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Les caractéristiques de l’espace dans l’imaginaire du cycle du Rubempré de Balzac et leur incidence… Morel, Armand G. 1976

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LES CARACTERISTIQUES DE L'ESPACE DANS L'IMAGINAIRE DU CYCLE DE RUBEMPRE DE BALZAC ET LEUR INCIDENCE SUR L'ESTHETIQUE ROMANESQUE PARTICULIERE A CE CYCLE By • Armand G. Morel Licencie en Droit Universite de Paris 1956 D.E.S. de Droit Prive Universite de Paris 1957 M.A. University of B.C. 1971 A THESIS SUBMITTED IN PARTIAL FULFILMENT OF THE REQUIREMENTS FOR THE DEGREE OF DOCTOR OF PHILOSOPHY i n the Department of French We accept t h i s thesis as conforming to the required standard THE UNIVERSITY OF BRITISH COLUMBIA Armand G. Morel, 1976. In presenting this thesis in partial fulfilment of the requirements for an advanced degree at the University of Brit ish Columbia, I agree that the Library shall make it freely available for reference and study. I further agree that permission for extensive copying of this thesis for scholarly purposes may be granted by the Head of my Department or by his representatives. It is understood that copying or publication of this thesis for financial gain shall not be allowed without my written permission. Department of The University of Brit ish Columbia 20 75 Wesbrook Place Vancouver, Canada V6T 1W5 AVANT-PROPOS Au s e u i l de c e t t e d i s s e r t a t i o n , que l ' o n me permette de r e m e r c i e r l e d o c t e u r D. N i e d e r a u e r q u i , d'abord, a c c e p t a de p a t r o n n e r ma t h e s e e t , e n s u i t e , s u t g u i d e r mes t r a v a u x avec une p a t i e n c e i n f i n i e . Mes remerciements v o n t a u s s i aux d o c t e u r s F. Gr o v e r e t D. Highnam q u i m' a i d ^ r e n t de l e u r s p r e c i e u s e s remarques. J e d o i s e n f i n e x p r i m e r ma g r a t i t u d e au d o c t e u r P. G ^ r i n , p r o f e s s e u r a M o u n t - S a i n t - V i n c e n t U n i v e r s i t y . P a r ses c o n s e i l s e t l e re'confort de son a m i t i g , i l f a c i l i t a grandement l e p r e m i e r t r a v a i l de r e d a c t i o n de c e t t e e t u d e . - i i i -SOMMAIRE T i t r e : Les c a r a c t g r i s t i q u e s de l ' e s p a c e dans l ' i m a g i - n a i r e du " c y c l e de Rubemprg" de B a l z a c e t l e u r i n c i d e n c e  s u r 1 ' e s t h g t i q u e romanesque p a r t i c u l i e r e a ce c y c l e . L a p r e o c c u p a t i o n majeure de c e t t e d i s s e r t a t i o n e s t de m e t t r e en l u m i ^ r e l e r o l e de l ' e s p a c e dans l a c r e a t i o n romanesque b a l z a c i e n n e e t son imp o r t a n c e pour 1 ' e s t h e t i q u e des deux roraans q u i c o n s t i t u e n t " l e c y c l e de Rubempri", a s a v o i r : I l l u s i o n s perdues e t S p l e n d e u r s e t m i s e r e s des  c o u r t i s a n e s . L'examen de l a f o n c t i o n du h e r o s , dans un p r e m i e r c h a p i t r e , f a i t r e s s o r t i r 1'importance de L u c i e n de RubemprS, s o i t comme personnage autonome, s o i t comme i n s t r u m e n t e n t r e l e s mains de ce personnage f a u s t i e n p a r e x c e l l e n c e , V a u t r i n , dans 1 1 e x p l o r a t i o n en s u r f a c e e t en p r o f o n d e u r du r ^ e l o f f e r t p a r l ' i m a g i n a i r e de l ' o e u v r e . I I r e s t e a a n a l y s e r ce m i l i e u romanesque, l e v e r i t a b l e o b j e t de I n e x p e r i e n c e t e n t e e p a r l e r o m a n c i e r dans s a c r e a t i o n a r t i s t i q u e ; c ' e s t ce q u i e s t e n t r e p r i s dans l e s c h a p i t r e s 2 e t 3. Dans un p r e m i e r temps, l ' i t u d e se p o u r s u i t au n i v e a u de l ' h i s t o i r e r a c o n t e e . A ce n i v e a u , deux degres de r ^ a l i t e dans l ' e s p a c e s o n t distingu§s; o b j e c t i f , avec l e c a d r e , ensemble des l i e u x p h y s i q u e s oG e v o l u e n t l e s - i v -personnages; s u b j e c t i f , avec l ' e s p a c e i m a g i n e , m a t e r i a l i s e dans l e t e x t e p a r l e s images s u s c i t e e s en r e a c t i o n au c a d r e . Ces c r i t e r e s s o n t a l o r s a p p l i q u e s a 1'etude des deux espaces de 1 ' e x i s t e n c e humaine: l ' e s p a c e n a t u r e l (ch.2) e t l ' e s p a c e s o c i a l ( c h . 3 ) . P u i s , comme 1'analyse p r e c e d e n t e a pour b u t de c o n d u i r e a l'examen de 1 ' i n c i d e n c e des c a r a c t e r i s t i q u e s s p a t i a l e s s u r l ' e s t h € t i q u e romanesque p a r t i c u l i ^ r e au " c y c l e de Rubempre", l e c h a p i t r e 4 passe du "monde que l ' o n r a c o n t e " a c e l u i "ou l ' o n r a c o n t e " - I I s ' a g i t , a ce s t a d e , de comprendre comment e t p o u r q u o i l a "communi-c a b i l i t e " de l ' i m a g i n a i r e de l ' o e u v r e s ' e f f e c t u e pour l e l e c t e u r , g r a c e aux s t r u c t u r e s s p a t i a l e s . Toutes ces r e c h e r c h e s d e v r a i e n t a b o u t i r a r e n d r e e V i d e n t e l a " l i t t e r a r i t e " du " c y c l e de Rubempre" p u i s q u ' -e l l e s p e r m e t t e n t d ' a f f i r m e r : - 1 ' o r i g i n a l i t e de l a f o n c t i o n s p a t i a l e de 1 ' u n i v e r s b a l z a c i e n dans l ' o r d r e de l a l i t t e r a t u r e romanesque f r a n g a i s e - s a p e r t i n e n c e pour l e s l e c t e u r s de n o t r e epoque. ABSTRACT T i t l e : The C h a r a c t e r i s t i c s o f "Space" i n t h e Imaginary  V i s i o n o f B a l z a c ' s "Rubempre" C y c l e " and t h e i r E f f e c t on  the Romantic A e s t h e t i c P e c u l i a r t o t h i s C y c l e . The p r i m a r y c o n s i d e r a t i o n o f t h i s d i s s e r t a t i o n i s t o i l l u m i n a t e t h e r o l e o f "space" i n B a l z a c ' s r o m a n t i c f i c t i o n and t o u n d e r s t a n d i t s i m p o r t a n c e f o r t h e a e s t h e t i c o f t h e two n o v e l s t h a t c o n s t i t u t e the "Rubempre" C y c l e " , namely: L o s t I l l u s i o n s ( I l l u s i o n s perdues) and G l o r i e s  and M i s e r i e s o f C o u r t e s a n s ( S p l e n d e u r s e t m i s ^ r e s des  c o u r t i s a n e s ) . An e x a m i n a t i o n o f t h e f u n c t i o n o f the h e r o i n an i n i t i a l c h a p t e r u n d e r l i n e s the i m p o r t a n c e o f L u c i e n de RubemprS, b o t h as an autonomous c h a r a c t e r and as an i n s t r u m e n t i n t h e hands o f t h a t F a u s t i a n i n d i v i d u a l p a r e x c e l l e n c e , V a u t r i n , i n an e x p l o r a t i o n o f b o t h s u p e r f i c i a l and u n d e r l y i n g r e a l i t i e s p r e s e n t e d by t h e i m a g i n a r y w o r l d o f t h e work. T h i s i s f o l l o w e d by an a n a l y s i s o f t h e r o m a n t i c m i l i e u , the a c t u a l o b j e c t o f the e x p e r i e n c e a t t e m p t e d by t h e n o v e l i s t i n h i s a r t i s t i c c r e a t i o n ; t h i s a n a l y s i s i s done i n C h a p t e r s 2 and 3. A t t h i s s t a g e , t h e s t u d y c o n c e r n s i t s e l f w i t h t h e n a r r a t i v e l e v e l s o f t h e work. Two degrees o f s p a t i a l r e a l i t y a r e , a t t h i s p o i n t , c o n s p i c u o u s : an o b j e c t i v e one, w i t h i t s own framework, w h i c h i s a s s o c i a t e d w i t h t h e - v i -p h y s i c a l l o c a l i t i e s i n w h i c h c h a r a c t e r s d e v e l o p ; and a s u b j e c t i v e one, w i t h an ima g i n e d "space", i n d i c a t e d i n the t e x t by c e r t a i n images g e n e r a t e d by r e a c t i o n t o p l a c e . These c r i t e r i a a r e a p p l i e d t o t h e s t u d y o f the two n e c e s s a r y "spaces!' o f human e x i s t e n c e : n a t u r a l "space" (Chapter 2 ) , and s o c i a l "space" (Chapter 3 ) . S i n c e t h e p r e c e d i n g a n a l y s i s i s p r i m a r i l y concerned w i t h t h e e f f e c t o f s p a t i a l c h a r a c t e r i s t i c s on t h e r o m a n t i c a e s t h e t i c o f t h e "Rubempre C y c l e " , C h a p t e r 4 moves from a c o n s i d e r a t i o n o f t h e " n a r r a t e d w o r l d " t o t h e " w o r l d w h i c h i s r e v e a l e d " . I t becomes, e s s e n t i a l l y , a q u e s t i o n o f u n d e r s t a n d i n g how and why the " c o m m u n i c a b i l i t y " o f t h e i m a g i n a r y v i s i o n o f t h e work i s r e a l i z e d f o r t h e r e a d e r t h r o u g h t h e s e s p a t i a l s t r u c t u r e s . Such r e s e a r c h s h o u l d make e v i d e n t t h e " l i t e r a l n e s s " o f the "Rubempre C y c l e " , s i n c e i t a l l o w s us t o a f f i r m : - the o r i g i n a l i t y o f t h e s p a t i a l f u n c t i o n o f the B a l z a c i a n u n i v e r s e w i t h i n t h e genre o f t h e F r e n c h n o v e l ; - i t s r e l e v a n c e f o r t h e r e a d e r s o f o u r own p e r i o d . - v i i -TABLE DES MATIERES INTRODUCTION pp. 1-18 - Les r a i s o n s q u i o n t f a i t c h o i s i r I l l u s i o n s perdues e t S p l e n d e u r s e t m i s ^ r e s des c o u r t i s a n e s comme o b j e t de c e t t e gtude 1 - J u s t i f i c a t i o n d'une £tude de 1 1 i m a g i n a i r e s e l o n une p e r s p e c t i v e s p a t i a l e 3 - Qu'est-ce que l ' o n entend p a r i m a g i n a i r e dans une oeuvre l i t t ^ r a i r e 10 - Les s t r u c t u r e s s p a t i a l e s e t l e u r i m p o r t a n c e dans l a f o n c t i o n e s t h ^ t i q u e 11 - L ' o r g a n i s a t i o n de l a p r e s e n t e etude 16 CHAPITRE I L a f o n c t i o n du h e r o s dans I l l u s i o n s perdues e t S p l e n d e u r s e t m i s e r e s des c o u r t i s a n e s pp. 19-73 - Les t r o i s n i v e a u x d'espace a c c e s s i b l e s au l e c t e u r a p a r t i r du t e x t e du roman 20 - Dans l e roman, c ' e s t a u t o u r du h£ros que s ' o r g a n i s e l a coherence d'une oeuvre e t p a r consequent son i m a g i n a i r e . Peut-on a bon d r o i t p a r l e r d'un " c y c l e de Rubemprg" a propos des deux romans a 1'etude? F o r m e n t - i l s un t o u t homog^ne? (pp.25-73) a) Arguments c o n t r e : 26 p e r i p e t i e s complexes; o p i n i o n s de MM. Pugh, P i c o n , Adam. b) Arguments p o u r : 29 deux probl§mes d i s t i n c t s a examiner: 1'homo-gentsite de l ' h i s t o i r e r a c o n t e e ; l a coherence dans l a v i s i o n du monde q u i s o u t i e n t 1 ' i m a g i -n a i r e d e l ' o e u v r e . Examen des t r a v a u x de genese de Mme J e a n - B S r a r d e t de MM. Pommier e t Adam. c) Etude des p e r i p e t i e s de chacun des deux romans en f o n c t i o n du h^ros 34 - v i i i -1) I l l u s i o n s perdues (pp.34-52) 2) S p l e n d e u r s e t m i s e r e s des c o u r t i s a n e s (pp.52-68) d) C o n c l u s i o n : Les deux romans s o n t b i e n c e n t r e s s u r L u c i e n de Rubemprg. F o n c t i o n p r i m o r d i a l e du hgros s u r l e s deux p l a n s gengraux de l ' e s p a c e : c e l u i du monde que l ' o n r a c o n t e e t c e l u i du monde d'ou l ' o n r a c o n t e (pp.69-71). L'espace i n t e r n e du roman; ses deux a s p e c t s : n a t u r e l e t s o c i a l (pp.71-72). L ' e s p a c e - c a d r e e t l ' e s p a c e i m a g i n g de l ' h i s t o i r e ; l ' e s p a c e du r e c i t - d i s c o u r s e t l ' e s p a c e de l a l e c t u r e (pp.72-73). CHAPITRE I I L'espace n a t u r e l pp.74-147 1) L'espace n a t u r e l du c a d r e de l ' h i s t o i r e (pp.74-109). A) L'espace n a t u r e l du c a d r e de l ' h i s t o i r e dans I l l u s i o n s perdues (pp.78-106) a) Les Deux Po e t e s 78 b) Un grand homme de p r o v i n c e a P a r i s 89 c) Les S o u f f r a n e e s de l ' i n v e n t e u r 91 B) L'espace n a t u r e l du ca d r e de l ' h i s t o i r e dans S p l e n d e u r s e t m i s e r e s des c o u r t i s a n e s (pp.106-109) 106 C) C o n c l u s i o n : r o l e de l ' e s p a c e n a t u r e l de l ' h i s t o i r e p a r r a p p o r t 5. l a d e s t i n e e des personnages (pp.109-112) 109 2) L'espace n a t u r e l i m a g i n g de l ' h i s t o i r e (pp.112-145) A) Dans I l l u s i o n s p e r d u e s : (pp.112-130) a) Les Deux Pontes 112 b) Un grand homme de p r o v i n c e a P a r i s 121 c) Les S o u f f r a n e e s de l ' i n v e n t e u r 130 B) Dans S p l e n d e u r s e t m i s e r e s des c o u r t i s a n e s (pp.130-145) a) Dans l e s deux p r e m i e r s l i v r e s 130 b) Dans l e s deux d e r n i e r s _ 141 3) C o n c l u s i o n , du c h a p i t r e 145 - i x -CHAPITRE I I I L'espace s o c i a l pp. 148-213 1) Angouleme A) L'Angouleme des Deux Pontes (pp.150-164) a) L'espace s o c i a l du c a d r e de l ' h i s t o i r e 150 b) L'espace s o c i a l i m a g i n e de l ' h i s t o i r e 156 B) L'Angouleme des S o u f f r a n e e s de l ' i n v e n t e u r (pp.164-169) a) L'espace s o c i a l du c a d r e de l ' h i s t o i r e 164 b) L'espace s o c i a l i m agine de l ' h i s t o i r e 167 2) P a r i s A) Le P a r i s d'Un grand homme de p r o v i n c e a P a r i s (pp.169-192) a) . L'espace s o c i a l du c a d r e de l ' h i s t o i r e 169 b) L'espace s o c i a l i m agine de l ' h i s t o i r e 185 B) Le P a r i s de S p l e n d e u r s e t m i s d r e s des  c o u r t i s a n e s (pp.192-208) a) Dans l e s deux p r e m i e r s l i v r e s 192 b) Dans l e s deux d e r n i e r s l i v r e s 202 3) C o n c l u s i o n du c h a p i t r e 208 CHAPITRE I V L'espace de l a l e c t u r e pp. 214-287 Communication e n t r e l ' i m a g i n a i r e de l ' o e u v r e e t l e l e c t e u r : comment se f a i t - e l l e ; p o u r q u o i ; e t q u e l s en s o n t l e s e f f e t s ? 1) Comment se f a i t - e l l e ? (pp.215-237) 215 L'espace a l a base de l a f o n c t i o n mythique dans l e roman - La c o m p l i c i t y n a r r a t e u r - l e c t e u r -Ses dangers dans l e cas du " c y c l e de RubemprS" -L a d i c h o t o m i e e n t r e 1'homme e t l ' g c r i v a i n chez B a l z a c - Le t r a i t e m e n t des s t r u c t u r e s s p a t i a l e s dans " l e c y c l e de Rubemprg". 2) P o u r q u o i se f a i t - e l l e ? (pp.237-280) 237 C o n f r o n t a t i o n de l ' e s p a c e de l ' h i s t o i r e ayec l e s - x -schgmas c u l t u r e l s s e l o n l e s q u e l s 1 ' a c t i o n s 1 o r -g a n i s e - Le c a r a c t d r e l i t t e r a i r e de l ' e s p a c e du " c y c l e de Rubempri": l e s e f f e t s de r e c u r r e n c e , de rythme, de s y m e t r i e - Le c l i m a t de f a t a l i t S . ( p p . 2 3 7 - 2 4 6 ) A) Les mythes o r g a n i s a t e u r s dans 1 1 l u s i o n s pe rdue s• 246 Le voyage du h e r o s - L'eau de l ' a v e n t u r e - La v i s i o n panoramique - Le raonde c i r c u l a i r e e t l e monde de l ' H i s t o i r e (pp. 246-257). La f a u t e o r i g i n e l l e - La R e v o l u t i o n f r a n g a i s e -Napoleon, h e r o s de l ' e s p a c e d'apres l a R e v o l u -t i o n (pp.257-263). L'espace romanesque c e n t r i p e t e - Les t r o i s n i v e a u x de l ' e s p a c e p a r i s i e n - L a p a s s i o n , q u a t r i e m e d i m e n s i o n de l ' e s p a c e s o c i a l du 1 9 e s i e c l e (pp.263-269). B) Les mythes o r g a n i s a t e u r s dans S p l e n d e u r s e t m i s e r e s des c o u r t i s a n e s (pp.269-280) 269 La d i m e n s i o n de l a p r o f o n d e u r - Le mythe rendu e x p l i c i t e au n i v e a u de l ' h i s t o i r e : C a i n ; l a f o r e t n o r d - a m e r i c a i n e ; l e m e r v e i l l e u x des M i l i e e t une  n u i t s (pp.269-272). V a u t r i n , personnage mythique? - D e s e q u i l i b r e e n t r e V a u t r i n , h e r o s r h i t o r i q u e e t l e personnage au n i v e a u des p e r i p e t i e s (pp.272-279). R o l e de l a Beaute dans l e " c y c l e " (pp.279-280). 3) Quels en s o n t l e s e f f e t s ? (pp.281-287) 281 D r a m a t i s a t i o n de l ' e s p a c e romanesque sous l ' e f f e t de l a p a s s i o n des p r o t a g o n i s t e s (p.282). D'ou i n t e g r a t i o n des Pigments s p a t i a u x dans l a f o n c t i o n mythique (p.283). Les mythes du " c y c l e de Rubempr€" s o n t un t i m o i g n a g e a r t i s t i q u e s u r l e monde moderne, un r e f l e t de l a c o n d i t i o n humaine dans l a s o c i e t y p o s t - r e v o l u t i o n n a i r e (p.284). L u c i e n e t V a u t r i n heros de l a "mod e r n i t e " (p.286). - x i -CONCLUSION pp.288-308 Rappel des grandes lignes de l a d i s s e r t a t i o n . 288 Lecon q u ' i l faut t i r e r de cette analyse de l'espace. 289 La "litt§rarit£" du "cycle de Rubemprg": 290 - o r i g i n a l i t y de l a fonction s p a t i a l e de l'univers balzacien dans l'ordre de l a l i t t e r a t u r e romanesque frangaise (pp.290-306). - sa pertinence pour les lecteurs de notre epoque (pp.306-308). BIBLIOGRAPHIE pp.309-317 1) Editions u t i l i s e e s des oeuvres de Balzac 309 2) Ouvrages et a r t i c l e s consacrgs a Balzac 309 3) Etudes c r i t i q u e s et theoriques 312 4) Ouvrages consacres a d'autres auteurs et textes 316 I n t r o d u c t i o n L ' a n a l y s e que nous a l l o n s e n t r e p r e n d r e a u r a des o b j e c -t i f s l i m i t e s ; e l l e p o r t e r a e s s e n t i e l l e m e n t s u r deux romans de B a l z a c : I l l u s i o n s perdues e t S p l e n d e u r s e t m i s e r e s des  c o u r t i s a n e s ^  ^  , e t s e r a menee s e l o n une p e r s p e c t i v e s p a t i a l e . P o u r q u o i d'abord a v o i r r e s t r e i n t n o t r e etude a ces deux romans? L'ampleur de L a Comidie humaine, l ' u n des e .^ m a s s i f s l i t t e r a i r e s du 19 s i e c l e q u i en compte p l u s i e u r s , e s t un f a i t t r o p connu pour q u ' i l y a i l l e l a p e i n e d'y i n s i s t e r . Une a n a l y s e de l 1 i m a g i n a i r e p o r t a n t s u r 1'ensemble de 1'oeuvre r i s q u a i t de n ' e t r e qu'une mise en systeme de c i t a t i o n s p r i s e s un peu au h a s a r d e t sans s o u c i des c o n t e x t e s p a r t i c u l i e r s d'ou e l l e s a u r a i e n t §te t i r o e s . Un c r i t i q u e l i t t i r a i r e n'a que t r o p tendance a s o l l i c i t e r l e s t e x t e s en f a v e u r de s a t h e s e ; l ' i m m e n s i t e de La Come'die humaine p e r m e t t r a i t , p a r c e t t e t e c h n i q u e , de j u s t i f i e r , exemples a 1 ' a p p u i , l e s o p i n i o n s l e s p l u s c o n t r a d i c t o i r e s . C e t t e c o n s i d e r a t i o n nous a i n c i t e a c h o i s i r une p a r t i e (1) Sauf i n d i c a t i o n c o n t r a i r e , 1 ' E d i t i o n u t i l i s e d , pour l e s c i t a t i o n s e t r e f e r e n c e s r e l a t i v e s a L a Com6die humaine, s e r a 1 ' e d i t i o n " 1 1 I n t e g r a l e " : H o n o r i de B a l z a c , La  Com§die humaine, p r e s e n t a t i o n s e t n o t e s de P i e r r e C i t r o n , 7 volumes ( P a r i s : S e u i l , 1965). C e t t e E d i t i o n i n t e g r a l e e s t imprimee s u r deux c o l o n n e s p a r page. Nous donnerons d*abord l e numero du volume en c h i f f r e s r o m a i n s , p u i s c e l u i de l a page en c h i f f r e s arabes e t e n f i n l a c o l o n n e 1 ou 2 en l e t t r e s m i n u s c u l e s a ou b. - 2 -de 1'oeuvre q u i f u t une image as s e z r e p r e s e n t a t i v e de l a t o t a l i t e , e t 1'ensemble des deux romans d e j a m e n t i o n n i s , que nous avons r a s s e m b l e s sous 1 ' a p p e l l a t i o n de " c y c l e de Rubempre", nous a p a r u r epondre a c e t t e c o n d i t i o n . N o t r e o p i n i o n e s t d ' a i l l e u r s p a r t a g e e p a r de nombreux b a l z a c i e n s . A l b e r t B e g u i n , p a r exemple, en s o u l i g n e 1 ' u n i t e : "Le b l o c forme p a r I l l u s i o n s perdues e t S p l e n d e u r e t m i s e r e s des c o u r t i s a n e s occupe une p l a c e p r i v i l e g i i e dans 1'ensemble de L a Comidie humaine, dont i l c o n s t i t u e une s o r t e d ' a b r i g e e t comme une p l a q u e t o u r n a n t e d'oti p a r t e n t e t ou r e v i e n n e n t tous l e s i t i n e r a i r e s des personnages. On n 1 e x a g i r e r a i t pas beaucoup en d i s a n t que l a l e c t u r e de ces deux v a s t e s romans peut s u f f i r e a donner une i d e e complete de l ' u n i v e r s b a l z a c i e n . " (2) P i e r r e C i t r o n , de son c o t e , f a i t remarquer l a p l a c e qu'a tenue l e h e r o s du c y c l e dans 1 ' e s p r i t de son c r e a t e u r : "... pendant l e s t r o i s q u a r t s du temps ou B a l z a c a c o n s t r u i t son u n i v e r s romanesque, L u c i e n 1'occupe done p l u s ou moins: p l u s longuement p e u t - e t r e qu'aucun a u t r e personnage de La Comedie  humaine, i l accompagne f r a t e r n e l l e m e n t 1 ' e x i s t e n c e de son a u t e u r . " (3) (2) A l b e r t B e g u i n , B a l z a c l u e t r e l u ( P a r i s : S e u i l , 1965), p. 169. (3) P i e r r e C i t r o n , p r e f a c e a I l l u s i o n s p e r d u e s , dans 1 * e d i t i o n G a r n i e r - F l a m m a r i o n , 1966, p. 17. - 3 -S i nous avons c h o i s i de n'aborder l ' i m a g i n a i r e du c y c l e de Rubempre que du p o i n t de vue de l ' e s p a c e , c ' e s t en p r e m i e r l i e u , pour l a r a i s o n i v i d e n t e qu'une etude s e l o n l a double p e r s p e c t i v e s p a t i a l e e t t e m p o r e l l e demanderait un c a d r e beaucoup p l u s l a r g e que c e l u i de c e t t e d i s s e r t a t i o n . E n s u i t e , i l semble que 1'aspect s p a t i a l a i t e t € n e g l i g e dans l e s gtudes l i t t e r a i r e s ; dans un a r t i c l e c o n s a c r e a " L ' o r g a n i -s a t i o n de l ' e s p a c e dans l e roman", Roland Bourneuf a pu e c r i r e : "La b i b l i o g r a p h i e du roman p r e s e n t e une l a c u n e a s s e z i n e x p l i c a b l e . A l o r s que d e p u i s une v i n g t a i n e d'annees se s o n t m u l t i p l i e s l e s ouvrages s u r l e temps ... on ne t r o u v e pas d'etude d 1ensemble c o n s a c r e e a l a n o t i o n q u i l u i e s t pour-t a n t e t r o i t e m e n t c o r r e l a t i v e : l ' e s p a c e dans l a l i t t e r a t u r e n a r r a t i v e . " (4) C e t t e c a r e n c e se r e t r o u v e dans l e domaine p a r t i c u l i e r des Etudes b a l z a c i e n n e s . En d e p i t d'un nombre imposant e t t o u j o u r s c r o i s s a n t d 1 o u v r a g e s c r i t i q u e s c o n s a c r e s a ce r o m a n c i e r , on ne s a u r a i t t r o u v e r r i e n d ' e q u i v a l e n t a ce q u i a e t e f a i t p a r G i l b e r t Durand pour S t e n d h a l p a r exemple, (5) avec Le Decor mythique de 'La C h a r t r e u s e de Parme' , ou (4) R o l a n d B o u r n e u f , " L ' o r g a n i s a t i o n de l ' e s p a c e dans l e roman", Etudes l i t t e r a i r e s , v o l . 3, 1, a v r i l 1970 (Les P r e s s e s de l ' U . L a v a l ) , p. 77. (5) G. Durand, Le D i c o r mythique de 'La C h a r t r e u s e de Parme' ( P a r i s : C o r t i , 1961). - 4 -(6) p a r Georges P o u l e t , avec L'Espace p r o u s t i e n . I I f a u t p o u r t a n t f a i r e e t a t de quelques t r a v a u x c o n s a c r e s a des a s p e c t s p a r t i c u l i e r s de l ' e s p a c e romanesque dans L a Comedie humaine. S i g n a l o n s en p r e m i e r l e l i v r e posthume d'Amgdee (7) Ponceau: Paysages e t Destxns b a l z a c i e n s , l i v r e u t i l e pour q u i v e u t s u r v o l e r rapidement l e s paysages l e s p l u s c i l e b r e s des romans de B a l z a c . Le t i t r e t o u t e f o i s i n d i q u e sans a m b i g u i t e q u ' i l s ' a g i t d'un domaine t r e s r e s t r e i n t de l ' e s p a c e romanesque, e t u d i i en r e l a t i o n avec c e r t a i n s personnages e t sans que se degage une i d e e d'ensemble sur, l e r o l e t e n u p a r l e paysage dans 1 ' e l a b o r a t i o n de l a v i s i o n q u i s o u t i e n t L a Comedie humaine. P u i s l ' e s s a i de A. J . Mount: The P h y s i c a l S e t t i n g i n (8) B a l z a c ' s Comedie humaine , q u i a eu l e m e r i t e de p r e p a r e r l a v o i e a des etudes de l ' e s p a c e p l u s s y s t e m a t i q u e s . Cet a u t e u r f a i t mieux q u ' e s q u i s s e r en 64 pages une o r g a n i s a t i o n du d e c o r en f o n c t i o n d'un c e r t a i n nombre de t e c h n i q u e s n a r r a t i v e s , mais l e cadre t r o p € t r o i t c h o i s i pour un s u j e t d'une t e l l e ampleur n ' a u t o r i s a i t pas une r e c o n s t i t u t i o n de l ' i m a g i n a i r e de l ' o e u v r e . I I a p e u t - e t r e donne a u s s i t r o p (6) G. P o u l e t , L'Espace p r o u s t i e n ( P a r i s : G a l l i m a r d , 1963). (7) Amedee Ponceau, Paysages e t D e s t i n s b a l z a c i e n s ( P a r i s : E d i t i o n s du M y r t e , 1950). (8) A. J . Mount, The P h y s i c a l S e t t i n g i n B a l z a c ' s Comedie  humaine ( U n i v e r s i t y o f H u l l P u b l i c a t i o n s , 1966). - 5 -d 1 i m p o r t a n c e r e l a t i v e aux paysages gtat-d'ame. E t en d e r n i e r , un a r t i c l e : "Espace e t r e g a r d dans L a (9) Comgdie humaine" , que L u c i e n n e F r a p p i e r - M a z u r a f a i t p a r a i t r e en 1967, en p r g l u d e a s a th§se p l u s g e n e r a l e s u r L ' E x p r e s s i o n mgtaphorique dans 'La Comedie h u m a i n e ' , e s t venu a p p o r t e r des p r e c i s i o n s r i c h e s de consgquences s u r l e s r e l a t i o n s q u i e x i s t e n t e n t r e l e s personnages p r i n c i p a u x e t l ' e s p a c e , dans l ' o e u v r e de B a l z a c . "Chez l e s e t r e s q u i dominent l e u r d e s t i n , r e m a r q u e - t - e l l e , l e r e g a r d annexe l ' e s p a c e ; 1'inverse- se p r o d u i t chez l e s a u t r e s . " ^ ^ ' Mais encore une f o i s , une gtude t r o p f r a g m e n t a i r e , t o u t a f a i t j u s t i f i e e i c i p u i s q u ' i l s ' a g i t d'un a r t i c l e de r e v u e , r i s q u e de f a u s s e r l e s p e r s p e c t i v e s . Nous ne pouvons, p a r exemple, s o u s c r i r e e n t i e r e m e n t 3. l a c o n c l u s i o n a l a q u e l l e a r r i v e L. F r a p p i e r - M a z u r dans c e t a r t i c l e : "Chez B a l z a c , comme chez ses c o n t e m p o r a i n s , l ' e s p a c e e s t e n c o r e s a c r g e t t e n d a s a c r a l i s e r l e s e t r e s e t (12) . l e s o b j e t s . " Nous aurons 1 ' o c c a s i o n de nous e x p l i q u e r s u r ce p o i n t au cours de c e t t e gtude. (9) L. F r a p p i e r - M a z u r , "Espace e t r e g a r d dans La C.H.", L'Annge b a l z a c i e n n e 1967 ( P a r i s : G a r n i e r , 1967), pp. 325-338. (10) These d a c t y l o g r a p h i g e pour l e d o c t o r a t d ' E t a t soutenue l e 28 j u i n 1973. (11) L. F r a p p i e r - M a z u r , a r t i c l e c i t g , p. 333. (12) L. F r a p p i e r - M a z u r , a r t i c l e c i t g , p. 338. - 6 -Ce b r e f i n v e n t a i r e a permis de c o n s t a t e r q u ' i l y a v a i t e n core p l a c e pour des gtudes p l u s completes de l ' e s p a c e romanesque dans L a Comgdie humaine. L a p r e s e n t e d i s s e r t a t i o n , q uoique ne p o r t a n t pas s u r 1'ensemble des romans de B a l z a c , d e v r a i t o f f r i r quelque u t i l i t i , ce d ' a u t a n t p l u s que son o b j e t p e u t e t r e considgre" comme un condense de 1'oeuvre e n t i e r e . N o t r e t r a v a i l , s ' i l e s t mene a b i e n , p o u r r a done, p a r s a p r e c i s i o n , f a v o r i s e r une m e i l l e u r e comprehension e t de l ' a r t de B a l z a c e t , nous l ' e s p g r o n s , de l a t e c h n i q u e du roman en g e n e r a l . E n f i n , nous avons c h o i s i d ' S t u d i e r l ' e s p a c e pour deux a u t r e s r a i s o n s : d'abord p a r c e q u ' i l nous p a r a i t e t r e , beaucoup p l u s que l e temps, a l ' o r i g i n e des mgcanismes de 1 ' i m a g i n a t i o n c r e a t r i c e dans 1'oeuvre de B a l z a c , e n s u i t e p a r c e que l ' e s p a c e j o u e , a n o t r e a v i s , un r o l e e s s e n t i e l dans l a " c o m m u n i c a b i l i t g " de l ' o e u v r e d ' a r t en g e n e r a l , e t done se p r g s e n t e comme une c o n d i t i o n n i c e s s a i r e de son e s t h i t i q u e . Ce s o n t ces deux p o i n t s que nous v o u d r i o n s d e v e l o p p e r avant d'aborder n o t r e etude proprement d i t e . I I e s t devenu b a n a l , d e p u i s B a u d e l a i r e , de s o u l i g n e r l a f i r o c e e n e r g i e q u i anime l e s personnages des romans b a l z a c i e n s ou "chacun a du g e n i e " , ou " t o u t e s l e s ames s o n t des ames (13) chargges de v o l o n t g j u s q u ' a l a gu e u l e " ; cependant, l a (13) B a u d e l a i r e , L'Ar't romantique ( P a r i s : G a r n i e r - F l a m m a r i o n , 1968), p. 253. - 7 -c r i t i q u e n'en a pas t i r e t o u t e s l e s consgquences l o g i q u e s . C e t t e g n e r g i e s ' e x e r c e au d g t r i m e n t du m i l i e u ambiant; e l l e se m a t e r i a l i s e dans une s g r i e de t e n t a t i v e s d ' a s s u j e t t i s s e m e n t de l ' e s p a c e romanesque. Les hgros e s s a i e n t de p a s s e r d'un monde i m p a r f a i t a un monde q u i s e r a i t p l u s p a r f a i t p a r c e que su b j u g u g , a l ' a i d e du temps c e r t e s , mais l e temps n ' e s t qu'un moyen, l a f i n r e s t a n t t o u j o u r s l ' e s p a c e . "Le bonheur, d i r a Gobseck, c o n s i s t e dans l ' e x e r c i c e de nos f a c u l t g s a p p l i q u g e s (14) a des r e a l i t g s . " E s t - c e que, pour l e s personnages de La Comgdie humaine, l e l i e u du bonheur e s t l e monde ou f a u t -i l l e c h e r c h e r dans l ' g v a s i o n de ce monde? Le bonheur r g s i d e -t - i l dans l e mouvement ou dans l e re p o s ? V o i l a l e s q u e s t i o n s q u ' i l s se p o s e n t des L a Peau de c h a g r i n . Pour n o t r e p a r t nous nous r g s e r v o n s d'y rgpondre au co u r s de c e t t e gtude mais l ' o n v o i t d g j a a ssez b i e n dans q u e l r e g i s t r e l e s p r e -o c c u p a t i o n s g g n g r a l e s de l ' g c r i v a i n se s i t u e n t . Tous ses b i o g r a p h e s o n t f a i t e t a t de l a s t a t u e t t e de Napolgon de son c a b i n e t de t r a v a i l , avec l a fameuse i n s c r i p t i o n q u i sonne comme un d e f i : "Ce q u ' i l a commencg p a r l'epge j e l ' a c h e v e r a i p a r l a plume". Apres l a tempete de l a R e v o l u t i o n q u i l a i s -s a i t l a s o c i e t g d i s l o q u g e e t l ' i n d i v i d u d g r a c i n e e t l i v r g a lui-meme, Napoleon r e p r g s e n t a i t ce nouveau type de personnage (14) Gobseck, S e u i l I I , 129, b. - 8 -q u i v o u l a i t r e d o n n e r un sens a l a v i e p a r l a m a i t r i s e de l ' e s p a c e g i o g r a p h i q u e . Son echec f i n a l d e v a i t h a n t e r l e s e s p r i t s de l'gpoque e t B a l z a c en p a r t i c u l i e r s i . l ' o n en juge p a r 1'importance du mythe n a p o l i o n i e n dans son oeuvre. Que B a l z a c t r a n s p o s e l a t e n t a t i v e de Napoleon du domaine de l a r i a l i t i h i s t o r i q u e a c e l u i de 1 ' i m a g i n a i r e romanesque ne change r i e r i a. I 1 a f f a i r e ; c ' e s t l ' e s p a c e , r e e l ou r e v e , q u i demeure au coeur du probleme expose dans L a Comedie humaine, e t p e u t - e t r e dans t o u t roman. Les he r o s des romans de c h e v a l e r i e , ne l ' o u b l i o n s p a s , p a r t a i e n t d e j a a l a conquete du domaine enchante pour t r o u v e r l e bonheur. Les jeunes a m b i t i e u x b a l z a c i e n s s 1 e n g a g e n t dans une a v e n t u r e semblable c a r : " P a r i s est,comme l a f o r t e r e s s e enchantee a l ' a s s a u t de l a q u e l l e t o u t e s l e s j e u n e s s e s de l a p r o v i n c e se p r e p a r e n t " . ^ C e t t e i m p o r t a n c e donnie a l a r e a l i t e q u i e n t o u r e l e s heros de L a Comedie humaine c o n d u i t P i e r r e B a r b e r i s , dans 1'etude q u ' i l a c o n s a c r l e au m i l i e u romanesque chez B a l z a c , a d i r e que l e s u j e t du roman b a l z a c i e n " n ' e s t pas l ' h i s t o i r e d'un (16) e t r e mais l ' h i s t o i r e du monde dont i l f a i t p a r t i e " . Pour i l l u s t r e r c e t t e i d e e , q u i e s t a l a base de son ouvrage s u r L e Monde de B a l z a c , i l se s e r t de l a b e l l e image s p a t i a l e du soulevement t e c t o n i q u e . Pour l u i , 1 1 a r t de B a l z a c a u r a i t (15) P r e f a c e de D a v i d S e c h a r d (Les S o u f f r a n e e s de l ' i n v e n t e u r ) de 1 ' e d i t i o n Dumont de 1843, dans S e u i l I I I , 630 , a~. ' (16) P i e r r e B a r b e r i s , Le Monde de B a l z a c ( P a r i s : A r t h a u d , 1973), p. 88. L'image du soulevement t e c t o n i q u e se t f o u v e a l a page 121. un e f f e t s e m b l a b l e a c e pheYiomene en ce q u ' i l r e d o n n e r a i t son r e l i e f a l a p l a t e - f o r m e e r o d i e de l a r e a l i t e s o c i a l e de l a p r e m i e r e m o i t i e du .13 s i e c l e , t o u t en r e s p e c t a n t , comme l e mouvement t e c t o n i q u e , .les s t r u c t u r e s o r i g i n e l l e s s ous-j a c e n t e s . Nous ne scsnmes. pas s u r q u ' i l f a i l l e p o u s s e r a u s s i l o i n 1' i m p e ' r i a l i s m e de X<siement s p a t i a l dans c e t t e oeuvre. P r o u v e r que l e s s t r u c t u r e s s p a t i a l e s de L a Comedie humaine s o n t e x c l u s i v e m e n t o r i e n t i e s dans l e sens de l ' H i s t o i r e p e u t mener a. des c o n t r o v e r s e s ; i l nous semble cependant que c ' e s t dans l e bonheur de l a m a i t r i s e d'un espace i m a g i n a i r e que r e s i d e l e s e c r e t de l a c r ^ a t i v i t e de B a l z a c c a r s i L a Comedie humaine " e s t une epopee de l'ego'isme e t de l a s e p a r a t i o n " c ' e s t seulement s u r l e p l a n de l ' h i s t o i r e r a c o n t e e , c ' e s t - a -d i r e dans l ' u n i v e r s des per s o n n a g e s , comme nous l e v e r r o n s en a n a l y s a n t l a f o n c t i o n du h^ros dans l e c y c l e de Rubempri. Les personnages peuvent d i s p a r a i t r e en co u r s de roman, l e r e c i t c o n t i n u e : B a l z a c a a s s e z i n s i s t ^ p o ur que s a c r e a t i o n (18) s o i t j u g i e dans l a p e r s p e c t i v e de l a t o t a l i t e . L ' a u t e u r se s i t u e , e t avec l u i l e l e c t e u r , a un n i v e a u s u p e r i e u r d'ou (17) P i e r r e B a r b e r i s , o p . c i t . , p. 411. (18) "Ne d e v r a i t - o n pas a t t e n d r e ... qu'un a u t e u r a i t d e c l a r e son oeuvre f i n i e , avant de l a c r i t i q u e r ? Avant de d i r e s . ' i l a ou n'a pas une pensee d ' a v e n i r ... ne d e v r a i t -on pas c h e r c h e r s ' i l a v o u l u , s ' i l a du a v o i r une pens€e? Sa pensee s e r a l a pensee meme de ce grand t o u t q u i se meut a u t o u r de vous, s ' i l a eu l e bonheur ... de l e p e i n d r e e n t i e r e m e n t e t f i d ^ l e m e n t . " Dans P r e f a c e de P i e r r e t t e , S e u i l I I I , 624, b. - 10 -i l s ' e f f o r c e de r e n d r e l e monde i n t e l l i g i b l e a f i n d'en r e n d r e p o s s i b l e l a p r i s e de p o s s e s s i o n p a r 1 1 i m a g i n a t i o n . S i l e c h o i x du p o i n t de vue s p a t i a l , pour une a n a l y s e du c y c l e de Rubempre, peut p a r a i t r e m a i n t e n a n t p l e i n e m e n t j u s t i f i e d i l r e s t e a v o i r p o u r q u o i c e t t e etude d o i t p o r t e r s u r 1 ' i m a g i n a i r e de ces deux romans e t q u e l s avantages on peut en a t t e n d r e pour une a p p r e c i a t i o n de l e u r v a l e u r e s t h e t i q u e . Ce que nous appelons i m a g i n a i r e dans un roman c ' e s t ce continuumespace-temps f i c t i f dans l e q u e l se d i r o u l e n t l e s p e r i p e t i e s q u i nous s o n t r a c o n t e e s . Nous ne pouvons 1'appr^hender qu'a. t r a v e r s l e s mots e t en p a r t i c u l i e r a l ' a i d e des images, symboles, mythes, a r c h e t y p e s que 1 ' o r g a n i s a t i o n du t e x t e s u s c i t e . Dans une oeuvre l i t t e r a i r e i l t e n d a former un t o u t c o h e r e n t pour c o n s t i t u e r une v i s i o n du monde p r o p r e a son a u t e u r , s e l o n des m o d a l i t e s q u i o n t e t e b i e n mises en l u m i e r e p a r G. Durand: "... 1 " i m a g i n a i r e n ' e s t r i e n d ' a u t r e que ce t r a j e t dans l e q u e l l a r e p r e -s e n t a t i o n de l ' o b j e t se l a i s s e a s s i m i l e r e t modeler p a r l e s impera-t i f s p u l s i o n n e l s du s u j e t f_nous d i r i o n s i c i de 1'auteur J e t dans l e q u e l , r e c i p r o q u e m e n t , comme l ' a m a g i s t r a l e -ment montre P i a g e t , l e s r e p r e s e n t a t i o n s s u b j e c t i v e s s ' e x p l i q u e n t 'par l e s accomodations a n t e r i e u r e s du s u j e t ' au m i l i e u o b j e c t i f . " (19) (19) G i l b e r t Durand, S t r u c t u r e s a n t h r o p o l o g i q u e s de 1' i m a g i -n a i r e ( P a r i s : B o r d a s , 1969), p. 38. - 11 -Durand p r e c i s e q u e l q u e s pages p l u s l o i n dans l e meme ouvrage que: " l a p u l s i o n i n d i v i d u e l l e [entendons p a r l a une f o n c t i o n i m a g i n a n t e en quete d'une v i s i o n a o r g a n i s e r ] a t o u j o u r s un ' l i t ' s o c i a l dans l e q u e l e l l e se c o u l e f a c i l e m e n t , ou au c o n t r a i r e , c o n t r e l e q u e l e l l e se c a b r e , s i b i e n que l e 'systeme p r o j e c t i f de l a l i b i d o ' n ' e s t pas une pure c r e a t i o n de l ' i n d i v i d u , une m y t h o l o g i e p e r s o n n e l l e . " (20) Avec c e t t e mise au p o i n t l ' o n e s t mieux a meme de comprendre comment i l d e v i e n t p o s s i b l e , pour l e l e c t e u r , de s a i s i r , a t r a v e r s l e s t y l e d'un ouvrage m a t e r i a l i s e p a r un t e x t e , c e que Ro l a n d B a r t h e s a p p e l l e " l e s p r o f o n d e u r s (21) mythiques d'un e c r i v a i n f c ' e s t - a - d i r e , p a r l a t r a n s -f o r m a t i o n de " 1 ' e c r i t u r e " , une v i s i o n du monde c o n c r g t i s e e dans l ' i m a g i n a i r e de l ' o e u v r e . En d e f i n i t i v e , l e s s t r u c t u r e s de l ' i m a g i n a i r e d'un roman ne s o n t s i g n i f i a n t e s que p a r c e q u ' e l l e s r e n d e n t l e l e c t e u r c a p a b l e , p a r l e r e l a i s de l a (20) G. Durand, I b i d . , p. 40. (21) Roland B a r t h e s , Le Degr§ z e r o de 1 ' e c r i t u r e ( P a r i s : G o n t h i e r , 1970). - "... l e s t y l e e s t l a p a r t i e p r i v g e du r i t u e l , i l s ' e l e v e a p a r t i r des p r o f o n d e u r s mythiques de l ' e c r i v a i n e t s ' e p l o i e h o r s de s a r e s p o n s a b i l i t i " , p. 14. - "... 1 ' e c r i t u r e e s t une f o n c t i o n ; e l l e e s t l e r a p p o r t e n t r e l a c r e a t i o n e t l a s o c i i t e ... c ' e s t l e c h o i x de l ' a i r e s o c i a l e au s e i n de l a q u e l l e l ' e c r i v a i n d i c i d e de s i t u e r l a n a t u r e de son langage.",pp. 17 -18. - 12 -c u l t u r e , d ' e x p l o r e r ses p r o p r e s " p r o f o n d e u r s m y t h i q u e s " . En o u t r e , l e s termes e t l e s images q u i m e t t e n t en j e u l ' e s p a c e , dans l e s deux c i t a t i o n s de Durand, montrent a s s e z que 1'element s p a t i a l a, dans 1 ' e s p r i t de c e t a u t e u r , comme chez tous l e s (22) s t r u c t u r a l i s t e s d e p u i s F r e u d , l a p r i m a u t e s u r l e temps. C'est d ' a i l l e u r s l a c o n c l u s i o n a l a q u e l l e e t a i t a r r i v e (22) Le m i r i t e de F r e u d , q u i p e u t p a r a i t r e d i p a s s e de nos j o u r s , c ' e s t d ' a v o i r a t t i r e 1 ' a t t e n t i o n s u r l e c a r a c t e r e s p a t i a l des c o n d u i t e s humaines, t o u t en l e s r a t t a c h a n t aux grands mythes de n o t r e c u l t u r e . Le complexe d'OEdipe e t l e complexe de c a s t r a t i o n , q u i s o n t pour F r e u d l e s deux s t r u c t u r e s p s y c h i q u e s e s s e n -t i e l l e s s u s c e p t i b l e s d ' i n f o r m e r l e comportement de l ' i n d i v i d u au co u r s de son developpement, c o r r e s p o n d e n t a ce d e s i r de repos ou de mouvement a u q u e l t o u t i n d i v i d u , comme t o u t personnage de roman, d o i t f a i r e f a c e . Le d € s i r de repos e n t r a i n e l e he r o s a r e t r o u v e r un l i e u p r i v i l e g i e e t c l o s , une r e t r a i t e (1'image de l a mere); l e d € s i r de mouvement l e pousse a s 1 a f f i r m e r en t a n t q u ' i n d i v i d u a p a r t i r de l a conquete du monde ou de l a comprehension de ses mystere s ( l ' i m a g e du p e r e ) . C'est ce q u i a sans doute i n c i t e G. Durand ( q u i n ' e s t pas f r e u d i e n ) a d i v i s e r son Decor mythique de L a C h a r t r e u s e  de Parme en 2 p a r t i e s : 1) Le p o r t a n t e p i q u e du d e c o r : 1 ' e x a l t a t i o n du h e r o s ; 2) Le p o r t a n t m y s t i q u e du de c o r : Les j a r d i n s d'Armide. Les d e r n i e r s d e t r a c t e u r s de F r e u d (G. Deleuze e t F. G u a t t a r i , L ' A n t i - O E d i p e (( P a r i s : E d i t i o n s de M i n u i t , 1972)) ) ne d i n i e n t d ' a i l l e u r s pas 1 * e x i s t e n c e de ces deux p o l e s de I ' a c t i v i t y humaine; i l s l e s a p p e l l e n t : 1) p r o d u c t i o n d i s i r a n t e , mouvement, a t t i t u d e de con-q u e t e ; 2) co r p s p l e i n sans organe (C.P.S.O.), p u r d e s i r d ' i m m o b i l i t e , i n s t i n c t de mort. Ce q u ' i l s denoncent c ' e s t 1 ' a f f i r m a t i o n de l a p s y c h a n a l y s e que t o u t d e s i r e s t r e a c t i o n n a i r e p a r essence e t t e n t e de r e a c t i v e r un schema de s i t u a t i o n base" s u r l ' u n des a s p e c t s du microcosme f a m i l i a l b o u r g e o i s . Pour eux l e d e s i r e s t une f o n c t i o n du r i e l , un p o i n t c ' e s t t o u t . (Nous nous sommes s e r v i de 1 ' a r t i c l e de J . F u r t o s e t de R. R o u s i l l o n : " L ' A n t i - O e d i p e - E s s a i d ' e x p l i c a t i o n . " E s p r i t , decembre 1972 , p. 817-834.). - 13 -Georges M a t o r i dans une etude a n t i r i e u r e c o n s a c r e e a l ' e s p a c e e t i n t i t u l i e L'Espace humain : "C ' e s t n o t r e p r e s e n c e au monde e t p a r t i c u l i e r e m e n t n o t r e s i t u a t i o n s p a t i a l e q u i donne au temps un sens; l ' e s p a c e v a p e r m e t t r e au temps de s ' i n s c r i r e dans n o t r e v i e , i l ne p o u r r a l e f a i r e que d'une maniere l i m i t i e e t r e t i c e n t e . " (23) S i M a t o r e , dans ce pa s s a g e , a s u r t o u t en vue l a s i t u a t i o n de l ' i n d i v i d u dans l a v i e r e e l l e , on p e u t s o u t e n i r q u ' i l en v a de meme dans l e genre du roman, p u i s q u e c e l u i - c i i m p l i q u e , p a r d e f i n i t i o n , un probleme e x i s t e n t i e l m e t t a n t en c o n f r o n -t a t i o n un ou des heros e t l e monde. E x i s t e r , s e l o n 1 ' e t y m o l o g i e , c ' e s t en e f f e t " e t r e p l a c i en d e h o r s " , e t s i l ' o n s u i t l a le g o n de l a p s y c h a n a l y s e , ou meme de 1 ' e x i s t e n t i a l i s m e , c e l a s i g n i f i e en dehors de s o i , de son e t r e . Le bonheur con-s i s t e r a i t a l o r s , pour l ' i n d i v i d u , a t e n t e r de c o i n c i d e r avec son e t r e a p a r t i r > ou en d e p i t , de l a s i t u a t i o n dans l a q u e l l e i l se t r o u v e , s o i t en f a i s a n t de " l ' e t r e " a p a r t i r de l ' e x i s -t e n c e , s o i t en abandonnant 1 ' e x i s t e n c e pour se r e f u g i e r dans " l ' e t r e " . C ' e s t done a t r a v e r s l ' i m a g i n a i r e du c y c l e de Rubempri, t e l que nous venons de l e p r e c i s e r , que l e l e c t e u r p o u r r a (23) Georges Mator£, L'Espace humain- - L ' e x p r e s s i o n de l ' e s p a c e dans l a v i e , l a pensee e t l ' a r t c o ntemporain ( P a r i s : e d i t i o n s du V i e u x C o l o m b i e r , 1962), p. 45. - 14 -s ' a p p r o p r i e r l ' o e u v r e . Mais i l ne s u f f i t pas de d i r e avec Gaston B a c h e l a r d que "nous ne pouvons comprendre c l a i r e m e n t que p a r une s o r t e d ' i n d u c t i o n p s y c h i q u e , en e x c i t a n t ou en (24) moderant synchroniquement des E l a n s " pour r e n d r e compte du p l a i s i r e s t h i t i q u e . S i l e s d i f f E r e n t s r e s e a u x s p a t i a u x , r e c o n s t i t u e s a p a r t i r d'un i m a g i n a i r e donne, e x p l i q u e n t l a " c o m m u n i c a b i l i t e " de l ' o e u v r e d ' a r t , i l s s o n t i m p u i s s a n t s , a eux s e u l s , a en j u s t i f i e r l a " l i t t E r a r i t e " , c ' e s t - a - d i r e ce q u i f a i t d'une oeuvre donnee vine oeuvre l i t t e r a i r e , c a r i l s ne p e r m e t t e n t p a s , a p r i o r i , de s e p a r e r l a b a n a l i t e de l ' o r i g i n a l i t e . Nous touchons l a au probleme d i l i c a t des v a l e u r s e t nous n'esperons pas r ^ s o u d r e t o u t e s l e s d i f f i c u l t i s que son E l u c i d a t i o n s o u l e v e , mais seulement donner l e s e x p l i c a t i o n s n e c e s s a i r e s a l a comprehension de l a methode q u i s e r a employee pour a n a l y s e r l ' e s p a c e du c y c l e Rubempre. Le roman e s t un genre l i t t e r a i r e q u i a p p a r a i t dans une s o c i ^ t e soumise a l ' H i s t o i r e . Ce genre a une t r a d i t i o n , e t a u s s i , comme t o u t phenomene v i v a n t , une i v o l u t i o n . S i l a t r a d i t i o n a tendance a se f i g e r dans des schemas reconnus e t a c c e p t i s p a r tous'•, ce que Roman Jakobson a p p e l l e des " i d e o -grammes", e t dans l e cas q u i nous occupe, a r e p r o d u i r e un (24) G. B a c h e l a r d , Lautrgamont ( P a r i s : J . C o r t i , 1956) p. 119. - 15 -espace i m a g i n a i r e e n t i e r e m e n t a s s i m i l i e t c o d i f i i p a r l a c u l t u r e a l a q u e l l e i l a p p a r t i e n t , a l o r s l e roman q u i en r i -s u l t e ne p e ut pas n o u r r i r 1 ' i m a g i n a t i o n a c t i v e du l e c t e u r m a i s , t o u t au p l u s , l u i p e r m e t t r e d ' a s s o u v i r momentanement un b e s o i n de se p e r s u a d e r q u ' i l e s t heureux dans s a s i t u a t i o n p a r t i c u l i e r e p u i s q u ' i l en domine l e s elements q u i l a con-d i t i o n n e n t . C'est l e r e s u l t a t o r d i n a i r e de ce que l e s s p e c i a l i s t e s d e s i g n e n t sous l e nom de " l i t t i r a t u r e de con-sommation", dont l ' e f f e t p r i n c i p a l e s t d ' a n n i h i l e r chez l e b i n e f i c i a i r e l e d e s i r de l a quete de son a u t h e n t i c i t e . L ' a r t d o i t done e t r e c o m p r i s , a i n s i que l ' o n t m o n t r i l e s F o r m a l i s t e s r u s s e s , "comme un moyen de d e t r u i r e 1'automatisme p e r c e p t i f ... a f i n de c r e e r une p e r c e p t i o n p a r t i c u l i e r e de l ' o b j e t : l a c r e a t i o n de s a v i s i o n e t non de s a r e c o n n a i s s a n c e . " C ' e s t a l o r s seulement que l e r o m a n c i e r d e v i e n d r a "un b r i s e u r d' ideogrammes" . Avec c e t e c l a i r a g e nous sommes mieux en mesure de com-p r e n d r e 1 ' e x p r e s s i o n e n i g m a t i q u e u t i l i s e e p a r J e a n - P a u l S a r t r e (25) B. Eikhembaum, "La t h e o r i e de l a 'methode f o r m e l l e ' " . T h e o r i e de l a l i t t g r a t u r e - T e x t e s des F o r m a l i s t e s  r u s s e s , r e u n i s , p r e s e n t e s e t t r a d u i t s p a r T. Todorov ( P a r i s : S e u i l , 1965), p. 41. (26) R. J a k o b s o n , "Du r e a l i s m e en l i t t e r a t u r e " , I b i d . , p. 100. - 16 -dans son e s s a i s u r Dos P a s s o s : " l a b e a u t e e s t une c o n t r a -(27) d i c t i o n v o i l e e " . L'oeuvre d ' a r t d o i t e t r e a l a f o i s une r e c o n n a i s s a n c e , c a r sans c e l a i l n'y a u r a i t pas de communi-c a t i o n , e t a u s s i , pour c e l u i q u i se l ' a p p r o p r i e , un moyen de p r e n d r e c o n s c i e n c e de s a c o n d i t i o n e t de r e p a r t i r avec p l u s d'ardeur 3 l a p o u r s u i t e de son e t r e . Nous d i r o n s , en p a r a p h r a s a n t une a u t r e c i t a t i o n de S a r t r e , que chaque roman l i t t e r a i r e e s t une t e n t a t i v e de r e c u p e r a t i o n de l ' e t r e ... (28) q u ' i l p r E s e n t e c e t t e t o t a l i t e a l a l i b e r t e du l e c t e u r I I e s t desormais r e l a t i v e m e n t a i s E de d e t e r m i n e r l e s E t a p e s que s u i v r a c e t t e etude des c a r a c t e r i s t i q u e s de l ' e s p a c e dans l e c y c l e de Rubempre de B a l z a c . Le roman m e t t a n t en scene des personnages avec l e u r m i l i e u , mais p r e s e n t e s i n d i r e c t e m e n t du f a i t de 1 ' i n t e r v e n t i o n d'un n a r r a t e u r , l a n o t i o n d'espace y e s t p l u s complexe que dans l a v i e r e e l l e e t se s a i s i t p l u s d i f f i c i l e m e n t , p a r exemple, que dans 1 ' a r t dramatique ou l e s p e c t a t e u r e s t en p r i s e d i r e c t e avec l e s personnages e t l e d e c o r . Le roman, q u i p l u s e s t , e s t un (27) J.-P. S a r t r e , "A propos de John Dos P a s s o s " . S i t u a t i o n s I ( P a r i s : G a l l i m a r d , 1947, 4 3 e E d i t i o n ) , p. 25-(28) J.-P. S a r t r e , "Quest-ce que l a l i t t E r a t u r e ? " . S i t u a t i o n s 2 •. ( P a r i s : G a l l i m a r d , 1948). "Chaque t a b l e a u , chaque l i v r e e s t une r e c u p e r a t i o n de l a t o t a l i t e de l ' e t r e ; chacun d'eux p r e s e n t e c e t t e t o t a l i t E a l a l i b e r t e du s p e c t a t e u r . " , p. 106. - 17 -genre d'une grande s o u p l e s s e , d i f f i c i l e a enfermer dans une d e f i n i t i o n c o n t r a i g n a n t e . "Le roman e s t un e x e r c i c e l i t t e -(29) r a i r e ou l ' o n se s e r t du r i c i t pour e x p r i m e r a u t r e chose" c r o i t p o u v o i r d i r e R e n e - M a r i l l A l b e r e s a l a f i n de son H i s t o i r e du roman moderne. L a s e u l e e x i g e n c e semble e t r e que l e roman s o i t un r i c i t , c e l a l a i s s e a l a d i s p o s i t i o n du r o m a n c i e r b i e n des t e c h n i q u e s de p r e s e n t a t i o n . I I p e u t a d o p t e r l e r o l e de l ' h i s t o r i e n ou du c h r o n i q u e u r , s ' e f f a c e r devant son ou ses h € r o s a q u i i l l a i s s e l a p a r o l e pour e x p r i m e r son ou l e u r p r o p r e l y r i s m e ou pour d i r i g e r l e r e c i t , i l p eut e n f i n u t i l i s e r t o u s ces procedes dans un meme ouvrage. On ne p o u r r a done e n t r e p r e n d r e 1 ' a n a l y s e de l ' e s p a c e d'un roman p a r t i c u l i e r sans a v o i r i t a b l i au p r i a l a b l e l e s d i f f i -r e n t s p o i n t s de vue a p a r t i r d e s q u e l s l ' e s p a c e e s t donne a. v o i r au l e c t e u r . N o t r e d i s s e r t a t i o n d e v r a a i n s i commencer p a r l'examen de l a f o n c t i o n du h§ros dans l e s deux romans: I l l u s i o n s perdues e t S p l e n d e u r s e t m i s e r e s des c o u r t i s a n e s . Une f o i s p r e c i s e s l e s n i v e a u x a u x q u e l s i l f a u t se p l a c e r , 1'etude proprement d i t e de l ' e s p a c e dans 1 ' i m a g i n a i r e du c y c l e de Rubempre" p o u r r a e t r e e f f e c t u e e . F i n a l e m e n t , l e s r e s u l t a t s obtenus s e r o n t c o n f r o n t e s avec l a n o t i o n d ' a r t comme moyen (29) R e n e - M a r i l l A l b i r e s , H i s t o i r e du roman moderne A l b i n M i c h e l , 1962), p. 422. ( P a r i s : - 18 -de v i s i o n , p i e r r e de touche q u i nous s e r v i r a a j u g e r de l e u r i m p o r t a n c e s u r l e p l a n de l ' e s t h e t i q u e romanesque p a r t i c u l i e r e a ce c y c l e . M a l g r e l e s p r e c i s i o n s que nous venons de donner, nous ne nous d i s s i m u l o n s pas q u ' i l e x i s t e une grande marge de s u b j e c t i v i t e en e s t h e t i q u e . P o u r q u o i , p a r exemple, t e l t a b l e a u exposE dans un musee aux yeux des e x p e r t s e t du p u b l i c , e s t - i l c o n s i d e r e comme un ch e f - d ' o e u v r e pendant des de c e n n i e s pour p e r d r e t o u t e s a v a l e u r des que l ' o n decouvre q u ' i l n ' e s t pas du au p i n c e a u de Rembrandt ou de Raphael mais a l ' h a b i l e t e d'un f a u s s a i r e de grande c l a s s e ? Les s t r u c t u r e s u n i v e r s e l l e s q u i l e r e n d e n t i n t e l l i g i b l e s o n t p o u r t a n t l a , l a coherence q u i en f a i t une t o t a l i t e a u s s i . . . N o t r e sens de l ' e s t h e t i q u e r e s t e t r i b u t a i r e d'une c u l t u r e e t de son h i s t o i r e . L a l e c t u r e (ou l a v i s i o n ) , comme 1 ' E c r i t u r e , n ' e s t pas e n t i e r e m e n t l i b r e . L ' e s p o i r que nous avons, en commencant c e t t e a n a l y s e p a r t i c u l i e r e de l ' e s p a c e dans " l e c y c l e de Rubempre", c ' e s t de c o n t r i b u e r a 1 ' e l a r g i s s e m e n t de n o t r e marge de l i b e r t e dans l a l e c t u r e de B a l z a c . CHAPITRE I Dans l a p r e f a c e de l a p r e m i e r e e d i t i o n d ' I l l u s i o n s perdues B a l z a c r a p p e l l e q u ' i l "a e n t r e p r i s une d e s c r i p t i o n complete de l a s o c i e t i " ^ , que chaque roman de ses Etudes de moeurs au 1 9 e s i e c l e " n ' e s t qu'un c h a p i t r e du grand roman (2) de l a s o c i e t e " . Les deux romans I l l u s i o n s perdues e t S p l e n d e u r s e t m i s e r e s des c o u r t i s a n e s se p r e s e n t e n t , en t h e o r i e du moins,. comme 1' oeuvre d'un h i s t o r i e n des moeurs q u i expose e t f a i t d e c o u v r i r a un p u b l i c une c e r t a i n e c o n j u n c -t u r e , c e l l e de l a s o c i i t e f r a n c a i s e de l a p r e m i e r e m o i t i i e du 19 s i e c l e dans ses r a p p o r t s p r o v i n c e - c a p i t a l e . Le l e c t e u r e s t i n v i t e a e n t r e r dans un espace e x p l i q u i , sans aucun mystere pour 1'auteur q u i met avec c o m p l a i s a n c e son s a v o i r a l a d i s p o s i t i o n du p u b l i c . Les e s q u i s s e s de d i s s e r t a t i o n s u r t e l ou t e l l i e u c i l e b r e abondent, e t p a r t i c u l i e r e m e n t dans l e deuxieme roman; nous aurons 1 ' o c c a s i o n de l e s r e t r o u v e r dans l e s c h a p i t r e s deux e t t r o i s . Remarquons cependant que s i l e monde comme i l e s t c o r r e s p o n d a i t aux d e c l a r a t i o n s du r o m a n c i e r - h i s t o r i e n l ' o n ne v o i t pas p o u r q u o i B a l z a c a u r a i t c h o i s i l a forme romanesque pour e x p r i m e r ses vues. Un e s s a i , un t r a i t i ou une mono-g r a p h i e , genres q u ' i l p r a t i q u a i t de temps a a u t r e , a u r a i t s u f f i . N o t r e i n t r o d u c t i o n a es s a y e d ' e t a b l i r que l ' a r t (1) I l l u s i o n s perdues ( p r e m i e r e p a r t i e ) . , p r e f a c e de l a pr e m i e r e E d i t i o n , 1837, S e u i l I , 627, a. (2) I b i d . , 627, b. - 19 -- 20 -i n t e r v i e n t quand i l n ' e s t p l u s p o s s i b l e de r e s o u d r e l e s p r o -blemes de 1 ' e x i s t e n c e p a r l a s e u l e a i d e du rais o n n e m e n t l o g i q u e : i l e s t en lui-meme un moyen de c o n n a i s s a n c e autonome. " L i t e r a t u r e , nous d i t de son cote" N o r t h r o p F r y e , i s n o t a dream-world: i t ' s two dreams,.a w i s h - f u l f i l m e n t dream and an a n x i e t y dream, t h a t a r e f o c u s s e d t o g e t h e r , l i k e a p a i r o f (3) g l a s s e s , and become a f u l l y c o n s c i o u s v i s i o n " . Pour a r r i v e r 3 c e t t e v i s i o n , l ' a u t e u r a b e s o i n d ' e x p e r i m e n t e r l ' e s p a c e , q u ' i l c o n c o i t comme e t a n t c e l u i de 1 ' e x i s t e n c e e t de son epoque, en y d e l i g a n t des per s o n n a g e s , f i l s de son (4) i m a g i n a t i o n , dont i l r a c o h t e r a , p a r l e moyen du r i c i t , l e s (3) N o r t h r o p F r y e , The Educa t e d I m a g i n a t i o n ( T o r o n t o : C.B.C. P u b l i c a t i o n s , 1963), p. 43. (4) Sur c e t t e q u e s t i o n du r E c i t nous avons c o n s u l t e , e n t r e a u t r e s : T z v e t a n Todorov, "Les c a t e g o r i e s du r e c i t l i t t e r a i r e " pp. 125-151, dans Communications 8 ( P a r i s : S e u i l , 1969). G e r a r d G e n e t t e , " F r o n t i e r e s du r e c i t " , pp. 152-163, dans Communications 8, e t " D i s c o u r s du r e c i t , e s s a i de methode", pp. 66~-267, dans F i g u r e s I I I ( P a r i s : S e u i l , 1972) - Ces deux a u t e u r s a r r i v e n t s e n s i b l e m e n t aux memes c o n c l u s i o n s e t nous nous s e r v i r o n s s u r t o u t de Genette pour p r e c i s e r c e r t a i n e s d e f i n i t i o n s . R e c i t : r e p r e s e n -t a t i o n d'un eVenement ou d'une s u i t e d'ivenements 3 l ' a i d e du langage - N a r r e r : c ' e s t r a c o n t e r une ou des a c t i o n s - D E c r i r e : c ' e s t r e p r e s e n t e r des o b j e t s ou des personnages. Genette c o n s t a t e , que dans l e roman moderne> l a d e s c r i p -t i o n e s t souvent f o n c t i o n n e l l e ; l a f r o n t i e r e e n t r e n a r r a t i o n e t d e s c r i p t i o n e s t p a r f o i s d i f f i c i l e a e t a b l i r a u s s i p r o p o s e - t - i l de l e s i n c l u r e t o u t e s l e s deux dans l e r i c i t . A u t r e d i s t i n c t i o n : r e c i t e t d i s c o u r s , d i s t i n c t i o n basee s u r o b j e c t i v i t e e t s u b j e c t i v i t e . "Dans l e d i s c o u r s quelqu'un p a r l e e t s a s i t u a t i o n dans 1'acte meme de p a r l e r e s t l e f o y e r des s i g n i f i c a t i o n s l e s p l u s i m p o r t a n t e s " ( F i g u r e s I I I , 161) . - 21 -a c t i o n s f i c t i v e s , au co u r s d'evenements q u i , s e l o n n o t r e hypothese de d e p a r t , a u r o n t pour moteur ce meme espace. Le t e x t e du roman c o m p o r t e r a done au moins t r o i s n i v e a u x d 1 e s -pace a c c e s s i b l e s au l e c t e u r : d'abord l e cadre g e n e r a l e t l e s l i e u x p a r t i c u l i e r s de chaque e p i s o d e , e x i s t a n t o b j e c t i v e -ment en dehors de l a personne du r o m a n c i e r comme c o n d i t i o n n i c e s s a i r e au deroulement du r e c i t ; p u i s l ' e s p a c e t e l q u ' i l e s t vu a t r a v e r s l a p s y c h o l o g i e des personnages; e n f i n ce meme espace s a i s i aux n i v e a u x p r e c e d e n t s , apprecie" e t commente p a r l ' a u t e u r , en dehors de l ' h i s t o i r e r a c o n t e e , pour l e b e n e f i c e d'une audi e n c e avec l a q u e l l e i l f e i n t de p o u r s u i v r e 1 ' e x p e r i e n c e du r e c i t . Nous ne croyons pas que c e t t e p a r t i c u l a r i t y de l ' e s p a c e romanesque dans I l l u s i o n s perdues e t S p l e n d e u r s e t m i s e r e s  des c o u r t i s a n e s e n t r a i n e l a n e c e s s i t e de d i s t i n g u e r t r o i s i m a g i n a i r e s d i f f e r e n t s . Ce q u i se p r e s e n t e au l e c t e u r c ' e s t un s e u l e t meme t e x t e ou aucun element n ' e s t p r i v i l e g i i en s o i , l e n a r r a t e u r o m n i s c i e n t pas p l u s que l e s a u t r e s , c a r l a l e c t u r e opere une d i s t a n c i a t i o n q u i donne t o u t e l i b e r t y d ' a p p r e c i a t i o n . L'etude de l ' e s p a c e i m a g i n a i r e d e v r a c e r t e s t e n i r compte de ces d i f f e r e n t s n i v e a u x , non pas pour l e s s i p a r e r , p u i s q u e t o u t roman r e u s s i forme un t o u t ou chaque p a r t i e n ' e x i s t e qu'en f o n c t i o n des a u t r e s , mais pour mieux d i f i n i r l e u r r o l e dans l ' i c o n o m i e g i n e r a l e de 1'oeuvre. Un exemple, t i r e " du p r e m i e r l i v r e d ' I l l u s i o n s p e r d u e s , p e r m e t t r a de mieux s a i s i r c e t t e i n t e r - r e l a t i o n . - 22 -Dans Les Deux p o e t e s i l a r r i v e un moment dans l ' h i s t o i r e ou L u c i e n se r e n d compte q u ' i l ne peut p l u s v i v r e dans s a v i l l e n a t a l e d'Angouleme, d e c r i t e auparavant p a r l e r o m a n c i e r pour l e l e c t e u r . " [ L u c i e n ] se v i t , dans Angouleme, comme une g r e n o u i l l e sous s a p i e r r e au f o n d d'un marecage. P a r i s e t ses s p l e n d e u r s , P a r i s , q u i se p r o d u i t dans t o u t e s l e s i m a g i n a t i o n s de p r o v i n c e comme un E l -dorado, l u i a p p a r u t avec s a robe d ' o r , l a t e t e c e i n t e de p i e r r e r i e s r o y a l e s , l e s b r a s o u v e r t s aux t a l e n t s . " (5) ' La s i t u a t i o n de ce passage se resume dans l e mot Angouleme, de t o u t e e v i d e n c e une v i l l e de p r o v i n c e de deuxieme o r d r e ou veget e un pauvre jeune homme de t a l e n t . A p a r t i r de ce c a d r e , t r o i s images se d e v e l o p p e n t . P r e m i e r e -ment, 1'image du marecage; e l l e i l l u s t r e c e t t e menace de d i s s o l u t i o n de l a p e r s o n n a l i t e q u i r e p r e s e n t e , a c e t t e epoque de l a v i e de L u c i e n , son a n x i e t e majeure. Le ve r b e " v o i r " , mis a s a forme p r o n o m i n a l e dans " i l se v i t " , i n t r o d u i t l e l e c t e u r a l ' i n t e r i e u r du personnage e t 1 ' o b l i g e , pour un i n s t a n t , a e n t r e r dans l e c o u r a n t de pensees q u i a b o u t i t a c e t t e c o n s t a t a t i o n : Angouleme e s t un l i e u d ' e n l i s e m e n t ; c o n s e n t i r I y v i v r e quand on e s t un jeune homme p l e i n d ' a v e n i r c ' e s t se r e d u i r e a l ' i t a t de b a t r a c i e n . Deuxiemement, 1'image de 1 ' E l d o r a d o , pays f a b u l e u x r e g o r g e a n t de r i c h e s s e s , (5) Les Deux P o e t e s , S e u i l I I I , 434, b. - 23 -renseignement " o b j e c t i f " i n t r o d u i t p a r 1 1 a u t e u r en son nom p r o p r e dans une p r o p o s i t i o n i n c i d e n t e . L ' E l d o r a d o r e p r e s e n t e une f a n t a i s i e de p u i s s a n c e q u i nous e s t d o nnie comme c a r a c t e -r i s t i q u e des r e v e s de l a j e u n e s s e de l a p r e m i e r e m o i t i g du 1 9 e s i e c l e . T r o i s i e m e m e n t , 1 1 image de c e t t e femme de r e v e , p r o -t e c t r i c e , p a r t i c u l i e r e a 1 1 i m a g i n a t i o n de L u c i e n ; " e l l e l u i a p p a r u t " , p r e c i s e l e n a r r a t e u r . Le he r o s p r e n d son autonomie p a r r a p p o r t au r o m a n c i e r . Le f a b i i l e u x ne l u i a p p a r a i t pas sous l a forme de 1 1 a v e n t u r e l i e e au nom de 1'Eldorado mais sous l e s t r a i t s d'une s o r t e de f e e b i e n f a i s a n t e , r e v e e p a r L u c i e n comme un s u b s t i t u t de l a mere, comme une s t r u c t u r e i d € a l e ou l ' i n d i v i d u p e ut t r o u v e r a s i l e e t p r o t e c t i o n , dans un S t a t de bonheur. C e t t e image, q u i r e p r e s e n t e P a r i s , e s t done p a r 1 ' i n t e r m ^ d i a i r e du r e v e t o u t - p u i s s a n t a u s s i une image s p a t i a l e . E l l e r e v e l e l e t r a i t p r i n c i p a l du c a r a c t e r e du h e r o s , q u i e s t l a p a s s i v i t e , e t l a i s s e p r e v o i r son echec f u t u r . I I s e r a i t t r o p f a c i l e de d i r e que c e t t e image n ' a p p a r t i e n t pas a l ' i m a g i n a i r e de 1'oeuvre p a r c e q u ' e l l e n ' e n t r e pas dans l a v i s i o n du.-monde d e c l a r e e de l ' a u t e u r . L a r i a l i t e a r t i s t i q u e e s t p l u s complexe: L u c i e n , meme f a i b l e , a une f o n c t i o n dans l e r e c i t . Son re v e e s t l a m a n i f e s t a t i o n de l ' u n des p o l e s du d e s i r humain, e t , comme t e l , i l e s t s i g n i f i c a t i f . I I ne pe u t e t r e a p p r e c i e l i t t i r a i r e m e n t qu'en r e g a r d de 1'ensemble des s t r u c t u r e s s p a t i a l e s p r o p r e s - 24 -au roman qui le contient . L'espace mis en place par l'auteur n'est, a p r i o r i , pas plus important que c e l u i percu par le h i r o s . Les deux appartiennent a un tout qui, par l e seul f a i t de son organisation, echappe dans une grande mesure a l a logique de son cr i a t e u r pour s'ipanouir selon un pro-cessus que l'on pourrait q u a l i f i e r d'organique. Balzac d ' a i l l e u r s reconnait ce phinomene dans l a meme preface qui le d e c l a r a i t h i s t o r i e n omnipotent: "Quand on copie l a nature, i l est des erreurs de bonne f o i : souvent en apercevant un s i t e , on n'en devine pas tout d'abord les v e r i t a b l e s dimensions; t e l l e route p a r a i s s a i t d'abord etre un sentier, le va l l o n devient une v a l i n e , l a montagne f a c i l e a franchir a l ' o e i l nu a voulu tout un jour de marche". (7) C'est dans le " f a i r e " , l a c r i a t i o n d'histoires imaginaires, que se digage, pour Balzac, le sens de l a v i e . Dans ses romans, l e cadre historique et s o c i a l rend compte, sans doute, du personnage a un moment donni mais i l ne s u f f i t pas a expliquer l a c r i s e du biros. C'est l a passion, c'est-S-dire dans le contexte de La Comidie humaine le desir impirieux (6) II ne faut d ' a i l l e u r s pas trop se leurrer sur l a b e l l e assurance affichee par le romancier en face de son public. Ernst Curtius, dans 1'etude i n t i t u l i e Balzac, a pu d i r e : "... le f l a i r psychologique de Nietzsche n'a pas eu de peine a deceler...un des problemes fondamentaux qui ont occupi Balzac: le dualisme entre l a v o l o n t i de puissance et l e d i s i r d'etre aimi..." (p.140). Et, plus l o i n , "En Balzac, 1'instinct de puissance et le besoin d'amour s'affrontent avec des forces i g a l e s , et c'est de leur antagonisme qu'est f a i t e sa v i e . " , (p.141). Curtius, Balzac, tr a d u i t de l'allemand par Henri Jourdan (Paris: Grasset, 7 e d i t i o n , 1933). (7) Preface de l a lere edition d 'I l l u s i o n s perdues, S e u i l I I I , 627, b. de t r a n s f o r m e r l e monde pour a c c o m p l i r son e t r e , q u i s i g n i -f i e . "La p a s s i o n e s t t o u t e l ' h u m a n i t e , sans e l l e , l a r e l i g i o n , (8) l ' h i s t o i r e , l e roman, l ' a r t s e r a i e n t i n u t i l e s " . Le r o l e du h e r o s a done une f o n c t i o n e s s e n t i e l l e dans l ' e s t h e t i q u e du roman, c ' e s t a u t o u r de son a c t i o n que s ' o r g a n i s e l a coherence d'une o e u v r e , e t , p a r l e f a i t meme, son i m a g i n a i r e . L ' a n a l y s e s p a t i a l e de 1 ' i m a g i n a i r e du c y c l e de RubemprS ne p e u t se f a i r e qu'a l a l u m i e r e de l ' h i s t o i r e du h e r o s e t des p e r -sonnages q u i g r a v i t e n t a u t o u r de l u i . Dans 1 ' I n t r o d u c t i o n , nous f o n d i o n s n o t r e c h o i x des deux romans de B a l z a c : I l l u s i o n s perdues e t S p l e n d e u r s e t m i s e r e s  des c o u r t i s a n e s s u r une q u e s t i o n de gout p e r s o n n e l c o r r o b o r e p a r 1 ' o p i n i o n des B a l z a c i e n s q u i v o i e n t dans ces deux oeuvres un microcosme r e p r e s e n t a t i f de l a t o t a l i t e de L a Comidie  humaine. Le terme "microcosme" t o u t e f o i s i m p l i q u e une i d e e de t o t a l i t e , de monde r e f e r m i s u r soi-meme dans une homoge-n e i t e . I I ne nous e s t pas permis d ' i g n o r e r que d ' a u t r e s s p e c i a l i s t e s du r o m a n c i e r , e t non des m o i n d r e s , m e t t e n t en doute c e t t e u n i t e . S ' i l s ont r a i s o n , l ' o b j e t r e t e n u , a s a v o i r " l e c y c l e de Rubempre", d e v i e n t d'un maniement as s e z d i l i c a t , e t l a t e n t a t i v e de c a r a c t e r i s a t i o n "d'une e s t h e t i q u e romanesque p a r t i c u l i e r e a ce c y c l e " peu s i g n i f i c a t i v e quant a 1'ensemble de 1'oeuvre de B a l z a c . Le f a i t que nous p e r s i s t o n s dans n o t r e c h o i x i n d i q u e que nous ne c r oyons pas ces o b j e c t i o n s (8) L a Comedie humaine, " A v a n t - P r o p o s " , S e u i l I , 54 . i n s u r m o n t a b l e s , nous n'en devons pas moins nous j u s t i f i e r . Nous exposerons d'abord l ' e s s e n t i e l de l a t h e s e de ces a u t e u r s avant de p r e s e n t e r nos arguments en f a v e u r du main-t i e n du " c y c l e de Rubemprg" comme s u j e t d'^tude. G e t t e t a c h e ne se f e r a d ' a i l l e u r s pas au d e t r i m e n t de n o t r e p r e m i e r o b j e c t i f de mise en s i t u a t i o n de l 1 a n a l y s e de l ' i m a g i n a i r e i p a r t i r de l ' h i s t o i r e d e v o i l e e p a r l e r e c i t ; e l J e p o u r r a , au c o n t r a i r e , l u i s e r v i r de p r ^ t e x t e . Une s i m p l e l e c t u r e des deux romans p e u t f a i r e comprendre l e s h e s i t a t i o n s de c e r t a i n s quant a 1 ' e x i s t e n c e d'un " c y c l e de Rubempr^". Dans l e s t r o i s l i v r e s q u i c o n s t i t u e n t I l l u s i o n s p e r d u e s , l e p r e m i e r c e n t r e d'abord son e c l a i r a g e s u r D a v i d S e c h a r d , e t l e t r o i s i e m e v o u l a i t e t r e , dans l e s p r o j e t s de l ' a u t e u r , l ' h i s t o i r e d'un B e r n a r d P a l i s s y moderne e t l a ( 9 ) p e i n t u r e de " l a beaute" pure d'Eve Chardon e t de D a v i d " S i nous passons m a i n t e n a n t au second roman: S p l e n d e u r s e t  m i s e r e s des c o u r t i s a n e s , nous c o n s t a t o n s que L u c i e n meurt au co u r s du r e c i t , e t que 1'aventure s'acheve sans l u i avec V a u t r i n comme v e d e t t e . L a q u e s t i o n q u i se pose done e s t de s a v o i r s i , au n i v e a u de l ' h i s t o i r e r a c o n t i e , L u c i e n i n c a r n e b i e n l e he r o s p r i n c i p a l des deux romans. (9) H. de B a l z a c , L e t t r e s a madame Hanska, t e x t e s r e u n i s , c l a s s e s e t annotes p a r Roger P i e r r o t ( P a r i s : e d i t i o n s du D e l t a , 1968), I I , 198, l e t t r e du 23 a v r i l 1843-- 27 -I I y a p l u s , I l l u s i o n s perdues e t S p l e n d e u r s e t m i s d r e s des c o u r t i s a n e s p r o c e d e r a i e n t , au moins, de deux v i s i o n s du monde d i f f e r e n t e s avec t o u t ce que c e l a i m p l i q u e s u r l e p l a n de l a t e c h n i q u e n a r r a t i v e e t de l ' e s t h e t i q u e romanesque. C'est l ' o p i n i o n du p r o f e s s e u r Anthony Pugh , c ' e s t a u s s i 1'argument majeur du b e l a r t i c l e de Gaetan P i c o n s u r "Les I l l u s i o n s perdues ou l ' e s p e r a n c e r e t r o u v e e " : "Le paradoxe des I l l u s i o n s , e c r i t G. P i c o n , e s t d ' e t r e a l a f o i s l e p r e m i e r e t l e moins b a l z a c i e n des c h e f s -d'oeuvre: l e s e u l p e u t - e t r e q u i semble r e c e v o i r l a l u m i e r e , non du sombre f o y e r q u i b r u l e a t r a v e r s l e s v i t r a u x de L a Comgdie humaine, mais du s i m p l e s o l e i l de nos j o u r s " ( 1 1 ) , e t i l p r e c i s e p l u s l o i n : "La p a l e t t e des I l l u s i o n s emprunte ses c o u l e u r s a l a n a t u r e . C e l l e des S p l e n d e u r s e t m i s e r e s des c o u r t i s a n e s , 3 une o b s c u r e e t p e r s o n n e l l e c h i m i e " (12) L e t t r e p e r s o n n e l l e du 7 f e v r i e r 1974, dans l a q u e l l e M. Pugh g c r i t : Do you f i n d t h e r e i s enough s i m i l a r i t y between the t h r e e p a r t s o f IP_ and t h e f i r s t two p a r t s o f S p l . t o j u s t i f y the term " c y c l e de Rubempri", and p a r t i c u l a r l y t o j u s t i f y t a l k i n g o f " l ' e s t h e t i q u e romanesque p a r t i c u -l i e r e 3 ce c y c l e " ? P e r s o n a l l y , I am c o n v i n c e d o f the u n i t y o f IP_, though I 'm n o t s u r e t h a t i t can be found a t a l l l e v e l s . . . ; and I am n o t a t a l l c o n v i n c e d o f t h e u n i t y o f S p l . o r even o f any a e s t h e t i c c o u s i n s h i p w i t h I P . " Gaetan P i c o n , "Les I l l u s i o n s perdues ou l ' e s p e r a n c e r e t r o u v S e " , dans Mercure de F r a n c e 332, 195 8, pp. 60-61. G. P i c o n , o p . c i t . , p. 63. (10) (11) (12) - 28 -A n t o i n e Adam, pour s a p a r t , v a p l u s l o i n e n c o r e ; i l r e j o i n t A. Pugh dans s a mise en doute de l ' u n i t i de com-p o s i t i o n a 1 ' i n t e r i e u r du second roman: " I l e s t c l a i r que c e l u i - c i [ i l s ' a g i t de S p l e n d e u r s 1 n ' e s t pas ne d'une c o n c e p t i o n u n i q u e , q u ' i l ne s'ordonne pas a u t o u r d'une s e u l e pensee, e t q u ' e n t r e L a T o r p i l l e de 1838 e t L a D e r n i e r e i n c a r n a t i o n de V a u t r i n p u b l i e e neuf ans p l u s t a r d , l e g i n i e de B a l z a c n'a c e s s e de m e t t r e dans c e t ensemble de r e c i t s des i n t e n t i o n s n o u v e l l e s . " (13) Meme parmi ceux q u i ne s o u l e v e n t pas l e probleme de 1'homogeniite dans " l e c y c l e de Rubempri", i l e s t de r e g i e a u j o u r d ' h u i de c l a s s e r I l l u s i o n s perdues dans l e s oeuvres du B a l z a c " r i a l i s t e " e t S p l e n d e u r s e t m i s e r e s des c o u r t i s a n e s p armi c e l l e s du " v i s i o n n a i r e " ; A l b e r t B e g u i n e s t p a s s i p a r l a . Quelques e x t r a i t s t i r e s des i n t r o d u c t i o n s de P i e r r e C i t r o n , dans son e d i t i o n du S e u i l , nous donneront un e c h a n t i l l o n d'une tendance q u a s i g e n e r a l e . A " 1 ' e x t r a o r d i -n a i r e f r e s q u e , g r o u i l l a n t e de v i e , d'une a l l i g r e s s e , d'une (14) f e r o c i t e , d'une v € r i t e sans p a r e i l l e s d ' I l l u s i o n s perdues s'oppose, avec S p l e n d e u r s e t m i s e r e s des c o u r t i s a n e s une oeuvre dont 1 ' u n i t e " e s t due a une t o n a l i t e q u i e s t c e l l e (13)» B a l z a c , S p l e n d e u r s e t m i s e r e s des c o u r t i s a n e s ( P a r i s : G a r n i e r , 1958) , i n t r o d u c t i o n p a r A n t o i n e Adam, p. x. (14) B a l z a c , L a Comedie humaine, S e u i l I I I , P i e r r e C i t r o n , i n t r o d u c t i o n a I l l u s i o n s p e r d u e s , p. 386. - 29 -du m y s t e r e : sous l a s o c i e t y v i s i b l e e t o f f i c i e l l e s'en (15) d i s s i m u l e une a u t r e s o u t e r r a i n e e t i n q u i e t a n t e " L'on v o i t que l e s o p i n i o n s p r i c i d e n t e s m e t t e n t en j e u deux problemes d i s t i n c t s : c e l u i de 1 'homoge'ngite' de l ' h i s -t o i r e r a c o n t € e , c e l u i de l a coherence dans l a v i s i o n du monde q u i s o u t i e n t l ' i m a g i n a i r e p r o p r e a I l l u s i o n s perdues e t S p l e n d e u r s e t m i s e r e s des c o u r t i s a n e s . Sans doute p e u t -on a v a ncer que l e s s e p t d i f f e r e n t e s p a r t i e s q u i composent l e s deux romans, e t dont l a p u b l i c a t i o n s ' e s t echelonn^e s u r t r e i z e a n n i e s de 1836 a 1848, o n t e t e r e u n i e s dans un t o u t , dans une s u i t e d ' E p i s o d e s , e t ce p a r l e s s o i n s de 1' a u t e u r ^ . Comme c e l a e s t f r e q u e n t chez B a l z a c , rompu au m i t i e r de f e u i l l e t o n i s t e , l a l i a i s o n a p p a r ente des evenements e s t a s s u r e e p a r des a r t i f i c e s de t r a n s i t i o n en vogue chez l e s c o n t e u r s p o p u l a i r e s que l e r o m a n c i e r c o n n a i s -s a i t b i e n . Ce s e r o n t , p a r exemple, l e s d e r n i e r e s p h r a s e s de r e l a n c e des p r e m i e r e t d e r n i e r l i v r e d ' I l l u s i o n s p e r d u e s , (15) I b i d . , S e u i l I V , P i e r r e C i t r o n , i n t r o d u c t i o n a Sp l e n d e u r s e t m i s e r e s des c o u r t i s a n e s , p. 278. (16) Le d e r n i e r l i v r e : La D e r n i e r e i n c a r n a t i o n de V a u t r i n , qu'on a tendance a c o n s i d e r e r un peu a p a r t dans S p l e n d e u r s e t m i s e r e s des c o u r t i s a n e s f a i t p o u r t a n t b i e n p a r t i e de ce roman dans 1 ' e s p r i t de son a u t e u r : "... 1 ' I n c a r n a t i o n de V a u t r i n s e r a t e r m i n e e , e t l e s Sp l e n d e u r s e t m i s e r e s des c o u r t i s a n e s f i n i " e c r i v a i t -i l a madame Hanska dans une l e t t r e du 21 J a n v i e r 1847. Dans L e t t r e s a madame Hanska, e d i t i o n P i e r r o t , tome I I I , 628. - 30 -q u i r e l e v e n t de l a t e c h n i q u e du roman f e u i l l e t o n e t i l l u s t r e n t 1 1 a r t du re b o n d i s s e m e n t . Nous c i t e r o n s en e n t i e r , p a r c e q u ' e l l e e s t t y p i q u e de c e t t e t e c h n i q u e , l a f i n du l i v r e Ou menent l e s mauvais chemins. C e t t e t r a n s i t i o n a e t e a j o u t e e p a r B a l z a c s u r son e x e m p l a i r e p e r s o n n e l de 1 ' e d i t i o n F u r n e , pour t e n t e r d ' e n g l o b e r l a q u a t r i e m e p a r t i e , non encore p u b l i i e , i n t i t u l i e L a D e r n i e r e i n c a r n a t i o n de V a u t r i n , dans 1 ' u n i t e de c e t t e machine complexe p r e s e n t e e aux l e c t e u r s sous l e t i t r e de S p l e n d e u r s e t m i s e r e s des c o u r t i s a n e s . Ce r a c c o r d commence un peu comme un p r o l o g u e de R a b e l a i s : " M a i n t e n a n t , pour l e ; p l u s grand nombre, comme pour l e s gens d 1 e l i t e , p e u t - e t r e c e t t e Etude ne s e m b l e - t - e l l e pas e n t i e r e -ment f i n i e p a r l a mort d 1 E s t h e r e t de L u c i e n ; p e u t - e t r e Jacques C o l l i n , A s i e , Europe e t P a c c a r d , malgre 1 ' i n f a m i e de l e u r s e x i s t e n c e s i n t e r e s s e n t - i l s a s sez pour qu'on v e u i l l e s a v o i r q u e l l e a §te l e u r f i n . Ce d e r n i e r a c t e du drame p e u t d ' a i l l e u r s c o m p l e t e r l a p e i n t u r e de moeurs que comporte c e t t e Etude e t donne l a s o l u t i o n des d i v e r s i n t e r e t s en suspens que l a v i e de L u c i e n a v a i t s i s i n g u l i e r e -ment e n c h e v e t r e s , en melant quelques-unes des i g n o b l e s f i g u r e s du Bagne a c e l l e s des p l u s h a u t s personnages." (17) L a p e i n e que pr e n d 1'auteur pour demontrer l a c o n t i n u i t e dans 1' oeuvre e s t t r o p v i s i b l e pour que c e t t e unite" s o i t e v i d e n t e p a r elle-meme, e t b i e n entendu, ces t r a n s i t i o n s t r o p f a b r i -q u i e s ne s u f f i s e n t pas a l a p r o u v e r . E l l e s p e u vent, t o u t au p l u s , a s s u r e r l a c o n t i n u i t e f o r m e l l e du r e c i t , comme chez (17) Ou menent l e s mauvais chemins, S e u i l I V , 420, b. - 31 -ces c o n t e u r s q u i e n c h a i n e n t l'une apres 1 1 a u t r e des h i s t o i r e s d i f f g r e n t e s au f i l de l e u r d i s c o u r s . Cependant, s i nous pouvons demontrer, p a r 1*etude des p e r i p e t i e s , que l ' h i s t o i r e r a c o n t e e t o u t au l o n g de ces deux romans e s t b i e n c e n t r e e s u r L u c i e n de Rubempr§, a l o r s nous aurons j u s t i f i e ' 1 ' a p p e l l a t i o n " c y c l e de Rubempre". Nous n'aurons pas g a r a n t i pour a u t a n t une v i s i o n du monde soutenue e t une e s t h e t i q u e romanesque c o h e r e n t e , m a i s , c e c i ne s e r a p o s s i b l e qu'au terme de 1'analyse de l ' i m a g i n a i r e . Quoi q u ' i l en s o i t , 1 ' e t a b l i s s e m e n t de 1 ' o r g a n i s a t i o n du r e c i t a p a r t i r d'un meme personnage c e n t r a l d e v r a i t c o n s t i t u e r l a c o n d i t i o n n e c e s s a i r e , s i n o n s u f f i s a n t e , a 1 ' u n i t e e s t h e t i q u e de l ' o e u v r e , e t o f f r i r l e s bases d'une p r e s o m p t i o n r a i s o n -n a b l e pour l a r e t e n u e de c e t t e u n i t ^ comme hypothese de t r a v a i l , j u s q u ' a p l u s ample i n f o r m e , b i e n entendu. Pour ce f a i r e , nous nous a i d e r o n s en p r e m i e r des t r a v a u x de genese e f f e c t u e s p a r : Mme Suzanne J e a n - B e r a r d pour I l l u s i o n s perdues 1837; M. Jean Pommier, pour l e debut de S p l e n d e u r s e t m i s e r e s des c o u r t i s a n e s ; e t p a r M. A n t o i n e Adam. Ce d e r n i e r a p u b l i e aux e d i t i o n s G a r n i e r une E d i t i o n des deux romans q u i nous o c c u p e n t , avec t o u t un a p p a r e i l de n o t e s , des v a r i a n t e s s i l e c t i o n n e e s e t a u s s i de p r e c i e u s e s - 32 -(18) i n t r o d u c t i o n s . Le t a b l e a u s u i v a n t , q u i r e t r a c e s u c c i n t e -ment l a p u b l i c a t i o n i n i t i a l e de chacun des s e p t l i v r e s des deux romans, a e t i i t a b l i d'apres l e s r e s u l t a t s de l e u r s r e c h e r c h e s . 1) I l l u s i o n s perdues a) Les Deux p o e t e s (50 pages de l 1 e d i t i o n du S e u i l ) P r e m i e r e p u b l i c a t i o n . 1836/37 - c o m p r e n a i t l a p r e m i e r e p a r t i e e t l e debut de l a seconde p a r t i e , j u s q u ' a l a l e t t r e de r u p t u r e a d r e s s i e p a r L u c i e n a Mme de B a r g e t o n . b) Un grand homme de p r o v i n c e a P a r i s (111 pages de 1 ' e d i t i o n du S e u i l ) P r e m i e r e p u b l i c a t i o n en 1839. c) Les S o u f f r a n e e s de 1 ' i n v e n t e u r (70 pages de 1 ' e d i t i o n du S e u i l ) P r e m i e r e p u b l i c a t i o n en 1843. 2) S p l e n d e u r s e t m i s e r e s des c o u r t i s a n e s a) Comment aiment l e s f i l l e s (54 pages de 1 ' e d i t i o n du S e u i l ) (18) S. J e a n - B i r a r d , L a Genese des I l l u s i o n s perdues 1837 ( P a r i s : A. C o l i n , 1961). Jean Pommier, L ' I n v e n t i o n e t l ' e c r i t u r e dans "La  T o r p i l l e " d'H. de B a l z a c (Geneve: Droz; P a r i s : M i n a r d , 1957). H. de B a l z a c , I l l u s i o n s p e r d u e s , avec i n t r o d . , n o t e s e t c h o i x de v a r i a n t e s p a r A. Adam ( P a r i s : G a r n i e r , 1956), seconde e d i t i o n revue e t c o r r i g e e en 1961. H. de B a l z a c , S p l e n d e u r s e t m i s e r e s des c o u r t i s a n e s , avec i n t r o d . n o t e s e t c h o i x de v a r i a n t e s p a r A. Adam ( P a r i s : G a r n i e r , 1958). - 33 -Les v i n g t p r e m i e r e s pages p a r u r e n t en n o u v e l l e en 1838 sous l e t i t r e de La T o r p i l l e L a T o r p i l l e remaniee p l u s l a f i n du l i v r e p a r u r e n t en 1843. b) A combien 1'amour r e v i e n t aux v i e i l l a r d s (48 pages de 1 ' E d i t i o n du S e u i l ) P r e m i e r e p u b l i c a t i o n en 1843. c) Ou menent l e s mauvais chemins (40 pages de 1 ' e d i t i o n du S e u i l ) P r e m i e r e p u b l i c a t i o n en 1846. d) L a D e r n i e r e i n c a r n a t i o n de V a u t r i n (53 pages de 1 ' e d i t i o n du S e u i l ) P r e m i e r e p u b l i c a t i o n en 1847/48. Les p e r i p e t i e s de p u b l i c a t i o n e t l e s changements de t i t r e s de c e r t a i n e s p a r t i e s n'ont pas e t e r e p r i s dans ce t a b l e a u c a r c e l a n ' i t a i t d'aucune u t i l i t e pour n o t r e d e m o n s t r a t i o n . Le p r e m i e r enseignement que 1 1 on p e ut t i r e r de ce t a b l e a u , c ' e s t que l e s deux romans e n t r e n t , beaucoup p l u s qu'on a u r a i t pu l e c r o i r e , dans un p l a n g e n e r a l . 11 permet de c o n s t a t e r , en e f f e t , que des 1838 1'auteur songeait d e j a a f a i r e r e v e n i r L u c i e n s u r l e s l i e u x de ses p r e m i e r s e c h e c s , sous l e s especes d'un masque au p o u v o i r de V a u t r i n . L a p u b l i -c a t i o n de l a p r e m i e r e v e r s i o n de La T o r p i l l e en 1838, avant meme l a p a r u t i o n d'Un grand homme de p r o v i n c e a P a r i s , en f a i t f o i . I l y a done b i e n e n t r e l e p r e m i e r roman, I l l u s i o n s  perdues e t l e second roman, S p l e n d e u r s e t m i s e r e s des c o u r t i -sanes , une c o n t i n u i t e au n i v e a u de l ' h i s t o i r e , basee s u r l e s p§rip€ties que t r a v e r s e l a d e s t i n S e de l ' u n des personnages: L u c i e n de Rubempre". I I f a u t m a i n t e n a n t s 1 a s s u r e r que c e t t e c o n t i n u i t y se p o u r s u i t a 1 1 i n t e r i e u r de chacune des s e p t p a r t i e s q u i l e s forment. Les Deux poetes c ' e s t t o u t d'abord 1 ' h i s t o i r e de deux j e u n e s gens doues, D a v i d Sechard e t L u c i e n Chardon, perdus dans une p e t i t e v i l l e de p r o v i n c e : "Tous deux, 1 ' e s p r i t g r o s de p l u s i e u r s f o r t u n e s , i l s p o s s i d a i e n t c e t t e haute i n t e l l i g e n c e q u i met l'homme de p l a i n -p i e d avec t o u t e s l e s s o m m i t i s , e t se v o y a i e n t j e t e s au fond de l a s o c i i t i . " (19.) Leur d S s e s p o i r e t a i t d ' a u t a n t p l u s amer q u ' i l s a l l a i e n t , par l e u r i n t e l l i g e n c e , " p l u s rapidement l a ou l e s p o r t a i t l e u r v e r i t a b l e d e s t i n e e " . C'est l a menace q u i g u e t t e t o u s l e s jeunes h e r o s b a l z a c i e n s p l o n g e s dans l e m i l i e u h o s t i l e , f i g i e t h i i r a r c h i s S de p r o v i n c e ou de l a s o c i i t e " de l a R e s t a u r a t i o n , " c e t t e s o c i e t e f a t i g u e e q u i succede aux espS-r a n c e s , aux i v r e s s e s , aux cauchemars de l a R e v o l u t i o n e t de (21) l ' E m p i r e " . C'est dans une t e l l e c o n j o n c t u r e q u ' a p p a r a i t chez B a l z a c l e probleme de l'homme en mal d ' i n d i v i d u a l i s m e , hante" p a r l e s d i . s i r s q u i se c o n c r e t i s e n t dans un " v o u l o i r " , e aux p r i s e s avec l e m i l i e u ambiant pour i t a b l i r son " p o u v o i r " . C e t t e t e n t a t i v e d ' i n s c r i p t i o n des d e s i r s dans l e r e e l e s t a 1 base de l ' a c t i v i t e de t o u s l e s personnages q u i comptent dans (19) Les Deux p o e t e s , S e u i l I I I , 394, a. (20) I b i d . , S e u i l I I I , 395, b. (21) A l b e r t B i g u i n , B a l z a c l u e t r e l u ( P a r i s : S e u i l , 1965), p. 41. - 35 -La Comedie humaine. P o u r t a n t , s i l e c r e a t e u r chez B a l z a c s a i t s u s c i t e r une m u l t i t u d e de personnages v i v a n t s , e t personne ne l u i a ja m a i s d^nie 1 ce don, l e r o m a n c i e r d o i t c e n t r e r son i c l a i r a g e s u r un cas p l u s p a r t i c u l i e r s ' i l v e u t c a p t i v e r 1 ' i n t e r e t du l e c t e u r . T r es t o t , dans ce p r e m i e r l i v r e , 1 ' i n d i v i d u a l i s m e de D a v i d , sans e t r e o u b l i e , s ' e f f a c e devant l a d e s t i n e e de L u c i e n . P l u s l ' h i s t o i r e avance, p l u s 1 ' a t t e n t i o n du l e c t e u r se c o n c e n t r e s u r c e l u i - c i , dans un mouvement p a r a l l e l e a c e l u i q u i se d§veloppe au n i v e a u des ev^nements du roman. L u c i e n f i n i t p a r r e p r i s e n t e r t o u s l e s e s p o i r s des a u t r e s personnages i m p o r t a n t s . C ' e s t l e cas b i e n c o m p r e h e n s i b l e de l a mere e t de l a soe u r du jeune homme, q u i " c r o y a i e n t en L u c i e n comme l a femme de Mahomet c r u t en son m a r i ; l e u r (22) devouement a son a v e n i r e t a i t sans b o r n e s " . C'e s t a u s s i 1 ' a t t i t u d e a d o p t i e t r e s r apidement p a r D a v i d ; 11 re v e d e s o r -mais de c o n q u e r i r l e monde M t r a v e r s son ami: "Marche s e u l , l u i d i t D a v i d , e t mets l a main s u r l e s h o n n e u r s . . . O u i , ma p e n s i e me p e r m e t t r a de v i v r e de t a v i e . . . T u s e r a s n o t r e a r i s t o c r a t i e , d i t - i l en r e g a r d a n t Eve" (23) Madame de/ B a r g e t o n , 1' a u t r e personnage e s s e n t i e l du (22) Les Deux P o e t e s , S e u i l I I I , 394, a. (23) I b i d . , 410, a. p r e m i e r l i v r e , ne p a r l e pas autrement: " O u i , c h e r ange, Je (24) t e f e r a i une o a s i s ou t u v i v r a s t o u t e t a v i e de p o e t e . . . " P a r une s o r t e de t r a n s f e r t p s y c h i q u e , q u i e s t a u s s i l'une des c o n s t a n t e s du monde b a l z a c i e n ( l e s exemples abon-dent dans La Comidie humaine), l e s " v o u l o i r s " des p r o t a g o n i s t e s mis en scene dans Les Deux Poetes s o n t i n v e s t i s dans 1 ' i n d i v i d u q u i , p a r s a j e u n e s s e , s a beaute e t son i n t e l l i g e n c e , p a r a i t l e p l u s c a p a b l e de l e s a c c o m p l i r . Pour l e s amibes de "ce marecage", image q u i , a p l u s i e u r s r e p r i s e s , s e r t a e x p r i m e r l a d i s o l a t i o n d'Angouleme, L u c i e n d e v i e n t une s o r t e de pseudopode p a r l e moyen d u q u e l e l l e s t e n t e n t d ' e x e r c e r l e u r p o u v o i r s u r l e monde. Dans 1 ' o r c h e s t r a t i o n menie p a r l e n a r r a t e u r s ' i l e v e n t , au-dessus du l a c i s des d e s c r i p t i o n s , des p o r t r a i t s , des scenes de comedie, des exposes t e c h n i q u e s , l e c h a n t p e r s i s t a n t du d e s i r q u i se t r o u v e au coeur de tous ces personnages. I I e s t a i s i de se c o n v a i n c r e que c ' e s t l a t o u t l e s u j e t de ce p r e m i e r l i v r e . Mais ce s u j e t a p p e l l e une s u i t e . L u c i e n , (25) avec "ses e s p e r a n c e s qu'aucune b i s e n ' a v a i t e f f e u i l l e e s " , d e p o s i t a i r e des r e v e s e t des s e c r e t s e s p o i r s de t o u t son e n t o u r a g e , " n ' e t a i t e ncore aux p r i s e s qu'avec ses d i s i r s e t (24) Les Deux P o e t e s , S e u i l I I I , 426, b. (25) I b i d . , 407, b. non avec l e s d i f f i c u l t i e s de l a v i e " . D'une c e r t a i n e m a n i e r e , dans Les Deux P o e t e s t o u t se passe encore dans l e domaine de ce que Georges P o u l e t d e f i n i t comme " l a d i s t a n c e (27) i n t e r i e u r e " , c' e s t - c i - d i r e dans l ' e s p a c e r e v e que l e psychisme se c r e e avant de se mesurer avec l a r € a l i t e e x t i -r i e u r e , ou pour s'en p r o t e g e r . Nous voyons, a l a l e c t u r e de ce l i v r e , que l e s c o n s t r u c t i o n s i m a g i n a i r e s des " d i s t a n c e s i n t ^ r i e u r e s " r e s p e c t i v e s de chacun des personnages s ' o r g a n i -s e n t a u t o u r d'un noyau de c r i s t a l l i s a t i o n : L u c i e n . I I d e v i e n t l i t t e r a l e m e n t une a l l e g o r i e de l ' e s p e r a n c e . Cepen-dant/ i l a r r i v e un moment dans l e roman b a l z a c i e n , comme dans, t o u t roman, ou l e personnage d o i t se r i s q u e r au dehors e t l a i s s e r l e c o n f o r t de s a r e t r a i t e i m a g i n a i r e . Ce moment de v e r i t e c ' e s t l ' a v e n t u r e d'Un grand homme de p r o v i n c e a P a r i s q u i l ' a p p o r t e r a . Comme pour l e c o u p l e mythique de L a Genese, c ' e s t p a r l a femme que l e he r o s e s t dStache' de s a sphere d 1 i n n o c e n c e e t p l o n g i dans l a r S a l i t i . P a r s a d e t e r m i n a t i o n " l ' a l t i e r e N e g r e p e l i s s e " r e p r i m e " l e d e r n i e r s o u p i r de 1'enfant n o b l e e t p u r " ; e l l e assene " l e t e r r i b l e coup de hache" q u i a l l a i t rompre " l e s l i e n s s i p u i s s a n t s q u i a t t a c h e n t l e s jeunes coeurs a l e u r f a m i l l e , a l e u r p r e m i e r ami, a tous l e s (26) Les Deux P o e t e s , S e u i l I I I , 396, a. (27) Georges P o u l e t , Etudes s u r l e temps humain; l a d i s t a n c e  i n t i r i e u r e ( P a r i s : P l o n , 1952). - 38 " (2 8) s e n t i m e n t s p r i m i t i f s . . . . N o u v e l l e t e n t a t r i c e , emanci-p a t r i c e de 1 ' i n d i v i d u a l i t y , e l l e a su f a i r e a c c e p t e r a son protege" l a pomme de " P a r i s , c a p i t a l e du monde i n t e l l e c t u e l " . (29) " F r a n c h i s s e z promptement l ' e s p a c e q u i vous en s i p a r e " l u i o r d o n n e - t - e l l e . Un grand homme de p r o v i n c e a P a r i s , dans l e s i n t e n t i o n s g§nerales d ' I l l u s i o n s p e r d u e s , e s t done b i e n , comme l e v o y a i e n t G. P i c o n e t P. C i t r o n , une e n t r e e du re v e dans l e s d i m e n s i o n s de l a r e a l i t e . Tous l e s mondes h o s t i l e s : de 1 ' a r i s t o c r a t i e p a r i s i e n n e de l a R e s t a u r a t i o n ; de l a l i b r a i r i e e t de l a l i t t S r a t u r e ; du j o u r n a l i s m e e t du t h i a t r e e t de t o u t e s l e s sous-cat§gories de rap a c e s q u i v i v e n t de 1 ' e x p l o i t a t i o n des v i c e s de ces d i f f e r e n t s m i l i e u x , ne nous s o n t d e v o i l e s qu'au rythme des p e r i p e t i e s dans l e s q u e l l e s l e heros p r i n c i p a l , L u c i e n , se t r o u v e e n t r a i n e . S o r t e de roman d ' a p p r e n t i s s a g e done, ponctue p a r des " L u c i e n ne c o n n a i s s a i t pas..." s u i v i s de " L u c i e n c o m p r i t s o u d a i n . . ." ; r i t e de d e p o u i l l e m e n t i d i a l de l a robe p r e t e x t e de 1' a d o l e s c e n c e , p r e l u d e au passage a l a v i r i l i t e : "Tous p a r u r e n t e t o n n i s de t r o u v e r a L u c i e n des s c r u p u l e s e t a c h e v e r e n t de m e t t r e en lambeaux s a robe p r e t e x t e pour l u i p a s s e r l a robe v i r i l e des j o u r n a l i s t e s . " (31) (28) Les Deux P o e t e s , S e u i l I I I , 434, b. (29) I b i d . , 434, a. (30) Un grand homme de p r o v i n c e a P a r i s , S e u i l I I I , 488, a. e t b. (31) I b i d . , 512, b. - 39 -D i p o u i l l e m e n t p r o g r e s s i f q u i scande 1'autre d i v o i l e m e n t , c e l u i des d i v e r s e s f a c e s que pe u t p r e s e n t e r l a r e a l i t e • • (32) p a r i s i e n n e . S i , r e l a t i v e m e n t au l i v r e p r e c e d e n t , l e nombre des personnages s ' e s t a c c r u , L u c i e n a d§£initivement p r i s ses d i s t a n c e s p a r r a p p o r t aux a u t r e s pour assumer l a s o l i t u d e du h i r o s de roman. A p e i n e a r r i v e " a P a r i s " c e t homme d ' i m a g i -(33 n a t i o n eprouv[e] comme une immense d i m i n u t i o n de lui-meme" Corps e t r a n g e r i n t r o d u i t dans " l a cuve b o u i l l o n n a n t e " de P a r i s , l e p r o c e s s u s de r e j e t commence avec c e l l e meme (Madame de Bargeton) q u i a p r o p u l s e L u c i e n dans ce "royaume". Apres l e s p r e m i e r e s d i s i l l u s i o n s du voyage, a " l ' u n e t a 1'autre i l ne f a l l a i t p l u s qu'un a c c i d e n t pour t r a n c h e r l e s l i e n s q u i l e s u n i s s a i e n t . Ce coup de hache...ne se f i t pas l o n g -(34) temps a t t e n d r e " . Le t r o i s i e m e "coup de hache" de c e t t e (32) Mais t o u j o u r s p a r r a p p o r t au h e r o s . M a r c e l R e b o u s s i n , dans B a l z a c e t l e mythe de Foedora ( P a r i s : N i z e t , 1966), c r i t i q u e violemment l a th e s e du r e a l i s m e dans l e s p e i n t u r e s s o c i a l e s de L a Comgdie  humaine, preuves h i s t o r i q u e s a l ' a p p u i . I I c o n c l u t son c h a p i t r e V I , s u r l e j o u r n a l i s m e , en demandant: "Ne v a u t - i l pas mieux c h e r c h e r a comprendre comment e t p o u r q u o i B a l z a c a t r a n s f o r m ^ l e s d onnies que l u i o f f r a i t l a v i e , p l u t o t que de s ' a c h a r n e r , c o n t r e l e s f a i t s , a l o u e r '1'admirable v e r i t S ' de son t a b l e a u ? " (p. 198). C e c i v i e n t r e n f o r c e r n o t r e o p i n i o n que l a f o n c t i o n du heros e s t predominance dans l e " c y c l e de Rubempri" e t d o i t s e r v i r de base de d e p a r t a t o u t e etude de l ' i m a g i -n a i r e . (33) Un grand homme de p r o v i n c e a P a r i s , S e u i l I I I , 439, b. (3.4) I b i d . , 440, b. - 40 -h i s t o i r e , a d m i n i s t r e peu de temps apres p a r l e dandy de (35) Marsay , r e t r a n c h e l e pauvre gargon du nombre des e l u s q u i c o n s t i t u e n t c e t t e s o c i e t y a r i s t o c r a t i q u e e t b r i l l a n t e q u i d e v a i t l u i s e r v i r de f a m i l l e . Ce q u i e x p l i q u e que l e c r i j e t e p a r l e poete du h a u t d'une l o g e de 1'Opera, moins d'une semaine apres son a r r i v i e a P a r i s , " V o i l a mon royaume (36) . . . v o i l a l e monde que j e d o i s dompter" ne pe u t se com-p a r e r , malgre l e s a p p a r e n c e s , au r u g i s s e m e n t v i r i l de R a s t i g n a c des h a u t e u r s de Pe r e L a c h a i s e , a l a f i n du Pe r e G o r i o t : "A (37) nous deux m a i n t e n a n t " . R a s t i g n a c a p p a r t i e n t a l a r a c e douteuse des s e i g n e u r s de l'Spoque, L u c i e n n'a pas en l u i l ' e t o f f e du c h e v a l i e r d ' i n d u s t r i e , pas p l u s que c e l l e du p o e t e , a i n s i que l a s u i t e nous l ' a p p r e n d r a . A u s s i , l o r s q u ' i l l u i f a u d r a c h o i s i r s e u l e n t r e l e s deux v o i x q u i se f o n t e n t e n d r e dans son d§nuement, c e l l e du C i n a c l e q u i l u i c r i e que P a r i s e s t t o u j o u r s l e pays "des e c r i v a i n s , des penseurs e t des (3 8) p o n t e s " v que " ! ' i n t e l l i g e n c e e s t l e l e v i e r avec l e q u e l (35) "Le l i o n p a r i s i e n l a i s s a retomber son l o r g n o n s i s i n g u l i e r e m e n t q u ' i l s e m b l a i t a L u c i e n que ce f u t l e cou t e a u de l a g u i l l o t i n e " , Un grand homme de p r o v i n c e  a P a r i s , S e u i l I I I , 448, a. (36) I b i d . , 447, a-. (37) Le Pere G o r i o t , S e u i l I I , 308, b. (38) Un grand homme de p r o v i n c e a. P a r i s , S e u i l I I I , 450, b. - 41 -(39) on remue l e monde" , e t c e l l e de l a s o c i e t e p a r i s i e n n e q u i a j o u t e p e r f i d e m e n t que " l e p o i n t d'appui de 1 ' i n t e l l i -gence [ e s t ] 1 * a r g e n t " , se l a i s s e r a - t - i l a l l e r a l a s o l u t i o n de f a c i l i t y . L a d e r n i e r e v o i x f i n i t p a r dominer l e vacarme q u i s ' i l e v e de P a r i s : "... p a r l a b e n e d i c t i o n du h a s a r d , aucun enseignement ne manque[raj a L u c i e n s u r l a pente du p r e c i p i c e ou i l d e v a i t tomber" (40) " . . . t o u t se r e s o l v a i t p a r de 1'argent. Au theatre comme en L i b r a i r i e , en L i b r a i r i e comme au J o u r n a l , de 1 1 a r t e t de l a g l o i r e i l n'en i t a i t pas q u e s t i o n . " (41) Le l e c t e u r a, pour s a p a r t , p e r d u ses i l l u s i o n s au s u j e t du poete de p r o v i n c e . S ' i l 1'accompagne dans s a l e n t e (42) d e s c e n t e dans 1'abime , c ' e s t en p r e n a n t v i s - a - v i s du h i r o s une d i s t a n c e c r o i s s a n t e . On observe l e meme de t a c h e -ment p r o g r e s s i f chez l e r o m a n c i e r . D'abord une c e r t a i n e c o n n i v e n c e , meme de l a t e n d r e s s e pour s a c r e a t u r e , comme dans 1'episode des G a l e r i e s de B o i s : " L u c i e n d e v i n t honteux comme l e c h i e n d'un a v e u g l e , i l s u i v i t l e t o r r e n t dans un &tat d'hebitement e t d ' e x c i t a t i o n d i f f i c i l e a d e c r i r e . H a r c e l e p a r l e s r e g a r d s des (39) Un gr a n d homme de p r o v i n c e a P a r i s , S e u i l I I I , 442, a. (40) I b i d . , 493, b. (41) I b i d . , 482, b. (42) "Les abimes ont l e u r magnitisme" nous d i t B a l z a c dans s a p r e f a c e d'Un grand homme 'de p r o v i n c e a P a r i s , S e u i l I I I , 629, b. - 42 -"femmes, s o l l i c i t e p a r des ro n d e u r s b l a n c h e s , p a r des gorges a u d a c i e u s e s q u i 1 ' e b l o u i s s a i e n t , i l se r a c c r o c h a i t a son m a n u s c r i t q u ' i l s e r r a i t pour qu'on ne l e l u i v o l a t p o i n t , 1 ' i n n o c e n t ! " (43) Mais t r e s v i t e l ' o n c o n s t a t e que l e c r e a t e u r de L u c i e n l u i l a i s s e a c c o m p l i r , en t o u t e autonomie, l a d e s t i n e e c o m p a t i b l e avec l e c a r a c t e r e dont i l l ' a d o t i . I I s e r a i t a i s g mais f a s t i d i e u x de s u i v r e pas a pas l e p r o g r e s de c e t t e d i s a f f e c t i o n en r e l e v a n t l e s d i v e r s commentaires e t jugements q u i accompag-ne n t l a r e l a t i o n des a v e n t u r e s du jeune homme. S i l a sympathie de l ' a u t e u r pour l e he r o s r e v i t pendant q u e l q u e s i n s t a n t s au moment l e p l u s p a t h e t i q u e de l a l i a i s o n avec C o r a l i e , l a d i s t a n c e o b j e c t i v e e s t d e f i n i t i v e m e n t p r i s e au l i v r e s u i v a n t , a i n s i que nous l e montre c e t t e r e f l e x i o n du n a r r a t e u r : "Le c u r e ne s a v a i t pas que, d e p u i s d i x -h u i t m o i s , L u c i e n s ' e t a i t t a n t de f o i s r e p e n t i , que son r e p e n t i r , quelque v i o l e n t q u ' i l f u t , n ' a v a i t d ' a u t r e v a l e u r que c e l l e d'une scene p a r f a i t e -ment jouee e t j o u i e encore de bonne f o i . ' " (44) C e t t e a t t i t u d e du n a r r a t e u r ne se d e m e n t i r a p l u s j u s q u ' a u s u i c i d e f i n a l de l a f i n d'Ou menent l e s mauvais chemins. L a hache a f r a p p e pour l a d e r n i e r e f o i s e t se p a r e l e c r i a t e u r de s a c r e a t u r e . L u c i e n se v o i t f i n a l e m e n t d e p o u i l l e de to u s l e s e s p o i r s dont i l a v a i t e t e i n v e s t i . L orsque se t e r m i n e Un grand homme de p r o v i n c e a P a r i s , l e v e r d i c t de Claude V i g n o n : (43) Un grand homme de p r o v i n c e a P a r i s , S e u i l I I I , 476, a. (44) Les S o u f f r a n e e s de l ' i n v e n t e u r , S e u i l I I I , 549, b. - 43 -" I I f a u t e t r e un grand homme pour t e n i r l a b a l a n c e e n t r e son g i n i e e t son c a r a c t e r e ... Vous e t e s mince e t f l u e t , vous succomberez." (45) p o u r r a i t e t r e r a t i f i i p a r to u s l e s a n c i e n s amis du p o e t e . Comment p e u t - o n , i t a n t donne ces c o n d i t i o n s , s ' e x p l i q u e r l ' i n t e r e t p e r s i s t a n t que l e l e c t e u r peut p r e n d r e a c e t t e h i s t o i r e ? Le h i r o s e s t devenu p a r l a r e v i l a t i o n de s a m e d i o c r i t e un a n t i - h e r o s . G. P o u l e t a j u d i c i e u s e m e n t r e l e v e ce phinomene de d i s t a n c i a t i o n c r o i s s a n t e a propos du p e r s o n -nage b a l z a c i e n en g e n e r a l , e t a suggere une reponse a l a q u e s t i o n que nous venons de p o s e r q u i nous p a r a l t r i c h e de consequences. "... r i e n n ' e s t p l u s f r a p p a n t , e c r i t - i l , que l e d e s i n t e r e s s e m e n t g r a d u e l que B a l z a c e t son l e c t e u r e p r o u v e n t , a mesure que l e roman ayance, pour l ' e t r e e t l ' h i s t o i r e du personnage b a l z a c i e n . S ' i l avance, pour s a p a r t , de p l u s en p l u s dramatiquement dans l ' a c c o m p l i s -sement de son d e s t i n , l a pensee s'en-fonce de p l u s en p l u s au c o n t r a i r e dans l a d i r e c t i o n opposee, ou se s i t u e n t l e s causes de son d e s t i n . " (46) L ' i n t i r e t du l e c t e u r dans l e h e r o s s e r a i t done remplace p a r l a s a t i s f a c t i o n q u ' e n t r a i n e l ' e x e r c i c e de s a f a c u l t e specu-l a t i v e . Le l e c t e u r s e r a i t p l a c e devant une v i e e x e m p l a i r e e t c o n d u i t , p a r l e meneur de j e u , a p r e n d r e c o n s c i e n c e des mecanismes generaux q u i 1 ' e x p l i q u e n t . En d ' a u t r e s termes nous r e t r o u v o n s 1 ' e x p e r i e n c e dont nous p a r l i o n s p l u s h a u t , (45) Un grand homme de p r o v i n c e 5 P a r i s , S e u i l I I I , 545, a. (46) Georges P o u l e t , Etudes s u r l e temps humain, o p . c i t . , p. 183. - 44 -a l a q u e l l e l e r o m a n c i e r c o n v i e l e p u b l i c pour sonder l e r e e l . C e t t e a t t i t u d e fondamentale de l a c r e a t i o n romanesque b a l z a c i e n n e e n t r a i n e b i e n des developpements. Pour 1 ' i n s t a n t , c o n s t a t o n s que l a v i s i o n du monde de 1 1 a u t e u r de L a Comedie humaine e s t complexe; en v r a i c r e a t e u r i l l a i s s e a ses c r e a t u r e s l a f a c u l t y de j o u e r l e j e u de son monde i m p i t o y a b l e s e l o n l e s r e g i e s q u ' i l a e t a b l i e s . P a r l ' a r t , i l f a i t s u r g i r un u n i v e r s homologue a c e l u i de 1 ' e x i s t e n c e . I I s o u h a i t e que l a r e u s s i t e en un t e l monde s o i t p o s s i b l e mais i l s a i t p a r a i l l e u r s q u ' e l l e depend de l o i s que ses personnages ne peuvent t r a n s g r e s s e r impuniment. "La S o c i e t e repousse l e s t a l e n t s i n c o m p l e t s comme l a N a t u r e emporte l e s n a t u r e s (47) f a i b l e s e t mal conformees." d e c l a r e d ' A r t h e z , son p o r t e -p a r o l e . C e t t e p a r t i c u l a r i t y de l a f i c t i o n b a l z a c i e n n e a l a meme o r i g i n e que l e s tendances au cynisme du B a l z a c p o l i t i q u e q u i l e me'nent a g l o r i f i e r C a t h e r i n e de M i d i c i s , a j u s t i f i e r l a S a i n t - B a r t h e l e m y ou l a p o l i t i q u e de Cromwell ou de R o b e s p i e r r e : 1 ' e x i s t e n c e d'un monde i m p i t o y a b l e dans l e q u e l l'homme e s t abandonni avec ses s e u l e s f o r c e s . L a P r o v i d e n c e n ' i n t e r v i e n t pas dans L a Comedie humaine, meme s i Madame de M o r t s a u f l ' i n -voque q u e l q u e f o i s ; l ' e n t r a i d e que l ' o n v o i t a 1'oeuvre dans c e r t a i n s romans b a l z a c i e n s p r o v i e n t de l ' e n e r g i e de que l q u e s (47) Un grand homme de p r o v i n c e a P a r i s , I I I , 457, a. - 45 -i n d i v i d u s e t ne d o i t r i e n a l a t r a n s c e n d a n c e . Dans ces c o n d i t i o n s , i l n ' e s t pas eto n n a n t que " l e grand homme de p r o v i n c e " a p p a r a i s s e , apres l ' e p r e u v e de P a r i s , pour ce q u ' i l e s t : un beau c o q u i l l a g e r e j e t e p a r l e s f l o t s , mais v i d e , a t t e n d a n t d ' e t r e ramasse par un c o l l e c t i o n n e u r du ty p e de l ' a b b i C a r l o s H e r r e r a . Cependant, son r o l e comme personnage autonome n ' e s t pas encore t e r m i n e . . Par ses a g i s -sements a P a r i s i l a a p p o r t e l a d i s o r g a n i s a t i o n dans sa f a m i l l e . I I r e s t e au l e c t e u r a pr e n d r e c o n n a i s s a n c e de l' a m p l e u r des ravages c a u s i s , e t au h i r o s de c e t t e h i s t o i r e a p a r a c h e v e r son oeuvre n e g a t i v e . Ce d e r n i e r l i v r e , Les S o u f f r a n c e s de l ' i n v e n t e u r , a c o u t i a son a u t e u r un enorme t r a v a i l de c r e a t i o n . I l i c r i t § ce pr o p o s , q u a t r e ans apres l a p a r u t i o n d'Un grand homme de p r o v i n c e a P a r i s , " J ' a i l e s 25 p r e m i e r e s f e u i l l e s d e p u i s 5 mois s u r mon bureau e t j e n'ose a c h e v e r ; c ' e s t d i s e s p i r a n t pour moi. La b e a u t i pure d'Eve Chardon e t de Da v i d Sechard ne p o u r r a j a m a i s l u t t e r c o n t r e l e t a b l e a u de P a r i s d'Un grand homme de p r o v i n c e a P a r i s . " (48) A n t o i n e Adam s i g n a l e p a r a i l l e u r s , dans son i n t r o d u c t i o n a l ' i d i t i o n G a r n i e r , que B a l z a c " c o r r i g e a j u s q u ' a d i x - s e p t , (48) L e t t r e s a madame Hanska, o p . c i t . , I I , 198. L e t t r e du 23 a v r i l 1843. - 46 -d i x - h u i t e t meme d i x - n e u f f o i s , l e s epreuves de Da v i d Sechard" e t Adam de commenter: " I l n ' e s t pas t o u t a f a i t c e r t a i n q u ' i l a i t e n t i e r e m e n t v a i n c u c e t t e d i f f i c u l t y s i durement s e n t i e ... B a l z a c avoue dans sa p r e f a c e q u ' i l n'a pas e p u i s e t o u t e l a s i g n i f i c a t i o n t r a g i q u e du d e s t i n de Da v i d ... Cet aveu p u b l i c ... permet s u r t o u t de d e v i n e r ce qu'eut e t S l a d e r n i e r e p a r t i e des I l l u s i o n s perdues s i l e r o m a n c i e r a v a i t pu l a d S v e l o p p e r comme i l a v a i t f a i t de l a seconde" (50) M a l g r i c e t aveu de l ' a u t e u r nous ne r e g r e t t o n s pas, p e r s o n -n e l l e m e n t , q u ' i l se s o i t t r o u v e dans 1 ' i n c a p a c i t y de r e f a i r e avec l e s u j e t de D a v i d , c h e r c h e u r g e n i a l , une n o u v e l l e v e r s i o n de La Recherche de l ' A b s o l u , c a r c ' e s t a l o r s que 1 ' u n i t e de c o m p o s i t i o n d ' I l l u s i o n s perdues a u r a i t e t e en danger. S i , s e l o n B a l z a c lui-meme dans sa p r y f a c e a l ' y d i t i o n Dumont de 1843, " i l y a dans D a v i d s y c h a r d une m y i a n c o l i e p r o f o n d e que l ' a u t e u r a n y g l i g e de f a i r e r e s s o r t i r " ^ , s i , t o u j o u r s s e l o n l a meme p r y f a c e , "David s y c h a r d , aime par une femme d'un c a r a c t e r e s i m p l e e t f i e r , a c c e p t e l a v i e calme e t pure de l a p r o v i n c e en r e i y g u a n t l e s c e p t r e de ses (49) A. Adam, I n t r o d u c t i o n a I l l u s i o n s perdues ( G a r n i e r , 1956), p. x xx. (50) A. Adam, I b i d . , p. x xx. (51) B a l z a c , P r y f a c e a D a v i d S i c h a r d pour l ' y d i t i o n Dumont, 1843, donne dans S e u i l I I I , 630, a. - 47 -(52) e s p i r a n c e s , de s a f o r t u n e " , p o u r q u o i ne pas v o i r dans c e t e f f a c e m e n t , 1 ' i n t e n t i o n d'une s u b o r d i n a t i o n de c e t t e h i s t o i r e a c e l l e de L u c i e n ? I n t e n t i o n v o u l u e , consciemment ou non, peu i m p o r t e , l e t e x t e , dans s a r e d a c t i o n d e f i n i t i v e , nous a u t o r i s e a t i r e r de t e l l e s c o n c l u s i o n s . I I s i e d p e u t -e t r e i c i d ' a p p l i q u e r c e t t e r e f l e x i o n du n a r r a t e u r de L a Femme de t r e n t e ans: " I I y a c e r t e s des pensees a u x q u e l l e s nous o b e i s s o n s sans l e s c o n n a i t r e : e l l e s s o n t en nous a n o t r e i n s u ... n o t r e e x p e r i e n c e e t l e s conquetes de n o t r e e s p r i t n ' f e n ] s o n t , p l u s t a r d , que l e s developpements s e n s i b l e s . " (53) Dans I l l u s i o n s perdues t o u t se passe comme s i l e personnage de L u c i e n r e p r e s e n t a i t de t e l l e s r e s s o u r c e s pour 1 1 i m a g i n a t i o n de 1*auteur que l e s a u t r e s themes obsedants de La Comedie humaine s'en s e r a i e n t t r o u v e s r e l e g u e s momentanement au second p l a n . Les S o u f f r a n e e s de l ' i n v e n t e u r occupent s o i x a n t e - d i x pages dans 1 ' e d i t i o n du S e u i l . Les t r o i s p r e m i e r e s r e l a t e n t l e r e t o u r de L u c i e n au pays. Sur l e p l a n t e m p o r e l e l l e s s o n t done une s u i t e du l i v r e p r e c e d e n t . E n s u i t e l e passage souvent c i t e : "Pendant que l e v e n e r a b l e e c c l e s i a s t i q u e (52) B a l z a c , P r e f a c e a D a v i d Seohard pour 1 ' E d i t i o n Dumont, 1843, donnee dans S e u i l I I I , 630, a. (53) La Femme de t r e n t e ans, S e u i l I I , 183, b. - 48 -"monte l e s rampes d'Angouleme, i l n ' e s t pas i n u t i l e d ' e x p l i q u e r l e l a c i s d ' i n t e -r e t s dans l e q u e l i l a l l a i t m e t t r e l e p i e d . " (54) i n t r o d u i t une a n a l e p s e q u i nous r e p o r t e aux ivenements s u r -venus a Angouleme pendant l e s e j o u r du p oete a P a r i s . Pen-dant l e s t r e n t e e t une pages q u ' e l l e o c c u p e r a nous aurons l e temps de p r e n d r e c o n n a i s s a n c e des e f f e t s de l a c o n d u i t e de L u c i e n a P a r i s s u r l e s membres de s a f a m i l l e r e s t e s a Angouleme. P u i s , l e meme cu r e Marron nous r e m e t t r a dans l e c o u r a n t p r i n c i p a l du r e c i t : "Au moment o i l l e v i e u x c u r e de Marsac m o n t a i t l e s rampes d'Angouleme pour a l l e r i n s t r u i r e Eve de l ' e t a t o i l se t r o u v a i t son f r e r e , D a v i d e t a i t cache d e p u i s onze j o u r s a deux p o r t e s de c e l l e que l e d i g n e p r e t r e v e n a i t de q u i t t e r . " (55) Les t r e n t e - s i x pages q u i r e s t e n t s e r v i r o n t a r i g l e r l e s o r t du c o u p l e David-Eve e t a. r e l a n c e r L u c i e n dans de n o u v e l l e s a v e n t u r e s . L ' o r g a n i s a t i o n s e u l e des masses de ce t r o i s i e m e l i v r e montre d e j a que L u c i e n n ' e s t pas o u b l i e , mais e n t r o n s p l u s p r o f o n d i m e n t dans l e d e t a i l des p e r i p e t i e s . L a p a r t i e du l i v r e l a p l u s i m p o r t a n t e , en ampleur, e s t l ' a n a l e p s e . C ' e s t e l l e q u i j u s t i f i e v e r i t a b l e m e n t l e t i t r e de: Les S o u f f r a n c e s  de 1 ' i n v e n t e u r . Dans c e t t e p a r t i e , l e l e c t e u r a s s i s t e aux (54) Les S o u f f r a n c e s de l ' i n v e n t e u r , S e u i l I I I , 550, b. (55) I b i d . , I I I , 581, a. - 49 -e f f o r t s de D a v i d occupe a l a r e a l i s a t i o n du programme q u ' i l s ' e s t f i x e : " M e t t r e sa femme dans l a sphere d ' e l e -gance e t de r i c h e s s e ou e l l e d e v a i t v i v r e , s o u t e n i r de son b r a s p u i s s a n t 1 ' a m b i t i o n de son f r e r e ..." (56) I l compte mener a b i e n ce programme t o u t en a c c o m p l i s s a n t ce q u ' i l c r o i t e t r e sa d e s t i n e e : d e v e n i r " l e J a c q u a r t de l a (57) p a p e t e r i e " . Le sympathique D a v i d e s t anime par c e t t e " s u b l i m e c r o y a n c e au succds q u i s o u t i e n t l e s i n v e n t e u r s e t l e u r donne l e courage d ' a l l e r en avant dans l e s f o r e t s (58) v i e r g e s du pays des d e c o u v e r t e s . " En f a i t , l a f o r e t pour l u i se c a n t o n n e r a a q u e l q u e s rues d'Angouleme e t de l'Houmeau, son f a u b o u r g . L ' e x i g u i t e de ce t e r r i t o i r e n'em-peche pas l ' a u t e u r d'evoquer l e s d e d a l e s d'une f o r e t s i n g u -l i e r e , semee d'embuches e t de t r a q u e n a r d s , avec ses c h a s s e u r s e t ses c h a s s e s . Une m u t a t i o n brusque v i e n t de s ' o p e r e r dans l a q u a l i t e de l ' e s p a c e du r e c i t . L'atmosphere de S p l e n d e u r s  e t m i s e r e s des c o u r t i s a n e s se t r o u v e d e j a l a en p u i s s a n c e , a i n s i que dans l a scene de l a t e n t a t i o n de l a d e r n i e r e p a r t i e . C e t t e ambiance de " p e t i t e g u e r r e " c o n v i e n t a l ' a u t e u r . I I adore demontrer devant ses l e c t e u r s e t s u r t o u t ses l e c -t r i c e s l e s mecanismes s u b t i l s q u i p r e s i d e n t a l a marche des (56) (57) (58) Les S o u f f r a n e e s de 1 ' i n v e n t e u r , I b i d . , S e u i l I I I , 559, b. I b i d . , S e u i l I I I , 567, b. S e u i l I I I , 550, a. - 50 -a f f a i r e s . On pe u t se demander s i c ' e s t de bonne f o i ou avec un g r a i n de m a l i c e q u ' i l p r o c l a m e : " I c i , l e s l o n g u e u r s v o n t p a r a i t r e c o u r t e s . Q u a t r e - v i n g t - d i x l e c t e u r s s u r c e n t s e r o n t a f f r i o l i s p a r l e s de-t a i l s s u i v a n t s comme p a r l a nouveaute l a p l u s p i q u a n t e " ... ou e n c o r e : " M a i n t e n a n t , vous tous q u i , p a r des r a i s o n s q u e l c o n q u e s , o u b l i e z de f a i r e honneur a vos engagements l§gaux ..." (59) En t o u t cas c e t t e c o n v i c t i o n r e e l l e ou s i m u l i e du n a r r a t e u r n ' e s t pas n e c e s s a i r e m e n t c o n t a g i e u s e ; l e s d i f f i c u l t e s dans l e s q u e l l e s D a v i d se debat ne f o n t pas o u b l i e r L u c i e n . A c e l a i l y a p l u s i e u r s r a i s o n s . D'abord l e s deux l e t t r e s q u i sement l a p e r t u r b a t i o n , l'une chez D a v i d , 1'autre chez s a femme. L a p r e m i e r e , de L u c i e n , q u i annonce a son beau-f r e r e 1'Emission i l l i g a l e e t l a mise en c i r c u l a t i o n de t r o i s b i l l e t s a. o r d r e q u i c a u s e r o n t l a r u i n e du menage; l a seconde i c r i t e p a r d'Arthez a l a demande d'Eve, q u i d g t r u i t i r r e -mediablement l e s d e r n i e r e s i l l u s i o n s que c e l l e - c i p o u v a i t c o n s e r v e r s u r son. f r e r e . E n s u i t e , l e f a i t meme que c e t t e p a r t i e du l i v r e e s t en a n a l e p s e , e t , q u ' a i n s i i l e s t d i f f i -c i l e pour l e l e c t e u r de ne pas c o n s e r v e r dans son s o u v e n i r 1'image de L u c i e n a t t e n d a n t anxieusement au m o u l i n des C o u r t o i s l e r i s u l t a t des n e g o c i a t i o n s du c u r e avec s a f a m i l l e . Les t r e n t e - s i x pages de l a d e r n i e r e p a r t i e r e m e t t e n t L u c i e n dans l e c o u r a n t de 1 ' a c t i o n , e t l ' h e u r e u s e f i n des (59) Les S o u f f r a n e e s de l ' i n v e n t e u r , S e u i l I I I , 562, b, e t 563, b. - 51 -e n n u i s du c o u p l e David-Eve, f a i t d i r e a c e t t e d e r n i e r e , s ' a d r e s s a n t 3. P e t i t - C l a u d , 1'homme de l o i : "Nous ne sommes pas intiress§s mo n s i e u r , nous vous r e m e r c i o n s de nous a v o i r d o n n i l e s moyens du bonheur. " ^ ° ^ Ce denouement, en nous r a s s u r a n t d i f i n i t i v e m e n t s u r l e s o r t de ces br a v e s gens, nous permet de r e p o r t e r t o u t e n o t r e a t t e n t i o n s u r L u c i e n . Or c e l u i - c i , q u i s e m b l a i t e t r e a r r i v e aux d e r n i e r e s l i m i t e s de ses p o s s i b i l i t i s , r e p a r t pour une n o u v e l l e c a r r i e r e completement i n a t t e n d u e . L ' e t r a n g e r e n c o n t r e q u ' i l v i e n t de f a i r e s u r l a g r a n d ' r o u t e ; l e s h u i t pages du l i v r e des S o u f f r a n c e s de l ' i n v e n t e u r c o n s a c r e e s a l a scene de l a t e n -t a t i o n dans l a q u e l l e B a l z a c d e p l o i e l e m e i l l e u r de son t a l e n t ; 1 ' a c c e p t a t i o n f i n a l e du p a c t e p a r l e "Mon p e r e , j e s u i s a vous" du jeune homme subjugue, r e l a n c e n t n o t r e heros dans une a u t r e d i m e n s i o n , c e l l e de l ' i n s o l i t e e t du mythe dont p a r l e G. P i c o n . Le c r e a t e u r t i e n t une de ces c r e a t u r e s q u i l u i p e r m e t t e n t de f a i r e donner l e g r a n d - j e u de son i m a g i n a t i o n c r e a t r i c e ; i l ne l a l a c h e r a pas de s i t o t . Comme l e s o u l i g n e P e t i t -C l a u d , "ce n ' e s t pas un poete ce g a r c o n - l a , c ' e s t un roman (62) c o n t i n u e l . " Le l e c t e u r a t t e n d avec c u r i o s i t e l a s u i t e (60) Les S o u f f r a n c e s de l ' i n v e n t e u r , S e u i l I I I , 615, b. (61) I b i d . , I I I , 607, b. (62) I b i d . , I I I , 610, b. - 52 -des a v e n t u r e s de L u c i e n , e t e l l e l u i e s t promise p a r l a d e r n i e r e p h r a s e d ' I 1 l u s i o n s p e r d u e s : "Quant a L u c i e n , son (63) r e t o u r a P a r i s e s t du domaine des Scenes de l a V i e p a r i s i e n n e . Nous avons d e j a d i t comment l e l i e n e n t r e l e s deux romans, g r a c e au personnage de L u c i e n , e t a i t a v ere p a r 1'etude de l a genese de 1'oeuvre. Nous venons de v o i r que 1 1 atmo-sphere spSciale, que chacun se p l a i t a a c c o r d e r a S p l e n d e u r s  e t m i s e r e s des c o u r t i s a n e s , impregne c e r t a i n e s p a r t i e s du t r o i s i e m e l i v r e d ' I l l u s i o n s p e r d u e s , non seulement dans l a scene de l a t e n t a t i o n , mais a u s s i dans l'Angouleme des C o i n t e t , P e t i t - C l a u d e t C e r i z e t . G. P i c o n a r a i s o n de s o u l i g n e r 1'importance du p a c t e d i a b o l i q u e q u i l i e m a i n t e n a n t L u c i e n a V a u t r i n . En l'empechant de se s u i c i d e r e f f e c t i v e -ment, l ' a n c i e n f o r c a t r e n d l ' a n c i e n poete "non a l a v i e mais a une s u r v i e , non au monde mais a un s u r - m o n d e . " P o u r b i e n comprendre l a p o r t e e de c e t €vinement i l f a u t se r a p p e l e r que l a r e a l i t e , s e l o n B a l z a c , englobe t o u t un systeme d 1 e x p l i -c a t i o n du monde q u i p a r t des e f f e t s p our remonter aux causes (65) e t a b o u t i r aux p r i n c i p e s . C ' e s t ce que F e l i x D a v i n , au nom de l ' a u t e u r de L a Comedie humaine, expose dans s a p r e f a c e (63) Les S o u f f r a n e e s de l ' i n v e n t e u r , S e u i l I I I , 616, b. (64) G. P i c o n , "Les I.P. ou l ' e s p i r a n c e r e t r o u v i e " , o p . c i t . , p. 61. (65) S u r t o u t e c e t t e q u e s t i o n v o i r H e n r i Evans, L o u i s Lambert  e t l a p h i l o s o p h i e de B a l z a c ( P a r i s : C o r t i , 19 5 1 ) , notamment l a 3 e p a r t i e (IV) "La s c i e n c e de D i e u " . - 53 -aux Etudes p h i l o s o p h i q u e s ; "... quand l e s Etudes de moeurs au r o n t p e i n t l a s o c i e t e dans tous ses e f f e t s , l e s Etudes  p h i l o s o p h i q u e s en c o n s t a t e r o n t l e s c a u s e s , e t l e s Etudes  a n a l y t i q u e s en c r e u s e r o n t l e s p r i n c i p e s ' . " C e t t e t h i o r i e n ' e s t pas t o u j o u r s f a c i l e a s u i v r e dans ses d e t a i l s , e l l e n ' e s t qu'un r e f l e t des d o c t r i n e s b i z a r r e s en vogue au debut du 19 s i e c l e , e t q u i p e r m e t t a i e n t a B a l z a c e t a b i e n d ' a u t r e s de se r a s s u r e r p h i l o s o p h i q u e m e n t . I I n'empeche q u ' e l l e s ' e s t r e v e l e e feconde s u r l e p l a n de l a c r e a t i o n a r t i s t i q u e p u i s q u ' e l l e a p e r m is de donner l ' e s s o r a de nombreux mythes l i t t e r a i r e s ou de l e s f a i r e r e v i v r e . C ' e s t p r e c i s e m e n t l e domaine des c a u s e s , ce sur-monde ou V a u t r i n se c l a s s e ( i l s e r a i t p l u s e x a c t de d i r e ce sous-monde), q u i r e p r e s e n t e pour B a l z a c l a p a r t i e l a p l u s c a p t i -v a n t e de l a " r e a l i t e " . Pour l u i , i l n'y a pas d ' i n t e r r u p t i o n e n t r e ces d i f f i r e n t s mondes mais seulement une h i e r a r c h i e que c e r t a i n s i n d i v i d u s ont l a f a c u l t e de p a r c o u r i r . "Vous v e r r e z , i c r i t - i l a madame Hanska, s i l a c o r r u p t i o n de 1'abbe e s p a g n o l n ' e t a i t pas n e c e s s a i r e pour a r r i v e r a l ' o e u v r e de L u c i e n a P a r i s , f i n i s s a n t p a r un e p o u v a n t a b l e s u i c i d e . L u c i e n a s e r v i de f i l pour p e i n d r e l e j o u r n a l i s m e . I I r e s e r t pour p e i n d r e l a c l a s s e p i t t o r e s q u e des f i l l e s (66) F e l i x D a v i n , " P r e f a c e aux Etudes p h i l o s o p h i q u e s " , S e u i l V I , 706, a. - 54 -" e n t r e t e n u e s : l a c o r r u p t i o n de l a c h a i r , l a c o r r u p t i o n de 1 ' e s p r i t . " (67) Le r o m a n c i e r ne p e u t se p a s s e r de ces truchements c a r , s ' i l e s t un e t r e p r i v i l i g i i p a r l e f a i t q u ' i l r e s t e l e m a i t r e de son d i s c o u r s , i l r e s t e i m p u i s s a n t a l ' i n t e r i e u r de l ' e s p a c e du r e c i t . "On ne peut guere p i n i t r e r dans l e c o r p s s o c i a l dogmatiquement, a l a f a c o n d'un t r a i t i de Dalembert s u r l e g o u t , a v o u e - t - i l , i l f a u t b i e n a l l e r dans l e s p r i s o n s e t dans l e s p r o f o n d e u r s de l a j u s t i c e , mene p a r un c r i m i n e l ..." (68) C'es t ce q u i e x p l i q u e , e t a n t donne l e s o u c i de " t o t a l i t e " chez B a l z a c , s a p r e d i l e c t i o n pour des personnages comme V a u t r i n q u i l u i p e r m e t t e n t de g l i s s e r d'un monde §. 1'autre sans d e r o g e r a l a l o g i q u e du r e c i t . Mais j u s t e m e n t , des e t r e s comme V a u t r i n ont b e s o i n , pour i n t e r v e n i r dans l e monde des e f f e t s , d ' i n s t r u m e n t s du genre de L u c i e n . Au debut d ' I l l u s i o n s perdues Madame Chardon e t s a f i l l e , D a v i d S e c h a r d e t L o u i s e de B a r g e t o n a v a i e n t a u s s i b e s o i n de L u c i e n pour r i a l i s e r l e u r s r e v e s . I l s r e s t a i e n t t o u t e f o i s dans l e monde des e f f e t s , de ce c o t e - c i de l ' h i s t o i r e ; l ' h i s t o i r e " o f f i c i e l l e " , s e l o n V a u t r i n , c e l l e "qu'on e n s e i g n e " , (67) L e t t r e s a. madame Hanska, o p . c i t . , P i e r r o t , tome 2, pp. 373-374. (6 8) H. de B a l z a c , p r e f a c e de l a p r e m i e r e e d i t i o n de S p l e n d e u r s e t m i s e r e s des c o u r t i s a n e s , S e u i l I V , 603, - 55 -" i ' H i s t o i r e ad usum d e l p h i n i " . pour ce d e r n i e r p e r s o n -nage l a s i t u a t i o n e s t d i f f i r e n t e , i l se t i e n t a u - d e l a , au s e i n de " I ' H i s t o i r e s e c r e t e , o i l s o n t l e s v e r i t a b l e s causes des e V e n e m e n t s " , dans une sphere ou l e s mecanismes q u i f o n t mouvoir l a s o c i e t y s o n t e n t i e r e m e n t d e v o i l e s e t c o m p r i s . L a s i t u a t i o n e s t analogue a c e l l e du r o m a n c i e r dans l ' e s p a c e du d i s c o u r s ; pour p r o f i t e r de son s a v o i r V a u t r i n d o i t s ' i n -c a r n e r , s ' e t a b l i r dans l e monde des e f f e t s pour e t r e a l a f o i s e f f e t e t cause. Theme du demiurge, du c r e a t e u r , e t , en d e f i n i t i v e comme on l e v o i t , de 1'auteur. Dans ce c o n t e x t e , l a r e u n i o n de deux i n d i v i d u s c o m p l i -m e n t a i r e s pour a t t e i n d r e un espace p l u s complet ne p e u t r e s s o r t i r au mythe de 1'androgyne. Ce mythe p l a t o n i c i e n s o u t i e n t en e f f e t un d e s i r d ' e n v o i , une a n n i h i l a t i o n de 1 ' i n d i v i d u a l i t y dans l e m y s t i c i s m e . S i B a l z a c s ' e s t j a m a i s l a i s s i t e n t e r p a r c e t t e p e r s p e c t i v e , c ' e s t dans S e r a p h i t a q u ' i l f a u t en c h e r c h e r l a t r a c e ou dans q u e l q u e s b r e v e s en-v o l e e s sans lendemain a 1 ' o c c a s i o n des amours heureuses de ses personnages. Dans S p l e n d e u r s e t m i s e r e s des c o u r t i s a n e s 1 ' o p e r a t i o n e s t i n v e r s e : l e b u t e s t de s ' i n s t a l l e r dans l e c o n c r e t , de d e v e n i r m a i t r e du royaume de ce monde. L'abbe H e r r e r a e s t d i c r i t comme: < 6 9) Les S o u f f r a n c e s de l ' i n v e n t e u r , S e u i l I I I , 602, a. (70) I b i d . , I I I , 602, a. - 56 -"Ce personnage i g n o b l e e t g r a n d , o b s c u r e t c e l e b r e , d evore s u r t o u t d'une f i e v r e de v i e , [ q u i ] r e v i v a i t dans l e c o r p s E l e g a n t de L u c i e n dont l'ame e t a i t devenue l a s i e n n e . " (71) Image d'un cr§ateur q u i r e s s e n t l e b e s o i n d ' i n f o r m e r une c r e a t u r e e t non pas image de l a c r e a t u r e q u i a s p i r e a se p e r d r e dans l ' a b s o l u . A u s s i l e s p e r i p e t i e s de S p l e n d e u r s e t m i s e r e s des c o u r t i s a n e s , s i e l l e s nous r e m e t t e n t dans l e monde t u m u l t u e u x p a r i s i e n , l e f o n t - e l l e s c e t t e f o i s - c i a p a r t i r d'un a u t r e n i v e a u , c e l u i ou se t i e n t V a u t r i n . P a r m i (72) l e s " i n t e n t i o n s n o u v e l l e s " dont p a r l a i t Adam i l y a u r a done c e l l e de p e i n d r e encore une f o i s c e t t e s o c i e t i p a r i -s i e n n e aux m u l t i p l e s f a c e s , q u i f a s c i n e t a n t l e s a m b i t i e u x , mais a p a r t i r du monde des ca u s e s . Apres 1 ' e x p l o r a t i o n t o u t e de s u r f a c e de l ' e s p a c e d ' I l l u s i o n s p e r d u e s , l e deuxieme roman nous i n t r o d u i t dans une a u t r e d i m e n s i o n de l ' e s p a c e , c e l l e de l a p r o f o n d e u r . B a l z a c ne s'en t i e n d r a pas t o u j o u r s a c e t t e p e r s p e c t i v e ; i l e c r i t a madame Hanska: "Vous l i r e z l ' e t r a n g e comedie d ' E s t h e r . J e vous l ' e n v e r r a i b i e n c o r r i g i e e t vous v e r r e z un monde p a r i s i e n q u i vous e t a i t e t vous s e r a t o u j o u r s i n c o n n u , b i e n a u t r e que l e f a u x P a r i s des (71) Comment aiment l e s f i l l e s , S e u i l I V , 306, b. (72) A. Adam, I n t r o d u c t i o n 1 S p l e n d e u r s e t m i s e r e s des  c o u r t i s a n e s , o p . c i t . , p. x. - 57 -(73) "Mysteres e t constamment comique ..." Le l i v r e dont i l e s t q u e s t i o n i c i , en 1844, e s t l e deuxieme du roman, e t s ' i n t i t u l e : A combien 1'amour r e v i e n t aux  v i e i l l a r d s , t i t r e q u i , p a r lui-meme, r e c e l e une i n t e n t i o n comique. B a l z a c a t o u j o u r s i t e h a n t i p a r l e g e n i e de M o l i S r e e t i n t e r e s s i p a r l e t a l e n t de La B r u y e r e ; l a s o i r e e chez madame de B a r g e t o n , l e s d i v e r s banquets p a r i s i e n s du roman p r e c e d e n t en son t l a preuve. Cependant dans ce passage de l e t t r e on peut e t r e s u r p r i s p a r l ' a d v e r b e "constamment", q u i v i e n t r e n f o r c e r 1 ' a d j e c t i f "comique", quand on apprend que l ' a v e n t u r e se t e r m i n e p a r l e s u i c i d e d ' E s t h e r e t l a doubl e a r r e s t a t i o n d ' H e r r e r a e t de son p r o t i g g . Ce que B a l z a c a probablement dans 1 ' e s p r i t c ' e s t l e bon t o u r j o u e 3 ce pauvre Nucingen, avec ses p i l u l e s a p h r o d i s i a q u e s e t ses e s p o i r s "constamment" d i c u s . On ne peut n i e r 1 ' e x i s t e n c e d'Episodes comiques dans Comment aiment l e s f i l l e s e t sa s u i t e A combien 1'amour  r e v i e n t aux v i e i l l a r d s . T o u t e f o i s , e t c ' e s t un b i e n pour l e roman, 1 ' a c t i o n se s i t u e a un a u t r e n i v e a u que l e vaude-v i l l e . Le l e c t e u r du p r e m i e r de ces l i v r e s a p e r c o i t , en f i l i g r a n e , l e h e u r t de deux p a s s i o n s , l a r i v a l i t e mythique de deux a b s o l u s : 1'amour de D i e u pour sa c r e a t u r e , e t l a j a l o u s i e de D i e u l o r s q u e ses c r e a t u r e s s ' a v i s e n t de s'aimer e n t r e e l l e s e t de l ' o u b l i e r . C'est l ' h i s t o i r e sans age de (73) L e t t r e s a madame Hanska, E d i t i o n P i e r r o t , I I , 373, l e t t r e du 6 f e v r i e r 1844. - 58 -l a C r e a t i o n en t r a i n de s'^chapper des mains du C r e a t e u r , e t l ' e f f o r t de c e l u i - c i pour c o r r i g e r l a s i t u a t i o n . I l n ' e s t que de r e l i r e t o u t 1 1 e x t r a o r d i n a i r e e p i s o d e i n t i t u l e " "La (74) c o n f e s s i o n d'un r a t " pour s'en p e r s u a d e r . E t s i l ' o n o b j e c t e que l e c r i a t e u r i c i e s t l e repr§sentant du M a i , c e l a t ne change r i e n au schema c a r l a t e n t a t i v e surhumaine de V a u t r i n c ' e s t de d e v e n i r l e m a i t r e de l ' e s p a c e des e f f e t s , c'est-S-dire de l a c r e a t i o n , p a r un p o u v o i r a b s o l u s u r l a c r e a t u r e symbolique q u ' i l s ' e s t c h o i s i e , a p a r t i r d'une p o s i t i o n t r a n s c e n d e n t a l e i n v e r s e e , l a p r o f o n d e u r . L'amour t o t a l e n t r e deux e t r e s e s t p e u t - e t r e l a s e u l e e x p e r i e n c e q u i permette a l a c r e a t u r e de s ' a f f r a n c h i r de l a t r a n s c e n d a n c e . Du meme coup, l a s u i t e des deux l i v r e s s ' g c l a i r e ; l e f a u x e c c l i s i a s t i q u e n'aura de ces s e q u ' i l n ' a i t r§duit 1*amour L u c i e n - E s t h e r d'un a b s o l u a un r e l a t i f . D'ou l e s manoeuvres s u i v a n t e s q u i a b s o r b e n t t o u t e son e n e r g i e , p o u r t a n t c o n s i d e r a b l e , e t l e menent, sans q u ' i l y prenne g a r d e , au b o r d de l a r u i n e f i n a n c i e r e : - M i s e au couvent d ' E s t h e r , pour t r a n s f o r m e r un e t r e l i b r e en une c r e a t u r e soumise, - U t i l i s a t i o n du temps, ( " C h a p i t r e ennuyeux c a r i l e x p l i q u e q u a t r e ans de bonheur") ( 7 5 ) , pour p r o v o q u e r l a s a t i e t e e t 1'ennui chez L u c i e n , (74) Comment aiment l e s f l l l e s , S e u i l I V , 287 - 289. (75) I b i d . , I V , 301. - 59 -- Compromission et engagement systematique de Lucien dans l'entreprise de perversion de cet amour: "Dou§ du genie de l a corruption Vautrin d i t r u i s i t l'honneteti de Lucien en l e plongeant dans des n i c e s s i t i s c r u e l l e s et en l'en t i r a n t par des consentements t a c i t e s a des actions mauvaises ou infames." (76) Par exemple l a substitution de " l a plus b e l l e f i l l e de Londres" a Esther pour duper l e baron de Nucingen proyoque cette reaction de Lucien: "Mais s i Nucingen l a p r e f e r a i t a Esther ...?". On comprend 1 1 ex-plosion de triomphe de Vautrin: "Ah, t'y v o i l a venu ... Tu as peur aujourd'hui de ne pas v o i r s'accomplir ce qui t ' e f f r a y a i t tant h i e r . " (77) Vautrin n'est pas seulement l'homme en guerre contre l a societe, i l est aussi le Dieux jaloux qui d o i t l u t t e r pour conserver l a base indispensable 3 sa raison d'etre. En l i s a n t cet Episode sous cet angle, i l est alors f a c i l e de v o i r que Lucien demeure constamment l'enjeu de l a lu t t e . Le f a i t q u ' i l ne s o i t plus un individu mais un sym-bole aisement c l a s s i f i a b l e dans l a mythologie de notre culture importe peu pour notre propos. Lucien demeure interessant parce q u ' i l est encore, comme dans le premier roman, le moyen pour chacun, protagonistes de l ' h i s t o i r e , auteur et peut-etre lecteur, d'agir sur une r e a l i t e f i c t i v e et done de rester maitre de sa "distance i n t e r i e u r e " n • ^  (78) p a r t i c u l i e r e . (76) Comment aiment Tes f i l l e s , S e u i l IV, 307 r b. (77) Ibid . , IV, 323, a. (78) C'est Capraja, personnage fantasque de Massimila Doni qui v o i t dans les arts: "La c o l l e c t i o n des moyens par lesquels l'homme peut mettre en lui-meme l a nature exterieure d'accord avec une merveilleuse nature, q u ' i l nomme l a v i e i n t i r i e u r e ..." dans Massimila Doni, S e u i l VI, 56 3, a. - 60 -La meme argumentation nous s e r v i r a pour j u s t i f i e r 1'appartenance a un cycle de Rubempri du l i v r e suivant: Ou menent les mauvais chemins. Pourtant le dibut de ce l i v r e nous plonge dans un univers tres d i f f e r e n t de c e l u i des deux l i v r e s precedents: "Le lendemain, a s i x heures, deux voitures menies en poste et appelies par l e peuple dans sa langue energique des paniers a salade s o r t i r e n t de l a Force, pour se d i r i g e r sur l a Concier-gerie au Palais de J u s t i c e . " (79) Les lecteurs comprennent que ces deux voitures transportent respectivement Jacques C o l l i n et son protege. Les v o i l a desormais coupis de l'espace de l a S o c i i t e parisienne que leur association t e n t a i t de conquirir et de s ' a s s u j e t t i r ; et, comme l e souligne l e narrateur, "Cette absolue separation, s i simplement obtenue entre le monde entier et le prevenu, cause un renversement complet dans ses f a c u l t i s , une prodi-gieuse prostration de 1'esprit. " Les peripeties de cette nouvelle phase des aventures de Splendeurs et miseres des courtisanes s'epurent et tendent vers l a s i m p l i c i t y du mythe. La foule g r o u i l l a n t e de Paris s'eloigne de l a scene, 1*action s'enferme insensiblement dans 1'enceinte de l a Conciergerie. Ce mouvement de schematisation converge sur deux poles: Jacques C o l l i n , "cette figure du (79) 05 menent les mauvais chemins, S e u i l IV, 380, a. (80) I b i d . , S e u i l IV, 382, b. - 61 -(81) p e u p l e en r i v o l t e c o n t r e l e s l o i s . , e t l a J u s t i c e dans l ' e x e r c i c e de ses f o n c t i o n s , (Camusot, M o n s i e u r de G r a n v i l l e ) , e t l ' a p p a r e i l de s a f o r c e ( l a p o l i c e e t ce b a t i m e n t de l a (82) C o n c i e r g e r i e : " l e b e r c e a u de P a r i s ' , dont "aucune e x p r e s s i o n ne p e u t d i p e i n d r e l a f o r c e des m u r a i l l e s e t des (83) v o u t e s •). • L'on v o i t a i n s i se d e s s i n e r l a l u t t e e n t r e l ' a n c i e n chaos e t l ' e s p a c e o r g a n i s e ou cosmos, l e s deux p r i n -c i p e s q u i e t a i e n t d e j a aux p r i s e s dans l ' e p o p i e e t l a trag.edie a n t i q u e , e t que l ' a u t e u r c o n s i d e r e t o u j o u r s en t r a v a i l dans l a s o c i e t e moderne. I I d i c r i t m i n utieusement l e micanisme de l a j u s t i c e , c e t t e s t r u c t u r e e s s e n t i e l l e du cosmos, en l u i donnant t o u s l e s a t t r i b u t s de l ' a n c i e n n e N e c e s s i t e : "Ou l ' o n v o i t que l a j u s t i c e e s t e t d o i t e t r e sans c o e u r " , t i t r e un e p i s o d e . P a r a i l l e u r s l e l i v r e s u i v a n t t e n t e d ' a s s o c i e r , d'une maniere q u i a u r a i t pu choquer J . J . Rousseau, 1 ' i d i e de n a t u r e a c e l l e de d i s o r g a n i s a t i o n e t de v i c e : "La p r o s t i t u t i o n e t l e v o l , a f f i r m e B a l z a c , s o n t deux p r o t e s t a t i o n s v i v a n t e s , male e t f e m e l l e , de l ' i t a t n a t u r e l c o n t r e l ' i t a t s o c i a l . " (85) L ' e t a t de n a t u r e e t 1 ' e t a t de s o c i e t e semblent done (81) Ou menent l e s mauvais chemins, S e u i l I V , 394, b. (82) I b i d . , S e u i l I V , 385, a. (83) I b i d . , S e u i l I V , 386, b. (84) I b i d . , S e u i l I V , 406. (85) La D e r n i e r e I n c a r n a t i o n de V a u t r i n , S e u i l I V , 432, a. - 62 -representer pour 1'auteur de Splendeurs et miseres des  courtisanes les deux aspects de l a r e a l i t e . Leur antagonisme est l a transposition sur le plan g i n i r a l de l a contradiction fondamentale qui oppose 1 1 i n d i v i d u dans son desir d'etre et le m i l i e u qui l'entoure. Dans ce contexte d'affrontement l a passion amoureuse apporte l a perturbation qui risque de fausser le micanisme sur lequel repose 1'ordre du monde, et en meme temps le seul espoir pour l'homme de b r i s e r l a Neces-s i t y . Les seules fautes de tactique commises par Jacques C o l l i n sont dues a son amitie excessive pour Lucien, et les e f f o r t s du juge Camusot sont r i d u i t s a n§ant par les e f f e t s de l a passion de madame de S i r i s y pour le meme jeune homme. La passion amoureuse est une fai b l e s s e dans le monde inexorable qui est l e n6tre, mais en meme temps e l l e fonde l a dignite de l'homme. Jacques C o l l i n , souligne Balzac, "en qui se resument l a v i e , les forces, l ' e s p r i t , les passions du bagne, et qui vous en presente l a plus haute ex-pression, n ' e s t - i l pas monstrueusement beau par son attachement digne de l a race canine envers c e l u i dont i l f a i t son ami?" (86) C'est l a meme passion qui donne toute son humaniti a un per-sonnage comme monsieur de Grandville, alors que sa "vertueuse" (87) femme est severement jugee dans La Comedie humaine (86) La Derniere Incarnation de Vautrin, S e u i l IV, 425, a. (87) Voir Une double familie et Une f f i l e d'Eve, S e u i l I. I I f a u t done l i r e l e t r o i s i e m e l i v r e dans l a p e r s p e c t i v e de l a p a s s i o n amoureuse e t de 1 ' a m i t i g a b s o l u e . La conse-quence de t o u t c e c i c ' e s t que L u c i e n r e s t e encore au c e n t r e de l ' h i s t o i r e . T o u t e f o i s , e t nous l e savons d e p u i s l e debut du second roman, i l n ' a p p a r t i e n t p l u s lui-meme au monde des i n d i v i d u s f o r t e m e n t e t a b l i s dans l e c o n c r e t , a u x q u e l s l e s l e c t e u r s peuvent s ' i d e n t i f i e r . L u c i e n e s t d e p u i s longtemps passe" au r a n g de symbole; i l a l e s t a t u t de ces hommes-recit (88) dont p a r l e Todorov , e ' e s t - a - d i r e q u ' i l n ' e s t p l u s que l e p r i t e x t e a p o u r s u i v r e une d e m o n s t r a t i o n ou a d e v e l o p p e r une s e r i e d ' a v e n t u r e s . L a l e t t r e u l t i m e q u ' i l a d r e s s e a 1' abbe" C a r l o s H e r r e r a l e prouve b i e n . S i l ' o n a c c e p t e de l ' i t u d i e r sous c e t a n g l e , l a j u s t e c r i t i q u e de A. Adam a l ' e g a r d de son s t y l e p e r d de son i m p o r t a n c e , e t i l n'y a p l u s l i e u d ' e t r e s c a n d a l i s e " p a r " l a faussete" de t o n s i c i r i a n t e , d'une eloquence (89) s i c r u e l l e m e n t d i p l a c e e , q u ' e l l e o f f r i r a i t . C e r t e s on ne p e u t s o u s c r i r e a un passage t e l que c e l u i - c i : "Tu m'as f a i t v i v r e de c e t t e v i e g i g a n -t e s q u e , e t j ' a i b i e n mon compte de 1 " e x i s t e n c e . A i n s i , j e p u i s r e t i r e r ma t e t e des noeuds g o r d i e n s de t a p o l i t i q u e , pour l a donner au noeud c o u l a n t de ma c r a v a t e . " (90) (88) T z v e t a n Todorov, P o i t i q u e de l a p r o s e ( S e u i l , 19 7 1 ) , p. 87. (89) A n t o i n e Adam, " I n t r o d u c t i o n a S.M.C.", o p . c i t . , p. x x v i . (90) Ou menent l e s , mauvais chemins, S e u i l I V , 417, a. - 64 -C e l a d i p a s s e l e mauvais gout e t meme e s t franchement r i d i c u l e ( S a i n t e - B e u v e n 1 a v a i t pas tous l e s t o r t s ) . I I f a u t p o u r t a n t b i e n v o i r que L u c i e n n ' e s t p l u s qu'un p i o n e n t r e l e s mains de l ' a u t e u r e t de C o l l i n , quand ce d e r n i e r p eut surmonter s a p a s s i o n . A u s s i , ce n ' e s t pas au jeune homme, dans une s i t u a t i o n p a r t i c u l i e r e e t cOmbien d r a m a t i q u e , q u ' i l f a u t i m p u t e r c e t t e r h i t o r i q u e d outeuse; l ' a u t e u r , complaisamment occupe 1 demonter devant ses l e c t e u r s l e mecanisme des causes q u i f o n t mouvoir (91) son u n i v e r s e t , p e n s e - t - i l , l e monde, e s t s e u l coupable i c i . B a l z a c s a i t rarement se s o u t e n i r au n i v e a u du s u b l i m e ; que de f o i s a -t-on pu d e p l o r e r une chute de t e n s i o n malheureuse dans un e n d r o i t q u i a u r a i t e x i g e l e s t y l e s o u t e n u . Les p l u s f e r -v e n t s a d m i r a t e u r s de L a Comedie humaine o n t p r i s l e p a r t i d'en r i r e . M a i s , meme r i d u i t a l ' i t a t de p r e t e x t e , L u c i e n demeure e s s e n t i e l pour l a c o n f r o n t a t i o n de deux mondes e t l e u r s e u l e chance de t r o u v e r une base d ' a c c o r d . Son s u i c i d e d e v r a i t m e t t r e f i n a S p l e n d e u r s e t m i s e r e s des c o u r t i s a n e s ; nous savons cependant q u ' i l n'en e s t r i e n . A l a q u e s t i o n : L u c i e n d i s p a r a i t - i l v r a i m e n t a l a f i n du t r o i s i e m e l i v r e ? i l f a u t r e p o n d r e : n u l l e m e n t . (91) C i t o n s i c i l a r e a c t i o n de P r o u s t , t o u j o u r s a propos de c e t t e meme l e t t r e : " L u c i e n p a r l e t r o p , comme B a l z a c , e t i l c e s s e d ' e t r e une personne r i e l l e d i f f e -r e n t e de t o u t e s l e s a u t r e s . " Dans C o n t r e S a i n t e - B e u v e ( P a r i s : N.R.F., " C o l l e c t i o n I d e e s " , 1954), p. 241. - 65 -Comme nous l'avons signale, l'auteur prend soin de souligner l a necessite logique de l a suite i n t i t u l e e : La Derniere Incarnation de Vautrin; "Cette Etude, d£ja s i considerable, p a r a i t r a i t inachevee, ecourtie, s i le denouement de cette vie criminelle n'accompagnait pas l a f i n de Lucien de Rubempri. Le p e t i t epagneul mort, on se demande s i son t e r r i b l e compagnon, s i l e l i o n v i v r a ! " (92) De f a i t , ce dernier l i v r e est encore tout imprigne de l a presence du jeune homme. L'agonie par laquelle passe Vautrin en apprenant l a mort de son protege; sa lecture, sans notre i r o n i e de lecteur exterieur au drame, de l a fameuse l e t t r e d'adieu, dont le texte nous est presente pour l a seconde f o i s ; l a v e i l l e e funebre seul a seul avec l e cadavre, dans l a c e l l u l e des p i s t o l e s ; 1'enterrement au Pere-Lachaise, tous ces evenements sont autant de meditations "en action" sur 1'amitie et 1'amour. La remarque de madame d'Espard sur Lucien: " C e t a i t un ( 9 3 ) sot et un impertinent" , a laquelle on pourrait souscrire en toute o b j e c t i v i t y , reprisente l e point de vue c r i t i q u e invulnerable a l a passion. Le narrateur ne s'y arrete pas, et, en depit de l a veulerie de Lucien et du caractere ignoble de Vautrin, i l s'efforce de nous entrainer par son r e c i t a (92) La Derniere Incarnation de Vautrin, S e u i l IV, 425, b. (93) Ib i d . , S e u i l IV, 449, b. - 66 -1 ' a c c e p t a t i o n de ce chant f u n e b r e a l a b e a u t i , entonne p a r l e f o r c a t d e vant l e p r o c u r e u r - g e n e r a l du Royaume: "... i g n o r e z - v o u s done que c ' e s t c e t i m b e c i l e de juge q u i nous l ' a t u e ? c a r vous l ' a i m i e z , mon L u c i e n , e t i l vous a i m a i t ! J e vous s a i s p a r coeur monsieur. Ce c h e r e n f a n t me d i s a i t t o u t l e s o i r , quand i l r e n t r a i t ; j e l e c o u c h a i s , comme une bonne couche son marmot, e t j e l u i f a i s a i s t o u t r a c o n t e r ... I I me c o n f i a i t t o u t , j u s q u ' a ses moindres s e n s a t i o n s ... Ah.' j a m a i s une bonne mere n'a tendrement aime son f i l s u n ique comme j ' a i m a i s c e t ange. S i vous s a v i e z ! l e b i e n n a i s s a i t dans ce coeur comme l e s f l e u r s se l e v e n t dans l e s p r a i r i e s ..." (94) S i t u a t i o n presque i n c r o y a b l e i P o u r t a n t , i l e s t s i g n i f i c a t i f que monsieur de G r a n d v i l l e ne m a n i f e s t e aucun etonnement e t semble meme a c c e p t e r l a p r e s e n t a t i o n e t l a q u a l i f i c a t i o n , pour l e moins c o n t e s t a b l e s , des f a i t s . Comment e x p l i q u e r c e t t e scene? Les deux a d v e r s a i r e s , s i b i e n a n c r i s chacun dans c e t t e m o i t i i du monde de l a r i a l i t i q u ' i l s r e p r e s e n t e n t , l e champion de l a s o c i e t i e t c e l u i de l ' i t a t de n a t u r e , peuvent e n f i n se r e j o i n d r e , au d e l a de l a morale e t de l a j u s t i c e de l e u r s deux domaines, dans l e s t e r r e s inconnues du r e v e , dans l ' e s p a c e p r i v i l e g i e de 1'amour. C e t t e scene demeure i n v r a i s e m b l a b l e mais e l l e a p p a r t i e n t , i t a n t d o n n i l a n a t u r e des perso n n a g e s , a l a l o g i q u e du r i c i t (94) L a D e r n i e r e I n c a r n a t i o n de V a u t r i n , S e u i l I V , 457-458. - 67 -p r o p r e a S p l e n d e u r s e t m i s e r e s des c o u r t i s a n e s . E l l e i l l u s t r e l ' g c h e c des personnages b a l z a c i e n s dans l ' e s p a c e de l a r i a l i t e ; L u c i e n , comme dans I l l u s i o n s perdues mais a un a u t r e n i v e a u , c o n c r e t i s e l e r e v e des a u t r e s ; i l e s t l ' e s p a c e d'un r e v e q u i t r a n s c e n d e l a r e a l i t e . Les humains, meme dans l e s romans, ne peuvent demeurer longtemps dans l e r e v e sans e n c o u r i r l e r i s q u e de v o i r l e u r i n d i v i d u a l i t y d i s p a r a i t r e . L ' a n c i e n f o r c a t a p p a r t i e n t en-c o r e t r o p b i e n a l a c a t g g o r i e des grands f a u v e s humains pour y e t a b l i r son s i j o u r sans r e t i c e n c e s . L ' e n t r e t i e n avec son ame damnge de t a n t e J a c q u e l i n e C o l l i n , l e montre b i e n : "-Eh b i e n . d i t - e l l e , t u t ' e s done l i v r e a l a Cigogne? -Oui -C ' e s t chanceux -Non, j e d e v a i s l a v i e a ce pauvre Theodore, e t i l a u r a sa g r a c e - E t t o i ? - M o i , j e s e r a i ce que j e d o i s e t r e . Je f e r a i t o u j o u r s t r e m b l e r t o u t n o t r e monde " (95) C'est c e t t e c o n t r a d i c t i o n d ' a i l l e u r s q u i rend V a u t r i n i n t e r e s s a n t malgre" c e r t a i n s a s p e c t s t r e s a l l g g o r i q u e s de son personnage. A. Adam nous s i g n a l e que l ' a u t e u r a v a i t i n i t i a l e m e n t p r Svu de redonner a Jacques C o l l i n l a f o r c e de v i v r e pour venger L u c i e n : "Un e t a t imprime de La P r e s s e t e r m i n a i t l e roman p a r c e t t e p h r a s e : 'Jacques C o l l i n e x e r c a ses f o n c t i o n s pendant e n v i r o n q u i n z e ans; i l s ' e s t r e t i r e en (95) La D e r n i e r e I n c a r n a t i o n de V a u t r i n , S e u i l IV, 471, a. - 68 -"1845 ... e t l e s l e c t e u r s de La Comgdie  humaine v e r r o n t q u e l f u t l e r i s u l t a t de son d u e l s o u t e r r a i n avec l e fameux C o r e n t i n . ' " (96) Ce n ' e s t qu'au d e r n i e r moment que B a l z a c a u r a i t supprim§ c e t t e p h r a s e de r e l a n c e , o c t r o y a n t a son personnage un repos sans h i s t o i r e s , comme i l l ' a v a i t d e j a f a i t pour D a v i d Sechard a. l a f i n d ' I l l u s i o n s p e r d u e s . L ' e f f a c e m e n t de l ' i n v e n t e u r d e v a i t p e r m e t t r e a l ' h i s t o i r e de L u c i e n de se d i v e l o p p e r dans t o u t e son. ampleur; l a r e n -t r e e de Jacques C o l l i n dans l e ra n g des a s s a g i s r e s s e m b l e beaucoup p l u s a une c a p i t u l a t i o n de l ' a u t e u r , c a r , en q u e l -ques l i g n e s , i l se d e b a r r a s s e sans r e t o u r de l'une de ses p l u s grandes c r e a t i o n s : V a u t r i n . L a t e n t a t i v e de V a u t r i n de p r e n d r e p o s s e s s i o n du monde a t r a v e r s l a p o s s e s s i o n de L u c i e n a u r a e t e l ' u l t i m e e f f o r t de l a c r e a t u r e r e V o l t i e c o n t r e s a c o n d i t i o n , avant 1 ' a n i a n t i s s e m e n t f i n a l de son i n d i v i d u a l i t y dans l e bonheur s e l o n l e monde. Cet echec p o r t e en s o i s a s i g n i f i c a t i o n . L a l e c t u r e g l o b a l e a l a q u e l l e nous venons de p r o c e d e r e s t , nous s e m b l e - t - i l , a s s e z d e t a i l l e e pour nous a u t o r i s e r a en t i r e r p l u s i e u r s enseignements. (96) A. Adam, o p . c i t . , " V a r i a n t e s a l ' e d i t i o n G a m i e r de S.M.C.", p. 739. - 69 -Tout d'a±iord, nous pensons q u ' e l l e permet d ' e t a b l i r l a p r i m a u t e de L u c i e n de Rubempre s u r l e s a u t r e s personnages: l ' h i s t o i r e , o b j e t du l o n g r e c i t q u i c o n s t i t u e l e s deux romans: I l l u s i o n s perdues e t S p l e n d e u r s e t m i s e r e s des  c o u r t i s a n e s , e s t b i e n c e n t r e e s u r ce h e r o s . Une t e l l e con-s t a t a t i o n s u f f i t pour que nous nous c r o y i o n s a u t o r i s e d e s o r -mais a p a r l e r du " c y c l e de Rubempre" r e l a t i v e m e n t a ces romans. E n s u i t e , c e t t e l e c t u r e met en l u m i e r e l a f o n c t i o n p r i n -c i p a l e du h§ros s u r l e s deux p l a n s generaux de l ' e s p a c e , o f f e r t s p a r l e t e x t e : c e l u i du monde que l ' o n r a c o n t e e t (97) c e l u i du monde d'ou l ' o n r a c o n t e . A l ' i n t e r i e u r du r e c i t l ' a c t i v i t i du h e r o s e s t , pour lui-meme ou pour ceux q u i g r a v i t e n t a u t o u r de l u i , 1 ' o c c a s i o n de t e n t e r de p a r v e n i r a un modus v i v e n d i avec l ' e s p a c e de l ' e x i s t e n c e . Au n i v e a u de l ' a u t e u r , l e s a v e n t u r e s de L u c i e n p r e n n e n t l a forme de 1'ex-p l o r a t i o n de l ' e s p a c e de l a r e a l i t e l a p l u s complete q u i a i t j a m a i s e t e t e n t e e p a r l e r o m a n c i e r dans une oeuvre p a r t i c u l i e r e . Le f a c t e u r espace e s t , p a r consequent p r i m o r d i a l dans l e s u r g i s s e m e n t de 1'oeuvre. C'est l u i q u i donne, a u - d e l a de l a d i v e r s i t e des c o n t e x t e s e t des v i s i o n s p a r t i e l l e s q u i (97) Nous t i r o n s c e t t e d i s t i n c t i o n de l ' e s s a i de Genette i n t i t u l e " D i s c o u r s du r e c i t , e s s a i de methode", F i g u r e s I I I ( P a r i s : S e u i l , 1972), p. 245. - 70 -i c l a i r e n t les d i f f e r e n t s episodes du "cycle de Rubempre", une intention genirale ou tous ces mondes gr o u i l l a n t s viennent se fondre. I l n'est done pas invraisemblable de p a r t i r de l'hypothese d'une "esthetique p a r t i c u l i e r e a ce cycle" pour conduire notre analyse de l'imaginaire. Cette derniere entreprise s'avere d'autant plus n§cessaire que 1'etude de l a fonction du heros nous l a i s s e devant plusieurs en.igmes. Pourquoi l a double tentative de maitrise de l'espace (celui de l a surface, dans I l l u s i o n s perdues et c e l u i de l a profon-deur, dans Splendeurs et miseres des courtisanes) se solde-t-e l l e par des echecs? Quelles sont les v e r i t a b l e s raisons qui ont pouss€ Balzac a bacler l a f i n de Splendeurs et miseres des courtisanes? car l e rapide epilogue qui dispose de Vautrin en l e relegant dans une beatitude pour p e t i t fonc-tionnaire ne peut s a t i s f a i r e l e lecteur. Le monde d'ou l'on raconte e s t - i l veritablement le meilleurs des mondes possibles? On pourrait appliquer au "cycle de Rubempre" cette remarque generale de Barberis sur La Comedie humaine: "Alors que l a societe qui triomphe a l a f i n des b a l l e t s moliiresques reprisente le bon sens organise, l a s o c i i t e qui triomphe 3 l a f i n des romans de Balzac est une societe absurde, c r u e l l e , sans i n t e l l i g e n c e et sans coeur." (9 8) Et une t e l l e peinture j u s t i f i e - t - e l l e l'optimisme de commande de l'auteur v i s - a - v i s de son public? ... S i le roman est, (98) Pierre Barberis, Le Monde de Balzac, p. 353. comme nous l e d i t R. M. A l b i r e s , "un e x e r c i c e l i t t e r a i r e q u i se s e r t d'un r e c i t pour d i r e a u t r e chose", c e t " a u t r e chose" d o i t p r e n d r e son e s s o r a p a r t i r des c o n t r a d i c t i o n s que r e c e l e l e t e x t e l i t t e r a i r e . L'etude des c a r a c t e r i s t i q u e s s p a t i a l e s de 1 ' i m a g i n a i r e du " c y c l e de Rubempre" d e v r a i t nous a i d e r a l e s d € v o i l e r . Nous nous proposons de p o u r s u i v r e c e t t e etude a p a r t i r de deux c a t e g o r i e s d'espace que l ' o n p o u r r a i t q u a l i f i e r d ' e x i s t e n t i e l l e s : l ' e s p a c e n a t u r e l e t l ' e s p a c e s o c i a l . Le p r e m i e r se d i f i n i t comme l ' e s p a c e q u i e x i s t e en s o i , sans 1 ' i n t e r v e n t i o n de l'Homme; c ' e s t l a N a t u r e des p o e t e s , bonne ou mauvaise. Le second r e p r e s e n t e l ' e s p a c e amenage p a r l'Homme c o n s i d e r e dans ses r a p p o r t s avec ses s e m b l a b l e s . Quoi que l'Homme f a s s e , en e f f e t , s a c o n d i t i o n e s t t e l l e qu' ne s a u r a i t i m a g i n e r d ' a u t r e s espaces mais seulement manipu-l e r i d i a l e m e n t ces d e u x - l a , g r a c e aux mots a t r a v e r s l e s q u e l i l se l e s a p p r o p r i e . C ' e s t l e champ d ' a c t i o n l i t t e r a i r e de ce que N. F r y e d e s i g n e sous l e nora de "educated i m a g i n a t i o n " "As f o r u s , we c a n ' t speak o r t h i n k o r comprehend even o u r own e x p e r i e n c e ex-c e p t w i t h i n the l i m i t s o f our own power ov e r words, and t h o s e l i m i t s have been e s t a b l i s h e d f o r us by our g r e a t w r i t e r s . " (9.9) Dans l e roman, q u e l que s o i t l e n i v e a u de c o n s c i e n c e ( a u t e u r personnages) a u q u e l on se p l a c e , l ' e s p a c e du r e c i t , quand i l (99) N. F r y e , The Educa t e d I m a g i n a t i o n , p. 43. - 72 -n ' e s t pas simplement ce l i e u n e u t r e ou se d e r o u l e 1 ' a c t i o n ne peut provoquer que deux s o r t e s de r e a c t i o n s : 1) une r e a c t i o n de d e f e n s e , e t l e m i l i e u ambiant a p p a r a l t r a ou sous l a forme d'une n a t u r e h o s t i l e , avec t o u t e l ' i m a g e r i e q u i s'y r a t t a c h e , ou sous l a forme d'une c o m b i n a i s o n menacante, p r o -voquee par l e s i n d i v i d u a l i t e s r i v a l e s q u i menacent l e d r o i t d'un i n d i v i d u d o n n i a j o u i r de l ' e s p a c e n i c e s s a i r e a son epanouissement; 2) une r e a c t i o n f a v o r a b l e q u i s ' a p p u i e r a s u r des modules de n a t u r e b i e n f a i s a n t e , t e l s que l e s a r c h e -t y p e s de l'Eden ou de l ' A r c a d i e , ou s u r un m i l i e u s o c i a l m a i t r i s i , comme l e s d i v e r s e s u t o p i e s u r b a i n e s , l a f a m i l l e p a t r i a r c a l e , l e mythe de l'Age d'or. A i n s i , ces r e a c t i o n s , c a r a c t e r i s e e s p a r des images, des symboles, des themes, s ' i n t t g r e n t , du f a i t q u ' e l l e s a p p a r t i e n n e n t a une t o t a l i t e a r t i s t i q u e , i c i " l e c y c l e de Rubempre", en des mythes e t des a r c h e t y p e s l i t t e r a i r e s dont 1 ' o r g a n i s a t i o n c o n s t i t u e c e t t e v i s i o n du monde o f f e r t e par l ' i m a g i n a i r e de l ' o e u v r e . N o t r e t r a v a i l c o n s i s t e r a done e s s e n t i e l l e m e n t dans l a r e c r e a t i o n de ces p r o c e s s u s a l ' a i d e des c a t e g o r i e s s p a t i a l e s r e t e n u e s . Pour des r a i s o n s p r a t i q u e s , 1 ' a n alyse s p a t i a l e de l ' i m a g i n a i r e du " c y c l e de Rubempre" se f e r a en deux c h a p i t r e s , l ' u n c o n s a c r e a l ' e s p a c e n a t u r e l , 1'autre a l ' e s p a c e s o c i a l . A l ' i n t i r i e u r du r e c i t , c ' e s t - E - d i r e aux deux p r e m i e r s n i v e a u x d i f i n i s au debut de ce c h a p i t r e par o p p o s i t i o n au (100) E n c o r e , n ' e s t - i l pas e n t i t l e m e n t n e u t r e dans l a con-c e p t i o n de l ' a u t e u r . - 73 -"discours , nous appellerons "espace-cadre de l ' h i s t o i r e " les l i e u x ou se deroule 1'action, "espace-imagine de l ' h i s -t o i r e " les images spatiales s u s c i t i e s en reaction au cadre. Nous nous servirons aussi de 1'expression "espace du r e c i t discours" pour car a c t e r i s e r les deux espaces precedents en tant q u ' i l s sont apprecies et commentes directement par l'auteur pour le benefice de ses lecteurs. (101) "Le texte du roman comportera done au moins t r o i s niveaux d'espace accessibles au lecteur: d'abord le cadre g£n§ral et les lieu x p a r t i c u l i e r s de chaque ipisode, existant objectivement en dehors de l a per-sonne du romancier comme condition necessaire au diroulement du r e c i t ; puis l'espace t e l q u ' i l est vu a travers l a psychologie des personnages; ehfin ce meme espace s a i s i aux niveaux precedents, apprecii et commente par l'auteur, en dehors de l ' h i s t o i r e racontee, pour l e benefice d'une audience avec laquelle i l f e i n t de poursuivre 1 1 experience du r e c i t . " p. 21. CHAPITRE I I Une s i m p l e l e c t u r e du " c y c l e de Rubempre" s u f f i t pour se p e r s u a d e r de deux p a r t i c u l a r i t e s r e l a t i v e m e n t a son espace n a t u r e l : l a p l a c e p a r c i m o n i e u s e q u i l u i e s t a c c o r d e e au n i v e a u du cadr e de l ' h i s t o i r e , e t 1'extreme r i c h e s s e , au n i v e a u de 1'espace-imagine de l ' h i s t o i r e , de l ' i m a g e r i e t i r e e de l a n a t u r e . Le p r e s e n t c h a p i t r e a u r a pour o b j e t de v e r i f i e r e t de p r e c i s e r ces i m p r e s s i o n s au moyen d'une a n a l y s e de l ' i m a g i -n a i r e q u i p r e n d r a son p o i n t d'appui s u r l ' e s p a c e n a t u r e l du " c y c l e " c o n s i d e r ^ s u c c e s s i v e m e n t du p o i n t de vue de l ' e s p a c e -c a d r e de l ' h i s t o i r e e t de c e l u i de 1'espace-imagine. Peut-on a t t r i b u e r a B a l z a c , ce P a r i s i e n p a r e l e c t i o n , l a p a r f a i t e i n d i f f e r e n c e de son personnage Gobseck a l ' i g a r d de l a n a t u r e comme m i l i e u ou l ' o n v i t ? : " J ' a i voyage, d i t c e l u i - c i , j ' a i vu q u ' i l y a v a i t . p a r t o u t des p l a i n e s ou des mon-ta g n e s ; l e s p l a i n e s e n n u i e n t , l e s montagnes f a t i g u e n t , l e s l i e u x ne s i g n i f i e n t done r i e n . " (1) Ce s e r a i t m e c o n n a i t r e t o u t e une p a r t i e de La Comedie humaine. Que s e r a i e n t L ' E n f a n t maudit sans l a mer; S e r a p h i t a sans l e s p e c t a c l e metaphysique du S t r o m f i o r d ; Le Lys dans l a v a l l e e sans c e t t e " m a g n i f i q u e coupe d'emeraude au f o n d de l a q u e l l e (2) 1'Indre se r o u l e comme un s e r p e n t " , q u i impose son theme a t o u t l e roman? E t que d i r e du Medecin de campagne e t du (1) Gobseck, S e u i l I I , 130, a. (2) Le Lys dans l a v a l l e e , S e u i l I V , 304, a. - 74 -- 75 -Cure de v i l l a g e ? ... Non, 1 ' e x p l i c a t i o n de c e t t e r a r e t e du c a d r e n a t u r e l , au n i v e a u de l ' h i s t o i r e du c y c l e , p r o v i e n t de 1'appartenance de c e l u i - c i a ce s t a d e de L a Comgdie humaine q u i a pour o b j e t l a p e i n t u r e de " l a v i e humaine vue sous l e (3) s e v e r e a s p e c t que l u i donne l e j e u des i n t e r e t s m a t e r i e l s " , autrement d i t , q u i a pour o b j e t 1'etude de l'homme aux p r i s e s avec son environnement e t p a r t i c u l i e r e m e n t l a s o c i e t e V De 1'ensemble des p r e f a c e s aux d i f f i r e n t e s p a r t i e s de L a Comedie humaine i l semble q u ' i l s o i t p o s s i b l e de t i r e r une l i g n e g i n e r a l e de 1' e v o l u t i o n de l ' h u m a n i t e b a l z a c i e n n e s e l o n un schema r o u s s e a u i s t e . I I y a, au moins en t h e o r i e , une v o l o n t e d ' a s s o c i e r l a j e u n e s s e , p r e m i e r e etape dans l a f o r m a t i o n de 1 ' i n d i v i d u a l i t e , aux p r e m i e r s ages de l ' h u m a n i t i , a l a p e r i o d e edenique ou l e d i a l o g u e e n t r e l ' i n d i v i d u e t l a n a t u r e e t a i t e n c o r e p o s s i b l e . P a r r a p p o r t aux Scenes de l a v i e p r i v g e , l e s Scenes de l a v i e de p r o v i n c e r e p r e s e n t e n t un pas de p l u s dans l a v o i e de 1 ' a l i e n a t i o n . " I c i , d e c l a r e B a l z a c , d i s o n s a d i e u aux beautes de l a j e u n e s s e , a ses f a u t e s , (4) a ses p r e c i e u s e s e t n a i v e s e s p i r a n c e s . " D ' a i l l e u r s , pour-s u i t - i l , "en o f f r a n t l e c o n t r a s t e p a r a l l e l e q u i e x i s t e e n t r e l a v i e des p r o v i n c e s e t l a v i e p a r i s i e n n e , l ' o e u v r e d e v i e n d r a p l u s complete. P a r i s d o i t e t r e l e c a d r e de 1 ' e x i s t e n c e p r i s e (3) P r e f a c e des Scenes de l a v i e de p r o v i n c e , S e u i l I I , 612, a. (4) I b i d . , S e u i l I I , 612, a. - 76 -a s a d e c r e p i t u d e . " E t p r e c i s e m e n t , I l l u s i o n s perdues e s t a. l a c h a r n i e r e de ces deux mondes, comme l ' e x p l i q u e l a p r e f a c e aux Scenes de Ta' v i e de p r o v i n c e ; "La d e r n i e r e scene de l a p r o v i n c e e s t un anneau q u i j o i n t l e s deux ages de l a v i e e t montre un des m i l l e pheno-menes p a r l e s q u e l s l a p r o v i n c e e t l a c a p i t a l e se m a r i e n t incessamment." (6) Le c a d r e des a v e n t u r e s q u i c o n s t i t u e n t " l e c y c l e de Rubempre" s ' o r g a n i s e done n e c e s s a i r e m e n t s e l o n deux grands axes: l a p r o v i n c e , avec l a v i l l e d'Angouleme, e t P a r i s . " S a c h o n s - l e b i e n , s ' e e r i e l e n a r r a t e u r de L a Muse du d e p a r t e -ment, a u t r e roman des Scenes de l a v i e de p r o v i n c e q u i i l l u s -t r e l e s ravages de 1 ' a m b i t i o n dans l a s o c i e t e moderne, l a F r a n c e au dix-neuvieme s i e c l e e s t p a r t a g e e en deux grandes (7) zones: P a r i s e t l a p r o v i n c e . " M a l g r e c e t t e p e r s p e c t i v e dominante, i l y a, dans l e s deux romans q u i nous o c c u p e n t , q u e l q u e s scenes i m p o r t a n t e s q u i se p a s s e n t dans ce que nous avons c h o i s i d ' a p p e l e r l e c a d r e n a t u r e l de l ' h i s t o i r e . R e l e v o n s : l a s o i r e e au b o r d (8) de l ' e a u , dans Les Deux Po e t e s , q u i f a i t pendant a c e l l e (5) P r e f a c e des Scenes de l a v i e de p r o v i n c e , S e u i l I I , 612, a. (6) I b i d . , S e u i l I I , 612,a. (7) La Muse du departement, S e u i l I I I , 218, b. (8) Les Deux P o e t e s , S e u i l I I I , 420-424. (9) dans un s a l o n ; l ' a r r i v i e de L u c i e n au m o u l i n des C o u r t o i s ; s a r e n c o n t r e avec H e r r e r a s u r l a r o u t e d'Angouleme a P a r i s , dans Les S o u f f r a n e e s de l ' i n v e n t e u r ; e t , dans l e second roman: l a v i s i o n n o c t u r n e du b a ron de Nucingen au bOis de V i n c e n n e s , au c o u r s de l a q u e l l e "1'amour v e n a i t f o n d r e s u r l u i comme un a i g l e s u r s a p r o i e " ^ ^ ; l e c o n s e i l de g u e r r e t e n u p a r V a u t r i n dans l a f o r e t de S a i n t - G e r m a i n , avant de p a r t i r a (12) l ' a s s a u t de l a f o r t u n e du b a r o n ; l e d e r n i e r e f f o r t t e n t e p a r L u c i e n , dans l a f o r e t de F o n t a i n e b l e a u p our s'emparer de (13) l a n o b l e e t r i c h e h e r i t i e r e , C l o t i l d e de G r a n d l i e u . Ces d i v e r s e s scenes ne r e p r S s e n t e n t sans doute que q u e l -ques pages du t e x t e du " c y c l e de RubemprS", e ' e s t - a - d i r e (14) une p o r t i o n minime du temps du r i c i t , mais i l ne f a u d r a i t pas en i n f i r e r pour a u t a n t q u ' e l l e s s o n t sans i m p o r t a n c e . L e u r p l a c e dans l e temps de l ' h i s t o i r e p e u t e t r e c o n s i d e r a b l e . P a r exemple, l a s o i r e e au b o r d de l ' e a u e s t censee d u r e r au moins a u s s i longtemps que son pendant, l a s o i r e e chez (9) Les S o u f f r a n e e s de l ' i n v e n t e u r , S e u i l I I I , 548. (1.0) I b i d . , S e u i l I I I , 600-607. (11) Comment aiment l e s f 1 1 l e s , S e u i l I V , 302-303. (12) I b i d . , S e u i l I V , 332. (13) A combien 1'amour r e v i e n t aux v i e i l l a r d s , S e u i l I V , 379, b. (14) T r e i z e pages s u r un t o t a l de 425 pages e n v i r o n , t o u j o u r s dans 1 ' E d i t i o n du S e u i l . - 78 -madame de Bargeton, puisque Lucien r e j o i n t l e couple David-Eve sur les bords de l a Charente apres ses epreuves. En outre, 1*importance d'une scene par rapport a 1'ensemble du roman n'est pas necessairement fonction de sa longueur dans le texte; e l l e peut avoir une resonance symbolique qui impregne 1'atmosphere de l'oeuvre dans son entier. Quoi q u ' i l en s o i t , ce qui nous interesse surtout pour le moment, au niveau de l ' h i s t o i r e racontee, c'est d'analyser l'espace naturel qui nous est donni par le texte en tant que cadre de 1'action des personnages. Dans Les Deux Poetes, l a sequence de l a soiree au bord de l'eau ne survient qu'3. l a trente-quatrieme page d'un l i v r e qui en compte cinquante (dans 1'edition du S e u i l ) . E l l e est introduite par l e narrateur omniscient qui relate les f a i t s et gestes de son heros Lucien. Le jeune homme vient de q u i t t e r le salon des Bargeton ou i l a e t i h u m i l i i par tout ce qui compte dans l a societe d'Angouleme. II marche, pen-s i f , sur l a route qui l e ramene au faubourg p l i b e i e n de l'Houmeau, son l i e u de residence. "En arrivant sur l a route de Bordeaux qui serpente au bas de l a montagne et cotoie les rives de l a Charente, i l crut v o i r , au c l a i r de lune, Eve et David assis sur une s o l i v e au bord de l a r i v i e r e , pres d'une fabrique, et descendit vers eux par un sentier." (15) (15) Les Deux poetes, S e u i l I I I , 420, a. - 79 -Nous sommes b i e n dans l ' e s p a c e de l ' h i s t o i r e , p a r c e que to u s l e s d e t a i l s de c e t t e sc§ne s o n t p r e s e n t e s §. t r a v e r s un p e r -sonnage en a c t i o n , p a r c o n t i g u i t e " done, ce que Jakobson a p p e l l e l e procide" m g t o n y m i q u e ; procede" q u i s e r a i t , s e l o n c e t a u t e u r , l'une des c a r a c t S r i s t i q u e s de l a l i t t e r a t u r e " r g a l i s t e " . La r o u t e s u r l a q u e l l e l e heros chemine e s t raise en s i t u a t i o n p a r deux p r o p o s i t i o n s r e l a t i v e s . Le v e r b e s e r p e n t e r , consacre" d e p u i s longtemps par 1'usage de l a l a n g u e , a perdu sa f o r c e mgtaphorique; cependant l e s deux a c t i v i t e s : s e r p e n t e r , e t c 6 t o y e r , a t t r i b u t e s M a r o u t e , donnent a l a scene un a i r de mouvement que r e n f o r c e l e p a r t i c i p e p r e s e n t i n i t i a l "en a r r i v a n t " . Le n a r r a t e u r , r e t r a n c h e d e r r i e r e l e passe h i s t o r i q u e : " i l c r u t v o i r ... i l d e s c e n d i t met l e s p l e i n s - f e u x s u r l e marcheur. C'est ce d e r n i e r q u i p a r -c o u r t l a r o u t e , c ' e s t l u i q u i e s t en t r a i n d ' a p e r c e v o i r l e s p e c t a c l e q u i s ' o f f r e en c o n t r e b a s . La s u b j e c t i v i t y e t a b l i e au p r o f i t de L u c i e n par l e " i l c r u t v o i r " , t r o u v e cependant immediatement son e x p l i c a t i o n par l ' i n d i c a t i f d*atmosphere donne p a r l a p r e c i s i o n c i r c o n s t a n c i e l l e "au c l a i r de l u n e " . Le l e c t e u r e s t en meme temps amene a penser que l e t a b l e a u vu p a r L u c i e n , avec son l u x e de d e t a i l s , de c o n n o t a t e u r s de (16) Roman Jakob s o n , E s s a i s de l i n g u i s t i q u e g g n e r a l e , t r a -d u i t e t preface" p a r N i c o l a s Ruwet ( P a r i s : Les E d i t i o n s de M i n u i t , "Arguments", 1963), p. 63. ( - 80 -(17) r i a l i t i : " s u r une s o l i v e ... au bo r d de l a r i v i e r e ... p r t s d'une f a b r i q u e " , se t r o u v e a s s e z e l o i g n e . L u c i e n e s t en mouvement v e r s un monde q u ' i l v o i t mal e t c e l a a n i c e s s a i r e -ment des i m p l i c a t i o n s s u r l e p l a n s y m b o l i q u e , comme nous a l l o n s l e v o i r un peu p l u s l o i n dans ce c h a p i t r e . Le s i m p l e f a i t de marcher ( " i l d e s c e n d i t v e r s eux p ar un s e n t i e r " ) a b o l i t l ' e s p a c e de l ' h 6 t e l de B a r g e t o n que l e jeune homme v i e n t de q u i t t e r , e t l e t r a n s p o r t e dans l ' e s p a c e de D a v i d -Eve. L ' S l o i g n e m e n t , l a r o u t e a p a r c o u r i r , e s t l e p r e t e x t e d'un r e t o u r en a r r i d r e d u r e c i t , comme dans l'exemple de l'abbe Marron: "Pendant que L u c i e n c o u r a i t a" sa t o r t u r e chez (18) madame de Ba r g e t o n ..." p r e c i s e l e n a r r a t e u r ; c ' e s t l a que l a v e r i t a b l e scene au b o r d de l ' e a u commence. I c i e n c o r e , l e n a r r a t e u r s ' e f f a c e avec l a d i s c r e t i o n de l ' h i s t o r i e n . L'espace n a t u r e l p a r v i e n t f i l t r e p a r l a v i s i o n des p r o t a g o n i s t e s en a c t i o n q u i son t m a i n t e n a n t D a v i d e t Eve. I l s s o n t " s e u l s sous l e c i e l , sans a u t r e s temoins que l e s (19) roseaux e t l e s b u i s s o n s que b o r d e n t l a Ch a r e n t e " . Nous notons l e s memes procedes que dans l e passage p r e c e d e n t : "Eve, q u i t r o u v a ce s i l e n c e genant, s ' a r r i t a v e r s l e m i l i e u du pont pour c o n t e m p l e r l a r i v i e r e q u i , de 15. (17) P l u s exactement Genette p a r l e de " c o n n o t a t e u r de mim e s i s " , dans F i g u r e s 3, p. 186. (18) Les Deux P o e t e s , S e u i l I I I , 420, a. (19) I b i d . , S e u i l I I I , 420, b. - 81 -" j u s q u ' i . l ' e n d r o i t o i l se c o n s t r u i s a i t l a p o u d r e r i e , forme une longue nappe oft l e s o l e i l couchant j e t a i t a l o r s une j o y e u s e t r a i n e e de lumie're" (20) avec 1 ' a c c u m u l a t i o n de d e t a i l s e x a c t s e t meme c e t t e e x p l i -c a t i o n , r a j o u t S e s u r e p r e u v e , " q u i .., forme une longue nappe", dont l e verbe au p r e s e n t t r a h i t l a p r e s e n c e du n a r r a -t e u r . P o u r t a n t ce n ' e s t pas c e l a q u i r e t i e n t s u r t o u t 1 ' a t t e n -t i o n , mais b i e n l e s v e r b e s c h a r g e s de p r i c i s e r 1 ' a c t i o n d'Eve: e l l e " t r o u v a ... s ' a r r e t a pour c o n t e m p l e r " , e t l ' i m p a r -f a i t de s i t u a t i o n , e t a u s s i l ' a d j e c t i f " j o y e u s e " q u i nous m a i n t i e n t dans l a s u b j e c t i v i t e des personnages dans l a q u e l l e " q u i t r o u v a ce s i l e n c e genant" nous a v a i t i n t r o d u i t . I l e s t a i s e de d e v i n e r que c ' e s t pour l e c o u p l e que c e t t e t r a i n e e de l u m i e r e e s t " j o y e u s e " . D ' a i l l e u r s Eve, a u s s i t o t a p r e s , e x p l i c i t e l e u r s e n t i m e n t commun. "La b e l l e s o i r e e , s ' e c r i e - t -e l l e , . . . l ' a i r e s t a l a f o i s t i e d e e t f r a i s , l e s f l e u r s (21) embaument, l e c i e l e s t m a g n i f i q u e " , remarques que D a v i d , dont l a t i m i d i t e e s t v a i n c u e par c e t t e ambiance, r e p r e n d en p a r a p h r a s e : " I I y a pour l e s gens aimants un p l a i s i r i n f i n i a t r o u v e r dans l e s a c c i d e n t s d'un paysage, dans l a t r a n s p a r e n c e de l ' a i r , dans l e s parfums de l a t e r r e , l a p o i s i e q u ' i l s o nt dans l'ame ..." (22) (20) Les Deux Pontes, S e u i l I I I , 420, b, (21) I b i d . , S e u i l I I I , 420, b. (22) I b i d . , S e u i l I I I , 420, b. - 82 -I c i , D a v i d l i v r e l a reponse que l ' o n peut f a i r e 3 Gobseck. L'espace n a t u r e l ne d§voile ses s e c r e t s qu'aux "gens a i m a n t s " . I I s ' a g i t , pour l e s deux amants, d'un espace a c o n q u e r i r , d'une image S v i v r e e t 3 o r g a n i s e r en y a p p l i q u a n t l e dyna-misme de l e u r s d e s i r s . C e c i e s t a r a p p r o c h e r de c e t t e i d e e de l ' o e u v r e i m p a r f a i t e , i d e e s u r l a q u e l l e B a l z a c r e v i e n t m a i n t e s f o i s , comme pa r exemple dans Gambara: "Souvent l a p e r f e c t i o n dans l e s oeuvres d ' a r t empeche l'ame de l e s a g r a n d i r . N ' e s t - c e pas l e p r o c e s gagnS par l ' e s q u i s s e c o n t r e l e t a b l e a u f i n i , au t r i b u n a l de ceux q u i achSvent l ' o e u v r e p a r l a p e n s i e , au l i e u de 1 ' a c c e p t e r t o u t e f a i t e ? " (23) Le b o r d de l a Charente d ' I l l u s i o n s perdues se r e v e l e a i n s i d i f f e r e n t de ce que l ' o n a p p e l l e t r a d i t i o n n e l l e m e n t l e decor b a l z a c i e n , o i l l e n a r r a t e u r prend en charge l a d e s c r i p t i o n , l a s u b j e c t i v i s e en f o n c t i o n du personnage avec t o u t 1 ' a r s e n a l de s a r h i t o r i q u e , pour p e r m e t t r e au m i l i e u d i c r i t de r e n d r e compte des e t r e s q u i 1 ' h a b i t e n t , s e l o n l e s t h e o r i e s que B a l z a c a v a i t h e r i t i e s de L a v a t e r ^ 2 ^ . L'environnement s u r l e modele (23) Gambara, S e u i l V I , 603, a. (24) " I I e s t v r a i que t o u t ce q u i e n t o u r e l'homme a g i t s u r l u i ; mais d'un a u t r e c o t i i l a g i t a u s s i s u r l e s o b j e t s e x t i r i e u r s e t s ' i l r e c o i t des m o d i f i c a t i o n s , lui^-meme m o d i f i e ses e n t o u r s . ... P l a c e dans ce v a s t e u n i v e r s , l'homme s'y manage un p e t i t monde a p a r t , q u ' i l f o r t i -f i e , r e t r a n c h e , a r r a n g e §. sa maniere e t dans l e q u e l on r e t r o u v e son image." L a v a t e r , L ' A r t de c o n n a i t r e l e s  hommes par l a physionomie ( P a r i s ! Champion, 1927), p. 272 - C i t i p a r A. J . Mount dans The P h y s i c a l s e t t i n g i n B a l z a c ' s Comidie humaine, p. 18. - 83 -de " l ' h u l t r e e t du r o c h e r " j o u e , avant t o u t , un r f i l e e x p l i -c a t i f e t manque de r e s s o r t d r a m a t i q u e ; i l p r e c i s e des p e r -sonnages i n s t a l l e s dans l e u r s h a b i t u d e s , comme, p a r exemple, au debut d'111usions p e r d u e s , l a longue d e s c r i p t i o n de l ' i m p r i m e r i e de p r o v i n c e e x p l i q u e l e p§re SSchard. Une f o i s de p l u s , Gobseck, dans l e roman du meme nom, d g f i n i t h eureuse-ment ce mecanisme: " I I a r r i v e t o u j o u r s un age au q u e l l a v i e n ' e s t p l u s qu'une h a b i t u d e e x e r c e e dans un c e r t a i n m i l i e u p r g f e r i ... Res t e en nous l e s e u l s e n t i m e n t v r a i que l a n a t u r e y a i t m i s : 1 ' i n s t i n c t de n o t r e c o n s e r -v a t i o n . " (25) Les deux amants t o u t e f o i s n'en s o n t pas l a ; l e s bords de l a Charent e o n t t o u j o u r s f a i t p a r t i e de l e u r e n v i r o n n e -ment, mais c ' e s t seulement a p a r t i r de c e t t e promenade en commun qu'un n o u v e l espace l e u r e s t o u v e r t , g r a c e a 1'amour. S i l e c a d r e n ' e s t pas g r a t u i t , i l e s t a u s s i i l u p a r l e s deux i n t e r e s s e s pour que s ' a c c o m p l i s s e l'evenement q u i d e c i d e r a de t o u t e l e u r e x i s t e n c e : "Monsieur D a v i d ... v q u l e z - v o u s (26) a l l e z nous promener l e l o n g de l a C h a r e n t e ? " demande Eve. C e t t e d i m e n s i o n q u ' i l s v o n t c h e r c h e r dans l a n a t u r e e s t d'abord suggeree p a r l a d i s p o s i t i o n g S n e r a l e des l i e u x . Les deux personnages s o n t dans un c r e u x e t l e p e r c o i v e n t comme (25) Gobseck, S e u i l I I , 129, b. (26) Les Deux P o e t e s , S e u i l I I I , 410, b. - 84 -t e l : " i l s ' a r r e t a t o u t i n t e r d i t e t r e g a r d a l e s c o l l i n e s p a r (27) oil descend l a r o u t e de S a i n t e s " . Dans ce c r e u x s ' i t a l e une nappe d'eau, f o r m i e p a r l a C h a r e n t e , ou se r e f l e t e l a l u m i e r e a p a i s e e du s o l e i l c o u c h a n t , e t p l u s t a r d au c o u r s de l a meme s o i r e e , " l e s rayons de l a l u n e q u i t r e m b l e n t s u r l e s (28) eaux" . L a r i v i e r e e s t b o r d i e p a r t o u t e une v e g e t a t i o n d ' a r b r e s e t d ' a r b u s t e s . I I e s t r e l a t i v e m e n t a i s i de r e c o n s t i t u e r , a l a l e c t u r e , ce paysage ou domine 1 ' a l l i a n c e de l ' e a u calme, du v e g e t a l p r o t e c t e u r e t de l a l u m i e r e douce, e t a u s s i l a f i g u r e d'Eve Chardon en f o n c t i o n de 1'image de l a f e m i n i t y , mais d'une f e m i n i t e ou l e s t e n s i o n s de l a s e x u a l i t i s o n t absentes e t (29) q u i n ' e s t p l u s que p r o t e c t r i c e , c a r des c i r c o n s t a n c e s p a r t i c u l i e r e s , r e s s e n t i e s e t exprimees p a r l e s p r o t a g o n i s t e s , v i e n n e n t donner a c e t espace une c o l o r a t i o n s p e c i a l e . L ' a i r du s o i r q u i p e n e t r e ce paysage e s t a l a f o i s " t i e d e e t f r a i s " , (27) Les Deux P o e t e s , S e u i l I I I , 420, b. (28) I b i d . , S e u i l I I I , 422, a. (29) -S. F r e u d , I n t r o d u c t i o n a l a p s y c h a n a l y s e , t r a d . J a n k i l i v i t c h ( P a r i s : P a y o t , 19 7 2 ) , "Le paysage, symbole de l ' i n t i m i t e f e m i n i n e " , p. 141. -G. B a c h e l a r d , L'Eau e t l e s r e v e s ( P a r i s : C o r t i , 1942), ch. 4 - "L'eau m a t e r n e l l e e t l ' e a u f e m i n i n e " , pp. 155-^ 180. - J . S e r v i e r , H i s t o i r e de I ' u t o p i e ( P a r i s : N.R.F., " I d i e s " , 1967), v o i r notamment ce q u ' i l d i t s u r l a t o p o g r a p h i e t y p i q u e de I ' u t o p i e , p. 32 3. - 85 -embaumi "des parfums de l a t e r r e ... t r a n s p a r e n t . Le c i e l • ,,(30) e s t m a g n i f i q u e . L 1 a c c e n t e s t done mis s u r l e m i l i e u e n v e l o p p a n t e t s u r 1'absence d 1 o b s t a c l e s a l ' i n t i r i e u r de ce m i l i e u , s u r s a t r a n s p a r e n c e . L ' i n d i v i d u p e u t s'y g p a n o u i r sans r e n c o n t r e r 1 ' a g r e s s i v i t e , sans traumatisme. Un t e l espace q u i r e s o u d , s u r l e p l a n du r e v e , l e s c o n t r a d i c t i o n s e x i s t e n t i e l l e s l i e e s au deVeloppement du moi, r e l e v e , s e l o n l e s t h e o r i e s de F r e u d , (31) de 1'archetype du s e i n m a t e r n e l . T o u t e f o i s i l y a a u t r e chose dans l e cas p a r t i c u l i e r que nous a n a l y s o n s . L a t o p o g r a -p h i e du s e i n m a t e r n e l n ' i n t r o d u i t pas i c i 1'image du paysage-r e f u g e de l ' u t o p i e . Ce n ' e s t pas l e personnage en t a n t que "moi" u n i q u e , seulement p r i o c c u p e de son bonheur p a r t i c u l i e r , q u i y accede. Une t e l l e demarche, f r e q u e n t e p o u r t a n t , s e r a i t une r e g r e s s i o n , un r e t o u r a l a n o n - r e s p o n s a b i l i t e de l ' e n f a n c e . Raphael de V a l e n t i n l ' a essayee dans l e s s o l i t u d e s des Monts-d'or: " I I t e n t a de s ' a s s o c i e r au mouvement i n t i m e de c e t t e n a t u r e e t de s ' i d e n t i -f i e r a s s ez completement a s a p a s s i v e o b i i s s a n c e , pour tomber sous l a l o i d e s p o t i q u e e t c o n s e r v a t r i c e q u i r e g i t (30) Les Deux P o e t e s , S e u i l I I I , 420, b. (31) L ' a r c h e t y p e du s e i n m a t e r n e l e s t a l a base de l a doc-t r i n e f r e u d i e n n e ; c e t t e q u e s t i o n e s t t r e s b i e n expos€e p a r N. 0. Brown dans E r o s e t Thanatos - La p s y c h a n a l y s e  a p p l i q u e e a 1 ' H i s t o i r e ( P a r i s : J u l l i a r d , 1960). - 86 -" l e s e x i s t e n c e s i n s t i n c t i v e s . I I ne v o u l a i t p l u s e t r e a charge de l u i -m e m e . " ( 3 2 ) C e t t e e x p e r i e n c e s ' e s t s o l d e e p a r un echec. L'heureuse f o r -mule f i n a l e du personnage q u i ne v e u t p l u s e t r e a l a charge de lui-meme, c ' e s t a u s s i l a mort du roman t r a d i t i o n n e l q u i repose s u r l ' i n d i v i d u e t l e s problemes que l u i pose son e x i s -t e n c e . Dans Les Deux P o e t e s D a v i d peut b i e n s ' e e r i e r : " L a i s s e z - m o i m'emparer de c e t t e n a t u r e ou j e c r o i s v o i r mon bonheur ... v o i c i l e p r e m i e r moment de j o i e sans melange (33) que l e s o r t m ' a i t donne" , i l s ' a d r e s s e a Eve. S i l a n a t u r e l u i a p p a r a i t "pour l a p r e m i e r e f o i s dans s a s p l e n d e u r " , (34 c ' e s t q u ' e l l e e s t " i c l a i r i e p a r 1'amour, e m b e l l i e p a r Eve." L'accSs a l ' e s p a c e n a t u r e l se f a i t i c i p a r 1 ' i n t e r m e d i a l r e du "nous" aimant, done une f o i s r e g i e l e r a p p o r t du "moi" avec l e s a u t r e s ; ce q u i peut se t r a d u i r e en termes psychana-l y t i q u e s p a r : Une f o i s l ' e t a p e o e d i p i e n n e a c c e p t e e e t (32) (33) (34) L a Peau de c h a g r i n , S e u i l V I , 516, a. Les Deux P o e t e s , S e u i l I I I , 422, a e t b. I b i d . ," S e u i l I I I , 422 , b. - 87 -(35) d e p a s s i e . La rec o n q u e t e du s e i n m a t e r n e l d e v i e n t a i n s i pour D a v i d e t pour Eve une s u b l i m a t i o n , c ' e s t - 3 - d i r e une p r o -g r e s s i o n ; e l l e passe p a r l ' e t a p e normale de l ' i n d i v i d u a d a p t i a son m i l i e u , p a r 1 ' i n s t i t u t i o n f a m i l i a l e . Le p r e m i e r espace n a t u r e l r e n c o n t r e dans l e cadr e de l ' h i s t o i r e du " c y c l e de Rubempri" e s t a i n s i , avant t o u t , un symbole de l a f a m i l l e , done une t a c h e a a c c o m p l i r , c a r l a f a m i l l e e s t t o u j o u r s en d e v e n i r . Le peu de p l a c e q u ' i l occupe dans l e t e x t e ne c o r r e s p o n d pas 3 son extreme importance dans l ' i c o n o m i e de l ' o e u v r e . En l u i , se t r o u v e en germe, e t comme p r i f i g u r i e , l a d e s t i n e e de t r o i s des p r i n c i p a u x a c t e u r s de ce p r e m i e r roman. Nous pouvons d i j a n o t e r l a d i f f e r e n c e (35) Le complexe d'OEdipe e s t l a s t r u c t u r e p s y c h i q u e d'un i n d i v i d u au s t a d e de son e v o l u t i o n pendant l e q u e l i l t e n t e , au moyen de l a f a n t a i s i e (que l ' o n p o u r r a i t de-f i n i r comme un j e u de 1 ' i m a g i n a t i o n ) , de r e a l i s e r ce b e s o i n de r e u n i o n avec l a mere, r e u n i o n que l e d i v e l o p -pement b i o l o g i q u e r e n d de p l u s en p l u s d i f f i c i l e . Au s t a d e u l t i r i e u r du complexe de c a s t r a t i o n une n o u v e l l e s t r u c t u r e mentale s ' i t a b l i t . La mere o e d i p i e n n e e s t r e j e t e e d i f i n i t i v e m e n t comme e x t e r i e u r e au "moi". L ' i n -d i v i d u ne p e u t , p a r consequent, p l u s compter que s u r lui-meme pour c r i e r son bonheur dans un monde p l u r i e l , dans un espace vecu comme i t r a n g e r a son e t r e . I I a ac c e p t e de d e v e n i r a d u l t e e t de t e n i r compte de l a r i a l i t e e x t i r i e u r e . - V i n c e n t T h e r r i e n , La R e v o l u t i o n de Gaston B a c h e l a r d  en c r i t i q u e l i t t e r a i r e - Ses fondements, ses technT-ques, sa p o r t e e ( P a r i s ; K l i n c k s i e c k , 1970), p. 31. - J u l i e n B i g r a s , Les Images de l a mdre ( E d i t . I n t e r p r e t t a t i o n s e t H a c h e t t e l i t . , 1971), c h a p i t r e 5: "Le complexe d'OEdipe e t l e p r o c e s s u s i n f a n t i l e de l a d e -p r e s s i o n . " orman 0. Brown, Eros e t Thanatos - La p s y c h a n a l y s e p p l i q u e e a I ' H i s t o i r e , pp. 160-161. - Norman a - 88 -d 1 a t t i t u d e e n t r e , d'une p a r t , D a v i d e t Eve, e t d ' a u t r e p a r t L u c i e n , en f a c e de ce paysage. Les deux amants ont r e j o i n t l e domaine ou regne l e "nous". L u c i e n , q u i ne l e d i s t i n g u a i t d'abord que confusement, l ' a b o r d e , mais dans un e s p r i t ego-c e n t r i q u e , e t p a r b e s o i n de f a i r e h a l t e s u r l a r o u t e , de p a n s e r l e s p l a i e s i n f l i g e e s a son amour-propre p a r l a h a u t e -s o c i e t i de l a v i l l e d'Angouleme. "Je ne s a i s , d i t - i l aux deux a u t r e s jeunes gens, s i vous avez t r o u v e c e t t e s o i r e e (36) b e l l e , mais e l l e a ete" c r u e l l e pour moi." En f a i t , i l a p p a r t i e n t d e j a a un a u t r e monde, c e l u i de 1 ' i n d i v i d u a l i s m e a m b i t i e u x ou l e " j e " regne en m a i t r e ; l e monde de madame de B a r g e t o n , du baron C h a t e l e t , tous gens i n c a p a b l e s de " v o i r " l ' e s p a c e n a t u r e l q u i e n t o u r e l e u r v i l l e . Ce que L u c i e n aper-c o i t s i mal au c l a i r de l u n e , c ' e s t l ' e s p a c e dont i l ne v e u t pas: " I I v e n a i t de se v o i r dominant l a S o c i e t e , l e poete (37) s o u f f r a i t de tomber s i v i t e dans l a r e a l i t e . Cependant L u c i e n n'en e s t qu'a ses d e b u t s , i l conserve l e s a t t r i b u t s de l a j e u n e s s e ; a u s s i r e t i e n t - i l e n core pour quelque temps l e p r i v i l e g e d'acces a ce royaume p r e s e r v e . Sa f a i b l e v o l o n t e o s c i l l e e n t r e l a f a m i l l e e t l a s o c i e t e : " E n f i n D a v i d f i t l a f a m i l l e s i heureuse e t son f r e r e s i indgpendant que L u c i e n , charme p a r l a v o i x de D a v i d e t l e s c a r e s s e s d'Eve, o u b l i a sous l e s ombrages (36) Les Deux P o e t e s , S e u i l I I I , 424, a. (37) I b i d . , S e u i l I I I , 424, b. - 89 -"de l a r o u t e , l e l o n g de l a Charente calme e t b r i l l a n t e , sous l a v o u t e i t o i l e e e t dans l a t i e d e atmosphere de l a n u i t , l a b l e s s a n t e couronne d ' e p i n e s que l a Societe" l u i a v a i t e n f o n c i e s u r l a t e t e . " (38) Ce passage e s t i m p o r t a n t c a r l a s i t u a t i o n q u ' i l d e p e i n t r e v i e n d r a en memoire au jeune p o e t e dans l e s c i r c o n s t a n c e s d r a m a t i q u e s de s a f u t u r e e x i s t e n c e . I I c o n t r i b u e en t o u t cas a a s s o c i e r d i f i n i t i v e m e n t ce s i t e de l a Charente a l ' i d e e de f a m i l l e . De t e l l e s o r t e que, s i l e nom de c e t t e r i v i e r e se t r o u v e mentionne au c o u r s des p e r i p e t i e s q u i s u i v e n t , meme b r i d v e m e n t , i l e s t encore l i e a l a n o t i o n de f a m i l l e e t evoque l e s p i q u e - n i q u e s f a i t s en commun p a r l e s t r o i s amis (39 accompagnes de madame Chardon, u n i s dans un "nous" aimant. Le deuxieme l i v r e , q u i montre L u c i e n a l ' a s s a u t de l a s o c i e t e p a r i s i e n n e , f o u r n i t eVidemment peu d ' o c c a s i o n s de scenes dans un espace n a t u r e l . Le debut du t e x t e p o u r t a n t , q u i nous f a i t a s s i s t e r a l a montee v e r s l a c a p i t a l e du jeune homme e t de son e g e r i e , a u r a i t pu s'y p r e t e r . Dans une s i t u a t i o n a n a l o g u e , J u l i e d'Aiglemont de L a Femme de  t r e n t e ans e t l o r d G r e n v i l l e t r o u v e n t l e moyen de se r e n d r e compte de l a f o r c e de l e u r amour e t de se 1'avouer a t r a v e r s (38) Les Deux P o e t e s , S e u i l I I I , 424, b. (39) , I b i d . , S e u i l I I I , 428, b. - 90 -l a v i s i o n commune de l'espace naturel de leur promenade. Au dgbut d'Un grand homme de province a. P a r i s , on ne peut que constater que l a route d'Angouleme a Paris n'est l e pretexte d'aucune scene champetre, d'aucun commentaire sur les lieux traverses. Tout se passe j u s q u ' i c i comme s i l a p r i s e de conscience, par les personnages, du mili e u naturel dans l e -quel i l s evoluent, ne pouvait se f a i r e que dans une atmosphere d'harmonie et de communion entre les etres. Dans ce voyage au contraire, on v o i t s'amorcer l e processus de desenchante-ment qui sera l e ressort dramatique du deuxieme l i v r e ; deja 1'argent vient tout p e r v e r t i r : "Lucien, qui a l l a i t en poste pour l a premiere f o i s de sa v i e , fut tres ebahi de v o i r semer sur l a route d'Angouleme a Paris presque toute l a somme q u ' i l d e s t i n a i t a sa vie d'une annee ... i l eut t o r t d'exprimer ses nai'fs etonne-ments a 1'aspect des choses nouvelles pour l u i . . . " (41) Ce n'est qu'a l a derniere page du l i v r e que l'espace naturel est de nouveau evoque. Lucien vient de subir une serie d'tehees sur les plans s o c i a l , professionnel, a r t i s -tique. C e l l e qui l'aimait, Coralie, est morte. Aucune portion de cet espace s o c i a l tant convoite de Paris ne l u i reste; c'est dans ces circonstances q u ' i l s'eerie: "Par qui s e r a i s - j e (40) La Femme de trente ans, Seuil I I , 168. (41) Un grand homme de province a Paris, Seuil I I I , 547, b. a i m € ? " ( R e l e v o n s encore en p a s s a n t l e c a r a c t t r e p a s s i f de L u c i e n q u i s'exprime j u s q u e dans c e t t e r e f l e x i o n . ) L'ex-c l a m a t i o n e s t s u i v i e de l a s e u l e r e a c t i o n p o s s i b l e , i t a n t donne" son c a r a c t e r e , l e r e t o u r p a r l a p e n s i e v e r s l a sc§ne-cle" du p r e m i e r l i v r e : "En r e v o y a n t l e s bords de sa C h a r e n t e , (43) i l e u t s o i f des j o i e s de l a f a m i l l e ..." Le p o s s e s s i f i n d i q u e i c i q u ' i l s a i t q u ' i l peut encore a v o i r acces a ce domaine, a u s s i l e r e t o u r e f f e c t i f ne se f a i t - i l pas a t t e n d r e . En d e p i t de ses e c h e c s , L u c i e n e s t b i e n l e h i r o s d ' I l l u -s i o n s p e r d u e s , c a r c ' e s t l u i q u i e s t a l ' o r i g i n e des quelques s i t u a t i o n s fondamentales q u i forment l e noeud de l ' h i s t o i r e , s i t u a t i o n s q u i se r e d u i s e n t a deux mouvements e s s e n t i e l s : L u c i e n e s t en marche, t a n t o t v e r s l a s o c i e t e , t a n t o t v e r s l a f a m i l l e . I I va de l ' u n a 1'autre de ces espaces sans p o u v o i r s'y a r r e t e r . Ces c o n d u i t e s se r S p e t e n t a d i f f d r e n t s n i v e a u x p o s s i b l e s , comme une s e r i e de v a r i a t i o n s s u r deux themes connus. La c o m p l e x i t e du j e u de ces v a r i a t i o n s e s t sans doute du r e s s o r t de l a t e c h n i q u e l i t t e r a i r e , done du " d i s c o u r s du r g c i t " , mais l a d i s t i n c t i o n e n t r e h i s t o i r e e t d i s c o u r s e s t (44 p a r f o i s d i f f i c i l e 3 m a i n t e n i r , de 1'aveu de ses t h i o r i c i e n s (42) Un grand homme de p r o v i n c e 3 P a r i s , S e u i l I I I , 547, a. (43) I b i d . , S e u i l I I I , 547, b. (44) "... l ' o e u v r e a deux a s p e c t s e t non un s e u l l e r S c i t comme h i s t o i r e e t l e r i c i t comme d i s c o u r s . I I e s t v r a i q u ' i l n ' e s t pas t o u j o u r s f a c i l e de l e s d i s t i n g u e r ; mais nous c r o y o n s que pour comprendre 1'unite" de l ' o e u v r e , i l f a u t d'abord i s o l e r ces deux a s p e c t s . " T z v e t a n Todorov, "Les c a t e g o r i e s du r i c i t l i t t i r a i r e " , Communications 8 ( P a r i s : S e u i l , 1969), pp. 125-151. - 92 -Pu i s q u e dans n o t r e cas l e s v a r i a t i o n s o n t une i n f l u e n c e s u r 1 1 e s p a c e - c a d r e de l ' h i s t o i r e c ' e s t de ce p o i n t de vue que nous a l l o n s en p r e n d r e c o n n a i s s a n c e . C e t t e p o s i t i o n e s t d' a u t a n t p l u s j u s t i f i e e que l e s personnages eux-memes pr e n n e n t l a p e i n e d'en s o u l i g n e r l e s e f f e t s a l e u r n i v e a u . C ' e s t madame Chardon q u i remarque avec s u r p r i s e : " E t c ' e s t l a femme q u i nous l ' a e n l e v t dont l a v o i t u r e l ' a ramene, ... P a r t i dans l a c a l e c h e de madame de B a r g e t o n , a c o t e d ' e l l e , i l e s t re v e n u d e r r i e r e ! " (45). L u c i e n , en ce d i b u t de t r o i s i e m e l i v r e , r e j o u e l a scene du p r e m i e r l i v r e du cheminement v e r s l ' e s p a c e h a b i t e p a r D a v i d e t Eve, apres l a d e c e p t i o n de " l a s o i r e e dans un s a l o n " . S e u l e 1 ' o r c h e s t r a t i o n e s t d i f f t r e n t e ; l a p s y c h o l o g i e du h t r o s a change: c ' e s t de son p l e i n g r e q u ' i l e x e c u t e l a n o u v e l l e demarche. La scene dramatique q u i a l i e u s u r l a r o u t e , p r e s de Ma n s l e , e c l a i r e symboliquement c e t t e s i t u a t i o n . B l o t t i a 1 ' a r r i e r e d'une c a l e c h e , a l ' i n s u des p r o p r i i t a i r e s , endormi d"epuisement, L u c i e n e s t c o n f r o n t e a son r e v e i l avec l e s voyageurs du v S h i c u l e q u i ne s o n t a u t r e s que l e comte e t l a comtesse de C h a t e l e t , l ' a n c i e n n e madame de B a r g e t o n . En un r a c c o u r c i e x e m p l a i r e , dans un meme espac e , deux mondes se d e f i e n t , c e l u i du c o t e de l a C h a r e n t e , c a r du moins a ce moment de l ' h i s t o i r e L u c i e n l e d e s i r e , e t c e l u i du c o t e de Ba r g e t o n e t de t o u t ce q u ' i l s y m b o l i s e d ' e s p o i r s decus pour l e (45) Les S o u f f r a n c e s de l ' i n v e n t e u r , S e u i l I I I , 582, b. - 93 -h e r o s . " S i nous a v i o n s su q u e l compagnon l e h a s a r d nous a v a i t donn€ I d i t l a com-t e s s e . Montez avec nous, monsieur. o L u c i e n s a l u a f r o i d e m e n t ce c o u p l e en l u i j e t a n t un r e g a r d a l a f o i s humble e t menacant, i l se p e r d i t dans un chemin de t r a v e r s e en avant de Mansle ... L ' a u t e u r des M a r g u e r i t e s , pousse p a r l a f i e v r e , c o u r u t pendant l o n g -temps ..." (46) I I f u i t l a S o c i e t e , q u ' i l n'a pas su m a i t r i s e r , e t q u i , pour l u i e s t devenue l e chaos, pour e s s a y e r de r e t r o u v e r l e s e u l cosmos q u ' i l c o n n a i s s e , c e l u i du m i l i e u f a m i l i a l . A u s s i n ' e s t -i l pas i t o n n a n t de l u i v o i r commencer c e t t e r e c h e r c h e p a r une immersion dans un paysage a q u a t i q u e : "Vers l e m i l i e u du j o u r , i l a t t e i g n i t a. un e n d r o i t ou l a nappe d'eau, environn§e de s a u l e s , f o r m a i t une espece de l a c . " (47) Nous r e t r o u v o n s c e t t e u n i o n du v e g e t a l e t de l ' e a u calme, d o r -man t e , e t a l e e ; e t , p u i s q u e L u c i e n s'y d i r i g e de son p l e i n g r e , i l e s t a meme d'en g o u t e r l e s charmes c e t t e f o i s - c i : " I I s ' a r r e t a pour c o n t e m p l e r ce f r a i s e t t o u f f u bocage dont l a g r a c e champetre a g i t s u r son ame." Comme s i c e t t e a l l u s i o n n ' S t a i t pas s u f f i s a n t e , l e n a r r a t e u r b r o s s e un p e t i t t a b l e a u de g e n r e , une s o r t e d ' i d y l l e de l a f a m i l l e n a t u r e l l e , q u i f r a p p e d ' a u t a n t p l u s l e heros (.46) (47) (48) Les S o u f f r a n c e s de l ' i n v e n t e u r , S e u i l I I I , 548, a. I b i d . , S e u i l I I I , 548, a. I b i d . , S e u i l I I I , 548, a. - 94 -q u ' i l a e n c o r e en memoire l e s t e r r i b l e s i p r e u v e s de sa v i e p a r i s i e n n e : "Une maison, a t t e n a n t a" un m o u l i n a s s i s s u r un b r a s de l a r i v i e r e , m o n t r a i t e n t r e l e s t§tes d ' a r b r e s son t o i t de chaume orne" de j o u b a r d e ... Des c a n a r d s n a g e a i e n t dans l e b a s s i n c l a i r q u i se t r o u v a i t a u - d e l a du m o u l i n ... Sur un banc r u s t i q u e , l e po§te a p e r c u t une bonne g r o s s e minagere t r i c o t a n t e t s u r v e i l l a n t un e n f a n t q u i t o u r m e n t a i t des p o u l e s . " (49) Dans ce c a d r e a p a i s a n t , malgre l a c r i s e de d i s e s p o i r provoquee un peu p l u s t a r d p a r l a n o u v e l l e des maux q u i a s s a i l l e n t l e s s i e n s p a r sa f a u t e , i l p o u r r a d i r e au cure" Marron: " S i ma mere, s i ma s o e u r , s i D a v i d ne me r e p o u s s e n t pas j e ne • ^ ,,(50) m o u r r a i p o i n t . " L ' e n f a n t p r o d i g u e v a - t - i l r e u s s i r , c e t t e f o i s - c i , a s ' i n t i g r e r a l a f a m i l l e ? ... Outre ce probleme de l a d e s t i n e e de L u c i e n une a u t r e p r e o c c u p a t i o n a c c a p a r e 1 ' i n t e r e t que l ' o n peut p o r t e r a ces p e r i p e t i e s . L ' e s p o i r d'une v i e i q u i l i b r i e s e l o n l e modele de l a f a m i l l e t r a d i t i o n n e l l e , r i v e l i I D a v i d e t Eve p a r l e paysage des bords de l a C h a r e n t e , e s t f o r t e m e n t menace" p a r l e s r e p r e s e n t a n t s de l a s o c i i t e montante, c e l l e q u i , p l u s t a r d sous l a Monarchie de J u i l l e t , s u p p l a n t e r a l ' a n c i e n n e . D a v i d e t Eve s o n t en b u t t e aux a t t a q u e s des C o i n t e t e t des (49) Les S o u f f r a n c e s de l ' i n v e n t e u r , S e u i l I I I , 548, a. (50) I b i d . , S e u i l I I I , 549, b. - 95 -P e t i t - C l a u d , c ' e s t ^ a - d i r e des hommes d ' a f f a i r e s e t des hommes de l o i a l e u r s o l d e . L'espace n a t u r e l , q u i a domine j u s q u ' i c i l e c o t t sympathique de l ' h i s t o i r e , p o u r r a - t - i l e t r e maintenu? D e v r a - t - i l f a i r e p l a c e dans l e r e c i t a d ' a u t r e s t y p e s d'espace n a t u r e l ou simplement d i s p a r a i t r e ? T e l l e s s o n t l e s q u e s t i o n s q u ' i l y a l i e u de se p o s e r dans l ' o p t i q u e de l a p r e m i e r e p a r t i e de ce c h a p i t r e . Tout d'abord L u c i e n semble b i e n en r o u t e v e r s l e bon esp a c e : "En g r a v i s s a n t l a rampe de l a P o r t e - P a l e t , L u c i e n i p r o u v a 1 ' i n f l u e n c e de l ' a i r n a t a l , i l ne s e n t i t p l u s l e p o i d s de ses i n f o r t u n e s , e t se d i t avec d e l i c e s : J e v a i s done l e s (51) r e v o i r ! " M a i s , " 1 ' i m a g i n a t i o n p a r t i e du s e i n de l a f a -(52) m i l l e y t r o u v a i t au r e t o u r de t r i s t e s r e a l i t e s . L u c i e n n ' e s t p l u s , de ce f a i t , l e r o i a d u l t q u ' i l e t a i t a u t r e f o i s . Sa v a n i t e e t son egoisme l'empechent de comprendre e t de se so u m e t t r e . "Je ne s u i s p l u s a i m t , pensa L u c i e n . Pour l a (53) f a m i l l e comme pour l e monde, i l f a u t done r e u s s i r . " Tres rapidement i l en v i e n t a d i r e : " E l l e s s o n t b o u r g e o i s e s , e l l e s ne peuvent pas me comprendre ..." e t l e n a r r a t e u r p r e n d s o i n de s o u l i g n e r l ' e f f e t de c e t t e a t t i t u d e en a j o u t a n t "... en se s t p a r a n t a i n s i de s a s o e u r , (51) (52) (53) Les S o u f f r a n e e s de l ' i n v e n t e u r , I b i d . , S e u i l I I I , 583, a. I b i d . , S e u i l I I I , 584, a. S e u i l I I I , 583, a. de s a m§re e t de Sechard . ,." V 3 £ i ; Le r e p l i e m e n t de L u c i e n s u r son "moi" e g o i s t e l e s i p a r e I nouveau de l a n a t u r e que son r e p e n t i r l u i a v a i t f a i t r e t r o u v e r momentanement. C'est i c i que l ' o n se r e n d compte que l ' e s p a c e n a t u r e l des bords de l a C h a r e n t e e s t p l u s que 1 1 e s p a c e - r e f u g e du s e i n m a t e r n e l , q u ' i l n ' e s t pas d o n n i mais c r e e par l e s i n d i v i d u s q u i v e u l e n t f a i r e de 1'amour a d u l t e q u ' i l s y m b o l i s e l e u r mode de v i e . Pour L u c i e n desormais l e denouement ne peut que se p r S c i p i t e r . I r o n i q u e m e n t , c ' e s t une scene s y m i t r i q u e a l a fameuse promenade au b o r d de l ' e a u du p r e m i e r l i v r e q u i en s e r a 1 ' o c c a s i o n . Le s u c c t s apparent de sa r e n t r e e dans l a haute s o c i e t i angoumoisine l a i s s e d'abord e s p e r e r une s o l u t i o n aux probl§mes q u i a s s a i l l e n t l e manage de l ' i n v e n t e u r . Eve r e p r e n d e s p o i r , e t , comme e l l e 1 ' a v a i t f a i t pour D a v i d , p r o -pose "de se promener a B e a u l i e u , apres l e d i n e r , au b r a s de son f r e r e " . L o i n d ' a b o u t i r a l'harmonie r e t r o u v e e dans un amour p a r t a g i , l a promenade e s t i n t e r r o m p u e p a r une c a t a -s t r o p h e , 1 ' a r r e s t a t i o n de D a v i d . C e l a s i g n i f i e pour L u c i e n l e r e j e t d i f i n i t i f de l a f a m i l l e : "... f o u d r o y i par un r e g a r d de sa m§re q u i y m i t sa m a l e d i c t i o n , i l monta dans sa chambre e t s'y enferma." (56) (54) Les S o u f f r a n c e s de l ' i n v e n t e u r , S e u i l I I I , 584, a. (55) I b i d . , S e u i l I I I , 598, a. (56) I b i d . , S e u i l I I I , 598, a. - 97 -I I n'en s o r t i r a que pour marcher v e r s son s u i c i d e , c a r , r e f u s e p a r l a s o c i t t e , e x c l u de l a f a m i l l e , une s e u l e i s s u e l u i demeure o u v e r t e : l ' e s p a c e q u i se p r t s e n t e a l u i m a i n t e n a n t n ' e s t a u t r e que c e l u i de l a mort. "... L u c i e n a v a i t ferme l a p o r t e de l a maison, e t i l d e s c e n d a i t v e r s l a C h a r e n t e , p a r l a promenade de B e a u l i e u , mis comme s ' i l a l l a i t a une f e t e , c a r i l s ' t t a i t f a i t un l i n c e u l de ses h a b i t s p a r i s i e n s e t de son j o l i h a r n a i s de dandy." (57) Pour l a t r o i s i e m e f o i s dans l ' h i s t o i r e , l e s i t e de l a promenade de B e a u l i e u a p p a r a i t a. un moment c r u c i a l . L u c i e n n'a p l u s d ' e s p o i r , i l a d e c i d e de se s u i c i d e r , de r e j o i n d r e un espace ou i l p u i s s e s ' S t a b l i r . Les h a b i t s p a r i s i e n s dont i l e s t r e v e t u v i e n n e n t de j o u e r un r o l e n e f a s t e . l i s ont i t e , au m i l i e u de l a t r a n q u i l l i t e f a m i l i a l e , comme une emanation du P a r i s de 1 ' a m b i t i o n q u i a v a i t d t j a p erdu l e poe t e . L e u r i n t r o -d u c t i o n dans l ' h i s t o i r e a c o n t r i b u S a p e r v e r t i r l a quete de l ' e s p a c e n a t u r e l . " I I v i e n t des pays m a l s a i n s ou de ceux ou l ' o n a l e p l u s s o u f f e r t des b o u f f t e s q u i r e s s e m b l e n t aux s e n t e u r s de p a r a d i s . Dans une v i e t i e d e l e s o u v e n i r des s o u f f r a n c e s e s t comme une j o u i s s a n c e i n d e f i n i s s a b l e . Eve f u t s t u p e f a i t e quand son f r e r e d e s c e n d i t dans ses vetements n e u f s ; e l l e ne l e r e c o n -n a i s s a i t pas." (58) (57) Les S o u f f r a n c e s de l ' i n v e n t e u r , S e u i l I I I , 599, a. (58) I b i d . , S e u i l I I I , 591, a. - 98 -C'est dans cet appareil q u ' " i l avait d'abord pensi tout bonne-(59) ment 3 s ' a l l e r j e t e r dans l a Charente" . Le f a i t de vou-l o i r disparattre dans les eaux de l a Charente rev§tu du " j o l i harnais de dandy" semblerait indiquer une intention de r i u n i r symboliquement les deux mondes de l a S o c i i t g et de l a Famille par une demarche i r r e v e r s i b l e . Cependant, cette promenade, comme l a precedente, ne pourra aboutir a l a maitrise de l' e s -pace romanesque, car: "en descendant les rampes de Beaulieu pour l a derniere f o i s , i l entendit par avance l e tapage que f e r a i t son suicide, i l v i t 1'affreux spectacle de son corps revenu sur l'eau, deformi, 1'objet d'une enquete j u d i c i a i r e : i l eut, comme quel-ques suicidSs, un amour-propre posthume." (60) L'amour-propre, manifestation du "moi" e*goiste, l'empeche d'accomplir ce r i t e de mariage qui aurait a b o l i les contra-d i c t i o n s de son existence. L'espace naturel, en tant que domaine de l a fa m i l l e , sera disormais clos pour Lucien. Par l a su i t e , i l ne montrera plus qu'un moment d'hesita-t i o n , qu'un indice de nostalgie fugace pour l e bonheur tran-q u i l l e du paradis de l a nature, ce sera peu de temps avant son arrestation dans le deuxiSme l i v r e de Splendeurs et misgres des courtisanes, alors q u ' i l se trouve encore une f o i s a l a (59) Les Souffrances de l'inventeur, Seuil I I I , (60) Ibid., S e u i l I I I , 599, b. - 99 -c r o i s e e des chemins: " L u c i e n , a 1'aspect d ' E s t h e r , se d i t : - P o u r q u o i ne pas a l l e r v i v r e avec e l l e a Rubempre, l o i n du monde, sans j a m a i s r e v e n i r a P a r i s ! . . . " (61) mais ce n ' e s t que pour a j o u t e r q u e l q u e s i n s t a n t s a p r e s , en s ' a d r e s s a n t a E s t h e r : " E n f a n t ! j ' a l l a i s t e d i r e que s i t o u t e s t f i n i pour m oi, j e ne veux pas d ' a u t r e femme que t o i . " (62) " S i t o u t e s t f i n i pour moi"!... l a m a l a d r e s s e , e t meme l a m u f l e r i e de c e t t e . d e c l a r a t i o n , montre c l a i r e m e n t que c e t amoureux c a l c u l a t e u r n ' a p p a r t i e n t pas au monde de D a v i d e t d'Eve. Ces deux d e r n i e r s personnages r e s t e n t l e s s e u l s p o s s e s -s e u r s de l ' e s p a c e de l a f a m i l l e . A l a f i n des S o u f f r a n c e s de  1 ' i n v e n t e u r i l s ont r e u s s i a c o n t e n i r l e chaos menacant e t a r e i n t t g r e r l a sphere a l a q u e l l e i l s t t a i e n t d e s t i n e s ; l e u r b o r d de Charente s ' e s t c o n s o l i d e en un v e r i t a b l e Eden: l a V e r b e r i e . "Eve a v a i t a c h e t e , p r e c i s i m e n t en avant des v i g n e s de son beau-pere, une maison appelee l a V e r b e r i e , accompagnee de t r o i s a r p e n t s de j a r d i n e t d'un c l o s de v i g n e s e n c l a v e dans l e v i g n o b l e du v i e i l l a r d ... Devant l a facade du cot§ j a r d i n , i l y a v a i t une rangee de gre n a -d i e r s , d'orangers e t de p l a n t e s r a r e s (61) (62) A combien 1'amour r e v i e n t aux v i e i l l a r d s , S e u i l IV, 377, a. I b i d . , S e u i l I V , 377, b. - 100 -"que l e p r e s i d e n t p r o p r i e t a i r e , un v i e u x g t n t r a l , mort de l a main de monsieur Marron, c u l t i v a i t lui-me'me," (63) l ' o n v o i t que n'y manquent m§me pas l e s " g r e n a d i e r s " , l e s " o r a n g e r s " e t l e s " p l a n t e s r a r e s " q u i o r n e n t t r a d i t i o n n e l l e -ment t o u t p a r a d i s t e r r e s t r e ! Ce c o u p l e a c h o i s i d t f i n i t i v e m e n t , l e bonheur: "Eve a eu 1 ' e s p r i t de f a i r e r e n o n c e r D a v i d a l a t e r r i b l e v o c a t i o n des i n v e n t e u r s , ces Moise d e v o r t s par l e u r b u i s s o n d ' H o r e b . " ^ ^ L ' i n v e n t e u r m£ne d€sormais " l a v i e heureuse e t p a r e s s e u s e du (65) p r o p r i t t a i r e f a i s a n t v a l o i r " , e t ce genre d ' e x i s t e n c e e s t sans h i s t o i r e . Done de ce c 6 t t IS a u s s i l e roman e s t t e r m i n e ; en r e n o n c a n t a s'approcher du b u i s s o n a r d e n t , symbole de ce q u i d t p a s s e l'homme, D a v i d se r t s i g n e a retomber sous l a l o i " c o n s e r v a t r i c e q u i r t g i t l e s e x i s t e n c e s i n s t i n c t i v e s " , i l s o r t de 1'espace romanesque. L u c i e n , que nous avons l a i s s e s u r l e chemin de son s u i c i d e , demeure s e u l en scene. V e r s q u e l espace se d i r i g e - t - i l ? Pendant l a j o u r n i e p a s s i e au m o u l i n de C o u r t o i s , nous d i t l e n a r r a t e u r , i l " a v a i t remarqut ... une de ces nappes r o n d e s , comme i l s'en t r o u v e dans l e s p e t i t s c o u r s d'eau, dont (63) Les S o u f f r a n c e s de l ' i n v e n t e u r , S e u i l IV, 614-615. M. Marron dont i l s ' a g i t i c i e s t l e f r g r e du c u r e , d o c t e u r . (64) I b i d . , S e u i l I I I , 616, b. Le l e (65) I b i d , S e u i l I I I , 616, b. - 101 -1 ' e x c e s s i v e p r o f o n d e u r e s t accusee p a r l a t r a n q u i l l i t e de l a (66) s u r f a c e . " L'on r e c o n n a i t r a l e t r o u d'eau q u i a d i j a s e r v i p our l e s u i c i d e d'Athanase Granson, dans L a V i e i l l e  f i l l e . Cependant l a comparaison des deux v e r s i o n s permet de m e t t r e en l u m i e r e des d i f f e r e n c e s r e v i l a t r i c e s q u i demon-t r e n t que 1'espace-cadre n a t u r e l f a i t v r a i m e n t p a r t i e du drame p r o p r e a. chacun de ces personnages. Athanase d'abord se s u i c i d e e f f e c t i v e m e n t p a r d e s e s p o i r : d'amour. I I n ' e s t pas r e j e t i de l a f a m i l l e ; s a mere e t l u i o n t une grande a f f e c t i o n 1'un pour 1 ' a u t r e . A u s s i l a mort q u ' i l e l i t e s t - e l l e un r e t o u r symbolique dans l e s e i n mater-n e l , au moyen d'une n a t u r e c o m p l i c e . " I I a r r i v a devant l e beau p e u p l i e r sous l e q u e l i l a v a i t t a n t m e d i t e d e p u i s q u a r a n t e j o u r s ... I I contempla c e t t e b e l l e n a t u r e a l o r s i c l a i r i e p a r l a l u n e ; i l r e v i t en quelques heures t o u t son a v e n i r de g l o i r e ... C e t t e magie a v a i t e t i p o s s i b l e pendant un moment, m a i n t e -n a n t e l l e s ' i t a i t a j a m a i s e v a n o u i e . Dans ce moment supreme i l e t r e i g n i t son b e l a r b r e , auquel i l s ' e t a i t a t t a c h i comme a un ami; p u i s i l m i t chaque p i e r r e dans chacune des poches de s a r e d i n g o t t e e t l a boutonna ... I I a l i a r e c o n n a i t r e l ' e n d r o i t p r o -fo n d q u ' i l a v a i t c h o i s i d e p u i s l o n g -temps: i l s'y g l i s s a r e s o l u m e n t en t a c h a n t de ne p o i n t f a i r e de b r u i t , e t i l en f i t t r e s peu." (67) I I y a i n c o n t e s t a b l e m e n t une grande s i r e n i t i dans ce d e p a r t . (66) Les S o u f f r a n c e s de 1 ' i n v e n t e u r , S e u i l I I I , 599, b. (67) L a V i e i l l e f i l l e , S e u i l I I I , 322, b. - 102 -Quant a l a nappe d'eau r e t e n u e p a r L u c i e n , e l l e a une eau q u i " n ' e s t p l u s n i v e r t e , n i b l e u e , n i c l a i r e , n i j a u n e ; e l l e e s t comme un m i r o i r d ' a c i e r p o l i . Les b ords de c e t t e coupe n ' o f f r a i e n t p l u s n i g l a i e u l s , n i f l e u r s b l e u e s , n i l e s l a r g e s f e u i l l e s du nenuphar, l ' h e r b e de l a berge e t a i t c o u r t e e t p r e s s i e ..." (68) C e t t e double s e r i e de n e g a t i o n s d e p o u i l l e l ' e a u de t o u s l e s a t t r i b u t s m a t e r n e l s q u ' e l l e a u r a i t pu a v o i r . E l l e n ' e s t p l u s que l e m i r o i r de N a r c i s s e s u g g i r i p a r l a comparaison de s a s u r f a c e a un m i r o i r d ' a c i e r p o l i . E l l e e s t avant t o u t 1'image de l a s t e r i l i t y , paysage d i g n e de ce dandy e t r e t e n u p a r l u i p a r c e q u ' i l l u i donne l a p o s s i b i l i t y de d i s p a r a i t r e dans l e s e u l espace q u i l u i c o n v i e n n e , lui-meme, e t d ' a n n u l e r de c e t t e fagon un "moi" q u i s ' e s t r e v e l e i n c a p a b l e de composer avec l ' u n quelconque des a s p e c t s que p r e n d l a r e a l i t e . L'espace de l a mort pour l e p oete d'Angouleme n ' e s t a u t r e que s a p r o p r e image. Le roman d e v r a i t se t e r m i n e r i c i f a u t e de p r o t a g o n i s t e s , mais un r ebondissement i n t e r v i e n t , rendu v r a i s e m b l a b l e p a r l e s c i r c o n s t a n c e s q u i e n t o u r e n t l a t e n t a t i v e de L u c i e n . A l o r s qu'Athanase m e t t a i t ses p r o j e t s a e x e c u t i o n a l a tombee du j o u r , L u c i e n c h o i s i t de se m e t t r e en r o u t e a 1'aube, image de l a n a i s s a n c e e t du r e t o u r a l a v i e . En o u t r e , l a d i s t a n c e (68) Les S o u f f r a n c e s de l ' i n v e n t e u r , S e u i l I I I , 599, b. - 103 -est longue de l a rampe de Beaulieu au s i t e i l u pour le suicide. C'est vraiment tenter l a chance; e l l e i n t e r v i e n t sous les especes d'un etrange pretre, dans un espace naturel qui prend des dimensions nouvelles. "... l a rencontre avec Carlos, nous d i t G. Picon, s i g n i f i e l ' i c h e c de l a v i e , le renoncement a v i v r e ... Carlos ... est en f a i t le genie meme du romancier off r a n t a. Lucien de devenir un person-nage de roman, et a Balzac de vouer desormais son e f f o r t non a une exis-tence attaquee avec des forces nou-v e l l e s , mais 3. l a creation d'un monde en dehors de 1'existence." (69) Nous sommes d'accord sur l e fond avec cette remarque de Picon; 1'autre moyen, en dehors de l a noyade, que pouvait avoir Lucien de se debarrasser de son moi devenu i n u t i l e , c'§tait d'en abandonner l'enveloppe charnelle a une volonte puissante qui pourrait l ' u t i l i s e r . Vautrin s a i s i t 1'occasion, aide par le cadre dans lequel se dgroule ce moment de l ' h i s -t o i r e . Le chemin qui devait mener au trou d'eau passe par l a route d'Angouleme 3. Paris, Lucien le prend done et, nous d i t l e narrateur, " i l parvint au pied d'une de ces cotes qui se rencontrent s i frequemment sur les routes de France" , et dont l a p r i n c i p a l e raison d'etre, semble-t-il dans les (69) Gaetan PicOn, "Les I l l u s i o n s perdues ou l'esperance retrouvie", pp. 67-68. (70) Les Souffrances de l'inventeur, S e u i l I I I , 600, a. - 104 -romans de l'epoque, est de permettre aux voyageurs a pied et en voiture de se rencontrer. Ce n'est cependant pas 1'inten-tion du jeune homme de se l a i s s e r v o i r , "II se j e t a dans un p e t i t chemin creux et se mit a c u e i l l i r des fl e u r s dans une vigne. Quand i l r e p r i t l a route i l t e nait a l a main un gros bouquet de sedum, une f l e u r jaune qui vient dans le c a i l l o u des vignobles ..." (71) Rien que de tres ordinaire dans ce decor naturel pensera-t-on. II s'adjit i c i d'un espace de t r a n s i t i o n qui n'est plus un but en s o l , comme les bords de l a Charente ou "l ' e n d r o i t profond" d'Athanase Granson. Admettons q u ' i l s o i t normal, etant donne les circonstances, que Lucien se cache dans l a vigne pour echapper aux regards i n d i s c r e t s , que dire toute-f o i s de sa c u e i l l e t t e de fleu r s sur le chemin du suicide? ... i l est v r a i q u ' i l est poete. Mais, quand on se souvient que F e l i x de Vandenesse c u e i l l a i t d i j a des f l e u r s , et meme du (72) sedum, pour stduire madame de Mortsauf , selon le principe qu'"Il est dans l a nature des ef f e t s dont les signifiances (73) sont sans bornes" , on ne peut se dispenser d'interpreter symboliquement toute cette scene d'une rencontre dans un milie u naturel. "En entendant Lucien qui sauta de l a (71) (72) (73) Les Souffrances de l'inventeur, S e u i l I I I , 600, a. Le Lys dans l a v a l l e e , S e u i l VI, 330, a. Ibid., S e u i l VI, 329, a. - 105 -"vigne sur l a route, l'inconnu se retourna, parutcomme s a i s i de l a beaute profonde et mglancolique du poete, de son bouquet symbolique et de sa mise elegante." (74) S i Lucien ne s a i t pas pourquoi i l a c u e i l l i des f l e u r s , l ' e c c l siastique l u i a compris le message. Le jeune homme l u i (75) apparait comme " l e t r i s t e dieu de l'hymen , (pourquoi t r i s t e ? ) , porteur de torche et f i l s de Bacchus et de Vinus nous d i t l a mythologie, lequel s u r g i t comme fortuitement du sein de l a nature. La rencontre aboutira 3 une sorte d 1union, parodie sacrilege de l a fa m i l l e . Ce n'est pas dans l e sein de l a nature que le corps de Lucien va se perdre mais dans les "contrees sous-marines" ou regne l a v o l o n t i de puissance de Vautrin. "Ce jeune homme, d i t Vautrin a Lucien, n'a plus (76) r i e n de commun avec l e poete qui vient de mourir." II l u i faut cette mort symbolique pour pouvoir renaitre. L'es-pace de ce coin de route de Charente debouche dans l'aventure et l e fantastique, et l'aventure pour Vautrin l e conduit a 1'attaque de l'espace s o c i a l de l ' h i s t o i r e . Nous sommes deja dans 1'atmosphere de Splendeurs et miseres des c o u r t i -sanes . Le roman des I l l u s i o n s perdues est bien termine et (74) Les Souffrances de l'inventeur, S e u i l I I I , 600, a. (75) Ibid . , S e u i l I I I , 600, a. (76) Ibid . , S e u i l I I I , 605, a. - 106 -cependant l e roman de Lucien continue. Nous venons, selon les termes de G. Picon, de suivre " l a trace du Heros jusqu'a. ce s e u i l ou i l echappe a l a mort (77) pour descendre aux enfers de l'imaginaire." L'aventure de Splendeurs et miseres des courtisanes s e r a i t du domaine des genres nobles de 1'epopee et de l a tragedie, comme cette formule de G. Picon le l a i s s e r a i t supposer. Cela peut etre exact avec un certain r e c u l , s i l'on medite sur le destin des personnages principaux en transposant leurs actions dans (78) leur Equivalent mythique . II y a cependant autre chose dans ce long roman: un cote roman-feuilleton avec le melange des genres que ce l a comporte. Nous avons d ' a i l l e u r s , au chapitre precedent, souligne les intentions comiques que l'auteur avait voulu y mettre. La premiere apparition de l'espace naturel, en tant que cadre de l ' h i s t o i r e du second roman, ne releve certainement pas des"enfers de l'imaginaire". E l l e est amenee par l a description burlesque d'une "caleche endormie", avec un cocher somnolent, un valet de pied "ronflant comme une toupie (77) G. Picon, "Les I.P. ou l'esperance retrouvee", p. 68. (78) Nous avons dejS. f a i t une t e l l e transposition quand nous avons analyse l a l u t t e engagee par Vautrin pour s'assurer 1'exclusivite sur Lucien, v o i r chapitre I, pp. 5 8-59. - 107 -allemande", un maitre repu et assoupi et deux chevaux goguenards, et ce, au beau milieu du Bois de Vincennes a (79) mmuit . Nous sommes en p l e i n Roman comique. La nature qui en est le theatre est e l l e meme une parodie: "Par une b e l l e nuit du mois d'aout", a l o r s q u ' " i l f a i s a i t un c l a i r de lune s i magnifique qu'on aurait pu tout l i r e , meme un journal du s o i r " , ce que l e baron de Nucingen v o i t , "par le silence des bois, et a cette lueur s i pure", c'est "une femme seule" ... " i l en fut comme illumine." (80) Une f o i s de plus l'espace naturel favorise l ' t c l o s i o n de 1'amour mais cette f o i s - c i ce n'est n i 1'amour legitime, n i 1'amour diabolique, c'est 1'amour r i d i c u l e . Le dicor de milodrame, les q u a l i f i c a t i o n s vagues ou meme t r i v i a l e s des de t a i l s du paysage sont dus a l'obligeance d'un romancier tres preoccupy de ne pas rater l e depart de ce vaudeville que veut etre A combien 1'amour revient aux v i e i l l a r d s . Est-ce grace au caractere i n s o l i t e de l'espace naturel que Nucingen se l a i s s e influencer? Le texte ne nous permet pas d'en d i c i d e r . C'est toujours a travers l e narrateur omniscient que l e cadre est percu dans cette sequence et dans les deux autres scenes que nous avons relevees. Pourquoi (79) Comment aiment les f i l l e s , S e u i l IV, 303, a. (80) Ibid., S e u i l IV, 303, a. - 10 8 -Vautrin par exemple, dans le deuxieme espace-cadre naturel du second roman, a - t - i l c h o i s i l a f o r e t de Saint-Germain pour sequestrer Esther et a t t i r e r le baron dans ses rets? Quel sens donner, au niveau de l ' h i s t o i r e , au choix du s i t e panoramique dans lequel a l i e u le dernier entretien de Vautrin, de Lucien et d'Esther, avant leur r e n t r i e dans l a mel§e parisienne? "Au moment de q u i t t e r l a maison du Garde, i l amena Lucien et l a pauvre courtisane au bord d'un chemin d i s e r t , §. un endroit d'ofi l'on voyait P a r i s , et ou personne ne pouvait les entendre. Tous t r o i s i l s s'assirent au s o l e i l levant, sous un troncon de peuplier abattu devant ce paysage, un des plus magnifiques du monde, et qui embrasse le cours de l a Seine, Montmartre, P a r i s , Saint-Denis." (81) Nul doute que les personnages voient Paris puisque, Saint-Germain etant a l'ouest de cette v i l l e , les t r o i s person-nages font face a l ' e s t . Cependant "l'on voyait" reste vague, et'"... ce paysage, un des plus magnifiques du monde" est une r e f l e x i o n du narrateur. Le choix du s i t e f a i t bien entendu pa r t i e d'une s€rie de mesures prises par Vautrin pour mener a bien ses machinations. Ce que l ' h i s t o i r e re-clame a ce point, c'est un endroit d i s e r t done d i s c r e t . Mais quelle est l a fonction de l a magnificence du decor? F a u t - i l v o i r dans l a s i t u a t i o n panoramique une s i g n i f i c a t i o n (81) Comment aiment les f i l l e s , S e u i l IV, 332, a. - 109 -s p i c i a l e q u i depasse l e s p e r i p e t i e s p a r t i c u l i e r e s dont e l l e s e r t de c a d r e , une s o r t e de r i t e n a r r a t i f q u i v i e n d r a i t s 1 i n s u r e r dans l a trame du d i s c o u r s du r i c i t ? C e t t e scene e s t en e f f e t . u n p r e l u d e a l a mort d ' E s t h e r , comme l e paysage de Bouron, d e r n i e r e s p a c e - c a d r e n a t u r e l du roman, " l ' e n d r o i t f a t a l ou Napoleon e s p e r a f a i r e un e f f o r t g i g a n t e s q u e 1'avant-(82) v e i l l e de son a b d i c a t i o n " , precede c e l l e de L u c i e n . La r e f e r e n c e a. Napoleon l e d o n n e r a i t a p e n s e r , c a r des I l l u s i o n s perdues l a d e s t i n e e des jeunes a m b i t i e u x du d i b u t du 1 9 e (83) s i e c l e e t a i t c o n f r o n t e e au mythe n a p o l e o n i e n . La s i t u a t i o n panoramique s e r a i t a i n s i 1'image de l'homme en f a c e de son d e s t i n , l e s i g n a l du denouement pour chaque v i e p a r -t i c u l i e r e . C e t t e p o s s i b i l i t y s e r a e x p l o r e e p l u s en d e t a i l l o r s q u e nous d i s c u t e r o n s de 1 ' i n c i d e n c e e s t h e t i q u e des c a r a c t e r i s t i q u e s s p a t i a l e s de 1 ' i m a g i n a i r e , dans l e C h a p i t r e IV. L ' a n a l y s e de 1'espace-cadre n a t u r e l de l ' h i s t o i r e du " c y c l e de Rubempre" a f a i t a p p a r a i t r e une n e t t e d i f f e r e n c e de t r a i t e m e n t s e l o n que l ' o n c o n s i d e r e I l l u s i o n s perdues ou S p l e n d e u r s e t m i s e r e s des c o u r t i s a n e s . Le cadre n a t u r e l dans l e p r e m i e r roman demeure l ' u n des espaces d ' a c c o m p l i s s e -ment de l a d e s t i n e e humaine, l ' u n des a s p e c t s que peut (82) A combien 1'amour r e v i e n t aux v i e i l l a r d s , S e u i l I V, 379, b. (83) Les Deux P o e t e s , S e u i l I I I , 407, b, e t Un grand homme de p r o v i n c e a P a r i s , S e u i l I I I , 538, a. - 110 -prendre le bonheur dans l a r i a l i t e de 1'existence. II peut done etre un objet de quete pour certains personnages, ceux qui acceptent de subordonner leur i n d i v i d u a l i t y a l ' i n t e r e t de l a f a m i l l e ou de l a communauti. Dans l e second, ou s'agite surtout l a race des ambitieux, i l n'est plus a l a base de leur existence; a 1'occasion i l peut etre un moyen mais i l ne devient jamais une f i n . Ce q u ' i l faut 3 ces personnages, c'est l a maitrise de l'espace s o c i a l . Lucien le v e l l e i t a i r e peut o s c i l l e r entre ces deux buts, i l appartient malgri sa fai b l e s s e au monde des ambitieux dont Rastignac est l.'.un des heros, dans La Comedie humaine. C'est ce dernier qui declare a son ami Bianchon, dans L'Inte r d i c t i o n : "Je p r e f e r e r a i toujours pour femme une marquise d'Espard 3 l a plus chaste, a l a plus r e c u e i l l i e , a l a plus aimante cri a t u r e de l a te r r e . Epousez un ange.' i l faut a l l e r s'enterrer dans son bon-heur au fond d'une campagne!" (84) Pourtant Rastignac est assez lucide pour ajouter: "Tu seras heureux au fond de l'eau, tandis que je l u t t e r a i tou jours a. l a surface des tempetes, jusqu'a ce qu'en sombrant, j ' a i l l e te de-mander place dans t a grotte, mon vieuxJ" (85) On remarquera avec i n t e r e t les images de l'eau dans ce pas-sage. II semblerait que meme le plus i l l u s t r e des i n d i v i -dualistes balzaciens doive avoir recours aux images de l a nature pour exprimer les lu t t e s et les d i s i r s profonds de (84) L ' I n t e r d i c t i o n , S e u i l I I , 352, b. (85) Ibi d . , S e u i l I I , 353, a. - I l l -l'espece humaine. L'humanite ambitieuse de ce debut de s i e c l e appartient encore a une culture qui transpose t r a d i t i o n n e l -lement l a v i s i o n de sa r e a l i t i dans 1'imaginaire d'une nature qui d o i t beaucoup de ses t r a i t s a l a l i t e r a t u r e . Est-ce a ce niveau de 1'imaginaire que 1'espace-cadre naturel a g i t sur Vautrin, l o r s de l a premiere rencontre avec (86) Lucien ou plus gineralement sur les acteurs, de Splen-deurs et miseres des courtisanes, dans les scenes qui se passent dans un espace naturel? En 1'absence de texte ex-p l i c i t e sur ce point a l ' i n t t r i e u r du "cycle de Rubempre", toute reponse a cette question doi t dependre de 1'interpre-ta t i o n du lecteur. Le mieux qu'on pourrait f a i r e , dans Splendeurs et miseres des courtisanes, ce s e r a i t d'examiner dans quelle mesure cet espace entre dans des schemas de techniques l i t t t r a i r e s , t e l s que parallelismes, r e p e t i t i o n s , symitries, p a r t i c u l i e r s au "discours du r e c i t " , mais cela (87) nous f e r a i t s o r t i r du cadre du present chapitre . Toute-f o i s d'autres situations dans le "cycle de Rubempre" sont assez friquemment 1'occasion, pour les personnages, de t r a -duire les angoisses et les desirs eprouvis par des images (86) Jacques C o l l i n n'est pas i n c u l t e ; i l a de bonnes con,-? naissances en H i s t o i r e , meme s i e l l e s sont tendancieuses, comme le montre l a scene de l a tentation. On apprend aussi q u ' i l a f a i t de solides Etudes chez les Oratoriens, Ou menent les mauvais chemins, S e u i l IV, 403, a. (87) Cet aspect p a r t i c u l i e r de l a technique l i t t e r a i r e sera examine dans le chapitre IV de cette Stude. - 112 -t i r e e s de l a n a t u r e . C e t t e a t t i t u d e q u i s u s c i t e dans l e t e x t e 1 ' a p p a r i t i o n de ce que nous avons convenu de nornmer: l ' e s p a c e imagine n a t u r e l , v a f a i r e 1 ' o b j e t de l a seconde p a r t i e de n o t r e a n a l y s e dans ce c h a p i t r e . Pour se p r o d u i r e , l e s r e v e s d ' a n x i e t e e t d ' a c c o m p l i s s e -ment dont p a r l e N. F r y e supposent un e t a t d ' i n s a t i s f a c t i o n e t l e s e n t i m e n t , chez l e s i n d i v i d u s , d ' a v o i r une d e s t i n e e p a r t i c u l i e r e a a c c o m p l i r en antagonisme avec l e s c o n d i t i o n s d ' e x i s t e n c e dans l e s q u e l l e s l i s se t r o u v e n t , "L'on s a i t a s s e z , remarque A l b e r t B e g u i n , que dans l ' u n i v e r s b a l z a c i e n , l e v r a i p a r t a g e n ' e s t pas e n t r e l e s bons e t l e s mechants, mais e n t r e l e s hommes a d e s t i n , admis a l ' e x i s t e n c e romanesque, e t l e s (88) hommes q u i en s o n t e x c l u s . " C'est done a t r a v e r s l e s personnages a d e s t i n , e t a l ' a i d e des p r e c i s i o n s supplemen-t a i r e s a p p o r t e e s p a r l e n a r r a t e u r o m n i s c i e n t s u r l ' e t a t sub-j e c t i f des perso n n a g e s , dans l e d e s s e i n d ' e c l a i r e r t o u s l e s r e s s o r t s de l ' h i s t o i r e , que nous s e r a r € v e l e c e t espace ima-g i n g n a t u r e l que nous nous proposons d ' e t u d i e r . Les Deux p o e t e s , comme l e t i t r e 1 ' i n d i q u e , met d'abord en scene deux personnages: D a v i d e t L u c i e n . l i s s o n t " p r o b l e m a t i q u e s " p u i s q u e : "Tous deux 1 ' e s p r i t gros de p l u -s i e u r s f o r t u n e s , l i s p o s s e d a i e n t c e t t e haute i n t e l l i g e n c e q u i met l'homme de p l a i n - p i e d avec t o u t e s l e s sommites, e t se (88) A l b e r t B i g u i n , B a l z a c l u e t r e l u , p. 188. - 113 -voyaient jetes au fond de l a societe." v o z >' Cependant i l s ne sont pas i s o l e s de leur m i l i e u : Lucien a sa fa m i l l e qui 1' aime tendrement, David a l'amitie de c e l u i - c i et deja. 1'amour d'Eve Chardon. "Depuis t r o i s ans, les deux amis avaient done confondu leurs des-t i n i e s s i b r i l l a n t e s dans l'avenir. I l s l i s a i e n t les grandes oeuvres ... I l s s 1 i c h a u f f a i e n t a ces grands foyers, i l s s'essayaient en des oeuvres avortees ou p r i s e s , quittees et reprises avec ardeur ... i l s oubliaient l a misere pre-sente en s'occupant a j e t e r les fondements de leur renommee." (90) Avec 1'amitii c'est l e theme de l a poesie qui s ' i n s t a l l e dans le roman et l e reve d'accomplissement que ce theme soutient. Un autre personnage ne tarde pas a f a i r e son apparition; i l aura, par 1'intermidiaire de l a poesie, des rapports d e -terminants avec les deux premiers. "Madame de Bargeton, nous d i t l'auteur, aimait les arts et les l e t t r e s , gout ex-travagant, manie hautement deploree dans Angouleme, mais q u ' i l est necessaire de j u s t i f i e r en esquissant l a vie de cette femme nee pour etre ceiebre, maintenue dans l'obscurite par de fatal e s circonstances, et dont 1'influence determina (91) l a destinee de Lucien." Contrairement aux deux amis, (89) (90) (91) Les Deux Po$fees, S e u i l I I I , 394, a. Ibid., S e u i l I I I , 396, a. Ibid., S e u i l I I I , 39 8, a. - 114 -e l l e est seule: "... e l l e se p r i t a examiner les personnes (92) qui 1'entouraient, et fremit de sa solitude." C'est a p a r t i r d ' e l l e que vont se preciser les reves d'anxieti qui, peu a peu, contamineront Lucien, quand e l l e aura r i u s s i a le detacher completement de sa famil l e et de son ami. L'espace imagine naturel propre a ce l i v r e se developpe §. p a r t i r de deux noyaux imaginaires antithetiques, disposes suivant un axe v e r t i c a l : le c i e l et les bas-fonds marecageux. Le premier est i n t r o d u i t par l a poesie, l e second, par l a description de l ' e t a t psychologique de madame de Bargeton, type meme d'une i n d i v i d u a l i t y aux prises avec un milieu qui l'empeche de se r e a l i s e r . Le passage e s s e n t i e l qui permet de s a i s i r 1'identity qui s'opere entre le c i e l et l a p o i s i e , c'est assurement c e l u i qui relate l a lecture des poemes d'Andre Chenier dans (93) l a cour de 1' impnmerie . La meticulosite avec laquelle le narrateur l a rapporte en est l a preuve: "En 1821, dans les premiers jours du mois de mai, David et Lucien i t a i e n t (92) Les Deux poetes, S e u i l I I I , 400, b. (93) P. B a r b i r i s releve t r o i s "grands moments" dans La C.H., dont l'un est pricisement cette scene. Les deux autres i t a n t : Eugenie Grandet, l a scene du serment de Charles dans le jardm, et Le Pere Goriot, Vautrin et Rastignac dans le jardin de l a pension. Dans Le Monde  de Balzac, p. 367, note 1. - 115 -"pres du vitrage de l a cour.... Tous deux s'assirent ... Les rayons du s o l e i l qui se jouaient dans les pampres de l a t r e i l l e caresserent les deux poetes en les enveloppant de sa lumiere comme d'une auriole." (94) La p o i s i e , comme le s o l e i l , a le don de transformer l a nature, de f a i r e d'un l i e u h o s t i l e un espace desirable. Les images qui suivent ne sont qu'une amplification de cette idee, dans l ' i n t e n t i o n , croyons nous, de l ' e t a b l i r une f o i s pour toutes dans les perspectives du roman: "Les pampres s'etaient c o l o r i s , les vieux murs de l a maison, f e n d i l l i s , bossues, inigalement traverses par d'ignobles l i z a r d e s , avaient i t i revetus de cannelures, de bossages, de b a s - r e l i e f s et des innombrables chefs-d'oeuvre de je ne sais quelle architecture par les doigts d'une f i e . La Fantaisie avait secoui ses fle u r s et ses rubis sur l a p e t i t e cour obscure ... La Poesie avait secouee les pans majestueux de sa robe e t o i l e e sur 1'a t e l i e r ou g r i -macaient les Singes et les Ours de l a typographic." (95) Ce passage permet de s a i s i r l a s i g n i f i c a t i o n de l a fee bien-faisante qui revient a plusieurs reprises dans l a suite de l ' h i s t o i r e ; c'est une transposition anthropomorphique du c i e l (94) On remarquera l e caractere topique de cette mise en scene qui releve avant tout d'une certaine convention l i t t i r a i r e : les premiers jours du mois de mai t r a d i -tionnels et une nature de dicor de pastorale; l e so-l e i l peut d'autant mieux jouer dans les pampres de l a t r e i l l e qu'en Charente, a cette epoque le f e u i l l a g e de l a vigne est p l u t o t rudimentaire. Les Deux Poetes, Se u i l I I I , 395, a. - 116 -lumineux et benefique qui ficonde l a terre de sa lumiere. Pourtant dans cette image se fonde tout le malentendu de 1'existence de Lucien. La seule chose que le poete retiendra de l a v i s i o n du c i e l , ce sera cette scene de l a f i e secouant ses f l e u r s et ses rubis sur l e monde et en p a r t i c u l i e r sur l u i . A l a f i n des Deux Poetes, Paris apparaitra a ce jeune homme, comme nous l'avons souligne anterieurement, avec "sa robe d'or, l a tete ceinte de p i e r r e r i e s royales, les bras ouverts aux talents" . c'est le reve enfantin de l a fee-marraine couvrant son f i l l e u l de sa protection et de ses dons, c'est 1'image mythologique de l a terre femelle fecondie par l e s o l e i l . Or l a f i n de l a scene dans l a cour de l'im-primerie donne, en depit de 1'interpretation de Lucien, une tout autre portee a ce qui precede: "Cinq heures sonnaient, mais les deux amis n'avaient n i faim n i s o i f ; l a vie leur e t a i t un reve d'or, i l s avaient tous les tresors de l a terre a leurs pieds. l i s apercevaient ce coin d'hori-zon bleuatre indique du doigt par l'Esperance a ceux dont l a vie est orageuse, et auxquels sa voix de sirene d i t : " A l l e z , volez, vous echapperez au malheur par cet espace d'or, d'argent ou d'azur"." (97) On ne peut etre plus c l a i r , c'est une i n v i t a t i o n a un reve d'envoi, a une prise de possession du c i e l , reve qui s e r a i t , (96) Les Deux Poetes, S e u i l I I I , 434, b. (97) Ibid., S e u i l I I I , 396, b. - 117 -(98) s e l o n l a symbolique f r e u d i e n n e , une m a n i f e s t a t i o n de l a v i r i l i t i . En dehors de L u c i e n , l e s a u t r e s personnages l ' e n t e n d e n t b i e n en ce sens. S i D a v i d c h o i s i t l ' e s p a c e de l a f a m i l l e p a r amour pour Eve, i l ne s ' e f f a c e devant son ami que p a r c e q u ' i l l ' e s t i m e mieux doue. Pour madame ChardOn e t l e s deux amants, L u c i e n i n c a r n e l e u r i d e a l d'epanouissement dans une r i a l i t i s u p e r i e u r e , c a r c ' e s t dans l e c i e l q u ' i l s p l a c e n t l e u r v e r i t a b l e p a t r i e , e t c ' e s t l e c i e l q u i l e u r permet de v i v r e au mieux dans l a v i e o r d i n a i r e . Le systeme h i e r a r c h i s e de l a f a m i l l e q u i amenage l a n a t u r e en une s t r u c t u r e e q u i l i b r e e n ' e s t pas i r r i d u c t i b l e a l a n o t i o n d'immensite f i g u r e e p a r l a d i m e n s i o n c i l e s t e . I I s'y r e l i e p a r 1 ' i n t e r m e d i a i r e du h i r o s c o n q u e r a n t , g r a c e au p r o c e d i de 1 ' i d e n t i f i c a t i o n . M i r c i a E l i a d e d i s t i n g u e chez l'homme a r c h a i q u e deux moyens d'acces a un e t a t d ' e q u i l i b r e : premierement p a r l a communion aux grands c y c l e s cosmiques, ce que c e t a u t e u r a p p e l l e " l ' e t e r n e l r e t o u r des cho s e s " ; deuxiemement, p a r l e r a t t a c h e -ment de 1 ' e x i s t e n c e i n d i v i d u e l l e a un modele, un h i r o s a r c h i -(99) . t y p i q u e . , I I semble b i e n que, dans l e cas q u i nous occupe, l e s deux moyens s' a d d i t i o n n e n t pour p e r m e t t r e a. des e t r e s (98) S. F r e u d , I n t r o d u c t i o n a l a p s y c h a n a l y s e , p. 140. (99) M i r c e a E l i a d e , The Myth o f t h e E t e r n a l R e t u r n (New Y o r k , B o l l i n g e r S e r i e s , 1954) , p. 3~. - 118 -pensants du monde moderne de supporter l e joug du diterminisme c i r c u l a i r e auquel l a f a m i l l e est soumise en reportant leurs reves d'expansion sur un hiros charge de conquerir l'espace reve par leur imagination. "Au boeuf 1'agriculture patiente, a l'oiseau l a vie insouciante, se d i s a i t l'imprimeur. Je s e r a i le boeuf, Lucien sera 1 * a i g l e . " ^"^^ Pour madame de Bargeton, qui n'a pas l a s e c u r i t i de 1'atmosphere f a m i l i a l e , l e besoin de s o r t i r de son m i l i e u est encore plus impirieux. L' i n t e r e t qu'elle porte a l a p o i s i e l a conduit a s'attacher a Lucien qu'elle imagine aussi sous l a forme de l'oiseau imperial: "Dieu vous garde d'une vie atone et sans combats, ou les a i l e s de l ' a i g l e ne trouvent pas assez d'espace, l u i s o u h a i t e - t - e l l e , ... Quand vous serez arrive" dans l a sphere i m p i r i a l e ou tronent les grandes i n t e l l i g e n c e s , souvenez-vous des pauvres gens d€s-h i r i t i s par l e sort ..." (101) L ' a i g l e , symbole de l'espace aerien sans l i m i t e s q u ' i l par-court, est aussi 1'image du s o l e i l , cet autre maitre du c i e l q u ' i l emplit par ses rayons. L ' a i g l e , dans l'imaginaire, est a i n s i appele" a ficonder l a terre et ses habitants. A 1'oppose du c i e l , dans 1'Angouleme "problimatique" de l ' h i s t o i r e , regne sans conteste 1'image du maricage. C'est (100) Les Deux RoStes, S e u i l I I I , 396, a. (101) Ibid . , S e u i l I I I , 419, b. - 119 -dans ce contexte que l e narrateur e t a b l i t le r i c i t de l a di s s o l u t i o n des esperances de madame de Bargeton. "En province, e x p l i q u e - t - i l , le gout se denature comme une eau s t a g n a n t e ^ 0 2 ^ . . . tout se v i c i e a l o r s , l a forme et l ' e s p r i t . " Pour les ambitieux i n d i v i d u a l i s t e s , l'eau ne joue plus le role calmant et protecteur du paysage naturel de 1 1 amour f a m i l i a l ; e l l e est un danger permanent pour leur i d e n t i t e . E l l e devient agressive, e l l e dissout, corrompt et donne nais-sance a une vegetation elle-meme malefique. L'individu aspire au s o l e i l et a son espace; madame de Bargeton pense a. son existence quand e l l e demande a son poete de chanter: " l a plante qui se desseche au fond d'une fo r e t , etouffee par des li a n e s , par des vegetations gourmandes, touffues, sans avoir ete aimee par le s o l e i l , et qui meurt sans avoir f l e u r i . " (104) Deux regimes de vegetation sont en l u t t e dans l'espace imagine naturel de ce premier l i v r e : c e l u i des pays aimis par le s o l e i l et ficondes par l u i , "ou tout est blanc, propre et f l e u r i " ^ 0 5 ^ r e t c e l u i des bas-fonds marecageux et sombres, domaine de l a s t e r i l i t i , ou les plantes s'etouffent les unes les autres sans pouvoir parvenir a l a f l o r a i s o n . (102) Les Deux Poetes, S e u i l I I I , 400, a. (103) Ibid., S e u i l I I I , 399, a. (104) Ibid., S e u i l I I I , 419, b. (105) Ibid., S e u i l I I I , 433, b. - 120 -Ce n ' e s t pas t a n t , a ce s t a d e du r e c i t , un probleme de l u t t e e n t r e i n d i v i d u a l i t e s qu'une q u e s t i o n de m i l i e u . Dans ce monde du marecage un p r i n c i p e manque, c e l u i de l a l u m i e r e , e t l a grande dame d'Angouleme r e c h e r c h e l e h i r o s q u i p o u r r a l a l u i a p p o r t e r . A u s s i n ' e s t - i l pas s u r p r e n a n t de c o n s t a t e r que l e s images t i r i e s de l a faune ( l e s p a s s i o n s i n d i v i d u a l i s t e s dans n o t r e t r a d i t i o n l i t t e r a i r e s o n t en g e n e r a l i l l u s t r e e s p a r des animaux) ne j o u e n t qu'un r o l e s e c o n d a i r e i c i . Mon-s i e u r de B a r g e t o n , "cigogne s u r ses p a t t e s " (106) f l e comte de Senonches, "aimable s a n g l i e r " ^0/7) l a t r o u p e r i d i c u l e de l a haute s o c i e t e de l a v i l l e , "ces mouches buveuses de sang" a p p a r t i e n n e n t b i e n a 1 ' h a b i t a t de l a f o r e t marecageuse, mais e l l e s ne s o n t pas v i r i t a b l e m e n t menacantes s u r l e p l a n du r e v e , e l l e s e n t r e n t dans l e c o n t e x t e i r o n i q u e de l a s a t i r e p l a i s a n t e de l a p e t i t e v i l l e de p r o v i n c e q u i e s t un a u t r e a s p e c t des Deux P o e t e s . Ce ne s o n t pas l e s grands fauves que nous r e n c o n t r e r o n s dans S p l e n d e u r s e t m i s e r e s des c o u r t i -sanes . Cependant, ces images v i e n n e n t s ' a j o u t e r , avec l e u r m i d i o c r i t i , aux a u t r e s f a c t e u r s s o c i o l o g i q u e s q u i c o n t r i b u e n t a r e n d r e l e s e j o u r d'Angouleme i n s u p p o r t a b l e aux a m b i t i e u x ; l a grande dame e t l e jeune homme se d e c i d e n t 3 f u i r l ' e n l i s e -ment, 1 * i t o u f f e m e n t e t l ' o b s c u r i t i de l a p r o v i n c e , e t a v o l e r (106) (107) (108) Les Deux P o e t e s , S e u i l I I I , 411, b. I b i d . , S e u i l I I I , 414, a. I b i d . , S e u i l I I I , 426, b. - 121 -vers l e pays de l a lumiere et de l a transparence, Paris. II est important de ne pas oublier que tout cet espace naturel, s i v r a i psychologiquement pour les deux heros, n'est qu'ima-ging. C'est cette p a r t i c u l a r i t y qui autorise le jeu de l a vi s i o n ironique de l'auteur et du lecteur, quand ceux-ci dicident, ensemble ou siparement, de prendre leur distance v i s - a - v i s des personnages. Le malentendu sur lequel repose l'equipee des deux amoureux f a i t s e n t i r ses e f f e t s des l e debut d'Un grand  homme de province a Paris. Madame de Bargeton se rend compte, pendant l e t r a j e t d'Angouleme a Par i s , que l e heros s o l a i r e avec lequel e l l e pensait p a r t i r a l a conquete du c i e l n'est qu'un enfant a l a recherche d'une p r o t e c t r i c e . I l y a, a 1'arrivee dans l a c a p i t a l e , l a "chambre froide et sans s o l e i l " d e l ' h o t e l du Gail l a r d - B o i s , qui est l e prelude a. 1' ineluctable abandon de Lucien par Louise, cette derni§re trouvant rapidement, grace a Chatelet, l a "sphere" qui l u i convient. Lucien reste seul a l a recherche de son " c i e l " et Paris, commente l e narrateur, " a l l a i t etre un affreux de-4 . , , ( H I ) -I • sert pour l u i . Louise ayant ditache son jeune ami du domaine de (109) Un grand homme de province a Pa r i s , Seuil I I I , 436, a et b. (110) Ibid., S e u i l I I I , 437, a. (111) Ibid., Seuil I I I , 439, b. - 122 -l'enfance, Lucien doit maintenant naviguer sur l a mer du monde pour atteindre le port d e s i r i . II est bien conscient de l a s i t u a t i o n . Dans sa l e t t r e d!adieu a madame de Bargeton, i l l u i reproche de l 1 a v o i r "conduit au bord d'une mer immense" pour le lancer "seul, sans secours, a travers les orages", dans "un f r e l e e s q u i f " ^ . Au l i e u d'avoir trouve en e l l e le refuge q u ' i l d e s i r a i t , i l a rencontre l a fee malfaisante qui, son mefait accompli, "du rocher ou e l l e reste, ... se met a r i r e et l u i souhaite bonne chance." ^ H-*) Lucien drama-t i s e sans doute, l"'affreuse mer parisienne ou i l faut, selon Eve, une benediction de Dieu pour rencontrer des amities vraies parmi ces f l o t s d'hommes et d' i n t e r e t s " ^  f aurait pu, comme pour tant d'autres heros, s e r v i r de support et de moteur a une navigation imaginaire vers le but de toute aventure: l a maitrise du nouvel univers qui s'ouvre a 1'acti-v i t e de l ' i n d i v i d u au s e u i l de 1'age adulte. II y aura bien, en f a i t , une navigation imaginaire, mais le mouvement de l'eau meurtriere dominera de toute son h o s t i l i t e les expe-riences d'Un grand homme de province a Paris, sans que cet element puisse etre domine par Lucien. C e l u i - c i nous est (112) (113) (114) Un grand homme de province a Paris, S e u i l I I I , 449, b. Ibid., S e u i l I I I , 449, b. Ibid., S e u i l I I I , 462, a. - 123 -montri, au contraire, " a t t i r g par les abxmes de Paris" ^ entraine par un courant q u a l i f i i d ' i n v i n c i b l e "dans un tour-b i l l o n de p l a i s i r s et de travaux f a c i l e s . " d 1 * ^ S ' i l cede lachement aux plus v i l e s compromissions, en acceptant par exemple de p r o f i t e r du luxe d'une femme entretenue, le nar-rateur rapporte l e f a i t sous 1'aspect d'une maree montante traxtresse: "Deux corruptions marchaient sur deux lignes p a r a l l e l e s , comme deux nappes qui dans une inondation veulent se re joindre." g u a n a ; i ' e a u n'est pas violente, e l l e reprend l a forme, tout aussi dangereuse, du marecage. Ce sont les "ruisseaux fangeux ... l a boue du journal ... les marais de l a l i b r a i r i e . " Dans le monde de l a l i t e r a t u r e et du theatre, aussi bien que dans c e l u i du journalisme, l a boue aff l e u r e partout et devient synonyme d'anti-poesie. "... une larme b r i l l a dans les yeux du poete. -Qu'avez-vous? l u i d i t Etienne Lousteau. -Je vois l a po i s i e dans un bourbier, d i t - i l . " (119) A l a fae r i e du spectacle de Paris succ§de " l e f r o i d , l'horreur, l ' o b s c u r i t e , l e v i d e . " ^ 2 ^ ^ L'eau glacee s ' a l l i e (115) Un grand homme de province a Paris, S e u i l I I I , 491, b. (116) Ibid. , S e u i l I I I , 520, a. (117) Ibid. , S e u i l I I I , 485, b. (118) Ibid., S e u i l I I I , 471-470-470. (119) Ibid., S e u i l I I I , 482, b. (120) Ibid. , S e u i l I I I , 487, b. - 124 -a l'eau agitee pour i t o u f f e r l ' i d i a l du poete. A i n s i , l a mise en garde de Lousteau "tomba comme une avalanche de neige dans l e coeur de Lucien et y mit un f r o i d g l a c i a l . " L 1 i n d i f f e r e n c e , qui vient comme un mur s'opposer a l 1 e n t r e e de Lucien dans les domaines q u ' i l convoite, est compared a (122) deux reprises a l a glace des poles qui etouffe tout. La f l o r e malifique d'Angouleme a disparu. L'eau reste 1'Element naturel p r i n c i p a l sur lequel repose l a dramatisa-tion des reves d'anxiete du poete de province fourvoye a Paris . Dans un t e l m i l i e u , les images de l a faune, quoique inquietantes, demeurent assez sommaires. II y a bien "les (123) oiseaux de proie du journalisme" et les "crocodiles [de l a financej qui nagent sur l a place de Paris" ^^4) ^ raais i l s n'atteignent pas a 1'intensity de cauchemar de l'eau dangereuse. En face de cet enfer, qu'est devenu le c i e l "d'or, d'argent ou d'azur" du premier l i v r e ? Lucien l ' a pourtant rencontre" car, dans le "desert de Paris, f i l l trouva une (121) Un grand honime de province a Paris , S e u i l I I I , 471, a. (122) Ibid., S e u i l I I I , 521, a, et 545, a. (123) Ibid., S e u i l I I I , 499, b. (124) Ibid., S e u i l I I I , 532, a. (125) Ibid . , S e u i l I I I , 461, a. oasis rue des Quatre-Vents ii (125) - 125 -de 1 1 i n t e l l i g e n c e " d 2 6 ^ qui represente dans le roman l a ver i t a b l e p a t r i e de l a p o i s i e . Malheureusement pour Lucien ce paradis, a i n s i que les domaines enchantes des r e c i t s du Moyen-Age, ne peut se gagner qu 1apres avoir surmonte une s i r i e d'epreuves. Avant d'etre Orphee i l faut passer par les travaux d'Hercule. D'Arthez, le chef du Cenacle, est compare" a Bonaparte jeune, 1'archetype du genie s o l a i r e , a cette ipoque. II a " l e coup d ' o e i l ... avide de l'espace (127) et disireux de d i f f i c u l t i s a vaincre." Cette exigence se r e f l a t e egalement dans l ' o e i l noir de mademoiselle des (128) Touches, "vaste comme le c i e l , ardent comme le s o l e i l " (toujours l e c i e l et l e s o l e i l pour symboliser l a poesie). L'on est l o i n de l a fee revie par Lucien, qui transforme, comme par enchantement, les i l u s en etres de lumiere. Dans le monde de l a r i a l i t e i l ne s u f f i t plus de jouer au "Vates le personnage i n s p i r e de l a mythologie romantique, n i de se parer des plumes de l ' a i g l e pour atteindre a l'empyrie des createurs. Lucien ne peut l'ignorer, d'Arthez l ' a mis en garde d§s leur premiere rencontre: "Vous avez au front l e sceau du genie, d i t d'Arthez a Lucien en l u i jetant un regard qui l'enveloppa; s i vous n'en avez pas au coeur l a v o l o n t i , s i vous n'en avez pas l a patience angelique, (126) Un grand homme de province 5 Paris , S e u i l I I I , 493, (127) Ibid., S e u i l I I I , 456, a. (128) Ibid., S e u i l I I I , 442, a. - 126 -" s i a quelque distance du but que vous mettent les b i z a r r e r i e s de l a destinee vous ne reprenez pas, comme les tor-tues en quelque pays q u 1 e l l e s soient, le chemin de votre i n f i n i , comme e l l e s prennent c e l u i de leur cher ocean, re-nonce z des aujourd'hui." (129) D'Arthez affirme que l'eau a g i t i e de l'aventure peut et do i t etre maitrisee par le poete et transformed en un ocean mater-nel et b i n i f i q u e , mais i l ajoute que cela ne peut se f a i r e que par l a voie du t r a v a i l . II n'y a l a r i e n de bien exal-tant pour un temperament du genre de c e l u i de Lucien. Ce dernier p e r s i s t e r a a attendre son espace poetique du bon vou l o i r d'une f i e f a c i l e . Ce personnage, i l devait, d'une certaine maniere, le rencontrer: "Tout a coup l a lumiere amoureuse d'un o e i l r u i s s e l a sur les yeux i n a t t e n t i f s de Lucien, en trouant le rideau du theatre ... Le poete ... reconnut l ' o e i l de Coralie qui l e b r u l a i t . " ^-^^ Situation assez invraisemblable, comment en e f f e t reconna£tre un o e i l r i v e a un trou de rideau, sans 1'aide des provinces qui 1'environnent? Mais enfin contentons-nous de noter le premier contact entre les jeunes gens, par 1'intermidiaire de l ' o e i l . Un peu plus l o i n , l'au-teur nous donne quelques precisions sur cet organe p a r t i c u l i e r de C o r a l i e : (129) Un grand homme de province a Pa r i s , S e u i l I I I , 442, a. (130) Ibid., S e u i l I I I , 485, b. - 127 -"Sous des paupieres b r u l i e s par une prunelle de j a i s , sous des o i l s re-courbes, on devinait un regard languissant ou s c i n t i l l a i e n t a propos les ardeurs du desert." (131) Nous aurons 1'occasion de retrouver de ces yeux balzaciens qui l a i s s e n t pressentir un paysage. Dans ce cas p r e c i s , i l y a l i e u de se demander pourquoi Lucien repond s i totalement a l'appel de cette lumiere amoureuse, au point de negliger par l a suite ses intere t s les plus essentiels? Est-ce l a dimension de l' A s i e , suggirie par le physique de Coralie, qui retiendra l e poete, ou simplement l e f a i t qu'elle s a i t etre pour l u i 3 l a f o i s amante et mere?: "Aid§e par B i r i n i c e , l ' a c t r i c e avait deshabille" avec le soin et 1' amour d'une mere pour un p e t i t enfant son poete qui d i s a i t toujours: -C'est r i e n ! c'est l ' a i r . Merci, maman. -Comme i l d i t bien maman! s'ecria Coralie en le baisant dans les cheveux." (132) Cette lumiere, qui vient des regions bien t e r r e s t r e s , n'a plus r i e n a v o i r avec le c i e l . Lucien s'en rend compte au moment meme ou e l l e l e frappe: "... i l se souvint de 1'amour pur, exalte" q u ' i l avait ressenti pendant un an pour madame de Bargeton. AussitSt 1'amour des poetes d i p l i a ses a i l e s blanches: m i l l e souvenirs environnerent de leurs horizons bleuatres le grand homme (131) Un grand homme de province a Par i s , S e u i l I I I , 486, a. (132) Ibid., S e u i l I I I , 494, a. - 12 8 -"d1Angouleme qui retomba dans l a reverie." (133) Pourtant c e l a ne l'empechera pas de succoraber. "Apres avoir manifeste a Lousteau l e plus profond degofit pour le plus odieux partage, i l tombait dans cette fosse, i l nageait dans un d i s i r , entraine par l e jesuitisme des passions." d^4) Cette f o i s - c i , l'eau dans laquelle i l nage est c e l l e de l a volupte, opposee dans ce l i v r e a 1 ' a c t i v i t y c r i a t r i c e . La femme t e n t a t r i c e , au cours du roman, est associie a maintes reprises au serpent biblique de l a tentation. D i j a , dans Les Deux Poetes, madame de Bargeton avait vivement emu le niophyte q u ' i t a i t alors l e poete par son "tremoussement serpen t i n " ^  -^5) ^ C e m o t i f figure invariablement comme pre-lude a tous les ibats amoureux de Lucien et de Coralie: "Coralie fut d e s h a b i l l i e en un moment et se coula comme une couleuvre aupres de Lucien." (136) "Eh bien! ce sourire paye tout, r i p o n d i t -e l l e en apportant par un mouvement de serpent ses levres aux levres de Lucien." (137) Le regard qui l e brule a travers le rideau du t h i a t r e , ce regard qui s c i n t i l l e comme une pierre precieuse est une image onirique du serpent qui fascine; certaines ligendes donnent (133) Un grand homme de province a Pa r i s , S e u i l I I I , 485, b. (134) I b i d . , S e u i l I I I , 486, a. (135) Les Deux Poetes, S e u i l I I I , 403, b. (136) Un grand homme de province 3 Paris, S e u i l I I I , 494, b. (137) Ibid., S e u i l I I I , 517, b. - 129 -(138) au serpent une pierre precieuse a l a place de l ' o e i l . E t l'on nous d i t par a i l l e u r s que l e poete avait "divore les f r u i t s d e l i c i e u x que l u i avait tendus l'Eve des coulisses. L'accumulation de ces allusio n s a l a scene de l a tentation de La Genese f i n i t par evoquer le cadre du demon tentateur, incorpore a l a femme i c i , comme dans La Genese ou e l l e se f a i t l e porte-parole du serpent aupres d'Adam, neutralise l'homme et le coupe a i n s i de l a transcendance, representee par le c i e l dans 1'imaginaire d'Illusions perdues. E l l e con-damne l e talent du poete a l a s t e r i l i t i ; Lucien en acceptant 1'offre de Coralie subit l e destin de ce " p e t i t v i e i l l a r d sec", image de 1'impuissance i n t e l l e c t u e l l e , rencontre chez Samanon, peu avant l e denouement d'Un grand homme de province  a P a r i s . "Ce grand a r t i s t e l i v r e a 1'opium et qui, retenu par l a contemplation en des palais enchantes, ne vou l a i t ou ne pouvait r i e n cr€er. " ^  La mort de Coralie viendra rompre l e charme des palais enchantes et replacer le contem-plateur volontaire dans l e " f r e l e esquif", sur " l a mer immen-se" et orageuse du debut du l i v r e . Mais les havres se font plus rares; chasse par ses propres agissements du c i e l de l a v e r i t a b l e poesie represente par le cenacle, exclu du (138) C. G. Jung, L'Homme a l a decouverte de son ame, t r a -d u i t de l'allemand par R. Cahen, 6 e e d i t i o n (Paris: Payot, 1962), p. 317. (139) Un grand homme de province a Paris, S e u i l I I I , 497, b. (140) I b i d . , S e u i l I I I , 531, b. - 130 -paradis trop t e r r e s t r e des amours charnelles par l a mort, Lucien n'a plus qu'un recours, les bords de l a Charente. Comme l ' i c r i v a i t d'Arthez a sa soeur, Eve Chardon: "... i l se souviendra de vous au moment ou, battu par l a tempete, i l n'aura plus que sa famill e pour a s i l e ..." (141) L'espace imagine naturel occupe peu de place dans le texte des Souffrances de l'inventeur. Lucien d'abord tente de retrouver 1'espace-cadre des bords de l a Charente et par l a suite perd tout espoir, done toute raison de rever; David et Eve essaient de maintenir malgre tout l e bonheur q u ' i l s ont dicouvert antirieurement. Loin d'avoir donni le p l e i n essor a son i n d i v i d u a l i t y , Lucien, a l a f i n de ce l i v r e , l ' a alienee: "Je vous a i peche, je vous a i rendu l a vi e , l u i d i t Vautrin, et vous m'appar-tenez comme l a creature est au cri a t e u r , comme, dans les contes de fSes, l ' A f r i t e est au g i n i e , comme l'i c o g l a n est au Sultan, comme l e corps est a l'ame." (142) En prononcant ces paroles quasi sacramentelles Vautrin se charge disormais de penser, de d i s i r e r et de rever pour Lucien. Le premier l i v r e de Splendeurs et miseres des c o u r t i -sanes , Comment aiment les f i l l e s , a ete composi, en p a r t i e , (141) Les Souffrances de l'inventeur, S e u i l I I I , 558, b. (142) Ibi d . , S e u i l I I I , 605, a. - 131 -avant Un grand homme de province' a Paris et se ressent de cette p a r t i c u l a r i t y . On ne peut pas dire que ce l i v r e s o i t bien i n t i g r e dans le "cycle de Rubempri": le Lucien q u ' i l presente n'est pas c e l u i que nous avions laiss§ sur l a route d'Angouleme a Par i s . II est devenu miraculeusement le v r a i poete q u ' i l n'avait jamais pu etre. La longue d i s s e r t a t i o n sur l a passion d'un poete, malgre ses grandes envolees et ses e f f e t s de s t y l e laborieux, s'applique d i f f i c i l e m e n t a l u i ^ ^ ^ . Le p o r t r a i t d'Esther, souvent c i t e , est aussi un (144) morceau de bravoure . Ces interventions marquees du romancier n'ont plus que de vagues rapports avec les person-nages qui en sont 1'occasion et une parente encore plus hypothitique avec l ' h i s t o i r e qui nous est contie. Pourtant, Comment aiment les f i l l e s permet l a mise en place de tous les antagonistes du drame a venir, et lorsque Nucingen rencontre Esther, au Bois de Boulogne, 1'action est lancie. Lucien, pour son compte, reprend son r61e de per-sonnage veule; l a peinture sublime de 1'amour p a r f a i t du po§te, "qui est a 1'amour bourgeois ce qu'est l ' e t e r n e l (145) torrent des Alpes aux ruisseaux des plames" , s'applique on ne s a i t plus tres bien a qui. Vautrin, de son cote, (143) (144) (145) Comment aiment les f i l l e s , S e u i l IV, 296, a et b. Ibid., S e u i l IV, 292, a. Ibid., S e u i l IV, 296, b. - 132 -quitte un i t a t de semi-lethargie, p r i s discretement pour per-mettre au romancier de d i s s e r t e r , et se lance en des operations de grande envergure plus appropriies a sa nature. Une f o i s le premier t i e r s de Comment aiment les f i l l e s passe, les deux premiers l i v r e s du second roman forment un tout homogene, dans le cadre des " d i f f e r e n t s cercles dont se compose l a s o c i i t e p a r i s i e n n e . " ^ 1 4 6 ; C'est sur cette t o i l e de fond que se deVeloppe 1'imbrog-l i o des manoeuvres de t r o i s mondes: c e l u i du crime, c e l u i de l a p o l i c e et c e l u i de l a passion: univers de bourreaux et de victimes. " A i n s i , tout en s'ignorant les uns les autres, Jacques C o l l i n , Peyrade et Corentin se rapprochaient sans le sa-v o i r ; et l a pauvre Esther, Nucingen, Lucien a l l a i e n t necessairement etre enveloppSs dans l a l u t t e deja com-menced ..." (147) Chacun de ces mondes apporte avec l u i son systeme de valeurs et sa symbolique. II n'y a plus alors que d i f f e r e n t s foyers avec leur i r r a d i a t i o n p a r t i c u l i e r e et leur structure propre, qui n'arrivent a l a connaissance du lecteur qu'a travers les p i r i p e t i e s que leur confrontation entraine et par les commentaires du narrateur. Aussi l'espace imaging natur-e l , dans l a mesure ou i l apparait dans l e texte, e s t - i l du, (146) Comment aiment les f i l l e s , S e u i l IV, 279, b. (147) Ibid., S e u i l IV, 329, b. - 133 -avant tout, au narrateur omniscient. C e l u i - c i nous f a i t a s s i s t e r a une succession de diguisements, de guet-apens, de coups de theatre, de meurtres, de scenes comiques aussi. L'atmosphere g i n i r a l e f i n i t par evoquer l a foret mystirieuse, pleine de traquenards, cadre naturel de 1 1aventure, mise en vogue par les romans amiricains de l'epoque. Contenson, l'un des p o l i c i e r s de l ' h i s t o i r e , exhibe "les p l i s rouges d'une chair de Caraibe"^-^^ ; Lucien apparait dans Paris "au milieu du monde comme l e sauvage au mi l i e u des pieges d'une t r i b u (149) ennemie" ; et le narrateur lui^meme, peu avant l ' a r r e s t a -t i o n de Vautrin et de Lucien, en vient a souligner, dans un commentaire, l'analogie suggeree j u s q u ' i c i par de multiples allus i o n s dans le cours du r i c i t : " A i n s i , l a po€sie de terreur que les stratag§mes des tribus ennemies en guerre repandent au sein des forets de l'Amerique, et dont a tant pro-fited Cooper, s'attachait aux plus p e t i t s d e t a i l s de l a vie parisienne. Les passants, les boutiques, les f i a c r e s , une personne debout a une c r o i s i e , tout o f f r a i t aux Hommes-Numiros a qui l a defense du vieux Peyrade e t a i t confine, l ' i n t e r e t enorme que presentent dans les romans de Cooper un tronc d'arbre, une habitation de castors, un rocher, l a peau d'un bison, un canot immobile, un f e u i l l a g e a f l e u r d'eau." (150) (148) (149) (150) Comment aiment les f i l l e s , S e u i l IV, 314, b. Ibid., S e u i l IV, 312, b. A combien 1'amour revient aux v i e i l l a r d s , S e u i l IV, 371, a. - 134 -Cette nature est une des i l l u s t r a t i o n s possibles de l a nature de Cain, le mil i e u , selon les theories de 1 1 abbe Herrera, de cette "Histoire secrete ou sont les v i r i t a b l e s causes des eVenements" d^-U ^ m o n 3 e t e l q u ' i l apparait aux hommes apres l a Faute, avec leur nouvelle connaissance de " l a science du Bien et du Mai". Aussi l ' h i s t o i r e se peuple-t-e l l e d'images de betes f i r o c e s . Vautrin, bien entendu, est le p r i n c i p a l Pigment de cette minagerie: tantot t i g r e , quand i l f i x e ses proies de "ses yeux c l a i r s et jaunes", ou quand i l chasse dans l a jungle parisienne, s u i v i de son compagnon, menant dangereuse v i e , "comme des betes fauves poursuivies qui lapent un peu d'eau au bord de quelques marais"^ 1^ 2^, tantSt oiseau monstrueux dans 1'imagination t e r r o r i s e e d ' E s t h e r ^ ^ ^ , ou bien serpent qui e f f r a i e ses victimes . Esther, e l l e , devient "une gazelle mourante ... une fauve (155) hirondelle b l e s s i e " . Monde de chasseurs et de chassis ou l a passion peut inverser les ro l e s . C'est l a misaventure qui arrive a ce "loup-cervier" de Nucingen qui passe au statut de mouton sans difense devant l a beaute d'Esther. (151) Les Souffrances de l'inventeur, S e u i l IV, 602, a. (152) Comment aiment les f i l l e s , S e u i l IV, 329, b. (153) Ibid . , S e u i l IV, 289, a. (154) Ibid . , S e u i l IV, 298, b. (155) Ibid., S e u i l IV, 294, b. - 135 -Ce monde, en tout cas, est en perpetuel devenir; l'es-pace naturel imagine par le romancier ne sert qu'a l a c a r a c t e r i s a t i o n d'un etat de guerre et de transformations; i l ne parvient jamais a. c r i s t a l l i s e r autour d'un pay sage-refuge, car aucun de ses personnages ne recherche l e bonheur en dehors de l a sphere de l a s o c i i t i , pas meme Esther, comme Vautrin l e souligne: "Mon enfant, j ' a i t e n t i de vous donner le c i e l ; mais l a f i l l e repentie sera toujours une m y s t i f i c a t i o n pour l ' E g l i s e ... Vous etes f i l l e , vous resterez f i l l e , vous mourrez f i l l e ; car, malgre les siduisantes theories des ileyeurs de betes, on ne peut devenir i c i - b a s que ce qu'on est." (156) Le but de toutes ces a c t i v i t i s antagonistes, c'est une meil-leure maitrise de l'espace s o c i a l et non pas 1'accession a un domaine l o i n t a i n . Aussi, en dehors de cette image-cadre de l a foret mythique americaine, ne releve-t-on que deux images d'espaces naturels dans les deux premiers l i v r e s de Splendeurs et miseres des courtisanes. Toutes deux sont con-tenues dans des p o r t r a i t s de personnages et sont en l i a i s o n avec l a description de leurs yeux. Les yeux, chez Balzac, permettent de percer l'espece de masque que represente 1'opa-c i t y du physique, pour rejoindre le v e r i t a b l e espace oil se meut l ' i n d i v i d u : son espace i n t e r i e u r . (156) Comment aiment les f i l l e s , S e u i l IV, 300, b. - 136 -Le premier exemple est t i r i de 1'Episode: "La confes-sion d'un r a t " . L'enigmatique e c c l i s i a s t i q u e , dont 1*identity n'a pas encore &t& r i v i l e e , est en t r a i n de soumettre Esther a une i n q u i s i t i o n en regie, pour tenter de determiner l a nature de ses rela t i o n s avec Lucien: "Aucun regard n'aurait pu l i r e ce qui se passait alors en cet homme ... a 1'aspect de ses yeux, jadis c l a i r s et jaunes comme ceux des t i g r e s , et sur lesquels les a u s t i r i t e s et les privations avaient mis un v o i l e semblable a c e l u i qui se trouve sur les horizons au milieu de l a canicule: l a terre est chaude et lumineuse, mais le b r o u i l l a r d l a rend i n d i s t i n c t e , vapo-reuse, e l l e est presque i n v i s i b l e . " (157) Le motif du v o i l e est l a pour i l l u s t r e r 1'atmosphere masquie qui est l a p r i n c i p a l e c a r a c t i r i s t i q u e de Comment aiment les f i l l e s . S i 1'impression de menace d i f f u s e peut creer le trouble chez Esther, l a plupart des allusio n s constituent, avant tout, un appel a l a sagacite du lecteur et dipassent l a dimension dans laquelle l a pauvre f i l l e v i t . L'episode de cette maniere, se detache de l a vul g a r i t e d'une chambre de g r i s e t t e , minutieusement d i c r i t e pourtant, pour f a i r e i r r u p t i o n dans l'espace du mythe qui est 1'arriere-plan de toute oeuvre veritablement l i t t i r a i r e . Le deuxieme exemple provient du p o r t r a i t d'Esther: "L'excessive tendresse de son regard ' pouvait seule en adoucir 1'eclat. (157) Comment aiment les f i l l e s , S e u i l IV, 289, a. - 137 -"II n*y a que les races venues des d e -serts qui possSdent dans l ' o e i l l e pouvoir de l a fascination sur tous, car une femme fascine toujours quelqu'un. Leurs yeux retiennent sans doute quel-que chose de l ' i n f i n i q u ' i l s ont con-templi. La nature, dans sa privoyance, a - t - e l l e done armi leur r i t i n e de quelque tapis r e f l e c t e u r , pour leur permettre de soutenir le mirage des sables, les torrents du s o l e i l et 1 *ardent cobalt de l'gther?" (158) Coralie appartenait aussi a ce "type sublime de l a figure (15< juive" qui "exerce 1 v o l o n t i l a fascination sur les hommes" mais le paysage suggere par le regard n ' e t a i t alors qu'ibauchi parce que I l l u s i o n s perdues r e s t a i t H l a surface des choses. I c i , l'auteur developpe 1'image du regard-paysage sous l a forme d'une hypothese: 1'immensity, symbolisie par le pay-sage disertique t o r r i d e et sans l i m i t e s , s e r a i t - e l l e ce qui fascine les hommes? Serions-nous devant l a manifestation de l a s o i f de l'absolu, d'un de s i r de conquete du c i e l ? "Les yeux d'Esther renvoyait l ' i n f i n i dans lequel 1'ame se perdait en les voyant." Sur le plan de l ' h i s t o i r e cette descrip-t i o n reste un exercice de rhitorique assez g r a t u i t car, en d e f i n i t i v e , qui se l a i s s e "fasciner" par cet espace? Malgre ce que peut en dire le narrateur, ce n'est pas Lucien. Ce dernier n'est pas conduit par Esther a l a conquete de l ' i n f i n i (158) Comment aiment les f i l l e s , S e u i l IV, 292, a. (159) Un grand homme de province a Pa r i s , S e u i l I I I , 486 et 485. (160) A combien 1'amour revient aux v i e i l l a r d s , S e u i l IV, 377, b. - 138 -mais plutSt aux p l a i s i r s - f o r c i s du Kama-Soutra, dans l a re-t r a i t e d o u i l l e t t e de l a rue Taitbout. C'est encore moins Vautrin. Ce ne sont pas non plus les anciens amis de l a T o r p i l l e , capables tout au plus d'appricier les accomplisse-ments techniques de l a courtisane. A ce propos, Lousteau d i c r i t Esther en des termes qui rappellent curieusement l a f i e des reves du grand homme d'Angouleme: "Enfin cette femme est l e s e l chante par Rabelais et qui, j e t i sur l a Matiere, 1'anime et l ' i l e v e jusqu'aux merveil-leuses regions de l ' A r t : sa robe de-pl o i e des magnificences inouies, ses doigts l a i s s e n t tomber a temps leurs p i e r r e r i e s ..." (161) Mais l e contexte souligne une intention parodique qui place, d§s l e dibut de Splendeurs et miseres des courtisanes l'huma-n i t e de l a T o r p i l l e au niveau du quotidien. Esther, pas plus que C o r a l i e , n'est un avenir pour un heros s o l a i r e . Dans l'opinion de Pierre Citron, l'Asie de La Comedie humaine est un etat d'ame plus qu'un pays r i e l , et "volupti et claus-t r a t i o n sont deux de ses constantes." E l l e i n t r o d u i t dans un espace d e p l a i s i r coupe de l a transcendance, un espace de l a s t e r i l i t i . Ironiquement, Nucingen est le seul personnage qui prenne cet espace au s i r i e u x et qui y devine son i n f i n i ; encore, se r e s s a i s i t - i l tres v i t e apres l a mort (161) Comment aiment les f i l l e s , S e u i l IV, 284, a. (162) Pierre Citron, "Le reve asiatique de Balzac", pp. 303-336, L'Annie balzacienne 196 8 (Paris: Garnier, 1968), p. 309. - 139 -d* Esther. La seule e x p l i c a t i o n plausible de l a presence de cet espace imaging dans l e r g c i t , nous l a voyons du cote du d i s -cours l i t t g r a i r e . L'Asie, l'immensite dgsertique, le s o l e i l , l e c i e l ... ce melange de metaphysique paysagiste et de voluptg asiatique, incarne dans l a courtisane au grand coeur, a l a f o i s f l e u r de saintetg et experte en caresses savantes, est un des themes du romantisme de 1' gpoque ^  , l a m a t e r i a l i s a t i o n de toute une mystique ambigue qui v o u l a i t que l'homme f i t en meme temps l'ange et l a bete. Mais, comme le remarque P r o u s t ^ , ce q u ' i l y a de reconfortant avec Balzac, c'est que, malgrg les aspirations dedicates q u ' i l partage avec son milieu, i l ne peut s'empecher de redonner a l a v u l g a r i t g tous ses d r o i t s . Jusqu'ici dans notre etude, l a seule voie sfire qui mene au c i e l passe, s o i t par l a f a m i l l e , s o i t par l e t r a v a i l , con-statatio n tres peu romantique. Aussi l'auteur p e u t - i l bien se l a i s s e r prendre au jeu, a certains moments de l a narration, (163) Sur cette question, v o i r W. H. Van der Gun, La Courti-sane romantique et son r6le dans La Comgdie humaine de  Balzac (Assen; Van Gorcum & Co., 1963)« (164) Marcel Proust, Contre Sainte Beuve (Paris: N.R.F., "Idges", 1954). Proust, au dgbut du Ch. XI - "Sainte-Beuve et Balzac", pp. 229-267, t r a i t e de l a vu l g a r i t g des sentiments et de l a v u l g a r i t g du langage de Balzac pour conclure que "cette v u l g a r i t g meme est peut-etre l a cause de l a force de certaines de ses peintures.", p. 2 31. - 140 -se demander "D'ou vient cette flamme qui rayonne autour d'une femme amoureuse?" , v o i r Esther troner "comme les madones de Raphael ... sous leur ovale f i l e t d'or" , ou encore comparer le couple Lucien-Esther a des "anges occupes de fle u r s ou d' oiseaux" ^ , les images des paysages celestes prises aux peintres i t a l i e n s de l a Renaissance ne parviennent pas plus que l a pseudo-tradition isoterique orientale a s'im-poser dans l'imaginaire de Splendeurs et miseres des c o u r t i -sanes , parce qu'elles sont en contradiction avec l a s i g n i f i -cation globale donnee par les p e r i p e t i e s . Ces motifs deco-r a t i f s appartiennent au badigeon p a r t i c u l i e r que chaque ipoque c r o i t devoir etendre sur ses oeuvres d'art, et qui, une f o i s e c a i l l e par les ans, l a i s s e apparaxtre les oeuvres vives du monument. Les quelques images v i g i t a l e s des deux premiers l i v r e s du second roman se rapportent toutes a Esther. E l l e s ne sont plus que l e signe d'un monde vaincu, et servent a trans-former l a defaite de l a seule vraie victime de cette partie du roman en un tableau e d i f i a n t de l a courtisane qui se meurt d'amour, tuie par l a s o c i i t e . La T o r p i l l e , "belle comme un lys penchi sur sa t i g e " , pale comme une "herbe (165) (166) (167) Comment aiment les f i l l e s , I b i d . , S e u i l IV, 284, b. Ibid., S e u i l IV, 285, a. Seuil IV, 285, a. - 141 -f l i t r i e , "ses cheveux denoueV entour[anfej sa sublime figure comme d'un f e u i l l a g e " , d i s p a r a i t dans une apo-thiose qui ressemble assez a un tableau de Girodet: "Les yeux retenaient encore un peu de l'ame qui s'envolait au c i e l . Le t e i n t de l a Juive i t i n c e l a i t . Trempis de larmes absorbies par le feu de l a p r i e r e , ses c i l s ressemblaient a un f e u i l l a g e apres une pluie d ' e t i , l e s o l e i l de 1'amour pur les b r i l l a n t a i t pour l a derniere f o i s . " (170) Splendeur et misere de l a courtisane de cette s o c i i t e de l a Restauration qui j u s t i f i e n t le t i t r e du roman mais ne peuvent plus r e t e n i r l ' i n t e r e t du lecteur. Apres l e suicide d'Esther, l a derniere resistance au l i b r e "jeu des i n t i r e t s m a t i r i e l s " s'evanouit, entrainant l a d i s p a r i t i o n des images v i g i t a l e s qui i l l u s t r a i e n t sa condition de victime. La l u t t e pour l a v i e , qui est le l o t du rdgne animal depuis l a Faute o r i g i n e l l e , sera seule a occuper l a scene dans Ofi menent les mauvais chemins et dans La Derniere Incarnation de Vautrin. A p a r t i r de 1'arrestation de Vautrin l'espace de l ' h i s -t o i r e se r i t r e c i t . Tout se passe pratiquement dans les locaux de l a Conciergerie et du Palais de J u s t i c e . La l u t t e e ternelle qui est le mode d'etre des individus en society, (168) Comment aiment les f i l l e s , S e u i l IV, 294, b. (169) I b i d . , S e u i l IV, 312, a. (170) A combien 1'amour revient aux v i e i l l a r d s , S e u i l IV, 348, b. - 142 -se c i r c o n s c r i t a quelques personnages reprisentant les antagonismes fondamentaux. Lucien, malgri 1'abaissement t o t a l dans lequel i l tombe, consequence logique de l a veulerie de son caractere, f o u r n i t 1'occasion des principaux exemples d'espaces imagines de ces deux l i v r e s . La l e t t r e d'adieu q u ' i l envoie a son protecteur t r a i t e de l a p o i s i e du mal, cette "plante vingneuse aux riches couleurs qui fascine les enfants dans les bois", des "fievreux animaux du d i s e r t dont l a vie exige les espaces (171) immenses q u ' i l s y trouvent." E l l e f a i t aussi rifgrence 3 l a p o s t i r i t e de Cain et d'Abel, un des leitmotive du roman depuis son introduction dans l ' h i s t o i r e par l'abbi Herrera, sur l a route d'Angouleme a P a r i s , l o r s de sa premiere ren-contre avec Lucien. D'ai l l e u r s toute l a l e t t r e est comme un echo de cette scene de l a rencontre; e l l e nous i n v i t e 3 com-parer l a s i t u a t i o n de cette f i n d'Ofi menent les mauvais che-mins avec l'avenir merveilleux que promettait alors 1'aven-t u r i e r . Cette l e t t r e est avant tout une intervention habile de l'auteur prioccupe de rappeler les structures profondes qui sous-tendent l a surface des p i r i p g t i e s , depuis l a constitu-t i o n de 1'association Vautrin-Lucien. Les images de l a nature qu'elle contient ne sont qu'un condense de ce que (171) Ou menent les mauvais chemins, S e u i l IV, 416-417.' 143 -nous avons pu noter tout au long de notre lecture de Splen-deurs et miseres des courtisanes. Mais Lucien joue encore un autre r61e dans l a creation de l'espace imagine" naturel de cette f i n de roman du f a i t q u ' i l represente, pour Vautrin, l a dimension du reve. On s' apergoit en e f f e t que ce dernier, appeli tour a tour: (112) "sauvage", " t i g r e " , "loup de 1'Ukraine" v , "coeur de bronze", "barre de f e r en fusion qui fond tout ce qu'elle (173) rencontre", "organisation de f e r et de v i t r i o l " , avait cependant une f a i b l e s s e . II recherchait son espace de v i e , non pas seulement en s'asujettissant l a s o c i i t e par 1'entre-mise de Lucien, mais en faisant de ce jeune homme lui-mime, par 1'ideal de beaute q u ' i l i l l u s t r a i t , 1'accomplissement de son etre v e r i t a b l e . Les questions posies par Lucien a 1'inigmatique abbi a l a f i n des Souffrances de l'inventeur, trouvent enfin leur v i r i t a b l e riponse. "Pourquoi vous i n t i -ressez-vous a moi? ... Pourquoi me donnez-vous tout? Quelle est votre p a r t ? " ^ 7 ^ ^ , demandait l e poete itonne. Jacques C o l l i n l'explique a M. de Grandville, l'homme qui a reussi dans l a s o c i i t i e t que nous verrons plus tard, a l a f i n (172) La Derniere Incarnation de Vautrin, S e u i l IV, 457-458 (173) Cm meneat les mauvais chemins, S e u i l IV, 425. - A bien 1'amour revient aux v l e i l l a r d s , S e u i l IV, J/4 Ou minent les mauvais chemins, S e u i l IV, 426. com-(174) Les Souffrances de l'inventeur, S e u i l I I I , 606, b. - 144 -d'Une double famille plongg dans un desespoir sans remede pour s 1 e t r e vu refuse par l a vie l e sejour dans l e domaine T , , a T n„, 1 T. (175) de 1 amour. "Si vous saviez! l e bien n a i s s a i t dans ce coeur comme les f l e u r s se l§vent dans les p r a i r i e s . II e t a i t f a i b l e , voila. son seul de-faut ... C'est les plus b e l l e s natures, leur faiblesse est tout uniment l a tendresse, 1'admiration, l a faculty de s'ipanouir au s o l e i l de l ' A r t , de 1'Amour, du beau que Dieu a f a i t pour l'homme sous m i l l e formes ..." (176) Pour vivre dans l'espace s o c i a l t e l q u ' i l est, Vautrin avait besoin, comme les protagonistes des Deux Poetes, de l a pre-sence du heros naissant, symbole de l a nature printaniere, done structure ouverte a tous les espoirs, avec toutefois cette difference fondamentale q u ' i l ne recherchait pas le hiros pour s ' i d e n t i f i e r passivement a l u i mais pour le faconner selon ses des i r s . Apres l a mort de Lucien, l'ancien forcat peut bien f a i r e montre d'une a c t i v i t e itourdissante, i l n'a plus rien a conquerir viritablement. "Ce n'est pas (177) l a j u s t i c e , c'est l a mort qui m'a abattu" d e c l a r e - t - i l a M. de Grandville. II pourrait certes continuer a entreprendre des aven-tures mais c e l l e - c i ne sauraient plus avoir d'interet dans La Comidie humaine. II a tente l'ultime aventure imaginable (175) (176) (177) Une double f a m i l l e , S e u i l I, 434-435. La Dernidre Incarnation de Vautrin, Seuil IV, 458, a. Ibid., S e u i l IV, 426, a. - 145 -pour une c r i a t u r e : s'assurer l a d i r e c t i o n de sa destinie en supplantant l e Createur dans son r61e. Vautrin est f i n i comme personnage de roman; l e romancier nous montre, a 1'aide de l a b e l l e image du fleuve de l a v i e , que, dans le monde du "cycle de Rubempri" l a r i v o l t e de 1 1individualisme ambitieux contre les l o i s de l'univers se solde par un ichec. "Dans l a vie r e e l l e , dans l a s o c i i t i , les f a i t s s'enchainent s i fatalement a d'autres f a i t s , q u ' i l s ne vont pas les uns sans les autres. L'eau du fleuve forme une espece de plancher l i q u i d e ; i l n'est pas de f l o t , s i mutine q u ' i l s o i t , a quelque hauteur q u ' i l s'€leve, dont l a puissante gerbe ne s'efface sous l a masse des eaux, plus forte par l a r a p i d i t i de son eours que les r e b e l l i o n s des gouffres qui marchent avec e l l e . " (178) S ' i l d o i t continuer a vivre i l n'a plus qu'une p o s s i b i l i t y : se r i s i g n e r a accepter le diterminisme qui r i g i t les exis-tences ordinaires. "Je n'ai point trouve de place au s o l e i l pour moi. Une seule me convient, c'est de me f a i r e le s e r v i -(179) teur de cette puissance qui pese sur nous ..." Comme pour les autres personnages, l'eau est aussi 1'element sym-bolique qui gouverne l a destinee du "Machiavel du bagne". Au terme de ce chapitre, nous sommes en mesure de re-pondre au moins provisoirement, a l a question: quelle est l a fonction de l'espace naturel dans " l e cycle de Rubempri"? (178) La Derni§re Incarnation de Vautrin, S e u i l IV, 425, b. (179) Ibid., S e u i l IV, 468, a. - 146 -Sur l e plan de 1'espace-cadre, "dans le sens concret d'etendue, de lieux physiques ou evoluent les personnages et ou se deroule 1 ' i n t r i g u e " , l'espace naturel a se r v i de c r i t e r e pour d i f f i r e n c i e r deux categories de personnages, deux types de de s t i n i e s : ceux qui acceptent 1'existence selon les structures de l a f a m i l l e , et les autres, a savoir les i n d i v i d u a l i s t e s ambitieux. II a aussi mis en lumiere certains e f f e t s de rythme dans l a rhetorique du r e c i t , par exemple des p a r a l l i l i s m e s qui ne seraient pas de r i p i t i t i o n s d'idees mais de si t u a t i o n s . C'est le cas des t r o i s promenades sur l a rampe de Beaulieu; le f a i t aussi que l'espace naturel s e r t t r o i s f o i s de cadre a l ' i c l o s i o n d'un type d'amour d i f f e r e n t , entraine un jeu de variations sur le th§me de l'amour; enfin 1 ' u t i l i s a t i o n de l a s i t u a t i o n panoramique comme l i e u ou se diroulent cer-tains ipisodes est le presage d'importants changements dans l a vie des protagonistes comme nous 1'avons note. Tout cela c r i e une trame de recurrences qui e l a r g i t le fosse entre l a r i a l i t e de 1'existence ordinaire et c e l l e de l a f i c t i o n et sert a introduire une atmosphere de f a t a l i t i . Sur l e plan de l'espace imagine, l'espace naturel a permis de mieux s a i s i r les mecanismes psychologiques a (180) R. Bourneuf, "L'organisation de l'espace dans l e ro man", p. 78. - 147 -l ' o r i g i n e des actions des personnages. II a donne une organisation aux divers mouvements et decisions qui c o n s t i -tuent 1'intrigue. L'espace naturel imagine" a aussi f a c i l i t e l a schemati-sation des grandes lignes de force selon lesquelles se structure l'existence humaine. II rend legitime l ' i n s e r t i o n du "cycle de Rubempre" dans un espace plus vaste qui est c e l u i de l'imaginaire de l a culture occidentale. Certains Sl§ments p r i v i l e g i € s , t e l s que l'eau, l a lumiere, permettent au r e c i t de retrouver les grands mythes ^piques de l a t r a -d i t i o n l i t t e r a i r e . (Cette question sera examinee en d e t a i l au cours du Chapitre IV.) L*etude de l'espace s o c i a l , espace q u i , dans " l e cycle de Rubempre" est a l ' o r i g i n e de l a plupart des reves d'anxiete et de compensation qui ont donne naissance a l ' e s -pace imagine naturel, permettra de f a i r e un pas de plus dans l a comprehension de l a nature l i t t e r a i r e de l'espace roman-esque d' I l l u s i o n s perdues et de Splendeurs et miseres des courtisanes. CHAPITRE III L ' h i s t o i r e qui f a i t 1'objet du "cycle de Rubempri" se diroule essentiellement, comme nous le savons, dans un espace s o c i a l de province et dans c e l u i de Paris. E l l e f a i t p a rtie d'un ensemble qui c o n s t i t u e r a i t une sorte d ' i l l u s t r a t i o n d'un phenomtne sociologique p a r t i c u l i e r au 19 e s i e c l e . " L ' A r i s t o c r a t i e , 1'Industrie et l e Talent sont iternellement a t t i r S s vers Paris qui engloutit a i n s i les capacites nees sur tous les points du royaume, en com-pose son Strange population et desseche 1'intelligence nationale a son p r o f i t . La province est l a premiere coupable de cette impulsion qui l a depouille." (1) C'est en ces termes que Balzac expose l a s i t u a t i o n dans sa preface au Cabinet des Antiques. Le roman des I l l u s i o n s perdues s e r a i t charge, pour sa part, de reprisenter l e cas du Talent invinciblement a t t i r S vers l a capitale. Le r e c i t devra done r S f l i t e r cet §tat de f a i t dans 1'evocation de son espace s o c i a l , et Angouleme et Paris seront poses en termes antagonistes. (1) Preface de l a ler e e d i t i o n du Cabinet des Antiques, S e u i l I I I , 625, b. Selon M. Louis Chevalier, l a population parisienne s e r a i t passee de 547,756 personnes en 1801 a. 1,053,261 en 1851. II estime que "L'on peut tr§s justement considerer qu'en ces annees 1800-1850 c'est un nouveau Paris q u i s'est constitue." Louis Chevalier, Classes  laborieuses et classes dangereuses a Paris pendant l a  premiere m o i t i i du XIX^ s i i c l e , (Paris: Plon, 1958), pp. 209-214. Ce phSnomdne dimographique n'est evidemment pas pass! inapercu aux yeux des contemporains, ce d'autant moins q u ' i l f a i s a i t suite a un accroissement "lent et f a i b l e " (p. 205) au cours des 17 et 18 e s i e c l e s . - 148 -- 149 -La v i l l e d'Angouleme ser t de cadre aux Deux Poetes et aux Souffrances de 1'inventeur, tandis que Paris est l e mi l i e u d'Un grand homme de province a Paris et de pratique-men t tout l e second roman: Splendeurs et miseres des c o u r t i - sanes. Les deux espaces sociaux du "cycle de Rubempre" reviennent done chacun deux f o i s dans l e r e c i t , au cours des pe r i p e t i e s , et a chaque f o i s , a i n s i que nous allons l e v o i r , i l s apparaissent sous un eclairage d i f f e r e n t . II nous a paru pratique de d i v i s e r ce chapitre en deux p a r t i e s , l'une consacrie a Angouleme, 1'autre a Paris. L'es-pace s o c i a l i l l u s t r e par ces deux v i l l e s sera, bien entendu, e t u d i i aux deux niveaux retenus precedemment, c e l u i du cadre de l ' h i s t o i r e et c e l u i de l'espace imagine. Une derniere question de methode reste cependant a preciser; l'espace s o c i a l , d i f i n i comme "milieu habite ou transforme par l'homme pour son usage", reste une notion tr§s generale q u ' i l s e r a i t u t i l e de subdiviser. Norah W. Stevenson, dans une etude d i j a ancienne sur P a r i s , l'espace s o c i a l par excellence de La Comedie humaine, c r o i t pouvoir extraire de 1'oeuvre un protocole precis de mise en scene: " I l f_Balzac3 depeint d'abord P a r i s , puis un certain quartier, une certaine rue, une certaine maison, a l' e x t e r i e u r et a 1'interieur...ensuite...la t o i l e t t e , l e physique complet de l'habitant." (2) (2) Norah W. Stevenson, Paris dans La Comedie humaine de Balzac (Paris: l i b r a i r i e C o u r v i l l e , 1938), p. 37. - 150 -Les d i f f e r e n t s Elements de l a description balzacienne r e l e v i s par N. Stevenson existent bien dans " l e cycle de Rubempre", mais i l s n'apparaissent pas necessairement selon ce schema de presentation; c e l a s e r a i t d ' a i l l e u r s surprenant de l a part de c e l u i qui f a i t d i r e a d'Arthez dans son role de c o n s e i l l e r l i t t e r a i r e aupres de Lucien: "Prenez-moi votre sujet tantot en travers, tantot par l a queue; enfin variez (3) vos plans, pour n 1 e t r e jamais l e meme." Avec cette reserve, les subdivisions degagies demeurent u t i l e s pour organiser une analyse de l'espace s o c i a l du cycle. Nous etudierons done les deux v i l l e s qui nous i n t i r e s s e n t du point de vue de leur topographie, puis des monuments et habitations qui apparais-sent dans les deux romans, enfin nous examinerons les i n t i r i e u r s qui sont d i c r i t s ou presentes. La " t o i l e t t e " et le "physique complet" des di f f e r e n t s personnages ne seront p r i s en consideration que dans l a mesure ou i l s ont des rapports avec l'espace s o c i a l . (4) Dans Les Deux Poetes, i l faut attendre l a onzieme page et le debut de 1'episode i n t i t u l e "Madame de Bargeton" pour avoir une description systematique d'Angouleme. Lucien descend les rampes de l a v i l l e pour regagner les faubourgs, i l contemple l a distance physique qui separe Angouleme de (3) Un grand homme de province a Par i s , S e u i l I I I , 458, a. (4) Les Deux poetes, cinquante pages dans 1'edition du S e u i l . - 151 -l'Houmeau. Le narrateur c h o i s i t cette pause dans 1'action pour exposer "les moeurs p a r t i c u l i e r e s aux c i t e s divisees (5) en v i l l e haute et v i l l e basse." II j u s t i f i e cette halte descriptive par l a necessite d ' e c l a i r e r l a s i t u a t i o n dans laquelle se trouve l e jeune ambitieux, et les explications sur Angouleme, " q u ' i l se propose de donner" sont d'autant plus fonctionnelles qu'elles "feront comprendre madame de Bargeton, un des personnages les plus importants de 1'his-(5) t o i r e . " Dans les intentions de l'auteur, l a configuration de l a v i l l e aurait done avant tout pour role d ' i l l u s t r e r l e comportement des deux acteurs principaux du premier l i v r e d ' Illusions perdues, en mettant en lumiere le determinisme qui est a. l a base de l a destinee des protagonistes. Selon 1'Avant-Propos de La Comidie humaine, en e f f e t , l a destinee d'un i n d i v i d u est l e produit de l a rencontre d'un tempera-(6) ment et d'un mili e u naturel et s o c i a l . "Angouleme est une v i e i l l e v i l l e , batie au sommet d'une roche en pain de Sucre qui domine les p r a i r i e s ou se roule l a Cha-rente, nous d i t - i l . Ce rocher t i e n t vers le P i r i g o r d a une longue c o l l i n e q u ' i l termine brusquement sur l a route de Paris a Bordeaux, en formant une sorte de promontoire dessine par t r o i s pittoresques (5) Les Deux Pontes, S e u i l I I I , 397, a. (6) "La s o c i i t i ne f a i t - e l l e pas de l'homme, suivant les milieux ou son action se deploie , autant d' hommes d i f f i r e n t s q u ' i l y a de v a r i i t i s en zoologie?" ... "Les hommes courent bien aussi (comme les animaux) les uns sur les autres; mais leur plus ou moins d ' i n t e l l i -gence rend l e combat autrement complique." Avant-Propos, Seuil I, 51, a. - 152 _ "vallees. L'importance qu'avait cette v i l l e au temps des guerres re l i g i e u s e s est a t t e s t i e par ses remparts, par ses portes et par les restes d'une forteresse assise sur l e piton du rocher." (7) Ce qui frappe dans ce dibut de description, c'est l e ton detachS, impersonnel, de l a presentation. Les travaux de Mme Jean-Berard sur l a genese d'Illusions perdues permettent meme d'ajouter que Balzac s'est tres probablement i n s p i r e des guides touristiques qui s'Staient mis a foisonner apres (8) les guerres de 1'Empire. Ce f a i t e x p l i q u e r a i t certains d e t a i l s apparemment sans importance pour l e diroulement de l ' h i s t o i r e et que l'on retrouve dans cette description. Mme Bi r a r d c i t e en exemple ce passage sur les maisons d'edu-cation d'Angouleme: "Angouleme j o u i t d'une grande reputation dans les provinces adjacentes pour 1'education qu'on y r e c o i t . Les v i l l e s voisines y envoient leurs f i l l e s dans les pensions et dans les couvents." (9) Or s i l e romancier nous apprend au debut du l i v r e que l e pere des enfants Chardon " n 1 a v a i t r i e n nSgligg pour 1'educa-t i o n de son f i l s et de sa f i l l e . a aucun moment, dans l e roman i l n'est question de l a vie d'Eve au pensionnat (7) Les Deux Poetes, S e u i l I I I , 397, a. (8) Suzanne Jean-Berard, La Genese d'un roman de Balzac, 'Il l u s i o n s perdues 1837' - X - Themes et experiences, op . c i t . , pp. 95-100. (9) Les Deux poetes, S e u i l I I I , 398, a. (10) Ibid . , Seuil I I I , 393, b. - 153 -ou de ses amies d'etudes; i l est meme assez etonnant que l a jeune f i l l e ne rencontre jamais l'une de c e l l e s - c i au mi l i e u de ses d i f f i c u l t e s , dans une pe t i t e v i l l e comme Angouleme. La raison de ce passage sur les ecoles de f i l l e s de cette v i l l e c'est tout simplement q u ' i l se trouvait deja dans L' I t i n e r a i r e des c r i p t i f de Vaysse de V i l l i e r s . ^ " ^ II est d i f f i c i l e , dans ce cas, de decider s ' i l s'agit ou non d'un l a i s s e r - a l l e r de l a part du romancier. Le ditachement q u ' i l suppose, par rapport a l ' h i s t o i r e , permet neanmoins d'enra-ciner cette derniere dans l a r i a l i t e sociologique du debut du 19 e s i e c l e . Ce but a t t e i n t , et par des proc i d i s somme toute assez simples, le romancier a les mains plus l i b r e s pour manipuler, sans choquer l e sens du rialisme du lecteur, l'espace s o c i a l de son r e c i t de t e l l e sorte q u ' i l prenne l a forme concrete du probleme e x i s t e n t i e l que les protagonistes s'efforcent de resoudre et q u ' i l explique l e u r destinee. Harry Levin a pu dire que c ' e t a i t Balzac qui, l e premier, avait i n t r o d u i t en l i t t e r a t u r e l e terme "milieu" emprunte au vocabulaire deS sciences physiques et aux theories de Geoffroy S a i n t - H i l a i r e , v Sans doute, mail i l ne faudrait pas oublier par a i l l e u r s que l'auteur de La Comedie humaine a repete avec insistance que " l e v r a i l i t t e r a i r e ne saurait (11) S. Jean*Berard, o p . c i t . , pp. 96-98. (12) Harry Levin, The Gates of Horn - A Study of Five French Realists (New York, Oxford U.P., 1963), p. 177. - 154 -etre l e v r a i de l a nature." Une t e l l e remarque l u i rend sa l i b e r t e d'action en l u i conservant, grace a ses theories sur l e mi l i e u environnant exposies dans 1'Avant-Propos, les avantages d'une rigueur s c i e n t i f i q u e apparente. L'itude de Mme Jean-Berard vient confirmer cette opinion. "Nous sommes victime d'une i l l u s i o n , e c r i t - e l l e , s i nous croyons (14) que Balzac part d'une observation et s'y r e s t r e i n t . " C'est justement l e dessein de l ' a r t du romancier " r i a l i s t e " de f a i r e tomber l e lecteur dans cette i l l u s i o n . Le milieu s c i e n t i f i q u e est une donnie que l e savant nepeut se dispenser d'accepter t e l l e quelle; l e m i l i e u balzacien t i e n t sa rigueur de l a rhitorique de son auteur. I l appartient a un univers f i c t i f souvent construit en fonction des personnages a c a r a c t i r i s e r ou pour mettre en r e l i e f le noeud d'une in t r i g u e : i l e st done a p o s t e r i o r i par rapport a l ' e f f e t que l e romancier veut c r i e r . Ramon Fernandez a donni une bonne analyse de ce p r o c i d i : "Cette maniere de donner l e signe avant l a chose s i g n i f i e e , d i t - i l , peut s'appeler prevision dans l'espace... Or i l ne s'agit pas i c i , ividemment, d'une science, mais d'une convention du r e c i t . . . q u i permet a Balzac d ' i n s c r i r e sa psychologie dans les choses, de donner a i n s i un r e l i e f , une s o l i d i t i q u ' i l s Cles personnages3 n'eus-sent pas eu dans de simples notationa morales." (15) (13) (14) (15) Le Cabinet des Antiques, S e u i l III/ 626, a. S. Jean-Birard, op.ext., p. 89. Ramon Fernandez, Balzac (Paris: Stock, 1943), pp.146-148. - 155 -S i l'on accepte de v o i r cette technique S l'oeuvre dans l a description d'Angouleme, tout s ' e c l a i r e . L'auteur veut, avant tout, e t a b l i r deux e f f e t s , a savoir, 1'organisation de 1'espace-cadre du m i l i e u s o c i a l des Deux Poetes selon un axe v e r t i c a l , et une impression de stagnation. La v i l l e est decrite de haut en bas. "Au sOmmet de l a roche" l e "Haut-Angouleme", qui est habite par "des families nobles ou d'antiques families bourgeoises" J^ "^  puis, " l e long de l a c o l l i n e " s'etagent " l e p a l a i s de l a prefecture, une ecole, des etablissements m i l i t a i r e s " , en un mot 1'Administration, et e n f i n , "au pied du rocher et sur les bords de l a r i v i e r e " , l e bourg de l'Houmeau s'etend comme (16) une couche de champignons..." L ' i s o l a t i o n et l a stagna-t i o n qui en resultent sont l a consequence geopolitique de l a configuration d'Angouleme t r i b u t a i r e de son rocher et du carcan (forteresse, remparts) dont I'Histoire l ' a dote. "Sa s i t u a t i o n en f a i s a i t j adis un point strategique...mais sa force d'autrefois constitue sa faiblesse d'aujourd'hui: en l'empechant de s'Staler sur l a Charente, ses remparts et l a pente trop rapide du rocher l'ont condamnSe a l a plus funeste immobility." (16) L ' e s p r i t de caste et les prejuges n o b i l i a i r e s aggravent le probleme en empechant les communications entre les (16) Les Deux Poetes, S e u i l I I I , 397, b. - 156 -d i f f e r e n t s etages de l a v i l l e elle-meme. A i n s i , 1'hotel de Bargeton, symbole de 1 ' a r i s t r o c r a t i e l o c a l e , et s i t u l , comme i l se d o i t , dans l e Haut-Angouleme, " b r i l l a i t a une distance (17) s o l a i r e " aux yeux des habitants de l'Houmeau; l'Admini-s t r a t i o n est tenue a l ' e c a r t par l e clan des aristocrates car "ces families se marient entre e l l e s , se forment en b a t a i l l o n serre pour ne l a i s s e r n i s o r t i r n i entrer personne" E l l e s vont meme jusqu'a ignorer l a c a p i t a l e : "...pour e l l e s , (19) envoyer un enfant a P a r i s , c'est v o u l o i r le perdre. Angouleme sur son rocher, c'est done avant tout une image de l a societe proviheiale sous l a Restauration, ce que le Moyen-Age appelait un "exemplum". La v i l l e se t i e n t apparemment intacte dans son i n t e g r i t e physique, pourtant e l l e ne reprisente plus pour l'auteur que I'utopie d'un autre age qui aurait mal tourn€, n'etant plus soutenue par (17) Les Deux Poetes, S e u i l I I I , 402 , a. (18) Ibid., Seuil I I I , 397, b. (19) I b i d . , S e u i l I I I , 398, a. une f o i et des convictions communes.v'u' Un f a i t l e prouvera, l a transparence innocente, l'une des constantes de 1 1 atmos-phere utopique, est devenue dans le contexte d'Angouleme un cauchemar pour Mme de Bargeton, n'Stant plus accompagnee de l a f l u i d i t y , de l a tiedeur et du sentiment de communion qui contribuent a l a crSation de l'espace heureux. "La vie de province, nous dSclare l e narrateur, est ... singulierement con-t r a i r e aux contentements de 1'amour ... (20) "Le moyen-age de Balzac ne correspondait pas exacte-ment a c e l u i des h i s t o r i e n s " constate Jean Forest: Jean Forest, L ' A r i s t o c r a t i e balzacienne (Paris: C o r t i , 1973), p. 67. Quant a nous, i l nous semble que le Moyen-Age balzacien est souvent pour l'auteur 1'occasion de rever sur ces espaces-refuges auxquels tout un cote de sa personnalite aspire dans les moments de lassitude, car pour l u i , l e Moyen-Age represente une Spqque ou le monde S t a i t en eq u i l i b r e . Toutefois l e Balzac r e a l i s t e et a c t i f re-prend rapidement le controle et ne peut s'empecher de considerer les structures de cette epoque comme pyrimSes et incapables d'apporter l e bonheur a l'homme d'action du 19e s i d c l e . Plus que l e Haut-Angouleme, c'est le Guerande du debut de Beatrix qui nous permet d'affirmer ceci - l a f i n de l a description de cette v i l l e , que nous citons i c i , nous o f f r e encore cette a l l e g o r i e de l a fye gSnyreuse rencontree dyja a maintes reprises au cours de notre analyse. (La premiere p a r t i e de Beatrix est parue en 1839.) "Tout a r t i s t e , tout bourgeois meme, qui passent a GuSrande, y eprouvent ... un dysir bientot oubliy d'y f i n i r leurs jours dans l a paix, dans le silence ... Par-foi s 1'image de cette v i l l e revient frapper au temple du souvenir: e l l e entre c o i f f e e de ses tours, parSe de sa ceinture; e l l e dyploie sa robe semye de ses belles f l e u r s , secoue le manteau d'or de ses dunes, exhale les senteurs enivrantes de ses j o l i s chemins epineux ... e l l e vous occupe et vous appelle comme une femme divine que vous avez entrevue dans un pays ytrange et qui s'est logee dans un coin du coeur." Beatrix, S e u i l I I , 10, b. - 158 -" e l l e est baste sur un espionnage s i raiticuleux, sur une s i grande trans-parence des i n t i r i e u r s , e l l e admet s i peu l ' i n t i m i t e qui console sans offenser l a vertu ... que beaucoup de femmes sont f l i t r i e s malgre leur innocence." (21) L'on peut dija. remarquer l e role complexe que joue l'espace du Haut-Angouleme: marecage etouffant pour Mme de Bargeton, domaine encore iminemment desirable pour Lucien a ce stade du r e c i t , cet espace-cadre n'est problematique, c'est-a-dire n'est 1'occasion de reves d'anxiite ou d'accom-plissement, que pour certains personnages. Pour Mme Chardon, Eve et David, l a v e r t i c a l i t e d'Angouleme n'existe pas comme une s i t u a t i o n irremediable. I l s peuvent t a i l l e r , dans ce qui les entoure immidiatement, un espace a l a mesure de leurs aspirations. I l faut i n s i s t e r , encore une f o i s , sur l a sub-j e c t i v i t y de l'espace balzacien, meme au niveau du cadre de l ' h i s t o i r e . "Les s i t e s les plus beaux ne sont que ce que (22) nous les faisons", d i s a i t Louis Lambert; cela entraine que les individus capables de v o i r leur bonheur dans un espace naturel peuvent transformer tout aussi bien l'espace s o c i a l en espace heureux. David, par l e f a i t meme q u ' i l combine 1'amour t r a d i t i o n n e l (21) Les Deux Pontes, Seuil I I I , 429, a. (22) Un drame au bord de l a mer, S e u i l VI, 96, b. - 159 -de l a famill e et c e l u i de l a science et de l a p o i s i e , n'a pas a parcourir l'espace pour trouver un l i e u adapti a ses desirs; i l a trouve l e secret v e r i t a b l e de l a creation. Comme tout etre authentique, i l peut, a 1'image de Dieu, c r i e r a p a r t i r de l a boue. Le sale et t r i s t e appartement du pere Sichard, au-dessus de 1'imprimerie, devient une trans-p o s i t i o n dans l'espace s o c i a l du bonheur r e v i au bord de l a Charente. "La r e s p i r a i t ce doux e s p r i t qui regne dans les jeunes minages ou les f l e u r s d'oranger, le v o i l e de l a mariee couronnent encore l a vie i n t i r i e u r e , ou l e printemps de 1'amour se r e f l e t e dans les choses, oti tout est blanc, propre et f l e u r i . " (2 3) Mme Chardon et sa f i l l e n'ont pas, non plus, beaucoup de peine a f a i r e de leur humble i n t e r i e u r , au fond de l a cour du pharmacien Postel, "un spectable of f r (ant j d'attendris-(24) santes harmonies." Ce meme i n t i r i e u r n'est pourtant, (25) aux yeux de Lucien qu'un "nid a rat s " , et i l ne f a i t guere plus de cas du nouvel appartement aminagi par David. Son comportement est revelateur a cet egard, i l p r o f i t e du moment ou l e jeune imprimeur f a i t les honneurs de l a future demeure du couple a sa b e l l e famille pour d i s p a r a i t r e . "Au moment ou Lucien v i t sa mere et David passant dans l a chambre (23) (24) (25) Les Deux Poetes, S e u i l I I I , 433, b. Ibid., S e u i l I I I , 409, b. Ibid., S e u i l I I I , 408, a. - 160 -(2 6) a coucher ... i l s'esquiva chez madame de Bargeton." C'est pour Lucien, et dans une certaine mesure pour son SgSrie, que l'on peut parler d'espace s o c i a l imaging. La physionomie d'Angouleme, malgre les d S t a i l s topographiques et historiques accumulSs, demeure abstraite et rgduite a ces notions de v e r t i c a l i t e et de stagnation que nous avons notSes. A l'exception de l ' h o t e l de Bargeton, symbole pour Lucien de l ' o b j e c t i f a atteindre et condense" de tout ce q u ' i l y a de dSsuet dans cette p a r t i e d'Angouleme, aucun monument de l a h a u t e - v i l l e n'est d S c r i t concretement. Cette absence de references precises a ce qui f a i t l a texture meme de l a v i l l e n'est cependant pas ressentie comme un manque a l a lecture car, des l e dSbut du l i v r e , l e romancier avait orients son public, 3 son insu, vers le cote "problSmatique" de l'espace d'Angouleme. Le nom de cette v i l l e apparait pour l a premiere f o i s dans l a deuxieme phrase du texte des Deux Poetes: "Malgre" l a spScialite" qui l a met en rapport avec l a typographie parisienne, Angouleme se s e r v a i t toujours des presses en bois ... L'imprimerie arriSrSe y employait encore ..." (27) En consequence, s i l a localite" n'est pas decrite avant le deuxieme episode, l e lecteur est cependant psychologiquement prepare a l a v o i r apparaitre selon l e s termes choisis par (26) Les Deux Poetes, Seuil I I I , 433, b. (27) Ibid., S e u i l I I I , 387, a. - 161 -l'auteur. La r e s t r i c t i o n apportie par l a proposition d'intro-duction "malgre", l'emploi des adverbes "toujours" et "encore" rattac h i s a l'ensemble de l a v i l l e par l a personnification d'Angouleme dans ce passage, a i n s i que l'indiquent les verbes d'action qui l u i sont a t t r i b u i s , contribuent a i n s t a l l e r dans l'espace du roman une atmosphere de vie f i g t e sans duree, de stagnation. Ensuite, l a peinture des deux amis, bloques dans une s i t u a t i o n apparemment sans issue, et 1'interruption causee dans l e mouvement du r e c i t par le sommaire de l a vie anterieure de Mme de Bargeton, i l a r g i s s e n t cette impression d'immobilite jusqu'a en f a i r e une f a t a l i t i qui domine les etres et les choses. C'est au renforcement de ce sentiment q u ' i l faut, croyohs-nous, rattacher l ' i n s i s t a n c e mise par l'auteur sur l e motif du Moyen-Age dans l a topographie de l a v i l l e , et jusque dans l a presentation de Mme de Bargeton, lors de sa premiere rencontre avec l e jeune poete: "Madame de Bargeton p o r t a i t ... un b i r e t t a i l l a d e en velours noi r . Cette c o i f f u r e comporte un souvenir du Moyen-Age, qui en impose a un jeune homme en amplifiant pour a i n s i dire l a femme;" (28) Mais, c'est aussi par ce b i a i s de l a reference au Moyen-Age que l a jonction peut s'operer, dans 1'imaginaire, entre l a s i t u a t i o n de stagnation, l a topographie d'Angouleme, d'une part, et les d i s i r s du jeune heros d'autre part, pour aboutir a une demarche romanesque qui constitue l a p i r i p i t i e p r i n c i p a l e (28) Les Deux Poetes, S e u i l I I I , 403, b. - 162 -de ce premier l i v r e . Lucien parcourt inlassablement les rampes de l a v i l l e , espace de communication entre les differentes spheres qui l a forment. Le cadre de l ' h i s t o i r e conduit logiquement, etant donni les caractSristiques qui l ' a f f e c t e n t , a l a creation d'un espace imagine analogue a c e l u i qui s t r u c t u r a i t les romans de chevalerie. Le mili e u c u l t u r e l dans lequel le hiros est censi v i v r e , oxl les themes de l a l i t t i r a t u r e mediivale f a i s a i e n t fureur, ne pouvait d ' a i l l e u r s que favo-r i s e r 1'itablissement du processus. Les e f f o r t s du jeune homme pour rejoindre sa b e l l e dame du Haut-Angouleme prennent a i n s i , comme naturellement, les aspects de l'aventure cheva-leresque: 1) 1'objet de l a quete: "conqu§rir une haute (29) proie"; 2) l a c i t a d e l l e quasi inexpugnable, sejour de reclusion de l a femme aimee; 3) les termes memes du d e f i , sous l a forme d'"obstacles infranchissables aux courages m e d i o c r e s " ; 4 ) 1'image symbolique de l ' i c h e l l e d'assaut; "... i l l u i en coutait de r e t i r e r son pied du premier baton de l'Sche l l e par laquelle i l devait monter a l'assaut des grandeurs." (31) Malheureusement, les protagonistes de cette h i s t o i r e (29) (30) (31) Les Deux Poetes, S e u i l I I I , 407, a. Ibid., S e u i l I I I , 406, a. Ibid., S e u i l I I I , 407, b. - 163 -appartiennent, eux, a un autre univers, qui n'a plus de commun, avec l e monde de l a chevalerie, que ces quelques apparences et les structures figees d'une v i e i l l e v i l l e en-dormie sur son piton. Le Haut-Angouleme ne peut se meta-morphoser en domaine enchante, a l a suite des exploits du "chevalier". En arrivant jusqu'a sa dame ce dernier se rend compte q u ' i l a seulement reussi a l a rejoindre dans sa prison. Cette s i t u a t i o n est j u s t i c i a b l e , tout au plus, de l a s a t i r e amusie que nous en f a i t l'auteur au cours de 1'episode "une soiree dans un salon". On garde 1'impression qu'Angouleme a e t i choisie comme espace-cadre de ce l i v r e , non pas tellement parce qu'elle repr€sentait un modele typique de l a province francaise de l'epoque, mais plutot en raison de sa configuration qui permettait d ' i n s i s t e r sur une r i a l i t e disposie selon un axe v e r t i c a l o f f e r t comme un d e f i a 1'ambition novice d'un jeune poete, selon l a maniere des aventures du Moyen-Age. Cet aspect p a r t i c u l i e r d'un espace s o c i a l , s ' i l peut f a i r e rever une imagination exaltee ne peut cependant plus etre propose comme veri t a b l e tache a un ambi-tieux du 19 e s i e c l e . Cela est s i v r a i que, lorsque Mme de Bargeton d i v o i l e aux yeux de Lucien l a perspective de Paris et de ses splendeurs, l e jeune homme "crut n'avoir jusqu'alors (32) j o u i que de l a m o i t i i de son cerveau." Le sommet de l a roche en pain de sucre n'est pas 1'aboutissement de l'aventure (32) Les Deux Poetes, S e u i l I I I , 435, a. - 164 -du hiros moderne, sa conquete ne mene nulle part. La deception de Lucien ne s i g n i f i e pas que l'espace d'Angouleme s o i t f i n i pour l e roman; l a structure s p a t i a l e dans ce l i v r e est, a 1'image du monde de La Comedie humaine, une forme ouverte a l'aventure. C'est un arbre aux nombreux rameaux; lorsque l'un des rameaux se desseche, un bourgeon, jusqu'alors dormant sur une autre branche, s'active et ne tarde pas a developper son propre f e u i l l a g e . Le Haut-Angouleme avec son pot e n t i e l de reves est bien mort quand l e r e c i t revient sur l a scene d'Angouleme dans l e troisieme l i v r e des Souffrances de l'inventeur, et cela, de 1'aveu meme des principaux protagonistes du premier l i v r e . "En revoyant le p e t i t salon g r i s ou je tremblais comme un enfant i l y a deux ans, explique Lucien a sa soeur au re-tour d'une s o i r i e dans l'ancien hotel de Bargeton, en examinant ces meubles, les peintures et les f i g u r e s , i l me tombait une ta i e des yeux! Comme Paris vous change les i d i e s ! " (33) Quant a Anais de Bargeton, devenue comtesse du Chatelet, sa riponse a Zephirine de Senonches, l a nouvelle p r o p r i e t a i r e de 1'hotel, est aussi r e v i l a t r i c e : "Ma chdre Louise, voyez, d i t Ztphirine, vous etes i c i chez vous! ... en l u i montrant le p e t i t l u s t r e a pendeloques, les boiseries et l e mobilier qui jadis avaient fascine" Lucien. (33) Les Deux Poetes, S e u i l I I I , 435, a. - 165 -"- C'est, ma ch§re, ce que je veux le moins me rappeler, d i t gracieusement madame l a prefete..." (34) Les deux etages i n f i r i e u r s de l a v i l l e sont disormais en mesure de se deVelopper a l'exemple de Paris. Les temps sont changes, le nouveau comte-pr§fet du Chatelet, produit de l a Revolution et de 1'Empire, pa r i s i e n d ' i n s t i n c t parce que c'est l e seul l i e u ou tous les amalgames sont possibles, en epousant " 1 ' a l t i e r e Nigrepelisse", reprisentante du clan aristocratique angoumoisin, elle-meme transformed par son sgjour a Pari s , a f a i t basculer l e Haut-Angouleme dans l ' e s -pace de 1'Administration. Le lecteur vient d'assister a l a f i n d'une dre, l e monde moderne a eu raison du Moyen-Age. Si 1'Administration moderne supplante l'ancienne a r i s t o -c r a t i e , l a partie d'Angouleme cependant qui prend vraiment son essor, dans Les Souffrances de l'inventeur, c'est c e l l e des fabriques et du commerce, c e l l e des Cointet et des Petit-Claud. Les Deux Poetes comparait l'Houmeau a une couche de champignons, 1'image meme appelle l'idee d'une croissance rapide et i r r e p r e s s i b l e d£s que les circonstances deviennent favOrables. La Basse-Ville destinee a un avenir romanesque, ne s'impose pas par l a masse de d e t a i l s concrete-ment evoques mais plut o t par 1'atmosphere generale que l e romancier parvient a sugg^rer. II procede alors par petites (34) Les Souffrances de l'inventeur, S e u i l I I I , 587, a. - 166 -touches au g r i du deroulement de 1'action. Nous voyons Boniface Cointet "se promen (ant) l e long de l a pr i s e d'eau qui alimentait sa vaste papeterie, et dont l e b r u i t couvrait (35) c e l u i des paroles." ; ou encore nous assistons a un banquet typiquement p r o v i n c i a l a l'Hotel de l a Cloche "dont les (36) expeditions de dindes truffees vont jusqu'en Chine"; l a p e t i t e bourgeoisie de province accede au premier plan dans l e dicor du roman. Le centre nevralgique du r§cit des p i r i p i t i e s des Souffrances de l'inventeur c'est l a place du Murier. Le roman du premier l i v r e s'organisait a p a r t i r d'un axe v e r t i -c a l , l'espace fonctionnel de ce troisi§me l i v r e ressemblerait en revanche a un carrefour, a un rond-point de f o r e t vers lequel convergeraient plusieurs sentiers. Cette d i s p o s i t i o n s p a t i a l e n'est pas sans rappeler l a mise en scene de l a comidie francaise ou i t a l i e n n e du 17 e s i e c l e : l a place pub-lique ou toute l a v i l l e f i n i t par passer. Cette structure favorise l e mouvement de masses contrairement a l a pricidente qui, dans sa r i g i d i t e n ' a u t o r i s a i t l ' e x p l o i t que du heros s o l i t a i r e . Certains personnages comme 1'abbi Marron et Lucien y arrivent apres avoir gravi l a rampe de l a Porte-Palet, de meme que le pere Sichard; Petit-Claud y f a i t donner (35) Les Souffrances de l'inventeur, S e u i l I I I , 560, a. (36) Ibid . , Seuil I I I , 591, b. -167 -une serenade en I'honneur du poete par tous les jeunes gens de l a v i l l e ; l ' h u i s s i e r echelonne ses mouchards de l a place du Murier au bas de l a rue de Beaulieu; les Cointet y ont des nigociations ardues avec Eve d'abord et ensuite avec David. II n'est pas un personnage important du Bas-Angouleme ( 3 7 ) qui n'y passe a un moment ou a un autre du r e c i t . La dimension s p a t i a l e des Souffrances de 1'inventeur, du f a i t de son caractere schimatique et fonctionnel, permet aussi une transposition a i s i e du theatre des operations a l'univers d'un espace imaginaire mythique. La place du Murier, oG se trouve l e domicile des gpoux sechard avec 1'appartement " f r a i s et neuf" du premier etage au dessus de 1 1imprimerie, represente, nous l e savons, un substitut, au sein de l'espace s o c i a l , des bords de l a Charente. Les mouvements convergents des d i f f e r e n t s acteurs de ce drame peuvent done etre interpretes comme 1'agression perpetree par l a societe mercantile contre l a c e l l u l e f a m i l i a l e t r a d i -t i o n n e l l e . Les nouvelies puissances s o c i a l e s , issues des troubles de l a Revolution, tentent d'arracher David, et Lucien dans le meme e f f o r t , a l a clairi§re heureuse de l a place du Murier. L'ambiance, autour de cette place, devient c e l l e du mystere et de l'aventure. Les "espions i n v i s i b l e s " observent "les moindres demarches" du malheureux David; a (37) Les Souffrances de l'inventeur, 575, 611. S e u i l I I I , 581, 583, 586, - 168 -chaque coin de rue un homme est t a p i ; C i r i z e t f a i t l e guet (38) derri§re "une enceinte en planches". Cette tentative de subversion ne d o i t pas etre c o n s i d i r i e comme un phenomene l o c a l , qui s e r a i t p a r t i c u l i e r a Angouleme, c'est l'espace s o c i a l du "cycle" dans toute sa d i v e r s i t i qui est i c i en scene. L 1 i n f l u e n c e de Paris a non seulement annuli 1 1 a r i s t o c r a t i e de l a v i l l e , mais e l l e en a aussi per-v e r t i l a partie i n f e r i e u r e ; nous sommes deja au m i l i e u de l a f o r e t nord-americaine, c a r a c t i r i s t i q u e du Paris de Splendeurs  et miseres des courtisanes. Les Metivier de Paris acceptent de se f a i r e les complices des Cointet du faubourg de l'Houmeau; les pays malsains des bords de l a Seine empoisonnent 1'atmos-phere f a m i l i a l e de l a place du Murier par 1'envoi des vete-ments de dandy qui seront a. l ' o r i g i n e de 1'expulsion de Lucien du m i l i e u f a m i l i a l e t de l a v i c t o i r e m a t i r i e l l e du negoce sur l a science et l a p o i s i e . A l a f i n d'Illusions perdues l e b i l a n r e l a t i f a l'espace s o c i a l de province est a i s i a e t a b l i r . La tentative de reactivation des v i e i l l e s structures medievales au moyen d'une aventure romanesque ver i t a b l e a conduit a une impasse. L'amour f a m i l i a l a certes pu r e s i s t e r victorieusemeiit aux assauts ripetes du monde de 1'argent mais c'est au p r i x d'un (38) Les Souffrances de l'inventeur, S e u i l I I I , 574, 575, 593. - 169 -repliement sur l'espace naturel, dans une enclave p r i v i l e g i e e hors d'atteinte du romanesque. Le seul espace qui garde tout son po t e n t i e l d'aventures dans " l e cycle de Rubemprg" est c e l u i du monde des a f f a i r e s e t de l a p o l i t i q u e , gouverne par un commun denominateur: l ' o r . Le Moyen et l e Bas-Angou-leme nous l e montrent a l ' e t a t d'embryon. Ce n'est que dans l'espace s o c i a l par excellence de La Comedie humaine, Paris, q u ' i l est possible de 1'observer dans son p l e i n epanouissement. Sur les 424 pages de 1*edition du Seu i l qui constituent " l e cycle de Rubempre", Paris occupe un peu plus de 300 pages, s o i t 70% du texte. Le chapitre sur l'espace naturel a f a i t r e s s o r t i r assez nettement les differences d'atmosphere entre les deux romans du "cycle" pour que nous croyions necessaire de j u s t i f i e r 1'etude de l'espace de Paris suivant les deux Stapes: 1) Un grand homme de province a Paris; 2) Splen-deurs et miseres des courtisanes. Le lecteur d'Un grand homme de province a Paris entre dans Pa r i s , sans p r i l i m i n a i r e s , en meme temps que le couple de f u g i t i f s , Louise et Lucien. Les premiers contacts avec l a capitale sont leurs contacts: l e monde p a r t i c u l i e r des hotels mesquins "qui sont l a honte de Paris, ou, malgre tant de pretentions a l ' i l i g a n c e , i l n'existe pas encore un (3( hotel ou tout voyageur riche puisse retrouver son chez s o i " , (39) Un grand homme de province a Paris, Seuil I I I , 437, a. - 170 -et l e quartier des p e t i t s commercants de l a rue Saint-Honore. Un personnage vient alors jouer l e ro l e d 1 i n i t i a t e u r , sorte de parent qui accepte l a corvee de montrer l a v i l l e aux cousins de province; c'est une v i e i l l e connaissance, l e baron Chatelet, veritablement metamorphose. Le vieux beau un peu r i d i c u l e du premier l i v r e devoile aux yeux de ces provinciaux f a c i l e s a i b a h i r 1'existence d'un monde f r i v o l e , riche et desoeuvri, dont i l est l e symbole. II leur apparait "dans l a splendeur d'une mise de b a l " : ^ ^ son a c t i v i t e , q u ' i l devait par necessity restreindre a Angouleme, i c i ne connait plus de bornes. II explique les l o i s du monde a Mme de Bargeton, l u i trouve un appartement convenable, l u i procure l a l i s t e des fournisseurs a l a mode. II t r a i t e l e pauvre po^te et sa "Beatrix" au Rocher de Cancale, restaurant (41) en vogue sous l a Restauration, et les mene au Vaudeville. Mais Chatelet n'est l'homme que d'une portion de Paris, le Paris b r i l l a n t et f relate" qui s'offre a l a vue de Lucien au cours de l'une de ses premieres promenades en s o l i t a i r e : "II s'elanca vers les T u i l e r i e s en revant de s'y promener jusqu'a l'heure ou i l i r a i t diner chez Very. V o i l a Lucien gabant, s a u t i l l a n t , l t g e r de bonheur qui debouche sur l a terrasse des Fe u i l l a n t s et l a parcourt en exami-nant les promeneurs, les j o l i e s femmes (40) (41) Un grand homme de province a P a r i s , I b i d . , S e u i l I I I , 437, 483, 439. Seu i l I I I , 438, b. - 171 -"avec leurs adorateurs, les elegants, deux par deux, bras dessus bras dessous, se saluant les uns les autres par un coup d ' o e i l en pas-sant. Quelle difference de cette terrasse avec Beaulieu! Les oiseaux de ce magnifique perchoir i t a i e n t autrement j o l i s que ceux d'Angouleme! C'etait tout l e luxe de couleurs qui b r i l l e sur les families ornithologiques des Indes ou de l'Amerique, compare aux couleurs grises des oiseaux de 1'Europe." (42) Le poete est encore l e "jeune r a t " qui a toute 1'indulgence du romancier. Apres nous 1' avoir montre" en action ("voila Lucien gabant", e t c . . . ) , i l nous i n t r o d u i t dans sa s u b j e c t i v i t e grace au s t y l e i n d i r e c t des t r o i s dernieres phrases, moyen technique assez rarement u t i l i s e par Balzac pour q u ' i l v a i l l e l a peine de l e souligner i c i . Lucien par son comportement a l a f o i s n a i f et avide est, pour son createur, 1'occasion de celebrer cette j o i e de vivre p a r t i c u l i e r e que rencontre toute jeunesse digne de ce nom quand, brusquement, a un moment dans son existence, les dimensions de l a vie s ' e l a r g i s -sent devant e l l e . Aussi, l'auteur semble l a i s s e r a sa creature l a l i b e r t e de quelques instants de bonheur innocent avant de 1'engager dans l e t r i s t e espace de l a r e a l i t e . Au champ d'action r e t r S c i d'Angouleme a succedg 1 ' i l l u s i o n de cette immensite f a c i l e a laquelle tout l ' e t r e du jeune homme aspire a se joindre. (42) Un grand homme de province a Pa r i s , Seuil I I I , 441, a. - 172 -Avec P a r i s , les dimensions qui servent de cadre a l'existence se d i l a t e n t , " l e cercle s * i l a r g i s s a i t , l a soci§t£ (43) prenait d'autres proportions." Pourtant, cette f o i s - c i encore, pour l e heros, l'espace i d e a l ne l u i est pas imme-diatement accessible car, remarque le narrateur, i l "se (44) voyait sipare" du monde par un abime". Ce changement abrupte de milieu l u i f a i t prendre conscience de sa difference -l e premier reflexe de Lucien, pour se mettre a l'heure du Paris de reve que l u i revSlent les T u i l e r i e s , est d'avoir recours a une nouvelle p r o t e c t r i c e . La fee susceptible de venir a son secours ne peut plus etre Mme de Bargeton; c e l l e -c i est rested trop t r i b u t a i r e des structures spatiales d'Angouleme dont e l l e est encore l e r e f l e t aux yeux de son protege: "Lucien ... v i t enfin dans l a pauvre Anais de Negrepelisse l a femme r e e l l e , l a femme que les gens de Paris voyaient: une femme grande, seche, couperosee, fanee plus que rousse ..." (45) Sa soudaine transplantation dans. Paris a, pour e l l e aussi, mis a jour le caractere perime de son univers, face a l a vie du dix-neuvieme s i e c l e . Chatelet d ' a i l l e u r s , en vieux renard qui s a i t f l a i r e r les bonnes occasions, a v i t e f a i t de 1'en-tr a i n e r dans son s i l l a g e . Seule l a seduisante marquise (43) Un grand homme de province a Paris, Seuil I I I , 440, a. (44) Ibid., Seuil I I I , 442, a. (45) Ibid., S e u i l I I I , 443, a. - 173 -d'Espard s e r a i t disormais capable de remplir ce role de pro-t e c t r i c e que recherche Lucien. "La mobility de son caractere, nous d i t l e narrateur, l e poussa promptement a d i s i r e r c e t t e haute protection; l e plus sur moyen e t a i t de posseder l a femme, i l a urait tout alors! II avait rgussi a Angouleme, pourquoi ne r e u s s i r a i t - i l pas a Paris?" (46) Malheureusement, ce dont i l ne se rend pas tres bien compte, c'est que sa propre figure souffre, aussi bien que c e l l e de Mme de Bargeton, du brusque changement de milieu: du statut de genie l o c a l i l est tombe a c e l u i d'un jeune homme assez ordinaire. II en faudrait beaucoup plus pour s u s c i t e r une vocation de fge-marraine chez une femme aussi dgpourvue de coeur que peut l ' e t r e cette mondaine typique, Mme d'Espard. Aussi l e paradis t e r r e s t r e de Paris, qui est apparu a Lucien sous l a forme des T u i l e r i e s , ne t a r d e r a - t - i l pas a l u i etre d§fendu par l a volont§ h o s t i l e des deux etres qui devaient l ' y introduire. L o r s q u ' i l rencontre Mme d'Espard et sa cousine sur l a promenade des Champs-Elysees, e l l e s jouent, par leur attitude, l e role des Cherubins de l a Genese places par Dieu a l a porte du Jardin pour en i n t e r d i r e l'acces a l'Humanite dechue. A son corps defendant, Lucien ne pourra devenir l e heros d'un conte de fee, i l est rejete par l e romancier dans le v r a i monde, c e l u i de 1'existence ordinaire. (46) Un grand homme de province a Pa r i s , S e u i l I I I , 446, a. C'est l a q u ' i l doit f a i r e son apprentissage de l a v i e , et l e s t y l e i n d i r e c t l i b r e de 1'episode des T u i l e r i e s a pre-pare le lecteur a l ' y suivre. C'est avec le jeune poete disormais q u ' i l s'aventurera dans Par i s . I l l e v o i t vivre d*abord dans l e Paris pauvre des etudiants du Quartier Latin, avec ses restaur an-trs bon marche, l a bibliotheque Sainte-Genevieve, l e jar d i n du Luxembourg et toutes les petites rues pittoresques, et tous l e s hStels modestes que n'importe quel ancien etudiant de Paris connait bien. Puis l'apprenti se risque chez quatre ou cinq varietSs de l i b r a i r e s , traverse l a Seine pour errer dans le f i e f du journalisme, dans le secteur des viveurs, dans les coulisses des theatres des Boulevards, jusque dans les antres des escompteurs des boule-vards e x t i r i e u r s . I t i n i r a i r e qui pourrait etre c e l u i de bien des jeunes gens. L'espace dicouvert a 1'Occasion de ces p t r i g r i n a t i o n s d'un quartier a 1'autre avec tous les noms de rues, de l i e u x , de monuments, est c e l u i du Paris de l a Restauration. Une foule d'exegetes se sont deja jetes sur ces donnSes. Apres avoir compare le monde que Lucien dicouvre litteralement pas a pas, puisque l a plupart du temps sa pauvrete l ' o b l i g e a. se deplacer a pied, avec le Paris de l'epoque, i l s en viennent tous a conclure que le Paris d'Illusions perdues, dans son aspect physique, est geniralement confirme par c e l u i de 1'Histoire; nous pouvons - 175 -(47) l e u r f a i r e confiance. Le narrateur Omniscient n'a plus cette attitude distante et abstraite q u ' i l avait adoptie pour depeindre Angouleme. L'intime connaissance que Balzac avait de l a capitale l u i f a i t prendre en main l e role de prisentateur q u ' i l abandonnait pour l a v i l l e de province aux guides touristiques du temps. Les habitues de La Comedie humaine connaissent bien cet as-pect du romancier h i s t o r i e n de Paris et i n i t i a t e u r des provinciaux et des Strangers aux mysteres de cette v i l l e , qui n ' h i s i t e jamais a interrompre l e cours des peripeties pour decrire avec complaisance t e l monument ou t e l quartier juge interessant. Une f o i s celebre, et son talent d e f i n i t i v e -emtn a s s i s , i l f i n i r a par se c r o i r e chargi de conserver dans son oeuvre 1'image q u ' i l c r o i t etre c e l l e du Paris de son temps, et c'est avec orgueil q u ' i l pourra e c r i r e , vers l a f i n de sa vie dans Les P e t i t s Bourgeois: (47) C'est l ' a v i s notamment de: - Patrice Boussel, Les Restaurants dans La C.H. (Paris: E d i t i o n de l a Tournelle, 1956) - H. Clouzot et R. H. Valensi, Le Paris de La C.H. - Balzac et ses fournisseurs. (Paris: Le Coupy editeur, 1926) - George B. Raser, The Heart of Balzac's Paris. (Choisy-le-Roi: Imprimerie de France, 1970) - Norah W. Stevenson, Paris dans La C.H. de Balzac. - 176 -"Le tourniquet Saint-Jean, dont l a descrip-tion paxut fastidieuse en son temps au commencement de 1'etude i n t i t u l e d Une  double f a m i l i e , dans les Scenes de l a  vie privee, ce na i f d e t a i l du vieux Paris n 1 a plus que cette existence typogra-phique." (48) Un grand homme de province a Paris n 1 gchappe pas a. cette ambition, et, s i l'espace s o c i a l d e c r i t s u i t le deroulement de l ' h i s t o i r e du hSros, l'auteur prend cependant manifestement (48) Les P e t i t s Bourgeois, S e u i l IV, 294, b. Nous nous placons i c i au niveau des intentions de Balzac. Nous verrons pourtant, dans l e chapitre suivant, que ces descriptions sont l o i n d'avoir l e caractere rigoureux, le souci archeologique de c e l l e s de Zola ou de Flaubert. Balzac v o i t toujours l'espace "avec l ' o e i l du poete", et ses descriptions sont beaucoup plus une recreation qu'une reproduction. II e t a i t d ' a i l l e u r s incapable de copier sans transformer; M. Ernest Abravanel en donne plusieurs exemples dans une communication q u ' i l a f a i t e au 7 e congres in t e r n a t i o n a l stendhalien: "Balzac correcteur de La Chartreuse de Parme", pp. 67-74 dans Stendhal et Balzac, Congres int e r n a t i o n a l stendhalien, L i t t o , (Aran: Editions du Grand Chene, 1972). II montre comment Balzac, dans La Revue parisienne du 25 septembre 1840, ne peut c i t e r Stendhal sans l e transformer. II a meme cet exemple amusant d'une " c i t a t i o n " devenue compl§tement balzacienne, avec l e commentaire de Balzac: "Quelle phrase!", fa i s a n t a i n s i l'gloge de Stendhal pour une phrase q u ' i l n'avait pas §crite!, (p. 74) . Dans l a discussion qui a s u i v i cette communication, Mme Jean-Berard a tenu a apporter cette p r e c i s i o n : "... a ma connaissance ... Balzac n'a jamais r e c o p i i quoi que ce s o i t sans le transformer: i l ne peut pas; fut-ce naturellement une de ses propres phrases." (p. 78). - 177 -p l a i s i r a rappeler aux lecteurs contemporains d'agreables souvenirs de jeunesse et a f a i r e revivre les siens, par l a meme occasion. L'espece d'hymne en prose entonni a l a g l o i r e du restaurant Flicoteaux, " i n s c r i t dans bien des mimoires", en est un exemple, car: "II est peu d'itudiants lo g i s au Quartier Latin pendant les douze premieres annies de l a Restauration qui n'aient frequente ce temple de l a faim et de l a misere." (49) Dans l e meme ordre d ' i d i e on pourrait c i t e r aussi l a descrip-t i o n fantastique des Galeries-de-Bois: "A cette ipoque, les Galeries-de-Bois c o n s t i -tuaient une des c u r i o s i t t s parisiennes les plus i l l u s t r e s . II n'est pas i n u t i l e de peindre ce bazar ignoble; car, pendant trente-six ans, i l a joue dans l a vie p a r i -sienne un s i grand r o l e , q u ' i l est peu d'hommes ages de quarante ans a. qui cette description, incroyable pour les jeunes gens, ne fasse encore p l a i s i r . " (50) Balzac, conscient de l a chute de tension que ces longs appartes entrainaient, a p r i s soin a chaque f o i s de les accompagner d'une j u s t i f i c a t i o n . L'on n'est pas oblige d'y accorder trop d'importance, pourtant, i l faut reconnaitre que ces interventions du narrateur, a propos de certains aspects du cadre de l ' h i s t o i r e , ont des ef f e t s non negligeables sur le r € c i t . E l l e s donnent de 1'intensity a l'espace s o c i a l en provoquant, par 1'accumulation des d e t a i l s , 1 ' i l l u s i o n d'une dimension sociologique qui contribue a creer cette (49) Un grand homme de province a Paris, S e u i l I I I , 450, b. (50) Ibid., Seuil I I I , 473, b. - 178 -(51) impression de v e r i t y e s s e n t i e l l e dans l e genre du roman. E l l e s permettent aussi au lecteur de se l a i s s e r d i v e r t i r des probldmes immedfiats qui a s s a i l l e n t le heros, done de se de-tacher de c e l u i - c i et d ' S t a b l i r une " d i s t a n c i a t i o n " par rapport aux peripeties propice a une entente entre l e romancier et son public. Enfin les descriptions des monuments et des i n s t i t u t i o n s qui entrent dans l e decor d'Un grand homme de  province a P a r i s , en se j u s t i f i a n t par l a necessity de garder un souvenir des choses qui peuvent d i s p a r a i t r e d'un jour a. 1'autre, mettent 1 1 accent sur l e caracttre precaire, sur l a t r a n s i t i v i t e des arrangements spatiaux dans Paris. S i Angouleme n'a guere change depuis le Moyen-Age, Paris est en perpStuel devenir. Paradoxalement, de t e l l e s digressions peuvent, de l a sorte, ajouter a 1'impression genirale de mouvement. Le mouvement est le caractere majeur du Paris d'Illusions  perdues qui combine 1 ' i n s t a b i l i t y des choses avec 1'incapacity des individus a creer des espaces-refuges leur permettant d'etre au l i e u de p a r a i t r e . Cette p a r t i c u l a r i t y se retrouve jusque dans l e rythme de l a narration. Dans le premier l i v r e , le r S c i t se dSroulait suivant quatre Stapes: une imprimerie de province; Mme de Bargeton; l a soirSe dans un salon, l a (51) George B. Raser consacre 24 pages bien documentSes sur les Galeries-de-Bois de I'Histoire et c e l l e s de Balzac dans son ouvrage The Heart of Balzac's P a r i s . - 179 -soiree au bord de l'eau; catastrophe de 1'amour en province. Le second l i v r e est decoupe en trente-neuf sequences dues, pour l a plupart, a un changement de l i e u de 1'action. La (52) r i a l i t e " s p a t i a l e de Paris se prisente comme une mosaique horizontale l i v r i e a 1'exploration du jeune ambitieux: "II courut avec une v e l o c i t y de cerf jusqu'a 1'hotel du Gaillard-Bois" ... " i l retourna chez l u i a pied" ... "II descendit l a rue de l a Harpe, ses deux manuscrits sous l e bras. II chemina jusqu'au quai des Augustins, se promena le long du t r o t t o i r en regardant alternativement l'eau de l a Seine et les boutiques des l i b r a i r e s . . . " , "Lucien traversa le Pont-Neuf..." (53) L'espace p a r i s i e n de cette h i s t o i r e est l a pour etre par-couru; c'est l a projection dans l e r§el de 1'immense i l l u s i o n du poete avec laquelle i l doi t se mesurer. S i 1'image symbole de l a peau de chagrin n'apparait pas explicitement dans l e texte, e l l e est cependant, du f a i t de ce decoupage p a r t i c u l i e r de 1'action du r e c i t , presente necessairement dans 1*esprit du lecteur familiarise" avec La Comedie humaine. C e l u i - c i v o i t se r i t f e c i r l e Paris de Lucien au fur et a mesure que le htros dipense son energie dans l a v i s i t e des divers alveoles qui en-forment l a texture, pour ne plus etre, (52) Dans l a preface de P i e r r e t t e l'auteur explique que l e monde moderne est devenu multiple, fragment^: " I l n'y a ri e n qui s o i t d'un seul bloc dans ce monde, tout y est mosaique.", S e u i l I, 602, a. (53) Uh grand homme de province a P a r i s , S e u i l I I I , 442, 447, 453, 454. - 180 -a l a f i n de ce l i v r e , qu'un vestige de toutes les i l l u s i o n s perdues. L'espace de Paris n'est pas seulement l'o b j e t p a s s i f d'une experience p a r t i c u l i e r e , c'est aussi un mi l i e u vivant avec ses l o i s d'organisation et d'equilibre. Lucien, en vi o l a n t les regies du jeu qui gouvernent ce m i l i e u dangereux devient un corps etranger, impitoyablement rejete du t i s s u (54) animal dans lequel i l s ' e t a i t a r t i f i c i e l l e m e n t i n t r o d u i t . Le c o r o l l a i r e de cette observation c'est que l e Paris de ce second l i v r e ne se reduit pas aux dimensions que l u i confere l e heros en action. Les pgripSties mettent en scene au moins deux autres Paris dans le meme espace ggographique: c e l u i (55) "des 6 c r i v a i n s , des penseurs et des poetes", et c e l u i du (56) "monde exceptionnel". D'Arthez, l ' e c r i v a i n type dans cette h i s t o i r e , peut bien parcourir l e s memes li e u x que Lucien ou Lousteau, l'espace qui l e concerne est rSc o n c i l i S avec l ' e t r e . Sa chambre (54) L'espace romanesque balzacien n'est pas geometrique, i l s e r a i t plutot biologique. I l se ramene, de ce f a i t , a un phenomene d'existence et doit s'apprScier en dehors de l a l o i morale. C'est de cette facon seulement que l'on peut comprendre l a logique des conseils tres pratiques donnes par l a "sainte" Mme de Mortsauf a F S l i x de Vandenesse (Le Lys dans l a v a l l e e , S e u i l VI); "J'ignore s i les societes sont d'origine divine ou s i e l l e s ont et§ inventees par l'homme, j'ignore igalement en quel sens e l l e s se meuvent; ce qui me semble certain est leur existence; des que vous les acceptez au l i e u de v i v r e a l' € c a r t , vous devez en t e n i r les conditions constitutives pour bonnes Seuil VI, 340, b. (55) Un grand homme de province a Pa r i s , S e u i l I I I , 450, b. (.56) Ibid. , S e u i l I I I , 522 , a. - 181 -appartient bien a l a cat i g o r i e des pauvres chambres qui seront prtsentees une dizaine de f o i s dans " l e cycle de Rubempri": meme mob i i i er, meme s a d j e c t i f s pour q u a l i f i e r les objets: "michantes c r o i s i e s ... maigre couchette ... mauvaise commode ... tapis de hasard ... vulgaire f a u t e u i l (57) ... mauvaises chaises ..." , c'est maigre cela l e cadre de ce que l'auteur appelle "1'oasis de l a rue des Quatre-(5 8) vents." II appartient a un monde plus s p i r i t u e l que physique ou l a franchise, 1'absence d'obstacle et l a commu-nion entre les etres sont imprimees presque de force dans 1'imagination du lecteur par un "tous" repete quatorze f o i s au cours de l a description du p e t i t groupe r i u n i sous l e vocable du Cinacle. C'est une sorte de Clarens i n t e l l e c t u e l : "La, des frSres, tous egalement f o r t s en d i f f i r e n t e s regions de l a science, s ' i c l a i r a i e n t mutuellement avec bonne f o i , se disant meme leur pensees mauvaises, tous d'une i n s t r u c t i o n immense et tous iprouvis au creuset de l a misere." (59) S i ce groupe incame un i d e a l qui s'est trouve a l a base des grands courants monastiques du monde occidental et qui a §t§ determinant pour l a mise en place de notre espace c u l t u r e l , cet i d i a l n'est guere convaincant i c i . En depit des bonnes (57) (58) (59) Un grand homme de province I Pa r i s , Seuil I I I , 457, b. Ibid., S e u i l I I I , 461, a. Ibid., S e u i l I I I , 461, a. - 182 -intentions de l'auteur, ces "freres" restent gourmis; i l s ne sont pas vSritablement descendus dans l'espace romanesque. C'est Lousteau qui i n t r o d u i t Lucien dans le Paris du "monde exceptionnel". Le jou r n a l i s t e a beau avoir les memes conditions prelcaires d'existence que les amis du Cenacle, son i n d i v i d u a l i t y donne une toute autre t o n a l i t y a ce qui l'en-toure. Le narrateur souligne lui-meme cette difference lorsque Lucien rend v i s i t e au jeune homme: "La misere des jeunes gens le poursuivait l a comme rue de Cluny, chez d'Arthez, chez Chretien, partout, Mais, partout, e l l e se recommande par l'empreinte que l u i donne l e caractere du patient. La cette misere S t a i t s i n i s t r e . " (60) II est i n s t r u c t i f de v o i r comment un espace evoqu§ a 1'aide des memes objets que ceux qui ont s e r v i pour "1'oasis" peut basculer dans 1 ' i n d i s i r a b l e : "Cette chambre, a l a f o i s sale et t r i s t e , annoncait une vie sans repos et sans dignite: on y dormait, on y t r a v a i l l a i t a l a hate, e l l e e t a i t h a b i t i e par force, on eprouvait l e besoin de l a q u i t t e r . Quelle difference entre ce desordre cynique et l a propre, l a dicente misere de d'Arthez?..." (61) Le point d'interrogation i c i , alors qu'un point d'exclamation eut semblg plus naturel, oblige presque le lecteur a r i f l e c h i r sur cette difference. La chambre de Lousteau, on ne l a f u i t (60) Un grand homme de province a P a r i s , S e u i l I I I , 471, b. (61) Ibid., S e u i l I I I , 471, b. - 183 -pas parce qu'elle est pauvre (c e l l e de d'Arthez, 1'apparte-ment de Mme Chardon et d'Eve, dans Les Deux Pontes, l e prouvent) mais parce qu'elle est l e r e f l e t d'une vie sans repos, de ce mouvement de f u i t e i t e r n e l l e caracteristique du chaos et du Paris exceptionnel. La salete et l a t r i s t e s s e , comme l a boue et le malheur sont les a t t r i b u t s o b l i g a t o i r e s qui accompagnent les manifestations de ce monde. La meme si t u a t i o n se retrouve, maigre les apparences, au sein de l a richesse, dans le s i n t e r i e u r s des f i l l e s f a c i l e s . Balzac p r o f i t e de l a si t u a t i o n pour donner l i b r e cours a sa manie du bric-a-brac d'amateur d'antiquites, (62) manie qui est un des t r a i t s du mi l i e u dandy de l'epoque. Le noyer et le bois peint sont remplaces par l e palissandre et l'ebene; les etoffes aux noms enchanteurs moussent dans tous les angles; les marbres et l a dorure r i v a l i s e n t ; les jardinier e s de fl e u r s sont partout, aussi bien chez Florine (63) que chez Coralie. II n'est pas itonnant que Lucien, transports a son insu dans l a chambre de Coralie apres l a beuverie chez F l o r i n e , se croie dans "un pa l a i s du Cabinet des f i e s " : (62) Cette atmosphere "dandy" p a r t i c u l i e r e aux anntes 30 est trSs. bien'depeinte dans l e l i v r e de Jean-Louis Bory, Eugene Sue (Paris: Hachette, 1962) - Notamment l e chapitre 3: "L'Homme des p l a i s i r s " , pp. 106-202. (63) Un grand homme de province a P a r i s , S e u i l I I I , 488 et 495. - 184 -"Partout des jardinie r e s merveiIleuses montraient des fl e u r s c h o i s i e s , de j o l i e s bruyeres blanches, des camilias sans parfum. Partout viva i e n t les images d e l 1 i n n o c e n c e . " (64) Cette atmosphere, que l'on retrouve a plusieurs r e p r i s e s , aussi bien dans l e premier que dans le second roman, est avant tout l a m a t e r i a l i s a t i o n d'une f a n t a i s i e d'adolescent que l'auteur se p l a i t a evoquer, et ou tant de f o i s 11 essaie de r € c o n c i l i e r les contradictions de 1'existence: 1'ange et l a bete: "Ce luxe a g i s s a i t sur son ame, a j o u t e - t - i l en parlant de son heros, comme une f i l l e des rues agi t avec ses chairs nues et ses bas blancs bien t i r e s sur un lycgen." (65) S i ce sont l a les e f f e t s de 1'innocence, on peut se demander avec inquietude quelles sortes de reaction peut provoquer 1'image du vice! Balzac peut meme se l a i s s e r a l l e r , dans le cours de l a narration, a des envolees de ce c a l i b r e : "Lucien fut alors emu jusqu'a l a moelle de ses os. L'humilite de l a courtisane amoureuse comporte des magnificences qui en remontrent aux anges." (66) II se sauve du r i d i c u l e parce qu'en d e f i n i t i v e son r e c i t montre q u ' i l n'est pas l a dupe de ce jeu d ' i l l u s i o n s q u ' i l a pourtant provoque et commente avec complaisance. La salete (64) Un grand homme de province a P a r i s , Seuil I I I , 495, b. Ces f l e u r s blanches "sans parfum" symboliseraient plutot l a s t e r i l i t e . (65) Ibid., S e u i l I I I , 495, b. (66) Ibid., S e u i l I I I , 488, a. - 185 -physique a pu d i s p a r a i t r e du boudoir et de l a chambre a coucher de ses a c t r i c e s , l a t r i s t e s s e demeure et l a boue de l a corruption morale. Ce decor continue de p a r t i c i p e r de cet espace s o c i a l du Paris exceptionnel qui se dilue dans l e mouvement sans but. II n'est que de constater les nombreux demenagements de Florine et de Coralie pour s'en persuader. Aussi ce monde du paraitre p o r t e - t - i l en l u i -meme sa condamnation et tous les personnages qui l e c h o i s i s -sent echouent-ils impitoyablement. L'espace s o c i a l de Paris demeure, a ce stade de 1'ana-lyse, fragments et l i e a d i f f e r e n t s personnages qui s'agitent dans des directions diverses. II d o i t , pour devenir e f f i c a c e l i t t e r a i r e m e n t , entrer dans une structure e x p l i c a t i v e qui l e comprenne et souligne sa fonction romanesque comme l e f a i s a i t l a topographie d'Angouleme pour l'espace s o c i a l du premier l i v r e . C'est a deux reprises que, dans Un grand homme de  province a P a r i s , l'espace p a r i s i e n nous est montre" en sur-v o l , et chaque f o i s par un personnage place" dans une s i t u a t i o n panoramique. La premiere f o i s , c'est Lousteau qui i n t e r v i e n t , dans l e jardin du Luxembourg, apres l a lecture des sonnets de Lucien. II vient de mettre son nouvel ami en garde contre les dangers de l a capitale. Pour ne pas succomber a l'enfer de P a r i s , l u i a - t - i l d i t , i l faut appartenir a l a race de "ces hommes a c e r v e l l e cerclee de bronze", or: " I l s sont rares dans l e pays que vous voyez a nos pieds, d i t - i l en montrant l a grande v i l l e qui fumait au dec l i n -186 -"du jour ... i l s sont rares et c l a i r -semes dans cette cuve en fermentation..." (67) La seconde f o i s c'est un personnage qui, l o r s d'un souper chez F l o r i n e , narre un court episode de l a guerre des A l l i e s contre Napolgon, en 1814: "Quand Blucher a r r i v a sur les hauteurs de Montmartre avec Saacken en 1814 ... Saacken d i t : 'Nous allons done bruler Paris.'' - 'Gardez-vous en bien, l a France ne jnourra que de ca! ' repondit Blucher en montrant ce grand chancre q u ' i l s voyaient etendu a leurs pieds, ardent et fumeux, dans l a valine de l a Seine." (6 8) Les images de l a cuve en fermentation et du chancre, qui est aussi un creux mais qui porte avec l u i une menace de mort, sont montrees par un personnage r£el au niveau de l a f i c t i o n . Cependant Saacken et Blucher sont des individus qui n'appar-tiennent pas a l ' h i s t o i r e du r e c i t , et 1'image du chancre, malgre" sa b r u t a l i t e , reste une image au second degr€. E l l e a moins de force, dans l'imaginaire du "cycle", que c e l l e qui est introduite par ce personnage bien connu de La Comgdie  humaine, Lousteau. La cuve en fermentation, vue du promon-t o i r e de l ' a l l e e de 1'Observatoire par Lousteau et Lucien, englobe dans ses dimensions tous l e s Paris p a r t i c u l i e r s des personnages qui s'agitent dans son sein. P a r i s , vu d'en haut n'est pas un espace t r a n q u i l l e , comme l e sont souvent, vus a (67) Un grand homme de province a Paris , S e u i l I I I , 470, a. (68) Ibid., Seuil I I I , 491, b. - 187 -vol d'oiseau, les l i e u x les plus animes; c'est un centre de combustion qui fume et qui brule, une cuve en fermentation ou tout n'est que mouvement e t transformation. Un t e l dyna-misme f a c i l i t e l e passage de l'espace cadre a l'espace imaging. Le v r a i Paris de l ' e c r i v a i n reste c e l u i du para i t r e ; "Paris, l e plus d e l i c i e u x des monstres, s ' e c r i e - t - i l dans 1'introduc-t i o n de Ferragus. ... l a v i l l e aux cent m i l l e romans, l a tete du monde." C'est bien cela qui fascine Balzac createur: un espace disponlble comme une gl a i s e malleable qui se t r a -v a i l l e au gre des volontes fortes ou des d i s i r s des personnages et qui, surtout, entre les doigts du romancier, se prete a toutes les formes et combinaisons imaginables. La cuve en fusion est encore quelque chose de plus, e l l e appelle, comme l e rocher d'7Angouleme, un con texte c u l t u r e l et l i t t e r a i r e qui dipasse l e cadre p a r t i c u l i e r de ce second l i v r e . Ce Paris en effervescence qui hante 1'imagination de certains personnages et aussi c e l l e de l'auteur, c'est le chaudron de 1'alchimiste, une tourmente qui s'explique par cette substance magique, l ' o r . Le theme du savant alchimiste, a l a recherche de l a pierre philosophale, Balzac ne l ' a peut-etre reve que pour tenter de maitriser le chaos de l a s o c i i t e moderne incarnSe dans Paris. II s'agit toujours, dans La  Comidie humaine, de recommencer l a tentative de Laurent Ruggieri, 1'alchimiste de Sur Catherine de Medicis, qui pouvait (69) Ferragus, S e u i l IV, 13, b. - 188 -declarer avec orgueil devant l e r o i Charles IX: "Dieu nous a l i v r e l e monde ... l'homme est l e maltre i c i - b a s et l a matiere est a l u i . " ^ 7 ^ Marcel Reboussin, au nom de I'Histoire, a pu reprocher a Balzac "cette v i s i o n d'une societe sans coeur, emportSe par l a s o i f de l ' o r et des p l a i s i r s de vanity.", v i s i o n qui s e r a i t due, selon cet auteur, beaucoup plus a l a mythologie personnelle du createur de La Comedie humaine qu'a l a r e a l i t i sociologique de son epoque. Reboussin doit cepen-dant reconnaitre qu'elle " f a i t l ' u n i t i de 1'oeuvre", qu'elle " r e l i e l a pension Vauquer au monde des r i v o l t e s represent^ par Vautrin, et a. l a haute societe." "Grace a e l l e , conclue-t - i l , l e romancier a pu donner au r e c i t une grandeur tragique."' C'est bien ce qui nous importe i c i , du point de vue de l'esthe-tique . On ne peut d ' a i l l e u r s reprocher a. Balzac de borner entidrement sa v i s i o n a ce monde de viveurs et de f i l o u s . Lorsque, comme nous 1'avons vu, Blucher d i t (et par consequent aussi l'auteur) " l a France ne mourra que de gal", Balzac a (70) Sur Catherine de Mgdicis, S e u i l VII, 2 42, a. (71) M. Reboussin, Balzac et le mythe de Foedora, p. 57. M. Reboussin reproche notamment a Balzac, q u ' i l suppose a i g r i par ses echecs dans l e monde, d'avoir donne une peinture p a r t i a l e du journalisme. II demontre que Balzac a systematiquement ignore de nombreux journalistes de tous bords qui avaient prouvS par leurs actions l a noblesse de leur caractere et leur courage dans les situations p o l i t i q u e s d i f f i c i l e s de 1'epoque. Voir l e chapitre 6 i n t i t u l e "Journalisme", pp. 169-198. - 189 -dans 1'esprit une image i d i a l e de l a France q u ' i l considdre menacee par 1'agressivite de l a cuve en fusion. Cette v i s i o n d'un espace s o c i a l harmonieux et stable s i e l l e n'occupe pas une place importante dans l e diroulement des peripeties n'est cependant pas rejetee; au contraire e l l e sert de terme de reference. L'auteur en f a i t prendre conscience a son heros, Lucien. Invite chez ce meme diplomate qui racontait 1'anecdote de Blucher, Lucien reconnut: "... dans l ' h o t e l du ministre les d i f f e -rences qui existent entre l e grand monde et l e monde exceptionnel ou i l v i v a i t depuis quelque temps. Ces deux magnifi-cences n'avaient aucune s i m i l i t u d e , aucun point de contact. La hauteur et l a d i s -p o s i t i o n des pieces dans cet appartement, l'un des plus riches du faubourg Saint-Germain; les v i e i l l e s dorures des salons, l'ampleur des decorations, l a richesse serieuse des accessoires ..." (72) I c i , 1'accent est mis sur l'ampleur d'un espace qui permet aux etres de s'epanouir librement, sur sa duree et sa s t a b i -l i t e . Est-ce l a r§ponse aux questions que se pose l'alchimiste (73) aux multiples visages de La Comedie humaine? II est (72) Un grand homme de province a Pa r i s , S e u i l I I I , 522, a. (73) Jean-Herve Donnard, dans Balzac: les r g a l i t g s gconomi-ques et sociales dans La Comedie humaine (Paris: Colin, 1961) , degage les grandes lignes de I n v o l u t i o n de l a pensee p o l i t i q u e balzacienne au contact des r e a l i t e s sociologiques de son temps. Donnard montre Balzac de plus en plus preoccupe par l a recherche d'une hierarchie qui aurait permis d'endiguer l e desordre menacant 1'exi-stence de l a societe de l a Restauration et de l a Monarchie de J u i l l e t . Notamment: chapitre V - "A l a recherche d'une hierarchie", pp. 119-144; chapitre VII -"L*avant-garde des barbares", pp. 195-217. - 190 -d i f f i c i l e d'en decider au niveau de l ' h i s t o i r e d'Un grand homme de province a Paris , car Lucien n'est en aucune mani^re un nouvel avatar de 1'alchimiste balzacien. L'espace i l l u s t r S par "1'hotel du ministre" est, en tout cas, 1'autre pole vers lequel se sent a t t i r e e 1'imagination de Balzac, ce quelque chose d'eternel: l'ordre du monde selon Bossuet sans quoi l a societe ne saurait etre qu'un cauchemar. "Politiquement, e c r i v a i t - i l a Mme Hanska, je suis de l a r e l i g i o n catholique, je suis du cote de Bossuet et de Bonald et , ne devierai jamais." (74) Cet id € a l d'un monde e q u i l i b r e , qui l u i vient de sa v i s i o n p a r t i c u l i e r e du passS et principalement du mythe du grand s i e c l e , se materialise dans l'espace du Paris historique, h e r i t i e r de ce passe. S i dans Un -grand homme de province a  Paris , ou l a dimension sociologique est subordonnee a l a destinee du heros i n d i v i d u e l en t r a i n d'affronter l a r e a l i t e du 19 e s i e c l e , l e "grand monde" et sa representation spatiale n'occupent qu'une place discrete, i l n'en sera plus de meme dans Splendeurs et miseres des courtisanes. Le monde e q u i l i -bre de l a societe h e r i t i e r e de l'Ancien Regime sera presente comme l a seule alternative valable a l a r e a l i t y mouvante de l'espace s o c i a l de l a capitale. L'espace romanesque, dans l a perspective d'Illusions  perdues t t a i t , au depart, 1'affaire du heros. C e l u i - c i , en (74) Let t res' a madame Hanska, I I , 90, 91. Lettre du 12 j u i l l e t 1842. " - 191 -s'en emparant devait, en meme temps, se rendre maitre de sa vie . L'tehee de Lucien dans son affrontement avec Paris n'a pas eu pour e f f e t d'entrainer l a capitale dans les limbes exterieurs au roman, comme cela etait deja arrive pour l e Haut-Angouleme. Si Lucien n'a pas su donner un sens a l a "mosaique", e l l e n'en demeure pas moins l a , comme r e a l i t e a vaincre, et c'est e l l e q u ' i l faut expliquer. L'abandon par l'auteur du personnage de Lucien a Vautrin, le symbole de l a r t v o l t e dans 1'oeuvre, indique que l e romancier change de niveau et dSlaisse l'optique du roman d'apprentissage qui res-t a i t dominante dans I l l u s i o n s perdues. L'on se r t v o l t e , en e f f e t , contre un oxdre existant pour provoquer 1'avenement d'une organisation du monde que l'on c r o i t meilleure. Les images metaphoriques de l a cuve en fusion et de l a foret du Nouveau-monde vont supplanter definitivement l a dimension horizontale de l a mosaique. La quete du bonheur i n d i v i d u e l f a i t place au probleme de c i v i l i s a t i o n que l e romancier v o i t surgir dans cette premiere moitie du 19 e s i e c l e . La capi t a l e , dans Splendeurs et miseres des courtisanes deviendra 1'enjeu.de l a l u t t e opposant deux principes qui se disputent l e monde: "L' t t a t s o c i a l " , organisateur de l'espace (et Balzac a des idees tres arrettes sur ce q u ' i l devrait etre) et " l ' e t a t naturel", reunion des forces destructrices du chaos. On comprend que 1'individu, a moins de se joindre a l'un des deux camps ennemis et par consequent de vivre une vie d ' a l l i -gorie, n'a plus de place dans un t e l contexte: au sein de l a cuve en fusion, seule l a vie des masses compte. - 192 -L'ttude des images de l a nature 1'avait d t j a montre, l'espace du Paris de Splendeurs et miseres des courtisanes est c e l u i de l a foret dangereuse des romans d'aventures. A notre avis, Balzac r e u s s i t magistralement cette mutation d'atmosphere dans les deux premieres scenes de Comment aiment les f i l l e s . Le romancier, avec 1'introduction i n t i t u l e e "Une vue du bal de l ' 1 Opera", place l e lecteur d'amblee dans l e Paris special annonce par l e cours d'Histoire improvist de 1'abbe (75) Herrera, sur l a route d'Angouleme a P o i t i e r s . Le bal de 1'Opera est ce que nous pourrions appeler un decor-pretexte; un de ces lieux affectionnes par Balzac parce que, dans un minimum d'espace, i l s l u i permettent de presenter une societe (76) entiere ou de reconstituer toute une c i v i l i s a t i o n . Cette scene semble bien avoir d'abord pour fonction de rassembler l e tout-Paris sous l e regard du lecteur car: (75) Peu importe que, dans l a genese de 1'oeuvre, 1'episode du bal de 1'Optra prtcede c e l u i de l a tentation de l a f i n des Deux Poetes. Au niveau de l'espace s o c i a l ima-gine, Comment aiment les f i l l e s est bien une suite d' 11 lusions perdues (76) Le romancier u t i l i s e volontiers deux proctdts pour l a mise en microcosme qui l u i assure le controle a l a f o i s de l'espace romanesque et de l a di r e c t i o n du r e c i t . Ou i l r i u n i t dans un meme l i e u , sur fond de foule, les individus t y p i s t s q u ' i l veut dtpeindre, ou bien i l accumule dans des boutiques de revendeuses ou d'anti-quaires des monceaux de ces metonymies en d i s p o n i b i l i t e que sont les vieux objets et les vieux vetements. - 193 -"Quoiqu'au premier abord l e p l a i s i r et 1'inquietude aient p r i s l a meme l i v r ^ e , l ' i l l u s t r e robe noire v§nitienne, et que tout s o i t confus au bal de 1'Opera, les d i f f e r e n t s cercles dont se compose l a societe parisienne se retrouvent, se reconnaissent et s'observent." (77) En outre, e l l e nous l e presente masque, circonstance essen-t i e l l e qui impose a tout l e roman qui va suivre 1'apprehension de l'espace selon deux aspects: c e l u i de l a surface et c e l u i de l a profondeur. Malgre les apparences, l e monde que l'on v o i t , s i b r i l l a n t s o i t - i l , n'est qu'un "grimoire d'inte-(78) rets " l i s i b l e seulement pour "quelques i n i t i e s " . La prise de conscience de 1'existence du masque, qui recouvre un espace inconnu et par consequent un danger possible, est une i n v i t a t i o n a depasser l e s u p e r f i c i e l et a s'enfoncer dans l'epaisseur du r e e l . Le lecteur est appeie a se detacher de plus en plus des personnages et i n v i t e a rejoindre l e point de vue d'un narrateur qui seul peut l e guider dans cette exploration complexe.' L'espace s o c i a l debouche soudain dans le mystere. Sa reconnaissance, dans l a perspective de cette scene i n i t i a l e , d o i t se f a i r e en par t i e avec les personnages certes, mais surtout en compagnie du narrateur omniscient. La deuxieme scene de Comment aiment les f i l l e s apportent des precisions suppiementaires et vient p a r f a i r e 1 ' i n s t a l l a t i o n (77) Comment aiment les f i l l e s , S e u i l IV, 279, b. (78) Ibid., Seuil IV, 279, b. - 194 -de l ' h i s t o i r e de Splendeurs et miseres des courtisanes dans l a dimension de l a profondeur. A 1'oppose de 1'Opera dans l ' e c h e l l e des valeurs s o c i a l e s , en p l e i n coeur du Paris ElEgant, " l a rue de Langlade, de meme que les rues adjacentes, (79) depare l e Palais Royal et l a rue de R i v o l i . " C'est l'envers du decor de l a r e a l i t y , " l e troisieme d e s s o u s " , ^ ^ ou t r a v a i l l e n t les forces qui menent le monde des apparences; le crime et l a p o l i c e . "... on ne peut se f i g u r e r ce que toutes 0 ces rues deviennent a l a nuit; e l l e s sont sillonnees par des etres bizarres qui ne sont d'aucun monde; des formes a demi nues et blanches meublent les murs, 1'ombre est animee. II se coule entre l a muraille et l e passant des t o i l e t t e s qui marchent e t qui parlent. Certaines portes entrebaillees se mettent a r i r e aux Eclats ... Cet ensemble de choses donne l e vertige ... l e monde fantastique d'Hoffmann le B e r l i n o i s est l a . " (81) La nuit est i c i 1'Equivalent de " l ' i l l u s t r e robe venitienne" de l a scene precedence, ou encore du loup n o i r des danseurs costumes. E l l e rend possible 1 ' u t i l i s a t i o n des figures de st y l e fondees sur l a contiguite s p a t i a l e . A i n s i , "les t o i l e t t e s qui marchent et qui parlent", "les portes qui se mettent a r i r e aux Eclat s " sont de bons exemples de metonymies qui trouvent leur e x p l i c a t i o n dans 1'atmosphere d'obscurite imprEgnant toute l a scene. Le masque est d ' a i l l e u r s en l u i -meme un modele de mEtonymie. C'est done tout l e t r a v a i l de (79) (80) (81) Comment aiment l e s f i l l e s , S e u i l IV, 2 85, b. La De m i t r e Incarnation de Vautrin, S e u i l IV, 431, b. Comment aiment les f i l l e s , S e u i l IV, 2 85, 2 86. - 195 -transmutation du concret par l e motif du masque q u ' i l nous est donne de v o i r a 1"oeuvre dans l a description de l a rue de Langlade; l a presentation de 1'enveloppant a l a place de l'enveloppe s u f f i t pour provoquer une impression de fantastique. Faire marcher et p a r l e r des t o i l e t t e s , f a i r e r i r e des portes aux S c l a t s , c'est rendre mitaphoriques des verbes d'action par l a surprise du rapprochement i n s b l i t e , sans toutefois rendre impossible, apres r e f l e x i o n , 1'explication (82) logique procured par l a mStonymie. C'est l a fagon pour Balzac de r e s t e r r S a l i s t e ; i l projette, pour employer l a terminologie de Jakobson, l'axe paradigmatique sur 1 * axe (83) syntagmatique, et c'est pour cela, croyons-nous, que le romancier pouvait e c r i r e a Mme Hanska "...vous verrez dans Esther un monde p a r i s i e n bien autre que le faux Paris des M y s t o r e s . " ( 8 4 ) Qu'il s o i t lumineux ou tenSbreux, l'espace s o c i a l de Paris dans ce dibut de roman n'offre done a l a meditation du (82) Pour Michel Le Guern, Semantique de l a metaphore et de  l a metonymie (Paris: Larousse, 19 73), l a mltonymie "s'appuie sur une reaction logique ou une donnee de 1'experience qui ne modifie pas l a structure interne du langage." (p. 14), alors que " l a mStaphore se con-tente d'une analogie pergue par 1'imagination et l a s e n s i b i l i t e , analogie s a i s i s s a b l e au niveau meme du langage." (p. 47) . (83) R. Jakobson, Essais de l i n g u i s t i q u e generale (Paris: Editions de Minuit, 1963) . Voir chapitre XI, "Linguis-tique et poitique", p. 238. (84) Lettres a madame Hanska, I I , 373. Lettre du 6 f e v r i e r 1844. - 196 -lecteur qu'un semblant qui cache les causes explicatives du monde t e l q u ' i l est. L ' h i s t o i r e de Comment aiment les f i l l e s peut bien se deployer dans l e tout-Paris de l a Restauration et o f f r i r une d i v e r s i t y de situations digne de l a ca p i t a l e , l a fonction de tous ces l i e u x ( i l s'agit de 1'Opera; des rues louches qui avoisinent les Halles; de l a t r a n q u i l i t y ecclesiastique du quar t i e r Saint-Sulpice; des environs de l a Bourse; de l a ChaussEe d'Antin ou des Champs-Elysees; des Bois de Vincennes e t de Saint-Germain, a l a l i s i t r e de Paris) c'est, avant tout, de s e r v i r de champ d ' a c t i v i t y a des aven-tures f e r t i l e s en coups de thyatre. Les veritables explications des pEripyties se trouvent au-dela de ce v o i l e dans l a dimen-sion des passions. Des l o r s l'endroit l e plus banal, ou l ' e s -pace-cadre l e plus y t r o i t , peuvent preter a des aventures compliquyes car les images-thdmes de l a for e t dangereuse et du masque favorisent le l i b r e jeu de l a metonymie. E l l e s autorisent l e glissement dans l a dimension de l a profondeur, derriere les apparences, et cette p o s s i b i l i t y est pratiquement sans l i m i t e s . Lucien, en tombant a l a suite de Vautrin, par (85) desespoir, "au milieu de contryes sous-marines", a l i t t i r a l e m e n t entraine avec l u i les pEripeties dans les pro-fondeurs. Le Paris des "cent m i l l e romans", que l'yiement aqueux d'Un grand homme de province a Paris rendait concevable, se retrouve avec un po t e n t i e l decuple. Tout y est possible (85) Les Souffrahces de l'inventeur, Seuil I I I , 601, b, - 19 7 -puisqu'.a chaque instant s'y jouent "mille drames ignores". On y rencontre souvent, assure le romancier, "... de ces promeneurs passionnes, vrais gendarmes qui guettent un garde national r e f r a c t a i r e , des recors qui prennent leurs mesures pour une arrestation, des crEanciers m^ditant une avanie a leur d§biteur qui s'est claquemurE, des amants ou des maris jaloux et soup-conneux, des amis en faction pour compte d'amis;" (86) II n'est plus question de comparer les demeures des person-nages au modele d*espace-refuge idEal qu'etaient 1'appartement de David et l a chambre de d'Arthez. E l l e s ne sont plus que les bases d'ou l'on part a 1 1attaque et ou l'on revient pour panser ses p l a i e s . Herrera et Lucien d i r i g e n t leurs operations a p a r t i r de 1'appartement d i s c r e t de l a rue Cassette; cela permet a Lucien de mener une vie qui o f f r e "cette r§gularit§ (87) sous laquelle on peut cacher bien des mysteres." Esther, refugiee rue de Langlade pour pouvoir meriter Lucien, passe, par les soins de Vautrin, d'abord dans l a r e t r a i t e d'un pen-sionnat aristocratique, puis dans le s E r a i l de l a rue Taitbout, enfin chez l e garde dans l a foret de Saint-Germain, avant d'Echouer dans " l e bedit B a l a i s " amenage par Nucingen. Les p o l i c i e r s de leur-cote tiennent leur quartier-genSral rue des Moineaux, dans 1'appartement a l'apparence anodine du pere Canquoelle. Les i n t i r i e u r s a i n s i ne sont plus organises en (86) Comment aiment les f i l l e s , S e u i l IV, 298, a. (87) Ibid., Seuil IV, 301, b. - 198 -fonction de l a psychologie des personnages mais pour rSpondre aux besoins de l a stratggie globale qui informe 1'intrigue du roman. Le rythme de l ' h i s t o i r e s'accelere a. p a r t i r de l a rencontre f o r t u i t e du baron de Nucingen et de " l a b e l l e inconnue" dans l e Bois de Vincennes. Les personnages se mettent a p u l l u l e r (on y a compte plus de 273 personnages (88) f i c t i f s ) et se dgplacent'constamment. L'espace-cadre perd pourtant de son importance dans le second l i v r e de Splendeurs et miseres des courtisanes compose" essentiellement de scenes dialoguees. II se cantonne dans l e monde de l a Bourse et l a sphere des demi-mondaines de l a Rive-droite. Cela n'empeche pas A combien 1'amour revient aux v i e i l l a r d s de foisonner d'incidents avec: un v i o l , deux meurtres, un suicide, sans compter divers vols. En v g r i t g , 1'action est bien encore au coeur de cette cuve en fermentation que nous avait laisse" pressentir l'espace imaging d' I l l u s i o n s perdues. Le narrateur nous le rappelle d ' a i l l e u r s a l'occasion de l a description de Contenson, l'un des adjoints du p o l i c i e r Corentin. Contenson, nous d i t - i l , est "un des plus curieux produits de l'ecume qui surnage aux bouillonnements de l a (88) Ch i f f r e s donnes par Pierre Citron dans sa preface a Splendeurs et miseres des courtisanes, S e u i l IV, 278, _ __ - 199 -(89) cuve parisienne ou tout est fermentation." Quel est le principe qui se trouve a l ' o r i g i n e de 1'exis-tence de l a cuve en fermentation? Quelle est l a pierre philosophale qui permettra de s'en rendre maxtre? ... Vautrin a des theories non equivoques sur l a question, connues de tout lecteur du P§re Goriot et d' I l l u s i o n s perdues; les deux premiers l i v r e s de Splendeurs et miseres des courtisanes ne sont qu'une mise en pratique tumultueuse de ses i d i e s . Dans ce t o u r b i l l o n centre, tour a tour, sur les amours d'Esther, les mEsaventures du baron, l a l u t t e C orentin-Collin, le lecteur est excusable s ' i l l u i arrive d'oublier que I'im-portant de l ' h i s t o i r e demeure l a conquete de l'espace s o c i a l (91) par Vautrin a l'aide d'un masque, "son beau moi". "Contraint de vivre en dehors du monde ou l a l o i l u i i n t e r d i s a i t a jamais de rentrer, epuise par l e vice et par de furieuses, par de t e r r i b l e s resistances, mais doue d'une force d'ame qui l e rongeait, ce personnage ignoble et grand, obscur et celebre, d i v o r i surtout d'une fi e v r e de vi e , r e v i v a i t dans l e corps elegant de Lucien dont 1'ame e t a i t devenue l a sienne. II se f a i s a i t reprEsenter dans l a vie sociale par ce poete..." (92) (89) Comment aiment les f i l l e s , S e u i l IV, 315, a. (90) Le Pere Goriot, Seuil I I , 249-253. Les Souffrances de l'inventeur, S e u i l I I I , 601-607. (91) Comment aiment les f i l l e s , S e u i l IV, 306, a. (92) Ib i d . , S e u i l IV, 306, b. - 200 -La cuve en fusion est en e f f e t le champ d 1affrontement des forces qui se disputent l a r§alitS sociale mais e l l e n'est cependant pas l'enjeu de l a l u t t e . E l l e joue le role de cette frange f o r e s t i e r e qui, en l i t t e r a t u r e , entoure l a zone c i v i l i s S e urbaine ou pastorale, ou encore, e l l e evoque l a mer infestee de monstres ou de pirates des epopSes et des romans d'aventures. C'est l a que l e heros se risque pour s'adonner a l a chasse des betes sauvages ou pour contenir les forces h o s t i l e s au noyau de c i v i l i s a t i o n dans lequel i l v i t habituellement et q u ' i l represente. On n'a pas rendu compte, selon nous, du sens profond des aventures compliquies de Vautrin et de son protege s i l'on n'a pas remarque que, dans l a frenesie du Paris romanesque des deux premiers l i v r e s de Splendeurs et miseres des c o u r t i - sanes , l e seul espace stable et desirable est toujours c e l u i du "grand monde" mis en lumiere dans Un grand homme de pro-vince a Pa r i s , lors de l a reception chez l e ministre d'Allemagne. Ce monde, on l e retrouve, avec toutes ses c a r a c t i r i s t i q u e s , dans 1'hotel de Grandlieu: ampleur des (93) l i e u x , anciennetS, noblesse, s t a b i l i t e . C'est l a que pour l'auteur, t e l q u ' i l se reVele dans ses commentaires, reside le ve r i t a b l e pouvoir. Vautrin, a sa su i t e , ne s'y trompe pas, aussi n ' h S s i t e - t - i l pas a jouer son va-tout pour (93) Comment aiment les f i l l e s , S e u i l IV, 308, 309. - 201 -placer son protege dans cette sphere p r i v i l e g i e e et de cette facon s'y introduire. La tentative se heurte a. un corps de l o i s ineiuctables qui mtne les heros balzaciens a l'gchec quand i l s tentent de bousculer l a n i c e s s i t e ordonnant l'univers du 19 e s i e c l e . Le chapitre premier de notre etude a montre comment le romancier se detachait peu a peu de son heros, Lucien, et 1 1abandonnait a une destined compatible avec l e caractere dont i l 1'avait dote. Les manoeuvres de Jacques C o l l i n ichouent egalement devant l'ordre du monde que Balzac, l e theoricien p o l i t i q u e , nous predente. La v i s i o n de l a r e a l i t i selon l e "secretaire de I ' H i s t o i r e " de l a societe" du 19 e s i t c l e r e j o i n t , dans ses redultats, c e l l e de Bossuet. E l l e ne peut admettre 1'investissement de l a c i t e par une force (94) venue des tenebres exterieures. L'image du fleuve, que nous avons commentee dans le chapitre consacre" a l'espace (94) Bernard Guyon, La Pensee p o l i t i q u e et sociale de Balzac, seconde e d i t i o n augmentee (Paris: C o l i n , 1969), l t r e e d i t i o n , 194 7. Dans l a conclusion de son etude 1'auteur remarque: "... a i n s i , a l'anarchisme qui i n s p i r e Balzac Romancier, tant q u ' i l se place au point de vue de l ' i n d i v i d u , correspond presque necessairement, a p a r t i r du moment ou i l se place au point de vue de l a societe, un autoritarisme a tendances t o t a l i t a i r e s et antiperson-n a l i s t e s aussi rigoureux qu possible.", p. 699. - 202 -naturel, est l a pour l e prouver: e l l e reprSsente bien pour (95) les aventures de Vautrin l e mot de l a f i n . Cette attitude n'est pas sans e f f e t s sur l'espace roma-nesque. On observe, dans l e deroulement du r£cit, un reserrement progressif de 1'espace-cadre de l ' h i s t o i r e (nous 1'avons dSja montre pour les deux premiers l i v r e s de Splendeurs et miseres des courtisanes). I l y a pratiquement unite de l i e u dans les deux derniers. L'ebauche d'espace s o c i a l esquissee dans l a presentation des hotels p a r t i c u l i e r s de 1 ' a r i s t o c r a t i e du Faubourg Saint-Germain f i n i t par occuper presque tout le cadre d'Ou menent les mauvais chemins et de La Derniere Incarnation de Vautrin. L ' h i s t o i r e se passe dans 1'enceinte du Palais de Justice et de l a Conciergerie. SituS en p l e i n coeur de l a c a p i t a l e , "cet espace est le sanctuaire de Paris; e'en est l a place sacrSe, l'arche s a i n t e . " ^ ^ II resume tous les s i e c l e s de l ' h i s t o i r e de France, et meme du monde occidental puisque, avec cette ancienne demeure royale, (95) Rappelons i c i cette image du fleuve: "Dans l a vie r S e l l e , dans l a sociStg, les f a i t s s'en-chainent s i fatalement a d'autres f a i t s , q u ' i l s ne vont pas les uns sans les autres. L'eau du fleuve forme une espece de plancher l i q u i d e ; i l n'est pas de f l o t , s i mutinS q u ' i l s o i t , a quelque hauteur q u ' i l s'eleve, dont l a puissante gerbe ne s'efface sous l a masse des eaux, plus forte par l a r a p i d i t e de son cours que les rebellions des gouffres qui marchent avec e l l e . " La Derniere Incarnation de Vautrin, S e u i l IV, 425, b. (96) Ou menent les mauvais chemins, S e u i l IV, 384, b. " l e byzantin, l e roman et l e gothique, ces t r o i s faces de l ' a r t ancien, ont etS raccordes par 1'architecte du douzieme (97) s i e c l e . " II devient a i n s i une image symbolique de l a societe" francaise en son e n t i e r en ce qu'elle a d'inalterable et de p r o v i d e n t i e l . Le f a i t s i g n i f i c a t i f , a ce stade du r e c i t , c'est que "1'alchimiste" Vautrin, de meme que les Elements douteux (9 8) rassembles dans l e preau de l a Conciergerie, est l i t t e r a l e -ment englobe par l a dimension q u ' i l avait desire s ' a s s u j e t t i r . Sur ce plan p a r t i c u l i e r , l a societe" triomphe; e l l e evoque, avec l e Palais de Justice, ces enormes poissons des legendes qui recdlent en leur flanc tout un univers en miniature, et c i r c o n s c r i r e un monde, f u t - i l f a i t de contradictions, c'est le n e u t r a l i s e r . L'insistance est par consequent mise sur le caractere inexpugnable de l a place et done sur l a v i e t o i r e certaine de l a societe" organised: "En jugeant sur les lieux de l a nature des obstacles, les gens les plus amis du mer-v e i l l e u x reconnaitront qu'en tout temps ces obstacles etaient ce q u ' i l s sont, i n -v i n c i b l e s . Aucune expression ne peut depeindre l a force des murailles et des voutes, i l faut les v o i r . " (99) (97) Ou menent les mauvais chemins, S e u i l IV, 385, b. (9 8) Ibid; , S e u i l IV, 386, b. Ce priau qui "est toutes les infamies de l a terre riunies et sans issues." (99) Ibid., Seuil IV, 386, b. - 204 -Vautrin d o i t s'ayouer vaincu: "Je n'ai pas d 1autre ambition que d'etre un element d'ordre et de repression, au l i e u d'etre l a corruption meme", f i n i t - i l par dire au Procureur G e n e r a l . ^ II s e r v i r a l'ordre au l i e u de s'en s e r v i r . . .Voila. une f i n assez piteuse pour l ' e t r e machiavelique qui d e v o i l a i t les arcanes du monde au naif poete, sur l a route d'Angouleme a Paris. Mais e s t - i l sincere? l e Mai p e u t - i l jamais etre en-globe par le Bien?... La conversion de Vautrin ne met pas un point f i n a l a l a l u t t e entre ces deux forces antagonistes dans La Comedie humaine. Par a i l l e u r s , une t e l l e lecture, optimiste pour un homme d'ordre, n'epuise pas toutes les donnees du texte de Splendeurs et miseres des courtisanes. l'univers balzacien est beaucoup plus complexe. La v i c t o i r e du Bien sur l e Mai, de l a lumiere sur les tgnebres, est une marque de 1'epopee ou des epoques dites classiques, non du roman du 19 e s i e c l e . S i le Paris de l a cuve en fermentation passe au second plan de l ' h i s t o i r e , apr§s 1'arrestation du faux abbe et du faux poete, i l n'em-peche q u ' i l est toujours present et ne peut etre elude. Certes, Jacques C o l l i n , a certains moments, incarne encore l a puissance du mal: "...Jacques C o l l i n , depuis que le panier a salade avait franchi l a porte de l a Force, examinait tout sur son passage. Maigre l a r a p i d i t e de l a course, i l (100) La Derniere Incarnation de Vautrin, S e u i l IV, 468, b. - 205 -"embrassait d'un regard avide et complet les maisons depuis leur dernier Stage jusqu'au rez-de-chaussee. II voyait tous les passants et les analysait. Dieu ne s a i s i t pas mieux sa creation dans ses moyens et dans sa f i n que cet homme ne s a i s i s s a i t les moindres differences dans l a masse des choses et des passants." (101) Mais C o l l i n , en depit des termes de ce passage qui nous le montrent capable, par l e regard, de posseder l e monde comme Dieu, ne se maintient pas a ce niveau, c'est une figure dS-gradee. Son adversaire, M. de Grandville, que l e narrateur q u a l i f i e de "digne successeur des grands magistrats du vieux Parlement", Sloge qui equivaut a f a i r e de l u i 1'Emanation de l a puissance formidable suggSree par le Palais de Justice, ne peut non plus se soutenir au niveau du mythe hSroique, base de l a v i s i o n Spique. A l'Svolution de 1'espace-cadre de l ' h i s t o i r e qui sem-b l a i t indiquer le triomphe d'une sociStS i d e a l i s e e , i l faut opposer 1'attitude des personnages charges d ' i l l u s t r e r cette meme societe, car ce n'est pas seulement le comte de Grandville qui est un anti-heros mais aussi ses deux amis, M. de Serizy, vice-president du Conseil d'Etat, et l e comte Octave de Bauvan, haut magistrat. I l s ont beau etre presentes par l'auteur de Splendeurs et miseres des courtisanes avec tout le respect du a des p i l i e r s du Pouvoir, i l n'en demeure pas moins que ce sont des hommes fa i b l e s dans 1'existence. Tous les t r o i s (101) Ou mgnent les mauvais chemins, Seuil IV, 382, b. - 206 -sont notoirement trompgs par leur femme ou maitresse, tous les t r o i s se pretent a des compromissions indignes de leur rang quand leur passion est en jeu (I'episode intitule" " Histoire de r i r e " ( 1 0 2 ) est e d i f i a n t a ce su j e t ) . Cette degradation des personnages va d ' a i l l e u r s de pair avec c e l l e de l'espace s o c i a l . La masse du Palais de Justice, que l a description de Balzac rend s i impressionnante, devient dSrisoirement mesquine des que l'on essaie d ' a l l e r au-dela des apparences. "Tous ces locaux, car i l faut se s e r v i r d'un terme generique, sont unis par de pe t i t s e s c a l i e r s de moulin, par des corridors sombres qui sont l a honte de 1'architecture, c e l l e de Paris et c e l l e de l a France." (103) En outre, s i les murs du Palais sont e f f i c a c e s contre Lucien, i l s n'empechent pas Vautrin d ' a l l e r et de venir un peu comme i l l e veut. "L'arche sainte", comme le reste de Paris, s'est pervertie et sa facade rassurante cache l e meme monde frag-ments des passions. La sociSte triomphe, certes, mais l a question est de savoir de quel type de sociSte i l s'agit. Ce n'est pas l' E t a t i d € a l selon Bossuet que l a premiere description du Palais de Justice avait pu f a i r e supposer. On constate au (102) Ou menent l e s mauvais chemins, Seuil IV, 414, 415. (103) Ibid., S e u i l IV, 412, b. - 207 -contraire que c'est, comme aujourd'hui, une sociEtE m a t e r i a l i s t e , dominee par l ' o r et l'aprete" humaine, qui l'emporte. Nucingen en est i a figure: dans Splendeurs et miseres des courtisanes i l f a i t agir a sa guise l ' E t a t et l ' a p p a r e i l de sa j u s t i c e , l'espace s o c i a l romanesque, que ce s o i t dans les p i r i p e t i e s qui se deroulent a Angouleme ou dans c e l l e s qui se passent a P a r i s , presente l a meme evolution. L'auteur part de struc-tures apparemment solides pour aboutir a nous montrer 1'anarchie d'un espace passionnel ou regne l a l o i du plus f o r t . S i Nucingen est l e v e r i t a b l e vainqueur du Paris de l a premiere moitie" du 19 e s i e c l e , les Cointet, a l a f i n d'Illusions  perdues, entrent, pour leur part, en possession du Bas-Angouleme, en attendant de devenir pairs de France. Ce qui n ' e t a i t qu'Sbauche dans le premier roman r e c o i t son p l e i n dSveloppement dans Splendeurs et miseres des courtisanes. Au niveau de l ' h i s t o i r e racontie, les peripeties du "cycle de Rubempre" aboutissent done a. cette constatation: l'espace de l a cuve en fermentation n'est qu'un p i s - a l l e r mais c'est un p i s - a l l e r necessaire pour qui veut vivre en societe. Ceux qui ne peuvent se p l i e r aux regies qui gouvernent un t e l milieu sont elimines impitoyablement. C'est curieusement le cas de tous les protagonistes, car, s i Lucien est d e f a i t par sa propre f a i b l e s s e , son protecteur se v o i t , l u i aussi, neutralise d'une certaine maniere. Certes le champion des forces du Mai parvient aisSment a s'adapter au monde de l a cuve et ne tarde pas a f a i r e s e r v i r sa soumission a son - 208 -avantage, mais c'est un autre aspect de Vautrin qui rencontre l'echec, 1'aspect i d e a l i s t e . Nous avons deja releve cette aspiration du forcat pour l ' S q u i l i b r e du grand monde et nous avons souligne l e role que tena i t Lucien dans cette entre-p r i s e . Ce Vautrin-la a tout perdu par l a mort de son ami^ 1^ 4' et l e lecteur doit en t e n i r compte aussi bien que de 1'autre aspect du personnage. L'espace s o c i a l n'aboutit pas seule-ment a l a manifestation de l a toute-puissance de l a societe" matSrialiste des Nucingen, i l l a i s s e subsister, par l'Schec meme des personnages, l a contradiction qui g i t au coeur du r S e l . C'est ce r e s u l t a t d'une inte r a c t i o n d'un mili e u et de l ' h i s t o i r e dans lequel e l l e s'accomplit q u ' i l faut s'efforcer de mieux comprendre. L'espace s o c i a l de La ComSdie humaine resulte de l a somme des a c t i v i t S s passees et presentes d'un groupe d'individus mus par leur d i s i r de s'accomplir. LeHaut-Angouleme, l e Paris historique et toutes les structures citadines, que Balzac prend bien soin de presenter en rapport avec les necessites et besoins d'une ipoque a un moment de 1'Histoire, temoignent de l a predominance de ce point de vue dans " l e cycle de Rubempre". Pourtant, ce qui interesse le romancier (104) Ne f a i t - i l pas a M. de Granville ce Strange aveu que nous c i t i o n s dans le chapitre precedent? "Ce n'est pas l a j u s t i c e c'est l a mort qui m'a abattu." La Dernidre Incarnation de Vautrin, Seuil IV, 46 8, b. - 209 -ce n'est pas tant d'effectuer l a reconstitution historique d'un espace s o c i a l p£rim§ (le r e j e t du Haut-Angouleme et ce l u i du Paris i d e a l i s e du Palais de Justice l e prouvent) que de mettre en lumiere comment l e "pouvoir" et le "vouloir" des hommes du 19 e s i e c l e parviennent a agir sur ce qui existe deja autour d'eux. II s'agit bien toujours de cette fonction e s s e n t i e l l e du heros balzacien que l e chapitre premier de cette etude permettait de prSciser: 1'exploration du reel a 1'aide de l a vie exemplaire d'un etre f i c t i f mais coherent. Le r S c i t de l a vie de Lucien dans l e cadre d'Angouleme, dans l e Paris de l'etudiant et du poete et dans c e l u i des passions i g o i s t e s a St§, pour Balzac, 1'occasion d'une experimentation de l a realit§ l a plus complete q u ' i l a i t jamais tentee avec l'aide d'un meme personnage. Que cette r S a l i t e , toujours en devenir, depasse les p o s s i b i l i t i s d'une exploration pratique par un seul etre cela est evident car e l l e est l a somme des e f f o r t s contradictoires de tous les etres, avec leur i n t e l l e c t et leur a f f e c t i v i t e r e s p e c t i f s , qui peuplent l a societe de La Comedie humaine. C'est d i j a ce qu'A. Bgguin so u l i g n a i t a propos de l'oeuvre de Balzac. "La pensie c l a i r e , d i s a i t - i l , s'arrete devant l e paradoxe de l a condition humaine et l e mystere de notre confrontation avec l e monde qui nous e n t o u r e . " A u s s i , des personnages comme Lucien (105) Albert Biguin, Balzac l u et r e l u , (Paris: S e u i l , 1965), p. 57. - 210 -et Vautrin ne se comprennent-ils que parce q u ' i l s sont fondamentalement mythiques, dans l e sens oh Nietzsche 1 1 en-tend. Pour ce philosophe, "Le raythe n'est pas l a transposition d'une pensee, a i n s i que l e croient, a j o u t e - t - i l , les enfants d'une c i v i l i s a t i o n denatured, i l est par lui-meme un mode de pensee; i l manifeste une representation du monde mais sous l a forme d'une succesion d'evgnements, d'actions et de souffrances." (106) Pourrait-on s'expliquer autrement tous ces individus qui, dans La Comddie humaine, partent les uns apres les autres a l a conquete de leur absolu pour finalement echouer les uns apr§s les autres?... Leur conduite, par elle-meme, porte temoignage. L'espace-imagine de l ' h i s t o i r e du "cycle de Rubempre", q u ' i l s p i t suscitg par des personnages p a r t i c u l i e r s ou suggerS par l e narrateur onmiscient, est a l a base des divers mythes par lesquels Balzac essaie de donner forme au monde de son Spoque. Nous avons relevS 1'importance de cet espace dans l a motivation des f a i t s et gestes des protagonistes. Nous pouvons done affirmer q u ' i l forme l a trame des peripeties qui viennent s'ourdir dans le cadre de l a r S a l i t i . Toutefois, le lecteur de Balzac n'est pas a l a merci du protagoniste, i l n'est pas prisonnier du r e c i t q u ' i l vient de l i r e . Meme (106) CitS par A. Biguin dans Balzac l u et r e l u , p. 56. - 211 -s i " l e cycle de Rubemprg" narre une h i s t o i r e qui est supposed avoir eu l i e u , les personnages que c e l l e - c i met en scene ne sont pas tout l e rOman. Le detachement progressif du roman-c i e r et du lecteur v i s - a - v i s du hiros balzacien opere cette "distanciation" qui place l e lecteur en dehors du champ de 1 1 espace-imagine" propre au personnage. L'ichec de ce dernier, ou sa s o r t i e de l a dimension romanesque, f a i t de 1'espace-imagine" auquel a s p i r a i t son etre un phenomdne que l e lecteur observe avec un certain recul et q u ' i l peut apprecier pour 1'accepter ou le r e j e t e r en toute l i b e r t e . David et Eve trouvent refuge dans un univers en dehors du courant de I'Histoire. Esther se suicide et va rejoindre le choeur des anges balzaciens. Lucien, au moment de mourir, est g r a t i f i e de l a supreme v i s i o n de l ' e t a t d'enfance reve" par son i d e a l de poete q u ' i l n'aurait jamais du abandonner: "Lucien v i t l e Palais dans toute sa beaute" primi t i v e . La colonnade fut svelte, jeune et fraiche. La demeure de saint Louis reparut t e l l e qu'elle fut, i l en admirait les proportions babyloniennes et les f a n t a i s i e s orientales. II ac-cepta cette vue sublime comme un poetique adieu de l a c r i a t i o n c i v i l i s e e . " (107) Vautrin s'integre enfin a l a puissance sociale mais se v o i t ampute de l a meilleure part de lui-meme. Le lecteur peut, selon ses a f f i n i t e s , se r e j o u i r ou s ' a t t r i s t e r de ces denoue-ments p a r t i c u l i e r s , approuver ou condamner t e l l e ou t e l l e (107) Ou menent les mauvais chemins, Seuil IV, 418, b. - 212 -attitude. Toutefois les personnages viennent et disparaissent cependant que l e milieu qui a permis d'expliquer les peripeties subsiste avec les grandes questions q u ' i l porte en s o i : l e bonheur c o n s i s t e - t - i l dans le repos ou l e mouvement, l a r e t r a i t e ou l a conquete? Ces c a r a c t i r i s t i q u e s font que chez Balzac i l y a toujours un avenir. L'espace s o c i a l attend de nouveaux personnages ou plutot l e bon vouloir d'un a r t i s t e createur qui les lancera a l'aventure pour tenter de r§soudre l'enigme du r e e l . S i 1 ' artiste ne se trouve pas a l ' i n t e r i e u r du "cycle de Rubempre" (Lucien est trop f a i b l e et d'Arthez trop episodique), i l n'est autre que Balzac lui-meme, hon pas l e narrateur omniscient du texte mais le romancier faiseur d'une h i s t o i r e et createur d'un monde dans lequel c e l l e - c i prend forme. La l i b e r a t i o n de 1'artiste par 1'imagination c r i a t r i c e s'exerce dans l'ordre l i t t e r a i r e 3 l'aide des mots et du pouvoir que ceux-ci l u i donnent sur l a r e a l i t e . Le lecteur, i t a n t donn€ l e caractere ouvert de l'espace romanesque balzacien, peut et doit aussi b e n e f i c i e r de cette l i b e r t e en prenant conscience des nouvelles p o s s i b i l i t e s qu'offrent les mythes fondamentaux, reactivSs par une oeuvre comme " l e cycle de Rubempri", pour tacher de mieux comprendre sa propre v i e . En art, nommer, comme l e croyaient les Anciens, c'est prendre possession du r e e l , du moins symboliquement par l a representation que chacun s'en f a i t au sein de son espace imaginaire personnel. Sans cette e f f i c a c i t S de 1'oeuvre sur le lecteur, sans cet appel a sa l i b e r t y , i l n'y a pas de l i t t e r a t u r e . L 1analyse a laquelle nous venons de proceder nous a mis en mesure de p r i c i s e r les deux f a i t s suivants: d'abord que les structures spatiales d'Angouleme et de Paris , vues a travers l ' h i s t o i r e de Lucien et de Vautrin, Staient l e r e f l e t fid§le de l a r e a l i t S problematique du milieu s o c i a l dans lequel S c r i v a i t Balzac; ensuite que l'exercice de l a l i b e r t e dans l a lecture n ' e t a i t pas genS par 1'existence de ces memes structures. Nous sommes done fondSs a poursuivre nos recherces dans un contexte plus general en passant a l'Stude de l'espace de l a lecture du "cycle de Rubempre". CHAPITRE IV Le f a i t que l e "cycle de RubemprS" appartient a l a catS-gorie du r e c i t implique que l e romancier s'adresse a un public, r e e l ou imaginaire, pour l u i raconter une suite d'evenements organists de t e l l e sorte q u ' i l s constituent l a reussite ou l'echec du d€sir h u m a i n ^ dans l'epreuve de l a pratique. Dans l e cas du roman, cette demarche est materia-l i s e d dans un texte. La f i c t i o n romanesque ne doit done pas etre oanfondue avec l a vie n i jugee d'apres c e l l e - c i seulement; cette regie, banale en apparence, est assez aisement oublied par les lecteurs, comme en temoignent les mises en garde de T> 1 i • - (2) Balzac lui-meme. L'espace imaginaire de l ' h i s t o i r e d'Illusions perdues et de Splendeurs et miseres des courtisanes represente une dimension p r i v i l e g i e e car i l a Ste elu et retenu par l'auteur, incorpore dans cet objet p a r t i c u l i e r que l'on appelle un roman, pour etre donnS a v o i r et a rever au lecteur. La communication du texte l i t t e r a i r e , et, specialement dans l e cadre de cette d i s s e r t a t i o n , de l'espace romanesque est par consequent fonction de l ' e f f i c a c i t e de ce que nous avons (1) Nous avons d e f i n i l e dSsir comme l e besoin imperieux que ressent un in d i v i d u de transformer le monde pour accomplir ce q u ' i l c r o i t etre son etre. Voir supra, pp. 24-25. f (2) Surtout dans l a preface du Cabinet des Antiques: " l e v r a i l i t t e r a i r e ne saurait etre l e v r a i de l a nature" (Seuil I I I , 626) etc... - 214 -- 215 -appele l e r e c i t - d i s c o u r s . Pour tenter d'gvaluer 1 ' i n c i -dence des c a r a c t i r i s t i q u e s spatiales de l'imaginaire du "cycle de Rubempre" sur l'esthetique romanesque qui l u i est propre, i l faut done replacer l'imaginaire s p a t i a l dans l a s i t u a t i o n p a r t i c u l i e r e qui t i e n t compte des rapports entre l'auteur, l'oeuvre et l e public. II s'agira plus pricisement dans ce chapitre de comprendre comment l a communication se f a i t , pourquoi e l l e se f a i t et d'en t i r e r les conclusions. Le chapitre I a permis de constater que le roman ne commence veritablement qu'au moment oil l e heros est "aux (4) prises avec les d i f f i c u l t i s de l a v i e " . Malgre les pre-tentions de Balzac d ' i c r i r e l ' h i s t o i r e des moeurs de son temps, La Comgdie humaine est, de ce f a i t , aussi l ' h e r i t i e r e (5) de l'gpopee. D ' a i l l e u r s , l e romancier nous revele, dans l a preface du Cabinet des Antiques, que 1'intrigue doit etre (3) Le