i e s e r e i n e Ab-  darstellt.  Anerkennung und Duldung  I n t e r p r e t a t i o n des Christentums  der c h r i s t l i c h e n  des Res-  i s t eine weitere  Mani-  L i e b e , d i e Verdammung s o l c h e r p e r s b n l i c h e n An-  v e r b i e t e t . .NatLirl i c h i s t T o l e r a n z  auch von Sei ten d e r F r e i g e i s t e r '  erforderlich  und das fLihrt zu Grenzen im t o l e r a n t e n Denken von L e s s i n g und  Zinzendorf:  To!eran'z; d a r f nur gegen T o l e r a n t e gelibt werden.  142  VII Die c h r i s t i i c h e 1. Die gemeinsame A u f f a s s u n g H i e r m i t i s t das zendorf  R e l i g i o n und  Ende des  V e r g l e i c h s zwischen L e s s i n g  e i n R l i c k b l i c k auf i h r e  e r r e i c h t worden.  I n t e r p r e t a t i o n des  z a h l r e i c h e n A h n l i c h k e i t e n , d i e s i e d a r i n aufweisen. der Theologen i s t an e r s t e r S t e l l e e i n e R e a k t i o n Zeit,  insbesondere  gegen das  nente S t e l l u n g der B i b e l ischen Kirche: zu glauben lisierte  und  g e s e t z t werden.  Nur  liche den  muBte dem  Kampf urn Neuerung  d i e F e h l e r und  Die B i b e l  L a i e n erfaBbaren  e r m b g l i c h t dem  und  b l e i b t ein Trager  wahre Wesen  zendorf nun  des  auf d i e  Wirken der Gegner ihrer  Machthabern der  daB  das  lutherer  verintellektuel-  R e l i g i o n weichen muBte:  der R e l i g i o n e i n Ende  i s t die Zerstorung  der  i n s Herz bereitet. Gbtt-  i n der V e r m i t t l u n g  der  i h r e n V e r f a s s e r n unverkennbare menschdes  Wortes G o t t e s , aber  nur den  flir  zugesprochen.  Dies  s e i n e r R e l i g i o n zu e r f o r s c h e n , es  Dogma s e i n e r K i r c h e , der w e l t l i c h e n Ordnung des zu einem p e r s b n l i c h e n V e r s t a n d n i s  Christentums,  Durch d i e u'berpromi-  i n n e r e n Wahrheiten w i r d G b t t l i c h k e i t  E i n z e l n e n das  An d i e s e r S t e l l e  e i n f a c h e n Glaubigen  Ungenauigkeiten  Jesu v e r l e i h e n der S c h r i f t  Zu'ge.  ".  e i n e r lebendigeren  Christentum  Zin-  e i n f a c h e n Manne zu d i k t i e r e n , was  so ware der E r s t a r r t h e i t  i n dem  1 i c h k e i t der S i l b e :  Buchstaben  Zinzendorf erkannten,  der A u f k l a r u n g  vitales  Ihr e r s t e r S c h r i t t  Geschichte  des  Das  und  gegen d i e Zustande  wurden d i e Theologen zu den  L e s s i n g und  Christentum  e i n faBbares  "Joch  s i e vermochten es, dem  hatte.  Funktion  der R e l i g i o n  in ihren Religionsbetrachtungen  f o l g t zuna'chst  ihre  Glaubens, zu b e f r e i e n und  Glaubens zu gelangen.  haben h i e r m i t d i e Macht der Theologen gebrochen; das  L e s s i n g und Individuum  vom  so Zin-  steht  im M i t t e l p u n k t . Da d i e B i b e l  n i c h t mehr a l s e i n z i g e r T r a g e r d e s c h r i s t l i c h e n Glaubens  b e t r a c h t e t werden kann, e r h a l t d i e im Laufe  der Z e i t von den  Flihrern der  Or-  143  -thodoxie-unter^Fuckte ^Undliche Betonung. ten  Liberzeugen  dition  b e i L e s s i n g und Z i n z e n d o r f neue  Die mundliche T r a d i t i o n d e r U r z e i t des Christentums  Glaubensformeln),  Glaubigen  Tradition  ( z . B. d i e a l -  sowie d i e W i c h t i g k e i t d e r K i r c h e n l i e d e r und Gebete  b e i d e , daB d e r G e i s t der R e l i g i o n i n s e i n e n T r a g e r n ,  i n den wahren  f o r t d a u e r t ; es muB somit e i n e neue Harmonie zwischen Wort und T r a -  h e r g e s t e l l t werden.  Da s i c h T r a d i t i o n  gewissermaBen a l s M a n i f e s t a t i o n  des S u b j e k t i v e n e r w e i s t , e r s c h e i n t s i e ebenso a l s Gegensatz zu der v e r n L i n f t i g e n Verfahrensweise  der Theologen.  l i e g t es auBerhalb christlichen  Gott s t e l l t  der Reichweite  etwas UnermeBliches d a r :  d e r menschlichen  R e l i g i o n zu e r f a s s e n , was schon d i e T a t s a c h e ,  offenbarte Religion d a r s t e l l t , unterstreicht. Gegnern der Theologen n i c h t a l s "durch (L.  Vernunft,  demnach  d i e Wahrheit d e r  daB s i e e i n e ge-  Glaube bewahrt s i c h b e i d i e s e n  Wunder und Z e i c h e n  gekra'ftigte Vernunft"  7, S. 467), urn L e s s i n g s Worte zu verwenden, sondern bedeutet  e i n Ober-  z e u g t s e i n des E i n z e l n e n , das ohne d i e S t l i t z e h i s t o r i s c h e r Beweise und ohne w i s s e n s c h a f t l i c h e H i l f e e r r e i c h t wird:  a l l e i n wahre H e r z e n s k r a f t i s t h i e r  gebend (Z. 4, Gemeinreden, 2. Th., 37. Rede).  Der e i n f a c h e Glaubige  maB-  i s t dem  Theologen zumindest e b e n b l i r t i g geworden, denn akademische B i l d u n g und i n t e l l e k t u e l l e Begabung flihren n i c h t zu einem engen V e r h a l t n i s  zu Gott und zu einem  t i e f e r e n p e r s b n l i c h e n Glauben. Z i n z e n d o r f s Betonung der H e r z e n s k r a f t  sowie L e s s i n g s  Flihlen d e r  Wahrheit der R e l i g i o n bezeugen, daB Glaube an s i c h etwas S u b j e k t i v e s stellt:  e r i s t L i e b e , d i e Gott und dem Nachsten g e h b r t .  Glaubens verwandelt logen  R e l i g i o n s k o n z e p t i o n der Theoi n einem  V e r h a l t n i s zu Gott s t e h t und urn e i n e n hbheren Grad der E r k e n n t n i s  r i n g t , urn jeden  anz  intellektualisierte  D e f i n i t i o n des  i n e i n e durchaus dynamische, nach d e r d e r E i n z e l n e e i n e r s e i t s  personlichem  liche  die  Diese  dar-  Z w e i f e l am Glauben zu b e s e i t i g e n .  Liebe e i n unbedingt  positives  Anderseits fordert die c h r i s t -  V e r h a l t n i s zum Mitmenschen, das auf T o l e r -  begru'ndet i s t . Wahrer Glaube za'hlt n u r , wenn man danach h a n d e l t , wenn man  144  durch S.  Taten  z e i g t , da(3 man  209-10).  Im a l l g e m e i n e n  zwischen Werkethik und i s c h e n Orthodoxie  "vom  H e i l a n d herkommt" (Z. 4,  versuchen  Glauben, das  der Aufkla'rung  Mit der. Entwicklung  l i o t h e k a r s und  dem  p e r s d n l i c h e n Glaubens e i n e s  Rel i g i o n s b e t r a c h t u n g e n  u r s p r u n g l i c h e Stadium der E n t f a l t u n g des  la'Bt, daB zen  d i e s e i n den  der Unglaubige,  den  den  den  des Wol f e n b l i t t l e r B i b Hdhepunkt e r r e i c h t .  Zinzendorf:  l i e B e n den  der "natu'rl i c h e " Mensch ( d . h.  bleibt.  U n t e r s c h i e d e ; Wege zur P e r f e k t i o n  e r s t e r e n vollkommen a l s den religidsen  des orthodoxen Christentums  : von  erkennen  ;  mit a l s . durchaus p o s i t i v : Wesen  in Klein-  urn Z i n z e n d o r f s Worte zu verwenden) i s t zu..einem Nathan geworden,  e r s c h e i n e n ; der Kern des reich  Denkens des  zu l i e g e n .  s i e ermdglichten  L e s s i n g s persdnlichem  Zinzendorfs R e l i g i o n s -  "christlichen  Dichters scheint  Lessing" im  es, die Richtung,  i n der  Glauben l i e g t , zu bestimmen,  Ihre  zu einem gewissen Grad e i n ta'uschendes  von  denn es  der R e l i g i o n des  Dichters:  ten - L e s s i n g i s t k e i n H e r r n h u t e r . sachsischen  Grafen  Be-  Die A h n l i c h k e i t e n w i r k t e n  nige Betonung v e r m i t t e l t jedoch  des  Das  Glauben noch n i c h t im Her-  Die weitgehenden A h n l i c h k e i t e n i n L e s s i n g s und betrachtungen  luther-  ganz zu Gott f i n d e t , l i e g t es i n  Mitmenschen zu l i e b e n :  der Gott auf a l l e Z e i t e n t r e u  2. L e s s i n g und  der  Individuums  o b j e k t i v e n Glauben, d e r s i c h daran  Nachdem der neue Jlinger C h r i s t i  s e i n e r Macht, Gott und  und  Glaubens, das Suchen, geht  der werdende C h r i s t wohl g l a u b t , aber  tragt.  Gleichgewicht  Bapsttum der Renaissance  denen s e i n e s a l t e r e n Z e i t g e n o s s e n  gla'ubigkeit Liber und  Zinzendorf ein  Th.,  fehlte, herzustellen.  des  hat der V e r g l e i c h zwischen den  L e s s i n g und  Gemeinreden, 1.  so- . das alleiBild  h a n d e l t s i c h n i c h t nur urn A h n l i c h k e i -  Seine  fru'hen Bemerkungen liber d i e Anhanger  i n der B e r l i n i s c h e n p r i v i l e g i e r t e n  Z e i t u n g z e i g e n , daB  er  145  i h r e Glaubensansichten in  s e i n e r Rezension  a l s Vereinfachung  vom  23. 3. 1751  der c h r i s t l i c h e n  s c h r e i b t e r , "Warum macht man  H e r r n h u t i s c h e n Bruder] d i e Schwa'che s e i n e s Verstandes len?"  ( L . 3, S.  tig"(L.  3, S.  54).  Damit i s t n a t l i r l i c h  schen  n i c h t gesagt, dSB  w e s e n t l i c h e r U n t e r s c h i e d zwischen s i c h aus dem  i n S c h r i f t e n wie  Konzepten wie  das  "Das  e r das  "Mutteramt des H e i l i g e n  G e i s t e s " und  Lehre  d o r f b e t r a c h t e t d i e D r e i e i n i g k e i t a l s das  Vorbild  m i l i e , wonach der V a t e r a l s F a m i 1 i e n v a t e r d i e s e r himmlischen  die  R o l l e der Mutter  zu.  Der Gegensatz zwischen  dem  dem  auf den e r s t e n B l i c k .  L e s s i n g s Drang nach Wissen, der s i c h  Vermenschl ichung des  K r i t i k e r , Z i n z e n d o r f hingegen  umwandelt.  n i c h t ganz gebahnt;  orthodoxen  hatten den Weg  Zinzendorf sucht  Diese w e s e n t l i c h e n U n t e r s c h i e d e Gegner der Wortglaubigen  fallt  Wahrheittrifft  b i s auf den  kbnnten, wie  zum  Luthertum  Alternativen  Be-  stets  der Z e i t w i r k t  und  Besserungen  auslibenden C h r i s t e n t u m  noch  i h r Werk zu v o l l e n d e n . i n den  Glaubensbetrachtungen  der  b i s h e r , auf d i e V e r s c h i e d e n -  h e i t der gesel 1 s c h a f t l i chen Funktion L e s s i n g s und Dieses g i b t  Geist  a l s Gemeindenflihrer, der K r i -  Umstanden i n brauchbare  Die Reformatoren  Fa-  F a m i l i e zu b e t r a c h -  f l i r den S t e r b l ichen U n e r r e i c h b a r e n  L e s s i n g a l s dessen  herrschenden  Zinzen-  e r s t r e c k t , w i r d m i t Z i n z e n d o r f s bewuBter Ver-  In s e i n e r O p p o s i t i o n zum  an den  steht:  L e h r e r e i n e r Gemeinde e i n f a c h e r G l a u b i g e r  unvereinbar s e i n .  tik  Auffassung  intellektuellen  dem  e i n f a c h u n g und  und  Zinzendorf-  Heiligen  sucher - L e s s i n g - und  Unendlichen  verurteilt.  der i d e a l e n menschlichen  s e i ; C h r i s t u s i s t n a t l i r l i c h der Sohn Gottes und  -  Herrnhuter  seiner  i n Verbindung  ten  ;  der p h i l o s o p h i s c h e n Ver-  der V e r n u n f t " und  der T r i n i t a ' t , d i e m i t der zuerstgenannten  r e i c h des g b t t l i c h  als"einfal-  der L e s s i n g s c h e n T h e o l o g i e  Gegensatz zwischen Christentum  [dem  seines W i l -  a l s e i n e V e r f a l s c h u n g der c h r i s t l i c h e n Wahrheiten  der des Grafen e r g i b t fahrensweise  ihm  zu Verbrechen  4 9 ) ; e i n e Wochc.spater b e z e i c h n e t e r d i e Bruder  Glaubensbekenntnis Ein  Religion betrachtet;  jedoch nur e i n unvol1kommenes B i l d  Z i n z e n d o r f s begru'ndet  des Ganzen,  werden.  Ein Vergleich  146  zwischen L e s s i n g und den  Z i n z e n d o r f f l i h r t unbedingt  i n i h r e r Konzeption  von  Bereich.  Die P o s i t i o n  ehrlichen  Kirchenflihrers  k e i t des Diskursen in  Glaubigen,  der e i g e n t l i c h e n R o l l e der R e l i g i o n im Grlinders der Brlidergemeinde  identisch:  der Zweck des  Zinzendorf in seinen  vorwiegend b e t o n t .  Lessings  lichen  was  des  Wie  Der  vorwiegende Betonung der N a c h s t e n l i e b e  art  der  sozialen  (111/7, V. 505-6).  i s t mit der e i n e s  Christentums  Reden, H o m i l i e n ,  D i c h t e r des  R e l i g i o n an e r s t e r S t e l l e e i n e s o z i a l e  i n dem  sekularen jeden  i s t die S e l i g -  Predigten  und  s e i t e n , hingegen, e r s c h e i n t d i e s e r Gedanke  theologischen S c h r i f t e n !  Die Ringparabel  zu grundsa'tzlichen U n t e r s c h i e -  Nathan s c h r e i b t der  Funktion  z u , was  christ-  schon durch  die  ( s t a t t der L i e b e zu G o t t ) angedeutet i s t .  groBen Lehrdrama e n t h a l t genaue Hinweise  R o l l e der R e l i g i o n :  auf d i e E i g e n -  d i e Ringe mlissen nach auBen  Heinz P o l l i t z e r w e i s t d a r a u f h i n , daB  hier die  wirken  menschliche  71 7 Vertraglichkeit  im Brennpunkt s t e h t .  Dieses Thema h a t t e L e s s i n g b e r e i t s i n  x /  anderen t h e o l o g i s c h e n S c h r i f t e n , i n s b e s o n d e r e in  verschiedenen  genommen. te, -^ 2  8  Der  p h i l o s o p h i s c h e n S c h r i f t e n , v o r a l l e m i n E r n s t und  B i b l i o t h e k a r , der e i n s t e i n e Logengrlindung  b e z i e h t den  77); daher stehen tum:  Ursprung der F r e i m a u r e r  greift  (L. 8, S.  i n dem  den  Grundsa'tzen der Freimaurer  454-56).  Flir L e s s i n g i s t das  verschiedenen  R l i c k b l i c k a u f das  z i e l e des  Man  478-79), sowie d i e Betonung g u t e r Taten  8, S.  den  (L, 8, S.  gehort,  das  Staaten  bewahrt s i c h  Freimaurern  das  es  zu  Menschen, zwi-  (L, 8, S.  465-66).  d i e s a l s e i n e s der Haupt-  nur d i e V o r h e r r s c h a f t der b r l i d e r l ichen L i e b e  chen kann - Z i n z e n d o r f wlirde h i e r z u bemerken: zu Gott zu e r r e i c h e n vermag.  aufzuheben  das  miteinbe-  bei den  d i e Trennung zwischen den  "Testament J o h a n n i s "  Christentums,  Christen-  P o s i t i v e an d i e s e r Bewegung, daB  Gruppen und  474-  beachte zudem  L e s s i n g d i e Unvol1kommenheit b e i d e r  (L,  schen  i n Wol fenblittefl p i an-  auf d i e Tempelherrn  s i e k o n s t i t u i e r e n e i n e geheime c h r i s t i i c h e S e k t e .  auch  Falk, auf-  s i e f l i r ihn i n einem gewissen Zusammenhang m i t dem  G l e i c h n i s Loge-Kirche,  Im  im "Testament J o h a n n i s " , wie  nur d i e E i n h e i t  i n der  erreiLiebe  147  D.ieser l e t z t e S a t z r e f l e k t i e r t s i n g s und tum  des  ligkeit  Z i n z e n d o r f s Konzeption  Grafen  von  den wesentl ichen U n t e r s c h i e d i n Les-  der Funktion der R e l i g i o n :  das  Christen-  i s t e i n nach innen g e r i c h t e t e s ; maBgebend i s t d i e ewige Se-  des G l a u b i g e n , s e i n  t h e k a r , hingegen,  Verhaltnis  zu G o t t .  b e t o n t d i e durch das  K o e x i s t e n z a l l e r Menschen.  Der W o l f e n b u t t l e r B i b l i o -  Christentum  g e f d r d e r t e harmonische  Flir ihn w i r k t der c h r i s t l i c h e  Glaube,  wie  der  echte Ring im Nathan, nach auBen, im zwischenmenschlichen  Bereich.  weist sich  Sekundarerscheinung:  f u r den  s a c h s i s c h e n Grafen  da s i c h d i e L i e b e Gottes  zum  1ediglich als eine  Menschen und  der Glaube des  Dies e r -  E i n z e l n e n an  i n der N a c h s t e n l i e b e w i d e r s p i e g e l n , e r m b g l i c h t e i n i n n i g e s V e r h a l t n i s das  Gott zu Gott  harmonische Zusammenleben e i n e r G e s e l l s c h a f t , d i e a l l e G l e i c h g e s i n n t e n  umfaBt. L e s s i n g s c h r e i b t dem Funktion zu:  C h r i s t e n t u m e i n e unverkennbare  es i s t der Zweck d i e s e r R e l i g i o n  durch  harmonische  e i n e bessere Menschheit  zu f b r d e r n . Diese bessere Menschheit  f e k t i o n des  abhangig,  Individuums  werden kann. d i e Menschheit  d i e e b e n f a l l s durch das  L e s s i n g s " E r z i e h u n g " w i r d von durchzogen.  zwei  gesel1schaftliche Koexistenz  i s t von der  Christentum  erreicht  Entwicklungsmoglichkeiten f u r  Nach der e r s t e n konnen d i e v e r s c h i e d e n e n  Ent-  w i c k l u n g s s t a d i e n a u s s c h l i e B l i c h m i t t e l s der V e r n u n f t e r r e i c h t werden. se  A r t vermag es e i n p r i m i t i v e s  schlechts  in vielen  V o l k , das  M i l l i o n e n Jahren zu e r r e i c h e n (§ 7 ) .  fortgeschrittenes  Volk  tempsychose, das Stadium  urn d i e v e r s c h i e d e n e n  s i c h durch  flir  der o f t besprochenen  - das M a n n e s a l t e r  zweite E n t w i c k l u n g s m d g l i c h k e i t k e n n z e i c h n e t durch d i e Offenbarung.  die-  E i n e a'hnliche Z e i t -  s c h e i n t dazu e r f o r d e r l i c h  (oder I n d i v i d u u m ) , m i t t e l s  der Vollendung  Auf  " J L i n g l i n g s a l t e r " des Menschenge-  spanne ( v i e l l e i c h t d i e ganze E w i g k e i t - § 100) ein  Per-  den  - zu e r r e i c h e n . gbttlichen  Die J a h r m i l l i o n e n , d i e e i n Volk oder  MeDie  Eingriff,  Individuum  braucht,  E n t w i c k l u n g s s t a d i e n m i t t e l s der V e r n u n f t zu e r r e i c h e n ,  schrumpfen auf e i n i g e Jahrtausende  zusammen:  d i e s e Z e i t s p a n n e durchwanderte  das  148  j l i d i s c h e Volk, ehe es das lichen  Eingriffs  "Jlingl i n g s a l t e r "  im l e t z t e n  erreichte.  Im F a l l e des  gbtt-  E n t w i c k l u n g s s t a d i u m wiirden, nach L e s s i n g , wiederum  e i n i g e Jahrtausende vergehen, ehe d i e V o l l e n d u n g der Menschheit e r r e i c h t wurde - im 90. Paragraphen mer  der " E r z i e h u n g " s c h r e i b t der D i c h t e r :  t u t o f t sehr r i c h t i g e B l i c k e  k u n f t • nur n i c h t erwarten. daB  i n dem  § 64)  (§ 27), das Neue Testament  Lessing bezieht sich  ("das  schlieBlich  der"Schwa'rmer des d r e i z e h n t e n und  begleiten:  das  Zeit  Die E n t w i c k l u n g m i t t e l s  k e n n z e i c h n e t s i c h w e i t e r h i n durch d i e  im J u n g l i n g s a l t e r und  Zu-  Wozu s i c h d i e Natur Jahrtausende  jeden neuen S c h r i t t der Offenbarung  benalter"  aber e r kann d i e s e  A u g e n b l i c k e s e i n e s Daseins r e i f e n . "  des g b t t l i c h e n E i n g r i f f s  "Der Schwar-  Er wunscht d i e s e Zukunft b e s c h l e u n i g e t ; und wunscht,  s i e durch ihn b e s c h l e u n i g e t werde.  nimmt, s o i l  die  in die Zukunft:  sein  "Elementarbucher",  das A l t e Testament  z w e i t e , beBre  Elementarbuch"  "neue, ewige Evangelium"  i n s b e s o n d e r e auf Joachim  de F i o r e .  Z e i t a l t e r der Menschheit  - das des V a t e r s , des Sohnes und  des f r e i e n  "Kna-  -  (§  v i e r z e h n t e n J a h r h u n d e r t s " (L. 8, S.  h i e r auf d i e "Bruder und Schwestern  im  86)  508).  Geistes",  Bedeutsam i s t h i e r d i e Idee der d r e i des  Heiligen  220 G e i s t e s - d i e Z e i t der Vol 1kommenheit. daB  W a l t e r Nigg b e r i c h t e t  (nach Joachim) der Engel der Apokalypse  Evangelium  verkundigen wlirde, "worunter  iSu'ch wie das Neue Testament  weiterhin,  im Z e n i t h f l i e g e r v u n a das ewige  Joachim  n i c h t mehr e i n g e s c h r i e b e n e s  v e r s t a n d s o n d e r n e i n ' g e i s t i g e s Evangelium,  das  221 an s e i n e S t e l l e t r e t e n wlirde." Den m y s t i s c h e n G e h a l t von Joachims sing  der R a t i o p r e i s g e g e b e n ; d i e Z e i t a l t e r des  falls  den  wandelt.  hig,  G e s c h i c h t s a u f f a s s u n g hat L e s "Schwarmers" entspra'chen eben-  verschiedenen  E r z i e h u n g s s t a d i e n , d i e das Menschengeschlecht  In dem  hat der Mensch s e i n e P e r f e k t i o n e r l a n g t und 222  ganz nach  letzten  L u t h e r s A u f f a s s u n g des c h r i s t l i c h e n Menschen,  "das  des  Guten Wi11 en zu tun" ("Erziehung des Menschengeschlechts",  sem  Stadium  der menschlichen  Perfektion  stellt  die Religion  § 85).  durch-  i s tfa-  Gute urn In d i e -  s e l b s t etwas  Voll-  149  kommenes d a r :  M a r t i n Haug bemerkt, daB dann d e r Offenbarungsglaube z u r  224 V e r n u n f t r e l i g i o n geworden s e t , womit gesagt i s t , daB Offenbarungswahrheiten 225 vol!kommen i n V e r n u n f t w a h r h e i t e n Libergegangen bemerkt, daB Offenbarung  innerlich Das  Arno S c h i l s o n  und Vernunft " i n ihrem o n t o l o g i s c h e n Bestand  s c h e i d b a r " geworden . s e i e n , barung  waren.  ununter-  denn d e r V e r n u n f t s e i " d i e gesamte O f f e n -  einsichtig  geworden.  1 , 2 2 6  i n d e r " E r z i e h u n g " e n t h a l t e n e Thema d e r Seelenwanderung i s t w e i t -  l a u f i g e r besprochen  worden a l s das d e r m i t den "Schwarmern"  verbundenen M y s t i k :  i n d e r T a t haben L i t e r a t u r f o r s c h e r wie C. E n g l e r t - F a y e d i e s e Schrli'ft a l s Aus227 drucksform f l i r L e s s i n g s Glauben  an d i e Seelenwanderung b e z e i c h n e t ,  f e l l o s einer Oberinterpretation entspricht: Spekulationen nicht soviel sichten  man d a r f blbBen Hypothesen und  Wichtigkeit zuschreiben.  Liber d i e Vervollkommnung der R e l i g i o n  Weg der "Schw'armer vergangener tempsychose zu s t e h e n .  scheint der z u r Me-  der "Erziehung" scheint  Les-  d i e Metempsychose s u c h t L e s s i n g d i e Mensch-  h e i t dem Z e i t a l t e r des "ewigen Evangeliums"na'her Joachim  zu b r i n g e n , doch  hier  stoBen  de F i o r e e r w a r t e t e , d a B - s i c h d e r Aus-  bruch d i e s e s Z e i t a l t e r s m i t t e l s g b t t l i c h e n E i n g r i f f s Vollendung d e r Menschheit  L e s s i n g s An-  J a h r h u n d e r t e " im d i r e k t e n Widerspruch  Durch  w i r a u f den e r s t e n Widerspruch:  Hinsichtlich  und d e r Menschheit  In dem 90.-95„ Paragraphen  s i n g d i e s e Wege zu v e r b i n d e n .  was zwei-  f b r d e r n wlirde.  Die l e t z t e n  e r e i g n e n und :die l e t z t e Paragraphen  der " E r -  z i e h u n g " s c h e i n e n j e d o c h d a r a u f h i n z u w e i s e n , daB s i c h d i e s e Vollendung ohne den  gbttlichen  Eingriff  hbchste E n t f a l t u n g uns  zu v o l l z i e h e n  s e i n e r E x i s t e n z durch  zum zweiten Widerspruch.  Vollendung zu e r r e i c h e n ;  d i e ganze E w i g k e i t mein?" psychose  a u f asymptotischem  z a h l l o s e Wiedergeburten.  Z a h l l o s e Wiedergeburten  zelnen - dem ganzen Menschengeschlecht letzte  vermag; das Individuum e r r e i c h t e d i e flihrt  e r f o r d e r n , daB dem E i n -  - d i e E w i g k e i t z u r Verfligung s t e h t , d i e  Lessing  Das Z i e l  Dies  s c h l i e B t m i t den Worten " I s t n i c h t  d e r P e r f e k t i o n w i r d somit durch d i e Metem-  Wege e r r e i c h t .  Aber d i e " Z e i t e i n e s neuen, ewigen  150  Evangeliums,  d i e uns  selbst  chen w i r d " (§ 86) muB s p r i c h t Lessing  i n den Elementarbuchern  i n absehbarer Z e i t e r r e i c h t werden - wie  im 90.  Paragraphen  MaBgebend b l e i b t f u r den wahrheiten  tum e r s e t z t .  schon erwa'hnt,  Jahrtausenden.  D i c h t e r jedoch d i e Umwandlung der  Offenbarungs-  Weil e r das v o r r a u s s e t z t und e r w a r t e t j  ihn a l s Anhanger der " V e r n u n f t r e l i g i o n " , d i e f l i r ihn das F r i e d r i c h Wilhelm  •teresse der l u t h e r i s c h e n sein  von  i n Vernunftwahrheiten.  b e z e i c h n e t man  des Neuen Bundes v e r s p r o -  kbnnte...  Kantzenbach  Kirche galte,  "weil  g i b t zu erkennen, ihr vielleicht  Christen-  daB L e s s i n g s I n -  d i e Chance gegeben  d i e Umwandlung der G e s c h i c h t s w a h r h e i t e n i n notwendige V e r n u n f t 2?8  wahrheiten  voranzutreiben." ~  a l s Etappe  i n der E n t w i c k l u n g der Menschen, d i e , nach Georges Pons, unbedingt  u b e r h o l t werden wLirde. Zeitalter  Das  C h r i s t e n t u m s e l b s t erwiese s i c h  Thielicke  b e t o n t jedoch m i t Recht, daB  (d. k . " J u n g ! i n g s z e i t a l t e r " )  d i e V e r n L i n f t i g k e i t der Offenbarung  noch  hat s i c h  n i c h t seinem  lediglich  sich dieses  Ende z u g e n e i g t h a t :  f u r L e s s i n g noch  nicht  entschlei-  230 ert.  Zweifellos  "Vernunftreligion"  g l a u b t e L e s s i n g daran, daB es e i n s t e i n e "ewige", e i n e geben wurde, aber s e i n e Z e i t bewahrte s i c h  V o r s t u f e zur r e l i g i d s e n  Vol 1kommenheit.  Das  C h r i s t e n t u m mag  hundert oder tausend Jahren f u r den m e n s c h l i c h e n  lediglich als wohl i n v i e l e n  Verstand v d l l i g  faBbar wer-  den; hieBe das, daB  es s i c h a l s e i n anderes m a n i f e s t i e r e n wLirde, daB es  dere Wahrheiten  Lehren e n t h a l t e n wLirde?  In dem  und  Obergang vom  Offenbarungs-  zum  Wahrheit  Der Glaube der R e l i g i o n Ein  hat L e s s i n g n i e angedeutet.  Vernunftchristentum. andert sich  l i c h d i e S t e l l u n g des E i n z e l n e n z u r R e l i g i o n erfaBbar.  Das  ledig-  - s i e w i r d ihm auf andere Weise  i n der V o r s t u f e w i r d . i n e i n FLihlen und und  an-  Verstehen der  i h r e r Lehren Libergehen.  R u c k b l i c k auf L e s s i n g s " E r z i e h u n g des Menschengeschlechts"  zeigt,  daB der D i c h t e r M d g l i c h k e i t e n v o r a u s s e t z t , d i e z u r P e r f e k t i o n  des E i n z e l n e n ,  der R e l i g i o n  Lessing  und  konsequent  in diesem Werk m i t Gedanken:  der G e s e l l s c h a f t  leiten  kdnnten.  spielt  wohl n i c h t umsonst b e t o n t e r den Aspekt der  Spe-  • .. kulation  im r e l i g i b s e n  n i g AnlaB dazu, das  151  Forschen  i n den  Paragraphen 78-80. Der D i c h t e r g i b t  s p e k u l a t i v e Denken e i n e r Oberzeugung von  s e r Ideen g l e i c h z u s e t z e n .  Es h a n d e l t s i c h  l i c h e Beweisfu'hrung  3.  Christliche  des  Wege zur P e r f e k t i o n , v i e l -  V e r z i c h t auf d i e k l a r e und  Christus bei Lessing  Der V e r g l e i c h der R e l i g i o n s b e t r a c h t u n g e n des zendorfschen r e i c h des s t e n wie  T h e o l o g i e s c h e i n t den  Z i n z e n d o r f i n so v i e l e n  heterodoxen den  orthodoxen  stehen.  "Erziehung"  nahekommt, kann s e l b s t  und  Idee e i n e s " c h r i s t l i c h e n  s e i n e r Religion ein?  christlichen  Kirchen  gebung und  L e s s i n g " zu w i d e r s p r e c h e n .  Bei dem  Verwerfung t r a d i t i o n e l 1 e r Lehren  der E x i s t e n z des Himmels und  Lessings lichen Joachim  Teil  seines persbnlichen Bekenntnisses "Erziehung  des Menschengeschlechts"  s e i n e r heterodoxen  de F i o r e gehbrt,  eng wie  der H b l l e s t e h t .  Problem g e l b s t werden, ob L e s s i n g s p o s i t i v e A n s i c h t e n Glauben einen T e i l  An d i e s e r  Gedanken:  l a u t Walter Nigg,  alien  voran  "zu den  zur  im allgemeinen  zudern e i n e d i r e k t e Besta'tigung der G o t t h e i t C h r i s t i , was mit e i n e r s c h e i n b a r e n  nicht  Zlige v e r s c h i e d e n e r B r i e f e , Fragmente und  den  Chri-  i n B e t r a c h t gezogen wer-  zu b e r u c k s i c h t i g e n ; s e i n e o f t m a l s n e g a t i v e Haltung  18. J a h r h u n d e r t s  Be-  Welche S t e i l u n g aber nehmen d i e  AuBerungen L e s s i n g s , d i e ohne w e i t e r e s  sind die f r e i g e i s t i g e n  Glaubens i n den  jemand, der einem r e c h t g l a u b i g e n  Einzelheiten  Bekenntnis  D i c h t e r s mit der Z i n -  Lessingschen  mu'ssen, bei e i n e r s o l c h e n I n t e r p r e t a t i o n  Stelle  des  Kern des  Orthodoxen g e r i i c k t zu haben:  s e h r w e i t vom  deut-  ?31  logischen Verstands.  R e l i g i o n e n und  die-  h i e r urn n i c h t s w e i t e r e s a l s urn  M b g l i c h k e i t e n , urn h y p o t h e t i s c h e aber n i c h t erwiesene l e i c h t sogar nur urn "Schwarmerei, M y s t i k ,  der Wahrheit  we-  der  Orthodoxie  s c h e i n t der  Dichter f e h l t im Zusammenhang der der  SLindenver-  S c h l i e B l i c h muB  Liber den  das  christlichen  konstituieren. e n t h a l t einen b e t r a c h t d i e Metempsychose;  selbst  Janusgestalten, die e i n  152 k e t z e r i s c h e s und e i n h e i l i g e s A n t l i t z  232 besitzen."  DaB L e s s i n g i n d e r " E r -  ziehung" m i t M b g l i c h k e i t e n der Entwicklung  des Menschengeschlechts  ihn j e d o c h n i c h t a l s heterodox  Hypothesen b r i n g e n keine Oberzeugung  mit s i c h ; m i t t e l s  i h r e r H i l f e sucht der D i c h t e r n i c h t d i e Wahrheit  tums zu verwerfen,  sondern  des C h r i s t e n -  s e i n e n Werdegang und den d e r Menschen zu bestimmen.  In d i e s e r H i n s i c h t behauptet denkerischen  einstufen:  s p i e l t , darf  Otto Mann, d e r den D i c h t e r s c h e i n b a r von a l i e n  Zu'gen r e i n i g e n w i l l ,  frei-  daB L e s s i n g , wie W o l f f und L e i b n i z , a l s C h r i s t  233 philosophiert.  Noch b e d e u t u n g s v o l l e r i s t d i e Aussage des D i c h t e r s s e l b s t ,  wenn e r bekennt, daB e r , der V e r f a s s e r der " E r z i e h u n g " , " b e i weitem so h e t e r o dox  n i c h t , a l s e r b e i dem e r s t e n A n b l i c k e s c h e i n e t " , i s t ( L . 7, S. 476). L e s s i n g s s c h e i n b a r e F e i n d s c h a f t gegen das C h r i s t e n t u m  dene I n t e r p r e t e n von s e i n e r n e g a t i v e n Haltung  zu den c h r i s t l i c h e n  K i r c h e n im a l l g e m e i n e n  her:  auf s e i n e AuBerung, "Wenn S i e mich im S t e r b e n herbei; ich will ligionen  Friedrich  sehen,  Orthodoxie und 234  Loofs  w e i s t z. B.  r u f e n S i e m i r den Notar  mich gegen i h n erkla'ren, daB i c h i n k e i n e r d e r herrschenden  sterbe."  christlichen  zur lutherischen  leiten verschie-  U r s u l a Goldenbaum bemerkt, L e s s i n g h a t t e s e i n  R e l i g i o n gegenuber" b e r e i t s  Re-  "Unbehagen d e r  i n dem B r i e f an den V a t e r vom 30. 5.  235 1749  ausgedrlickt.  Dort l a u t e t e s :  Die Z e i t s o i l l e h r e n ob der ein; beBrer X s t i s t , der d i e Grundsatze der c h r i s t i . Lehre im GedachniBe, und o f t , ohne s i e zu v e r s t e h e n , im Munde h a t , i n d i e K i r c h e geht, und a l l e Gebrauche m i t macht, weil s i e gewbhnlich s i n d ; oder d e r , d e r einmal k l u g l i c h g e z w e i f f e l t h a t , und durch den Weg d e r Untersuchung z u r Uberzeugung g e l a n g t i s t , oder s i c h wenigstens noch darzu zu gelangen b e s t r e b t . Die X s t 1iche R e l i g i o n i s t k e i n Werk, das man von s e i n e n A e l t e r n auf Treue und Glaube annehmen s o i l . Die meisten erben s i e zwar von ihnen eben so wie i h r Vermogen, aber s i e zeugen durch i h r e Auffuhrung auch, was vor' r e c h t s c h a f f n e Xsten s i e sind. So lange i c h n i c h t sehe, daB man e i n s d e r vornehmsten Gebothe des Xstenthums, Seinen F e i n d zu l i e b e n n i c h t beBer beobachtet, so lange z w e i f f l e i c h , ob d i e j e n i g e n Xsten s i n d , d i e s i c h davor ausgeben (L-M 17. S. 17-18).  War d i e s e s Unbehagen w i r k l i c h von der R e l i g i o n  h e r v o r g e r u f e n oder von e i n e r be-  153  stimmten A u f f a s s u n g christlichen  derselben?  Kirchen?  In dem  o b e r f l a c h l i c h e Auffassung wichtigen  Lehren  Gilt  s e i n e F e i n d s c h a f t dem  oben z i t i e r t e n  der R e l i g i o n und  d i e Vernachlassigung  ( z . B. der F e i n d e s l i e b e ) durch  pert: von  Bekenntnisse  Dogmen b e h e r r s c h t .  Kirchen  Hiermit  i s t vom  i s t gesagt,  d i e "Namenchristen".  de  daft - im F a l l e e i n e s  " C h r i s t e n t u m " d l i r f t e somit  n i c h t nach den  bestimmt werden, sondern nach den  verkbr-  "christlichen  Fragmente nur e i n e von  s i c h danach sehnen, im vollkommenen C h r i s t e n t u m  ver-  liberwuchert,"  Darlegung der c h r i s t i i c h e n R e l i g i o n a k z e p t i e r e n  anderen Worten:  Lessings  ihn keines der  "Menschlichen  L e s s i n g " - der Herausgeber der W o l f e n b u t t l e r Ballast freie  den  der f u r i h n so  e i n e r e i n e I n t e r p r e t a t i o n d e r Lehren C h r i s t i  jede der c h r i s t l i c h e n  oder  B r i e f k r i t i s i e r t der D i c h t e r d i e  Suche nach P e r f e k t i o n i n der R e l i g i o n bezeugt, da(3 f l i r schiedenen  Christentum  diesem  konnte:  zu s t e r b e n .  e r wlir-  Lessings  festgelegten Ansichten  einer Kirche  Hauptwahrheiten der R e l i g i o n s e l b s t .  Mit  der D i c h t e r u n t e r s c h e i d e t zwischen l u t h e r i s c h e r Orthodoxie 237  (und  den  anderen B e k e n n t n i s s e n ) und  den  wahren Lehren C h r i s t i ;  kenner der c h r i s t l i c h e n Wahrheit sahe e r s i c h dazu f r e i , Theologen von  einem Standpunkt i n n e r h a l b der  Kantzenbach zu z i t i e r e n  - "wer  als  d i e I r r l e h r e n der  R e l i g i o n zu bekampfen, denn - urn  gegen d i e e r s t a r r t e K i r c h e o p p o n i e r t ,  immer noch d i e K i r c h e r e f o r m i e r e n 238  Be-  zu kbnnen und  s i e auf s e i n e n  glaubt  Standpunkt  h i n z u f l i h r e n mlissen." Zinzendorfs Theologie mus:  Jesus  i s t bei  ihm  lediglich  den  von  Entgegengesetzte  Gott e r l e u c h t e t e n L e h r e r  b i l d e r n dogmatischer I n t e r p r e t e n wie  das  Claassen  ihren  vergbnne mir, da!3  wider:  (Jesus)  Jesus  und  Religionsans c h e i n t bei  zu v e r k b r p e r n .  In den  Lessing-  Baumgartner (u. a.) i s t 239  S t e i l u n g zu C h r i s t u s l i e g t  i c h ihn  Christozentris-  Lessings  g l e i c h w e r t i g mit der Leugnung der G o t t h e i t C h r i s t i .  Deutung der L e s s i n g s c h e n "man  s i c h durch  der M i t t e l p u n k t der R e l i g i o n .  s i c h t e n , hingegen, s p i e g e l n das ihm  kennzeichnet  Der  Kern f l i r  diese  im H e r r n h u t e r f r a g m e n t :  h i e r nur a l s einen  von  Gott  erleuch-  154  t e t e n Lehrer dem  ansehen mag"  er Christus  Christus  nur  (L. 3, S.  a l s Lehrer  i s t oftmals  von  den  686).  darstellt,  Karl Aner b e t o n t , daB ihn nur  a l s solchen  Orthodoxen, d i e f r e i l i c h  n i e an  Lessing,  glaubt. seiner  in-  240  Gottheit  241 z w e i f e l t e n , a l s von terschied Dichter Die  Gott e r l e u c h t e t e r  zwischen dem  Luthertum und  Lehrer  b e s c h r i e b e n worden.  Lessing  l i e g t wiederum d a r i n , daB  nie e i n d i r e k t e s Bekenntnis liber d i e G o t t h e i t C h r i s t i  Frage, ob man  absolutieren  s e i n e Aussage i n den  d a r f , daB  Der  der  abgegeben  "Gedanken" zu einem s o l c h e n  hat.  Grad  C h r i s t u s - nach d i e s e r L e s s i n g - I n t e r p r e t a t i o n  Un-  ver-  - bei  dem  Dichter  keinen Anspruch auf d i e G o t t h e i t erheben d a r f , daB er n i e Objekt e i n e r 242 Religion sein s o l l t e , b l e i b t trotzdem l e g i t i m . Nach Martha W a l l e r kennz e i c h n e t e s i c h L e s s i n g s a n t i c h r i s t l i c h e P o s i t i o n zudem noch durch s e i n e v e r 243 meinte Ablehnung der Slindenvergebung des  Himmels und  der  durch d i e Verneinung der  uns  zuna'chst an d i e s e  philosophische  Werk des  letzten  Dichters  beiden Punkte.  enthalt  S a r a Sampson gedeutet worden,* das  eine  solche  H o l l e wird  auf d i e S c h r i f t  im Himmel Paul  und  Rillas  seinen  Himmel noch i n der  I n t e r p r e t a t i o n muB  H o l l e v e r w e r f e n , weil  s i n g am  verzichtete.  Ende der  (L. 7, S. 197), s i e h e Kap. 5  den  Miss  Negation des  seine  (L. 7, S.  Dichter die Existenz  Standpunkt des  Hin-  des  Holle 193).  D i c h t e r s , wenn man  h i e r auf  zu-  noch Nach  Himmels und 244  Begrundung w i d e r s p r i c h t .  zur Him-  ewigen S t r a f e n "  " E i n j e d e r muB  Holle finden"  sie einer logischen  bewahrte s i c h wohl a l s der Weiterlesen  der  Lessings  " L e i b n i z von  r l i c k g e f l i h r t , insbesondere auf d i e F o l g e r u n g  Trauerspiel  theo-  Vergebung a l s Vorbedingung  F a h i g k e i t , gute Werke zu v e r r i c h t e n , v o r a u s s e t z t . der  Das  keine d i r e k t e n  weise auf d i e Slindenvergebung; d a f l i r i s t b e r e i t s auf das  mels und  Existenz  Hoi 1e.  Wenden wir l o g i s c h e und  und  der  Dies das  Die e i g e n t l i c h e Losung zu diesem Dilemma g i b t Les-  "Rettung"; s i e e r s c h e i n t der d i e P e r f e k t i o n der  i n der  Form des  "mittleren  Seelen, die andernfalls  Zustands"  i h r e n Himmel  155  und  ihre Holle g l e i c h z e i t i g Lessing  men  wie  e r f a h r e n mu'Bten, h e r v o r b r i n g t .  lehnt die Gottheit C h r i s t i  Erbslinde ,Genugtuungsl ehre und  ab,  will  aber an  bestimmten  T r i n i t a ' t s g l a u b e n (L. 8, S.  Dog-  505-5) f e s t -  245 halten.  Das  k o n s t i t u i e r t einen  der Hauptlehren des  Christentums,  t e r kann n i c h t f e s t h a l t e n , was e r es n i c h t verworfen hat.  die Gottheit C h r i s t i  e r im s e l b e n  Lessing  wenn es d i e Umstande f o r d e r n - d. liegt.  Widerspruch, da der T r i n i t a t s g l a u b e , e i n e  Zug  h. wenn es  menschliche K r a f t " Jesu  der V e r f a s s e r des 246  nirgends.  der  v e r w i r f t ; es s e i denn,  la'Bt d i e G o t t h e i t C h r i s t i ihm  E i n e r s e i t s hat L e s s i n g n i e bekannt, daB  t i e r e ; anderseits leugnet  voraussetzt:  Dich-  daB  b e i s e i t e stehen,  an N e u t r a l i t a t zu diesem Thema er die G o t t h e i t C h r i s t i  Nathan d i e " u b e r n a t l i r l i c h e  Es ware noch zu  bemerken, daB  akzepgott-  er Reima-  rus w i d e r s p r i c h t , a l s der F r e i g e i s t d i e A u f e r s t e h u n g a l s Luge enth'u'llt zu ben  g l a u b t , und  Lehrer den  in der"Erziehung"  nennt e r C h r i s t u s den  zuverlassigen  - " z u v e r l a s s i g durch s e i n e eigene Wiederbelebung nach einem Tode, d u r c h  er s e i n e Lehre v e r s i e g e l t h a t t e "  s c h l i e B l i c h noch d a r a u f  h i n , daB  (L. 8,  Lessing  S.  522).  "noch den  e i n e s ewigen E r l b s e r s " bei der a l t e n O r t h o d o x i e Die Haltung des  D i c h t e r s zum  i n d i r e k t e B e k e n n t n i s s e dazu: lichen  ersten  ha-  L e s s i n g " des  sich  der Nachkommen des  der  e b e n f a l l s den  auf der  Kern von  geheimnisvol 1 en B e g r i f f 247  kennzeichnet  Christentum  l e b h a f t glauben, daB  arme sLindige Geschbpfe s i n d , daB  sich  h i e r nochmals an den  Bermudischen Insel v e r s c h o l l e n e n  Lessings  weist  lobt.  Christentum  erinnere  Oelm'u'ller  e r s t e n K a p i t e l s d i e s e r A r b e i t sowie an den  ben  schen, welche sehr  man  Willi  durch "christ-  einfachen  Glau-  Predigers,  ausmachen kbnnte:  '"ob  es e i n hbchstes Wesen g i b t ; daB  Mensie  d i e s e s hbchste Wesen-demohngeachtet, durch  e i n andres ebenso hohes Wesen, s i e nach diesem Leben ewig g l l i c k l i c h zu machen, d i e A n s t a l t g e t r o f f e n - ob Menschen, welche das Christen  s i n d , oder k e i n e ? " 1  (L. 8,  S.  255).  e i n d i r e k t e s Glaubensbekenntnis a n b e t r i f f t ,  und  weiter  Lessings  n i c h t s glauben,  Verschwiegenheit,  kann l e i c h t m i t t e l s des  12.  was Litera-  t u r b r i e f s e r k l a r t werden, i n dem  der D i c h t e r Liber Wieland  christliche  Herr Wieland  R e l i g i o n i s t bei dem  p r a h l t o f t mit dem, (L.  5, S.  was  man  gar n i c h t  Christentum  i s t kein Prahler.  angenommen hat?  Wie  immer das d r i t t e Wort.  hat, damit man  es zu haben  wegungen geauBert - und  das  Brauchte  er n i c h t zu p r a h l e n , weil e r  vorwiegend n e g a t i v , was  L e s s i n g s K r i t i k auf d i e A u f f a s s u n g  MiBbrauche des  H i n s i c h t l i c h des  Papsttums vergangener J a h r h u n d e r t e ,  d i e F r e i h e i t r a u b t , zu  V e r g l e i c h mit der T h e o l o g i e des lung zum ist:  Christentum  ( n i c h t zu den  n i e verdammt e r den  Christi. gehbrt  e.i.genen Grafen  nicht  i n den  B e r e i c h des  Der Stei-  n i e v e r w i r f t er d i e  Hauptlehren  p e r s b n l i c h e n Glauben, aber d i e s e r  Heterodoxen, sondern i n den  was  zur n e g a t i v e n  Bewertung der S o z i a n e r , D e i s t e n und  er  einfachen  R e l i g i o n e n ) ungemein g l i n s t i g  Christentums,  Man  d i e dem  Z i n z e n d o r f z e i g t , da|3 L e s s i n g s  Glaubigen,  s e i n e p o s i t i v e Haltung  auf  autoritare  R e l i g i o n s a n s i c h t e n zu gelangen.  von  Z w e i f e l l o s hatte Lessing einen  Irrlehren  seiner Zeit,  auf d i e  im a l l g e m e i n e n ,  christlichen  einfaltigen  Christentums  d i e s e r R e l i g i o n - auf d i e  der Flihrer der anerkannten K i r c h e n  Glaubigen  das  bezeugt, da(3 e r s i c h weder  der Neologen, auf d i e I n t o l e r a n z der l u t h e r i s c h e n Orthodoxie  Haltung  scheine"  Male Liber d i e heterodoxen R e l i g i o n s b e -  A t h e i s t , A r i a n e r , noch a l s D e i s t f l i h l t e .  die  Man  schon i n frLiheren K a p i t e l n angedeutet wurde,  h a t t e s i c h der D i c h t e r v e r s c h i e d e n e  zielt  "Die  55). Lessing  als  schreibt:  des  zur R e l i g i o n C h r i s t i  rechtglaubigen  im Gegensatz  A r i a n e r bezeugt.  vermag es n i c h t , L e s s i n g e i n e r bestimmten K i r c h e z u z u g l i e d e r n ;  i s t weder M y s t i k e r ,  noch H e r r n h u t e r ,  K h n l i c h k e i t e n mit Z i n z e n d o r f s A u f f a s s u n g  noch l u t h e r i s c h orthodox. der c h r i s t l i c h e n  Die  vielen  Religion lassen  den  Kern s e i n e s p e r s b n l i c h e n Glaubens a l s r e c h t g l a u b i g e r s c h e i n e n , r e c h t g l a u b i g e r als  d i e E i n s t e l l u n g der Neologen, da e r i n R e l i g i o n s a n g e l e g e n h e i t e n d i e Wich-  t i g k e i t der V e r n u n f t  zugunsten des  F o r s c h e r nach R e l i g i o n s w a h r h e i t e n  Glaubens v e r r i n g e r t . - er sucht echte von  Der  Dichter i s t ein  unechten  Offenbarungs-  157 wahrheiten  zu u n t e r s c h e i d e n  B e f a s s e n wir uns  248  ' urn zu einem r e i n e r e n C h r i s t e n t u m  z u l e t z t mit der A r t s e i n e s  In einem B r i e f an Karl schen  L e s s i n g h a t t e er einmal  einen Vergleich  der r e i n e r e n Lehre  " N i c h t das u n r e i n e Wasser, welches n i c h t mehr zu brauchen, ich will  e r , im Gegensatz zum  der Neologen mit  18, Nr. 404,  S.  101-2).  will  ich beibehal-  vergleicht.  weiB,  Lessing fahrt f o r t , i n -  "unreinen Wasser" der a l t e n O r t h o d o x i e , d i e  "MiBtjauche"  zwi-  gezogen:  es nur n i c h t eher weggegossen w i s s e n , a l s b i s man  woher r e i n e r e s zu nehmen" (L-M dem  gelangen.  Christentums.  der a l t e n O r t h o d o x i e , den Neologen und  ten w i s s e n :  zu  Lehren  D i e s kann i n das f o l g e n d e Schema  u b e r t r a g e n werden:  r e i n e r e s Wasser  1  2  3  4  5  orthodox  6  7  heterodox  E r k l a r u n g des Schemas: 1 - Vollkommenes C h r i s t e n t u m ;  ungetrubtes  2 - T r a d i t i o n e l l e s Christentum: 3 - Luthers Deutung des 4 - A l t e Orthodoxie: 5 - Neologen:  Wasser  Urchristentum  Christentums  " u n r e i n e s Wasser"  "MiBtjauche"  6 - B e r e i c h der F r e i g e i s t e r :  Deisten, Sozianer, Arianer,  usw.  7 - Atheismus  Flir d i e s e s Schema i s t f o l g e n d e s b e r l i c k s i c h t i g t worden: Haltung  gegen d i e Neologen, A r i a n e r , S o z i a n e r und  lung der neuen T h e o l o g i e zum  Arianismus,  Deisten; die  Deismus und  ( s i e h e S. 31-32); L e s s i n g s K r i t i k an der l u t h e r i s c h e n und  schlieBlich  s e i n Respekt  f l i r Luther und  das  Lessings negative Weiterentwick-  schlieBlich Orthodoxie  Urchristentum.  zum  Atheismus  seiner  Zeit  158 Flir L e s s i n g logen,  d.  h. vom  e n t s p r a c h e der  Weg  "unreinen Wasser" zur  doxen C h r i s t e n t u m zur Heterodoxie und Suche nach der ther ben  gereinigten  ("unseren Vater der  der  von  der  a l t e n O r t h o d o x i e zu den  "MiBtjauche" dem, schlieBlich  zum  der  von  einem  Neoortho-  Atheismus f l i h r t .  Die  Lehre ("reinem Wasser"), hingegen, f l i h r t liber  gereinigteren  ersten Jahrhunderte  ("das  Lehre") zum  traditionsgebundenen  e c h t e C h r i s t e n t u m i s t das  LuGlau-  alteste", schreibt  249 Wilhelm D i l t h e y  )  umfassend, f r e i der  von  der,  Lessings  Lessing  sten  konnte.  und  eine  N a c h s t e n l i e b e ausatmete.  s i c h m i t t e l s des  MaBgebend ware f l i r den  C h r i s t e n , wodurch i h r Glaube r e i n  Perfektion ging  der  e i n Stadium r e l i g i b s e r und  endung zu e r b l i c k e n , das erhalten  nach, l e d i g l i c h d i e Lehren  hinzugefligten Dogmen bestehen konnte und  g e s e l 1 s c h a f t l i c h e n Harmonie und  stentum g l a u b t  Ansicht  bliebe.  Atmosphare Im  Urchri-  gesellschaftlicher Voll-  Wirkens des Dichter  Christi  Geistes  und  der  zudem d i e V e r f o l g u n g Das  Kraft der  er-  u r s p r l i n g l i c h e Stadium  der  s e i a l l m a h l i c h v e r l o r e n gegangen, a l s d i e Z e i t der Wunder zu  a l s d i e R e l i g i o n a l l g e m e i n e Anerkennung fand.  I d e a l s ware im weltlichung  15.  der  J a h r h u n d e r t mit  Kirche  e r r e i c h t worden.  zu einem neuen I d e a l z u s t a n d , Abwesenheit des  der  Wirkens des  Verwahrlosung des Mit  und  dere Methoden verwendet werden mliBten,  der  dieses der  Ver-  Luther f i n g e flir Lessing  der  Weg  Z e i t a l t e r " an;  K r a f t f b r d e r t e j e d o c h , daB  urn d i e s zu e r r e i c h e n :  den  D i c h t e r d i e V e r n u n f t e i n maBgebender F a k t o r  werden, d e r ,  mit  dem  liber das  Glauben, dem  Gegenpol  Glaubens und  zu einem neuen "goldenen Geistes  Der  Ende  Individuum e i n k l a r e s B i l d  die an-  h i e r wlirde im  flir  Zusammenhang  G b t t l iche zu  vermitteln  vermbchte. ^ wie  Lessings seine  nach der  p e r s o n l i c h e r Glaube - oder auch L e s s i n g s  Luther-Konzeption von  alien  Irrtlimern und  Suche nach Wahrheit wird der  christlichen  von  der  idealisiert  Liebe  von  und  Sehnsucht nach dem  der  des  und  Christentum - i s t  k e n n z e i c h n e t s i c h durch d i e Suche  l i b e r f l l i s s i g e n Dogmen g e r e i n i g t e n Sehnsucht nach dem  Z e i t a l t e r der  Lehre.  Diese  Vorherrschaft  harmonischen g e s e l 1 s c h a f t l i c h e n Zusammenlebens 250 goldenen Z e i t a l t e r - gesteuert. Sie v o l l z i e h t s i c h  159  i n n e r h a l b des Christentums und chen g e s e t z t e n Grenzen. Idealzustand kennbaren  transzendiert alle  Kir-  Der Aspekt der T r a d i t i o n , der von dem v e r l o r e n e n  herstammt, v e r l e i h t dem  Reiz.  von den v e r s c h i e d e n e n  K a t h o l i z i s m u s f l i r L e s s i n g e i n e n unver-  Der D i c h t e r , der e i n s t m i t dem  Gedanken g e s p i e l t h a t t e ,  das  Ende s e i n e s Lebens i n einem K l o s t e r zu v e r b r i n g e n , bedauert das F e h l e n der K l o s t e r im P r o t e s t a n t i s m u s . 1 ischen Kirche s p i e g e l t e i n e r Audienz  i n Rom  S e i n e Anerkennung der T r a d i t i o n  s i c h zudem noch  zeigte.  s i n g noch e i n e n k l e i n e n T e i l  2 5 2  i n der  i n der Reverenz, d i e e r dem  Katho-  Papst i n  In der c h r i s t l i c h e n T r a d i t i o n e r b l i c k t  Les-  des u r s p r l i n g l i c h e n Glanzes der R e l i g i o n ; e r s i e h t  ihn i n f e r n e r Zukunft sogar noch e r h b h t , denn d i e Menschheit wlirde i n der Lage s e i n , d i e R e l i g i o n n i c h t nur zu g l a u b e n , sondern zu e r f a s s e n und  i h r e Wahrheiten  vernlinftig  danach. zu handeln, urn somit d i e G e s e l l s c h a f t von den  d i e Menschen, V b l k e r und Nationen entzweien,  zu  befreien.  Schranken,  160  VIII Anmerkungen  ^Johannes S c h n e i d e r , L e s s i n g s S t e i l u n g z u r T h e o l o g i e W o l f e n b i i t t l e r Fragmente (Gravenhagen, 1953). c  B e r n d Bothe, Glauben und Erkennen. s i n g s (Meisenheim, 1972).  vor der Herausqabe  der  S t u d i e z u r R e l i g i o n s p h i l o s o p h i e Les-  °Johannes C l a a s s e n , G o t t h o l d Ephraim L e s s i n g s Leben und ausqewahlte Werke im L i c h t e der c h r i s t l i c h e n Wahrheit, 2 Bd. ( G u t e r s l o h , 1881). ^Alexander Baumgartner, L e s s i n g s r e l i g i b s e r Entwicklungsqang. zur G e s c h i c h t e des "modernen Denkens" ( F r e i b u r g , 1887). ^Gottfried 1967). b  Georges  F i t t b o g e n , Die R e l i g i o n L e s s i n g s .  P a l a e s t r a 141  Ein Beitrag  (New  York/London,  Pons, G o t t h o l d Ephraim L e s s i n g e t l e C h r i s t i a n i s m e ( P a r i s ,  ^Gunther Rohrmoser, L e s s i n g und d i e Z e i t d e r A u f k l a r u n g  (Gbttingen,  1964). 1968).  Q  °Leonard P. Wessel, L e s s i n g ' s Theology. A R e i n t e r p r e t a t i o n , A Study i n the P r o b l e m a t i c Nature o f the Enlightenment (The Hague, 1977). g Helmut T h i e l i c k e , V e r n u n f t und O f f e n b a r u n g . E i n e S t u d i e liber d i e R e l i g i o n s p h i l o s o p h i e L e s s i n g s ( G u t e r s l o h , 1959). ;  * A r n o S c h i l s o n , G e s c h i c h t e im H o r i z o n t der Vorsehung. G. E. L e s s i n g s B e i t r a g zu e i n e r T h e o l o g i e der G e s c h i c h t e (Mainz, 1974). U  * * 0 t t o Mann, L e s s i n g . 1 2  B e r n d Bothe, S.  S e i n und L e i s t u n g (Hamburg, 1949).  115.  13  14 •  Martin B o l l a c h e r , Lessing: V e r n u n f t und G e s c h i c h t e . Untersuchungen Problem r e l i g i b s e r A u f k l a r u n g i n den S p a t s c h r i f t e n (Tubingen, 1968).  zum  B. F. S t r a u s s , Gesammelte S c h r i f t e n . Bd. 2 (Bonn, 1876), S. 43-81.  15  1 6  1 7  Georges Pons, " L e s s i n g s Vorsehungs- und F o r t s c h r i t t s g l a u b e " i n L e s s i n g i n heutiger Sicht. Beitrage zur i n t e r n a t i o n a l e n Lessingkonferenz. C i n c i n n a t i . Ohio, 1976 (Bremen/Wolfenbuttel, 1976), S. 209. I s r a e l Stamm, " L e s s i n g and R e l i g i o n " , GR 43 (1968), S. 250. Willi  Oelmuller,  Colloquium  " L e s s i n g und Hamann.  Philosophicum.  ( B a s e l / S t u t t g a r t , 1965), S.  Studien. 291.  Prolegomena  zu einem Gesprach" i n  Joachim R i t t e r zum  60,  Geburtstag  161  ^ D i e i n d i e s e r A r b e i t e n t h a l t e n e n L e s s i n g - Z i t a t e s i n d der Ausgabe des Hanser V e r l a g s entnommen (8 Bd. , Hrsg. von G. G b p f e r t , Miinchen, 1970). Flir n i c h t d a r i n e n t h a l t e n e s M a t e r i a l , wie z. B. L e s s i n g s B r i e f w e c h s e l , i s t d i e Lachmann-Munckersche Ausgabe verwendet worden (23 Bd., B e r l i n / L e i p z i g , 18861924). 8  1 Q  R i c h a r d Daunicht, L e s s i n g im Gespra'ch, B e r i c h t e und und Z e i t g e n o s s e n (Miinchen, 1971), S. 65.  Urteile  von  Freunden  20 N i c h o l a s B o y l e , " L e s s i n g ' s B i b l i c a l C r i t i c i s m and • C l a s s i c a l C u l t u r e " , GLL 34 (1980-81), S. 208-9. 2 1  Richard  Daunicht,  S.  the O r i g i n s o f German  379-80.  22 V g l . Helmut T h i e l i c k e , " L e s s i n g und f u r L i t e r a t u r 26/27 (1970), S. 52.  Goeze i n T e x t  und  Kritik",  Zeitschrift  23 V g l . G o n t h i e r - L o u i s F i n k , " L e s s i n g s E r n s t und F a l k . Das m o r a l i s c h e Glaubensbekenntnis e i n e s k o s m o p o l i t i s c h e n I n d i v i d u a l i s t e n " , Recherches germaniques 10 (1970), S. 63; Leonard P. Wessel, " L e s s i n g s Auseinandersetzung mit Theologen und D e i s t e n urn d i e i n n e r e Wahrheit" i n L e s s i n g i n h e u t i g e r S i c h t , S. 192. 2 4  H e l m u t T h i e l i c k e , Vernunft  und  Offenbarung , S.  15.  p c  Paul M l i l l e r , Untersuchungen zum und F i c h t e (Bern, 1965). D  Problem der F r e i m a u e r e i  bei L e s s i n g , Herder  Helmut T h i e l i c k e , " V e r n u n f t und E x i s t e n z b e i L e s s i n g . Das Unbedingte i n d e r G e s c h i c h t e " i n L e s s i n g und d i e Z e i t der A u f k l a r u n g ( G o t t i n g e n , 1968), S. 101).  2 7  Vgl.  Otto Mann, S.  2 8  Carl  Hebler,  314.  Lessing Studien  (Bernr,.  1862), S.  2.  pQ  Leonard P. Wessel, L e s s i n g ' s T h e o l o g y , 3 0  Vgl.  Johannes S c h n e i d e r ,  E b d a . , S. 3?  3 1  S.  S.  29  80.  183.  -^Arno S c h i l s o n , L e s s i n g s  Christentum  (Gottingen,  1980), S.  93.  33 H . B e i n t k e r , " L e s s i n g und L u t h e r " , W i s s e n s c h a f t l i c h e Z e i t s c h r i f t der M o r i t z A r n d t - U n i v e r s i t a t , G r e i f s w a l d 4 (1954-55), S. 82.  J O  3 4  Vgl.  Leonard P. Wessel, G.  3 5  Walter  3 6  Nigg,  Gottfried  Das  Buch der K e t z e r  F i t t b o g e n , "Der  Rundschau 167  E. L e s s i n g ' s  (1916), S.  ( Z u r i c h , 1949), S.  i d e a l e und 83-101.  Theology. S.  Ernst  23. 457.  der h i s t o r i s c h e L e s s i n g " , Deutsche  162  3 7  Vgl.  Franz  Mehring, Die L e s s i n g Legende ( B e r l i n ,  3 8  F r i e d r i c h L o o f s , L e s s i n g s S t e i l u n g zum S. 10-11).  3 9  Martin stifts  4 0  R u d o l f Hermann, "Zu L e s s i n g s r e l i g i o n s p h i l o s o p h i s c h e r und t h e o l o g i s c h e r P r o b l e m a t i k " , Z e i t s c h r i f t f l i r s y s t e m a t i s c h e T h e o l o g i e 22 (1953), S. 129,  4 1  Vgl.  Rade, " L e s s i n g a l s Theolog", (1906), S. 4.  Richard  Daunicht,  S.  1963), S.  Christentum  Jahrbuch des  331.  ( H a l l e a. S.,  freien  1910),  deutschen Hoch-  424.  4 2  V-Vgl. g l . August Wilhelm Bohtz, Lessings Boht; • ((G b t t i n g e n , 1954), S. 24.  4 3  SSiieehhee Sbren K i r k e g a a r d , 1944).  44  Edward  4 5  A l e x a n d e r Altmann, " L e s s i n g und J a c o b i . L e s s i n g Yearbook 3 (1971), S. 27.  4 6  Sbren  47  J o h a n n e s S c h n e i d e r , " L e s s i n g s Frage nach der E r k e n n t n i s m b g l i c h k e i t R e l i g i o n " , W o l f e n b u t t l e r S t u d i e n z u r A u f k l a r u n g 2 (1975), S. 146.  !  Dvoretzky, S.  Kirkegaard,  S.  Kirkegaard's  Protestantismus  und  Nathan der Weise  Unscientific Postscript (Princeton,  322. Das  Gesprach liber den  Sprinozismus",  95. der  48 V g l . Horst A l t h a u s , "Vom 'Toten Hunde' Spinoza Stud-ia Germanica Gandensia 14 (1973), S. 171. 4 9  E b d a . , S.  168.  5 0  E b d a . , S.  179.  und  Lessings  Atheismus",  51  52  Harald Schultze, Lessings T o l e r a n z b e g r i f f . ( G b t t i n g e n , 1969), S. 108.  Eine t h e o l o g i s c h e  Georges Pons, L e s s i n g e t l e C h r i s t i a n i s m e , S. Dvoretzky, S.  Studie  125.  53  Edward  5 4  H e n r y Edward A l l i s o n , L e s s i n g and the E n l i g h t e n m e n t . A Study o f G. E. Less i n g 's P h i l o s o p h y o f R e l i g i o n and i t s P a l c e w i t h i n the Context o f the 18th Century (Ann A r b o u r , 1968), S. 75. ~~~~  5 5  Vgl.  Martin  5 6  Vgl.  H a r a l d S c h u l t z e , S.  Vgl.  Leonard P. Wessel, " L e s s i n g ' s  5 7  Rade, S.  245-46.  6. 43.  Lessing'Yearbook 6 (1974), S.  77.  HE st: ha to logy and  the  Death o f  God",  163 58  Waldemar Oehlke, L e s s i n g und  seine Z e i t ,  Bd.  1 (Miinchen, 1919), S.  16.  cq V g l . Georges Pons, G. E. L e s s i n g e t 1e 6 0  E b d a . , S.  22.  6 1  E b d a . , S.  29.  C h r i s t i a n i s m e , S.  21.  CO  S i e h e Paul A l v e r d e s , " N i c o l a u s Ludwig von schen ( B e r l i n , 1956), S. 81T90.  Zinzendorf"  K a r l B a r t h , Die P r o t e s t a n t i s c h e T h e o l o g i e 1946), S. 214.  im 19.  i n Die gropien  Deut-  CO  Jahrhundert  (Zlirich,  64 Die i n d i e s e r A r b e i t e n t h a l t e n e n Z i n z e n d o r f - Z i t a t e s i n d der Ausgabe des Georg 01ms V e r l a g entnommen ( Z i n z e n d o r f s H a u p t s c h r i f t e n i n 6 Bd., H i l d e s heim, 1962-63; Erganzungsbande i n 12 Bd., H i l d e s h e i m , 1965-72, Hrsg. von E. Bayreuther u. G. Meyer). 6 5  V g l . H. S. Bluhm, " L e s s i n g s S t e l l u n g zu L u t h e r " , S. 32.  6 6  Karl  c  "I  B a r t h , S.  GR. 19.;.  (1944),  222.  V g l . H.-C. Hahn u. H. R e i c h e l ( H r s g . ) , Z i n z e n d o r f und d i e H e r r n h u t e r b r l i d e r . Q u e l l e n zur G e s c h i c h t e der Brlider U n i t a t von 1722-1760 (Hamburg, 1977), S. 8. CO  Vgl. Leiv Aalen, 1966), S. 67.  Die T h e o l o g i e  des  jungen Z i n z e n d o r f  (Berlin/Hamburg,  69 Vgl." Otto U t t e n d b r f e r , Z i n z e n d o r f s • 1935), S. 43. 7 0  E b d a . , S.  7 1  Erich  7 2  E b d a . , S.  religiose  Grundgedanken  (Herrnhut,  42.  Bayreuther,  " Z i n z e n d o r f und  Luther",  Lutherjahrbuch  (1961),  S.  2.  12.  73 Leopold von Ranke, Deutsche G e s c h i c h t e (Wiesbaden, 1957), S. 284. 7 4  E b d a . , S.  im Z e i t a l t e r der  Reformation  285-86.  75 V g l . Hans Walter Erbe, Z i n z e n d o r f ( D i s s . L e i p z i g , 1928), S. 116.  und  der  P i e r r e Deghaye>, La D o c t r i n e e s o t e r i q u e de S. 329 u. 340. 7 7  7 8  Erich  Bayreuther,  E b d a . , S.  1.  S.  12.  fromme hohe Adel  seiner Zeit  :  Zinzendorf,  1700-1760 ( P a r i s ,  1969),  164  ^Hermann Kesten, L a u t e r L i t e r a t e n . MLinchen/Basel, 1963), S. 223. 8 0  Karl  Sell,  Portraits.  Erinnerungen  (Wien/  S. 24.  O]  F r i e d r i c h A. B e r g e r , "Nathan der Weise und s e i n G l e i c h n i s von den d r e i Ringen", A r c h i v f l i r das Studium d e r neueren Sprachen 31 (1862), S. 241. 8 2  V g l . S y l v e s t e r P r i m e r , " L e s s i n g ' s r e l i g i o u s Development f e r e n c e to h i s Nathan the Wise", PMLA 8 (1893), S. 338.  8 3  V g l . J u l i u s W. Braun, L e s s i n g im U r t h e i l ( B e r l i n , 1897), S. 79.  84  with  seiner Zeitgenossen,  special  Re-  Bd. 2  W. H. C a r r u t h , " L e s s i n g ' s Treatment o f the Ring and i t s T e a c h i n g " , PMLA 16 (1906), S. 116.  8 5  Vgl.  Johannes S c h n e i d e r ,  8 6  P a u ! MLiller, S. 43.  L e s s i n g s S t e l l u n g z u r T h e o l o g i e , S. 39.  87 Hans Ruh, C h r i s t o l o g i s c h e Begrlindunq ( Z u r i c h , 1967), S. 60-61.  des e r s t e n A r t i k e l s  bei Zinzendorf  8 8  E b d a . , S. 120-21.  8 9  L e o n a r d de Moor, "The Problem o f R e v e l a t i o n i n E i g h t e e n t h Century Germany: with p a r t i c u l a r Reference t o L e s s i n g " , E v a n g e l i c a l Q u a r t e r l y 39-2 (1967), S. 67.  9 0  Helmut Thielicke,  " L e s s i n g und Goeze", S. 45.  91 Vgl.  Leonard  de Moor, S. 67.  92 Otto U t t e n d u r f e r , Z i n z e n d o r f s W e i t b e t r a c h t u n q . E i n e s y s t e m a t i s c h e Dars t e l l u n q d e r Gedankenwelt des Begrlinders d e r Brliderqemeinde (Herrnhut, 1929), S. 259. 9 3  H e i n z Motel, "Zinzendorfs S t e l l u n g z u r H e i l i g e n S c h r i f t " , M i s s i o n s s c h r i f t . 7 ( 1 9 5 0 ) , S. 65 f .  9 4  W a l t h e r von Loewenich, L e s s i n g und L u t h e r  (Tubingen  ;  Evangelische  1960), S. 20.  9 5  Vgl.  9 6  P e t e r H e l l e r , D i a l e c t i c s and N i h i l i s m . Essays on L e s s i n g , N i e t z s c h e , Mann and Kafka ( U n i v e r s i t y o f Massachussetts P r e s s , 1966),.S. 4.  9 7  0tto  Uttenddrfer, Zinzendorfs r e l i g i o s e  9 8  Vgl.  Paul  QQ  Oerd H i l l e n , S. 48.  Rilla,  Edward Dvoretzky,  Grundgedanken, S. 51.  L e s s i n g und s e i n Z e i t a l t e r S. 246.  (Berlin,  1960), S. 357.  165  1 0 0  G e r d Hi 11 en, " L e s s i n g s t h e o l o g i s c h e Schriften Werkes".in L e s s i n g i n h e u t i g e r S i c h t , S. 41.  1 0 1  Erich  Bayreuther,  1 0 2  Franz  Mehring, S.  1 0 3  C o r p u s Christianbru.nl, S e r i e s " L a t i n a , Bd." 1 (Brepol s, 1953), S.  1 0 4  J . . N . D.  S.  im Zusammenhang s e i n e s  11.  330.  Kelly, Early Christian  Creeds  (London, 1960), S.  197-98.  91.  1 0 5  Vgl.  P i e r r e Deghaye, S.  31.  1 0 6  0tto  Uttendbrfer, Zinzendorfs r e l i g i o s e  1 0 7  Vgl.  J . N.  1 0 8  H e i n z Renkewitz, " A u t o r i t a t und Gebrauch der B i b e l bei N. L. von Z i n zendorf i n der Auseinandersetzung mit dem Atheismus und i n den Losungen" i n Pietismus und B i b e l (Hrsg. von K u r t A l a n d ) . Arbeiten zur Geschichte des P i e t i s m u s Bd. 9 ( W i l t e n , 1970), S. 164.  1 0 9  S i g u r d N i e l s e n , Der Toleranzgedanke bei Z i n z e n d o r f S. 15.  D. K e l l y , S.  Grundgedanken, S.  83.  ( D i s s . Marburg, 1951),  54-55'.'.  1 1 0  J o h a n n e s S c h u l t z e , S.  1 1 1  G e o r g e s Pons, L e s s i n g e t l e C h r i s t i a n i s m e , S.  441.  1 1 2  Karl  1 1 3  K a r l Lower, "Zu L e s s i n g s R i n g p a r a b e l " , Neue J a h r b l i c h e r f l i r das k l a s s i s c h e A l t e r t u m , G e s c h i c h t e und deutsche L i t e r a t u r 19 (1916), S. 542.  1 1 4  Vgl.  1 1 5  S e l l , S.  138.  August Wilhelm Bohtz,  E b d a . , S.  1 1 6  1 1 7  Vgl.  36.  S.  126.  125.  F r i e d r i c h A. Berger,  A u g u s t Wilhelm Bohtz,  S.  S.  1 1 8  0tto  Mann, S.  1 1 9  Vgl.  F r i e d r i c h A. Berger,  1 2 0  Vgl.  Rudolf Hermann, S.  1 2 1  Vgl.  Walter  258.  126.  266.  Nigg, S.  S.  245.  140.  473.  122 Johannes C l a a s s e n , Bd. 1 2 3  J o h a n n e s Schneider,  2, S.  5.  L e s s i n g s S t e i l u n g z u r T h e o l o g i e , ,S.  37.  166  124  1 2 5  V g l . Rudolf K l e e , L e s s i n g s S t e i l u n g zu den p o s i t i v e n R e l i g i o n e n 1913), S. 5.  Vgl.  (Marburg,  H. B e i n t k e r , S. 81.  Georges Pons, G. E. L e s s i n g e t l e C h r i s t i a n i s m e , S. 424. V g l . G o t t f r i e d F i t t b o g e n , "Die Grundlagen von L e s s i n g s R e l i g i o n " , PreuBische Jahrbticher 197 (1917), S. 337.  x  128  Glinther Rohrmoser, "Aufklarung  und O f f e n b a r u n g s g l a u b e " , S. 314.  1 ?9 ^Johannes S c h u l t z e , L e s s i n g s Glaube (Dresden, 1929), S. 38. 1 3 0  E b d a . , S. 58.  1 3 1  Max  Carstenn,  "Lessings  R e l i g i o n " , Die Sammlung  1 (1945-46), S. 486.  1 3? Vgl. Gonthier-Louis 1 3 3  Friedrich  1 3 4  Rudolf  F i n k , S. 32.  L o o f s , S. 10-11.  Hermann, S. 137.  V g l . G o n t h i e r - L o u i s F i n k , S. 32. 1 3fi V g l . Robert H e i t n e r , " R a t i o n a l i s m and I r r a t i o n a l ism i n L e s s i n g " , L e s s i n g Yearbook 5 (1973), S. 103. 137 F r i e d r i c h Wilhelm Kantzenbach, P r o t e s t a n t i s c h e s C h r i s t e n t u m im Z e i t a l t e r der A u f k l a r u n g ( G u t e r s l o h , 1960), S. 118., 138 Otto U t t e n d b r f e r , Z i n z e n d o r f s r e l i g i o s e Grundgedanken, S. 69. 1 3Q ^ J o h a n n e s S c h n e i d e r , L e s s i n g s S t e i l u n g z u r R e l i g i o n , S. 173. ^ G u s t a v P o r t i g , " L e s s i n g s Nathan der Weise a l s V e r h e r r l i c h u n g des C h r i stentums", W i s s e n s c h a f t l i c h e B e i l a g e d e r L e i p z i g e r Z e i t u n g 111 (16. 9. 1890), S. 471?: 1 0 3  14(  1 4  *0tto  Uttendbrfer, Zinzendorfs  religiose  Grundgedanken, S. 14.  142 Helmut 143 1 4 4  T h i e l i c k e , Vernunft  V g l . Johannes S c h n e i d e r ,  Hans  und O f f e n b a r u n g , S. 109.  L e s s i n g s S t e i l u n g z u r T h e o l o g i e , S. 225.  Ruh, S. 49 u. 52.  1 4> Georges Pons, L e s s i n g e t l e C h r i s t i a n i s m e , S. 44-45. C  1 4 6  0tto  1 4 7  Peter  Mann, S. 544. H e l l e r , S. 15.  148 Otto  Uttendbrfer,  Zinzendorfs  religiose  Grundgedanken, S. 14.  167 149  V g l . Harald S c h u l t z e , "Lessings Auseinandersetzung mit Theologen und D e i s t e n urn d i e 'innere Wahrheit' i n L e s s i n g i n h e u t i g e r S i c h t , S. 182-83.  1 5 0  V g l . Manfred Durzak, V i e r L e s s i n g S t u d i e n (Bad Homburg, 1970), S. Helmut T h i e l i c k e , "Vernunft und E x i s t e n z bei L e s s i n g " , S. 113.  1 5 1  V g l . H e i n r i c h Meyer-Benfey, L e s s i n g und Hamburg, Nathan der Weise. a l s VerkLinder der T o l e r a n z (Hamburg, 1946), S. 49-50.  1 5 2  Martin S.  l  Heinrich  F i t t b o g e n , ''Der Meyer-Benfey, S.  ^ J o h a n n e s C l a a s s e n , Bd. • ^ S b r e n K i r k e g a a r d , S. 1 5 7  Vgl.  1 5 8  G  o n  i d e a l e und  ( G u t e r s l o h , 1928),  thier-Louis  der  h i s t o r i s c h e L e s s i n g " , S.  8.  67.  F i n k , S.  102.  55.  F i t t b o g e n , Die Grundlagen von  Lessings  R e l i g i o n , S.  •^Morton N i r e n b e r g , S:  Opal, L e s s i n g ' s  Ring  0tto  1 6 4  Pierre  Uttendbrfer, Zinzendorfs Deghaye, S.  H . - C . Hahn u. H.  re-examined", MLN  Gbsta  r e l i g i o s e Grundgedanken, S.  Reichel  ( H r s g . ) , S.  77.  Hock, Z i n z e n d o r f s B e g r i f f der R e l i g i o n (Uppsala  Friedrich Vgl.  l^Arno 1 7 1  (1970),  363.  H  1 6 9  85  Grunde",  160.  Universitets Ars-  167 e i n r i c h Bornkamm, "Die i n n e r e Handlung i n L e s s i n g s Miss Sara Euphorion 51 (1951), S. 391-93. 1 6 8  vom  688.  1 6 3  1 6 6  "The  342.  124.  V g l . Michael J . B o h l e r , " L e s s i n g s Nathan der Weise a l s S p i e l L e s s i n g Yearbook 3 (1971), S. 131.  1 6 1  94.  58.  1, S.  A u g u s t Wilhelm Bohtz, S.  165  Offenbarung bei L e s s i n g  August Wilhelm Bohtz, S.  •^Gottfried 1 6 0  und  Lessing  23.  Gottfried  5 3  1 5 4  Haug, Entwicklung  125;  Carl  A  .  Berger,  Hebler,  S.  S.  Sampson",  243.  19.  S c h i l s o n , Lessings Christentum,  H e i n z Bluhm, " I s t L e s s i n g s A u f f a s s u n g A q u i l a 1 (1968), S. 9; C a r l H e b l e r , S. 11.  S.  24.  des  ewigen Evangeliums neu?"  168  W i l h e l m Reuter,  1 7 2  S.  19.  1 7 3  Willi  O e l m u l l e r , S.  1 7 4  Vgl.  Arno S c h i l s o n , G e s c h i c h t e  1 7 5  Paul  A l v e r d e s , S.  1 7 6  Leiv  Aalen,  E b d a . , S.  1 7 7  323.  Die T h e o l o g i e  des  1 7 9  A r n o S c h i l s o n , Lessings  1 8 0  Bernd  Gosta  Hock, S.  Bothe, S.  Christentum,  W a n i e k Erdmann, "Wunder und L e s s i n g Yearbook 14 (1982),  1 8 3  A.  Hdltermann, S. Rade, S.  1 8 6  E r i k a Wirtz, "Lessing's 49 (1968), S. 138.  1 8 7  Vgl.  1 9 0  1 9 1  i n L e s s i n g s Nathan" i n _Gotthold  Ratsel: S. 136.  Hans L e i s e g a n g ,  d i e gute T a t i n Nathan der Weise",  L e s s i n g s Weltanschauung R e l i g i o n and  Waniek Erdmann, S. S.  (Leipzig,  1931), S.  Willi  138.  55.  •••  Baumgartner, S.  O e l m u l l e r , S. Dvoretzky,  S.  -  Edward  1 9 3  V g V . H a r a l d S c h u l t z e , S.  1 9 4  Gottfried  F i t t b o g e n , "Der Loewenich, S.  98. i d e a l e und  der h i s t o r i s c h e L e s s i n g " , S.  87-88.  19.  131.  H . - C . Hahn u. H.  (Stuttgart,  355.  9  197  •  25 f .  ^ ^'Vgl V g l .. S i g u r d Nil N i e l s e n , I n t o l e r a n z und To!eranz bei Z i n z e n d o r f 1960), S.  .  67.  1 9 2  195, Walther von  147.  Nathan der Weise", Modern Languages  K a r l Guthke u. H e i n r i c h S c h n e i d e r , - G o t t h o l d Ephraim L e s s i n g 1967). Alexander  Ephraim  17.  Vgl.  1 8 9  24.  502.  1 8 5  ^Hans Leisegang,  S.  96.  F r i t z Bruggemann, "Die W e i s h e i t L e s s i n g , S. 82.  Martin  77.  93.  1 8 2  18  jungen Z i n z e n d o r f , S.  63.  Vgl.  1 8 4  176.  83-84.  1 7 8  1 8 1  im H o r i z o n t der Vorsehung, S.  R e i c h e l , S.  75.  (Hamburg,  169  P h i l i p p Guntram, Die Wirksamkeit d e r H e r r n h u t e r B r u d e r g ^ m g j n d ^ ^ den Esten und L e t t e n z u r Z e i t der B a u e r n b e f r e i u n q (Vom Ausqanq des 18. b i s M i t t e des 19. J h s . ) (Koln/Wien, 1974), S. 48.  1 9 8  199  H . - C . Hahn u. H. R e i c h e l , S. 74. Vgl.  2 0 0  Heinrich  2 0 1  Vgl.  2 0 2  2 0 3  S i g u r d N i e l s e n , Der Toleranzgedanke b e i Z i n z e n d o r f , S. 50. Meyer-Benfey, S. 56.  Gottfried  F i t t b o g e n , "Der i d e a l e und der h i s t o r i s c h e L e s s i n g " , S. 88.  J o h a n n e s Schneider, Gustav  2 0 4  205  P o r t i g , S. 443.  Hermann  2 0 6  Harald Vgl.  2 0 7  2 0 8  L e s s i n g s S t e i l u n g z u r T h e o l o g i e , S. 62.  Resten,  S. 226.  S c h u l t z e , S. 540.  G o t t f r i e d F i t t b o g e n , Die R e l i g i o n L e s s i n g s ( L e i p z i g , 1923), S. 157.  Rudolf  Hermann, S. 144.  2 0 9  Vgl.  Max C a r s t e n n ,  2 1 0  Vgl.  Walther von Loewenich, S. 15.  2 1 1  S. 488.  A u g u s t Wilhelm Bohtz,  S. 120-21.  2 1 2  Carl  H e b l e r , S. 9.  2 1 3  Vgl.  S i g u r d N i e l s e n , I n t o l e r a n z und T o l e r a n z b e i Z i n z e n d o r f , S. 135.  2 l 4  Gottfried  F i t t b o g e n , Die R e l i g i o n L e s s i n g s , S. 66.  2 1 5  Vgl.  Leiv Aalen,  Die T h e o l o g i e des jungen Z i n z e n d o r f , S. 216.  2 1 6  Vgl.  H. S. Bluhm, " L e s s i n g s S t e i l u n g zu Luther",.GR 19 (1944),  2 1 7  Heinz Pollitzer,  " L e s s i n g s Parabel  von den d r e i  Ringen", GQ 31  S. 17. (1951),  S. 174. 2 1 8  H e i n r i c h S c h n e i d e r , "Die E n t s t e h u n g s g e s c h i c h t e P r o s a s c h r i f t e n " , PMLA 63 (1948), S. 1218-20.  2 1 9  H e i n z Bluhm, S. 9.  2 2 0  Walter  2 2 1  E b d a . , S. 252.  2 2 2  Vgl.  Nigg, S. 249.  Heinz Bluhm, S. 25.  von L e s s i n g s beiden  letzten  170  Vgl.  2 2 3  Helmut T h i e l i c k e ,  Martin  2 2 4  2 2 7  und O f f e n b a r u n g ,  S. 94.  Haug, S. 60-61.  V g l . Hans L e i s e g a n g , 226  Vernunft  A r n O ' S c h i 1 son,  S. 136.  Geschichte  im H o r i z o n t der Vorsehung, S. 124.  C . E n g l e r t - F a y e , "Nochmals L e s s i n g und d e r Gedanke d e r w i e d e r h o l t e n l e b e n " , Das Goetheanum 10 (1931), S. 347.  Erden-  pop. Friedrich  Wilhelm Kantzenbach, S. 168.  poq Georges Pons, " L e s s i n g s Vorsehungs und F o r t s c h r i t t s g l a u b e " , S. 204. Helmut Thielicke,  2 3 0  "  Emil  Ermatinger,  Walter  2 3 2  2 3 3  0tto  Nigg,  und O f f e n b a r u n g .  Deutsche D i c h t e r , 1. T e i l  S. 142. (Bonn, 1948), S. 176.  S. 249.  Mann, S. 282.  Friedrich  2 3 4  Vernunft  L o o f s , S. 11.  U r s u l a Goldenbaum, " L e s s i n g s Spinozismus a l s b l i r g e r l i c h e R e l i g i o n s k r i t i k " , W i s s e n s c h a f t l i c h e Z e i t s c h r i f t der F r i e d r i c h S c h i l l e r Univers i t a t 29 (1980), S. 343. 2 3 6  Vgl.  2 3 7  V g l . Leonard P. W e s s e l , L e s s i n g ' s T h e o l o g y , S. 154; Ernst Z e l l e r , "Lessing a l s Theolog", H i s t o r i s c h e Z e i t s c h r i f t S. 360.  2 3 8  2 3 9  2 4  Friedrich  23  (1870),  Wilhelm Kantzenbach, S. 17.  J o h a n n e s Claassen,  ^Karl  2 4 1  Otto Mann, S. 326.  2. Th., S. 92.  Aner, Die T h e o l o g i e  d e r L e s s i n g z e i t (Tubingen,  1929), S. 348.  E b d a . , S. 173.  24? Vgl. G o t t f r i e d  F i t t b o g e n , Die R e l i g i o n L e s s i n g s , S. 84.  243 Martha W a l l e r , L e s s i n g s "Erziehung d e r MenschenqeschTechts!' I n t e r p r e t a t i o n und D a r s t e l l u n g i h r e s r a t i o n a l e n und i r r a t i o n a l e n G e h a l t s . Eine A u s e i n a n d e r s e t z u n g m i t der L e s s i n g f o r s c h u n g . Germanische S t u d i e n 160 (•Berlin, 1935), S. 80. Paul  Rilla,  2 4 5  Vgl.  Martha W a l l e r , S. 184.  2 4 6  Vgl.  Bernd Bothe, S. 61.  2 4 4  S. 374.  171  2 4 7  Willi  O e l m u l l e r , S. 53-54.  2 4 8  J o h a n n e s Schneider,  Lessings Stellung  z u r T h e o l o g i e , S. 110.  2 4 9  Wilhelm  2 5 Q  V g 1 . - J . MoTtmahh, L e s s i n g s Sehnsucht. Weitere Ausfuhrung d e r S c h r i f t "vom k u n f t i g e n . G o t t " ( L e i p z i g , 1905), S. 61-bZ,  2 5 1  Richard  2 5 2  E b d a . , S. 370.  O i l they, S. 74.  Daunicht,  S. 254.  172  IX L i t e r a t u r v e r z e i c h n i s .1. P r i m a r l i t e r a t u r L e s s i n g , G o t t h o l d Ephraim. K r i t i s c h e Gesamtausqabe i n 23 Banden Lachmann-Muncker). L e i p z i g / S t u t t g a r t , 1886-1924. Werke i n 8 Banden (Hrsg. MLinchen,  1970.  Tumholti  (Hrsg.).  (Edition  von H e r b e r t  Corpus C h r i s t i a n o r u u i , S e r i e s L a t i n a , Bd.  1.  G.  Gbpfert).  Brepols,  Z i n z e n d o r f , N i k o l a u s Ludwig von. H a u p t s c h r i f t e n i n 6 Banden ( h r s g . von Bayreuther und Gerhard Meyer). H i l d e s h e i m , 1962-53.  Bayreuther  und  Gerhard Meyer).  1953.  Erich  Erg'anzungsbande i n 12 Banden ( h r s g . von H i l d e s h e i m , 1965-72.  Erich  2. S e k u n d a r l i t e r a t u r .Aalen, Lei v. "Die T h e o l o g i e des Grafen von Z i n z e n d o r f " i n G e d e n k s c h r i f t f u r D. Werner E l e r t ( h r s g . von F r i e d r i c h Hubner). B e r l i n , 1955, S. 220-40. Die T h e o l o g i e  des  Jungen Z i n z e n d o r f .  Berlin/Hamburg,  1960.  A l l i s o n , Henry E. L e s s i n g and the E n l i g h t e n m e n t . A Study o f G. E. Less i n g 's P h i l o s o p h y of R e l i g i o n and i t s P l a c e w i t h i n the Context of 18th Century Thought. Ann Arbour: U n i v e r s i t y o f Michigan P r e s s , 1966.  ( h r s g . von  " L e s s i n g ' s S p i n o z i s t i c E x e r c i s e s " i n Humanitat und Bahr e t a l . ) . Wayne S t a t e , 1982.  Ehrhard  Althaus, Horst. "Vom 'toten Hunde' S p i n o z a Germanica Gandensia 14 (1973), 161-81, Altmann, Alexander. " L e s s i n g und J a c o b i : mus", L e s s i n g Yearbook 3.(1971), 256-70.  und  das  Lessings  Atheismus"  Die T h e o l o g i e  der L e s s i n g z e i t .  H a l l e a. d. S.,  A n g r e s s , Ruth K. "Dreams t h a t were more than L e s s i n g Yearbook 3 (1971), 108-27. A t k i n s , Stewart. GR  26  (1951),  Badcock, F. J .  "The  2 (hrsg.  1929.  Dreams i n L e s s i n g ' s  Nathan",  P a r a b l e of the Rings i n L e s s i n g ' s Nathan der Weise".  259-67. The  Studia  Gesprach Liber den S p i n o z i s -  A l v e r d e s , P. " Z i n z e n d o r f (1700-60)" i n Die groBen Deutschen, Bd. von H. Heimpel, Th. HeuB und B. R e i f e n b e r g ) . B e r l i n , 1956. Aner, K a r l .  Dialog  H i s t o r y o f the Creeds.  New  York,  1938.  173  .B_ahx, Erhard... "Die B i l d - und S i n n b e r e i c h e von Feuer und Nathan der Weise", L e s s i n g Yearbook 6 (1974), 83-96.  Wasser in L e s s i n g s  Barth, Karl. Die P r o t e s t a n t i s c h e T h e o l o g i e im 19. J a h r h u n d e r t . g e s c h i c h t e und i h r e G e s c h i c h t e . Z u r i c h , 1960. Baumgartner, A l e x a n d e r . t r a g zur G e s c h i c h t e des Bayreuther, E r i c h . N i k o l a u s Ludwig von  Ihre  Vor-  L e s s i n g s r e l i g i o s e r Entwicklungsganq. Ein B e i "modernen Gedankens". F r e i b u r g i . Br., 1877.  " Z i n z e n d o r f und L u t h e r . Zum 200. Todestag des Grafen Z i n z e n d o r f am 9. Mai, 1960", L u t h e r Jahrbuch (1961).  ' B e i n t k e r , H. " L e s s i n g und L u t h e r " , W i s s e n s c h a f t l i c h e Z e i t s c h r i f t der Univ e r s i t a t G r e i f s w a l d . G e s e l l s c h a f t - und s p r a c h w i s s e n s c h a f t l i c h e Reihe J g . 4 (1954-55), 81-90. B e r g e r , F r i e d r i c h A. "Nathan der Weise und s e i n G l e i c h n i s von den d r e i Ringen", A r c h i v f l i r das Studium der neueren Sprachen und L i t e r a t u r e n 30. Braunschweig, 1862, 242-58. Best, Otto. "Noch e i n m a l : Vernunft und Offenbarung. Oberlegungen zu Less i n g s 'Beruhrung' mit der T r a d i t i o n des mystischen R a t i o n a l i s m u s " , L e s s i n g Yearbook 12 (1980), 123-56. Biedermann, F l o d o a r d . G. E. L e s s i n g s Gesprache nebst s o n s t i g e n Zeugnissen aus seinem Umgang. Zum erstenmal gesammelt u. herausgegeben. B e r l i n , 1924. Bluhm, Heinz  Aquila  S.  1 (1968),'  "Lessings Stellung  zu L u t h e r " , GR  " I s t Lessings Auffassung 8-25.  19  (1944),  des ewigen Evangeliums neu?",  B o h l e r , Michael J . " L e s s i n g s Nathan der Weise a l s S p i e l L e s s i n g Yearbook 3 (1971), 128-50. Bohnen, K l a u s . " L e s s i n g s ' E r z i e h u n g des P a l i n g e n e s i e " , GRM 31 (1981), 362-65. Bohtz, August Wilhelm. G o t t i n g e n , 1854.  vom  Grunde",  Menschengeschlechts'(§ 4) und  G. E. L e s s i n g s P r o t e s t a n t i s m u s  Bollacher, Martin. L e s s i n g : Vernunft und G e s c h i c h t e . zum Problem r e l i g i o s e r A u f k l a r u n q i n den S p a t s c h r i f t e n . Bornkamm, H e i n r i c h . Euphorion 51 (1957),  16-35.  und  Bonnets  Nathan der Weise.  Untersuchungen Tubingen, 1978.  "Die i n n e r e Handlung i n L e s s i n g s Miss Sara Sampson", 185-97.  Bothe, Bernd. Glauben und Erkennen. Lessings. Meisenheim,. 1972.. '  S t u d i e zur R e l i g i o n s p h i l o s o p h i e  Boyle, N i c o l a s . "Lessing, B i b l i c a l C i r t i c i s m C l a s s i c a l C u l t u r e " , GLL..34 (1981), 196-213.  and  the O r i g i n s of German  Braun, J u l i u s W. L e s s i n g im U r t h e i l e s e i n e r Z e i t g e n o s s e n , Z e i t k r i t i k e n , B e r i c h t e u. N o t i z e n L e s s i n g und s e i n e Werke b e t r e f f e n d aus den Jahren 1747-1781. Berlin, 1884-97.  174  Bruggemann, F r i t z . "Die W e i s h e i t i n L e s s i n g s Nathan". i n G o t t h o l d L e s s i n g ( h r s g . von Gerhard u. S y b i l l e B a u e r ) . Darmstadt, 1968. C a r r u t h , W. H. "Lessing's 16 (1901), 107-16. Carstenn,  Max.  "Lessings  Treatment o f the Ring  R e l i g i o n " , Die Sammlung  Ephraim  and i t s T e a c h i n g " ,  PMLA  1 (1945-46), 484-90.  C l a a s s e n , Johannes. G o t t h o l d Ephraim L e s s i n g s Leben und ausgewahlte Werke im L i c h t e der c h r i s t l i c h e n Wahrheit, 2 Bd. G u t e r s l o h , 1881. C r e i z e n a c h , Wilhelm. " L e s s i n g und d i e Parabel von den d r e i Ringen", Neue Jahrblicher f l i r das k l a s s i s c h e A l t e r t u m , G e s c h i c h t e und deutsche L i t e r a t u r 20 (1917), 572-75. Dachsel, Joachim. "Das S p i e l m i t den d r e i Ringen. E r b r t e r u n g e n z u r Ringenparabel i n L e s s i n g s Nathan", Zeichen d e r Z e i t 9 (1955), H. 5, 177-83. Daunicht, R i c h a r d . L e s s i n g im Gesprach. und Zei tqenossen. M'u'nchen, 1971. Deghaye, P i e r r e . L a 1969.  B e r i c h t e :und U r t e i l e  D o c t r i n e e s o t e r i q u e de Z i n z e n d o r f  von Freunden  (1700-1760).  Paris,  D i l t h e y , Wilhelm. " G o t t h o l d Ephraim L e s s i n g " i n Das E r l e b n i s und d i e Dichtung. L e s s i n g , Goethe, -Nova!is, H b l d e r l i n . L e i p z i g , 1906. Drews, Wolfgang. G o t t h o l d Ephraim L e s s i n g i n S e l b s t z e u g n i s s e n dokumenten. Rowohlt, 1962. Durzak, Manfred. 1970. -  Poesie  und R a t i o :  Dvoretzky, Edward. L e s s i n g . Gbppingen, 1971-72.  Vier Lessing Studien.  Dokumente  und B i l d -  Bad  zur Wirkunqsgeschichte,  Homburg,  1755-1968.  E i b l , Karl. " G o t t h o l d Ephraim L e s s i n g : Nathan der Weise" i n Deutsche Dramen. I n t e r p r e t a t i o n e n zu Werken von der A u f k l a r u n g b i s z u r Gegenwart ( h r s g . von Harro M u l l e r - M i c h a e l s ) . E n g l e r t - F a y e , C. "Nochmals Lessing-und der Gedanke der w i e d e r h o l t e n l e b e n " , Gegenwart 24 (1962-63), 312-16. . Erdmann, Waniek. "Wunder und R a t s e l : L e s s i n g Yearbook 14 (1982), 133-60. Erbe, Hans Walter. L e i p z i g , 1928. Ermatinger,  Emil.  E t t l i n g e r , Emil.  rlon  Zinzendorf  d i e gute T a t i n Nathan der Weise",  und der fromme  hohe Adel  Deutsche D i c h t e r 1700-1900, Bd. 1. "Eine P a r a l l e l e z u r Parabel  19 (1912), 107-110.  Erden-  seiner Zeit.  Diss.  Bonn, 1948.  von den d r e i  Ringen", Eupho-  175  Fink, Gonthier-Louis. "Das m o r a l i s c h e Glaubensbekenntnis l i t i s c h e n I n d i v i d u a l i s t e n " , RG 10 (1980), 18-64. Fittbogen, Gottfried. GRM 6 (1914), 632-55.  Rundschau 42  (1916),  Jahresbucher  170  " L e s s i n g s Anschauungen Uber d i e Seelenwanderung",  "Der i d a l e und 83-101.  der h i s t o r i s c h e  "Die Grundlagen von (1917), 329-44.  L e s s i n g " , Deutsche  Lessings R e l i g i o n " ,  Die R e l i g i o n L e s s i n g s . London,  e i n e s kosmopo-  P a l a e s t r a 141.  Preu(3ische  New  York/  1967.  Goldenbaum, U r s u l a . " L e s s i n g s Spinozismus a l s b u r g e r l i c h e R e l i g i o n s k r i t i k " , W i s s e n s c h a f t l i c h e Z e i t s c h r i f t der F r i e d r i c h S c h i l l e r U n i v e r s i t a t 29 (1980), 343-48; Guntram, P h i l i p p . Die Wirksamkeit der H e r r n h u t e r Brudergemeine unter den E s t e n und L e t t e n z u r Z e i t der B a u e r n b e f r e i u n g (vom Ausgang des 18. b i s liber d i e M i t t e des 19. J h s . ) . Kbln/Wien, 1974. Guthke, Karl  S.  " L e s s i n g Forschung 1932-62", DVjS 38 "Lessing L i t e r a t u r  (1964),  68-169.  1963-68", L e s s i n g Yearbook 1  (1969),  255-64. "Grundlagen der L e s s i n g Forschung. Neuere E r g e b n i s s e , Probleme, Aufgaben", W o l f e n b l i t t l e r S t u d i e n z u r A u f k l a r u n g 2 (1975). G o t t h o l d Ephraim L e s s i n g .  Stuttgart,  1967.  Hahn, Hans-Christoph u. R e i c h e l , Hellmut ( H r s g . ) . Z i n z e n d o r f und d i e Herrnh u t e r Bruder. Q u e l l e n zur G e s c h i c h t e der B r u d e r - U n i t a t von 1722 b i s 1760. Hamburg, 1972. Haug, M a r t i n .  Entwicklung  Hebler,  Lessing-Studien.  Carl.  und  Offenbarung Bern,  H e f t r i c h , Eckhard. Lessings Aufklarung. schen S p a t s c h r i f t e n . F r a n k f u r t , 1978. H e i t n e r , Robert P. Yearbook 5 (1973). H e l l e r , Peter.  Dialectics  Hermann, Rudolf. Problematic,  " R a t i o n a l i s m and  "Zu  Wien,  1979.  Zu den  t h e o l o g i s c h - phi 1osophi-  Amherst,  flir systematische  Lessing:  1928.  1862.  Irrationalism  Nihilism.  Glitersloh,  in Lessing", Lessing  1966.  L e s s i n g s r e l i g i o n s p h i 1 o s o p h i s c h e r und  Zeitschrift  Hildebrandt, Dieter.  and  bei L e s s i n g .  Theologie  22  theologischer  (1953),  B i o g r a p h i e e i n e r Emanzipation.  127-48. Munchen/  176  Hock, Gdsta. Z i n z e n d o r f s B e g r i f f der R e l i g i o n . s k r i f t 1948,6.  Uppsala  U n i v e r s i t e t s Ars-  Hbltermann, A. " L e s s i n g s Nathan im L i c h t e von L e i b n i z ' P h i l o s o p h i e " , Z e i t s c h r i f t f u r Deutschkunde 42 (1928), 348-50. Kantzenbach, F r i e d r i c h Wilhelm. P r o t e s t a n t i s c h e s Christentum der A u f k l a r u n g . G u t e r s l o h , 1965. Kaufmann, F. W.  "Nathan's C r i s i s " , Monatshefte  K e l l y , J . N.  Early Christian  D.  Kesten, Hermann.  Creeds.  Lauter L i t e r a t e n .  48  (1951),  London,  Koch, Franz.  Lessings Stellung  Wien/Mlinchen/Basel,  "Lessing-und.'der  zu den  positiven  277-80.  1963. Postscript  Religionen.  Krzywon::Ernst .Josef. " L i t e r a r i s c h e und t h e o l o g i s c h e V e r n u n f t . s e i n Z e i t a l t e r " , SdZ 192 (1974), 351-55.  Lenz, H a r o l d . "'So l a d ' i c h Liber tausend d i e s e n S t u h T " , GQ 14 (1941), 216-17.  Leipzig, tausend  (libers,  Marburg,  I r r a t i o n a l i s m u s " , DVjS 6 (1928),  L e i s e g a n g , Hans.. L e s s i n g s Weltanschauung.  Zeitalter  1960.  K i r k e g a a r d , Sbren. Kirkegaard-'s C o n c l u d i n g U n s c i e n t i f i c von David F. Sevenson). P r i n c e t o n , 1944. K l e e , Rudolf. 1913.  im  114-43. L e s s i n g und  1931.  Jahre s i e wiederum vor  L e s s i n g und d i e Z e i t der A u f k l a r u n g . V o r t r a g e g e h a l t e n auf der Tagung der Joachim Jungius G e s e l l s c h a f t der W i s s e n s c h a f t e n , Hamburg am 10. u. 11. Okt. T96/\ G o t t i n g e n , 1968. L i e p e , Wolfgang. Romantik. H a l l e ,  Das R e l i g i o n s p r o b l e m im neueren 1914.  Drama von L e s s i n g b i s zur  L i n d a u , Hans. Die Theodicee im 18. Jh. E n t w i c k l u n g s s t u f e n des Problems vom t h e o r e t i s c h e n Dogma zum p r a k t i s c h e n I d e a l i s m u s . L e i p z i g , 1911. Loeb, E r n s t . "Ringparabel und'Erziehung des Menschengeschlechts.' spruch oder Erganzung", Seminar 16 (1980), 125-35. Loewenich, Walther  von.  Luther und  Lessing.  Loofs, F r i e d r i c h .  L e s s i n g s S t e l l u n g zum  Tubingen,  Christentum.  1960. H a l l e a. d. S.,  Lower, K a r l . "Zu L e s s i n g s R i n g p a r a b e l " , Neue J a h r b u c h e r f u r das A l t e r t u m , G e s c h i c h t e und deutsche L i t e r a t u r 19 (1916), 541-42. Mann, O t t o .  "Neue L e s s i n g L i t e r a t u r " , Lessing.  S e i n und  ZfdP  Leistung.  59  (1935),  Hamburg,  Wider-  374-80.  1949.  1910.  klassische  177  Maurer, Warren H. "The I n t e g r a t i o n o f the Ring Parabel der Weise", Monatshefte 54 (1962), 49-57. Mehring, Franz.  Die L e s s i n g Legende.  Berlin,  Meyer-Benfey, H e i n r i c h . L e s s i n g und Hamburg. a l s Verklinder der T o l e r a n z . Hamburg, 1946. Moltmann, J . t i g e n Gott".  L e s s i n g s Sehnsucht. L e i p z i g , 1905.  Weitere  i n L e s s i n g ' s Nathan  1926. Nathan der Weise.  Lessing  Ausftihrung der S c h r i f t  "vom  klinf-  Moor, Leonhard de. "The Problem o f R e v e l a t i o n i n 18th Century Germany with p a r t i c u l a r Reference to L e s s i n g " , E v a n g e l i c a l Q u a r t e r l y 39 (1967), Nr. 2, 66-74. Muller, Paul. Untersuchungen zum Herder und Fichte"! Bern, 1965.  Problem der F r e i m a u e r e i  Newman, Jay. "The P a r a b l e o f the t h r e e Rings 12/4 (1978-79), 1-8.  i n Nathan der Weise", Mosaic ~  Nielsen, Sigurd. Per Toleranzgedanke bei Z i n z e n d o r f . und E i g e n a r t s e i n e r T o l e r a n z . D i s s . Marburg, 1951. I n t o l e r a n z und Nigg, Walter.  Das  N i r e n b e r g , Morton. 686-96. -  ."The ..Opal:•  Zurich,  Lessing's  Ring  Nolle,. Volker. S u b j e k t i v i t a t und W i r k l i c h k e i t und theologischem Werk. B e r l i n , 1977. Oehlke, Waldemar.  L e s s i n g und  Ursprung,  T o l e r a n z bei Z i n z e n d o r f .  Buch der K e t z e r .  seine Z e i t .  bei L e s s i n g ,  Entwicklung  Hamburg,  1960.  1949. re-examined", MLN. 85  in Lessings  Mlinchen,  (1970),  dramatischem  1919.  Oelmu'ller, W i l l i . " L e s s i n g und Hamann. Prolegomena zu einem Gesprach". i n Collegium Philosophicum. Studien. Joachim R i t t e r zum 60. G e b u r t s t a g . B a s e l / S t u t t g a r t , 1965, S. 272-302. Die u n b e f r i e d i q t e A u f k l a r u n g . B e i t r a g e zu e i n e r T h e o r i e der Moderne bei L e s s i n g , Kant und Hegel. F r a n k f u r t , 1969, P o l i t z e r , Heinz. 161-77. Pons, Georges. 1964.  " L e s s i n g s Parabel  von  den  drei  Ringen", GQ: 31  G o t t h o l d Ephraim L e s s i n g e t l e C h r i s t i a n i s m e .  (1958),  Paris,  P o r t i g , Gustav. " L e s s i n g ' s Nathan der Weise a l s V e r h e r r l i c h u n g des C h r i stentums", W i s s e n s c h a f t l i c h e B e i l a g e der L e i p z i g e r Z e i t u n g . Nr. I l l (16. Sept. 1890), 441-44.  178  "Die T r a g e r des Christentums i n L e s s i n g ' s Nathan d e r Weise", W i s s e n s c h a f t l i c h e B e i l a g e der L e i p z i g e r Z e i t u n g Nr. 140 (22. Nov. 1890), 557-60. Primer, S y l v e s t e r . " L e s s i n g ' s R e l i g i o u s Development with S p e c i a l ence t o h i s Nathan the Wise", PMLA 8 (1893), 335-79. Rade, M a r t i n . s t i f t s .(1906).  " L e s s i n g a l s Theolog", Jahrbuch F r a n k f u r t a. M., 1906, 3-19.  Refer-  des F r e i e n Deutschen Hoch-  Ranke, Leopold von. Deutsche G e s c h i c h t e im Z e i t a l t e r der Reformation (Hrsg. von W i l l y Andreas). Wiesbaden, 1957. Renkewitz, Heinz. " A u t o r i t a t und Gebrauch d e r B i b e l b e i N i c o l a u s Ludwig von Z i n z e n d o r f i n der Auseinandersetzung m i t dem Atheismus und i n den Losungen" i n P i e t i s m u s und B i b e l ( h r s g . von Kurt A l a n d ) . Arbeiten zur G e s c h i c h t e des P i e t i s m u s , Bd. 9. W i l t e n , 1970, S. 148-69. Reuter, Wilhelm. L e s s i n g s " E r z i e h u n g des M e n s c h e n g e s c h l e c h t s " Darlegung des Gehaltes und des Zweckes. Pr'u'fung im L i c h t e d e r h e i l i g e n S c h r i f t und der G e s c h i c h t e . L e i p z i g , 1881. Rohrmoser, Giinter. " A u f k l a r u n g und O f f e n b a r u n g s g l a u b e " i n Collegium, philosophicum. Studien. Joachim R i t t e r zum 60. G e b u r t s t a g . Basel/Stuttg a r t , 1965. " L e s s i n g , Nathan d e r Weise" i n Das deutsche Drama vom Barock b i s z u r Geqenwart. I n t e r p r e t a t i o n e n ( h r s g . von Benno von Wiese). D u s s e l d o r f , 1958, Bd. 1, S. 113-27. / Ruh, Hans. C h r i s t o l o q i s c h e Beqru'ndunq des e r s t e n A r t i k e l s b e i Z i n z e n d o r f . Zurich-, 1967. Ri 1 l a ,  Paul.  L e s s i n g und s e i n e Z e i t .  B e r l i n , 1960.  Schade, Richard u. H a r r i s , Edward P. ( H r s g . ) . Lessing i n heutiger Sicht. B e i tra'qe z u r i n t e r n a t i o n a l e n L e s s i n g K o n f e r e n z , C i n c i n n a t i , Ohio, 1976. B r e men/Wolfenb'u'ttel, 1976. S c h i l s o n , Arno. "Zur W i r k u n g s g e s c h i c h t e Lessings i n der katholischen T h e o l o g i e " i n Das B i l d L e s s i n g s i n d e r G e s c h i c h t e . H e i d e l b e r g , 1981. G e s c h i c h t e im H o r i z o n t d e r Vorsehung. t r a g zu e i n e r T h e o l o g i e der G e s c h i c h t e " Mainz, 1974. L e s s i n g s Christentum. S c h n e i d e r , H e i n r i c h . "Die Entstehung s c h r i f t e n " , PMLA 63 (1948), 1205-44.  G. E. L e s s i n g s B e i -  G o t t i n g e n , 1981. von L e s s i n g s beiden  S c h n e i d e r , Johannes. Lessings S t e l l u n g zur Theologie der W o l f e n b l i t t l e r Fragmente. Gravenhage, 1953.  letzten  Prosa-  v o r der Herausgabe  " L e s s i n g s Frage nach der E r k e n n t n i s m d g l i c h k e i t der R e l i g i o n " , W o l f e n b u t t l e r S t u d i e n z u r A u f k l a r u n g .2 (1975), 135-47.  179  Schone, A l f r e d . . "Zur L e s s i n g L i t e r a t u r " ,  ZfdP 32  (1900),  528-37.  S c h u l t z , Werner. "Vernunft und Offenbarung. Zu L e s s i n g s R e l i g i o n s p h i l o s o p h i e " , T h e o l o g i s c h e L i t e r a t u r z e i t u n g 74 (1949), Sp. 273-76. Schultze, Harald. G o t t i n g e n , 1969. S c h u l z e , Johannes.  Lessings T o l e r a n z b e g r i f f .  L e s s i n g s Glaube.  S c h w e i t z e r , C h r i s t o p h E. 277-84.  Eine theologische Studie.  Dresden,  1929.  "Die E r z i e h u n g Nathans", Monatshefte  S e l l , Karl. Die R e l i g i o n unserer K l a s s i k e r . Goethe. T u b i n g e n / L e i p z i g , 1904.  53  L e s s i n g , Herder,  Schiller,  Staiger, Emil. " L e s s i n g s Prosa. E i n e V o r l e s u n g " i n Dichtung und d a i c h t n i s s c h r i f t f l i r Hans M. Wolf ( h r s g . von K a r l S. Guthke). S t e i n m e t z , Hor'st. Lessing: Jh. der W i r k u n g s g e s c h i c h t e . S t r a u s s , B. F.  e i n unpol i t i s c h e r D i c h t e r . F r a n k f u r t / B o n n , 1969.  Gesammelte S c h r i f t e n , Bd.  2.  T h i e l i c k e , Helmut. V e r n u n f t und Offenbarung. g i o n s p h i l o s o p h i e L e s s i n g s . G l i t e r s l o h , 1959.  L i t e r a t u r , H 26/27.  Bonn,  (1961).  Deutung.  Ge-  Dokumente aus 3  1876.  E i n e S t u d i e liber d i e Rel i -  " L e s s i n g und Goeze", Text und K r i t i k . Zeitschrift Stuttgart/Mlinchen/Hannover, 1970, 39-52.  flir  T r i l l h a a s , Wolfgang. "Zur W i r k u n g s g e s c h i c h t e L e s s i n g s i n d e r evangel i s c h e n T h e o l o g i e " i n Das B i l d L e s s i n g s i n der G e s c h i c h t e ( h r s g . von H. G. G b p f e r t ) . H e i d e l b e r g , 1981. Uttenddrfer, Otto. Zinzendorfs Weitbetrachtung. Eine s y s t e m a t i s c h e Dars t e l l u n g der Gedankenwelt des Begrlinders der Brlidergemeine. Herrnhut, 1929. Z i n z e n d o r f s r e l i g i o s e Grundgedanken.  Herrnhut,  Wagner, A l b e r t M. "A Century of Research on L e s s i n g , Past and dern Languages", Modern Languages 25 (1943-44), 5-19.  1935.  Future o f  Mo-  W a l l e r , Martha. L e s s i n g s "Erziehung des Menschengeschlechts". Interpretation und D a r s t e l l u n g i h r e s r a t i o n a l e n und i r r a t i o n a l e n G e h a l t e s . Eine Auseinandersetzung mit der L e s s i n g f o r s c h u n g . B e r l i n , 1935. Wessel, Leonard P. J r . "The Problem o f L e s s i n g ' s Theology to a new Approach", L e s s i n g Yearbook 4 (1972).  Yearbook 6 (1974),  " L e s s i n g ' s E s c h a t o l o g y and 59-72.  the P r o b l e m a t i c Nature  L e s s i n g ' s Theology. of the Enlightenment.  :  A Prolegmenon  the Death of God",  A Reinterpretation. The Hague, 1977.  Lessing  A Study i n  180  Wiese, Benno von. "Dichtung und G e i s t e s g e s c h i c h t e des 18. J h s . Problem- und L i t e r a t u r s c h a u " , DVjS 12 (1934), 470-78.  Eine  W i r t z , E r i k a A. " L e s s i n g ' s R e l i g i o n and Nathan der Weise", Modern Languages 49 (1968), 62-67. Wittman, Reinhard. "Von dem 'Zwecke Jesu und s e i n e r Jlinger' - e i n druckg e s c h i c h t l i c h e r B e i t r a g zum L e s s i n g j a h r " , A. Gesch. Buchw. 19 (1979), 1618-28. W b l f e l , Kurt. 1967. Z e l l e r , Eduard. 343-83.  L e s s i n g s Leben und Werk i n Paten und B i l d e r n .  Frankfurt,  " L e s s i n g a l s Theolog", H i s t o r i s c h e Z e i t s c h r i f t  23 (1870),  

Cite

Citation Scheme:

        

Citations by CSL (citeproc-js)

Usage Statistics

Share

Embed

Customize your widget with the following options, then copy and paste the code below into the HTML of your page to embed this item in your website.
                        
                            <div id="ubcOpenCollectionsWidgetDisplay">
                            <script id="ubcOpenCollectionsWidget"
                            src="{[{embed.src}]}"
                            data-item="{[{embed.item}]}"
                            data-collection="{[{embed.collection}]}"
                            data-metadata="{[{embed.showMetadata}]}"
                            data-width="{[{embed.width}]}"
                            async >
                            </script>
                            </div>
                        
                    
IIIF logo Our image viewer uses the IIIF 2.0 standard. To load this item in other compatible viewers, use this url:
http://iiif.library.ubc.ca/presentation/dsp.831.1-0096651/manifest

Comment

Related Items