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A la source du "Torrent" d’Anne Hébert Ceschi, Geneviève 1978

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A LA SOURCE DU "TORRENT" D'ANNE HEBERT by Genevieve Ceschi B.A. honours U.B.C., 1972 A THESIS SUBMITTED IN PARTIAL FULFILMENT OF THE REQUIREMENTS FOR THE DEGREE OF MASTER OF ARTS i n THE FACULTY OF GRADUATE STUDIES in the Department of FRENCH We accept this thesis as conforming to the required standard THE UNIVERSITY OF BRITISH COLUMBIA July, 1978 Genevieve Ceschi, 1978 I n p r e s e n t i n g t h i s t h e s i s i n p a r t i a l f u l f i l m e n t o f t h e r e q u i r e m e n t s f o r an a d v a n c e d d e g r e e a t t h e U n i v e r s i t y o f B r i t i s h C o l u m b i a , I a g r e e t h a t t h e L i b r a r y s h a l l make i t f r e e l y a v a i l a b l e f o r r e f e r e n c e and s t u d y . I f u r t h e r a g r e e t h a t p e r m i s s i o n f o r e x t e n s i v e c o p y i n g o f t h i s t h e s i s f o r s c h o l a r l y p u r p o s e s may be g r a n t e d by t h e Head o f my Depar tment o r by h i s r e p r e s e n t a t i v e s . I t i s u n d e r s t o o d t h a t c o p y i n g o r p u b l i c a t i o n o f t h i s t h e s i s f o r f i n a n c i a l g a i n s h a l l n o t be a l l o w e d w i t h o u t my w r i t t e n p e r m i s s i o n . Depar tment o f French The U n i v e r s i t y o f B r i t i s h C o l u m b i a V a n c o u v e r 8, Canada Date July 1978 RESUME Le r e c i t de l a d e s t r u c t i o n d 'un f i l s par sa mere et de l a r e v o l t e de ce f i l s , r e v o l t e q u i culmine par l e m a t r i c i d e , c o n s t i t u e l a trame de l a premiere p a r t i e du " T o r r e n t " d'Anne Hebert . Le propos de l a deuxieme p a r t i e est consacre a 1 ' e x p l o r a t i o n de 1 ' a l i e n a t i o n q u i succede a c e t t e t e n t a t i v e de l i b e r a t i o n . La p r i s e de consc ience de l a d i f f i c u l t e d ' 8 t r e , de v i v r e et de s ' e x p r i m e r au Quebec des annees '40 sous - tend l a n o u v e l l e au n i veau de l a r e a l i t e s o c i o - c u l t u r e l l e q u ' e l l e expr ime. Au n iveau de l a r e a l i t e psychique du h e r o s , l e s themes, l e s images et l e s personnages sont s u -bordonnessa 1 ' e x p r e s s i o n symbolique de 1 ' e x p l o r a t i o n de 1 ' i n c o n s c i e n t . Au n iveau de l a m o t i v a t i o n profonde de l ' o e u v r e , i l y a 1 ' e x p l o r a t i o n du mystere de l a c r e a t i o n a r t i s t i q u e et 1 ' a f f i r m a t i o n du tr iomphe de l a p a -r o l e en d e p i t d 'un i n c o n s c i e n t empoisonne par l a c u l p a b i l i t e . E n f i n , a un n i veau p l u s p r i m i t i f , "Le T o r r e n t " aborde l a q u e s t i o n de l a p r o c r e a -t i o n et de l ' o r i g i n e b i o l o g i q u e de l ' g t r e humain. Ce beso in d 'expr imer l ' i n d i c i b l e complex i te de l a v i e a donne n a i s -sance a l a c r e a t i o n d'une e c r i t u r e qu i se c a r a c t e r i s e par une e x p l o i t a t i o n f o r t poussee du champ semantique des mots et des noms p r o p r e s , par l e p a -r a l l e l i s m e et l 'amalgame de p l u s i e u r s genres l i t t e r a i r e s a l ' i n t e r i e u r du cadre de l a n o u v e l l e . La j u x t a p o s i t i o n de d i f f e r e n t e s approches de l e c t u -res permet de decoder l e s sens m u l t i p l e s q u i sous - tendent l a chalne eve -n e m e n t i e l l e du " T o r r e n t " . Une premiere l e c t u r e , axee sur l e drame d'une consc ience a l i e n e e , - i -f a i t r e s s o r t i r l a r e v o l t e d'Anne Hgbert cont re 1 ' o p p r e s s i o n morale q u i r e g n a i t a l 'epoque au Quebec. Ce t te r e v o l t e , amorcee par 1 ' impact des idees n o u v e l l e s amenees au Quebec par l a g u e r r e , f u t p r e c i p i t e e par l e choco : de l a mort du rep resentant l e p l u s t r a g i q u e de sa g e n e r a t i o n , l e poete Sa in t -Denys Garneau. L ' a s s o c i a t i o n ^ l a qu§te du G r a a l evoquee par l e nom de P e r c e v a l - -l e cheva l par l e b i a i s duquel l e heros du " T o r r e n t " espere se l i b e r e r - -i n s p i r e une l e c t u r e o r i e n t e e k s u r l ' a v e n t u r e s p i r i t u e l l e et l a quete e x i s -t e n t i e l l e du h e r o s . Le recours a l a source medievale semble c o n s t i t u e r une double t e n t a t i v e de s u b l i m a t i o n : c e l l e de l ' a v e n t u r e s p i r i t u e l l e de Sa int -Denys Garneau et c e l l e de l a v o c a t i o n d ' e c r i v a i n d'Anne Heber t . Ce t te v o c a t i o n , en assurant l a r e l e v e de son p redecesseur , s ' e s t vouee a l a d e n o n c i a t i o n de tou t ce q u i emp§che 1'epanouissement de l a pe rsonna i l i t e . Au coeur de l ' o e u v r e , i l y a , en e f f e t , d 'une p a r t , 1 ' e x p l o r a t i o n douloureuse d'une p e r s o n n a l i t e peu a peu d e t r u i t e par l a c u l p a b i l i t e e t , d ' a u t r e p a r t , 1 ' a f f i r m a t i o n du tr iomphe de l a p a r o l e - t e m o i g n a g e . Dans ce c o n t e x t e , des elements de conte f a n t a s t i q u e temoignent d'une i m a g i n a t i o n n o u r r i e par l e s E c r i t u r e s et deformee par l a peur du peche. Des elements d ' a u t o - a n a l y s e r e v e l e n t l e s sympt6mes c l i n i q u e s d 'une a l i e n a t i o n q u i de -bouche sur l e s u i c i d e t a n d i s que des elements de roman p o l i c i e r ont pour f o n c t i o n de s o u l i g n e r l e c a r a c t e r e truque d'une i n v e s t i g a t i o n q u i se heur te aux r e s i s t a n c e s psychiques de son i n s t i g a t e u r . E n f i n , l ' a l l e g o r i e du couple a n t i t h e t i q u e , heros empeche et femme t r o u b l a n t e au regard e x t r a -l u c i d e , permet de d r a m a t i s e r l e r61e que jouent 1 ' i n c o n s c i e n t et l a memoi - H i -re involontaire dans 1'inspiration poetique en faisant ressortir la force d'auto-destruction exercee par le moi profond sur une conscien-ce alienee. Cependant, une plongee heroSque aux sources de cette a l i e -nation, symbolisee par les eaux tourbillonnahtes du torrent, et un engagement total envers une mission de temoignage par la parole permet-tent de triompher de la mort. Enfin, "Le Torrent", dont la structure mythique est identique a celle du mythe d'Oedipe t e l l e que degagee par Levi-Strauss, pose la question essentielle de l a complementarite des sexes et de l'origine de la vie. \ TABLE DES MAXIERES Resume i Introduction 1 Chapitre I : Le drame de l a conscience 16 Chapitre II : La quete epique de Francois 40 Chapitre III : Quatre lectures du "Torrent" 73 Chapitre IV : A l a source secrete du "Torrent": le mythe d'Oedipe 112 Conclusion 135 Appendice I 144 Appendice II 146 Bibliographie 150 i v -V-Nous tenons a remercier tous ceux qui ont rendu possible la redaction de cette these. En particulier Madame Fran-goise Iqbal pour sa precieuse collaboration, Mademoisel-le Marguerite Primeau pour ses encouragements, Monsieur Alistair MacKay pour ses conseils judicieux et surtout mon mari, Emmerich, pour sa genereuse comprehension. INTRODUCTION Nul ne peut nler l e danger de l a des-cents, mais cette descente, on peut l a tenter. Ce n'est pas un devoir de l a tenter, mais on est certain que quel-qu'un l'osera. Quiconque doit operer cette descente devra le faire les yeux grands ouverts. Alors c'est un s a c r i -fice qui fiechit le coeur meme des dieux. Carl Gustav Jung Nouvelle inspiree par un f a i t divers—un etudiant du Grand Seminaire 1 2 tue sa mere, 1*affaire etouffee reste une enigme — , "Le Torrent" raconte de maniere symbolique le v i o l et l a destruction d'une conscience humaine depossedee du monde et de Dieu au nom d'une culpability anterieure et exterieure a elle-meme. Le recit centre autour du conflit entre une mere et son f i l s met en scene trois personnages principaux: Frangois, l e nar-rateur, Claudine, sa mere, et Arnica, la compagne reelle ou imaginaire qui entre dans sa vie apres l a mort de Claudine* En outre, deux animaux 1 In Michelle Lasnier, "Anne.Hebert l a magicienne," Chatelaine. La revue moderne, a v r i l 1963, p. 76. A partir du "Torrent", le motif de l'affaire etouffee ou du proces de non-lieu se retrouvera dans plusieurs oeuvres: "La Merciere assassinee" et "Les Invites au proces" dans Le Temps sauvage (Montreal: HMH, 1967); Kamouraska (Paris: Le Seuil, 1970). 2 Nouvelle d'Anne Hebert ecrite en 1945 parue dans Le Torrent, nouvelle edition suivie de deux nouvelles inedites (Montreal: HMH, 1972), pp. 8-65. Desormais designe par T_. - 1 -- 2 -au caractere mythique apparaissent et disparaissent mysterieusement au moment de cette mort: un cheval nomme Perceval qui en est l 1instrument et un chat qui en est le temoin. II y a encore deux personnages anonymes qui apparaissent brievement: un vagabond et un colporteur. Une image centrale, celle du torrent, confere a l a nouvelle une remarquable cohe-sion dramatique, ce en depit de l a construction en dyptique et du decousu apparent de la narration a l a premiere personne. De plus, l a presence de cette puissante image, en faisant ressortir l a disproportion entre l'homme et les forces obscures qui dominent son d e s t i n — l a concupiscence incestueuse, l a haine meurtriere, l a culpabllite, 1'alienation et l'at-tirance du neant—investit le conflit de Francois d'une dimension cos-mique, mythique et universelle que le personnage du narrateur serait incapable de generer par lui-meme. 1 Apres des debuts d i f f i c i l e s , cette oeuvre est maintenant reconnue par l a critique comme une oeuvre-cle. Et cela, tant au niveau de l a creation d'une litterature, a l a fois nationale et universelle, qu'au niveau de l'evolution de l'auteur et de 1'invention d'une mythologie et d'une ecriture hautement personnelles. La violence et l'audace de sa denonciation des valeurs traditionnelles, le mystere poetique de son expression et l a polyvalence de son ecriture inaugurent l'avenement d'une 1 Le texte integral de l a nouvelle ne put etre publie qu'en 1950 a compte d'auteur aux Editions du Bien public a Trois-Rivieres. Au-paravant, l a premiere partie avait ete publiee sous le t i t r e "Au bord du torrent," dans Amerique francaise, octobre 1947, pp. 32-43. La . deuxieme partie avec l'episode d'Arnica avait ete considered trop risquee et matiere a scandale. Voir Michele Edith Mora, "Trois poetes quebecois (Pilon, Prefontaine, Hebert)", Les Nouvelles l i t t e r a i r e s , 11 mai 1967, p. 7. - 3 -litterature authentiquement quebecoise. En effet, l a prise de conscience et l a denonciation d'une situation de terreur morale intolerable, les themes de la depossession et de la culpabllite qui alimentent le requisi-toire contre 1'education janseniste, l a remise en question de l'ordre etabII, l a revendication de la liberte de conscience et 1'interrogation sur l a mission salvatrice de l'ecrivain en tant que porte-parole d'un peuple muet qui sous-tendent "Le Torrent" annoncent les themes de l a litterature quebecoise a venir, dans sa phase introspective des annees '50 et '60. Sur le plan de l a vocation de l'ecrivain et de l'evolution de son oeuvre, "Le Torrent" annonce cette volonte de plongee epique au plus pro-fond de soi-meme qui caracterise l'oeuvre d'Anne Hebert. A partir du "Torrent", chaque nouvelle oeuvre marquera une nouvelle descente en s o l , un nouvel approfondissement de l a recherche de soi-meme et un renouvelle-ment de l a volonte d'en porter temoignage. Depuis cette oeuvre-cle l'on retrouve, transformes d'une oeuvre a 1'autre par un remarquable pouvoir de revitalisation, les memes themes, les memes personnages et les memes images obsessionnelles: 1'enfant depossede du monde, 1'adulte culpabilise, l a servante-temoin aux yeux de chats et aux allures felines, le cheval noir fremissant de passion, l a maison basse, les lieux clos, l'affronte-ment des elements—terre aride et torrent furieux—et enfin l a descente vers le gouffre ou le tombeau. Get incessant retour sur soi temoigne d'un conflit non resolu qui se joue au niveau de l'inconscient. Par rapport a l'oeuvre qui precede, "Le Torrent" marque en effet, de l a part de l'auteur, une profonde et brusque evolution de l a pensee - 4 -comme de l'ecriture. II y a, au niveau de l a motivation profonde de cette oeuvre, une remise en question fondamentale des valeurs de l a societe a laquelle l'auteur appartenait. Une remise en question qui s'accompagne d'une affirmation du triomphe de l a parole sur l a mort. Cette sacralisation militante de l a parole ainsi que cette remise en question suscitee par les courants d'idees nouvelles amenees au Quebec par l a guerre, entre autre l'existentialisme, furent precipitees par 1 le choc de l a mort accidentelle et prematuree de Saint-Denys Garneau. Ce representant le plus tragique de sa generation se trouvait etre egalement le cousin et mentor d'Anne Hebert. La presence de ce poete 2 dans 1'oeuvre de sa cousine a ete suffisamment analysee par l a critique pour que nous nous y attardions longuement. Nous n'avons retenu que ce que nous jugions etre les facteurs essentiels de cette influence, c'est-a-dire le choc psychique cause par cette mort et le besoin d'exorciser les fantomes qu'elle evoque, d'une part, et l a volonte subsequente de prendre l a releve de son afne, d'autre part, afin de porter temoignage sur une quete existentielle dont l a tragedie reflete aussi bien celle de ses compatriotes et contemporains au Quebec que la sienne propre. La tension dramatique qui confere au "Torrent", comme au reste de 1'oeuvre, l a v i t a l i t e de son obsedant mystere est suscitee par ce que 1 Mort a 31 ans, le 24 octobre 1943, d'une crise cardiaque a la suite d'une course en canot sur l a riviere. "Le Torrent" fut ecrit au debut de 1945, apres un an de silence de l a part d'Anne Hebert. 2 Voir Rene Lacote, Anne Hebert (Paris: Seghers, 1969) et Denis Bouchard, Une Lecture d'Anne Hebert, l a recherche d'une mythologie (Montreal: HMH, 1977). — nous avons appele " l e drame de l a parole," c'est-a-dire une contradiction fondamentale entre le besoin de s'exprimer et l a peur de,se trahir, entre l a mission de l a parole et la tentation du silence. Chez Anne Hebert, une ethique rigoureuse qui exige une f i d e l i t e absolue a sa verite i n -terieure se heurte aux tabous de l a societe ambiante mais surtout a un refus, parfois conscient parfois inconscient, de reveler des secrets trop intimes ou des souvenirs trop douloureux. Prise entre les imperatifs de sa mission sacree et ses resistances psychiques, e l l e a recours au mythe et a l'enigme ainsi qu'a l a creation d'un code symbolique et d'une ecriture polyvalente. La qualite onirique et le mystere poetique qui se degagent de l'oeuvre d'Anne Hebert ont suscite un nombre impressionnant d'etudes, de theses et d'articles critiques. A cause de l a richesse et de l a den-site de l'oeuvre, ces etudes se limitent en general a un ou deux aspects, l'appartenance au pays, l a denonciation du jansenisme, le symbolisme des elements, surtout de l'eau, 1'influence de Saint-Denys Garneau, la dimension onirique ou mythique, etc. A partir de ce vaste champ d'inter-pretations, nous avons essaye d' o f f r i r , non pas une lecture, mais plu-sieurs lectures superposees du "Torrent". Chaque lecture explore tour a tour differents niveaux de signification dans le but d'eclairer plus profondement les sens secrets de l'oeuvre tout en respectant aussi bien son homogeneite que sa remarquable pluralite. Notre contribution a consiste a mettre en lumiere un procede caracteristique de structuration - 6 -1 de genres a l'interieur de l a nouvelle. Chaque genre correspond, a partir de sources di v e r s e s — f a i t divers, experiences personnelles, ob-sessions fondamentales, roman medieval, Ecritures saintes, meditations sur l a creation artistique...—a differents plans de la realite. Nous esperons egalement, par l'exploration des resonances poetiques et mystiques du nom de Perceval, avoir f a i t ressortir l a dimension epique du "Torrent" ainsi qu'une source importante de l'oeuvre d'Anne Hebert, 2 l a litterature medievale . Notre etude de la vision fantastique tente d'elargir encore l a lecture de l'oeuvre en evoquant une autre source importante negligee jusqu'ici par l a critique, l a li t u r g i e catholique et les Saintes E c r i -tures. Implicite dans "Le Torrent", l'auteur y f a i t des references 3 4 directes dans Kamouraska et surtout dans Les Enfants du sabbat qui 1 Cette imbrication des genres a l'interieur de l'oeuvre se reflete dans l a variete des epithetes que l a critique a conferee au "Torrent": "conte terrible et magnifique a l a charge symbolique explosive" (Jean Le Moyne), "fable terrible et belle (...) expression du drame sp i r i t u e l du Canada francais" (Gilles Marcotte), conte allegorique (Rejean Robi-doux), "recit surrealiste" (Pierre Page), "recit d'un mauvais reve qui aurait tous les accents de l'authenticite" (Soeur Sainte-Marie-Eleuthere), "recit hallucinant" ou nouvelle "qui prend 1'allure d'un roman policier" (Gerard Bessette), "conte de fee avorte" (Adrien Therio), etc. 2 Dans son dialogue avec Frank Scott a propos du "Tombeau des rois", Anne Hebert souligne 1'importance dans son oeuvre des images medievales de caractere aristocratique. Dialogue sur l a traduction (Montreal: HMH, 1970), p. 30. 3 Kamouraska (Paris: Le Seuil, 1970). 4 Les Enfants du sabbat (Paris: Le Seuil, 1975). contient de nombreuses citations liturgiques et bibliques. En retragant l a presence du chat et sa fonction symbolique dans 1'ensemble de 1'oeuvre. nous avons pu demontrer que le role que l'auteur l u i attribue correspond a celui de l a memoire involontaire dans 1*oeuvre de Proust. Nous avons aussi pu etablir que, a partir du "Torrent", l'interiorisation du chat dans le personnage d'Arnica donne naissance a l a serie de personnages-temoins aux yeux de chat que l'on retrouve d'une oeuvre a 1*autre, per-sonnages dont l a fonction est de confronter l a mauvaise f o i des person-nages et de debusquer le mal qu'ils s'obstinent a nier. Enfin, en faisant ressortir ce qui, dans l a nouvelle, constituait de l a part de l'auteur une remise en question de sa vocation d'ecrivain dans un climat aussi defavorable que le Quebec des annee3 'AO, nous avons restitue au "Torrent" sa dimension allegorique de meditation sur le drame de la parole, c'est-a-dire l a vocation d'ecrivain percue et acceptee en tant qu'aventure perilleuse mais redemptrice. Dans une premiere lecture axee sur le drame de l a conscience, nous aborderons "Le Torrent" dans l a perspective du c r i de revolte, inspire par un drame personnel, contre une situation d'oppression morale i n -tolerable. En recreant le climat social et religieux du Quebec des annees qui precedent l a nouvelle et en soulignant les homologies entre l'univers romanesque de 1'oeuvre et l a societe contre laquelle l'auteur se rebelle, nous voulons d'abord etablir de maniere concrete les conditions histo-riques et sociales contre lesquelles cette revolte se dirige. Ensuite, nous voulons souligner deux sources d'influence capitales en ce qui con-- 8 -cerne l a vocation d'ecrivain d'Anne Hebert, d'abord, l a philosophie 1 chretienne et esthetique des membres de l'equipe de La Releve en gene-r a l et de Saint-Denys Garneau en particulier, puis, 1'impact de l a guerre qui, ouvrant le Quebec aux idees nouvelles, battit en breche le monolithisme de l a culture canadienne-frangaise. Desormais, non seule-ment l a revolte, mais aussi l a liberation devenait possible* Sur le plan pratique, 1'occupation de l a France en favorisant 1'Industrie du l i v r e au Quebec mettait, pour l a premiere fois, a l a disposition des ecrivains quebecois les moyens de s'exprimer. Nous allons done d'abord parler du besoin de renouveau s p i r i t u e l et artistique qui se manifesta parmi les jeunes intellectuels Chretiens de 1'elite bourgeoise au cours des annees '30 et '40. Ensuite, nous evoquerons le climat de terreur morale auquel ce besoin de renouveau se heurtait et contre lequel les membres de ce groupe s'efforcaient de reagir. Enfin, nous allons faire ressortir ce qui, dans le rec i t , par le biais des rapports entre Claudine et Francois, constitue un requisi-toire contre l a morale janseniste et 1'alienation qui en est le resultat tragique. Notre projet n'est pas de prouver l'appartenance au pays d'une oeuvre marquee par l a crise religieuse qui secouait le Quebec des annees '40, crise vecue personnellement par Anne Hebert. Cette constatation a 1 Revue l i t t e r a i r e et philosophique, fondee en 1934, par un groupe de jeunes intellectuels catholiques, dont Saint-Denys Garneau, militant pour une liberalisation de l a religion et de l'expression artistique. - 9 -deja ete amplement documentee par l a critique.^ Des sa parution, "Le Torrent" est cite comme prototype de l a prise de conscience de 1'aliena-tion fondamentale du peuple quebecois et des causes de cette alienation, c'est-a-dire l a morale janseniste et 1'esprit de peur qu'elle engendre. Dans l a premiere lecture du "Torrent" que nous proposons, notre evocation du climat historique et socio-religieux des annees qui precedent l a creation de cette nouvelle a pour but de decouvrir dans quelle mesure ce climat a influence l a vocation de l'ecrivain et l'oeuvre meme aussi bien au niveau de l'inspiration qu'au niveau de l'ecriture. La prochaine lecture du "Torrent", inspiree par le nom de Perceval, transporte l a recherche des sources de l'oeuvre du Quebec contemporain vers 1'Europe medievale. Perceval evoque le roman breton de l a Quete du Graal. Ce nom donne au cheval nous a incite a remonter aux sources medievales afin de decouvrir l a fonction symbolique que l'auteur l u i confie. Cette recherche qui a revele de frappantes similitudes entre l'histoire de Francois et celle de Perceval—l'enfance sauvage, l'absence de pere, le desir de connaitre autrui, l a responsabilite de l a mort de l a mere, le cheval demoniaque, le femme tentatrice, les themes de l a dispossession, de l a culpabllite et de l a quete de la liber te interieure— confirme que ce nom est choisi de maniere deliberee afin de depasser le cadre etroit de l a nouvelle, d'abolir le temps historique et de sublimer l a quete existentielle de son heros en l'investissant d'un caractere 1 Voir Rene Lacote, op.cit. et Albert Le Grand, "Anne Hebert, de l ' e x i l au royaume," Litterature canadienne-francaise, Conferences J.A. de Seve 1-10 (Montreal: Les Presses de l'Universite de Montreal, 1969), pp. 183-213. - 10 -epique. A ce niveau de lecture, le canevas du roman de Chretien de 1 2 Troyes et celui des Continuations se superposent a celui du f a i t divers evoque au debut. La construction cyclique, l a notion d'aventure, la vision fantastique et les dimensions cosmiques et mythiques, s i caracteristiques du "Torrent", relevent clairement de l a tradition du roman epique. La magie du nom de Perceval convie l a notion d'aventure mystique. Une aventure qui, associee aux mysteres de l a passion du Christ et de l a Redemption, exige le depassement de soi et 1'engagement total et libre -men t choisi a l a poursuite de l a connaissance des mysteres salvateurs. Dans notre etude, nous faisons ressortir que 1'introduction de ce nom aux immenses resonances poetiques dans le recit pitoyable de Francois constitue une tentative de sublimation sur deux plans, celui de 1'aventure spirituelle de Saint-Denys Garneau et celui de l a mission de parole a l a -quelle l'auteur semble s'etre irrevocablement vouee a partir de l a mort de c e l u i - c i . Nous demontrons egalement que ce nom invite le lecteur a comparer deux attitudes religieuses et deux climats sociaux qui deter-minent le succes ou l'echec de l a quete existentielle du heros. Cette comparaison remet en question le sens que l a f o i chretienne, telle qu'elle 1 Le Roman de Perceval ou le Conte du Graal, texte etabli en fran-gais moderne par Henri de Br i e l (Paris: Librairie C. Klincksieck, 1971). 2 Perceval et le Graal. Deuxieme et troisieme Continuation du  Perceval de Chretien de Troyes, transcrit en prose moderne d'apres le manuscrit frangais 12 5777 de l a Bibliotheque nationale par Simone Hannedouche (Paris: Triades, 1968), p. 7. -11-etait pratiquee et vecue au Quebec a l'epoque du "Torrent", donne a l a vie, L'association de ce nom au cheval, qui est le miroir de l a con-cupiscence et de la violence cachees des personnages, evoque les forces psychiques contre lesquelles Francois se heurte dans sa tentative de re-conquete de l'autonomie de sa conscience. Un troisieme chapitre explore plusieurs niveaux de lecture centres sur le dratne de l a parole. Ce drame qui se superpose au drame de l a conscience et a la quete epique est central a l'oeuvre d'un auteur dont chaque nouvelle oeuvre temoigne d'un triomphe sur l a tentation du silence et d'un acte de f i d e l i t e herolque envers une mission sacree. Le drame de l a conscience, qui reflete l'angoisse de l a culpabllite, et l a quete epique, qui evoque 1'obligation de surmonter cette angoisse en l u i portant temoignage, preludent au drame de l a parole. l i s en constituent pour ainsi dire le premier et le deuxieme acte. Ce drame est s i complexe et se joue 1 tant de niveaux de la personnalite que 1'auteur a recours a un 1 procede de str a t i f i c a t i o n afin d'en explorer les diverses facettes. Dans "Le Torrent", le drame de la parole est essentiellement celui du narrateur aux prises avec ses souvenirs et ses demons interieurs. C'est aussi, a un autre niveau, 1'exigence absolue, compliquee par l'angoisse de l a culpabllite, d'une confrontation de soi lucide et impla-cable "sans rien en l u i qui se refuse, se menage ou se reserve, au risque 1 Voir appendice II, p. 146. - 12 -meme de perir." C'est encore l a dangereuse necessite de dedoublement en acteur et en temoin de ce drame afin de pouvoir en porter temoignage. Dans notre exploration du drame de l a parole, nous avons tente de de-montrer que, sulvant un precede partlculler a l'auteur, chacune des facettes de ce drame correspondalt aux elements d'un genre l l t t e r a l r e different. C'est ainsl qu'a l'interieur du cadre de l a nouvelle nous retrouvons, en plus des elements d'une satire noire du jansenisme au Quebec et d'un recit epique, un conte fantastique d'inspiration biblique, un drame psychologique extremement bien observe, un recit policier et une allegorie du role que 1'inconscient et l a memolre involontaire jouent dans 1'inspiration poetique. La derniere lecture que nous proposons aborde "Le Torrent" sous 1'angle du mythe. Le but de notre propos est de decouvrir l a s i g n i f i -cation secrete d'un plan de l a realite qui, parce qu' i l transgresse des tabous, s'exprime a travers l a structure mythique. Nous allons d'abord 2 rendre compte de l'importante etude psycho-critique que Gilles Houde a consacre au langage symbolique et a l a structure mythique du "Torrent", une etude qui associe l a nouvelle aux my thes d'Icare et de Tantale et aux themes de l'ascension et de l a chute. Ensuite, inspiree par 1'etude de 1 Poemes (Paris: Le Seuil, I960), p. 69. Desormais designe par P. 2 "Les symboles et l a structure mythique du Torrent." La Barre  du Jour, no 16, octobre-decembre 1968, pp. 24-46; no 21, septembre-octobre 1969, pp. 26-68. Levi-Strauss sur le my the d'Oedlpe,"*- nous avons applique a l a nouvelle l a g r i l l e structurale q u ' i l a developpee a partlr de ce mythe. Dans l'optlque de son etude, le mythe pose, selon l u i , sur le plan le plus primitif et le plus fundamental, l a question de l'orlglne biologique. II nalt a partir du tabou qui frappe d'interdit toutes allusions ouvertes aux fonctions reproductrlces, aux rapports entre les sexes et a la sexualite. Pour notre etude de l a structure mythique du "Torrent", nous avons done suivi l a methode d'analyse de Levi-Strauss. Ce dernier traduit d'abord les evenements de l'histoire en courtes phrases ou "mythemes", par exemple "Oedlpe epouse Jocaste sa mere," ensuite, 11 identifie les tr a i t s essentiels qui se degagent de ces mythemes, enfin, l i s regroupent ceux-ci, suivant leurs traits communs, en quatre "paquets de relations": les rapports de parente surestimes, les rapports de parents sous-estimes, les monstres et leur destruction et l a d i f f i c u l t e a marcher droit. Selon l u i , ces quatres traits refletent une preoccupation se rapportant aux origines de l'homme: " e s t - i l ne d'un ou de deux, le meme n a l t - i l du meme ou de 1'autre? et a un niveau encore plus primitif, e s t - i l issu de l a 2 terre ou de 1'union d'un homme et d'une femme?" En regroupant les evenements du "Torrent" sous les traits que nous 1 "La Structure du mythe," Anthropologic structurale (Paris: Plon, 1970), pp. 227-255. 2 Voir Claude Levi-Strauss, op.cit.. pp. 232-236. - 14 -venons d'enoncer, nous avons obtenu une structure mythique identique a celle du mythe d'Oedipe. La d i f f i c u l t e a marcher droit qui s'exprime dans le mythe par le biais des noms se retrouve dans le nom de Claudine, 1 derive du l a t i n "Claudius," bolteux. Quant a Francois, nous verrons que dans son recit i l f a i t de nombreuses allusions a la faiblesse de ses jambes. Dans l a tradition archalque, ce theme est associe a 1'impotence. L'association jambes, bas du corps, jupons et sexualite est tres claire dans 1'oeuvre d'Anne Hebert. Nous verrons egalement dans l a lecture consacree au mythe que le theme du bolteux, de l'infirmite ou de la di f -ficulte a marcher revient sans cesse dans son oeuvre. Ce theme et les symboles dont i l s'accompagne expriment l a dispossession fondamentale causee par l a morale janseniste, c'est-a-dire 1'ignorance, l a peur ou le refus de la sexualite. La faiblesse des jambes est une image concrete du desequilibre de l a personnalite cause par cette ignorance, cette peur et ce refus. La depossession d'une sexualite saine et epanouie est a l a racine de 1'alienation des heros empeches d'Anne Hebert. Perrault, le nom de familie de Claudine et par consequent de Fran-cois, son f i l s illegitime, se rattache au meme theme. Perrault peut etre interpret! comme un pejoratif de "pere" ou encore comme un derivatif du 2 mot "pierre" . Ce nom infere aussi bien l a devaluation du role de pere, et done la negation, ou du moins la devaluation, de l a reproduction par 1 Albert Dauzat, Dictionnaire etymologique des noms de familie et  prenoms de France (Paris: Larousse, 1970). 2 Albert Dauzat, op.cit. -15-1'union d'un homme et d'une femme, que l a s t e r i l i t e de l a plerre. Selon nous, l a structure du mythe d'Oedlpe, eclairee par 1'interpretation de Levi-Strauss, est particulierement pertinente a une nouvelle ou 1'absence du pere, l a sensuallte reprimee et l'inceste latent qui debouchent sur le matricide, 1'impotence et le suicide constituent les principaux res-sorts dramatiques. 0 CHAPITRE I LE DRAME DE LA CONSCIENCE Le grand ecrivain est precisement 1*individu exceptionnel qui reussit a creer dans un certain domaine, celui de l'oeuvre l i t t e r a i r e (ou picturale, conceptuelle, musicale, etc), un univers imaginaire, cohe-rent, dont l a structure correspond a celle vers laquelle tend 1'en-semble du groupe. Lucien Goldmann Dans ce premier chapltre, nous allons restreindre l a lecture du "Torrent" a un seul niveau, celui de la crise de conscience qui se reflete dans le propos de Francois. Nous avons trouve necessaire d'evoquer le climat social et religieux des annees '30 et '40 dans le but de rappeler de maniere generale dans quelle mesure celui-ci a inspire sa sombre meditation sur la d i f f i c u l t e d'etre et de vivre dans un climat de s t e r i -1 l i t e intellectuelle et spi r i t u e l l e ou seule, semble f l e u r i r l a fleur 2 veneneuse de l a culpabllite. 1 Cette constatation a ete amplement analysee par l a critique entre autre Rene Lacote et Albert Le Grand. Des les annees '50, "Le Torrent" est cite comme prototype de la prise de conscience de 1'alienation du peuple quebecois et des causes de cette alienation, i.e. l a morale janse-niste et 1'esprit de peur qu'elle engendre: "Des les premiers mots d'un conte terrible et magnifique, dont l a charge symbolique est explosive, Anne Hebert nous insinue l a cle de notre alienation." Jean Le Moyne, Convergences (Montreal, HMH, 1961), p. 15. 2 "Dans ton jardin fleurira une plante extravagante, et tous viendront du bout du monde, guides par un parfum etrange et des terreurs sans nombre." Anne Hebert, "Les invites au proces," Le Temps sauvage (Montreal, Editions Hurtublse/HMH, 1971), p. 165. - 17 -Plus particulierement, nous nous proposons d'aborder a travers 1*etude du contexte historique et socio-culturel de l a nouvelle le dilemme de l'ecrivain qui, s'etant donne pour mission d'exprimer sa verite profonde, est force, pour echapper a l a censure, d'avoir recours au masque mythique et romanesque. La question que nous nous posons porte sur 1'influence du climat religieux et social sur le mode d'expression de l'oeuvre: l a tabulation mythique du sujet et 1'elaboration d'un symbolisme hautement personnel qui risque de n'etre compris que par un petit nombre d 1 i n i t i e s , ont-elles ete dictees par l'impossibilite de s'exprimer clairement et librement a une epoque et dans une societe 1 dominies par un clerge puissant et jaloux de son autorite? LA PRISE DE CONSCIENCE AU QUEBEC "Le Torrent" fut ecrit au milieu des annees '40 qui furent marquees par le regime Duplessis et 1*obscurantisme politique, social et religieux. Des les annees '30, cependant, un vent de revolution tranquille soufflait sur le Quebec: 1 Selon le temoignage d'Anne Hebert, un regime de terreur eccle-siatique se manifestait a 1'epoque "par le pire des fanaticismes sou-vent! Mon frere a vu bruler des livres de Gide, de Roger Martin du Gard...Nous trouvions dans nos boltes aux lettres des feuillets im-priraes contre Mauriac. Nous n'avions que des editions expurgees des auteurs francais les plus classiques, y compris Phedre de Racine! S i j ' a i pu l i r e Le Bateau ivre, a seize ans, ce fut grace a mon cousin, Saint-Denys Garneau. Et encore etais-je dans un milieu exceptionnel-lement l i t t e r a i r e . . . " , cite par Edith Mora, "Trois poetes quebecois (Pilon, Prefontaine, Hebert)," Les Nouvelles Litteraires, 11 mai 1967, p. 9. - 18 -Les annees '30, qui ont vu l a litterature canadlenne murir, ont ete l'epoque l a plus importante de 1'acti-vity critique. (...) Jamais encore on n'avait tant dis-cute litterature, jamais autant de critiques n'avaient souligne les merites et les faiblesse8 des oeuvres nouvelles ni parle de problemes l i t t e r a i r e s . C'est ve-rltablement entre les deux guerres que l a litterature canadienne-francaise a pris conscience d'elle-meme. On assists, en effet, parmi les intellectuels de cette decade, a une tentative, de prise de conscience collective qui se c r i s t a l l i s e r a dans les annees suivantes. Le renouveau se manifeste par l a creation de 2 nombreuses publications l i t t e r a i r e s et politiques affirmant 1'autonomic de l a vie de l'esprit, exprimant des besoins longtemps contenus et re-clamant un renouveau intellectuel. C'est l'epoque ou les Jeunes-Canada prennent conscience de leur heritage historique et culturel et rejettent 1'imitation servile de l a culture frangaise pratiquee par leurs alnes. Ne en 1916, l'auteur du "Torrent" developpe ses dons d'ecrivain 3 a 1'ombre d'un groupe de jeunes catholiques militants qui fonderent La Relive en 1934. Le but de cette revue qui se voulait "parole de salut," 4 c'etait, d'une part, le refus de "l'esprit de peur" inculque par une 1 Guy Sylvestre, Panorama des Lettres canadiennes-frangaises (Quebec: Ministere des Affaires culturelles, 1964), p. 36. 2 Entre autrea, L'Ordre fonde en 1934 par Olivar Asselin, Le Clairon de T.D. Bouchard et Le Jour de Jean-Charles Harvey. 3 II s'agit de Robert Charbonneau, Jean Hurtubise, Jean Le Moyne, Saint-Denys Garneau, Robert El i e et autres jeunes intellectuels d'avant-garde. I l s appartiennent a l a bourgeoisie aisee et s'inspirent des apotres du renouveau catholique frangais: Claudel, Jacques Maritain, Mauriac et Bernanos» 4 Jean Le Moyne, "Saint-Denys Garneau, temoin de notre temps," Convergences (Montreal: HMH, 1961), p. 226. - 19 -education religieuse etroite et mesquine et, d'autre part, l a revendica-tion de l a liberte de conscience. Pour mieux comprendre 1'aspect contestataire et introspectif de 1'oeuvre d'Anne Hebert et de ses contemporains d'un point de vue collec-t i f plutot que personnel, i l est indispensable d'ouvrir une parenthese sur 1'impact cause par l a guerre sur une societe traditionaliste dont le domaine ecarte fut brusquement envahi, apres un isolement seculaire, par des forces qui l u i etalent etrangeres: Les Quebecois ont vecu pendant deux siecles dans une societe unifiee par une conscience religieuse collective, fortement preservee des influences etrangeres nocives. Avec l a guerre de 1939-1945, les frontieres du Quebec disparaissent, le mo-nolithisme de notre culture se disloque, nos compatriotes vont a 1'Stranger, les Strangers, en etres dangereux que l'on redoutait tellement, viennent chez nous, et i l faut bien s'habituer a vivre avec eux.*-Dans un temoignage personnel, Anne Hebert expliquera, plus tard, 1'im-portance de l a guerre en ce qui concerne l'essor de l a vie intellectuelle au Quebec et le mouvement de prise de conscience et de volonte de libe-ration qui se manifests de plus en plus ouvertement a partir des annees '40: "Et ensuite, nous avons pu l i r e des livres frangais sans le deca-lage enorme qu'on nous imposait avant l a guerre. Tout cela a beaucoup 2 aide a notre prise de conscience du besoin v i t a l de liberte." Nous retrouvons dans "Le Torrent" 1'expression symbolique de cer-1 Claude Racine, L'Anticlericalisme dans le roman quebecois (1940- 1965) (Cahiers du Quebec/Hurtubise, HMH, l9>2), p. 171. 2 Voir Edith Mora, a r t . c i t . , p. 9. - 20 -tains elements de ce phenomene. Claudine incarne le monolithisme de l a tradition religieuse du Quebec, tandis que le cheval qui renverse Clau-dine, a l a f i n de l a premiere partie, symbolise, a ce niveau de lecture, les forces de destruction et de liberation contenues dans les idees nouvelles qui, introduites au Quebec par l a guerre, renversent et dis-loquent le monolithisme de l a culture canadienne-francaise d'avant 1940. Quant au drame de Francois, i l reflete celui de l a generation qui precede immediatement celle d'Anne Hebert et dont le representant le plus tragique est Saint-Denys Garneau. En rompant l a solitude seculaire du Quebec, le bouleversement cause par l a guerre permet a l'ecrivain quebecois de prendre conscience de l a situation. II 1'incite a integrer dans son oeuvre les preoccupations de l a societe dont i l est solidaire. Dans "Le Torrent", nous trouvons, transpose dans le champ mythique de l a fable, le drame genere par le con-f l i t entre les valeurs traditionnelles et les forces du renouveau ainsi que l a tragedie d'une liberation trop brusque, trop violente et venue de l'exterieur, apres un trop long passe de honte, d'humiliation, de ser-vitude, de crainte, de haine et de violence rentrees. Les elements de ce drame, tels qu'ils apparaissent dans "Le Torrent" 1 2 et tels que repris dans "Le printemps de Catherine" et dans Kamouraska 1 Conte inclus dans le recueil i n t i t u l e Le Torrent, pp. 123-143. Desormais designe par T_. 2 Kamouraska (Paris: Editions du Seuil, 1970). - 21 -se resument comme tels: les opprimes (Francois, Catherine, Elisabeth d'Aulnieres et par extension le peuple canadien-francais) ont porte trop longtemps leurs chalnes pour etre capables de se liberer eux-memes ou d'assumer leur liberte. Incapables d'agir pour eux-memes, leur libera-tion s'accomplit. par le biais d'une force etrangere (cheval sauvage, la guerre, George Nelson) dont l i s sont complices, et non pas par un geste qui exprime leur verite profonde, engage leur responsabilite et leur con-fere l a dlgnite d'une liberte choisie et gagnee par leur valeur person-nelle. "Je crois qu'elle a peur de sa propre violence," dira Anne Hebert a propos de 1'heroine de Kamouraska, "elle a peur de voir les traces de l'acte supreme de violence qu' i l (son amant) a pu accomplir. Bien qu'elle soit complice, ce n'est pas e l l e qui a fait le geste. Alors, e l l e a peur. El l e a peur d'elle-meme, el l e a peur de cette fureur qui 1 est en ell e et ne s'est pas apaisee." C'est ce meme dilemme qui "pourrit le s o l e i l sur les mains"(T,38) de Francois et le l i v r e a l'angoisse et au desespoir. Dans ces conditions, toute liberation est i l l u s o i r e . Pourrie par " l a peur, l a lachete, le desespoir, l a haine"(J_, 126), e l l e est plus des-tructrice que regeneratrice: Pour qu'un sacrifice porte et donne sa vertu, i l faut que le germe de l a vie ne soit pas detruit et puisse r e j a i l l i r en dehors des blessures salvatrices. Quelle redemption attendre de l'horreur qui nous deforme, de toute l a violence de son genie noue a meme notre printeraps? Ses graines sont dans ce vent qui autrefois nous apportait les parfurns des pommiers, des pechers et des pruniers en fleurs. La peur, 1 Voir Gisele Tremblay, "Kamouraska ou la fureur de vlvre," Le  Devoir, cahier 2, 12 juin 1971, p. 13. - 22 -l a lachete, le desespoir, l a halne fructifient en nous d'une poussee brusque, totale, envahissante qui, en un Instant, se dispense de tout le processus etabli des lentes evolutions de nos vies habitue lies (T_,126). II faudra sept ans et de nombreux poemes,^ qui explorent l a douleur, l a rage, le desespoir et la mort, pour qu'Anne Hebert soit capable de de-passer ce pessimisme et que "les morts hors de moi, assassines," e l l e 2 commence a entrevoir un "refl e t d'aube." Dans "Poesie, solitude rompue," apres avoir constate que "les premieres voix de notre poesie s'elevent 3 deja parmi nous. Elles nous parlent surtout de malheur et de solitude," e l l e peut enfin affirmer sa foi dans le pouvoir redempteur de l a poesie: "Et moi, je crois a l a vertu de l a poesie, je crois au salut qui vient de toute parole juste, vecue et exprimee. Je crois a l a solitude rompue 4 comme du pain par l a poesie." Son oeuvre en prose, rpmanesque et drama-tique, reste cependant, depuis Le Torrent, entierement consacree a l'exploration des ravages que les souvenirs sont capables d'exercer sur une conscience envahie par la culpabilite. Tous les personnages de cette oeuvre, depuis Frangois et Claudine, reflatent divers aspects du drame de la conscience religieuse collective au Quebec t e l qu'exprime par Agnes 1 Parus dans Le Tombeau des Rois (Quebec: Institut l i t t e r a i r e du Quebec, 1953). 2 "Le tombeau des rois," £, p. 61. 3 P, p. 71. 4 P, p. 71. - 23 -Joncas dans Le Temps sauvage: "Je suis nee d'une race de defroques et . de forcats innocents. Tous les dimanches l a maison etait pleine de cures. Nous n'avions qu'a nous taire, surtout les femmes. (...) Tres tot l ' i n -f a i l l i b i l i t e de certains pretres m'a humilie l'esprit et rompu le coeur, tandis que l'on m'attachait l a culpabllite au cou, comme une meule, pour 1 me noyer." LE DRAME DE LA CONSCIENCE RELIGIEUSE AU QUEBEC Ce drame c o l l e c t i f , dont celui de Francois est l a manifestation au niveau de l'individu, semble, d'apres les temoignages contemporains, se c r i s t a l l i s e r autour de "l'esprit de peur" que le groupe de La Releve, apres 1'avoir diagnostique, encourageait ses membres et ses lecteurs a comb attre afin d'acceder a l a liberte. Un esprit de peur qui, se mani-fest ant par le repliement sur soi-meme et par la mefiance de ses propres sentiments, engendre l a s t e r i l i t e affective, intellectuelle et s p i r i -tuelle et done l a stagnation dans le passe: Done, nous avons peur de l'autorite; nous vivons dans un climat magique, ou 11 s'agit, sous peine de mort, au moins, de n'enfreindre aucun tabou, de respecter toutes les formules, tous les conformismes. La peur diffuse dans laquelle nous vivons s t e r i l i s e toutes nos demarches. Si nous ecrivons, i l faut que toutes nos propositions soient justifiables devant de potentiels inquisiteurs; s i nous agissons, i l faut que 1 Le Temps sauvage (Montreal: HMH, 1971), p. 26. Piece en quatre actes creee le 8 octobre 1966 par le Theatre du Nouveau Monde, au Palais Montcalm a Quebec. Le texte integral fut publie dans les Ecrits  du Canada francais. t. 16, 1963, pp. 9-108. Dans l'edition presente, certains passages ont ete supprimes. - 24 -tous nos actes soient mesures a l'etalon traditionnel, i.e. qu'ils soient des repetitions. Nous choisissons le plus sur: ne rien dire, ne rien penser, maintenir. Je me souviens. Un esprit de peur qui est engendre par une "autorite crispee et mono-lithique, qui croit ne pouvoir ceder un point sans risquer de crouler toute entiere. Cette autorite-la se f a i t jusqu'au moment ou e l l e brandit 2 une condamnation; jamais e l l e ne dialogue." Un esprit de peur d'autant plus insidieux que les victimes, t e l Frangois, en sont egalement les complices. Un esprit de peur, enfin, qui, a l a longue tue le sens de l a liberte: Nous nous engendrons mutuellement: paternalisme et escla-vage. Qui n'a jamais su etre libr e , etant inferieur, ne saura etre chef s o r t l du rang. A une autorite crispee correspond un peuple qui a perdu le sens, et jusqu'au goQt de l a liberte. La perte du sens de l a liberte est generale. Encore une fois, cela n'est pas attribuable au catholicisme comme doctrine, mais au catholicisme petite-ment et securitairement vecu. C'est ainsi que les annees '40, qui inaugurent au Quebec une epoque de liberation et d'ouverture sur le monde, produisent "une litterature d'os, 4 de tombeaux, de masochisme et de lourde culpabilite" dont "Le Torrent" 1 Les Insolences du Frere Untel, Preface d'Andre Laurendeau (Mont-real: Les Editions de 1'Homme., 1960), p. 67. 2 Ibid., p. 71. 3 Ibid., p. 71. 4 Claude Jasmin, "Themes de l a litterature recente: Commentaire," Litterature et Societe canadiennes-francai8es, ed. Fernand Dumont et Jean-Charles Falardeau (Quebec: Les Presses de l'Universite Laval, 1964), p. 197. - 25 -est un exemple caracteristique. Cette litterature se caracterise encore, et cela se rattache a "l'esprit de peur." par l'expression d'une poussee d'agressivite dirigee 1 contre 1'image maternelle. Dans l a societe traditionaliste, c'est en effet l a mere qui transmet l'esprit au sein de l a familie. Investie d'un prestige quasi divin. elle perpetue 1'emprise du conformisme c l e r i c a l . II est done fatal que toute tentative de liberation ait pour point de depart l a revolte contre 1'image traditionnelle de l a mere qui est un aspect frappant de l a litterature canadienne-franc,aise des annees '40 et '50: Le sort de 1'image maternelle interesse notre evolution spi r i t u e l l e puisqu'elle est liee a une perturbation de la c i v i l i s a t i o n qui ebranle profondement notre conscience religieuse. De plus, dans notre roman, l a mere est tou-jours, d'une maniere ou d'une autre, une certaine expres-sion de l a divinite, et c'est a travers elle que se structure 1'experience religieuse i n i t i a l e . (...) El l e incarne surtout 1'ensemble des valeurs traditionnelles. Le heros qui conteste son milieu dolt necessairement con-tester l a mere.2 Dans "Le Torrent", nous verrons que l a confrontation avec l a mere marque la transition de l'enfance peureuse a l'etat d'homme. Quant a l a revolte, 1 Voir a ce propos: Soeur Sainte-Marie Eleuthere, "Mythes et Symboles de l a mere dans le roman canadien-frangais," Le Roman canadien-frangais, Archives des Lettres canadiennes, t. I l l (Montreal: Fides, 1971), pp. 197-205 et Suzanne Paradis, "Anne Hebert: Claudine Perrault, Catherine, Lia, Adelaide Menthe, Agnes Joncas," Femme f i c t i v e , femme reelle. Le per- sonnage feminin dans le roman feminin canadien-francais, 1884-1966 ( M o n t r e a l : Garneau, 1966), pp. 129-147. 2 Claude Racine, op.cit., p. 171. - 26 -elle se consomme dans le meurtre. L'assassinat de Claudine exprime le paroxysme de l a revolte contre les valeurs qu'elle represente. Pour conclure notre exploration du drame de l a conscience religieuse collective au Quebec, face aux bouleversements amenes par l a guerre, et pour mieux souligner le caractere de requisitoire qui constitue une des dimensions du "Torrent", nous invoquons le temoignage de Jean Le Moyne: Caracteriser par le clericalisme notre atmosphere religieuse, c'est reconnaitre 1'evidence, c'est exposer une situation dra-matique faite de scandale, d'alienation, de desaffectation, d'amoindrissement, d'ennui, d'usure et de solitude. Cependant 1'imposition clericale semble incapable de rendre d'elle-meme un compte exact ou d'expliquer certaines singularites du com-port ement c o l l e c t i f et 1'effrayante perfection de son emprise sur les esprits. E l l e n'explique pas que ceux d'entre nous qui reussissent a se liberer aillent s i rarement au dela de l a conscience de leur liberation; que l a liberte nous soit une violence tellement epuisante et qu'elle s'affecte d'un expo-sant negatif de revolte et de remords qui l'empeche de s'ou-b l i e r a l a facon des vraies vertus. (...) La solitude et l a liberte ne devraient etre que penibles: elles sont empoison-nees par l a corruption presque inderacinable de la culpablli-t e . 1 Nous retrouvons dans ce temoignage, qui recree le climat religieux du Que-bec au moment de l a jeunesse d'Anne Hebert, l a description de l'univers de durete, de refus et de manipulation des consciences cree par Claudine dans "be Torrent". Un univers dont le narrateur denonce le scandale fondamen-t a l : "L'experience de Dieu m'etait defendue, et l'on voulait faire un pretre de moii Tres tot, je fus detourne de l a saveur possible de Dieu" (T,56). 1 Convergences (Montreal: HMH, 1961), pp. 53-54. - 27 -LE DRAME DE FRANCOIS Dans "Le Torrent", au niveau de lecture que nous explorons i c i , Anne Hebert denonce les consequences tragiques d'une education dominee par l'esprit de peur. La revolte de Francois se dirige contre les i n -fractions commises par Claudine contre sa conscience, A l a f i n , bien que vaincu par des forces qui le depassent, i l echoue dans sa lutte pour reconquerir l'autonomie de sa conscience, i l reussit neanmoins a porter temoignage sur les symptomes et l'origine de son mal. Dans ce sens, le sombre recit de Francois peut etre qualifie de parole de salut car son temoignage, qui reflete les inquietudes de toute une generation, illumine le drame de ceux qui appartiennent a cette generation. Le theme de la depossession de l a connaissance de Dieu, de soi et du monde, resultat tragique du v i o l de l a conscience, qui constitue le leitmotiv du propos de Francois, f a i t echo aux preoccupations philosophiques des membres de 1 La Releve et, plus particulierement, a celles de son cousin et mentor Saint-Denys Garneau: "Et cependant dresse en nous/Un homme qu'on ne peut pas abattre/Debout en nous et tournant le dos a l a direction de nos re-gards /Debout en os et les yeux fixes sur le neant/Dans une effroyable 2 confrontation obstinee et un defi." 1 "De Saint-Denys Garneau etait mon cousin. Nous habitions l a meme campagne.' La meme campagne et le meme ete. II habitait le paysage. Nous avons mis nos royaumes en commun: l a meme campagne, le meme ete. J'etais l a plus petite. II m'apprenait S voir l a campagne." Anne Hebert, "De Saint-Denys Garneau et le paysage," La Nouvelle Releve, vol. I l l , no 9, dec. 1944, p. 209. 2 Poesies completes (Montreal: Fides, 1949), p. 212. - 28 -C'est ce theme, celui de l a depossession du monde, qui domine l a premiere partie du "Torrent". II s'annonce des la premiere phrase— "J'etais un enfant depossede du monde"(T_,9). La deuxieme phrase pose en termes concrets, se rapportant a l'univers immediat du narrateur, le probleme de l a faute originelle et de l a predestination qui est a l a racine de la pensee janseniste: "Par le decret d'une volonte anterieure a l a mienne, je devais renoncer a toute possession en cette vie"(T_,9). La depossession du monde, dont Francois se sent victime, contlent une tri p l e interdiction portant aussi bien sur l a connaissance du monde que sur l a connaissance d'autrui, mais surtout sur l a connaissance de soi-meme. Cette interdiction vise a le depouiller de sa conscience propre afin de le li v r e r a 1'emprise de l a volonte maternelle: "Je particlpais de ma mere, t e l un ou t i l dans ses mains"(T,10). Ce theme a pour corollaire celui du v i o l de l a conscience par le 1 regard. Le refuge de la vie interieure est penetre de force par un regard hostile qui en devoile les secrets: "Ma mere me f i x a i t sans mere! et moi je ne parvenais pas a me decider a l a regarder",(T_,ll). Ce v i o l du regard accompagne les etapes de l a destruction progressive de l a consci-ence du narrateur. Au seuil de 1'adolescence-;-"J'allais avoir douze ans" (T_,12)—, apres l'echec de l a tentative "d*aller a l a rencontre d'un 1 Ce theme est repris neuf fois dans "Le Torrent": T, pp. 11,18-19, 50-53,58,59,60,61,63 et 65. II est implicite dans l'ordre de Claudine: "Francois, regarde-moi dans les yeux..." et conceptualise par le c r i de Francois: "Mon ame est violee"(T,60). C'est le theme dominant de l a deuxieme partie. L'angoisse de l a culpabllite, l a terreur d'etre de-couvert et 1'alienation en sont les corollaires. - 29 -visage d,homme"Cr,l4), l a resistance de l'enfant est brisee. II suc-combe a l a force du regard omniscient qui se plonge dans le sien: Au comble du trouble de voir que ma mere avait pu deviner un desir que je ne l u i avals jamais confie, je leva! les yeux sur e l l e , semblable a quelqu'un qui a perdu tout controle de sol. Et, c'est mes yeux egares retenus dans les siens, que se derou-l a tout l'entretien. J'etais paralyse, magnetise par l a grande Claudine (T_,18-19). Ce v i o l de sa conscience marque un point tournant dans l a pro-gression du drame de Francois. La prise de possession de son regard sert de prelude a l a prise de possession de son destin d'adulte. P r i -ve de sa volonte propre par 1'emprise du regard maternel qui usurpe son droit de controler ses propres pensees, l'enfant se volt condamne a une vie de sacrifice et de renoncement perpetuel. Dans le dlscours de Claudine, le rapt de l'avenir de Francois est souligne par un brusque changement de temps du verbe. E l l e passe sans transition du present— "Tu es mon f i l s . " — a u futur: "Tu combattras 1'instinct mauvais, jusqu'a l a perfection. Tu seras pretre!"(T,19). Au seuil de l'age adulte—"J'avais dix-sept ansI"(T_,25)—, l ' a -dolescent tente pour l a premiere fois de reprendre possession de son regard, c'est-a-dire de sa conscience. II pulse l a force de confronter du regard 1'agent de sa destruction grace a un court intervalle de l u c i -dite qui l u i permet de prendre conscience de ses sentiments profonds: "Je ne bronchai pas. Je regardai ma mere et l a certitude s'etablissait en mdi, irremissible. Je me rendis compte que je l a detestais"(T_,27) . Un court instant, a l a lumlere de cette revelation, i l constate sa propre - 30 force face a l a decouverte du point vulnerable de son adversaire. La denonciation du secret honteux de Claudine qui expose au grand jour l a motivation profonde de toutes ses actions—"Tu fais mieux de ne pas compter sur moi pour te redorer une reputation... . " C r , 2 8 ) ~ f a i t chanceller le mythe de la toute puissance maternelie: "Je vis le sang monter au visage de ma mere, couvrir son front, son cou hales. Pour l a premiere fois, je la sentis chanceler, hesiter. Cela me faisait un extreme plaisir"(T_,28). Mais lorsque Claudine bondit vers l u i , son trousseau de clefs a l a main, l a ferocite de sa reaction et l a premonition d'un avenir t e r r i f i a n t , l i e de maniere indelebile au destin de sa mere, l u i font entrevoir l a f u t i l i t e de sa tentative de reconquete de sa conscience et de son destin. Tandis qu' i l succombe a la f a t a l i t e , le processus de de-possession entrepris par Claudine s'affirme une fois de plus par l a violence: Ma mere bondit comme une tigresse. Tres lucide, j'ob-servais l a scene. Tout en me reculant vers l a porte, je ne pouvais m'empecher de noter l a force souple de cette longue femme. Son visage etait tout defait, presque h i -deux. Je me dis que c'est probablement ainsi que l a hai-ne et l a mort me defigureraient un jour. J'entendis t i n -ter le trousseau de clefs. E l l e le brandissait de haut. J'entrevis son eclat metallique comme celui d'un eclair s'abattant sur moi. Ma mere me frappa plusieurs fois a la tete. Je perdis connaissance (1,28). La perte de connaissance se situe aussi bien au niveau de l a realite physique qu'au niveau de la realite psychique, au sens l i t t e r a l qu'au sens figure tandis que l a perte de l'oule complete le cycle du rapt de la conscience par le regard, perpetre par Claudine au cours de l'enfance de Francois. L'infirmite physique est le signe exterieur de l a mutila-tion psychique. Le trousseau de clefs qui en est 1'instrument symbolise - 31 -les interdictions qui pesent sur l'univers s t e r i l e de Claudine. L'episode de l a surdite marque la transition entre le desir d'une vie dirigee par l a volonte libre et consciente, c'est-a-dire eclairee par l a connaissance de soi, et l a condamnation a une vie submergee par les forces chaotiques des instincts refoules dans 1'inconscient: "A partir de ce jour, une f i s -sure se f i t dans ma vie opprimee. Le silence lourd de l a surdite m'en-vahit et l a disponibilite au reve qui se montrait une sorte d'accompagne-ment. Aucune voix, aucun bruit exterieur n'arrivait plus jusqu'a moi" (T_, 29). Des lors, Frangois vit dans l a terreur mais aussi dans l a fasci-nation des sentiments qu'il sent s'agiter en l u i et sur lesquels i l n'a plus aucun controle. L'oeuvre l i t t e r a i r e , c'est-a-dire le recit de son drame, devient possible a partir de cette liberation des voix interieures. Nous verrons aux chapitres suivants comment, sous l a poussee des reves qui envahissent une vie exterieure figee desormais dans le passe et les desirs de vengeance, les instincts refoules renversent l a raison et detruisent les inhibitions. Nous verrons egalement, comment l'auteur transpose ce drame interieur sur le plan exterieur, par le biais de Perce-val, "ce cheval, quasi sauvage"(T,31) qui apparaft brusquement dans le recit peu apres 1'episode de l a surdite et disparalt tout aussi brusque-ment apres avoir renversee Claudine. Cet animal, qui symbolise au meme ti t r e que le torrent, l a violence des instincts trop longtemps refoules, a pour mission d'accomplir l a liberation par le matricide dont Francois est incapable d'assumer l a responsabilite. Nous verrons enfin que, pour cette raison, la liberation de la bete et l a mort de Claudine constituent le noeud de 1'action dramatique. A partir de ce noyau central, l a narra-- 32 -tion consiste, d'une part, en une remontee consciente dans le passe (premiere partie) et, d 1autre part, en une descente dans le gouffre de i 1'inconscient (deuxieme partie). Cet episode marque l a transition entre les deux actes du drame: celui du v i o l et de la destruction de l a consci-ence et celui de l a lutte de l a conscience ravagee contre les demons du passe. II sert d'introduction a l'exploration de l'enfer vecu de l a culpabilite et de 1'alienation. Afin de mieux explorer l a realite psychique que recouvre le theme du v i o l de l a conscience par le regard, nous allons aborder brievement l a question de l a valeur symbolique accordee dans 1'oeuvre qui precede "Le Torrent" aux equivalences: yeux, fenetre, miroir, surface de l'eau et, au-dela du regard, coffre, secretaire, chambre, maison,tombe, gouffre et fond de l'eau. Dans l a symbolique d'Anne Hebert, les yeux comme le visage, cons-1 tituent "cette felure dans le mystere" de l a vie secrete du subconscient. C'est pourquoi, dans "Le Torrent", le theme de l a depossession, qui pre-lude a celui de 1'alienation, se deroule sous le signe du v i o l de l a conscience par le regard. D*apres le code de correspondances poetiques elabore par Anne Hebert, les yeux correspondent, sur le plan des objets de l a vie quotidienne, d'une part, a la vitre qui permet de voir a l'interieur de l a maison ou de l a chambre secrete—"Visage a l a fenetre/ Evocation/Du mystere/De l a maison:/Figure de son drame,/En garde/Dans le 1 Les Songes en equilibre (Montreal: Edition de l'Arbre, 1942), p. 21. Desormais designe par S.E. - 33 -1 vent." — , d'autre part, au miroir qui permet l a connaissance de soi: "Un miroir, elle qui en voulait tant un! (...) Emllie pour l a premiere fois fai t l a rencontre de son visage..."(T,120). Sur le plan cosmique, les yeux correspondent a l a surface opaque ou limpide qui recouvre le fond de l'eau, symbole de l'inconscient, source secrete de l a vie af-fective: "Eau, mot limpide,/Fontaine souterraine,/Source dans notre 2 coeur/Et au bord des c i l s . " Les yeux refietent nos emotions ou les cachent, telles les vagues a l a transparence trompeuse: Et souvenir de cet mur dresse/Qui monte et s'ecroule,/ Transparent comme une vitre/A travers laquelle on croyait/ Pouvoir connaltre/Tout le fond de 1*Ocean:/Polssons aveu-gles,/Forets marines,/Palais ouvres de corail./La vague s'est brisee/Et l'on n'a rien vu a travers/Que sa trans-parence. ^  Dans "L'oiseau du poete" Anne Hebert souligne encore 1'importance de ce sanctuaire inviolable ou reposent "Les tresors abandonnes/(Toutes les 4 merveilles du subconscient)." qui constituent "La part du monde/Qui 5 nous a ete reserved" En forcant Francois a plonger son regard dans le sien, Claudine se livre au pillage de l'intimite l a plus sacree de son 1 S.E.. p. 22. 2 Ibid., p. 56. 3 Ibid., pp. 72-74. 4 Ibid;.,,.,, p. 152. 5 Ibid. , p. 153. - 34 -f i l s avant meme qu'il ait pu en prendre lui-meme connaissance. Far ce v i o l , qui est a la racine de 1'alienation de Francois, e l l e usurpe le pouvoir de Dieu et, s'emparant d'une partie de l a conscience du f i l s des-tine a l a continuer, le force a communiquer avec e l l e , plutot qu'avec lui-meme. Dans la deuxieme partie du "Torrent", Arnica, l a femme que le narrateur va chercher pour refaire son malheur, symbolise l a partie de sa conscience divisee qui, en interiorlsant le role nefaste de Claudine, devient 1'agent d*auto-destruction de son "moi" en l u i interdisant le retour a la grace, c'est-a-dire a 1'integration harmonieuse de toutes les facettes de son "moi": Elle usurpe mon role d'auditeur premier. Je communi-que ayec e l l e au li e u d'avec moi. Mon ame est violee. On m'avait dit que Dieu seul avait ce pouvoir et ce droit. L'arret supreme sera prononce par une droles-se. En ce moment, je voudrais croire en Dieu, en sa droiture terrible et sa parfaite grandeur. Que l u i me confesse et m'absorbe en ma verite. Pas cette f i l l e ! Pas cette miserable n u l l i t e ! Le diable est done bien puissant et je suis son complice (T_,60), Au niveau de lecture que nous explorons dans ce chapitre, i l semble que l'auteur, par le biais de Francois, denonce d'une part l'effet des-tructeur du controle excessif qu'un clerge retrograde exerce sur les consciences au moyen de l'enseignement en general et du sacrement de penitence en particulier et d'autre part, l a complicite de ceux qui, se laissant infecter par l'esprit de peur, se soumettent a cette tyrannie exterieure au lieu de suivre leur verite interieure. A l a f i n du recit de Francois, 1'image qui reste apres l a dis-solution des souvenirs dans les eaux du torrent, est celle de sa mere en - 35 -tant que violatrice de l a conscience. Cette image qui appartient a l a realite tragique du passe du narrateur indique qu ' i l est incapable de s'en liberer. Dans cette situation sans issue, le seul choix qui reste a cet homme, profondement detruit par la culpabilite et 1'interdiction d'etre et de vivre, est d'assumer son passe et son destin tragique entre-vu des l'enfance: "J'attendais je ne sais quelle tourmente qui balaierait tout, m'entrainant avec ma mere, a jamais l i e a son destin funeste"(T_,13-14). En allant au devant de "1'integration definitive de l a furie des chutes"(J_,57), du "plus profond ablme en moi-meme"(T_,57) qui est le desir de la mort, vers le "denouement, l a fuite extreme en sol, en mon des-espoir" (T_, 57) , Francois choisit de vivre jusqu'au bout une tragique aventure interieure dont nous retrouvons des echos dans le scenario du film Saint-Denys Garneau; "Cet homme a vecu son aventure interieure jusqu'a l'eclatement de sa solitude dans l a mort, parmi nous, face a nous, contre nous, et sa voix nous atteint comme l a premiere grande voix, a quel 1 prix delivre de notre pays obscur et sllencieux." Dans "Le Torrent", l a tyrannie arbitraire de Claudine reflete, sur un plan general, le monolithisme de la culture theocratique qui regnait aui-Quebec dans les annees '30 et '40. Perceval represente les idees nouvelles apportees par la guerre qui renversera cette culture. Sur un plan plus particulier, l'impitoyable analyse du processus de destruction de l a conscience, centrale a la nouvelle, constitue un requisitoire contre 1 "Saint-Denys Garneau," Commentaire du film de 1'Office National  du Film, dans Rene Lacote, Anne Hebert (Paris: Seghers/Collection Poetes d'aujourd'hui, 1969), p. 133. - 36 -l'abus de pouvoir exerce par certains educateurs. Le pouvoir de choc de l a trouvaille du theme de l a depossession par le v i o l de l a conscience, dramatise le caractere aussi criminel qu'intolerable de cet abus. L'in-tensity douloureuse de l a colere qui vibre dans cette denonciation, semble indiquer, au-dela de l a manifestation d'une conscience sociale revoltee, 1'expression d'un drame intensement vecu. La lecture comparative du "Torrent" et du scenario du film "Saint-Denys Garneau", ecrit quelques annees plus tard, nous renseigne a ce sujet. La mort a 31 ans du re-present ant le plus doue et le plus tragique de cette generation prise entre le besoin de se liberer et " l a corruption presque inderacinable de la culpabllite," inspire sans doute, l a nouvelle ecrite au cours de l'hiver et du printemps suivant. Une mise au point s'impose i c i . Francois n'est pas Saint-Denys Garneau et son recit n'est pas une biographie deguisee du poete. Comme tout personnage f i c t i f , Francois est une composition hybride a laquelle 1'auteur confie l a mission de porte-parole de l a generation que Saint-Denys Garneau representait. La mort du poete inspire "Le Torrent", en ce sens que, selon nous, c'est le choc de cette mort prematuree qui declanche d'une part, l a denonciation passionnee du regime de terreur morale qui sevissait a 1'epoque et d'autre part, force 1'expression publique de "ce que les plus malheureux d'entre nous etouffent tout bas 1 dans l a honte de sol et l a terreur d'etre engloutis vivants." En effet, 1 Borduas, "Le Refus global," in "Annexe II , " Histoire de l a l i t t e - rature canadienne-franchise (Paris: Les Presses Universitaires de France, 1967), p. 278. - 37 -"Le Torrent" continue 1*oeuvre de Saint-Denys Garneau en ce sens qu' i l remplit l a meme fonction. Le recit de Francois prend l a releve de son temoignage troublant sur un malaise general mais etouffe par ignorance. par peur ou par incapacity de communiquer. Parce qu'ils ont le courage de confronter leurs inquietudes existentielles, le temoignage du heros romanesque et celui du poete quebecois eclairent les consciences et provoquent l a remise en question d'une situation intolerable: Des consciences s'eclairent au contact vivifiant des poetes maudits: ces hommes qui sans etre des monstres osent exprimer haut et net ce que les plus malheureux d*entre nous etouffent tout bas dans l a honte de soi et l a terreur d'etre en-gloutis vivants. Un peu de lumiere se fa i t a l'exemple de ces hommes qui acceptent les premiers les inquietudes presentes, s i douloureuses, s i f i l l e s perdues. Les reponsesqu'ils apportent ont une autre valeur de trouble, de precision, de fraicheur que les sempiternelles rengaines pro-posees au pays de Quebec et dans tous les semi-naires du globe.1 En reponse a notre question sur 1'influence de l'epoque sur le mode d'expression, nous concluons que, dans "Le Torrent", 1'elaboration d'un langage symbolique hermetique qui s'imposait a une epoque ou sevis-sait l a censure, est egalement 1'expression d'un temperament poetique capable de percevoir une autre realite au-dela de celle du monde percu par nos sens. Nous verrons dans les pages qui suivent que les symboles auxquels Anne Hebert a recours sont pulses aux sources meines de son univers: l a religion, l a litterature medievale et contemporaine, la tradition populaire, les objets familiers de la vie quotidienne et le 1 Ibid., p. 278. - 38 -paysage de son enfance. De plus, du temoignage meme de 1'auteur, le depouillement et l a rigueur qui caracterisent son ecriture, sont une manifestation de 1'influence de l a moralite janseniste qu'elle denonce: "Mais tout en souffrant du veritable jansenisme moral qui a tellement pese sur tous ceux de ma generation, je l ' a i transfere dans le langage. Je me suis rendue compte que ce jansenisme de notre education, contre lequel je me revoltais en ecrivant, je l'avais en moi: et c'est mon 1 sens de rigueur dans l'ecriture." C'est precisement a partir de l a tension entre l a rigueur confinante de l'ecriture et le dechainement d'une imagination debridee que nalt le caractere cauchemaresque de violence controlee sur le point d'explosee qui distingue l'oeuvre en prose d'Anne Hebert et qui sera personnifie plus tard par le personnage de George Nelson dans Kamouraska. Enfin, sur le plan de l a motivation ethique de l'oeuvre, c e l l e - c i releve d'un sens religieux developpe et exigeant. Ce sens, bloque par le caractere conventionnel des pratiques religieuses de son epoque est reporte sur l a vocation d'ecrivain de 1'auteur et l u i confere son ca-ractere de morale intransigeante et de mission sacree de redemption par la parole: "II (1'artiste) remplit son role, et accomplit ce pour quo! i l est au monde. II doit se garder d'intervenir, de crainte de fausser sa verite interieure. (...) II serait tellement plus facile et rassurant de l a diriger de l'exterieur, afin de l u i faire dire ce que l'on voudrait 1 Edith Mora, a r t . c i t . , p. 9. - 3 9 -bien entendre. Et c'est a ce moment que l a morale Intervient dans 1 l'art, avec toute sa rlgoureuse exigence." 1 P, p. 70. CHAPITRE II LA QUETE EPIQUE DE FRANCOIS Face a celui dont l a joie s'est perdue "sous les pieds d'un Stranger qui prend une rue trans-versale" -t. entreprendrons-nous l a patiente, dure, ardente quete de nos droits de vivants, de nos pouvoirs de poete a meme l a terre des hommes. Anne Hebert Chez Anne Hebert le pouvoir evocateur des noms sert a l a fois d'indice et de li e n . D'indice au lecteur, l'invitant a decouvrir un sens cache par dela les donnees immediates du recit et de l i e n entre le monde visible et le monde invisible, entre l a realite presente que 1'oeuvre decrit et 1'heritage culturel dont cette realite est tribu-taire et dont 1'oeuvre se nourrit et auquel e l l e nous refere. Perceval, le nom du cheval, evoque l a quete du Graal, symbole universel des aspirations humaines au depassement de soi: "Perceval qui poursuit inlassablement sa recherche du Chateau du Graal, dispensateur des connaissances spirituelles, est un pionnier et sa quete hardie et 1 fervente est aussi l a notre." Dans "Le Torrent", cependant, l'auteur 1 Perceval et le Graal. Deuxieme et troisieme Continuations du  Perceval de Chretien de Troyes. transcrit en prose moderne d'apres le manuscrit frangais 12 5777 de l a Bibliotheque nationale par Simone Hannedouche (Paris: Triades, 1968), p. 7. 40 -- 41 -cholsl d'attribuer ce nom au cheval sauvage, par le blais duquel Francois tue sa mere. En associant le nom de Perceval, symbole unlversel du depassement de sol a l a "bete" sur laquelle le heros transfere ses i n -stincts dechafnes de haine, de violence, de revolte et de sexualite exacerbees par un trop long refoulement, l'auteur conjure 1'evocation de l'envers de l a quete du Graal, c'est-a-dire, les forces obscures aux-quelles le heros qui entreprend l a "conquete interieure de ses moyens de vie et d'expression" se heurte "jusqu'a l'eclatement de sa vertu de 1 vivre." La construction circulaire et cyclique de l a nouvelle prete au "Torrent" un caractere onirique d'une remarquable densite qui, selon nous, tend a reproduire, a l'interieur du temps et de l'espace lineaires et conventionnels de 1'oeuvre l i t t e r a i r e , l a vision panoramique qui est supposee se derouler dans l'esprit de maniere quasi instantanee au 2 moment de l a mort. Cette interpretation explique les anomalies tempo-1 Voir Rene LacSte, op.cit., p. 127. 2 "Chez des personnes qui voient surgir devant el l e s , a l'impro-viste, l a menace d'une mort soudaine, chez 1'alpiniste qui glisse au fond d'un precipice, chez les noyes et chez les pendus, i l semble qu'une conversion brusque de 1*attention puisse se produire, quelque chose comme un changement d'orientation de l a conscience qui, jusqu' alors tournee vers l'avenir et absorbee par les necessites de l'action, subitement s'en desinteresse. Cela s u f f i t pour que mille et mille details 'oublies' soient rememores, pour que l'histoire entiere de l a personne se deroule devant e l l e en un mouvant panorama." Henri Berg-son, La Pensee et le mouvant, essais et conferences (Paris: Librairie Felix Alcan, 1934), pp. 192-193. 42 r e l i e s — o n passe sans transition d'un temps de verbe a 1'autre—d'une narration retrospective qui semble neanmoins etre ancree dans le present, et l'etrange impression d'irrealite et de detachement ou d'eloignement dans l a passion qui domine le recit a l a premiere personne. A partir des intuitions et des revelations que 1'auteur nous livre de maniere implicite par le biais du narrateur, nous allons maintenant tenter, a l a lumiere des eclaircissements que nous livrent 1'etude du 1 Perceval de Chrestien de Troyes et celui des Continuations, d'explorer l a dimension epique que le nom de Perceval confere au "Torrent" afin d'en decouvrir l a signification profonde. PERCEVAL ET LA QUETE DU GRAAL La brusque introduction de Perceval, vers l a f i n de l a premiere partie du "Torrent", jette le lecteur en plein mystere. Get animal mysterieux au nom insolite souleve plusieurs questions laissees en suspens. Qui est Perceval? D'ou vient-il? Quelle est sa mission? Ou v a - t - i l et qu'advient-il de l u i une fois libere? Telle est l'enigme que l a bete fabuleuse pose au lecteur par le biais du narrateur: "(Ah! Perceval, qui etiez-vous done?) "(T_, 51) . 1 Le Roman de Perceval ou le Conte du Graal de Chrestien de Troyes etant inacheve, des auteurs anonymes continuerent le re c i t . II existe trois Continuations datees du debut du XHIe siecle. Etant donne le cadre contemporain de notre etude, nous avons eu re-cours aux textes etablis en francais moderne. - 43 -Sur le plan de l a chalne evenementielle, Perceval est un "cheval quasi sauvage (qui) ne se la i s s a i t pas mater par la grande Claudine qui en avait dompte bien d'autres"(T,31). II a sans doute ete achete pour remplacer le "vieux cheval, Eloi"CT,14), mort a l a tache. Sur le plan de 1'action dramatique, son arrivee, au moment ou Francois se prepare a l a terrifiante necessity d'une nouvelle confrontation avec Claudine, permet au heros de se liberer en evitant l a responsabilite de son acte. La liberation par procuration et le refus de l a responsabilite font rebondir l'action qui est transposed sur le plan interieur. Le heros delivre de l a presence physique de sa mere devient l a prole de ses demons interieurs et se debat contre les voix qui l'accusent. Sur le plan de l a vie interieure, l a bete furieuse f a i t fonction de miroir. Elle est 1'image exteriorisee de ce que Francois cache au fond de sa conscience, i.e. les sentiments de haine et de rage qui le secouent jusqu'a l a raclne de son etre. Le spectacle de cette revolte indomptable, qu' i l voudrait faire sienne mais dont i l se sent incapable, l u i f a i t prendre mesure de sa propre lachete: "Cette bete fremissante ressemblait a l'Stre de fougue et de passion que j'aurais voulu incarner. Je l'enviais. J'aurais voulu l a consulter"(T,31). Sur le plan de 1'intention de 1'auteur, le nom confere au cheval permet de faire eclater le cadre etroit de l'hlstoire sordide d'une fille-mere assassinee par son batard. Le nom de Perceval invite le lecteur a 1'etude d'un sens mysterieux qui depasse les donnees immediates de l a narration de Francois. Perceval est un nom qui evoque le passe - 44 -lointain de l a chevalerie et la quete mystique du Graal, ce mythe aussi prestigieux que mysterieux qui est le symbole des aspirations humaines vers 1*ideal et qui invite l'homme a se depasser lui-meme. "Le Torrent" comme Le Roman de Perceval ont pour point de depart le motif de l a depossession. Perceval le Galois et Francois Perrault sont des enfants depossedes du monde. "Le f i l s de l a dame veuve de l a 1 foret profonde et deserte" et le f i l s de Claudine passent les premieres annees de leur vie dans l'isolement et 1'ignorance sous 1'emprise de meres figees dans un role de depossedees durci en une volontaire alienation qu'elles imposent a leur f i l s . Parvenus a l'age d'homme, l'un comme 1'autre heros, mus par l a violence de leurs desirs refoules, sont l a cause indirecte de la mort de la mere dont i l s veulent se liberer. Des lors, apres l a premiere ivresse de la vie nouvelle, en depit de l'energie sauvage qu'ils mettent a se fuir et a ecarter les pensees importunes, 1*image de l a mere etendue remonte 3 leur memoire et les obsede. Tous deux tomberont victime, alors, d'un etat de de-pression semi-physique qui est cause par leur desarroi interieur et qui reflete leur decheance s p i r i t u e l l e : "L'histoire narre que Perceval avait s i bien perdu l a memoire qu'il ne se souvenait plus de Dieu. Cinq mois de mai successifs passerent, cinq annees entieres, sans qu'il 2 adorat Dieu et sa Croix." Francois exprime de maniere plus dramatique 1 Chrestien de Troyes, Le Roman de Perceval ou le Conte du Graal, texte etabli en frangais moderne par Henri de Briel (Paris: Librairie C. Klincksieck, 1971), p. 10. 2 Ibid., p. 85. - 45 -les memes symptomes de disorientation temporelle et s p i r i t u e l l e : "Je n'ai pas de point de repere. Aucune horloge ne marque mes heures. Aucun calendrier ne compte mes annees. Je suis dissous dans le temps. Regle-ments, discipline, entraves rigides, tout est par terre. Le nom de Dieu est sec et s'effrite"(T,36). Cependant, l a difference fondamentale de caractere et de motiva-tion qui separe l a mere de Perceval de celle de Francois—difference qui reflete l'esprit de 1'epoque ou l i s vivent—aura une influence determi-nante sur le destin respectif de leur f i l s . Perceval, qui a connu 1'amour et l a tendresse d'une mere mal avisee, mais vertueuse, dont 1'influence bienfaisante se continue au-dela de l a mort, est capable, le moment venu, d'accepter l a grace et d'acceder au repentir, conditions du depassement de sol: Mon Ami, un peche que tu as commis, sans le savoir t'a porte malheur. Tu as cause un grand chagrin a ta mere quand tu l'as quittee. E l l e s'est evanouie devant le pont-levis qui gardait le p o r t a i l , et e l l e est morte de douleur. En punition du peche que tu as commis, tu n'as pas pose de questions au sujet de l a lance et du graal, et maints malheurs en sont decoules pour t o i . Sache bien que tu n'aurais meme pas vecu jusqu'a ce jour s i ta mere ne t'avait pas recommands a Dieu, mais sa priere a eu tant de puissance que Notre Seigneur, a cause d'elle, a eu p i t i e d e t o i et t'a protege de l a prison et de l a mort. Francois qui n'a connu que l a durete et le refus, de l a part d'une mere dechue qui le sacrifie a son orgueil, ne croit pas a l a misericorde divine ou humaine et reste seul en lui-meme, prisonnier de son propre 1 Ibid., p. 88. - 46 -drame qu'il ne parvient pas a depasser. Francois est d'autant plus seul que la rencontre d'autrui, qui marque un tournant decisif de l'evolution du destin de chacun des heros, se solde pour l u i par le spectacle de l'avilissement de l'homme et par l a revelation de l'opprobe qui pese sur l u i et du destin que l u i reserve Claudine. Quant a Perceval, l a rencontre d'autrui l u i offre une image d'homme, l a plus noble qui soit a son epoque: "Je n'avals jamais au-paravant vu aucun chevalier, assura le jeune homme, je n'en avals meme pas entendu parler, mais vous etes plus beau que Dieu. Comme je voudrais 1 etre comme vous, aussi br i l l a n t et aussi beau!" La rencontre du chef des chevaliers non seulement inspire sa vocation chevaleresque et l u i revele l a noblesse de ses propres origines, mais el l e determine le caractere sacre de sa mission. A partir de ce moment, plusleurs per-sonnages nobles et misericordieux l u i serviront de modeles et le guideront de leurs conseils vers le plus haut accomplissement de l u i -meme. C'est pourquoi, lorsque les deux heros sont mis en accusation et sont confronted par les consequences fatales de leurs actesr-Perceval 2 par "La Laide Demoiselle" et Francois par Arnica, son temoin imaginaire— le premier accepte l a responsabilite de ses actes mais refuse la de-sesperance de leur pretendu caractere irremediable tandis que le second 1 Chrestien de Troyes, op.cit., p. 11. 2 Ibid;, p. 66. - 47 -se fige dans 1'alibi de 1'ignorance et de l a fa t a l i t e , s'enlisant ainsi dans la culpabilite. A partir de ce tournant decisif, Perceval choisit l a voie de l a Vie et de l a liberte en decidant malgre tout de pour-suivre sa quete. Le destin de Frangois, par contre, a partir de son 1 choix fatidique, suivra celui de Gauvain,, le heros antithetique du Roman de Perceval, dont l a voie conduit a l'esclavage, a l'humiliation et a l a mort. Apres le depart de "La Laide Demoiselle",qui dit tout ce qu'il faut pour plonger les heros dans le desespoir et qui est l a tentation par excellence - celle de 1'abandon, du neant^Perceval, seul parmi les chevaliers de l a cour du Roi Arthur, reprend l a quete d i f f i c i l e tandis que les autres succombent aux mirages qu'elle leur f a i t miroiter pour mieux les perdre. Gauvain, l u i , s'achemine vers le chateau de l a 2 Tromperie et de 1'Illusion ou "une f i l l e demoniaque" l'abreuve de sarcasmes et d'humiliations et jure sa perte pour se venger de ses propres malheurs: " J ' i r a i s ensuite avec vous jusqu'a ce que vous ren-3 contriez le malheur, l a honte et l a tristesse en ma compagnie." 1 Le Roman de Perceval est construit en dyptique. II contient les aventures alternees de deux chevaliers en contraste marque l'un avec l'autre; Perceval et Gauvain. "Gauvain est un personnage sta-tique. D'un episode a l'autre, i l ne cherche pas a se depasser l u i -meme. II tourne en rond dans un cycle d'evenements dont le sen ne change pas." Jean Frappier, Chretien de Troyes et le mythe du Graal, (Paris: Sedes, 1972), p. 216. 2 Chrestien de Troyes, op.cit., p. 115. 3 Ibid., p. 91. - 48 -Arrive au palais nierveilleux, i l retrouve sa mere qu'il croyait avoir 1 perdue " i l y a plus de vingt ans." Or, "c'est la toute l a d i f f i c u l t e d'etre: ne pas revenir chez sa mere. Car revenir chez sa mere c'est abolir sa vie, l a b i f f e r , l a renier, rendre maniteste le f a i t que l'on n'a point vecu. Gauvain ne revient pas chez sa mere pour renaltre, puisqu'il ne pourra plus sortir de sa maison magique. II revient chez sa mere pour mourir. Puisque sa mere est morte et que rien ne le separe 2 d'elle, i l s'ensuit que Gauvain est mort l u i aussi." Le destin de Francois, qui suivait d'abord celui de Perceval, bifurque a partir de l'affirmation ou du refus de l a liberte morale. Le refus aboutit au retour fatal a l a mere qui constitue l a negation meme de 1'existence* Perceval,qui a eu l a bonne fortune de vivre a une epoque d'entrai-de chevaleresque, de f o i chretienne authentique et d'avoir connu l a vraie piete, parvient a vaincre toutes les tentations, a se purifier du mal qui est en l u i et a conquerir sa liberte interieure. Francois, par 3 centre, est le produit tragique d'une "epoque sans secours" qui est 1'envers de celle de Perceval. Ayant appris tres jeune a se detourner de Dieu et d'autrui, i l est seul face a l a bete, Lucifer dont le desir "est en effet de 'noyer', c*est-a-dire d:'etourdir les hommes dans le 1 Ibid., p. 117. 2 Pierre Gallais, Perceval et 1'initiation (Paris: les Editions du Sirac, 1972), pp. 54-55. 3 Voir Rene Lacote, op.cit., p. 126. - 49 -1 Cosmos pour mieux les dominer." Seul et aliene, 11 f i n i t done fatale-ment par succomber au desespoir et au desir de s'integrer aux eaux meurtrieres du torrent car "homme qui n'a d*amitie pour soi, ne peut durer: tot ou tard, i l l u i faut mourir et celui qui ainsi meurt, mau-2 vais prix en recevra." C'est pour souligner cet aspect d'envers que l'auteur attribue le nom de Perceval a l a bete qui est 1'instrument de l a vengeance, de l a fausse liberation et finalement de la perte de l'anti-heros du 3 "Torrent". Le destrier "plus noir que n'est une mure." qui arrive au moment ou Perceval ressasse des pensees meurtrieres, et le cheval a " l a belle robe noire aux reflets bleus"(T,32),vers lequel Francois se tourne pour servir sa haine, sont des images exteriorisees du mal qui est en eux. Dans les deux oeuvres, les chevaux incarnent le temperament colerique et passionne doming par l a violence qui est l a faiblesse fatale de l'un comme de l'autre heros. Ce "manque secret" qui "est le 4 signe meme de la condition humaine" causera leur perte et celle de ceux qui les entourent, a moins d*avoir recours aux forces surnaturelles comme le f a i t Perceval: 1 Perceval et le Graal, Les Continuations, p. 9. 2 Ibid., p. 177. 3 Ibid., p. 180. 4 P., p. 69. - 50 -Le destrier qui veut le tromper, a mal faire s'ap-plique: quand i l le sent sur son dos, i l part a toute vitesse et a grand bruit va detruisant tout ce qu' i l rencontre, branches brise, arbres arrache et tant galope que sur une haute falaise dominant une riviere s i profonde que nulle pierre n'en at-teindrait le fond, 11 arrive et veut se jeter pour Perceval faire perir. Celui-ci qui l'eau regarde ne pense encore a se garder de l'ennemi, mais comme Dieu l u i i n -spira, i l leve l a main et se signe. Quand sur l u i i l a pose le signe de l a croix, l'ennemi qui le halssait, sous l u i abat Perceval qu'il voulalt noyer et en l'eau se jeta. Reste seul sur l a roche qui surplombe "l'eau horrible et perilleuse que 2 nul ne traversait sans nef," Perceval est confronte par le demon, sous 3 guise d'un monstre a trois tetes, qui peu apres l u i tend un nouveau piege. Assumant l a forme trompeuse de l a femme aimee, le demon s'adresse a l a violence du desir charnel du heros pour etre aussitot 4 dejoue par le pouvoir miraculeux du "signe de l a vraie croix." Dans le roman medieval inspire par les valeurs authentiques d'une haute epoque de l a Foi chretienne, chaque tentation est surmontee, non par la force de caractere du heros, mais par une manifestation de l a 1 Perceval et le Graal. Les Continuations, p. 180. 2 Ibid., p. 180. 3 Chaque tete represente un des demons interieurs du heros dont i l devra se purifier par le repentir. Le premier est le demon de l'orgueil, le second celui de l a colere et le troisieme celui de l a concupiscence. 4 Ibid., p. 180. - 51 -grace divine. Le heros conscient de sa faiblesse se tourne vers Dieu: "Beau Sire Dieu. merci. S ' i l vous p l a i t faites de moi t e l l e redemption pour amender mon ame et mon corps; et je vous promets qu'encore ferai 1 ce que vous voudrez pour votre amour meriter." Cet acte de depouille-ment total de soi marque une nouvelle etape de l a purification par le repentir qui permettra au heros d'acceder aux mysteres du Graal. Francois, par contre, non seulement va au-devant des tentations mais i l se repalt morbidement de leurs effets destructeurs. Conscient du piege de l a solitude et du repliement sur soi, mais demuni de l'aide humaine et sp i r i t u e l l e accordee au heros medieval, i l est incapable par ses propres forces de se depouiller de ses demons interieurs et de re-noncer a son drame: A quoi me f a u t - i l encore renoncer? Serait-ce a moi-meme, a mon propre drame? Je n'ai jamais pense au depouillement de soi comme condition de l'etre pur. D'ailleurs, je ne puis pas etre pur. Je me rends a ma f i n . Je m'absorbe et je suis neant. Je ne puis imaginer ma f i n en dehors de moi. La est peut-etre mon erreur. Qui m'en-seignera 1'issue possible. Je suis seul, seul en moi (T,64). Ainsi par l a seule vertu de 1'introduction du nom de Perceval dans "Le Torrent", un contraste frappant est etabli entre deux epoques re-fletant l'une l'endroit, l'autre l'envers de l a Foi chretienne. La premiere, s'inspirant de l a confiance en l a misericorde divine, vise a l'epanouissement complet de l'homme tout en l'invitant a depasser sa nature charnelie, l a deuxieme morbidement fixee sur l a terreur de l a 1 Ibid., p. 183. - 52 -justice d'un Dieu vengeur et implacable, aboutit au denuement psychique et s p i r i t u e l tragiquement manifests par Francois. Nous allons voir dans les pages qui suivent que par le biais du nom de Perceval 1'auteur introduit dans "Le Torrent", non seulement les notions d'envers de l a religion et de quete obsessionnelle du heros a l a poursuite de son destin, mais egalement l a construction cyclique, l a notion d'aventure, l a vision fantastique et les dimensions cosmiques et atemporelles propres au poeme epique en general. FRANCOIS A LA QUETE DE SES DROITS DE VIVANT La construction particuliere du "Torrent" permet de reunir en une double spirale, qui se deroule a l'interieur du present intemporel de l a vie cerebrale, a l a fois les souvenirs du passe et 1'intrusion de ses souvenirs dans un present qui est en train de s'ecouler. Ces deux spirales aux cours paralleles gravitent autour d'un double epicentre: 1'epicentre temporel de 1'image de l a mere renversee qui determine le deroulement du destin du heros et 1'epicentre spatial du roc qui sur-plombe le torrent ou ce deroulement aboutit. En un mouvement circulaire qui revient sur lui-meme, l a premiere comme l a deuxieme partie de l a nouvelle se terminent sur cette image et sur ce l i e u . Cette construction permet, nous 1'avons vu, de reproduire l a vision panoramique qui precede la mort soudaine. - 53 -Etant donne cette construction particuliere, l a scene finale, sur le plan de la chatne evenementielle, constitue 1'introduction retardee du recit qui precede 1'image du narrateur penche sur le gouffre du torrent au moment ou i l decide de se perdre dans son epouvantable aven-ture. c'est-a-dire de se suicider. A l a f i n de l a premiere partie. le tableau du reveil de Francois couche sur le roc, au bord du torrent, re-poussant l a conscience avec des gestes dechirants, mais confronts par 1'image de la mere renversee, sert egalement d'introduction retardee a ce qui precede, c'est-a-dire l a chafne evenementielle des souvenirs d'enfance et d'adolescence jusqu'a l a mort de Claudine. Ce reveil f a i t fonction de palier entre les deux cycles de la vie de Francois: le cycle de Claudine et le cycle d'Arnica, c'est-a-dire, sur le plan de l a vie interieure, le cycle de l a dispossession et de l a destruction de l a conscience et celui qui en est tributaire, le cycle du desespoir et de la haine tournee contre soi-meme qui conduit au suicide. Le cycle de Claudine est domine des l'enfance de Francois par l a sourde conscience d'un mystere tragique qui entoure sa mere et dont i l se sent solidaire: "Dans ce temps-la, j'etais s i dependant de ma mere que le moindre mouvement interieur chez el l e se repercutait en moi. Oh! je ne comprenais rien, bien entendu, au drame de cette femme, mais je ressentais, comme on pergoit l'orage, les sautes de son humeur la plus secrete"(T,13). La premiere aventure de Frangois, celle de 1'"homme horrible" (T,15), offre une reponse implicite au mystere du drame de Claudine. - 54 -Claudine est une filie-mere, qui a cause l u i , Francois, son f i l s illegitime, se sent forcee de cacher sa honte dans l a solitude du domaine sauvage. L'insistance, dans le recit retrospectif de cette scene d'enfance, sur l a notion de chute ou de culbute provoquee par cet homme, sur son r i r e "aussi ignoble que lui"(T,16), sur sa familiarite insinuante et sur le sentiment d'impuissance accompagne de terreur et de degoGt qu'i l inspire, semble indiquer de plus que l'idee de v i o l s'est inscrite a l'etat latent dans l'inconscient du narrateur, au moment de l a rencontre. La remarque'"il paraissait l a connaltre"(T_, 17), suivie de l'echange ou se manifestent les relents scandaleux d'une trouble intimite renforce cette impression. Au cours de cet echange, l'homme manifeste une familiarite equivoque a laquelle Claudine reagit avec une violence qui indique un reglement de compte personnel: "Ma mere etait debout, immense, a l a l i s i e r e du bois, l a trique toute fremissante a la main, l'homme etendu a ses pieds. E l l e avait du se servir du gros bout du bSton pour frapper l'homme a l a tete"(T_, 17). Dans le cycle de Claudine, l a quete d'un "visage d'homme"(T_, 14) auquel 1'enfant male puisse s'identifier, le defi aux interdictions maternelles, l a decouverte de l'homme a v i l i , 1'initiation sexuelle implicite et l a revelation des origines contenus dans cette premiere aventure comportent des elements d'un r i t e de passage sur lequel pesent la honte, le degout, l a violence et l a terreur miles d'"un inexplicable sentiment de curiosite et d'attrait"(T,18). L ' i n i t i a t i o n de Francois a l'univers de Claudine et de l'homme horrible constitue une parodie sauvage de 1'initiation de Perceval a l a vie chevaleresque. Les a t t i -- 55 -ttides creees lors de cet episode ont une influence determinante sur le destin de l'anti-heros du "Torrent". Elles colorent sa vision de l a vie et du monde et se manifestent avec une violence destructive lors de la confrontation avec Claudine d'abord et, plus tard, lors de l a con-frontation avec son temoin dans le cycle d'Arnica. Pour la premiere fois, le f i l s volt sa mere dans sa totalite, c'est-a-dire en tant que femme douee d'un pouvoir troublant et des-tructeur: "Ma mere m'apparut pour l a premiere fois dans son ensemble. Grande, forte, nette, plus puissante que je ne 1'avals jamais cm" (T,18). E l l e est non seulement capable de deviner les desirs de ses victimes mais e l l e excerce contre elles une justice implacable, d'autant plus terrifiante qu'elle semble investie de pouvoirs demoniaques: "Ses yeux lancaient des flammes. Tout son etre droit, dresse au milieu de la piece, exprimait une violence qui ne se contenait plus, et qui me figeait a l a fois de peur et d'admiration" (T_, 19). La sensualite re-foulee qui emane de cette nature passionnee et orgueilleuse et le mystere honteux qui entoure cette femme eveillent chez Francois une fascination trouble et malsaine, contre laquelle e l l e exerce aussitot son pouvoir castrateur en le condamnant a la pretrise et done au c e l l -bat. La premiere boucle du cycle de Claudine, celle de l a depossession, se termine par l a scene de substitution des noms sur les livres de classe destines au college au cours de laquelle Claudine scelle le destin de son f i l s qu'elle sacrifie a son orgueil: - 56 -Dans le cercle lumineux, les mains de ma mere en-trerent en action. E l l e s'empara du l i v r e . Un ins-tant le "Claudine" ecrit en lettres hautes et vo-lontaires capta toute l a lumiere, puis i l disparut et je vis venir a l a place, trace de l a meme c a l i -graphie altiere: "Frangois". Un "Francois" en encre fraiche, accole au "Perrault" de v i e i l l e encre. Et ainsi dans ce rayon etroit, en l'espace de quelques minutes, les mains longues jouerent et scellerent mon destin. Tous mes livres y passerent. Cette phrase de ma mere me martelait l a tete: "Tu es mon f i l s . Tu me continues"(T,21). Le bilan de l a "prestigieuse et terrifiante aventure"(T,18) de l a "premiere rencontre avec autrui"(T_,22) se solde, sur le plan de l a vie exterieure, par le rapt du destin de Francois qui est force de continuer sa mere. Sur le plan de la vie interieure, 1*initiation subie se solde d'abord par le refoulement—"ce jour extraordinaire disparu, je m'effor-gai, sur l'ordre de ma mere, de le repousser de ma memoire"(T_,22)—ensuite, par l a destruction de l a vie affective-r-"le resultat pratique, s i l'on peut dire, de ma premiere rencontre avec autrui, fut de me mettre sur mes gardes et de replier a jamais en moi tout geste spontane de sympathie huroaine. Ma mere enregistrait une victoire"(T_,22)~et enfin par le de-sespoir en app renant le destin que sa mere l u i impose: "Pretre.' Cela me paraissait tellement accablant, surtout en cette journee ou j'avals ete s i blesse dans ma pauvre attente d'un visage doux"(T,20). Une boucle parallele, celle de l a rencontre avec "les colporteurs" (T_, 40), transpose dans le cycle d1Arnica, avec des signes inverses, l a motivation, les gestes et les attitudes qui caracterisent l a premiere aventure. Au debut de l a premiere boucle du cycle d'Arnica, le narrateur par-venu a l'age d'homme reprend le trajet de son enfance, "ce trajet de quand j'etais innocent et que je cherchais un etre fraternel, qui me fut refuse" (T_, 39). Remontant "a l a surface de (sa) solitude"(T,39), i l part a l a recherche, non plus du pere absent, mais d'une compagne qui l u i permettra de repeter en sens inverse le cycle de Claudine afin d*ex-plorer l a destruction de son moi i n i t i e e dans l'enfance: "Fosseder et detruire le corps et l'ame d'une femme. Et voir cette femme tenir un role dans ma propre destruction. Aller l a chercher, c'est l u i donner ce droit"(T_,39). Cette phrase, qui introduit l a quete du moi proprement dite, indique que celui qui l'entreprend est conscient du danger de son entreprise et q u ' i l en pressent 1'issue fatale. E l l e reflete 1'inten-sity morbide d'une haine desormais tournee contre soi-meme, maintenant que Claudine, son objet premier, a ete eliminee par un autre. Lors de l a rencontre avec les colporteurs, Francois repete le geste de Claudine lorsqu'il frappe et renverse l'homme qui grimace de-vant l u i . S'emparant alors de l a comparse de cet homme, i l l'entraine, en un geste symboliquement incestueux, dans l a maison et le l i t de sa mere, appareillant ainsi "les demons familiers"(T,48) du passe et provo-quant en l u i ce reveil du torrent, qui succede a chaque nouvelle revela-tion, annongant ainsi une crise de desespoir. Sa "nuit de noces" (T_,48), a laquelle i l participe en observateur frustre, se solde par l a revela-tion de 1'ampleur de l a destruction de sa vie affective et sexuelle: "Ainsi depuis toujours une volonte arbitraire a saccage tout principe d'emotion et de jouissance en moi. Ah! ma mere, je ne pouvais deviner toute l'ampleur de votre destruction en moi!"(T,49). - 58 -La seconde boucle de Claudine est celle du refus de l a connais-sance, du refoulement des instincts et done de l'apparente victoire de Claudine. Le recit des annees de college transpose sur le plan du mystere de l a parole, mais dans l'univers bas et mesquin qui est celui de Frangois, l a poursuite forcenee de Perceval a l a conquete f u t i l e de faux honneurs chevaleresques: Merveilles me contez quand vous me dttes que vous conquerez honneur et prix en luttant contre des chevaliers! Si Dieu m'aime, c'est damnation que vous conquerez a votre ame et celui qui son ame perd, ce m'est avis a tout perdu. (...) Si vous voulez vous sauver, ces allees et ces venues que vous avez s i longtemps entreprises, vous devez y renoncer entierement et votre orgueil abaisser car i l vous mettra en damnation et vous perdra s i vous n'avez p i t i e de vous. Durant les annees de college, Frangois, "fidele a 1'initiation maternelle"(T,23), v i t en "etranger" parmi ses camarades, se garde "de l a vraie connaissance"CT,23) et se l i v r e , l u i aussi,-a l a conquete obsessive de faux prix qui finissent par l u i inspirer le degout: "Qu'ils me semblaient ridicules, derisoires! J'en avals honte, je les meprisais. Rouges, dores, faux. Couleur de fausse gloire. Signes de ma fausse science. Signes de ma servitude"(T_,27). Confronts par l'accablante evidence du vide de sa vie, i l succombe au desespoir au-quel, prive de mentors bienveillants, 11 doit faire face dans l a s o l i -tude et le denuement s p i r i t u e l : "Soudain j'entrevis ce qu'aurait pu etre ma vie. Un regret brutal, presque physique, m'etrelgnit. Je devins oppresse. Quelque chose se serrait dans ma poitrine"(T_,25). 1 Perceval et le Graal, Les Continuations, p. 177. 59 -L'aculte de ce desespoir donne a Francois la force de se revolter. La confrontation avec Claudine qui s'ensuit marque le passage de l'adolescence a l'age d'homme. Ce passage se deroule sous le signe du refus, de l a revolte, de 1*agression et de l a mutilation. Les coups que Claudine assene a son f i l s causent l a perte de l'ouie et constituent un nouvel acte de castration symbolique. Cette "singuliere aventure de ma surdite"(T_, 10) marque l a f i n de l a seconde boucle du cycle de Claudine. Le refus de l a connaissance, c'est-a-dire de l a confrontation avec l a verite, manifeste au cours des annees de college, est transpose dans le cycle d'Arnica ou i l se manifeste par le refus panique du role de temoin que le narrateur assigne a l a compagne de son "humiliation" (T,58). Ce refus est le motif principal de l a deuxieme boucle du cycle d*Arnica dont le ressort dramatique est l a terreur d'un temoin q u ' i l s'est lui-meme choisi mais dont i l craint le temoignage public. Cette terreur atteint son point culminant lors de l a rememoration de l'aven-ture du chat: La derniere fois que j'apercus le chat, c'etait quand je mesurais ma mere ravagee. La bete, consciente et hors d'atteinte, continuait sur moi son fixe regard d'eternite. Quelqu'un m'a done surpris? Quelqu'un m'a done contemple, sans interruption ni nuit? Quelqu'un m'a done connu, au moment meme ou moi je ne possedais plus de regard sur moi? (T,52). La deuxieme boucle du cycle d'Arnica aboutit a l a revelation de l a destruction de l a vie psychique du narrateur—"Apres une enfance suppli-ciee par l a stricte defense de l a connaissance intime, profonde, tout 60 -d'un coup, j ' a i ete en face du gouffre interieur de l'homme. Je m'y suis abime. De mon vivant, je goute au jugement dernier: cette con-frontation reelle avec soi. C'est trop pour les forces humaines" (T.55)—et s p i r i t u e l l e : "Si l a grace existe, je l ' a i perdue. Je l ' a i repoussee. Ou plutot, c'est plus profond que cela: quelqu'un d'avant moi et dont je suis le prolongement a refuse l a grace pour moi. 0 ma mere, que je vous haisl et je n'ai pas encore tout explore le champ de votre devastation en mol"(T_,56). Ces revelations qui font renaltre le desespoir se heurtent au refus obstine de l a part du narrateur d'assumer ses actes. Ce desespoir et ce refus provoquent un nouveau deferlement de mouvements contradic-toires qui se repercutent dans sa tete comme les coups de Claudine jadis. Une fois de plus, Francois succombe alors a l'attirance des chutes: "Je suis t i r e pres des chutes. II est necessaire que je regarde mon image interieure. Je me penche sur le gouffre bouillonnant. Je suis penche sur moi"(T_,57). Cette deuxieme boucle se termine done sur le tableau premonitoire de Francois penche sur le gouffre de lui-meme et du torrent. La con-statation de sa remontee est suivie d'un repit dont 1'issue fatale ne laisse cependant aucun doute: Combien d'heures ont passe? Quel instinct me f a i t remonter l a rive escarpee? Instinct du terrier qui ramene les betes blessees? Si je reviens, c'est que le torrent n'est pas encore ma demeure absolue. La maison de mon enfance agit encore sur moi, et peut-etre aussi Arnica...(T,57). - 61 -La troisieme et derniere boucle du cycle de Claudine, dont l'axe est, sur le plan de l a vie exterieure, l a liberation du cheval et l a mort de Claudine et sur le plan de la vie interieure l a liberation de ses demons interieurs et l a mort psychique de Francois devaste par l'angoisse, est celle du deferlement de 1'inconscient dans l a conscience: "Le torrent prit soudain 1'importance qu' i l aurait toujours du avoir dans mon existence. Ou plutot je devins conscient de son emprise sur moi. Je me debattais contre sa domination"(T_,30). Sur le plan de l a vie interieure, nous avons vu que l'infirmite physique infligee a Fran-gois, en le coupant d'une partie du monde exterieur, a f f a i b l i t les digues de l a raison et precipite le deferlement d'idees, de sentiments et d'in-stincts contradictoires qui se livrent desormais un combat furleux dans sa psyche. Sa revolte, qui met f i n au regime de travaux incessants auquel i l etait soumis, et l a surdite, qui le coupe du monde des sons et de l a parole, initient pour le narrateur une vie contemplative durant laquelle i l ressasse son malheur et sa vengeance en s'inspirant tour a tour de l a revolte de Perceval et de l a fureur du torrent. Perceval incarne pour l u i l a passion d'une revolte indomptable qui gronde en l u i sans parvenir a trouver de debouches. La force de resistance et l a "fureur jamais dementie"(T,31) de cette bete puissante l u i font inconsciemment prendre mesure de sa propre faiblesse et de sa lachete, ainsi q u ' i l le constate de maniere retrospective: "Je ne me rendais pas compte que cela surtout m'etait insupportable de constater une haine aussi mure et a point, liee et retenue, alors qu'en moi je sentais l a mienne inferieure et lache" - 62 -(J_, 34). Ce spectacle qui l'enchante eveille des sentiments contra-dictoires qui declenchent a nouveau dans sa tete le grondement du torrent integre en l u i depuls l'aventure de la surdite. Inexorablement tire vers l'eau captive qui se debat rageusement dans le gouffre, 11 y cueille 1'image chaotique de sa vie interieure: Je descendais alors au bord des chutes. Je n'etais pas libre de n'y pas descendre. J' a l l a i s vers le mouvement de l'eau, je l u i apportais son chant, comme s i j'en etais devenu 1'unique depositaire. En echange, l'eau me montrait ses tournoiements, son ecume, tels des complements necessaires aux coups heurtant mon front. Non une seule grande cadence entrainant toute l a masse d'eau, mais le spectacle de plusieurs luttes exasperees, de plu-sieurs courants et remous interieurs se combattant ferocement (T,32). Le spectacle que l u i offre le torrent est a 1'image des luttes epiques qui ragent en l u i . Ses instincts trop longtemps contenus par "une regie de fer"(T,22) s'agitent aussi violemment que les eaux fu-rieuses contenues par l a roche escarpee. Lorsque l a lutte interieure devient trop desesperee, le narrateur, seul avec lui-meme sur le roc qui surplombe le torrent, t e l Perceval dans le conte du Graal se penche sur le gouffre, fascine par l a tentation de l a fuite supreme dans l a disintegration de l a f o l i e et du suicide: L'eau avait creuse le rocher. Je savais que l'endroit ou je me trouvais avancait sur l'eau comme une ter-rasse. Je m'imaginais l a crique au-dessous, sombre, opaque, frangee d'ecume. Fausse paix, profondeur noire. Reserve d'effroi. Des sources f i l t r a i e n t par endroits. Le rocher etait limoneux. C'eut ete facile de glisser. Quel saut de plusieurs centaines de pieds! Quelle pature pour le gouffre qui devait deca-piter et demembrer ses proies! Les dechiqueter... (T.33). - 63 L'assaut combine sur ses sens et sur sa psyche du "spectacle de l a colere de Perceval"(T,32) et de celui de "l'impetueuse fievre"(T,33) du torrent provoque, finalement, une suspension temporaire des inhibi-tions qui se traduit au sens l i t t e r a l comme au sens figure par l a liberation de l a bete par le biais de laquelle Francois espere se liberer de sa mere: "Et je savais que bientot ce serait inutile d'essayer d'eviter l a confrontation avec l a gigantesque Claudine Per-rault. Je me tournai vers Perceval"Of,34). Un desir i r r e s i s t i b l e de liberer 1'animal a l a revolte duquel i l s'est identifie de maniere i -nextricable lepousse alors a poser l'acte irreparable. Au moment de l a mise en execution, ce desir s'accompagne d'un eclair de lucidite aussi-tot efface par un temps mort de l a memoire qui permettra de faire re-bondir 1'action dramatique sur le plan de l a vie interieure en in i t i a n t 1'investigation du passe et les revelations du present qui constituent les deux cycles complementaires de l a nouvelle: Puis, 11 y a l a un manque que je me harcele a ec l a i r -c i r , depuis ce temps. Et lorsque je sens l'approche possible de 1'horrible lumiere dans ma memoire, je me debats et je m'accroche desesperement a l'obscu-r i t e , s i trouble et menacee qu'elle soit. Cercle i n -humain, cercle de mes pensees incessantes, matieres de ma vie eternelle (T_,35). Le cercle inhumain des pensees incessantes decrit l a spirale i n -fernale des souvenirs du passe, autour desquels gravitent des pensees et des intuitions trop atroces pour etre confrontees mais qui s'obstinent a remonter dans le champ de l a conscience pour en etre aussitot re-poussees. Le "manque", precede d'une sensation de deferlement sonore dans l a tete, indique, sur le plan de l a chaine evenementielle, un - 64 -evanouissement provoque par l a violence du choc psychique des passions dechainees se heurtant a l'epouvante devant l a magnitude de 1'intention criminelle. Dans un poeme en prose insere a l a f i n du cycle de Claudine, le narrateur deerit son retour a l a conscience et s'inter-roge sur ce qui l u i est arrive: Impression d'un abime, d'un abime d'espace et de temps ou je fus roule dans un vide succedant a l a tempete. La limite de cet espace mort est franchie. J'ouvre les yeux sur un matin lumineux. Je suis fa-ce a face avec le matin. Je ne vols que le c i e l qui m'aveugle. Je ne puis faire un mouvement. Quelle lutte m'a done epuise de l a sorte? Lutte contre l'eau? C'est impossible. Et d'ailleurs, mes vete-ments sont sees. De quel gouffre suis-je le nau-frage? Je tourne l a tete avec peine. Je suis cou-che sur le roc, tout au bord du torrent. Je vois sa mousse qui fuse en gerbes jaunes. Se peut-il que je revienne du torrent? Ah! quel combat atroce m'a meurtri! Ai-je combattu corps a corps avec l'Ange? Je voudrais ne pas savoir. Je repousse l a conscience avec des gestes dechirants (T_,35-36). Ce passage evoque les deux combats epiques au cours desquels Perceval le Galois triomphe de l'Ange du mal. Apres le premier, le heros s'etant pame de terreur, se reveille sur un matin lumineux ou le " s o l e i l 1 parut c l a i r et vermeil." L'image de Francois couche au bord du torrent, meurtri comme apres un combat, correspond a celle de Perceval se re-2 trouvant seul "en grand souci" sur une roche " s i haute que de son sommet 3 on aurait vu le monde entier," apres avoir echappe au demon deguise en 1 Perceval et le Graal, Les Continuations, p. 173. 2 Ibid., p. 180. 3 Ibid., p. 180. - 65 -cheval "qui (l')aurait l i v r e a l a mort en cette eau profonde s i Dieu 1 ne (l')avait secouru." Dans "Le Torrent", 1'interlude du reveil pre-cede 1'apparition de l'impitoyable "desir de l a femme"(T,39) qui envoie Francois a l a rencontre d'Arnica. Ce bref repit correspond a celui qui dans Les Continuations prepare le retour a l a charge du demon, sous l'apparence mensongere de l'Amie: "Alors 1'autre diable 11 envoya qui vint avec une nacelle en apparence de pucelle et dit qu'elle etait Blanchefleur votre Amie que vous aviez laissee a Beaurepaire. Mais par Saint-Pierre e l l e mentit car e l l e voulait vous surprendre pour vous 2 faire descendre dans les tenebres de l'enfer." Mais, tandis que Perceval sortira triomphant de l'epreuve grace a l'aide de Dieu, Francois, sans defenses spirituelles contre les assauts du demon de l a culpabllite, succombera a l'envoutement d'Arnica, son temoin maudit. La conscience qu' i l repousse, seul, couche sur le roc au bord du torrent, est celle des souvenirs, pensees et intuitions qui se cr i s t a l l i s e n t autour de l a vision apocalyptique de l a bete de-livree et de l a mere renversee. L'image de l a mere renversee sur laquelle se termine le cycle de Claudine est reprise et figee dans le present intemporel de l a vie cerebrale au debut du cycle d'Arnica: 1 Ibid., p. 184. 2 Ibid., pp. 184-185. - 66 -Qu'est-ce que le present? Je sens sur mes mains l a fralcheur tiede, attardee, du s o l e i l de mars. Je crois au present. Puis, je leve les yeux, j'aper-gois l a porte ouverte de l'etable. Je sais le sang, l a , une femme etendue et les stigmates de la mort et de l a rage sur e l l e . C'est aussi present a mon regard que le s o l e i l de mars. Aussi vrai que l a premiere vision d ' i l y a quinze ou vingt ans. Cet-te image dense me pourrit le s o l e i l sur les mains. La touche limpide de l a lumiere est gatee a jamais pour moi (T,38). La vue de l a porte de l'etable, qui ramene a l a memoire du narrateur 1'image ensanglantee de la femme etendue, conjure en un fulgurant tele-scopage du temps et des indices accumules l a triple vision du v i o l de 1 Claudine, de l a naissance de son batard et de l a mort brutale qui en est la consequence. Trois evenements fatidiques qui lient le destin du f i l s a celui de la mere et dont l'etable fut, dans 1'imagination du narrateur, le theatre sanglant: "II y a bien certains recoins prohibes / par moi dans l a maison. Dans l'etable une certaine s t a l l e , un certain endroit dans le foin poussiereux, vieux de vingt ans. Une certaine lourdeur a la memoire morte ou sont apposes les scelles..." (T_,61) . Sur le plan de l a chaine evenementielle 1'endroit "vieux de vingt ans" et la "premiere vision d ' i l y a quinze ou vingt ans" font alors allusion a la conception et a la naissance de Frangois, et par dega ces evenements aux ebats de l a jeunesse de Claudine, " s i avenante, autrefois"(T,17). Les images combinees de l a porte de l'etable, ouverte sur de noirs secrets, et de l a femme renversee recelent l a reponse a l'enigme du 1 Etymologiquement, "batard" vient du germanique *bansti, grange, c'est-a-dire "ne dans une grange." Albert Dauzat, Nouveau dictionnaire  etymologique (Paris: Larousse, 1964). - 67 -drame de Claudine qui se continue dans Francois, le f i l s du mal. Cette "verite infuse" (T^ , 39), que le narrateur ne peut accepter et contre l a -quelle 11 se debat, constitue " l a fatalite interieure"(T,24) de son drame. La contradiction fondamentale entre le desir de savoir qui i l  est et ce qu'i l a fa i t et l a terreur d'avoir a confronter l a verite constituent le ressort dramatique de sa quete existentielle dans le cycle d'Arnica. Libere de l a presence physique de Claudine, mais plus que jamais prisonnier du passe, 11 se penche sur lui-meme pour analyser son malheur et s'interroger sur son destin, tandis que ses souvenirs, pensees et intuitions gravitent en un cercle infernal autour de l a vision de son double crime que conjure 1'image de l a femme renversee: le crime existentiel d'etre "ne dans l'iniquite" et le crime inten-tionnel commis par procuration, le matricide. Les motifs de l a troisieme boucle du cycle de Claudine qui sont, 1 sur le plan de l a vie interieure, le combat epique entre le "ga" et le 2 "Sur-Moi" , et sur le plan de la vie exterieure, la liberation de Perce-1 Les racines du "ga" (subconscient) plongent dans l'Inconscient general. Leur action reciproque est gigantesque. Le "ga" est done 1'ensemble des faits psychologiques qui echappent momentanement a notre conscience. Pour qu'ils remontent a l a "surface", certains etats p a r t i -culiers sont necessaires (par exemple dans le reve nocturne,...,etc.) Dans le "ga" se trouvent beaucoup de souvenirs et de sentiments "oublies". Or, beaucoup de ces souvenirs et sentiments gardent leur charge emotive. l i s sont comme des "aimants" psychologiques stagnant au fond de nous-meme; l i s attirent a eux les circonstances qui s'y rapportent. Pierre Daco, Les prodigieuses victoires de l a psychologie moderne (Paris: Marabout, 1960), pp. 160-161, 2 Le Sur-Moi s'est forme par une transformation sociale et morale imposed par les autres. Le Sur-Moi est un Moi "inhibe" par 1'education. C'est un Moi ayant subi un dressage. II n'a rien de spontane, mais i l permet une vie en commun. Pierre Daco, op.cit., p. 164. - 68 -val et l a mort de Claudine, sont transposes dans le cycle d'Arnica en lutte nefaste conduisant au suicide contre le temoin malefique au regard omniscient qui le confronte et 1'accuse. Ce temoin occulte mi-chat, mi-sorciere, est une adaptation de "La 1 Laide Demoiselle" du Roman de Perceval qui accuse le heros, le maudit et l u i tend le piege du desespoir en l'assurant que l a faute commise est irreparable: "C'est bien malheureux que tu sols reste silencieux, car, s i tu avals interroge le Riche Roi, ce dernier, qui est maintenant plonge dans l a consternation, aurait ete completement gueri de ses blessures, et gouvernerait paisiblement ses terres, ce qui ne l u i ar-2 rivera plus jamais. Tandis que Perceval surmonte l'epreuve "en heros de l a liberte 3 interieure," Frangois, son envers y succombe. Perceval ayant affirme sa liberte devient capable, nous 1'avons vu, de se depasser et de pour-suivre sa quete "jusqu'a ce qu'i l sache le nom de celui a qui l'on sert le graal, qu ' i l ait retrouve l a lance qui saigne et qu'on l u i ait vrai-4 ment explique pourquoi e l l e le f a i t . " Quant a Frangois qui "retourne a l a mere," i l continue l a destruction de sa personnalite engendree par 1 "Jamais l'Enfer n'a renferme femme plus laide de toutes les ma-nie res. (...) Ses yeux etaient comme ceux des rats: deux petites cavites. Son nez ressemblait a celui d'un singe ou d'un chat, ses levres etaient semblables a celles d'un ane ou d'un boeuf." Chrestien de Troyes, op.cit., p. 66. 2 Ibid,, p. 66. 3 Jean Frappier, op.cit., p. 147. 4 Chrestien de Troyes, op.cit., p. 67. - 69 -Claudine en refusant 1*entendement: "Je ne sais rien! Je ne sals rien! Si ce chat sal t , l u i , i l n'est pas de moi. Non! Non! Ne souris pas, Arnica. II n'est pas de moi. Moi je ne sais rien'!(T,53). Lorsqu'il invoque l a fatalite pour se j u s t i f i e r , i l renonce egalement au droit fondamental dont Claudine pretendait le priver jadis, celui de sa liberte interieure: "Je suis l i e a une damnee. J'ai participe a sa damnation, comme el l e a l a mienne... Non! Non, je ne suis responsable de rien! Je ne suis pas libre! Puisque je vous repete que je ne suis pas libr e ! Que je n'ai jamais ete libreI"(T,56). Ses pensees meurtrieres envers Arnica, a laquelle i l prete 1'in-tolerable lucidite de sa conscience, sont 1'expression de l a violence de son refus de l a terrifiante confrontation avec soi-meme: Je jetterai l'espionne dans l'eau. Un instant, mes bras l a balanceront au-dessus du precipice, E l l e se debattra. Je ne gouterai pas a ses c r i s , mais seule-ment a ses convulsions de terreur. Puis, Arnica sera decapitee et demembree. Ses debris bondiront sur les rochers. Non! Non! Je ne veux pas sa tete tranchee, sur ma poitrine! Rien! Rien'd'elle1 Et ses longs cheveux bleus autour de mon cou. l i s m'etouffent , (T,61-62) . Ces menaces qui correspondent aux pensees de suicide manifestoes dans le cycle de Claudine: "L'eau avait creuse l a roche..." etc., expriment le desir de s'annihiler. Le "demembrement" contemple est a 1'image de sa vision disloquee de l a realite. La tete tranchee, reposant sur l a poitrine de celui qui se debat contre les cheveux qui l'etouffent, sym-bolise l a vie cerebrale qui, coupee de l a vie des sens et de l a vie affective, abrite des pensees qui tournent sur elles-memes et finissent par etouffer celui qui les secrete et les f i l e sans f i n . - 70 -La fuite d'Arnica—"Arnica n'est pas revenue. E l l e a f u i . Je suis stir qu'elle a fui"(T_,62)—annonce la destruction definitive de l a conscience apres l a constatation du pillage des noirs secrets qui pesent sur son destin. Le pillage de ces secrets est symbolise par la serrure fracturee du petit secretaire de sa mere. Ce secretaire scelle qui contenait "1*argent du mal"(T_,63) destine a faire de l u i un pretre et le " l i v r e de comptes"(T_,63) qui dresse l'Inventaire detaille des efforts de rachat accomplis par Claudine aux depens de son f i l s : "Je constate que tous les efforts de comptabilite (parfois inouls) de ma mere semblent tendre a 1'extinction d'une dette. A l a derniere page, je l i s cette derniere phrase tracee par l a haute ecriture: 'Solde 1'argent du mal'" (T,63). La terreur d'etre expose en public—"L'univers saura que le mal m'a choisi des le premier souffle de mon existence"(T_,63-64) — l e pousse vers les chutes. La, l a vision fantastique de " l a tete d'Arnica au-d ess us des f lots" (T_, 64) sert de prelude a celle du decor renverse de son enfance ou le guette le visage de l a mere a laquelle 11 est incapable d'echapper meme dans l a mort. Cette double vision, celle de l a tete d'Amica, symbole de la conscience alienee et celle du visage de Claudine, source empoisonnee de cette alienation, complete le double cycle du drame de Francois: celui du refus de l a conscience et celui du v i o l de l a conscience, perpetre par Claudine, qui est a l'origine de ce refus. Perceval, nous 1'avons vu, en se purifiant par le repentir et en accedant a l a grace qui l u i permet de depasser la tentation de desespoir - 71 -induite par ses sentiments de culpabllite, devient le heros de l a liberte interieure, A l a f i n du roman de Chrestien de Troyes i l est pret pour 1'initiation aux mysteres sacres qui fera de l u i , dans les Continuations, le sauveur du pays et le heros immortel d'une oeuvre prestigieuse. Francois, par contre, en refusant les notions de grace et de liberte morale et en choisissant de vivre "son aventure interieure 1 jusqu'a l'eclatement de sa solitude dans l a mort," devient l ' a n t i -heros du doute, de 1'interdiction et du "gout de l a mort et de l'envers 2 de Dieu." Dans le roman medieval, l a mission de Perceval est de sauver par la connaissance: La connaissance de l a verite au sujet du Graal et de l a Lance. Mais cette connaissance ne sera e l l e -meme qu'un moyen: l a revelation—ou l a position de l a question, ce qui revient au meme—produira instantanement le salut du Roi et de son pays. La connaissance sauvera; e l l e entratnera " s i granz biens" (v.35900), mais ces biens seront pour tous. (...) Pour le heros aussi, sans doute, mais ce n'est pas la 1'importance; Perceval peut dispa-rattre une fois sa mission terminee: i l n'aura ete lui-meme qu'un moyen.^ Francois, comme tout personnage f i c t i f , n'est l u i aussi qu'un moyen au service de son auteur. Selon nous, au niveau de l a quete interieure, 1 Voir Rene Lacote, op.cit., p. 133. 2 Ibid., p. 127. 3 Pierre Gallais, op.cit., p. 127. ce personnage est charge de transposer sur le plan romanesque et mythique 1'essence de l a "douloureuse experience humaine (qui) nous a 1 ete communiquee sans remission" dans les poemes et dans le Journal de Saint-Denys Garneau. La mission de l'anti-heros du "Torrent", c'est non pas le salut par l a connaissance des mysteres divins, mais l a denonciation "de notre d i f f i c u l t y d'etre et de vivre en ce coin du pays qui est le notre et ou l'homme n'est maitre ni de sol, ni de sa terre, ni de sa langue, ni de sa religion, ni de ses dons les plus authen-2 tiques." Sa mission accomplie, i l disparatt tandis que "son oeuvre 3 agit en nous et nous force a tout remettre en question*" Dans "Le Torrent", l a double spirale des cycles de Claudine et d'Arnica, qui se deroule a partir de 1'image de la mere renversee, s'ouvre d'une part sur l'aventure supreme, celle de l a mort, et d'autre part sur l'aventure l i t t e r a i r e , celle de l a re-naissance par l a creation d'une oeuvre entrevue dans les eaux fievreuses du torrent. Une oeuvre nee a partir du tourment d'une aventure interieure vecue jusqu'au bout du desespoir: "Elements d'un songe ou d'une oeuvre? Je sentais que bientot de l'un ou de 1'autre je verrais le visage forme et monstrueux emerger de mon tourment"(T,33). 1 Voir Rene Lacote, op.cit., p. 127. 2 Ibid., p. 126. 3 Ibid., p. 127. CHAPITRE III QUATRE LECTURES DU "TORRENT" Nous allons aborder i c i quatre nouvelles lectures du "Torrent". Chacune de ces lectures se deroulera selon l'optique du genre qui cor-respond a un plan donne de l'exploration de l a realite interieure du narrateur. II s'agit d'abord des elements du fantastique inspires par une imagination nourrie par les Ecritures et par une vision deformee par la culpability, puis du genre journal-confessions qui recouvre l'auto-analyse d'une crise psychique debouchant sur le suicide, ensuite des elements du roman policier correspondant a 1'investigation a laquelle se liv r e le heros afin de decouvrir les sources de son drame et enfin de l'allegorie du drame de la parole, c'est-a-dire du role de l'inconscient et de l a memoire involontaire dans 1'inspiration poetique et de l a force d'auto-destruction exercee par le moi profond sur une conscience alienee. En premier l i e u nous allons faire ressortir 1'inspiration biblique et religieuse qui sous-tend le theme de l a culpabilite. Le but de cette demarche sera d'eclairer l a fonction des elements fantastiques. Ces elements expriment, a travers le recit de Francois, une vision du monde deformee par l'angoisse de voir exposer en public ses fautes reelles ou imaginaires. A ce niveau de lecture, nous allons etudier d'abord l a signification de la metamorphose des animaux de ferme en betes mythiques et l a metamorphose de Claudine et d'Arnica en temoins-juges-persecuteurs. - 73 -- 74 -Au prochain niveau de lecture, nous allons tenter de decouvrir l a signification des hallucinations auditives qui servent de contrepoint a l a contemplation des forces furieuses de l a nature: le torrent et le cheval. Nous allons voir comment ces hallucinations sont. d'une part. 1'expression symbolique d'un inconscient dechalne qui aboutira au matri-cide et, d'autre part, l a manifestation d'une crise mentale progressive qui aboutira au suicide. Dans cette perspective, nous allons voir egale-ment que le theme du "manque" (T_, 35) Implique de l a part de Francois le refus d'accepter l a realite de son crime. Un refus qui se manifeste, sur le plan de l'ecriture, par un code symbolique de plus en plus hermetique et, sur le plan de l a narration, par 1'introduction de personnages et d'animaux mysterieux: les colporteurs et le chat. A ce niveau de lecture, Arnica est le symbole de l a partie lucide et detachee de l a conscience alienee de Francois. Comme t e l l e , elle exprime le dedoublement de l a personnalite du narrateur. Les rapports entre Francois et Arnica sont done symptomatiques, a ce niveau, de 1'alienation du heros. Nous allons voir que, dans le recit, ce dedoublement s*opere par le biais d'un chat. Cette presence insolite nous incitera alors a explorer l a symbolique du chat dans 1'oeuvre d'Anne Hebert a partir des Songes en equilibre et des pre-1 miers poemes ou i l apparalt frequemment. 1 Un passage du commentaire du film sur Saint-Denys Garneau permet d'attribuer a Baudelaire, par le biais de 1'influence du poete quebecois, 1'importance du chat dans les premieres oeuvres d'Anne Hebert: "Un jour, la voix d'un professeur s'elevera par-dessus les voix quotidiennes. Elle parlait un Strange langage que quelques-uns entendirent comme une parole capitale." Cette declaration est suivie de l a citation suivante du poeme de Baudelaire: "Les Chats": "...etincelles magiques/Et des parcelles d'or ainsi qu'un sable fin/Etoilent vaguement leurs prunelies mystiques." in Lacote, op.cit.. p. 129. - 75 -Ensuite, a un autre niveau de lecture, nous allons determiner les constantes qui se retrouvent dans l'oeuvre d'Anne Hebert a partir de l a notion d'enquete judiciaire et de proces de non-lieu. Cette notion, qui se manifeste sur le plan de l a narration par 1'introduction d'elements de roman policier, exprime sur le plan symbolique, les themes fondamentaux de l'oeuvre en prose: le theme du peche et du jugement dernier, le theme de l a conscience alienee qui recherche et fuit tour a tour sa verite profonde et enfin le theme central de l'oeuvre, celui de l a fausse i n -nocence qui craint d'etre demasquee ainsi que son corollaire, le theme de la complicite entre le criminel et l a societe afin de nier toute evidence propre a deranger son ordre immuable. Enfin, a un dernier niveau de lecture, nous avons choisi d'explorer un autre theme central a l'oeuvre toute entiere: 1'interrogation sur l a vocation de l a parole, c'est-a-dire sur l a remise en question de l a quete existentielle du poete qui doit exprimer sa verite l a plus profonde face a un monde hostile. A ce niveau de lecture, Arnica et son comparse nous semblent remplir une fonction allegorique. Arnica represente 1'inspiration qui, issue des profondeurs de l'etre, risque d'en faire entrevoir les secrets au grand jour. Dans cette perspective, e l l e est associee a l a memoire involontaire invoquee par Proust. A partir des associations qu'elle provoque, les souvenirs enfouls dans le subconscient remontent dans le champ de l a conscience. Dans le cas d'une conscience alienee par la culpabllite, cette confrontation dont se nourrit l'oeuvre l i t t e r a i r e cause un intolerable tourment car e l l e est percue comme une infraction a l'intimite psychique. Dans ce contexte, Arnica est un personnage mystique - 76 -qui releve du domaine du mystere douloureux de l a creation l i t t e r a i r e . LA VISION FANTASTIC;UE DE FRANCOIS Dans "Le Torrent", le fantastique na£t a partir du dilemme d'un narrateur hante par la culpabilite, dont le desir de s'exprimer et de communiquer est contrarie par l a peur de se trahir. Le moi, aliene par une double infirmite: physique (la surdite) et psychique (la culpabilite), devient prisonnier d'une vie interieure d'autant plus intense qu'il n'ose plus l'exterioriser. 11 vit des lors dans une zone intermediaire entre le reve et l a realite ou s'affrontent les fantomes du passe et les fantasmes du present. Cette ambiguite qui se maintient jusque dans le 1 denouement confere au recit de Francois son caractere fantastique. Le fantastique temoigne chez Francois d'une vision du monde as-sombrie par les notions de peche, de "justice de Dieu"(T_,ll), de damnation et d'enfer. II reflete une conscience deformee par un regime diabolique de surveillance et de chatiments, concu de maniere a s'emparer de l ' i -magination de l'enfant afin d'assurer un controle absolu sur sa conscience 1 Dans le fantastique, "1'ambiguite se maintient jusqu'a l a fi n de l'aventure: realite ou reve? Verite ou i l l u s i o n des sens, produit de 1'imagination, laissant les lois du monde ce qu*elles sont ou evenement ayant vraiment li e u , partie integrante de l a realite regie par des lois inconnues de nous. Le fantastique occupe le temps de cette incertitude; des qu'on choisit l'une ou l'autre reponse, on quitte le fantastique pour entrer dans un genre voisin, l'etrange ou le raervellleux." Tzvetan Todorov, Introduction a l a litterature fantastique (Paris: Editions du Seuil, 1970), p. 29. - 77 -des l'age tendre de la raison sans defense: En f a i t , ma mere enregistrait minutieusement chacun de mes manquements pour m'en dresser le compte, un beau jour, quand je ne m'y attendais plus. Juste au moment ou je croyais m'echapper, e l l e fondait sur moi, impla-cable, n'ayant rien oublie, detaillant, jour apres jour, heure apres heure, les choses memes que je croyais les plus cachees ( T , l l ) . Dans ce contexte, les episodes de l'enfance se transforment en aventures prodigieuses, peuplees de visions fantastiques. Une fugue anodine devient une "prestigieuse et terrifiante aventure"(T,18) qui declenche l a machine in female du destin. La vision de l a route desolee, sur laquelle 1'enfant s'engage lors de sa premiere aventure, symbolise l'aridite de l a vie affective et s p i r i -tuelle a laquelle le condamne 1'emprise de Claudine sur sa conscience: La route s'etendait t r i s t e , lamentable, unie au so-l e i l , sans ame, morte. Ou se trouvaient les corteges que je m'imaginais decouvrir? Sur ce sol-la s*etaient poses des pas autres que les miens ou ceux de ma mere. Qu'etaient devenus ces pas? Ou se dirigeaient-ils? Pas une empreinte. La route devait certainement etre morte (T,15). Cette emprise est s i destructive que, lorsque 1'enfant male rencontre en-fin le visage d'homme tant desire, i l reporte in cons c i eminent sur l u i le degout et l a terreur inculques par Claudine: "Je sentais son odeur fauve se meler aux relents du marecage. Tout bas je faisais mon acte de contri-tion, et je pensais a l a justice de Dieu qui, pour moi, ferait suite a l a terreur et au degout que m'inspirait cet homme"(I, 16). La scene "au caractere surnaturel," qui termine cette aventure au cours de laquelle Claudine scelle le destin de son f i l s , reflete l'angoisse causee par l a malediction qu ' i l sent peser sur ses origines: - 78 -Les lettres du prenom dansaient devant mes yeux, se tordaient comme des flammes, prenant des formes fan-tastiques. Cela ne m'avait pas frappe auparavant que ma mere s'appelat Claudine. Et maintenant, cela me semblait etrange, cela me faisait mal. Je ne savais plus s i je l i s a i s ce nom ou s i je l'entendais pro-nonce par une voix eraillee, celle du demon tout pres de moi, son souffle touchant ma joue (T,21). Cette hantise du peche qui s'intensifie au cours de 1'adolescence paralyse toute expression spontanee de sympathie humaine, cree le vide en l u i et autour de l u i et prepare l a vole au desespoir. La hantise de la mort et de l a damnation inevitable qu'elle entraine confere aux scenes de confrontation entre l a mere et le f i l s un caractere de combat herolque sur lequel pese un sens premonitoire sinistre. L'arrivee de Perceval ajoute une dimension satanique a cette lutte qui se termine par une vision d'Apocalypse: "La bete a ete delivree. E l l e a pris son galop effroyable dans le monde. Malheur a qui s'est trouve sur son passage. Oh! je vols ma mere renversee. Je l a regarde. Je mesure son envergure terrassee. El l e est immense, marquee de sang et d'empreintes incrustees"(T_,36). La metamorphose de simples animaux de ferme, cheval ou chat, en betes fabuleuses et malefiques est egalement attribuable a une imagination morbide nourrie par des sentiments de haine et de culpabilite: Je n'ai pas vu de chat i c i , s i ce n'est les derniers jours de l a vie de ma mere. Un chat roda alors aux environs. 11 ne se montrait, chose extraordinaire, que lorsque j'etais seul. Je me souviens d'avoir ete trouble, i r r i t e , par l a sensation que 1'animal me guettait de ses pupilles dilatees. 11 semblait suivre en moi l a formation latente d'un dessein qui m'echappait, et dont l u i seul penetrait le denoue-ment inevitable (T,51). 79 Le chat, fauve domestique, incarue le sentiment d'une menace sournoise. Sa symbolique, qui rejoint celle du serpent, evoque celle de l a connais-sance du bien et du mal. Nous etudierons plus loin l a signification particullere qu'Anne Hebert donne, dans son oeuvre, a cet animal fausse— ment apprivoise dont l a mission semble etre de debusquer le mal dans ses repaires de fausse innocence. Quant au cheval dont 1'action de fouler 1 prete sa racine au mot cauchemar —11 evoque, au niveau de lecture que nous explorons, l a cavalcade des pulsions qui profitent d'un etat psychi-que a f f a i b l i pour affirmer l'echec de leur dressage en pietinant rageuse-ment le "sur-moi" qui pretend les entraver. De plus, 1'episode de Perceval, dont nous avons etudie precedemment les possibilites de resonances au niveau de l a quete existentielle, con-tient, nous venons de le voir, des allusions a 1'Apocalypse de S. Jean. La repetition significative de l*epithete"bete"(T_,31,34,36), en conjonc-tion avec les themes de l a violence et de l a culpabilite, evoque l a ter-reur de l a damnation reservee aux pecheurs non-repentis—"et i l n'y aura de repos, n i jour n i nuit, pour ceux qui adorent l a bete et son image, n i 2 pour quiconque aura regu l a marque de son nom" tandis que 1'image de l a bete delivree, sur laquelle se termine l a premiere partie du "Torrent", rejoint celle du demon lache sur l a terre pour y apporter l a destruction 1 "mot picard, de cauquer, anc.fran. chaucher, fouler, presser, et du neerl. mare, fantome nocturne (allem. Mahr, cauchemar)." Albert Dauzat, Nouveau dlctlonnaire etymologique et historique (Paris: Larousse, 1964). 2 Apocalypse de S. Jean, chap. XVI, 11-12. - 80 -au moment du jugement dernier. 1 Le mystere sanglant contenu dans l a vision de la bete demoniaque et de l a mere renversee invite le lecteur I participer, avec le narrateur, a la quete torturee de l'origine de l a culpabilite qui pese sur le heros. La vision fantastique inspired par l'angoisse de l a culpabilite et l a peur du jugement dernier confere a cette quete son caractere mor-bide. L'inspiration biblique l u i confere son caractere grandiose et universel. Apres l a mort de Claudine, mort qui symbolise l a destruction de l a conscience morale ou "sur-moi", Francois transpose sur l a personne d'Arnica les sentiments de terreur et de reprobation interieure inspires., par Claudine. En associant Arnica au chat, i l metamorphose cette f i l l e " c u e i l l i e sur la route" (T_,56) en temoin demoniaque ou en espionne de l a police venue le demasquer et rendre public son crime. Le domaine myste-rieux sur lequel regne l a presence monstrueuse du torrent reflete, sur le plan cosmique, l'angoisse du narrateur l i v r e a son chaos i n t e r i e u r — " l e domaine d'eau, de montagnes et d*antres bas venait de poser sur moi sa touche souveraine"(J_,29) — , tandis q u ' i l se debat en vain contre l a tentation de "l'ultime fuite, l'ultime demission aux forces cosmiques" CT,37). Car non seulement les elements, mais encore l a maison et les objets se liguent contre l u i pour perpetuer les pouvoirs funestes de l a morte: "Je m'arrete, s a i s i par l a presence que les plus pauvres objets, pele-mele, accusent s i fortement. Tout ce que ma mere a touche garde sa 1 "Malheur a la terre et a l a mer! car le diable est descendu vers vous, avec une grande fureur, sachant qu'il ne l u i reste que peu de temps." Apocalypse de S. Jean, chap. XII, 12. - 81 -forme et se leve contre moi" (T^ , 62). L'auteur du "Torrent" semble avoir subi, directement ou indirecte-ment, 1'influence aussi bien du Livre de Job que des Psaumes integres dans l a liturgie du service des morts. Nous retrouvons, dans l a deuxieme partie du recit de Francois, des echos de passages qui evoquent l'epou-vante d'une conscience alienee par la culpabilite: Serais-je irreprochable, ma bouche meme me condamnerait, serais-je innocent, e l l e me declarerait pervers. In-nocent! je le suis; je ne tiens pas a 1'existence, et la vie m'est a charge. (...) Je tremble pour chacune de mes actions, je sais que tu ne me tiendras pas pour i n -nocent, je serai juge coupable. (...) Dieu n'est pas un homme comme moi pour que je l u i reponde, pour que nous comparaissions ensemble en justice. II n'y a pas entre nous d'arbitre qui pose sa main sur nous deux. Qu'il retire sa verge de dessus moi, que ses terreurs cessent de m'epouvanter: alors je parlerai sans crainte. Autre-ment je ne suis point a moi-raeme.1 Les roles que Francois attribue a sa mere, celui de ju s t i c i e r implacable et omniscient et, par le biais d'Arnica, celui de temoin-persecuteur, sont ceux-memes que Job, dans son desespoir, prete au Dieu vengeur qui s'a-charne contre l u i : "Et quand tu me tiens dans les chalnes/ll s'eleve un temoin, un traitre contre moi,/En face i l m'accuse./Sa colere me dechire et me poursuit;/Il grince des dents contre moi,/Mon ennemi me perce de 2 son regard." Le sort reserve aux mechants dans ce meme livre ressemble etrangement aux destins tragiquement enchevetres de l a mere et du f i l s : "Le mechant, durant tous ses jours, est ronge par l'angoisse;/Un petit 1 Livre de Job, IX, 32-35. 2 Livre de Job, XVI, 8-10. - 82 -nombre d'annees sont reservees a 1'oppresseur./Des bruits effrayants retentissent a ses oreilles;/Au sein de l a paix, i l voit fondre sur l u i l a ruine./(...) II a concu le mal. et i l enfante le malheur,/Dans son 1 sein murit un fruit de deception." L'episode du secretaire fracture livrant les secrets de la morte et de son f i l s symbolise l a mise a nu des actions les plus cachees. L'image du li v r e de comptes, qui accompagne cet episode, complete une vision fantastique axee sur le jugement dernier et l a terreur de l'impi-toyable confrontation avec soi-meme. L'image et l'episode evoquent a leur tour un autre passage de la liturgie des morts, l'hymne intitule "Dies irae, dies i l i a " : 1. Jour de colere que ce jour-la, qui reduira en cen-dre le monde, selon 1'oracle de David et de l a Sibylle. 2. Quelle terreur, quand le juge viendra pour tout exa-miner avec rigueur! (...) 5. On presenters le l i v r e ou est ecrit et renferme tout l'objet du jugement. 6. Quand le juge siegera, tout ce qui est cache apparal-tra, rien ne restera impuni. La familiarite d'Anne Hebert avec ce texte des Ecritures se trouve d ' a i l -2 leurs confirmee par un passage de Kamouraska ou i l y est f a i t une allusion directe. 1 Livre de Job, XV, 20-21 et 35. 2 "Jerome observe le visage de sa femme. Celle-ci a ouvert le l i v r e , a l a page marquee. 'Jour de colere, en ce jour-la.' Un passage est souligne, d'un t r a i t de crayon. 'Le fond des coeurs apparaitra— Rien d'invenge ne restera.'" Kamouraska, pp. 15-16. - 83 -LA CRISE PSYCHIQUE Au niveau de lecture de l'etude psychologique des effets de 1'alie-nation, l a tension non resolue entre le reve et l a realite est l a mani-festation d'une crise mentale qui s'accompagne de phenomenes pathologiques reconnus. Dans son recit, Francois nous decrit en observateur profane, detache de lui-meme, les symptomes d'un desequilibre affectif profond. A ce niveau de lecture, le fantastique est l'expression des fantasmes crees par un cerveau derange. Derriere les donnees evidentes de l ' h i s -toire, 11 y a done un sens a decouvrir, une signification dont 11 faut trouver, au-dela des blocages emotifs, les mobiles essentiels. L'etat pathologique du narrateur se manifeste princlpalement par des hallucinations auditives qui, apparaissant en general apres une re-velation douloureuse, annoncent les crises de violence et de desespoir qui aboutiront au suicide. Ces hallucinations s'accompagnent d'un senti-ment angoissant d'etre possede par les forces cosraiques en general et par le torrent en particulier: "Pourtant, j'entendais en moi le torrent exister, notre maison aussi et tout le domaine. Je ne possedais pas le monde, mais ceci se trouvait change: une partie du monde me possedait" (T,29). La premiere hallucination auditive se manifeste lors de l a scene des "livres d'etudes"(T,20). L'enfant croit entendre l a voix eraillee du demon prononcer le nom de sa mere. Le narrateur souligne,lors du meme episode, une sensation de battements rythmiques a l'interieur de son - 84 -crane dans lequel resonne l a phrase qui nie son existence propre et scelle son destin: "Tu es mon f i l s . Tu me continues"(T,21). Un deu-xieme episode auditif, accompagne de sentiments d'angoisse et de faiblesse, survient au moment ou i l prend conscience du neant de sa vie a l a f i n de sa rhetorique: "Les bras charges de livres, les oreilles bourdonnantes des applaudissements polis des camarades pour lesquels je ne cessais pas d'etre un etranger, j ' a l l a i s de ma place a l'estrade et j'eprouvais une angoisse aigue et un t e l accablement que j'avals peine a avancer"(T_,24-25). Lors de l a confrontation avec Claudine, les coups que c e l l e - c i assene a son f i l s causent l a surdite accompagnee de violents maux de tete. Le choc psychique cause par cette attaque provoque chez Francois les symptomes avant-coureurs de l a crise mentale qui aboutira au matri-cide d'abord, au suicide ensuite. Prive de tout stimulus auditif exterieur, 11 est desormais livre aux rythmes chaotiques de son paysage interieur ou s'affrontent des passions violentes trop longtemps contenues par une regie de fer. Des lors, l a sensation de battements qui accom-pagne les crises affectives sera associee au fracas du torrent: De toutes les sonorites terrestres, ma pauvre tete de sourd ne gardait que le tumulte Intermittent de l a cataracte battant mes tempes. Mon sang coulait selon le rythme precipite de l'eau houleuse. Lorsque je devenais a peu pres calme, cela ne me faisait pas trop souffrir, cela se reduisait a un murmure lointain. Mais les jours epouvantahles ou je ressassais ma re-volte, je percevals le torrent s i fort a-l'interieur de mon crane, contre mon cerveau, que ma mere me frap-pant avec son trousseau de clefs ne m'avait pas fait plus mal" (T,30). Dans ce passage, le narrateur indique clairement le rapport entre le de-- 85 -ferlement de ses sentiments jusqu'alors refoules et l'hallucination auditive qui en est la manifestation physique. Le fracas du torrent sous son crane exprime une realite physiologique: i.e. 1'amplification douloureuse des battements du sang aux tempes, sous l 1influence des emotions desordonnees du sujet. L'intensification de ces memes symptomes, accompagnant l'arrivee de Perceval, reflete la violence du conflit interieur qu'enflamme le spectacle de l a revolte de 1'animal: "Je quittais l'ecurie, l a tete et les oreilies battant d'un vacarme qui me rendait presque fou. Toujours ce ressac d'eau et d'orage. Je me prenais le front a deux mains et les chocs se precipitaient a une te l l e allure que j'avais peur de mourir" (T_,32). Cette intensification atteint son point culminant au moment de la decision de liberer le cheval: "Le torrent subitement gronda avec tant de force sous mon crane que l'epouvante me s a i s i t . Je voulus crier. Je ne pouvais plus reculer. Je me souviens d'avoir ete etourdi par cette masse sonore qui me frappait a l a tete" (T_, 35). Cette derniere phrase decrit en termes profanes un autre phenomene physiologique connu, i.e. les bourdonnements d'oreilles dus au ralentissement des battements du coeur qui precede un evanouissement. La violence du choc psychique ressenti au moment de l a mort de Claudine cause non seulement l a perte de connaissance mais encore une 1 crise amnesique que semble indiquer le "manque"(T^, 35) dont parle Fran-cols. Cette reaction, generee par le conflit qui oppose les pulsions du "5a" aux interdictions du "sur-moi", l u i permet d'echapper, temporaire-ment du moins, a 1*emprise de l a realite. C'est pourquoi a son reveil i l mobilise toutes ses forces psychiques pour repousser l a conscience de son acte. C'est pourquoi egalement ce reveil s'accompagne d'un sentiment de desorientation et d'une sensation d'epuisement qui l u i laissent 1'im-pression de revenir d'un naufrage ou d'un combat corps a corps. A partir de l a mort de Claudine, le refus neurotique de l a part de Francois d'affronter l a responsabilite de son crime et l a violence de ses passions entrafnera une acceleration rapide de sa desintegration mentale. Incapable d'accepter l a verite qui pese cependant sur l u i et le guette a chaque detour de pensee, i l devient l a proie de l'angoisse: "Je suis poreux sous l'angoisse comme la terre sous l a pluie"(T_,37). N'etant plus ancre dans l a realite q u ' i l rejette, les sentiments de disorientation percus a son reveil l'envahissent tandis qu'il se refugie de plus en plus dans les fantasmes, ces productions de 1'imagination par lesquelles le "moi" cherche a echapper a 1'emprise de l a realite. Si la raison profonde du meurtre de Claudine relevait du besoin, de l a part du f i l s humilie, 1 "C'est un trouble plus ou moins profond de l a memoire. II existe plusieurs especes d'amnesie: (...), 3) certains evenements semblent avoir ete oublies. En f a i t , l a trace des evenements existe; on peut croire que l'oubli total n'existe pas. Ces circonstances "oubliees" remontent par-fois a l a surface de la conscience, a l a suite de certaines circonstances, 4) l'amnesie peut etre due a des causes affectives. Le sujet "oublie" des choses trop douloureuses pour l u i . On rencontre ce type d'amnesie dans les refoulements." Pierre Daco, op.cit., p. 455. - 87 -d'affirmer au seuil de l'age d'homme sa v i r i l i t e menacee, ce f i l s , en refusant l a responsabilite de son acte d'agression, se prive de la de-charge affective de l' h o s t i l i t e refoulee qui est a la racine de son alienation. Son refus constitue de fait un acte d'auto-castration men-tale. L'Strange episode d'Arnica, decrit en termes sybillins empreints d'une poesie morbide, recouvre sous son apparente incoherence une realite psychique reconnue, fort bien etudiee. Les circonstances de la mort de Claudine, refoulees par un blocage emotif, ne peuvent etre assimilees par r, la conscience de Francois . Des lors, ces circonstances bannies du re-servoir de 1*affectivice menent leur vie propre. Se mettant a travailler pour leur compte, elles foment des satellites mentaux qui se superposent a son "moi". Ces satellites remplacent 1*autorite arbitraire de l a mere' qui le controlait jadis et l a continuent, le for9ant a agir malgre l u i : "Et puis, a quoi bon disserter sur l a raison de mes gestes et impulsions. Je ne suis pas l i b re" (T, 47-48) . En niant sa participation au meurtre de Claudine, i l s'enlise s i profondement dans sa fixation a la mere qu ' i l est oblige de l a ressusciter par le biais d'Arnica afin de revivre a re-1 "Un evenement non integre dans l a masse de l a conscience devient semblable a un s a t e l l i t e travaillant en dehors de cette masse. Cet evene-ment, non digere, va t i r a i l l e r l'homme soumis a ce manque d'unite. Ce cas se represente dans tous les Complexes, par exemple. Le Complexe est comme ce s a t e l l i t e ; i l agit pour son propre compte, sans que l a conscience puisse l'absorber dans sa masse. Or, l'homme voit souvent les symptomes du complexe mais rarement le complexe lui-meme. A ce moment, i l a deja, en petit, une personnalite double: son "moi" proprement dit et le "moi" de son complexe. II y a en l u i quelque chose qui le fa i t agir malgre  l u i . " Pierre Daco, op.cit., p. 146, - 88 -bours les circonstances qui l'ont amene au matricide et de recommencer l'acte manque, puisque renie. Des lors, sa maniere de se decrire en observateur detache de l u i -meme accuse un dedoublement de la personnalite que ses propos rendront de plus en plus flagrants a partir de la description de 1'introduction d'Arnica dans son domaine et dans sa maison: Le repas, l'un en face de 1'autre. La flamme de l a lampe plus clair e , puisqu'elle a lave le globe. Son chale sur une chaise, sa mante pendue a un clou. Quel est ce menage paisible que j'apercois a cote de moi? Car en moi rien ne parait plus penetrer. Je vols un inconnu qui mange en face d'une femme inconnue. l i s sont aussi secrets l'un que 1'autre. Non, je n'ai pas habite ce li e u , n i cet homme (T,47). On distingue trois aspects du "moi" dans ce passage: d'abord le "moi" analytique de la conscience reflechie qui observe de maniere detachee les actions des deux autres aspects de son "moi": "Quel est...?...Je vois..., etc." Ensuite, le "moi" de l a conscience immediate qui est soumis a l a necessite de jouer un role prescrit d'avance, auquel i l participe en automate et en Stranger: "un inconnu qui mange en face d'une femme in-connue." Enfin, le "moi" de la memoire automatique, involontaire mais disponible, qui prend a son compte tout ce qui est liberte et fa i t re-monter a sa guise dans le champ de la conscience tout ce que le sujet a-vait enfoui dans son inconscient: " l a flamme de la lampe plus claire, puisqu'elle a lave le globe. Son chale sur une chaise, sa mante pendue a un clou"(T,47). Sur le plan de la composition, le premier aspect du "moi" est le narrateur qui fait part au lecteur du conflit entre les deux autres aspects - 89 -de lui-meme. Le deuxieme aspect du "moi" est Frangois, le f i l s de Claudine qui l a continue, qui n'est pas libre d'etre lui-meme. Le troisieme aspect du "moi" est concretise par l a creation du personnage d'Amica. Arnica est le temoin-miroir, le spectateur libre qui regarde Francois jouer son role pre-determine tout en l u i presentant son vrai visage. Le refus et plus tard la destruction de ce temoin consacre 1'irremediable alienation du sujet. A ce niveau de lecture, l a surdite de Frangois est symbolique de son refus d'ecouter l a voix de l'incons-cient qui pourrait le reveler a lui-meme et l u i permettre une integration psychique harmonieuse et autonome. C'est ainsi que nous avons vu le cycle d'Amica transposer a l'age d'homme, sur le plan psychique, les experiences de l'enfance et de l'a-dolescence. Le personnage d'Amica permet d'explorer 1'ampleur de l a destruction causee par Claudine. II sert egalement d'objet de transfert 1 aussi bien pour l a haine que pour les sentiments incestueux inspires par l a mere au moment de l' e v e i l des sens, lors de la premiere aventure. De la sans doute l a juxtaposition paradoxale du nom et de l'epithete 2 que Frangois donne a la f i l l e du colporteur: "Arnica est le diable" (T_,46) . 1 Ce theme, recurrent de maniere implicite dans 1'oeuvre d'Anne Hebert, sera pleinement developpe dans Les Enfants du sabbat avec le per-sonnage de "Soeur Julie de la Trinite, f i l l e du v i o l et de l'inceste" et de son frere Joseph force de participer a " l a celebration de l'inceste sur le l i t de fer de la sorciere," sa mere. Les Enfants du sabbat (Paris: Editions du Seuil, 1975), pp. 68 et 107. 2 "Ami (ca), Amic forme meridional. Surnom qui peut representer une valeur euphemique d'"amant". Albert Dauzat, Dictionnaire etymologique  des noms de familie et prenoms de France (Paris: Larousse, 1970). Etant donne 1'identification du personnage au chat, i l est possible de retrouver dans ce nom l a juxtaposition d'une forme modifiee du mot "chat" a celui d'"ami": Ami-chat ou Ami-ca. - 90 -La nuit de noces passee dans le l i t maternel permet au f i l s de Claudine de reveiller les demons familiers. L'echec sexuel q u ' i l s u b i t — "J'agis par discretion, comme s i je ne voulais pas laisser le couple en-dormi s'apercevoir de ma presence frustree dans l a chambre nuptiale" (T, 4 9 ) — l u i fait mesurer 1'effet destructeur de la castration mentale dont i l a ete victime. Les sentiments de haine, de vengeance et de culpabili-te, que cette revelation suscite, revellient les conflits affectifs temporairement assoupis. A 1'interlude amnesique—"Le torrent est silen-cieux. Du silence lourd qui precede l a crue du printemps. Ma tete est silence"CT,38)—suecede "le murmure lointain du torrent, en marche, en moi"(T, 48) qui annonce une nouvelle crise. De f a i t , le regard hypnotique d'Arnica, de pair avec sa souplesse feline, declenche un mecanisme d'associations qui ramenent dans le champ de l a conscience le souvenir traumatisant du seul temoin de l a mort de 1 Claudine, e'est-a-dire l a memoire involontaire incarnee par le chat: "Le malaise poignant que me donnaient les yeux trop grands ouverts at-taches sur moi est complete par 1'impression de la chute souple. Cela me rappelle un certain chat" (T_,51). L'association de ce temoin avec Arnica declenche chez Francois une terreur panique et un delire de perse-cution qui accuse l a gravite de son alienation et de ses tendances para-noic aques. 1 Ce meme role sera attribue plus tard au personnage d'Aurelie aux yeux de chat et a l'ame de sorciere. Aurelie, tout comme le chat d'abord et Arnica ensuite, est un temoin imprevisible et vigilant: "On ne l'en-tend jamais venir. Tout a coup el l e est l a . Comme s i e l l e traversait les murs." Kamouraska, p. 133. - 91 -Afin d'eclaircir l a presence insolite de ce chat dans le recit de Frangois, i l est necessaire d'ouvrir une parenthese sur le role symbo-lique confere a cet animal dans 1'oeuvre poetique d'Anne Hebert,.ante-rieure au "Torrent". Dans le bestiaire hebertien des premieres oeuvres, le chat monte l a garde au seuil de l a conscience d'ou son regard magique capte les mouvements les plus secrets de l'ame: "Leurs yeux/Sont des 1 rets mouvants./Fascinants/Comme l a flamme." Le chat est done le temoin de tout ce qui se deposant a notre insu dans notre subconscient peut dans certaines circonstances remonter a la surface. II est le deposi-taire des wr i t e s secretes de toutes les facettes du "moi". C'est l u i qui, a partir de ses connaissances infuses, inspire les voix mysterieuses qui nous revelent a nous-memes notre verite profonde: "Petit chat que je retrouve au fond de moi,/Dont une minute de silence/Suffit a faire sourdre 2 la voix plaintive,/La voix plaintive dans le mystere de l a brume." Dans le contexte des oeuvres qui precedent "Le Torrent", les chats semblent incarner l a memoire involontaire chere a Proust a laquelle Anne Hebert 3 rendra hommage plus tard dans sa profession de fo i poetique . Comme e l l e , 1 Anne Hebert, "Chats," Les Songes en equilibre (Montreal: Les Editions de l'Arbre, 1942), p. 58. Desormais designes par S.E. 2 Anne Hebert, "Chats," Gants du c i e l , no 4, juin 1944, p. 12. 3 "Ainsi Proust, grace au prestige de sa memoire, delivre enfin, apres une longue habitation secrete en l u i , les trois clochers de Martin-v i l l e qui, des leur premiere rencontre avec l'ecrivain, s'etaient averes non acheves, comme en attente de cette seconde vie que la poesie peut sig n i f i e r a la beaute surabondante du monde." P_, pp. 67-68. - 92 -l i s font surgir a leur guise les apparitions imprevues, mysterieuses qui emergent de ce reservoir obscur de nos instincts, de nos souvenirs, de nos pensees et de nos habitudes, lequel se situe au-dela de l a conscience. Dans ce sens, les chats ("Leurs yeux/Ont des profondeurs glauques/Ou l'or 1 se mele au vert/Des etangs les plus secrets." ) sont les gardiens du subconscient, cet univers invisible qui se dissimule au regard: Dans quelle marine/Ai-je done vu mes yeux?/Qui done a dlt/Qu'ils etalent calmes/Comme un puits,/Et qu'on pouvait/S'asseoir sur l a margelle/Et se mettre tout le bras/Jusqu'au coude/Dans l'eau lisse?/Gare aux courants de fond,/Au s e l , aux algues,/Et aux beaux noyes/Qui dorment les yeux ouverts,/En attente de l a tempete/Qui les ramenera/A la surface de l'eau,/ Entre les c i l s . ^ Univers ou reservoir obscur, dans l'oeuvre d'Anne Hebert, le subconscient 3 est symbolise par l'eau (la mer, le puits, le lac , l'etang, l a riviere ou le torrent) dont la surface transparente ou glauque, calme ou agitee, telle le regard humain, recouvre d'insondables profondeurs. En tant que gardiens du subconscient, les chats sont tour a. tour des temoins malefiques ou des divinites favorables: "Deux beaux chats,/ Familiers et doux/Se frolent contre moi,/Me pressant de les suivre./ Tout mon etre obeit/Et sombre dans le sommeil,/Guide par deux beaux chats,/ Anne Hebert, "Chats," S.E., p. 58. 2 Anne Hebert, "Marine," S.E., pp. 82-83. 3 "Le lac est blanc/Comme du lait,/Du l a i t servi/Qui attend./Dites, l'avez-vous vu/Ce grand chat maigre,/D'un bond sauter/Les montagnes/Pour venir boire?" Ibid., pp. 67-68. - 93 -1 Cheres divinites des Tenebres et du Reve." D'autre part, "Jamais tout 2 a f a i t apprivoises,/Divins et diaboliques;" ces animaux fabuleux sont a l a fois les temoins et les juges de l a vie secrete des regions tene-breuses de l'etre: "Pupilles dilatees,/Quelle f o l i e sublime/Vous pos-3 sede,/Tandis que vous nous jugez,/Tristes sages?" Mais, malefiques ou bienfaisants, ce sont eux, parce qu'ils detiennent les cles des metamor-phoses successives de l'etre, qui sont les initiateurs de l'activite creatrice. En effet, c'est dans les regions tenebreuses de l'etre que se nourrissent les reves, ces preludes aux songes eveilles qui, captes dans leurs cheminements mysterieux par les pouvoirs createurs du poete, deviennent une oeuvre: un songe en equilibre. La violence de la reaction, que suscite chez Francois l a decouverte de ce temoin de sa vie interieure, revele 1'ampleur de l a resistance que ses mecanismes de refoulement opposent a toutes les tentatives de con-frontation avec soi-meme. Lorsqu'il in came ce temoin interieur dans le personnage d'Arnica, l u i conferant de ce f a i t une vie propre, en dehors de lui-meme et separee de l a sienne, afin de mieux pouvoir le renier, le nar-rateur trahit l a gravite de l a dissociation du "moi" qui le conduira au suicide: 1 Anne Hebert, "Prelude a la nuit," La Nouvelle Releve, vol. I l l , mai 1944, p. 209. 2 Anne Hebert, "Les chats," S.E., p. 59. 3 Ibid., p. 58. - 94 -Et, aujourd'hui, de trouver ainsi cette femme aux yeux s i etonnamment semblables, rives sur moi, je crois voir mon temoin surgir au jour. Mon temoin occulte emerger dans ma conscience, en face de moi, bien au c l a i r . II me torture! II veut que j'avoue! Qu'est venue faire i c i cette sorciere? Je ne veux pas qu'elle me regarde! Je ne veux pas qu'elle me questionne! Je sais bien que je ne pourrai jamais m'en debarrasser. Une creature m'a connu a 1'instant de l a fuite de Perceval. Ce temoin maintenant m'in-terroge, directement, du dehors de moi, separe de moi, sans connivence, comme un juge. II me poursuit dans mon refuge le plus secret, l a ou fut sa propre demeure. II viole plus profondement que ma conscience. Je ne sais rien! Je ne sais rien! Si ce chat sal t , l u i , i l n'est pas de moi (T, 52-53). A partir de ce reniement et de ce transfert, Arnica devient une intolerable menace. Sa presence provoque une "confrontation reelle avec soi"(T_,55) a laquelle 11 oppose un refus panique tandis que le torrent se dechaxne a nouveau dans sa tete de sourd—"A! qui me frappe avec cet acharnement? Le torrent bondit dans ma tete!"(T,56)—provoquant une crise de delires para-noides. Nous avons vu que l a decision de se debarrasser d'Amica, en l a precipitant dans le torrent, exprimait symboliquement des pensees d'auto-destruction tandis que l a fuite d'Amica rendait visible l a scission defi-nitive de son moi qui annonce l'ultime expression de 1'alienation, 1'anni-hilation de l a conscience dans le gouffre du torrent, afin de faire taire a jamais l a voix du remords: "Car ce qui parle au fond des etres, ce qui parle dans le sein des eaux, c'est l a voix d'un remords. II faut les faire taire, 11 faut repondre au mal par la malediction; tout ce qui gemit en 1 nous et hors de nous, i l faut le frapper de l a malediction du silence." 1 Gaston Bachelard, L'Eau et les rgves (Paris: Librairie Jose Corti, 1942), pp. 94-95. - 95 -L'ENQUETE JUDICIAIRE Dans "Le Torrent", les elements de roman policier decoulent tout naturellement du f a i t de l a mort violente de Claudine: "Cela me f a i t penser au chef de police, a l'interrogatoire qu'il me f i t subir apres l a mort de ma mere!..,"(T,59). Sur le plan de l a toile de fond socio-religieuse de la nouvelle, au niveau de lecture que nous allons explorer i c i , les notions de crime mysterieux, d'enquete judiciaire, de juge ou de coroner, de temoin et de verdict recouvrent celles de peche originel, de culpabilite, de conscience, de justice divine, de jugement dernier et de chatiment des mediants. Sur le plan de l a verite interieure du personnage, le jeu imagi-naire d'un policier problematique et de son informatrice (Arnica), a l a poursuite d'un criminel insaisissable, mime la demarche contradictoire d'un esprit qui recherche et redoute a l a fois l a verite. Ce jeu astu-cieux, cree par un narrateur qui assume tour a tour le masque de victime, celui de complice criminel, celui de temoin a charge et celui d'investi-gateur "lucide et methodique"(T_,38) , temoigne de l a fragmentation tra-gique d'un moi divise contre lui-meme et pousse a l a limite extreme du cauchemar. Le drame de Claudine et de Francois, comme celui plus tard d'O-1 2 l i v i e r et d'Adelalde , de Salin et de ses enfants ou de George et d ' E l i -1 Anne Hebert, "La Merciere assassinee," dans Le Temps sauvage (Montreal: Editions Hurtubise/HMH, 1971), pp. 79-153. 2, Les Invites au proces," Ibid., pp. 155-187. - 96 -1 sabeth , nalt de 1* opposition entre les forces repressives et corrompues de l a societe (mere, pere. educateurs religieux, police, juge), d'une part, et les forces incontrolables et destructrices, parce qu'arbitraire-ment refoulees, des pulsions de l'individu parvenu a l'age d'homme ( f i l s , f i l l e , amants), d'autre part. La magnitude de cette lutte, son caractere fondamental et primitif sont symbolises au niveau cosmique par 1'opposi-tion entre le statique (la terre aride, les pierres, l a roche) et le dynamique (la riviere, le torrent, l a mer): "L'eau qu'on emprisonne/Et 2 l'eau qui tonne;/L'eau qu'on endigue,/L'eau qui noie les villages." Dans les histoires policieres d'Anne Hebert, le criminel est tou-jours l a victime d'une cruelle oppression qui l u i interdit la connaissance de lui-meme et du monde. Ne dans le peche, i l est condamne a un angelisme qui renie sa vraie nature. Dans la societe ou 11 v i t , l'ignominie pese sur le desir charnel qui est a la source meme de sa vie, le condamnant d'avance a l a malediction eternelle: "le mal m'a choisi des le premier souffle de mon existence"(T,64). Voue a la culpabilite des sa conception— "Tout homme porte en soi un crime inconnu qui suinte et qu ' i l expie"(T, 5 5 ) — i l fai t tres jeune la muette, precoce experience du desespoir: "J'etals s i petit et je n'avais jamais ete heureux"(T_,20). Les fautes de ceux qui president a son destin pesent sur l u i de tout leur poids destruc-teur, l u i interdisant l'acces a la joie, c'est-a-dire a l a vraie 1 Kamouraska. 2 S.E., p. 54. - 97 -1 vie. Frustre dans ses aspirations profondes et livre aveuglement a des instincts qu'on l u i a appris a renier, l a fureur de vivre du personnage debouche sur l a colere, l a haine et l a destruction: celle des autres et la sienne. La haine et le desir de vengeance, accompagne d'une fascina-tion morbide pour toute manifestation de violence, l'emporte chez l u i sur le desir de se liberer. L'anti-heros hebertien, "sourd" a ses vrais sentiments, est t i -r a i l l e entre une haine incontrolable et le besoin compulsif de preserver 2 son masque d1innocence. Afin de reconcilier ses aspirations antagonistes, au moment de l a vengeance, sa demarche mentale suit trois etapes. D'abord, i l assume vis-a-vis de l u i meme le masque de justicier charge d'une mis-sion sacree: "Ce demon captif, en pleine puissance, m'eblouissait. Je l u i devais en hommage et en justice aussi de l u i permettre d'etre soi dans le monde"(T_,34). Ensuite, i l charge un intermediaire d'executer l'acte de vengeance, tandis qu'il assume le masque de 1'ignorance invoquant "un manque", c'est-a-dire un temps mort de l a memoire au moment crucial. En-f i n , de connivence avec l a societe, i l renie son acte et revetant le masque de 1'innocence 11 se pose en victime du passe: "Non! non, je ne suis res-ponsable de rien!"(T_,56). 1 Un rapprochement s'impose i c i avec un poeme de Saint-Denys Gar-neau: "Je marche a cote d'une joie/D'une joie qui n'est pas a moi/D'une joie a moi que je ne puis pas prendre." Poesies completes (Montreal: Fides, 1949), p. 101. 2 "Apprenez que je ne crains rien tant que d'etre decouvert..." de-clare George Nelson, ljanti-heros de Kamouraska, p. 124. - 98 Une fois 1*affaire etouffee et l'ordre immuable de l a societe re-tab 11, le coupable exonere mais non pardonne v i t dans l a terreur de se trahir et de voir son imposture exposee sur l a place publique. La verite infuse de son crime pese sur l u i . II salt qu'un temoin occulte et male-fique risque de faire glisser son masque de fausse innocence tandis que, livre seul et sans defense a son tribunal interieur, i l se debat contre ses souvenirs, temoins a charge qui l'accusent et le condamnent. Le ver-dict des autorites c i v i l e s , en le relevant de toute responsabilite—"J'ai devant les yeux le verdict du coroner: 'Mort accidentelle'"(T,61)—le force a se creer un double imaginaire. Ce double qui ne coincide plus avec la realite l u i interdit a jamais l a reconciliation avec lui-meme, objet premier de sa quete existentielle, et consacre de maniere irreme-diable l a scission de son moi. L'histoire de Frangois introduisant dans sa demeure sinistre une espionne de police deguisee en femme fatale recouvre l a demarche d'une Sme ravagee par l a culpabilite dont le desir de se recreer une innocence se heurte aux temoignages des fantomes du passe. Ceux-ci, sommes par l a memoire involontaire, mais deformes par la culpabilite, le forcent a con-fronter ses pensees et ses intentions les plus secretes et a contempler son vrai visage, le "moi" de sa vie interieure qui l u i f a i t horreur et qu'il refuse obstinement de reconnaitre et d'assumer. L'enquete a l a -quelle i l se li v r e pretend rassembler en les questionnant les faits de sa vie afin de l u i permettre de cerner les contours hesitants d'un "je" toujours perplexe, a l a recherche d'un "moi" en voie de disintegration. Cette enquete echoue parce que, se heurtant a la mauvaise f o i inspiree - 99 -par l a terreur d'etre demasque en public, e l l e refuse le temoignage du subconscient. Entre Francois et Arnica, son temoin-miroir qu' i l percoit en tant qu'espionne de la police-voleuse de profession, tout se passe comme s i un sentiment d'effraction menacait son intimite psychique (ne-gation de son crime)—"Elle doit fouiller partout. (...) Ell e veut les preuves materielles du crime. (...) Pour Arnica, rien d'interdit; e l l e i r a partout, au plus epais d'une epouvante mal jointe.. ."CT,60-61)—et son integrite physique et sociale (la honte d'etre batard): "Elle i r a dans le monde, repetant qu'elle l'a trouve i c i , que je suis le f i l s du mal, le f i l s de la grande Claudine"(T,63). LE DRAME DE LA PAROLE Au debut de la deuxieme partie du "Torrent", lorsque Francois part a l a recherche d'une "femme", i l rencontre des colporteurs campes sur ses terres. L'evocation d'un r i t u e l magique auquel se livrent ces deux per-sonnages enigmatiques confere a ce tableau un sens allegorique qui de-passe le projet de se procurer une femme apres une longue abstinence. Au niveau du mystere de la Parole, cette scene dantesque pourrait etre con-sidered d'un point de vue allegorique: "II y a la deux personnages sans forme, drapes, encapuchonnes, debout, tels des arbres gris. Leurs mains colorees, elevees vers un petit feu de branchages. Leurs mains immobiles dans li'air au-dessus du feu, ainsi que pour benir le feu sans fin"(T,40). - 100 -1 Sous l'angle allegorique, l a premiere ombre, le colporteur , a ^"accou-trement bizarre et faussement solennel"(T,41), s'assimile au " l i t t e r a -2 teur" dans le sens pejoratif que Claudel donne a ce mot, c'est-a-dire quelque chose voisin du saltimbanque ou du faiseur de tour. Le maigre feu de branchages serait alors a 1'image d'une inspiration limitee, tandis que le brie a brae qu' i l transporte symboliserait les oeuvres de paco-t i l l e destinies a un public peu exigeant. L'invocation "0 ma colere, assemble tes puissances certaines"(T_,40) temoigne de 1'indignation inspi-red par le don authentique contre cette intrusion venale et devalorisante. Au niveau de l'envers du caractere sacre du mystere de la parole, cette scene parodie celle du Christ chassant les vendeurs du temple (Marc, 15-18). La deuxieme ombre est l a f i l l e du colporteur, ou sa "comparse"(T_, 43). Le mot est particulierement bien choisl, puisqu'il s i g n i f i e , au sens l i t e r a l , un personnage muet. Cette apparition mysterieuse, imprevue, draped et encapuchonnee qui exerce ses pouvoirs diaboliques et seducteurs sur Francois, c'est, nous l'avons vu, l a memoire involontaire qui detient les cles de son passe maudit. Son souffle, symbole-cliche de l'inspira-1 Au figure, colporter prend le sens de divulguer, propager, rap-porter, repandre une histoire scandaleuse. Le colporteur est done ce-l u i qui colporte ou propage des histoires. Au sens propre, c'est un marchand ambulant. Cette appellation designe done aussi bien le " l i t -terateur" en tant que marchand d'un produit de consommation, que l a fonction de sa comparse, Arnica, dans son role de divulgatrice des se-crets de Francois. 2 Pages de prose (Paris: Gallimard, 1944), p. 23. - 101 -tion, invite le narrateur a suivre les mouvements de sa danse insolite et troublante a travers les dedales de son etre interieur afin de de-1 couvrir sa verite profonde. "L'Ange de Dominique" qui precede "Le Torrent" est consacre a ce theme: "N'y a - t - i l pas un chemin secret con-duisant aux etres! C'est celui-la qu'Ysa choisit. II est venu a e l l e par un chemin secret, que rien ne defendait puisqu'on n'en connaissait pas soi-meme l'entree"(T_,75). Seule l'obeissance a l a danse mysterieuse, que tracent les arabesques des images et des sensations qui assiegent l'etre, permet de "dire les choses que la parole ne traduit pas"(T_,73). Ce sont les mouvements sinueux de cette "danse" que l'ecriture est ap-pelee a deerire lorsqu'elle veut reproduire l'elusive verite qui se cache dans les profondeurs de l'etre: Elle me souffle dans le cou. Elle r i t dans mon cou. Ses dents eblouissantes me narguent. Je sens son coeur battre, a peine essouffle par ce r i r e que je n'entends pas. E l l e tient les bras leves en arc. au-dessus de sa tete, les mains sur la nuque, semblant cacher quelque chose. Ai-je vraiment parle, ou me suis-je simplement f a i t cette reflexion en moi-meme? Je voulais savoir ce qu'elle dissimulait ainsi. Sans se retirer de moi, e l l e enleve le fichu branlant que ses mains renouaient sur les lourds cheveux. Ils s'echappent, libres sur les epaules. Je recule. Ils sont noirs et tres longs. Une masse de cheveux presques bleus. Je recule encore. C'est e l l e qui marche sur moi. Ses yeux sont pers. Ses noirs sourcils, places haut, soulignent l'enchassement parfait des prunelies (T, 42-43). Les cheveux noirs et lourds sont a 1'image des souvenirs et pensees de Frangois. Ils refletent l'epouvante de reves affreux inspires par une 1 Le Torrent, pp. 67-106. Ce conte fut ecrit entre l'automne 1938 et l'hiver 1944. - 102 -conscience troublee. Les yeux pers sont, selon l a tradition populaire, 1 l a marque des etres extra-lucides: chats, sorcieres, demons. Sur un autre plan, l i s evoquent aussi Pallas Athena, l a deesse palenne de l a Pensee et des Arts. Un poeme en prose insere dans le recit de Francois decrit l a de-marche capricieuse de l a memoire involontaire qui, en faisant remonter les vrais sentiments dans le champ de l a conscience, tourmente et pro-voque le poete, se derobe a son regard et se l i v r e tour a tour, laissant entrevoir ce que cache les oripeaux scintillants dont e l l e se pl a i t a recouvrir les souvenirs, leur pretant "une espece de clarte nouvelle, 2 particuliere, qui est celle meme de 1'emotion du poete" : Ses jupes et chales l a drapent et ne semblent rete-nues que par les agrafes mouvantes de ses mains, plus ou moins serrees, selon les caprices de sa demarche vive ou nonchalante. Un reseau de p l i s glissant de 1 Le personnage d*Arnica, mi-chat, mi-sorciere, qui joue le role de temoin-miroir aupres du heros ou de 1'heroine, apparait pour l a pre-miere fois sous les t r a i t s d'Ysa dans "L'Ange de Dominique". II sera reincarne plusieurs fois, entre autre sous le masque d'Aurelie dans Kamouraska. Sa derniere reincarnation est l a seeur Julie dont les sortileges empreints de puerilite rancuniere creent le chaos dans le monde clos et bien ordonne d'un couvent. Sa mission est de debusquer le mal cache dans le coeur de tous ceux qui tombent sous son pouvoir: "L'oeil de chat de soeur J u l i e , son o e i l de hibou arrache de son orbite, depose dans l a main de Jean Painchaud. (...) Une pierre d'apparence anodine, en realite faite pour mirer le coeur le plus secret." Les  Enfants du sabbat, p. 72. Julie continue le double cauchemaresque d'Elisabeth:"Je suis une sorciere. Je crie pour faire s o r t i r le mal ou i l se trouve, chez les betes et les hommes." Kamouraska, p. 131. 2 P, p. 68. - 103 -ses mains et renaissants plus loin en ondes pressees. Jeux des p l i s et des mains. Noeud de p l i s sur la poitrine en une seule main. Scintillement de sole trop tendue sur les epaules. Equilibre rompu, re-cree ailleurs. Glissement de sole, epaule nue, de-voilement des bras. Doigts s i bruns sur l a jupe rouge. La jupe est relevee a poignees, prestement, pour monter l'escalier. Les chevilies sont fines, les jambes parfaites. Un genou s a l l l l t . Tout est disparu. La jupe balaie le plancher, les mains sont libres et le corsage ne tient plus (T,53). Les jupes et les chales symbolisent le masque, les apparences du "moi" public qui recouvrent le "moi" secret. Le noeud de p l i s sur l a poitrine symbolise les sentiments qui, selon l a tradition, emanent du coeur. Les jupes qui recouvrent le bas du corps font allusion aux mysteres qui en-rob en t le desir charnel. La jupe "relevee a poignees, prestement, pour monter l'escalier" indique l'urgence que ce desir eprouve a s'exprimer. Le corsage qui ne tient plus signifie l a mise a nu des vrais sentiments. Le couple maudit que Frangois forme avec l a femme qu ' i l a payee comptant avec "l'argent du mal," c'est-a-dire avec le souvenir de ses peches secrets, reels ou imaginaires, et ceux de sa mere, symbolise 1'in-fluence nefaste de l a memoire involontaire sur un esprit empoisonne par 1 l a culpabilite : "Je n'ai plus d'abri interieur. Le sacrilege est commis. Le sac de mon etre le plus secret est accompli. Je suis nu, dehors, de-vant cette f i l l e en pillage pour le compte de l a police. E l l e en saura meme plus long qu'il n'est necessaire a un rapport judiciaire. E l l e pe-netrera mon tourment"(T_,59). Les rapports de Frangois et d'Amica sont 1 "Mon Dieu est-ce done possible que rien ne s'efface en nous? On v i t comme s i de rien n'etait et voici que le poison au fond du coeur remonte soudain" se lamente Elisabeth sous l'assaut des sou-venirs d'un passe domine par l a passion. Kamouraska, p. 27. - 104 -caracterises par une fascination morbide d'une part—"ce qui m'a attire plus que tout autre chose en e l l e , c'est justement ce je ne sais quoi de sournois et de mauvais dans l'oeil"(T_,45)—, et un recul t e r r i f i e d'autre part: "Ses bras fermes me semblent malsalns, destines a je ne sais quel role precis dans ma perte. Je resiste a leur enchantement. (Quels 1 reptiles frais m'ont enlace?)"(T_,46). Sur le plan du mystere de la Parole, 1'ambivalence des rapports du couple Francois/Arnica mime le dilemme d'un ecrivain confronte par deux imperatifs contradictoires: son integrite qui exige "de demeurer fidele a sa plus profonde verite, s i redoutable s o i t - e l l e , de l u i l i v r e r passage 2 et de l u i donner forme" et la terreur de voir exposes en public les tour-ments interieurs de son etre secret. Car, en revelant ses terrifiantes aventures existentielles, i l risque de se trahir et d'etre trahi: Pourquoi ne l ' a i - j e pas reconduit apres la premiere nuit? E l l e m'etait a charge. Si je ne l ' a i pas f a i t , 1 Sur le plan de l a crise de conscience, cette reaction, que nous avons nomme "le complexe de saint Joseph", caracterise les rapports des couples hebertiens. E l l e denonce les ravages de l'interdit que l a morale janseniste f a i t peser sur ce qu'elle nomme l a concupiscence. La femme est a la fois objet de desir et de revulsion. F i l l e d'Eve et complice du demon, elle est vouee a l a perte de l'homme. II s'ensuit que tout con-tact charnel est empoisonne a la source par l a terreur d'etre damne. "Tu es le diable, Catherine, tu es le diable" repete Michel apres l a consom-mation de leur mariage. Les Chambres de bois, p. 76. George Nelson a son tour maudit l a femme dont la passion a bouleverse sa vie: "It is that  damned woman that has ruined me." Kamouraska, p. 248. "II rentre, me traite de maudite et de sorciere, se couche par terre, pres de l a porte d'entree, le corps en chien de f u s i l . II jure que jamais i l ne sera ' i -n i t i e ' , n i par Philomene, ni par moi, n i par aucune autre femme" constate Julie a propos de Joseph, le frere pour lequel e l l e eprouve des sentiments incestueux. Les Enfants du sabbat, p. 153. 2 P, p. 70. - 105 -c'est par peur de l a grand'route, du marchand ambu-lant qui pourrait etre la et avoir amasse les badauds pour me voir, me questionner, peut-etre dans 1'inten-tion de venir jusqu'ici? Cette pensee m'est insupporta-ble. Je croyais pourtant etre a l'abri en ma retraite. Les ponts se trouvaient coupes d'avec 1'univers habi-te. Et je les a i aussi coupes sous les pas d'Arnica. Elle a voulu devenir temoin de ma vie. (...) Temoin de quoi? Temoin de ma presence, de ma maison. Cela s u f f i t pour me donner la frousse, comme s i je voyais un grand miroir aux images ineffacables retenir mes gestes et mes regards. A aucun prix, i l ne faut relacher mon te-moin dans le monde CT,49-50). Le marchand ambulant est caracterise i c i dans son role de colporteur d'histoires. Les badauds representent le public et l a critique qui s'appretent a interroger l'oeuvre, ce miroir de la verite interieure de l'a r t i s t e , pour en decouvrir les secrets. Arnica est le temoin venal a la solde du colporteur: "Arnica m'a vendu. El l e me rend bien l a pareille, l a marchandise que j ' a i payee argent comptant au colporteur. Je suis vendu a mon tour. Par e l l e et par moi. En savais-je le prix? Le prix de ma guenille en tourment"(J_,62). En effet, l'oeuvre l i t t e r a i r e une fois publiee devient domaine public, objet de consommation. Pour tromper l a vigilance de cet aspect espion du "moi" (La memoire involontaire, coloree par les emotions) qui enregistre les mondres mouve-ments de l'ame, l'aspect rationnel du "moi" (la memoire volontaire guidee par l a raison raisonnante) l u i f a i t suivre un parcours deliberement laby-rinthique qui se refLete au niveau de l'ecriture, l u i conferant son carac-tere enigmatique: "J'ai attendu longtemps apres que l'homme fut disparu sur l a route, cahin caha, poussant sa voiture. Ensuite, j ' a i f a i t faire a Arnica un lot de detours dans la montagne, afin de brouiller a jamais dans sa memoire le chemin conduisant a mon domaine" (J_,44-45). Cette de-- 106 -marche aboutit fatalement a 1'alienation car e l l e s'efforce de renier l a verite interieure du sujet, e l l e sacrifie son integrite, consacre l'antagonisme entre les divers aspects de son "moi" et le l i v r e sans de-fense a l'assaut de ses souvenirs empoisonnes par la culpabilite et l'angoisse d'etre decouvert: J'admire mon detachement qui m'etonne. Puis, tout a coup, je sens que je me dupe. Je crois etre sans p i -t i e , et j'edulcore, je bifurque pour echapper a l a realite. Je mens! A quoi bon chercher? A quoi bon mentir? La verite infuse pese de tout son poids en moi. E l l e corrompt chacun de mes gestes les plus simples. Je possede l a verite et je l a reconnais a cela qu'aucun de mes gestes n'est pur (T_,39). Au niveau du mystere de l a parole, "1'investigation"^,38) entre-prise par Francois se rapporte done a l' a c t i v i t e mentale du narrateur qui cherche ses souvenirs de maniere selective, non pas pour decouvrir l a verite, mais pour s'exonerer. La decision de tuer Arnica nait a partir de l a perception de la f u t i l i t e de l'entreprise. Cette decision marque le point culminant de 1'alienation du narrateur. La memoire involontaire, source de sa verite interieure et de son inspiration poetique, est pergue comme un temoin dangereux qui outrepasse les controles que le narrateur entend exercer sur ses pensees: "Je possede done l a certitude que je ne conserve aucune maltrise sur ma voix. Je ne sais s i je parle haut ou s i je continue mon monologue interieur. Arnica peut l i r e mes pensees. Mon cerveau est a decouvert devant e l l e . Je n'avals pas imagine ce comble a mon horreur."(T,58). L'antagonisme du narrateur envers ce temoin, e'est-1 "Toutes les ramifications, les astuces, les tours et les detours de la memoire n'aboutissent qu'a 1'absence" constate Elisabeth dans Kamouraska, p. 197. - 107 -a-dire cette partie vigilante et incontrolable de lui-meme, s'accentue au fur et a mesure q u ' i l penetre plus avant dans les recoins secrets de la vie interieure. Peu a peu, son imagination metamorphose alors Arnica en reincarnation de Claudine, revenue completer le cycle infernal de l a malediction originelle en le poussant vers le torrent ou 1*image de l a mere le guette avec 1'incantation diabolique qui introduit le theme du v i o l de l a conscience et scelle son destin de non-etre: "Frangois, re-garde-moi dans les yeux" (T_, 65). Parce que Frangois, personnage-type de l'oeuvre d'Anne Hebert, se leurre sur ses vraies intentions, les souvenirs qu'il introduit dans son domaine interieur, pour rompre sa solitude et se refaire une Innocence, le trahissent. En refusant l a verite et en choisissant le passe, le men-songe et le reve pour echapper au risque de vivre, i l se livre aux i n -flexibles convocations des souvenirs. Des lors, 11 est precipite hors du temps, prive de tout refuge interieur, chasse hors de soi et detruit de fond en comble. Ses souvenirs qui s'interposent entre lui-meme et son desir de vivre l'acculent peu a peu au bord du gouffre de son propre neant, auquel 11 f i n i t fatalement par succomber: "Je veux me perdre en mon a-venture, ma seule et epouvantable richesse"(T_,65). Et cela, en depit d'une lucidite qui l u i permet d'entrevoir l a repose a l'enigme de son drame existentiel: "Je n'ai jamais pense au depouillement de soi comme condition de l'etre pur. D'ailleurs, je ne puis etre pur. Je ne serai jamais pur. Je me rends a ma f i n . Je m'absorbe et je suis neant. Je ne puis imaginer ma f i n en dehors de moi. La est peut-etre mon erreur. Qui m'enseignera 1'issue possible. Je suis seul, seul en moi"(T_,6A). En re-- 108 -fusant l a grace et en choisissant de crolre a l a damnation plutot qu'a. la redemption i l choisit d'assumer jusqu'a l'aneantissement l a revolte et le desespoir auxquels la contemplation du torrent avait prete une forme concrete apres l'aventure de la surdite. A l a fin du r i c i t de Francois, la description de l a tete d*Arnica au-dessus des f l o t s , dont la chevelure "se mele avec l'eau en un long en-roulement, plein de fracas noir et bleu, borde de blanc"(T,64) et dont les cheveux coulent en crochets jusqu'a l u i , symbolise l'attirance i r r e -s i s t i b l e et nefaste du cercle inhumain des pensees incessantes qui a l i -mentent le songe fantastique de Francois, Ce songe terrible qui est l a source d'inspiration d'une oeuvre qui le concretise et le depasse: "Le Torrent" d'Anne Hebert. Dans ce qui precede, nous avons vu que les sources d'inspiration du "Torrent" revelent de la part de 1'auteur une difference fondamentale d'intention par rapport aux oeuvres precedentes. Le reportage d'un crime et non plus une histoire de coeur, comme dans les premieres oeuvres en 1 prose , sert de canevas au "Torrent". Nous y retrouvons done, a l'inte-rieur du cadre d'une etude psychologique construite a partir des donnees incompletes d'un crime mysterieux, l a superposition des elements d'un roman policier a ceux d'un recit fantastique. L'inspiration n'a plus recours a l'evangile de l'Annonciation, mais aux textes sacres qui font allusion aux terreurs du jugement dernier. Cette inspiration religieuse a pour corollaire une source l i t t e r a i r e medievale qui evoque le theme de 1 Voir Annexe II, p. 146. - 109 -l a culpabilite et de la quete existentiel de l'individu a l a recherche de son destin. Sur le plan de la composition, 1'amalgamation deliberee de ces d i -vers elements et sources d'inspiration chargees d'un rlche pouvoir con-notatif confere au texte sa remarquable pluralite. Le conglomerat de souvenirs precis, deformes ou fragmentaires, de fantasmes et de comptes-rendus embrouilles du present, qui constitue le propos de Frangois, ex-prime l'insondable complexity de l'etre humain aux prises avec son destin. Par ce procede, tout en creant un texte multivalent, l'auteur parvient aussi a effacer l a frontiere entre le monde interieur et le monde exte-rieur, entre l a realite et 1'illusion et done a mimer par l'ecriture l a demarche d'un cerveau qui, en proie a de violentes emotions contradic-toires et refoulees, perd peu a peu contact avec l a realite concrete du monde exterieur pour f i n i r par se perdre dans son aventure interieure. Nous avons vu, en effet, que sur le plan psychologique, "Le Torrent" decrit une alienation progressive accompagnee de phenomenes pathologiques reconnus. Nous avons vu egalement que les elements fantastiques etaient la manifestation d'une imagination soumise au pouvoir destructeur d'une education religieuse basee sur la peur d'une justice divine implacable. A 1'interieur de ce cadre, les elements du roman policier refie tent d'a-bord les complexes de culpabilite et de persecution qui hantent le nar-- 110 -1 rateur, tandis que le nombre insolite de questions (quatre-vingt-dix environ, dont quatre-vingt dans la deuxieme partie), qui marquent les etapes de son investigation, exprime l'urgence angoissee qui sous-tend l'exploration de la malediction q u ' i l sent peser sur l u i . A partir du "Torrent", cette preoccupation avec le theme de l a culpabilite et son corollaire, la peur de se trahir et d'etre decouvert, domine 1'oeuvre d'Anne Hebert. L'auteur s'exprime clairement a ce sujet dans le scenario du film "Saint-Denys Garneau": II craint une seule chose. Non d'etre meconnu, non d'etre refuse, mais d'etre 'decouvert', comme s i , a la racine de son etre i l y avait faute, imposture. II se sent 'traque comme un criminel*. Cet impitoyable sentiment de culpabi-l i t e i r a grandissant et peu a peu rendra insupportable toute demarche de poesie et de vie.^ Plus tard, dans "Poesie, solitude rompue", e l l e fera appel au temoignage de Camus pour affirmer l a valeur de redemption par la communication con-tenue dans toute "parole juste, vecue et exprimee" meme inspiree par le malheur et la solitude: "Mais Camus n ' a - t - i l pas d i t : 'Le vrai desespoir est agonie, tombeau ou abime, s ' i l parle, s ' i l raisonne, s ' i l ecrit sur-tout, aussitot le frere nous tend l a main, l'arbre est j u s t i f i e , 1'amour 1 Les questions relevent du procede d'aparte propre au theatre. Elles servent d'indication au lecteur que l'objet, le personnage ou 1'episode auxquels elles se referent veulent en dire plus long qu'ils n'en ont l ' a i r et aussi de defi de percer l'enigme. Leur grand nom-bre confere au monologue de Frangois ce caractere d'investigation que l'auteur a soin de l u i faire definir au debut de la deuxieme partie en une phrase qui constitue de fait une mise en abime de 1'oeuvre: "J»analyse.. .etc."(T ,38) . 2 Voir Rene Lacote, op.cit., p. 130. - I l l -ne. Une litterature desesperee est une contradiction dans les termes." C'est pour etablir cette communication et donner a l'oeuvre valeur de redemption par la parole que le schema du roman poli c i e r . avec son jeu de questions et de "manques", tisse autour du drame de Claudine et de Francois un reseau d'enlgmes qui. destine a capter les sens, 1'imagina-tion, la sensibilite et 1'intelligence du lecteur, 1'invite a participe activement a l'aventure l i t t e r a i r e qu'est l a creation de l'oeuvre. CHAPITRE IV A LA SOURCE SECRETE DU "TORRENT" : LE MYTHE D'OEDIPE Dans ce qui precede nous avons degage les plans de signification qui nous semblatent les plus apparents dans l a nouvelle, c'est-a-dire, le requisitoire contre l a morale et 1'education janseniste, le sens que le nom Perceval confere a la quSte existentielle de Francois et, enfin, les differentes manifestations de l a culpabilite sur le plan de la vision du monde, sur le plan de la personnalite, sur le plan de l a recherche de soi-meme et sur le plan de 1*expression de soi, c'est-a-dire, sur le plan de l a parole. Pour terminer notre exploration des plans de l a realite sous-jacents au recit de Francois, nous allons aborder maintenant une dimension de l a nouvelle qui exprime une motiva-tion plus cachee: le mythe. Avant de passer a l a structure mythique proprement dite du "Torrent", nous donnerons un court apercu de 1'etude que Gilles Houde a consacre a ce sujet dans deux articles parus a La Barre du Jour en 1 1968 et 1969. Dans son etude, Gilles Houde explore le theme de 1'ascension orgueilleuse et de l a chute, noyade ou descente aux enfers. Pour notre part, nous avons tente une analyse de l a structure mythique 1 "Les symboles et l a structure mythique du Torrent," La Barre du  Jour, no 16, octobre-decembre 1968, pp. 24-46; no 21, septembre-octobre 1969, pp. 26-68. - 112 -- 113 -du "Torrent" calquee sur celle que Levi-Strauss a elaboree a partir du 1 mythe d'Oedipe et de ses variantes. Ce mythe pose, sur le plan le plus primitif et le plus fondamental, l a question de l'origine de l'etre humain, c'est-a-dire, du mystere de sa conception et de sa nais-sance, et done indirectement du probleme de 1'existence et du sens de la vie. LA STRUCTURE MYTHIQUE DU "TORRENT" Le mythe pose, en effet, de maniere generale, le probleme essen-t i e l des rapports de l'homme et du monde. Sa fonction est de transposer en un langage symbolique, reflet des obsessions personnelles de celui qui le cree, cette aventure commune a tous les hommes, mais appre-hendee par chaque individu a travers "les divers champs qu'a traverses sa vie concrete, experience de l'espace, du temps, de l'objet, du 2 rapport avec autrui ou de l a relation avec lui-meme." Puise a meme 1*inconscient de l'auteur, ce symbolisme exprime de maniere detournee ses rapports profonds avec le monde. Lui seul done detient en principe l a cle de l'enigme. Or, c'est parce qu'il l ' a perdue q u ' i l cree une oeuvre dans laquelle 11 part a " l a recherche de 1 "La structure des mythes," Anthropologic structurale (Paris, Plon, 1965), pp. 227-255. 2 Jean-Pierre Richard, Litterature et Sensation (Paris: Le Seuil, 1954), p. 14. - 114 -1 certaines solutions interieures." Quelques vers d'un poeme des Songes  en Equllibre sont assez revelateurs a cet egard. Intitule "La chambre d'enfant," ce poeme parle d'un "univers secret, d'un pays sans registre,/Aux notns changeants,/Et sans strictes 2 3 saisons" ou l'on reve "Du soir au matin/Et du matin au solr." "Un 4 univers merveilleux" hante de voix familieres et domestiques, qui se transforme peu a peu en un temple secret, "un univers perdu,/Ou deux 5 sphinx tigres,/Aux nobles moustaches,/Montent la garde." Un soir, pour voir jusqu'ou va sa puissance, l'enfant qui detlent la cle du domaine, s*amuse a l u i faire subir diverses metamorphoses jusqu'au moment ou l a 6 cle se perd. "Je ne retrouverai/Jamais plus ma belle clef!" se lamente en vain le poete. Les "deux chats" qui gardent son univers perdu le narguent et l u i posent le defi qui conduira a l a creation d'une oeuvre, au bout d'une longue descente en soi-meme: 1 Ibid., p. 13. 2 S.E., p. 97. 3 Ibid., p. 97. 4 Ibid., p. 99. 5 Ibid., p. 100. 6 Ibid., p. 100. - 115 -Nous sommes deux chats Qui gardons le feu au temple; Seulement, l a clef de votre enfance, Si ga vous p l a i t , ^ Cherchez-la au fond de la mer! En depit de sa facture enfantine, ce poeme est remarquable parce qu'il revele que tres tot le futur auteur du "Torrent" avait pris conscience de l a nature de sa vocation d'ecrivain. Cette oeuvre marque une etape importante de l a recherche de soi-meme au fond de la mer de l'inconscient. C'est pourquoi, l'enigme que pose les dedales que l'ecriture decrit a travers le recit de Frangois invite a une inter-pretation mythique. Quelques critiques en ont deja tente l'aventurei 2 Le premier, Gilles Houde , a degage, a partir des mythes d'Icare et de Tantale, ce qu'i l percevait etre l a thematique psychologique du "Tor-rent". Selon l u i , les themes essentiels de ces deux mythes, 1'ascension et l a chute, correspondent aux themes principaux qui se rattachent au personnage de Claudine dans "Le Torrent". Sur le plan de l'histoire, i l releve encore plusieurs points de correspondence entre l a nouvelle d'Anne Hebert, qu'il qualifie de conte, et les mythes d'Icare et de Tantale, entres autres, l a faute originelle, commise anterieurement a l'histoire, l'origine illegitime—Icare etait ne d'une des servantes de Minos—la f i l i a t i o n entre les personnages principaux, le symbole du Labyrinthe qui apparait de maniere implicite dans "Le Torrent", l a 1 Ibid., p. 100. 2 Art. Git., cf. p. 112. - 116 -presence de l a "bete"—le minotaure, Perceval—et enfin l a fausse ele-v a t i o n — l e desir d'avoir un f i l s pretre pour revenir au village l a tSte 1 haute — s u i v i e de l a chute et, dans le cas de Frangois et d'lcare, de l a noyade. Ce dernier point de comparaison entre "Le "Torrent" et le mythe constitue la cle de voute de 1*etude de Gilles Houde. 11 developpe le theme central commun au "conte" et au mythe: l a fausse elevation et son corollaire , yle theme de l a chute. Dans "Le •Torrent", 1'elevation pre-somptueuse de Claudine se manifeste par un faux ascetisme, inspire par l a culpabilite et le besoin de rehabiliter son honneur perdu. Dans le mythe d'lcare, l a fausse spi r i t u a l i t e est symbolisee par les ailes a r t i f i c i e l l e s qui, au meme t i t r e que 1'ascetisme morbide de Claudine, represente selon Gilles Houde: la sentimentalite envers l'esprit, 1'expression de l'im-puissance a approcher un but s p i r i t u e l , le s o l e i l , l a saintete, l a decouverte du sens. Toute elevation embalm lee—comme le mythe et le conte le denoncent symbolique-ment—contient la menace de l a "noyade" definitive, dans les flots de l a vie inconsciente, et i l est remarquable de voir que c'est justement l a le sort reserve aux deux heros.^ La f i n identique d'lcare et de Frangois, qui sont tous deux en-gloutis par les f l o t s , ne s u f f i t pas selon nous a etablir un parallele satisfaisant entre "Le Torrent" et le mythe d'lcare. La conduite de 1 A ce propos voir appendice I, p. 142. 2 "La Structure mythique et 1*exemplar!te du Torrent," La Barre du  Jour, no. 21, septembre-octobre 1969, p. 62. - 117 -Dedale et celle de Claudine. interpreters sur un plan purement psycho-logique, presentent certes des points de comparaison interessants. La structure de l'histoire du "Torrent", cependant, ne correspond plus du tout a celle du mythe a partir de l a mort de Claudine. Son destin ne correspond pas a celui de Dedale, puisqu'elle meurt victime de son f i l s et du cheval qu'elle n'a pas reussi a dompter. Dedale, par contre, se sauve. II perd son f i l s en cours de route, mais i l reussit a atteindre l a S i c i l e , et pour se venger du r o i Minos, qui 1'avait poursuivi, i l le f a i t tuer par les f i l l e s de son hote, le r o i de S i c i l e . Une etude, fondee entierement sur "l'jexemplarite" psychologique du "conte" et du mythe, exige, a notre avis, une dialectique imaginative qui soumet le texte a des interpretations arbitraires. Sauf l a s i m i l i -tude de leur origine et de leur f i n , nous ne voyons aucun point de comparaison convaincant entre Francois et Icare. Dans le "Torrent" Frangois n'est certainement pas associe a un theme d'elevation, mais bien plutot a un theme de descente vers les profondeurs du gouffre du torrent et de remontee vers une maison basse, identified au sol. Nous contestons egalement le role principale que Gilles Houde accorde a Claudine. II est vrai que Claudine est a 1'origine de l ' h i s -toire et qu'elle en est l a cause premiere, mais par l a suite elle est interiorisee par Frangois. Selon nous, le "Torrent" raconte le drame spi r i t u e l de Frangois et non celui de Claudine. Or, comme l'indique sa conclusion, 1'auteur fonde son argument sur le personnage de Claudine: Le destin des trois heros, Claudine, Icare et Tantale, est identique. l i s se rejoignent dans 1'exaltation - 118 -comme dans l a chute et, selon son sens symbolique, le chatiment qu'ils subissent n'aura ete que l a consequence de leur etat psychique. De cette identite fondamentale decoule toutes les autres aussi bien le rapport avec le " f i l s " , au fond, leur propre creation, que tous tenteront de sac r i f i e r et qui est le frui t malsain engendre par leur pervertissement, que le rapport avec le monde, que tous trois rejettent pour en f i n de compte mieux le perdre. Cette separation du monde est un retour a l a vie inconsciente, au stade anterieur a toutes acquisi-tions de l'esprit, dans un etat indifferencie comme l'eau qui est associee a la f a i l l i t e des trois person-nages. Tout en etant d'accord avec l'analyse des rapports de dependance entre l a mere et le f i l s , nous trouvons qu'elle fausse l a perspective d'une oeuvre qui est centree, selon nous, sur le personnage de Frangois et l a lutte qu'il entreprend pour decouvrir l a source de son mal et gagner son autonomie. Pour l'analyse de l'exemplarite du mythe de Tantale, Gilles Houde constate le meme deroulement que pour le mythe d'Icare: " l a faute 2 originelle, 1'exaltation imaginative et la punition des dieux, l a chute." Comme la precedente, cette etude,: qui est fondee sur une analogie de l a psychologie des personnages, accorde le role central au personnage de Claudine. Claudine et Tantale ont commis une faute: Claudine a procree en dehors du sacrement de mariage, Tantale a derobe l'ambroisie des dieux. Pour se racheter, les coupables s'efforcent de depasser leur condition humaine. Le desir de vivre dans l'Olympe se manifeste chez Claudine par son durcissement dans un angelisme orgueilleux. Le sacri-1 Ibid., p. 66. 2 Ibid., p. 63. - 119 -fice du f i l s consticue un autre point de comparaison entre "Le Torrent" et le mythe de Tantale—Tantale offre aux dieux son propre f i l s en repas—en devenant pretre, Frangois sera "a l a fois sacrificateur et victime comme le Christ." (T,20), Enfin, Gilles Houde associe l a punition de Tantale aux enfers au theme de l a dispossession qui sert d*introduction au recit de Frangois. 11 y a, selon nous, une difference fondamentale entre l a depossession de Tantale et celle de Frangois. Frangois est depossede des sa naissance. 11 n'a jamais connu de jouis-sances terrestres. Tantale. par contre, avait ete comble des dieux dont 11 etait le favori. Sa depossession est en punition d'un crime qu'i l n'a pas commis, qu'i l ignore et dont i l doit subir les conse-quences. 11 est puni pour le crime d'etre ne. Nous avons cru necessaire de nous etendre aussi longuement sur 1'analyse de Gilles Houde parce qu'une lecture approfondie du "Torrent" serait incomplete sans un apergu de cette importante etude qui est une source souvent citee a propos de 1'oeuvre d'Anne Hebert en general et du "Torrent" en particulier. En effet, cette etude est non seulement la premiere consacree uniquement au "Torrent", mais e l l e a le merite de l u i avoir restitue sa dimension mythique, negligee jusque la par l a critique. Cependant, peu convaincu par certains de ses arguments, nous avons entrepris, sous une autre forme, une recherche de l a structure mythique du "Torrent". Notre analyse emprunte a Levi-Strauss l a g r i l l e structurale qu'il a degagee a partir du mythe d'Oedipe ainsi que les demarches qu'il a adoptees pour 1'interpreter. Nous esperons ainsi par-venir & decoder, a partir des donnees de l'histoire, le message symbo-- 120 -lique sous-jacent au recit de Frangois. Nous ne nous attarderons pas sur les arguments dont se sert Levi-Strauss pour appuyer sa methode. Nous nous contenterons de decrire l a demarche suivie, de reproduire le schema structural de " l ' h i s t o i r e " que raconte le mythe d'Oedipe et de citer les conclusions que 1'auteur en t i r e . L'analyse de Levi-Strauss accorde. en effet, une importance primordiale a l'histoire racontee. Sa methode d'analyse, qui se con-centre sur cet aspect, suit une demarche qui comprend trois Stapes. D'abord, les evenements dont se compose l'histoire sont traduits en courtes phrases ou mythemes, encore appeles par Levi-Strauss "grosses 1 unites constitutives," Ensuite, les mythemes qui representent un t r a i t commun sont groupes par colonnes, ce qui, dans le cas du mythe d'Oedipe, donne le tableau suivant: 1 Art, cit..- c f. p. 112, p. 232. 1. Rapports de parente 2. Rapports de parente 3. Monstres et leur surestimes sous-estimes destruction 4. Difficulty a marcher droit Cadmos cherche sa soeur Europe ravie par Zeus. Les Spartoi s'exter-minent mutuellement* Oedipe tue son pere Laios. Oedipe epouse Jocas-te , sa mere. Eteocle tue son fre-re Polynice. Antigone enterre Po-lynice,. son frere, violant 1'interdic-tion. Cadmos tue le dra-gon. Labdacos (pere de Laios) - "bolteux" (?) Laios (pere d'Oedipe) * "gauche" (?) Oedipe immole le Sphinx Oedipe - "pied-enfie" (?) 1 Ibid., p. 236. Dans le texte de Levi-Strauss, i l n'y a n i t i t r e , n i numero au-dessus des colonnes. - 122 -E n f i n , l e s r e l a t i o n s ent re l e s c o l o n n e s , c ' e s t - a - d i r e en t re l e s groupes de mythemes reunis par les memes relations et formant ce que 1 l'auteur appelle "des paquets de relations," sont analysees et interpre-ters, ce qui permet d'avancer certaines hypotheses a partir desquelles on propose une interpretation du message contenu en langage symbolique dans le mythe. Pour appliquer sa methode a un cas concret, Levi-Strauss choisit le mythe d'Oedipe parce qu'il est universellement connu. Apres avoir examine les "paquets de relations" q u ' i l a groupes par colonnes, l'auteur f a i t remarquer que les colonnes 1 et 2 traduisent l'envers et l'endroit "des rapports de parente." Ces rapports constituent le tr a i t commun que partagent l a premiere et l a deuxieme colonne: "surestimes" dans l a colonne 1, "sous-estimes ou devalues" dans l a colonne 2. L'examen des relations entre les colonnes 3 et 4 donne l i e u aux hypotheses sulvantes: 1) les monstres se referent a "l'autochtonie de l'homme," c'est-a-dire ne de l a terre elle-meme, 2) l a destruction des monstres, qui est le tr a i t commun que partagent les mythemes groupes dans l a colonne 3, peut done se tradulre par " l a negation de l'autoch-tonie de l'homme," 3) "en mythologie, i l est frequent que les hommes nes de l a Terre soient represent.es, au moment de 1'emergence, comme 2 encore incapable de marcher, ou marchant avec gaucherie." Le tr a i t commun que partagent les mythemes de l a colonne 4 pourrait done etre " l a 1 Ibid., p. 234. 2 Ibid., p. 238. - 123 -1 persistence de l'autochtonie humaine." En effet, les deux colonnes de gauche (1 et 2) et les deux colonnes de droite (3 et 4) ont un element commun: les relations de parente pour les colonnes 1 et 2, l'autochtonie pour les colonnes 3 et 4. Cet element commun s'accompagne d'un signe pos i t i f pour les colonnes 1 et 4 et d'un signe negatif pour les colonnes 2 et 3. Les relations entre colonnes qui partagent un element commun sont done contradictoires. Les deux elements en contradiction avec eux-memes, rapports de parente et autochtonie, refletent une preoccupation, de l a part des peuples primitifs, qui se rapporte aux origines de l'homme: e s t - i l issu de la Terre, ou de "1'union d'un homme et d'une 2 femme?" La derniere etape de 1'analyse consiste a proposer une inter-pretation qui tienne compte des relations entre les diverses colonnes et qui permettra de decoder le langage secret du mythe afin de sa i s i r le message qu'il contient. Parvenu au bout de son analyse, Levi-Strauss nous propose une interpretation du mythe d'Oedipe. Selon l u i , ce mythe exprimerait l'impossibilite ou se trouve une societe qui professe de croire a l'autochtonie de l'homme (...) de passer de cette theorie a l a reconnaissance du fa i t que chacun de nous est reellement ne de 1'union d'un homme et d'une femme. La di f f i c u l t e est insurmontable. Mais le mythe d'Oedipe offre une sorte d'instrument logique qui permet de jeter un pont entre le probleme i n i t i a l — na£t-on d'un seul, ou bien de deux?—et le probleme derive qu'on peut approximativement formuler: le meme 1 Ibid., p. 239. 2 Ibid., p. 239. - 124 -n a l t - i l du meme ou de l'autre? Par ce moyen une corre-lation se degage: l a sur-evaluation de l a parente du sang est a l a sous-evaluation de c e l l e - c i , comme 1'effort pour echapper a l'autotochnie est a 1'impossibility d'y reussir. L'experience peut dementir l a theorie, mais l a vie sociale v e r i f i e l a cosmologie dans l a mesure ou l'une et l'autre trahissent l a meme structure contra-dictoire. Done l a cosmologie est vraie. Si l'on applique au "Torrent" les demarches suivies par Levi-Strauss pour en degager les mythemes afin de les grouper par paquets de relations, on obtient le tableau qui est a l a page suivante: 1 Ibid., p. 239. 1. Rapports de parente 2. Rapports de parente surestimes sous-estimes 3. Monstres et leur destruction 4. Difficulte a marcher droit. Infirmites. F cherche un "visage d'homme", son pere? C exige que son f i l s l a "continue". F prend pour compagne A, reincarnation de sa mere. F reprend le l i t de sa mere, le partage avec A. C "detruit" l a person-nalite de F. Pretrise = castration. C assomme F a coups de trousseau de cles. Le prive de l'oule. F tue C par l'entre-mise de l a Bete. F tue A, en imagina-tion. II l a decapite et l a demembre. C combat 1'instinct mauvais. C terrasse le va-gabond. C combat P, veut do-miner l a Bete, est detruite par e l l e . F terrasse le col-porteur. La nuit de noces, F combat les demons appareilles par A. F se jette dans le T. , symbole de son monstre interieur. C vient de Claudius, "bolteux". F bute, ses jambes se derobent sous l u i . F devient sourd. Per-ception bolteuse. F ne peut faire un mouvement. Aveugle. F est impotent. F est faible, oblige de s'arreter a chaque pas (T,57). F est comme "un enfant au berceau"(T,60). Dans ce tableau, les personnages du "Torrent" sont indiques par leur i n i t i a l e : C = Claudine, F «» Frangois, P 8 5 Perceval, A = Arnica, J_ = le torrent. - 126 -Dans "Le Torrent", les rapports de parente surestimes se manifestent comme dans le mythe d'Oedipe par une double demarche: l a recherche d'un membre absent de l a familie et les rapports incestueux. Cadmos cherche sa soeur. La quete de Frangois, parti a l a "rencontre d'un visage d'homme"(T,14), symbolise l a recherche du pere qu' i l n'a jamais connu. Arrive a l'age d'homme, Oedipe epouse Jocaste, se rendant, a son insu, coupable d'inceste. Nous avons deja note que le theme de l'inceste est sous-entendu dans "Le Torrent". Pour Frangois, 1'image de l a femme est inextricablement melee au souvenir de sa mere. Non seulement i l pergoit Arnica comme une reincarnation de Claudine mais i l essaie de consommer ses noces dans le l i t de sa mere qu'i l s'est approprie. Les rapports sous-estimes s'expriment dans le mythe comme dans l a nouvelle par une destruction mutuelle entre proches parents: entre freres, entre parents-enfants, entre enfants-parents. Les Spartoi se massacrent mutuellement, Eteocle tue son frere Polynice. Laios ordonne la mlse a mort d'Oedipe au berceau pour conjurer 1'oracle. Plus tard, Oedipe, sauve de l a mort a l'insu de Laios, accomplit l a prediction de l'oracle et tue son pere. Durant l'enfance de Frangois, Claudine, pour conjurer l'esprit du mal, se liv r e sur l a personne de son f i l s a une entreprise de destruction qui le rend incapable de s'accomplir en tant qu'homme. Le desir de l a mere de faire du f i l s un pretre peut s'inter-preter comme etant l a manifestation d'une volonte de castration. L'histoire du "Torrent", comme l'avouera plus tard Anne Hebert: "C'est vraiment l a destruction d'un enfant par sa mere." Lorsque Frangois 1 Pierre Saint-Germain, "Anne Hebert: mes personnages me menent par le bout du nez," La Presse, Samedi, 21 decembre, 1963, p. 7. - 127 -refuse, e l l e le tue symboliquement lorsqu'elle cause son evanouissement et l a perte de son ouie. Parvenu a l'age d'homme, Frangois se venge a son tour et tue sa mere. Sur le point d'accomplir l'acte sacrilege, par une demarche qui l u i est caracteristique, i l se dedouble et le matricide s'accomplit par le biais de l a "bete". Dans le mythe, les heros combattent et detruisent des monstres "mythiques" et done imaginaires: dragons et Sphinx. Leur destruction exemplifie des actes "d'auto-destruction". Pour cette raison, Levi-Strauss inclut, dans l a colonne 3, le suicide de Jocaste qui apparaft dans l a version post-homerique du mythe d'Oedipe. II est interessant de noter que dans l a tradition archalque le Sphinx est un "monstre fe-melle, attaquant et violent les jeunes hommes, autrement dit une per-sonnification d'un etre feminin avec 1'inversion de signe." Claudine, nous l'avons vu, est l a mere devoreuse. Monstre femelle, 1'inversion de signe est marquee chez e l l e . Grande, energique, dure, assoiffee de pouvoir de domination, son refus du monde est inspire par un refus de sa propre nature feminine. Son combat contre 1'instinct sexuel s'exprime par un ascetisme morbide qui est une forme d'auto-destruction deguisee en vertu. Le vagabond est egalement inclus dans l a colonne des monstres puisqu'il apparalt comme t e l aux yeux de Frangois enfant. De f a i t , sa vision enfantine reflete l'animosite et le degout que Claudine professe envers tout homme. La description que nous en donne Frangois est bien celle d'un monstre mythique: "Ses cheveux longs se confondaient avec - 128 -sa barbe, sa moustache et ses enormes sourcils qui l u i tombaient sur les: yeux. Mon Dieu, quelle face faite de polls herisses et de taches de boue! Je vis l a bouche se montrer la-dedans, gluante, avec des dents jaunes"(T_,16) . Le colporteur est en quelque sorte le double du vaga-bond mais vu par Frangois adulte et depouille de son element de terreur. II n'est plus qu'un etre bizarre et ridicule que le heros s'amuse a renverser comme jadis Claudine avait renverse le vagabond. Enfin, Claudine, Perceval, le demon captif qui l a reverse et la pietine, et Arnica, le double imaginaire de Frangois, appartiennent par leur asso-ciation au diable, a l a categorie des monstres dans l a mythologie per-sonnelle du narrateur. Les derniers "paquets de relations", ceux ayant tr a i t a l a d i f -ficulte de marcher droit, s'expriment dans le mythe comme dans l a nouvelle par le biais des noms. Dans le mythe d'Oedipe, les trois noms repre-sentant trois generations—grand-pere, pere et f i l s — o n t un caractere commun. Ces noms comportent, en effet, tous les trois "des si g n i f i c a -1 tions hypothetiques qui toutes evoquent une d i f f i c u l t e a marcher droit." Ce theme qui remonte a une tradition archalque se rattache de maniere generale aussi bien a celui de 1'impotence du nouveau-ne qu'a celle de l'homme adulte et done par association a l a notion d'autochtonie. II symbolise aussi bien 1'incapacity de generer que l'etat du nouveau-ne qui ne possede que 1'usage le plus restreint de ses membres et de ses sens. Or, selon l a tradition archalque, i l represente l'etre qui, parce 1 Claude Levi-Strauss, a r t . c i t . , p. 237. - 129 -qu'il vient d'emerger de l a terre, est encore incapable de marcher droit ou qui marche avec gaucherie. Nous avons deja vu comment Anne Hebert s'etait servi d'un nom, celui de Perceval, pour introduire tout le champ mythique de l a quete du Graal dans l a nouvelle et le mythe de l a quete existentielle et de l a redemption par l a parole. Le nom de Claudine Perrault merite l u i aussi d'etre analyse avec soin car i l n'a surement pas ete choisi au hasard. En effet, Claudine est un prenom derive "d'un vieux nom l a t i n , 1 ancien surnom tire de Claudius, bolteux." II se rapporte done au mytheme de " l a d i f f i c u l t e a marcher droit." Quant a Frangois, son recit contient de nombreuses allusions a une faiblesse des jambes: 11 tre-buche (T_,15) ou 11 a "peine a avancer" (T_,25), i l ne peut "faire un mouvement" (J_,35), i l est s i faible q u ' i l doit "s'arreter a chaque pas" (T,57), vers l a f i n i l se "traine" (T_,62). Les deux autres personnages masculins, le vagabond et le colporteur, font preuve de l a meme f a i -blesse. L'un est renverse par Claudine, l'autre par Frangois. Nous venons de voir que ce theme est generalement associe a 1'impotence. Dans l'oeuvre d'Anne Hebert i l exprime l'ignorance, le refus ou l a peur de l a sexualite. La faiblesse des jambes est 1'image concrete du de-sequilibre dela personnalite cause par cette ignorance, ce refus ou cette peur. Sur le plan de l a vie vecue, ceci se tradult par l a s t e r i -11te affective, sp i r i t u e l l e et artistique. Dans l'oeuvre romanesque ce theme qui apparait avec "La Robe co r a i l " revient avec une frequence 1 Albert Dauzat, Dictionnaire etymologique des noms de familie  et prenoms de France (Paris: Larousse, 1970). - 130 -1 symptomatique d'une obsession personnelle. Une parenthese sur le developpement du theme de l a faiblesse des jambes a travers l'oeuvre d'Anne Hebert donnera une idee de 1'impor-tance de ce theme. Dans "La Robe corail", " l a jupe ecourtee d'Emilie" CT,116) symbolise le manque d'experience sexuelle. Apres l a nuit de noces "les pieds d'Emilie qui tournent dans les ornieres"(T,118) signifient sans doute le desenchantement ou l a culpabilite. Dans un autre conte consacre a l a danse, sous l'apparence d'une allegorie de 1'inspiration poetique, les connotations erotiques sont manifestes. L'heroine est une adolescente "seule et immobilisee"(T^,74) qu'un "petit sauvages aux allures de bete et de Dieu"(TT,75) vient reveler a e l l e -meme. A son contact, possedee d'un irrepressible desir de danser e l l e se tralne sur "ses jambes malades"(T,78) pour aller perir sur l a greve devant 1'ocean. Dans ce conte, l'inspiration poetique apparalt tres clairement comme une sublimation de l a sensualite. Dans "L'Arche de 2 midi," un personnage in t i t u l e "Le Bolteux" est le gardien jaloux dont 3 la passion du coeur "coule en secret," de l a chastete forcee d'Elisa-beth-la-Complaisante, v i e i l l i e et abandonnee par ses ancients amants. A l a f i n , i l tue Marie, l a f i l l e adolescente d'Elisabeth pour l'empecher 1 Pour une interpretation de cette obsession voir Denis Bouchard, "Presence de Saint-Denys Garneau dans l'oeuvre," dans op.cit., pp.33-54. 2 Poeme dramatique en trois actes, inedit (Montreal: Centre de documentation des lettres canadiennes-francaises de l'Universite de Montreal), p. 27. 3 Ibid., p. 27. - 131 -de connaitre 1'amour. Dans "Un grand mariage" les connotations erotiques des deux pages consacrees aux "jupes et jupons de Marie-Louise (qui) exaltaient Augustin"(T_,179), son mari, sont assez exp 11-cites pour que nous ayons besoin de nous y attarder. Ces connotations confirment simplement que dans le langage symbolique d'Anne Hebert jambes et jupons se traduisent par sexualite. Dans Le Temps sauvage. Frangois Joncas, le mari humilie et v i e i l l i s s a n t d'Agnes est un bofteux. Pauvre nullite emasculee, i l se plaint d'etre aux prises avec " l a vie 1 aveugle qui nous a f a i t naltre demunis et pervers." Dans Kamouraska. Madame Tassy mere, gardienne rigide de l a tradition, cuirassee dans le deuil perpetuel de son veuyage, est affligee de "deux jambes courtes, 2 crochues." L'auteur nous l a presente contemplant "ses deux pieds bots, 3 chaussees de bottines neuves" a 1'occasion du mariage de son f i l s i n -diquant ainsi, en langage symbolique, le renouvellement de l a perpetua-tion d'une sexualite deformee par l a repression. Les connotations jambes, jupons, sexualite deviennent encore plus explicites dans Les  Enfants du sabbat' on i l est beaucoup question des jambes et des cuisses de La Goulue, de celles de son mari, le sorcier et de celles de leur f i l l e . Devenue religieuse, cette derniere souffre de l a masse compacte 4 de ses "jupes changees en plomb" lorsqu'elle se souvient de ses voeux 1 Le Temps sauvage (Montreal, HMH, 1967), p. 73. 2 Kamouraska (Paris: Le Seuil, 1970), p. 77 3 Ibid., p. 78. 4 Les Enfants du sabbat. p. 23. - 132 -de chastete. Enfin, le nom de l'aumonier, charge d'exorciser l a soeur Julie, Leo-Z. Flageole, releve l u i aussi du theme de l a faiblesse des jambes, de l a sexualite reprimee et de 1*impotence. Ferrault, le nom de familie que Claudine transmet a son f i l s , appartient indirectement au meme theme. Ce nom, qui peut etre inter-prets de deux manieres, peut etre un pejoratif de pere ou encore une 1 forme hypocristique de Pierre, lui-meme derive du grec petra, rocher. Le nom et le prenom de l a mere de Frangois reunissent ainsi deux elements importants de l'hypothese proposed par Levi-Strauss concernant l a croyance a l'autochtonie de l'homme, l a d i f f i c u l t e a. marcher droit et 1'origine terrienne avancee par le mythe archalque et palen. Interprets dans une optique freudienne, le nom choisi par 1'auteur pour designer l a mere du heros correspond au portrait qu'elle en trace. Ce nom indique, en effet, une intention d'associer a ce personnage l a negation du geniteur masculin, ou du moins sa devalorisation, puisque le nom de famille peut exprimer l a notion de "pere" sous une forme pejo-rative. Porte par Frangois, l'enfant illegitime qui n'a jamais connu de pere, ce nom de famille est en quelque sorte ironique et peut se tra-duire par "Frangois sans pere." Pour le narrateur du "Torrent", eleve loin du monde par une femme asexuee et sur la naissance duquel planent l'opprobe et le mystere, le probleme que pose l'enigme de ses origines est particulierement pressant. 1 Albert Dauzat, op.cit. - 133 -Ce probleme n'est plus comme aux temps primitifs, celui de l'alternative entre autochtonie et reproduction bisexuee, i l est plutot celui que Freud a pose en termes oedipiens. En. f i n de compte, i l s'agit toujours "de comprendre comment un peut naftre de deux: comment se f a i t - i l que nous 1 n'ayons pas un seul geniteur, mais une mere et un pere en plus?" Le prenom du narrateur reflete de plus une preoccupation des origines et un besoin d'identite. Cette preoccupation, cependant, se situe davantage sur le plan ethnique que sur le plan purement biologique et social puisque "Frangois", qui est une forme populaire de Franciscus, c*est-a-2 dire r e l a t i f aux Francs, fait allusion a l'appartenance frangaise du heros. La combinaison prenom et nom, "Frangois Perrault", fait done allusion a la fois a l'origine ethnique, frangaise, et au mystere de l'origine biologique et sociale de celui qui n'a jamais connu de visage d'homme, ne de l a Terre, c'est-a-dire de la seule mere, et done d'une reproduction asexuee. Le probleme pose par l a thematique du mythe d'Oedipe recouvre le tabou qui interdit toutes allusions directes aux fonctions reproductrices. Cette interdiction constitue une depossession fondamentale de nos droits de vivant et un empechement primordial a la quete. de l'etre. Dans le cas de Frangois, 1'enfant illegitime depossede de tout, contact humain, Sieve dans un climat asexue qui nie l a fonction essentielle de sa nature 1 Claude Levi-Strauss. op.cit.. p. 240. 2 Albert Dauzat, op.cit. - 134 -masculine et par consequent son identite meme, cette quete de l'etre est particulierement urgente et tragique. C'est dans ce sens que le theme de l a quete des origines et de 1'identite que nous venons d'evo-que r a partir du mythe d'Oedipe nous semble correspondre a l a motivation l a plus profonde et l a plus secrete du "Torrent" puisqu'elle touche au mystere meme de la vie. CONCLUSION "Le Torrent" est une oeuvre complexe sur le plan de l a symbolique comme sur le plan de l a composition. Le mystere nalt a partir de cette complexity. Le lecteur percoit que les "mots ne veulent plus dire l a 1 meme chose" et que pour decoder leur message symbolique 11 s'agit de restaurer aux mots et aux images leurs ramifications les plus multiples et les plus inattendues. II se rend compte egalement que l a realite immediate du recit recele d'autres realites identifiables a plusieurs niveaux. En f a i t , l a symbolique du "Torrent" est e labored a partir d'un systeme coherent de correspondances entre objets-miroirs se refletant mutuellement. Ce systeme, selon lequel l a description du monde visible n'est jamais gratuite mais a pour fonction expresse de refleter le monde invisible, permet d'exprimer l'indicible avec une grande economie de 2 moyens. Suivant le code symbolique hebertien, les parties du corps, les vetements qui les recouvrent, les objets de l a vie quotidienne, les ahimaux familiers, le paysage et les elements du Cosmos refletent les 1 "L'Ange de Dominique," T, p. 71. 2 Une autre fonction importante de l a symbolique hebertienne que nous tentons d'oublier parce qu'elle n'existe plus, etait. celle de dejouer la censure. II faut se remettre dans 1*atmosphere oppressive des annees '40 au Quebec pour apprecier l'audace avec laquelle 1'auteur aborde, en recourant. au langage.symbolique, les sujets les plus tabous de 1'epoque et de l a societe a laquelle e l l e appartenait: l a naissance illegitime, l'inceste, le matricide, l a prostitution, le. v i o l , l a fol i e et le suicide. - 135 -- 136 -facettes multiples, l'endroit aussi bien que l'envers de l a verite pro-fonde des personnages. Ce systeme de correspondences qui se retrouve d'une oeuvre a l'autre avec une remarquable consistance confere a l'oeuvre d'Anne Hebert sa cohesion, sa densite, sa polyvalence et sa magie poe-tique. C'est ainsi que dans "Le Torrent" une infirmite physique precise, l a surdite, fait fonction d'image concrete d'une realite psychique, l'alienation. En meme temps, l a surdite sert de point de depart concret, ancre a meme l a chair et le sang du heros, au recit symbolique du che-minement mysterieux du don poetique vers l'expression de soi-meme. Fran-gois, coupe de toute voix exterieure, devient l a proie de ses songes tandis qu ' i l se debat contre les voix interieures qui l'accusent et le condamnent. L'isolement, le rep l i sur s o i , 1'invasion des souvenirs et la clameur des voix interieures qui accompagnent l a surdite permettent, par ailleurs, a celui qui a regu don de parole de plonger en lui-meme et de rendre temoignage de son tourment interieur. L*image des eaux rendues dangereuses par leur lutte contre l a roche qui les emprisonne transpose sur le plan cosmique et universel les memes themes, l'alienation et le drame de l a parole, c'est-a-dire 1'obligation qui force le poete aliene a entreprendre l'herolque plongee dans 1'inconscient a l a quete des sources de son mal afin d'en rendre temoignage. Une image complementaire, celle du cheval sauvage, reprend les deux themes essentiels de l'oeuvre que nous venons d'evoquer et leur ajoute un element erotique, passionnel. Le refus de l a part du cheval de se laisser - 137 -dompter par Claudine rejoint le theme de 1'alienation, car ce refus symbolise l a revolte du "ga" de Francois: contre un "sur-moi" tyrannique deforme par Claudine. Le champ de connotations evoquees par l a "bete fremissante"(T,31) place cette lutte sur le plan de l a passion charnelle. En meme temps, selon une demarche caracteristique d'Anne Hebert, le nom donne a la bete se rattache au theme du drame de l a parole. En effet, Perceval evoque une lutte de caractere epique, et la transpose sur le plan mystique de l a quete du Graal, indiquant ainsi une sublimation des pas-sions. Un passage de "Poesie, solitude rompue" est revelateur a cet egard: "Et je crois q u ' i l n'y a que l a vehemence d'un tres grand amour, l i e a l a source meme du don createur, qui puisse permettre l'oeuvre d'art, 1 l a rendre efficace et durable," L'apparition d*Arnica dans l a deuxieme partie du "Torrent" reprend ces memes themes et les transpose sur le plan allegorique. Les rapports tourmentes entre Frangois et Arnica dramatisent les effets tragiques de 1'alienation a partir de laquelle l'oeuvre se cree au prix d'une i n -fraction de l'intimite psychique. Arnica represente l a partie du moi a-liene qui regarde agir Frangois, penetre ses intentions les plus secretes et le force a une confrontation terrifiante. Objet d'une fascination ambivalente de l a part du heros empeche, le personnage d'Amica f a i t fonction de catalyseur car c'est elle qui revele au heros l a source de son alienation, c'est-a-dire son incapacite d'accepter sa propre sexualite qui le fascine et le t e r r i f i e a l a fois. Sur le plan du drame de l a pa-1 P, p. 68. - 138 -role. Arnica incarne l a synthese de l a passion charnelle et de 1'inspira-tion poetique qui en est la sublimation. E l l e est une variation, inspi-ree par les travaux de Jung et les theories de Proust sur l a memoire involontaire, de l a muse des poetes d'antan. Dans les premiers poemes d'Anne Hebert, c'est le chat avec toutes ses connotations magiques, mystiques et sensuelles qui, en tant que gar-dien de 1'inconscient, incarne ce role. L'assimilation du chat et d'Amica inaugure dans l'oeuvre romanesque un personnage qui est le double ou l'envers du heros ou de l'herolne. Esquisse sous les traits d'Ysa, l'ange ou le demon de l a danse dans "L'Ange de Dominique", on le retrouve sous les traits d'Aurelie Caron, l a servante d'Elisabeth dans Kamouraska. Dans Les Enfants du sabbat, ce personnage est incarne par l a soeur Julie de l a Trinite. Cette religieuse, ancienne f i l l e de sorciers voues au culte de la sensualite l a plus animale, provoque d'etranges reactions parmi ses consoeurs du couvent des Dames du Precieux Sang. La fonction erotique du personnage, discretement imp l i c i t e dans les oeuvres qui precedent, est fort explicite dans cette derniere oeuvre qui denonce comme etant l'oeuvre de Satan le refus de l a sexualite et l'angelisme perpetue par le cLarge. Au niveau de l a composition, l a multivalence du texte est le resul-tat d'une construction aussi methodique. qu'elaboree. Tous les episodes des deux cycles dont "Le Torrent" se compose, celui de Claudine (la cause) et celui d'Amica ( l ' e f f e t ) , sont minutieuseraent orchestres. Se repetant d'un cycle a l'autre, ces episodes expriment 1'intrusion du passe dans le present, illustrant ainsi le theme essentiellement quebecois de l a "con-- 139 -tinuation". Ce theme denonce i c i l'obstacle qui empeche Francois de re-conquerir sa liberte de conscience. En plus de l a construction en double spirale, 1'auteur a egalement recours a une.complexe imbrication de genres litter a i r e s . a l'interieur de l a nouvelle: confession ou journal, conte epique, etude psychologique, roman policier et conte allegorique. Chacun de ces genres pulse son inspiration a. diverses sources de l a realite culturelle de l'auteur: faits divers lus dans les journaux, le roman de Perceval, Les Ecritures, les travaux de Jung, les theories de Proust sur l a memoire. involontaire.... Chaque genre a pour fonction d'exprimer une des facettes des differents plans de l a realite. Leur imbrication permet de faire eclater le cadre etroit de l a nouvelle pour communiquer une richesse, une diversite et une universalite qui expriment toute l a riche complexity des pensees et des emotions de l'auteur. Cette imbrication de genres, d'inspirations et d*intentions forme un tout compo-site dont le principe d'unite est finalement l a quete du mystere de l a parole a travers l'exploration des profondeurs d'un inconscient individuel et c o l l e c t i f empoisonne par l a culpabilite. A l a source du "Torrent" en particulier et de l'oeuvre qui suit en general, i l semble y avoir une reaction violente et renouvelee contre l'envahissement de l a culpabilite et la tentation du.silence et de l'ane-antissement f i n a l qui l'accompagne. La nature de sa volonte de pIongee herolque aux sources de son.mal et aux sources du mal. de ses personnages ainsi que 1'engagement total envers sa.mission.de.temoignage par l a parole, indiquent de l a part de l'auteur un effort de sublimation d'un regLament - 140 -de comptes personnel.. La revolte que l'on sent gronder dans son oeuvre semble inspiree moins par 1'amour de l a vie que par la.haine de l a mort. Une haine qui anime une volonte passionnee de triompher de 1'implacable finali t e de l a mort, de rompre son silence et de depasser sa poignante solitude. La notion de quete souterraine a l a recherche de sa verite inte-rieure inauguree par 1*image de l a plongee dans le torrent trouvera son expression poetique la plus achevee dans l a descente du "Tombeau des 2 Rois" , ecrit quelques annees apres "Le Torrent". Quant a l'ethique rigoureuse qui inspire cette quete implacable, Anne Hebert s'exprime clairement a ce sujet dans "Poesie, solitude rompue": Pas plus que l'araignee qui f i l e sa t o i l e et que l a plante qui fait ses feuilles et ses fleurs, l ' a r t i s t e "n'invente". II remplit son role, et accomplit ce pour quoi i l est. au monde. II doit se garder d'intervenir, de crainte de fausser sa verite interieure. Et ce n'est pas une mince affaire que de demeurer fiddle a sa plus profonde verite, s i redoutable s o i t - e l l e , de l u i l i v r e r passage et de l u i donner forme. II seralt tellement plus facile et rassurant de l a diriger de l'exterieur, afin de l u i faire dire ce que l'on vou-drait bien entendre. Et c'est a ce moment que l a mo-rale intervient dans l' a r t , avec toute sa rigoureuse exigence. 1 Voir a ce propos Denis Bouchard, "Presence de Saint-Denys Gar-neau dans l'oeuvre," Une Lecture d'Anne Hebert (Montreal: HMH, 1977), pp. 33-54. 2 P, pp. 59-61. 3 P, pp. 69-70. - 141 -La vocation de poete t e l l e qu'Anne Hebert la congoit a partir du "Torrent" est une mission sacree, une aventure epique semee de dangers, une crol-sade personnelle destinee a faire triompher l a lumiere contre les tenebres de l'inconscient. . Cette aventure exige de celui qui s:!y engage une con-frontation de soi qui risque de devenir une source d'angoisse intolerable car l a confrontation de soi sous-entend un dedoublement du moi qui doit se l i v r e r sur lui-meme a une enquete aussi lucide et impersonnelle que celle d'un juge ou d'un policier. Lorsque 1'enquete se heurte aux re-sistances psychiques d'un moi obsede par le besoin de preserver un masque d'innocence, elle risque, comme dans le cas de Frangois, de detruire l'equilibre psychique de celui qui s'y l i v r e . Depuis "Le Torrent" chaque oeuvre d'Anne Hebert temoigne d'un effort renouvele de sa poursuite de la lumiere par le biais d'un nouvel approfon-dissement de 1'univers interieur des memes trois personnages types recrees, sous d'autres noms, d'une oeuvre a 1'autre. Frangois, le personnage de-truit par l a culpabilite et empeche d'etre et de vivre par l a terreur d'etre decouvert et de voir exposer ses crimes reels ou imaginaires, A-mica, le personnage-temoin qui, incarnant le double ou l'envers secret du personnage principal, a pour fonction de l u i servir de miroir et de de-busquer le mal qu'il se cache a lui-meme, et Claudine, l a gardienne fa-rouche des traditions immuables d'une societe retrograde et qui inearne en quelque sorte le "sur-moi" auto-destructeur du heros et l a source de son mal. Au niveau de 1'inspiration, chaque oeuvre repete avec variations deux themes antithetiques essentiels, les ravages de l a culpabilite, source de tenebres et de destruction, et le triomphe du temoignage par l a parole, - 142 -source de lumiere et de re-naissance. Par le biais des commentaires de Frangois, lors de ses meditations au bord du torrent apres 1*aventure de l a surdite, l'auteur laisse entre-voir que 1'inconscient, symbolise par l'eau, peut, en tant que source de la vie affective et de l'elan createur, devenir un element d'auto-destruc-tion, ne produisant que des songes morbides et ephemeres, ou un element de re-naissance lorsqu'il inspire l a creation d'une oeuvre capable de figer ces songes dans le temps. Dans cette perspective, etant donne les differents plans de la realite a 1'interieur de la nouvelle, les paroles enigmatiques de Frangois penche sur le torrent et decidant de se perdre dans son aventure se pretent a plusieurs interpretations. Sur le plan de la chaine evenementielle, 11 s'agit d'un denouement clos. L'aventure est celle de la mort choisie par desespoir. Sur le plan de l'aventure inte-rieure, 1'immersion volontaire dans les eaux du torrent est une image de la confrontation avec soi-meme afin de se debarrasser du v i e i l homme en se purifiant de son passe. L'aventure est en quelque sorte celle de l a re-naissance. Elle permet d'acceder a un niveau de conscience plus eleve. Sur le plan de la mise en abime de l'oeuvre, i l s'agit d'un denouement ouvert: le heros narrateur est elimine, mais-l'oeuvre. reste et l'ecrivain s'est cree en l'ecrivant.. L'aventure est celle de la litterature congue comme temoignage par l a parole et comme defi a la. mort. Par le f a i t meme de sa creation,, l'oeuvre affirme l a revanche..du. present sur le passe et de l a vie sur l a mort. En effet, s ' i l s'agit dans "Le Torrent" d'un c r i de revolte, ce c r i n'est pas gratuit, i l rejoint dans son intention l a pensee qu'Anne Hebert - 143 -exprime, quinze ans plus, tard, dans son introduction au scenario du film consacre a Saint-Denys Garneau: ...J'ai essaye de faire sentir davantage le drame de Saint-Denys Garneau et d'intercaler ce drame meme dans notre contexte a tous au Canada francais. Car l'aventure interieure de Saint-Denys Gar-neau qui peut nous sembler d'abord exceptionnelle n'est que la tentative d'expression l a plus poussee qui ait ete faite chez nous d'une tres commune veri-te. Saint-Denys Garneau nous a rendus conscients de notre d i f f i c u l t e d'etre et de vivre en ce coin de pays qui est le notre et ou l'homme n'est maltre n i de soi, ni de sa terre, n i de sa langue, ni de aa religion, ni de ses dons les plus authentiques. 1 Voir Rene Lacote, op.cit.. p. 126. APPENDICE I: UNE ENTORSE AU DROIT CANON L'intrigue du "Torrent" est construite a partir d'un conflit entre mere et f i l s dont 1'enjeu est l a pretrise. Claudine, voulant imposer le sacerdoce a son f i l s illegitime afin de venger son honneur, accule Fran-gois a une revolte qui i r a jusqu'au matricide. L'etat c i v i l illegitime de Frangois est evoque de maniere indirecte par les paroles que le vaga-bond adresse a Claudine: "T'as quitte le village a cause du petit, hein?" (T_,17); par la scene oil Claudine substitue le prenom de son f i l s au sien devant son nom de jeune f i l l e , sur ses anciens livres de classe: "Un 'Frangois' en encre fralche, accole au 'Perrault' de v i e i l l e encre"(J_,21); enfin par les paroles que Frangois adresse a sa mere lorsqu'il refuse de retourner au college: "Tu fais mieux de ne pas compter sur moi pour te redorer une reputation (.. ,)"(T_,28). Or, en droit canon, art. 984.1, l'enfant illegitime est considere comme tare. II est sujet a scandale et comme t e l , i l ne peut aspirer a l a pretrise. En 1945, seul le Saint-Siege detenait le pouvoir de dispense dans des cas exceptionnels. Depuis 1964, par suite du concile oecumenique ce pouvoir a ete etendu a l'eveque. Cependant, meme lorsque l a dispense est accorded, l'enfant illegitime. ne pourra en aucun cas exercer le sacer-doce dans un endroit ou ses. origines scandaleuses sont connues. Le reve de Claudine de "retourner au village la.tete haute" se heurte a l'inter-- 144 -- 145 -dit du droit canon. En plus, depuis sa surdite, Frangois est doublement handicap! pour recevoir le sacerdoce. Nous verrons ci-dessous que l a pretrise est interdite non seulement aux enfants illegitimes mais aussi a ceux qui souffrent de defectuosites physiques, telies entre autres, l a 1 surdite. 1 The Rev. P. Chas. Augustine* OSB., A Commentary on the New (Code  of Canon Law, Book III, vol. IV (London: B. Herder Book Co., 1925): "Can. 968,1. Only a baptized male can validly be ordained. In order to receive orders l i c i t l y , the candidate must, according to the Judge-ment of the Ordinary, be endowed with the qualities required by the sacred canons and free from any irregularity or canonical impediment. These who have incurred an irregularity or other impediment, even after ordination and without their own fault, are not allowed to exer-cise the orders they have received"(p. 444). "(Irregularities are, f i r s t and above a l l , a safeguard of the dignity  of the sacred ministry, not a penalty.)"(p. 477). ".Can. 98*4. Irregular i n consequence of a defect are: 1. Those of illegitimate birth, no matter whether their illegitimacy  be public or occult, unless they have been legitimated or made solemn profession. 2. Men who are defective in body (...). (...) d) As to the sense of hearing, those who are completely deaf or dumb are irregular"(pp. 478 and 481). "Can. 971. It is criminal to compel anyone, in whatsoever manner or for whatsoever reason, to embrace the c l e r i c a l state. (...) Parents ought to know that they commit a grievous sin against their children, the Church and society at large i f they disobey this canon. APPENDICE II: LE PROCEDE DE STRATIFICATION DANS "LA ROBE CORAIL" La str a t i f i c a t i o n des niveaux de comprehension a partir de sources variees se rapportant au theme principal du conte ou de l a nouvelle, tres apparente dans "La Robe cor a i l " , nous a livre une g r i l l e structurelle qui nous a permis de degager les divers plans de l a realite exprimes a travers l a structure plus complexe du "Torrent". Le theme de "La Robe cor a i l " est l ' e v e i l de l a conscience, prelude de l a quete existentielle a l a decouverte de soi-meme et de son destin au contact du premier amour. La reduction du sujet a ses lignes les plus generales donne le schema suivant: l a confrontation d'une adolescente avec son destin, son eveil a l a vie consciente et son aquiescement a sa destinee. Au niveau de l a chalne evenementielle, l a rencontre d'Emilie, petite ouvriere tricoteuse, avec Gabriel, le bucheron de passage, i n i t i e pour cette derniere un triple reveil: celui de l a vie des sens, celui de l a vie affective et celui de l a conscience individuelle. Le schema thematique du reveil miraculeux incite par 1'amour evoque a son tour le conte de "La Belle-au-bois-dormant". Cette source, qui remonte a l'uni-vers mythique de l'enfance, confere a l'histoire d'Emilie sa dimension universelle et ses elements de merveilleux profane. A un troisieme n i -veau, le merveilleux Chretien est superpose au merveilleux profane par le biais du choix des noms. Gabriel est un nom qui evoque le mystere de - 146 -- 147 -l'Annonciation. L'introduction insolite d'une Madame Elisabeth (T,114) dans le recit evoque a son tour le mystere de l a Visitation. Le nom 1 d'Emilie qui signifie "grain de millet" ou "porteur de graine" evoque les paraboles du Semeur (Matthieu, XIII, 1-23) et du Grain de Seneve (Matthieu, XIII, 31-33). Par le moyen du pouvoir evocateur des noms, l'auteur introduit dans son conte rural le grand theme de 1'Incarnation du Verbe afin de professer sa f o i dans le caractere sacre de l a mission redemptrice de l a parole. 2 Des allusions a peine deguisees a Maria Chapdelaine , au niveau de la caracterisation des personnages, servent a placer l a quSte existen-t i e l l e d'Emilie dans un contexte canadien-francais. Emilie, "a l a pre-sence tenue et silencieuse"(T_,109) , qui tricote avec diligence et Maria, 3 "patiente, calme, muette" , incarnent l ' i n f i n i e patience d'une race l a -borieuse a laquelle on a appris qu ' i l "ne faut pas se revolter ni se 4 plaindre" , elles ont "ce visage obscur que nous avons, ce coeur silen-5 cieux qui est le notre." Gabriel, "revenant des chantiers, l a peau 1 Albert Dauzat, Dictionnaire etymologique des noms de famille et  prenoms de France (Paris: Larousse, 1970). 2 Louis Hemon, Maria Chapdelaine,,recit du Canada.francais (Paris: Bernard Grasset, 1954). 3 Ibid., p. 185. 4 Ibid., p. 155. 5 P., p. 71. - 148 -brulee, les yeux luisants comme les rivieres delivrees apres l a debacle du printemps"(T_,112), et Francois Paradis, descendant du pays mysterieux situe "en haut des rivieres." avec "sa figure cuivree par le s o l e i l et 1 l a reverbation de l a neige, et ses yeux hardis" incarnent le dynamisme et l'esprit d'aventure des coureurs de bois. Madame Grospou incarne, au meme t i t r e que le cure de Saint-Henri, les gardiens d'une tradition im-muable d'asservissement aux taches repetitives et de morne resignation au destin que l a societe vous impose: "Tricotez! Vous etes au monde pour cela.'"(T_, 120). Traite dans "La Robe cor a i l " avec une ironie espiegle, ce personnage revetira un caractere sinistre de force destructrice avec le personnage de Claudine, dans "Le Torrent". Ces sources disparates, histoire sentimentale, conte de fee, mystere de l'evangile et roman du terroir, forment un tout homogene que nous appelons l a parabole du couple antithetique. Cette parabole a pour fonc-tion l a tabulation de l a quete existentielle du poete face a l a dicho-tomic fondamentale que l a societe et les enseignements de l a religion imposent a sa nature humaine. Cette parabole revetira dans "Le Torrent" un sens tragique qui est a l'etat latent dans "La Robe co r a i l " . Bien que les noces de Gabriel et d'Emilie s'accomplissent dans l'emerveillement, le don total de soi et l a tendresse, elles sont aussi ephemeres que clandestines. Pour faire ressortir le caractere a l a fois naturel mais frappe d'interdit moral de 1*amour profane, les noces de ces "deux paysages separes sur l a terre"(T_,116) sont celebrees sous le c i e l 1 Louis Hemon, op.cit., p. 99. o - 149 -etoile a meme la terre, tandis que le decor, immediat reflete une sinistre evocation de l'enfer et d'un paganisme maudit: "Tout autour, des sapins rouges, des troncs brules. Par terre, des souches ont l ' a i r disposees pour quelque conseil de grands chefs sauvages ou d'animaux fabuleux" (T_,116). Car, au Quebec des annees '40, l a realisation de soi, c'est-a-dire le droit d' ass timer la dualite de sa nature physique et s p i r i t uelle, n'est pas reconnue. Dans une societe qui, tout en s'accrochant au mythe de 1'amourette sentimentale qui appartient a son heritage folklorique, pretend renier l a vie des sens, le masque et l a clandestinite s'imposent: "Jadis, on accusait Emilie de n'avoir pas d'expression; et, maintenant qu'elle a acquiesce a son etre, i l faut tout de suite se composer un v i -sage pour faire cette rentree en public, s i penible apres qu'on a ete s i vrai"(T,118-119). C'est a partir de cette contradiction entre l'etre vrai et l a culpabilite apprise que le conte de fee se metamorphose en drame et que l'histoire d'amour donne naissance a l'oeuvre d'art: "Et je crois q u ' i l n'y a que l a vehemence d'un tres grand amour, l i e a l a source meme du don createur, qui puisse permettre l'oeuvre d'art, l a rendre 1 efficace et durable." 1 P., p. 68. ANNE HEBERT BIBLIOGRAPHIE I. Oeuvres d'Anne Hebert 1. Livres a) poemes: Les Songes en eguilibre. Montreal: L'Arbre, 1942. Le Tombeau des rois. Quebec: Institut l i t t e r a i r e du Quebec, 1953. Poemes. Paris: Le Seuil, 1960. Saint-Denys Garneau and Anne Hebert. Traduit par F.R. Scott. Vancouver, B.C.: Klanak Press, 1962. Poesies completes, rendition. Montreal: Fides, 1965. The tomb of the Rings. Traduit par Peter Mi l l e r . Toronto: Contact Press, 1967. Poems /by Anne Hebert. Traduit par Alan Brown. Don M i l l s , Ontario: Musson Books Ltd., 1975. b) contes et nouvelles: Le Torrent, lere ed. Montreal: Beauchemein, 1950. Le Torrent, suivi de deux nouvelles inedites. 2e edi-tion. Montreal: HMH, 1963. Le Torrent. 3e edition reservee a la France. Paris: Le Seuil, 1965. The Torrent. Traduit par Gwendolyn Moore. Montreal: Harvest House, 1973. c) theatre: Le Temps sauvage. La Merciere assassinee, Les Invites  au proces. Montreal: HMH, 1967. - 150 -- 151 -d) romans: Les Champres de bois. Paris: Le Seuil, 1958. Kamouraska. Paris: Le Seuil, 1970. Kamouraska. Traduit par Norman Shapiro. New York: Crown Publishers, 1973. 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"Un grand mariage" (nouvelle, reprise dans Le Torrent, 2e edition). Chatelaine. Vol. 4, no 4 ( a v r i l 1963), pp. 30-31, 54-65. "Le Temps sauvage" (theatre). Ecrits du Canada francais. t. VIII, pp. 9-108. "Un dimanche a l a campagne" (conte). Chatelaine. Vol. 7 (septembre 1966), pp. 38, 125-151. "Le Silence" (conte). Le Figaro l i t t e r a i r e . no 1285, 10 Janvier 1971, pp. 23-25. c) commentaires pour 1*Office national du Film: "Les Indes parmi nous." ONF, 1954. "Le Medecin du nord." ONF, 1954. "Drole de Mlcmac." ONF, 1954. "La Canne a peche." ONF, 1959. - 153 -"Saint-Denys Garneau." ONF, 1960. "Le Deficient mental." ONF, 1960. d) poemes non repris dans les recueils: "L'esclave noire." Amerique francaise. Vol. II (mars 1943), pp. 42-47. "Paradis perdu." Amerique francaise. Vol. I l l (fevrier 1944), pp. 31-32. "Prelude a l a nuit." La Nouvelle Releve. Vol. I l l (mai 1944), p. 209. 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Chatelaine (decembre 1972), p. 22.^  e) inedit L'Arche de midi (poeme dramatique en trois actes), manuscrit depose au Centre de documentation des lettres canadien-nes-francaises de l'Universite de Montreal. - 154 -II. Interviews Kauffmann, Jean-Paul. "De Paris elle reinvente le Quebec." La Presse, 12 decembre 1970,.p. 8. Lasnier, Michelle. "Anne Hebert, l a magicienne." Chatelaine (avr i l 1963), pp. 28, 74, 76. Lasnier, Michelle. "Une artiste exigeante et pure." La Presse. 29 novembre 1958, p. 18. Mora, Edith. "Trois poetes quebecois (Pilon, Prefontaine, Hebert)." Les Nouvelles l i t t e r a i r e s , 11 mai 1967, p. 9. Perreault, Luc. "Anne Hebert: On s'est fait de moi une image ar-retee." La Presse, 24 septembre 1966, p. 7. Saint-Germain, Pierre* "Anne Hebert: Mes personnages me menent par le bout du nez." La Presse, 21 decembre 1963, p. 8. Xadros, Jean-Pierre. "Anne Hebert en entrevue. L'oeuvre ecrite." Le Devoir. Vol. 64. no 82, 7 a v r i l 1973, p. 23. Tremblay, Gisele. 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