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Les sources d’inspiration chez Antonine Maillet et quelques écrivains Africains Holland, Ronald Francis 1980

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831-UBC_1980_A8 H64_6.pdf [ 7.5MB ]
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LES SOURCES D 1 INSPIRATION CHEZ ANTONINE MAILLET _ ET QUELQUES ECRIVAINS AFRICAINS by RONALD FRANCIS HOLLAND B.A., The U n i v e r s i t y o f V i c t o r i a , 1968 A THESIS SUBMITTED IN PARTIAL FULFILMENT OF THE REQUIREMENT FOR THE DEGREE OF MASTER OF ARTS i n THE FACULTY OF GRADUATE STUDIES ( D e p a r t m e n t o f F r e n c h ) Ule a c c e p t t h i s t h e s i s as c o n f o r m i n g t D t h e r e q u i r e d s t a n d a r d THE-UNIVERSITY OF B R I T I S H COLUMBIA S e p t e m b e r 1980 © R o n a l d F r a n c i s H o l l a n d , 1980 In presenting this thesis in partial fulfilment of the r e q u i r e m e n t s f o r an advanced degree at the University of Brit ish C o l u m b i a , I a g ree t h a t the Library shall make it freely available for r e f e r e n c e and s t u d y . I further agree that permission for extensive copying o f t h i s t h e s i s for scholarly purposes may be granted by the Head o f my Department o r by his representatives. It is understood that c o p y i n g o r p u b l i c a t i o n o f this thesis for financial gain shall not be allowed w i t h o u t my written permission. Department of r"K£lslCH The University of Brit ish Columbia 2075 Wesbrook Place Vancouver, Canada V6T 1W5 Date September 1980 SOMMAIRE Les sources d ' i n s p i r a t i o n chez Antonine M a i l l e t et chez l e s e c r i v a i n s de l ' A f r i q u e n o i r e sont puisees dans l e s t r a d i t i o n s a n c e s t r a l e s de type o r a l . Ces t r a d i t i o n s v e h i c u -l e n t toute l a c u l t u r e paysanne. En d e p i t du grand e c a r t geographique, r a c i a l et h i s t o r i q u e entre l e s Acadiens et l e s N e g r o - A f r i c a i n s , i l e x i s t e de f o r t e s ressemblances dans l e u r s patrimoines f o l k l o r i q u e s r e s p e c t i f s , ressemblances qui se r e v e l e n t dans l e s e c r i t s d'Antonine M a i l l e t et des romanciers n o i r s d ' A f r i q u e . En e f f e t , des p a r a l l f e l e s souvent inattendus c a r a c t e -r i s e n t ces deux s o c i e t e s p r e - i n d u s t r i e l l e s et ex p l i q u e n t en p a r t i e l e grand nombre de rapprochements p o s s i b l e s entre l e s romans n e g r o - a f r i c a i n s et l'oeuure de l'Acadienne. Les deux t r a d i t i o n s renferment des croyances et des coutumes v i v a n t e s r e l i e e s directement au Moyen Age. De meme, l a d e p o r t a t i o n et tous l e s maux qui en r e s u l t e n t forment un c h a p i t r e d e c i s i f dans l ' h i s t o i r e des Noirs et dans c e l l e des Acadiens du Canada. I l s partagent egalement un gout marque de l a ruse; une mefiance de l ' e t r a n g e r qui trap souvent a ete l e conquerant et 1 1oppresseur; un respect des coutumes du passe et des v i e i l l a r d s qui l e s i n c a r n e n t ; une h o s p i t a l i t e et une genera-s i t e commune a l a p l u p a r t des s o c i e t e s r u r a l e s ; et une spon-t a n e i t e s a i n e et chaleureuse qui se v a i t dans l e u r j o i e de v i v r e i r r e p r e s s i b l e . i-i Les ouvrages examines dans cette etude comparative font r e s s o r t i r en plus l e role de premier plan que jouent les artisans, et notamment les forgerons. L'on constate aussi qu'Africains et Acadiens vivent au sein de l a nature et s'expriment par des images colorees qui s'y rapportent. La famille, d'une importance primordiale, est generalement nombreuse. A mesure que l a vie t r a d i t i o n n e l l e tombe sous 1'in-fluence des technologies modernes, e l l e s'appauvrit et tend a d i s p a r a i t r e . Imbibes de cette t r a d i t i o n arale pendant leur enfance, les ecrivains ont su l a f a i r e passer dans leurs e c r i t s , avec le sentiment, toutefois, d'etre les der-niers a pouvoir le f a i r e . Une lecture comparative des l i v r e s d'Antonine Maillet et de quelques romans a f r i c a i n s signes Mongo Beti, Hamidou Kane, Ahmadou Kourouma, Camara Laye, Rene Maran, Yambo Ouologuem, et Sembene Ousmane, suggere des rapprochements q u ' i l est passible d'etablir entre les deux productions l i t t e r a i r e s . Le f o l k l o r e , transmis par l a t r a d i t i o n orale, constitue l ' e s s e n t i e l de leur i n s p i r a t i o n . Les r e a l i t e s vecues se manifestent jusque dans le vocabulaire, le s t y l e , le rythme et les images des ecri v a i n s . Dans les ouvrages de sa maturite, Antonine Maillet l a i s s e parler librement ses personnages, car l ' o r a l i t e de son sty l e n'a pas a franchir l'obstacle de l a traduction. Par contre, les romanciers a f r i c a i n s sont contraints a trans-poser en frangais ce que disent leurs personnages en dia-lecte a f r i c a i n , perdant de ce f a i t une part d'authenticity. i i i E e r t a i n s A f r i c a i n s a r r i v e n t neanmoins a a f r i c a n i s e r l e u r s t e x t e s dans une c e r t a i n e mesure. Les deux groupes i n s i s t e n t sur 1 1appartenance au pays, a i n s i que sur l e s a n c e t r e s . C'est a i n s i que l e s g r i o t s et l e s " d e f r i c h e t e u x - d e - p a r e n t e " se targuent de l e u r s grandes connaissances genealogiques. En e f f e t , l e s vieux conteurs et l e s " b i b l i c t h e q u e s v i v a n t e s " que sont l e s g r i o t s reputes transmettent h i s t a i r e s f a m i l i a l e s , legendes epiques, cc-ntes et croyances. L ' a r t de l a p a r o l e n ' e x c l u t pas 1 1embellissement, au c c n t r a i r e : l a fagan de broder sur l e s f a i t s tout crus l e u r a t t i r e r e s p e c t et rencmmee. Cet a r t est souvent h e r e d i t a i r e , de s o r t e que l e vaste r e p e r t o i r e de connaissances demeure i n t a c t e d'une generat i o n a l ' a u t r e . I l a r r i v e scuvent qu'Acadiens et A f r i c a i n s r e a g i s s e n t devant l a mart de fagons semblables. l i s c r o i e n t en l ' e x i s -tence de 1'au-delS et des e s p r i t s et revenants qui l e peu-p l e n t . La l i t t e r a f c u r e o r a l e des deux groupes renferme une grande v a r i e t e de contes et de legendes ayant pour but de l e s d i v e r t i r et de transmettre l e u r s v a l e u r s c o l l e c t i v e s . L 1un des a t t r a i t s i n d e n i a b l e s des oeuvres etudiees i c i est l a r i c h e s s e des coutumes et des croyances. Bien q u ' e l l e s ne s o i e n t que rarement i d e n t i q u e s des deux cotes de 1 ' A t l a n t i q u e , e l l e s se ressemblent par l e u r a u t h e n t i c i t e et l e u r s f D n c t i a n s s a c i a l e s . L'animisme t r a d i t i o n n e l des IMegro-Af r i c a i n s , et l e s c r a i n t e s et s u p e r s t i t i o n s des gens des cfites acadiennes i v f a v o r i s e n t 1'existence de metiers l i e s au s u r n a t u r e l . II en r e s u l t e de nombreux s o r c i e r s , f e t i c h e u r s , e x o r c i s t e s et g u e r i s s e u r s qui r e u s s i s s e n t tant bien que mal a s a t i s f a i r e l e s besoins de l e u r c l i e n t e l e i l l e t t r e e . Pour ce qui est de l a r e l i g i o n dogmatique, e l l e joue un r o l e de premiere importance. S i c e r t a i n s auteurs pre-sentent de v r a i s croyants qui frequentent regulierement l a mosquee ou l ' e g l i s e et p r a t i q u e n t f i d e l e m e n t l e s r i t e s , d'autres e c r i v a i n s par contre s'en prennent a l ' i s l a m et au c h r i s t i a n i s m e en r a i s o n de l ' h y p o c r i s i e du c l e r g e . La c e l e b r a t i o n de l a v i e a t r a v e r s l a musique, l a danse, l e b o i r e et l e r i r e c o n s t i t u e un phenomene u n i v e r s e l . Mais l a f e t e occupe une p l a c e toute s p e c i a l e dans l ' e x i s t e n c e des A f r i c a i n s et des Acadiens. I l s se l i v r e n t souvent au defoulement joyeux. A i n s i done, l e s e c r i v a i n s de l ' A f r i q u e n o i r e et Antonine M a i l l e t demontrent inconsciemment que l e s sources t r a d i t i o n n e l l e s de l e u r i n s p i r a t i o n , quoique venant de deux m i l i e u x paysans t r e s d i f f e r e n t s , se ressemblent a s'en etonner. L'on peut en c onclure que partout l e s hommes demeurent fon -damentalement semblables. Table des matieres Sommaire . . . . . . . i i I n t r o d u c t i o n 1 D e f i n i t i o n du terme " t r a d i t i o n o r a l e " . . . . k Observations generales sur l a t r a d i t i o n o r a l e 5 I Remarques sur l a v i e t r a d i t i o n n e l l e en Acadie et en A f r i q u e n o i r e 8 1 P a r a l l e l e s entre l a c o n d i t i o n des Acadiens et c e l l e des A f r i c a i n s 8 2 La v i e t r a d i t i o n n e l l e d i s p a r a l t . . . . . . 2k 3 Importance des t r a d i t i o n s comme r i c h e s s e l i t t e r a i r e 3k k I n f l u e n c e de l a t r a d i t i o n o r a l e sur l e s romanciers a f r i c a i n s et sur Antonine M a i l l e t kO II Comparaison du f o l k l o r e et de l a t r a d i t i o n o r a l e en A f r i q u e et chez Antonine M a i l l e t 46 1 I n f l u e n c e des langues a f r i c a i n e s et du v i e i l acadien kS 2 Pays, h i s t o i r e , genealogie et ceux qui l e s r a c D n t e n t 52 3 La Mort 78 k Contes, cpmplaintes, legendes et epopees . . 83 5 Coutumes et croyances 9ft 6 Animisme et s o r c i e r s 103 7 Les r e l i g i o n s c h r e t i e n n e et musulmane . . . 118 8 La j o i e de v i v r e 125 Conclusion 138 B i b l i o g r a p h i e 141 Nous tenons a exprimer nos s i n c e r e s remerciements a Monsieur Gerard Toug pour ses c o n s e i l s p r e c i e u x et ses encouragements. I n t r o d u c t i o n A l ' i n t e r i e u r de l a francophonie, l ' o n r e c o n n a l t de pl u s en p l u s l ' e x i s t e n c e de jeunes l i t t e r a t u r e s , dont c e l l e du Canada f r a n g a i s , et p l u s recemment encore, c e l l e des nombreux pays d'expression f r a n g a i s e en A f r i q u e n o i r e . Les Acadiens sont des Canadiens-frangais au meme t i t r e que l e s Quebecois, bien que l e u r h i s t o i r e ne s o i t pas tout a f a i t c e l l e des autres Canadiens de souche f r a n g a i s e e t a b l i s au pays depuis longtemps. I l s h a b i t e n t l e s regions l i t t o r a l e s des p r o v i n c e s maritimes et sont au nornbre d'envi-ron tfDQ 000 seulement. Menaces d'une pa r t d 1 a s s i m i l a t i o n l i n g u i s t i q u e et c u l t u r e l l e par l a preponderance anglo-americaine, et soutenus d'autre p a r t dans l e u r appartenance S l a francophonie par l e n a t i o n a l i s m e de c e r t a i n s jeunes a i n s i que par l e u r s v o i s i n s quebecois, c'est avant tout aux e c r i t s d'Antonine M a i l l e t (1929- ) q u ' i l s doivent l e u r presence reconnue au s e i n de l a l i t t e r a t u r e mondiale en langue f r a n g a i s e . Les nombreuses t r i b u s h a b i t a n t l e s anciens t e r r i t o i r e s f r a n g a i s et beiges d'Afrique n o i r e v o i e n t l e u r f o l k l o r e et l e u r patrimoine l i t t e r a i r e acceder a un p u b l i c u n i v e r s e l grace aux oeuvres de l ' e l i t e d'expression f r a n g a i s e , e l i t e 2 qu i trop souvent se trouve o b l i g e de s ' e x p a t r i e r l o i n de ses m i l i e u x c u l t u r e l s n o u r r i c i e r s . En plus de l a langue f r a n g a i s e , l e s A f r i c a i n s et l e s Acadiens partagent, tout comme d'autres c o l l e c t i v i t e s paysan-nes, un nombre impressionnant de croyances et d'usages, q u i non seulement se f o n t c o n n a l t r e a t r a v e r s l e u r s oeuvres l i t -t e r a i r e s , mais en ferment l a matiere premiere, l a r i c h e s s e de base. Et puisque c e t t e r i c h e s s e f o l k l o r i q u e a t o u j o u r s ete v e h i c u l e e par l a t r a d i t i o n o r a l e , et c e l a a u s s i bien parmi l e s Acadiens de j a d i s que dans l e s m i l i e u x p o p u l a i r e s et royaux du c o n t i n e n t n a i r , 1 • i n s p i r a t i o n des e c r i v a i n s i s s u s de ces regions est t r e s souvent puisee dans c e t t e t r a d i t i o n , d'autant plus que de t e l s auteurs r e p r e s e n t e n t l a t r a n s i t i o n entre c e t t e l i t t e r a t u r e a r a l e en v o i e de d i s p a r i t i o n et une n o u v e l l e l i t t e r a t u r e e c r i t e qui se cherche. Du cOte n e g r o - a f r i c a i n , nous a l l o n s examiner des oeuvres de Mongo B e t i (Camercun); Birago Diop, Cheik Hamidcu Hane et Sembene Dusmane (S e n e g a l ) ; Camara Laye (Guinee); Rene Maran ( A n t i l l a i s , mais qui d e c r i t l a s i t u a t i o n c o l o n i a l e dans l ' a c t u e l l e Republique C e n t r a f r i c a i n e ) ; a i n s i que Yambo Ouologuem et Ahmadau Hourouma ( M a l i ) . l i s sont tous i n f l u e n c e s par l a t r a d i t i o n o r a l e de l e u r pays d ' o r i g i n e . Du cOte canadien, l'Acadienne Antonine M a i l l e t est l'un des e c r i v a i n s dont l e s p i e c e s et l e s romans s ' i n s p i r e n t directement de l a t r a d i t i o n o r a l e de son peuple. Sauf dans ses premiers l i v r e s , t e l s Pointe-aux-Cogues (1958) et On a  mange l a dune (1962), e l l e l a i s s e p a r l e r ses personnages en toute l i b e r t e et dans l a v i e i l l e langue p o p u l a i r e des Acadiens. 3 Parmi l e s conteurs quebecois, Joseph-Charles Tache ( 1820-189*0 f a i t preuve d'un a r t en p l u s i e u r s p o i n t s semblable, mais qui ne va t o u t e f o i s pas a u s s i l o i n que c e l u i d'Antonine M a i l l e t . Tout comme P i e r r e a Tom, l a v i e i l l e O z i t e ou B e l o n i e -l e - l / i e u x , l e pere Michel dans F o r e s t i e r s et l/oyageurs ( 1863) est un "raconteux loquace". Et comme l'Acadienne qui e c r i t un s i e c l e plus t a r d , l e Quebecois est "soucieux du d e t a i l p r e c i s , p i t t o r e s q u e , f a i s a n t v o l o n t i e r s usage de termes canadiens.... Les d e s c r i p t i o n s que Tache nous donne sont l e f r u i t d'observations ou d'enquetes p e r s o n n e l l e s " . II ne s ' e c l i p s e pourtant pas devant ses personnages de l a meme f a -con qu'Antonine M a i l l e t , ce qui f a i t q u ' i l demeure un conteur moins intimement l i e a ses sources d 1 i n s p i r a t i o n que c e l l e - c i : Comme tous l e s conteurs de c e t t e epoque, Tache ne peut r e s i s t e r a l a t e n t a t i o n de f a i r e du s t y l e : l'immensite de l a nature canadienne l ' y a p p e l a i t . C'est l a p a r t i e de son l i v r e q u ' i l f a u t r e j e t e r . Q u ' i l f a s s e p a r l e r seulement ses personnages, l e s o r t i l e g e opere de nouveau.^ C'est ce " s o r t i l e g e " justement qui f a i t egalement l e charme de l'oeuvre d'Antonine M a i l l e t et q u i , par son i n s p i r a -t i o n p o p u l a i r e et authentique, l a rapproche des e c r i v a i n s n e g r o - a f r i c a i n s . Nous proposons d ' e t u d i e r i c i l e grand nombre de p a r a l -l e l e s et de ressemblances d'Drdre f o l k l o r i q u e et de tr a n s m i s -s i o n o r a l e q u i e x i s t e n t entre l e s deux t r a d i t i o n s . Dans un premier temps done, nous verrons en quoi l e s A f r i c a i n s et l e s Acadiens se ressemblent par l e u r s a n t e c e d e n t s h i s t o r i q u e s et sociaux, a i n s i que par l e u r m e n t a l i t e c o l l e c t i v e . Dans un deuxieme temps, nous etudierons l e s f a i t s de c u l t u r e p o p u l a i r e que l a t r a d i t i o n o r a l e a su conserver au cours des g e n e r a t i o n s , et que l e s auteurs ont par l a s u i t e juge bon de coucher par e c r i t . D e f i n i t i o n du terme " t r a d i t i o n o r a l e " Pour l e s besoins de c e t t e etude, naus pretons au t e r -me " t r a d i t i o n o r a l e " son sens l e p l u s l a r g e . Autrement d i t , l ' e x p r e s s i o n r e n f e r m e r a i t non seulement l a t r a d i t i o n l i t t e -r a i r e d i t e o r a l e , mais egalement tous l e s f a i t s et gestes, toutes l e s connaissances et toute l a m e n t a l i t e des peuples dont i l est q u e s t i o n i c i . B r e f , i l s ' a g i t de l'ensemble des aspects de l a v i e d'une c a l l e c t i v i t e d i s t i n c t e s u s c e p t i b l e d'etre transmis de v i v e voix et de g e n e r a t i o n en g e n e r a t i o n . Selon c e t t e d e f i n i t i o n , nous examinerons & l a f o i s l a t r a n s m i s s i o n des d e v i n e t t e s , des f a b l e s , des contes et des legendes parmi l e s A f r i c a i n s et l e s Acadiens, et l e domaine plus vaste encore qui comprend l e u r tendance a faconner l a langue pour mieux v e h i c u l e r l e s s p e c i f i c i t e s c u l t u r e l l e s q u ' i l s ont vu n a l t r e chez eux; l e u r facon d'exprimer l ' a p p a r -tenance au grcupe e t h n o - l i n g u i s t i q u e et au pays, 6 l a t e r r e ; l e u r s genealogies, que ce s o i t c e l l e des r o i s de l ' a n c i e n Empire du M a l i , ou encore c e l l e plus humble que r e v e l e n t l e s " d e f r i c h e t e u x de parente" acadiens; l e u r conception de 1'im-portance de l a l i g n e e , des morts et des a n c e t r e s ; l e u r s mayens de t r a n s m i s s i o n o r a l e par l a voix des g r i o t s et des anciens 5 d'un cote, et par c e l l e des vieux h i s t o r i e n s de v i l l a g e et des "conteux" de l ' a u t r e ; l e u r s croyances en ce qui concerne l a mort en general et l e s defunts en p a r t i c u l i e r ; l e u r s croyances p o p u l a i r e s et c e l l e s q u ' i l s p r a f e s s e n t grace aux r e l i g i o n s a dogme, a l l a n t par consequent de l a s u p e r s t i t i o n , l a s o r c e l l e r i e , 1»exorcisme, l e f e t i c h i s m e et l a d i v i n a t i o n jusqu'aux r i t e s des grandes r e l i g i o n s musulmane et c h r e t i e n -ne; l e u r s s e c r e t s de guerison par l e s herbes et par l e s i n -c a n t a t i o n s magiques; l e u r sagesse a n c e s t r a l e et l e u r s cou-tumes leguees aux descendants; et e n f i n l e u r manifere de c e l e b r e r l a v i e par l a musique et l a f e t e * Observations generales sur l a t r a d i t i o n o r a l e t e l l e q u ' e l l e se manifeste dans toute s o c i e t e Bien avant l'avenement de l ' e c r i t u r e , l e s hommes ont touj o u r s su transmettre l e u r s a v o i r et l e u r s croyances d'une generat i o n & l ' a u t r e . C'est en v e r t u de l a memoire bien exercee que, de bouche a o r e i l l e , ces bibliothfeques o r a l e s ont survecu a t r a v e r s des m i l l i n a i r e s . Meme apres l ' i n v e n -t i o n de l ' e c r i t u r e , l e s masses i l l e t t r e e s se sont t o u j o u r s s e r v i et se servent encore de l ' o r a l pour sauvegarder l e u r p a t r i m o i n e . Trfes t o t , on a vu s u r g i r au s e i n des regroupe-ments t r l b a u x des hommes et des femmes s p e c i a l i s e s dans un s e u l domaine de c e t t e c u l t u r e o r a l e , de s o r t e q u ' i l a e x i s t e des experts en genealogie, des f e t i c h e u r s et s o r c i e r s , des i n t e r p r & t e s , des phenom&nes n a t u r e l s , des g u e r i s s e u r s , des 6 h e r b o r i s t e s et bien sOr des conteurs et chanteurs d ' h i s t o i r e s , de f a b l e s , de complaintes et de legendes. Cette s p e c i a l i s a t i o n est poussee a un t e l p o i n t chez c e r t a i n s peuples, que nous cons t a t o n s , par exemple, chez l e s Indiens de l a cOte Quest du Canada, que l e s legendes sont l a p r o p r i e t e e x c l u s i v e d'un s e u l canteur. Quicanque o s e r a i t l e s r a c o n t e r a sa p l a c e s e r a i t immediatement puni, car i l en d e t i e n t b e l et b i e n l e " d r o i t d 1 a u t e u r o r a l " . D'un autre c6te, l e detenteur p r i v i l e g i e de connais-sances s p e c i a l i s i e s p o u r r a i t lui-meme s u b i r des s a n c t i o n s extremement sevferes dan9 c e r t a i n s cas. D a n i e l Mayer, dans sa longue p r e f a c e a l ' e d i t i o n de luxe de L'Aventure ambigue, reprend S son compte 1 ' a f f i r m a t i o n du grand a f r i c a n i s t e Robert Cornevin, s e l c n l a q u e l l e " l e g r i o t t r a d i t i o n a l i s t e d o i t se s u i c i d e r s ' i l omet un nom de sa longue l i s t e . C'au-r a i t ete l e cas de Baba Elegoun Qyede, gardien de l a t r a d i -t i o n o r a l e de Ketc-u, p e t i t royaume yorouba du Moyen-Dahomey? II n'est guere besoin de r a p p e l e r que l a t r a d i t i o n o r a l e p l u s specifiquement l i t t e r a i r e se manifeste e l l e a u s s i dans t D u t e s l e s regions h a b i t e e s de l a planete et S toutes l e s epoques de l ' h i s t o i r e humaine. Les Fables d'Esope, l'oeuvre epique d'Homere, l e s sagas d'Islande, 1 ' h i s t D i r e l e g e n d a i r e de l ' E c o s s a i s Rob Roy, et c e l l e des Akan du Ghana a c t u e l en sent des exemples. Que ce s o i t des mythes, des contes, des legendes, des proverbes, des d e v i n e t t e s ou des chants, i l s ' a g i t du besoin u n i v e r s e l l e m e n t s e n t i par 1'hQmme d'e x p l i q u e r l ' u n i v e r s , de transmettre l a sagesse de l a c a l -l e c t i v i t e , d'exprimer l e s emotions que l'on partage, ou tout 7 simplement de se d i s t r a i r e par des contes ob l e n a r r a t e u r cel&bre l a ruse ou l e s coups pendables. Comme l e s i g n a l e Robert Cornevin, c e t t e l i t t e r a t u r e o r a l e , ces contes p o p u l a i r e s "sont en r e a l i t e ... a u s s i an-ci e n s que l e genie meme des peuples concernes". Plus l o i n , i l c i t e l e s auteurs de L i t t e r a t u r e camerounaise l o r s q u ' i l s d e c r i v e n t l e s v a l e u r s permanentes de c e t t e t r a d i t i o n : Cette l i t t e r a t u r e "renferme a l a f o i s tous l e s elements de l a c u l t u r e et de l a r e l i g i o n : l e d r o i t , l e s coutumes, l e s r i t e s c u l t u r e l s , l e s croyances, l e s oeuvres l i t t e r a i r e s proprement d i t e s et tous l e s t r a i t s d i v e r s qui d e f i n i s s e n t chez l'homme son e s p r i t , sa conception du monde et de l'homme" (p. 86).^ References Gerard B e s s e t t e et a l . , H i s t o i r e de l a l i t t e r a t u r e  c a n adienne-frangaise par l e s t e x t e s , p. 333. Gerard Tougas, H i s t o i r e de l a l i t t e r a t u r e canadienne- f r a n g a i s e , p. 38. Da n i e l Mayer, "Quand l ' A f r i q u e r e j o i n t l ' u n i v e r s " , dans Hamidou Kane, L'Aventure ambiqufi, p. 23. ^Robert Cornevin, L i t t e r a t u r e d ' A f r ique n o i r e de langue  f r a n g a i s e , pp. k3-kk. a I Remarques sur l a v i e t r a d i t i o n n e l l e en Acadie et en  A f r i q u e n o i r e 1. P a r a l l e l e s entre l a c o n d i t i o n des Acadiens et c e l l e des A f r i c a i n s Puisque l a t r a d i t i o n de tout peuple est fagonnee directement par l a c o n d i t i o n oa i l se trouve, nous a l l o n s e t a b l i r des p a r a l l e l e s entre l a s i t u a t i o n des Acadiens et c e l l e . des peuples de l ' A f r i q u e n o i r e a f i n de mieux comprendre par l a s u i t e l e s nombreux p o i n t s qu'ont en commun l e u r s t r a -d i t i o n s o r a l e s r e s p e c t i v e s . Tout en rec o n n a i s s a n t que l a p l u p a r t des t r a i t s examines i c i peuvent a u s s i bien c a r a c t e r i -s e r 1 ' e v o l u t i o n de nambreuses autres c o l l e c t i v i t e s a l a f o i s dans l'espace et dans l e temps, nous sommes neanmoins frappe par l e s ressemblances a u s s i nambreuses qu•etannantes entre deux groupes qui d i f f e r e n t t e l l e m e n t par l e u r geographie, l e u r c l i m a t , l e u r race, l e u r h i s t o i r e et l e u r c u l t u r e . C i t o n s d'abard 1 ' i n f l u e n c e d i r e c t e et v i v a n t e de l'epoque medievale, i n f l u e n c e qui a s u b s i s t e en Acadie et en A f r i q u e o c c i d e n t a l e jusqu'aux temps modernes. Dans H e r i t a g e  d 1 A c a d i e , Jean-Claude Dupont constate que " l a geste du Moyen Age, ao se melent h i s t o i r e et f a b l e , s'apparente beaucaup aux complaintes e t u d i e e s " dans son l i v r e (p. 29). Antonine M a i l l e t r e v e l e "qu'on a pu r e c u e i l l i r a Caraquet, au coeur de l ' A c a d i e , une m e r v e i l l e u s e p a s s i o n chantee en Europe depuis l e Moyen Age et que l a France a v a i t o u b l i e e " . On s a i t que c e t t e Acadienne a redi g e sa these de d o c t o r a t ( U n i v e r s i t e L a v a l , 2 1967) sur "Rabelais et l e s t r a d i t i o n s p o p u l a i r e s en Acadie". E l l e a f f i r m e en e f f e t q u ' i l y a "une t e l l e parente entre 9 l ' e s p r i t acadien et c e l u i de Rabelais qu'en l e l i s a n t , j e me s u i s recannue et j ' a i reconnu tout l e peuple acadien..,. C'est au niveau d'une m e n t a l i t e , d'une espece de f a m i l l e . II y a des f a m i l i e s d ' e s p r i t " . " 5 La v i e i l l e langue acadienne des p i e c e s et des romans q u ' e l l e e c r i t semble souvent remon-t e r a l'epoque de R a b e l a i s . Parmi l e s centaines de termes desuets qui sont communs a R a b e l a i s et aux Acadiens, a u s s i b i e n qu'aux Quebecois dans p l u s i e u r s cas, mentionnons " b a i l l e r " (donner), "veaux marins" (vaches marines : morses), "muse" (parfum), " c o b i r " (bosseler), sa "chacuniere" (sa maison a s o i ) , et l e s verbes " q u ' r i 1 " ( q u e r i r : chercher) et " o c c i r e " ( t u e r ) . En 1972, Antonine M a i l l e t f a i t l ' a p o l o g i e enjouee de c e t t e langue: Vous savez, au pays, on a garde assez longtemps l a langue des temps a n c i e n s . Pas pour f a i r e expres, mais parce qu'on n ' a v a i t pas l e c h o i x . Quand on est tout s e u l durant deux s i e c l e s entre l a mer et l a f o r e t a p a r l e r ce f r a n g a i s emporte de Touraine, et qu'on n'entend pas autre chose, et ... et qu'on ne l a trouve pas s i mauvaise c e t t e langue de R a b e l a i s et de l a Reine de Navarre : c e t t e langue g o n f l e e de grous mots q u i vous s o r t e n t tout drouette des p i g r o u i n s , et vous eba-r o u i s s e n t , et vous g r a f i g n e n t l e gorgoton, et vous f o u e t t e n t coume une h a r i o t t e , d j a b l e ! vous l a gardez, c'te langue, et une boune escousse. En plu s de ces a f f i n i t e s de langue et de m e n t a l i t e qui se trouvent a t r a v e r s son oeuvre, e l l e f a i t p a r f o i s a l l u s i o n d i r e c t e au Moyen Age: . . . l e s vieux noBls du temps de son pere. 3e r e c o n n a i s s a i s ces hymnes du Moyen Age que mon pere m'avait a p p r i s , p e t i t e f i l l e . 5 Dans son deuxieme roman, On a mange l a dune, l e s enfants 10 regardent une "seance" montee par l e s v i l l a g e o i s : Aujourd'hui, c'est Angus et Prim, deux hommes du v i l l a g e que Radi connalt b i e n , qui s ' a p p e l l e n t soudain P a t h e l i n et autre chose comme ca, et qui se chamail-l e n t sur une questi o n de drap. I l y a un juge... Au cours d'une c o n v e r s a t i o n avec un i n t e r l o c u t e u r f r a n c a i s i m a g i n a i r e , l ' a u t e u r s o r t l e mot "coques": — Oes coques...? — Pardon, vous l e s appelez sans doute par l e u r nam l a t i n . Au Quebec, on d i t des clams. Chez nous, ce sont des coques, comme chez Rabelais a l a f i n du Mayen Age, et comme en Bretagne encore aujourd'hui.7 Dans P e l a g i e - l a - C h a r r e t t e , on precede a l ' e x t r a c t i o n d'une dent: — Une p a i r e de pinc e s pour une goule de geant, q u ' e l l e f i t , mais nous a u t r e s , j e v i v i a n s p o i n t au temps des Brandes P l u i e s et j e descendons p o i n t de Gargantua. 8 En A f r i q u e o c c i d e n t a l e , l e s i n f l u e n c e s de 1'age f e o d a l sont encore p l u s immediates et plus nombreuses qu'en Acadie. Sur l e plan r e l i g i e u x d'abord, l e s marabouts des pays a ma-j o r i t y i s l a m i q u e , comme l e Senegal, possedent des t e r r e s , des c u l t u r e s d'arachides entre autres, et des po u v o i r s , tant s e c u l i e r s q u ' e c c l e s i a s t i q u e s , q u i ne sont pas sans r a p p e l e r 1 ' E c l e s i a toute p u i s s a n t e du Mayen Age eurapeen. Dans l'Aventure ambigue, l e pere de Samba D i a l l o est d e c r i t a i n s i : Son boubou blanc e t a i t devenu v i o l e t . Les l a r g e s d r a p e r i e s qui en tombaient c a n t r i b u a i e n t , par l e u r immobilite, & l u i donner une s t a t u r e de p i e r r e . "Jean a r a i s o n , pensa L a c r o i x , i l a l ' a i r d'un c h e v a l i e r du Moyen Age".9 11 Yambo Ouologuem r e c o n s t i t u e l'epoque f e o d a l e a f r i c a i n e dans toute sa splendeur, accompagnee de toutes l e s a t r o c i t e s imaginables: En cet age de f e o d a l i t e . . . e s c l a v e s . . . emmures v i f s . . . 1 0 Le Regard du r o i presente un jeune monarque sans de t e l l e s cruautes, p a r a i t - i l , mais son roy,aume n • en est pas moins f e o d a l a maints egards: — Ce n'est pas l a un simple emploi, d i t l e mendiant; l e s t i m b a l i e r s sont de caste noble et, chez eux, 1'emploi est h e r e d i t a i r e . 1 1 La f l a g e l l a t i o n du Maltre des ceremonies devant l e v i l l a g e en f e t e , n'est-ce pas l ' e q u i v a l e n t exact du p i l o r i europeen d 1 au-t r e f o i s ? Prenons e n f i n l'exemple des v a l e u r s d ' a u t r e f o i s chez l e s Malinkes: ...une ethique comportant l a g e n e r o s i t e , l a l o y a u t e , l a c h e v a l e r i e , l e r e s p e c t de l a p a r o l e donnee, l a p r a t i q u e de 1'Islam, l a cora et l a cola.12 On d i r a i t l e code de c h e v a l e r i e e x a l t e par C h r e t i e n de Troyes! II e x i s t e de f o r t e s ressemblances h i s t o r i q u e s entre l e s Acadiens et c e r t a i n e s t r i b u s de l ' A f r i q u e . Les uns et l e s autres ont connu l a conquete, l a d e p o r t a t i o n et l ' e x i l . Chasses, r e d u i t s a l a misere, l e u r s f a m i l i e s d i s s o u t e s , ces deux peuples i l l e t t r e s e t a i e n t longtemps c o n s i d e r e s depourvu d ' h i s t o i r e et de l i t t e r a t u r e : ceux qui n'ont invente n i l a poudre n i l a boussole, ceux qui n'ont jamais su dompter l a vapeur n i 1 ' e l e c t r i c i t e , ceux qui n'ont explore n i l e s mers n i l e c i e l (Aime C e s a i r e , C a h i e r d'un r e t o u r au pays n a t a l , p. 111). 12 Les legendes e x p l i q u e n t l e s grands mo-ments de l ' h i s t a i r e . Avant que l ' e n f a n t n ' a i l l e "apprendre" sur l e s bancs de l ' e c o l e que son pays n'a presque pas d ' h i s t o i r e , i l est bon q u ' i l entende l a v e r s i o n o r i g i n e l l e des f a i t s , v e r s i o n c o l o r e e , arrangee, m u t i l e e ou exageree s e l o n l e s convenances du g r i o t ( P a t r i c k Merand, La Vie quotidienne en A f r i q u e  n o i r e , p i U5). Revenons a l ' e s c l a v a g e . Qui o s e r a i t s'etonner que, apres ces annees t e r r i b l e s , echelonnees s u r quatre s i e c l e s , s e u l s emergent l e s i l e n c e , l a douleur, l e souv e n i r meurtri? Qu'aucune oeuvre de q u a l i t e n ' a i t ete redigee et nous s o i t parvenue pour charmer n o t r e e s p r i t par l e r e c i t h i s t o r i q u e de t e l s evenements, qui o s e r a i t en e t r e s u r p r i s ? (Mayer, "Quand l ' A f r i q u e r e j o i n t l ' u n i v e r s " , dans Hamidou Kane, L'Aventure ambique*, p. 38). Apres ga, venez me d i r e a moi, q u i f o u r b i s chaque matin mes s e i z e q u a r t i e r s de char-r e t t e , qu'un peuple qui ne s a l t pas l i r e ne s a u r a i t a v o i r d ' H i s t o i r e ( M a i l l e t , P e l a g i e - l a - C h a r r e t t e , p. 12). Un peuple qui n'a pas o u b l i e l a France apres un s i e c l e de s i l e n c e et d'isalement n ' o u b l i e r a pas au bout de quinze ans d ' e x i l ses reves d'Acadie ( M a i l l e t , P e l a q i e . p. 113). Pour s u r v i o r e , l e s Acadiens et l e s A f r i c a i n s se sont s e r v i beaucoup de l a ruse, qui est bien p r i s e dans l e 9 deux t r a d i t i o n s : . . . p l e i n de j o i e comme l e s grands qui ec o u t a i e n t a u s s i , j e s u i v a i s L e u k - l e -L i e v r e . . . ( q u i ) b e r n a i t betes et gens au v i l l a g e comme en brousse et jusque dans l a demeure du r o i (Bi r a g o Diop, " I n t r o d u c t i o n " , Les Contes d'Amadou- Houmba, p. 9 ) . On s a i t que l ' A c a d i e n'a jamais ete en mesure de se defendre a armes egales, n'ayant jamais ete l ' e g a l e 13 de personne. E l l e a f i n i par degourdir sa j a r n i g o i n e , a l ' i n s t a r de P i e r r e a P i t r e , et par apprendre a se t i r e r de l'impasse par l e s c u l s - d e - s a c ( M a i l l e t , P e l a o i e - l a - C h a r r e t t e . pp. 200-201). Autre e f f e t i n c o n t e s t a b l e de l e u r s i t u a t i o n de peuples conquis et persecutes, i l s ont t o t commence a se m e f i e r de 1 1 e t r a n g e r : Rokhaya... maudissait c e t t e race de blancs qui d e t o u r n a i t son p e t i t du d r o i t chemin (Sembene Ousmane, 0 Pays, mon beau peu- p l e ! p. 46). . . . l e s Toubabs en haut, apres l e s Dahomeens et l e s S e n e g a l a i s , et nous a u t r e s , au-dessous des p i e d s , des r i e n s (Ahmadou Hourouma, Les S o l e i l s des independences. p. 89). C'est Thaddee a Louis qui m'a l e plus e c l a i r e e sur l a nature de ces t r o u b l e s . Tout desordre v i e n t d'en dehors, q u ' i l a d i t . . . et c'est de l a mer que sont tou-j o u r s venus l e s chambardements ( M a i l l e t , Les Cordes-de-Bois, p. 219). Le cure, en e f f e t , a v a i t p l u s d'une f o i s expose en c h a i r e l e s dangers de ces exodes vers l e sud: p e r i l pour l a langue, pour l e s moeurs, pour l a f o i . La m e n t a l i t e des Americains de l a v i l l e ne s'accor-d a i t pas a l a naive s i m p l i c i t e des p e t i t e s f i l l e s de l a mer ( M a i l l e t , P o i n t e - aux-Coques, p. 144). Les hommes d ' a f f a i r e s et l e s commergants n'apparte-n a i e n t pas a l ' e t h n i e de l a m a j o r i t e . Les e c r i v a i n s a f r i c a i n s mentionnent souvent l e s b o u t i q u i e r s s y r i e n s ou grecs, et Antonine M a i l l e t r e v e l e l ' a t t i t u d e ambigue* des g i n s envers MacFarlane, l ' E c o s s a i s q u i f a i t l e commerce du b o i s (Les Cordes-de-Bois). Dans Mariaagelas, i l y a meme un c o l p o r t e u r 14 s y r i e n q ui "vendait un peu de t o u t " et qui " d i s t r i b u a i t , en pl u s , des h i s t o i r e s . . . q u ' i l r e c u e i l l a i t un peu par t o u t dans ses voyages". Mais on n'a pas besoin d'etrangers pour a v o i r des ennemis. L ' e s p r i t de c l o c h e r , l a r i v a l i t e entre c l a n s ou v i l l a g e s , et l e "qu'en-dira-t-on" qui accompagne l e s i n e v i t a -b l e s commerages sont autant d'aspects de l a v i e communautaire qui se r e f l e t e n t dans l e s romans a f r i c a i n s francophones et d'Antonine M a i l l e t : Dans l e u r pays, ob l e u r s f a m i l i e s e t a i e n t en r i v a l i t e comme i l a r r i v e t o u j o u r s dans l e s villages...(Mongo B e t i , Perpetue et l ' h a b i t u d e du  malheuis p. 141). D e r r i e r e son dos, l e s r a c o n t a r s et l e s calomnies marchaient ban t r a i n (Sembene Dusmane, • Pays, mon beau peuple! p. 50). C ' e t a i t sa chance, a l u i , B a s i l e , de l e s f a i r e danser sur l e feu, l e s Gel a s . . . t o u t e l a horde des Gelas! ( M a i l l e t , Mariaagelas, p. 189). Dans un pays comme l e mien, on est au f a i t tout de s u i t e des grands et p e t i t s evenements q u i se dero u l e n t dans l a v i e de chacun ( M a i l l e t , Les Cordes-de-Bois, p. 264). U o i l a done des v i l l a g e s renfermes sur eux-memes et se mefiant des idees de l ' e x t e r i e u r , des s o c i e t e s s t a t i q u e s qui p r i s e n t s u r t o u t l ' o p i n i o n des vieux n o t a b l e s : II ne m'appartient et i l ne vous appar-t i e n t pas davantage de d i s c u t e r l e s ordres du naba (Laye, Le Regard du r o i , p. 231). 15 - - T a i s e - t o i , Jeannot, on p a r l e p o i n t sus c'te ton au p l u s vieux v i e i l l a r d * du pays ( M a i l l e t , P e l a g i e , p. 20). D ' a i l l e u r s , c e t t e c o n s i d e r a t i o n t r e s marquee pour l e s vieux f a i t p a r t i e de l a v i e i l l e p o l i t e s s e paysanne, dont une autre c a r a c t e r i s t i q u e est l ' a s p e c t elabore des s a l u t a t i o n s . I l f a l l a i t echanger de longues p o l i t e s s e s avant d'entrer en matiere. Dans Le Regard du r o i , Samba Baloum, a l a demande empressee de Clarence, va demander au vieux naba de f a i r e c e sser l a f l a g e l l a t i o n du maltre des ceremonies: — C r o i s - t u que l e u r conference s e r a longue? d i t Noaga. - - E l l e ne s e r a pas c o u r t e , d i t (\lagoa. II f a u t t e n i r compte des salamalecs (p. 1 6 9 ) . 1 3 Antonine M a i l l e t nous l i v r e une experience i d e n t i q u e dans l e contexte acadien: Cette f o i s , j ' a b o r d a i s Meleme sans i n t e r m e d i a i r e . Et i l trouva ma q u e s t i o n assez d i r e c t e . Ce n'est pas l a coutume dans un pays ao. l ' o n a tout son temps de couper court a toutes l e s etapes de l a c o n v e r s a t i o n et de s a u t e r comme un e f f r o n t e a l a q u e s t i o n f i n a l e . 1 4 * La p o l i t e s s e t r a d i t i o n n e l l e comprend 1' h o s p i t a l i t e , l a g e n e r o s i t e , et l e partage, autant de t r a i t s qui se manifes-t e n t souvent dans l e s oeuvres etudie e s i c i : Mon pere donnait f a c i l e m e n t et meme avec p r o d i g a l i t e ; quiconque se presen-t a i t p a r t a g e a i t . n o s repas (Laye, L'Enfant  n o i r . p. 12) V o i l a t r o i s jeunes genses qui cognont & notre p a r t e . Or tu s a i s que nos peres avont jamais r e f u s e 1 1 h o s p i t a l i t e a c e s t u y - l a qui e t a i t dans l e besoin et qui demandait pour 1'amour de Jesus-C h r i s t ( M a i l l e t , P e l a g i e . p. 210). 16 La s o l i d a r i t y du groupe et le sens d'appartenance se voient dans l 'emplo i que font les Acadiens et les A f r i c a in s du " j e " pour designer le "nous" c o l l e c t i f : Dans le roman ou l a poesie negro-a f r i c a i n s , l ' i n d i v i d u s ' i n teg re au peuple et a l a soc iete dont i l emane. Meme quand i l d i t " J e " , i l entend "Nous", i l represente son peuple. Toute emotion personnelle est replacee par l u i dans un courant plus general (L i l yan Hesteloot, Les ecr iva ins noirs  de langue frangaise: naissance d'une  l i t t e r a t u r e f p. 307). J'avons deja ete relances une f o i s , coume ga, et j 'avons lande en Louis iane, asseu-rement... Ca f a i t passe deux cents ans et je sons encore en vie (Ma i l l e t , La  Sagouine, pp. 136-137). C 'est un peu complique, l 'e tude de cette langue paysanne des Acadiens. II s 'y mele autant de facteurs du coeur et des sens que de l ' e s p r i t . Entre j ' a t tenda i s et nous attendions i l n'y a qu'une d i f -ference numerique. Mais j 1 at tend ions apporte un sens tout a f a i t neuf a l ' a c t i o n d 'attendre, un sens enr i ch i de m i l l e nuances de poesie et de generosite (Ma i l l e t , Pointe-aux-Coques, p. 102). Un autre indice de 1'importance & l a f o i s de l a v ie com-munautaire et de l a parole est sans doute l ' a rb re a palabres a f r i c a i n , l i e u de rencontre p r i v i l e g i e qui retrouve son equ i -valent presque aussi sacre dans l a forge frequentee par les personnages d'Antonine Ma i l l e t : . . .un des aspects fondamentaux de l'ame a f r i c a i n : l a parole, le g r io t des pa la -b re s . . . qui peut f a i r e demeurer les v i e i l l a r d s tout un mois durant, sous l ' a rb re & p a l a b r e 9 , pour trancher un l i t i g e , c 'e s t bien cela qui caracter i se les peuples a f r i ca in s (Laye, Le Maltre  de l a parole, p. 23). 17 Et e l l e se d i r i gea du cOte de l a forge des Gelas 0 0 . l ' on se reun i s sa i t d ' o r d i -naire pour par ler contre l a forge des A l l a i n . . . Les hommes buvaient leur bifere en s i lence (Ma i l l e t , Mariaaqelas, p.51). La forge avait egalement des deux cOtes de l ' A t l an t ique un ro le centra l a jouer dans ces v i l l a ges 0 6 tous les art i sans prosperaient encore. Dans Le Devoir de v io lence, le forgeron Barou, qui est en meme temps le barbier, refuse de suivre les ordres des agents de Sa i f . Ces derniers veulent q u ' i l tue le negrier Doumbouya "en la i s sant g l i s s e r , comme par accident, son canif sur l a nuque o f fe r te de son c l i e n t " ( p . 83). En Acadie, les forgerons et d 'autres art i sans etaient aussi im-portants qu'en Afr ique: " . . . l e s Thibodeau, de pere en f i l s , etaient les plus habi les et plus so l ides maitres de forges 1 5 de toute 1'Acadie". Parmi les v i l l a g e o i s des romans de Camara Laye, l a caste des forgerons jou i t de pouvoirs magiques, ce qui n 'est pas le cas en Acadie. Les deux t rad i t i ons attr ibuent toute-f o i s des ro les tres importants aux sciences occu l tes . Les croyances animistes ont toujours f a i t pa r t ie de l a v ie en Afr ique noire, mais v o i c i qu'Antonine Ma i l le t semble suggerer des croyances semblables, a cOte du chr ist ianisme o f f i c i e l bien sQr, chez les victimes du Grand Derangement. Dans Pe lag ie - l a -Char re t te , Belonie- le-l/ ieux meurt peu avant 1' ar-r ivee des charrettes en Acadie, mais sa presence ne se f a i t pas moins sen t i r pour autant: II e t a i t present par tout . . . La nature e t a i t envahie du Be lon ie . . . l'ombre de Be lon ie- le -V ieux a plane au-dessus des charret tes . Au point que les A l l a i n en oubl ia ient quasiment leurs ora pro  nobis et s 1 adressa ient au defunt dans leurs l i t a n i e s . . . del ivrez-nous du mai, Belonie; que Cel ina en neg l igea i t de consulter l a fourrure des ecureui l s et l a hauteur des nids de guepes sur le temps q u ' i l f e r a i t et in terrogea i t directement le radoteux sans f a i r e de maniere (pp. 314 et 317). IMous venons d'evoquer l a sorcifere Ce l ina, qui interroge les phenomenes naturels pour connaitre le dest in des deportes. Uivant a in s i au sein de l a nature, les paysans a f r i c a in s et acadiens s'expriment par des images savoureuses qui se rap-portent & l a mer, a l a brousse et aux animaux qui s 'y t rou-vent: Zacharie s 'e s t assis sur son seant avec nonchalance, comme...un serpent qui vient de se gaver et q u i . . . n ' a cure de se hater (Bet i , Le Pauvre Chr is t de Bomba, p. 31). Pr i s de court t e l l e l'hyfene sous un t a i l l i s de ranees, Sai f fremit d'une ind i gna t ion . . . (Ouolaguem, Le Devoir de  v io lence, p. 81). Un peuple q u i . . . se sauvenait de sa frayere comme les saumons; et comme les saumans, i l ent repr i t de remanter le courant (Ma i l l e t , Pelagie, p. 113). Toute cette crache pour un ignorant qui d i s t ingua i t pas une angu i l le d 'ete d'une angui l le d 'h i ver , e ' e t a i t du gasp i l (Ma i l l e t , Les Cordes-de-Bois, p. 250). Comme dans le passage que nous venons de c i t e r , l e rea -lisme terre & terre des gens de l a campagne se transmet par des images physiologiques sans gene, fa i sant preuve d'une spontaneite i n s t i n c t i v e , images qui se mu l t ip l i en t chez 19 Ante-nine Ma i l le t a in s i que dans les romans negro-af r i c a i n s : Les l o i s , les ordres et les c i r c u l a i r e s des s o l e i l s des Independences etaient aussi nombreux que les po i l s d'un bouc et aussi complexes et melanges que le sexe d'un canard (Kourouma, Les S o l e i l s  des independences, p. 197). Un Mercenaire ne se cache pas plus pour f a i r e p ip i que pour c r i e r a son vo i s in d ' a l l e r manger de l a marde (Ma i l l e t , Les Cordes-de-Bois, pp. 220-221). Beaubassin? Catoune se souv in t -e l l e a ce moment-la de Beaubassin? E l l e . . . se mit a r e n i f l e r . Quinze ans, ca peut vous s o r t i r de l a tete, mais ga vous reste dans le nez (Ma i l l e t , Pelagie. p. 33). II n 'est done pas surprenant que l a j o ie de v ivre so i t bien marquee, e l l e auss i : Tout le long de l a p i s te qui est i c i une rue, nous entendions les femmes chanter ou s ' i n t e r p e l l e r et les hommes r i r e en se tapant sur l a cuisse (Bet i , Le Pauvre  Chr i s t de Bomba, p. 29). On mange bien et meme trap, pendant les fetes de c i r conc i s i on , de ramadan, de tabaski, ou quand on a rencontre une personne genereuse (Laye, Le Maltre de  l a parole, pp. 47-48). II ne igea i t ! La premiere neige de l'automne. Ce j o u r - l a , toute l a jeunesse canadienne redevient un pe t i t enfant. La neige possede ce secret de rendre au coeur en un sou f f l e l a jo ie na i ve . . . (Ma i l l e t , Pointe-aux- Coques, p. 70). Eh ben ga, par exemple, ga s'adonne que j 'avons pas besoin de raisons pour c e l e b r e r . . . Nous autres, je fetons parce que je f e ton s . . . (Ma i l l e t , Les Crasseux, p. 76). Les Acadiens et les Noirs en Afr ique pr i sent beaucoup leurs fami l ies et leurs l i ens de parente, ce qui ne les d i s t i n -gue pas d ' a i l l e u r s d 'autres societes rurales et t r a d i t i o n n e l -,20 l e s : II ne refusa pas seulement de serrer l a main de prc-ches parents de sa defunte epouse, mais ajoutant a 1 'outrecuidance l e sacr i l ege , i l d e c l a r a . . . que, de toute fagon, maintenant que Perpetue avait d i s -paru, l u i , Edouard, ne devait plus r ien a personne de sa f ami l l e (Bet i , Perpetue, p. 67). Henry et Marie-Louise, ragornez encore une f o i s les votres,et venez-vous-en dans ma charret te. C_a sera point d i t chez nos descendants que j 'avons nous autres memes demembre l a seule f ami l l e que le r o i d 'Angleterre a epargnee... (Ma i l l e t , Pelaqie, p. 269). Les fami l ies nombreuses etaient e l l e s aussi c a r ac te r i s -t iques de t e l l e s soc ie tes : Mais le R.P.S. se tuera i t vraiment a cause des F i l l e s -meres . A c ro i re que nous, les Noirs, serons tous damnes pour avoir trop aime les enfants (Be t i , Le  Pauvre Chr ist de Bomba, p. 18). Ouais, douze enfants. Et j ' e n a i rechap-pe t r o i s . Y en a neuf de morts dans les langes (Ma i l l e t , La Sagouine, p. 141). E l l e a connu ton grand-oncle Jadus qui a eu une f i l l e et onze gargons...anze gargans, ma f o i ou i , coup sur coup. Ah! ce qu'on savait f a i r e en ce temps-l a ! (Ma i l l e t , "Les Sarga i l lounes" , Par der r ie re chez mon pfere, p. 31). Evidemment, plus que les hommes, ce sont les femmes qui font les f r a i s de cette fecondi te. Neanmoins, i l semble y avoir une d i f ference frappante entre l a s i tua t ion de la femme a f r i ca ine et c e l l e de l a femme francophone des pro-vinces Maritimes t e l l e que presentee par l ' auteur de Pe lag ie - l a -Char re t te . L'on pourra i t aff irmer en e f fe t que le roman de Mongo Be t i , Perpetue et l 'habitude du malheur, 21 const itue en grande par t ie un requis i te- ire contre l a s i t u a -t ion soumise que v i t l a femme a f r i c a i n e : —Dis -moi sincerement: m'en veux-tu d 'avo i r pr i s une autre femme en ton absence? Reponds-moi: est-ce que tu m'en veux? — E t quand je t 'en voudrais? f i t Perpetue qui avait hes i te . Tu es le maltre, tu es l'homme: tu f a i s ce que tu veux. La vie donne tous les dro i t s aux hommes (p. 190). — . . . j e sa is que je suis l a propr iete d'un homme qui m'a payee cher, i l y a quatre ans. Je ne devrais r ien entreprendre sans son autor i sat ion (p. 238). En e f f e t , comme le resument s i bien t ro i s sous - t i t re s dans l 'etude de Patr ick Merand, l a femme en Afrique est "nee pour t r a v a i l l e r " , "nee pour procreer " , et "nee pour se t a i r e " L 'Acadie d 'aut re fo i s tenait ses femmes dans une s i t u a -t ion assez semblable, mais c 'e s t l a femme fo r te , l a femme entreprenante justement, qui a l a vedette chez Antonine Ma i l l e t . En v o i c i un exemple parmi tant d 'autres: C 'est tout pres, dans l a va l lee de Memramcook, q u ' e l l e abat t ra i t son premier arbre, Madeleine LeBlanc, sous le regard ahuri de son homme et de; ses f reres qui n'en croient point leurs yeux... A l l e z , flancsmous, c ' e s t i c i t t e que je nous creusons une cave et que je nous batissons un a b r i ! . . . Madeleine, digne rejeton de l a charrette par l a voie des femmes. Pour terminer cette comparaison de l a v ie t r ad i t i onne l le en Acadie et en Afrique noire, deux ind icat ions pa ra l l e l e s d'une evolut ion vers 1 ' a f f i rmat ion ouverte d'une ident i te c o l l e c t i v e nous semblent notables, so i t les pr ises de cons-cience des annees 1880-1890: ...Du Bois . C ' E t a i t en 1890. II 22 avait vingt-deux arts. L 'esclavage e ta i t a peine vaincu. Le jeune etudiant s 'exclamait : "Je suis negre, et je me g l o r i f i e de ce nam; je suis f i e r du sang noir qui coule dans mes veines (Mayer, "Quand l ' A f r i que re jo in t l ' u n i v e r s " , dans Hamidou Kane, L'Aventure ambigue, p. 24). Mais en 1B80, cent ans apres son retour d ' e x i l par l a parte a r r i e re et sur l a pointe des pieds, l 'Acadie so r t a i t sur son devant-de-porte pour r e n i f l e r le temps et s'emoyer de l a parente. De toutes les anses, et de toutes les baies, et de toutes les l i e s , on s o r t a i t l a tete et dressa i t l ' o e i l . Et c ' e s t a lors qu'an se recannut (Ma i l l e t , Pelagie, p. 350). La IMeo-brunsuiickoise f a i t a l lu s ion a ins i a l'epoque oa les Acadiens ont vecu une sorte de renaissance et des r e -t rouva i l l e s nat iona les . En 1881 a l i e u le premier Congres acadien, a Memramcook, et l a Societe de 1•Assomption est fondee l a meme annee. References !Antonine Ma i l l e t , "Preface" , dans Jean-Claude Dupont, Heritage d 'Acadie, p. 8. 2 Ma i l l e t , Rabelais et les t rad i t i ons populaires en  Acadie. ^Simone LeB lanc-Ra inv i l le , "Entret ien avec Antonine M a i l l e t " , La Revue de l ' Un i ve r s i t e de Moncton, pp. 15-16. 23 ^Mai l le t , Par derr iere chez mon pere, p. 87. 5 M a i l l e t , Pointe-aux-Cogues, p. 77. 6 M a i l l e t , On a mange la dune, p. 63. 7 M a i l l e t , "Le Pays", Par der r ie re chez mon pere, p. 90. 8 M a i l l e t , Pe lag ie - l a -Charret te , p. 139. 9Hamidou Kane, L'Aventure ambigug, pp. 113-114. 1DYambo Ouologuem, Le Devoir de v io lence, p. 10. 1 1Camara Laye, Le Regard du r o i , p. 38. 1 2Camara Laye, Le Maltre de l a parole, p. 14. 1 3 M a i l l e t , Mariaaqelas, p. 121. 1 i f M a i l l e t , Les Cordes-de-Bois, p. 275. 1 5 M a i l l e t , Pelagie, p. 46. 1 6 Merand, La Uie quotidienne en Afr ique no i re, pp. 93-95, 1 7 M a i l l e t , Pelagie, p. 346. 2. La v ie t r ad i t i onne l l e d i spara l t en Acadie et sur le continent noir Ce n 'est pas s ignaler un phenomene i n s o l i t e que de constater que l a v ie t r a d i t i o n n e l l e , c e l l e qui renferme le f o l k l o r e , l a t r ad i t i on orale et bien d'autres aspects de l a cul ture paysanne, d i spara l t rapidement en mi l ieu acadien et s'estompe a une a l l u re acceleree sur le continent no i r . La perte des t rad i t i ons rurales se vo i t partout dans le monde au fur et a mesure que les jeunes generations se sco lar i sent et que les populations se deplacent vers les v i l l e s et les b i donv i l l e s , delaissant a in s i leurs v i l l a ge s , leurs moeurs et leurs tradt ions ancestraux. C 'est alors l a radio a t ran -s i s t o r qui l 'emporte sur les vieux conteurs autour du feu, l a radio qui ne reprend que de temps en temps les contes et les croyances de 1 ' a r r ie re -pays . C e n est v i te f a i t du pa-trimoine des aleux. Janos Honti decr i t l e probleme a i n s i : What threatens the people 's cu l ture i s that i t s c a r r i e r s , the peasants who have s u f f i c i e n t cul ture for handing down t r a d i t i o n , have become more and more attracted by urban c u l t u r e . . . Experience shows that in th i s contest i t often happens that the people 's culture is defeated, deprived, toge-ther with i t s propagators, of i t s ex i s tence . 1 I l s ' a g i t d'une s i tua t ion qui est deja tres avancee dans les bourgades francophones des provinces maritimes du Canada, et qui r isque d'eualuer d'une fagon semblable dans les v i l l a ges du continent a f r i c a i n , car 1 ' e lec t ron ique et les s a t e l l i t e s feront penetrer partout l a culture de masse cho i s ie non pas par les v i l l a g e o i s mais par d 'autres, ces 25 autres etant plus puissants et presque toujours etrangers a l a langue maternelle et a l a cu l ture des des t ina ta i re s . Tout d'abord, regardons de plus pres le cas des Acadiens. I l faut soul igner a cet egard que l 'Acad ie t e l l e que presentee dans les oeuvres d'Antonine Ma i l le t corres -pond a l a societe et l a mentalite de son enfance et de ses ancetres. D ' a i l l e u r s , en 1975 l 'ethnologue Jean-Claude Dupont a e c r i t les l ignes suivantes en conclusion de son etude sur l e f o l k l o re acadien: Bien que ces releves ethnographiques datent, en moyenne, d'a peine neuf ans, les mei l leurs informateurs a ce moment-la furent les personnes les plus agees et bon nombre de t r a -d i t ions rapportees par eux n'avaient plus cours depuis une vingtaine d'annees: e l l e s n 'eta ient mention-nees qu'a t i t r e de souvenirs, par fo i s meme de o u i - d i r e . I l m'a semble que de nombreuses t rad i t i ons sont disparues au cours de l a periode a l l an t de 1945 a 1960. Par contre, certaines pratiques c o n t i -nuent d ' ex i s te r et j ' e n f a i s etat a l ' occas ion mais, generalement, e l l e s ne sont plus vecues par la jeune generat ion. 2 Dans l a preface a ce meme l i v r e , Antonine Ma i l le t avoue fierement q u ' e l l e y puise deja une par t ie de son i n s -p i r a t i o n , ce qui prouve encore que les informateurs de cette t r ad i t i on ora le se font de plus en plus rares . Mais y a - t -i l une releve? Vo ic i ce qu'en d i t J . - C . Dupont: Les jeunes Acadiens, en general, ne ressentent plus le besoin de perpetuer un r i t e t r ad i t i onne l d 'o r i g ine frangaise, mais i l s aiment pa r t i c i pe r a une rejouissance commune qui se s i tue aux mernes dates dans le cycle de I'annee ou de l a v i e . Dans cette coutume contemporaine, le des i r de se 26 recreer est beaucoup plus profond que le des i r de perpetuer un f a i t f o l k l o r i que pratique par leurs aieux.3 Dans son tout premier roman, Pointe-aux-Coques. Antonine Ma i l le t f a i t d i re au grand Dan, le f i e r octogenaire du v i l l a g e : La jeunesse d'a c ' t heure exige trop de divert issements. Dans notre temps, j ' av ions ni grosses machines sur les routes, n i radio a l a maison... La v ie e ta i t simple autrefo i s (p. 92). Uoi la des mots qui pourraient s o r t i r de l a bouche d'un v i e i l -l ard malinke, ouolof ou peu l . A v ra i d i re , i l s s 'appl iquent tout aussi bien a toutes les societes de l a Terre, i n d u s t r i a -l i s ee s ou paysannes. Dans ce roman, le personnage p r i n c i p a l , Mile Cormier, revient dans le v i l l a ge natal de son pere, y retrouve son appartenance acadienne, et decide de re s te r . E l l e f a i t par-t i e d'une infime minorite de ces jeunes qu i , une f o i s expa-t r i e s en quete de t r a v a i l , ne retournent en Acadie qu'en v i s i t e , accompagnes de leurs enfants ang l i c i ses , nes aux Etats -Unis , en Ontario ou en A lberta , par exemple. Bien q u ' e l l e reconnaisse d'une maniere r e a l i s t e cette d i spa r i t i on de l a cu l ture t r a d i t i o n n e l l e acadienne qu i , h ier encore, e ta i t s i v ivante, Antonine Ma i l le t f a i t preuve d'une res ignat ion qui ne manque pas d'optimisme: J ' a i l ' impress ion qu'on v i t a c tue l l e -ment le plus grand passage de notre h i s t o i r e : c e l u i d'un peuple qui a essaye de v iv re , a ce lu i d'un peuple qui veut se surv ivre en se repandant 5 travers le pays et le monde... C 'est l a f i n , dans un certa in sens. 27 Mais c 'e s t une fausse f i n , c ' e s t un depart. Reste a savoir s i nous aurons le ventre, le coeur, le courage et l a jarnigoine de re lever le d e f i . S i nous en aurons le temps, surtout. Encore un coup, i l n 'est pas garanti que nous en ayons beaucoup.5 Et puis les Acadiens sont f i e r s . Tout en sachant qu'un jour l a maree sera trop haute et qu'une vague de fond les emportera, i l s veulent etre emportes en p le ine f e te , au son de l a bombarde et de 1 1 accordeon. 6 L'oeuvre theatra le et romanesque de l a laureate du pr ix Goncourt, de Pointe-aux-Cogues jusqu'a P e l a g i e - l a -Charrette, a pour but justement de f a i r e surv ivre l 'Acad ie t r a d i t i o n n e l l e , car l ' auteur s'exclame: Je v i v r a i m i l l e vies pour empecher mon v i l l a g e , mon enfance et mon pays de mourir tout a f a i t . 7 Ses e c r i t s temoignent constamment d'une t e l l e vo lent i de boire plelnement dans l a coupe de l a v ie et de fe ter l a pre-sence des Acadiens comme peuple reconnu dans le monde sans etre paralyse par le spectre d'un avenir i n c e r t a i n . C 'est un espr i t de carpe diem qui trouve facilement son echo chez les peuples de l ' A f r i que no i re . La langue acadienne, vehicule de l a culture t r a d i t i o n -n e l l e , semble e l l e aussi menacee d 'a t roph ie . En 1972, Antonine Ma i l le t a e c r i t ce dialogue: - - . . . L a rue est anglophone ou ang l i -c i ses en Acadie. Le vieux f ranca i s e t a i t r u r a l . Mais les campagnes se vident et c ' e s t l a langue qui f a i t les f r a i s du demenagement. — E t vous proposez.. . - - R i e n . La vie se chargera des cam-pagnes comme des v i l l e s . On ne 28 grimpe pas l ' h i s t o i r e a rebours. Et l ' a ven i r n i l a langue n'appar-tiennent plus en Acadie aux conteurs de Cocagne ou de Cheticamp. — A qui alors? —Uous en savez quelque chose, vous?... L'Acadie est encore l a . Du rooins un groupe ethnique descendant d'une meme souche u i t dans un cadre deter-mine et par le les memes mots avec l a meme lente intonation qui le t r ah i t a tout coup. Pour combien de temps encore? L'exode e s t - i l vraiment commence? Et l 'exode vers quel le terre promise? - -Les Acadiens quit tent l 'Acadie? — C ' e s t l 'Acad ie qui les q u i t t e . Pas completement. I l en restera quelque chose. Ceux qui s 'en vont l 'emportent avec eux. C'est t e n e -ment obst ine, un Acad ien. 8 Cette preoccupation des t r ad i t i ons qui d isparaissent se retrouve partout dans l a l i t t e r a t u r e a f r i c a i ne , ear e l l e reflfete une r e a l i t e encore plus angoissante pour l ' e l i t e des anciennes colonies franchises et beiges que pour les jeunes Acadiens. Robert Cornevin enumfere les causes de ces c r i s d'alarme que nous examinerons plus bas: II est cer ta in que 1 ' i s l amisat ion an-cienne et c ro i s san te . . . v o i c i plus d'un demi-s iec le, mettait en p e r i l l a purete des t r a d i t i o n s . Depuis, les progres de l a s c o l a r i s a t i o n , de l a c h r i s t i a n i s a -t i on , les contacts e tab l i s par les m i l i t a i r e s a f r i ca in s au cours de leurs sejours en Afrique du Nord et en Europe ont plus ou mains denature le fond o r i g i n a l des t rad i t i ons loca les avant meme que journaux et t rans i s tor s ne soient venus aggraver les risques de confusion.^ Patr ick Merand decr i t l e meme processus regrettab le, pour ensuite arborer neanmoins un certa in optimisme: Les transformations de l a v ie quot i -dienne entralnent un abandon progres-s i f de ces soirees mervei l leuses oo les 29 bandes d' 11 insupportables gamins" se calment devant la parole des anciens: l ' A f r i que est au bord de l 'amnesie car r ien ne peut remplacer ces r e c i t s epiques dans lesquels les personnages d'antan permettent de comprendre ceux de maintenant. Certains i n t e l l e c t u e l s a f r i ca in s se sont mis a l ' i c o u t e sy.s-tematique des gr iots et des anciens. I l s attrapent au vol cette parole irremplacable et l a transposent en langue frangaise par souci d 'un iversa -l i t e . Les resu l ta t s sont p o s i t i f s : dans le naufrage de l a t r ad i t i on ora le , certa ins textes sont sauves. I l faut se f e l i c i t e r de l ' e n t r e p r i s e de Birago Diop, d'Amadou Hampate Ba, d'Andre Raponda-Walker et de tant d 'autres qui ont compris l 'urgence de ne pas l a i s s e r s 'evanouir des s i ec le s et des s iec le s de cu l tu re . Les magnetophones enregistrent, les interpretes traduisent, des archives se c o n s t i t u e n t . 1 0 Notons i c i que l ' e r e e lectronique, tout en menagant par la radio l a voix des ancetres, permet par contre l ' e n r e -gistrement rapide et f i d e l e de ces memes voix. Plus l o i n , P> Merand souligne l 'urgence de "mettre au point un systeme educatif propre aux r e a l i t e s a f r i ca ines du XXe s i e c l e pour ev i ter l 'angoisse d'une depersonnal isation des jeunes generat ions". II c i t e des passages de romans a f r i c a i n s pour i l l u s t r e r l a d i s pa r i t i on de l ' a r t i s a n a t t r a d i -t ionnel devant 1 ' importat ion par les commergants grecs, l i b a -nais, frangais ou a f r i ca in s de "camelote b r i l l a n t e " et peu coOteuse. L o r s q u ' i l considere ce "troubadour a f r i c a i n en danger de mort" qu'est le g r i o t , Merand deplore sa t rans for -mation en musicien tout court: Helas, l e gr iot moderne se denature et tend a devenir un chanteur plus ou moins talentueux ignorant en par t ie l a longue t r ad i t i on ora le . Musicien, son action 30 se l im i te desormais a clamer les louanges de eeux qui le payent a l ' occas ian des f e t e s . . . I I y a l i e u d 'e t re tres pes s i -miste sur l ' a ven i r du ver i t ab le g r i o t : dernier vestige de l a culture a f r i c a i ne , "depos i ta i re de l a t r a d i t i o n " , l e g r io t semble condamne so i t a rejo indre les musees so i t a se transformer en chanteur ou musicien moderne. 1^ Meme l ' a t t i t u d e t r ad i t i onne l l e des A f r i ca in s face a l a mort est en danger de mort! C 'est encore Merand qui en decr i t les changements: Devant 1 'europeanisation progressive de l ' A f r i q u e , l a mort angoissante gagne du te r ra in sur l a mort apa isante. . . L 'A f r ique accepte l a mor t . . . l e materia-lisme venu d'Occident apporte autant son angoisse de l a mort que des condi -t ions de v ie mei l leures . Celui qui possede peu a mains peur de oerdre que ce lu i qui possede beaucoup. 1 3 La d i spa r i t i on des t rad i t i ons const itue une preoccu-pation chez les romanciers no i r s . Des le debut de ce s i e -c le le probleme e x i s t a i t , car dans son "roman riegre" devenu un c lass ique, Rene Maran nous met devant un chef de t r i b u , Batouala, qui incarne le patrimoine du passe, qui sent sa vie t r a d i t i o n n e l l e menacee par l ' a r r i v e e des blancs, et qui meurt a l a f i n du roman: Les anciennes coutumes sont toujours les me i l l eu re s . . .A i n s i pensait Batouala. Gardien des moeurs desufetes, i l demeu-r a i t f i d e l e aux t rad i t ions que ses ancetres l u i avaient leguees. 1 1 * A mi-chemin dans le s i e c l e , L 'Enfant noir du Guineen Camara Laye decr i t une v ie t r a d i t i o n n e l l e encore i n t ac te . L 'enfant-narrateur entend toutefo is les inquietudes de ses alnes. Son pfere pressent 1 'arrachement du f i l s au mi l ieu v i l l a g e o i s qui seul garant i t l a conservation des valeurs 3-1 d'antan: J ' a i peur, j ' a i bien peur, p e t i t , que tu ne me frequentes jamais assez. Tu vas a l ' e c o l e et, un jour, tu qui t teras cette ecole pour une plus grande. Tu me qu i t teras , pe t i t (p. 19). L 'auteur, jeune homme ecr ivant en France, r e f l e c h i t sur tout le merveil leux de son enfance dans l a brousse a f r i -caine: . . . j ' y songe aujourd'hui comme aux evene-ments fabuleux d'un l o i n t a i n passe. Ce passe pourtant est tout proche: i l date d ' h i e r . Mais le monde bauge, le monde change, et le mien plus rapidement peut-etre que tout autre . . . i l bouge et change a t e l l e enseigne que mon propre totem — j ' a i mon totem aussi — m'est inconnu (p. 71). Le Senegalais Sembene Ousmane, par son heros Oumar dans 0 Pays, mon beau peuple! semble attaquer des coutumes qui "entretiennent l a fa ineant i se des gens": Quand i l s revinrent a Fayene, le log i s e ta i t peuple de quemandeurs venus, selon l a v i e i l l e coutume, reclamer leur "part du voyage" (p. 41). Le heros refuse de ceder aux instances de sa mere qui veut q u ' i l leur donne quelque chose, car "tout en ayant conserve au plus prafond de l u i l ' he r i t age de son peuple, i l avait beaucoup vu, beaucoup appris pendant ses annees d'Europe" (p. 14). L 'auteur prone done le re je t des t rad i t i ons n u i s i -bles au progres des societes a f r i c a i n e s . Ahmadou Hourouma, par le truchement de son roman Les S o l e i l s des independences, nous f a i t vo i r une sorte de Batouala moderne, Fama, chef malinke dechu et humilie qui evolue de malheur en malheur dans une societe a f r i ca ine qui tourne le dos aux valeurs ancestrales mais qui ne l a i s se sa place que d i s in tegrat ion soc i a le , manque de respect en vers les aines, et corruption p o l i t i q u e . L'auteur camerounais Mongo Be t i , dans Perpetue et  l 'habitude du malheur, f a i t a l lu s ion l u i aussi a l ' a f f a i -blissement des coutumes d ' au t re fo i s : . . . C e c i est bien conforme a l a t r a -d i t i on ancestrale, n ' e s t - i l pas vrai? Vous voulez l a femme? Pa r f a i t , mais d'abord remboursez-moi ce q u ' e l l e m'a coQte...L 'entourage d'Edouard ...approuva houleusement son discours, aff irmant que c ' e t a i t l a sagesse des ancetres meme. I l y eut un echange aigre-doux et d ' a i l l e u r s confus sur le point de savoir s i en ces temps d•independance et de developpement economique l a sagesse des ancetres e ta i t bien la plus congruente (pp. 256-257). Terminons ce bref survol en c i tant deux passages Maltre de l a parole par Camara Laye: Nous vivons aujourd'hui dans un monde 06 le g r io t n'a pas encore retrouve un e q u i l i b r e ; i l se vo i t maintenant condamne a voyager de cap i ta le en cap i ta le , pour f a i r e des disques, a lors qu'avant, son ro le e ta i t l ' a r t de l a parole et de l a musique, dans les fami l ies royales (p. 12). . . . l e marasme soc io -po l i t i que de l ' A f r i q u e n o i r e . . . e s t du a l ' e c l a t e -ment des anciennes s t ructures , a notre manque d 1enracinement dans ce q u ' i l y avait de mei l leur dans ces anciennes structures t r ad i t i onne l l e s (p. 34). 33 References Janos Honti, Studies in Oral Epic T rad i t i on , pp. 162-163. 9 t Jean-Claude Dupont, Heritage d'Acadie, p. 335. 3 Dupont, p. 335. ^Simone LeB lanc-Ra inv i l le , "Entret ien avec Antonine M a i l l e t " , La Revue de l ' Un i ve r s i t e de Moncton, vo l . 7, no 2 (mai 1974) p. 21. Ma i l l e t , " L ' i d e n t i t e c u l t u r e l l e de l 'Acad ie vue a travers sa l i t t e r a t u r e " , Langue f ranca ise et i dent i te cu l tu - r e l l e : Moncton (1977), p. 105. ^Andre Major, "Antonine Ma i l l e t : Entret ien avec Andre Major", Cahiers Renaud Barraul t , Vo l . 91, p. 105. Ma i l l e t , c i tee par Rita S ca l ab r i n i , "Le monde d'Antonine M a i l l e t " , dans A. Ma i l l e t , Les Crasseux, p. X. Ma i l l e t , Par derr iere chez mon pere, pp. 90-91. q Cornevin, L i t t e r a tu re d 'Afr ique noire, pp. 61-62. 10 Merand, La v ie quotidienne en Afr ique noire, p. 44. 1 1Merand, p. 56. Merand, p. 142. l 3 Merand, pp. 192-193. 14 Rene Maran, Batouala, p. 30. 34 3. Importance des t rad i t i ons comme r ichesse l i t t e r a i r e en Afrique et en Acadie Dans toutes les c i v i l i s a t i o n s humaines, l a v ie t r a -d i t i o n n e l l e a toujours constitue un fond de r ichesse presque inepuisable pour les conteurs et les bardes de l 'epoque non-l e t t r e e , a in s i que pour les ecr iva ins u l t e r i e u r s . Ce fond de t r ad i t i on s plus ou moins vivantes a tendance a d i s p a r a l -t re , comme nous venons de le constater, au fur et a mesure que les c o l l e c t i v i t e s paysannes elles-memes se muent en societes modernes. C 'est pourquoi les nations ayant a t te in t depuis longtemps l a r ichesse mater ie l le qu'apportent 1 ' a g r i -cu l ture moderne et les industr ies mecanisees, semblent en avoir paye le p r i x f dont une par t ie se ra i t justement 1 ' ap-pauvrissement sinon l ' o u b l i de leur patrimoine t r a d i t i o n n e l , tandis que des peuples comme les A f r i ca in s et les Acadiens sont restes, jusqu'a une ipoque recente, relativement proches de leurs t r a d i t i o n s . Pourtant, 1•aneantissement probable de bon nombre des t rad i t i ons et des oeuvres orales i nc i ten t les ethnologues et les ecr iva ins a les enreg is trer autant que poss ib le avant qu 'e l l e s n ' a i l l e n t s ' en seve l i r avec les anciens qui seuls les connaissent encore. A l a d i f ference des v i e i l l e s l i t t e r a t u r e s frangaise ou japonaise par exemple, qui sont deja l o i n de leurs o r i -gines f o l k l o r i ques , oft e l l e s ont d ' a i l l e u r s puise beaucoup d ' i n sp i r a t i on , les e c r i t s d 'expression frangaise en Afr ique et en Acadie sont a leurs debuts. I I se ra i t meme premature de predire une longue v ie a l 'une ou l ' au t re de ces nouveaux 35 centres d ' i n te re t l i t t e r a i r e , car le frangais en Acadie pourra i t d i spara l t re face a 1 •ang l i c i sa t ion , comme c 'es t le cas en Louis iane, et l a l i t t e r a t u r e negro-afr ica ine des pays francophones pourra i t a son tour s ' e c l i p s e r a l a longue en faveur d'une l i t t e r a t u r e ec r i t e dans les langues indigenes. Quoi q u ' i l en s o i t , l a matiere f o l k l o r i que des deux cultures attend les ec r i va in s . Ceux-ci n'en ont que l 'embar-ras du choix, tellement les themes sont nombreux, var ies et surtout i nexp lo i te s . Examinons dans un premier temps 1 ' importance a t t r ibute aux sources de 1 • insp i ra t ion a f r i c a i ne , a l a "matiere d 'A f r ique" pour a in s i d i r e . Richard M. Dorson decr i t 1 ' im-portance de l ' h i s t o i r e populaire chez les Akan du Ghana: Among the Akans i t (h i s tory) i s brought up v i v i d l y on spec ia l occasions for the c i t i zens to be inspired by the g lor ious past of the i r ancestors. On t y p i c a l f e s t i v e occasions people reded i -cate themselves to the ideals of the i r founding fathers when songs and objects depict ing the various phases of the i r h is tory are shown in pub l i c . The umbrel-l a tops t e l l s s t o r i e s of bravery in wars, the horns def iant ly f l ou r i sh the mottoes of ch ie f s , and the music of the drums... contains phrases which bring the past to the consciousness of the present to serve as i n sp i ra t i on for the f u t u r e . . . To unders-tand the history of the people the h i s to r i an must be versed in the ora l t r ad i t i ons which in many places s t i l l remain the vehic le for the transmission :of h istory and a l l that Afr icans hold d e a r . 1 Robert Cornevin c i t e d'autres a f r i can i s te s de marque pour prec i ser l a nature de cette t r ad i t i on ora le : Uo i c i , selon l u i ( l e R.P. Francis Aupiais (1877-1946)) quels sont les principaux elements de cette culture l i t t e r a i r e : - - l e langage lui-meme, " en r i ch i de sentences, de proverbes, d 1images, de formules de souhaits, de F e l i c i t a t i o n s , de sa lutat ions , de condoleances"; - - l e s discussions courantes sur les evenements du temps, l a conduite des chefs, l a moral ite des d i f fe rent s ages, e tc . ; — l e s rec i t s h i s tor iques ou du moins mythiques, les legendes; - - l e s chants c lass iques de guerre, de f u n e r a i l l e s , les chants h i s to r i ques ; — l e s improvisations, sa t i r iques ou funera i res . . . . on vo i t que cette l i t t e r a t u r e ora le n 'est pas f i g e e . . . E l l e continue, au contra i re , a benef i c ie r d'une puis -sante facu l te d» inven t i on , e l l e est en voie de renouvellement et d ' acc ro i s se -ment perpetuels, e l l e donne 1*impres-sion d'une ver i t ab le "production l i t t e r a i r e " . Production qui n 'est pas, encore une f o i s , le monopole de quelques beaux e spr i t s , mais qui vient du fond meme de l'ame popu la i re . . . S i nous connaissions comme e l l e le merite cette v ie l i t t e r a i r e sans editeurs et sans pr ix annuels. . . nous ne manquerions pas.de 1 ' env ie r . C 'est a ecouter a in s i les Noirs raconter, qu'on connait combien l e f o l k l o r e y i t , s ' e n r i c h i t en art ou en puissance. 3 Cette l i t t e r a t u r e "renferme a l a f o i s tous les elements de l a culture et de l a r e l i g i o n : le d ro i t , les coutumes, les r i t e s cu l t u re l s , les croyances, les oeuvres l i t t e r a i r e s proprement d i tes et tous les t r a i t s divers qui d e f i n i s -sent chez l'homme son e sp r i t , sa , conception du monde et de l'homme. . . . l a l i t t e r a t u r e orale t r a d i t i o n n e l l e sera done plus soc ia le que metaphysi-que. Les devinettes, les cas de conscience, les proverbes, les legen-des, l a fab le , l a s a t i r e ou l a rhapsodie a l a harpe constituent autant d 'occa-sions aussi nombreuses que var iees, de se retremper entierement... dans les grands themes immemoriaux du clan et de l a t r i b u , et de se r e v i v i f i e r a ces puissantes et in ta r i s sab les sources 37 grace & l ' u n i t e harmonieuse de com-partement et au caractere c o l l e c t i f de chaque indiv idu.5 Camara Laye, pour c i t e r cette f o i s un auteur A f r i c a i n , s'exprime sur ce point de l a facon suivante: . . . i l s e ra i t urgent que chacune de nos generations pa r t i c i pa t activement a l a co l l ec te de ces legendes, avant q u ' i l ne so i t trop tard, car c e l l e s - c i cons-t i tuent les fondements memes de notre h i s t o i r e , et, i l faut l e d i re , de nos c i v i l i s a t i o n s t r ad i t i onne l l e s p a r t i -c u l i e r e s . . . S i cette Afr ique, pour se r e h a b i l i t e r face aux autres continents, doit apporter une danse plus rythmee a l a ronde un iverse l le a l aque l le chaque c i v i l i s a t i o n p a r t i c u l i e r e porte sa danse propre, c ' e s t notre Trad i t ion orale qui peut le mieux l i b e r e r cette danse et ce rythme. C'est en e l l e que se trouvent toutes les valeurs du passe a f r i c a i n , au t r i p l e plan -moral, h i s tor ique et s o c i o - p o l i t i q u e . Dans un deuxieme temps, voyons & quel point Antonine Ma i l le t i n s i s t e sur 1'importance de l a v ie t r a d i t i o n n e l l e acadienne comme "matiere d 'Acad ie " . Mais tout d'abord v o i c i a ce sujet ce qu'a e c r i t l 'ethnologue Jean-Claude Dupont a l a conclusion de son etude: Ce reperto i re de f a i t s de l i t t e r a t u r e orale se veut avant tout un apport a l a connaissance de l ' he r i t age cu l tu re l acadien; mais i l pourra peut-etre aussi fourn i r des elements originaux aux createurs acadiens. Les f a i t s de cul ture t r a d i t i o n n e l l e , dans de nom-breux pays, n ' o n t - i l s pas souvent ete a l a source d'Deuvres romanesques, poetiques, etc. . .7 Matthieu Galey, apres avoir interviewe Antonine Ma i l le t pour 1 'Express, d i t de l 'Acadienne: E l l e aurait pu inventer, bien sQr, mais les r ec i t s des vieux l a stimu-38 l a i e n t : on n 'avait pas le dro i t de perdre cette r ichesse humaine inex-p lo i tee. f i Lors de son discours a l ' occas ion de l a Septieme Biennale de l a langue frangaise, tenu'e a Moncton en 1977, et a l aque l le nous avons as s i s te , l ' auteur de La Sagouine a prononce les paroles suivantes: Et plus l o i n que l ' e c r i t u r e , c 'e s t l ' o r a l . C 'est done dans l a l i t t e -rature ora le, p r im i t i ve , populaire, transmise de grand-pere a grand-pere, a pere, que nous chercherons notre l ignage et notre ame c o l l e c t i v e , et c 'e s t avec ga que nous aspirerons a 1 * u n i v e r s e l . . . Quelle est l a matiere d'Acadie? Qu'avons-nous a dire? Nous avons tout a d i r e . Parce qu'au-cun Mauriac n'est venu decr i re notre Bordeaux, ni aucun Mestral chanter notre Provence... Nous, nous pouvons vraiment d ire que nous sortons du bois . Et c 'es t peut-etre l a le plus grand don qu'on puisse o f f r i r a un ec r i v a i n : l a foret v ierge. Le te r ra in v ierge, c 'e s t le Hlondyke des a r t i s t e s . Or, i l existe peu de pays au monde a pouvoir se vanter autant que l 'Acadie de cof f res enfouis dans ses sab les. De quoi f a i r e rever les chercheurs de t resors , et f a i r e pleurer d 'envie les academiciens Enf in , dans Les Cordes-de-Bois, et avec davantage de fougue encore, e l l e chante de nouveau les louanges de cette t r ad i t i on acadienne. La verve meme de ses propos indique deja l a passion avec laque l le e l l e c r o i t en la valeur de ce " t re sor " c u l t u r e l : Pour mon cousin, i l y avait les contes, les h i s to i re s vra ies , et le res te . Le reste, e ' e t a i t cette vaste matiere des cotes, p a r a l l e l e a cette matiere de France et cette matiere de Bretagne qu'on avait apportees dans ses bagages t r o i s s i ec le s plus t o t . Cette matiere 39 d'Acadie bou i l l onne , . . . brassant le f i c t i f et le v r a i . . . La geste acadien-ne est aussi vra ie que l ' appa r i t i on en haute mer de l a baleine blanche ou que le pouvoir de l ' a r reteux de sang, septieme du septieme f i l s . 1 0 References 1 Richard M. Dorson, Fo lk lore and Trad i t i ona l History, p. 54. 2 Georges Hardy, Un ApOtre d 'au jourd 1 hui : le R.P.Francis  Aupiais, pp. 168-173, c i t e dans Cornevin, L i t te ra tures  d 'Afr ique noire, pp. 65-66. "^Albert Charton, dans l a preface a ses Contes d 'A f r ique, c i t e dans Cornevin, p. 68. 4 J . Fouda, H. de J u l i o t et R. Lagrave, L i t t e ra tu re  camerounaise, c i te s dans Cornevin, p.86. 5 Fouda et a l . , p. 87. g Laye, Le Maltre de l a parole, pp. 13-14. n f Dupont, Heritage d'Acadie, pp. 335-336. 8 Matthieu Galey, L 'Express, No. 1469 du 8 sept. 1979, p.64. q f Ma i l l e t , " L ' I dent i te c u l t u r e l l e de l 'Acad ie vue a travers sa l i t t e r a t u r e " , Langue frangaise et i dent i te  c u l t u r e l l e : Moncton (1977),pp. 104-5. 10 Ma i l l e t , Les Cordes-de-Bois, pp. 227-228. k L ' Inf luence de l a t r ad i t i on orale sur les romanciers d 'Afr ique noire et sur Antonine Ma i l le t Puisque l a t r ad i t i on orale est a l a base de l a trans-mission c u l t u r e l l e t e l l e q u ' e l l e s 'e s t toujours effectuee en Afr ique, nous nous attendrions a retrouver son inf luence bien en evidence dans l a formation, dans les sources et dans les themes des ecr iva ins qui s 'en in sp i rent . Cela est s i v ra i que tres souvent l a page l i t t e r a i r e a f r i ca ine garde jusqu'au rythme et au mouvement de ses or ig ines ora les : D'une facon generale, l a technique de l a repet i t i on reste ca rac te r i s -t ique de l a l i t t e r a t u r e o ra le . E l l e permet de s i m p l i f i e r les divers elements du conte, d'en f a i r e res-s o r t i r les etapes, l a progression, et a l a longue, e l l e const itue l a pulsat ion interne du r e c i t . Outre sa valeur mnemonique, e l l e permet de s t ructurer fortement le conte, l a l igende ou le poeme. A l ' i n s t a r de Birago Diop, Senghor en a t i r e un merveil leux pa r t i dans Chants  d'Ombre.1 Yambo Ouologuem, dans Le Devoir de v io lence, a su gar-der dans son s ty le des caracter i s t iques orales qui rappel -lent le discours des g r i o t s . En plus des i n te r jec t i ons et des incantations en arabe, en d ia lec te t r i b a l ou en f ranca i s , comme par exemple "Maschallah! oua b i sm i l l ah ! " "Amba, koubo oumo agoum", et "G lo i re a Dieu tout -pu i s sant ! " , son roman est parseme d'expressions propres aux conteurs t r ad i t i onne l s , t e l l e s que "Or voyez...Voyez encore. . . E n f i n . . . " (p. 12). Antonine Ma i l l e t , surtout dans les e c r i t s de sa ma-t u r i t y g l i s se insensiblement d'un s ty le soutenu aux dialogues en vieux acadien savoureux, en passant par des paragraphes qui sont intermediaires entre les deux: . . . A i n s i l 'eveque des cotes jugea q u ' i l ne f a l l a i t r ien brusquer dans l ' a f f a i r e du v i c a i r e surpr is en d e l i t de . . . d•a i l l eu r s on n ' e t a i t sOr de r i en . . . on p a r l a i t de f a ib le s se , d'empaisonnement. —Empoisonnement'. hurla Ma-Tante-la-V/euve au barbier qui l u i rapporta i t l a nouvel le. Un houme ernpoisoune t r i c o l e point, i l s ' i c r a s e . Je m'en vas y par le r , mai, a c ' t i - l a qu'est ass is sous le da i s . Marie-Rose eut un leger f r i s son devant 1 ' i r r e v e r e n c e de sa tante. Si ce n ' e t a i t point permis de par ler mai des pretres, asteur un eveque, c ' e t a i t - i ' pas plusse qu'un pretre? F a l l i t que Ma-Tante-la-Veuve ay i t sa f o i de bien echauf-fee, q u ' e l l e pensa, l a Marie-Rose. 2 Un autre aspect de l ' o r a l i t e qui se manifeste a l a f o i s chez les auteurs a f r i ca in s et dans l 'oeuvre de l ' o r i -g ina i re de Bouctouche nous semble venir directement l u i aussi des vieux conteurs des deux mil ieux popula i res . II s ' a g i t du phenomene des versions mult ip les et des d i ver -gences dans les temoignages transmis. Ce phenomene s o u l i -gne l a nature vivante des vraies t rad i t i ons ora les : F o l k l o r i s t s . . . have become more and more overpowered by l i v i n g t r ad i t i on and are inc l ined to forget that the number of versions of a type of ta le may be i n f i n i t e (Honti, Studies in  Oral Epic T rad i t i on , p. 76). I c i , nous atteignons le degre c r i t i -que au-dela duquel l a t r ad i t i on se perd dans l a legende, et s 'y eng lout i t ; car les r e c i t s e c r i t s font defaut, et les versions des Anciens divergent de ce l l e s des g r io t s , lesquel les s 'oppo-sent a ce l l e s des chroniqueurs. Selon les uns, . . . Selon d ' au t re s . . . D'autres encore affirment que. . . (Duologuem, Le Devoir de v io lence, p. 11). k-Z Dans Le Maltre de l a parole, le g r io t -narrateur Babou Conde doit recour i r a des speculations l o r s q u ' i l ignore les vraies causes du comportement d'un personnage de son epopee: Et parce que sa mfere...Ou e t a i t - ce parce q u ' i l machait et remachait encore l ' a f f r o n t de . . . Parce q u ' i l venait de venger sa mere et comme laver cet affront? E ta i t - ce parce que...? Peut-etre. Le meme precede se voit a p lus ieurs repr ises dans les contes et romans d'Antonine Ma i l l e t : A ce point prec is de mon r e c i t , je suis f o r c e e . . . a vous avouer que je ne possede sur l 'ep isode qui su i t aucun document eprouve. Les temoignages du Ruisseau des Pottes contredisent ceux du Lac a Melasse qui ne s 'accordent pas avec l 'Etang des Michaud. Certains pretendent que l a Bessoune... D'autres veulent que.. I c i i l manque, pour e c l a i r e r cette nuit de IMogl, quelques documents que les chroniqueurs de mon pays ont inconsciemment ou sciemment egares. Aura i t -on, comme certa ins veulent le c r o i r e , . . . ? Ou plus simplement le spectacle de cette . horde. . . a u r a i t - i l . . .?-* Chaque chroniqueur depuis a fourn i sa variante sur l a f i n de Belonie le conteux. Certains ont parle de betes sauvages, d 'autres de criques profondes dans l a va l l ee .^ Ayant examine 1' influence orale sur l a forme, etudions les exemples o& c 'es t le fond qui r e f l e t e les or ig ines f o l k -lor iques transmises au moyen de l a parole, en mentionnant d'abord les facteurs determinants dans l 'enfance des auteurs: Grand-mere morte, j 'eus dans mon entourage d'autres v i e i l l e s gens, 43 et, en grandissant a leur c o t e , . . . je me suis abreuve, enfant, aux sources, j ' a i entendu beaucoup de paroles de sagesse... j ' a i ecoute ma mere et surtout grand-mere qui d i s a i t encore les deboires de Bouki-1'Hyene, poltronne et van i -teuse (Diop, " Introduct ion" , Les  Contes d'Amadou-Koumba, p. 10). Des h i s t o i r e s , bien sQr, nous en connaissions tous, nous en connais-sions en quantite, mais dans le tas, i l s 'en trouvait toujours qu'on a l l a i t entendre pour l a premiere f o i s , et c ' e ta ien t c e l l e s - l a qu'autour du feu on attendait impatiemment, c ' e -ta ient les conteurs de ces h i s t o i r e s -l a qu'on attendait d 'applaudir . (Laye, L'Enfant no i r , p. 48). Interviewee pour une emission au reseau anglais de Radio-Canada, Antonine Ma i l le t par le d•experiences analogues au cours de son enfance: I would say that s t o r y t e l l e r s were just as important as teachers to me. And I had a l l the maids that came home one af ter the other, you know... The f i r s t thing when they got in the house I would go and say, "Do you know any tales? Da you know any s t o r i e s ? " . . . They were the best s t o r y t e l l e r s . 7 I knew characters l i k e that; I knew Sagouines. In Buctouche there were many. And at the beginning, I f e l t they were so happy... to be so f r e e . They d idn ' t have to go to church on Sunday. They d idn ' t have to learn the i r le s sons . . . And I thought, "Gee, how I would lave ta be that way!" They would speak openly! And so every time I heard a swear-ward from one of those people, I sa id to myself, "Gee, I wish I had the guts to say that ! " They had the guts to say i t . 6 Les themes et les personnages sont inspires a leur tour de l a t r ad i t i on orale vecue par les ecr i va ins : . . . c e t t e l i t t e r a t u r e orale f a i t par t ie du patrimoine cu l tu re l de l ' A f r i que profonde, et a constitue l a source d 1 i n sp i ra t ion p r i v i l e g i e e des l i t t e r a t u r e s autochtones... Ce patrimoine revet une exceptionnel le valeur et i l est normal q u ' i l cons-t i tue une large base d ' i n sp i r a t i on pour les ecr iva ins a f r i ca in s aussi bien dans les contes et r ec i t s legen-daires que dans le theatre et l a poesie.9 Je m' inspire beaucoup de l a t r a d i -t ion ora le , mais dans l a mesure oo e l l e est v ivante. La l i t t e r a t u r e orale a transmis des mythes, des croyances, des gestes, des drames, des heros popula ires: tout cela est de l a plus r iche matiere l i t t e r a i r e . . . je me l a i s s e empregner, d ' a i l l e u r s souvent malgre moi, par cette v ie r e e l l e et profondement emouvante de tout un peuple qui est le mien. Et sans que je sache comment, un jour i l en sort un Don l 'O r i gna l , une Sagouine, une Mariaagelas. J ' a i par fo i s l ' impres -sion que l a t ranspos i t ion mysterieuse de l a l i t t e r a t u r e orale a l ' e c r i t s 'opere dans un alambic et q u ' e l l e a un joyeux gout de " f lacatoune" . 1 0 References Hane, Birago Diop, p. 108. Ma i l l e t , Les Cordes-de-Bois, p. 211. Laye, Le Mattre de l a parole, pp. 162-163. Ma i l l e t , "La Bessoune", Par derr iere chez mon pere, 45 Ma i l l e t , Mariaagelas, p. 87. ^Mai l let , Pelagie, p. 313. n f Mai l l e t , lors d'un entret ien rad iod i f fuse par l a Canadian Braadcasting Corporation, dans le cadre de l ' emis -sion Sunday Magazine, "Arts World", le 8 ju in 1980, a 11h00. ^Mai l le t , i b i d . q Cornevin, L i t te ra tures d 'Afr ique n o i r e . . . , pp. 102-103. 10 Andre Major, "Antonine Ma i l l e t , Entret ien avec Andre Major", Cahiers Renaud Barrault 91, pp. 104-116. I I Comparaison du f o l k l o re et de l a t r ad i t i on orale en  Afrique et chez Antonine Ma i l le t 1. Influence des langues a f r i ca ines et du v i e i l acadien Puisque l a transmission de toute cul ture s 'opere par l a langue, et que le f o l k l o re et l a t r ad i t i on orale des c u l -tures dont i l est question i c i se sont conserves et communi-ques au moyen de la parole, c ' e s t l a langue parlee que nous al lons aborder dans cette par t ie de notre etude. En Afrique noire francophone, i l ex iste des centaines de langues indigenes, dont l a plupart appartiennent a l a grande c l a s s i f i c a t i o n des langues dites bantoues. Pourtant, le f ranca is des colonisateurs demeure presque partout l a langue d ' i n s t ruc t i on et d 'admin i s t rat ion. I l y a t r o i s exp l icat ions pr inc ipa les a cette s i tua t ion qui semblerait aberrante au n o n - i n i t i e . D'abord, ces langues sont tellement nombreuses meme a l ' i n t e r i e u r d'un seul pays qu'aucune t r ibu ne voudrait se vo i r imposer comme langue nationale o f f i c i e l l e le d ia lec te d'une autre ethnie. En plus, l a majorite de ces langues n'ont jou i d'une forme ec r i t e qu'a l 'epoque moderne, ce qui veut d i re que tout r e s te ra i t a t raduire dans ces langues, tache impossible lorsqu'on pense aux ressources mater ie l les et humaines q u ' e l l e ex i gera i t . La trois ieme ra ison, c 'e s t q u ' i l faudra i t se mettre a inventer des m i l l i e r s de termes pour exprimer les r e a l i t e s technologiques modernes. IMeanmoins, malgre l a persistance inev i tab le du f ranca is en Afr ique, certa ins ecr iva ins negro-afr ica ins commencent a 4? in tegrer dans leurs oeuvres ecr i te s en frangais des mots, des structures et des images indigenes. Autrement d i t , i l s a f r i can i sent l ' o u t i l l i ngu i s t ique pour q u ' i l vehicule mieux l a r e a l i t e a f r i c a i n e : Reprenant a l a volee cette arme poten-t i e l l e ( l a langue frangaise) l a i s see l a par " l ' ennemi " , l ' e c r i v a i n negro-a f r i c a i n va l a transformer a un t e l point, que chargee d'un contenu nou-veau, e l l e pourra enf in exprimer les accents les plus profonds de son etre.1 Pigeon explique que les ecr iva ins negro-afr ica ins se trouvent sans cesse confrontes a l a d i f f i c u l t e de traduire avec des mots de France des r e a l i t e s de l a culture a f r i c a i n e . . . Debouchant bien souvent sur des approximations, i l s preferent puiser au reservo i r que leur o f f re leur lexique t r a d i t i o n n e l , a f in de garder aux objets decr i t s toute leur prec i s ion o r i g i n e l l e . 2 Les exemples foisonnent. Rene Maran nous i n i t i e a quelques lexemes de l a langue banda: yassi (femme), f a i r e gologolo (ronf ler) , yabaoI (une exclamation), et le Ga'nza ( l a grande bacchanale de l a c i r c o n c i s i o n ) . 3 Le Guineen Camara Laye evoque l a cora (sorte de harpe) et l a douga (grand chant danse, exc lu s i v i te des hommes de renom) qui font par t ie de l a t r ad i t i on malinke, a i n s i que tan (d ix ) , 5 mouan (vingt) et tan saba ( t ren te ) . Quant a son dernier ouvrage, Le Maltre de l a parole, i l contient un lexique malinke comportant 1 300 mots (pp. 266-314). Sembene Ousmane nous presente plus d'une trentaine de mots en ouolof, en d io la ou encore en arabe, dont le qu inqui l iba (une tisane), l a tara (sorte de chaise), le gueule (as s ie t te en bo i s ) , le M' iangkatang ( r i z b o u i l l i ) et les toubabs ( les blancs).^ AhmadDu Kourouma i l l u s t r e bien la tendance vers l ' a -f r i c a n i s a t i o n de l a langue frangaise par 1'invention de verbes ("marabouter, nuitez en pa ix " ) , de q u a l i f i c a t i f s ("des morceaux viandes") , par l 'emplo i de verbes i n t r a n s i t i f s avec un complement ("La p lu ie tombe la foudre " , ) , et par l a mu l t i p l i c a t i on d'images tres colorees pr i ses a l a culture malinke ("...analphabete comme l a queue d'un ane".) Comme nous 1'avons deja constate a i l l e u r s , le Malien Yambo Ouologuem se sert de mots et d ' incantat ions en langue loca le et en arabe sans les t raduire ( " a l i f l a m ! " . " Y a l l a h  a l ' a l l a h ! " ) mais sans vraiment a f r i c an i se r sensiblement son s t y l e non p lus . Enf in , l e Camerounais Mongo Be t i , dans Perpetue, in t rodu i t de l o i n en l o in des vocables bantous (Koundremann "paysan"; s i t a "ma soeur"; et mamelouks " f l i c s " ) tout en maintenant un s ty le tres soigne en frangais un i ver se l . Sur le plan s t y l i s t i q u e , nous avons deja constate que des A f r i ca in s comme Camara Laye et Yambo Ouologuem integrent des caracter i s t iques orales dans leurs textes, que ce so i t une repe t i t i on d'elements lexiques pour leur donner un rythme a f r i c a i n , ou encore des mots en debut de paragraphe ("Et donc, . . .Et l a t r ad i t i on d i t . . . " ) qui rappel lent le gr iot en t r a in de prononcer ses paroles enchanteresses. Lorsque nous considerons l a v i e i l l e langue acadienne dont se sert Antonine Ma i l l e t , le l i e n d i rec t entre l a forme que const itue cette langue "savoureuse" et le fond de cul ture a base de f o l k l o re dont e l l e est le vehicule, devient plus evident que chez les romanciers negro -a f r i ca ins . C 'est d i re que L 1Acadienne, dans l 'espace des dix ans qui separent son premier roman, Pointe-aux-Cogues (1958), de l a piece Les Crasseux (1968), a su passer d'un s ty le ofc- les v i l l a g e o i s ne prononcent que quelques mots acadiens epars, jusqu'au s ty le o& i l s par lent sans gene en v i e i l acadien, s t y le qui s ' ecar te autant du frangais in ternat iona l que le s ty le joua l i sant de Michel Tremblay, dont l a piece Les Bel les-soeurs para l t l a meme annee (1968). En f a i t , Maximilien Laroche se demande s i An.tonine Ma i l le t n 'ava i t pas devance l ' auteur quebecois dans cette "nouvelle voie" qu 'e ta i t a l'epoque l 'emploi de l a langue du peuple, langue tout a f a i t ora le : Cette piece (Les Crasseux) a ete publ ie dans le numfero 5 de l a revue Theatre V/ivant. E l l e aurait norma-lement dD para i t re avant Les Be l l e s - soeurs. ..Les d ir igeants de Theatre  Uivant o n t - i l s sciemment retarde l a s o r t i e de l a piece d'Antonine Ma i l le t pour ne point desarmorcer cette bombe qu'ont ete Les Bel les-soeurs? Car dans cette nouvelle voie d'un theatre, que semblait inaugurer Michel Tremblav, Antonine Ma i l le t va encore plus l o i n . ^ La part grandissante de l ' o r a l i t e dans l 'oeuvre d'Antonine Ma i l le t s 'expl ique sans doute du f a i t q u ' e l l e n 'ava i t qu'a s ' e c l i p s e r pour l a i s s e r par ler les gens de son enfance, tandis que le meme procede chez les Noirs implique-r a i t l'abandon du frangais en faveur des langues l oca le s , done l'abandon de 1•universal i ty que visent les A f r i ca in s en optant pour le f ranga i s . J u s q u ' i c i , nous avons vu p lus ieurs exemples de l a v i e i l l e langue ancestrale d'Antonine Ma i l l e t . D'autres passages typiques se trouvent dans le reste de cette d i s se r -50 t a t i o n . La c i t a t i on su ivantedef in i t tres clairement l a langue que parle ses personnages: IMous comptons t r o i s principaux niveaux de langage en Acadie: le chiac ou f rang la i s des mil ieux urbains fortement ang l i c i se s ; le frangais so i -d i sant universe l de ceux qui se sont f ro t tes aux grandes ecoles; l'acadien qui est cette an-cienne languegardee presque a l ' e t a t pur depuis l ' a r r i v e e des premiers colons s o r t i s surtout du Centre-Ouest de l a France au XVIIe s i e c l e . C 'est ce trois ieme niveau de langage qui est ce lu i de l a Sagouine et qui remonte... a R a b e l a i s . 1 0 La Sagouine, Acadienne beaucoup plus authentique que l 'Evangel ine idea l i see de Longfellouj, f a i t l a r e f l e c t i o n suivante sur l a langue q u ' e l l e par le : Le pretre, l u i , dans son prOne, i l par le coume l a femme du docteur, i l sort des grands mots pis i l v i re ben ses phrases. I l s appelont ga de 1 ' a l l i t e r a t u r e . IMous autres, j 'avons jamais vu une graine d ' a l -l i t e r a t u r e de notre v i e . Je parlons avec les mots que j 'avons dans l a bouche et j ' a l l o n s pas les charcher ben l o i n . Je les tenons de nos peres qui les aviont regus de leurs aieux. De goule en o r e i l l e , coume qui d i r a i t . Ca f a i t que c 'es t malaise de par ler au p r e t r e . 1 1 L'auteur des Cordes-de-Bois savoure pleinement cette langue, et para i t meme 1 ' e xa l te r l o r s q u ' e l l e e c r i t : . . . E t Ozite me les raconta tous, avec fas te , entra in, glouglou dans l a gorge, sa l ivant sur chaque mot q u ' e l l e s 'en a l l a i t chercher l o i n , au trefonds de ses e n t r a i l l e s et de ses re in s . Des mots que je n 'avais pas entendus depuis un s i e c l e ou deux, mais que mon a leu le , puis ma grand-mere, puis ma mere avaient gardes au chaud 51 dans leur ventre pour moi: hairage, 1 9 usance, tretous, l ang i , amouneter... Pour terminer notre examen de l a langue ora le, ajou-tons a l a l i s t e de l a v i e i l l e Ozite quelques mots qui f i g u -rent dans le lexique de La Sagouine: su 1 l 'empremier (autre-f o i s ) ; aouindre ( s o r t i r ) ; bombarde (sorte de guimbarde); les usses ( s o u r c i l s ) ; l a phale ( l a gorge); le mitan ( le mi l ieu) et l a jarnigoine ( l a deb rou i l l a rd i se ) . References 1Gerard Georges Pigeon, " P a r t i c u l a r i t e s l ex i ca le s du f ranca i s des ecr iva ins negro -a f r i ca ins " , Presence francophone, No. 12, p. 54. 2 Pigeon, pp. 58-59. 3Rene Maran, Batouala. ^Laye, L 'Enfant no i r . 5 Laye, Le Regard du r o i . ^Ousmane, D Pays, mon beau peuple! 7 Kourouma, Les S o l e i l s . 8 Ouologuem, Le Devoir de v io lence. 9 Maximi l ien Laroche, "Les Crasseux d'Antonine M a i l l e t " , L ivres et auteurs quebecois, 1968. 1 0 M a i l l e t , note au debut de son Gkissaire acadien, dans Les Cahiers Renaud Barrault 91, p. 117. 1 1 M a i l l e t , La Sagouine, p. 79. 1 ? Ma i l l e t , Les Cordes-de-Bois, p. 53. 5.2 2. Pays, h i s t o i r e , g inealogie et ceux qui les racontent S i l a langue parlee est le seul v ra i moyen de trans-mission d'une t r ad i t i on orale et d'un f o l k l o re v ivant, l a matiere a transmettre, e l l e , est mu l t ip le . Cette derniere comprend en e f fe t tout le patrimoine c u l t u r e l d'un peuple, de 1 'appartenance a une region geographique jusqu'a l a communion avec les ancetres, en passant par les legendes qui constituent l a g l o i re de leur h i s t o i r e c o l l e c t i v e . Dans les pages qui suivent, i l sera question de tous ces themes, a in s i que des h i s tor iens de v i l l a g e , des gr io t s et des conteurs qui en ont assure l a perennite. Etudions tout d'abord le theme de 1 'appartenance a l a te r re , au pays des ancetres, theme tres important jus -qu'a nos jours dans toutes les societes paysannes, et cela pour des raisons evidentes — ces peuples vivent directement des cultures et du b e t a i l dont l a production depend de l a t e r r e . Ce fut et c 'e s t toujours le cas pour l a majorite des hommes, y compris les diverses ethnies des pays f r an -cophones d 'A f r ique. Avant les independences, Rene Maran raconte l a f u i t e , & maintes repr ises recommencee, du peuple du chef Batouala devant l 'avance des colonisateurs blancs. Les noirs cherchaient une terre o& s ' i n s t a l l e r a f in de v ivre en paix, a l ' a b r i des Europeens, mais en vain: . . . L a l a l a l a ! Nous n'avions pas f i n i de bQtir nos cases et de defr icher les ter ra ins convenant a nos p lan-tat ions , que ces maudits blancs 53 etaient deja sur nous. Vers l a f i n de son roman autobiographique, L'Enfant noir (1953), l e regrette Camara Laye f a i t d i re a son pere, lors du depart de son f i l s pour l a France: I l reste dans notre pays tant de choses a f a i r e . . . Dui, je veux que tu a i l l e s en France. . . on aura besoin i c i sous peu d'hommes comme t a i (p. 184). Le pays et 1'importance de l a terre deviennent,quatre ans plus tard, des sujets encore plus urgents sous l a plume de Sembene Ousmane. Dans des passages rappelant a s 'y me-prendre le roman ha l t ien Gouverneurs de l a rosee ( 1946) de Jacques Raumain, le jeune heros senegalais Oumar ressent 1•appartenance a la terre de son enfance: Ses yeux avaient vu le jour dans ce pays; i l se savait pe t r i de cette glebe qui e t a i t s ienne. Sa peau e ta i t impregnee de sa saveur. Depuis son enfance, i l s ' e t a i t f r o t te a e l l e de l a tete aux p ieds. Ah, q u ' i l aimait l a te r re , cette te r re , sa te r re , comme i l l a che r i s s a i t ! II en e ta i t ja loux. II l a comparait a une femme aimante, et aimee. 2 Parmi les oeuvres plus recentes, l e roman malinke Les So l e i l s des independances presente un chef depose, Fama, qui retourne a son pays nata l , l e Horodougou. II est obl ige pour ce f a i r e de traverser une nouvelle f ron t i e re nationale qui , comme partout sur ce continent morcele par les Europeens, d i v i se des gens de meme ethnie: Un batard, un v r a i , un dehonte de rejeton de l a foret et d'une maman qui n'a sQrement connu ni l a main-dre bande de t i s su , n i l a d ign i te du mariage, osa, debout sur ses 54 deux t e s t i cu l e s , s o r t i r de sa b-Quche que Fama etranger ne pouvait pas traverser sans carte d ' i d e n t i t e ! Avez-vous bien entendu? Fama etranger sur cette terre de Horodougou! 3 Le gr io t t r a d i t i o n a l i s t e Babou Conde chante les louan-ges du pays na ta l : En e f f e t , l a terre natale, en depit de 1 1 h o s p i t a l i t e qu'on peut trouver en d'autres pays-- l e pays hote ignore le rang s o c i a l ! — l a terre natale sera toujours plus qu'une simple t e r re : c 'e s t toute l a T e r r e ! . . . E l l e reste, malgre tout, un horizon f am i l i e r et des fagonsde v iure, qu'on emporte avec s o i . . . i l s etaient dechi -res. L ' e x i l , a l a v e r i t e , semblait d i f f i c i l ement supportable aux deux garcons.. G'est sur un ton plus epique q u ' i l r e i t e re des s e n t i -ments pare i l s apres l a v i c t o i r e de Soundiata sur les forces ennemies: Ueritablement, c 'e s t a l'amour de nos pays que nous devQns notre v i c t o i r e sur Soumaoro. S i , par consequent, j ' accepte avec emotion ma nomination par vous tous a l a tete de tous nos pays, l 'honneur, c 'e s t a notre patr iot isme a tous que je desire le re s t i tue r .5 Le pays revet une importance encore plus evidente dans l ' h i s t o i r e des deportes acadiens, et partant dans l 'oeuvre d'Antonine M a i l l e t . Seduite par l a v ie des habitants du v i l l a ge acadien de son pere, l 'hero'ine de Pointe-aux-Coques decide de repondre favorablement a l ' appe l de son appartenance ances-t r a l e et de rester done.en Acadie. Dans l a piece Les Crasseux, a in s i que dans le conte comico -epique Don L 'Or igna l , l a ter re const itue un enjeu notable dans l a b a t a i l l e que l i v r e n t 55 gens d'En-haut et gens d'En-bas. Dans son monologue i n t i t u l e "La lune" , l a Sagouine, porte-parole d'un peuple depossede et deporte, n'a plus d ' i l l u s i o n s a propos de l a t e r re : D'accoutume une terre appartchent pas a c ' t i - l a qui l a trouve ou ben l a defr iche le premier. E l l e appartchent a c ' t i - l a qu'est assez fo r t pour bousculer l ' au t re ou assez r iche pour l ' a che te r . Parce que s i les terres res t iont & c ' t i - l a qui l a def r iche, j ' a r i o n s - t ' i pas encore nos cinquante arpents, nous autres, que j ' y a i d i t , a Gap i ?° Le monologue "Le recensement" revele l'amertume c o l l e c t i v e des Acadiens qui resu l te de leur condi t ion: Ben quand c 'es t q u ' i vient un temps ad c 'e s t qu'une parsoune peut pus noumer son a r l i g i o n , sa race, son pays, sa te r re , et pis qu ' a ' peut pus noumer l a langue qu 'a ' par le , ben c ' t e parsoune-la s a i t peut-etre pus au juste quel genre de sorte de facon de parsoune q u ' e l l e est . A' s a i t peut-etre pus r i e n . 7 La preoccupation de l a ter re revient dans Par derr iere  chez men pere, 0 6 l e premier conte, "Ma Dune", et le dernier, "Le Pays", in s i s tent beaucoup sur cet attachement primor-d i a l des Acadiens & leur coin de pays. Dans Mariaaqelas, l e vieux Ferdinand f a i t l a r e f l e c t i o n suivante a propros du ro le de la merdans l a vie des gens de l a cote: - - J e le sa i s , Ba s i l e . J ' a i vingt ans de plusse que t o i . Ben l a mer appartchent i tou au pays, avec tout ce qu'y a dedans. Pis l e pays, i l est gouvarne par d'autres que nous autres (p. 177). 56 Quant aux Cordes-de-Bois, l ' auteur y f a i t de nouveau a l l u s ion au "Grand Derangement" et aux terres confisquees par les Anglais: Surtout que Hal i fax a ses raison pour garder jalousement ses archives ante-r ieures a 1755 oo. auraient pu se g l i s -ser les t i t r e s egares des premiers habitants de Grand-Pre. Mais les descendants des ancetres n'en voulaient plus de Grand-Pre, Hal i fax pouvait dormir t r a n q u i l l e . Pourvu que chacun garde sa terre et sa part de dune... (pp. 157-158). Plus l o i n , l a Neo-Brunswickoise evoque le cas p a r t i c u l i e r d'un clan des cotes: . . . L a terre avait toujours appartenu aux Mercenaire, depuis le premier du nam a debarquer au pays. C ' e t a i t un f a i t . Et on aborda encore un coup l a dangereuse question des dro i t s ances-traux. Le f i l s de Jerome a Tilmon a Melas a Jude avait her i te d'une terre defr ichee par ses aleux et oo fumait aujourd'hui l a forge; et i l comptait appeler cette terre l a sienne (p. 187). Lorsqu'on arr ive a Pe lag ie - l a -Charret te , on constate que le theme centra l du roman, nous i r i ons meme jusqu'a d i re egalement l 'obsess ion des personnages de cette odyssee acadienne, est sans canteste le retour penible a l a terre natale, a l 'Acad ie frangaise devenueNova Scot ia a leur insu apres l ' expu l s ion de 1755 par les forces br i tanniques: C ' e t a i t l a ter re qu 'ava i t chois ie ses aleux un s i e c l e auparavant, cette Acadie s i vierge qu'on y p lan-t a i t des semences et des plants sauvages. Jamais et nu l le part e l l e ne retrouvera i t terre plus vigoureuse et plus l i b r e . Terre plus revee par cinq generations de ses peres (p. 123). 57 Ce ne sont tautefo i s pas tous les Acadiens qui ont cho i s i de retourner au pays des neiges et des pommiers: Mais l a Louis iane, i l s l ' ava ient cho i s ie , . . . terre de France a l 'heure oh toute l'Amerique tombait piece par piece dans le giron d 'Ang le te r re . . . Ceux des prisons de Londres, ceux de B e l l e - I s l e , ceux des A n t i l l e s , et meme de Sa in t -P ie r re et Miquelon, s ' a f f r e -ta ient des goelettes et parta ient pour l a Louisiane (p. 111). Pourtant, en depit de l ' a t t r a i t de cette nouvelle "Acadie du sud", le personnage de Pelagie LeBlanc incarne l ' e s p r i t indomptable et bute de ceux qui tiennent a regagner l a terre de leurs aleux: Pourquoi se donner tant de mal pour se fonder une terre neuve s i au bout de cent ans on devait l'abandonner aux betes sauvages et aux Ang la i s ? . . . Paci f ique Bourgeois et Jeanne Bourgeoise, sa femme, s ' a s s i rent encore un coup sur le co f f re de fami l l e et jurerent qu'on ne l ' o u v r i r a i t qu'en Acadie (p. 110). Arr ives enfin a la Baie Frangaise, l ' a c t u e l l e Baie de Fundy, i l s trouvent que tout est detru i t ou entre les mains de l 'ennemi. Certains desesperent alors de retrouver un pays: — L e Sauvage conte qu'y en a p lus ieurs des notres au fond des anses et des baies, dans les bois, a l ' a b r i c . — A l ' a b r i c chez eux, en Acadie. Alban a Charles a Charles baissa les yeux et se tu t . Mais Pelagie l ' en tend i t tout de meme. I l l u i d i s a i t que l 'Acad ie , ga n ' e x i s t a i t p lus; q u ' i l n'y aurait plus desormais que des Acadiens (p. 342). Mais Pelagie ne partage pas son pessimisme: —Quo i c 'e s t que ga peut fa i re? q u ' e l l e d i t . C 'est les hommes qui fa i sont l a 58 te r re , et point l a terre qui f a i t les hommes. La 0C1 c ' e s t que je marcherons, nous autres, i l faudra bien q u ' i l s b a i l l i o n t un nom S l ' e n d r o i t . Je 1'appellerons l ' Acad ie . Par rapport que j ' a l l o n s l a r e b a t i ' , tu vas ouere, j ' a l l o n s l a r e b a t i ' 5 grandeur du pays(p. 342). Et poussant a ins i vers l a va l lee de Memramcook et vers le nord, les Acadiens ont peuple toute l a cote de l ' a c t u e l IMouveau-Brunsuiick, tandis que d'autres se sont trouves en Nouvelle-Ecosse et a l ' l l e du Prince Edouard. Seul Grand-Pre, le berceau de l 'ancienne Acadie, " r e s t a i t desert, i s o l e , muet comme un temple antique hante par ses dieux" (p. 350). Le theme de l a terre des ancetres accapare toutes les images et toute l ' energ ie des dernieres pages de ce roman: . . . l ' A c a d i e nouve l l e . . . avait joue a co l i n -ma i l l a rd avec le dest in et avait f i n i par labourer tous ses champs et replanter ses racines partout (pp. 350-351). Comme 1'appartenance terr ienne, l ' h i s t o i r e , que ce so i t l a pe t i te h i s t o i r e f am i l i a l e ou encore l a legende epique connue de toute l a c o l l e c t i v i t e , joue un ro le considerable dans l a t r ad i t i on qui insp i re les l i t t e r a t u r e s n e g r o - a f r i c a i -ne et acadienne, II n 'est pas rare de trouver des exemples oo l a pet i te h i s t o i r e et l ' H i s t o i r e epique coexistent dans le meme ouvrage. C 'est a in s i que, du cote a f r i c a i n , Yambo Ouologuem passe du ro le de chroniqueur h i s tor ique a ce lu i de romancier a l ' i n t e r i e u r du meme roman, Le Devoir de v io lence: La premiere par t ie constitue une ver i tab le geste mi- legendaire, mi -h is tor ique de l 'empire IMakem... Faisant contraste avec cette 59 premiere pa r t i e , l a deuxieme et l a trois ieme semblent etre au r a l e n t i . Le ton n'est plus du tout epique, mais p lutot personnel, voire int ime. C'est l a pet i te h i s t o i r e qui s ' i n -terpose et entrecoupe l ' H i s t o i r e . 8 Dans Le Maltre de l a parole, l 'epopee malinke de Soundiata, racontee parle grand gr iot Babou Condi et t r adu i -te en frangais par Camara Laye, contient e l l e aussi de nom-breuses per ipet ies en marge du f i l h i s tor i co - legenda i re de premier p lan. Du cote acadien, Mariaagelas raconte les combats de paroles et de ruse entre Mariaagelas et l a veuve a Ca l i x te : Une l u t te epique entre l a contrebandiere qui change les dest in ies du v i l l a ge et l a pieuse femme qui commande aux dest in ies de l a paroisse (p. 45). S i l a designation d'epopee ne convient pas, Pe lag ie-la -Charret te pourra i t certainement se q u a l i f i e r neanmoins de roman h i s to r i co - l egenda i re . Et meme s i cette odyssee ne chante les hauts f a i t s d'aucun pr ince, les aventures de Pelagie et de Beausole i l Broussard prennent souvent une a l l u re comico-legendaire, un peu a l a maniere de Rabelais: Les Broussard de pere en f i l s jouaient avec les baleines et se moquaient de l a vague et du nordet. I l s avaient tous bu plus d'un coup a l a grande tasse, comme qui d i r a i t , et en avaient garde dans le gosier une couche de se l qui leur va l a i t cette voix grave et rauque. — E t une so i f qu'on se passe de pere en f i ' . . . Beauso le i l , r i ant de tout son visage e n s o l e i l l e , se contents de se taper l ! 'os de l a cuisse du revers de l a main.. . (pp. 92 et 94). Et tout comme les deux ouvrages a f r i ca in s c i te s plus haut, Pelagie presente a l a f o i s l ' H i s t o i r e des manuels 6.0 s co l a i r e s , et l a pet i te h i s t o i r e des heros acadiens meconnus. C 'est toutefo is cette derniere qui a l a vedette, prenant des proportions legendaires: Et P e l a g i e - l a - G r i b o u i l l e . . . remit encore un coup tous les traineux de l a macoune a leur place en jurant q u ' e l l e e c r i r a i t elle-meme l ' h i s t o i r e du pays, s ' i l f a l l a i t , l ' h i s t o i r e v ra ie , c e l l e de sa f ami l l e et des l ignees deportees dans le Sud et qu i , sans l a charrette de Pelagie, son a leu le , y seraient restees. Vo i l a (pp. 26-27). Mais les Acadiens de l 'ancienne Acadie ne connaissaient de l ' h i s t o i r e que les chapitres qu'on se passait de bouche a o r e i l l e au pied de l a cheminee, et oa n 'entra ient point les ro i s d'Egypte (p. 31). . . . B e l o n i e . . . n 'ava i t r ien o u b l i i , l e radoteux-conteux-chroniqueur, de l a pe t i te h i s t o i r e des aleux. I l pouvait tout vous raconter, dans un seul sou f f l e , les ancetres comme les descendants, vous derouler tout un lignage sans rater une ma i l l e , et vous crocheter l ' h i s t o i r e d'un peuple qui a l l a i t de France en Acadie, en passant par l ' e x i l , durant une pe t i te generation, une toute pet i te generation (pp. 68-69). En l i s an t cette derniere c i t a t i o n , on d i r a i t 1' un de ces gr iots oues t -a f r i ca ins rares et venerables, assis a l'ombre d'un baobab, a l ' a b r i du s o l e i l malien vers 1975; et pourtant, i l s ' a g i t d'un vieux "defr icheteux-de-parente" acadien, ass is dans l'ombre d'une charrette, quelque part entre l a Georgie et l 'Acad ie , vers 1775. Dans l 'une et l ' au t re soc iete, on i n s i s t e beaucoup en ef fet sur l a l i gnee, sur les morts et les ancetres. Aujour-d'hui encore, en Afrique noire, l'homme sans descendants et 61 l a femme s t e r i l e susc itent l a p i t i e , sinon l ' ho r reur . II ne faut surtout pas que l a l ignee se rompe: ...Mariam jeune f i l l e , avait ete promise a Fama, parce que partout on protes ta i t de le vo i r se consumer dans une s t e r i l i t e aride avec Salimata. ...Fama avait peur. Comme authen-tique descendant i l ne re s t a i t que l u i , un homme s te r i l e ...5 De meme, l a t r ad i t i on i n s i s t e sur 11 importance, pour les chefs hered i ta i res surtout, de savoir les noms de tous leurs ancetres: One of the devices for preserving t r ad i t i on s , espec ia l ly those of ru le r s , i s by making stools for departed c h i e f s . . . kept in a spec ia l s too l room... On each f o r t i e t h Sunday, the Akwasidae, l i b a t i o n , i s poured by the chief and his elders on the s too l s . On such occasions the names of a l l the ancestor chiefs who died in o f f i c e are mentioned with the i r spec ia l a t t r ibutes and by-names. This among other things enables the chief to remember a l l the departed ancestors . . . that l i b a t i o n is poured on a l l important occasions when the chief and his counci lors f e e l the need to invoke the guidance and blessings of the ancestors. . .Linen pouring l i b a t i on s , ch iefs attempt to summarize the history of the people. 1 1-' Patr ick Merand f a i t a l lus ion au " sou f f l e des ancetres" l o r s q u ' i l e c r i t : La veneration des ancetres est une pratique generale dans toute l ' A f r i que animiste. L'homme qui qui t te le monde, ne meurt pas: i l r e jo in t les ancetres et protege le c l an . C'est pour cette raison que les vivants font des s a c r i -f i c e s aux "manes" des ancetres, c ' e s t -a-d ire & leurs espr i t s toujours presents. Dans un de ses contes, Sirago Diop decr i t de l a fagon suivante l a mort du vieux Samba: Les souf f les qui portaient l a nuit s•attardaient au f a i t e du tamatinier, attendant que le corps use l a i s s a t s 'envoler l'ame pour l a guider vers l a demeure des a n c e t r e s . 1 2 De la meme fagon, Rene Maran evoque les croyances animistes en rapport avec l ' au -de l a : . . .Batouala, le grand mokoundji, ne sera plus qu'un voyageur. I l p a r t i r a , les yeux clos a jamais, pour ce noir v i l l a g e qui n'a pas de chemin de retour. C 'est l a q u ' i l re jo indra son "baba", et tous les anciens qui y avaient precede ce d e r n i e r . 1 ^ Avant le depart de Camara Laye pour Conakry, sa mere . . . ava i t f a i t immoler un boeuf a l a memoire de son pere et invoque 1 'as-s istance de ses ancetres, a f in que l e bonheur m'accompagnat... 1^ Dans l e passage suivant, Ahmadou Hourouma nous met dans l a peau noire de Fama l o r s q u ' i l decr i t tout le poids et toute l ' a u t o r i t e des morts sur ce chef malinke dechu et humil ie: Le s o l e i l caressa i t les nuques et ses rayons sans raison prolongeaient les murmures en fa i sant p e t i l l e r les tombes et les f e u i l l e s jonchant le c imet iere. C ' e t a i t l e susurrement des manes et des doubles des enterres sortant de l ' au t re monde pour s ' a s seo i r et boire les priferes. Une assemblee nombreuse et i n v i s i b l e entourait , pressa i t et e tou f fa i t les p r i eu r s . E l l e e ta i t grosse de tous les va leu-reux et honoris a'ieux Doumbouya. Cent f o i s piteiax Fama devait leur pa ra l t re ! Leur unique descendant male tondu, seche et deshabi l le par l a co lon i sat ion et les Independences.^ En e f f e t , l 'on doit beaucoup de respect aux ancetres dont les " sou f f l e s " planent toujours dans l ' a i r : 63 — Ne reve i l l ons pas les morts pour les meler a nos quere l les , d e c l a r a i t -e l l e . La^memoire des defunts est sacree. Dans l a scene d iver t i s sante du Regard du ro i oo Clarence decide d ' a l l e r consulter D iok i , l a v i e i l l e so rc ie re , ce meme respect reapparalt : —Mais que voulez-vous que je l u i parte? s ' e c r i a Clarence. A son age, on devrait l a porter au c imet iere. - -Ta i sez-vous ! d irent les gargons. E l l e f i n i r a par vous entendre...Et puis pourquoi plaisantez-vous aux depens des morts? Cela n'est pas bien.17 B ' i l est done evident que les defunts jouent un ra le considerable dans l a v ie des A f r i c a i n s , et souvent comme contrainte au to r i t a i r e dont on a peur, i l est u t i l e par contre d'evoquer leur souvenir lorsque cela favor i se la t r ad i t i on que l 'on t ien t a su ivre: — E t apres? Ce jeune homme e s t - i l le premier a prendre p lus ieurs femmes? Nos ancetres n'en o n t - i l s pas toujours use a i n s i ? 1 8 Qu'en e s t - i l des Acadiens de jadis dont le tableau a ete brosse par Antonine Mai l let? Les ressemblances avec les A f r i ca in s sont surprenantes. Cependant, i l ne s ' a g i t plus l a d'une genealogie royale pour les chefs de l a t r i b u , mais p lutot de c e l l e d'un peuple ayant perdu toutes ses terres et tenant par consequent a ses arbres genealogiques, conserves et transmis par l a t r ad i t i on Drale: Pour cette nation dispersee, l a seule permanence1 t ient au respect de l a t r ad i t i on ora le . A i n s i , pour contrer l a derive du Grand Derangement, on doit dec l iner son nom comme on deroule un parchemin. C 'est l 'unique manifere de se retrouver. On s ' appe l le done David, a Gabrie l a Frangois Cormier de l a 6 k branche des P ierre a P ierre a P i e r r o t . ^ Chez Antonine Ma i l l e t , et natamment dans son roman du Goncourt, l a l ignee est aussi pr imordiale que dans les romans a f r i c a i n s : [.'important, au d i re de Jeanne Aucoin, c ' e t a i t de danner a Charles a Charles une descendance par l a voie des males et ne pas l a i s s e r s 'e te indre le nom de Girouard...20 —P lu s se que l a v ie , tu dis? quoi c 'e s t qu'y a de plusse que l a v ie d'un homme? — C ' t e l l e - l a de sa l ignee, q u ' i l f i t , l e mousse. 2 1 Et v o i c i quelques l ignes d'un dialogue entre le vieux Belonie et l a Mort: — H i e r et avant-hier, ce n 'est pas aujourd 'hu i . Entre les deux, l a v ie m'a rendu un h e r i t i e r qui a surgi des eauxi Tu m'avais leur re , v i e i l l e ch ip ie , t ' ava i s point emporte toute ma l ignee dans ta charret te. fa f a i t qu'asteur, bas is , j ' a i plus besoin de t o i . . . . E t s i mes roues te passaient sur le corps, par accident? — L a l ignee est assuree sans moi, dumeshui, gene-toi p o i n t . 2 2 En Acadie, 1»aide-memoire genealogique constitue par les tabourets des chefs a f r i ca in s devient, chez les Acadiens, les cheveux des membres de l a f am i l l e , entre autres choses: C 'est a in s i que l 'on cons t i tua i t un arbre genealogique f a m i l i a l en brodant avec les cheveux des disparus le tronc de 1 * a rb re , . . . l e s branches ( les cheveux des enfants), et les f e u i l l e s ( les cheveux des pe t i t s -en fan t s ) . II a r r ive encore que l 'on conserve le c r u c i f i x et les poignees que l ' on enleve du c e r c u e i l . " Les Acadiens, tout comme les A f r i c a i n s , tenaient leurs rnorts en reverence, quand i l ne s 'y melait pas egalement de 65 l a peur: Meme s i c 'e s t l e plus souvent les mauvais qui reviennent sur te r re , les bons peuvent aussi revenir pour rassurer les parents inquiets de l a place q u ' i l s occupent au c i e l , ou encore pour reprimander ceux qui sont demeures inconsolables.24 Won seulement le mort a - t - i l l a f a c u l -te d 'appara l t re, mais aussi de pouvoir jeter des sorts.25 Dans Mariaagelas, l 'hero'ine futee se sert des cra intes de Soldat-Bidoche, un simple d ' e s p r i t , pour fiaire accro ire a tout le v i l l a g e que le revenant "en lambeaux de drap" est son pere defunt. E l l e avait monte ce fantome pour a t t i r e r l ' a t t e n t i o n des paroiss iens l o i n de l ' end ro i t 0C1 se f a i s a i t l a contrebande: — C a f a i t que je me mef iera i s , moi, de ces morts mal enterres, quand c 'es t que viendra l a Toussaint. Y en vient tous les ans, c ' t e j o u r - l a , de ces effares du pigatouere, avec leux jambes molles et leu face pa le. — Des revenants?.. . — C h u t ! . . . S i tu les appel les, c 'e s t sOr q u ' i l s viendront. II e ta i t trop tard: Bidoche avait deja prononce l e nom Op. 44). Puisque ce sont en quelque sorte les morts et les an-cetres qui se racontent a travers Pelag ie -1a-Charrette, i l est souvent question de leur presence, de leur appel aux vivants des charrettes : Car les racines, c 'e s t aussi les morts. Or Pelagie avait l a i s se ^derriere, semes entre l a Grand'Pree et les colonies du Sud, un pere et une mere, un homme et un enfant qui l ' appe la ient chaque nuit depuis quinze ans: " U i e n s - t ' e n ! . . . " (p . 16). . . .un chef de fami l l e ne saurait se contenter d'un h e r i t i e r ou deux, dans 66 les cent ans a ven i r ; car les morts c r i a i en t vengeance, et les foyers etaient v ides. Les prochaines gene-rat ions ne disposeraient que d'un s i e c l e pour rattraper le s i e c l e perdu et empecher l a race de s ' e -te indre. Seuls les berceaux venge-raient l 'Acad ie (p. 237). D ' a i l l eu r s r ien n 'ava i t change dans le comportement de Jeanne Aucoin apres l a mort du v i e u x . . . E l l e attendait que le defunt l u i fasse signe, d ' o r d i -naire en l u i t i r an t le gros o r t e i l , puis e l l e a l l a i t dormir. Ca, depuis cinq ans (pp. 252-253). Les deportes s 'adressent a leur tour aux defunts, leur demandant consei l s ou secours: Les femmes, debout, serrent les en-fants dans leurs;;jupes et parlent a leurs morts...Charles a Charles, vous avez eu bon coeur dans votre v ie , hein, Charles a Char les? . . . Souviens-toi de ton gargon et de tes f i l l e s , mon beau jars de Charles-Auguste (p. 289). A l a f i n du roman, Pelagie, sa tache hero'ique accomplie, adresse ses derniers mots au vieux Belonie defunt: . . .Tu peux ven i r . . . Be l on ie . Et je saurai y par le r , a ta Faucheuse, je saurai y re ten i r l e bras s i e l l e ( l a Mort) ose le lever trop tot au-dessus des enfants du pays. . . (p. 344). Examinons les g r io t s a f r i ca in s et les vieux conteurs acadiens, a f in d ' e t a b l i r , l a auss i , des pa ra l l e l e s entre les deux t r a d i t i o n s . Patr ick Merand d e f i n i t dans les termes suivants les fonctions du g r i o t : Des historiens-comediens qu i . . . sava ient raconter des episodes de l ' h i s t o i r e ancienne de l ' A f r i q u e . Ces mises en scene re l a ta ien t les conquetes de Soundjata, . . . I 1empire songhal ou 67 le royaume de Ghana. Moins ser ieuses, les lu t tes entre t r ibus vo is ines, les sa t i re s de l a societe etaient autant de pretextes pour reunir des specta-teurs cur ieux. . .Les MDliere a f r i c a i n s . . . savaient trouver les mots justes pour capt iver un publ ic de paysans ravis de sour ire de leur car icature.26 Robert Cornevin, l u i , se re jou i t de l'avenement du magnetophone po r t a t i f qui permet d*enregistrer bon nombre des t rad i t i ons orales avant que ne meurent leurs detenteurs, car ceux-ci se ra re f ien t de plus en plus: Certes l a formule d'Amadou Hampate Ba demeure "Un v i e i l l a r d qui meurt est une bibl iotheque qui b ru le " , mais nombreux sont encore les gardiens de l a t r ad i t i on qui peuvent conf ier au magnetophone le depot sacre des ancetres.27 En ce qui concerne leurs f reres de metier acadiens, Antonine Ma i l le t en f a i t l ' e loge lo r s d'une interview en 1976: Les plus grands poetes acadiens furent les chroniqueurs, les compo-seux de complaintes, les defricheteux de parente, les conteux de contes et de legendes. Ceux-la savaient v r a i -ment rebat i r l e monde pour q u ' i l se mette a ressembler a leurs souvenirs et a leurs reves. C 'est pourquoi i l y a tant de diables et de revenants dans l a legende d'Acadie, mais aussi tant de geants et de heros.. .Seuls les conteurs savaient approcher une matiere aussi confuse, aussi vivante, sans tenter d'y mettre de l ' o rd re et de l a logique; ga leur s u f f i s a i t , a eux, de l a raconter.28 II est & remarquer que les gr iots et les conteurs f igurent et sont exaltes dans presque tous les romans examines i c i , acadiens aussi bien que negro-a f r i ca ins , ce qui n 'est pas tellement etonnant du reste, vu que les romanciers noirs et l a roman-68 c ie re blonde sont eux-memes conteurs, c ' e s t - a - d i r e maitres de l a parole e c r i t e . Du cote a f r i c a i n , Yambo Ouologuem, comme nous l 'avons deja note a i l l e u r s , adopte le s t y le des gr iots dans Le Devoir de v io lence, part icul ierement dans l a premiere pa r t i e , "La legende des Sa' ifs", o& i l s ' a g i t de presenter 700 ans d ' h i s -t o i r e oues t - a f r i ca ine . Plus recemment, Le Maltre de l a parole de Camara Laye, 1'ipDpee de Soundiata, fondateur de 1'empire du Mal i , n 'est n i plus n i moins qu'un des l i v r e s de l a "b ib l iotheque vivante" Babou Conde, g r io t venere: . . .un homme qui n ' e t a i t nullement a son propre serv ice, mais au serv ice de la soc iete, de l a parole et de l ' au -de l a ; un homme enfin que person-ne n 'osa i t interrompre quand i l avait p r i s l a parole sous l ' a rb re a palabres, sans r isquer de s ' a t t i r e r des ennuis, des malheurs, provoques par les forces occultes mal i f iques de Babou! Car pour lui-meme, comme pour tous les Malinkes, l a parole d'un Belen-Tigui s i g n i f i a i t : magie (p. 29). Dans l 'ancienne Acadie qu'evoque Antonine Ma i l l e t , le "conteux-chroniqueux-defricheteux de parente", meme s ' i l n»appar tena i t pas a une caste a part comme en Afr ique, pos-sedait l u i auss i , dans certains cas au moins, des pouvoirs occul tes, et avait des fonctions souvent identiques a ce l l e s des g r i o t s . Le vieux Belonie de Pe lag ie - l a -Charr re t te savait par ler a l a Mart, dont i l pouvait entendre venir l a charret te . Et tout comme Babou Conde, on le respecta i t et se t a i s a i t quand i l prenait l a parole: —Uenez, venez tous, le radoteux va confer. Et l 'on vena i t . . . de tous les clans en route vers le nord. Belonie-le-Vieux a l l a i t con fe r . . . et deja i l 69 demandait a son audi to i re l a permis-sion de commencer... Ecoutez- le et taisez-vous (p. 305). Dans l a t r ad i t i on orale qu' incarnent ces conteurs, leur ro le d 'h i s tor iens de leur peuple en est un de premiere importance: ...maints gr iots — retragant I n v o -lu t ion po l i t i que du douloureux Nakem-Ziuko, sabordee par E l Hadj Hassan — ont chante que ce dernier, aprfes avoir jadis complote contre S a l f . . . Dan9 le court chapitre "L 'A f r ique et les g r i o t s " en avant-propos du Maltre de l a parole, Camara Laye d e f i n i t tres clairement ce ro le d ' h i s t o r i e n : En v e r i t e , l e g r i o t , un des membres impartants de l 'ancienne societe bien h ierarch i see, avant d 'e t re h i s t o r i en , detenteur par consequent de l a t r ad i t i on h i s tor ique q u ' i l enseigne, est, avant tout, un a r t i s t e et, en c o r o l l a i r e , ses chants, ses epopees et ses legendes, des oeuvres d ' a r t . . . . l a r e a l i t e h i s tor ique placee devant le g r io t n 'est pas contee par l u i t e l l e que l le ; i l l a raconte en employant des formules archa'iques; a in s i les f a i t s se trouvent transposes en legendes amusantes pour les profanes, mais qui ont un sens secret pour les personnes per sp i caces . . . . Et par fo i s meme, i l . . . transpose a t e l point que l a ver i te h is tor ique se trouve noyee dans le chant ou l a legende (pp. 21-22). C'est exactement de l a meme fagon qu'Antonine Ma i l le t se l i v r e a son gout de l a legende en transformant les f a i t s h istor iques en gestescomico-heroiques. Mais examinons p lutot les h i s tor iens q u ' e l l e decr i t dans son oeuvre, ces conteurs qui ne chantent pas les g lo i res des l ignages royaux, mais qui re la tent l a pe t i te h i s t o i r e des gens des cotes canadiennes. L'on constate qu'eux aussi embell issent les 70 f a i t s a f in d'en f a i r e des legendes agreables a raconter: Ce n 'est pas toujours f a c i l e de reconst i tuer l ' H i s t o i r e confiee aux seules o r e i l l e s d'une couple d 'Oz i te , t r o i s ou quatre P ierre a Tom et une demi-douzaine de chroniqueurs oraux qu'au pays on appelle des conteux ou des defr icheteux-de-parente. Pourtant> sans eux, i l se ra i t encore plus d i f f i -c i l e de denicher l ' o r i g i n e des Cordes-de-Bois sous le fatras de sot ies et de legendes qui encombrent l ' h i s t o i r e du pays des c o t e s . 3 0 . . . sans ces conteux et defr icheteux de Belonie, f i l s de Belonie, f i l s de Belonie, l ' H i s t o i r e aurait trepasse a chaque tournant de s i e c l e . . . Et sans l 'un de ces Belonie qui passe par l a , un so i r d ' h i v e r . . . II l ' a p e r c o i t a temps, l a moribonde, et l a ramasse, et l a redresse, et l a ramene pantelante mais encore chaude au l o g i s . Et l a , a coups de bQches dans l a magoune et de g i c le s de s a l i ve , pen t ! . . . on l a ravigote, l a garce, et l ' H i s t o i r e c o n t i n u e . 3 ' Camara Laye et Antonine Ma i l le t decrivent tous deux des t r a d i t i a n a l i s t e s octogenairesau regard l o i n t a i n , Babou Conde et Be lon ie- le -U ieux: Quel age a v a i t - i l le 15 mars 1963, lorsque nous l u i f a i s i ons v i s i t e ? Quatre-vingts ans, quatre-v ingt -d ix ans? IMous ne savona pas tres exacte-ment. Sa haute stature f r e l e . . . les profondes r ides qui ravageaient son visage emacie et osseux, montraient q u ' i l e ta i t vieux, tres vieux (Laye, Le Maltre, p. 3D). Seul le Be len-T igu i , nanti de son long baton, p a r l a i t en se deplagant. Par moments, son regard se braquait sur le sommet meme de l ' a rb re a palabres. Que rega rda i t - i l ? Nous ne savons pas. Nous ne savons pas exactement. Rien ne nous a ete communique de ces regards qui etaient comme absents. Mais sur quoi ou sur qui se f u s s e n t - i l s poses, sinon sur les genies de l a p a r o l e . . . 71 qui le Fa isa ient proph i t i ser sur l 'annee en cours et sur l ' a ven i r , (Laye, p. 3D). . . .Be lon ie premier, qui , en 1770, f e t a i t ses nonante ans, ass is au fond de l a charrette meme de Pelagie, premiere du nom (Ma i l l e t , Pelag ie, p. 12). Belonie- le-Uieux a l l a i t conter. I l ent ra i t deja en transes, i l regardait deja f i xe au-dessus des t e t e s . . . (Ma i l l e t , p. 305). L'aspect hered i ta i re de l a profess ion est apparent l u i aussi dans les deux cas: . . . i l va sans d i re que son savoir , i l le tenait de son pere, lequel l ' a tenu du s ien . L ' a l e u l de Babou Condi, Fremori Condi, e ta i t le g r io t de Imouraba Keta, f i l s de Manden-Bory, fondateur de l'Hamana, Kouroussa (Gu in ie ) . . . C'est depuis cette date l o in ta ine que les enfants males de l a t r i bu des Condi de Fadama etaient exerc is , des leur tendre enfance, a l ' a r t de par ler (Laye, Le Maltre, p. 31). Ce g r i o t , . . . tout comme son maltre Maghan Hon Fatta, avait aussi une longue ascendance qui , loyalement, se rv i t les ro i s du Mandin (Laye, p. 82). . . . E l l e ( l ' H i s t o i r e ) continue encore dans l a bouche de man cousin Louis S B i l on ie , qui l a t i en t de son pere Belonie a Louis, qui l a tenait de son grand-pere Belonie—contemporain et adversaire de l a G r i b o u i l l e — qui l ' a v a i t recue de pere en f i l s de ce propre B i l on ie , f i l s de Thaddie, f i l s de B i l on ie premier . . . (Ma i l l e t , P i l a g i e , p. 12). Les jeunes apprentis gr iots subissent une formation en profondeur, et l ' h i r i t f ce r ret rouv i de B i l on ie - le -U ieux su i t l u i aussi des "cours i n t e n s i f s " dans l a science et l ' a r t de son a'ieul: 72 Pour developper leur memoire, on prepara i t , a cet e f f e t , des sauces appretees avec " 1 1 i n te l l i gence du boeuf" (nerf vo i s in de l'oesophage que l 'on f a i s a i t extra i re apres avoir immole le boeuf) q u ' i l s consommaient avec une eau benite, ext ra i te du Coran (Laye, Le Maltre, p. 31). Belonie t e n a i t , . . . t e n a i t meme tres bien...comme s ' i l avait resalu de passer a sa descendance tout son savoir dans un seul s ou f f l e . On pouvait le voir des heures durant prendre a l ' e c a r t son p e t i t - f i l s , deuxieme du nam, et l u i rendre la memoire goutte a goutte. Et le deuxieme du nom ouvrait de grands yeux de d i s c i p l e qui gobe tout, le cru et le cu i t , l ' anc ien et le nouveau, le vra i et l e . . . r e s t a n t . Son a'ieul l u i p e t r i s s a i t l a memoire et 1'imagination comme une boulangere sa pate a pa in. Et le rejeton chaque jour so r ta i t du buisson la bouche plus grande ouverte et les yeux plus ahur is . — II va le rendre fou, que se p l a i gn i t un matin l 'une des Jeanne (Ma i l l e t , Pelagie, pp. 297-298). II. y avait bien sOr les conteurs plus spontanes, sou-vent i t i ne ran t s , qui improvisaient et inventaient sans trop se soucier d'une quelconque t r ad i t i on ancestrale a conserver et qui contrastaient par consequent avec les t r a d i t i o n a l i s -tes plus serieux, y compris ceux qui etaient rattaches a la cour d'un r o i . Antonine Mai l le t f a i t remarquer e l l e aussi l a meme sorte de d i s t i n c t i o n dans le contexte acadien: J ' a i vu et j ' a i entendu les derniers M'Bandakatts (clowns, chanteurs et danseur s ) . . . J ' a i entendu les Lavankatts r e c i t e r d'une t r a i t e le Coran tout ent ier , et, pour se delasser de leur exp lo i t , meler aux versets sacres la s a t i re aux depens des jeunes f i l l e s la ides et les v i e i l l e s avaric ieuses ( Diop;, Les Contes d'Amadou Houmba, " Introduct ion" , p. 10). 7 3 . . .Ce sont des gr iots certes, mais des marchands de musique, qui defor-ment vo lont iers les r ea l i t e s h i s t o -r iques; i l s ne connaissent que quelques bribes de l ' h i s t o i r e a f r i c a i n e , . . . Les vra i s g r io t s , c ' e s t - a - d i r e les Be len-T igu i , ou maitres de la parole, n 'errent pas dans les grandes v i l l e s ; i l s sont rares, se deplacent peu, restant attaches a l a t r ad i t i on et a leur terre natale (Laye, Le Maltre, p. 21). . . . T i t - L o u i s e ta i t un a r t i s t e , un a r t i s t e comme le pays en f a i s a i t a l 'epoque, tur luteux, violoneux, menetrier, conteux de contes, com-poseux de complaintes, diseux de bonne aventure et peinturlureux de tableaux (Ma i l l e t , Les Cordes-de-Bois, p. 120). Lu i , le vieux, ne s ' improv i sera i t point comme ga, au gre des vents et de l a houle des boeufs. Ses contes, i l les tenait de son pere qui les avait regus du s i en . On ne se passe point ga comme du tabac a chique. I l faut d ire que P ierre a P i t re Gautreau...pouvait aussi bien conter de jour que de nui t , a l a brunante, a l 'aube, debout, a jeun, mangeant, marchant, sautant, pe tan t . . . (Ma i l l e t , Pelagie, p. 136). Nous avons trouve des exemples oo le g r io t et le con-teur se servent de l a parole comme arme de guerre centre la t r i bu ennemie. Avant l a grande b a t a i l l e dec is ive qui devait avoir comme consequence 1 ' i n s taurat ion de Soundiata au t r i p l e totem comme fondateur et premier r o i de l 'empire du Mal i , l e gr iot adresse ses paroles au jeune prince et a ses troupes: . . . t u es le f i l s du l i o n , totem de l a p a t r i e , . . . tu es le ro i possesseur de t ro i s totems: c 'es t cette ext raord i -naire puissance q u ' i l faudra montrer demain dans l a p la ine de K i r i na , car Ik les homines craignent l a force: l a force des muscles ou de 1•espr i t ! . .• i l s n'avaient aucune inquietudej par l a parole, Ba l la Fassa l i Kouyate avait efface l a peur de leur coeur; i l avait galvanise leur coeur (Laye, Le Maltre, pp. 235-236). J ' a i entendu d i re que le massacre du Cap-de-Sable, c 'e s t l a derniere honte que les Anglais pourriont avaler, par rapport que s ix generations de conteux et de defricheteux avont f a i t serment de se passer cette h i s t o i r e vra ie d ' a l eu l en pere en rejeton (Ma i l l e t , Pelagie, p. 156). Dans cette discussion des gr iots et des conteurs qui f igurent au coeur des t rad i t i ons negro-afr ica ines et acadien-ne, nous avons i n s i s te sur les nambreuses caracter i s t iques q u ' i l s ont en commun. II faudra i t toutefo is reconnaltre qu•unedifference e s sen t i e l l e separe les deux groupes. I l s ' a g i t du ro le i n s t i t u t i o n n e l tres clairement d e f i n i que jouait le g r io t royal en Afrique noire par rapport aux vieux conteurs acadiens qui , eux, n 'eta ient au serv ice d'aucun maltre. A ce sujet , c 'e s t Le Maltre de l a parole qui nous montre le g r io t , toujours aux cotes de son r o i , et qui , en plus d'evoquer les grands explo i ts des ancetres du prince et de chanter l a g l o i re de sa l ignee, parle souvent a sa place, devinant jusqu'a ses pensees, jusqu'a ses react ions . Les c i t a t ions suivantes rappel lent, d ' a i l l e u r s , le maltre des ceremonies dans Le Regard du ro i qui interprete l a volonte du vieux naba d&apres le moindre pe t i t mouvement de sa barbiche octogenaire: Do-Samo s 'adressa a son peuple; i l p a r l a i t tres bas et comme pour l u i -meme — l a parole e ta i t un art femelle exclusivement reserve aux gr io t s et aux femmes; l e r o i qui prat iqua i t un art male, l ' a r t de gouverner un peuple, ne pouvait s 'en emparer et ne devait hur ler ! — et le gr iot c r i a les decis ions royales q u ' i l entendit et les comments en les agrementant. 3 2 Le gr iot qui savait parfaitement in terpreter chacun des gestes de son maltre s ' e t a i t comme immisce dans sa pensee; i l devina que c e l u i - c i acceptait et i l repondit a sa p l a c e . 3 3 References Maran, Batouala, p. 93. 2 Ousmane, • Pays, mon beau peuple! p. 75. ^Kourouma, Les S o l e i l s , pp. 103-104. Laye, Le Maltre de l a parole, pp. 177-178. 5 Laye, p. 253. ^Mai l let , La Sagouine, p. 85. 7 M a i l l e t , p. 138. 8 r David Mehall, "Propos sur les romanciers negro-a f r i c a i n s " , Presence francophone, no 7, p. 132. g Hourouma, Les S o l e i l s , pp. 93 et 102. 76 10 Richard M. Dorson, Fo lk lore and Trad i t i ona l History, p. 45. 11 Merand, La vie quotidienne en Afrique noire, p. 206. 12 Diop, " L 1 Heritage", Contes d'Amadou-Koumba, p. 163. 13 Maran, Batouala, p. 182. ;. 14 Laye, L'Enfant no i r , p. 135. 15 * Hourouma, Les S o l e i l s des independences, pp. 119-120. 16 r Be t i , Perpetue, p. 44. 17 Laye, Le Regard du r o i , p. 212. 18 Be t i , Perpetue, p. 179. 19 Andre Vanasse, "Un jupon dans les r i d e l l e s , Antonine Ma i l l e t : Pe lag ie - l a -Char re t te " , dans Lettres quebecoises, no 16, p. 14. 20 Ma i l l e t , Pelagie, p. 51. 2 1 M a i l l e t , p. 272. 2 2 M a i l l e t , p. 293. 23 Dupont, Heritage d'Acadie, p. 256. 24 HDupont, p. 258. v 2 5 D u p o n t , p. 260. Merand, La vie quotidienne, pp. 140-141. 27 Cornevin, L i t te ra tures d 'Afr ique noire, p. 95. na Andre Major, "Antonine M a i l l e t . . . " , dans Cahiers  Renaud Barraul t , pp. 113-114. 29 Ouologuem, Le Devoir de v io lence, p. 190. Mai l l e t , Les Cordes-de-Bois Ma i l l e t , Pelagie, pp. 11-12 Laye, Le Maltre, p. 60. Laye, p. 9 V . 78 3. La Mort IMous avons vu, dans les pages precedentes, 1'impor-tance que les A f r i ca in s et les Acadiens attr ibuent a leurs ancetres et a leurs morts, que les survivants considerent comme des par t i c ipants a c t i f s dans leurs a f f a i r e s . L 'au-dela et le monde des vivants sont done etroitement l i e s . I l faut s 'attendre par consequent & ce que le passage entre ces deux mondes so i t percu par les A f r i ca in s d'une fagon qui aurait des ressemblances avec l a perception qu'en ont les Acadiens. En e f f e t , les membres de l 'une et de l ' au t re soc iete croient vraiment & l ' au -de l a , a l a vie apres l a mort: Le v i e i l l a r d agonisant est convaincu de l ' ex i s tence de Dieu et des ance-tres . . .L•important, c 'es t l a v ie qui continue, sous un autre forme (Merand, La vie quotidienne en Afrique noire, p. 191). I l f a l l a i t . . . hab i l l e r le mort dans un beau costume... On ne mettait pas de sou l ier s au mort parce que ca f a i s a i t trop de bru i t dans le paradis . On les h a b i l l a i t bien pour donner une bonne impression a Saint P ierre et pour ne pas f a i r e honte aux maris et epouses a l a f i n du monde, alors que tout le monde sera i t l a (Dupont, Heritage d'Acadie, p. 252). Patr ick Merand f a i t remarquer qu'en Afrique l ' on accep-te l a mort avec res ignat ion et confiance, au moins dans les mil ieux les moins a t te ints du materialisme occ identa l . C 'est a in s i que le jeune Senegalais Samba D i a l l o , qui etudie en France, f a i t les re f l ec t i on s suivantes dans le roman philosophique de Cheikh Hamidou Kane, L'Aventure 79 ambigue; — I l me semble qu'au pays des Dial lobe l'homme est plus proche de l a mort, par exemple. II v i t plus dans sa fami-l i a r i t e . Son existence en acquiert comme un regain d ' au then t i c i t e . La-bas, i l e x i s t a i t entre e l l e et moi une in t im i te , f a i t e tout a l a f o i s de ma terreur et de mon attente. Tandis q u ' i c i , l a mort m'est redevenue une etrangere. Tout l a combat, l a refoule l o i n des corps et des e sp r i t s . Je l ' o u b l i e (pp. 167-168). De meme en Acadie, oo autrefo is l a pensee populaire a ce sujet cons i s ta i t en un melange de supers t i t ions et de croyances chretiennes ( s i tua t ion dont l ' equ iva lent a f r i c a i n se ra i t l'animisme qui coexiste avec l ' i s l am ou le c h r i s t i a -nisme), les gens connaissaient intimement l a mort: Quand on est mort, c 'e s t pour une baune escousse. Y en a qui avont peur de l a mort. Moi po int . Un pe t i t br in de dou-leur , que je me f i gure , pis c 'e s t f i n i . J ' a i assez s o u f f r i dans ma vie pour en endurer encore . 1 On mourra dans I'annee s i on ass i s te a une messe en r eve . . . On ne doit jamais pleurer la mort d'un pe t i t enfant, car Dieu viendra chercher un autre membre de l a f a m i l l e . Gapi m'a d i t . . . que de trop jongler sus l a mort, ga f a i s a i t r ien que corver pus v i t e . C'est point l a mort qui me f a i t jongler, que j ' y d i s , c 'es t ce qui vient apres. Ce qui vient apres l a mort, c 'es t l a mort, q u ' i l d i t . Et j ' y a i d i t d ' a r re ter de blasphemer. 3 Les animistes du continent noir formulaient eux aussi des superst i t ions a l ' endro i t de l a mort. C 'est a in s i que Rene Maran decr i t les preoccupations des survivants: Personne, au demeurant, ne pensait plus a ce mort. On avait des preoccupations autres et plus urgentes. Et d'abord, i l 80 f a l l a i t decouvrir l e doue de mauvais a e i l qui avait provoque , l a mort du pere de Batouala. IMous sommes nes pour v i v re . S i l ' on meurt, c 'e s t que t e l ou t e l a fabr ique un "yorro" ou profere des incantations La coutume des t r ibus de 1•Oubangui-Chari vou la i t que l 'on exposat l e cadavre du vieux pere de Batouala "hu i t jours p le ln s , et plus encore", car: Les anciens des anciens avaient, entre autres choses, remarque que, par fo i s , t e l qu'on croyai t mort, ne l ' e t a i t guere. I l s avaient vu des cadavres se ranimer, au moment oo on se preparait a les ensevel i r .5 IMous retrouvons une s i tua t ion identique racontee par l a f a -meuse laveuse de planchers acadienne: . . . l e pauvre J o s . . . j e 1 'avons v e i l l e cinq nuits pour etre sQrs q u ' i l e ta i t ben mort et q u ' i l avait point l ' i n t e n t i o n de revenir coume son defunt pere. La mort est consideree comme un refuge par les person-nages du roman de Rene Maran, et le bon sens terre a terre de Gapi, le mari de l a Sagouine, l e mene, l u i auss i , a ne pas craindre l ' au -de l a : Depuis que les boundjous etaient venus s ' e t a b l i r chez eux, les pauvres bons noirs n 'avaient pas de refuge autre que l a mort. E l l e seule les d e l i a i t de l 'esc lavage (Maran, Batouala, p. 117). Gap i . . . II d i t q u ' i l peut pas y aouere d 'enfer pour le pauvre monde, parce q u ' i l s l 'avont eu sus l a te r re , leur enfer (Ma i l l e t , La Sagouine, p. 140). La mort, face a l aque l le tous les hommes sont egaux, les r iches comme les demunis, peut amener l a r e c o n c i l i a t i o n , ou tout au moins une treve, entre personnes ou clans qui sont d 1 ord ina i re rivaux ou encore ennemis. Ce phenomene sociologique se manifeste chez les deux peuples: Batouala ( e t ) . . . B i s s i b i ' n g u i . . . p a r t i -c ipa ient tous deux a l a ceremonie funebre, assis cOte a cote. I l s s ' e t a ien t , en e f f e t , r e c o n c i l i e s . . . Mais B i s s i b i ' n g u i savait que Batouala ruminait contre l u i des projets de vengeance. Et Batouala savait que B i s s i b i ' n g u i savait (Maran, Batouala, p. 120). . . .v iennent en procession les gens d 'En-haut. . . Les gens d'En-bas viennent de l a d i rec t ion opposee... Finalement, l a pe l l e passe d i r ec te -ment d'une main d'En-haut a une main d'En-bas et a in s i de su i te sans 1 ' i n termedia i re du Docteur. A l a f i n , les deux groupes sont fondus en un seu l , toutes les tetes penchees au-dessus du cercue i l (Ma i l l e t , Les Crasseux, p. 68). La mort est personnif iee dans les deux t rad i t i ons l i t t e r a i r e s ora les, que ce so i t sous forme de " l 'ange de 1 mort" que nous depeint Cheikh Hamidou Kane, ou encore de " l a faucheuse" qui arr ive en fa i sant gr incer les roues de sa charrette dans Pe lag ie - l a -Charret te : Je sais que l a terre a absorbe ce corps chet i f que je voyais naguere. Je ne cro i s pas, comme tu me l ' a va i s appris quand j ' e t a i s enfant, qu 'Azrae l , l 'ange de l a mort, eOt fendu la terre en dessous, pour venir te chercher. Je ne cro i s pas qu'en bas, sous t o i , i l y a i t un grand trou par lequel tu t 'en es a l l e avec ton t e r r i b l e cDmpagnon (Kane, L'Aventure ambique, p. 186). . . .Car nul n 'est dupe au pays, c 'e s t l a Mort en personne qui est entree en l i c e ce j o u r - l a et qui a t i r e l ' e p e e contre l a Uie (Ma i l l e t , Pelagie, p. 286). Belon ie- le -V ieux, le conteur qui connait l a Mort et l a considere comme une compagne constante au cours de tout le t r a je t du retour des Acadiens vers le nord, l u i joue un tour en l a distrayant juste le temps de sauver l a v ie a Beausole i l Broussard, lorsque l a "faucheuse" ar r ive pour emmener c e l u i - c i . Vo i c i done un ext ra i t du dialogue entre Belonie et l a Mort: —Pas ces tuy- la , q u ' i l d i t . . . .Tout le monde est mortel, le Vieux, meme c e l u i - l a . —Pas aujourd 'hu i . . . . J e ne dist ingue pas aujourd'hui d ' h i e r n i de demain, je suis hors du temps. - -Faut f a i r e une pet i te exception pour l u i qui a une miss ion. ...Tous les hommes ont une miss ion. La sienne est f a i t e . —Pas achevee encore, i l l u i reste du monde a rentrer au pays. * * # — H i ! h i ! . . . T' as trop perdu de temps a placoter avec moi, v i e i l l e garce. Durant ce temps-la, le Beausole i l t ' a f i l e entre les roues (Ma i l l e t , Pelagie, pp. 290-291). References Ma i l l e t , La Sagouine, p. 140. Dupont, Heritage d'Acadie, p. 248. Ma i l l e t , La Sagouine, p. 129. Maran, Batouala, p. 125. Maran, p. 119. Ma i l l e t , La Sagouine, p. 106. 83 4. Contes, complaintes, legendes et epopees Nous passons i c i a une consideration de l ' a spect plus specifiquement l i t t e r a i r e des t rad i t i ons orales en Afr ique et dans les v i l l a ges francophones des provinces at lant iques du Canada. Robert Cornevin presente p lus ieurs c l a s s i f i c a t i o n s de l a l i t t e r a t u r e orale mises au point par des afr icamistes de renom. Pour les besoins de notre examen, nous a l lons commen-cer par les contes et complaintes pour etiiidier ensuite les legendes et les h i s to i re s d 'ordre epique. Nous parlerons des proverbes plus l o i n , dans l a par t ie de cette etude t r a i -tant des croyances et de la sagesse. Le conte t r ad i t i onne l a f r i c a i n reveta i t une importance de premier plan dans l a transmission des valeurs de l a c u l -ture a f r i c a i n e : Des sa prime jeunesse, l 'enfant accede a l a culture a f r i ca ine par les contes, les legendes, les fab les , les devinet-tes ou les proverbes qui l u i sont racontes par une grand-mere ou par une tante. Apres le repas du so i r , l a vei l lee reunit les enfants autour du f e u . . . La, chacun est a l 'ecoute de 1•enseignement des ancetres qui par-lent par l a bouche des anciens: morale, r e l i g i o n , h i s t o i r e et d ivert i s sement. . . Les conteurs ne savent n i l i r e , ni ec r i re et ne detiennent leur savoir que grace a l a t r ad i t i on ora le . L ' a r t de l a parole est deja, a l u i seu l , un element cap i t a l de l a culture a f r i c a i n e : i l permet d ' e v e i l l e r l a cu r i o s i t e i n t e l l e c t u e l l e de l ' a u d i t o i r e , d 'exercer l a memoire et de transmettre le s a v o i r . 1 Les Contes d 1 Amadoul-Koumba en fournissent des exemples oo le conte se termine par une formulation e x p l i c i t e de l a morale q u ' i l vehicule: Et dans l a nu i t , N'Gor Sene s 'en retourna dans sa case, pensant que c 'es t le premier toupet de Kotj Barma qui avait ra i son: "Donne ton amour a l a femme, mais non ta con f i ance " . 2 Ains i doivent etre payes ceux qui oublient les bonnes actions.- 5 L ' h i s t o i r e acadienne du bateau-fantome semble contenir e l l e aussi un avertissement contre des comportement depraves, contre des crimes graves; Et le capita ine des I l e s - Sa in t -P ie r re et Miquelon raconta a son equipage l a macabre aventure de ce navire qui brule depuis des s iec le s sur les cotes de 1 ' A t l ant ique i C ' e t a i t un chatiment e te rne l . L'equipage de ce bateau s ' e t a i t rendu coupable de quelque faute grave: le v i o l d'une jeune Indienne, ou le massacre d'un v i l l a g e , ou l ' i ncend ie des maisons de Grand-Pre... on ne savait plus tres b ien. II c i r c u l a i t p lus ieurs versions sur l a nature du peche que devait expier ce bateau- la.^ Le r e c i t cosmogonique est ce lu i oa l e peuple essaie d 'expl iquer l ' o r i g i n e d'un phenomene naturel ou d'un compor-tement quelconque. C 'est a in s i que dans le r e c i t "Les Mamelles", Birago Diop explique l a creat ion des deux c o l -5 l i nes qui surplombent l a pointedu Cap-Vert. Dans Batouala, c 'e s t le jeune Don Juan B i s s i b i ' n g u i qui raconte l ' h i s t o i r e de l 'e lephant et de l a poule, r e c i t qui se termine de l a fagan suivante: C'est depuis ce temps que M'Bala, l ' e lephant , v i t dans l a brousse et Gato, l a poule, parmi les v i l l a ge s des hommes.k Dans Le Maltre de l a parole, le g r io t explique les debuts du chant et de l a danse du "Coba" : 85 Pour l 'heureuse c irconstance, ce s a i r pendant l a danse du " S o l i " , aucun gr iot ne chantera; je chanterai moi-meme en ton honneur, une chanson que les jeunes garcons Malinke, candidats a l a c i r con -c i s ion chanteront pour ressusc i ter ce grand evenement, jusqu'a l a f i n des temps... Mansa Bele, le vieux r o i , s ' e t a i t place a leur te te . II voula i t montrer aux adolescents comment se chantait et comment se dansait le "Coba" ou Grand Evenement, q u ' i l avait excep-tionnellement cree en l 'honneur de son hero'ique f i l s Namandian.7 Nous sommes parvenus meme a trouver deux exemples, amu-sants ceux- la, de ce genre de conte chez Antonine M a i l l e t . Mais i l faut d ire q u ' i l s ' a g i t l a d'anecdotes p lutot que de vra i s contes: Cel ina l a boiteuse, rouge de p i s s e n l i t fermente... tapait du pied de son pied bot sur les p lanches , . . . Tam-di-di, t am-d i -d i . . . e t les planches resonnaient et creaient des rythmes s i cocasses et impromptus, que depuis ce jour l 'on se passe en Acadie, de generation en generation et de noce en noce, le ree l d i t de l a boiteuse qui f a i t les be l les v e i l l e e s des joueurs d 1 accordeon. Q Les nouveaux maltres ( les Anglais) avaient prohibe le port d'armes chez les Acadiens. . . —Qa f a i t q u ' i cachiont leurs f u s i l s et racontiont des h i s t o i r e s . Et vo i l a l ' o r i g i n e de ce vaste reper-t o i r e de contes d 'ours, puise a meme l e fonds des contes d'animaux, mais d i v e r t i et adapte. Car i l e ta i t plus prudent a un Acadien de l a sombre epoque de raconter, les yeux fermes, au gouverneur anglais q u ' i l avait abattu un ours a coups de fourchette, que de l u i avouer q u ' i l possedait une arme a f e u . . . Apres quoi les gouverneurs anglais croyaient les Acadiens capables de tout et barr icadaient leurs femmes et leurs enfants.9 Dans les contes negro-afr ica ins les animaux se trouvent 8 6 a f o i s o n , e t chaque a n i m a l . . . e s t a f f u b l e d'une p e r s o n n a l i t e c a r i c a t u r a l e p o u r m e t t r e en s c e n e l e s t a b l e a u x de l a s o c i e t e d es hommes... ( c e ) s o n t l e s t r u c u l e n t s e t s a v o u r e u x p e r s o n n a g e s des r e c u e i l s de c o n t e s de B i r a g o D i o p , de B e r n a r d D a d i e , d'Andre R a p o n d a - l i l a l k e r , de Boubou Hama, e t de t a n t d 1 a u t r e s . 1 ° A t i t r e d ' e x e m p l e , p a r m i l e s nombreux animaux p e r s o n -n i f i e s q u i f i g u r e n t dans l e s c o n t e s r e d i g e s p a r B i r a g o D i o p s e t r o u v e n t F a r i , l ' a n e s s e ; G o l o , c h e f de l a t r i b u d es s i n g e s ; D i a s s i g u e , l a maman-caiman; K o u p o u - K a l a , l e c r a b e aux l o n g s y e u x ; M ' B o t t e - l e - C r a p a u d ; N i e y e - 1 ' E l e p h a n t ; S e g u e - l a - P a n t h e r e e t G a y n d e - l e - L i o n . L e s noms c h a n g e n t m a i s l a d i s t r i b u t i o n b e s t i a i r e e s t p a r e i l l e p o u r l e s r e c i t s que r a c o n t e B a t o u a l a e t dans l e s q u e l s l ' e l e p h a n t s ' a p p e l l e M ' B a l a , l a p a n t h e r e 11 Mourou, e t l e l i o n R B a r a m a . B i e n qu'en r e g i e g e n e r a l e l e s b e t e s ne s o i e n t n i a u s s i n o m b r e u s e s n i p e r s o n n i f i e e s au m e m e p o i n t c h e z l e s c o n t e u r s a c a d i e n s , nous a v o n s r e l e v e l e c o n t e de l a B a l e i n e b l a n c h e , p r e s e n t e p a r B e l D n i e - l e - V i e u x e t oo f i g u r e n t une p o u l e b l a n -c h e , un r e n a r d b l a n c , un o u r s b l a n c e t e n f i n une b a l e i n e 12 b l a n c h e . Ces b e t e s ne p a r l e n t t o u t e f o i s p a s . Dans s e s c o m m e n t a i r e s des c o n t e s de B i r a g o D i o p , Hamidou Kane s o u l i g n e l a s t r u c t u r e t y p i q u e m e n t a f r i c a i n e de t e l s c o n t e s : . . . 1 ' a l t e r n a n c e des " d i t s e t c h a n t s " . . . p e r m e t de r e t r o u v e r l e s a u a n t a g e s du c o n t e o r a l . Le c o n t e u r p o p u l a i r e , c o n -f r o n t e a s o n p u b l i c , c r e e s o n o e u v r e , i n c a r n e s u c c e s s i v e m e n t s e s p e r s o n n a g e s . II d i t , r e c i t e , c h a n t e e t d a n s e au b e s o i n . . . L a s e p a r a t i o n s i r i g o u r e u s e des g e n r e s n'a p a s c o u r s en m i l i e u t r a d i t i o n n e l . On c o m p r e n d . . . p o u r q u o i i l e s t i m p o s s i b l e de s e p a r e r l e c o n t e de l a p o e s i e . ' 1 - 5 87 En Acadie, i l existe des centaines de contes popula i -res, parmi lesquels Jean-Claude Dupont dist ingue p lus ieurs categories: Outre l a ser ie des contes merveil-? l e u x , . . . nous retrauvons aussi une ser ie de contes re l i g ieux qui peu-vent mettre en cause saint Joseph, Dieu, les anges, ou differemts sa ints populaires dans le peup le . 1 t f Parmi les contes acadiens q u a l i f i e s de mervei l leux, c i tons d'abord l e conte de fees compris dans le reperto i re de Belonie et qui s ' i n t i t u l e "La Dame geante de l a n u i t " , conte qui decr i t des def i s presque impossibles a re lever a f in d 'ob-ten i r une recompense, et des mots magiques q u ' i l faut trouver a l a su i te d'un long per ip le qui mene au fond des t r ipes de ' 15 l a d i t e Dame geante. Un autre conte tout aussi r iche en f a i t s invraisemblables est ce lu i des revenants des glaces, raconte cette f o i s par le heros acadien des mers, Beausole i l Broussard. 1 ^ Jean-Claude Dupont poursuit en decrivant les contes a r i r e et les contes sans f i n , qu i : sont generalement constitues d'episodes qui se repetent indefiniment sous d i f -ferentes formes jusqu'a ennuyer 1»au-d i t o i r e . 1 ' S i les contes oo les animaux ont l a vedette sont bien plus nombreux en Afrique que chez les Acadiens, c ' e s t par contre ce peuple de pecheurs qui l 'emporte pour ce qui est des complaintes: La complainte est une chanson en vers de facture popula i re; c ' e s t le r e c i t chante, jusqu'a un certa in point mime, d'un malheur connu que l 'on aime se rememorer. 1 ° 88 Dupont s ignale que l a presque t o t a l i t e des complaintes acadiennes racontent l e depart: pour se marier, pour t r a v a i l -l e r a l ' e t ranger , ou bien le depart impose par l a mort. II prete une attent ion specia le a ce q u ' i l appelle " l a geste des morts en mer". Notre exemple de ce genre se trouve dans Pe lag ie - l a -Char re t te . L'on compose cette complainte "a l a memoire du barde centenaire Belonie" apres le deces de c e l u i -c i . E l l e contient effectivement le malheur comme theme i n i t i a l : Ecoutez tous, pe t i t s et grands L ' h i s t o i r e d'un a ieu l de cent ans Qui v i t une vie sans descendants. Car tous les siens per i rent au large En un seul jour, un jour d'orage, Qui empDrta dans le naufrage La goelette et son chargement. P leurez- les tous, pe t i t s et grands (pp. 317-318). La legende apparait comme genre ora l dans les deux t r a -d i t i on s . Parmi les romanciers a f r i ca in s etudies i c i , c 'e s t Camara Laye qui nous a donne acces a 1'epopee de Soundiata en l a traduisant du malinke. II en a f a i t Le Maltre de l a  parole, l i v r e qui s ' appe l le en malinke: KOUMA LAFOLO KOUMA, h i s t o i r e du grand Soundiata, le f i l s de l a femme b u f f l e -et-panthere et du l i o n , premier Empereur du Mal i , ou h i s t o i r e de l a premiere Parole (p. 32). Les elements epiques qu'on y retrouve comprennent justement le theme centra l des hauts f a i t s d'un prince conquerant et les chants des gr iots qui exaltent l a l ignee g lor ieuse de c e l u i - c i . II s ' a g i t de " l a premiere h i s t o i r e qu'un gr io t t r a d i t i o n a l i s t e raconte a un Malinke devenu adu l te " . L ' h i s -t o i r e joue done un ro le symbolique important pour cette c o l -l e c t i v i t e ethnique. 89 Vers le debut de son roman Le Devoir de v io lence, Yambo Ouologuem nous i n i t i e a "La Legende des Sa l f s " dans ces termes: Veridique ou fabulee, l a legende de Sa l f Isaac E l Helt hante de nos jours encore le romantisme negre, et l a po l i t i que des notables en maintes republ iques. Car son sou-venir frappe les imaginations po-pu la i re s . Maints chroniqueurs consacrent son culte par l a t r a -d i t i on orale et celebrent a travers l u i l 'epoque prest ig ieuse des premiers Etats, dont le r o i , sage et philosophe, couronnait une epopee (p. Quant au heros du roman 0 Pays ? mon beau peuple!, 1 'au -teur nous l a i s se c ro i re q u ' i l passera a l a legende orale de son peuple, l u i auss i : Ce n ' e t a i t pas l a tombe qui e ta i t sa demeure, c ' e t a i t l e coeur de tous les hommes et de toutes les femmes. I l e ta i t present le s o i r autour du feu et le jour, dans les r i z i e r e s ; lorsqu'un enfant p l e u r a i t , sa mere l u i racontait l ' h i s t o i r e de ce jeune homme qui p a r l a i t a l a terre et, sous l ' a rb re de palabre, on honorait sa memoire. 1 5 Cette derniere c i t a t i o n nous rappel le l a facon dont Belonie, le vieux conteur et genealogiste de P e l a g i e - l a - Charrette, surv i t a son tour dans l a memoire des gens du retour d ' e x i l acadien: I l e ta i t present partout, le Belonie: aux cotes des Arsenault, grands chas-seurs d'ours et d 'or ignaux.. . aux cotes des Cormier qui tendaient des c o l l e t s . . . des Girouard qui pechaient sous l a glace les eperlans.. .20 En f a i t , chez Antonine Ma i l l e t , les f igures legendai -res sont surtout evidentes dans ses romans les plus recents. 90 C'est a in s i que Mariaagelas se f a i t legende grace a sa fcugue et sa debrou i l l a rd i se , car e l l e cho i s i t pour modele des per-sonnages legendaires: E l l e se senta i t l a vocation d'un homme, Mariaagelas, quelque chose comme un p i r a t e . Et e l l e reva i t au Capitaine Kidd qui , au d ire des vieux, e t a i t venu enterrer ses „ 1 tresors dans les sables de l a ba ie. L 'auteur ose meme q u a l i f i e r les aventures de Mariaagelas d ' i -piques, af f i rmat ion q u ' e l l e ne prend sans doute pas trop au ser ieux: . . . f i l l e de l a mer, des sables et de l a forge, l a superbe et magnifique Mariaagelas... I I ne l u i r e s t a i t que l a grande aventure...1 'aventure herolque et mervei l leuse des annees '20 - '30 le long des cotes de 1 'At lant ique: L'epopee de l a contrebande. 2 2 C'est sur ce meme ton de gaiete que l a romanciere pre-sente l a plupart des personnages "des legendes et des contes mervei l leux, horr i f iques ou facet ieux, comme se les passait 2 3 r son lignage depuis le debut des temps1?. La legende de Barbe-Noire i l l u s t r e bien ce goOt du mervei l leux: Tous les batiments de l a grande ipoque.. . pouvaient vous c e r t i f i e r que l a tete de Barbe-Noire s ' a l l u -mait dans les nuits sombres des mers de Caraibe, et que sa chevelure se t re s sa i t et se bouclaitptoute seule sous vos yeux ahur i s . . . II y a l a legende du cachalot qui a p r i s deux hommes sur son dos; c e l l e de ce "giant de Terre-Rouge, pr i sonnier des Anglais, qui s ' i t a i t creus i de ses propres mains un tunnel qui s 'en a l l a i t deboucher de l ' au t re cote de l a r i v i e r e , en terre l i b r e " ; ou encore c e l l e de ce "Robin des Mers", Beauso le i l Broussard, qui a rameni en Acadie des m i l l i e r s de d ipo r t i s 91 dans son batiment, l a Grand'Goule. CES h istoiresdeviennent des legendes de plus en plus brodees, car: ...chaque conteur rencher i s sa i t sur ses propres v is ions et apparit ions en mer... vaisseau fantome, batiment forban, bateau-sorc ier, bateau-en- feu. . . un autre avait vu de ses yeux vu le pe t i t bonhomme gr i s sans tete qui v e i l l e sur le tresor du capita ine 2 ^ Hidd enfoui dans les sables des cotes. Cette exageration, cet embellissement des r ec i t s sont des t r a i t s caracter i s t iques des deux t rad i t i ons ora les, l ' a f r i c a i n e et l ' acadienne. A ce propos, Rene Maran f a i t d ire au chef Batouala: Les "boundjous" ( les b l anc s ) . . . nous t r a i t en t de menteurs! Nos mensonges ne trompent personne. S i , par fo i s , nous embellissons le v r a i , c 'es t parce que la ver i te a presque toujours besoin d 'etre embell ie, c 'e s t parce que le manioc sans se l n'a pas de saveur. Quant a l a mahiere dont le g r io t presente les f a i t s h istor iques et les legendes, Camara Laye l ' exp l ique a i n s i : . . . i l l a i s se par ler son coeur avec plus de nature l , et a i n s i , sa trans-pos i t ion le conduit a une exageration des f a i t s — ou deformation de l a ver i te — qui d'abord accuse et ac-centue 1 1 expression, l a s p i r i t u a l i t y , et qui ensuite, par voie de conse-quence, commande d'autres exagerat ions.. . dest in ies a f a i r e equ i l ib re a l a premiere et a l ' accompl i r . II cree a ins i un systeme de discours qui amusent les profanes (car i l est maltre dans l ' a r t des periphrases) et p ro f i ten t aux personnes i n i t i e e s , avides de cannaltre 1 1 h i s t o i r e .27 Dans le l i v r e que nous venons de c i t e r , i l y a precisement quelques exagerations qui ressemblent a ce l l e s des r ec i t s Rabelais et des contes acadiens chez Antonine H a i l l e t . . . l e f i l s de Sogolon v i t l e baobab solidement plante devant l u i . D'un tour de bras i l l ' a r racha , le porta sur les epaules.. . (Laye, Le Maltre, p. 162). Les genses d ' i c i t t e l 'avons appele une baleine par rapport que l a ous-q u ' i l se passe jamais r i en , i l grossissont toute: ga f a i t qu'un barbeau, c ' e s t un epelan; un .epelan, c 'e s t une morue; une morue, c 'e s t une vache-marine; une vache-marine, c ' e s t un marsouin; et p is un marsouin, c 'e s t une baleine (Ma i l l e t , Par der- r i e r e , p. 81). . . . l a vra ie baleine, le monstre marin mythique qui depuis le debut des temps loge au fond des eaux pour .y avaler et recracher les heros qui meritent de r e s s u s c i t e r . . . ( M a i l l e t , Les-Cordes-de-Bois, pp. 255-256). C ' e t a i t un sorc ier s o l i t a i r e . . . ( q u i ) e ta i t s i grand et s i immobile qu'un arbre l u i poussait sur l 'epaule et que les oiseaux s 'en venaient y f a i r e leur nid (Ma i l l e t , Pelagie, p. 306). References 'Merand, La vie quotidienne, pp. 43-44. > Diop, Les Contes d1Amadou-Koumba, p. 47. 'Diop, p. 105. kMa 11 l e t , Mariaagelas, p. 181. 93 5 Diop, Les Contes d1Amadau-Koumba, pp. 31-41. Maran, Batouala, p. 50. 7 Laye, Le Maltre, p. 261. 8 M a i l l e t , P e l a d e , p. » 7 . 9 M a i l l e t , p. 322. 10 Merand, La vie quotidienne, p. 24. 11 Maran, Batouala. 12 Ma i l l e t , Pelagie, pp. 73-76. 13 Kane, Birago Diop, pp. 140-141. 14 Dupont, Heritage d'Acadie, p. 192. 15 Ma i l l e t , Pelagie, pp. 305-311. l 6 M a i l l e t , pp. 202-203. 17 Dupont, Heritage d'Acadie, p. 195. 18 Dupont, p. 29. 19 Ousmane, 0 Pays, p. 187. Ma i l l e t , Pelagie, p. 314. 2 1 Ma i l l e t , Mariaagelas, p. 26. 2 2 M a i l l e t , p. 31. 23 Ma i l l e t , Pelagie, p. 340. 24 " M a i l l e t , p. 42. 25 Ma i l l e t , pp. 194-195. 26 Maran, Batouala, p. 96. 27 Laye, Le Maltre, p. 22. 9k 5 Coutumes et croyances En mi l ieu i l l e t t r e , les contes et les legendes de l a t r ad i t i on orale constituent des instruments p r i v i l e g i e s dans le renforcement des coutumes et dans l a transmission des croyances du groupe s o c i a l . Ayant examine chez les ecr iva ins des exemples de cette l i t t e r a t u r e orale en Afrique noire et en Acadie, nous al iens nous pencher sur les coutumes que revelent leurs e c r i t s , a in s i que sur les croyances populaires qui s 'y rattachent. Nous entendons par "croyances" les evenements mystiques, les supers t i t ions et toute l a sagesse c o l l e c t i v e des deux peuples. -Dans le roman d'Ahmadou Kourouma, lors des f une ra i l l e s de Lacina, cousin de Fama, les gens de l'Horodaugou procedent a l ' immolation de quatre boeufs. Apres les pr ieres des marabouts et les chants genealogiques in tar i s sab les des g r io t s , tous les so l ides ga i l l a rds se leverent: . . .Torses nus, i l s s 1 attaquerent aux b D e u f s . Et avant qu'on l ' a i d i t , i l s l e s . . . f i r e n t tomber et les egorgerent. De grands couteaux f lamboyants... t rancherent . . . quand vint le partage de l a viande rouge, on proceda avec s o i n . . . selon les coutumes, qui ont f i xe pour t e l v i l l a ge ou t e l l e f am i l l e , t e l l e par t ie ou t e l morceau.. . 2 On rem^rque une coutume semblable dans Pe l a g i e - l a -Charrette. Les enfants acadiens du retour deperissent a t e l point que l 'on se trouve dans l ' o b l i g a t i o n d e . s a c r i f i e r l 'un des boeufs: De bien braves betes! Et Pelagie sour i t en songeant a l ' o ra i son funebre q u ' e l l e venait de leur chanter . . . Faute de messe 9 5 et d ' o f f i c i a n t , on accomplit le s a c r i f i c e dans les r i t e s , comme s i l 'on retrouva i t d ' i n s t i n c t ou par une sorte de memoire invo lonta i re les or ig ines primordiales de 1'im-molation. On lava l a v ict ime, l a parfuma d 'herbages. . . la Catoune... leva le couteau au c i e l et le planta dans la gorge o f fe r te (pp. 214-216). Une autre coutume a f r i ca ine oo le s a c r i f i c e du sang joue un ro le est c e l l e des r i t e s de passage qui marquent l ' en t ree des jeunes gens et des jeunes f i l l e s dans le cerc le des adultes. I l s ' a g i t de la c i r conc i s i on et de l ' e x c i s i o n respectivement: ...une epreuve vraiment menagant cette f o i s , et dont le jeu est totalement absent: l a c i r c o n c i s i o n . . . Je savais parfaitement que je s o u f f r i r a i s , mais je voulais etre un homme... Mes com-pagnons... comme mo i . . . etaient prets a payer le pr ix du sang. Ce pr ix , nos alnes l ' ava ient paye avant nous . . . 3 Ma f i l l e , sois courageuse! Le courage dans le champ de l ' e x c i s i o n sera l a f i e r t e de l a maman et de la t r i b u . Je remercie Al lah que ce matin so i t a r r i ve . Pour les Acadiens, le r i t e de passage est Chretien et ne comporte pas l 'angoisse des s a c r i f i c e s a f r i c a i n s : Lorsqu'un enfant f a i s a i t sa grande communion so lennel le , au printemps, i l f r anch i s sa i t une etape de l a v ie : i l passait de l 'enfance a 1 'adolescence. La jeune f i l l e e ta i t alors approximati-vement agee de quatorze ans, et le gar-gon plus vieux d'une ou deux annees. Les informateurs de plus de soixante-dix> ans disent qu'apres la grande communion so lennel le , le gargon com-mengait a porter des pantalons longs. II e ta i t a lors assez grand pour payer son habillement lui-meme par son t r a v a i l et i l commengait a a l l e r vo i r les f i l l e s . - ' 9.G I l ex i s te , bien entendu, de nombreuses coutumes a f r i -caines et acadiennes qui n'ont pas de pa ra l l e l e chez l ' au t re grouper II e ta i t de coutume... de separer les hommes avant q u ' i l s en arr ivent a l 'horreur du pug i l a t ; on cons idera i t que deux adu l te s . . . de sexe mascu l in . . . se frappant de toute l a force de leurs poings. . . courent grand risque de s ' en t re tuer . En revanche, on per-mettait aux femmes et aux enfants . . . de vider leurs querel les dans des rixes dont les v i c i s s i t u d e s . . . re jou issa ient les badauds... (Bet i , Perpetue, pp. 248-249). - - Vous voulez d i re q u ' i l s pourraient se v e t i r davantage? — (Mon, d i t Clarence. Je sais b i e n . . . q u ' i l f a i t tres chaud i c i . Je me demandais seulement pourquoi i l s se liment dies dents (Laye, Le Regard  du r o i , p. 93). Maintenant, par respect de l a coutume en vigueur dans le Manden,les deux femmes commencerent a se re layer chez leur epoux (Laye, Le Maltre, p. 127). Au v i l l a g e done, on f e t a i t l a Sa int -Va lent in : e ' e s t - a - d i r e que ce j o u r - l a , on g r i f f onna i t , t a i l l a i t , c o l l a i t et mettait a l a poste tout un courr ier de c a r i c a t u r e s . . . Chacun recevait son cour-r i e r sans se sent i r insu l te du nez trop long ou des o r e i l l e s trop detachees qu'on i n f l i g e a i t a son por ta i t (Ma i l l e t , Pointes-aux-Cogues. p. 89). . . . une dizaine d' informateurs du sud du IMouveau-Brunsuick ont p lutot parle de l a vente d'honneur en ce qui concerne 1'hebergement des v i e i l l a r d s sans parente (qui e t a i e n t ) . . . vendus a l 'encan a l a porte de l ' e g l i s e au plus bas encher is -seur (Dupont, Heritage d'Acadie. p. 247). A peine s i l a paroisse reus s i s sa i t a se payer un cure et un v i c a i r e . . . e l l e avait sur les bras en plus tous ces pauvres et ces vieux q u ' i l f a l l a i t p l a c e r . . . Dans ces condit ions, l ' E g l i s e devrait les p l a c e r . . . au plus bas pr ix , ses pauvres (Ma i l l e t , Les Cordes-de-Bois, p. 296). Les croyances a f r i ca ines et acadiennes constituent une r ichesse inepuisable pour les ecr iva ins les deux t rad i t i ons . Le peuple est attache aux phenomenes d 'ordre mysti que auxquels les societes i n d u s t r i e l l e s d 'aujourd 1 hui sont incapables de c r o i r e : . . . quand le gr iot met en scene l ' A f r i q u e et ses mysteres, ces mysteres qui ne sont guere imagi-naires mais ree l s , ses croyances, tant de choses longues a enumerer, courantes cependant en Afr ique, et qui etonnent fo r t l 'Europe, bien que l 'Europe a i t eu jad i s , e l l e auss i , ses propres mysteres et croyances, . . . i l devrait s u f f i r e de le reconnaltre pour accepter les notres (Laye, Le  Maltre. p. 21). Les doigts de fee etaient une ex-pression emportee du vieux pays. . . qui n 'ava i t point passe les fees avec 1 'express ion. . . Ce qui n'empe-chait pas le nouveau pays de se garder tres au f a i t . . . des f e e s . . . les classant au meme rang que les l u t i n s , loups-garous, sorc ieres et feux f o l l e t s qui , ceux- la, ne vous en f a i te s pas, etaient bien reels en Acadie (Ma i l l e t , Pelaa ie. p. 118). Dans Le Pauvre Chr ist de Bomba, le jeune narrateur raconte que sa mere l u i avait explique que l a p le ine lune, "plus grosse que toutes les autres" , e ta i t enceinte et que 1'enfant dont e l l e accouche chaque annee a l a meme epoque e ta i t l a p l u i e : De f a i t , cette apparit ion provoquait une se r ie de p lu ies qui ne s ' a r r e t a i t plus qu'aux approches de Noel.k En Acadie auss i , l a nature est p leine d'augures: . . . B a s i l e . . . avait s ignale l a presence des dauphins qui dansaient. . .La v i e i l l e Bidoche f i t alors remarquer que l a danse des dauphins pouvait ressembler 98 a un avertissement. I ls dansent l a mart, les dauphins, autant que l a noce, q u ' e l l e leur d i t .7 Dans l 'oeuvre de l a Canadienne-frangaise, i l est sou-vent question de giants qui font remonter son timaignage a l ' he r i t age " r abe l a i s i en " des Acadiens: — Quoi c 'e s t qui ramache la? Les giants? — Mais a qui c ' e s t qu'appartenait l 'ous de l a jambe que j 'ons d i t e r r i au bout de l a painte, dans c ' t e c a s - l a ? . . . Le t i b i a mesurait en e f fe t plus d'un metre. . . on d i t e -nait l a l a preuve du passage des giants au p a y s . . . 8 Autant que le mervei l leux, les innombrables super s t i -t ions que c i tent les auteurs iga ient leurs textes et rappel -lent au lecteur urbanise et s c o l a r i s i l e vaste domaine f o l k -lor ique de ses ancetres: A l a v e i l l e d'accoucher, Perpitue, comme toutes les femmes, semblait ployable a toutes les supers t i t ions , pourvu qu'on l u i assurat q u ' i l y a l l a i t de l a survie de l ' enfant (Bet i , Perpitue, p. 171). Le v i e i l homme accampagna Oumar... et l u i remit une amulette en po l l s de t i g r e . — Garde-la avec sa in, e l l e me vient de mon pere qui l a tenait du s i en . Dieu sera avec t o i , tu es un bon f i l s (Ousmane, 0 Pays, p. 156). . . . nous etions siverement avert i s que s i quelque femme nous voyait intimement, nous courrians le risque de rester a jamais s t e r i l e s (Laye, L'Enfant no i r , p. 133). — Y en a qui content que l a f i n du monde est proche, par rapport que des tortues divoront l a mer et que les i toue les f i l o n t moins v i t e que d 'ac -coutume (Ma i l l e t , Mariaagi las, p. 203). gg. Ze l i c a t i n t le bebe par les pattes au-dessus de la cuve. . . — C 'est une sapree be l l e pe t i t e p i s seuse. . . — Garrochez-y chacun un cenne dans le borceau, ga y portera chance (Ma i l l e t , Les Cordes-de-Bois, pp. 89-90). Belonie l ' a v a i t p red i t , d ' a i l l e u r s : trop de sept en cette annee-la. A e l l e seule, 1777 condensait les sept annees de vaches maigres et les sept p la ies d'Egypt (Ma i l l e t , Pelagie, p. 261). La t r ad i t i on orale des deux groupes comporte egalement l a sagesse c o l l e c t i v e detenue par les aines et q u ' i l s t rans-mettent de vive voix aux jeunes generations. Cette sagesse frappe le lecteur par sa justesse autant que par son bon sens, f r u i t de l 'exper ience durement vecue des v i l l a g e o i s : ...1 ' exper ience nous apprend que le temps n'a pas de valeur, on n'a qu'a s 'en remettre a sa sagesse (Maran, Batouala, p. 46). — V D U S n 'etes pas parvenu a v o t r e age, r e p r i t - i l , sans s a v D i r que toutes les ver i tes ne sont pas bonnes a entendre? "II d i t v r a i , pensa Clarence. D'une certa ine maniere, i l d i t v r a i . . . " — La v e r i t e , poursu iv i t D i a l l o , est une chose q u ' i l faut manier avec plus de precautions encore qu'un fer rougi a blanc (Laye, Le Regard du r o i , p. 185). IMos ancetres nous ont appris q u ' i l faut toujours passer l o i n des querel les de menage. Comme j ' a i entendu d i re , entre 1 ' e c D r c e et l ' a rb re , i l y a p e r i l a mettre le doigt (Bet i , Perpetue, p. 288). — Le blame des gens est l ' a f f a i r e de deux jours, et notre honte n 'est pas s i grande (Ouologuem, Le Devoir de  v io lence, p. 152). I\!0UME— (revenu de l a guerre) Heh! Un hou-me est un houme, C i t r o u i l l e , par 100 En-ibas comme par En-haut. Je l ' a i appris de 1 1 Autre-Bord. . . On a essayi de nous f a i r e ( c ro i r e que) . . . tout le monde du monde e ta i t pas du monde... mais v ' l a qu'un bon so i r les bornbes s 'ont mis a nous peter sur l a te tes ; et ce s o i r - l a , mon C i t r o u i l l e , tout le monde courait de la meme facon (Ma i l l e t , Les Crasseux, p. 43). C 'est dro le, hein? Parce que j ' a i entendu d i re qu'y a des femmes au-jourd 'hu i qui demandont r ien qu'une chouse, c 'e s t de qu i t ter leu maison: . . . Je cro i s ben qui!une parsoune se tanne de toute. Meme d 'e t re ben (Ma i l l e t , La Sagouine, p. 116). — Une vie est jamais & r e f a i r e , q u 1 e l l e l u i avait repondu. Et pis c 'es t ye l l e qui nous f a i t (Ma i l l e t , Mariaagelas, (p. 195). Car sans cette Savannah presque a sec, comment aurait-on f a i t passer les boeufs? et l a charretee d ' ex i l e s qu'on ramenait au pays? he in? . . . Faut etre reconnaissant a Dieu pour le chaud comme pour le f r o i d , pour l a secheresse comme pour l a p lu ie , quoi qu'on en d i t . Et benedicamus Dominum! (Ma i l l e t , Pelagie, p. 31). Dans certa ins cas, cette sagesse populaire s'exprime d'une maniere encore plus concise et plus savoureuse par le truchement de proverbes et de d ictons. Tant parmi les t r ibus a f r i ca ines que chez les Acadiens, le mariage semble donner tous les dro i t s a l'homme, tout au mains selon l a t r ad i t i on q u ' i l l u s t r e n t les deux proverbes suivants: S i seulement ma f i l l e , ma pauvre f i l l e v i v a i t encore, j ' a u r a i s beaucoup d ' a r -gent et je pa iera i s tout,mais, depuis que ma pauvre f i l l e est morte, mon gendre ne me regarde meme p lus . Morte ma f i l l e , mort mon gendre: ne connalt-on pas ce dicton dans ton pays, Pere? (Bet i , Le Pauvre Chr i s t , pp. 38-39). 101 — Horace, c r o i s - t u que le beau-frere viendra rester avec nous autres? . . . — Tu sais bien que non; c 'e s t pas l'homme qui demenage. Et selon son habitude, Horace s 'appuie sur une grande formule, comme un savant. — Q u i prend femme prend pays! (Ma i l l e t , On a mange l a dune, p. 83). Tres souvent les proverbes doivent leur a t t r a i t et leur saveur au f a i t q u ' i l s se rapportent au vecu quotidien des gens et a leur fagan de v iv re : On ne s 'attache pas a la couleur d'un pagne mais a sa s o l i d i t e (Ousmane, 0 Pays, p. 33). Absent le bouc, les chevres jouent (Maran, Batouala, p. 81). N ' eve i l l e pas l ' ours qui dart (Ma i l l e t , Pelagie, p. 9). Bien mai acquis ne p r o f i t e jamais, aimait a c i t e r le barbier pour se consoler (Ma i l l e t , Les Cordes-de- Bois, p. 58). Concluons par un passage pr i s dans Le Maltre de l a  parole et qui souligne 1' a f f i rmat ion de Patrick. Merand l o r s -q u ' i l e c r i t , " L ' A f r i c a i n email le sa conversation de proverbes. L'homme d'experience en connalt une multitude adaptee a g chacune des circanstances de la v i e " . — Je sais que lorsque l 'oeuf tombe sur l a p ie r re , ou sur la roche, c ' e s t l 'oeuf qui casse; lorsque l a roche tombe sur l ' oeuf , c 'e s t encore p i re ! d i t Moke Dantouman. ( S i g n i f i c a t i o n : Lorsqu'une jeune persanne a des demeles avec une personne agee, c ' e s t toujours la jeune qui a t o r t ) . — Quand ta main est dans une bouche pleine de dents, tu dois cha tou i l l e r l a personne; quand e l l e r i t , tu r e t i r e s tes doigts i n t a c t s . . . conclut Moke Moussa. ( S i g n i f i c a t i o n : Quand ta vie depend entierement d'une personne, tu 102 dois user de beaucaup de souplesse pour ne pas l a dicourager). LBS deux f reres se qui t terent en se renvoyant les proverbes. Toute l a sagesse est contenue dans les pro-verbes . 1 0 References Nous aborderons les manifestations i n s t i t u t i o n n e l l e s de ces croyances, notamment les guerisseurs, les sorc iers et les fe t i cheurs , de meme que l'animisme qui les i n s p i -rent, dans l a par t ie suivante. 2 Kourouma, Les S o l e i l s , pp. 146-147. \ a y e , L 'Enfant no i r , pp. 109-111. Kourouma, Les S o l e i l s , p. 33. 5 Dupont, Heritage d'Acadie, p. 199. 6 B e t i , Le Pauvre Chr i s t , p. 217. Ma i l l e t , Mariaagelas, p. 218. Ma i l l e t , Pelagie, p. 207. 9 r Merand, La vie quQiti ; dienne, p. 47. 10 Laye, Le Maltre, pp. 45-46. 103 6. Animisme et sorc iers Les coutumes et croyances populaires des ethnies negro-a f r i ca ines et du groupe acadien se traduisent dans l a v ie quotidienne par des pratiques ec l a i ran tes . Ces pratiques constituent des reponses aux problemes de la v ie te l s que l a maladie, l a mort, l a naissance et fournissent une exp l i ca t ion du dest in et des phenomfenes nature ls . Les interpretes t r a -d i t ionne l s de ces phenomenes deviennent des experts ayant acquis une grande connaissance du surnature l . Generalement d'un age avance, ce sont les guerisseurs, les so rc ie r s , les exorc is tes , les fet icheurs et les interpretes de l a nature qui font souvent preuve d'une v i s ion animiste du monde, v i s ion plus ou moins elabaree selon le mi l ieu s oc i a l dont i l s font p a r t i e . IMous avons deja f a i t a l lu s ion a l a presence de l ' a n i -misme chez les deux groupes. Les croyances animistes demeu-rent bien vivantes dans certaines regions rurales de l ' A f r i q u e , meme s i 1' islam et le christ ianisme leur font une concurrence grandissante. Ce qui pourrait surprendre par contre, c 'es t l a presence, au moins d'apres Antonine Ma i l l e t , d'un animisme en puissance chez les paysans et pecheurs acadiens d ' i l y a deux s i e c l e s , et ce la en depit de leur f o i chretienne bien enracinee: . . . l e souf f le de l a Catoune...se confond aux gemissements du vent. Encore une f o i s , le c r i des sorc ieres s 'arrache aux roseaux de Salem... Catoune... n'a plus d ' o r e i l l e s , plus d'yeux, r ien que des pores beants par tout le corps, des pores qui engloutissent les ondes qui f l o t t e n t 104 entre terre et c i e l . ' IMous proposons done d'examiner les "metiers du surna-t u r e l " mentionnes c i -haut qui s ' i n sp i r en t plus ou moins d'une perception animiste des problemes de l a v i e . Parmi ces problemes, l a maladie touche chaque membre du groupe s o c i a l , que ce so i t directement ou par l e b i a i s des parents ou des amis. Par consequent, les services des gueris seurs sont fo r t en demande dans les romans a f r i ca in s et dans ceux d'Antonine Ma i l l e t . Connaissant par l a t r ad i t i on ances-t r a l e les vertus des herbes et des plantes medicinales, i l s sont souvent a l a recherche de c e l l e s - c i q u ' i l s cue i l l en t dans l a brousse a f r i ca ine ou dans les forets et les champs du IMDuveau Monde: Bouremi... demande a etre conduit dans un buisson de l i e r r e s , pour y c u e i l l i r les herbes d'un breuvage secret (Ouologuem, Le Devoir de v io lence, pp. 66). . . . outre leurs pouvoirs magiques, ces deux v i e i l l e s femmes avaient un don inne de l a pharmacopee des pays de l a savane; e l l e s en cq.nnaissaient p a r f a i -tement 1'importante f l o r e , dont e l l e s savaient s i bien t i r e r le mei l leur pa r t i (Laye, Le Maltre, p. 125). Jeanne Aucoin et Cel ina plongerent encore un coup dans la jeune fougere du printemps. Comment t i r e r des bois de nouvelles combinaisons medicinales? Melanger peut-etre le p e t i t - v i o l o n a l a s a l separe i l l e ? l e jus du chevre-f e u i l l e a l a chaux v i ve ? . . . f a i r e b o u i l l i r l ' ecorce du bouleau blanc arrachee du haut en bas du bord du s o l e i l levant? (Ma i l l e t , Pelagie, p. 333). A part les plantes, i l y a egalement les g r i s - g r i s et les e l i x i r s qui font par t ie des remedes popula ires: 105 . . . l e s g r i s - g r i s , ces l iqu ides myste-rieux qui eloignent les mauvais espr i t s et qui , pour peu qu'on s 'en enduise le carps, l e rendent i n v u l -nerable aux ma le f i ce s . . . chaque g r i - g r i a sa p ropr i i t e p a r t i c u l i e r e (Laye, L 1 Enfant no i r , p. 11). Et l a v i e i l l e Sarah Bidoche s'amenait chaque so i r avec son cruchon c u e i l l i r l 'eau gluante du lac pour en f r o t t e r ses rhumatismes (Ma i l l e t , Mariaagelas, p. 73). Les remedes dont se servent les guerisseurs peuvent etre des plus b izar res : Ce remede c ' e t a i t : en app l i ca t ion , t r o i s f o i s par jour, sur l a p l a i e , de l a cerve l le f ra lche de jeune caiman (Diop, Les Contes d'AmadOu-Koumba, p. 57). Apres les queues de cer i ses , l 'on essaya les compresses, et les emplatres, et les f r i c t i o n s , et les bains d 'ur ine, et il'e c o l l i e r de gros s e l , et les cones de plantes femelles du houblon... et l ' on se preparait a laver Pelagie dans l 'eau de source c u e i l l i e avant l 'aube au matin de Paques. . . (Mai l let , Pelagie, p. 335). Les ouvrages examines i c i indiquent malgre taut que par fo i s les gens temoignent autant de respect pour les guer i s -seurs que pour les medecins formes dans les un iver s i tes : Les blancs ont leurs doctorros, les n&gres leurs s o r c i e r s . Soyez surs q u ' i l s se ressemblent et que ceux-ci valent bien ceux- la . I l y a de bons doctorros et de mauvais s o r c i e r s . II y a de bons sor -c iers et de mauvais doctorros (Maran, Batouala, p. 184). Un bon rabouteux vous rabouterait son bras mieux que n'importe quel scienceux s o r t i des ecoles (Ma i l l e t , Mariaagelas, p. 163). IMombreux neanmoins sont les romanciers a f r i ca in s qui s 'en prennent aux guerisseurs de v i l l a g e pour avoir p ra f i t e 106 de 1'ignorance et de l a c redu l i te des paysans: I l a tout avoue; et son miro i r qui n ' e t a i t qu'un miro i r comme les autres et ses simagrees qui avaient pour but d' impressionner les gens; et les questions stupides q u ' i l posa i t : "Tu as perdu un proche parent ces derniers temps, n 'es t -ce pas ? " . 2 ...Nkomedzo, homme de grande reputa-t i on , comme le sont toujours chez nous les imposteurs et les charlatans.- 3 I l ferma l a f.enetre, s'approchant de l a femme. One g i f l e arrets Dougouli. "Malheur a ton foyer! jappa le sor-c i e r . . . tes enfants morts, Tambira. . . " A lors, p le ine de co lere, mais redoutant le cr ime, la vengeance occulte tout autant que l a magie noire du so rc ie r , l a femme...s 'allpngeant a meme l e s o l , de f i t son pagne. Portons ensuite notre attent ion sur l a s o r c e l l e r i e et sur les so rc ie r s , fe t i cheurs , exorcistes et magiciens divers qui en sont les p r a t i c i en s . Nous devrions s igna ler en pas-sant que ces categories restent l o i n d 'etre d i s t i nc te s les unes des autres, et que souvent le sorc ier ou l a sorc iere du v i l l a ge est a l a f o i s guerisseur, exorc i s te, fe t i cheur et interprete des phenomemes nature l s . C 'est tout le domaine surnaturel qui occupe alors ses t a len t s . Les spec i a l i s te s des sciences occultes accomplissent par fo i s des explo i t s mervei l leux, au moins en apparence, quand ce ne sont pas des sor t i leges tout a f a i t t e r r i f i a n t s : Q u ' i l f i x a t du doigt un fromager, et le tronc et les branches sechaient! (Kourouma, Les S o l e i l s , p. 66). Bien que femme...elle avait neanmoins her i te des pauvoirs magiques, les pouvoirs extraordinaires de ses ancetres. Par consequent, e l l e avait l a p o s s i b i -l i t y de prendre l a forme de son totem-107 ancetre, le bu f f l e ! (Laye, Le Maltre, p. 40). Le Pet i t Albert a l u i tout seul avait des recettes a transporter un homme dans les a i r s en canot d 'ecorce. Alors le Grand Albert , f igurez-vous! C ' e ta i t pas etonnant que le Sam a Mateur connais-sa i t s i bien Boston. On pretendait q u ' i l y passait ses nuits (Ma i l l e t , Les-Cordes- de-Bois, p. 235). Puis, un peu avant minuit, on aurait vu s 'arracher a l a tombe de C a i l l e un bouchon de feu gras comme un loup qui aurait f i l e le long de l a r i v i e r e vers l e sud. . . . P u i s . . . i l se ra i t venu se jeter de toutes ses forces sur le clocher de l a celebfe eg l i se qui flamba en une nuit (Ma i l le t , Par der r ie re , p. 76). En e f f e t , l a . s o r ce l l e r i e en tant que magie noire se manifeste dans presque toutes les societes pr imi t i ves , de sor -te que l 'on n 'est nullement etonne de l a retrouver dans les deux t rad i t i ons popula ires: . . . qu i (se disent) envoQtes de so rc i e r s , de sorc ieres , ou menaces de mort a d i s t ance . . . (Ouologuem, Le Devoir, p. 141). Pendant des annees, ces femmes qui regnaient dans l a n u i t . . . n 'avaient cesse de d i r i ge r leurs sor t i leges con^e t re Diata, a f in de mettre f i n a sa v ie (Laye, Le Maltre, p. 161?). fa sent l a mechancete pis le loup-garou.. . de l a s o r c e l l e r i e , de l a magie noire qui se t ra f iqua ient l a . . . (Ma i l l e t , Les Cordes-de-Bois, p. 231). Dans l a mesure oft de t e l l e s pratiques sont pergues comme nu i s i b le s , et que les gens etabl i s sent des l i ens de causa l i te entre un malheur qui les frappe et les pretendues a c t i v i t e s occultes de quelqu&un, les A f r i ca in s et les Acadiens deviennent suscept ib les d'accuser cette personne de magie no i re . Dans Batouala, c ' e s t Yass igu i 'ndja , l a femme i n f i d e l e du chef, qui est l a c i b l e d'une t e l l e accusation a l a su i te de l a mort du pere de son mari: Le sorc ier a declare que le pere de Batouala est mort par ma faute. C 'est moi, p a r a l t - i l , qui l u i a i envoye un espr i t malin. Protege-moi, B i s s i b i ' n g u i . Protege-moi ! . . . (Je dois) m'at-tendre a etre bientot condamnee a boire les poisons d'epreuve.5 Chez Antonine Ma i l l e t , ce sont les ennemis qui s 'accu-sent mutuellement: II timbe du haut mal! s ' e t a i t ecr iee sa mere, quelqu'un y a jete un so r t . Et auss i tot , toutes les tetes s ' e ta ien t levees vers l a butte. Barbe! Barbe-la-Jeune se ven-gea i t . . .6 Bien sur, on accusa l a veuve a Ca l i x te . I\!' a v a i t - e l l e pas p red i t . . . ? Et l a forge a Gelas commenga a se demander s i l a sainte femme d 'Eg l i se ne l i s a i t pas en cachette l e Pe t i t ou l e Grand Albert.7 Les devins sont en communication pr iv i leg iee~avec les souf f les et les genies, les morts et les revenants: Sanga Boto raconte q u ' i l a regu de nos ancetres morts mission de l u t t e r contre l 'emprise des Blancs (Bet i , Le Pauvre Chr i s t , p. 133). Genies des forets . . . et des montagnes accouchant des nuages... Manes des prest ig ieux aleux . . . acceptez, attrapez ce s a c r i f i c e . . . et eloignez de nous tous les malheurs, pulver isez les mauvais sorts ! . . . (Kourouma, Les S o l e i l s , p. 74). — Barbe! ( l a revenante) va dormir et l a i s s e les autres v ivre en paix, q u ' e l l e hucha, l a Z e l i c a , en aspergeant le p l a -card d'eau benite (Ma i l l e t , Les Cordes- de-Bois, p. 205). 105 S i quelqu'un au monde, outre Belonie, savait par ler aux defunts, c ' e t a i t bien Jeanne Aucoin, e l l e qui devrait t ra iner dans l a charrette de Pelagie plus de marts que de vivants (Ma i l l e t , Pelagie, p. 40). Malgre l 'epouvante qu ' insp i rent les so rc ie r s , l aque l le susc i te le respect et nourr i t leur image d'experts de l ' i n v i -s i b l e , les gens vont leur demander des conse i l s , des p r e v i -sions ou encore une aide occu l te . I ls ont souvent le ta lent de connaltre l ' a v e n i r . C 'est a in s i que dans Le Regard du r o i , Clarence obtient de l a v i e i l l e sarc iere Dioki des renseigne-ments sur l ' a r r i v e e imminente du ro i dans le v i l l a g e . Camara Laye mentionne de te l s pouvoirs dans Le Maltre de la parole auss i : . . . e l l e e ta i t sorc iere et une sarc iere avait l e pouvoir de s'immiscer dans l a pensee d ' au t ru i ; e l l e avait un pouvoir autrement plus etonnant, reellement surnature l , ce lu i de l i r e l ' a v e n i r (p. 46). Quant a l 'oeuvre d'Antonine Ma i l l e t , e l l e ne manque pas d'exemples non p lus: . . . Une sorc ie re , en e f f e t , une l i seuse de l a main gauche qui avait predit au-tant a Maxime Bastarache qu'a Jean, f i l s de Pelagie, les deux plus f i e r s ga i l l a rd s de l a troupe, de prochaipes et dangereuses aventures galantes. L'on s o l l i c i t e beaucaup les sorc iers paur leurs ta lents dans l a reso lut ion de problemes qui depassent les simples paysans. Par exemple, dans le roman d'Ahmadou Kourouma, la femme de Fama, Salimata, tenue pour s t e r i l e et apres avoir tout essaye, se decide finalement a recour i r a l ' a i d e du marabout sorc ier Hadj Abdoulaye: 110 Pour un homme de cette come, f a i r e germer un bebe, meme dans le ventre le plus ar ide: un r i en , une chiqu-naude! . . . II y a l l a i t de sa d i g n i -t e de l a guer ir de l a s t e r i l i t e . S i le mari se prouvait irremediablement impuissant: A lors! A lors ! . . . i l faudrai t . . . Al lah juge aussi les i n t e n t i o n s . 9 Dans 0 Pays, mon beau peuple! l ' auteur evoque 1'ex-perience semblable de l a mere d'Oumar Faye. Puisque ses premiers bebes sont tous morts en naissant, e l l e se c ro i t en proie au mauvais o e i l et p a r c D u r t l a region a l a recherche d'un s o r c i e r . 1 0 Du cote acadien, Mariaagelas rend v i s i t e a l a carto-mancienne Sarah Bidoche l o r s q u ' e l l e se trouve dans l ' impasse et voudrait savoir comment ag ir : La sorc iere l a f i t asseoir et l u i o f f r i t du the. - - L i s - t u l a tasse i tou , Sarah? - - Je peux, mais c 'e s t pus l a peine. Que voula i t d ire l a Bidoche? E t a i t - i l trop t a r d ? 1 1 C'est l a Catoune, jeune femme s t e r i l e ayant des pou-voirs de devineresse qu i , par son att i tude calme ou agitee, indique a Pelagie s i l a Mort guette ou non son amant Beausole i l pendant q u ' i l sauve l a v ie aux gens d'une char-ret te pr i se dans l a bourbe g l i ssante et profonde: Pelagie cherche dans le cerc le le visage de CatDune. E l l e est l a , l a sauvage, l e s o u r c i l t r anqu i l l e et l e front sans p l i . Et Pelagie r e s p i r e . 1 2 Les metiers de l ' o c c u l t e s 'emploient en plus comme arme contre l 'ennemi. Yambo Ouologuem decr i t a ins i cette fonct ion, exemple de l a guerre psychologique en Afr ique vers 1914: 111 . . . Co-mmarideur des croyants, Sa'if . . . leva une multitude d'hommes rabustes armes qui de couteaux, qui de houes, qui de batons f e r re s , de frondes ou de rares f u s i l s , et, fanat ises par les so rc ie r s , tous C D u r u r e n t a l a mort avec gaiete, s' imaginant q u ' i l s re s -s u s c i t e r a i e n t . . . 1 3 Dans l 'epopee malinke de Soundiata, Nana Triban s 'e s t f a i t e une des favor i tes du grand tyran Soumaoro a f in d' ap-prendre le secret de son tana, son i n t e r d i t , qui est le coq blanc. II s ' a g i t , l a encore, de pouvoirs occu l tes : Apprete tout de su i te une f leche en bois a l aque l le tu attacheras un ergot de cog blanc — car i l est invulnerable au metal — S i to t que cette f leche . . . le touchers, l a puissance de ses so ixante - t ro i s totems 1 1abandonnera instant an ement!... ' I ' + Qu'en e s t - i l de l a s o r c e l l e r i e acadienne? S e r t - e l l e a vaincre un ennemi, e l l e aussi? Pas vraiment, mais nous avons releve neanmoins un evenement de Pelagie oo l a v i e i l l e Cel ina semble avoir u t i l i s e ses connaissances en s o r c e l l e r i e pour aider a s 'evader de prison P ierre a P i t r e l e Fou: Certains pretendent que tous les arguments serv i s au gouverneur, l 'abbe Robin ne les aurait pas trouve chez les Peres de l ' E g l i s e ; voire qu'une bonne dose de son argumentation aurait degage une fo r te odeur d ' e l i x i r point inconnue des charrettes (pp. 186-187). La t r ad i t i on a f r i ca ine fourn i t e l l e aussi des exemples oo les e l i x i r s et les potions des sorc iers s 'emploient a des f in s moins nobles que c e l l e de la guerison. A t i t r e d'exemple, c itons de nouveau Yambo Ouologuem, qui raconte les ravages du sorc ier Bouremi: 112 . . . empoisonnements de puits pr ives ; vo is ins par l u i rendus gravement malades au moyen d ' e l i x i r s a base de sang d'homme et de pus de lepreux ...15 Dans le meme ouvrage, les viperes et les aspics tuent, comme par hasard, quantite d•adversaires trop entreprenants. D ' a i l l eu r s , chez les romanciers negro-a f r i ca ins , les cou-leuvres co-habitent souvent avec les sorc iers et les f e t i -cheurs. C 'est que, selon les no i rs , les serpents possedent des pouvoirs occultes, et q u ' i l s sement la terreur parmi les n o n - i n i t i e s , ce qui renforce le respect et l a peur des gens envers leurs maitres ou leurs mattresses: Dioki s i f f l a , et les serpents s o r t i -rent de l a case. II y en avait de toutes t a i l l e s et de toutes les couleurs. I l y en avait certainement de venimeux...16 I sabel le, a moitie morte de frayeur, n 'osa i t pas bouger, fascinee par ce spectac le. . . . Le serpent, semblant obeir a un ordre secret , se dressa face a I sabel le, sa langue faurchue dardee vers e l le .17 Dans le roman qui a valu le pr ix Goncourt a Antonine Ma i l l e t , les couleuvres ne servent qu'a hu i l e r les roues des charrettes, l ' auteur fa isant connaltre cette technique aux Acadiens par l 'entremise d'un A f r i c a i n , l ' e sc l ave a f f ranch i qui s 'es t jo int a leur convoi: Et le negre empoigna l 'une apres l ' au t re une douzaine de couleuvres qui g igotaient entre ses doigts et les enroula soigneusement autour des ^ essieux. Grou i l lez pas, pet i tes betes. A i l l e u r s dans cette etude comparative, nous avons deja constate que les forgerons, bien que jouant un ro le a r t i sana l 113 important dans les deux soc ietes , n 'eta ient doues de connais-sances occultes qu'en Afr ique. Citons l 'exemple du pere dans L'Enfant no i r , a ins i que ce lu i du forgeron mentionne dans ce passage t i r e l u i aussi de l 'oeuvre de Camara Laye: Nare Maghan Mon Fatta en a r r i va a penser a une ultime consultat ion d i v ina to i re chez le forgeron de caste Nounf a l r iba . , Nounf a' ir iba,. e ta i t un devin repute (p. 14(7). Nous avons decouvert, a l a lecture des Cordes-de-Bois, que les Acadiens considerent les Amerindiens plus portes a prat iquer l a s o r c e l l e r i e que les gens de provenance euro-pienne, et que les sorc iers ou devins acadiens sont done soupgonnes d 'avo ir un ancetre indien dans leur l i gnee: L 1 ensorcelage! que s ' e c r i a l a Veuve. Et on en conclut que l a Bessoune avait du sang indien (p. 134). Quant aux fet icheurs et aux fe t i ches dont i l s dispo-sent, l ' A f r i que seule en f a i t etalage, quoique le c r u c i f i x et d 'autres objets sa ints aient sans doute rempli des fonc-t ions semblables aupres des Acadiens supers t i t ieux: — Dumeshui, l a croix prendra les devant de l a caravane pour e c l a i r e r l a route et chasser les demons.19 Dans l 'ouvrage senegalais 0 Pays, mon beau peuple!, •umar Faye succombe au paludisme. Sa mere Rokhaya, qui s 'y connalt en matiere de s o r c e l l e r i e et de guerisons t r a d i t i o n -ne l l e s , prend ses mesures: Rokhaya fut a le r tee . E l l e declara qu'on avait jete un mauvais sort sur son f i l s et dans tous les coins de l a chambre oo i l g i s a i t a demi mort, des fe t i ches se melerent aux peaux de betes (p. 128). 114 Le Malien Ahmadou Kourouma decr i t dans les termes s u i -vants le fe t icheur Tiecoura, soupconne d 'avo i r v i o le la jeune Salimata lorsqu'on l ' a v a i t logee chez l u i pour se r e t a b l i r des blessures de l ' e x c i s i o n : Pour Salimata, Tiecoura le fet icheur demeura plus qu'un totem! un cauchemar, un malheur . . . un bipede effrayant, repugnant et sauvage . . . Les cheveux tresses, charges d'amulettes, hantes par une nuee de mouches . . . i l t r a l n a i t , harmattan et hivernage, le fumet des egorgementset des b r u l i s , i l ruminait le s i lence des mysteres et le secret des peines. Les fet iches f igurent egalement comme temoins de l a f o i animiste des souverains a f r i c a i n s : Quand l ' i d o l a t r e r o i eut f a i t construire une case pour ses fe t i ches , i l avait naturellement pense a un esclave pour en assurer le gard iennage. 2 1 L'exorcisme, l u i , se trouve a l a f o i s dans les romans du continent noir et dans l 'oeuvre de l 'Acadienne: Le R.P.S. 2.. a prononce des pr ieres en l a t i n ; puis . . . a f a i t un long signe de croix dans l ' a i r devant Sanga Boto ( le sorc ier ) . . . c 'e s t peut-etre ce qu'on appelle exorciser quelqu'un . . . pour chasser le diable qui sejournait . . . dans l e corps (Bet i , Le Pauvre Chr i s t , pp. 104-105). Quand c 'es t que l a propre f i l l e a C a i l l e s 'es t chaviree . . . i l s avant venu q u ' r i man defunt aieux pour l a desensorcel ler (Ma i l l e t , Mariaagelas, p. 168). Et Jeanne Auctain cracha t r o i s f o i s sur le fer a cheval accroche au joug des boeufs d'en avant pour les exorciser (Ma i l l e t , Pelagie, p. 129). Dans les deux societes p r e - i n d u s t r i e l l e s qui font l ' ob je t de notre etude i l n'y a pas que les sorc iers qui p ra f i ten t de l a 11-5 c redu l i te des gens. Nous avons releve deux cas semblables d'hommes ruses qui ont recours a l a magie pour delester les gens de leur argent ou de leurs biens. D'abord, dans Perpetue, Mongo Bet i raconte l 'ep isode d'un "prafesseur de magie": "Vous ne me croyez pas? . . . eh bien, mettez-moi a l ' epreuve" . II a declare q u ' i l f abr iquera i t des b i l l e t s de banque, a condit ion que, d'abord, on l u i en procure pour dix mi l l e francs . . . Et tout le monde marchait, vous pouvez me c ro i re . . . I l veut qu'on le l a i s se seu l , disant q u ' i l desire entrer en contact avec son genie. . . (pp. 182-183). I l va sans d i re que l ' e sc roc d i spara l t et que les victimes de sa ruse apprennent trop tard du br igadier Heundjombe que le magicien trouve "toujours sur son chemin des centaines sinon des m i l l i e r s de dupes" (p. 183). Du cote acadien, le coquin est P ierre a P i t r e , membre des charrettes de Pelag ie. Sa magie non plus "ne l u i venait pas du d iab le , mais de sa science melee d'adresse et d ' a s tu -22 ce, r ien de p lu s " . Apres quelques numeros de p r e s t i d i g i -t a t i on , P ierre a P i t r e f a i t c ro i re a son publ ic de Baltimore q u ' i l s a i t transformer les echarpes, t a b l i e r s , bonnets et co l l e t s en mousseline. Alors, c ' e s t l a ruee, en commengant par l a femme du gouverneur. Les dames se deshabi l lent et assail l issent le tonneau renverse oo se t ien t le magicien. Apres 1•intervention de l a garde pour mettre f i n a cette quasi-nudite sur l a place du marche de cette v i l l e od " les catholiques romains etaient jansenistes et les protes-tants pu r i t a i n s " , les dames de Baltimore rentrent chez e l l e s . Pourtant, e l l e s constatent que: . . . s i on reuss i t a retrouver des r e t a i l l e s et lambeaux d 'e to f fe ou de la ine du pays, on s'apergut que les so ies, les dentel les et les cachemires avaient d i s p a r u . 2 3 References  1 M a i l l e t , Pelagie, p. 287. 2 B e t i , Le Pauvre Christ de Bomba, pp. 105-106, 3 B e t i , Perpetue, p. 64. ^Ouologuem, Le Devoir, p. 149. ^Maran, Batouala, p. 133. S M a i l l e t , Les Cordes-de-Bois, p. 184. 7 M a i l l e t , Mariaagelas, p. 61. 8 M a i l l e t , Pelagie, p. 68. 9Hourouma, Les S o l e i l s , pp. 66-67. 1 D0usmane, 0 Pays, p. 22. 1 1 M a i l l e t , Mariaagelas, pp. 207-208. 1 2 M a i l l e t , Pelagie, p. 281. l 30uologuem, Le Devoir, p. 137. 1 \ a y e , Le Maltre, p. 227. l 50uologuem, Le Devoir, p. 95. l 6 L a y e , L e ^ f i B I ^ ^ - ^ ' P * 2 1 7  l 70usmane, • Pays. P- 1 2 7 * l 8 M a i l l e t , Pe laa ie, pp. 157-158. 1 9 M a i l l e t , p. 1^4. 2 0Kourouma, L^s_5olei l s , pp . 38-2 \ a y e , Le Maltre, p. 74. 2 2 M a i l l e t , fjlaaie, p. 183. 2 3 M a i l l e t , p. 185. 11-a 7. Les re l i g ions chretienne et musulmane Nous venons de vo ir p lus ieurs pa ra l l e l e s entre A f r i -cains et Acadiens cancernant leurs croyances et leurs su-p e r s t i t i o n s . Reste a considerer maintenant l a r e l i g i on cons-t i t u t e , que ce so i t l ' i s l am ou le chr i s t ian i sme. Dans les pays francophones de l ' A f r i que occidentale dont nous exarninons i c i quelques ecr iva ins , l ' i s l am et le christ ianisme jouent un role qui va cro issant, et cela au depens de l 'animisme. L ' e c o l i e r de L'Enfant noir arr ive a Conakry af in de poursuivre ses etudes. I l va demeurer chez son oncle Mamadou qui est musulman: ...son observance du Coran e ta i t sans de fa i l l ance . II ne fumait pas, ne buvait pas, et son honnetete e ta i t scrupuleuse. II ne por ta i t de vetements europeens que pour se rendre a son t r a v a i l ; s i t o t rentre, i l se de shab i l l a i t , passait un boubou q u ' i l ex igeait immacule, et d i s a i t ses p r i e re s . A sa so r t i e de l ' E co l e normale, i l avait entrepr is l 'etude de l ' a r a b e . . . seule une mei l leure connaissance de l a r e l i g i o n l ' a v a i t i n c i t e a 1 ' apprendre. . . Le Coran d i r i g e a i t sa v i e ! 1 I l semble, en e f f e t , que dans ces pays l ' i s l am a t t i r e plus d'adeptes que le chr ist ianisme, ce qui s 'expl ique en part ie par le f a i t que ce dernier s 'es t in t rodu i t chez les A f r i ca in s en meme temps et en complic ite avec le colonial isme europeen, tandis que l ' i s l am ne souffre pas d'une t e l l e as soc ia t ion. La f o i des Arabes a cet avantage, d ' a i l l e u r s , de ne pas con-damner l a polygamic t r ad i t i onne l l e des Noirs. Par contre le 119 ehrist ianisme s 'es t montre intransigeant & cet egard, d'oo les attaques sa t i r iques d 'ec r i va ins comme Mongo B e t i . Son roman Le Pauvre Chr ist de Bomba (1956) constitue une mise en accusation de l ' e g l i s e chretienne qui n'a temoigne d'aucune s e n s i b i l i t e a l 'egard des croyances et des moeurs t r ad i t i onne l l e s des A f r i c a i n s : A l a f i n , on a prononce un nom et une femme s 'es t presentee, une tres v i e i l l e femme et qui n 'avait plus l a moitie de ses dents. E l l e avait a repandre du reproche de n 'ava ir pas f a i t ses PSques ces quatre dernieres annees. E l l e a affirme n 'asp i rer a r ien tant qu'aux sacrements; mais e l l e n'a plus l a force de t r a v a i l l e r et e l l e ne sa i t pas comment se procurer de 1 'argent pour payer le denier du culte (p. 3B). Perpetue et l 'habitude du malheur (1974), paru d ix -hu i t ans plus tard, n'en est pas moins severe a ce su jet . C 'est Amougou, le mari de K a t r i , qui r a i l l e contre les miss ionnai-res: . . . i l s prechent une chose et leurs f reres en font une autre. I ls pre-chent le respect du bien d ' au t ru i , et les Blancs ne cessent de nous p i l l e r ; i l s prechent l a chastete, et leurs f reres tra lnent partout des f i l l e s impudiques. Je n'en f i n i r a i s pas de donner des exemples (p. 115). La s i tua t ion de l a v i e i l l e paysanne noire que nous venons d'evoquer dans Le Pauvre Chr ist de Bomba rappel le cette autre v i e i l l e paysanne, blanche cette f o i s , qui a pour nom l a Sagouine;, et qui est 1 ' instrument, e l l e auss i , par lequel l ' auteur s•en prend a l ' e g l i s e : La chouse que je comprend le moins, c 'es t que d'un cote le Bon Djeu a d i t q u ' i l e ta i t malaise pour un r iche 120 d 'entrer au c i e l ; et de l ' au t re cote, i l me r'semble a moi que c 'e s t malaise pour un r iche de pas y a l l e r . Un houme a l ' a i s e peut respecter tous les cou-mandements de Djeu et de l ' E g l i s e . . . : i ' peut payer sa dime, f a i r e sogner son pere pis sa mere sus leux vieux jours , s ' acheter du poisson f r a i s tous les vendord i s , . . . pis f a i r e sa vie dans l 'hoaneur et l e respect sans aouere besoin de voler ou de battre son ouasin pour attraper les deux boutes. 2 Dans ce meme recue i l de monologues, Antonine Ma i l le t c r i t i que d ' a i l l e u r s le ro le des missions en Afrique par rapport aux besoins des Acadiens: ...Ben i l est p a r t i , un beau matin, i l a qu i t te pour les pays chauds... con-v a r t i r les paiens. He o u i ! . . . C 'est coume Gapi d i s a i t : S i i l s pouvions nous prendre pour des pa'iens, une bonne f o i s , i l s nous enverriont peut-etre ben un Pere Leopold, nous autres i tou , pour nous par ler et nous d i re de ne pas nous intcheter des darniers sacrements, et nous envoyer dro i te en paradis a notre defunt-e mort . 3 Le Senegalais Sembene Ousmane n'a d'eloges ni pour les Musulmans ni pour les Chretiens: J ' a i vu le pays des Arabes, source — p a r a i t - i l — de toutes les croyances.. . Dix fo i s plus pervert i s que nous, ou i ! Pour q u ' i l s te coupent l a gorge, pas besoin de va l o i r plus cher qu'un poulet. Quant aux Europeens, c ' e s t p i r e . . . Cro i re , d i t encore Oumar, c ro i re et etre empoisonne font deux... Sauf dans La Sagouine, Antonine Ma i l le t est generale-ment plus taquine qu'acerbe dans ses c r i t i ques de l a r e l i g i o n : Le cure lui-meme se reserva i t les af-f a i re s po l i t i ques , soc ia les , et parfo i s r e l i g i eu se s . II se f racture tous les ans des bras ou des machoires, a ces pique-niques au 1 2 1 p r o f i t de l ' e g l i s e , et les rabouteux et les arracheux-de-dents sont fo r t en demande. Faute de sage-femme, sauvage, frotteux ou so rc ie r , l e p r e t r e . ° Cependant, e l l e se sert de sa plume comme arme contre l a f o i sans coeur de gens comme Ma-Tante-la-Veuve: Le bon Dieu de l a Veuve e ta i t jus te . Rien d 'autre que juste. I I passait ses jours a recompenser les bons et punir les autres, le bon Dieu. F a l -l a i t pas s 'y f i e r . Aussi les Cordes-de-Bois ne s 'y f i a i e n t - i l s p o i n t . 7 En regie generale neanmoins, le po r t r a i t que nous l i v r e Antonine Ma i l le t des Acadiens d ' aut re fo i s est ce lu i d'un peuple de croyants s inceres qui craignaient d 'of fenser l a d i v i n i t e ou ses messagers sur Terre: Les tantes et les cousins du Pont n ' a l l a i e n t pas l a i s s e r personne, vous entendez? personne par ler en mai du pre t re . On ne parle pas des pretres, au pays. Et pour etre sur qu'on n'en par lera pas en mai, on n'en parle pas du tout. C 'est un sujet i n t e r d i t . ^ C ' e t a i t l e c r u c i f i x des A l l a i n . Et ni les LeBlanc, n i les Girouard, n i les Bastarache n'avaient apergu l'ombre d'une croix depuis les r ives de la baie Franga ise. . . Alors f i gu rez -vous l a commotion quand surgirent les A l l a i n . . . qui garrochferent dans le giron de l a caravane un authentique c r u c i f i x . . De meme en Afr ique, les romanciers presentent souvent les croyants musulmans comme des adeptes s inceres . C'est a i n s i que Samba D ia l lo rentre chez l u i apres avoir termini ses etudes coraniques, et se prepare a o f f r i r l a Nuit du Coran a ses parents: 122 Samba D ia l l o e ta i t en t ra in de repeter pour son pere ce que le cheval ier lui-meme avait f a i t pour son propre pere, ce que, de generation en genera-t ion depuis des s i e c l e s , les f i l s des Dial lobe avaient f a i t pour leurs peres, de savoir q u ' i l n 'avai t pas f a i l l i en ce qui le concernait, et q u ' i l a l l a i t prouver a tous ceux-lS qui l ' e cou -ta ient que les Dial lobe ne mourraient pas en l u i . ' D L'auteur explique q u ' i l " e t a i t d'usage que, revenu pres de ses parents, l 'enfant qui avait acheve ses etudes coraniques r ec i t a t de memoire le L ivre Saint, toute une nuit durant, en 11 leur honneur". Dans Les So l e i l s des independances, Fama pr ie avec ferveur: A l l ah ! f a i s , f a i s done que Salimata se feconde! . . . Pourquoi Salimata demeurait -e l le toujours s t e r i l e ? . . . Pourtant, Fama pouvait en temoigner, e l l e p r i a i t proprement, se conduisait en tout et partout en pleine musulmane, jeunait trente jours, f a i s a i t l'aumone et les quatre pr ieres j D u r n a l i e r e s . 1 2 La c i t a t i on precedente f a i t mention de l'aumone, ce qui nous mene a un dernier aspect de l a r e l i g i o n que les deux societes ont en commun, a savoir 1 ' i n s t i t u t i o n du queteur et du mendiant: Moi, i l faut que je marche, que j ' a i l l e de v i l l a ge en v i l l a g e . . . Si je m'arreta i s , s i on me rencon-t r a i t trop souvent... au meme endroit, on se l a s se ra i t de me donner. Genera-lement les gens veulent bien donner, mais i l s ne veulent pas toujours donner au meme... C'est pourquoi je marche t a n t . . . personne certainement ne pourrait pretendre que je suis f a i nean t . . . (Laye, Le Regard du r o i , p. 98). 123 Le devoir du donataire de la bonte div ine est de f a i r e des sa-c r i f i c e s . Le s a c r i f i c e protege contre le mauvais sort , appelle l a sante, l a fecondite, le bonheur Bt l a paix. Et le premier s a c r i f i c e , c 'es t o f f r i r (Hourouma, Les S o l e i l s , p. 61). Mais n ' a l l e z pas inventsr que l a Sagouine e ta i t une voleusa. Non, e l l e queta i t . E l l e quetait comme c 'es t le dro i t de tout pauvre esclave du Bon Dieu qui n'a recu de son appartenance a l ' E g l i s e que t r o i s gouttes d'eau pour son bapteme et une g i f f l e a sa confirmation (Ma i l l e t , Par der r ie re . pp. 32-33). LA SAINTE — Salut ben, madame. Pour l'amour de Dieu, vous auriez pas dans vos v i e i l l e s hardes das v i B i l l e s culottes pour un pauvre esclave? LA MAITRESSE — C'est pour qui , cette f o i s - c i ? LA SAINTE — C i t r o u i l l e f a i t sa premiere communion. * * * LA MAITRESSE — Prenez et qu'on en f i n i s s e ! LA SAINTE — Dieu vous le rendra. (Ma i l l e t , Les Crasseux, pp. 29-30). References Laye, L'Enfant no i r , pp. 150-151. Ma i l l e t , La Sagouine, p. 109. Ma i l l e t , p. 82. 124 Ousmane, • Pays, p. 52. Ma i l l e t , Mariaagelas, p. 30. Ma i l l e t , Les Cordes-de-Bois, p. 280. Ma i l l e t , p. 320. Ma i l l e t , p. 202. Ma i l l e t , Pelagie, p. 163. 125 8 . La jo ie de v ivre Le f a i t de celebrer l a vie dans le defoulement et dans l a j o ie const i tue un phenomene un iver se l . Toutes les nations de l a terre s'expriment par l a musique, l a fete et le r i r e , de sorte q u ' i l n'y a r ien de tres surprenant dans les res-semblances entre l ' A f r i que et l 'Acad ie a ce su je t . IMean-moins, cette derniere par t ie de nos comparaisons entre les deux t rad i t i ons soul ignera encore une fo i s leur commune humanite; et p u i s q u ' i l s ' a g i t de deux cultures paysannes, de deux societes stat iques de type p r e - i n d u s t r i e l , les manie-res de se re jou i r se ressemblent d 'autant. En l i s an t des rDmans negro -a f r i ca ins , et notamment des romans comme Batouala, Les S o l e i l s des independances, Le  Devoir de violence et Perpetue, l 'on constate a quel point l a v ie des personnages est courte et souvent v io len te . Par consequent, l ' e s p r i t de carpe diem s i repandu dans les oeu-vres a f r i ca ines ne surprend guere: La v ie est courte. V/ite survient l e jour oft l 'on ne peut meme plus copuler. Chaque s o l e i l rapproche de l a mort. Aussi r ien de t e l que de s ' e j o u i r , tant qu'on en a l e pauvoir.1 E l l e s ' a s s i t a cote de l u i pour deviser un peu, et, tous deux cote a cote, s'abandonnant a l ' ivresse de se sent i r v i v r e . . .2 Au cours de leur h i s t o i r e , les Acadiens ont subi des bouleversements traumatisants comme l a Deportation. Ils CDnnaissent en plus de frequentes d i spar i t i ons en haute mer, etant un peuple de pecheurs. Par consequent, l ' a t t i t u d e 12,6 a f r i ca ine envers 1'existence trouve son echo dans les com-mentaires de p lus ieurs personnages crees par Antonine Ma i l l e t : Les Mercenaire v iva ient comme s ' i l s avaient compris que chaque instant de vie est le seul qu'on tienne entre ses mains et qu'une seconde perdue est perdue pour l ' e t e r n i t e . 3 . . . l a mere Pelage. E l l e avait cho i s i l a v ie , e l l e , ca s'adonne. Or dans l a v ie , f a l l a i t compter aussi avec l'amour et les generations. . . . Q u i , Belonie, l a v ie c ' e t a i t aussi l a jo ie de vivre.** V/oici un ex t ra i t des Cordes-de-Bois o& l ' auteur salue sans doute ce maltre de l a jo ie de v iv re , Rabelais: Chacune i n s t r u i s a i t l ' h e r i t i e r e sur l a voie du l a i s s e r - f a i r e , s a u v e - q u i -peut, fa is-ce-que-voudras le plus t o t a l et le plus epanouissant qui se so i t encore vecu en terre chre-tienne (p. 55). La musique joue un ro le essent ie l dans les rejou i ssan-ces de l a brousse t rop ica le et dans ce l l e s des cotes acadien-nes: . . . tous les chefs de canton, su i v i s de leurs musiciens . . . je les avais regardes passer, avec leur cortege de g r io t s , des balaphoniers et de gu i t a r i s te s , de sonneurs de tambours et de tam-tam . . . (Laye, L'Enfant no i r , p. 92). Alors, comme gr ise par cette musique suave, i l se mit, a son insu, a frapper le balafon plus f o r t — mais i l est v ra i que les seules choses qu'on frappe quand e l l e s produisent l a bonne parole, sont le balafon et le tam-tam! (Laye, Le Maltre, p. 205). L 'Acadie, dans le temps, avait vu les hivers geler son c i d re ; et les de-bacles du printemps emporter ses f i l e t s et ses trapppes . . . mais 127 jamais e l l e ne s ' e t a i t privee de musique. Une noce sans pretre, on avait vu ga; mais sans cordes pour jouer l a note et sans rythme pour b a i l l e r l a mesure au rigodon? (Ma i l l e t , Pelagie, pp. 242-243). Tant pis s i l a v ie vous a pr i s vos cornemuses et vos bombardes, voire vos violons dans l a derniere fournee. II vous reste vos cuxl leres et vos cuisses, messieurs-dames, pour accompagner vos tu r l u te r i e s (Ma i l l e t , Pelagie, p. 246). La musique f a i t par t ie integrante de la l i t t e r a t u r e orale t r a d i t i o n n e l l e . C 'est le cas surtout dans l a c i v i l i -sat ion negro-a f r ica ine: Le Guineen Keita Fodeba, connu pour l a reconst i tut iOn des ba l l e t s a f r i -cains, s ' e s t aussi ef force dans ses poemes "de re s t i t ue r dans sa forme t r a d i t i o n n e l l e , le plus exactement poss ib le, ce melange de prose et de poesie, de musique instrumentale et de chants, de monologues et de choeurs a l ternes, qui forme les caracter i s t iques de l 'oeuvre de l i t t e r a t u r e orale a f r i c a i n e " . 5 L'Acadie ne manque pas de te l s genres non plus, quoi-q u ' i l s soient beaucoup moins nombreux. IMous avons deja evoque l'exemple de l a complainte. Passons aux textes oft l e chant devient l e moyen d'ex-pression cha i s i par les gens: Chemin fa i sant , nous avons rencontre des femmes. IMous les avions enten-dues chanter de l o i n , toujours ces chansons oft i l est question de l'homme qu 'e l l e s aiment... (Bet i , Le Pauvre  Chr i s t , p. 135). . . . b ientot, leur jo ie explosa. I l s chanterent a tour de r o l e . Leurs chants etaient surtout des a l lus ions a l a grandeur de Diata et a l a mechancete de Fatoumata Berete (Laye, Le Maltre, p. 157). 128 Et avant meme que Ze l i c a n'eOt le temps de lever les bras, Peigne avait deja fendu le ca f f re en t r o i s coups de hache. Fendez le bois, chauffez le four, Dormez l a b e l l e , i l f a i t point jour (Ma i l l e t , Les Cordes-de-Bois, p. 331). Et l a goelette disparut a l ' ho r i zon , sans adieux, sans dechirements, mais en repondant de l a vache marine aux re f ra ins des charret tes . Je l u i plumerai l a queue . . . Et l a queue!.. . Et l e bee . . . Alouette! Et merde au ro i d 1 Ang leterre! . . . Qui nous a tous declare l a guerre! (Ma i l l e t , Pelagie, p. 301). La chanson accDmpagne et a l lege le t r a v a i l , comme nous le font vo i r les scenes suivantes: Seynabou, a demi nue, p i l a i t l e m i l . . . . Au rythme d'une v i e i l l e melopee, e l l e chantonnait, et sa voix douce venait se meler au bru i t de ses bracelets qui s 1 entrechoquaient (Ousmane, 0 Pays, p. 24). Tous les hommes a l l a i e n t et venaient sur les quais de bois, transportant des f i l e t s . . . P lus ieurs fredon-naient des a i r s de gais lurons; deux ou t r o i s chantaient a p le ine voix . . . (Ma i l l e t , Pointe-aux-Coques, p. 136). Tout comme le chant, l a danse caracter i se les moments de grande j o i e : l\!as danses et nos chants troublent leur sommeil ( ce lu i des b lancs) . Les danses et les chants sont pouftant toute notre v i e . Nous dansons pour fe ter Ipeu, la lune, ou pour celebrer Lolo, l e s o l e i l . Nous dansons a propos de tout, a propos de r i e n , pour le p l a i s i r (Maran, Batouala, p. 94). 129 C'est Mansa Bele qui i n t r o d u i s i t l a danse du Coba dans les ceremo-nies de la c i r conc i s ion (Laye, Le Maltre, p. 81). La danse e ta i t difendue:, a cause-du peche. Mais le 15 aoOt, c ' e t a i t une fete re l i g i eu se , nat ionale, pat r io t ique . . . Pour toutes ces raisons, l ' E g l i s e e t a i t indulgente et le peuple audacieux. Et l 'on dansait sur l e sable ou sous l a f e u i l l e e (Ma i l l e t , Mariaagelas, pp. 205-206). . . . Char l ie . . . grimpa sur l ' e s t rade et se mit a danser. . . . F lo r ine au piano jouait une gigue. On r i a i t , on acclamait, on applaudissa i t , c ' e t a i t fete au p r o f i t de l a paroisse (Ma i l l e t , Pointe-aux-Coques, p. 61). S i l a danse demeure une expression de jo ie chez tous les peuples de l a planfete, e l l e a davantage de s i g n i f i c a -t ions en Afrique qu'en Acadie, s i g n i f i c a t i o n s e x p l i c i t e s qui depassent largement le cadre de l a fete populaire tout court: Clarence . . . savait ce qu 'e ta i t cette danse — . . . un mime de la fecondat ion. A s s i s t e r a i t - i l done toujours & de t e l l e s scenes?^ . . . et brandissant de l a main dro i te son arc, arme du chasseur, et de l a main gauche l a queue doree du b u f f l e , signe de sa v i c t o i r e , i l dansait l a triomphale danse. II y aurait "yangba", en f in . . . . l\lon seulement le pas de l 'e lephant, l a danse des sagaies et c e l l e des guerr iers , mais encore, mais auss i , mais surtout la danse de 1'amDur, que dansent s i bien les sabangas. Les auteurs examines i c i ne negligent pas non plus le manger et le boire sans lesquels les fetes ne demarreraient pas comme i l faut et ne continueraient pas longtemps. Pour les paysans de tout pays, un repas genereux est 130 a l u i seul une fe te : A l a nuit tombee, un f e s t i n gar-gantuesque reunit les camarades . d'age de Sogolon autour des p lats . . . les bols de mi l et de viande qu'on avait accumules pour l a v e i l l e e . . . chaque membre de l ' a s -s cc i a t i an du groupe d'age avait cot i se pour preparer ce f e s t i n , et e l l e s y a l l a i en t de tout coeur, avec un appetit de l ionnes (Laye, Le Maltre, p. 98). Jamais Celine et Radi n'ont vu de fete p a r e i l l e . Ce gateau, et ces cremes, et ces brioches, et ces croquignoles! (Ma i l l e t , On a mange  l a dune, p. 171). A f r i ca in s et Acadiens fabriquent les uns et les au-tres des bieres et des vins f a i t s au v i l l a g e , pratique souvent i l l i c i t e : Et tu sais ce q u ' i l s boivent? Du vin de palms D U du karkara, souvent les deux. Du karkara? s 'etonna Essola. — Un tord-boyaux q u ' i l s d i s t i l l e n t eux-memes, sur des alambics p r i m i t i f s ; c ' e t a i t c landest in sous l a co lon i sa -t i on , l a po l i ce essayait de l i m i t e r les degats. . . . Mon vieux, le karkara le plus ord ina i re . . . te detraque un paysan en quelques minutes (Bet i , Perpetue, pp. 14-15). . . . Ah! je vous dis que c 'e s t point a ise, point aise pantoute. Quand i l s nous disont: "Arretez de f a i r e de l a biere aux meres dans vos caves". Ben oo c 'e s t q u ' i l s voul iont que je l a fa i s ions? Et p i s , j ' av ions point les moyens de boire autre chose . . . du v in , pis du rhum, pis une pet i te a f f a i r e dans un verre a tcheue avec une cer i se qui f l o t t e dessus. C 'est de l a b iere i aux meres de nos propres caves ou r ien entoute (Ma i l l e t , La Sagouine, p. 79). Lorsqu'on s'amuse dans le p l a i s i r de l a musique, de l a chanson, de l a danse et du f e s t i n , le r i r e est toujours 131 de l a fe te , l u i auss i . Mais en plus i l caracter i se d'une fagan plus generale l a j o i e de v ivre dans toutes son in ten-s i t y quotidienne. Et les v/i l lageois nairs en Afr ique et les pecheurs de l 'Acadie font preuve d'une spontaneite sans gene l o r s q u ' i l s r i e n t . Ce r i r e , tout de sante et de f r a t e r n i t e chaleureuse, se repercute a travers toutes les oeuvres qui font l ' ob je t de cette etude: Les r i r e s repr i rent de plus be l l e . . . La jo ie a t te i gn i t son comble. On se tenai t les cotes. On s ' admin i s t ra i t reciproquement des plamussades. On se tapai t les fesses contre t e r r e . On p leura i t convulsivement, a force de r i r e . — Ehee! . . . Yaba! . . . (Maran, Batouala, pp. 51-52). La facon dont l a blanche a r t i c u l a i t les mots l a por ta i t ( l a domestique Itylima) a r i r e , de ce rare dont seuls les A f r i ca in s sont capables et qui l u i f a i s a i t venir les larmes aux yeux (Ousmane, 0 Pays, p. 118). . . . apres quoi i l se retournait vers son f rere et, comme pour le punir de 1 ' a v D i r berne, i l f a i s a i t mine de le rouer de coups et tous deux ec la ta ient d'un r i r e bruyant et interminable en s 'etre ignant eperdument (Be t i , Perpetue, p. 108). I l s poufferent brusquement. - - V/ous r iez comme des fous, d i t Clarence. — Mais vous, pourquoi ne r iez-vous pas? demanderent les gargons. Et i l s poufferenttde..plus be l l e (Laye, Le  Regard du r o i , p. 129). Et Sarah l a i s se g i c l e r par l a gorge et les yeux ce grand r i r e qui l u i vient de son pere, qui le tenait lui-meme d'une l ignee d'ancetres arr ives au pays par les glaces de la baie (Ma i l l e t , Par  der r ie re , p. 32). 132. — De bon matin, je (Mariaagelas) me r e v e i l l e , rouvre les yeux jus-qu'aux usses et je ouas la glace nouere de monde. — Des matelots! s ' e c r i a Boy a Po lyte. Et tous les hommes se pr i rent le ventre de r i r e . — Des loups-marins, s i tu veux saouere (Ma i l l e t , Mariaagelas, p. 134). Et Ozite ec lata d'un grand r i r e qu'on aurait d i t nat iona l , tant i l e ta i t venerable, un r i r e centenaire (Ma i l l e t , Les Cordes-de-Bois, p. 57). Beauso le i l , r iant de tout son visage e n s o l e i l l e , se contenta de se taper l 'os de l a cuisse du revers de l a main . . . (Ma i l l e t , Pelagie, p. 94). Peut-etre en raison du ton plus enjoue qui domine chez Antonine Ma i l le t et que 1'auteur f a i t expres de maintenir, l 'on n'y retrauve pas souvent la gaiete agissant comme arme contre une souffrance sous-jacente, tandis q u ' i l y a p lus ieurs exemples d'une t e l l e h i l a r i t e chez les Negro-Afr ica ins: E l l e chantait a l a maniere des opprimes. L 'existence leur avait appris a chanter, pour tromper la r e a l i t e . . . . . E l l e s chantaient . . . une chanson qui n ' exp r i -mait pas l a j o i e , mais l a dou leur . 9 . . . Clarence ba i t : l a calebasse ne le qu i t te pas. . . mais c 'es t surtout pour l ' o u b l i qui est au fond de ce v in , pour ce coup de massue de l ' o u b l i qui . . . le de l i v re d*aujourd•hui, d ' h ie r , et de demain. Par les so i r s de lune . . . j ' e couta i s les conversations de ces pauvres gens. Leurs p la i santer ie s prouvaient leur res ignat ion. I ls souf f ra ient et r i a i en t de s o u f f r i r . 1 1 Paradoxalement, toute cette souffrance et cette sed i t ion de san corps su sc i -ta ient dans l'humeur du maitre une gaiete qui le l a i s s a i t perplexe. Cependant que l a douleur le p l i a i t , i l avait peine a maintenir son serieux 133 . . . De nouveau, ce r i r e en l u i se retenai t d ' e c l a t e r . 1 2 — Partcut me p D u s s e n t des douleurs; heureusement que je suis un vieux fauve, vieux clabaud, v i e i l l e hyene! Euh! Euh! E u h ! . . . 1 3 Toujours sous l a rubrique de l a p l a i s an te r i e , les so-briquets et les surnoms nous ont frappe par leur grand nombre chez certains auteurs a f r i ca in s a ins i que dans l 'oeuvre de 1•Acadienne. II nous semble .que, tout comme le r i r e et l a taquine-r i e dont les A f r i ca in s et les Acadiens se montrent s i f r i ands , les sobriquets q u ' i l s conferent temoignent d 'une s o l i d a r i t y du groupe et d 'une f r a te rn i t e intimement chaleureuse, meme s i certa ins surnoms ne f l a t t e n t pas toujours leurs r e c i p i e n -da i res . C 'est a in s i de l ' A f r i c a i n "sangle dans une v i e i l l e redingote" qui declare avoir vecu des choses incroyables a l a guerre en Europe. Sa mimique des evenements atroces inquiete les v i l l a geo i s qui f i n i s sen t par le surnommer " l e fou " , car en f a i t l a guerre l ' a marque jusqu'a en f a i r e un desequ i l ib re . L 'ancien combattant n'aime pas son surnom, ce qui l ' i n c i t e a supprimer ses rec i t s extravagants. Mais i l est trop tard: le sobriquet reste malgre le s i lence q u ' i l s ' impose. Pour c i t e r un cas semblable chez l a ramanciere aca-dienne, rappelons que MacFarlane, dans Les Cordes-de-Bois, a 1 ' i n s t i ga t ion de Ma-Tante-la-l/euve, permet que les coehons du v i l l a ge s ' i n s t a l l e n t sur sa propr iete, l a butte des Cordes-de-Bois. Les Mercenaire., habitants de cette butte prennent leur revanche contre l ' Ecossa i s en l u i envoyant 134 one tete de cochon, tout emballee comme un j o l i cadeau. Le resu l tat en est que: . . . l e nom de Tete-de-Cochon l u i reste co l l e a l a peau Camara Laye nous informe qu'en Guinee, i l y a des surnoms coutumiers: Je l ' a va i s appele Bo . . . et c ' e t a i t le nom aussi que je donnais a mon oncle Lansana, car a in s i surnomme-t-on habituellement les jumeaux, et ce surnom efface le plus souvent leur ver i t ab le nom.^ II n'en reste pas moins que les gens concoivent l a plupart des sobriquets en fonct ion d'un incident ou d'un t r a i t physique ou moral, et cela en Acadie aussi bien qu'en Afrique no i re . En v o i c i des exemples: Designe par ses admirateurs tantfit du sobriquet frangais Le V/ampire, tantot des mots bantou Zeyang ou Ezilngane . . . l e jeune homme svel te . . . devait ces pittoresques appel lat ions a 11enthousiasme suscite sur les stades de f oo tba l l par son s ty le tres p a r t i c u l i e r . . . 1 ^ L'enfant auquel Perpetue donna le jour . . . o f f r a i t une t e l l e ressem-blance avec M'Barg'Onana qu'on ne l ' appe la bientot plus a Zombotoun que Komega, deformation de "commis-s a i r e " ; ce sobriquet ulcera Perpetue • • • Dans Le Roi miracule de Mongo Be t i , certa ins personna-ges ont des noms aussi pittoresques que ceux des hommes et des femmes acadiens presentes par Antonine Ma i l l e t : Johannes le Palmipede; Abraham le Desosse; Pe t rus - f i l s -de -D ieu En e f f e t , les l i v r e s de l 'Acadienne foisonnent de personnages connus par leurs sobriquets. Parmi ceux-c i , i l 135 y en a qui rappel lent l e s f igures herol-comiques de Rabelais t e l l e s que Grandgousier et le capita ine T r ipe t : T i t -Pe t (Les Cordes-de-Bois). La P ' t i t e Goule et La Grand'Goule, respectivement le mousse gigantesque et le quatre-mats de Beausole i l Broussard (Pe lag ie - l a -Char re t te ) . •n a surnomme le capitaine Broussard le "Rgbin des Mers", une r ' 18 reference au legendaire Robin Hood du f o l k l o re ang la i s . En v o i c i d 'autres: La Sainte, femme etroitement pieuse (Don L 'Or igna l , entre autres) ; l a Bessoune, une jumelle, d'oo le nom (Par derr iere chez mon pere, entre autres) ; Casse-cou Co l l e t te (Mariaagelas): La Sagouine, qui a oublie jusqu'a son nom de bapteme! (Les Crasseux, entre autres) ; l a f ami l le V/iens-que- j e - t ' arrache, P i s sev i te , Peigne Trou-Jaune, Tom Thumb, Ma-Tante-la-l/euve et Cai l lou-Crushstone, qui e ta i t b i l ingue (Les Cordes-de-Bois); Pe lag ie - l a Charrette, de son v ra i nom Pelagie LeBlanc (Pe lag ie) . Citons, pour terminer, quelques l ignes du roman On a mange la dune. On y vo i t le jeu verbal qui est sans doute a l ' o r i g i n e de certa ins sobriquets cocasses: Horace . . . toute cette j D u r n e e - l a . . . a p r i s des a i rs de premier min i s t re . Le so i r , apres le chapelet, i l a explique a Celine et Radi comment les Anglais avaient captive le Canada, et qu'un jour, les Frangais leur montre-raient q u ' i l s n 'avaient r ien oub l ie . — Taschereau, coupa son pere, appor-te-moi done ma pipe. . . . Radi trouva que ce npm-la a l l a i t tout a f a i t : a Horace. Aussi c 'e s t e l l e qui le vu lgar i sa . De Taschereau, e l l e t i r a Tachure, Tachete, Tache, Tache. BientOt, i l e ta i t pramu Tache-de-graisse, Tache-de-melasse, Tache-de-conf i ture. . . . Trois jours plus tard, quand Horace 136 l u i refusa son cani f , e l l e l u i j e ta : — Garde-le pour ,g ra t ter ta tache q o r i g i n e l l e ! Et e l l e s ' e n f u i t . References 1 Maran, Batouala, p. 105. 2 Ouologuem, Le Devoir de v io lence, p. 51. ^Mai l let , Les Cordes-de-Bois, p. 214. L Mai l l e t , Pelagie, p. 68. 5 Mayer, "Quand l ' A f r i que re jo in t l ' u n i v e r s " , en preface de Kane, L'Aventure ambigue, p. 43. ^Laye, Le Regard du r o i , p. 243. 7 Laye, Le Maltre, p. 61. Q Maran, Batouala, p. 43. 9 Ousmane, 0 Pays, p. 90. 10 Laye, Le Regard du r o i , p. 94. 11 > Maran, Batouala, Preface, p. 10. 12 Kane, L'Aventure ambigue, pp. 81-82. 13 Kourouma, Les S o l e i l s , p. 114. 137 Ma i l l e t , Les Cordes-de-Bois, p. 62. Antonine Ma i l le t f a i t sans doute a l lu s ion i c i a l ' i n c i d e n t de 1968 a Moncton. Le maire Jones a l 'epoque s 'es t entet i contre toute recon-naissance de l a nature b i l ingue de l a v i l l e neo-brunswickoise, ce qui a i n c i t e les etudiants francophones a l u i f a i r e cadeau d'unetete de cochon. Laye, L'Enfant no i r , p. 42. Be t i , Perpetue, p. 85. Be t i , p. 229. Ma i l l e t , Pelagie, p. 103. Ma i l l e t , On a mange l a dune, pp. 23-24. 138 Conclusion De prime abord, l 'on se ra i t peut-etre porte a se demander s ' i l existe en f a i t des pa ra l l e le s substant ie ls entre les t rad i t i ons negro-afr ica ines et acadiennes. A part l a langue f ranca i se, i l semblerait que les deux groupes par-tagent peu de chases, etant de continents, de c l imats, de races et d ' h i s t o i re s d i f f e r e n t s . Nous esperons avoir demDntre que de te l s pa ra l l e l e s sont pourtant tres nombreux, et que malgre toutes leurs d i f -ferences bien r e e l l e s , les sources d ' i n sp i r a t i on qui animent les ecr iva ins noirs d'une part et Antonine Ma i l le t de l ' au t re se r e s s e m b l e n t a maints egards. Depuis quelques generations deja, les deux societes sont en p le ine evolution et subissent de ce f a i t toutes les inf luences de l ' e r e i n d u s t r i e l l e — l a s co l a r i s a t i on , l ' u r -banisation et l a penetration des media e lectroniques. Cepen-dant, e l l e s etaient encore, au tournant du s i e c l e , des societes entierement paysannes, issues toutes deux de sy_stemes moyenageux. Les Acadiens avaient conserve au Canada une bonne par t ie de l a langue et des t rad i t i ons du XV/Ie s i e c l e f ranca i s , tandis que les peuples negro-afr ica ins restent encore plus pres de leurs or ig ines feodales du XIXe s i e c l e . Les nambreuses ressemblances signalees dans cette etude s 'expl iquent par l ' e va lu t i an h i s tor ique qu 'A f r i ca in s et Acadiens ont eue en commun et q u ' i l s ont vecue p a r a l l e -lement. 139 I l l e t t r e s a l 'except ion des marabouts et des pretres, i l s ont conserve et transmis toute une t r ad i t i on par la voie de l a paro le. IMous avons vu que 1 1 i n sp i ra t ion de Camara Laye, de Mango Be t i , d'Ahmadou Kourouma et des autres roman-c iers francophones de l ' A f r i que noire est puisee directement dans cette t r ad i t i on orale qui , a l 'heure ac tue l le , cede le pas aux r e a l i t e s du monde moderne. De meme, l ' e c r i v a i n canadien=firangais Antonine Mai l le t couche par e c r i t les f a i t s et gestes, les croyances et les legendes des Acadiens d 'au-t r e f o i s , et cela a l a v e i l l e de leur d i spa r i t i on presque t o t a l e . En meme temps que l a l i t t e r a t u r e orale t r a d i t i o n n e l l e , les deux groupes dependaient d 'art i sans et de spec i a l i s te s de toutes sortes pour repondre a leurs besoins materiels et s p i r i t u e l s . IMous avons souligne a ce sujet les ro les sembla-bles que jouaient des deux cfites les forgerons, les guer is -seurs et les so rc ie r s , a ins i que le clerge musulman ou C h r e t i e n . Les pa ra l l e l e s vont encore plus l o i n , car ce qui cons-t i t u a i t l a base de ces i n s t i t u t i on s humaines, ce qui les sous-tendait et leur donnait une r a i s D n d ' e t re , e ta i t un systeme tres elabore de croyances et de coutumes. Ce systeme populaire e ta i t stat ique dans l a mesure ad l 'on respecta i t les anciens en s ' e f fo rcant de suivre leur exemple. Toutefois , i l e ta i t en meme temps dynamique dans l a mesure oo l a t r a d i -t ion orale rendait une certaine souplesse a l a transmission des connaissances ancestra les. La encore, s i les croyances et les coutumes n 'eta ient pas souvent les memes en Afrique 140 noire et en Acadie, e l l e s fonctionnaient de l a meme facon dans les deux societes conferant a in s i un sens a l ' ex i s tence et une coherence au comportement des v i l l a g e o i s . Rappelonsque nombreux sont les f a i t s de cul ture evoques dans cette etude qui caracter i sent des societes pre-i n d u s t r i e l l e s autres que l a negro-afr ica ine et l 'acadienne, et cela aussi bien dans l 'espace que dans le temps. Cela demeure s i v r a i , du reste, que meme de nos jours, un voyage a travers les regions plus t r ad i t i onne l l e s de certa ins pays est egalement un voyage a travers les s i e c l e s . D ' a i l l eu r s , grace a un examen des patrimoines cu l tu re l s qui ont insp i re les romanciers a f r i ca in s et Antonine Ma i l l e t , nous avons pu nous rendre compte de nouveau d'un f a i t encore plus pr imord ia l . II s ' a g i t de la constatat ion, q u a l i f i e e souvent de banale, que ce qui separe les peuples de l a Terre est moindre que ce qui les rapproche, et ce la meme dans le cas de groupes aussi d i f fe rent s a premiere vue que les v i l l a -geois du Mali et les gens de Memramcook. 141 BIBLIOGRAPHIE I Oeuvres negro-afr ica ines Be t i , Mongo. Le Pauvre Christ de Bomba. Par i s : Presence A f r i ca ine , 1976. . Perpetue et l 'habitude du malheur. Par i s : Edit ions Buchet/Chastel, 1974. . Le Roi miracule. Par i s : Correa-Buchet/ Chastel, 1958. Diop, Birago. Les Contes d1Amadou-Koumba. Par i s : Presence A f r i ca ine , 1961. Kane, Hamidou. L'Aventure amgigue. Par i s : Edit ions du Burin, 1969. Kourouma, Ahmadou. Les So l e i l s des independences. Par i s : Edit ions du Seu i l , 1970. Laye, Catnara. L'Enfant no i r . Par i s : L i b r a i r i e Plon, 1953. . Le Maltre de l a paro le. Par i s : L i b r a i r i e Plon, 1978. . Le Regard du r o i . 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