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Les sources d’inspiration chez Antonine Maillet et quelques écrivains Africains Holland, Ronald Francis 1980

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831-UBC_1980_A8 H64_6.pdf [ 7.5MB ]
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LES  SOURCES D I N S P I R A T I O N CHEZ ANTONINE 1  _ ET QUELQUES  MAILLET  ECRIVAINS AFRICAINS  by  RONALD  FRANCIS  B.A., T h e U n i v e r s i t y  HOLLAND of Victoria,  1968  A THESIS SUBMITTED IN P A R T I A L FULFILMENT THE REQUIREMENT FOR  THE DEGREE OF  MASTER OF ARTS  in  THE F A C U L T Y  OF GRADUATE  (Department  Ule  accept tD  this  of  thesis  the required  THE-UNIVERSITY  Ronald  French)  as  conforming  standard  OF B R I T I S H COLUMBIA  September  ©  STUDIES  Francis  1980  H o l l a n d , 1980  OF  In presenting this thesis in partial  fulfilment of t h e r e q u i r e m e n t s f o r  an advanced degree at the University of B r i t i s h C o l u m b i a , the Library  I agree  that  shall make it freely available for r e f e r e n c e and s t u d y .  I further agree that permission for extensive copying o f t h i s  thesis  for scholarly purposes may be granted by the Head o f my D e p a r t m e n t o r by his representatives.  It  is understood that c o p y i n g o r p u b l i c a t i o n  o f this thesis for financial gain shall not be allowed w i t h o u t my written permission.  Department of  r"K£lslCH  The University of B r i t i s h Columbia  2075 Wesbrook Place Vancouver, Canada V6T 1W5  Date  September 1980  SOMMAIRE  Les chez  sources d ' i n s p i r a t i o n  l e secrivains  traditions lent  de l ' A f r i q u e  ancestrales  toute l a culture  geographique,  racial  Negro-Africains, patrimoines revelent  chez  Antonine M a i l l e t et  noire  s o n t p u i s e e s dans l e s  de t y p e o r a l . paysanne.  En d e p i t  et h i s t o r i q u e  i l existe  folkloriques  dans l e s e c r i t s  Ces t r a d i t i o n s du g r a n d  vehicu-  ecart  entre l e s Acadiens  et l e s  de f o r t e s  ressemblances  dans  respectifs,  ressemblances  q u i se  d'Antonine  Maillet  leurs  e t des r o m a n c i e r s  noirs d'Afrique. En  effet,  des p a r a l l f e l e s  risent  c e s deux s o c i e t e s  partie  l e grand  deportation  Acadiens  du Canada.  et  1 oppresseur;  site  vivre  un r e s p e c t  des N o i r s e t dans c e l l e des  souvent  a ete l e conquerant  une h o s p i t a l i t e  des s o c i e t e s  e t des  e t une g e n e r a -  rurales;  e t c h a l e u r e u s e q u i se v a i t  irrepressible.  De meme,  f o r m e n t un  des coutumes du p a s s e  qui l e s incarnent;  saine  des c r o y a n c e s e t des  un gout marque de l a r u s e ; une  qui trap  commune a l a p l u p a r t  taneite  entrel e s  d i r e c t e m e n t au Moyen Age.  dans l ' h i s t o i r e  de l ' e t r a n g e r  vieillards  renferment  p a r t a g e n t egalement  1  possibles  e t t o u s l e s maux q u i en r e s u l t e n t  decisif  mefiance  e t e x p l i q u e n t en  e t l ' o e u u r e de l ' A c a d i e n n e .  reliees  chapitre  Ils  pre-industrielles  deux t r a d i t i o n s  coutumes v i v a n t e s la  inattendus caracte-  nombre de r a p p r o c h e m e n t s  romans n e g r o - a f r i c a i n s Les  souvent  e t une s p o n -  dans l e u r  j o i e de  i-i  Les ouvrages examines  dans c e t t e etude comparative  font r e s s o r t i r en p l u s l e r o l e de premier plan que jouent l e s a r t i s a n s , et notamment l e s f o r g e r o n s .  L'on c o n s t a t e  a u s s i q u ' A f r i c a i n s et Acadiens v i v e n t au s e i n de l a nature et s'expriment par des images famille,  c o l o r e e s qui s'y r a p p o r t e n t .  La  d'une importance p r i m o r d i a l e , est generalement  nombreuse. A mesure que l a v i e t r a d i t i o n n e l l e tombe sous 1 ' i n f l u e n c e des t e c h n o l o g i e s modernes, e l l e s ' a p p a u v r i t et tend a disparaitre.  Imbibes de c e t t e t r a d i t i o n a r a l e  pendant  l e u r enfance, l e s e c r i v a i n s ont su l a f a i r e passer dans leurs e c r i t s ,  avec l e sentiment, t o u t e f o i s , d'etre l e s der-  n i e r s a pouvoir l e f a i r e . Une l e c t u r e comparative des l i v r e s d'Antonine  Maillet  et de quelques romans a f r i c a i n s signes Mongo B e t i , Hamidou Kane, Ahmadou Kourouma, Camara Laye, Rene Maran, Yambo Ouologuem, et Sembene Ousmane, suggere des  rapprochements  q u ' i l est p a s s i b l e d ' e t a b l i r entre l e s deux p r o d u c t i o n s litteraires.  Le f o l k l o r e ,  transmis par l a t r a d i t i o n  c o n s t i t u e l ' e s s e n t i e l de l e u r  orale,  inspiration.  Les r e a l i t e s vecues se manifestent jusque dans l e vocabulaire, l e s t y l e ,  l e rythme  et l e s images des  Dans l e s ouvrages de sa m a t u r i t e , Antonine M a i l l e t  ecrivains. laisse  p a r l e r librement ses personnages, car l ' o r a l i t e de son s t y l e n'a pas a f r a n c h i r l ' o b s t a c l e de l a t r a d u c t i o n . Par contre, l e s romanciers a f r i c a i n s sont c o n t r a i n t s a t r a n s poser en f r a n g a i s ce que d i s e n t l e u r s personnages lecte africain,  perdant de ce f a i t  une part  en d i a -  d'authenticity.  iii  Eertains textes  Africains  dans une Les  ainsi les  que  certaine  deux g r o u p e s  neanmoins a a f r i c a n i s e r  insistent  que  familiales,  l e s vieux  sont  de  legendes  broder  epiques,  rencmmee.  le  vaste r e p e r t o i r e  Il devant tence  Cet  a  les griots  de  leurs  et  grandes  et l e s " b i b l i c t h e q u e s  reputes  transmettent  cc-ntes e t c r o y a n c e s . au  1  tout crus  a r t est souvent de  histaires  ccntraire:  leur  attire  hereditaire,  connaissances  L'art  de  de  la  respect  sorte  demeure i n t a c t e  que  d'une  l'autre.  arrive  l a mart de  que  targuent  1 embellissement,  sur l e s f a i t s  et  generation  ainsi  conteurs  les griots  p a r o l e n ' e x c l u t pas  fagan  pays,  1  genealogiques.  effet,  vivantes"  s u r 1 a p p a r t e n a n c e au  C'est  " d e f r i c h e t e u x - d e - p a r e n t e " se  En  leurs  mesure.  sur l e s ancetres.  connaissances  la  arrivent  scuvent  qu'Acadiens  fagons  semblables.  de  1 ' a u - d e l S e t des  esprits  et A f r i c a i n s r e a g i s s e n t l i s croient  et r e v e n a n t s  en  l'exis-  qui l e  peu-  plent. La  litterafcure  grande v a r i e t e les  divertir L un 1  ici  de  contes  e t de des  ne  soient  1'Atlantique, leurs  elles  fDnctians  des  et de  des que  leurs  valeurs  coutumes e t des rarement  renferme  ayant  i n d e n i a b l e s des  par  de  collectives.  oeuvres  etudiees  croyances.  leur  une  p o u r but  i d e n t i q u e s des  se r e s s e m b l e n t  Bien  deux c o t e s  authenticite  de et  saciales.  L'animisme t r a d i t i o n n e l craintes  deux g r o u p e s legendes  transmettre  attraits  est l a richesse  qu'elles  orale  et s u p e r s t i t i o n s  des  des  IMegro-Af r i c a i n s ,  gens des  cfites  et l e s  acadiennes  iv  favorisent  1'existence  en  de  resulte  qui  les  besoins  de  leur  Pour  ce  qui  r o l e de  sentent  vrais  mosquee ou d'autres au  reussissent  danse,  le boire  par  en  et  qui  contre  de  de  mal  certains  a  place  et  satisfaire  s'en  a travers  toute  Acadiens.  un  les  pre-  du  la  rites,  a l'islam  et  clerge.  l a musique,  phenomene  speciale  I l s se  joue  regulierement  prennent  l'hypocrisie  elle  auteurs  fidelement  constitue  done, l e s  ecrivains  M a i l l e t demontrent de  milieux  tres  paysans  peut  Si  frequentent  l a vie  le rire  des  que  II  exorcistes  l a r e l i g i o n dogmatique,  raison  traditionnelles  L'on  surnaturel.  universel.  dans  livrent  la  l'existence  souvent  au  joyeux.  Ainsi Antonine  au  illettree.  pratiquent  o c c u p e une  A f r i c a i n s et  defoulement  lies  bien  importance.  celebration  Mais l a f e t e des  de  l ' e g l i s e et  christianisme La  est  croyants  ecrivains  tant  clientele  premiere  de  metiers  nombreux s o r c i e r s , f e t i c h e u r s ,  guerisseurs  un  de  en  damentalement  leur  conclure  de  l'Afrique  inconsciemment  noire  que  les  i n s p i r a t i o n , quoique venant  d i f f e r e n t s , se que  semblables.  partout  ressemblent  et sources de  a s'en  l e s hommes demeurent  deux etonner. fon-  Table  Sommaire  des  matieres  . . . . . . .  i i 1  Introduction Definition  du  Observations I  generales  orale"  1  P a r a l l e l e s entre l a condition e t c e l l e des A f r i c a i n s  2  La v i e t r a d i t i o n n e l l e  3  Importance litteraire  des  traditions  en  des  disparalt comme  orale  Acadie  k 5  8  Acadiens . . . . . .  8 2k  richesse 3k  I n f l u e n c e de l a t r a d i t i o n o r a l e s u r l e s romanciers a f r i c a i n s et sur Antonine M a i l l e t  C o m p a r a i s o n du f o l k l o r e e t de en A f r i q u e e t chez A n t o n i n e 1  . . . .  sur l a t r a d i t i o n  Remarques s u r l a v i e t r a d i t i o n n e l l e e t en A f r i q u e n o i r e  k  II  terme " t r a d i t i o n  I n f l u e n c e des v i e i l acadien  langues  la tradition Maillet  africaines  et  kO  orale 46  du kS  2  Pays,  3  La  k  Contes,  5  Coutumes e t c r o y a n c e s  9ft  6  Animisme e t s o r c i e r s  103  7  Les  8  La  histoire,  racDntent  genealogie  e t ceux q u i l e s  78  Mort cpmplaintes,  religions joie  52  de  legendes  e t epopees  c h r e t i e n n e e t musulmane  vivre  . .  . . .  83  118 125  Conclusion  138  Bibliographie  141  Nous t e n o n s a e x p r i m e r nos remerciements  sinceres  a M o n s i e u r G e r a r d Toug  pour ses c o n s e i l s encouragements.  precieux  et ses  Introduction  A l'interieur plus du  de  l a francophonie,  en p l u s l ' e x i s t e n c e de  Canada f r a n g a i s ,  titre tout  que  etablis  celle  des  americaine,  que  des  b i e n que  par  leurs  par  sein  celle  des  et sont  quebecois,  de  ne  soit  pas  souche f r a n g a i s e  au nornbre 1  angloappartenance  certains  jeunes  c ' e s t avant  ) qu'ils  la litterature  d'envi-  assimilation  p a r t dans l e u r  (1929-  au meme  I l s habitent les regions  l e n a t i o n a l i s m e de  voisins  r e c o n n u e au  histoire  l a preponderance  d'autre  d'Antonine M a i l l e t  presence  leur  Menaces d'une p a r t d  et c u l t u r e l l e  par  celle  Canadiens-frangais  longtemps.  et soutenus  dont  de  f r a n g a i s e en A f r i q u e n o i r e .  provinces maritimes  S l a francophonie  encore,  a u t r e s C a n a d i e n s de  seulement.  linguistique  ecrits  des  au p a y s d e p u i s  tfDQ 000  ainsi  sont  l e s Quebecois,  littorales ron  Acadiens  a fait  litteratures,  e t p l u s recemment  nombreux p a y s d ' e x p r e s s i o n Les  jeunes  l'on reconnalt  tout  doivent  aux  leur  mondiale  en  langue f r a n g a i s e . Les frangais leur grace  nombreuses  et b e i g e s  patrimoine aux  tribus  d'Afrique noire voient leur  litteraire  oeuvres  habitant l e s anciens  de  acceder  l'elite  a un  public  d'expression  territoires  folklore  et  universel  frangaise, elite  2  qui  trop  milieux  souvent  se t r o u v e o b l i g e  culturels  l a langue  Acadiens partagent, tout  non  un  teraires, base.  se f o n t  Et puisque  royaux de  du  de  cette  jadis  continent nair,  entre  p l u s que  cette  nouvelle  oeuvres  de  Du  cOte  de  Mongo B e t i  leurs  folklorique  orale,  et c e l a  aussi  des  l'un  des  cOte  ecrivains  directement  de  ses premiers  dont  ecrivains  transition  en v o i e  q u i se  de d i s p a r i t i o n  mange l a dune ( 1 9 6 2 ) , toute  liberte  leur  nous a l l o n s  examiner  B i r a g o Diop,  pays  elle  ainsi  l i s sont  e t dans l a v i e i l l e  coloniale  que  tous  Yambo influences  d'origine.  de son  Maillet  peuple.  Pointe-aux-Cogues laisse  Hamidcu  (Guinee);  l e s p i e c e s e t l e s romans  tels  une  des  Cheik  la situation  l'Acadienne Antonine  orale  et  cherche.  Centrafricaine);  la tradition  livres,  parmi  auteurs representent l a  mais q u i d e c r i t  canadien,  bien  tradition,  e t Ahmadau Hourouma ( M a l i ) .  Du  de  p u i s e e dans c e t t e  arale  de  l a richesse  issus  (Camercun);  orale  lit-  1•inspiration  Republique  par l a t r a d i t i o n  oeuvres  a t o u j o u r s ete  Hane e t Sembene Dusmane ( S e n e g a l ) ; Camara L a y e  Ouologuem  qui  et  ecrite  Rene Maran ( A n t i l l a i s ,  paysan-  dans l e s m i l i e u x p o p u l a i r e s  negro-africain,  dans l ' a c t u e l l e  ses  et l e s  et d'usages,  l a matiere premiere,  souvent  tels  litterature  litterature  croyances  richesse  que  ces r e g i o n s e s t t r e s  d'autant  les Africains  connaltre a travers  mais en f e r m e n t  Acadiens  de  comme d ' a u t r e s c o l l e c t i v i t e s  vehiculee par l a t r a d i t i o n les  frangaise,  nombre i m p r e s s i o n n a n t de  seulement  loin  nourriciers.  En p l u s de  nes,  de s ' e x p a t r i e r  parler  est  s'inspirent Sauf  dans  ( 1 9 5 8 ) e t On  ses personnages  langue p o p u l a i r e  des  a en  Acadiens.  3 Parmi fait ne  l e s conteurs preuve  Tout  est un  pas a u s s i  comme P i e r r e  l e pere  precis,  l e Quebecois  Les d e s c r i p t i o n s  e t l/oyageurs  qu'Antonine  pas d e v a n t  Maillet,  moins i n t i m e m e n t  ( 1863)  qui ecrit  du d e t a i l  usage de t e r m e s  que Tache nous donne s o n t l e  d ' o b s e r v a t i o n s ou d ' e n q u e t e s p e r s o n n e l l e s " . pourtant  Maillet.  O z i t e ou B e l o n i e -  e s t "soucieux  volontiers  mais q u i  d'Antonine  E t comme l ' A c a d i e n n e  pittoresque, faisant  s'eclipse con  que c e l u i  a Tom, l a v i e i l l e  loquace".  plus tard,  canadiens.... fruit  loin  Tache ( 1820-189*0  p o i n t s semblable,  M i c h e l dans F o r e s t i e r s  un " r a c o n t e u x siecle  Joseph-Charles  d'un a r t en p l u s i e u r s  va t o u t e f o i s  le-l/ieux,  quebecois,  I I ne  s e s p e r s o n n a g e s de l a meme f a -  ce q u i f a i t  l i e a ses sources  qu'il  demeure un c o n t e u r  d inspiration 1  que c e l l e - c i :  Comme t o u s l e s c o n t e u r s de c e t t e epoque, Tache ne p e u t r e s i s t e r a l a t e n t a t i o n de f a i r e du s t y l e : l ' i m m e n s i t e de l a n a t u r e canadienne l ' y a p p e l a i t . C'est l a p a r t i e de s o n l i v r e q u ' i l f a u t r e j e t e r . Qu'il f a s s e p a r l e r seulement s e s personnages, l e s o r t i l e g e o p e r e de n o u v e a u . ^ C'est  ce " s o r t i l e g e "  justement  charme de l ' o e u v r e d ' A n t o n i n e tion  populaire et authentique,  Maillet  qui fait  egalement l e  et q u i , par son i n s p i r a -  l a rapproche  des e c r i v a i n s  negro-africains. Nous p r o p o s o n s d ' e t u d i e r i c i l e g r a n d leles sion  e t de r e s s e m b l a n c e s orale qui existent  premier les  d'Drdre f o l k l o r i q u e  se ressemblent ainsi  e t de t r a n s m i s -  e n t r e l e s deux t r a d i t i o n s .  temps done, nous v e r r o n s  Acadiens  nombre de p a r a l -  Dans un  en q u o i l e s A f r i c a i n s e t  par leursantecedentshistoriques  et  sociaux,  que p a r l e u r m e n t a l i t e c o l l e c t i v e .  un  deuxieme temps, nous e t u d i e r o n s l e s f a i t s  Dans  de c u l t u r e  p o p u l a i r e que  la tradition  generations,  e t que  coucher par  Definition  l e s auteurs  du  terme " t r a d i t i o n  "tradition  dite  toutes dont  de  la suite  transmis  transmission  non  ici.  de  Bref,  tous  vaste  ont  vu  t e n a n c e au  naltre  les faits  i l s ' a g i t de  M a l i , ou  " d e f r i c h e t e u x de portance de  de  au  ter-  generation  f a b l e s , des  et l e s Acadiens,  comprend  c h e z eux;  de  que  ce s o i t  leur  leur  tendance  facon  l a l i g n e e , des  transmission  celle  encore c e l l e  parente"  o r a l e par  litte-  et  gestes,  des  peuples  l'ensemble  distincte  des  susceptible en  generation.  leur  e t des  l a v o i x des  et  la  culturelles l'appar-  6 la  de  terre;  l'ancien revelent les  conception ancetres;  griots  des  a faconner  pays,  rois  la  e t l e domaine  p l u s humble que  acadiens; morts  des  contes  d'exprimer  g r c u p e e t h n o - l i n g u i s t i q u e e t au  genealogies,  E m p i r e du  bon  nous e x a m i n e r o n s & l a f o i s  d e v i n e t t e s , des  encore qui  la tradition  l a n g u e pour mieux v e h i c u l e r l e s s p e c i f i c i t e s  leurs  juge  des  Autrement d i t ,  l a mentalite  v i v e v o i x e t de  cette definition, des  large.  seulement  et toute  legendes parmi l e s A f r i c a i n s  qu'ils  cours  c e t t e e t u d e , naus p r e t o n s  l a v i e d'une c a l l e c t i v i t e  Selon  plus  au  orale"  o r a l e , mais egalement  l e s connaissances  aspects  par  sens l e p l u s  renfermerait  i l est question  d'etre  de  o r a l e " son  l'expression raire  ont  conserver  ecrit.  Pour l e s b e s o i n s me  o r a l e a su  de  1'im-  l e u r s mayens  e t des  anciens  5  d'un  cote,  des la  et par c e l l e  " c o n t e u x " de l ' a u t r e ; mort  en g e n e r a l  religions  leurs  croyances  et l e s defunts  croyances populaires  la  des v i e u x h i s t o r i e n s  en ce q u i c o n c e r n e  en p a r t i c u l i e r ;  et c e l l e s q u ' i l s prafessent  a dogme, a l l a n t p a r c o n s e q u e n t  ne;  leurs  celebrer  de g u e r i s o n  magiques; l e u r  tumes l e g u e e s  et l a divination  par l e s herbes  sagesse  ancestrale  aux d e s c e n d a n t s ; e t e n f i n  avant  & l'autre.  leur C'est  savoir  survecu  a travers  e t se s e r v e n t  des  des m i l l i n a i r e s .  e n c o r e de l ' o r a l  Meme a p r e s  interpr&tes,  se sont  bien orales l'inventoujours  pour sauvegarder au s e i n  d'une  leur  des r e g r o u p e -  des hommes e t des femmes s p e c i a l i s e s dans un  domaine de c e t t e experts  qu'elle  croyances  ces bibliothfeques  Trfes t o t , on a vu s u r g i r  ments t r l b a u x  telle  de l a memoire  de l ' e c r i t u r e , l e s masses i l l e t t r e e s  patrimoine.  seul  et l e u r s  en v e r t u  e x e r c e e que, de bouche a o r e i l l e ,  servi  cou-  l ' a v e n e m e n t de l ' e c r i t u r e , l e s hommes o n t  su transmettre  generation  tion  et leurs  l a v i e p a r l a musique e t l a f e t e *  Bien  ont  et par les i n -  l e u r manifere de  Observations generales s u r l a t r a d i t i o n o r a l e se m a n i f e s t e dans t o u t e s o c i e t e  toujours  g r a c e aux  des g r a n d e s r e l i g i o n s musulmane e t c h r e t i e n -  secrets  cantations  leurs  de l a s u p e r s t i t i o n ,  s o r c e l l e r i e , 1»exorcisme, l e f e t i c h i s m e  jusqu'aux r i t e s  de v i l l a g e e t  culture  en g e n e a l o g i e ,  orale,  de s o r t e  des f e t i c h e u r s  d e s phenom&nes n a t u r e l s ,  qu'il  a existe  e t s o r c i e r s , des  des g u e r i s s e u r s ,  des  6  herboristes de  et b i e n  f a b l e s , de  Indiens  propriete les en  conteurs  e t de  specialisation  peuples, de  des  complaintes  Cette certains  sOr  que  e x c l u s i v e d'un a sa p l a c e  d e t i e n t b e l et bien D'un  autre  par  Canada, que  d auteur  privilegie  p o u r r a i t lui-meme s u b i r des  reprend Robert  S son  se  rait  ete  tion  o r a l e de  suicider l e cas  II orale  les  selcn laquelle s ' i l omet un de  petit  les regions  epoques de  actuel  en  de sent  de  de  humaine.  des  exemples.  legendes,  chants,  i l s ' a g i t du  des  Que  dans  ambigue,  traditionaliste  du  de  la  C'autradi-  Moyen-Dahomey? la  se m a n i f e s t e  tradition elle  aussi  l a planete  et S  Les  d'Esope,  Fables  et c e l l e ce s o i t  proverbes,  besoin  l ' u n i v e r s , de  Roy,  sanctions  africaniste  r a p p e l e r que  de  connais-  sa longue l i s t e .  litteraire  l ' E c o s s a i s Rob  des  lectivite,  grand  d'Homere, l e s s a g a s d ' I s l a n d e ,  contes,  d'expliquer  nom  de  L'Aventure  "le griot  habitees  l'histoire  epique  legendaire  de  royaume y o r o u b a  guere besoin  plus specifiquement  l'oeuvre  luxe  car i l  D a n i e l Mayer,  Baba E l e g o u n Qyede, g a r d i e n  Ketc-u,  n'est  dans t D u t e s  de  compte 1 ' a f f i r m a t i o n du  Cornevin,  doit  a l'edition  des  des des  d ' e x p r i m e r l e s e m o t i o n s que  toutes  1'histDire Akan du mythes,  devinettes  universellement  transmettre  la  oral".  1  l e detenteur  sont  oserait  immediatement p u n i ,  le "droit  chez  e x e m p l e , chez l e s  Quicanque  extremement sevferes dan9 c e r t a i n s c a s . sa longue p r e f a c e  t e l point  l e s legendes  seul canteur.  c6te,  sances s p e c i a l i s i e s  e s t p o u s s e e a un  serait  d'histoires,  legendes.  nous c o n s t a t o n s ,  l a c O t e Q u e s t du  raconter  et chanteurs  senti  des  ou  par  l a s a g e s s e de l'on partage,  Ghana  des 1'hQmme  la ou  caltout  7  simplement cel&bre  de s e d i s t r a i r e  l a ruse  ou l e s coups  Comme l e s i g n a l e orale, ciens il  p a r des contes  ces contes  pendables.  Robert  Cornevin,  p o p u l a i r e s "sont  que l e g e n i e meme d e s p e u p l e s  cite  l e s auteurs  decrivent  ob l e n a r r a t e u r  de L i t t e r a t u r e  cette  en r e a l i t e  ... a u s s i a n -  concernes". camerounaise  l e s v a l e u r s p e r m a n e n t e s de c e t t e  litterature  Plus  loin,  lorsqu'ils  tradition  :  C e t t e l i t t e r a t u r e "renferme a l a f o i s t o u s l e s e l e m e n t s de l a c u l t u r e e t de l a r e l i g i o n : l e d r o i t , l e s coutumes, l e s r i t e s c u l t u r e l s , l e s croyances, l e s oeuvres l i t t e r a i r e s proprement d i t e s e t tous l e s t r a i t s d i v e r s q u i d e f i n i s s e n t c h e z l'homme s o n e s p r i t , s a c o n c e p t i o n du monde e t de l'homme" ( p . 8 6 ) . ^  References  G e r a r d B e s s e t t e e t a l . , H i s t o i r e de l a l i t t e r a t u r e c a n a d i e n n e - f r a n g a i s e p a r l e s t e x t e s , p. 333. G e r a r d Tougas, H i s t o i r e f r a n g a i s e , p . 38.  de l a l i t t e r a t u r e  canadienne-  D a n i e l Mayer, "Quand l ' A f r i q u e r e j o i n t l ' u n i v e r s " , dans Hamidou Kane, L ' A v e n t u r e ambiqufi, p . 2 3 .  ^Robert Cornevin, f r a n g a i s e , p p . k3-kk.  Litterature  d ' A f r i q u e n o i r e de l a n g u e  a  I  Remarques s u r l a v i e t r a d i t i o n n e l l e Afrique noire  1. P a r a l l e l e s Africains  entre  Puisque directement etablir celle. par  l a c o n d i t i o n des A c a d i e n s  l a tradition  des p a r a l l e l e s des p e u p l e s  l a suite  entre  p o i n t s qu'ont  orales respectives.  plupart  des t r a i t s  1'evolution  dans l ' e s p a c e par  de nambreuses  climat, leur  1  d'abard  leur  "qu'on  de mieux  en commun  comprendre  leurs  aussi bien  caracteri-  collectivites  a l a fois  entre  geographie,  et leur c u l t u r e .  temps m o d e r n e s .  dans s o n l i v r e  passion  Age e t que l a F r a n c e  1967) s u r " R a b e l a i s  frappe  d i r e c t e e t v i v a n t e de  et fable,  a pu r e c u e i l l i r  Acadienne a redige  par l e u r  sa these  a f f i r m e en e f f e t  Heritage  que " l a g e s t e  du Moyen  s ' a p p a r e n t e beaucaup aux (p. 29).  a Caraquet,  oubliee".  Antonine  qu'il  Maillet  au c o e u r de l ' A c a d i e ,  On s a i t  de d o c t o r a t  et l e s t r a d i t i o n s  e t en  Dans  c h a n t e e en E u r o p e d e p u i s  avait  tra-  que l a  i n f l u e n c e q u i a s u b s i s t e en A c a d i e  etudiees"  une m e r v e i l l e u s e  Elle  histoire  1'influence  Age, ao s e m e l e n t h i s t o i r e  revele  autres  J e a n - C l a u d e Dupont c o n s t a t e  complaintes  des A c a d i e n s e t  en r e c o n n a i s s a n t  tellement  o c c i d e n t a l e jusqu'aux  d Acadie,  nous a l l o n s  a u s s i nambreuses q u • e t a n n a n t e s  race,  l'epoque medievale, Afrique  e t c e l l e des  e t dans l e temps, nous sommes neanmoins  l e s ressemblances  Citons  Tout  examines i c i p e u v e n t  deux g r o u p e s q u i d i f f e r e n t leur  l a situation  de l ' A f r i q u e n o i r e a f i n  l e s nombreux  e t en  de t o u t p e u p l e e s t f a g o n n e e  p a r l a c o n d i t i o n oa i l s e t r o u v e ,  ditions  ser  en A c a d i e  l e Moyen  que c e t t e  (Universite Laval,  populaires  y a "une t e l l e  en  parente  Acadie". entre  2  9  l'esprit suis  recannue  C'est II  a c a d i e n et c e l u i  de  et j ' a i reconnu  R a b e l a i s qu'en l e l i s a n t , tout  au n i v e a u d'une m e n t a l i t e ,  y a des f a m i l i e s  des  pieces  e t des  ter  a l'epoque  d'esprit"."  La v i e i l l e  romans q u ' e l l e  de R a b e l a i s .  ecrit  Parmi  (parfum), soi),  "cobir"  En  de  langue:  cette  1972,  acadienne  souvent  remon-  termes  Acadiens,  aussi  cas, mentionnons  (vaches marines  : morses),  "bailler"  "muse"  ( b o s s e l e r ) , sa " c h a c u n i e r e " ( s a maison  et l e s verbes  (tuer).  famille.  l e s c e n t a i n e s de  dans p l u s i e u r s  ( d o n n e r ) , "veaux m a r i n s "  de  langue  semble  d e s u e t s q u i s o n t communs a R a b e l a i s e t aux b i e n qu'aux Q u e b e c o i s  "qu'ri " 1  (querir  Antonine M a i l l e t  me  l e peuple acadien..,.  d'une e s p e c e  5  je  : c h e r c h e r ) et  fait  l'apologie  a  "occire" enjouee  Vous s a v e z , au p a y s , on a g a r d e a s s e z l o n g t e m p s l a l a n g u e des temps a n c i e n s . Pas p o u r f a i r e e x p r e s , m a i s p a r c e qu'on n ' a v a i t pas l e c h o i x . Quand on e s t t o u t s e u l d u r a n t deux s i e c l e s e n t r e l a mer e t l a f o r e t a p a r l e r ce f r a n g a i s emporte de Touraine, et qu'on n ' e n t e n d pas a u t r e c h o s e , e t ... e t qu'on ne l a t r o u v e pas s i m a u v a i s e c e t t e l a n g u e de R a b e l a i s e t de l a R e i n e de N a v a r r e : c e t t e l a n g u e g o n f l e e de g r o u s mots q u i vous s o r t e n t t o u t d r o u e t t e des p i g r o u i n s , e t vous e b a r o u i s s e n t , e t vous g r a f i g n e n t l e g o r g o t o n , et vous f o u e t t e n t coume une h a r i o t t e , d j a b l e ! vous l a g a r d e z , c ' t e l a n g u e , e t une boune escousse. En p l u s se  de  ces a f f i n i t e s  trouvent a travers  directe  au Moyen  son  de  oeuvre,  langue elle  e t de m e n t a l i t e q u i  fait  parfois  allusion  Age:  . . . l e s v i e u x n o B l s du temps de s o n p e r e . 3e r e c o n n a i s s a i s c e s hymnes du Moyen Age que mon p e r e m ' a v a i t a p p r i s , p e t i t e fille.5 Dans son  deuxieme roman, On  a mange l a dune, l e s e n f a n t s  10  regardent  une " s e a n c e " montee p a r l e s  villageois:  A u j o u r d ' h u i , c ' e s t Angus e t P r i m , deux hommes du v i l l a g e que R a d i c o n n a l t b i e n , qui s'appellent soudain P a t h e l i n et a u t r e c h o s e comme c a , e t q u i s e c h a m a i l l e n t s u r une q u e s t i o n de d r a p . I ly a un j u g e . . . Au francais  cours  d'une c o n v e r s a t i o n  imaginaire, — —  l'auteur  a v e c un i n t e r l o c u t e u r  s o r t l e mot " c o q u e s " :  Oes c o q u e s . . . ? P a r d o n , vous l e s a p p e l e z s a n s d o u t e p a r l e u r nam l a t i n . Au Quebec, on d i t des c l a m s . Chez nous, ce s o n t des c o q u e s , comme chez R a b e l a i s a l a f i n du Mayen Age, e t comme en B r e t a g n e encore aujourd'hui.7  Dans P e l a g i e - l a - C h a r r e t t e , on p r e c e d e d'une  a l'extraction  dent: — Une p a i r e de p i n c e s p o u r une g o u l e de g e a n t , q u ' e l l e f i t , mais nous a u t r e s , j e v i v i a n s p o i n t au temps d e s B r a n d e s P l u i e s e t j e d e s c e n d o n s p o i n t de G a r g a n t u a . 8  En sont Sur  Afrique  encore plus l e plan  jority  immediates  religieux  islamique,  cultures  o c c i d e n t a l e , l e s i n f l u e n c e s de 1'age f e o d a l et plus  d'abord,  entre  autres,  possedent  q u ' e c c l e s i a s t i q u e s , q u i ne s o n t  1'Eclesia  toute  Dans l ' A v e n t u r e decrit  d e s t e r r e s , des  e t des p o u v o i r s ,  seculiers  puissante  Acadie.  l e s m a r a b o u t s des p a y s a ma-  comme l e S e n e g a l ,  d'arachides  nombreuses qu'en  pas sans  tant rappeler  du Mayen Age e u r a p e e n .  ambigue,  l e p e r e de Samba D i a l l o e s t  ainsi: Son boubou b l a n c e t a i t devenu v i o l e t . L e s l a r g e s d r a p e r i e s q u i en t o m b a i e n t cantribuaient, par leur immobilite, & l u i d o n n e r une s t a t u r e de p i e r r e . "Jean a r a i s o n , pensa L a c r o i x , i l a l ' a i r d'un c h e v a l i e r du Moyen Age".9  11  Yambo Ouologuem r e c o n s t i t u e dans  l'epoque f e o d a l e  t o u t e s a s p l e n d e u r , accompagnee de t o u t e s  africaine  les atrocites  imaginables: En c e t age de f e o d a l i t e . . . e s c l a v e s . . . emmures v i f s . . . 1 0  telles  Le Regard  du r o i p r e s e n t e un  cruautes,  parait-il,  moins f e o d a l  mais  j e u n e monarque s a n s  de  son roy,aume n • en e s t pas  a maints egards: —  Ce n ' e s t pas l a un s i m p l e e m p l o i , d i t l e m e n d i a n t ; l e s t i m b a l i e r s s o n t de c a s t e n o b l e e t , chez eux, 1 ' e m p l o i e s t hereditaire. 1 1  La f l a g e l l a t i o n fete,  du M a l t r e  n ' e s t - c e pas  des c e r e m o n i e s d e v a n t l e v i l l a g e  l'equivalent  exact  du p i l o r i  europeen d  en 1  au-  trefois? Prenons  enfin  l'exemple  des v a l e u r s  d'autrefois  chez  les Malinkes: ...une e t h i q u e c o m p o r t a n t l a g e n e r o s i t e , l a l o y a u t e , l a c h e v a l e r i e , l e r e s p e c t de l a p a r o l e donnee, l a p r a t i q u e de 1 ' I s l a m , l a cora et l a cola.12 On  dirait  l e code  II  existe  de c h e v a l e r i e de f o r t e s  les  Acadiens et c e r t a i n e s  les  a u t r e s o n t connu  Chasses,  reduits  e t de  ressemblances h i s t o r i q u e s tribus  de l ' A f r i q u e .  l a conquete, l a d e p o r t a t i o n  a l a misere, leurs  deux p e u p l e s i l l e t t r e s d'histoire  e x a l t e par Chretien  etaient  families  longtemps  de T r o y e s ! entre  L e s uns et  l'exil.  dissoutes,  consideres  et  ces  depourvu  litterature:  ceux q u i n ' o n t i n v e n t e n i l a p o u d r e n i l a b o u s s o l e , ceux q u i n ' o n t j a m a i s s u dompter l a v a p e u r n i 1 ' e l e c t r i c i t e , ceux q u i n ' o n t e x p l o r e n i l e s mers n i l e c i e l (Aime C e s a i r e , C a h i e r d'un r e t o u r au p a y s n a t a l , p . 1 1 1 ) .  12  L e s l e g e n d e s e x p l i q u e n t l e s g r a n d s moments de l ' h i s t a i r e . Avant que l ' e n f a n t n ' a i l l e " a p p r e n d r e " s u r l e s b a n c s de l ' e c o l e que s o n pays n'a p r e s q u e p a s d ' h i s t o i r e , i l e s t bon q u ' i l e n t e n d e l a v e r s i o n o r i g i n e l l e des f a i t s , v e r s i o n c o l o r e e , a r r a n g e e , m u t i l e e ou e x a g e r e e s e l o n l e s c o n v e n a n c e s du g r i o t ( P a t r i c k Merand, L a V i e q u o t i d i e n n e en A f r i q u e n o i r e , p i U5). Revenons a l ' e s c l a v a g e . Qui o s e r a i t s ' e t o n n e r que, a p r e s c e s annees t e r r i b l e s , echelonnees s u r quatre s i e c l e s , s e u l s emergent l e s i l e n c e , l a d o u l e u r , l e s o u v e n i r m e u r t r i ? Qu'aucune o e u v r e de q u a l i t e n ' a i t e t e r e d i g e e e t nous s o i t p a r v e n u e p o u r charmer n o t r e e s p r i t p a r l e r e c i t h i s t o r i q u e de t e l s evenements, q u i o s e r a i t en e t r e s u r p r i s ? (Mayer, "Quand l ' A f r i q u e r e j o i n t l ' u n i v e r s " , dans Hamidou Kane, L ' A v e n t u r e ambique*, p. 3 8 ) . A p r e s g a , v e n e z me d i r e a m o i , q u i f o u r b i s chaque m a t i n mes s e i z e q u a r t i e r s de c h a r r e t t e , qu'un p e u p l e q u i ne s a l t p a s l i r e ne s a u r a i t a v o i r d ' H i s t o i r e ( M a i l l e t , P e l a g i e - l a - C h a r r e t t e , p. 12). Un p e u p l e q u i n'a pas o u b l i e l a F r a n c e a p r e s un s i e c l e de s i l e n c e e t d ' i s a l e m e n t n ' o u b l i e r a p a s au b o u t de q u i n z e ans d ' e x i l ses reves d'Acadie ( M a i l l e t , P e l a q i e . p. 1 1 3 ) . Pour servi  surviore,  l e s Acadiens et l e s A f r i c a i n s se sont  beaucoup de l a r u s e ,  q u i e s t bien  p r i s e dans l e 9 deux  traditions: . . . p l e i n de j o i e comme l e s g r a n d s q u i ecoutaient aussi, j e suivais Leuk-leL i e v r e . . . ( q u i ) b e r n a i t b e t e s e t gens au v i l l a g e comme en b r o u s s e e t j u s q u e dans l a demeure du r o i ( B i r a g o D i o p , " I n t r o d u c t i o n " , L e s C o n t e s d'AmadouHoumba, p . 9 ) . On s a i t que l ' A c a d i e n'a j a m a i s e t e en mesure de s e d e f e n d r e a armes e g a l e s , n'ayant jamais e t e l ' e g a l e  13  de p e r s o n n e . E l l e a f i n i par degourdir s a j a r n i g o i n e , a l ' i n s t a r de P i e r r e a P i t r e , e t p a r a p p r e n d r e a se t i r e r de l'impasse par l e s c u l s - d e - s a c ( M a i l l e t , P e l a o i e - l a - C h a r r e t t e . pp. 2 0 0 - 2 0 1 ) . Autre conquis  effet  i n c o n t e s t a b l e de  et persecutes,  i l s ont  leur  situation  de  peuples  t o t commence a se m e f i e r  de  1 etranger: 1  Rokhaya... m a u d i s s a i t c e t t e r a c e de b l a n c s q u i d e t o u r n a i t son p e t i t du d r o i t chemin (Sembene Ousmane, 0 P a y s , mon beau peup l e ! p. 4 6 ) . . . . l e s Toubabs en h a u t , a p r e s l e s Dahomeens e t l e s S e n e g a l a i s , e t nous a u t r e s , aud e s s o u s des p i e d s , des r i e n s (Ahmadou Hourouma, Les S o l e i l s des independences. p. 8 9 ) . C ' e s t Thaddee a L o u i s q u i m'a l e p l u s e c l a i r e e s u r l a n a t u r e de ces t r o u b l e s . T o u t d e s o r d r e v i e n t d'en d e h o r s , q u ' i l a d i t . . . e t c ' e s t de l a mer que s o n t t o u j o u r s venus l e s chambardements ( M a i l l e t , L e s C o r d e s - d e - B o i s , p. 2 1 9 ) . Le c u r e , en e f f e t , a v a i t p l u s d'une f o i s expose en c h a i r e l e s d a n g e r s de c e s exodes v e r s l e sud: p e r i l pour l a langue, pour l e s moeurs, pour l a f o i . La m e n t a l i t e des A m e r i c a i n s de l a v i l l e ne s ' a c c o r d a i t pas a l a n a i v e s i m p l i c i t e des p e t i t e s f i l l e s de l a mer ( M a i l l e t , P o i n t e aux-Coques , p. 144).  naient  Les  hommes d ' a f f a i r e s  pas  a l'ethnie  mentionnent Antonine  souvent  Maillet  MacFarlane,  l a majorite.  Les  revele l'attitude qui f a i t  n'apparte-  ecrivains  l e s b o u t i q u i e r s s y r i e n s ou  l'Ecossais  Cordes-de-Bois).  de  e t l e s commergants  africains  grecs,  et  ambigue* des  gins  envers  l e commerce du  bois  (Les  Dans M a r i a a g e l a s ,  i l y a meme un c o l p o r t e u r  14  syrien plus, ses  q u i " v e n d a i t un peu de t o u t " e t q u i " d i s t r i b u a i t , en des h i s t o i r e s . . .  qu'il  recueillait  un peu p a r t o u t  voyages". M a i s on n'a pas b e s o i n  d'etrangers  pour  L'esprit  villages,  e t l e "qu'en-dira-t-on" q u i accompagne l e s  qui  de c l o c h e r , l a r i v a l i t e  a v o i r des  ennemis.  bles  dans  commerages s o n t se r e f l e t e n t  d'Antonine  autant  d'aspects  e n t r e c l a n s ou  de l a v i e  dans l e s romans a f r i c a i n s  inevita-  communautaire  francophones  et  Maillet: Dans l e u r p a y s , ob l e u r s f a m i l i e s e t a i e n t en r i v a l i t e comme i l a r r i v e t o u j o u r s dans l e s v i l l a g e s . . . ( M o n g o B e t i , P e r p e t u e e t l ' h a b i t u d e du m a l h e u i s p. 1 4 1 ) . D e r r i e r e s o n dos, l e s r a c o n t a r s e t l e s c a l o m n i e s m a r c h a i e n t ban t r a i n (Sembene Dusmane, • P a y s , mon beau p e u p l e ! p . 5 0 ) . C ' e t a i t s a c h a n c e , a l u i , B a s i l e , de l e s f a i r e danser s u r l e f e u , l e s G e l a s . . . t o u t e l a h o r d e des G e l a s ! ( M a i l l e t , M a r i a a g e l a s , p. 189). Dans un p a y s comme l e mien, on e s t au f a i t t o u t de s u i t e d e s g r a n d s e t p e t i t s evenements q u i s e d e r o u l e n t dans l a v i e de c h a c u n ( M a i l l e t , L e s C o r d e s - d e - B o i s , p. 2 6 4 ) .  Uoila  done d e s v i l l a g e s  renfermes  mefiant  d e s i d e e s de l ' e x t e r i e u r ,  prisent  surtout l'opinion  s u r eux-memes e t s e  des s o c i e t e s s t a t i q u e s q u i  des v i e u x  notables:  I I ne m ' a p p a r t i e n t e t i l ne vous a p p a r t i e n t p a s d a v a n t a g e de d i s c u t e r l e s o r d r e s du naba ( L a y e , Le Regard du r o i , p. 2 3 1 ) .  15  - - T a i s e - t o i , J e a n n o t , on p a r l e p o i n t sus c ' t e t o n au p l u s v i e u x v i e i l l a r d * du p a y s ( M a i l l e t , P e l a g i e , p. 2 0 ) . D'ailleurs, vieux  fait  autre  c a r a c t e r i s t i q u e est l'aspect elabore  Il  partie  c e t t e c o n s i d e r a t i o n t r e s marquee p o u r l e s  fallait  matiere.  la vieille  e c h a n g e r de Dans Le  empressee de cesser  de  la flagellation  paysanne,  du  va  r o i , Samba Baloum,  demander au  du m a l t r e  des  dont  une  des s a l u t a t i o n s .  longues p o l i t e s s e s avant  Regard  Clarence,  politesse  vieux  d'entrer  en  a l a demande  naba de  faire  ceremonies:  — C r o i s - t u que l e u r c o n f e r e n c e s e r a l o n g u e ? d i t Noaga. - - E l l e ne s e r a pas c o u r t e , d i t (\lagoa. I I f a u t t e n i r compte des salamalecs (p. 1 6 9 ) . 1 3  Antonine M a i l l e t dans l e c o n t e x t e  nous l i v r e  une  experience  identique  acadien:  C e t t e f o i s , j ' a b o r d a i s Meleme s a n s intermediaire. E t i l t r o u v a ma q u e s t i o n assez d i r e c t e . Ce n ' e s t pas l a coutume dans un p a y s ao. l ' o n a t o u t son temps de c o u p e r c o u r t a t o u t e s l e s e t a p e s de l a c o n v e r s a t i o n e t de s a u t e r comme un e f f r o n t e a l a q u e s t i o n f i n a l e . La  politesse  generosite, tent  souvent  traditionnelle  et l e partage,  autant  comprend de  traits  1 4  *  1' h o s p i t a l i t e , q u i se  manifes-  dans l e s o e u v r e s e t u d i e e s i c i : Mon p e r e d o n n a i t f a c i l e m e n t e t meme a v e c p r o d i g a l i t e ; q u i c o n q u e se p r e s e n t a i t p a r t a g e a i t . n o s repas (Laye, L'Enfant n o i r . p. 12) V o i l a t r o i s jeunes genses q u i cognont & notre parte. Or t u s a i s que nos p e r e s avont jamais r e f u s e 1 h o s p i t a l i t e a c e s t u y - l a q u i e t a i t dans l e b e s o i n e t q u i d e m a n d a i t p o u r 1'amour de J e s u s C h r i s t ( M a i l l e t , P e l a g i e . p. 2 1 0 ) . 1  la  16  La s o l i d a r i t y v o i e n t dans l ' e m p l o i  du groupe et l e sens d'appartenance que f o n t l e s Acadiens et l e s  du " j e " pour designer  l e "nous"  se  Africains  collectif:  Dans l e roman ou l a poesie negroa f r i c a i n s , l ' i n d i v i d u s ' i n t e g r e au peuple et a l a s o c i e t e dont i l emane. Meme quand i l d i t " J e " , i l entend "Nous", i l represente son p e u p l e . Toute emotion p e r s o n n e l l e est r e p l a c e e par l u i dans un courant plus general ( L i l y a n H e s t e l o o t , Les e c r i v a i n s n o i r s de langue f r a n g a i s e : naissance d'une l i t t e r a t u r e p. 307). f  J'avons deja ete r e l a n c e s une f o i s , coume ga, et j ' a v o n s lande en L o u i s i a n e , a s s e u r e m e n t . . . Ca f a i t passe deux cents ans et je sons encore en v i e ( M a i l l e t , La Sagouine, pp. 136-137). C ' e s t un peu complique, l ' e t u d e de c e t t e langue paysanne des A c a d i e n s . I I s'y mele autant de f a c t e u r s du coeur et des sens que de l ' e s p r i t . Entre j ' a t t e n d a i s et nous attendions i l n'y a qu'une d i f f e r e n c e numerique. Mais j a t t e n d i o n s apporte un sens tout a f a i t neuf a l ' a c t i o n d ' a t t e n d r e , un sens e n r i c h i de m i l l e nuances de poesie et de g e n e r o s i t e ( M a i l l e t , Pointe-aux-Coques, p. 102). 1  Un autre i n d i c e de 1'importance  & la fois  munautaire et de l a p a r o l e est sans doute l ' a r b r e africain,  de l a v i e coma palabres  l i e u de rencontre p r i v i l e g i e qui r e t r o u v e son  v a l e n t presque a u s s i sacre dans l a forge frequentee par personnages  d'Antonine  Maillet:  . . . u n des aspects fondamentaux de l'ame a f r i c a i n : l a p a r o l e , l e g r i o t des p a l a b r e s . . . qui peut f a i r e demeurer l e s v i e i l l a r d s tout un mois durant, sous l ' a r b r e & p a l a b r e 9 , pour t r a n c h e r un l i t i g e , c ' e s t bien c e l a qui c a r a c t e r i s e l e s peuples a f r i c a i n s (Laye, Le Maltre de l a p a r o l e , p. 23).  equiles  17  Et e l l e se d i r i g e a du cOte de l a f o r g e des Gelas 0 0 . l ' o n se r e u n i s s a i t d ' o r d i n a i r e pour p a r l e r c o n t r e l a f o r g e des A l l a i n . . . Les hommes buvaient l e u r bifere en s i l e n c e ( M a i l l e t , Mariaaqelas, p . 5 1 ) . La f o r g e a v a i t egalement des deux cOtes de l ' A t l a n t i q u e un r o l e c e n t r a l a jouer dans ces v i l l a g e s p r o s p e r a i e n t encore.  0 6 tous l e s  artisans  Dans Le Devoir de v i o l e n c e , l e f o r g e r o n  Barou, qui est en meme temps l e b a r b i e r , r e f u s e de s u i v r e ordres des agents de S a i f .  Ces d e r n i e r s veulent q u ' i l tue  l e n e g r i e r Doumbouya "en l a i s s a n t  glisser,  comme par a c c i d e n t ,  son c a n i f sur l a nuque o f f e r t e de son c l i e n t " ( p . 8 3 ) . Acadie, les forgerons  les  et d ' a u t r e s  p o r t a n t s qu'en A f r i q u e : " . . . l e s  artisans  En  e t a i e n t a u s s i im-  Thibodeau, de pere en f i l s ,  e t a i e n t l e s plus h a b i l e s et plus s o l i d e s maitres de f o r g e s 1 5  de toute  1'Acadie".  Parmi l e s v i l l a g e o i s c a s t e des forgerons  j o u i t de pouvoirs magiques,  pas l e cas en A c a d i e . fois  des romans de Camara Laye,  Les deux t r a d i t i o n s  des r o l e s t r e s importants  la  ce qui n ' e s t  attribuent toute-  aux s c i e n c e s o c c u l t e s .  Les  croyances animistes ont t o u j o u r s f a i t p a r t i e de l a v i e en A f r i q u e n o i r e , mais v o i c i qu'Antonine M a i l l e t semble des croyances semblables, bien sQr,  suggerer  a cOte du c h r i s t i a n i s m e o f f i c i e l  chez l e s v i c t i m e s du Grand Derangement.  Dans  P e l a g i e - l a - C h a r r e t t e , B e l o n i e - l e - l / i e u x meurt peu avant 1' a r r i v e e des c h a r r e t t e s en Acadie, mais sa presence ne se pas moins s e n t i r pour autant: I I e t a i t present p a r t o u t . . . La nature e t a i t envahie du B e l o n i e . . . l'ombre de B e l o n i e - l e - V i e u x a plane au-dessus des  fait  charrettes. Au p o i n t que l e s A l l a i n en o u b l i a i e n t quasiment l e u r s ora pro nobis et s a d r e s s a i e n t au defunt dans l e u r s l i t a n i e s . . . d e l i v r e z - n o u s du mai, B e l o n i e ; que C e l i n a en n e g l i g e a i t de c o n s u l t e r l a f o u r r u r e des e c u r e u i l s et l a hauteur des nids de guepes sur l e temps q u ' i l f e r a i t et i n t e r r o g e a i t directement l e radoteux sans f a i r e de maniere (pp. 314 et 317). 1  IMous venons d'evoquer l a sorcifere C e l i n a , qui  interroge  l e s phenomenes n a t u r e l s pour c o n n a i t r e l e d e s t i n des d e p o r t e s . Uivant a i n s i  au s e i n de l a nature, l e s paysans a f r i c a i n s  acadiens s'expriment  par des images savoureuses  et  qui se r a p -  p o r t e n t & l a mer, a l a brousse et aux animaux qui s ' y  trou-  vent: Z a c h a r i e s ' e s t a s s i s sur son seant avec nonchalance, comme...un serpent qui v i e n t de se gaver et q u i . . . n ' a cure de se hater ( B e t i , Le Pauvre C h r i s t de Bomba, p. 3 1 ) . P r i s de court t e l l e l'hyfene sous un t a i l l i s de ranees, S a i f f r e m i t d'une i n d i g n a t i o n . . . (Ouolaguem, Le Devoir de v i o l e n c e , p. 8 1 ) . Un peuple q u i . . . se sauvenait de sa f r a y e r e comme l e s saumons; et comme l e s saumans, i l e n t r e p r i t de remanter l e courant ( M a i l l e t , P e l a g i e , p. 113). Toute c e t t e crache pour un ignorant qui d i s t i n g u a i t pas une a n g u i l l e d ' e t e d'une a n g u i l l e d ' h i v e r , e ' e t a i t du g a s p i l ( M a i l l e t , Les C o r d e s - d e - B o i s , p. 250). Comme dans l e passage que nous venons de c i t e r , l e r e a lisme t e r r e & t e r r e des gens de l a campagne se transmet des images p h y s i o l o g i q u e s spontaneite i n s t i n c t i v e ,  sans gene, f a i s a n t  par  preuve d'une  images qui se m u l t i p l i e n t chez  19  Ante-nine M a i l l e t  a i n s i que dans l e s romans negro-af r i c a i n s :  Les l o i s , l e s ordres et l e s c i r c u l a i r e s des s o l e i l s des Independences e t a i e n t a u s s i nombreux que l e s p o i l s d'un bouc et a u s s i complexes et melanges que l e sexe d'un canard (Kourouma, Les S o l e i l s des independences, p. 197). Un Mercenaire ne se cache pas plus pour f a i r e p i p i que pour c r i e r a son v o i s i n d ' a l l e r manger de l a marde ( M a i l l e t , Les C o r d e s - d e - B o i s , pp. 220-221). Beaubassin? Catoune se s o u v i n t - e l l e a ce moment-la de Beaubassin? E l l e . . . se mit a r e n i f l e r . Quinze ans, ca peut vous s o r t i r de l a t e t e , mais ga vous r e s t e dans l e nez ( M a i l l e t , P e l a g i e . p. 33). II  n ' e s t done pas surprenant que l a j o i e de v i v r e  bien marquee, e l l e  soit  aussi:  Tout l e long de l a p i s t e q u i est i c i une rue, nous entendions l e s femmes chanter ou s ' i n t e r p e l l e r et l e s hommes r i r e en se tapant sur l a c u i s s e ( B e t i , Le Pauvre C h r i s t de Bomba, p. 29). On mange b i e n et meme t r a p , pendant l e s f e t e s de c i r c o n c i s i o n , de ramadan, de t a b a s k i , ou quand on a rencontre une personne genereuse (Laye, Le Maltre de l a p a r o l e , pp. 47-48). II n e i g e a i t ! La premiere neige de l'automne. Ce j o u r - l a , toute l a jeunesse canadienne r e d e v i e n t un p e t i t e n f a n t . La neige possede ce s e c r e t de rendre au coeur en un s o u f f l e l a joie n a i v e . . . (Maillet, Pointe-auxCoques, p. 70). Eh ben ga, par exemple, ga s'adonne que j ' a v o n s pas besoin de r a i s o n s pour c e l e b r e r . . . Nous a u t r e s , je f e t o n s parce que j e f e t o n s . . . ( M a i l l e t , Les Crasseux, p. 7 6 ) . Les Acadiens et l e s N o i r s en A f r i q u e p r i s e n t beaucoup leurs families  et l e u r s l i e n s de p a r e n t e , ce qui ne l e s  gue pas d ' a i l l e u r s  distin-  d ' a u t r e s s o c i e t e s r u r a l e s et t r a d i t i o n n e l -  ,20  les: II ne r e f u s a pas seulement de s e r r e r l a main de prc-ches parents de sa defunte epouse, mais ajoutant a 1 ' o u t r e c u i d a n c e l e s a c r i l e g e , i l d e c l a r a . . . que, de toute fagon, maintenant que Perpetue a v a i t d i s paru, l u i , Edouard, ne d e v a i t plus r i e n a personne de sa f a m i l l e ( B e t i , Perpetue, p. 67). Henry et M a r i e - L o u i s e , ragornez encore une f o i s l e s v o t r e s , e t venez-vous-en dans ma c h a r r e t t e . C_a s e r a p o i n t d i t chez nos descendants que j ' a v o n s nous autres memes demembre l a s e u l e f a m i l l e que l e r o i d ' A n g l e t e r r e a e p a r g n e e . . . ( M a i l l e t , P e l a q i e , p. 269). Les f a m i l i e s t i q u e s de t e l l e s  nombreuses  etaient e l l e s aussi  caracteris-  societes:  Mais l e R.P.S. se t u e r a i t vraiment a cause des F i l l e s - m e r e s . A c r o i r e que nous, l e s N o i r s , serons tous damnes pour a v o i r trop aime l e s enfants ( B e t i , Le Pauvre C h r i s t de Bomba, p. 18). Ouais, douze e n f a n t s . Et j ' e n a i r e c h a p pe t r o i s . Y en a neuf de morts dans l e s langes ( M a i l l e t , La Sagouine, p. 141). E l l e a connu ton grand-oncle Jadus qui a eu une f i l l e et onze gargons...anze gargans, ma f o i o u i , coup sur coup. Ah! ce qu'on s a v a i t f a i r e en ce tempsla! (Maillet,"Les Sargaillounes", Par d e r r i e r e chez mon pfere, p. 31). Evidemment, plus que l e s hommes, ce sont l e s qui font l e s f r a i s  de c e t t e f e c o n d i t e .  Neanmoins,  femmes il  y a v o i r une d i f f e r e n c e frappante entre l a s i t u a t i o n  semble  de l a  femme a f r i c a i n e et c e l l e de l a femme francophone des p r o v i n c e s Maritimes  t e l l e que presentee par l ' a u t e u r  Pelagie-la-Charrette.  de  L'on p o u r r a i t a f f i r m e r en e f f e t que  l e roman de Mongo B e t i , Perpetue et l ' h a b i t u d e  du malheur,  21  c o n s t i t u e en grande p a r t i e un r e q u i s i t e - i r e contre l a t i o n soumise que v i t  situa-  l a femme a f r i c a i n e :  — D i s - m o i sincerement: m'en veux-tu d ' a v o i r p r i s une autre femme en ton absence? Reponds-moi: e s t - c e que tu m'en veux? — E t quand je t ' e n voudrais? fit Perpetue qui a v a i t h e s i t e . Tu es l e m a l t r e , tu es l'homme: tu f a i s ce que tu veux. La v i e donne tous l e s d r o i t s aux hommes ( p . 190). — . . . j e s a i s que je s u i s l a p r o p r i e t e d'un homme qui m'a payee cher, i l y a quatre ans. Je ne d e v r a i s r i e n entreprendre sans son a u t o r i s a t i o n ( p . 238). En e f f e t , comme l e resument s i bien t r o i s  sous-titres  dans l ' e t u d e de P a t r i c k Merand, l a femme en A f r i q u e est  "nee  pour t r a v a i l l e r " , "nee pour p r o c r e e r " , et "nee pour se t a i r e " L'Acadie d'autrefois  t e n a i t ses femmes dans une s i t u a -  t i o n assez semblable, mais c ' e s t  l a femme f o r t e , l a femme  entreprenante justement, qui a l a vedette chez Antonine Maillet.  En v o i c i un exemple parmi tant  d'autres:  C ' e s t tout p r e s , dans l a v a l l e e de Memramcook, q u ' e l l e a b a t t r a i t son premier a r b r e , Madeleine L e B l a n c , sous l e regard a h u r i de son homme et de; ses f r e r e s qui n'en c r o i e n t p o i n t l e u r s y e u x . . . A l l e z , flancsmous, c ' e s t i c i t t e que j e nous creusons une cave et que je nous b a t i s s o n s un a b r i ! . . . Madeleine, digne r e j e t o n de l a c h a r r e t t e par l a v o i e des femmes. Pour terminer c e t t e comparaison de l a v i e t r a d i t i o n n e l l e en Acadie et en A f r i q u e n o i r e , deux i n d i c a t i o n s  paralleles  d'une e v o l u t i o n vers 1 ' a f f i r m a t i o n ouverte d'une i d e n t i t e c o l l e c t i v e nous semblent n o t a b l e s , c i e n c e des annees  soit  les prises  1880-1890:  ...Du B o i s .  C ' E t a i t en 1890.  II  de cons-  22  a v a i t vingt-deux arts. L'esclavage e t a i t a peine v a i n c u . Le jeune e t u d i a n t s ' e x c l a m a i t : " J e s u i s negre, et je me g l o r i f i e de ce nam; je s u i s f i e r du sang n o i r qui coule dans mes veines (Mayer, "Quand l ' A f r i q u e r e j o i n t l ' u n i v e r s " , dans Hamidou Kane, L'Aventure ambigue, p. 24). Mais en 1B80, cent ans apres son r e t o u r d ' e x i l par l a parte a r r i e r e et sur l a pointe des p i e d s , l ' A c a d i e s o r t a i t sur son d e v a n t - d e - p o r t e pour r e n i f l e r l e temps et s'emoyer de l a p a r e n t e . De toutes l e s anses, et de toutes l e s b a i e s , et de toutes l e s l i e s , on s o r t a i t l a t e t e et d r e s s a i t l ' o e i l . Et c ' e s t a l o r s qu'an se recannut ( M a i l l e t , P e l a g i e , p. 350). La IMeo-brunsuiickoise  fait  allusion ainsi  a l'epoque  oa l e s Acadiens ont vecu une s o r t e de r e n a i s s a n c e et des r e trouvailles nationales. acadien,  En 1881 a l i e u l e premier Congres  a Memramcook, et l a S o c i e t e de 1•Assomption  est  fondee l a meme annee.  References  Antonine M a i l l e t , " P r e f a c e " , dans Jean-Claude Dupont, H e r i t a g e d ' A c a d i e , p. 8. !  2  Maillet, Acadie.  Rabelais  et l e s t r a d i t i o n s p o p u l a i r e s en  ^Simone L e B l a n c - R a i n v i l l e , " E n t r e t i e n avec Antonine M a i l l e t " , La Revue de l ' U n i v e r s i t e de Moncton, pp. 15-16.  23  ^Maillet,  Par d e r r i e r e chez mon p e r e , p. 87.  5  Maillet,  Pointe-aux-Cogues,  6  Maillet,  On a mange l a dune, p. 63.  7  Maillet,  "Le P a y s " , Par d e r r i e r e chez mon p e r e , p. 90.  8  Maillet,  P e l a g i e - l a - C h a r r e t t e , p.  9  p. 77.  139.  Hamidou Kane, L'Aventure ambigug, pp.  113-114.  1D  Yambo Ouologuem, Le Devoir de v i o l e n c e , p.  11  Camara Laye, Le Regard du r o i , p. 38.  12  Camara Laye, Le M a l t r e de l a p a r o l e , p.  1 3  Maillet,  Mariaaqelas,  Maillet,  Les C o r d e s - d e - B o i s ,  Maillet,  Pelagie,  1 i f  1 5  16  1 7  p.  10.  14.  121. p. 275.  p. 46.  M e r a n d , La Uie q u o t i d i e n n e en A f r i q u e n o i r e , pp. 93-95, Maillet,  Pelagie,  p. 346.  2. La v i e t r a d i t i o n n e l l e d i s p a r a l t continent noir Ce n ' e s t pas s i g n a l e r  en Acadie et sur  le  un phenomene i n s o l i t e que de  c o n s t a t e r que l a v i e t r a d i t i o n n e l l e , c e l l e qui renferme l e folklore,  l a t r a d i t i o n o r a l e et bien d ' a u t r e s  c u l t u r e paysanne, s'estompe  disparalt  rapidement en m i l i e u acadien et  et que l e s p o p u l a t i o n s bidonvilles,  jeunes generations  se  scolarisent  se deplacent vers l e s v i l l e s  delaissant  et l e u r s t r a d t i o n s  La  r u r a l e s se v o i t partout dans l e monde  au f u r et a mesure que l e s  ainsi  leurs villages,  ancestraux.  C'est alors  et  leurs  les  moeurs  l a radio a t r a n -  qui l'emporte sur l e s vieux conteurs autour du f e u ,  l a r a d i o qui ne reprend que de temps en temps l e s les  de l a  a une a l l u r e a c c e l e r e e sur l e c o n t i n e n t n o i r .  p e r t e des t r a d i t i o n s  sistor  aspects  croyances de 1 ' a r r i e r e - p a y s .  t r i m o i n e des a l e u x .  contes  C e n est v i t e f a i t  Janos Honti d e c r i t l e probleme  et  du p a ainsi:  What threatens the p e o p l e ' s c u l t u r e i s that i t s c a r r i e r s , the peasants who have s u f f i c i e n t c u l t u r e f o r handing down t r a d i t i o n , have become more and more a t t r a c t e d by urban c u l t u r e . . . Experience shows that i n t h i s contest i t o f t e n happens that the p e o p l e ' s c u l t u r e i s d e f e a t e d , d e p r i v e d , together with i t s propagators, of i t s existence. 1  Il  s ' a g i t d'une s i t u a t i o n qui est deja t r e s  dans l e s bourgades Canada,  avancee  francophones des p r o v i n c e s maritimes  du  et qui r i s q u e d ' e u a l u e r d'une fagon semblable dans  les  villages  du c o n t i n e n t a f r i c a i n , car 1 ' e l e c t r o n i q u e et  les  satellites  f e r o n t penetrer p a r t o u t l a c u l t u r e de masse  c h o i s i e non pas par l e s v i l l a g e o i s  mais par d ' a u t r e s ,  ces  25  autres etant plus p u i s s a n t s et presque t o u j o u r s etrangers a l a langue m a t e r n e l l e et a l a c u l t u r e des Tout d ' a b o r d , Acadiens.  Il  regardons  faut souligner  destinataires.  de plus pres l e cas  des  a cet egard que l ' A c a d i e  que presentee dans l e s oeuvres d'Antonine M a i l l e t  telle  corres-  pond a l a s o c i e t e et l a m e n t a l i t e de son enfance et de ses ancetres.  D'ailleurs,  en 1975 l ' e t h n o l o g u e  Dupont a e c r i t l e s l i g n e s s u i v a n t e s  Jean-Claude  en c o n c l u s i o n de son  etude sur l e f o l k l o r e a c a d i e n : Bien que ces r e l e v e s ethnographiques d a t e n t , en moyenne, d ' a peine neuf ans, l e s m e i l l e u r s informateurs a ce moment-la f u r e n t l e s personnes l e s plus agees et bon nombre de t r a d i t i o n s rapportees par eux n ' a v a i e n t plus cours depuis une v i n g t a i n e d'annees: e l l e s n ' e t a i e n t mentionnees q u ' a t i t r e de s o u v e n i r s , p a r f o i s meme de o u i - d i r e . I l m'a semble que de nombreuses t r a d i t i o n s sont disparues au cours de l a periode a l l a n t de 1945 a 1960. Par contre, certaines pratiques c o n t i nuent d ' e x i s t e r et j ' e n f a i s e t a t a l ' o c c a s i o n mais, generalement, e l l e s ne sont plus vecues par l a jeune g e n e r a t i o n . 2  Dans l a p r e f a c e a ce meme l i v r e , Antonine  Maillet  avoue fierement q u ' e l l e y puise deja une p a r t i e de son piration,  ce qui prouve encore que l e s  t r a d i t i o n o r a l e se font de plus il  une r e l e v e ?  ins-  informateurs de c e t t e  en plus r a r e s .  Mais y  V o i c i ce qu'en d i t J . - C . Dupont:  Les jeunes Acadiens, en g e n e r a l , ne ressentent plus l e besoin de perpetuer un r i t e t r a d i t i o n n e l d ' o r i g i n e f r a n g a i s e , mais i l s aiment p a r t i c i p e r a une r e j o u i s s a n c e commune qui se s i t u e aux mernes dates dans l e c y c l e de I'annee ou de l a v i e . Dans c e t t e coutume contemporaine, l e d e s i r de se  a-t-  26 r e c r e e r est beaucoup plus profond que l e d e s i r de perpetuer un f a i t f o l k l o r i q u e p r a t i q u e par l e u r s aieux.3 Dans son tout premier roman, Antonine M a i l l e t  fait  Pointe-aux-Coques.  d i r e au grand Dan, l e f i e r  octogenaire  du v i l l a g e : La jeunesse d ' a c ' t heure exige trop de d i v e r t i s s e m e n t s . Dans notre temps, j ' a v i o n s n i grosses machines sur l e s r o u t e s , n i r a d i o a l a m a i s o n . . . La v i e e t a i t simple a u t r e f o i s (p. 9 2 ) . U o i l a des mots qui p o u r r a i e n t s o r t i r de l a bouche d'un l a r d malinke, ouolof ou p e u l .  A vrai dire, i l s  tout a u s s i bien a toutes l e s s o c i e t e s lisees  s'appliquent  de l a T e r r e ,  industria-  ou paysannes. Dans ce roman, l e personnage p r i n c i p a l , M i l e  r e v i e n t dans l e v i l l a g e  Cormier,  n a t a l de son pere, y r e t r o u v e son  appartenance acadienne, et decide de r e s t e r .  Elle fait  t i e d'une i n f i m e m i n o r i t e de ces jeunes q u i , une f o i s tries  vieil-  par-  expa-  en quete de t r a v a i l , ne retournent en Acadie qu'en  visite,  accompagnes  Etats-Unis,  de l e u r s enfants  anglicises,  nes aux  en Ontario ou en A l b e r t a , par exemple.  Bien q u ' e l l e reconnaisse d'une maniere r e a l i s t e  cette  d i s p a r i t i o n de l a c u l t u r e t r a d i t i o n n e l l e acadienne q u i , h i e r encore, e t a i t s i resignation  v i v a n t e , Antonine M a i l l e t  qui ne manque pas  f a i t preuve d'une  d'optimisme:  J ' a i l ' i m p r e s s i o n qu'on v i t a c t u e l l e ment l e plus grand passage de notre h i s t o i r e : c e l u i d'un peuple qui a essaye de v i v r e , a c e l u i d'un peuple qui veut se s u r v i v r e en se repandant 5 t r a v e r s l e pays et l e monde... C ' e s t l a f i n , dans un c e r t a i n sens.  27  Mais c ' e s t une fausse f i n , un d e p a r t .  c'est  Reste a s a v o i r s i nous aurons l e v e n t r e , l e coeur, l e courage et l a j a r n i g o i n e de r e l e v e r l e d e f i . Si nous en aurons l e temps, s u r t o u t . Encore un coup, i l n ' e s t pas g a r a n t i que nous en ayons beaucoup.5 Et puis l e s Acadiens sont f i e r s . Tout en sachant qu'un jour l a maree s e r a trop haute et qu'une vague de fond l e s emportera, i l s veulent e t r e emportes en p l e i n e f e t e , au son de l a bombarde et de 1 a c c o r d e o n . 1  6  L'oeuvre t h e a t r a l e et romanesque de l a l a u r e a t e du p r i x Goncourt, de Pointe-aux-Cogues Charrette,  jusqu'a  Pelagie-la-  a pour but justement de f a i r e s u r v i v r e  traditionnelle,  car l ' a u t e u r  l'Acadie  s'exclame:  Je v i v r a i m i l l e v i e s pour empecher mon v i l l a g e , mon enfance et mon pays de mourir tout a f a i t . 7 Ses e c r i t s temoignent constamment d'une t e l l e v o l e n t i de b o i r e plelnement dans l a coupe de l a v i e et de f e t e r l a p r e sence des Acadiens comme peuple reconnu dans l e monde sans e t r e p a r a l y s e par l e s p e c t r e d'un a v e n i r i n c e r t a i n .  C'est  un e s p r i t de carpe diem qui trouve f a c i l e m e n t son echo chez l e s peuples de l ' A f r i q u e  noire.  La langue acadienne, v e h i c u l e de l a c u l t u r e t r a d i t i o n nelle,  semble e l l e a u s s i menacee d ' a t r o p h i e .  Antonine M a i l l e t  En 1972,  a e c r i t ce d i a l o g u e :  - - . . . L a rue est anglophone ou a n g l i c i s e s en A c a d i e . Le vieux f r a n c a i s etait rural. Mais l e s campagnes se vident et c ' e s t l a langue qui f a i t l e s f r a i s du demenagement. — E t vous p r o p o s e z . . . --Rien. La v i e se chargera des campagnes comme des v i l l e s . On ne  28  grimpe pas l ' h i s t o i r e a r e b o u r s . Et l ' a v e n i r n i l a langue n ' a p p a r t i e n n e n t plus en Acadie aux conteurs de Cocagne ou de Cheticamp. — A qui a l o r s ? —Uous en savez quelque chose, v o u s ? . . . L ' A c a d i e est encore l a . Du rooins un groupe ethnique descendant d'une meme souche u i t dans un cadre d e t e r mine et p a r l e l e s memes mots avec l a meme l e n t e i n t o n a t i o n qui l e t r a h i t a tout coup. Pour combien de temps encore? L'exode e s t - i l vraiment commence? Et l ' e x o d e vers q u e l l e t e r r e promise? - - L e s Acadiens q u i t t e n t l ' A c a d i e ? — C ' e s t l ' A c a d i e qui l e s q u i t t e . Pas completement. I l en r e s t e r a quelque chose. Ceux qui s ' e n vont l'emportent avec eux. C'est t e n e ment o b s t i n e , un A c a d i e n . 8  Cette preoccupation des t r a d i t i o n s  qui  disparaissent  se retrouve partout dans l a l i t t e r a t u r e a f r i c a i n e , ear e l l e reflfete une r e a l i t e encore plus anciennes c o l o n i e s f r a n c h i s e s Acadiens.  angoissante  et beiges  Robert Cornevin enumfere l e s  d'alarme que nous examinerons plus  pour l ' e l i t e  que pour l e s causes de ces  des  jeunes cris  bas:  II est c e r t a i n que 1 ' i s l a m i s a t i o n ancienne et c r o i s s a n t e . . . v o i c i plus d'un d e m i - s i e c l e , m e t t a i t en p e r i l l a purete des t r a d i t i o n s . Depuis, l e s progres de l a s c o l a r i s a t i o n , de l a c h r i s t i a n i s a t i o n , l e s contacts e t a b l i s par l e s m i l i t a i r e s a f r i c a i n s au cours de l e u r s s e j o u r s en A f r i q u e du Nord et en Europe ont plus ou mains denature l e fond o r i g i n a l des t r a d i t i o n s l o c a l e s avant meme que journaux et t r a n s i s t o r s ne s o i e n t venus aggraver l e s r i s q u e s de confusion.^ Patrick  Merand d e c r i t l e meme processus  pour e n s u i t e arborer neanmoins  regrettable,  un c e r t a i n optimisme:  Les t r a n s f o r m a t i o n s de l a v i e q u o t i dienne e n t r a l n e n t un abandon p r o g r e s s i f de ces s o i r e e s m e r v e i l l e u s e s oo l e s  29  bandes d' i n s u p p o r t a b l e s gamins" se calment devant l a p a r o l e des a n c i e n s : l ' A f r i q u e est au bord de l'amnesie car r i e n ne peut remplacer ces r e c i t s epiques dans l e s q u e l s l e s personnages d'antan permettent de comprendre ceux de maintenant. Certains i n t e l l e c t u e l s a f r i c a i n s se sont mis a l ' i c o u t e sy.stematique des g r i o t s et des a n c i e n s . I l s a t t r a p e n t au v o l c e t t e p a r o l e i r r e m p l a c a b l e et l a transposent en langue f r a n g a i s e par s o u c i d ' u n i v e r s a lite. Les r e s u l t a t s sont p o s i t i f s : dans l e naufrage de l a t r a d i t i o n o r a l e , c e r t a i n s textes sont sauves. I l faut se f e l i c i t e r de l ' e n t r e p r i s e de Birago Diop, d'Amadou Hampate Ba, d'Andre Raponda-Walker et de tant d ' a u t r e s qui ont compris l ' u r g e n c e de ne pas l a i s s e r s ' e v a n o u i r des s i e c l e s et des s i e c l e s de culture. Les magnetophones e n r e g i s t r e n t , l e s i n t e r p r e t e s t r a d u i s e n t , des a r c h i v e s se c o n s t i t u e n t . 11  1 0  Notons  i c i que l ' e r e  e l e c t r o n i q u e , tout en menagant  par l a radio l a voix des a n c e t r e s , permet par contre gistrement Plus  l'enre-  r a p i d e et f i d e l e de ces memes v o i x . loin,  P> Merand s o u l i g n e  l'urgence  de "mettre au  p o i n t un systeme e d u c a t i f propre aux r e a l i t e s a f r i c a i n e s du XXe s i e c l e pour e v i t e r l ' a n g o i s s e d'une d e p e r s o n n a l i s a t i o n jeunes g e n e r a t i o n s " .  II  c i t e des passages de romans  a f r i c a i n s pour i l l u s t r e r l a d i s p a r i t i o n de l ' a r t i s a n a t t i o n n e l devant 1 ' i m p o r t a t i o n nais,  frangais  coOteuse.  ou a f r i c a i n s  des  par l e s  commergants  grecs,  tradiliba-  de "camelote b r i l l a n t e " et peu  L o r s q u ' i l c o n s i d e r e ce "troubadour a f r i c a i n en  danger de mort" q u ' e s t mation en musicien tout  le griot,  Merand deplore sa  transfor-  court:  Helas, l e g r i o t moderne se denature et tend a devenir un chanteur p l u s ou moins talentueux ignorant en p a r t i e l a longue tradition orale. M u s i c i e n , son a c t i o n  30 se l i m i t e desormais a clamer l e s louanges de eeux qui l e payent a l ' o c c a s i a n des f e t e s . . . I I y a l i e u d'etre tres pessimiste sur l ' a v e n i r du v e r i t a b l e g r i o t : d e r n i e r v e s t i g e de l a c u l t u r e a f r i c a i n e , " d e p o s i t a i r e de l a t r a d i t i o n " , l e g r i o t semble condamne s o i t a r e j o i n d r e l e s musees s o i t a se transformer en chanteur ou musicien moderne. ^ 1  Meme l ' a t t i t u d e  t r a d i t i o n n e l l e des A f r i c a i n s f a c e a  l a mort est en danger de mort! decrit les  C ' e s t encore Merand qui en  changements: Devant 1 ' e u r o p e a n i s a t i o n p r o g r e s s i v e de l ' A f r i q u e , l a mort angoissante gagne du t e r r a i n sur l a mort a p a i s a n t e . . . L ' A f r i q u e accepte l a m o r t . . . l e m a t e r i a lisme venu d ' O c c i d e n t apporte autant son angoisse de l a mort que des c o n d i t i o n s de v i e m e i l l e u r e s . C e l u i qui possede peu a mains peur de oerdre que c e l u i qui possede b e a u c o u p . 13  La d i s p a r i t i o n des t r a d i t i o n s p a t i o n chez l e s romanciers n o i r s . c l e l e probleme e x i s t a i t , un c l a s s i q u e , Batouala,  c o n s t i t u e une p r e o c c u -  Des l e debut de ce s i e -  car dans son "roman  riegre"  devenu  Rene Maran nous met devant un chef de t r i b u ,  qui incarne l e patrimoine du passe,  qui sent  v i e t r a d i t i o n n e l l e menacee par l ' a r r i v e e des b l a n c s ,  sa  et q u i  meurt a l a f i n du roman: Les anciennes coutumes sont t o u j o u r s les m e i l l e u r e s . . . A i n s i pensait Batouala. Gardien des moeurs desufetes, i l demeur a i t f i d e l e aux t r a d i t i o n s que ses ancetres l u i avaient l e g u e e s . * 11  A mi-chemin dans l e s i e c l e , L ' E n f a n t  n o i r du Guineen  Camara Laye d e c r i t une v i e t r a d i t i o n n e l l e encore i n t a c t e . L ' e n f a n t - n a r r a t e u r entend t o u t e f o i s l e s inquietudes de ses alnes.  Son pfere pressent 1'arrachement du f i l s  villageois  qui s e u l g a r a n t i t  l a c o n s e r v a t i o n des  au m i l i e u valeurs  3-1  d'antan: J ' a i peur, j ' a i bien peur, p e t i t , que tu ne me frequentes jamais a s s e z . Tu vas a l ' e c o l e e t , un j o u r , tu q u i t t e r a s c e t t e ecole pour une p l u s grande. Tu me q u i t t e r a s , p e t i t (p. 19). L'auteur,  jeune homme e c r i v a n t en France, r e f l e c h i t  sur tout l e m e r v e i l l e u x de son enfance dans l a brousse  afri-  caine: . . . j ' y songe a u j o u r d ' h u i comme aux evenements fabuleux d'un l o i n t a i n passe. Ce passe pourtant est tout proche: i l date d'hier. Mais l e monde bauge, l e monde change, et l e mien plus rapidement peute t r e que tout autre . . . i l bouge et change a t e l l e enseigne que mon propre totem — j ' a i mon totem a u s s i — m'est inconnu ( p . 7 1 ) . Le S e n e g a l a i s Sembene Ousmane, par son heros Oumar dans 0 Pays, mon beau peuple! semble attaquer des  coutumes  qui " e n t r e t i e n n e n t l a f a i n e a n t i s e des gens": Quand etait selon "part  i l s r e v i n r e n t a Fayene, l e l o g i s peuple de quemandeurs venus, l a v i e i l l e coutume, reclamer l e u r du voyage" (p. 41).  Le heros r e f u s e de ceder aux i n s t a n c e s qu'il  de sa mere qui veut  l e u r donne quelque chose, car " t o u t en ayant  au plus prafond de l u i l ' h e r i t a g e  de son peuple, i l  beaucoup vu, beaucoup a p p r i s pendant ses (p. bles  14).  annees  conserve avait  d'Europe"  L ' a u t e u r prone done l e r e j e t des t r a d i t i o n s  au progres  des s o c i e t e s  nuisi-  africaines.  Ahmadou Hourouma, par l e truchement de son roman Les Soleils  des independences, nous f a i t  v o i r une s o r t e de  Batouala moderne, Fama, chef malinke dechu et h u m i l i e qui evolue de malheur en malheur dans une s o c i e t e a f r i c a i n e qui  tourne l e dos aux v a l e u r s  a n c e s t r a l e s mais qui ne  sa p l a c e que d i s i n t e g r a t i o n vers l e s  aines,  L'auteur  laisse  s o c i a l e , manque de r e s p e c t en  et c o r r u p t i o n p o l i t i q u e . camerounais Mongo B e t i , dans Perpetue et  l'habitude  du malheur, f a i t  blissement  des coutumes  a l l u s i o n l u i aussi a  l'affai-  d'autrefois:  . . . C e c i est bien conforme a l a t r a d i t i o n a n c e s t r a l e , n ' e s t - i l pas v r a i ? Vous voulez l a femme? P a r f a i t , mais d'abord remboursez-moi ce q u ' e l l e m'a c o Q t e . . . L ' e n t o u r a g e d'Edouard . . . a p p r o u v a houleusement son d i s c o u r s , a f f i r m a n t que c ' e t a i t l a sagesse des ancetres meme. I l y eut un echange aigre-doux et d ' a i l l e u r s confus sur l e p o i n t de s a v o i r s i en ces temps d•independance et de developpement economique l a sagesse des ancetres e t a i t bien l a plus congruente (pp. 256-257). Terminons ce bref s u r v o l en c i t a n t deux passages Maltre de l a p a r o l e par Camara Laye: Nous vivons a u j o u r d ' h u i dans un monde 06 l e g r i o t n'a pas encore retrouve un e q u i l i b r e ; i l se v o i t maintenant condamne a voyager de c a p i t a l e en c a p i t a l e , pour f a i r e des d i s q u e s , a l o r s q u ' a v a n t , son r o l e e t a i t l ' a r t de l a p a r o l e et de l a musique, dans l e s f a m i l i e s r o y a l e s (p. 12). . . . l e marasme s o c i o - p o l i t i q u e de l ' A f r i q u e n o i r e . . . e s t du a l ' e c l a t e ment des anciennes s t r u c t u r e s , a notre manque d enracinement dans ce q u ' i l y a v a i t de m e i l l e u r dans ces anciennes s t r u c t u r e s t r a d i t i o n n e l l e s (p. 34). 1  33 References  pp.  Janos H o n t i , S t u d i e s i n O r a l E p i c T r a d i t i o n , 162-163. 9  3  t  Jean-Claude Dupont, Heritage d ' A c a d i e , p. 335. Dupont,  p. 335.  ^Simone L e B l a n c - R a i n v i l l e , " E n t r e t i e n avec Antonine M a i l l e t " , La Revue de l ' U n i v e r s i t e de Moncton, v o l . 7, no 2 (mai 1974) p. 21. M a i l l e t , " L ' i d e n t i t e c u l t u r e l l e de l ' A c a d i e vue a t r a v e r s sa l i t t e r a t u r e " , Langue f r a n c a i s e et i d e n t i t e c u l t u r e l l e : Moncton (1977), p. 105. ^Andre Major, "Antonine M a i l l e t : E n t r e t i e n avec Andre Major", Cahiers Renaud B a r r a u l t , V o l . 91, p. 105. M a i l l e t , c i t e e par R i t a S c a l a b r i n i , "Le monde d'Antonine M a i l l e t " , dans A. M a i l l e t , Les Crasseux, p. X. Maillet,  Par d e r r i e r e chez mon pere, pp. 90-91.  q Cornevin, L i t t e r a t u r e d ' A f r i q u e n o i r e , pp. 61-62. 10 Merand, La v i e quotidienne en A f r i q u e n o i r e , p. 44. 11  Merand,  p. 56.  Merand, p. l3  Merand,  pp.  142. 192-193.  14 Rene Maran, B a t o u a l a ,  p. 30.  34 3.  Importance des t r a d i t i o n s en A f r i q u e et en Acadie  Dans toutes l e s d i t i o n n e l l e a toujours i n e p u i s a b l e pour l e s lettree,  ainsi  comme r i c h e s s e l i t t e r a i r e  civilisations  humaines,  conteurs et l e s bardes de l'epoque non-  que pour l e s e c r i v a i n s u l t e r i e u r s .  que l e s c o l l e c t i v i t e s paysannes  depuis longtemps  l a richesse m a t e r i e l l e qu'apportent  1'agri-  f  i n d u s t r i e s mecanisees,  dont une p a r t i e s e r a i t  sinon l ' o u b l i  semblent en  justement  1'ap-  de l e u r patrimoine t r a d i t i o n n e l , et l e s  Acadiens  j u s q u ' a une ipoque r e c e n t e , r e l a t i v e m e n t proches  de l e u r s t r a d i t i o n s .  Pourtant,  de bon nombre des t r a d i t i o n s ethnologues  que p o s s i b l e  se muent en atteint  que des peuples comme l e s A f r i c a i n s  sont r e s t e s ,  les  elles-memes  ayant  a v o i r paye l e p r i x  tandis  au f u r et a mesure  C ' e s t pourquoi l e s nations  c u l t u r e moderne et l e s  pauvrissement  Ce fond  a tendance a d i s p a r a l -  comme nous venons de l e c o n s t a t e r ,  s o c i e t e s modernes.  tra-  c o n s t i t u e un fond de r i c h e s s e presque  de t r a d i t i o n s p l u s ou moins v i v a n t e s tre,  la vie  et l e s  1•aneantissement  et des oeuvres o r a l e s  ecrivains a les  avant q u ' e l l e s n ' a i l l e n t  anciens qui s e u l s  probable  l e s connaissent  incitent  enregistrer s'ensevelir  autant avec  encore.  A l a d i f f e r e n c e des v i e i l l e s l i t t e r a t u r e s  frangaise  ou japonaise par exemple, qui sont deja l o i n de l e u r s gines f o l k l o r i q u e s , oft e l l e s ont d ' a i l l e u r s  puise  d' i n s p i r a t i o n , les e c r i t s d'expression frangaise et en Acadie sont a l e u r s debuts. de p r e d i r e une longue v i e a l ' u n e  les  ori-  beaucoup en A f r i q u e  I I s e r a i t meme premature ou l ' a u t r e  de ces nouveaux  35 c e n t r e s d ' i n t e r e t l i t t e r a i r e , car l e f r a n g a i s p o u r r a i t d i s p a r a l t r e face a 1 • a n g l i c i s a t i o n , cas en L o u i s i a n e ,  en Acadie comme c ' e s t  et l a l i t t e r a t u r e n e g r o - a f r i c a i n e des  francophones p o u r r a i t a son tour s ' e c l i p s e r  c u l t u r e s attend l e s ras  pays  a l a longue en  f a v e u r d'une l i t t e r a t u r e e c r i t e dans l e s langues Quoi q u ' i l en s o i t ,  le  indigenes.  l a matiere f o l k l o r i q u e des deux  ecrivains.  C e u x - c i n'en ont que  l'embar-  du c h o i x , t e l l e m e n t l e s themes sont nombreux, v a r i e s  surtout  et  inexploites. Examinons  dans un premier temps 1 ' i m p o r t a n c e  attribute  aux sources de 1 • i n s p i r a t i o n  africaine, a la  d ' A f r i q u e " pour a i n s i  Richard M. Dorson d e c r i t  portance de l ' h i s t o i r e  dire.  "matiere 1'im-  p o p u l a i r e chez l e s Akan du Ghana:  Among the Akans i t ( h i s t o r y ) i s brought up v i v i d l y on s p e c i a l occasions f o r the c i t i z e n s to be i n s p i r e d by the g l o r i o u s past of t h e i r a n c e s t o r s . On t y p i c a l f e s t i v e occasions people r e d e d i cate themselves to the i d e a l s of t h e i r founding f a t h e r s when songs and o b j e c t s d e p i c t i n g the v a r i o u s phases of t h e i r h i s t o r y are shown i n p u b l i c . The umbrell a tops t e l l s s t o r i e s of bravery i n wars, the horns d e f i a n t l y f l o u r i s h the mottoes of c h i e f s , and the music of the drums... contains phrases which b r i n g the past to the consciousness of the present to serve as i n s p i r a t i o n f o r the f u t u r e . . . To understand the h i s t o r y of the people the h i s t o r i a n must be versed i n the o r a l t r a d i t i o n s which i n many p l a c e s s t i l l remain the v e h i c l e f o r the t r a n s m i s s i o n :of h i s t o r y and a l l that A f r i c a n s hold d e a r . 1  Robert Cornevin c i t e d ' a u t r e s  africanistes  de marque  pour p r e c i s e r l a nature de c e t t e t r a d i t i o n o r a l e : U o i c i , s e l o n l u i ( l e R.P. F r a n c i s A u p i a i s (18771946)) quels sont l e s p r i n c i p a u x elements de cette culture l i t t e r a i r e : - - l e langage lui-meme, " e n r i c h i de sentences,  de proverbes, d images, de formules de s o u h a i t s , de F e l i c i t a t i o n s , de s a l u t a t i o n s , de c o n d o l e a n c e s " ; - - l e s d i s c u s s i o n s courantes sur l e s evenements du temps, l a conduite des c h e f s , l a m o r a l i t e des d i f f e r e n t s ages, etc. ; — l e s r e c i t s h i s t o r i q u e s ou du moins mythiques, l e s legendes; - - l e s chants c l a s s i q u e s de guerre, de f u n e r a i l l e s , l e s chants h i s t o r i q u e s ; — l e s i m p r o v i s a t i o n s , s a t i r i q u e s ou funeraires. . . . on v o i t que c e t t e l i t t e r a t u r e o r a l e n ' e s t pas f i g e e . . . E l l e c o n t i n u e , au c o n t r a i r e , a b e n e f i c i e r d'une p u i s sante f a c u l t e d » i n v e n t i o n , e l l e est en v o i e de renouvellement et d ' a c c r o i s s e ment p e r p e t u e l s , e l l e donne 1*impress i o n d'une v e r i t a b l e " p r o d u c t i o n litteraire". Production qui n ' e s t pas, encore une f o i s , l e monopole de quelques beaux e s p r i t s , mais qui v i e n t du fond meme de l'ame p o p u l a i r e . . . S i nous c o n n a i s s i o n s comme e l l e l e merite c e t t e v i e l i t t e r a i r e sans e d i t e u r s et sans p r i x a n n u e l s . . . nous ne manquerions pas.de 1 ' e n v i e r . 1  C ' e s t a ecouter a i n s i l e s Noirs r a c o n t e r , qu'on connait combien l e f o l k l o r e y i t , s ' e n r i c h i t en art ou en p u i s s a n c e . 3  Cette l i t t e r a t u r e "renferme a l a f o i s tous l e s elements de l a c u l t u r e et de l a r e l i g i o n : l e d r o i t , l e s coutumes, l e s r i t e s c u l t u r e l s , l e s croyances, l e s oeuvres l i t t e r a i r e s proprement d i t e s et tous l e s t r a i t s d i v e r s qui d e f i n i s sent chez l'homme son e s p r i t , sa , conception du monde et de l'homme. . . . l a l i t t e r a t u r e orale t r a d i t i o n n e l l e s e r a done plus s o c i a l e que metaphysique. Les d e v i n e t t e s , l e s cas de conscience, l e s proverbes, l e s l e g e n des, l a f a b l e , l a s a t i r e ou l a rhapsodie a l a harpe c o n s t i t u e n t autant d ' o c c a s i o n s a u s s i nombreuses que v a r i e e s , de se retremper e n t i e r e m e n t . . . dans l e s grands themes immemoriaux du c l a n et de l a t r i b u , et de se r e v i v i f i e r a ces puissantes et i n t a r i s s a b l e s sources  37  grace & l ' u n i t e harmonieuse de compartement et au c a r a c t e r e c o l l e c t i f de chaque i n d i v i d u . 5 Camara Laye, pour c i t e r c e t t e f o i s s'exprime sur ce p o i n t de l a facon  un auteur A f r i c a i n ,  suivante:  . . . i l s e r a i t urgent que chacune de nos generations p a r t i c i p a t activement a l a c o l l e c t e de ces legendes, avant q u ' i l ne s o i t trop t a r d , car c e l l e s - c i const i t u e n t l e s fondements memes de notre h i s t o i r e , e t , i l f a u t l e d i r e , de nos civilisations traditionnelles partic u l i e r e s . . . S i c e t t e A f r i q u e , pour se r e h a b i l i t e r f a c e aux autres c o n t i n e n t s , d o i t apporter une danse plus rythmee a l a ronde u n i v e r s e l l e a l a q u e l l e chaque c i v i l i s a t i o n p a r t i c u l i e r e porte sa danse propre, c ' e s t notre T r a d i t i o n o r a l e qui peut l e mieux l i b e r e r c e t t e danse et ce rythme. C ' e s t en e l l e que se trouvent toutes l e s v a l e u r s du passe a f r i c a i n , au t r i p l e plan moral, h i s t o r i q u e et s o c i o - p o l i t i q u e . Dans un deuxieme temps, voyons Maillet  insiste  sur 1'importance de l a v i e  acadienne comme " m a t i e r e d ' A c a d i e " . a ce s u j e t ce q u ' a e c r i t l ' e t h n o l o g u e la  & quel p o i n t  Antonine  traditionnelle  Mais tout d'abord  voici  Jean-Claude Dupont a  c o n c l u s i o n de son etude: Ce r e p e r t o i r e de f a i t s de l i t t e r a t u r e o r a l e se veut avant tout un apport a l a connaissance de l ' h e r i t a g e c u l t u r e l a c a d i e n ; mais i l pourra p e u t - e t r e a u s s i f o u r n i r des elements o r i g i n a u x aux c r e a t e u r s a c a d i e n s . Les f a i t s de c u l t u r e t r a d i t i o n n e l l e , dans de nombreux pays, n ' o n t - i l s pas souvent ete a l a source d'Deuvres romanesques, poetiques, etc...7  Matthieu Galey, 1'Express,  apres  d i t de  avoir  i n t e r v i e w e Antonine M a i l l e t  l'Acadienne:  E l l e a u r a i t pu i n v e n t e r , bien sQr, mais l e s r e c i t s des vieux l a s t i m u -  pour  38 l a i e n t : on n ' a v a i t pas l e d r o i t de perdre c e t t e r i c h e s s e humaine i n e x ploitee.fi Lors de son d i s c o u r s  a l'occasion  Biennale de l a langue f r a n g a i s e , et a l a q u e l l e nous avons a s s i s t e , prononce l e s p a r o l e s  de l a Septieme  tenu'e a Moncton en 1977, l'auteur  de La Sagouine  a  suivantes:  Et plus l o i n que l ' e c r i t u r e , c ' e s t l'oral. C ' e s t done dans l a l i t t e rature orale, p r i m i t i v e , populaire, transmise de grand-pere a grand-pere, a pere, que nous chercherons notre l i g n a g e et notre ame c o l l e c t i v e , et c ' e s t avec ga que nous a s p i r e r o n s a 1 * u n i v e r s e l . . . Q u e l l e est l a matiere d'Acadie? Qu'avons-nous a d i r e ? Nous avons tout a d i r e . Parce q u ' a u cun Mauriac n ' e s t venu d e c r i r e notre Bordeaux, n i aucun Mestral chanter notre P r o v e n c e . . . Nous, nous pouvons vraiment d i r e que nous sortons du b o i s . Et c ' e s t p e u t - e t r e l a l e plus grand don qu'on p u i s s e o f f r i r a un e c r i v a i n : la foret vierge. Le t e r r a i n v i e r g e , c ' e s t l e Hlondyke des a r t i s t e s . Or, i l e x i s t e peu de pays au monde a pouvoir se vanter autant que l ' A c a d i e de c o f f r e s e n f o u i s dans ses s a b l e s . De quoi f a i r e rever l e s chercheurs de t r e s o r s , et f a i r e p l e u r e r d ' e n v i e l e s academiciens Enfin,  dans Les C o r d e s - d e - B o i s ,  et avec davantage  fougue encore, e l l e chante de nouveau l e s louanges t r a d i t i o n acadienne. La verve meme de ses propos deja l a passion  de  de c e t t e  indique  avec l a q u e l l e e l l e c r o i t en l a v a l e u r de ce  "tresor" culturel: Pour mon c o u s i n , i l y a v a i t l e s c o n t e s , l e s h i s t o i r e s v r a i e s , et l e r e s t e . Le r e s t e , e ' e t a i t c e t t e vaste matiere des c o t e s , p a r a l l e l e a c e t t e matiere de France et c e t t e matiere de Bretagne qu'on a v a i t apportees dans ses bagages t r o i s s i e c l e s plus t o t . Cette matiere  39  d ' A c a d i e b o u i l l o n n e , . . . brassant l e f i c t i f et l e v r a i . . . La geste a c a d i e n ne est a u s s i v r a i e que l ' a p p a r i t i o n en haute mer de l a b a l e i n e blanche ou que l e pouvoir de l ' a r r e t e u x de sang, septieme du septieme f i l s . 0 1  References  1 Richard M. Dorson, F o l k l o r e and T r a d i t i o n a l H i s t o r y , p. 54. 2 Georges Hardy, Un ApOtre d ' a u j o u r d h u i : l e R . P . F r a n c i s A u p i a i s , pp. 168-173, c i t e dans Cornevin, L i t t e r a t u r e s d ' A f r i q u e n o i r e , pp. 65-66. 1  "^Albert Charton, dans l a p r e f a c e a ses Contes c i t e dans Cornevin, p. 68.  d'Afrique,  4  J . Fouda, H. de J u l i o t et R. Lagrave, L i t t e r a t u r e camerounaise, c i t e s dans Cornevin, p.86. 5 Fouda et a l . , p. 87. g Laye, Le Maltre de l a p a r o l e , pp. 13-14. n  f  Dupont, Heritage d ' A c a d i e , pp. 335-336. 8  p.64.  M a t t h i e u Galey, L ' E x p r e s s ,  q  f  No. 1469 du 8 s e p t .  1979,  M a i l l e t , " L ' I d e n t i t e c u l t u r e l l e de l ' A c a d i e vue a t r a v e r s sa l i t t e r a t u r e " , Langue f r a n g a i s e et i d e n t i t e c u l t u r e l l e : Moncton (1977),pp. 104-5. 10 M a i l l e t , Les C o r d e s - d e - B o i s , pp. 227-228.  k  L ' I n f l u e n c e de l a t r a d i t i o n o r a l e sur l e s d ' A f r i q u e n o i r e et sur Antonine M a i l l e t  romanciers  Puisque l a t r a d i t i o n o r a l e est a l a base de l a mission  c u l t u r e l l e t e l l e q u ' e l l e s ' e s t toujours  Afrique,  nous nous a t t e n d r i o n s  a r e t r o u v e r son  bien en evidence dans l a f o r m a t i o n , dans l e s themes des e c r i v a i n s si  trans-  e f f e c t u e e en influence  dans l e s sources  qui s ' e n  inspirent.  et  Cela  v r a i que t r e s souvent l a page l i t t e r a i r e a f r i c a i n e  j u s q u ' a u rythme et au mouvement de ses o r i g i n e s  est  garde  orales:  D'une facon g e n e r a l e , l a technique de l a r e p e t i t i o n r e s t e c a r a c t e r i s t i q u e de l a l i t t e r a t u r e o r a l e . E l l e permet de s i m p l i f i e r l e s d i v e r s elements du conte, d'en f a i r e r e s s o r t i r l e s etapes, l a p r o g r e s s i o n , et a l a longue, e l l e c o n s t i t u e l a p u l s a t i o n i n t e r n e du r e c i t . Outre sa v a l e u r mnemonique, e l l e permet de s t r u c t u r e r fortement l e conte, l a l i g e n d e ou l e poeme. A l ' i n s t a r de Birago Diop, Senghor en a t i r e un m e r v e i l l e u x p a r t i dans Chants d'Ombre.1 Yambo Ouologuem, dans Le Devoir de v i o l e n c e , a su der dans son s t y l e des c a r a c t e r i s t i q u e s lent le discours  des g r i o t s .  des i n c a n t a t i o n s  en arabe,  francais,  (p.  telles  et  en d i a l e c t e t r i b a l ou en oua  et " G l o i r e a Dieu  son roman est parseme d ' e x p r e s s i o n s traditionnels,  qui r a p p e l -  En plus des i n t e r j e c t i o n s  comme par exemple "Maschallah!  "Amba, koubo oumo agoum",  Enfin..."  orales  gar-  bismillah!" tout-puissant!",  propres aux  conteurs  que "Or v o y e z . . . V o y e z e n c o r e . . .  12).  Antonine M a i l l e t ,  surtout  t u r i t y g l i s s e insensiblement  dans l e s  d'un s t y l e  e c r i t s de sa ma-  soutenu aux  dialogues  en vieux acadien savoureux,  en passant par des  q u i sont i n t e r m e d i a i r e s entre l e s  paragraphes  deux:  . . . A i n s i l ' e v e q u e des cotes jugea q u ' i l ne f a l l a i t r i e n brusquer dans l ' a f f a i r e du v i c a i r e s u r p r i s en d e l i t d e . . . d • a i l l e u r s on n ' e t a i t sOr de r i e n . . . o n p a r l a i t de f a i b l e s s e , d'empaisonnement. —Empoisonnement'. h u r l a M a - T a n t e - l a V/euve au b a r b i e r qui l u i r a p p o r t a i t la nouvelle. Un houme ernpoisoune t r i c o l e point, i l s ' i c r a s e . Je m'en vas y p a r l e r , mai, a c ' t i - l a q u ' e s t a s s i s sous l e d a i s . Marie-Rose eut un l e g e r f r i s s o n devant 1 ' i r r e v e r e n c e de sa t a n t e . S i ce n ' e t a i t p o i n t permis de p a r l e r mai des p r e t r e s , asteur un eveque, c ' e t a i t - i ' pas p l u s s e qu'un p r e t r e ? F a l l i t que Ma-Tantela-Veuve a y i t sa f o i de bien echauff e e , q u ' e l l e pensa, l a M a r i e - R o s e . 2  Un autre aspect de l ' o r a l i t e fois  chez l e s  ginaire  auteurs a f r i c a i n s  qui se manifeste a l a  et dans l ' o e u v r e  de  de Bouctouche nous semble v e n i r directement  l'orilui  a u s s i des vieux conteurs des deux m i l i e u x p o p u l a i r e s . s ' a g i t du phenomene des v e r s i o n s m u l t i p l e s gences dans l e s  temoignages t r a n s m i s .  gne l a nature v i v a n t e des v r a i e s  II  et des d i v e r -  Ce phenomene s o u l i -  traditions  orales:  F o l k l o r i s t s . . . have become more and more overpowered by l i v i n g t r a d i t i o n and are i n c l i n e d to f o r g e t that the number of v e r s i o n s of a type of t a l e may be i n f i n i t e ( H o n t i , S t u d i e s i n O r a l E p i c T r a d i t i o n , p. 76). I c i , nous atteignons l e degre c r i t i que au-dela duquel l a t r a d i t i o n se perd dans l a legende, et s ' y e n g l o u t i t ; car l e s r e c i t s e c r i t s f o n t d e f a u t , et l e s v e r s i o n s des Anciens d i v e r g e n t de c e l l e s des g r i o t s , l e s q u e l l e s s ' o p p o sent a c e l l e s des c h r o n i q u e u r s . Selon l e s uns, . . . Selon d ' a u t r e s . . . D'autres encore a f f i r m e n t q u e . . . (Duologuem, Le Devoir de v i o l e n c e , p. 11).  k-Z  Dans Le Maltre de l a p a r o l e , l e  griot-narrateur  Babou Conde d o i t r e c o u r i r a des s p e c u l a t i o n s les vraies  causes  lorsqu'il  ignore  du comportement d'un personnage de son  epopee: Et parce que sa mfere...Ou e t a i t - c e parce q u ' i l machait et remachait encore l ' a f f r o n t d e . . . Parce q u ' i l v e n a i t de venger sa mere et comme l a v e r cet a f f r o n t ? E t a i t - c e parce que...? Peut-etre. Le meme precede se v o i t contes et romans d'Antonine  a plusieurs  r e p r i s e s dans  les  Maillet:  A ce p o i n t p r e c i s de mon r e c i t , je s u i s f o r c e e . . . a vous avouer que je ne possede sur l ' e p i s o d e qui s u i t aucun document eprouve. Les temoignages du Ruisseau des Pottes c o n t r e d i s e n t ceux du Lac a Melasse qui ne s ' a c c o r d e n t pas avec l ' E t a n g des Michaud. C e r t a i n s pretendent que l a B e s s o u n e . . . D'autres veulent que.. I c i i l manque, pour e c l a i r e r c e t t e n u i t de IMogl, quelques documents que l e s chroniqueurs de mon pays ont inconsciemment ou sciemment egares. A u r a i t - o n , comme c e r t a i n s veulent l e c r o i r e , . . . ? Ou plus simplement l e s p e c t a c l e de c e t t e . h o r d e . . . a u r a i t - i l . . .?-* Chaque chroniqueur depuis a f o u r n i sa v a r i a n t e sur l a f i n de B e l o n i e l e conteux. C e r t a i n s ont p a r l e de betes sauvages, d ' a u t r e s de c r i q u e s profondes dans l a v a l l e e . ^ Ayant examine 1'influence o r a l e sur l a forme, les  exemples o& c ' e s t  l o r i q u e s transmises  etudions  l e fond qui r e f l e t e l e s o r i g i n e s  folk-  au moyen de l a p a r o l e , en mentionnant  d'abord l e s f a c t e u r s determinants dans l ' e n f a n c e Grand-mere morte, j ' e u s dans mon entourage d ' a u t r e s v i e i l l e s gens,  des  auteurs:  43 e t , en g r a n d i s s a n t a l e u r c o t e , . . . je me s u i s abreuve, e n f a n t , aux sources, j ' a i entendu beaucoup de p a r o l e s de s a g e s s e . . . j ' a i ecoute ma mere et s u r t o u t grand-mere qui d i s a i t encore l e s deboires de Bouki-1'Hyene, p o l t r o n n e et v a n i teuse (Diop, " I n t r o d u c t i o n " , Les Contes d'Amadou-Koumba, p. 10). Des h i s t o i r e s , bien sQr, nous en c o n n a i s s i o n s tous, nous en c o n n a i s s i o n s en q u a n t i t e , mais dans l e t a s , i l s ' e n t r o u v a i t t o u j o u r s qu'on a l l a i t entendre pour l a premiere f o i s , et c ' e t a i e n t c e l l e s - l a qu'autour du feu on a t t e n d a i t impatiemment, c ' e t a i e n t l e s conteurs de ces h i s t o i r e s l a qu'on a t t e n d a i t d ' a p p l a u d i r . (Laye, L ' E n f a n t n o i r , p. 48). Interviewee pour une emission au reseau a n g l a i s de Radio-Canada,  Antonine M a i l l e t p a r l e d•experiences  analogues  au cours de son enfance: I would say that s t o r y t e l l e r s were j u s t as important as teachers to me. And I had a l l the maids that came home one a f t e r the o t h e r , you know... The f i r s t t h i n g when they got i n the house I would go and say, "Do you know any t a l e s ? Da you know any s t o r i e s ? " . . . They were the best s t o r y t e l l e r s . 7  I knew c h a r a c t e r s l i k e t h a t ; I knew Sagouines. In Buctouche there were many. And at the beginning, I f e l t they were so h a p p y . . . to be so f r e e . They d i d n ' t have to go to church on Sunday. They d i d n ' t have to l e a r n t h e i r l e s s o n s . . . And I thought, "Gee, how I would lave ta be that way!" They would speak openly! And so every time I heard a swear-ward from one of those people, I s a i d to myself, "Gee, I wish I had the guts to say t h a t ! " They had the guts to say i t . 6  Les themes et l e s personnages  sont  t o u r de l a t r a d i t i o n o r a l e vecue par l e s . . . c e t t e l i t t e r a t u r e orale  inspires a leur ecrivains:  fait  p a r t i e du patrimoine c u l t u r e l de l ' A f r i q u e profonde, et a c o n s t i t u e l a source d i n s p i r a t i o n p r i v i l e g i e e des l i t t e r a t u r e s a u t o c h t o n e s . . . Ce patrimoine revet une e x c e p t i o n n e l l e v a l e u r et i l est normal q u ' i l const i t u e une l a r g e base d ' i n s p i r a t i o n pour l e s e c r i v a i n s a f r i c a i n s a u s s i bien dans l e s contes et r e c i t s l e g e n d a i r e s que dans l e t h e a t r e et l a poesie.9 1  Je m ' i n s p i r e beaucoup de l a t r a d i t i o n o r a l e , mais dans l a mesure oo e l l e est v i v a n t e . La l i t t e r a t u r e o r a l e a transmis des mythes, des croyances, des g e s t e s , des drames, des heros p o p u l a i r e s : tout c e l a est de l a plus r i c h e matiere l i t t e r a i r e . . . je me l a i s s e empregner, d ' a i l l e u r s souvent malgre moi, par c e t t e v i e r e e l l e et profondement emouvante de tout un peuple qui est l e mien. Et sans que je sache comment, un jour i l en s o r t un Don l ' O r i g n a l , une Sagouine, une Mariaagelas. J ' a i parfois l'impress i o n que l a t r a n s p o s i t i o n mysterieuse de l a l i t t e r a t u r e o r a l e a l ' e c r i t s ' o p e r e dans un alambic et q u ' e l l e a un joyeux gout de " f l a c a t o u n e " . 10  References  Hane, Birago Diop, Maillet,  p.  108.  Les C o r d e s - d e - B o i s ,  p. 211.  Laye, Le Mattre de l a p a r o l e , pp. Maillet,  "La Bessoune",  162-163.  Par d e r r i e r e chez mon pere,  45  Maillet, ^Maillet,  Mariaagelas, Pelagie,  n  p. 87.  p. 313. f  M a i l l e t , l o r s d'un e n t r e t i e n r a d i o d i f f u s e par l a Canadian Braadcasting C o r p o r a t i o n , dans l e cadre de l ' e m i s s i o n Sunday Magazine, " A r t s World", l e 8 j u i n 1980, a 11h00. ^Maillet, q  10  ibid.  Cornevin, L i t t e r a t u r e s d ' A f r i q u e n o i r e . . . , pp.  102-103.  Andre Major, "Antonine M a i l l e t , E n t r e t i e n avec Andre Major", Cahiers Renaud B a r r a u l t 91, pp. 104-116.  II  Comparaison du f o l k l o r e et de l a t r a d i t i o n o r a l e en A f r i q u e et chez Antonine M a i l l e t  1.  Influence  des langues a f r i c a i n e s  Puisque l a t r a n s m i s s i o n l a langue,  acadien  de toute c u l t u r e s ' o p e r e  par  et que l e f o l k l o r e et l a t r a d i t i o n o r a l e des  tures dont i l  est question i c i se sont conserves  ques au moyen de l a p a r o l e , c ' e s t allons  et du v i e i l  cul-  et communi-  l a langue p a r l e e que nous  aborder dans c e t t e p a r t i e de notre etude. En A f r i q u e n o i r e francophone, i l e x i s t e des  centaines  de langues i n d i g e n e s ,  dont l a p l u p a r t appartiennent a l a  grande c l a s s i f i c a t i o n  des langues d i t e s bantoues.  le francais  des c o l o n i s a t e u r s  demeure presque partout  langue d ' i n s t r u c t i o n et d ' a d m i n i s t r a t i o n .  Il  e x p l i c a t i o n s p r i n c i p a l e s a c e t t e s i t u a t i o n qui aberrante au n o n - i n i t i e .  Pourtant,  D'abord,  la  y a trois semblerait  ces langues sont t e l l e m e n t  nombreuses meme a l ' i n t e r i e u r d'un s e u l pays qu'aucune  tribu  ne v o u d r a i t se v o i r imposer comme langue n a t i o n a l e o f f i c i e l l e l e d i a l e c t e d'une autre e t h n i e .  En p l u s ,  l a m a j o r i t e de ces  langues n'ont j o u i d'une forme e c r i t e q u ' a l'epoque moderne, ce qui veut d i r e que tout r e s t e r a i t a t r a d u i r e dans ces langues,  tache i m p o s s i b l e  l o r s q u ' o n pense aux  m a t e r i e l l e s et humaines q u ' e l l e e x i g e r a i t . raison,  c'est  ressources  La t r o i s i e m e  q u ' i l f a u d r a i t se mettre a i n v e n t e r des  de termes pour exprimer l e s r e a l i t e s technologiques IMeanmoins, malgre l a p e r s i s t a n c e  milliers  modernes.  i n e v i t a b l e du f r a n c a i s  en A f r i q u e , c e r t a i n s e c r i v a i n s n e g r o - a f r i c a i n s  commencent a  4?  i n t e g r e r dans l e u r s oeuvres e c r i t e s en f r a n g a i s des mots, des s t r u c t u r e s africanisent  et des images i n d i g e n e s .  l'outil  linguistique  Autrement d i t ,  ils  pour q u ' i l v e h i c u l e mieux  la realite africaine: Reprenant a l a volee c e t t e arme p o t e n t i e l l e ( l a langue f r a n g a i s e ) l a i s s e e l a par " l ' e n n e m i " , l ' e c r i v a i n negroa f r i c a i n va l a transformer a un t e l p o i n t , que chargee d'un contenu nouveau, e l l e pourra e n f i n exprimer l e s accents l e s plus profonds de son etre.1 Pigeon explique que l e s e c r i v a i n s  negro-africains  se trouvent sans cesse confrontes a l a d i f f i c u l t e de t r a d u i r e avec des mots de France des r e a l i t e s de l a c u l t u r e a f r i c a i n e . . . Debouchant bien souvent sur des approximations, i l s p r e f e r e n t p u i s e r au r e s e r v o i r que leur o f f r e leur lexique t r a d i t i o n n e l , a f i n de garder aux o b j e t s d e c r i t s toute l e u r p r e c i s i o n o r i g i n e l l e . 2  Les exemples f o i s o n n e n t .  Rene Maran nous i n i t i e a  quelques lexemes de l a langue banda: y a s s i (femme),  faire  g o l o g o l o ( r o n f l e r ) , yabaoI (une e x c l a m a t i o n ) ,  et l e Ga'nza  ( l a grande bacchanale de l a c i r c o n c i s i o n ) .  Le Guineen  3  Camara Laye evoque l a cora ( s o r t e de harpe) (grand chant danse,  mouan (vingt) et tan saba ( t r e n t e ) . Le Maltre de l a p a r o l e ,  malinke comportant  douga  e x c l u s i v i t e des hommes de renom)  f o n t p a r t i e de l a t r a d i t i o n malinke, 5  ouvrage,  et l a  ainsi  que tan  qui (dix),  Quant a son d e r n i e r  i l c o n t i e n t un l e x i q u e  1 300 mots (pp. 266-314).  Sembene  Ousmane nous presente plus d'une t r e n t a i n e de mots en o u o l o f , en d i o l a ou encore en arabe, dont l e q u i n q u i l i b a (une l a tara (sorte  de c h a i s e ) ,  M' iangkatang ( r i z b o u i l l i )  tisane),  l e gueule ( a s s i e t t e  en b o i s ) ,  et l e s  blancs).^  toubabs  (les  le  AhmadDu Kourouma i l l u s t r e bien l a tendance vers f r i c a n i s a t i o n de l a langue f r a n g a i s e verbes ("marabouter, ("des  par 1'invention  n u i t e z en p a i x " ) ,  morceaux v i a n d e s " ) ,  l'a-  de  de q u a l i f i c a t i f s  par l ' e m p l o i de verbes  intransitifs  avec un complement ("La p l u i e tombe l a f o u d r e " , ) , et par l a m u l t i p l i c a t i o n d'images t r e s c o l o r e e s p r i s e s  a la culture  malinke ( " . . . a n a l p h a b e t e  ane".)  comme l a queue d'un  Comme nous 1'avons deja constate a i l l e u r s ,  le  Yambo Ouologuem se s e r t de mots et d ' i n c a n t a t i o n s l o c a l e et en arabe sans l e s t r a d u i r e ( " a l i f al'allah!")  Malien  en langue  lam!"."Yallah  mais sans vraiment a f r i c a n i s e r sensiblement  son  s t y l e non p l u s . Enfin,  l e Camerounais Mongo B e t i , dans Perpetue,  i n t r o d u i t de l o i n en l o i n des vocables bantous "paysan";  sita  "ma s o e u r " ;  et mamelouks  maintenant un s t y l e t r e s soigne Sur l e plan s t y l i s t i q u e , des A f r i c a i n s  (Koundremann  "flics")  en f r a n g a i s  tout en  universel.  nous avons deja constate que  comme Camara Laye et Yambo Ouologuem  integrent  des c a r a c t e r i s t i q u e s o r a l e s dans l e u r s t e x t e s , que ce s o i t une r e p e t i t i o n d'elements  l e x i q u e s pour l e u r donner un  rythme a f r i c a i n , ou encore des mots en debut de paragraphe ("Et  donc,...Et la tradition d i t . . . " )  en t r a i n de prononcer ses p a r o l e s  qui r a p p e l l e n t l e  enchanteresses.  Lorsque nous considerons l a v i e i l l e langue dont se s e r t Antonine M a i l l e t , que c o n s t i t u e c e t t e langue  griot  acadienne  l e l i e n d i r e c t entre l a forme  "savoureuse"  et l e fond de c u l t u r e  a base de f o l k l o r e dont e l l e est l e v e h i c u l e , devient evident que chez l e s romanciers n e g r o - a f r i c a i n s .  plus  C'est  dire  que L A c a d i e n n e , dans l ' e s p a c e 1  des dix ans qui separent  premier roman, Pointe-aux-Cogues Crasseux  (1968),  a su passer  (1958),  de l a p i e c e Les  d'un s t y l e ofc- l e s v i l l a g e o i s  prononcent que quelques mots acadiens epars, o& i l s  p a r l e n t sans gene en v i e i l  autant du f r a n g a i s  son  jusqu'au  acadien, s t y l e qui  ne  style s'ecarte  i n t e r n a t i o n a l que l e s t y l e j o u a l i s a n t  Michel Tremblay, dont l a p i e c e Les B e l l e s - s o e u r s  paralt  meme annee (1968).  En f a i t ,  si  n ' a v a i t pas devance l ' a u t e u r  An.tonine M a i l l e t  de la  Maximilien Laroche se demande  dans c e t t e " n o u v e l l e v o i e " q u ' e t a i t  quebecois  a l'epoque l ' e m p l o i  l a langue du peuple, langue tout a f a i t  de  orale:  Cette p i e c e (Les Crasseux) a ete p u b l i e dans l e numfero 5 de l a revue Theatre V/ivant. E l l e a u r a i t normalement dD p a r a i t r e avant Les B e l l e s s o e u r s . . . L e s d i r i g e a n t s de Theatre Uivant o n t - i l s sciemment r e t a r d e l a s o r t i e de l a p i e c e d'Antonine M a i l l e t pour ne point desarmorcer c e t t e bombe qu'ont ete Les B e l l e s - s o e u r s ? Car dans c e t t e n o u v e l l e v o i e d'un t h e a t r e , que semblait inaugurer Michel Tremblav, Antonine M a i l l e t va encore p l u s l o i n . ^ La p a r t g r a n d i s s a n t e d'Antonine M a i l l e t  de l ' o r a l i t e  rait  l'abandon  done l'abandon  l'oeuvre  s ' e x p l i q u e sans doute du f a i t  n ' a v a i t q u ' a s ' e c l i p s e r pour l a i s s e r enfance, t a n d i s  dans  qu'elle  p a r l e r l e s gens de son  que l e meme procede chez l e s Noirs du f r a n g a i s  en faveur des langues  de 1 • u n i v e r s a l i t y  en optant pour l e Jusqu'ici,  que v i s e n t  les  implique-  locales, Africains  frangais. nous avons vu p l u s i e u r s  exemples de l a  v i e i l l e langue a n c e s t r a l e d'Antonine M a i l l e t .  D'autres  passages typiques se trouvent dans l e r e s t e de c e t t e  disser-  50  tation.  La c i t a t i o n s u i v a n t e d e f i n i t  langue que p a r l e ses  tres clairement l a  personnages:  IMous comptons t r o i s p r i n c i p a u x niveaux de langage en A c a d i e : l e c h i a c ou f r a n g l a i s des m i l i e u x urbains fortement a n g l i c i s e s ; l e f r a n g a i s s o i - d i s a n t u n i v e r s e l de ceux q u i se sont f r o t t e s aux grandes e c o l e s ; l'acadien qui est c e t t e ancienne languegardee presque a l ' e t a t pur depuis l ' a r r i v e e des premiers colons s o r t i s s u r t o u t du Centre-Ouest de l a France au XVIIe s i e c l e . C ' e s t ce t r o i s i e m e niveau de langage qui est c e l u i de l a Sagouine et q u i r e m o n t e . . . a Rabelais. 1 0  La Sagouine, l'Evangeline  Acadienne beaucoup p l u s  i d e a l i s e e de Longfellouj, f a i t  authentique que la reflection  s u i v a n t e sur l a langue q u ' e l l e p a r l e : Le p r e t r e , l u i , dans son prOne, i l p a r l e coume l a femme du docteur, i l s o r t des grands mots p i s i l v i r e ben ses phrases. I l s appelont ga de 1 ' a l l i t e r a t u r e . IMous a u t r e s , j ' a v o n s jamais vu une g r a i n e d ' a l l i t e r a t u r e de notre v i e . Je parlons avec l e s mots que j ' a v o n s dans l a bouche et j ' a l l o n s pas l e s charcher ben l o i n . Je l e s tenons de nos peres q u i l e s aviont regus de l e u r s aieux. De goule en o r e i l l e , coume qui d i r a i t . Ca f a i t que c ' e s t malaise de p a r l e r au p r e t r e . 1 1  L ' a u t e u r des C o r d e s - d e - B o i s langue,  savoure pleinement c e t t e  et p a r a i t meme 1 ' e x a l t e r l o r s q u ' e l l e e c r i t : . . . E t O z i t e me l e s raconta tous, avec f a s t e , e n t r a i n , glouglou dans l a gorge, s a l i v a n t sur chaque mot q u ' e l l e s ' e n a l l a i t chercher l o i n , au t r e f o n d s de ses e n t r a i l l e s et de ses reins. Des mots que j e n ' a v a i s pas entendus depuis un s i e c l e ou deux, mais que mon a l e u l e , puis ma grand-mere, puis ma mere avaient gardes au chaud  51 dans l e u r ventre pour moi: h a i r a g e , usance, t r e t o u s , l a n g i , amouneter...  1 9  Pour terminer notre examen de l a langue o r a l e ,  ajou-  tons a l a l i s t e de l a v i e i l l e O z i t e quelques mots qui  figu-  rent dans l e l e x i q u e de La Sagouine: fois);  aouindre ( s o r t i r ) ;  usses ( s o u r c i l s ) ; et l a j a r n i g o i n e  su  l'empremier  1  bombarde ( s o r t e  de guimbarde);  l a phale ( l a g o r g e ) ; l e mitan ( l e (la  (autreles  milieu)  debrouillardise).  References  G e r a r d Georges Pigeon, " P a r t i c u l a r i t e s l e x i c a l e s du f r a n c a i s des e c r i v a i n s n e g r o - a f r i c a i n s " , Presence francophone, No. 12, p. 54. 1  2 Pigeon, 3  pp. 58-59.  Rene Maran,  Batouala.  ^Laye, L ' E n f a n t  noir.  5  Laye, Le Regard du r o i . ^Ousmane, D Pays, mon beau peuple! 7 Kourouma, Les 8  Soleils.  Ouologuem, Le Devoir de v i o l e n c e .  M a x i m i l i e n Laroche, "Les Crasseux L i v r e s et auteurs quebecois, 1968. 9  d'Antonine  M a i l l e t , note au debut de son Gkissaire Les Cahiers Renaud B a r r a u l t 91, p. 117. 1 0  1 1  Maillet,  1? Maillet,  La Sagouine,  p. 79.  Les C o r d e s - d e - B o i s ,  p. 53.  Maillet",  acadien, dans  5.2  2.  Pays,  Si mission  h i s t o i r e , ginealogie  et ceux qui l e s  racontent  l a langue p a r l e e est l e s e u l v r a i moyen de t r a n s -  d'une t r a d i t i o n o r a l e et d'un f o l k l o r e v i v a n t ,  matiere a t r a n s m e t t r e , e l l e ,  est m u l t i p l e .  la  Cette d e r n i e r e  comprend en e f f e t tout l e patrimoine c u l t u r e l d'un peuple, de 1'appartenance a une region geographique communion avec l e s  a n c e t r e s , en passant par l e s  qui c o n s t i t u e n t l a g l o i r e  legendes  i l sera question de tous  themes, a i n s i que des h i s t o r i e n s des conteurs qui en ont assure  la terre,  la  de l e u r h i s t o i r e c o l l e c t i v e .  Dans l e s pages qui s u i v e n t ,  Etudions  jusqu'a  de v i l l a g e ,  des g r i o t s  et  la perennite.  tout d'abord l e theme de 1'appartenance a  au pays des a n c e t r e s , theme t r e s important  q u ' a nos jours dans toutes l e s s o c i e t e s paysannes, pour des r a i s o n s  ces  jus-  et c e l a  evidentes — ces peuples v i v e n t directement  des c u l t u r e s et du b e t a i l dont l a p r o d u c t i o n depend de l a terre.  Ce f u t et c ' e s t  t o u j o u r s l e cas pour l a m a j o r i t e  des hommes, y compris l e s d i v e r s e s cophones  ethnies des pays  d'Afrique.  Avant l e s  independences, Rene Maran raconte l a f u i t e ,  & maintes r e p r i s e s recommencee, du peuple du chef devant l ' a v a n c e  des c o l o n i s a t e u r s  blancs.  cherchaient une t e r r e o& s ' i n s t a l l e r a l'abri  fran-  Les  noirs  a f i n de v i v r e en p a i x ,  des Europeens, mais en v a i n : ...Lalalala! de b Q t i r nos les terrains t a t i o n s , que  Batouala  Nous n ' a v i o n s pas f i n i cases et de d e f r i c h e r convenant a nos p l a n ces maudits blancs  53  e t a i e n t deja sur  nous.  Vers l a f i n de son roman autobiographique, n o i r (1953), lors  l e r e g r e t t e Camara Laye f a i t  du depart de son f i l s  L'Enfant  d i r e a son pere,  pour l a France:  I l r e s t e dans notre pays tant de choses a f a i r e . . . Dui, je veux que tu a i l l e s en F r a n c e . . . on aura besoin i c i sous peu d'hommes comme t a i (p. 184). Le pays et 1'importance ans plus t a r d , des s u j e t s de Sembene Ousmane.  de l a t e r r e deviennent,quatre  encore plus urgents  sous l a plume  Dans des passages rappelant a s ' y  me-  prendre l e roman h a l t i e n Gouverneurs de l a rosee ( 1946) de Jacques Raumain, 1•appartenance  l e jeune heros s e n e g a l a i s  Oumar  ressent  a l a t e r r e de son enfance:  Ses yeux avaient vu l e jour dans ce pays; i l se s a v a i t p e t r i de c e t t e glebe qui e t a i t s i e n n e . Sa peau e t a i t impregnee de sa saveur. Depuis son enfance, i l s ' e t a i t f r o t t e a e l l e de l a t e t e aux p i e d s . Ah, q u ' i l aimait l a t e r r e , c e t t e t e r r e , sa t e r r e , comme i l l a c h e r i s s a i t ! II en e t a i t j a l o u x . II l a comparait a une femme aimante, et a i m e e . 2  Parmi l e s oeuvres plus r e c e n t e s , l e roman malinke Les S o l e i l s  des independances presente un chef depose, Fama,  qui retourne a son pays n a t a l ,  l e Horodougou.  II  est  oblige  pour ce f a i r e de t r a v e r s e r une n o u v e l l e f r o n t i e r e n a t i o n a l e qui,  comme partout sur ce continent morcele par l e s  d i v i s e des gens de meme e t h n i e : Un b a t a r d , un v r a i , un dehonte de r e j e t o n de l a f o r e t et d'une maman qui n'a sQrement connu n i l a maindre bande de t i s s u , n i l a d i g n i t e du mariage, osa, debout sur ses  Europeens,  54  deux t e s t i c u l e s , s o r t i r de sa b-Quche que Fama etranger ne pouvait pas t r a v e r s e r sans c a r t e d ' i d e n t i t e ! Avez-vous bien entendu? Fama etranger sur c e t t e t e r r e de Horodougou! 3  Le g r i o t ges  du pays  t r a d i t i o n a l i s t e Babou Conde chante l e s  louan-  natal: En e f f e t , l a t e r r e n a t a l e , en d e p i t de 1 h o s p i t a l i t e qu'on peut t r o u v e r en d ' a u t r e s p a y s - - l e pays hote ignore l e rang s o c i a l ! — l a t e r r e n a t a l e sera toujours plus qu'une simple t e r r e : c ' e s t toute l a T e r r e ! . . . E l l e r e s t e , malgre t o u t , un h o r i z o n f a m i l i e r et des fagonsde v i u r e , qu'on emporte avec s o i . . . i l s e t a i e n t d e c h i r e s . L ' e x i l , a l a v e r i t e , semblait d i f f i c i l e m e n t supportable aux deux garcons.. 1  G ' e s t sur un ton plus ments p a r e i l s  epique q u ' i l r e i t e r e des  apres l a v i c t o i r e de Soundiata  sur l e s  sentiforces  ennemies: Ueritablement, c ' e s t a l'amour de nos pays que nous devQns notre v i c t o i r e sur Soumaoro. S i , par consequent, j ' a c c e p t e avec emotion ma nomination par vous tous a l a t e t e de tous nos pays, l ' h o n n e u r , c ' e s t a notre p a t r i o t i s m e a tous que je d e s i r e l e r e s t i t u e r . 5 Le pays revet une importance encore plus l'histoire  des deportes acadiens,  d'Antonine  Maillet.  et p a r t a n t dans  Seduite par l a v i e des h a b i t a n t s  du v i l l a g e  de son pere, l ' h e r o ' i n e de Pointe-aux-Coques repondre favorablement a l ' a p p e l  l'oeuvre  acadien  decide de  de son appartenance  t r a l e et de r e s t e r done.en A c a d i e . ainsi  evidente dans  Dans l a p i e c e Les  que dans l e conte c o m i c o - e p i q u e Don L ' O r i g n a l ,  ancesCrasseux, la  t e r r e c o n s t i t u e un enjeu notable dans l a b a t a i l l e que l i v r e n t  55  gens d'En-haut  et gens  d'En-bas.  Dans son monologue  i n t i t u l e "La l u n e " , l a  Sagouine,  p o r t e - p a r o l e d'un peuple depossede et deporte, n ' a d'illusions  plus  a propos de l a t e r r e : D'accoutume une t e r r e appartchent pas a c ' t i - l a qui l a trouve ou ben l a d e f r i c h e l e premier. E l l e appartchent a c ' t i - l a q u ' e s t assez f o r t pour bousculer l ' a u t r e ou assez r i c h e pour l ' a c h e t e r . Parce que s i l e s t e r r e s r e s t i o n t & c ' t i - l a qui l a d e f r i c h e , j ' a r i o n s - t ' i pas encore nos cinquante arpents, nous a u t r e s , que j ' y a i d i t , a G a p i ? °  Le monologue "Le recensement" r e v e l e l'amertume c o l l e c t i v e des Acadiens qui r e s u l t e de l e u r c o n d i t i o n : Ben quand c ' e s t q u ' i v i e n t un temps ad c ' e s t qu'une parsoune peut pus noumer son a r l i g i o n , sa r a c e , son pays, sa t e r r e , et p i s q u ' a ' peut pus noumer l a langue q u ' a ' p a r l e , ben c ' t e p a r s o u n e - l a s a i t p e u t - e t r e pus au j u s t e quel genre de s o r t e de facon de parsoune qu'elle est. A' s a i t p e u t - e t r e pus rien. 7  La p r e o c c u p a t i o n de l a t e r r e r e v i e n t dans Par d e r r i e r e chez men p e r e , 0 6 l e premier conte, "Ma Dune", "Le Pays",  insistent  et l e d e r n i e r ,  beaucoup sur cet attachement p r i m o r -  d i a l des Acadiens & l e u r c o i n de pays. Dans Mariaaqelas,  l e vieux Ferdinand f a i t  la reflection  s u i v a n t e a propros du r o l e de la merdans l a v i e des gens de l a cote: --Je le sais, Basile. J ' a i vingt ans de p l u s s e que t o i . Ben l a mer appartchent i t o u au pays, avec tout ce qu'y a dedans. P i s l e pays, i l est gouvarne par d ' a u t r e s que nous autres ( p . 177).  56  Quant aux C o r d e s - d e - B o i s , a l l u s i o n au "Grand Derangement" par l e s  l'auteur  y f a i t de nouveau  et aux t e r r e s  confisquees  Anglais: Surtout que H a l i f a x a ses r a i s o n pour garder jalousement ses a r c h i v e s a n t e r i e u r e s a 1755 oo. a u r a i e n t pu se g l i s s e r l e s t i t r e s egares des premiers h a b i t a n t s de Grand-Pre. Mais l e s descendants des ancetres n'en v o u l a i e n t p l u s de Grand-Pre, H a l i f a x pouvait dormir t r a n q u i l l e . Pourvu que chacun garde sa t e r r e et sa part de d u n e . . . (pp. 157-158).  Plus l o i n , l a Neo-Brunswickoise  evoque l e cas p a r t i c u l i e r  d'un c l a n des c o t e s : . . . L a t e r r e a v a i t t o u j o u r s appartenu aux Mercenaire, depuis l e premier du nam a debarquer au pays. C ' e t a i t un f a i t . Et on aborda encore un coup l a dangereuse question des d r o i t s ancestraux. Le f i l s de Jerome a Tilmon a Melas a Jude a v a i t h e r i t e d'une t e r r e d e f r i c h e e par ses aleux et oo fumait a u j o u r d ' h u i l a f o r g e ; et i l comptait appeler c e t t e t e r r e l a sienne ( p . 187). L o r s q u ' o n a r r i v e a P e l a g i e - l a - C h a r r e t t e , on constate que l e theme c e n t r a l du roman, nous i r i o n s meme j u s q u ' a d i r e egalement l ' o b s e s s i o n des personnages acadienne, natale,  de c e t t e odyssee  est sans canteste l e r e t o u r p e n i b l e a l a t e r r e  a l'Acadie frangaise  apres l ' e x p u l s i o n  devenueNova S c o t i a a l e u r  de 1755 par l e s f o r c e s b r i t a n n i q u e s :  C'etait la terre qu'avait choisie ses aleux un s i e c l e auparavant, c e t t e Acadie s i v i e r g e qu'on y p l a n t a i t des semences et des p l a n t s sauvages. Jamais et n u l l e part e l l e ne r e t r o u v e r a i t t e r r e plus vigoureuse et plus l i b r e . Terre plus revee par cinq generations de ses peres ( p . 123).  insu  57  Ce ne sont t a u t e f o i s pas tous l e s Acadiens qui ont c h o i s i de r e t o u r n e r au pays des neiges  et des pommiers:  Mais l a L o u i s i a n e , i l s l ' a v a i e n t c h o i s i e , . . . t e r r e de France a l ' h e u r e oh toute l'Amerique tombait p i e c e par p i e c e dans l e g i r o n d ' A n g l e t e r r e . . . Ceux des p r i s o n s de Londres, ceux de B e l l e - I s l e , ceux des A n t i l l e s , et meme de S a i n t - P i e r r e et Miquelon, s ' a f f r e t a i e n t des g o e l e t t e s et p a r t a i e n t pour l a L o u i s i a n e ( p . 111). Pourtant, " A c a d i e du s u d " , l'esprit  en d e p i t de l ' a t t r a i t  de c e t t e n o u v e l l e  l e personnage de P e l a g i e LeBlanc  incarne  indomptable et bute de ceux qui t i e n n e n t a regagner  l a t e r r e de l e u r s  aleux:  Pourquoi se donner tant de mal pour se fonder une t e r r e neuve s i au bout de cent ans on d e v a i t l'abandonner aux betes sauvages et aux A n g l a i s ? . . . P a c i f i q u e Bourgeois et Jeanne Bourgeoise, sa femme, s ' a s s i r e n t encore un coup sur l e c o f f r e de f a m i l l e et j u r e r e n t qu'on ne l ' o u v r i r a i t qu'en Acadie (p. 110). A r r i v e s e n f i n a l a Baie F r a n g a i s e , Fundy, i l s  l ' a c t u e l l e Baie de  trouvent que tout est d e t r u i t ou entre l e s  de l ' e n n e m i .  C e r t a i n s desesperent a l o r s  de r e t r o u v e r un  pays: — L e Sauvage conte qu'y en a p l u s i e u r s des notres au fond des anses et des b a i e s , dans l e s b o i s , a l ' a b r i c . — A l ' a b r i c chez eux, en A c a d i e . Alban a Charles a Charles b a i s s a l e s yeux et se t u t . Mais P e l a g i e l ' e n t e n d i t tout de meme. I l l u i d i s a i t que l ' A c a d i e , ga n ' e x i s t a i t p l u s ; q u ' i l n'y a u r a i t plus desormais que des Acadiens ( p . 342). Mais P e l a g i e ne partage pas son  mains  pessimisme:  — Q u o i c ' e s t que ga peut f a i r e ? q u ' e l l e d i t . C ' e s t l e s hommes qui f a i s o n t l a  58  t e r r e , et p o i n t l a t e r r e qui f a i t l e s hommes. La 0C1 c ' e s t que je marcherons, nous a u t r e s , i l faudra bien q u ' i l s b a i l l i o n t un nom S l ' e n d r o i t . Je 1 ' a p p e l l e r o n s l ' A c a d i e . Par rapport que j ' a l l o n s l a r e b a t i ' , tu vas ouere, j ' a l l o n s l a r e b a t i ' 5 grandeur du p a y s ( p . 342). Et poussant a i n s i  vers l a v a l l e e de Memramcook  et vers  l e nord, l e s Acadiens ont peuple toute l a cote de l ' a c t u e l IMouveau-Brunsuiick, Nouvelle-Ecosse  tandis  que d ' a u t r e s  et a l ' l l e  se sont trouves en  du P r i n c e Edouard.  l e berceau de l ' a n c i e n n e Acadie,  "restait  Seul  desert,  Grand-Pre,  isole,  muet comme un temple antique hante par ses dieux"  (p.  350).  Le theme de l a t e r r e des ancetres accapare toutes images et toute l ' e n e r g i e  les  des d e r n i e r e s pages de ce roman:  . . . l ' A c a d i e n o u v e l l e . . . a v a i t joue a c o l i n - m a i l l a r d avec l e d e s t i n et a v a i t f i n i par l a b o u r e r tous ses champs et r e p l a n t e r ses r a c i n e s partout (pp. 350-351). Comme 1'appartenance  terrienne, l ' h i s t o i r e ,  que ce  soit  l a p e t i t e h i s t o i r e f a m i l i a l e ou encore l a legende epique connue de toute l a c o l l e c t i v i t e , joue un r o l e  considerable  dans l a t r a d i t i o n qui i n s p i r e l e s l i t t e r a t u r e s ne  et a c a d i e n n e ,  II  negro-africai-  n ' e s t pas r a r e de t r o u v e r des  oo l a p e t i t e h i s t o i r e et l ' H i s t o i r e  exemples  epique c o e x i s t e n t dans  l e meme ouvrage. C ' e s t a i n s i que, du cote a f r i c a i n , Yambo Ouologuem passe du r o l e de chroniqueur h i s t o r i q u e a c e l u i de romancier a l ' i n t e r i e u r du meme roman, Le Devoir de v i o l e n c e : La premiere p a r t i e c o n s t i t u e une v e r i t a b l e geste m i - l e g e n d a i r e , m i - h i s t o r i q u e de l ' e m p i r e IMakem... F a i s a n t c o n t r a s t e avec c e t t e  59  premiere p a r t i e , l a deuxieme et l a t r o i s i e m e semblent e t r e au r a l e n t i . Le ton n ' e s t plus du tout epique, mais p l u t o t p e r s o n n e l , v o i r e i n t i m e . C ' e s t l a p e t i t e h i s t o i r e qui s ' i n terpose et entrecoupe l ' H i s t o i r e . 8  Dans Le Maltre de l a p a r o l e , l'epopee malinke de Soundiata,  racontee p a r l e grand g r i o t  te en f r a n g a i s  Babou Condi et t r a d u i -  par Camara Laye, c o n t i e n t e l l e a u s s i de nom-  breuses p e r i p e t i e s en marge du f i l h i s t o r i c o - l e g e n d a i r e de premier p l a n . Du cote acadien, Mariaagelas raconte l e s combats de paroles  et de ruse entre Mariaagelas et l a veuve a C a l i x t e : Une l u t t e epique entre l a contrebandiere qui change l e s d e s t i n i e s du v i l l a g e et l a pieuse femme qui commande aux d e s t i n i e s de l a p a r o i s s e ( p . 45). Si  l a designation  d'epopee ne convient pas,  Pelagie-  l a - C h a r r e t t e p o u r r a i t certainement se q u a l i f i e r neanmoins de roman h i s t o r i c o - l e g e n d a i r e . l e s hauts f a i t s  c e t t e odyssee ne chante  d'aucun p r i n c e , l e s aventures de P e l a g i e  de B e a u s o l e i l Broussard legendaire,  Et meme s i  et  prennent souvent une a l l u r e comico-  un peu a l a maniere de  Rabelais:  Les Broussard de pere en f i l s j o u a i e n t avec l e s b a l e i n e s et se moquaient de l a vague et du n o r d e t . I l s avaient tous bu plus d'un coup a l a grande t a s s e , comme qui d i r a i t , et en avaient garde dans l e g o s i e r une couche de s e l qui l e u r v a l a i t c e t t e voix grave et rauque. — E t une s o i f qu'on se passe de pere en f i ' . . . B e a u s o l e i l , r i a n t de tout son visage e n s o l e i l l e , se contents de se taper l ' o s de l a c u i s s e du revers de l a m a i n . . . (pp. 92 et 9 4 ) . !  Et tout comme l e s deux ouvrages haut, P e l a g i e presente a l a f o i s  africains  l'Histoire  cites  des manuels  plus  6.0  scolaires,  et l a p e t i t e h i s t o i r e des heros acadiens  C'est toutefois proportions  meconnus.  c e t t e d e r n i e r e qui a l a v e d e t t e , prenant  des  legendaires: Et P e l a g i e - l a - G r i b o u i l l e . . . remit encore un coup tous l e s t r a i n e u x de l a macoune a l e u r p l a c e en j u r a n t q u ' e l l e e c r i r a i t elle-meme l ' h i s t o i r e du pays, s ' i l f a l l a i t , l ' h i s t o i r e v r a i e , c e l l e de sa f a m i l l e et des l i g n e e s deportees dans l e Sud et q u i , sans l a c h a r r e t t e de P e l a g i e , son aleule, y seraient restees. Voila (pp. 26-27). Mais l e s Acadiens de l ' a n c i e n n e Acadie ne c o n n a i s s a i e n t de l ' h i s t o i r e que l e s c h a p i t r e s qu'on se p a s s a i t de bouche a o r e i l l e au pied de l a cheminee, et oa n ' e n t r a i e n t p o i n t l e s r o i s d'Egypte ( p . 31). . . . B e l o n i e . . . n'avait rien o u b l i i , l e r a d o t e u x - c o n t e u x - c h r o n i q u e u r , de l a p e t i t e h i s t o i r e des a l e u x . I l pouvait tout vous r a c o n t e r , dans un s e u l s o u f f l e , l e s ancetres comme l e s descendants, vous d e r o u l e r tout un l i g n a g e sans r a t e r une m a i l l e , et vous c r o c h e t e r l ' h i s t o i r e d'un peuple qui a l l a i t de France en Acadie, en passant par l ' e x i l , durant une p e t i t e g e n e r a t i o n , une toute p e t i t e generation (pp. 68-69).  En l i s a n t  c e t t e d e r n i e r e c i t a t i o n , on d i r a i t 1' un de  ces g r i o t s o u e s t - a f r i c a i n s l'ombre d'un baobab, et p o u r t a n t , acadien,  rares et v e n e r a b l e s ,  a l'abri  assis a  du s o l e i l malien vers  1975;  i l s ' a g i t d'un vieux " d e f r i c h e t e u x - d e - p a r e n t e "  a s s i s dans l'ombre  d'une c h a r r e t t e , quelque part  entre l a Georgie et l ' A c a d i e , Dans l ' u n e  et l ' a u t r e  vers  1775.  s o c i e t e , on i n s i s t e  e f f e t sur l a l i g n e e , sur l e s morts et l e s  beaucoup en  ancetres.  Aujour-  d'hui encore, en A f r i q u e n o i r e , l'homme sans descendants  et  61  l a femme s t e r i l e s u s c i t e n t  l a p i t i e , sinon l ' h o r r e u r .  II  ne  f a u t s u r t o u t pas que l a l i g n e e se rompe: ...Mariam jeune f i l l e , a v a i t ete promise a Fama, parce que partout on p r o t e s t a i t de l e v o i r se consumer dans une s t e r i l i t e a r i d e avec Salimata. ...Fama a v a i t peur. Comme authent i q u e descendant i l ne r e s t a i t que l u i , un homme s t e r i l e . . . 5 De meme, l a t r a d i t i o n i n s i s t e les  chefs h e r e d i t a i r e s s u r t o u t ,  leurs  sur 1 importance, pour 1  de s a v o i r  l e s noms de tous  ancetres: One of the devices f o r p r e s e r v i n g t r a d i t i o n s , e s p e c i a l l y those of r u l e r s , i s by making s t o o l s f o r departed c h i e f s . . . kept i n a s p e c i a l s t o o l r o o m . . . On each f o r t i e t h Sunday, the Akwasidae, l i b a t i o n , i s poured by the c h i e f and h i s e l d e r s on the s t o o l s . On such occasions the names of a l l the ancestor c h i e f s who died i n o f f i c e are mentioned with t h e i r s p e c i a l a t t r i b u t e s and bynames. This among other t h i n g s enables the c h i e f to remember a l l the departed a n c e s t o r s . . . that l i b a t i o n i s poured on a l l important occasions when the c h i e f and h i s c o u n c i l o r s f e e l the need to invoke the guidance and b l e s s i n g s of the a n c e s t o r s . . .Linen pouring l i b a t i o n s , c h i e f s attempt to summarize the h i s t o r y of the people. -' 11  P a t r i c k Merand f a i t lorsqu'il  allusion  au " s o u f f l e  des  ancetres"  ecrit: La v e n e r a t i o n des ancetres est une p r a t i q u e generale dans toute l ' A f r i q u e a n i m i s t e . L'homme qui q u i t t e l e monde, ne meurt pas: i l r e j o i n t l e s ancetres et protege l e c l a n . C ' e s t pour c e t t e r a i s o n que l e s v i v a n t s f o n t des s a c r i f i c e s aux "manes" des a n c e t r e s , c ' e s t a-dire & leurs e s p r i t s toujours presents.  Dans un de ses c o n t e s , Sirago Diop d e c r i t de l a fagon  s u i v a n t e l a mort du vieux Samba: Les s o u f f l e s qui p o r t a i e n t l a n u i t s • a t t a r d a i e n t au f a i t e du t a m a t i n i e r , attendant que l e corps use l a i s s a t s ' e n v o l e r l'ame pour l a guider vers l a demeure des a n c e t r e s . 1 2  De l a meme fagon, animistes  en rapport avec  Rene Maran evoque l e s  croyances  l'au-dela:  . . . B a t o u a l a , l e grand mokoundji, ne s e r a plus qu'un voyageur. I l p a r t i r a , l e s yeux c l o s a jamais, pour ce n o i r v i l l a g e q u i n ' a pas de chemin de r e t o u r . C ' e s t l a q u ' i l r e j o i n d r a son " b a b a " , et tous l e s anciens qui y avaient precede ce d e r n i e r . ^ 1  Avant l e depart de Camara Laye pour Conakry, sa mere . . . a v a i t f a i t immoler un boeuf a l a memoire de son pere et invoque 1 ' a s s i s t a n c e de ses a n c e t r e s , a f i n que l e bonheur m'accompagnat... ^ 1  Dans l e passage s u i v a n t ,  Ahmadou Hourouma nous met  dans l a peau n o i r e de Fama l o r s q u ' i l d e c r i t tout l e poids toute l ' a u t o r i t e  et  des morts sur ce chef malinke dechu et  humilie: Le s o l e i l c a r e s s a i t l e s nuques et ses rayons sans r a i s o n p r o l o n g e a i e n t l e s murmures en f a i s a n t p e t i l l e r l e s tombes et l e s f e u i l l e s jonchant l e c i m e t i e r e . C ' e t a i t l e susurrement des manes et des doubles des e n t e r r e s s o r t a n t de l ' a u t r e monde pour s ' a s s e o i r et b o i r e l e s priferes. Une assemblee nombreuse et i n v i s i b l e e n t o u r a i t , p r e s s a i t et e t o u f f a i t l e s p r i e u r s . E l l e e t a i t grosse de tous l e s v a l e u reux et honoris a'ieux Doumbouya. Cent f o i s piteiax Fama d e v a i t l e u r p a r a l t r e ! Leur unique descendant male tondu, seche et d e s h a b i l l e par l a c o l o n i s a t i o n et l e s Independences.^ En e f f e t , dont l e s  l'on  "souffles"  d o i t beaucoup de r e s p e c t aux ancetres  planent toujours dans  l'air:  63  — Ne r e v e i l l o n s pas l e s morts pour l e s meler a nos q u e r e l l e s , d e c l a r a i t e l l e . La^memoire des defunts est sacree. Dans l a scene d i v e r t i s s a n t e du Regard du r o i oo Clarence decide d ' a l l e r ce meme r e s p e c t  consulter Dioki,  la v i e i l l e sorciere,  reapparalt:  — M a i s que voulez-vous que je l u i parte? s ' e c r i a C l a r e n c e . A son age, on d e v r a i t l a p o r t e r au c i m e t i e r e . - - T a i s e z - v o u s ! d i r e n t l e s gargons. E l l e f i n i r a par vous e n t e n d r e . . . E t puis pourquoi p l a i s a n t e z - v o u s aux depens des morts? Cela n ' e s t pas bien.17 B'il  est done evident que l e s defunts  c o n s i d e r a b l e dans l a v i e des A f r i c a i n s ,  jouent un r a l e  et souvent comme  c o n t r a i n t e a u t o r i t a i r e dont on a peur, i l  est u t i l e par  contre d'evoquer l e u r souvenir l o r s q u e c e l a f a v o r i s e t r a d i t i o n que l ' o n  la  tient a suivre:  — E t apres? Ce jeune homme e s t - i l l e premier a prendre p l u s i e u r s femmes? Nos ancetres n'en o n t - i l s pas t o u j o u r s use a i n s i ? 1 8  Qu'en e s t - i l des Acadiens de j a d i s ete brosse par Antonine M a i l l e t ? A f r i c a i n s sont s u r p r e n a n t e s . l a d'une genealogie  dont l e t a b l e a u a  Les ressemblances  Cependant,  r o y a l e pour l e s  avec  i l ne s ' a g i t  les  plus  chefs de l a t r i b u , mais  p l u t o t de c e l l e d'un peuple ayant perdu toutes ses t e r r e s et tenant par consequent a ses et transmis  arbres genealogiques,  conserves  par l a t r a d i t i o n D r a l e : Pour c e t t e n a t i o n d i s p e r s e e , l a s e u l e permanence t i e n t au r e s p e c t de l a t r a d i t i o n o r a l e . A i n s i , pour c o n t r e r l a d e r i v e du Grand Derangement, on d o i t d e c l i n e r son nom comme on deroule un parchemin. C ' e s t l ' u n i q u e manifere de se r e t r o u v e r . On s ' a p p e l l e done David, a G a b r i e l a Frangois Cormier de l a 1  6k  branche des P i e r r e a P i e r r e a Pierrot.^ Chez Antonine M a i l l e t ,  et natamment dans son roman du  Goncourt, l a l i g n e e est a u s s i p r i m o r d i a l e que dans l e s  romans  africains: [.'important, au d i r e de Jeanne Aucoin, c ' e t a i t de danner a Charles a Charles une descendance par l a voie des males et ne pas l a i s s e r s ' e t e i n d r e l e nom de G i r o u a r d . . . 2 0 — P l u s s e que l a v i e , tu d i s ? quoi c ' e s t qu'y a de p l u s s e que l a v i e d'un homme? — C ' t e l l e - l a de sa l i g n e e , q u ' i l f i t , le mousse. 21  Et v o i c i quelques l i g n e s d'un dialogue et l a  entre l e vieux B e l o n i e  Mort: — H i e r et a v a n t - h i e r , ce n ' e s t pas a u j o u r d ' h u i . Entre l e s deux, l a v i e m'a rendu un h e r i t i e r qui a s u r g i des eauxi Tu m'avais l e u r r e , v i e i l l e c h i p i e , t ' a v a i s p o i n t emporte toute ma l i g n e e dans t a c h a r r e t t e . f a f a i t q u ' a s t e u r , b a s i s , j ' a i p l u s besoin de t o i . . . . E t s i mes roues te p a s s a i e n t sur l e c o r p s , par accident? — L a l i g n e e est assuree sans moi, dumeshui, g e n e - t o i p o i n t . 2 2  En A c a d i e , 1»aide-memoire genealogique les  tabourets des chefs a f r i c a i n s  c o n s t i t u e par  d e v i e n t , chez l e s  l e s cheveux des membres de l a f a m i l l e , entre autres  Acadiens, choses:  C ' e s t a i n s i que l ' o n c o n s t i t u a i t un arbre genealogique f a m i l i a l en brodant avec l e s cheveux des disparus l e t r o n c de 1 * a r b r e , . . . l e s branches ( l e s cheveux des e n f a n t s ) , et l e s f e u i l l e s ( l e s cheveux des p e t i t s - e n f a n t s ) . II a r r i v e encore que l ' o n conserve l e c r u c i f i x et l e s poignees que l ' o n enleve du c e r c u e i l . " Les Acadiens,  tout comme l e s A f r i c a i n s ,  rnorts en r e v e r e n c e , quand i l ne s ' y  tenaient  leurs  m e l a i t pas egalement de  65  l a peur: Meme s i c ' e s t l e plus souvent l e s mauvais qui reviennent sur t e r r e , l e s bons peuvent a u s s i r e v e n i r pour r a s s u r e r l e s parents i n q u i e t s de l a p l a c e q u ' i l s occupent au c i e l , ou encore pour reprimander ceux qui sont demeures i n c o n s o l a b l e s . 2 4 Won seulement l e mort a - t - i l l a f a c u l te d ' a p p a r a l t r e , mais a u s s i de pouvoir j e t e r des s o r t s . 2 5 Dans Mariaagelas, l ' h e r o ' i n e f u t e e se s e r t des de S o l d a t - B i d o c h e ,  un simple d ' e s p r i t ,  pour  fiaire  craintes  accroire  a tout l e v i l l a g e  que l e revenant "en lambeaux de drap"  son pere d e f u n t .  E l l e a v a i t monte ce fantome pour a t t i r e r  l ' a t t e n t i o n des p a r o i s s i e n s  l o i n de l ' e n d r o i t 0C1 se  est  faisait  l a contrebande: — C a f a i t que j e me m e f i e r a i s , moi, de ces morts mal e n t e r r e s , quand c ' e s t que v i e n d r a l a T o u s s a i n t . Y en v i e n t tous l e s ans, c ' t e j o u r - l a , de ces e f f a r e s du p i g a t o u e r e , avec leux jambes molles et l e u f a c e p a l e . — Des r e v e n a n t s ? . . . — C h u t ! . . . S i tu l e s a p p e l l e s , c ' e s t sOr q u ' i l s v i e n d r o n t . II e t a i t trop t a r d : Bidoche a v a i t deja prononce l e nom Op. 4 4 ) . Puisque ce sont en quelque s o r t e l e s morts et l e s c e t r e s qui se racontent a t r a v e r s P e l a g i e - 1 a - C h a r r e t t e , souvent q u e s t i o n de l e u r presence, de l e u r appel aux des c h a r r e t t e s : Car l e s racines, c ' e s t a u s s i l e s morts. Or P e l a g i e a v a i t l a i s s e ^ d e r r i e r e , semes entre l a Grand'Pree et l e s c o l o n i e s du Sud, un pere et une mere, un homme et un enfant qui l ' a p p e l a i e n t chaque n u i t depuis quinze ans: " U i e n s - t ' e n ! . . . " ( p . 16). . . . u n chef de f a m i l l e ne s a u r a i t se contenter d'un h e r i t i e r ou deux, dans  anil  est  vivants  66 l e s cent ans a v e n i r ; car l e s morts c r i a i e n t vengeance, et l e s f o y e r s e t a i e n t v i d e s . Les prochaines gener a t i o n s ne d i s p o s e r a i e n t que d'un s i e c l e pour r a t t r a p e r l e s i e c l e perdu et empecher l a race de s ' e t e i n d r e . Seuls l e s berceaux venger a i e n t l ' A c a d i e ( p . 237). D ' a i l l e u r s r i e n n ' a v a i t change dans l e comportement de Jeanne Aucoin apres l a mort du v i e u x . . . E l l e a t t e n d a i t que l e defunt l u i f a s s e s i g n e , d ' o r d i n a i r e en l u i t i r a n t l e gros o r t e i l , puis e l l e a l l a i t dormir. Ca, depuis c i n q ans (pp. 252-253). Les deportes s ' a d r e s s e n t demandant c o n s e i l s  a l e u r tour aux d e f u n t s ,  leur  ou secours:  Les femmes, debout, s e r r e n t l e s enf a n t s dans leurs;;jupes et p a r l e n t a leurs morts...Charles a Charles, vous avez eu bon coeur dans v o t r e v i e , h e i n , Charles a C h a r l e s ? . . . S o u v i e n s - t o i de ton gargon et de tes f i l l e s , mon beau j a r s de C h a r l e s Auguste (p. 289). A l a f i n du roman, P e l a g i e ,  sa tache hero'ique accomplie,  adresse ses d e r n i e r s mots au vieux B e l o n i e defunt: . . . T u peux v e n i r . . . B e l o n i e . Et je s a u r a i y p a r l e r , a ta Faucheuse, je s a u r a i y r e t e n i r l e bras s i e l l e ( l a Mort) ose l e l e v e r trop t o t au-dessus des enfants du p a y s . . . ( p . 344). Examinons acadiens, deux  les griots  afin d'etablir,  africains  la aussi,  et l e s vieux  des p a r a l l e l e s  conteurs entre l e s  traditions. P a t r i c k Merand d e f i n i t dans l e s termes s u i v a n t s  fonctions  du g r i o t : Des h i s t o r i e n s - c o m e d i e n s q u i . . . s a v a i e n t r a c o n t e r des episodes de l ' h i s t o i r e ancienne de l ' A f r i q u e . Ces mises en scene r e l a t a i e n t l e s conquetes de Soundjata, . . . I e m p i r e songhal ou 1  les  67  l e royaume de Ghana. Moins s e r i e u s e s , l e s l u t t e s entre t r i b u s v o i s i n e s , l e s s a t i r e s de l a s o c i e t e e t a i e n t autant de p r e t e x t e s pour r e u n i r des s p e c t a teurs c u r i e u x . . . L e s MDliere a f r i c a i n s . . . s a v a i e n t trouver l e s mots j u s t e s pour c a p t i v e r un p u b l i c de paysans r a v i s de s o u r i r e de l e u r c a r i c a t u r e . 2 6 Robert Cornevin, l u i , se r e j o u i t de l'avenement  du  magnetophone p o r t a t i f  qui permet d * e n r e g i s t r e r bon nombre  des t r a d i t i o n s  avant que ne meurent l e u r s  orales  detenteurs,  car c e u x - c i se r a r e f i e n t de plus en p l u s : Certes l a formule d'Amadou Hampate Ba demeure "Un v i e i l l a r d qui meurt est une b i b l i o t h e q u e qui b r u l e " , mais nombreux sont encore l e s gardiens de l a t r a d i t i o n qui peuvent c o n f i e r au magnetophone l e depot sacre des ancetres.27 En ce qui concerne l e u r s f r e r e s de metier Antonine M a i l l e t  en f a i t  l'eloge  lors  acadiens,  d'une i n t e r v i e w en  1976: Les plus grands poetes acadiens f u r e n t l e s chroniqueurs, l e s composeux de complaintes, l e s d e f r i c h e t e u x de parente, l e s conteux de contes et de legendes. C e u x - l a savaient v r a i ment r e b a t i r l e monde pour q u ' i l se mette a ressembler a l e u r s souvenirs et a l e u r s r e v e s . C ' e s t pourquoi i l y a tant de d i a b l e s et de revenants dans l a legende d ' A c a d i e , mais a u s s i tant de geants et de h e r o s . . . S e u l s l e s conteurs savaient approcher une matiere a u s s i confuse, a u s s i v i v a n t e , sans t e n t e r d'y mettre de l ' o r d r e et de l a l o g i q u e ; ga l e u r s u f f i s a i t , a eux, de l a r a c o n t e r . 2 8 I I est & remarquer que l e s g r i o t s  et l e s  conteurs f i g u r e n t  sont e x a l t e s dans presque tous l e s romans examines a u s s i bien que n e g r o - a f r i c a i n s ,  ce qui n ' e s t pas  etonnant du r e s t e , vu que l e s romanciers n o i r s  ici,  et  acadiens  tellement  et l a roman-  68  c i e r e blonde sont de l a p a r o l e  eux-memes c o n t e u r s ,  c'est-a-dire  maitres  ecrite.  Du cote a f r i c a i n , Yambo Ouologuem, deja note a i l l e u r s ,  comme nous  adopte l e s t y l e des g r i o t s  l'avons  dans Le Devoir  de v i o l e n c e , p a r t i c u l i e r e m e n t dans l a premiere p a r t i e , legende des S a ' i f s " ,  o& i l s ' a g i t  toire ouest-africaine.  Plus  de p r e s e n t e r 700 ans  la  d'his-  recemment, Le Maltre de l a  p a r o l e de Camara Laye, 1'ipDpee de Soundiata, 1'empire du M a l i ,  "La  n ' e s t n i plus  fondateur de  n i moins qu'un des l i v r e s de  " b i b l i o t h e q u e v i v a n t e " Babou Conde, g r i o t  venere:  . . . u n homme qui n ' e t a i t nullement a son propre s e r v i c e , mais au s e r v i c e de l a s o c i e t e , de l a p a r o l e et de l ' a u - d e l a ; un homme e n f i n que p e r s o n ne n ' o s a i t interrompre quand i l a v a i t p r i s l a p a r o l e sous l ' a r b r e a p a l a b r e s , sans r i s q u e r de s ' a t t i r e r des ennuis, des malheurs, provoques par l e s f o r c e s o c c u l t e s m a l i f i q u e s de Babou! Car pour lui-meme, comme pour tous l e s Malinkes, l a p a r o l e d'un B e l e n - T i g u i s i g n i f i a i t : magie (p. 29). Dans l ' a n c i e n n e  Acadie qu'evoque Antonine M a i l l e t ,  " c o n t e u x - c h r o n i q u e u x - d e f r i c h e t e u x de p a r e n t e " , meme n»appartenait sedait  l u i aussi,  occultes,  s'il  a une caste a p a r t comme en A f r i q u e , dans c e r t a i n s  et a v a i t  des g r i o t s . parler  pas  cas au moins,  des f o n c t i o n s  souvent  des  dont i l pouvait  identiques a c e l l e s savait  entendre v e n i r l a c h a r r e t t e .  Et tout comme Babou Conde, on l e r e s p e c t a i t quand i l p r e n a i t l a  pos-  pouvoirs  Le vieux B e l o n i e de P e l a g i e - l a - C h a r r r e t t e  a l a Mart,  le  et se  parole:  — U e n e z , venez tous, l e radoteux va c o n f e r . Et l ' o n v e n a i t . . . de tous l e s c l a n s en route vers l e n o r d . B e l o n i e l e - V i e u x a l l a i t c o n f e r . . . et deja i l  taisait  69 demandait a son a u d i t o i r e l a permiss i o n de commencer... E c o u t e z - l e et t a i s e z - v o u s ( p . 305). Dans l a t r a d i t i o n o r a l e q u ' i n c a r n e n t ces leur role d'historiens  conteurs,  de l e u r peuple en est un de premiere  importance: ...maints g r i o t s — retragant I n v o l u t i o n p o l i t i q u e du douloureux NakemZiuko, sabordee par E l Hadj Hassan — ont chante que ce d e r n i e r , aprfes a v o i r j a d i s complote contre S a l f . . . Dan9  avant-propos  l e court c h a p i t r e " L ' A f r i q u e et l e s g r i o t s "  en  du Maltre de l a p a r o l e , Camara Laye d e f i n i t  c l a i r e m e n t ce r o l e  tres  d'historien:  En v e r i t e , l e g r i o t , un des membres impartants de l ' a n c i e n n e s o c i e t e bien h i e r a r c h i s e e , avant d ' e t r e h i s t o r i e n , detenteur par consequent de l a t r a d i t i o n h i s t o r i q u e q u ' i l enseigne, e s t , avant t o u t , un a r t i s t e e t , en c o r o l l a i r e , ses chants, ses epopees et ses legendes, des oeuvres d ' a r t . . . . l a r e a l i t e h i s t o r i q u e placee devant l e g r i o t n ' e s t pas contee par l u i t e l l e q u e l l e ; i l l a raconte en employant des formules archa'iques; a i n s i l e s f a i t s se trouvent transposes en legendes amusantes pour l e s p r o f a n e s , mais qui ont un sens s e c r e t pour l e s personnes p e r s p i c a c e s . . . . Et p a r f o i s meme, i l . . . transpose a t e l p o i n t que l a v e r i t e h i s t o r i q u e se trouve noyee dans l e chant ou l a legende (pp. 21-22). C ' e s t exactement de l a meme fagon qu'Antonine se l i v r e a son gout de l a legende en transformant historiques  en g e s t e s c o m i c o - h e r o i q u e s .  plutot les historiens  Mais  les  faits  examinons  q u ' e l l e d e c r i t dans son oeuvre, ces  conteurs qui ne chantent pas l e s g l o i r e s  des l i g n a g e s  mais qui r e l a t e n t l a p e t i t e h i s t o i r e des gens des canadiennes.  Maillet  royaux,  cotes  L'on constate qu'eux a u s s i e m b e l l i s s e n t  les  70  faits  a f i n d'en f a i r e des legendes  agreables  a raconter:  Ce n ' e s t pas toujours f a c i l e de r e c o n s t i t u e r l ' H i s t o i r e c o n f i e e aux seules o r e i l l e s d'une couple d ' O z i t e , t r o i s ou quatre P i e r r e a Tom et une demi-douzaine de chroniqueurs oraux qu'au pays on a p p e l l e des conteux ou des d e f r i c h e t e u x - d e - p a r e n t e . Pourtant> sans eux, i l s e r a i t encore plus d i f f i c i l e de denicher l ' o r i g i n e des Cordesde-Bois sous l e f a t r a s de s o t i e s et de legendes qui encombrent l ' h i s t o i r e du pays des c o t e s . 3 0  . . . sans ces conteux et d e f r i c h e t e u x de B e l o n i e , f i l s de B e l o n i e , f i l s de B e l o n i e , l ' H i s t o i r e a u r a i t trepasse a chaque tournant de s i e c l e . . . Et sans l ' u n de ces B e l o n i e qui passe par l a , un s o i r d ' h i v e r . . . II l ' a p e r c o i t a temps, l a moribonde, et l a ramasse, et l a r e d r e s s e , et l a ramene p a n t e l a n t e mais encore chaude au l o g i s . Et l a , a coups de bQches dans l a magoune et de g i c l e s de s a l i v e , p e n t ! . . . on l a r a v i g o t e , l a garce, et l ' H i s t o i r e c o n t i n u e . ' 3  Camara Laye et Antonine M a i l l e t des t r a d i t i a n a l i s t e s  d e c r i v e n t tous deux  octogenairesau regard l o i n t a i n ,  Conde et B e l o n i e - l e - U i e u x : Quel age a v a i t - i l l e 15 mars 1963, l o r s q u e nous l u i f a i s i o n s v i s i t e ? Q u a t r e - v i n g t s ans, q u a t r e - v i n g t - d i x ans? IMous ne savona pas t r e s e x a c t e ment. Sa haute s t a t u r e f r e l e . . . l e s profondes r i d e s qui ravageaient son visage emacie et osseux, montraient q u ' i l e t a i t vieux, t r e s vieux (Laye, Le Maltre, p. 3D). Seul l e B e l e n - T i g u i , n a n t i de son long baton, p a r l a i t en se deplagant. Par moments, son regard se b r a q u a i t sur l e sommet meme de l ' a r b r e a p a l a b r e s . Que r e g a r d a i t - i l ? Nous ne savons pas. Nous ne savons pas exactement. Rien ne nous a ete communique de ces regards qui e t a i e n t comme absents. Mais sur quoi ou sur qui se f u s s e n t - i l s poses, sinon sur l e s genies de l a p a r o l e . . .  Babou  71  qui l e F a i s a i e n t p r o p h i t i s e r sur l ' a n n e e en cours et sur l ' a v e n i r , (Laye, p. 3D). . . . B e l o n i e premier, q u i , en 1770, f e t a i t ses nonante ans, a s s i s au fond de l a c h a r r e t t e meme de P e l a g i e , premiere du nom ( M a i l l e t , P e l a g i e , p. 12). Belonie-le-Uieux a l l a i t conter. I l e n t r a i t deja en t r a n s e s , i l r e g a r d a i t deja f i x e au-dessus des t e t e s . . . ( M a i l l e t , p. 305). L'aspect  h e r e d i t a i r e de l a p r o f e s s i o n est apparent  lui  a u s s i dans l e s deux cas: . . . i l va sans d i r e que son s a v o i r , i l l e t e n a i t de son pere, l e q u e l l ' a tenu du s i e n . L ' a l e u l de Babou Condi, Fremori Condi, e t a i t l e g r i o t de Imouraba Keta, f i l s de Manden-Bory, fondateur de l'Hamana, Kouroussa ( G u i n i e ) . . . C ' e s t depuis c e t t e date l o i n t a i n e que l e s enfants males de l a t r i b u des Condi de Fadama e t a i e n t e x e r c i s , des l e u r tendre enfance, a l ' a r t de p a r l e r (Laye, Le M a l t r e , p. 31). Ce g r i o t , . . . tout comme son maltre Maghan Hon F a t t a , a v a i t a u s s i une longue ascendance q u i , loyalement, s e r v i t l e s r o i s du Mandin (Laye, p. 8 2 ) . . . . E l l e ( l ' H i s t o i r e ) continue encore dans l a bouche de man cousin L o u i s S B i l o n i e , qui l a t i e n t de son pere B e l o n i e a L o u i s , qui l a t e n a i t de son grand-pere B e l o n i e — c o n t e m p o r a i n et a d v e r s a i r e de l a G r i b o u i l l e — qui l ' a v a i t recue de pere en f i l s de ce propre B i l o n i e , f i l s de Thaddie, f i l s de B i l o n i e p r e m i e r . . . ( M a i l l e t , P i l a g i e , p. 12). Les jeunes a p p r e n t i s g r i o t s  subissent  une formation en  profondeur, et l ' h i r i t f c e r r e t r o u v i de B i l o n i e - l e - U i e u x lui  a u s s i des "cours i n t e n s i f s "  son a'ieul:  suit  dans l a s c i e n c e et l ' a r t de  72  Pour developper l e u r memoire, on p r e p a r a i t , a cet e f f e t , des sauces appretees avec " 1 i n t e l l i g e n c e du boeuf" ( n e r f v o i s i n de l'oesophage que l ' o n f a i s a i t e x t r a i r e apres a v o i r immole l e boeuf) q u ' i l s consommaient avec une eau b e n i t e , e x t r a i t e du Coran (Laye, Le M a l t r e , p. 31). 1  B e l o n i e t e n a i t , . . . t e n a i t meme t r e s bien...comme s ' i l a v a i t r e s a l u de passer a sa descendance tout son s a v o i r dans un s e u l s o u f f l e . On pouvait l e v o i r des heures durant prendre a l ' e c a r t son p e t i t - f i l s , deuxieme du nam, et l u i rendre l a memoire goutte a g o u t t e . Et l e deuxieme du nom o u v r a i t de grands yeux de d i s c i p l e qui gobe t o u t , l e cru et l e c u i t , l ' a n c i e n et l e nouveau, l e v r a i et l e . . . r e s t a n t . Son a'ieul l u i p e t r i s s a i t l a memoire et 1 ' i m a g i n a t i o n comme une boulangere sa pate a p a i n . Et l e r e j e t o n chaque jour s o r t a i t du buisson l a bouche plus grande ouverte et l e s yeux plus a h u r i s . — II va l e rendre f o u , que se p l a i g n i t un matin l ' u n e des Jeanne ( M a i l l e t , P e l a g i e , pp. 297-298). II. y a v a i t vent i t i n e r a n t s ,  bien sOr l e s conteurs plus spontanes, qui i m p r o v i s a i e n t  sou-  et i n v e n t a i e n t sans trop  se s o u c i e r d'une quelconque t r a d i t i o n a n c e s t r a l e a conserver et qui c o n t r a s t a i e n t par consequent avec l e s tes plus s e r i e u x , l a cour d'un r o i .  traditionalis-  y compris ceux qui e t a i e n t r a t t a c h e s a Antonine M a i l l e t  fait  remarquer e l l e  l a meme s o r t e de d i s t i n c t i o n dans l e contexte a c a d i e n : J ' a i vu et j ' a i entendu l e s d e r n i e r s M'Bandakatts (clowns, chanteurs et d a n s e u r s ) . . . J ' a i entendu l e s Lavankatts r e c i t e r d'une t r a i t e l e Coran tout e n t i e r , e t , pour se d e l a s s e r de l e u r e x p l o i t , meler aux v e r s e t s sacres l a s a t i r e aux depens des jeunes f i l l e s l a i d e s et l e s v i e i l l e s a v a r i c i e u s e s ( Diop;, Les Contes d'Amadou Houmba, " I n t r o d u c t i o n " , p. 10).  aussi  73 . . . C e sont des g r i o t s c e r t e s , mais des marchands de musique, qui d e f o r ment v o l o n t i e r s l e s r e a l i t e s h i s t o r i q u e s ; i l s ne connaissent que quelques b r i b e s de l ' h i s t o i r e a f r i c a i n e , . . . Les v r a i s g r i o t s , c ' e s t - a - d i r e l e s B e l e n - T i g u i , ou maitres de l a p a r o l e , n ' e r r e n t pas dans l e s grandes v i l l e s ; i l s sont r a r e s , se deplacent peu, r e s t a n t attaches a l a t r a d i t i o n et a l e u r terre natale (Laye, Le M a l t r e , p. 21). . . . T i t - L o u i s e t a i t un a r t i s t e , un a r t i s t e comme l e pays en f a i s a i t a l'epoque, turluteux, violoneux, m e n e t r i e r , conteux de contes, composeux de complaintes, diseux de bonne aventure et p e i n t u r l u r e u x de tableaux ( M a i l l e t , Les C o r d e s - d e - B o i s , p. 120). L u i , l e vieux, ne s ' i m p r o v i s e r a i t p o i n t comme ga, au gre des vents et de l a houle des boeufs. Ses contes, i l l e s t e n a i t de son pere qui l e s a v a i t regus du s i e n . On ne se passe point ga comme du tabac a c h i q u e . I l faut d i r e que P i e r r e a P i t r e G a u t r e a u . . . p o u v a i t a u s s i bien conter de jour que de n u i t , a l a brunante, a l ' a u b e , debout, a jeun, mangeant, marchant, sautant, p e t a n t . . . ( M a i l l e t , P e l a g i e , p. 136). Nous avons trouve des exemples oo l e g r i o t  et l e con-  teur se servent de l a p a r o l e comme arme de guerre c e n t r e l a t r i b u ennemie.  Avant l a grande b a t a i l l e d e c i s i v e qui  a v o i r comme consequence 1 ' i n s t a u r a t i o n triple Mali,  de Soundiata  devait  au  totem comme fondateur et premier r o i de l ' e m p i r e du le griot  adresse ses p a r o l e s au jeune p r i n c e et a ses  troupes: . . . t u es l e f i l s du l i o n , totem de l a p a t r i e , . . . tu es l e r o i possesseur de t r o i s totems: c ' e s t c e t t e e x t r a o r d i n a i r e puissance q u ' i l faudra montrer demain dans l a p l a i n e de K i r i n a , car  Ik l e s homines c r a i g n e n t l a f o r c e : l a f o r c e des muscles ou de 1 • e s p r i t ! . . • i l s n ' a v a i e n t aucune i n q u i e t u d e j par l a p a r o l e , B a l l a F a s s a l i Kouyate a v a i t e f f a c e l a peur de l e u r coeur; i l a v a i t g a l v a n i s e l e u r coeur (Laye, Le M a l t r e , pp. 235-236). J ' a i entendu d i r e que l e massacre du Cap-de-Sable, c ' e s t l a d e r n i e r e honte que l e s A n g l a i s p o u r r i o n t a v a l e r , par rapport que s i x generations de conteux et de d e f r i c h e t e u x avont f a i t serment de se passer c e t t e h i s t o i r e v r a i e d ' a l e u l en pere en r e j e t o n ( M a i l l e t , P e l a g i e , p. 156). Dans c e t t e d i s c u s s i o n figurent  des g r i o t s  et des conteurs  au coeur des t r a d i t i o n s n e g r o - a f r i c a i n e s  ne, nous avons i n s i s t e  sur l e s nambreuses  qu'ils  II  ont en commun.  faudrait  qui  et a c a d i e n -  caracteristiques  toutefois  reconnaltre  qu•unedifference e s s e n t i e l l e separe l e s deux groupes.  Il  s ' a g i t du r o l e i n s t i t u t i o n n e l t r e s clairement d e f i n i que jouait le griot  r o y a l en A f r i q u e n o i r e par rapport aux vieux  conteurs acadiens q u i , eux, n ' e t a i e n t  au s e r v i c e  d'aucun  maltre. A ce s u j e t , le griot,  c'est  Le Maltre de l a p a r o l e qui nous montre  t o u j o u r s aux cotes de son r o i , et q u i , en plus  d'evoquer l e s grands e x p l o i t s des ancetres du p r i n c e et de chanter l a g l o i r e de sa l i g n e e , devinant j u s q u ' a ses pensees, citations  suivantes  p a r l e souvent  a sa p l a c e ,  j u s q u ' a ses r e a c t i o n s .  rappellent, d ' a i l l e u r s ,  Les  l e maltre des  ceremonies dans Le Regard du r o i qui i n t e r p r e t e l a  volonte  du vieux naba d&apres l e moindre p e t i t mouvement de sa barbiche o c t o g e n a i r e : Do-Samo s ' a d r e s s a a son peuple; i l p a r l a i t t r e s bas et comme pour l u i -  meme — l a p a r o l e e t a i t un a r t f e m e l l e exclusivement reserve aux g r i o t s et aux femmes; l e r o i qui p r a t i q u a i t un art male, l ' a r t de gouverner un peuple, ne pouvait s ' e n emparer et ne d e v a i t h u r l e r ! — et le griot c r i a les decisions royales q u ' i l e n t e n d i t et l e s comments en les agrementant. 32  Le g r i o t qui s a v a i t parfaitement i n t e r p r e t e r chacun des gestes de son maltre s ' e t a i t comme immisce dans sa pensee; i l devina que c e l u i - c i a c c e p t a i t et i l repondit a sa place. 3 3  References  Maran, Batouala,  p. 93.  2 Ousmane, • Pays, mon beau peuple! p. 75. ^Kourouma, Les S o l e i l s ,  pp.  103-104.  Laye, Le Maltre de l a p a r o l e , pp. 5  177-178.  Laye, p. 253. ^Maillet,  La Sagouine,  p. 85.  M a i l l e t , p. 138. 8 r David M e h a l l , "Propos sur l e s romanciers negroa f r i c a i n s " , Presence francophone, no 7, p. 132. g Hourouma, Les S o l e i l s , pp. 93 et 102. 7  76  10 p. 45.  Richard M. Dorson,  11 12  Diop,  " L Heritage", 1  Maran, Batouala,  14 Laye, L ' E n f a n t 15  17  History,  Merand, La v i e quotidienne en A f r i q u e n o i r e , p. 206.  13  16  F o l k l o r e and T r a d i t i o n a l  p.  Contes d'Amadou-Koumba, 182.  n o i r , p.  Hourouma, Les S o l e i l s  p.  163.  ;. 135.  * des independences, pp.  119-120.  r  Beti,  Perpetue, p. 44.  Laye, Le Regard du r o i , p. 212.  18  Beti,  Perpetue, p.  179.  19  Andre Vanasse, "Un jupon dans l e s r i d e l l e s , Antonine M a i l l e t : P e l a g i e - l a - C h a r r e t t e " , dans L e t t r e s quebecoises, no 16, p. 14. 20  Maillet,  Pelagie,  2 1  Maillet,  p. 272.  2 2  Maillet,  p. 293.  p. 51.  23 Dupont, H e r i t a g e d ' A c a d i e , p. 256. 24 Dupont,  p. 258.  Dupont,  p. 260.  H  v 2 5  Merand, La v i e q u o t i d i e n n e , pp. 27 na  140-141.  Cornevin, L i t t e r a t u r e s d ' A f r i q u e n o i r e , p. 95.  Andre Major, "Antonine M a i l l e t . . . " , dans Cahiers Renaud B a r r a u l t , pp. 113-114. 29 Ouologuem, Le Devoir de v i o l e n c e , p. 190.  Maillet,  Les  Cordes-de-Bois  Maillet,  Pelagie,  pp.  11-12  Laye, Le M a l t r e , p. 60. Laye, p. 9 V .  78  3.  La Mort  IMous avons vu, dans l e s pages precedentes, tance que l e s A f r i c a i n s  et l e s Acadiens a t t r i b u e n t a l e u r s  ancetres et a l e u r s morts, comme des p a r t i c i p a n t s  que l e s s u r v i v a n t s  actifs  d e l a et l e monde des v i v a n t s Il  dans l e u r s  considerent  affaires.  L'au-  sont done etroitement  lies.  f a u t s ' a t t e n d r e par consequent & ce que l e passage  entre ces deux mondes s o i t  percu par l e s A f r i c a i n s  fagon qui a u r a i t des ressemblances ont l e s  1'impor-  d'une  avec l a p e r c e p t i o n qu'en  Acadiens.  En e f f e t ,  l e s membres de l ' u n e  c r o i e n t vraiment & l ' a u - d e l a ,  et de l ' a u t r e  societe  a l a v i e apres l a mort:  Le v i e i l l a r d agonisant est convaincu de l ' e x i s t e n c e de Dieu et des ancet r e s . . . L • i m p o r t a n t , c ' e s t l a v i e qui c o n t i n u e , sous un autre forme (Merand, La v i e quotidienne en A f r i q u e n o i r e , p. 191). I l f a l l a i t . . . h a b i l l e r l e mort dans un beau costume... On ne m e t t a i t pas de s o u l i e r s au mort parce que ca f a i s a i t trop de b r u i t dans l e p a r a d i s . On l e s h a b i l l a i t bien pour donner une bonne impression a S a i n t P i e r r e et pour ne pas f a i r e honte aux maris et epouses a l a f i n du monde, a l o r s que tout l e monde s e r a i t l a (Dupont, Heritage d ' A c a d i e , p. 252). Patrick  Merand f a i t  te l a mort avec r e s i g n a t i o n m i l i e u x l e s moins C'est  atteints  remarquer qu'en A f r i q u e l ' o n et c o n f i a n c e , au moins dans  les  du m a t e r i a l i s m e o c c i d e n t a l .  a i n s i que l e jeune Senegalais  e t u d i e en France, f a i t  accep-  Samba D i a l l o ,  les r e f l e c t i o n s suivantes  roman p h i l o s o p h i q u e de Cheikh Hamidou Kane,  dans l e  L'Aventure  qui  79 ambigue; — I l me semble qu'au pays des D i a l l o b e l'homme est plus proche de l a mort, par exemple. II v i t plus dans sa f a m i l i a r i t e . Son e x i s t e n c e en a c q u i e r t comme un regain d ' a u t h e n t i c i t e . La-bas, i l e x i s t a i t entre e l l e et moi une i n t i m i t e , f a i t e tout a l a f o i s de ma t e r r e u r et de mon a t t e n t e . Tandis q u ' i c i , l a mort m'est redevenue une e t r a n g e r e . Tout l a combat, l a r e f o u l e l o i n des corps et des e s p r i t s . Je l ' o u b l i e (pp. 167-168). De meme en A c a d i e , oo a u t r e f o i s l a pensee p o p u l a i r e a ce s u j e t c o n s i s t a i t  en un melange de s u p e r s t i t i o n s  croyances c h r e t i e n n e s ( s i t u a t i o n dont l ' e q u i v a l e n t s e r a i t l'animisme nisme),  et de  africain  qui c o e x i s t e avec l ' i s l a m ou l e c h r i s t i a -  l e s gens c o n n a i s s a i e n t  intimement l a mort:  Quand on est mort, c ' e s t pour une baune escousse. Y en a qui avont peur de l a mort. Moi p o i n t . Un p e t i t b r i n de doul e u r , que je me f i g u r e , p i s c ' e s t f i n i . J ' a i assez s o u f f r i dans ma v i e pour en endurer e n c o r e . 1  On mourra dans I'annee s i on a s s i s t e a une messe en r e v e . . . On ne d o i t jamais p l e u r e r l a mort d'un p e t i t enfant, car Dieu v i e n d r a chercher un autre membre de l a f a m i l l e . Gapi m'a d i t . . . q u e de trop j o n g l e r sus l a mort, ga f a i s a i t r i e n que c o r v e r pus v i t e . C ' e s t p o i n t l a mort qui me f a i t j o n g l e r , que j ' y d i s , c ' e s t ce qui v i e n t a p r e s . Ce qui v i e n t apres l a mort, c ' e s t l a mort, q u ' i l d i t . Et j ' y a i d i t d ' a r r e t e r de blasphemer. 3  Les animistes des s u p e r s t i t i o n s  du c o n t i n e n t n o i r f o r m u l a i e n t eux a u s s i  a l ' e n d r o i t de l a mort.  Rene Maran d e c r i t l e s preoccupations des  C ' e s t a i n s i que survivants:  Personne, au demeurant, ne p e n s a i t plus a ce mort. On a v a i t des preoccupations autres et plus urgentes. Et d ' a b o r d , i l  80  f a l l a i t d e c o u v r i r l e doue de mauvais a e i l qui a v a i t provoque , l a mort du pere de B a t o u a l a . IMous sommes nes pour v i v r e . S i l ' o n meurt, c ' e s t que t e l ou t e l a f a b r i q u e un " y o r r o " ou p r o f e r e des incantations La coutume des t r i b u s de 1•Oubangui-Chari v o u l a i t que l'on  exposat l e cadavre du vieux pere de Batouala " h u i t  plelns,  et plus  jours  encore", car:  Les anciens des anciens a v a i e n t , entre autres choses, remarque que, p a r f o i s , t e l qu'on c r o y a i t mort, ne l ' e t a i t guere. I l s avaient vu des cadavres se ranimer, au moment oo on se p r e p a r a i t a l e s e n s e v e l i r . 5 IMous retrouvons une s i t u a t i o n i d e n t i q u e racontee par l a f a meuse laveuse de planchers acadienne: . . . l e pauvre J o s . . . j e 1'avons v e i l l e c i n q n u i t s pour e t r e sQrs q u ' i l e t a i t ben mort et q u ' i l a v a i t p o i n t l ' i n t e n t i o n de r e v e n i r coume son defunt p e r e . La mort est consideree comme un refuge par l e s p e r s o n nages du roman de Rene Maran, et l e bon sens t e r r e a t e r r e de G a p i , l e mari de l a Sagouine, pas c r a i n d r e  l e mene, l u i a u s s i ,  a ne  l'au-dela: Depuis que l e s boundjous e t a i e n t venus s ' e t a b l i r chez eux, l e s pauvres bons n o i r s n ' a v a i e n t pas de refuge autre que l a mort. E l l e s e u l e l e s d e l i a i t de l ' e s c l a v a g e (Maran, B a t o u a l a , p. 117). G a p i . . . II d i t q u ' i l peut pas y aouere d ' e n f e r pour l e pauvre monde, parce q u ' i l s l ' a v o n t eu sus l a t e r r e , l e u r enfer ( M a i l l e t , La Sagouine, p. 140).  La mort, f a c e a l a q u e l l e tous l e s hommes sont  egaux,  l e s r i c h e s comme l e s demunis, peut amener l a r e c o n c i l i a t i o n , ou tout au moins une t r e v e , entre personnes ou clans qui  sont d o r d i n a i r e r i v a u x ou encore ennemis. 1  Ce phenomene  s o c i o l o g i q u e se manifeste chez l e s deux p e u p l e s : Batouala ( e t ) . . . B i s s i b i ' n g u i . . . p a r t i c i p a i e n t tous deux a l a ceremonie funebre, a s s i s cOte a c o t e . I l s s ' e t a i e n t , en e f f e t , r e c o n c i l i e s . . . Mais B i s s i b i ' n g u i s a v a i t que Batouala ruminait contre l u i des p r o j e t s de vengeance. Et Batouala s a v a i t que B i s s i b i ' n g u i s a v a i t (Maran, B a t o u a l a , p. 120). . . . v i e n n e n t en p r o c e s s i o n l e s gens d ' E n - h a u t . . . Les gens d'En-bas viennent de l a d i r e c t i o n o p p o s e e . . . Finalement, l a p e l l e passe d i r e c t e ment d'une main d'En-haut a une main d'En-bas et a i n s i de s u i t e sans 1 ' i n t e r m e d i a i r e du Docteur. A l a f i n , l e s deux groupes sont fondus en un s e u l , toutes l e s t e t e s penchees au-dessus du c e r c u e i l ( M a i l l e t , Les Crasseux, p. 68). La mort est p e r s o n n i f i e e dans l e s deux t r a d i t i o n s litteraires  o r a l e s , que ce s o i t  sous forme de " l ' a n g e  de 1  mort" que nous depeint Cheikh Hamidou Kane, ou encore de " l a faucheuse" qui a r r i v e en f a i s a n t  g r i n c e r l e s roues de  sa c h a r r e t t e dans P e l a g i e - l a - C h a r r e t t e : Je s a i s que l a t e r r e a absorbe ce corps c h e t i f que je voyais naguere. Je ne c r o i s pas, comme tu me l ' a v a i s a p p r i s quand j ' e t a i s enfant, q u ' A z r a e l , l ' a n g e de l a mort, eOt fendu l a t e r r e en dessous, pour v e n i r te c h e r c h e r . Je ne c r o i s pas qu'en bas, sous t o i , i l y a i t un grand trou par l e q u e l tu t ' e n es a l l e avec ton t e r r i b l e cDmpagnon (Kane, L'Aventure ambique, p. 186). . . . C a r nul n ' e s t dupe au pays, c ' e s t l a Mort en personne qui est entree en l i c e ce j o u r - l a et qui a t i r e l ' e p e e contre l a Uie ( M a i l l e t , P e l a g i e , p. 286).  Belonie-le-Vieux,  l e conteur qui connait l a Mort et  l a considere comme une compagne constante l e t r a j e t du retour des Acadiens  au cours de tout  vers l e nord, l u i  joue un  tour en l a d i s t r a y a n t  j u s t e l e temps de sauver l a v i e a  Beausoleil  l o r s q u e l a "faucheuse"  Broussard,  emmener c e l u i - c i . B e l o n i e et l a  a r r i v e pour  V o i c i done un e x t r a i t du dialogue  Mort: —Pas cestuy-la, q u ' i l d i t . . . . T o u t l e monde est m o r t e l , l e Vieux, meme c e l u i - l a . —Pas aujourd'hui. . . . J e ne d i s t i n g u e pas a u j o u r d ' h u i d ' h i e r n i de demain, je s u i s hors du temps. - - F a u t f a i r e une p e t i t e exception pour l u i qui a une m i s s i o n . . . . T o u s l e s hommes ont une m i s s i o n . La sienne est f a i t e . — P a s achevee encore, i l l u i r e s t e du monde a r e n t r e r au pays.  *  *  #  — H i ! h i ! . . . T ' as trop perdu de temps a p l a c o t e r avec moi, v i e i l l e g a r c e . Durant ce t e m p s - l a , l e B e a u s o l e i l t ' a f i l e entre l e s roues ( M a i l l e t , P e l a g i e , pp. 290-291).  References Maillet, Dupont,  La Sagouine, Heritage  Maillet,  Maran,  p.  Maillet,  140.  d'Acadie,  La Sagouine,  Maran, Batouala,  p.  p.  p.  p.  129.  125.  119. La Sagouine,  p.  106.  248.  entre  83 4.  Contes, complaintes,  legendes  et epopees  Nous passons i c i a une c o n s i d e r a t i o n de l ' a s p e c t specifiquement l i t t e r a i r e des t r a d i t i o n s et dans l e s v i l l a g e s  orales  francophones des p r o v i n c e s  plus  en A f r i q u e atlantiques  du Canada. Robert Cornevin presente p l u s i e u r s  classifications  l a l i t t e r a t u r e o r a l e mises au p o i n t par des a f r i c a m i s t e s renom.  Pour l e s besoins  cer par l e s legendes  de notre examen, nous a l l o n s  d ' o r d r e epique.  les  Nous p a r l e r o n s  des proverbes plus l o i n , dans l a p a r t i e de c e t t e etude tant des croyances et de l a  de  commen-  contes et complaintes pour etiiidier e n s u i t e  et l e s h i s t o i r e s  de  trai-  sagesse.  Le conte t r a d i t i o n n e l a f r i c a i n r e v e t a i t une importance de premier plan dans l a t r a n s m i s s i o n  des v a l e u r s  de l a  cul-  ture a f r i c a i n e : Des sa prime jeunesse, l ' e n f a n t accede a l a c u l t u r e a f r i c a i n e par l e s contes, l e s legendes, l e s f a b l e s , l e s d e v i n e t tes ou l e s proverbes qui l u i sont racontes par une grand-mere ou par une t a n t e . Apres l e repas du s o i r , l a v e i l l e e r e u n i t l e s enfants autour du f e u . . . La, chacun est a l ' e c o u t e de 1•enseignement des ancetres qui p a r l e n t par l a bouche des a n c i e n s : morale, r e l i g i o n , h i s t o i r e et d i v e r t i s s e m e n t . . . Les conteurs ne savent n i l i r e , n i e c r i r e et ne detiennent l e u r s a v o i r que grace a l a t r a d i t i o n o r a l e . L ' a r t de l a p a r o l e est d e j a , a l u i s e u l , un element c a p i t a l de l a c u l t u r e a f r i c a i n e : i l permet d ' e v e i l l e r l a c u r i o s i t e i n t e l l e c t u e l l e de l ' a u d i t o i r e , d ' e x e r c e r l a memoire et de transmettre l e s a v o i r .  1  Les Contes d Amadoul-Koumba en f o u r n i s s e n t 1  des  exemples  oo l e conte se termine par une f o r m u l a t i o n e x p l i c i t e de l a  morale q u ' i l v e h i c u l e : Et dans l a n u i t , N'Gor Sene s ' e n retourna dans sa case, pensant que c ' e s t l e premier toupet de K o t j Barma qui a v a i t r a i s o n : "Donne ton amour a l a femme, mais non ta c o n f i a n c e " . 2  A i n s i doivent e t r e payes ceux qui oublient l e s bonnes a c t i o n s . 5  L'histoire  acadienne du bateau-fantome semble c o n t e n i r  e l l e a u s s i un avertissement contre des crimes  contre des comportement depraves,  graves;  Et l e c a p i t a i n e des I l e s - S a i n t - P i e r r e et Miquelon raconta a son equipage l a macabre aventure de ce n a v i r e qui b r u l e depuis des s i e c l e s sur l e s cotes de 1 ' A t l a n t i q u e i C ' e t a i t un chatiment e t e r n e l . L'equipage de ce bateau s ' e t a i t rendu coupable de quelque f a u t e grave: l e v i o l d'une jeune Indienne, ou l e massacre d'un v i l l a g e , ou l ' i n c e n d i e des maisons de G r a n d - P r e . . . on ne s a v a i t p l u s t r e s b i e n . II c i r c u l a i t p l u s i e u r s v e r s i o n s sur l a nature du peche que d e v a i t e x p i e r ce b a t e a u - l a . ^ Le r e c i t cosmogonique d'expliquer l ' o r i g i n e tement quelconque. Mamelles",  Birago  est c e l u i oa l e peuple  d'un phenomene n a t u r e l ou d'un  C'est  ainsi  que dans l e r e c i t  compor-  "Les  Diop e x p l i q u e l a c r e a t i o n des deux c o l 5  lines  qui surplombent l a pointedu C a p - V e r t .  c'est  l e jeune Don Juan B i s s i b i ' n g u i  de l ' e l e p h a n t  essaie  Dans B a t o u a l a ,  qui raconte  l'histoire  et de l a poule, r e c i t qui se termine de l a  fagan s u i v a n t e : C ' e s t depuis ce temps que M'Bala, l ' e l e p h a n t , v i t dans l a brousse et Gato, l a p o u l e , parmi l e s v i l l a g e s des hommes.k Dans Le M a l t r e de l a p a r o l e , l e g r i o t chant et de l a danse du "Coba"  :  e x p l i q u e l e s debuts du  85 Pour l ' h e u r e u s e c i r c o n s t a n c e , ce s a i r pendant l a danse du " S o l i " , aucun g r i o t ne c h a n t e r a ; je c h a n t e r a i moi-meme en ton honneur, une chanson que l e s jeunes garcons Malinke, candidats a l a c i r c o n c i s i o n chanteront pour r e s s u s c i t e r ce grand evenement, j u s q u ' a l a f i n des temps... Mansa B e l e , l e vieux r o i , s ' e t a i t place a l e u r t e t e . II v o u l a i t montrer aux adolescents comment se c h a n t a i t et comment se dansait l e "Coba" ou Grand Evenement, q u ' i l a v a i t except i o n n e l l e m e n t cree en l'honneur de son hero'ique f i l s Namandian. 7  Nous sommes parvenus meme a trouver deux exemples, amusants c e u x - l a , de ce genre de conte chez Antonine Mais i l f a u t d i r e q u ' i l s ' a g i t l a d'anecdotes vrais  Maillet.  p l u t o t que de  contes: C e l i n a l a b o i t e u s e , rouge de p i s s e n l i t f e r m e n t e . . . t a p a i t du pied de son pied bot sur l e s p l a n c h e s , . . . Tam-di-di, t a m - d i - d i . . . e t l e s planches resonnaient et c r e a i e n t des rythmes s i cocasses et impromptus, que depuis ce jour l ' o n se passe en Acadie, de generation en generation et de noce en noce, l e r e e l d i t de l a boiteuse qui f a i t l e s b e l l e s v e i l l e e s des joueurs d a c c o r d e o n . 1  Q  Les nouveaux maltres ( l e s A n g l a i s ) avaient prohibe l e port d'armes chez les Acadiens... — Q a f a i t q u ' i cachiont l e u r s f u s i l s et r a c o n t i o n t des h i s t o i r e s . Et v o i l a l ' o r i g i n e de ce vaste r e p e r t o i r e de contes d ' o u r s , puise a meme l e fonds des contes d'animaux, mais d i v e r t i et adapte. Car i l e t a i t plus prudent a un Acadien de l a sombre epoque de r a c o n t e r , l e s yeux fermes, au gouverneur a n g l a i s q u ' i l a v a i t abattu un ours a coups de f o u r c h e t t e , que de l u i avouer q u ' i l p o s s e d a i t une arme a f e u . . . Apres quoi l e s gouverneurs a n g l a i s c r o y a i e n t l e s Acadiens capables de tout et b a r r i c a d a i e n t l e u r s femmes et l e u r s enfants.9 Dans l e s contes n e g r o - a f r i c a i n s  l e s animaux se trouvent  86 a foison,  e t chaque  animal  . . . e s t a f f u b l e d'une p e r s o n n a l i t e c a r i c a t u r a l e p o u r m e t t r e en s c e n e l e s t a b l e a u x d e l a s o c i e t e d e s hommes... (ce) sont l e s t r u c u l e n t s et savoureux p e r s o n n a g e s d e s r e c u e i l s de c o n t e s d e B i r a g o D i o p , de B e r n a r d D a d i e , d ' A n d r e R a p o n d a - l i l a l k e r , de B o u b o u Hama, e t d e tant d autres.1° 1  A titre nifies se  qui figurent  trouvent Fari,  Diassigue, yeux; et  dans  parmi  l'anesse; Golo,  chef  de l a t r i b u  lesquels  l e crabe  Nieye-1'Elephant;  L e s noms c h a n g e n t  est pareille  pour  animaux  person-  rediges par Birago  l a maman-caiman; Koupou-Kala,  Gaynde-le-Lion.  dans  l e s nombreux  l e s contes  M'Botte-le-Crapaud;  bestiaire et  d'exemple,  mais  l e srecits  Diop  des s i n g e s ; aux l o n g s  Segue-la-Panthere l a distribution  que r a c o n t e  l ' e l e p h a n t s ' a p p e l l e M'Bala,  Batouala  l a panthere  11  Mourou,  et l e lionRBarama. Bien  qu'en  regie  generale  l e sbetes  nombreuses n i p e r s o n n i f i e e s  au m e m e p o i n t  acadiens,  l e conte  presente che,  nous  avons r e l e v e  ne s o i e n t chez  un r e n a r d b l a n c , u n o u r s  l e s conteurs  de l a B a l e i n e  p a r B e l D n i e - l e - V i e u x e t oo f i g u r e n t blanc et enfin  n i aussi  blanche,  une p o u l e  blan-  une b a l e i n e 12  blanche.  Ces b e t e s  ne p a r l e n t  Dans s e s c o m m e n t a i r e s  toutefois pas.  des contes  de B i r a g o D i o p ,  Kane s o u l i g n e l a s t r u c t u r e t y p i q u e m e n t a f r i c a i n e de t e l s . . . 1 ' a l t e r n a n c e des " d i t s e t c h a n t s " . . . p e r m e t de r e t r o u v e r l e s a u a n t a g e s du conte o r a l . Le c o n t e u r p o p u l a i r e , c o n f r o n t e a son p u b l i c , cree son oeuvre, incarne successivement ses personnages. II d i t , r e c i t e , c h a n t e e t d a n s e au besoin... La separation s i rigoureuse des g e n r e s n'a p a s c o u r s en m i l i e u t r a d i t i o n n e l . On c o m p r e n d . . . p o u r q u o i i l e s t i m p o s s i b l e de s e p a r e r l e c o n t e de l a p o e s i e . ' 1  5  Hamidou contes:  87  En Acadie, i l r e s , parmi l e s q u e l s  e x i s t e des centaines de contes Jean-Claude Dupont d i s t i n g u e  populai-  plusieurs  categories: Outre l a s e r i e des contes merveil-? l e u x , . . . nous retrauvons a u s s i une s e r i e de contes r e l i g i e u x qui peuvent mettre en cause s a i n t Joseph, Dieu, l e s anges, ou d i f f e r e m t s s a i n t s p o p u l a i r e s dans l e p e u p l e . 1 t f  Parmi l e s  contes acadiens q u a l i f i e s  de m e r v e i l l e u x ,  c i t o n s d'abord l e conte de fees compris dans l e r e p e r t o i r e de B e l o n i e et qui s ' i n t i t u l e  "La Dame geante de l a n u i t " ,  qui d e c r i t des d e f i s presque impossibles  a relever afin  t e n i r une recompense, et des mots magiques q u ' i l f a u t  conte  d'ob-  trouver  a l a s u i t e d'un long p e r i p l e qui mene au fond des t r i p e s de '  15  l a d i t e Dame geante.  Un autre conte tout a u s s i r i c h e en  faits  est c e l u i des revenants des  invraisemblables  raconte c e t t e f o i s  par l e heros acadien des mers,  glaces, Beausoleil  Broussard. ^ 1  Jean-Claude Dupont p o u r s u i t r i r e et l e s  en d e c r i v a n t l e s  contes a  contes sans f i n , q u i : sont generalement c o n s t i t u e s d ' e p i s o d e s qui se repetent i n d e f i n i m e n t sous d i f f e r e n t e s formes j u s q u ' a ennuyer 1 » a u ditoire. ' 1  Si  l e s contes oo l e s  animaux ont l a vedette sont bien  p l u s nombreux en A f r i q u e que chez l e s Acadiens,  c'est  contre ce peuple de pecheurs qui l'emporte pour ce qui des complaintes: La complainte est une chanson en vers de f a c t u r e p o p u l a i r e ; c ' e s t l e r e c i t chante, j u s q u ' a un c e r t a i n p o i n t mime, d'un malheur connu que l ' o n aime se rememorer. ° 1  par est  88  Dupont s i g n a l e  que l a presque t o t a l i t e des  complaintes  acadiennes racontent l e d e p a r t : pour se m a r i e r , pour t r a v a i l ler a l'etranger,  ou bien l e depart impose par l a mort.  II  p r e t e une a t t e n t i o n s p e c i a l e a ce q u ' i l a p p e l l e " l a geste morts en mer".  des  Notre exemple de ce genre se trouve dans  Pelagie-la-Charrette.  L'on compose c e t t e complainte "a  la  memoire du barde c e n t e n a i r e B e l o n i e " apres l e deces de c e l u i ci.  E l l e c o n t i e n t e f f e c t i v e m e n t l e malheur comme theme i n i t i a l : Ecoutez tous, p e t i t s et grands L ' h i s t o i r e d'un a i e u l de cent ans Qui v i t une v i e sans descendants. Car tous l e s s i e n s p e r i r e n t au l a r g e En un s e u l j o u r , un jour d ' o r a g e , Qui empDrta dans l e naufrage La g o e l e t t e et son chargement. P l e u r e z - l e s tous, p e t i t s et grands (pp. 317-318). La legende a p p a r a i t  ditions.  comme genre o r a l dans l e s deux t r a -  Parmi l e s romanciers a f r i c a i n s  etudies  ici,  c'est  Camara Laye qui nous a donne acces a 1'epopee de Soundiata en l a t r a d u i s a n t parole,  du malinke.  l i v r e qui s ' a p p e l l e  II  en a f a i t Le Maltre de l a  en malinke:  KOUMA LAFOLO KOUMA, h i s t o i r e du grand Soundiata, l e f i l s de l a femme b u f f l e e t - p a n t h e r e et du l i o n , premier Empereur du M a l i , ou h i s t o i r e de l a premiere P a r o l e (p. 32). Les elements epiques qu'on y retrouve comprennent l e theme c e n t r a l des hauts f a i t s les  justement  d'un p r i n c e conquerant et  chants des g r i o t s qui e x a l t e n t l a l i g n e e g l o r i e u s e de  celui-ci.  II  s ' a g i t de " l a premiere h i s t o i r e qu'un  t r a d i t i o n a l i s t e raconte a un Malinke  devenu a d u l t e " .  griot L'his-  t o i r e joue done un r o l e symbolique important pour c e t t e c o l lectivite  ethnique.  89  Vers l e debut de son roman Le Devoir de v i o l e n c e , Yambo Ouologuem nous i n i t i e a "La Legende des S a l f s "  dans  ces termes: V e r i d i q u e ou f a b u l e e , l a legende de S a l f Isaac E l Helt hante de nos jours encore l e romantisme negre, et l a p o l i t i q u e des notables en maintes r e p u b l i q u e s . Car son s o u v e n i r frappe l e s imaginations pop u l a i r e s . Maints chroniqueurs consacrent son c u l t e par l a t r a d i t i o n o r a l e et c e l e b r e n t a t r a v e r s l u i l'epoque p r e s t i g i e u s e des premiers E t a t s , dont l e r o i , sage et p h i l o s o p h e , couronnait une epopee (p. Quant au heros du roman 0 P a y s teur nous l a i s s e son peuple, l u i  ?  c r o i r e q u ' i l passera  mon beau p e u p l e ! ,  1'au-  a l a legende o r a l e de  aussi:  Ce n ' e t a i t pas l a tombe qui e t a i t sa demeure, c ' e t a i t l e coeur de tous l e s hommes et de toutes l e s femmes. I l e t a i t present l e s o i r autour du feu et l e j o u r , dans l e s r i z i e r e s ; l o r s q u ' u n enfant p l e u r a i t , sa mere l u i r a c o n t a i t l ' h i s t o i r e de ce jeune homme qui p a r l a i t a l a t e r r e e t , sous l ' a r b r e de p a l a b r e , on h o n o r a i t sa m e m o i r e .  15  Cette d e r n i e r e c i t a t i o n nous r a p p e l l e l a facon dont B e l o n i e , l e vieux conteur et g e n e a l o g i s t e Charrette,  survit  retour d ' e x i l  de P e l a g i e - l a -  a son tour dans l a memoire des gens du  acadien: I l e t a i t present p a r t o u t , l e B e l o n i e : aux cotes des A r s e n a u l t , grands chasseurs d ' o u r s et d ' o r i g n a u x . . . aux cotes des Cormier qui t e n d a i e n t des c o l l e t s . . . des Girouard qui pechaient sous l a glace l e s e p e r l a n s . . . 2 0  En f a i t , res sont s u r t o u t  chez Antonine M a i l l e t , evidentes dans ses  les figures  romans l e s plus  legendairecents.  90 C'est  a i n s i que Mariaagelas se f a i t  et sa d e b r o u i l l a r d i s e , sonnages  legende grace a sa  car e l l e c h o i s i t pour modele des p e r -  legendaires: E l l e se s e n t a i t l a v o c a t i o n d'un homme, Mariaagelas, quelque chose comme un p i r a t e . Et e l l e r e v a i t au C a p i t a i n e Kidd q u i , au d i r e des vieux, e t a i t venu e n t e r r e r ses „ t r e s o r s dans l e s sables de l a b a i e .  L ' a u t e u r ose meme q u a l i f i e r l e s piques,  fcugue  1  aventures de Mariaagelas  d'i-  a f f i r m a t i o n q u ' e l l e ne prend sans doute pas trop au  serieux: . . . f i l l e de l a mer, des sables et de l a f o r g e , l a superbe et magnifique M a r i a a g e l a s . . . I I ne l u i r e s t a i t que l a grande a v e n t u r e . . . 1 ' a v e n t u r e herolque et m e r v e i l l e u s e des annees '20 - '30 l e long des cotes de 1 ' A t l a n t i q u e : L'epopee de l a c o n t r e b a n d e . 22  C'est  sur ce meme ton de g a i e t e que l a romanciere p r e -  sente l a p l u p a r t des personnages  "des legendes  et des  m e r v e i l l e u x , h o r r i f i q u e s ou f a c e t i e u x , comme se l e s 2 3  son l i g n a g e depuis l e debut des temps ?. 1  contes  passait  r  La legende de  Barbe-Noire i l l u s t r e bien ce goOt du m e r v e i l l e u x : Tous l e s batiments de l a grande i p o q u e . . . pouvaient vous c e r t i f i e r que l a t e t e de Barbe-Noire s ' a l l u mait dans l e s n u i t s sombres des mers de C a r a i b e , et que sa chevelure se t r e s s a i t et se b o u c l a i t p t o u t e seule sous vos yeux a h u r i s . . . II  y a l a legende du c a c h a l o t qui a p r i s  dos;  deux hommes sur  c e l l e de ce " g i a n t de Terre-Rouge, p r i s o n n i e r des  qui s ' i t a i t allait  c r e u s i de ses propres mains un tunnel qui  deboucher de l ' a u t r e  cote de l a r i v i e r e ,  l i b r e " ; ou encore c e l l e de ce "Robin des Mers", Broussard,  qui a rameni en Acadie des m i l l i e r s  son  Anglais, s'en  en t e r r e Beausoleil de d i p o r t i s  91  dans son batiment,  la  Grand'Goule.  CES h i s t o i r e s d e v i e n n e n t des legendes brodees,  de plus  en plus  car: ...chaque conteur r e n c h e r i s s a i t sur ses propres v i s i o n s et a p p a r i t i o n s en m e r . . . vaisseau fantome, batiment forban, bateau-sorcier, bateau-en-feu... un autre a v a i t vu de ses yeux vu l e p e t i t bonhomme g r i s sans t e t e qui v e i l l e sur l e t r e s o r du c a p i t a i n e ^ Hidd e n f o u i dans l e s sables des c o t e s . 2  Cette e x a g e r a t i o n , des t r a i t s  cet embellissement  des r e c i t s  c a r a c t e r i s t i q u e s des deux t r a d i t i o n s  l'africaine d i r e au chef  et l ' a c a d i e n n e .  A ce propos,  sont  orales,  Rene Maran f a i t  Batouala: Les "boundjous" ( l e s b l a n c s ) . . . nous t r a i t e n t de menteurs! Nos mensonges ne trompent personne. S i , p a r f o i s , nous embellissons l e v r a i , c ' e s t parce que l a v e r i t e a presque toujours besoin d ' e t r e e m b e l l i e , c ' e s t parce que l e manioc sans s e l n ' a pas de saveur.  Quant a l a mahiere dont l e g r i o t presente l e s historiques  et l e s legendes,  Camara Laye l ' e x p l i q u e  faits ainsi:  . . . i l l a i s s e p a r l e r son coeur avec plus de n a t u r e l , et a i n s i , sa t r a n s p o s i t i o n l e conduit a une exageration des f a i t s — ou deformation de l a v e r i t e — qui d'abord accuse et accentue 1 e x p r e s s i o n , l a s p i r i t u a l i t y , et qui e n s u i t e , par voie de consequence, commande d ' a u t r e s e x a g e r a t i o n s . . . destinies a faire equilibre a la premiere et a l ' a c c o m p l i r . II cree a i n s i un systeme de d i s c o u r s qui amusent l e s profanes (car i l est maltre dans l ' a r t des p e r i p h r a s e s ) et p r o f i t e n t aux personnes i n i t i e e s , avides de c a n n a l t r e 1 h i s t o i r e . 2 7 1  1  Dans l e l i v r e que nous venons de c i t e r , quelques exagerations  qui ressemblent  il  y a precisement  a c e l l e s des  recits  Rabelais  et des contes acadiens chez Antonine H a i l l e t . . . l e f i l s de Sogolon v i t l e baobab solidement p l a n t e devant l u i . D'un tour de bras i l l ' a r r a c h a , l e porta sur l e s e p a u l e s . . . ( L a y e , Le M a l t r e , p. 162). Les genses d ' i c i t t e l ' a v o n s appele une b a l e i n e par rapport que l a ousq u ' i l se passe jamais r i e n , i l g r o s s i s s o n t t o u t e : ga f a i t qu'un barbeau, c ' e s t un e p e l a n ; un . e p e l a n , c ' e s t une morue; une morue, c ' e s t une vache-marine; une vache-marine, c ' e s t un marsouin; et p i s un marsouin, c ' e s t une b a l e i n e ( M a i l l e t , Par d e r r i e r e , p. 8 1 ) . . . . l a v r a i e b a l e i n e , l e monstre marin mythique qui depuis l e debut des temps loge au fond des eaux pour .y a v a l e r et r e c r a c h e r l e s heros qui m e r i t e n t de r e s s u s c i t e r . . . ( M a i l l e t , L e s - C o r d e s - d e - B o i s , pp. 255-256). C ' e t a i t un s o r c i e r s o l i t a i r e . . . ( q u i ) e t a i t s i grand et s i immobile qu'un arbre l u i p o u s s a i t sur l ' e p a u l e et que l e s oiseaux s ' e n venaient y f a i r e l e u r nid ( M a i l l e t , P e l a g i e , p. 306).  References  'Merand, La v i e q u o t i d i e n n e , pp. 43-44. >  Diop, Les Contes d Amadou-Koumba, p. 47. 1  'Diop, p.  105.  Ma 11 l e t , Mariaagelas, p.  k  181.  93  5 Diop, Les Contes d Amadau-Koumba, 1  Maran, Batouala, 7 8  Laye, Le M a l t r e , p. 261.  Maill t,  P e l a d e , p. » 7 .  Maillet,  p. 322.  e  9  p. 50.  10 Merand, La v i e q u o t i d i e n n e , p. 24. 11 12 13 14 15 l 6  Maran,  Batouala.  Maillet,  Pelagie,  pp. 73-76.  Kane, Birago Diop, pp. 140-141. Dupont, Heritage d ' A c a d i e , p. Maillet,  Maillet,  Pelagie,  192.  pp. 305-311.  pp. 202-203.  17 Dupont, H e r i t a g e d ' A c a d i e , p. 18 Dupont, p. 29. 19 Ousmane, 0 Pays, p.  187.  M a i l l e t , P e l a g i e , p. 314. 21 M a i l l e t , Mariaagelas, p. 26. 2 2  Maillet,  p. 31.  23 M a i l l e t , P e l a g i e , p. 340. 24 " M a i l l e t , p. 42. 25 M a i l l e t , pp. 194-195. 26 Maran, Batouala, p. 96. 27  Laye, Le M a l t r e , p. 22.  195.  pp. 31-41.  9k  5  Coutumes et croyances  En m i l i e u i l l e t t r e ,  l e s contes et l e s legendes de l a  t r a d i t i o n o r a l e c o n s t i t u e n t des instruments p r i v i l e g i e s l e renforcement des coutumes et dans l a t r a n s m i s s i o n  dans  des  croyances du groupe s o c i a l . Ayant examine chez l e s e c r i v a i n s des exemples de c e t t e l i t t e r a t u r e o r a l e en A f r i q u e n o i r e et en Acadie, nous nous pencher sur l e s coutumes que r e v e l e n t l e u r s ainsi  que sur l e s croyances p o p u l a i r e s qui s ' y  aliens  ecrits,  rattachent.  Nous entendons par " c r o y a n c e s " l e s evenements mystiques, superstitions  les  et toute l a sagesse c o l l e c t i v e des deux peuples. -  Dans l e roman d'Ahmadou Kourouma, l o r s des f u n e r a i l l e s de L a c i n a , cousin de Fama, l e s gens de l'Horodaugou a l'immolation marabouts  de quatre boeufs.  Apres l e s p r i e r e s des  et l e s chants genealogiques  tous l e s s o l i d e s  gaillards  procedent  intarissables  des  griots,  se l e v e r e n t :  . . . T o r s e s nus, i l s s a t t a q u e r e n t aux b D e u f s . Et avant qu'on l ' a i d i t , i l s l e s . . . f i r e n t tomber et l e s egorgerent. De grands couteaux f l a m b o y a n t s . . . t r a n c h e r e n t . . . quand v i n t l e partage de l a viande rouge, on proceda avec s o i n . . . s e l o n l e s coutumes, qui ont f i x e pour t e l v i l l a g e ou t e l l e f a m i l l e , t e l l e p a r t i e ou t e l m o r c e a u . . . 1  2  On rem^rque une coutume semblable dans P e l a g i e - l a Charrette.  Les enfants acadiens du r e t o u r d e p e r i s s e n t a t e l  p o i n t que l ' o n  se trouve dans l ' o b l i g a t i o n  de.sacrifier  des boeufs: De bien braves betes! Et P e l a g i e s o u r i t en songeant a l ' o r a i s o n funebre q u ' e l l e v e n a i t de l e u r c h a n t e r . . . Faute de messe  l'un  95 et d ' o f f i c i a n t , on accomplit l e s a c r i f i c e dans l e s r i t e s , comme s i l ' o n r e t r o u v a i t d ' i n s t i n c t ou par une s o r t e de memoire i n v o l o n t a i r e l e s o r i g i n e s p r i m o r d i a l e s de 1'imm o l a t i o n . On l a v a l a v i c t i m e , l a parfuma d ' h e r b a g e s . . . l a C a t o u n e . . . l e v a l e couteau au c i e l et l e p l a n t a dans l a gorge o f f e r t e (pp. 214-216). Une autre coutume a f r i c a i n e oo l e s a c r i f i c e du sang joue un r o l e est c e l l e des r i t e s de passage qui marquent l ' e n t r e e des jeunes gens et des jeunes f i l l e s des a d u l t e s .  Il  dans l e  s ' a g i t de l a c i r c o n c i s i o n et de  cercle  l'excision  respectivement: . . . u n e epreuve vraiment menagant c e t t e f o i s , et dont l e jeu est totalement absent: l a c i r c o n c i s i o n . . . Je s a v a i s parfaitement que je s o u f f r i r a i s , mais je v o u l a i s e t r e un homme... Mes compagnons... comme m o i . . . e t a i e n t p r e t s a payer l e p r i x du sang. Ce p r i x , nos alnes l ' a v a i e n t paye avant n o u s . . . 3  Ma f i l l e , s o i s courageuse! Le courage dans l e champ de l ' e x c i s i o n sera l a f i e r t e de l a maman et de l a t r i b u . Je remercie A l l a h que ce matin s o i t arrive. Pour l e s Acadiens,  l e r i t e de passage est C h r e t i e n et  ne comporte pas l ' a n g o i s s e des s a c r i f i c e s  africains:  Lorsqu'un enfant f a i s a i t sa grande communion s o l e n n e l l e , au printemps, i l f r a n c h i s s a i t une etape de l a v i e : i l p a s s a i t de l ' e n f a n c e a 1 ' a d o l e s c e n c e . La jeune f i l l e e t a i t a l o r s a p p r o x i m a t i vement agee de quatorze ans, et l e g a r gon plus vieux d'une ou deux annees. Les informateurs de p l u s de s o i x a n t e dix> ans d i s e n t qu'apres l a grande communion s o l e n n e l l e , l e gargon commengait a p o r t e r des pantalons l o n g s . II e t a i t a l o r s assez grand pour payer son habillement lui-meme par son t r a v a i l et i l commengait a a l l e r v o i r les f i l l e s . - '  9.G  Il  e x i s t e , bien entendu, de nombreuses  coutumes  caines et acadiennes qui n'ont pas de p a r a l l e l e chez  afri-  l'autre  grouper II e t a i t de coutume... de separer l e s hommes avant q u ' i l s en a r r i v e n t a l ' h o r r e u r du p u g i l a t ; on c o n s i d e r a i t que deux a d u l t e s . . . de sexe m a s c u l i n . . . se frappant de toute l a f o r c e de l e u r s p o i n g s . . . courent grand r i s q u e de s ' e n t r e t u e r . En revanche, on p e r m e t t a i t aux femmes et aux e n f a n t s . . . de v i d e r l e u r s q u e r e l l e s dans des rixes dont les v i c i s s i t u d e s . . . rejouissaient les badauds... ( B e t i , Perpetue, pp. 248-249). - - Vous voulez d i r e q u ' i l s p o u r r a i e n t se v e t i r davantage? — (Mon, d i t C l a r e n c e . Je s a i s b i e n . . . q u ' i l f a i t t r e s chaud i c i . Je me demandais seulement pourquoi i l s se liment dies dents (Laye, Le Regard du r o i , p. 9 3 ) . Maintenant, par respect de l a coutume en vigueur dans l e Manden,les deux femmes commencerent a se r e l a y e r chez l e u r epoux (Laye, Le M a l t r e , p. 127). Au v i l l a g e done, on f e t a i t l a S a i n t V a l e n t i n : e ' e s t - a - d i r e que ce j o u r - l a , on g r i f f o n n a i t , t a i l l a i t , c o l l a i t et m e t t a i t a l a poste tout un c o u r r i e r de c a r i c a t u r e s . . . Chacun r e c e v a i t son c o u r r i e r sans se s e n t i r i n s u l t e du nez trop long ou des o r e i l l e s trop detachees qu'on i n f l i g e a i t a son p o r t a i t ( M a i l l e t , Pointes-aux-Cogues. p. 89). . . . une d i z a i n e d ' i n f o r m a t e u r s du sud du IMouveau-Brunsuick ont p l u t o t p a r l e de l a vente d'honneur en ce qui concerne 1'hebergement des v i e i l l a r d s sans parente ( q u i e t a i e n t ) . . . vendus a l ' e n c a n a l a porte de l ' e g l i s e au p l u s bas e n c h e r i s seur (Dupont, Heritage d ' A c a d i e . p. 247). A peine s i l a p a r o i s s e r e u s s i s s a i t a se payer un cure et un v i c a i r e . . . e l l e a v a i t sur l e s bras en plus tous ces pauvres et ces vieux q u ' i l f a l l a i t p l a c e r . . . Dans ces c o n d i t i o n s , l ' E g l i s e d e v r a i t l e s p l a c e r . . . au plus bas p r i x , ses pauvres ( M a i l l e t , Les C o r d e s - d e - B o i s , p. 296).  Les croyances a f r i c a i n e s  et acadiennes  une r i c h e s s e i n e p u i s a b l e pour l e s tions.  constituent  e c r i v a i n s l e s deux  tradi  Le peuple est attache aux phenomenes d ' o r d r e  mysti  que auxquels l e s s o c i e t e s  industrielles d'aujourd hui 1  sont  incapables de c r o i r e : . . . quand l e g r i o t met en scene l ' A f r i q u e et ses mysteres, ces mysteres qui ne sont guere i m a g i n a i r e s mais r e e l s , ses croyances, tant de choses longues a enumerer, courantes cependant en A f r i q u e , et qui etonnent f o r t l ' E u r o p e , bien que l ' E u r o p e a i t eu j a d i s , e l l e a u s s i , ses propres mysteres et c r o y a n c e s , . . . i l d e v r a i t s u f f i r e de l e r e c o n n a l t r e pour accepter l e s notres (Laye, Le M a l t r e . p. 21). Les d o i g t s de fee e t a i e n t une exp r e s s i o n emportee du vieux p a y s . . . qui n ' a v a i t p o i n t passe l e s fees avec 1 ' e x p r e s s i o n . . . Ce qui n'empec h a i t pas l e nouveau pays de se garder t r e s au f a i t . . . des f e e s . . . l e s c l a s s a n t au meme rang que l e s l u t i n s , l o u p s - g a r o u s , s o r c i e r e s et feux f o l l e t s q u i , c e u x - l a , ne vous en f a i t e s pas, e t a i e n t bien r e e l s en Acadie ( M a i l l e t , P e l a a i e . p. 118). Dans Le Pauvre C h r i s t de Bomba, l e jeune n a r r a t e u r raconte que sa mere l u i a v a i t "plus  explique que l a p l e i n e l u n e ,  grosse que toutes l e s a u t r e s " ,  e t a i t e n c e i n t e et que  1'enfant dont e l l e accouche chaque annee a l a meme epoque etait la pluie: De f a i t , c e t t e a p p a r i t i o n provoquait une s e r i e de p l u i e s qui ne s ' a r r e t a i t plus qu'aux approches de Noel.k En Acadie a u s s i ,  l a nature est p l e i n e  d'augures:  . . . B a s i l e . . . a v a i t s i g n a l e l a presence des dauphins qui d a n s a i e n t . . . L a v i e i l l e Bidoche f i t a l o r s remarquer que l a danse des dauphins pouvait ressembler  98  a un a v e r t i s s e m e n t . I l s dansent l a mart, l e s dauphins, autant que l a noce, q u ' e l l e l e u r d i t . 7 Dans l ' o e u v r e de l a C a n a d i e n n e - f r a n g a i s e ,  il  est  sou-  vent question de g i a n t s qui font remonter son timaignage a l'heritage  " r a b e l a i s i e n " des Acadiens: — —  Quoi c ' e s t qui ramache la? Les giants? Mais a qui c ' e s t q u ' a p p a r t e n a i t l ' o u s de l a jambe que j ' o n s d i t e r r i au bout de l a p a i n t e , dans c ' t e c a s - l a ? . . . Le t i b i a mesurait en e f f e t p l u s d'un m e t r e . . . on d i t e n a i t l a l a preuve du passage des g i a n t s au p a y s . . . 8  Autant que l e m e r v e i l l e u x , l e s tions  que c i t e n t l e s  auteurs  igaient  l e n t au l e c t e u r urbanise et s c o l a r i s i l o r i q u e de ses  innombrables  supersti-  l e u r s t e x t e s et r a p p e l l e vaste domaine  ancetres:  A l a v e i l l e d'accoucher, Perpitue, comme toutes l e s femmes, semblait p l o y a b l e a toutes l e s s u p e r s t i t i o n s , pourvu qu'on l u i assurat q u ' i l y a l l a i t de l a s u r v i e de l ' e n f a n t ( B e t i , P e r p i t u e , p. 171). Le v i e i l homme accampagna Oumar... et l u i remit une amulette en p o l l s de tigre. — G a r d e - l a avec s a i n , e l l e me v i e n t de mon pere qui l a t e n a i t du s i e n . Dieu s e r a avec t o i , tu es un bon f i l s (Ousmane, 0 Pays, p. 156). . . . nous e t i o n s siverement a v e r t i s que s i quelque femme nous v o y a i t intimement, nous c o u r r i a n s l e r i s q u e de r e s t e r a jamais s t e r i l e s (Laye, L ' E n f a n t n o i r , p. 133). — Y en a q u i content que l a f i n du monde est proche, par rapport que des t o r t u e s d i v o r o n t l a mer et que l e s i t o u e l e s f i l o n t moins v i t e que d ' a c coutume ( M a i l l e t , M a r i a a g i l a s , p. 203).  folk-  gg.  Z e l i c a t i n t l e bebe par l e s p a t t e s au-dessus de l a c u v e . . . — C ' e s t une sapree b e l l e p e t i t e pisseuse... — Garrochez-y chacun un cenne dans l e borceau, ga y p o r t e r a chance ( M a i l l e t , Les C o r d e s - d e - B o i s , pp. 89-90). Belonie l ' a v a i t p r e d i t , d ' a i l l e u r s : trop de sept en c e t t e a n n e e - l a . A e l l e s e u l e , 1777 condensait l e s sept annees de vaches maigres et l e s sept p l a i e s d'Egypt ( M a i l l e t , P e l a g i e , p. 261). La t r a d i t i o n o r a l e des deux groupes la  sagesse c o l l e c t i v e detenue par l e s  comporte egalement  aines et q u ' i l s  mettent de v i v e voix aux jeunes g e n e r a t i o n s . frappe l e l e c t e u r par sa j u s t e s s e fruit  trans-  Cette sagesse  autant que par son bon sens,  de l ' e x p e r i e n c e durement vecue des  villageois:  . . . 1 ' e x p e r i e n c e nous apprend que l e temps n'a pas de v a l e u r , on n ' a q u ' a s ' e n remettre a sa sagesse (Maran, B a t o u a l a , p. 46). V D U S n ' e t e s pas parvenu a v o t r e age, r e p r i t - i l , sans s a v D i r que toutes l e s v e r i t e s ne sont pas bonnes a entendre? "II d i t v r a i , pensa C l a r e n c e . D'une c e r t a i n e maniere, i l d i t v r a i . . . " — La v e r i t e , p o u r s u i v i t D i a l l o , est une chose q u ' i l f a u t manier avec plus de p r e c a u t i o n s encore qu'un f e r r o u g i a blanc (Laye, Le Regard du r o i , p. 185). —  IMos ancetres nous ont a p p r i s q u ' i l f a u t t o u j o u r s passer l o i n des q u e r e l l e s de menage. Comme j ' a i entendu d i r e , entre 1 ' e c D r c e et l ' a r b r e , i l y a p e r i l a mettre l e doigt ( B e t i , Perpetue, p. 288). — Le blame des gens est l ' a f f a i r e de deux j o u r s , et n o t r e honte n ' e s t pas s i grande (Ouologuem, Le Devoir de v i o l e n c e , p. 152). I\!0UME— (revenu de l a guerre) Heh! Un houm e est un houme, C i t r o u i l l e , par  100 En-ibas comme par En-haut. Je l ' a i a p p r i s de 1 A u t r e - B o r d . . . On a e s s a y i de nous f a i r e ( c r o i r e q u e ) . . . tout l e monde du monde e t a i t pas du monde... mais v ' l a qu'un bon s o i r l e s bornbes s ' o n t mis a nous peter sur l a t e t e s ; et ce s o i r - l a , mon C i t r o u i l l e , tout l e monde c o u r a i t de l a meme facon ( M a i l l e t , Les Crasseux, p. 4 3 ) . 1  C ' e s t d r o l e , hein? Parce que j ' a i entendu d i r e qu'y a des femmes auj o u r d ' h u i qui demandont r i e n qu'une chouse, c ' e s t de q u i t t e r l e u maison: . . . Je c r o i s ben qui!une parsoune se tanne de t o u t e . Meme d ' e t r e ben ( M a i l l e t , La Sagouine, p. 116). — Une v i e est jamais & r e f a i r e , q u e l l e l u i a v a i t repondu. Et p i s c ' e s t y e l l e qui nous f a i t ( M a i l l e t , M a r i a a g e l a s , (p. 195). 1  Car sans c e t t e Savannah presque a s e c , comment a u r a i t - o n f a i t passer l e s boeufs? et l a c h a r r e t e e d ' e x i l e s qu'on ramenait au pays? h e i n ? . . . Faut e t r e r e c o n n a i s s a n t a Dieu pour l e chaud comme pour l e f r o i d , pour l a secheresse comme pour l a p l u i e , quoi qu'on en d i t . Et benedicamus Dominum! ( M a i l l e t , P e l a g i e , p. 31). Dans c e r t a i n s cas,  c e t t e sagesse p o p u l a i r e s'exprime  d'une maniere encore p l u s  concise et plus savoureuse par l e  truchement de proverbes et de d i c t o n s . Tant parmi l e s t r i b u s a f r i c a i n e s que chez l e s l e mariage semble donner tous l e s d r o i t s  a l'homme,  Acadiens, tout au  mains selon l a t r a d i t i o n q u ' i l l u s t r e n t l e s deux proverbes suivants: S i seulement ma f i l l e , ma pauvre f i l l e v i v a i t encore, j ' a u r a i s beaucoup d ' a r gent et je p a i e r a i s tout,mais, depuis que ma pauvre f i l l e est morte, mon gendre ne me regarde meme p l u s . Morte ma f i l l e , mort mon gendre: ne c o n n a l t on pas ce d i c t o n dans ton pays, Pere? ( B e t i , Le Pauvre C h r i s t , pp. 38-39).  101  — Horace, c r o i s - t u que l e b e a u - f r e r e viendra r e s t e r avec nous a u t r e s ? . . . — Tu s a i s bien que non; c ' e s t pas l'homme qui demenage. Et selon son habitude, Horace s ' a p p u i e sur une grande formule, comme un savant. — Q u i prend femme prend pays! ( M a i l l e t , On a mange l a dune, p. 8 3 ) . Tres souvent l e s proverbes doivent l e u r a t t r a i t saveur au f a i t  qu'ils  et l e u r  se rapportent au vecu q u o t i d i e n des  gens et a l e u r fagan de v i v r e : On ne s ' a t t a c h e pas a l a couleur d'un pagne mais a sa s o l i d i t e (Ousmane, 0 Pays, p. 33). Absent l e bouc, l e s chevres (Maran, Batouala, p. 81).  jouent  N ' e v e i l l e pas l ' o u r s qui dart P e l a g i e , p. 9 ) . Bien mai aimait a consoler B o i s , p.  (Maillet,  acquis ne p r o f i t e jamais, c i t e r l e b a r b i e r pour se ( M a i l l e t , Les Cordes-de58).  Concluons par un passage p r i s dans Le Maltre de l a p a r o l e et qui s o u l i g n e qu'il  1' a f f i r m a t i o n de Patrick. Merand  lors-  e c r i t , " L ' A f r i c a i n e m a i l l e sa c o n v e r s a t i o n de p r o v e r b e s .  L'homme d ' e x p e r i e n c e en connalt une m u l t i t u d e adaptee a g chacune des c i r c a n s t a n c e s de l a v i e " . — Je s a i s que lorsque l ' o e u f tombe sur l a p i e r r e , ou sur l a roche, c ' e s t l ' o e u f qui casse; lorsque l a roche tombe sur l ' o e u f , c ' e s t encore p i r e ! d i t Moke Dantouman. ( S i g n i f i c a t i o n : Lorsqu'une jeune persanne a des demeles avec une personne agee, c ' e s t t o u j o u r s l a jeune qui a t o r t ) . — Quand ta main est dans une bouche p l e i n e de dents, tu dois c h a t o u i l l e r l a personne; quand e l l e r i t , tu r e t i r e s tes d o i g t s i n t a c t s . . . c o n c l u t Moke Moussa. ( S i g n i f i c a t i o n : Quand ta v i e depend entierement d'une personne, tu  102 dois user de beaucaup de souplesse pour ne pas l a d i c o u r a g e r ) . L B S deux f r e r e s se q u i t t e r e n t en se renvoyant l e s p r o v e r b e s . Toute l a sagesse est contenue dans l e s p r o verbes . 1  0  References  Nous aborderons l e s m a n i f e s t a t i o n s i n s t i t u t i o n n e l l e s de ces croyances, notamment l e s g u e r i s s e u r s , l e s s o r c i e r s et l e s f e t i c h e u r s , de meme que l'animisme qui l e s i n s p i rent, dans l a p a r t i e s u i v a n t e . 2 Kourouma, Les S o l e i l s , \aye,  L'Enfant  pp.  n o i r , pp.  Kourouma, Les S o l e i l s ,  146-147.  109-111.  p. 33.  5  Dupont, 6  Beti,  Heritage d ' A c a d i e , p.  Le Pauvre C h r i s t , p. 217.  Maillet,  Mariaagelas, p. 218.  Maillet,  Pelagie,  9  p. 207.  r  Merand, La v i e quQiti dienne, ;  10  199.  Laye, Le M a l t r e , pp. 45-46.  p. 47.  103 6.  Animisme et  sorciers  Les coutumes et croyances p o p u l a i r e s des ethnies africaines  et du groupe acadien se t r a d u i s e n t  quotidienne par des p r a t i q u e s  eclairantes.  dans l a  Ces  et f o u r n i s s e n t  du d e s t i n et des phenomfenes n a t u r e l s .  une grande connaissance  Les i n t e r p r e t e s t r a -  du s u r n a t u r e l .  d'un age avance, ce sont l e s g u e r i s s e u r s , exorcistes,  ayant  Generalement  les sorciers,  l e s f e t i c h e u r s et l e s i n t e r p r e t e s de l a  qui f o n t souvent preuve d'une v i s i o n  que l a  une e x p l i c a t i o n  d i t i o n n e l s de ces phenomenes deviennent des experts acquis  vie  pratiques  c o n s t i t u e n t des reponses aux problemes de l a v i e t e l s maladie, l a mort, l a naissance  negro-  les  nature  animiste du monde,  plus ou moins elabaree selon l e m i l i e u s o c i a l dont i l s  vision font  partie. IMous avons deja f a i t  allusion  misme chez l e s deux groupes. rent bien v i v a n t e s meme s i  a l a presence de  l'ani-  Les croyances animistes  demeu-  dans c e r t a i n e s regions  r u r a l e s de l ' A f r i q u e ,  1 ' i s l a m et l e c h r i s t i a n i s m e l e u r f o n t une concurrence  grandissante.  Ce qui p o u r r a i t surprendre par c o n t r e ,  l a presence, au moins d'apres en puissance deux s i e c l e s ,  Antonine M a i l l e t ,  d'un  c'est animisme  chez l e s paysans et pecheurs acadiens d ' i l  y a  et c e l a en d e p i t de l e u r f o i c h r e t i e n n e bien  enracinee: . . . l e s o u f f l e de l a C a t o u n e . . . s e confond aux gemissements du v e n t . Encore une f o i s , l e c r i des s o r c i e r e s s ' a r r a c h e aux roseaux de S a l e m . . . C a t o u n e . . . n'a p l u s d ' o r e i l l e s , p l u s d'yeux, r i e n que des pores beants par tout l e corps, des pores qui e n g l o u t i s s e n t l e s ondes qui f l o t t e n t  104  entre t e r r e et c i e l . ' IMous proposons done d'examiner l e s t u r e l " mentionnes c i - h a u t qui s ' i n s p i r e n t  " m e t i e r s du s u r n a plus ou moins  d'une  p e r c e p t i o n animiste des problemes de l a v i e . Parmi ces problemes, l a maladie touche chaque membre du groupe s o c i a l , que ce s o i t directement ou par l e b i a i s parents ou des amis.  Par consequent, l e s s e r v i c e s des  des  gueris  seurs sont f o r t en demande dans l e s romans a f r i c a i n s et dans ceux d'Antonine M a i l l e t .  Connaissant  par l a t r a d i t i o n ances-  t r a l e l e s vertus des herbes et des p l a n t e s m e d i c i n a l e s , sont souvent a l a recherche de c e l l e s - c i q u ' i l s  ils  cueillent  dans l a brousse a f r i c a i n e ou dans l e s f o r e t s et l e s  champs  du IMDuveau Monde: B o u r e m i . . . demande a e t r e conduit dans un buisson de l i e r r e s , pour y c u e i l l i r l e s herbes d'un breuvage s e c r e t (Ouologuem, Le Devoir de v i o l e n c e , pp. 66). . . . outre l e u r s pouvoirs magiques, ces deux v i e i l l e s femmes avaient un don inne de l a pharmacopee des pays de l a savane; e l l e s en cq.nnaissaient p a r f a i tement 1'importante f l o r e , dont e l l e s s a v a i e n t s i bien t i r e r l e m e i l l e u r p a r t i (Laye, Le M a l t r e , p. 125). Jeanne Aucoin et C e l i n a plongerent encore un coup dans l a jeune fougere du printemps. Comment t i r e r des bois de n o u v e l l e s combinaisons medicinales? Melanger p e u t - e t r e l e p e t i t - v i o l o n a la salsepareille? l e jus du c h e v r e f e u i l l e a l a chaux v i v e ? . . . f a i r e b o u i l l i r l ' e c o r c e du bouleau blanc arrachee du haut en bas du bord du s o l e i l levant? ( M a i l l e t , P e l a g i e , p. 333). A part l e s p l a n t e s ,  i l y a egalement l e s g r i s - g r i s  l e s e l i x i r s qui font p a r t i e des remedes p o p u l a i r e s :  et  105  . . . l e s g r i s - g r i s , ces l i q u i d e s myster i e u x qui e l o i g n e n t l e s mauvais e s p r i t s et q u i , pour peu qu'on s ' e n enduise l e carps, l e rendent i n v u l nerable aux m a l e f i c e s . . . chaque g r i - g r i a sa p r o p r i i t e p a r t i c u l i e r e (Laye, L E n f a n t n o i r , p. 11). 1  Et l a v i e i l l e Sarah Bidoche s'amenait chaque s o i r avec son cruchon c u e i l l i r l ' e a u gluante du l a c pour en f r o t t e r ses rhumatismes ( M a i l l e t , Mariaagelas, p. 7 3 ) . Les remedes dont se servent l e s g u e r i s s e u r s e t r e des plus  peuvent  bizarres: Ce remede c ' e t a i t : en a p p l i c a t i o n , t r o i s f o i s par j o u r , sur l a p l a i e , de l a c e r v e l l e f r a l c h e de jeune caiman (Diop, Les Contes d'AmadOu-Koumba, p. 57). Apres l e s queues de c e r i s e s , l ' o n essaya l e s compresses, et l e s emplatres, et l e s f r i c t i o n s , et l e s bains d ' u r i n e , et il'e c o l l i e r de gros s e l , et l e s cones de p l a n t e s f e m e l l e s du h o u b l o n . . . et l ' o n se p r e p a r a i t a l a v e r P e l a g i e dans l ' e a u de source c u e i l l i e avant l ' a u b e au matin de P a q u e s . . . ( M a i l l e t , Pelagie, p. 335).  Les ouvrages parfois seurs  examines i c i i n d i q u e n t malgre taut que  l e s gens temoignent autant de respect pour l e s  que pour l e s medecins formes dans l e s  gueris-  universites:  Les blancs ont l e u r s d o c t o r r o s , l e s n&gres l e u r s s o r c i e r s . Soyez surs q u ' i l s se ressemblent et que c e u x - c i v a l e n t bien c e u x - l a . I l y a de bons d o c t o r r o s et de mauvais s o r c i e r s . II y a de bons s o r c i e r s et de mauvais d o c t o r r o s (Maran, B a t o u a l a , p. 184). Un bon rabouteux vous r a b o u t e r a i t son bras mieux que n'importe quel scienceux s o r t i des ecoles ( M a i l l e t , Mariaagelas, p. 163). IMombreux neanmoins sont l e s romanciers a f r i c a i n s s ' e n prennent aux g u e r i s s e u r s  de v i l l a g e  pour a v o i r  qui  prafite  106  de 1'ignorance et de l a c r e d u l i t e des  paysans:  I l a tout avoue; et son m i r o i r qui n ' e t a i t qu'un m i r o i r comme l e s autres et ses simagrees qui avaient pour but d ' i m p r e s s i o n n e r l e s gens; et l e s questions s t u p i d e s q u ' i l p o s a i t : "Tu as perdu un proche parent ces d e r n i e r s temps, n ' e s t - c e p a s ? " . 2  ...Nkomedzo, homme de grande r e p u t a t i o n , comme l e sont t o u j o u r s chez nous l e s imposteurs et l e s c h a r l a t a n s . 3  I l ferma l a f.enetre, s'approchant de l a femme. One g i f l e a r r e t s Dougouli. "Malheur a ton f o y e r ! jappa l e s o r c i e r . . . tes enfants morts, T a m b i r a . . . " A l o r s , p l e i n e de c o l e r e , mais redoutant l e c r i m e , l a vengeance o c c u l t e tout autant que l a magie n o i r e du s o r c i e r , l a f e m m e . . . s ' a l l p n g e a n t a meme l e s o l , d e f i t son pagne. Portons e n s u i t e notre a t t e n t i o n sur l a s o r c e l l e r i e et sur l e s s o r c i e r s , f e t i c h e u r s , e x o r c i s t e s et magiciens qui en sont l e s p r a t i c i e n s .  Nous devrions s i g n a l e r  en pas-  sant que ces c a t e g o r i e s r e s t e n t l o i n d ' e t r e d i s t i n c t e s unes des a u t r e s , du v i l l a g e  divers  les  et que souvent l e s o r c i e r ou l a s o r c i e r e  est a l a f o i s  guerisseur,  exorciste, feticheur  et i n t e r p r e t e des phenomemes n a t u r e l s .  C'est  domaine s u r n a t u r e l qui occupe a l o r s ses  talents.  Les s p e c i a l i s t e s  des s c i e n c e s o c c u l t e s  tout  le  accomplissent  p a r f o i s des e x p l o i t s m e r v e i l l e u x , au moins en apparence, quand ce ne sont pas des s o r t i l e g e s  tout a f a i t  terrifiants:  Q u ' i l f i x a t du doigt un fromager, et l e tronc et l e s branches s e c h a i e n t ! (Kourouma, Les S o l e i l s , p. 66). Bien que f e m m e . . . e l l e a v a i t neanmoins h e r i t e des pauvoirs magiques, l e s pouvoirs e x t r a o r d i n a i r e s de ses a n c e t r e s . Par consequent, e l l e a v a i t l a p o s s i b i l i t y de prendre l a forme de son totem-  107  ancetre, p. 40).  l e b u f f l e ! (Laye, Le M a l t r e ,  Le P e t i t A l b e r t a l u i tout s e u l a v a i t des r e c e t t e s a t r a n s p o r t e r un homme dans l e s a i r s en canot d ' e c o r c e . A l o r s l e Grand A l b e r t , f i g u r e z - v o u s ! C ' e t a i t pas etonnant que l e Sam a Mateur c o n n a i s s a i t s i bien Boston. On p r e t e n d a i t q u ' i l y p a s s a i t ses n u i t s ( M a i l l e t , L e s - C o r d e s d e - B o i s , p. 235). P u i s , un peu avant m i n u i t , on a u r a i t vu s ' a r r a c h e r a l a tombe de C a i l l e un bouchon de f e u gras comme un loup qui a u r a i t f i l e l e long de l a r i v i e r e vers l e sud. . . . P u i s . . . i l s e r a i t venu se j e t e r de toutes ses f o r c e s sur l e c l o c h e r de l a c e l e b f e e g l i s e qui flamba en une n u i t ( M a i l l e t , Par d e r r i e r e , p. 7 6 ) . En e f f e t ,  l a . s o r c e l l e r i e en tant que magie n o i r e se  manifeste dans presque toutes l e s s o c i e t e s te que l ' o n  primitives,  de s o r -  n ' e s t nullement etonne de l a r e t r o u v e r dans  deux t r a d i t i o n s  les  populaires:  . . . q u i (se d i s e n t ) envoQtes de s o r c i e r s , de s o r c i e r e s , ou menaces de mort a d i s t a n c e . . . (Ouologuem, Le Devoir, p. 141). Pendant des annees, ces femmes qui regnaient dans l a n u i t . . . n ' a v a i e n t cesse de d i r i g e r l e u r s s o r t i l e g e s con^e t r e D i a t a , a f i n de mettre f i n a sa v i e (Laye, Le M a l t r e , p. 161?). f a sent l a mechancete p i s l e l o u p g a r o u . . . de l a s o r c e l l e r i e , de l a magie n o i r e qui se t r a f i q u a i e n t l a . . . ( M a i l l e t , Les C o r d e s - d e - B o i s , p. 231). Dans l a mesure oft de t e l l e s p r a t i q u e s comme n u i s i b l e s ,  et que l e s  gens e t a b l i s s e n t  sont  des l i e n s de  causalite  entre un malheur qui l e s frappe et l e s  activites  o c c u l t e s de quelqu&un, l e s  deviennent s u s c e p t i b l e s  d'accuser  pergues  Africains  pretendues  et l e s  Acadiens  c e t t e personne de magie  noire.  Dans Batouala,  c'est  Yassigui'ndja,  l a femme i n f i d e l e  du chef, qui est l a c i b l e d'une t e l l e a c c u s a t i o n  a la  suite  de l a mort du pere de son m a r i : Le s o r c i e r a d e c l a r e que l e pere de Batouala est mort par ma f a u t e . C ' e s t moi, p a r a l t - i l , qui l u i a i envoye un e s p r i t m a l i n . Protege-moi, B i s s i b i ' n g u i . P r o t e g e - m o i ! . . . (Je d o i s ) m'attendre a e t r e b i e n t o t condamnee a b o i r e l e s poisons d'epreuve.5 Chez Antonine M a i l l e t ,  ce sont l e s ennemis qui  s'accu-  sent mutuellement: II timbe du haut mal! s ' e t a i t e c r i e e sa mere, quelqu'un y a j e t e un s o r t . Et a u s s i t o t , toutes l e s t e t e s s ' e t a i e n t levees vers l a b u t t e . Barbe! B a r b e - l a - J e u n e se vengeait...6 Bien sur, on accusa l a veuve I\!' a v a i t - e l l e pas p r e d i t . . . ? forge a Gelas commenga a se s i l a s a i n t e femme d ' E g l i s e pas en c a c h e t t e l e P e t i t ou Albert.7 Les devins sont souffles  et l e s g e n i e s ,  a Calixte. Et l a demander ne l i s a i t l e Grand  en communication p r i v i l e g i e e ~ a v e c l e s morts et l e s  revenants:  Sanga Boto raconte q u ' i l a regu de nos ancetres morts mission de l u t t e r contre l ' e m p r i s e des Blancs ( B e t i , Le Pauvre C h r i s t , p. 133). Genies des f o r e t s . . . et des montagnes accouchant des nuages... Manes des p r e s t i g i e u x aleux . . . acceptez, a t t r a p e z ce s a c r i f i c e . . . et e l o i g n e z de nous tous l e s malheurs, p u l v e r i s e z l e s mauvais s o r t s ! . . . (Kourouma, Les S o l e i l s , p. 7 4 ) . — Barbe! ( l a revenante) va dormir et l a i s s e l e s autres v i v r e en p a i x , q u ' e l l e hucha, l a Z e l i c a , en aspergeant l e p l a card d'eau b e n i t e ( M a i l l e t , Les Cordesd e - B o i s , p. 205).  les  105  S i quelqu'un au monde, outre B e l o n i e , s a v a i t p a r l e r aux d e f u n t s , c ' e t a i t bien Jeanne Aucoin, e l l e qui d e v r a i t t r a i n e r dans l a c h a r r e t t e de P e l a g i e plus de marts que de v i v a n t s ( M a i l l e t , P e l a g i e , p. 40). Malgre l ' e p o u v a n t e q u ' i n s p i r e n t l e s s o r c i e r s ,  laquelle  s u s c i t e l e r e s p e c t et n o u r r i t l e u r image d ' e x p e r t s de l ' i n v i sible,  l e s gens vont l e u r demander des c o n s e i l s ,  s i o n s ou encore une aide o c c u l t e . de c o n n a l t r e l ' a v e n i r .  C'est  Ils  des p r e v i -  ont souvent l e  talent  a i n s i que dans Le Regard du r o i ,  Clarence o b t i e n t de l a v i e i l l e s a r c i e r e D i o k i des r e n s e i g n e ments sur l ' a r r i v e e  imminente du r o i dans l e v i l l a g e .  Camara  Laye mentionne de t e l s pouvoirs dans Le Maltre de l a p a r o l e aussi: . . . e l l e e t a i t s o r c i e r e et une s a r c i e r e a v a i t l e pouvoir de s'immiscer dans l a pensee d ' a u t r u i ; e l l e a v a i t un pouvoir autrement p l u s etonnant, reellement s u r n a t u r e l , c e l u i de l i r e l ' a v e n i r ( p . 46). Quant a l ' o e u v r e d'Antonine M a i l l e t ,  e l l e ne manque pas  d'exemples non p l u s : . . . Une s o r c i e r e , en e f f e t , une l i s e u s e de l a main gauche qui a v a i t p r e d i t autant a Maxime Bastarache q u ' a Jean, f i l s de P e l a g i e , l e s deux plus f i e r s g a i l l a r d s de l a troupe, de prochaipes et dangereuses aventures g a l a n t e s . L'on s o l l i c i t e beaucaup l e s s o r c i e r s paur l e u r s dans l a r e s o l u t i o n de problemes qui depassent l e s paysans.  talents  simples  Par exemple, dans l e roman d'Ahmadou Kourouma,  femme de Fama, S a l i m a t a , tout essaye,  tenue pour s t e r i l e et apres  se decide finalement a r e c o u r i r a l ' a i d e  marabout s o r c i e r Hadj Abdoulaye:  la  avoir du  110 Pour un homme de c e t t e c o m e , f a i r e germer un bebe, meme dans l e ventre l e plus a r i d e : un r i e n , une c h i q u naude! . . . II y a l l a i t de sa d i g n i t e de l a g u e r i r de l a s t e r i l i t e . S i l e mari se p r o u v a i t irremediablement impuissant: A l o r s ! A l o r s ! . . . i l f a u d r a i t . . . A l l a h juge a u s s i l e s intentions. 9  Dans 0 Pays,  mon beau peuple! l ' a u t e u r  p e r i e n c e semblable de l a mere d'Oumar Faye. premiers bebes sont tous morts en n a i s s a n t , p r o i e au mauvais d'un  sorcier.  evoque 1 ' e x -  Puisque  ses  e l l e se c r o i t en  o e i l et p a r c D u r t l a region a l a recherche  1 0  Du cote a c a d i e n , Mariaagelas rend v i s i t e  a la  carto-  mancienne Sarah Bidoche l o r s q u ' e l l e se trouve dans l ' i m p a s s e et v o u d r a i t s a v o i r  comment  agir:  La s o r c i e r e l a f i t a s s e o i r et l u i o f f r i t du t h e . - - L i s - t u l a tasse i t o u , Sarah? - - Je peux, mais c ' e s t pus l a p e i n e . Que v o u l a i t d i r e l a Bidoche? E t a i t - i l trop t a r d ? 1 1  C'est voirs  l a Catoune,  jeune femme s t e r i l e ayant des pou-  de devineresse q u i , par son a t t i t u d e calme ou a g i t e e ,  indique a P e l a g i e  si  l a Mort guette ou non son  amant  B e a u s o l e i l pendant q u ' i l sauve l a v i e aux gens d'une r e t t e p r i s e dans l a bourbe g l i s s a n t e  char-  et profonde:  P e l a g i e cherche dans l e c e r c l e l e visage de CatDune. E l l e est l a , l a sauvage, l e s o u r c i l t r a n q u i l l e et l e f r o n t sans p l i . Et P e l a g i e r e s p i r e .  1 2  Les metiers de l ' o c c u l t e s ' e m p l o i e n t arme contre l ' e n n e m i . fonction, 1914:  en plus comme  Yambo Ouologuem d e c r i t a i n s i  exemple de l a guerre psychologique  cette  en A f r i q u e vers  111 . . . Co-mmarideur des c r o y a n t s , Sa'if . . . l e v a une m u l t i t u d e d'hommes rabustes armes qui de couteaux, qui de houes, qui de batons f e r r e s , de frondes ou de rares f u s i l s , e t , f a n a t i s e s par l e s s o r c i e r s , tous C D u r u r e n t a l a mort avec g a i e t e , s ' i m a g i n a n t q u ' i l s r e s susciteraient... 1 3  Dans l'epopee malinke de Soundiata,  Nana T r i b a n s ' e s t  f a i t e une des f a v o r i t e s du grand tyran Soumaoro  a f i n d' ap-  prendre l e s e c r e t de son tana, son i n t e r d i t , qui est l e coq blanc.  II  s'agit,  l a encore, de pouvoirs  occultes:  Apprete tout de s u i t e une f l e c h e en bois a l a q u e l l e tu a t t a c h e r a s un ergot de cog blanc — car i l est i n v u l n e r a b l e au metal — S i t o t que c e t t e f l e c h e . . . l e touchers, l a puissance de ses s o i x a n t e - t r o i s totems 1 abandonnera i n s t a n t an e m e n t ! . . . ' ' 1  I  +  Qu'en e s t - i l de l a s o r c e l l e r i e acadienne? a v a i n c r e un ennemi, e l l e aussi?  Sert-elle  Pas vraiment, mais nous  avons r e l e v e neanmoins un evenement de P e l a g i e oo l a C e l i n a semble a v o i r u t i l i s e ses connaissances pour a i d e r a s ' e v a d e r  vieille  en s o r c e l l e r i e  de p r i s o n P i e r r e a P i t r e l e Fou:  C e r t a i n s pretendent que tous l e s arguments s e r v i s au gouverneur, l ' a b b e Robin ne l e s a u r a i t pas trouve chez l e s Peres de l ' E g l i s e ; v o i r e qu'une bonne dose de son argumentation a u r a i t degage une f o r t e odeur d ' e l i x i r p o i n t inconnue des c h a r r e t t e s (pp. 186-187). La t r a d i t i o n a f r i c a i n e f o u r n i t e l l e a u s s i des oo l e s e l i x i r s  et l e s potions des s o r c i e r s s ' e m p l o i e n t a  des f i n s moins nobles que c e l l e de l a g u e r i s o n . d'exemple, c i t o n s de nouveau Yambo Ouologuem, les  exemples  ravages du s o r c i e r Bouremi:  A titre  qui raconte  112  . . . empoisonnements de p u i t s p r i v e s ; v o i s i n s par l u i rendus gravement malades au moyen d ' e l i x i r s a base de sang d'homme et de pus de lepreux ...15 Dans l e meme ouvrage,  l e s v i p e r e s et l e s  comme par hasard, q u a n t i t e d•adversaires D'ailleurs,  chez l e s romanciers n e g r o - a f r i c a i n s ,  C'est  que, selon l e s n o i r s ,  des pouvoirs o c c u l t e s , non-inities,  et q u ' i l s  tuent,  trop e n t r e p r e n a n t s .  l e u v r e s c o - h a b i t e n t souvent avec l e s s o r c i e r s cheurs.  aspics  les  et l e s  l e s serpents  coufeti-  possedent  sement l a t e r r e u r parmi  les  ce qui r e n f o r c e l e r e s p e c t et l a peur des gens  envers l e u r s maitres ou l e u r s  mattresses:  D i o k i s i f f l a , et l e s serpents s o r t i rent de l a case. II y en a v a i t de toutes t a i l l e s et de toutes l e s c o u l e u r s . I l y en a v a i t certainement de venimeux...16 I s a b e l l e , a m o i t i e morte de f r a y e u r , n ' o s a i t pas bouger, f a s c i n e e par ce s p e c t a c l e . . . . Le s e r p e n t , semblant o b e i r a un ordre s e c r e t , se dressa f a c e a I s a b e l l e , sa langue faurchue dardee vers e l l e . 1 7 Dans l e roman qui a v a l u l e p r i x Goncourt a Antonine Maillet,  les  charrettes,  couleuvres ne servent q u ' a h u i l e r l e s roues l'auteur  faisant  Acadiens par l ' e n t r e m i s e qui s ' e s t  des  c o n n a l t r e c e t t e technique aux  d'un A f r i c a i n , l ' e s c l a v e  affranchi  j o i n t a leur convoi: Et l e negre empoigna l ' u n e apres l ' a u t r e une douzaine de couleuvres qui g i g o t a i e n t entre ses d o i g t s et l e s enroula soigneusement autour des ^ e s s i e u x . G r o u i l l e z pas, p e t i t e s b e t e s .  A i l l e u r s dans c e t t e etude comparative, nous avons deja constate que l e s f o r g e r o n s ,  bien que jouant un r o l e  artisanal  113  important dans l e s deux s o c i e t e s , n ' e t a i e n t doues de c o n n a i s sances o c c u l t e s qu'en A f r i q u e . dans L ' E n f a n t  noir,  ainsi  Citons l'exemple du pere  que c e l u i du forgeron mentionne  dans ce passage t i r e l u i a u s s i de l ' o e u v r e de Camara Laye: Nare Maghan Mon F a t t a en a r r i v a a penser a une ultime c o n s u l t a t i o n d i v i n a t o i r e chez l e forgeron de caste Nounf a l r i b a . , Nounf a ' i r i b a , . e t a i t un devin repute ( p . 14(7). Nous avons decouvert, a l a l e c t u r e des  Cordes-de-Bois,  que l e s Acadiens c o n s i d e r e n t l e s Amerindiens plus portes a p r a t i q u e r l a s o r c e l l e r i e que l e s gens de provenance europienne, et que l e s s o r c i e r s ou devins acadiens sont done soupgonnes  d'avoir  un ancetre  i n d i e n dans l e u r l i g n e e :  L e n s o r c e l a g e ! que s ' e c r i a l a Veuve. Et on en c o n c l u t que l a Bessoune a v a i t du sang i n d i e n ( p . 134). 1  Quant aux f e t i c h e u r s et aux f e t i c h e s dont i l s sent,  l ' A f r i q u e seule en f a i t  et d ' a u t r e s  objets saints  t i o n s semblables  etalage,  dispo-  quoique l e c r u c i f i x  a i e n t sans doute rempli des f o n c -  aupres des Acadiens  superstitieux:  — Dumeshui, l a c r o i x prendra l e s devant de l a caravane pour e c l a i r e r l a route et chasser l e s demons.19 Dans l ' o u v r a g e  senegalais  •umar Faye succombe au paludisme.  0 Pays, mon beau p e u p l e ! , Sa mere Rokhaya,  connalt en matiere de s o r c e l l e r i e et de guerisons nelles,  prend ses mesures: Rokhaya f u t a l e r t e e . E l l e d e c l a r a qu'on a v a i t j e t e un mauvais s o r t sur son f i l s et dans tous l e s coins de l a chambre oo i l g i s a i t a demi mort, des f e t i c h e s se melerent aux peaux de betes (p. 128).  qui  s'y  tradition-  114  Le Malien Ahmadou Kourouma d e c r i t dans l e s vants  l e f e t i c h e u r T i e c o u r a , soupconne d ' a v o i r  Salimata  termes  sui-  v i o l e l a jeune  l o r s q u ' o n l ' a v a i t logee chez l u i pour se r e t a b l i r  des b l e s s u r e s  de l ' e x c i s i o n : Pour S a l i m a t a , T i e c o u r a l e f e t i c h e u r demeura plus qu'un totem! un cauchemar, un malheur . . . un bipede e f f r a y a n t , repugnant et sauvage . . . Les cheveux t r e s s e s , charges d ' a m u l e t t e s , hantes par une nuee de mouches . . . i l t r a l n a i t , harmattan et hivernage, l e fumet des egorgementset des b r u l i s , i l ruminait l e s i l e n c e des mysteres et l e s e c r e t des p e i n e s .  Les f e t i c h e s f i g u r e n t animiste des souverains  egalement comme temoins de l a  foi  africains:  Quand l ' i d o l a t r e r o i eut f a i t c o n s t r u i r e une case pour ses f e t i c h e s , i l a v a i t naturellement pense a un e s c l a v e pour en assurer l e g a r d i e n n a g e . 21  L'exorcisme,  l u i , se trouve a l a f o i s  dans l e s  romans  du continent n o i r et dans l ' o e u v r e de l ' A c a d i e n n e : Le R.P.S. 2.. a prononce des p r i e r e s en l a t i n ; puis . . . a f a i t un long signe de c r o i x dans l ' a i r devant Sanga Boto ( l e s o r c i e r ) . . . c ' e s t p e u t - e t r e ce qu'on a p p e l l e e x o r c i s e r quelqu'un . . . pour chasser l e d i a b l e qui s e j o u r n a i t . . . dans l e corps ( B e t i , Le Pauvre C h r i s t , pp. 104-105). Quand c ' e s t que l a propre f i l l e a C a i l l e s ' e s t c h a v i r e e . . . i l s avant venu q u ' r i man defunt aieux pour l a desensorceller (Maillet, Mariaagelas, p. 168). Et Jeanne Auctain cracha t r o i s f o i s sur l e f e r a cheval accroche au joug des boeufs d'en avant pour l e s e x o r c i s e r ( M a i l l e t , P e l a g i e , p. 129). Dans l e s deux s o c i e t e s p r e - i n d u s t r i e l l e s qui f o n t l ' o b j e t notre etude i l n'y  de  a pas que l e s s o r c i e r s qui p r a f i t e n t de l a  11-5 c r e d u l i t e des gens. d'hommes  Nous avons r e l e v e deux cas  semblables  ruses qui ont recours a l a magie pour d e l e s t e r  gens de l e u r argent ou de l e u r s D'abord,  les  biens.  dans Perpetue, Mongo B e t i raconte  l'episode  d'un " p r a f e s s e u r de magie": "Vous ne me croyez pas? . . . eh b i e n , mettez-moi a l ' e p r e u v e " . II a d e c l a r e q u ' i l f a b r i q u e r a i t des b i l l e t s de banque, a c o n d i t i o n que, d ' a b o r d , on l u i en procure pour dix m i l l e f r a n c s . . . Et tout l e monde marchait, vous pouvez me c r o i r e . . . I l veut qu'on l e l a i s s e s e u l , d i s a n t q u ' i l d e s i r e e n t r e r en contact avec son g e n i e . . . ( p p . 182-183). Il  va sans d i r e que l ' e s c r o c  disparalt  et que l e s v i c t i m e s de  sa ruse apprennent trop tard du b r i g a d i e r Heundjombe que l e magicien trouve " t o u j o u r s sur son chemin des centaines des m i l l i e r s  de dupes"  (p.  sinon  183).  Du cote acadien, l e coquin est P i e r r e a P i t r e , membre des c h a r r e t t e s de P e l a g i e .  Sa magie non plus  "ne l u i  pas du d i a b l e , mais de sa s c i e n c e melee d ' a d r e s s e  et  venait d'astu-  22 ce, r i e n de p l u s " . tation, qu'il  Apres quelques numeros de p r e s t i d i g i -  Pierre a Pitre fait  c r o i r e a son p u b l i c de Baltimore  s a i t transformer l e s echarpes, t a b l i e r s ,  collets  en mousseline.  Alors,  par l a femme du gouverneur. assaillissent  c'est  bonnets  et  l a ruee, en commengant  Les dames se d e s h a b i l l e n t  et  l e tonneau renverse oo se t i e n t l e m a g i c i e n .  Apres 1 • i n t e r v e n t i o n de l a garde pour mettre f i n a c e t t e q u a s i - n u d i t e sur l a place du marche de c e t t e v i l l e od "les  catholiques  tants p u r i t a i n s " , Pourtant,  romains e t a i e n t j a n s e n i s t e s les  et l e s  protes-  dames de Baltimore r e n t r e n t chez e l l e s .  e l l e s constatent que:  . . . s i on r e u s s i t a r e t r o u v e r des r e t a i l l e s et lambeaux d ' e t o f f e ou de l a i n e du pays, on s ' a p e r g u t que l e s s o i e s , l e s d e n t e l l e s et l e s cachemires avaient d i s p a r u . 2 3  References  1  Maillet,  Pelagie,  p. 287.  2  Beti,  Le Pauvre C h r i s t de Bomba, pp. 105-106,  3  Beti,  Perpetue, p. 64.  ^Ouologuem, Le Devoir, p. ^Maran, B a t o u a l a , p.  149.  133.  S  Maillet,  Les C o r d e s - d e - B o i s ,  7  Maillet,  Mariaagelas,  8  Maillet,  Pelagie,  9  1D  p.  184.  p. 61.  p. 68.  Hourouma, Les S o l e i l s ,  pp. 66-67.  0usmane, 0 Pays, p. 22.  1 1  Maillet,  Mariaagelas,  1 2  Maillet,  Pelagie,  pp. 207-208.  p. 281.  l3  0uologuem, Le D e v o i r , p.  1  \aye,  Le M a l t r e , p. 227.  137.  0uologuem,  l5  Laye,  l 6  Le D e v o i r , p. 95.  Le^fiBI^^-^'  0usmane,  • Pays. P-  l 8  Maillet,  P e l a a i e , pp.  1 9  Maillet,  p.  l7  20  2  1 2 7  P  2 1 7  * 157-158.  1^4.  Kourouma, L ^ s _ 5 o l e i l s ,  \aye,  *  p p . 38-  Le M a l t r e , p. 74.  2 2  Maillet,  fjlaaie, p. 183.  2 3  Maillet,  p.  185.  11-a 7.  Les r e l i g i o n s  c h r e t i e n n e et musulmane  Nous venons de v o i r p l u s i e u r s cains  paralleles  entre  et Acadiens cancernant l e u r s croyances et l e u r s  perstitions. titute,  l ' i s l a m ou l e  dont nous exarninons i c i quelques e c r i v a i n s , christianisme  cons-  christianisme.  Dans l e s pays francophones de l ' A f r i q u e  occidentale  l ' i s l a m et l e  jouent un r o l e qui va c r o i s s a n t ,  et c e l a au  l'animisme.  L ' e c o l i e r de L ' E n f a n t p o u r s u i v r e ses qui est  su-  Reste a c o n s i d e r e r maintenant l a r e l i g i o n  que ce s o i t  depens de  Afri-  etudes.  Il  n o i r a r r i v e a Conakry  a f i n de  va demeurer chez son oncle Mamadou  musulman: . . . s o n observance du Coran e t a i t sans d e f a i l l a n c e . II ne fumait pas, ne buvait pas, et son honnetete e t a i t s c r u p u l e u s e . II ne p o r t a i t de vetements europeens que pour se rendre a son t r a v a i l ; s i t o t r e n t r e , i l se d e s h a b i l l a i t , p a s s a i t un boubou q u ' i l e x i g e a i t immacule, et d i s a i t ses prieres. A sa s o r t i e de l ' E c o l e normale, i l a v a i t e n t r e p r i s l ' e t u d e de l ' a r a b e . . . seule une m e i l l e u r e connaissance de l a r e l i g i o n l ' a v a i t i n c i t e a 1 ' a p p r e n d r e . . . Le Coran d i r i g e a i t sa v i e ! 1  Il  semble,  d'adeptes  en e f f e t , que dans ces pays l ' i s l a m a t t i r e que l e c h r i s t i a n i s m e ,  par l e f a i t  ce qui s ' e x p l i q u e  que ce d e r n i e r s ' e s t  plus  en p a r t i e  i n t r o d u i t chez l e s  Africains  en meme temps et en c o m p l i c i t e avec l e c o l o n i a l i s m e europeen, tandis  que l ' i s l a m ne s o u f f r e pas d'une t e l l e  La f o i des Arabes a cet avantage, damner l a polygamic  association.  d'ailleurs,  de ne pas con-  t r a d i t i o n n e l l e des N o i r s .  Par contre l e  119 ehristianisme  s ' e s t montre i n t r a n s i g e a n t  l e s attaques s a t i r i q u e s  d'ecrivains  & cet egard,  d'oo  comme Mongo B e t i .  Son  roman Le Pauvre C h r i s t de Bomba (1956)  c o n s t i t u e une mise  en a c c u s a t i o n de l ' e g l i s e c h r e t i e n n e qui n'a d'aucune s e n s i b i l i t e t r a d i t i o n n e l l e s des  temoigne  a l ' e g a r d des croyances et des moeurs Africains:  A l a f i n , on a prononce un nom et une femme s ' e s t presentee, une t r e s v i e i l l e femme et qui n ' a v a i t plus l a m o i t i e de ses dents. E l l e a v a i t a repandre du reproche de n ' a v a i r pas f a i t ses PSques ces quatre d e r n i e r e s annees. E l l e a a f f i r m e n ' a s p i r e r a r i e n tant qu'aux sacrements; mais e l l e n'a plus l a f o r c e de t r a v a i l l e r et e l l e ne s a i t pas comment se procurer de 1 ' a r g e n t pour payer l e denier du c u l t e (p. 3B). Perpetue et l ' h a b i t u d e plus  du malheur (1974),  paru d i x - h u i t  t a r d , n'en est pas moins severe a ce s u j e t .  Amougou, l e mari de K a t r i , qui r a i l l e contre l e s  ans  C'est missionnai-  res: . . . i l s prechent une chose et l e u r s f r e r e s en font une a u t r e . I l s p r e chent l e respect du bien d ' a u t r u i , et l e s Blancs ne cessent de nous p i l l e r ; i l s prechent l a c h a s t e t e , et l e u r s f r e r e s t r a l n e n t partout des f i l l e s impudiques. Je n'en f i n i r a i s pas de donner des exemples (p. 115). La s i t u a t i o n de l a v i e i l l e paysanne n o i r e que nous venons d'evoquer dans Le Pauvre C h r i s t c e t t e autre v i e i l l e paysanne, nom l a Sagouine;, lequel l'auteur  de Bomba r a p p e l l e  blanche c e t t e f o i s ,  et qui est 1 ' instrument, s•en prend a  qui a pour  elle aussi,  l'eglise:  La chouse que j e comprend l e moins, c ' e s t que d'un cote l e Bon Djeu a d i t q u ' i l e t a i t malaise pour un r i c h e  par  120 d ' e n t r e r au c i e l ; et de l ' a u t r e c o t e , i l me r'semble a moi que c ' e s t malaise pour un r i c h e de pas y a l l e r . Un houme a l ' a i s e peut r e s p e c t e r tous l e s coumandements de Djeu et de l ' E g l i s e . . . : i ' peut payer sa dime, f a i r e sogner son pere p i s sa mere sus leux vieux j o u r s , s ' a c h e t e r du poisson f r a i s tous l e s v e n d o r d i s , . . . p i s f a i r e sa v i e dans l ' h o a n e u r et l e r e s p e c t sans aouere besoin de v o l e r ou de b a t t r e son ouasin pour a t t r a p e r l e s deux boutes. 2  Dans ce meme r e c u e i l de monologues, d'ailleurs besoins  des  l e r o l e des missions  Antonine M a i l l e t  critique  en A f r i q u e par rapport aux  Acadiens: ...Ben i l est p a r t i , un beau matin, i l a q u i t t e pour l e s pays c h a u d s . . . conv a r t i r l e s p a i e n s . He o u i ! . . . C ' e s t coume Gapi d i s a i t : S i i l s pouvions nous prendre pour des pa'iens, une bonne f o i s , i l s nous e n v e r r i o n t p e u t - e t r e ben un Pere Leopold, nous autres i t o u , pour nous p a r l e r et nous d i r e de ne pas nous i n t c h e t e r des d a r n i e r s sacrements, et nous envoyer d r o i t e en p a r a d i s a notre defunt-e m o r t . 3  Le Senegalais Musulmans n i pour l e s  Sembene Ousmane n'a d ' e l o g e s  n i pour l e s  Chretiens:  J ' a i vu l e pays des Arabes, source — p a r a i t - i l — de toutes l e s c r o y a n c e s . . . Dix f o i s plus p e r v e r t i s que nous, o u i ! Pour q u ' i l s te coupent l a gorge, pas besoin de v a l o i r plus cher qu'un p o u l e t . Quant aux Europeens, c ' e s t p i r e . . . C r o i r e , d i t encore Oumar, c r o i r e et e t r e empoisonne font d e u x . . . Sauf dans La Sagouine,  Antonine M a i l l e t  est  generale-  ment plus taquine qu'acerbe dans ses c r i t i q u e s de l a Le cure lui-meme se r e s e r v a i t l e s a f f a i r e s p o l i t i q u e s , s o c i a l e s , et p a r f o i s religieuses. II se f r a c t u r e tous l e s ans des bras ou des machoires, a ces p i q u e - n i q u e s au  religion:  121  p r o f i t de l ' e g l i s e , et l e s rabouteux et l e s arracheux-de-dents sont f o r t en demande. Faute de sage-femme, sauvage, f r o t t e u x ou s o r c i e r , l e pretre.° Cependant, e l l e se s e r t de sa plume comme arme contre l a  foi  sans coeur de gens comme Ma-Tante-la-Veuve: Le bon Dieu de l a Veuve e t a i t j u s t e . Rien d ' a u t r e que j u s t e . I I p a s s a i t ses jours a recompenser l e s bons et punir l e s a u t r e s , l e bon D i e u . F a l l a i t pas s ' y f i e r . Aussi l e s Cordesde-Bois ne s ' y f i a i e n t - i l s p o i n t . 7  En r e g i e generale neanmoins, Antonine M a i l l e t  l e p o r t r a i t que nous  des Acadiens d ' a u t r e f o i s  est c e l u i  peuple de croyants s i n c e r e s qui c r a i g n a i e n t d i v i n i t e ou ses messagers sur  livre d'un  d'offenser  la  Terre:  Les tantes et l e s cousins du Pont n ' a l l a i e n t pas l a i s s e r personne, vous entendez? personne p a r l e r en mai du p r e t r e . On ne p a r l e pas des p r e t r e s , au pays. Et pour e t r e sur qu'on n'en p a r l e r a pas en mai, on n'en p a r l e pas du t o u t . C ' e s t un sujet i n t e r d i t . ^ C ' e t a i t l e c r u c i f i x des A l l a i n . Et n i l e s LeBlanc, n i l e s G i r o u a r d , n i l e s Bastarache n ' a v a i e n t apergu l'ombre d'une c r o i x depuis l e s r i v e s de l a baie F r a n g a i s e . . . A l o r s f i g u r e z vous l a commotion quand s u r g i r e n t l e s A l l a i n . . . qui garrochferent dans l e g i r o n de l a caravane un authentique crucifix.. De meme en A f r i q u e , l e s romanciers presentent les  croyants musulmans  ainsi  que Samba D i a l l o  ses etudes coraniques, Coran a ses  parents:  souvent  comme des adeptes s i n c e r e s .  C'est  r e n t r e chez l u i apres a v o i r  termini  et se prepare a o f f r i r l a Nuit du  122  Samba D i a l l o e t a i t en t r a i n de r e p e t e r pour son pere ce que l e c h e v a l i e r lui-meme a v a i t f a i t pour son propre pere, ce que, de g e n e r a t i o n en generat i o n depuis des s i e c l e s , l e s f i l s des D i a l l o b e avaient f a i t pour l e u r s p e r e s , de s a v o i r q u ' i l n ' a v a i t pas f a i l l i en ce qui l e c o n c e r n a i t , et q u ' i l a l l a i t prouver a tous c e u x - l S qui l ' e c o u t a i e n t que l e s D i a l l o b e ne mourraient pas en l u i . ' D  L'auteur  explique q u ' i l  ses p a r e n t s ,  l'enfant  " e t a i t d'usage que, revenu pres de  qui a v a i t  acheve ses  r e c i t a t de memoire l e L i v r e S a i n t ,  etudes  coraniques  toute une n u i t durant, en  11 leur  honneur". Dans Les S o l e i l s  des independances, Fama p r i e avec  ferveur: A l l a h ! f a i s , f a i s done que Salimata se f e c o n d e ! . . . Pourquoi Salimata demeurait-elle toujours s t e r i l e ? . . . P o u r t a n t , Fama pouvait en temoigner, e l l e p r i a i t proprement, se c o n d u i s a i t en tout et partout en p l e i n e musulmane, j e u n a i t t r e n t e j o u r s , f a i s a i t l'aumone et l e s quatre p r i e r e s j D u r n a l i e r e s . 1 2  La c i t a t i o n precedente f a i t mention de l'aumone, qui nous mene a un d e r n i e r aspect de l a r e l i g i o n que l e s societes  ont en commun,  a savoir  1'institution  ce deux  du queteur  et du mendiant: Moi, i l f a u t que je marche, que j ' a i l l e de v i l l a g e en v i l l a g e . . . S i je m ' a r r e t a i s , s i on me rencont r a i t trop s o u v e n t . . . au meme e n d r o i t , on se l a s s e r a i t de me donner. Generalement l e s gens veulent bien donner, mais i l s ne veulent pas t o u j o u r s donner au meme... C ' e s t pourquoi je marche t a n t . . . personne certainement ne p o u r r a i t pretendre que je s u i s f a i n e a n t . . . (Laye, Le Regard du r o i , p. 98).  123  Le d e v o i r du d o n a t a i r e de l a bonte d i v i n e est de f a i r e des s a c r i f i c e s . Le s a c r i f i c e protege contre l e mauvais s o r t , a p p e l l e l a sante, l a f e c o n d i t e , l e bonheur Bt l a p a i x . Et l e premier s a c r i f i c e , c ' e s t o f f r i r (Hourouma, Les S o l e i l s , p. 61). Mais n ' a l l e z pas i n v e n t s r que l a Sagouine e t a i t une v o l e u s a . Non, e l l e q u e t a i t . E l l e q u e t a i t comme c ' e s t l e d r o i t de tout pauvre e s c l a v e du Bon Dieu qui n'a recu de son appartenance a l ' E g l i s e que t r o i s gouttes d'eau pour son bapteme et une g i f f l e a sa c o n f i r m a t i o n ( M a i l l e t , Par d e r r i e r e . pp. 32-33). LA SAINTE — S a l u t ben, madame. Pour l'amour de Dieu, vous a u r i e z pas dans vos v i e i l l e s hardes das v i B i l l e s c u l o t t e s pour un pauvre esclave? LA MAITRESSE — fois-ci?  C ' e s t pour q u i , c e t t e  LA SAINTE — C i t r o u i l l e f a i t premiere communion. * * * LA MAITRESSE — finisse!  sa  Prenez et qu'on en  LA SAINTE — Dieu vous l e r e n d r a . ( M a i l l e t , Les Crasseux, pp. 29-30).  References  Laye, L ' E n f a n t  n o i r , pp.  Maillet,  La Sagouine,  Maillet,  p. 82.  p.  150-151. 109.  124  Ousmane, • Pays, p. 52. Maillet,  M a r i a a g e l a s , p. 30.  Maillet,  Les C o r d e s - d e - B o i s ,  Maillet,  p. 320.  Maillet,  p. 202.  Maillet,  Pelagie,  p.  163.  p. 280.  125  8.  La j o i e de v i v r e  Le la  fait  de c e l e b r e r l a v i e dans l e defoulement et dans  j o i e c o n s t i t u e un phenomene u n i v e r s e l .  de l a t e r r e s'expriment par l a musique, de s o r t e q u ' i l n'y semblances moins,  l a f e t e et l e  a r i e n de t r e s surprenant dans l e s  entre l ' A f r i q u e  et l ' A c a d i e  a ce s u j e t .  c e t t e d e r n i e r e p a r t i e de nos comparaisons  deux t r a d i t i o n s  soulignera  humanite; et p u i s q u ' i l  encore une f o i s  Les S o l e i l s  consequent, l ' e s p r i t  IMean-  entre l e s  paysannes, manie-  et notamment  des  des independances, Le  Devoir de v i o l e n c e et Perpetue, l ' o n v i e des personnages  res-  d'autant.  des rDmans n e g r o - a f r i c a i n s ,  romans comme Batouala,  rire,  de type p r e - i n d u s t r i e l , l e s  res de se r e j o u i r se ressemblent En l i s a n t  nations  l e u r commune  s ' a g i t de deux c u l t u r e s  de deux s o c i e t e s s t a t i q u e s  la  Toutes l e s  constate a quel point  est courte et souvent v i o l e n t e .  Par  de carpe diem s i repandu dans l e s oeu-  vres a f r i c a i n e s ne surprend guere: La v i e est c o u r t e . V/ite s u r v i e n t l e jour oft l ' o n ne peut meme plus c o p u l e r . Chaque s o l e i l rapproche de l a mort. Aussi r i e n de t e l que de s ' e j o u i r , tant qu'on en a l e p a u v o i r . 1 E l l e s ' a s s i t a cote de l u i pour d e v i s e r un peu, e t , tous deux cote a c o t e , s'abandonnant a l'ivresse de se s e n t i r v i v r e . . .2 Au cours de l e u r h i s t o i r e , l e s Acadiens ont s u b i bouleversements traumatisants  comme l a D e p o r t a t i o n .  C D n n a i s s e n t en plus de frequentes d i s p a r i t i o n s etant un peuple de pecheurs.  Par consequent,  des  Ils  en haute mer, l'attitude  12,6  a f r i c a i n e envers 1 ' e x i s t e n c e  trouve son echo dans l e s com-  mentaires de p l u s i e u r s personnages  crees par Antonine  Maillet: Les Mercenaire v i v a i e n t comme s ' i l s avaient compris que chaque i n s t a n t de v i e est l e s e u l qu'on t i e n n e entre ses mains et qu'une seconde perdue est perdue pour l ' e t e r n i t e . 3  . . . l a mere Pelage. E l l e a v a i t c h o i s i l a v i e , e l l e , ca s'adonne. Or dans l a v i e , f a l l a i t compter a u s s i avec l'amour et l e s g e n e r a t i o n s . . . . Q u i , Belonie, l a vie c ' e t a i t a u s s i l a j o i e de vivre.** V/oici un e x t r a i t des Cordes-de-Bois sans doute ce maltre de l a j o i e de v i v r e ,  o& l ' a u t e u r  salue  Rabelais:  Chacune i n s t r u i s a i t l ' h e r i t i e r e sur l a voie du l a i s s e r - f a i r e , s a u v e - q u i peut, f a i s - c e - q u e - v o u d r a s l e plus t o t a l et l e plus epanouissant qui se s o i t encore vecu en t e r r e c h r e t i e n n e (p. 55). La musique joue un r o l e e s s e n t i e l dans l e s  rejouissan-  ces de l a brousse t r o p i c a l e et dans c e l l e s des cotes nes: . . . tous l e s chefs de canton, s u i v i s de l e u r s musiciens . . . je l e s avais regardes passer, avec l e u r cortege de g r i o t s , des balaphoniers et de g u i t a r i s t e s , de sonneurs de tambours et de tam-tam . . . (Laye, L ' E n f a n t n o i r , p. 92). A l o r s , comme g r i s e par c e t t e musique suave, i l se mit, a son i n s u , a f r a p p e r l e balafon plus f o r t — mais i l est v r a i que l e s seules choses qu'on frappe quand e l l e s p r o d u i s e n t l a bonne p a r o l e , sont l e b a l a f o n et l e tam-tam! (Laye, Le M a l t r e , p. 205). L ' A c a d i e , dans l e temps, a v a i t vu l e s h i v e r s g e l e r son c i d r e ; et l e s debacles du printemps emporter ses f i l e t s et ses trapppes . . . mais  acadien-  127  jamais e l l e ne s ' e t a i t p r i v e e de musique. Une noce sans p r e t r e , on a v a i t vu ga; mais sans cordes pour jouer l a note et sans rythme pour b a i l l e r l a mesure au rigodon? ( M a i l l e t , P e l a g i e , pp. 242-243). Tant p i s s i l a v i e vous a p r i s vos cornemuses et vos bombardes, v o i r e vos v i o l o n s dans l a d e r n i e r e f o u r n e e . II vous r e s t e vos c u x l l e r e s et vos c u i s s e s , messieurs-dames, pour accompagner vos t u r l u t e r i e s ( M a i l l e t , P e l a g i e , p. 246). La musique f a i t orale t r a d i t i o n n e l l e . sation  p a r t i e i n t e g r a n t e de l a l i t t e r a t u r e C'est  l e cas s u r t o u t  dans l a  civili-  negro-africaine: Le Guineen K e i t a Fodeba, connu pour l a r e c o n s t i t u t i O n des b a l l e t s a f r i c a i n s , s ' e s t a u s s i e f f o r c e dans ses poemes "de r e s t i t u e r dans sa forme t r a d i t i o n n e l l e , l e plus exactement p o s s i b l e , ce melange de prose et de p o e s i e , de musique i n s t r u m e n t a l e et de chants, de monologues et de choeurs a l t e r n e s , q u i forme l e s c a r a c t e r i s t i q u e s de l ' o e u v r e de l i t t e r a t u r e orale a f r i c a i n e " . 5  L ' A c a d i e ne manque pas de t e l s genres non p l u s , qu'ils  s o i e n t beaucoup moins nombreux.  IMous avons  quoi-  deja  evoque l'exemple de l a complainte. Passons aux t e x t e s oft l e chant devient l e moyen d ' e x p r e s s i o n c h a i s i par l e s gens: Chemin f a i s a n t , nous avons rencontre des femmes. IMous l e s avions e n t e n dues chanter de l o i n , t o u j o u r s ces chansons oft i l est question de l'homme q u ' e l l e s a i m e n t . . . ( B e t i , Le Pauvre C h r i s t , p. 135). . . . bientot, leur joie explosa. Ils chanterent a tour de r o l e . Leurs chants e t a i e n t s u r t o u t des a l l u s i o n s a l a grandeur de Diata et a l a mechancete de Fatoumata Berete (Laye, Le M a l t r e , p. 157).  128  Et avant meme que Z e l i c a n'eOt l e temps de l e v e r l e s bras, Peigne a v a i t deja fendu l e c a f f r e en t r o i s coups de hache. Fendez l e b o i s , chauffez l e f o u r , Dormez l a b e l l e , i l f a i t point jour ( M a i l l e t , Les C o r d e s - d e - B o i s , p. 331). Et l a g o e l e t t e d i s p a r u t a l ' h o r i z o n , sans adieux, sans dechirements, mais en repondant de l a vache marine aux r e f r a i n s des c h a r r e t t e s . Je l u i plumerai l a queue . . . Et l a q u e u e ! . . . Et l e bee . . . Alouette! Et merde au r o i d A n g l e t e r r e ! . . . Qui nous a tous d e c l a r e l a guerre! ( M a i l l e t , Pelagie, p. 301). 1  La chanson accDmpagne et a l l e g e l e t r a v a i l , l e f o n t v o i r l e s scenes  comme nous  suivantes:  Seynabou, a demi nue, p i l a i t l e m i l . . . . Au rythme d'une v i e i l l e melopee, e l l e chantonnait, et sa voix douce venait se meler au b r u i t de ses b r a c e l e t s qui s e n t r e c h o q u a i e n t (Ousmane, 0 Pays, p. 24). 1  Tous l e s hommes a l l a i e n t et venaient sur l e s quais de b o i s , t r a n s p o r t a n t des f i l e t s . . . P l u s i e u r s f r e d o n naient des a i r s de g a i s l u r o n s ; deux ou t r o i s chantaient a p l e i n e voix . . . ( M a i l l e t , Pointe-aux-Coques, p. 136).  Tout comme l e chant, l a danse c a r a c t e r i s e l e s de grande  joie: l\!as danses et nos chants t r o u b l e n t l e u r sommeil ( c e l u i des b l a n c s ) . Les danses et l e s chants sont pouftant toute notre v i e . Nous dansons pour f e t e r Ipeu, l a l u n e , ou pour c e l e b r e r L o l o , l e s o l e i l . Nous dansons a propos de t o u t , a propos de r i e n , pour l e p l a i s i r (Maran, Batouala, p. 9 4 ) .  moments  129  C ' e s t Mansa Bele qui i n t r o d u i s i t l a danse du Coba dans l e s ceremon i e s de l a c i r c o n c i s i o n (Laye, Le M a l t r e , p. 8 1 ) . La danse e t a i t difendue:, a causedu peche. Mais l e 15 aoOt, c ' e t a i t une f e t e r e l i g i e u s e , n a t i o n a l e , p a t r i o t i q u e . . . Pour toutes ces r a i s o n s , l ' E g l i s e e t a i t indulgente et l e peuple audacieux. Et l ' o n d a n s a i t sur l e s a b l e ou sous l a feuillee (Maillet, Mariaagelas, pp. 205-206). . . . C h a r l i e . . . grimpa sur l ' e s t r a d e et se mit a danser. . . . F l o r i n e au piano j o u a i t une gigue. On r i a i t , on a c c l a m a i t , on a p p l a u d i s s a i t , c ' e t a i t f e t e au p r o f i t de l a p a r o i s s e ( M a i l l e t , Pointe-aux-Coques, p. 61). Si  l a danse demeure une expression de j o i e chez tous  l e s peuples de l a planfete, e l l e a davantage tions  de  en A f r i q u e qu'en Acadie, s i g n i f i c a t i o n s  depassent  significaexplicites  largement l e cadre de l a f e t e p o p u l a i r e tout  qui  court:  Clarence . . . s a v a i t ce q u ' e t a i t c e t t e danse — . . . un mime de l a f e c o n d a t i o n . A s s i s t e r a i t - i l done t o u j o u r s & de t e l l e s scenes?^ . . . et brandissant de l a main d r o i t e son a r c , arme du chasseur, et de l a main gauche l a queue doree du b u f f l e , signe de sa v i c t o i r e , i l dansait l a triomphale danse. II y a u r a i t "yangba", e n f i n . . . . l\lon seulement l e pas de l ' e l e p h a n t , l a danse des sagaies et c e l l e des g u e r r i e r s , mais encore, mais a u s s i , mais s u r t o u t l a danse de 1'amDur, que dansent s i bien l e s sabangas. Les auteurs examines i c i ne n e g l i g e n t manger et l e b o i r e sans l e s q u e l s  pas non plus  le  l e s f e t e s ne demarreraient  pas comme i l f a u t et ne c o n t i n u e r a i e n t pas Pour l e s paysans de tout pays,  longtemps.  un repas genereux  est  130  a l u i s e u l une f e t e : A l a n u i t tombee, un f e s t i n g a r gantuesque r e u n i t l e s camarades . d'age de Sogolon autour des p l a t s . . . l e s bols de m i l et de viande qu'on a v a i t accumules pour l a v e i l l e e . . . chaque membre de l ' a s s c c i a t i a n du groupe d'age a v a i t c o t i s e pour preparer ce f e s t i n , et e l l e s y a l l a i e n t de tout coeur, avec un a p p e t i t de l i o n n e s (Laye, Le M a l t r e , p. 9 8 ) . Jamais C e l i n e et Radi n'ont vu de f e t e p a r e i l l e . Ce gateau, et ces cremes, et ces b r i o c h e s , et ces c r o q u i g n o l e s ! ( M a i l l e t , On a mange l a dune, p. 171). Africains  et Acadiens  f a b r i q u e n t l e s uns et l e s  t r e s des b i e r e s et des v i n s f a i t s souvent  au v i l l a g e ,  au-  pratique  illicite: Et tu s a i s ce q u ' i l s boivent? Du v i n de palms D U du k a r k a r a , souvent l e s deux. Du karkara? s ' e t o n n a E s s o l a . — Un tord-boyaux q u ' i l s d i s t i l l e n t eux-memes, sur des alambics p r i m i t i f s ; c ' e t a i t c l a n d e s t i n sous l a c o l o n i s a t i o n , l a p o l i c e e s s a y a i t de l i m i t e r l e s degats. . . . Mon vieux, l e karkara l e plus o r d i n a i r e . . . te detraque un paysan en quelques minutes ( B e t i , Perpetue, pp. 14-15). . . . Ah! je vous d i s que c ' e s t p o i n t a i s e , p o i n t a i s e pantoute. Quand i l s nous d i s o n t : " A r r e t e z de f a i r e de l a b i e r e aux meres dans vos c a v e s " . Ben oo c ' e s t q u ' i l s v o u l i o n t que je l a f a i s i o n s ? Et p i s , j ' a v i o n s p o i n t l e s moyens de b o i r e autre chose . . . du v i n , p i s du rhum, p i s une p e t i t e a f f a i r e dans un v e r r e a tcheue avec une c e r i s e qui f l o t t e dessus. C ' e s t de l a b i e r e i aux meres de nos propres caves ou r i e n entoute ( M a i l l e t , La Sagouine, p. 7 9 ) . L o r s q u ' o n s'amuse dans l e p l a i s i r  l a chanson, de l a danse et du f e s t i n ,  de l a musique, de  l e r i r e est  toujours  131  de l a f e t e , l u i a u s s i .  Mais en plus  il  caracterise  d'une  fagan plus generale l a j o i e de v i v r e dans toutes son i n t e n sity  q u o t i d i e n n e . Et l e s v / i l l a g e o i s  nairs  en A f r i q u e et  les  pecheurs de l ' A c a d i e f o n t preuve d'une spontaneite sans gene lorsqu'ils  rient.  Ce r i r e ,  tout de sante et de f r a t e r n i t e  c h a l e u r e u s e , se r e p e r c u t e a t r a v e r s font l ' o b j e t  toutes l e s oeuvres  de c e t t e etude: Les r i r e s r e p r i r e n t de plus b e l l e . . . La j o i e a t t e i g n i t son comble. On se t e n a i t l e s c o t e s . On s ' a d m i n i s t r a i t reciproquement des plamussades. On se t a p a i t l e s f e s s e s contre t e r r e . On p l e u r a i t convulsivement, a f o r c e de r i r e . — E h e e ! . . . Y a b a ! . . . (Maran, B a t o u a l a , pp. 51-52). La facon dont l a blanche a r t i c u l a i t l e s mots l a p o r t a i t ( l a domestique I t y l i m a ) a r i r e , de ce r a r e dont s e u l s l e s A f r i c a i n s sont capables et qui l u i f a i s a i t v e n i r l e s larmes aux yeux (Ousmane, 0 Pays, p. 118). . . . apres quoi i l se r e t o u r n a i t vers son f r e r e e t , comme pour l e punir de 1 ' a v D i r berne, i l f a i s a i t mine de l e rouer de coups et tous deux e c l a t a i e n t d'un r i r e bruyant et i n t e r m i n a b l e en s ' e t r e i g n a n t eperdument ( B e t i , Perpetue, p. 108). I l s p o u f f e r e n t brusquement. - - V/ous r i e z comme des f o u s , d i t Clarence. — Mais vous, pourquoi ne r i e z - v o u s pas? demanderent l e s gargons. Et i l s poufferenttde..plus b e l l e (Laye, Le Regard du r o i , p. 129). Et Sarah l a i s s e g i c l e r par l a gorge et l e s yeux ce grand r i r e qui l u i v i e n t de son pere, qui l e t e n a i t lui-meme d'une l i g n e e d ' a n c e t r e s a r r i v e s au pays par l e s glaces de l a baie ( M a i l l e t , Par d e r r i e r e , p. 32).  qui  132.  — De bon matin, je (Mariaagelas) me r e v e i l l e , rouvre l e s yeux j u s qu'aux usses et je ouas l a glace nouere de monde. — Des m a t e l o t s ! s ' e c r i a Boy a P o l y t e . Et tous l e s hommes se p r i r e n t l e ventre de r i r e . — Des l o u p s - m a r i n s , s i tu veux saouere ( M a i l l e t , Mariaagelas, p. 134). Et O z i t e e c l a t a d'un grand r i r e qu'on a u r a i t d i t n a t i o n a l , tant i l e t a i t venerable, un r i r e c e n t e n a i r e ( M a i l l e t , Les C o r d e s - d e - B o i s , p. 57). B e a u s o l e i l , r i a n t de tout son visage e n s o l e i l l e , se contenta de se taper l ' o s de l a c u i s s e du revers de l a main . . . ( M a i l l e t , P e l a g i e , p. 94). P e u t - e t r e en r a i s o n du ton plus Antonine M a i l l e t l'on  n'y  et que 1'auteur  fait  enjoue qui domine chez expres de m a i n t e n i r ,  r e t r a u v e pas souvent l a g a i e t e  contre une s o u f f r a n c e s o u s - j a c e n t e ,  a g i s s a n t comme arme  tandis  exemples d'une t e l l e h i l a r i t e chez l e s  q u ' i l y a plusieurs  Negro-Africains:  E l l e c h a n t a i t a l a maniere des opprimes. L ' e x i s t e n c e l e u r a v a i t a p p r i s a chanter, pour tromper l a r e a l i t e . . . . . E l l e s chantaient . . . une chanson qui n ' e x p r i mait pas l a j o i e , mais l a d o u l e u r . 9  . . . Clarence b a i t : l a calebasse ne l e q u i t t e p a s . . . mais c ' e s t s u r t o u t pour l ' o u b l i qui est au fond de ce v i n , pour ce coup de massue de l ' o u b l i qui . . . l e d e l i v r e d*aujourd•hui, d ' h i e r , et de demain. Par l e s s o i r s de lune . . . j ' e c o u t a i s l e s c o n v e r s a t i o n s de ces pauvres gens. Leurs p l a i s a n t e r i e s prouvaient l e u r r e s i g n a t i o n . I l s s o u f f r a i e n t et r i a i e n t de s o u f f r i r . 1 1  Paradoxalement, toute c e t t e s o u f f r a n c e et c e t t e s e d i t i o n de san corps s u s c i t a i e n t dans l'humeur du maitre une g a i e t e qui l e l a i s s a i t p e r p l e x e . Cependant que l a douleur l e p l i a i t , i l a v a i t peine a m a i n t e n i r son s e r i e u x  133  . . . De nouveau, ce r i r e en l u i retenait d ' e c l a t e r .  se  1 2  — P a r t c u t me p D u s s e n t des d o u l e u r s ; heureusement que je s u i s u n vieux fauve, vieux clabaud, v i e i l l e hyene! Euh! Euh! E u h ! . . . 1 3  Toujours sous l a r u b r i q u e de l a p l a i s a n t e r i e , briquets et l e s chez c e r t a i n s  les  so-  surnoms nous ont frappe par l e u r grand nombre auteurs  africains  ainsi  que dans l ' o e u v r e de  1•Acadienne. II  nous semble .que, tout comme l e r i r e et l a  r i e dont l e s les  Africains  sobriquets  qu'ils  taquine-  et l e s Acadiens se montrent s i  friands,  conferent temoignent d ' u n e s o l i d a r i t y  d u groupe et d ' u n e f r a t e r n i t e intimement chaleureuse, meme si  c e r t a i n s surnoms ne f l a t t e n t pas t o u j o u r s  leurs r e c i p i e n -  daires. C'est ainsi  de l ' A f r i c a i n  "sangle dans une v i e i l l e  r e d i n g o t e " qui d e c l a r e a v o i r vecu des choses l a guerre en Europe. inquiete les fou",  desequilibre. qui l ' i n c i t e  Sa mimique des evenements  villageois  car en f a i t  incroyables a  qui f i n i s s e n t  l a guerre l ' a  atroces  par l e surnommer  marque j u s q u ' a  "le  en f a i r e un  L ' a n c i e n combattant n'aime pas son surnom, ce a supprimer ses  trop t a r d : l e s o b r i q u e t  r e c i t s extravagants.  r e s t e malgre  Mais i l  le silence q u ' i l  est  s'impose.  Pour c i t e r un cas semblable chez l a ramanciere acadienne,  rappelons  1' i n s t i g a t i o n du v i l l a g e  que MacFarlane,  dans Les C o r d e s - d e - B o i s ,  de Ma-Tante-la-l/euve, permet que l e s  s'installent  Cordes-de-Bois.  coehons  sur sa p r o p r i e t e , l a butte des  Les Mercenaire.,  habitants  prennent l e u r revanche contre l ' E c o s s a i s  de c e t t e butte  en l u i  envoyant  a  134  one t e t e de cochon, tout emballee comme un j o l i cadeau. Le resultat  en est que: . . . l e nom de Tete-de-Cochon l u i c o l l e a l a peau  reste  Camara Laye nous informe qu'en Guinee, i l surnoms  y a des  coutumiers: Je l ' a v a i s appele Bo . . . et c ' e t a i t l e nom a u s s i que je donnais a mon oncle Lansana, car a i n s i surnomme-t-on habituellement l e s jumeaux, et ce surnom e f f a c e l e plus souvent l e u r veritable nom.^ II  n'en r e s t e pas moins que l e s gens concoivent  p l u p a r t des s o b r i q u e t s  la  en f o n c t i o n d'un i n c i d e n t ou d'un  t r a i t physique ou moral, et c e l a en Acadie a u s s i bien qu'en Afrique noire.  En v o i c i des exemples:  Designe par ses admirateurs tantfit du s o b r i q u e t f r a n g a i s Le V/ampire, t a n t o t des mots bantou Zeyang ou E z i l n g a n e . . . l e jeune homme s v e l t e . . . d e v a i t ces p i t t o r e s q u e s a p p e l l a t i o n s a 1 enthousiasme s u s c i t e sur l e s stades de f o o t b a l l par son s t y l e t r e s particulier... ^ 1  1  L ' e n f a n t auquel Perpetue donna l e jour . . . o f f r a i t une t e l l e ressemblance avec M'Barg'Onana qu'on ne l ' a p p e l a b i e n t o t plus a Zombotoun que Komega, deformation de "commiss a i r e " ; ce s o b r i q u e t u l c e r a Perpetue • ••  Dans Le Roi miracule de Mongo B e t i , c e r t a i n s  personna-  ges ont des noms a u s s i p i t t o r e s q u e s que ceux des hommes et des femmes acadiens presentes par Antonine M a i l l e t : Johannes l e Palmipede; Abraham l e Desosse; P e t r u s - f i l s - d e - D i e u En e f f e t , personnages  l e s l i v r e s de l ' A c a d i e n n e foisonnent de  connus par l e u r s s o b r i q u e t s .  Parmi c e u x - c i ,  il  135  y en a qui r a p p e l l e n t l e s f i g u r e s t e l l e s que Grandgousier  herol-comiques de Rabelais  et l e c a p i t a i n e T r i p e t :  T i t - P e t (Les C o r d e s - d e - B o i s ) . La P ' t i t e Goule et La Grand'Goule, respectivement l e mousse gigantesque et l e quatre-mats de B e a u s o l e i l Broussard ( P e l a g i e - l a - C h a r r e t t e ) . •n a surnomme l e c a p i t a i n e Broussard r  l e "Rgbin des Mers",  une  18  '  r e f e r e n c e au l e g e n d a i r e Robin Hood du f o l k l o r e En v o i c i d ' a u t r e s : (Don L ' O r i g n a l , l e nom (Par  La S a i n t e ,  entre a u t r e s ) ;  anglais.  femme etroitement pieuse  l a Bessoune,  une j u m e l l e ,  d e r r i e r e chez mon pere, entre a u t r e s ) ;  C o l l e t t e ( M a r i a a g e l a s ) : La Sagouine,  qui a o u b l i e  Casse-cou jusqu'a  son nom de bapteme! (Les Crasseux,  entre a u t r e s ) ;  V/iens-que- j e - t ' arrache, P i s s e v i t e ,  Peigne Trou-Jaune, Tom  Thumb, Ma-Tante-la-l/euve et C a i l l o u - C r u s h s t o n e , bilingue  (Les C o r d e s - d e - B o i s ) ;  v r a i nom P e l a g i e LeBlanc Citons, mange l a dune. a l'origine  Pelagie-la  d'oo  la  qui  famille  etait  C h a r r e t t e , de son  (Pelagie).  pour t e r m i n e r , quelques l i g n e s du roman On a On y v o i t l e jeu v e r b a l qui est sans doute  de c e r t a i n s s o b r i q u e t s cocasses: Horace . . . toute c e t t e j D u r n e e - l a . . . a p r i s des a i r s de premier m i n i s t r e . Le s o i r , apres l e c h a p e l e t , i l a explique a C e l i n e et Radi comment l e s A n g l a i s avaient c a p t i v e l e Canada, et qu'un j o u r , l e s Frangais l e u r montreraient q u ' i l s n'avaient rien oublie. — Taschereau, coupa son pere, apporte-moi done ma p i p e . . . . Radi trouva que ce npm-la a l l a i t tout a f a i t : a Horace. A u s s i c ' e s t e l l e qui l e v u l g a r i s a . De Taschereau, e l l e t i r a Tachure, Tachete, Tache, Tache. B i e n t O t , i l e t a i t pramu T a c h e - d e - g r a i s s e , Tachede-melasse, T a c h e - d e - c o n f i t u r e . . . . T r o i s jours plus t a r d , quand Horace  136  l u i r e f u s a son c a n i f , e l l e l u i j e t a : — G a r d e - l e pour ,g r a t t e r ta tache originelle! Et e l l e s ' e n f u i t . q  References  1  Maran, Batouala,  p.  105.  2 Ouologuem, Le Devoir de v i o l e n c e , p. 51. ^ M a i l l e t , Les C o r d e s - d e - B o i s ,  p. 214.  L  M a i l l e t , P e l a g i e , p. 68. 5 Mayer, "Quand l ' A f r i q u e r e j o i n t l ' u n i v e r s " , de Kane, L ' A v e n t u r e ambigue, p. 43. ^Laye, Le Regard du r o i , p. 243. 7 Laye, Le M a l t r e , p. 61. Q  9  Maran, Batouala,  p. 43.  Ousmane, 0 Pays, p. 90.  10 Laye, Le Regard du r o i , p. 94. 11 12  Maran, Batouala,  > P r e f a c e , p.  10.  Kane, L ' A v e n t u r e ambigue, pp. 81-82.  13 Kourouma, Les S o l e i l s ,  p.  114.  en p r e f a c e  137  M a i l l e t , Les C o r d e s - d e - B o i s , p. 62. Antonine M a i l l e t f a i t sans doute a l l u s i o n i c i a l ' i n c i d e n t de 1968 a Moncton. Le maire Jones a l'epoque s ' e s t e n t e t i contre toute r e c o n naissance de l a nature b i l i n g u e de l a v i l l e neo-brunswickoise, ce qui a i n c i t e l e s e t u d i a n t s francophones a l u i f a i r e cadeau d ' u n e t e t e de cochon. Laye, L ' E n f a n t  noir,  p. 42.  Beti,  Perpetue, p. 85.  Beti,  p. 229.  Maillet,  Pelagie,  p.  103.  Maillet,  On a mange l a dune, pp. 23-24.  138  Conclusion  De prime abord, l ' o n demander s ' i l  e x i s t e en f a i t  s e r a i t p e u t - e t r e porte a se des p a r a l l e l e s  entre l e s t r a d i t i o n s n e g r o - a f r i c a i n e s la  langue f r a n c a i s e ,  et acadiennes.  A part  i l s e m b l e r a i t que l e s deux groupes  tagent peu de chases, races et d ' h i s t o i r e s  substantiels  par-  etant de c o n t i n e n t s , de c l i m a t s , de differents.  Nous esperons a v o i r demDntre que de t e l s  paralleles  sont pourtant t r e s nombreux, et que malgre toutes l e u r s f e r e n c e s bien r e e l l e s , l e s sources d ' i n s p i r a t i o n les  qui animent  e c r i v a i n s n o i r s d'une part et Antonine M a i l l e t  se r e s s e m b l e n t  a maints  sont en p l e i n e e v o l u t i o n et s u b i s s e n t  banisation dant,  l'autre  industrielle —  l e s deux s o c i e t e s  de ce f a i t  toutes  la scolarisation,  les  l'ur-  et l a p e n e t r a t i o n des media e l e c t r o n i q u e s . Cepen-  e l l e s e t a i e n t encore, au tournant du s i e c l e ,  s o c i e t e s entierement paysannes, moyenageux.  de  egards.  Depuis quelques generations d e j a ,  i n f l u e n c e s de l ' e r e  dif-  des  i s s u e s toutes deux de sy_stemes  Les Acadiens avaient conserve au Canada une  bonne p a r t i e de l a langue et des t r a d i t i o n s du XV/Ie s i e c l e francais,  tandis  que l e s peuples n e g r o - a f r i c a i n s  encore plus pres de l e u r s o r i g i n e s  f e o d a l e s du XIXe s i e c l e .  Les nambreuses ressemblances s i g n a l e e s etude s ' e x p l i q u e n t par l ' e v a l u t i a n et  dans c e t t e  historique qu'Africains  Acadiens ont eue en commun et q u ' i l s  lement.  restent  ont vecue p a r a l l e -  139  Illettres ils  a l ' e x c e p t i o n des marabouts  ont conserve et transmis  de l a p a r o l e .  et des p r e t r e s ,  toute une t r a d i t i o n par l a voie  IMous avons vu que 1 i n s p i r a t i o n de Camara 1  Laye, de Mango B e t i , d'Ahmadou Kourouma et des autres  roman-  c i e r s francophones de l ' A f r i q u e n o i r e est puisee directement dans c e t t e t r a d i t i o n o r a l e q u i , a l ' h e u r e a c t u e l l e , cede l e pas aux r e a l i t e s du monde moderne. canadien=firangais et gestes, trefois,  Antonine M a i l l e t  De meme,  l'ecrivain  couche par e c r i t l e s  faits  l e s croyances et l e s legendes des Acadiens d ' a u -  et c e l a a l a v e i l l e de l e u r d i s p a r i t i o n  presque  totale. En meme temps que l a l i t t e r a t u r e o r a l e t r a d i t i o n n e l l e , les  deux groupes  de toutes s o r t e s spirituels. bles  dependaient d ' a r t i s a n s  et de s p e c i a l i s t e s  pour repondre a l e u r s besoins m a t e r i e l s et  IMous avons souligne  a ce s u j e t l e s r o l e s  que j o u a i e n t des deux cfites l e s f o r g e r o n s ,  seurs  et l e s s o r c i e r s ,  ainsi  les  sembla-  gueris-  que l e c l e r g e musulman ou  Chretien.  Les p a r a l l e l e s tituait  vont encore plus  l a base de ces i n s t i t u t i o n s  sous-tendait  loin,  car ce qui cons-  humaines, c e q u i l e s  et l e u r donnait une r a i s D n d ' e t r e , e t a i t un  systeme t r e s elabore de croyances et de coutumes.  Ce systeme  p o p u l a i r e e t a i t s t a t i q u e dans l a mesure ad l ' o n r e s p e c t a i t les il  anciens en s ' e f f o r c a n t  de s u i v r e l e u r exemple.  Toutefois,  e t a i t en meme temps dynamique dans l a mesure oo l a t r a d i -  t i o n o r a l e r e n d a i t une c e r t a i n e souplesse des connaissances  ancestrales.  et l e s coutumes n ' e t a i e n t  a la  transmission  La encore, s i l e s croyances  pas souvent  l e s memes en A f r i q u e  140  n o i r e et en Acadie, e l l e s f o n c t i o n n a i e n t de l a meme facon dans l e s deux s o c i e t e s  conferant a i n s i  et une coherence au comportement des  un sens a l ' e x i s t e n c e villageois.  Rappelonsque nombreux sont l e s f a i t s  de c u l t u r e  evoques dans c e t t e etude qui c a r a c t e r i s e n t des s o c i e t e s p r e industrielles  autres que l a n e g r o - a f r i c a i n e et  et c e l a a u s s i bien dans l ' e s p a c e demeure s i a travers  l'acadienne,  que dans l e temps.  v r a i , du r e s t e , que meme de nos j o u r s , les  est egalement  regions  un voyage  plus t r a d i t i o n n e l l e s de c e r t a i n s  un voyage  D'ailleurs,  Cela  a travers les  siecles.  grace a un examen des patrimoines  qui ont i n s p i r e l e s romanciers a f r i c a i n s  et Antonine  culturels Maillet,  nous avons pu nous rendre compte de nouveau d'un f a i t plus p r i m o r d i a l .  II  pays  s ' a g i t de l a c o n s t a t a t i o n ,  encore  qualifiee  souvent de banale, que ce qui separe l e s peuples de l a  Terre  est moindre que ce qui l e s rapproche, et c e l a meme dans l e cas de groupes  a u s s i d i f f e r e n t s a premiere vue que l e s  geois du Mali et l e s gens de Memramcook.  villa-  141  BIBLIOGRAPHIE  I  Oeuvres n e g r o - a f r i c a i n e s Beti,  Mongo. Le Pauvre C h r i s t de Bomba. A f r i c a i n e , 1976. . Perpetue et l ' h a b i t u d e E d i t i o n s B u c h e t / C h a s t e l , 1974. . Le Roi m i r a c u l e . C h a s t e l , 1958.  Paris:  Presence  du malheur.  Paris:  Paris:  Correa-Buchet/  Diop, B i r a g o . Les Contes d Amadou-Koumba. A f r i c a i n e , 1961.  Paris:  Kane, Hamidou. L'Aventure amgigue. B u r i n , 1969.  E d i t i o n s du  1  Kourouma, Ahmadou. Les S o l e i l s E d i t i o n s du S e u i l , 1970. Laye, Catnara.  L'Enfant n o i r .  Paris:  des independences. Paris:  . 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