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Les Cibles satiriques dans l’oeuvre de Paul Scarron Koritz, Lester S. 1975

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LES CIBLES SATIRIQUES DANS L 1OEUVRE DE PAUL SCARRON by LESTER S. KORITZ B.A., U n i v e r s i t y o f S o u t h e r n C a l i f o r n i a , 1935 M.A., U n i v e r s i t y o f C a l i f o r n i a ( D a v i s ) , 1966 A THESIS SUBMITTED I N PARTIAL FULFILLMENT OF THE REQUIREMENTS FOR THE DEGREE OF DOCTOR OF PHILOSOPHY i n t h e Department of FRENCH We a c c e p t t h i s t h e s i s as c o n f o r m i n g t o t h e r e q u i r e d s t a n d a r d THE UNIVERSITY OF March, 0 Harold C. BRITISH COLUMBIA 1975 Kriutson, 1975 In presenting this thesis in partial fulfilment of the requirements for an advanced degree at the University of British Columbia, I agree that the Library shall make it freely available for reference and study. I further agree that permission for extensive copying of this thesis for scholarly purposes may be granted by the Head of my Department o r by his representatives. It is understood that copying o r publication of this thesis for financial gain shall not be allowed without my written permission. Department of f^" J The University of British Columbia 2075 Wesbrook Place Vancouver, Canada V6T 1W5 Date i SOMMAIRE A r c h i p r e t r e du burlesque, romancier r e a l i s t e precoce, precurseur de M o l i e r e : P a u l Scarron a f a i t l ' o b j e t d'innombrables recherches s p e c i a l i s e e s sans qu'on l ' a i t reconnu comme auteur s a t i r i q u e (a part l a moquerie de romans a l a mode dans l e Roman  comique). La seule etude globale sur Scarron, c e l l e de M o r i l l o t en 1888, ne f a i t q u ' e f f l e u r e r cet aspect de son oeuvre. Cette negligence s'explique f a c i l e m e n t : son importance en d 1 a u t r e s genres; l a contemporaneite des grands c l a s s i q u e s ; une v i e et une p e r s o n n a l i t e p l e i n e s de mysteres et de paradoxes qui ont obsede l e s chercheurs. D ' a i l l e u r s , l a p l u p a r t de ses t r a i t s s a t x r i q u e s sont parsemes a t r a v e r s son oeuvre et lances souvent au hasard de l a plume, exception f a i t e de quelques passages du Sixieme L i v r e du V i r g i l e t r a v e s t i et de quelques e p i t r e s e c r i t e s vers l a f i n de sa v i e . De p l u s , i l e t a i t p a r f o i s s a t i r i q u e sans p a r a i t r e s'en rendre compte. I I l u i manque, e n f i n , l e z e l e reformateur soutenu qu'on trouve chez l e s grands s a t i r i q u e s de marque. Cependant, Scarron merite b i e n une pl a c e assez elevee parmi l e s auteurs du 17e s i e c l e q u i se proclamerent s a t i r i q u e s ou que nous q u a l i f i o n s de m o r a l i s t e s , d'autant plus que l a f r o n t i e r e entre l e domaine du burlesque, genre dans l e q u e l i l e x c e l l a , et c e l u i de l a s a t i r e est souvent assez f l o u e . i i Dans l e s d o m a i n e s d e s m o e u r s e t de l a l i t t e r a t u r e , l e s c i b l e s q u ' i l . v i s a c o m p r e n a i e n t l e s f a u s s a i r e s de t o u t e e s p e c e : l e s f l a t t e u r s ( c o u r t i s a n s , a u t e u r s de d e d i c a c e s g o n f l e e s , e t c . ) , l e s m e c e n e s f a u x , l e s g o d e l u r e a u x e t l e u r p o e s i e g a l a n t e ; e t s u r t o u t l e s p e d a n t s . A v e c c e l a , i l se nioqua de c e r t a i n s t y p e s u n i v e r s e l s comme l e s i m p o r t u n s , l e s p a r a s i t e s , l e s a v a r e s e t l e s p r o v i n c i a u x . I l s ' e c h a u f f a s p e c i a l e m e n t c o n t r e l e s m a r a t r e s ( e c h o s a n s d o u t e de s e s d e b o i r e s p e r s o n n e l s ) e t l e s v a l e t s , q u o i q u e l e s v a l e t s de s o n t h e a t r e s e r v e n t s o u v e n t de p o r t e -p a r o l e s p o u r s a c r i t i q u e de s n o b l e s de m a u v a i s a l o i e t de 1 ' i n -s t i t u t i o n du d u e l . I I ne manqua a u c u n e o c c a s i o n de f l e t r i r l e s r i m a i l l e u r s q u i p r o f i t e r e n t de s o n s t y l e e t de s a r e n o m m e e . Dans i a s a t i r e i i t t e r a i r e , i i ne s ; a g i s s a i c p a s s e u l e m e n t d e s r o m a n s t r o p " m e u b l e s " , m a i s a u s s i du s t y l e b o u r s o u f l e ou p r e c i e u ^ en p o e s i e . S e s c i b l e s p e r s o n n e l l e s , p a r c o n t r e , . e t a i e n t p e u n o m b r e u s e s , e t , a l a d i f f e r e n c e de s e s c o n t e m p o r a i n s , i l l e s g a r d a p r e s q u e t o u j o u r s a n o n y m e s . I I d e t e s t a l a m e d i s a n c e ; en c e l a , i l p r e c h a d ' e x e m p l e , c a r s a c r i t i q u e p o r t a p l u s s u r 1 1 a b u s que s u r l e m a l f a i t e u r . Ce p r i n c i p e , une de s m a r q u e s de 1'honne te t a n t p r i s e e a u 17e s i e c l e , s ' a p p l i q u a meme a s e s c i b l e s de c h o i x : l e s h y p o c r i t e s , p r i n c e s e t p r i n c e s s e s de s f a u s s a i r e s , q u i m e t t a i e n t l a d e v o t i o n e t l a v e r t u f e i n f c e s au s e r v i c e du m a l q u ' i l s f a i s a i e n t . a u x a u t r e s . i i i II e s t v r a i q u e , comme p r e s q u e t o u t l e monde, i l p a s s a s o u s s i l e n c e l e s maux e t l e s i n j u s t i c e s v r a i m e n t g r a v e s q u i s e v i s s a i e i r l a u t o u r de l u i , q u o i q u ' i l t o u c h a t a d e s a b u s p o l i t i q u e s a l ' e p o q u e de l a F r o n d e . S o n b u t p r i n c i p a l f u t de d i v e r t i r , de f a i r e r i r e , comme R a b e l a i s ; c e q u i ne l ' e m p e c h a p a s de s e r a n g e r p a r f o i s du p a r t i de s a u t e u r s comme B o i l e a u , L a F o n t a i n e e t L a B r u y e r e , e t p l u s t a r d , l e s p h i l o s o p h e s , p o u r q u i 1'humour e t a i t d 1 o r d i n a i n s e c o n d a i r e a l a c o r r e c t i o n . En t a n t q u ' a u t e u r s a t i r i q u e , S c a r r o n r e s t e m o i n s i m p o r t a n t que l e s g e a n t s de s o n s i e c l e , e t p e u t - e t r e que R e g n i e r . M a i s i l r e u s s i t b i e n m i e u x d a n s c e g e n r e que b e a u c o u p d ' a u t r e s q u i se p r e n a i e n t p l u s a u s e r i e u x , no t amment S o r e l e t F u r e t i e r e . C e l a e s t d u , e n p a r t i e a s o n t a l e n t s u p e r i e u r ; e t a u s s i a s a g a i e t e , q u i f i t p a s s e r de n o m b r e u s e s c r i t i q u e s . C ' e s t g r a c e a u s s i a s e s p r i n c i p e s : d a n s s o n o e u v r e , comme d a n s s a v i e , i l s ' e c a r t a r a r e m e n t de 1 ' i d e a l de 1 ' h o n n e t e , a u s e n s m o r a l du t e r m e . En c e l a , i l s e r v i t de p o n t e n t r e " 1 ' h o n n e t e homme" de M o n t a i g n e e t " l ' h o m m e de b i e n " de L a B r u y e r e . i v TABLE DES MATTERES INTRODUCTION - Un A u t r e " S c a r r o n i n c o m m " 1 CHAPITRE PREMIER - L ' E v o l u t i o n v e r s une v o c a t i o n 8 A. Un A p e r c u c l i r o n o l o g i q u e 8 B. S a t i r e , b u r l e s q u e , • c o m i q u e 26 C. Un S a t i r i q u e m a l g re l u i ? 37 CHAPITRE I I - Les C i b l e s i n d i v i d u e l l e s : " j e ne h a i s p e r s o n n e " CHAPITRE I I I - L a S a t i r e s o c i a l e et morale 93 A- Aux E n f e r s 93 B. L e s C i b l e s de c h o i x 105 C. L e s Facheux t r a n s p a r e n t s 142 D. L e s I n s t i t u t i o n s 203 CHAPITRE I V - L a S a t i r e l i t t e r a i r e 222 A. C i b l e s a l a f o i s s o c i a l e s et 222 l i t t e r a i r e s B. Les C i b l e s l i t t e r a i r e s 2^ 3 CONCLUSION - S c a r r o n d a n s ' l a t r a d i t i o n s a t i r i q u e 299 BIBLIOGRAPHIE 320 R E M E R C I E M E N T S - i L ' a u t e u r de c e t t e t h e s e d e s i r e r a i t s i g n a l e r l ' a i d e d u C o n s e i l d e s A r t s du Canada, q u i a r e n d u p o s s i b l e s des r e c h e r c h e s e s s e n t i e l l e s a P a r i s . I I ne s a u r a i t o u b l i e r non p l u s 1'encouragement a m i c a l et soutenu o f f e r t par son d i r e c t e u r , l e P r o f e s s e u r H a r o l d C. Knutson; l a p a t i e n c e demontree par son ami et c o l l e g u e , M. Yves M e r z i s e n , q u i a f a i t l a "chasse aux a n g l i c i s m e s e n l i s a n t l e man u s c r i t ; et s u r t o u t 1'amour de son i n s p i r a t r i c e , M a r i a n K o r i t z , famine bien-airaee, q u i n T a pas pu v o i r l a f i n de ce t r a v a i l , mais dont 1 * e s p r i t et l e s o u v e n i r animeront t o u j o u r s l ' a u t e u r , Kamloops, C.-B mars 1975 Introduction: Un Autre "Scarron inconrai." ( l ) Malgre I'abondance d 1etudes c r i t i q u e s , et surtout d ' a r t i c l e s et d'ouvrages biographiques sur Paul Scarron, un aspect sign i f i c a t i f de son oeuvre et de son caractere nous reste peu connu et encore inoins compris. L 1 opinion c r i t i q u e l e reconnait sous deux t i t r e s : archipretre du burlesque, et l e meilleur des romanciers r e a l i s t e s du 17e s i e c l e . Les anthologies s c o l a i r e s r e f l e t e n t en general ce jugement: un ou deux e x t r a i t s du V i r g i l e t r a v e s t i et quelques pages du Roman comique s u f f i s e n t pour i l l u s t r e r l e s deux apports principaux de Scarron au developpement de l a l i t t e r a t u r e f r a n c a i s e . La seule etude globale qui l u i s o i t consacree, genre "vie et oeuvre," c e l l e de M o r i l l o t en 1888, l ' i d e n t i f i e netteraent au burlesque. (2) Quant au Roman  comique, i l i n s p i r e toujours des commentaires, jusqu'a notre decennie de 1970, et a merite deux editions d e f i n i t i v e s assez recentes. ( 3 ) En ce qui concerne les autres ouvrages qui constituent au moins l a moitie de sa production t o t a l e , on trouve a peine quelques s p e c i a l i s t e s qui ont examine de pres certaines de ses (1) Les mots entre guillcmets forment le t i t r e du l i v r e d'Henri Chardon (2 vols.) sur les personnages du Roman comique (Paris : 1 9 0 -(2) Paul M o r i l l o t , Scarron et le genre burlesque (Paris: 1888; reimp. Geneve: 1970) . (3) C e l l e s d'Henri B e n c i c en 195-t pour l a Societe des B e l l e s -L e t t r e s (Les Textes f r a n c a i s ) et d'Antoine Adam en 1962 pour l a Bibliotheque de l a Pleiade (Romanciers du XVIIe s i e c l e ) . p i e c e s dc t h e a t r e ou de ses n o u v e l l c s ; e t d 1 a u t r e s , moins nombreux e n c o r e , q u i se sont occupes dc s e s r o c u c i l s p o e t i q u e s . La s e u l e e d i t i o n c o mplete dc ses p o e s i e s d i v e r s e s c o n s t i t u e une r e u s s i t e p l u t o t b i b l i o g r n p h i q u e que c r i t i q u e , ( l ) L a d e r n i e r e e d i t i o n des Oeuvres de S c a r r o n p r o v i c n t de l a m a i s o n B a s t i o n . e n 1 7 8 6 : c ' e s t " l a moins m u t i l e e " des d i v e r s e s v e r s i o n s q u i p a r u r e n t au c o u r s du l 8 e s i e c l e , mais e l l e e s t l o i n d ' e t r e c o m p l e t e . ( 2 ) Tout c e l a , l ' i n s i s t a n c e s u r l e b u r l e s q u e et l e roman e t l e peu d ' a t t e n t i o n p o r t e e aux a u t r e s o e u v r e s , n ' e s t pas e t o n n a n t . Dans un s i e c l e q u i r e u n i t p l u s i e u r s des g e n i e s l e s p l u s r e m a r q u a b l e s de l a l i t t e r a t u r e f r a n c a i s e , l e l e c t e x i r iv -)„,,-: i I A ^ I - J - „ r- _ . — . »J — - l , - -: — - , i -: _ 4 - „ . 1 — ^ un a u t e u r dont l e s l a u r i e r s dependent d'un genre passage!-, comme l e b u r l e s q u e , ou d'un genre a s s e z p e u e s t i m e a 1* epoque-, c e l u i du roman. Quant aux e f f o r t s moins c e l e b r e s de c e t a u t e u r , on l e s l a i s s e v o l o n t i e r s aux c h e r c h e u r s . E t c e s s p e c i a l i s t e s , j e v i e n s de l e c o n s t a t e r , se c o n t e n t e n t de c l i o i s i r c hacun l ' u n des champs moins l a b o u r e s , comme l e t h e a t r e , ou l e s n o u v e l l e s , ou l a i^o e s i e de S c a r r o n . I I y en a t r e s peu q u i a c c o r d e n t p l u s d'un coup d ' o e i l , en p a s s a n t , a. un a u t r e c o t e dc • l ' e c r i v a i n p a r l e q u e l c e l u i - c i se d i s t i n g u e p o u r t a n t . (1) M a u r i c e C a u c h i e , ed., P o e s i e s d i v e r s e s , p o u r l a S o c i e t e des T e x t e s F r a n c a i s Modernes,Tomc I ( 1 9 ' i 7 ) , Tome I I ( 1 9 6 D . (2) M o r i l l o t , op. c i t . , p. 3 ( n o t e 5 ) . P a r m i l e s o e u v r e s q u i manqucnt dans 1 ' e d i t i o n dc 1786 on compte l a G a z e t t e b u r l e s q u e , p u b l i c o e n f i n cn 1 9 2 9 ; une comedic, Le G a r d i e u dc s o l - m e n u * , j a m a i s r e i m p r i m e c d e p u i s 1.655; c t Los l i o u t a d o s du Cap i. l - ' i ' i i Mat a more , dont h s e u l e e d i t i o n v a l a b l o d a t e dc 16 ' l7. L 1 t - i l i t d on de 17<Tu des Oeuvres v i o n t d' e t r e reimpi-imoe a Geneve en 1 9 7 0 . 3 a tin d c g r e c o n s i f l 6 r a b . l o : l a s a t i r e . Et l a p l u p a r t ' ties e r u d i t s q u i t r a i t c n t ' d c l a s a t i r e cn g e n e r a l p a s s o n t S c a r r o n sous s i l e n c e ; ou, s ' i l s l u i c o n s a c r c n t q u e l q u e s mots, c ' e s t pour mieux d i s t i n g u e r l a s a t i r e du genre b u r l e s q u e ( v o i r i n f r a , p . 3 2 f f ) . (.1.) C e t t e i n a t t e n t i o n , a u s s i , e s t f a c i l e a comprendre. En e f f e t , p o ur qu'on se rende compte de 1'ensemble des o e u v r e s de S c a r r o n , i l f a u t l e s l i r e a s s e z s o i g n e u s e m e n t , sans p a r t i p r i s n i l r y p o t h e s e p r e c o n c u e . Quelques c r i t i q u e s ont b i e n reinarque q u ' i l f i t , p a r - c i et p a r - l a , des o b s e r v a t i o n s pene-t r a n t e s et amusantes s u r l e monde et l e s moeurs de son epoque, M a i s M o r i l l o t s e u l c o n s a c r e p l u s i e u r s pages a c e t a s p e c t de I ' u c u v i c , eiicux'e uet e i ' u u i t se c o n t e n t e - t - i l de ne d i s c u t e r l a s a t i r e s c a r r o n i e n n e que dans l e t e x t e de c e r t a i n s poemes, notamment l e s E p x t r e s c h a g r i n e s . (2) M a i s ce n ' e s t pas s eulement l a c o n t e m p o r a n e i t e des g r a n d s c l a s s i q u e s , e t ce n ' e s t pas seulement sa p r e e m i n e n c e dans l e b u r l e s q u e et dans l e roman q u i ont r e l e g u e a 1'ombre l e c o t e s a t i r i q u e de S c a r r o n , c ' e s t a u s s i lui-meme. L e s c h r o n i q u e u r s d ' a n e c d o t e s ont t r o u v e i r r e s i s t i b l e ce p e r s onnage u n i q u e . R e d u i t a l ' e t a t de c u l - d e - j a t t e p a r une m a l a d i e m y s t c r x e u s e q u i ne c c s s e de f a s c i n e r l e s m e d e c i n s , i l t r i o m p h a dc son (1) F e r d i n a n d B r u n e t i e r c , p a r exemple, dans l ' a r t i c l e " S a t i r e " dans La Grande E n c y c l o p e d i c ^ , e x c l u t .Saint-Amant c t S c a r r o n a s s e z somniaii'cn ient de l a dxgnc compagnie des s a t i r i q u e s p a r c e q u ' i l s "nc sc s o n t p r o p o s e que d ' e x c i t e r • l c • r i r e . " (XXIX, 5 ' i 5 ) . (2) M o r i l l o t , op. e x t . , pp. 239-265-ma'lheur p h y s i q u e cn p l a i s a n t a n t s u r t o u t , y c o m p r i s l u i -meme. ( l ) C c l i b a t a i r e de q u a r a n t e - d e u x ans et i n c a p a b l e d ' e t r e un m a r i v e r i t a b l e , i l cpousa une b e l l e j e u n e f i l l o de d i x - s e p t ans: c e l l e - l a non moins que l a f u t u r e Madame de M a i n t e n o n , femme mo r g a n a t i q u e de L o u i s X I V . P r i s o n n i e r c hez l u i , i l f u t f r e q u e n t e p a r l e s p e r s o n n a g e s l e s p l u s h a u t p l a c e s e t l e s e s p r i t s l e s p l u s b r i l l a n t s de 1'epoque. (2) Sa v i e f u t p l e i n e de c o n t r a d i c t i o n s et de m y s t e r e s , d'ou l e s " i l a du" e t " p r o b a b l e m e n t " q u i parsement l e s e t u d e s dite.s b i o g r a p h i q u e s a son s u j e t , e tudes q u i s ' e r i g e n t p r e c a i r e m e n t s u r une base d ' h i s t o r i e t t e s , de memoires e t d'-Ana. I I a f a l l u a t i e n d r e l a f i n du d i x - n e u v i e m e s i e c l e p o u r a v o i r , g r a c e aux e f f o r t s de q u e l q u e s c h e r c h e u r s devoues, c e r t a i n s documents exhumes des a r c h i v e s e t des r e g i s t r e s p o u s s i e r e u x q u i e c l a i r e n t q u e l q u e s c o i n s o b s c u r s de c e t t e v i e . (5) L a v o l u b i l i t e de S c a r r o n s u r lui-meme e s t trompeuse; en f a i t , i l nous o f f r e , dans s a c o r r e s p o n d e n c e comme dans s e s o e u v r e s , t r e s peu de (1) "On me d e f e n d aux femmes g r o s s e s , " d i t - i l dans ses l e t t r e s ( O e u v r e s , I , 195 et 206). V o i r i n f r a i e c e l e b r e "Au L e c t e u r " en t e t e d'un de ses r e c u e i l s de v e r s . Guez de B a l z a c l e loxia dans une l e t t r e comme "un a d t . i r a b l e malade" q u i d e p a s s a en m e r i t e l e s grands stoi'ques de 1 ' ant i q u i t e; l e s d o u l e u r s de c e u x - c i e t a i e n t s o u v e n t " c o n s t a n t e s " et " e l o q u e n t e s , " mais " j e n'en a i p o i n t vue de j o y e u s e s que c e l l e - c i . " f l a d o u l c u r dc S c a r r o n 7 ( O e u v r e s , c d . L . Moreau ( P a r i s : l85'i ) , I , -i 85) . (2) E m i l e Magnc, dans S c a r r o n et son m i l i e u ' ( P a r i s : 192'i ) , p r e s e n t e c e t t e g a l e r i c d i s t i n g u e e dans t o u t son e c l a t . (3) P a r m i l e s m c i l l c u r s t r a v a u x de ce g e n r e on comptc ce u x d'A. dc B o i s l i l c , resumes dans l a Revue des q u e s t i o n s h i ,s t o r i o u o en j u i . l l o t I 8 9 3 , sous l e t i t r e de " S c a r r o n e t Krvincoi.se tl'Aubijvjuj H e n r i Chardon a c o j i s t m i . i t son S c a r r o n i r i c o n i u i s u r des r e c h e r c h e s n i i n u t a c u s e s f a i t c s au M v i n s . d e t a i l s q u i j i o u r r n i ' e n t s c r v i r aux b i o g r a p l i o s . A p r e s s a m o r t , s a v e u v e nc f i t r i e n p o u r p c r p e t u e r s a memoire; au c o n t r a i r e , e l l e c o n t r i b u a , p a r s o n s i l e n c e ' n s o n s u j e t , a l e - f a i r e o u b l i e r l e p l u s v i t e p o s s i b l e . ( l ) E n f i n , l e manque de r e n s c i g i i c i i i e n t s a s o u v e n t donne l i e u a. d e s i n v e n t i o n s , d o n t c e r t a i n e s o n t f i n i p a r d e v e n i r v e r i t e a c c e p t c e : 1'exemple l e p l u s n o t o i r e e s t 1' exp 1 i c a t i on . pi. 11 o r es que donnee p a r L a B e a u m e l l e en 1755 q u a n t a I ' o r i g i n e de l a m a l a d i e de S c a r r o n ( v o i r i n f r a , p.12). (2 Done, p o u r a r r l v e r a l a s a t i r e c h e z S c a r r o n , i l f a u t d ' a b o r d c r e u s e r u n p a s s a g e a t r a v e r s des c o u c h e s p l u s r i c h e s e t a t t r a y a n t e s , comme s o n h i s t o i r e p e r s o n n e l l e e t s e s o e u v r e s l e s m i e u x a p p r e c i e e s . I I f a u t e n s u i t e e x a m i n e r t o u t e s o n o e u v r e ; ec c e l a e x i g e , a p r e s des r e c h e r c h e s f a i t e s u n p e u p a r t o u t , u n c h o i x d ' e d i t i o n s . J ' a i e s s a y e de r e s o u d r e ce p r o b l e m e b i h l i o g r a p h i q u e en a y a n t r e c o u r s a une d i v e r s i t e de t e x t e s , p r o c e d e s o u v e n t d i c t e p a r l e s c i r c o n s t a n c e s . P o u r c e r t a i n s o u v r a g e s , t e l s l e Roman c o m i q u e ou l a G a z e t t e b u r l e s q u e , e t p o u r l e s p o e s i e s d i v e r s e s , 1' e x i s t e n c e d'une e d i t i o n d e f i n i t i v e r e n d l e c h o i x f a c i l e . Dans l a p l u p a r t des a u t r e s c a s , j ' a i t r o u v e u t i l e de c i t e r 1 ' e d i t i o n de 17^6 des O e u v r e s , q u o i q u ' i l e x i s t e d e s (1) C f . M o r i l l o t , op. c i t . , p p . I 5 2 - I 3 3 . " C e t t e femme e n i g m a t i q u e , " a j o u t e G e o r g e s M o n g r e d i e n , "a p a s s e l a s e c o n d e . p a r t i e de s a v i e a f c i i r c o u b l i e r l a p r e m i e r e . " ( A r t i c l e " V i l l a r c e a u x , " dans Not.ivel.le s .1 i t t e r a i r e s , 7 f o v r i o r 195-L). (2) L a u r e n t L a B e a u m e l l e , Menioi ri^s n o n r sorv.i.r a .1 ' h i s t o i r e  de Madame dc M a i n t e n o n , I , 129. 6 e d i t i o n s i n d i v i d u o l l c s de c e r t a i n s o u v r a g e s q u i s'y t r o u v e n t : p a r c x c m p l c , l e V i r g i l o t r a v e s t i , l e s p i e c e s dc t h e a t r e , l e s N o u v e l l o s t r a p i - c . omiques c t •Lcandre et H e r o , ( l ) Pour l e s morceaux l e s p l u s r a r e s , i l f a u t r e m o n t e r au s i e c l e de 1 ' a u t e u r , s o i t p a r c e que l e s c o q u i l l e s f o i s o n n e n t dans l e s e d i t i o n s p o s t c r i e u r e s ( p a r exemple, l a v e r s i o n f a u t i v e des P o u t a d o s  du C a p i t an Matamore qu'on t r o u v e dans l e s e d i t i o n s D a v i d au l8e s i e c l e ) , s o i t p a r c e q u ' i l n ' e x i s t e pas d ' a u t r e e d i t i o n ( p a r exemple, Le G a r d i e n de soi-meme). V o i c i l a l i s t e des t e x t e s c i t e s dans c e t t e e t u d e , avec l e s s i g l e s q u i l e s r e p r e s e n t e n t pour l a p i u p a r t : Qeuvres de S c a r r o n , n o u v e l l e e d i t i o n , p l u s c o r r e c t e que t o x i t e s l e s p r e c e d e n t e s , 7 v o l u m e s , a P a r i s , chez J e a n - F r a n c o i s B a s t i e n , i 7 o 6 . (2) S i g l e : Oeuvres, s u i v i d'un c h i f f r e r o m a i n . P o e s i e s d i v e r s e s , t e x t e s o r i g i n a u x , p u b l i e s avec n o t e s e t v a r i a n t e s p a r M a u r i c e C a u c h i e , 2 v o l u m e s , P a r i s , L i b r a i r i e M a r c e l D i d i e r , 19^7 e t 1 9 6 0 - 6 1 . ( S o c i e t e des T e x t e s F r a n c a i s M o d e r n e g ) , S i g l e : PD, s u i v i d'un c h i f f r e r o m a i n . Le Romant comique, t e x t e e t a b l i et p r e s e n t e p a r H e n r i Benac, 2 v o l u m e s , P a r i s , S o c i e t e des B e l l e s - L e t t r e s , 1 9 5 L (Les T e x t e s F r a n c a i s ) . S i g l e : RC, s u i v i d'un c h i f f r e r o m a i n . ( l ) J ' a u r a i l ' o c c a s i o n tie m e n t i o n n e r de temps a a u t r e c e r t a i n e s de ces e d i t i o n s , t e l l e que 1 ' e d i t i o n S o m m a v i l l e ( l 6 6 l ) des N o u v e l l e s t r a g i - c o m i q u e s , a cause de son a v a n t - p r o p o s s u p p r i m e p a r l a s u i t e ; ou l a p r e s e n t a t i o n r c c e n t c de Don J a p h c t d'Armonio p r e p a r e e p a r R o b e r t Garapon. •T2T C e t t e e d i t i o n r c p r o d u i t l e t e x t e de 1 ' e d i t i o n dc 1752 p u b l i e e a Amsterdam chez Wet s t e i n , c t r e t i c n t l e " D i s c o u r s s u r l e s t y l e b u r l e s q u e " et 1 ' " H i s t o i r e de S c a r r o n c t de s e s o u v r a g o s " p a r A.-A. C r u z e n do l a M a r t i n i c r o q u i p a r u r o n t p o u r l a p r e m i e r e f o i s dans unc e d i t i o n a n U r i e i u ' u ( 1757) c h e z l e meme e d i t c u i " ' h o l l a n d a i 7 L a G a z e t t e b u r l e s q u e , dans S c a r r o n e t l a G a z e t t e b u r l e s o u e , 7-. : -> ' *• . — 7: : y , , 1 — * ; ;—L- 3 r e n n p r i i m e e p o u r l a p r e m i e r e l o i s , p r e c e d e e d'une i n t r o -d u c t i o n . . . par F r e d e r i c L a c h e v r e , P a r i s , L. G i r a u d -B a d i n , 19'>9-S i g l e : GB. L e s B o u t a d e s du C c i p i t a n Matamore ( a v e c d ' a u t r e s m o r c e a u x ) , P a r i s , 1647- (1) L e G a r d i e n de soi-meme, c o m e d i e de M. S c a r r o n , a P a r i s , c h e z A n t o i n e de S o m m a v i l l e , 1655-( l ) L ' e x e m p l a i r e de c e t o u v r a g e qxii se t r o u v e a l a B i b l i o t h e q u e de 1 ' A r s e n a l ( c o t e Rf. 7 . 1 z i 3 ) m o n t r c T o u s s a i n t Q u i n e t comme e d i t e u r . C ' e s t l ' e d i t i o n c i t e e dans c e t t e e t u d e . L ' e x e m p l a i r e de l a B i b l i o t h c q i x e N a t i o n a l e ( c o t e R e s . 4 F . 266) p o r t e l e nom d ' A n t o i n e S o m m a v i l l e . C ' e s t Q u i n e t q u i p u b l i a l a p l t i p a r t des o e u y r e s de S c a r r o n . 8 C h a p i t r e P r e m i e r . L ' E v o I u t i o n v e r s une v o c a t i o n . A. Un A p e r c u c h r o n o l o g i g u e . " I I e s t e t o n n a n t , " c o n s t a t e B r u z e n de l a M a r t i n i e r e , "que dans l e g r a n d norabre d'amis q u ' i l a eus, personne n ' a i t p r i s l a p e i n e d ' e c r i r e sa v i e " ; et i l a t t r i b u e c e t t e l a c u n e en p a r t i e au manque de j o u r n a u x l i t t e r a i r e s a c e t t e epoque, en p a r t i e a l ' h e s i t a t i o n des e c r i v a i n s q u i e r a i g n i r e n t p e u t - e t r e qu'on n ' i m p u t a t 1'eloge du m a r i a l ' e n v i e de f a i r e r e s s o u v e n i r l a veuve dps humbles commencements q u i ne l u i p r o m e t t a i e n t psis une e l e v a t i o n s i g l o r i e u s e . ( l ) 0e t o u t e f a c o n , c e t o u b l i n'a peis d u r e ; l a r u b r i q u e " S c a r r o n " dans l e s c a t a l o g u e s des b i b l i o t h e q u e s o f f r e a u j o u r d ' h u i p l u s i e u r s b i o g r a p h i e s , avec des e s s a i s et des a r t i c l e s en abondance s u r t e l ou t e l d e t a i l de sa v i e , sans p a r l e r des nombreux d i a g n o s t i c s de s a m a l a d i e . En e f f e t , on a 1 ' i m p r e s s i o n que l a v i e de l ' a u t e u r possede p l u s d'importance pour l a p o s t e r i t y que son o e u v r e , ce q u i n ' e s t pas e x t r a o r d i n a i r e chez un p u b l i c de t o u t temps a v i d e de c u r i o s i t e s et de r a c o n t a r s au s u j e t des p e r s o n n e s c e l e b r e s . A p r e s B r u z e n de l a M e i r t i n i e r e , l e s b i o g r a p h e s l e s p l u s i m p o r t a n t s s o n t M o r i l l o t et Magne. La p r e m i e r e p a r t i e ( s o i t l e p r e m i e r t i e r s ) du l i v r e de M o r i l l o t s ' i n t i t u l e "La V i e ( l ) O euvres, I, 55. Comme j ' a i d e j a i n d i q u e dans 1 ' i n t r o d u c t i o n , d ' a u t r e s c h e r c h e u r s ont r e n f o r c e ce soup?on p a r l a s u i t e . 9 de Scarron." Magrie, en redigeant Scarron et son m i l i e u , a pu p r o f i l e r des reclierches de B o i s l i s l e et d' autres pour p r e s e n t e r une c h r o n o l o g i c assez exacte. I I a apporte a u s s i ses connais-sances profondes de l a v i e quotidienne. et mondaine du 17e s i e c l e et l e s f r u i t s de ses recherches b l b l i o g r a p h i q u e s sur Scarron. (1) Les b i o g r a p h i e s p o s t e r i e u r e s , comme c e l l e s de Jacques Jeramec en 1929, s o u s - t i t r e e "Le R i r e contre l e d e s t i n ; " de Naomi Phelps en 1951 , i n t i t u l e e "The Queen's I n v a l i d ; " et de l' A m e r i c a i n F.A. De Armas en 1 9 7 2 n ' o f f r e n t presque r i e n de nouveau a part l e s p o i n t s de vue p a r t i c u l i e r s de l e u r s a u t e u r s . ( Quant aux a r t i c l e s dans l e s revues, l e u r gamine s'etend de l a louange outree jusqu'au denigrement. ( 3 ) M o r i l l o t a trouve convenable de d i v i s e r l a v i e de Scarron en t r o i s etapes: jusqu'a l6'i-0, date de son r e t our du Mans a P a r i s , deja p e r c l u s de maladie; 164.0-1652, l e s annees q u i precedent son mariage; et l e s h u i t d e r n i e r e s annees. C'est donner, a mon a v i s , t r o p d'importance au mariage, qui ne p a r a i t pas a v o i r i n f l u e n c e son oeuvre. Du point de vue l i t t e r a i r e , on peut regarder l e s annees avant l 6 ' i 5 , date de son premier r e c u e i l poetique, comme une periocle de p r e p a r a t i o n a l a c a r r i e r e d ' e c r i v a i n , c a r r i e r e q ui s 1 a c c o m p l i t pendant l e s dix-sept annees q u i l u i r e s t e r e n t c (1) Magne, Emile, B i b l i o g r a p h i c gene-rale des oeuvres de Scarron.. Documents i n e c l i t s sur Scarron et sa f a m i l l e ( P a r i s : 1 . 9 2 4 ) , ( 2 ) Mme* Phelps, femme d'un medecin a n g l a i s , f o u r n i t une mise au p o i n t v a l a b l e au suj e t de l a maladie ( v o i r i n f r a , p . 1 2 ) . (3) De notre s i e c l e , l e c r i t i q u e Emile H e n r i o t , a l a s u i t e de P i e r r e Louys, s 'est mis a d e c r i e r Scarron comme " g r o s s i e r " et meme ennuyeux ("Le Fou Scarron," dans Courrier- l i t t e r a i r e , XVIIe s i e c l e ( 1 9 5 9 ) , • 1 9 9 - 2 0 4 ) . 1 0 Le m e t i e r d ' e c r i v a i n ne c o m p o r t a i t p a s , au 17e s i e c l e , l e genre a u t o b i o g r a p h i q u e . Les d e t a i l s s u r 1'enfance et l a j e u n e s s e de S c a r r o n s o n t b i e n r a r e s . On a du f e u i l l e t e r l e s r e g i s t r e s povir combler l e s v a s t e s v i d e s qu' on t r o u v e e n t r e l e s q u e l q u e s i n d i c a t i o n s q u ' i l l a i s s a tomber en p a s s a n t , et dans ses o e u v r e s et dans ses l e t t r e s . I I n a q u i t a P a r i s en l6l0; son bapteme d a t e du k j u i l l e t . Son p e r e , P a u l S c a r r o n , a p p e l e l ' A p o t r e a cause de sa p r e -d i l e c t i o n p o ur l e s a i n t dont i l p o r t a i t l e nom, f u t c o n s e i l l e r au Parlement.. Sa mere, nee G a b r i e l l e Goguet, mourut en 1613, l a i s s a n t son m a r i v e u f avec deux f i l l e s e t l e p e t i t P a u l a e i ^ v e r . Q uatre ans p l u s t a r d , l ' A p o t r e epousa F r a n c o i s e de P l a i x , q u i l u i donna encore deux f i l l e s et un f i l s . " S ' i l a v a i t d e s i r e donner une seconde mere a ses t r o i s p r e m i e r s e n f a n t s , " d i t M o r i l l o t , " i l ne r e u s s i t qu'a l e u r i r a p o s e r une m a r a t r e . " ( l ) S c a r r o n p e i g n i t p l u s t a r d un p o r t r a i t s a t i r i q u e de c e t t e femme, chez q u i l ' a v a r i c e e t a i t l a p a s s i o n p r e d o m i n a n t e ; e l l e e n t r a a i n s i dans l e c e r c l e t r e s fernie de ses c i b l e s p e r s o n n e l l e s ( v o i r i n f r a , Ch. I I ) . Le s e u l d e t a i l q u ' i l r e v e l a s u r son a d o l e s c e n c e , c ' e s t q u ' i l p a s s a dexix ans a C h a x - l e v i l l e ; ce f u t sans d o u t e chez un p a r e n t . Evidemtnent, i l t e r m i n a p l u s t a r d ses e tudes a P a r i s . Au commencement de 1629 i l f u t , dans ses p r o p r e s mots, "ensoutane" (1) op. c i t . , p. 9« (2) Oeuvres, I , lyk ( l e t t r e ) : "En me p a r l a n t de C h a r l e v i l l e , vous me f a i t e s s o u v e n i r d'un l i e u ou j ' a i p a s s e ma t r e i z e et q u a t o r z i e m e annee." 11 i l p r e c i s a l a date dans une e p i t r e en vers e c r i t e quatorze ans plus t a r d . ( l ) Comme beaucoup d*autres qui j o u i s s a i e n t du t i t r e "Abbe", i l n ' e n t r e p r i t pas de v r a i e s o b l i g a t i o n s e c c l e s i a s t i q u e s , mais i l p r o f i t a du " p e t i t c o l l e t " pour gagner ses entrees aux salons ou. son e s p r i t v i f et p l a i s a n t l u i assura un a c c u e i l par l a s u i t e . En meme temps i l l i a connaissance avec des e c r i v a i n s , ce dont temoignent l e s premiers vers que nous avons de sa plume: une p e t i t e e p i t r e l i m i n a i r e en t e t e d'une piece de Georges de Scudery en I 6 3 I . (2) Son premier "emploi" commenca en 1633. ou 163^. On 1•envoya au Mans, dans l e s e r v i c e de l'eveque du Maine, Charles de Beaumanoir. La province e t a i t " l e desert" pour un P a r i s i e n c u l t i v e , mais l e jeune abbe ne tarda pas a trouver des amis agreables qui adoucissaient son e x i l . I I accompagna son patron a Rome en 1635, ou. i l passa p l u s i e u r s mois et oil i l connut l e poete Maynard et l e p e i n t r e Poussin. I I l e s admira tous deux; mais Poussin, q u o i q u ' i l f i t a. Scarron l e cadeau d'un de ses tableaux, f u t degoute par l e s ouvrages burlesques que le poete l u i envoya plus t a r d . A part ces contact s , que nous re v e l e n t seulement des l e t t r e s de Maynard et de PoUssin, i l n'y a aucun souvenir de Rome. (1) PD, I , 180-181, vers 7^-77. (2) PD, I , 5 . 12 evident dans l a v i e de Scarron, n i dans ses oeuvres. ( l ) De r e t o u r au Mans, i l devint chanoine. I I f i t de nouveaux amis, y compris l e comte-, de B e l i n , p r otecteur de M a i r e t , et Rosteau, s e c r e t a i r e du due de Tresmes. La maladie qui devait changer sa v i e se manifesta des I 6 3 8 . En l'espace de quelques mois l e jeune homme qui possedait jusqu'a l'age de vi n g t - s e p t ans. . .des jambes qui ont b i e n danse, des mains qui ont su peindre et jouer du l u t h , et e n f i n un corps t r e s - a d r o i t , f u t r e d u i t a l ' e t a t de p a r a l y t i q u e . (2) I I d e c r i v i t ses symptomes assez souvent par l a s u i t e , ce qui a n o u r r i de v i f s debats parmi l e s medecins des s i e c l e s s u i v a n t s , surtout a p a r t i r des annees 1 8 8 0 . Selon Phelps, cett e q u e r e l l e de di a g n o s t i c est en bonne p a r t i e udoite qatel*tevjoiliiteipri evo 1 . de l a terminologie medicale. E l l e c i t e comme d e f i n i t i f , dans l ' e t a t present de l a semiologie, l ' a v i s d'un s p e c i a l i s t e a n g l a i s : Scarron f u t v i c t i m e d'une p o l y a r t h r i t e chronique e v o l u t i v e ("multiple rheumatoid a r t h r i t i s " ) . (3) Quant a l ' o r i g i n e de cette a f f l i c t i o n , Scarron sembla (1) Le celebre sonnet qui commence "Superbes monuments de l ' o r g e u i l des humains," qu'on a compare aux sonnets romains de Du B e l l a y , n'est qu'une t r a d u c t i o n d'un poeme de Lope de Vega ( v o i r i n f r a , Ch. I V ) . Les aventures de Dest i n et de L ' E t o i l e a Rome auraient pu se derouler dans n'importe q u e l l e v i l l e (RC, I , l 6 l f f ) . "Le p e r i p e z i e d e l l ' a t t o r e Destino s i svolgono i n una Roma singolarmente a s t r a t t a per uno s c r i t t o r e che e'era s t a t o , " comme l'exprime P i e r o B i a n c o n i , a l a page 7 de son a r t i c l e "Scarron dopo t r e s e c o l i " ( S v i z z e r a I t a l i a n a , Locarno : 1 9 6 0 (2) Oeuvres, I , 202 ( l e t t r e a Marigny). (3) Phelps, op. c i t . , pp. 5 5 - 5 6 . Cette maladie est a u s s i d e f i n i e comme "rhumatisme deformant et ankylosant" (Grande Encyclopedie Larouss e ) . 13 l ' i g n o r e r . Deux ennemis, Cyrano de Bergerac et G i l l e s B o i l e a u , n ' h e s i t e r e n t point a l ' a t t r i b u e r a une maladie venerienne ( v o i r i n f r a , Ch. I l l ) ; et Tallemant des Reaux, toujours un peu suspect a cause de ses medisances, p a r l a d'une "maladie de garcon." ( l ) L 1 imagination de La Beaumelle, plus d'un s i e c l e plus t a r d , presenta a l a p o s t e r i t e une v e r s i o n selon l a q u e l l e I'abbe Scarron, desirant se deguiser pour une mascarade, s ' e n d u i s i t de m i e l , p u i s se c o u v r i t des plumes d'un matelas. Mais ce f u t un echec t o t a l : I I va c o u r i r a l a f o i r e et en a t t i r e toute 1 ' a t t e n t i o n . Les femmes l'entourent: l e s unes s'enfuient, l e s autres l e deplument; tout se r e u n i t contre l u i , et b i e n t o t l e beau masque a plus l ' a i r d'un chanoine que d'un Americain. A ce s p e c t a c l e , l e peuple s'attroupe, est i n d i g n e , c r i e au scandale. Scarron se degage de l a f o u l e . P o u r s u i v i , degout-tant de m i e l et d'eau, partout r e l a n c e , aux abois, i l trouve un pont, l e saute heroi'quement, et va se cacher dans l e s roseaux. Ses feux s* amortissent. Un f r o i d glacaht penetre ses veines et met dans son sang l e p r i n c i p e des maux qui 1'accablerent depuis. (2) Aucun temoignage contemporain n'appuie c e t t e h i s t o i r e ; l a r e p u t a t i o n du raconteur l a rend douteuse; et LeFranc a trouve chez Boccace une episode assez semblable pour a v o i r i n s p i r e La Beaumelle. (3) (1) Gedeon Tallement des Reaux, Les H i s t o r i e t t e s , ( P a r i s : i 9 6 0 ) , I I , 680. (2) La Beaumelle, op. c i t . , I , 129. (3) Mongredien, a l a s u i t e de V o l t a i r e et de beaucoup d'autres, t r a i t e La Beaumelle de menteur et de calomniateur ( L i b e r t i n s et  amour euses, ( P a r i s : 1929] P« 129) . Abel LeFranc, e n f i n , a t t i r a 1 ' a t t e n t i o n de l'Academie des i n s c r i p t i o n s et b e l l e s - l e t t r e s sur l a deuxieme nouvelle de l a quatrieme journee du Decameron. Dans ce t t e n o u v e l l e , un c e r t a i n s o i - d i s a n t f r e r e A l b e r t d'Imola, pour echapper aux parents d'une maitresse, se j e t e dans l e Grand Canal de Venise; p u i s , essayant de s* evader de l a v i l l e en se deguisant, s'oint de m i e l et se couvre de duvet. (Compte rendu  des seances de 1'annee 1927, [ P a r i s : A. Picard] p. 275)• lk A l a f i n de l 6 3 9 y l a b e l l e et aimable Marie de Hautefort a r r i v a au Mans. E l l e a v a i t ete dame d'atours de l a r e i n e Anne d'Autriche, et a v a i t meme i n s p i r e "une chaste p a s s i o n " chez Louis X I I I , ce qui l u i v a l u t e n f i n l ' h o s t i l i t e du C a r d i n a l R i c h e l i e u , d 1ou son e x i l . ( l ) Avec sa soeur, Mademoiselle d'Escars, e l l e recut Scarron souvent chez e l l e . Ces mois de bonheur, e c r i v i t - i l deux ans plus t a r d dans l a Premiere Legende de Bourbon, ne furent que de tro p courte duree: Helas! que v i t e f u t l e cours De ces i r r e t o u r n a b l e s jours Pendant l e s q u e l s j 1 e u s l'honneur d'etre Connu de vous et vous co n n a i t r e ! . . . F e l i c i t e t r o p t o t r a v i e , Seuls moments heureux de ma v i e , Tous mes souhaits sont s u p e r f l u s ; Non, non, vous ne reviendrez p l u s . (2) En e f f e t , Scarron dut q u i t t e r Le Mans en l 6 4 0 . I I en emporta des souvenirs qui a l l a i e n t p o r t e r b i e n des f r u i t s l i t t e r a i r e s , y compris des s a t i r i q u e s . On ne s a i t pas s i son retou r a P a r i s f u t occasionne par l ' e s p o i r d'une guerison de son mal, qui s'empirait apres un p e t i t s u r s i s , ou par l a disgrace de son pere. Car l'Apotre a v a i t eu 1'imprudence de s'opposer violemment a c e r t a i n e s mesures de R i c h e l i e u . C e l u i - c i f i n i t par e x i l e r l e c o n s e i l l e r e t , ce qui f u t plus grave, par supprimer sa charge. Scarron s ' e t a b l i t tant b i e n que mal au Marais, mais ne fu t pas encore a meme d'aider son pere. I I s'occupa a chercher (1) M o r i l l o t , op. c i t . , p. 26. (2) PD, I , 141-1^2, vers 2^5-248, 259-262. 1 15 des remedes a. ses propres maux, et f i t deux voyages aux eaux thermales de Bourbon -1 1Archambault en l 6 4 l et 1642. Entre-temps, i l essaya d'autres expedients a P a r i s , jusqu'a un b a i n de t r i p e s dans un h o p i t a l du faubourg Saint-Germain. Le debut de sa c a r r i e r e date, proprement d i t , de cett e epoque. I I a v a i t commence a e c r i r e des vers au Mans, mais l e s p a r t i e s l e s plus memorables de son premier l i v r e , R e c u e i l  de quelques vers burlesques ( 1 6 4 3 ) , c o n s i s t e n t en des poemes i n s p i r e s par ses experiences plus recentes: "Adieu au Marais et a l a Place Royale" (pour f a i r e l e t r a j e t a ' 1 ' h o p i t a l ) ; La F o i r e Saint-Germain; l e s deux Legendes de Bourbon; et l e s requetes au C a r d i n a l R i c h e l i e u et au r o i de l a part de son pere. ( Le r e c u e i l comprend a u s s i un melange de poesie a l a mode, t e l l e que des etrennes, des remerciments et de p e t i t e s e p i t r e s . On v e r r a plus l o i n que La F o i r e Saint-Germain est parsemee d'obser-__ v a t i o n s piquantes sur l e s types p a r i s i e n s , comme l e s Legendes  de Bourbon sur l e s p r o v i n c i a u x . Des moqueries de "Faimmort, p a r a s i t e " se trouvent a u s s i dans ce r e c u e i l . Mais i l n'est pas encore temps de p a r l e r de contenu vraiment s a t i r i q u e ; on a u r a i t de l a peine a j u s t i f i e r meme l ' a d j e c t i f "burlesque" du t i t r e . (2) (1) Ces requetes en vers eurent un sueces i l l u s o i r e . Le C a r d i n a l se montra dispose a pardonner l'Apotre, mais l a mort i n t e r v i n t en l£>k2; l e r o i , moribond lui-meme, signa en e f f e t en 1643 1 ' a r r e t de grace, mais l e pere de Scarron venait de mourir, l u i a u s s i . Le retablissement des revenus de l a charge de co n s e i l l e r , au l i e u de g a r a n t i r une mesure d'aisance au malade, l u i v a l u t au c o n t r a i r e un long proces, contre l a belle-mere et ses enfants. (2) Pour l a d e f i n i t i o n du burlesque, surtout par rapport a l a s a t i r e , v o i r l a deuxieme p a r t i e de ce c h a p i t r e , i n f r a . 1 6 Pour l e poete, l e grand probleme du moment f u t 1 ' a r g e n t . Sa maladie parut i n g u e r i s s a b l e ; i l n'osa r i e n esperer du proces qui commencait entre l e s deux p a r t i e s de l a f a m i l l e ; " i l n 'avait pour ressources que sa plume et quelques nobles a m i t i e s ; . " ( l ) Heureusement, une amie importante, Marie de Hautefort, venait de r e n t r e r a l a Cour. E l l e o b t i n t pour l e c u l - d e - j a t t e une audience avec l a r e i n e . C e l l e - c i se: montra l i b e r a l e jusqu'a l u i accorder un don de c i n q cents ecus, mais non pas jusqu'a l u i octroyer 1 ' o f f i c e de "malade de l a r e i n e " q u ' i l demandait, avec un logement au Louvre q u o i q u ' i l crut a v o i r obtenu ces p r i v i l e g e s et en remercia l a r e i n e en v e r s . Plus t a r d , l e s c i n q cents ecus devinrent pension r e g u l i e r e , mais Scarron eprouvait toujours des d i f f i c u l t e s a. l a toucher, et e l l e d isparut tout a f a i t apres quelques annees. I I l u i r e s t a i t sa plume. Encourage par l e succes du premier r e c u e i l de vers aupres du p u b l i c , i l se hata de produire l e Typhon. C ' e t a i t une p e t i t e epopee r i d i c u l e en quatre chants, en vers oct o s y l l a b e s , ou. l e s dieux se comportent en bourgeois q u e r e l l e u r s . Le Typhon est l a premiere oeuvre f r a n c a i s e n e t t e -ment burlesque. I I n'y a presque pas de r a i l l e r i e la-dedans, a b s t r a c t i o n f a i t e de l a scene a l a cour de J u p i t e r ( J u p i n ) , dans l e deuxieme chant. ( l ) M o r i l l o t , op. c i t . , p. kk. 17 E s p e r a n t que l e s u c c e s s e u r de R i c h e l i e u s u i v r a i t 1'exemple de c e l u i - c i en f a v o r i s a n t l e s gens de l e t t r e s , i l d e d i a l e Ty p h o n - a u C a r d i n a l M a z a r i n , M a i s ce f u t p e i n e p e r d u e ; l o i n d ' o u v r i r s a b o u r s e au p o e t e , l e p r e m i e r m i n i s t r e ne r e p o n d i t meme p a s . L ' a f f r o n t ne f u t pas o u b l i e . „ L a meme annee (l6kk), S c a r r o n p u b l i a , t o u j o u r s c h e z T o u s s a i n t Q u i n e t i l p l a i s a n t a i t a s s e z s o u v e n t s u r s o n " m a r q u i s a t de Q u i n e t " l a S u i t e de l a p r e m i e r e p a r t i e des o e u v r e s b u r l e s q u e s . E n c o r e une f o i s , l e t i t r e c o n v i e n t mal aux m a t i e r e s , q u i comptent des s o n n e t s g a l a n t s , des c h a n s o n s , des r e q u e t e s a l a r e i n e r e g e n t e , e t a i n s i de s u i t e . I I a b o r d a l e t h e a t r e a v e c J o d e l e t ou l e m a i t r e - v a l e t , q u i f u t r e p r e s e n t e a u debut de 1645, e t dont l e s u c c e s i n s p i r a une a u t r e p i e c e , moins r e u s s i e , J o d e l e t d u e l l i s t e . E n meme temps, i l c o n t i n u a s a q u e t e d'une b a s e f i n a n c i e r e , en b r i g a n t , quodqu'en v a i n , un b e n e f i c e p o u r j u s t i f i e r s o n t i t r e d'abbe. En 1646, i l dut e n t r e p r e n d r e un v o y a g e p e n i b l e a u Mans p o u r p r o t e g e r l a p r e b e n d e dont i l j o u i s s a i t en v e r t u de s o n c a n o n i c a t ( i l f i i i i t , q u e l q u e s annees p l u s t a r d , p a r v e n d r e c e t t e c h a r g e ) . M a i s ce voy a g e l u i f o u r n i t l a m a t i e r e d'une e p i t r e en v e r s q u i p a r u t en t e t e de s o n p r o c h a i n r e c u e i l , l a S u i t e des o e u v r e s  b u r l e s q u e s , s e c o n d e p a r t i e , imprime en 16^7. Dans l ' e p x t r e , a d r e s s e e a Madame de H a u t e f o r t , S c a r r o n se moque v e r t e m e n t des Maneeaux. 18 C 1 e t a i t l e commencement d'une periode feconde et meme triomphante, malgre ses souffranees physiques. En e f f e t , i l se trouva celebre tant pour l a v i c t o i r e q u ' i l remportait sur l a douleur et sur l a diffor.rhite que pour ses oeuvres. ( l ) I I r e c e v a i t chez l u i , d'abord au Marais et puis a 1 ' H o t e l de Troyes, pres du Luxembourg, l e s noms l e s plus i l l u s t r e s de P a r i s . En meme temps, l a vogue du burlesque b a t t a i t son p l e i n ; i l en e t a i t l e maitre i n c o n t e s t e . Sans p a r l e r du t h e a t r e , i l p r o d u i s i t , au cours des c i n q ou s i x annees qui s u i v a i e n t , t r o i s r e c u e i l s de poesie, l e V i r g i l e t r a v e s t i , l a premiere p a r t i e du Roman comique, et p l u s i e u r s oeuvres i n d i v i d u e l l e s d'importance. Le Roman comique, on l e s a i t , p e t i l l e de passages et de t r a i t s s a t i r i q u e s sur bon nombre de s u j e t s , surtout sur l e s romans a l a mode et sur l e u r s auteurs, et a u s s i sur l e s pr o v i n c i a u x . Le V i r g i l e t r a v e s t i , comme l e Typhon, est avant tout un poeme burlesque et non pas s a t i r i q u e : l e s Premier, Quatrieme et Septieme l i v r e s contiennent quelques t r a i t s de s a t i r e en passant, l e s Deuxieme, Troisieme et Cinquieme presque pas du t o u t . Mais l e Sixieme l i v r e , e c r i t en 1651, o f f r e un abrege de presque toute l a pensee s a t i r i q u e de Scarron dans l e domaine s o c i a l et moral, ce que j e s o u l i g n e r a i au commencement du Chapitre I I I . (1) Cf. M o r i l l o t , op. c i t . , pp. 5 9 - 6 0 . 19 L e s r e c u e i l s p o e t i q u e s de c e t t e p e r i o d e m o n t r e n t non s e u l e m e n t l a v e r v e comique q u i r e n d i t S c a r r o n c e l e b r e , mais a u s s i p l u s i e u r s t r a i t s n e t t e m e n t s a t i r i q u e s , p o u r l a p l u p a r t a s s e z l e g e r s . P o u r commencer, i l y a l e s deux d e d i c a c e s , l ' u n e a. l a c h i e n n e G u i l l e m e t t e en 1647 ( S u i t e des o e u v r e s  b u r l e s q u e s , s e c o n d e p a r t i e ) , 1 * a u t r e a Menage e t S a r r a s i n en 1648 (La R e l a t i o n v e r i t a b l e ) , a u s s i b i e n que l e c e l e b r e "Au L e c t e u r q u i ne m'a j a m a i s v u " de ce d e r n i e r r e c u e i l ( c ' e s t la. ou i l t e r m i n e s o n a u t o - p o r t r a i t p a r " j e ne r e p r e s e n t e pas mal un Z. . . E n f i n , j e s u i s un r a c c o u r c i de l a m i s e r e humaine.") (1) I I e s t v r a i que l e s deux r e c u e i l s c o n t i e n n e n t a u s s i des epigrammes e t d ' a u t r e s morceaux p a r f o i s p l u s c r u e l s que p l a i s a n t s , M a i s dans l e p r e m i e r on t r o u v e 1 ' e p i t r e v i v a c e s u r l e s Manceaux r e v i s i t e s , une e p i t r e a M o n s i e u r l e P r i n c e (de Conde) ou l e p o e t e s o u l i g n e l e c o n t r a s t e e n t r e l u i e t l e s " m a i t r e s du m e t i e r / Q u i s o n t t o u j o u r s s u r l ' a i l e d e s t r i e r " ( 2 ) , e t e n f i n l ' e p i -t h a l a m e g u i l l e r e t s u r l e m a r i a g e de s a p r o t e c t r i c e a v e c l e M a r e c h a l de Schombourg. E t dans l e s e c o n d , i l y a un s o n n e t -e p i t a p h e q u i l o u e un m o n s i e u r pendant t r e i z e v e r s e t se t e r m i n e s o u d a i n : " E t a i t - i l h o n n e t e homme? Ha! n o n " (3) ; i l y a a u s s i l e s i m p r e c a t i o n s q u a s i - s e r i e u s e s c o n t r e l ' i n c o n n u q u i l u i a v a i t p r i s s o n J u v e n a l . (1) PD, I 3 6 I . (2) I b i d . , I , 3 0 9 , v e r s 1 2 3 - 1 2 4 . ($) I b i d . , I , 4 0 6 - 4 0 7 . 20 Le r e c u e i l de 1651, T r o i s i e m e p a r t i e des o e u v r e s  b u r l e s q u e s , e s t a s s e z r i c h e en r a i l l e r i e . Deux de s e s poemes, des e p i t r e s adressees;: au P r i n c e d'Orange e t . a M o n s i e u r d ' A u m a l l e , p r e f i g u r e n t l e s a t t a q u e s p o s t e r i e u r e s de S c a r r o n c o n t r e l e s r i m a i l l e u r s e t l e s s o i - d i s a n t b u r l e s q u e s . L ' e p i t r e a d ' A u m a l l e d e c r i t p l a i s a m m e n t a u s s i , comme c e l l e a un a u t r e ami l o i n de l a c a p i t a l e , 1'eveque d ' A v r a n c h e s , l e s f r i v o l i t e s de l a v i e p a r i s i e n n e . Ce volume c o n t i e n t a u s s i des s o n n e t s b u r l e s q u e s i m i t e s de Lope de V e g a . I I s'y t r o u v e e n f i n q u e l q u e s e p i -grammes a c e r b e s et des c o m m e n t a i r e s pe u f l a t t e u r s a l ' e g a r d des f r o n d e u r s , e x p r i m a n t une humeur q u i marque de p l u s en p l u s l e s o e u v r e s de S c a r r o n en ce moment. C a r l a s a t i r e dans c e s o e u v r e s penche p a r f o i s v e r s 1 ' i n v e c t i v e , de s o r t e qu'on v o i t que l e s g r i e f s de S c a r r o n l ' e m p o r t e n t s o u v e n t s u r s a g a i e t e n o r m a l e , s u r t o u t au c o u r s des annees I 6 5 I - I 6 5 2 . L a F r o n d e 1 ' a v a i t t o u c h e , l ' a v a i t meme a t t e i n t a c e r t a i n s e g a r d s . Au d e b u t , i l ne j o u a qu'un r o l e d * o b s e r v a t e u r , se p l a i g n a n t , d'une f a c o n d i v e r t i s s a n t e , des p r i v a t i o n s q u i a c c o m p a g n a i e n t l e b l o c u s de P a r i s . M a i s s ' i l se l a i s s a e n f i n e n t r a i n e r , du c o t e a n t i - M a z a r i n , a v e c L a M a z a r i n a d e ( v o i r C h a p i t r e II') , i l f u t p o u s s e dans l a melee p a r s a p r o p r e renommee a u s s i : l e s c o l p o r t e u r s du P o n t - N e u f f i r e n t v e n d r e l e u r s m a u vais l i b e l l e s en l e s a t t r i b u a n t au c e l e b r e p o e t e b u r l e s q u e . I I t a c h a e n f i n de se v e n g e r p a r l e s Cent q u a t r e v e r s c o n t r e ceux q u i f o n t p a s s e r l e u r s l i b e l l e s d i f f a m a t o i r e s sous l e nom d ' a u t r u i . 21 T o u t s e m b l a i t c o n s p i r e r c o n t r e l u i en ce moment. Son p r o c e s t r a i n a i t , e t i l eut r e c o u r s au p u b l i c a v e c l e Factum, ou r e q u e t e , ou t o u t ce q u ' i l v o u s : p l a i r a . I I se s e n t i t ' evidemment t r a h i e t t r a q u e ; l a m a u v a i s e f o r t u n e en m a t i e r e d ' a r g e n t , de p o l i t i q u e e t de p o e s i e meme 1 ' a c c a b l e r e n t , e t e m p i r e r e n t s o n e t a t p h y s i q u e d e j a p i t o y a b l e . L a F r o n d e a v a i t echoue; l e r e t o u r t r i o m p h a l du c a r d i n a l m i n i s t r e ne f u t p o i n t de bonne a u g u r e p o u r 1'auteur de l a M a z a r i n a d e . I I s'engagea dans des p r o j e t s de v o y a g e en Amerique, e x p r i m a n t dans s e s R e f l e x i o n s p o l i t i q u e s e t m o r a l e s et dans 1 ' E p i t r e  c h a g r i n e a R o s t e a u l e d e s e s p o i r m o r a l et p h y s i q u e q u i 1 ' a v a i t f a i t c h e r c h e r c e t e c h a p p a t o i r e c h i m e r i q u e . P r e s q u e t o u t ce q u ' i l e c r i v i t a c e t t e epoque p o r t e un gout amer; s e u l l e F a c t u m donne a r i r e . I I y eut c e p e n d a n t q u e l q u e s l u e u r s p a r m i c e s t e n e b r e s . S c a r r o n a v a i t recetnmerit f a i t l a c o n n a i s s a n c e de l a j e u n e F r a n c o i s e d ' A u b i g n e , p e t i t e - f i l l e du p o e t e des T r a g i q u e s . E l l e a v a i t e t e e l e v e e en A m e r i q u e , e t , r e t o u r n e e en F r a n c e , h a b i t a i t p r e s de l u i , c h e z une p a r e n t e . E l l e e t a i t s a n s a r g e n t , m a i s e l l e a v a i t de 1 ' e s p r i t p o u r c o u r o n n e r s a b e a u t e , et un r a p p o r t s y m p a t h i q u e s ' e t a b l i t v i t e e n t r e e l l e e t l e c u l - d e - j a t t e , s o n a i n e de v i n g t - c i n q a n s . E n f i n , c o n t r a i n t e p a r s a p a r e n t e mesquine de c h o i a d r e n t r e un c o u v e n t et l e m a r i a g e , e l l e a c c e p t a S c a r r o n comme epoux. Ce m a r i a g e b i z a r r e , q u i a f a i t c o u l e r t a n t d ' e n c r e , f u t c e l e b r e au mois de mai 1652. 2 2 P r e s q u ' e n meme temps, l e p r o c e s s u r l e s b i e n s de s o n p e r e p r i t f i n . S c a r r o n l e p e r d i t , m ais i l r e t i n t une p r o p r i e t e en SPouraine q u ' i l v e n d i t p a r l a s u i t e . E t i l e u t a ce moment une n o u v e l l e r e u s s i t e s u r l a s c e n e a v e c Don J a p h e t  d'Armenie, l a p l u s a p p r e c i e e de s e s c o m e d i e s . L e s annees 1654-1657 f u r e n t une n o u v e l l e epoque de bo n h e u r r e l a t i f p o u r S c a r r o n , a u moins en ce q u i c o n c e r n a s e s o e u v r e s e t s e s a m i t i e s . Des n o b l e s , des e c r i v a i n s , des femmes c e l e b r e s , t o u t un monde s p i r i t u e l e t amusant, f r e q u e n t a i t l a "chambres j a u n e " du malade, c o n s t i t u a n t en e f f e t un des s a l o n s des annees 1650 q u i s u c c e d e r e n t a 1 ' H o t e l de R a m b o u i l l e t . ( l ) A c e t t e epoque i l h a b i t a i t de n o u v e a u l e M a r a i s , r u e N e u v e - S a i n t - L o u i s ( a u j o u r d ' h u i r u e de T u r e n n e ) . En t a n t q u ' e c r i v a i n , S c a r r o n r e t r o u v a des a c c e n t s d ' a u t r e -f o i s , moins sombres qu'au commencement de l a d e c e n n i e . L e r e c u e i l p o e t i q u e de 1654, l a p r e m i e r e e d i t i o n c o l l e c t i v e , compte 38 morceaux i n e d i t s s u r un t o t a l de 169, y c o m p r i s q u e l q u e s s o n n e t s moqueurs e t des o b s e r v a t i o n s r a i l l e u s ' e s s u r l e s p o e t e s d i t s g a l a n t s e t s u r c e r t a i n s p r o c u r e u r s . Sa t r a g i - c o m e d i e de l a meme annee, L ' E c o l i e r de Salamanque, c o n t i e n t a u s s i q u e l q u e s p a s s a g e s s a t i r i q u e s . L'annee s u i v a n t e , i l e n t r e p r i t une G a z e t t e b u r l e s q u e , q u i d u r a q u e l q u e s m o i s . E l l e f u t b i e n p l u s s a t i r i q u e que b u r l e s q u e ; ( l ) M o r i l l o t f a i t l ' a p p e l de ce monde i n t e r e s s a n t ( o p . c i t . , p p. 86-93); Magne en f a i t l e t a b l e a u en g r a n d d e t a i l ( S c a r r o n  e t s o n m i l i e u , p a s s i m ) . 23 S c a r r o n l e v o u l u t a i n s i , du moins p a r moments ( v o i r i n f r a pp.39-42). Peu a p r e s , dans s e s N o u v e l l e s T r a g i - c o m i q u e s , i l m i t en r e l i e f l a p i e t e f e i n t e ( L e s H y p o c r i t e s ) e t l a l e s i n e (Le C h a t i m e n t de 1 ' a v a r i c e ) . P u i s i l s ' e n p r i t aux "mache-l a u r i e r s " e t aux f a u x mecenes dans l e s p r e m i e r e s s t r o p h e s de s o n L e a n d r e et H e r o , e t se d e l e c t a des e x p l o i t s g u e r r i e r s de t a v e r n e dans l e deuxieme p a r t i e du Roman comiq u e. I I p r o d u i s i t a u s s i , p e n d a n t c e s a n n e e s , deux p i e c e s (Le G a r d i e n de soi-meme e t L ' H e r i t i e r r i d i c u l e ) e t un deuxieme volume de N o u v e l l e s  t r a g i - c o m i q u e s . L e a n d r e et Hero commence p a r une d e d i c a c e a N i c o l a s F o u q u e t . S c a r r o n , a p r e s t a n t de d e c e p t i o n s f i n a n c i e r e s , a v a i t e n f i n t r o u v e s o n mecene c h e z l e s u r i n t e n d a n t q u i p r o t e g e a i t en meme temps d ' a u t r e s e c r i v a i n s e t a r t i s t e s . M a i s l e s e c u s de F o u q u e t , v e r s e s a t r a v e r s l e p o e t e e r u d i t P a u l P e l l i s s o n , ne s u f f i r e n t pas aux b e s o i n s du malade, d e v e n u quemandeur. En e f f e t , s i l e s r e v e n u s que S c a r r o n t o u c h a de s e s e c r i t s e t de s o n p a t r o n f u r e n t c o n s i d e r a b l e s , s e s d e p e n s e s l e s d e p a s s e r e n t t o u j o u r s ; i l ne s u t j a m a i s se d e b a r r a s s e r de s e s detrt:e.s«o (1) I I e s s a y a , au moyen de l o u a n g e s e t d 1 e x c u s e s , de se f a i r e p a r d o n n e r p a r M a z a r i n ; i l s ' engagea dans des a f f a i r e s q u i ne l u i r a p p o r t e r e n t pas, de p r o f i t , comme son p r o j e t d ' o r g a n i s e r l e s d e c h a r g e u r s de P a r i s . A l a m i s e r e s ' a j o u t a l a d o u l e u r p h y s i q u e (1) M o r i l l o t , op. c i t . , p . 117: "Mais h e l a s : dans S c a r r o n l a r i m e s e u l e e t a i t r i c h e , e t l a b o u r s e p r e s q u e t o u j o u r s a s e c . " 24 c o n t i n u e l l e . I I se mela d ' a l c h i m i e , j u s q u ' a s o l l i c i t e r et r e c e v o i r 1 1 a u t o r i s a t i o n d ' e t a b l i r un l a b o r a t o i r e chez l u i pour "rendre 1'or en l i q u e u r p o t a b l e . " (i) Ces e f f o r t s , comme ses demarches f i n a n c i e r e s , n ' a b o u t i r e n t a r i e n . T o u t e f o i s , du p o i n t de vue l i t t e r a i r e , on peut v o i r dans c e t t e p e r i o d e de 1654-1657 une s o r t e de p r e p a r a t i o n . La tendance a l a c r i t i q u e d i v e r t i s s a n t e mais r e f l e c h i e q u ' i l ebaucha dans l a G a z e t t e b u r l e s q u e et dans d ' a u t r e s oeuvres a l l a i t b a t t r e son p l e i n dans ce q u ' i l p r o d u i s i t a l a v e i l l e de sa mort, en p l e i n e m a t u r i t e d ' e s p r i t . Les e c r i t s l e s p l u s i m p o r t a n t s des deux d e r n i e r e s annees de sa v i e sont l e s t r o i s E p i t r e s c h a g r i n e s a d'Elbene, a d ' A l b r e t et a M a d e m o i s e l l e de Scudery ou, p ar e n d r o i t s , i l a t t e i g n i t a un n i v e a u digne des m a i t r e s . Ce sont des oeuvres nettement s a t i r i q u e s , dans l e s q u e l l e s l e s i m p o r t u n s , l e s f a c h e u x de t o u t e espece et e n f i n l e s pedants r e c o i v e n t ce q u i l e u r e s t du. " S c a r r o n t r o u v e e n f i n sa v o i e , " d i t M o r i l l o t , E p i t r e et s a t i r e melees, t e l e t a i t l e genre q u i c o n v e n a i t l e mieux a son t a l e n t ; genre un peu e t r o i t , s u p e r f i c i e l meme. . .mais genre b i e n f r a n c a i s i l l u s t r e p a r Marot et p a r 7-Regnier, et dignement soutenu par S c a r r o n en a t t e n d a n t La F o n t a i n e et V o l t a i r e . Pour y a v o i r e t e s u p e r i e u r , i l l u i a u r a i t f a l l u du temps et de 1'independance: i l n'a ja m a i s eu n i l ' u n n i l ' a u t r e . (2) A p a r t ses e p i t r e s , S c a r r o n se montra en ses d e r n i e r s mois (1) Documents c i t e s par M o r i l l o t , I b i d . , p. 116. (2) Op. c i t . , p. 2 6 5 . 25 maxtre a c c o m p l i en d u e l l i t t e r a i r e e t en i n v e c t i v e . P o u r l a p r e m i e r e f o i s , i l s 1 e n g a g e a d i r e c t e m e n t dans une q u e r e l l e p e r s o n n e l l e ou l e s v e r s e t l a p r o s e c o n s t i t u e r e n t l e s armes; l e r e s u l t a t f u t e c r a s a n t p o u r s o n ennemi, G i l l e s B o i l e a u . E t e n f i n i l p r o d u i s i t l a B a r o n a d e , ou. i l e t r i l l a l ' o b j e t de so n m e p r i s t o u t en d i v e r t i s s a n t l e l e c t e u r . Quant a s e s p i e c e s de t h e a t r e , l a s a t i r e q u i s *y t r o u v e e s t p l u t o t a c c e s s o i r e . S c a r r o n , a p r e s t o u t , ne f u t pas homme de t h e a t r e comme M o l i e r e . Le b u r l e s q u e p e u t s ' a d a p t e r a s s e z b i e n au t h e a t r e , comme l ' a t t e s t e n t Don J a p h e t d'Armenie e t Le M a r q u i s r i d i c u l e . M a i s s i on a c c e p t e meme en p a r t i e l a d e f i n i t i o n de B e r g s o n , c ' e s t - a - d i r e que l e r i r e p r o v o q u e p a r l a comedie e s t un g e s t e s o c i a l d e s t i n e a c o r r i g e r une i m p e r f e c t i o r s o c i a l e ou i n d i v i d u e l l e , i l e s t e v i d e n t que c h e z S c a r r o n nous avons a f f a i r e b i e n p l u s a l a f a r c e qu'a l a comedie m o l i e r e s q u e . ( 1 On v e r r a que S c a r r o n e n t r e p r e n d mieux e t de p r e f e r e n c e en d ' a u t r e s g e n r e s l a c o r r e c t i o n des moeurs au moyen du r i r e . P o u r r e s u m e r c e t t e c h r o n o l o g i e dans l a p e r s p e c t i v e de l a s a t i r e , i l en r e s s o r t que l e dev e l o p p e m e n t de S c a r r o n a c e t e g a r d s u i v i t une e v o l u t i o n i d e n t i f i a b l e , q u o i q u e s p o r a d i q u e . I I d e b u t a p a r des v e r s de c i r c o n s t a n c e , s u i v i s de morceaux de b u r l e s q u e . A p a r t i r de 1646, i l i n c l i n a u n p e u v e r s l a s a t i r e . E n 1651, a un moment ou. l e ge n r e b u r l e s q u e commencait a. se d e g r a d e r r a p i d e m e n t , i l se t o u r n a d a v a n t a g e v e r s l a s a t i r e , ( l ) H e n r i B e r g s o n , Le R i r e , 26e ed., ( P a r i s : 1927), pp. 66-67 . 26 r e t e n a n t t o u j o u r s l e s t y l e b u r l e s q u e . I I a b o r d a a l a meme epoque l e r e a l i s m e e t l e comique dans l e roman. M a i s i l se t r o u v a e n t r a i n e dans l a F r o n d e et s u b i t des c h a g r i n s q u i se r e f l e t e r e n t dans q u e l q u e s poemes ou l a c r i t i q u e e s t moins p l a i s a n t e qu'amere. E n s u i t e , s u r t o u t a p a r t i r de l a G a z e t t e b u r l e s q u e , i l commenca a se r e a l i s e r comme a u t e u r s a t i r i q u e . I I n ' h e s i t a p l u s a s i g n a l e r l e s d e f a u t s de s o n monde, a v e c l e b u t m a n i f e s t e de l e s c o r r i g e r . A l a d i f f e r e n c e , p a r exemple, de B o i l e a u -D e s p r e a u x , q u i e c r i v i t l a p l u p a r t de s e s s a t i r e s a v a n t l ' a g e de t r e n t e a n s , S c a r r o n a r r i v a t a r d t r o p t a r d , s i l ' o n en c r o i t M o r i l l o t a ce q u i a u r a i t pu e t r e p o u r l u i une v r a i e v o c a t i o n . I I mourut au commencement du mois d ' o c t o b r e l 6 6 0 . B. S a t i r e , b u r l e s q u e , c o m i q u e . A f i n de b i e n s i t u e r S c a r r o n dans l e ge n r e s a t i r i q u e , i l f a u t d e f i n i r e t d i f f e r e n c i e r " s a t i r e , " " b u r l e s q u e , " e t "comique," c a r c e t a u t e u r p a s s a i t f a c i l e m e n t de l ' u n a 1 ' a u t r e de c e s t r o i s domaines l i m i t r o p h e s , d ont l e s f r o n t i e r e s s o n t d ' a i l l e u r s s o u v e n t i n d e c i s e s . L ' e t y m o l o g i e du mot l a t i n s a t u r a remonte aux deux s e n s de " p l e i n " e t de "melange." C ' e s t l e deuxieme s e n s q u i i m p o r t e , 27 c a r l a m a n i e r e d ' e c r i r e que l e mot e x p r i m a i t p o u r l e s Romains c o n s i s t a i t , a u d e b u t , en un melange de s u j e t s e t de •rythmes d i v e r s q u i c o n s t i t u a i t q u e l q u e c h o s e de d r a m a t i q u e . E n n i u s (239-169 a v . J.-C.) e t e n d i t l e se n s du terme a l a p o e s i e n o n -d r a m a t i q u e , e t L u c i l i u s ( c . l 8 0-c. 102 a v . J.-C.) f u t l e p r e m i e r a e m p l o y e r ce gen r e p o u r c o r r i g e r l e s moeurs. ( l ) Q u ' e s t - c e done que l a s a t i r e ? H o r a c e e t J u v e n a l ont deux c h o s e s en commun: d ' a b o r d , l e d e s i r de c o r r i g e r , e n c r i t i q u a n t , q u e l q u ' u n ou q u e l q u e f a c o n d ' a g i r ; e n s u i t e , l ' e m p l o i du r i d i c u l e , une forme de l 1 h u m o u r , p o u r a t t e i n d r e l e u r b u t . M a i s i l e x i s t e des d i f f e r e n c e s e v i d e n t e s e n t r e l a f i n e r a i l l e r i e de l ' u n e t l e s d i a t r i b e s de 1 ' a u t r e , r e p r e s e n t a n t p o u r a i n s i d i r e l e s deux p o l e s du monde s a t i r i q u e . E t t o u t l e l o n g de l a v a s t e gamme de t o n e t de s t y l e e n g l o b e e dans l e te r m e " s a t i r e , " on t r o u v e des g r a d a t i o n s sans nombre, s e l o n l e s d o s e s r e s p e c t i v e s de 1'humour e t de l a c o r r e c t i o n . I I e s t done f a c i l e de comprendr que l e s e r u d i t s ne s o n t p o i n t du meme a v i s p o u r d e f i n i r l e t e r m e . ( l ) " L ' h i s t o i r e de ce gen r e e s t f o r t e m b r o u i l l e e , p a r c e que l e meme mot a d e s i g n e t r o i s c h o s e s b i e n d i s t i n c t e s . A v a n t 1 ' i n t r o d u c t i o n de l a c i v i l i s a t i o n g r e c q u e , l a s a t u r a e s t une s o r t e de poeme d r a m a t i q u e , mele de c h a n t , de d i a l o g u e , de musique, de s u j e t s e t aes m e t r e s , u i i .±11 b u u i n u a o a . & J . ± ^ S O U S ce t i t r e des s u j e t s de r e f l e x i o n s m o r a l e s e t d ' o b s e r v a t i o n s r a i l l e u s e s , c o n s t i t u a n t a i n s i l a s a t i r e a u s e n s moderne." Rene P i c h o n , H i s t o i r e de l a l i t t e r a t u r e l a t i n e , 12e ed., f P a r i s 193Q] P- 103) . L ' e r r e u r q u i f i t r e m o n t e r l e terme a u g r e c s a t y r o s , s o r t e de comedie g r a v e l e u s e ou l e s s a t y r e s s ' e b a t t a i e n t , e s t d i s s i p e e 'humanisme e t de r e n a i s s a n c e , X V I I I , pp. 8 4 - 9 5 . 28 S i on commence p a r des d i e t i o n n a i r e s de synonymes, p a r exemple, on v o i t que B a i l l y comprend p a r " s a t i r e " u n e c r i t ou d i s c o u r s "dans l e q u e l on t.ourne q u e l q u ' u n ou q u e l q u e c h o s e en r i d i c u l e , c e l a de f a c o n p i q u a n t e ou m o r d a n t e ; " t a n d i s que p o u r Benac i l s u f f i t que 1 1 o e u v r e " s ' a t t a q u e " a des d e f a u t s ou a des i n d i v i d u s , sans m e n t i o n du r i d i c u l e . ( l ) S i on c o n s u l t e e n s u i t e l e s o e u v r e s e n c y c l o p e d i q u e s , on t r o u v e que B r u n e t i e r e s o u l i g n e l ' a s p e c t " l y r i q u e , " c ' e s t - a - d i r e , s u b j e c t i f , c h e z l e s a t i r i q u e : un a u t e u r se s e r t du g e n r e comme d'un moyen d ' o p p o s e r s a f a c o n de s e n t i r ou de p e n s e r a c e l l e s q u i ne s o n t pas l e s s i e n n e s , e t q u i e x c i t e n t p o u r ce m o t i f s a c o l e r e ou s o n i n d i g n a t i o n , s o n h o r r e u r ou s a c r a i n t e , s o n m e p r i s ou s o n i r o n i e . (2) P l u s l o i n i l f a i t m e n t i o n , mais de f a c o n p a s s a g e r e , de l a mo q u e r i e comme ele m e n t de l a s a t i r e . P o u r Chamard, c e p e n d a n t , i l s ' a g i t d'un d i s c o u r s " q u i mele a l a r a i l l e r i e u n s o u c i d ' u t i l i t e m o r a l e ; " e t i l c i t e S a i n t - E v r e m o n d , p o u r q u i l a s a t i r e d o i t " c o r r i g e r l e s hommes en d e c r i a n t l e s v i c e s e t en l e s r e n d a n t r i d i c u l e s . " (3) M a i s n i l ' u n e n i l ' a u t r e de c e s a n a l y s e s d i v e r g e n t e s ne t i e n t compte des i n d i v i d u s comme c i b l e s . E n c e l a , i l s se f o n t l ' e c h o de B o i l e a u - D e s p r e a u x , q u i , en p a r l a n t t h e o r i q u e m e n t d'un g e n r e q u ' i l e m p l o y a i t s i s o u v e n t p o u r assommer s e s ennemis p e r s o n n e l s ou l i t t e r a i r e s , l e resuma (1) Rene B a i l l y , D i c t i o n n a i r e des synonymes ( P a r i s : L a r o u s s e , 19^7 p . 532; H e n r i Benac, D i c t i o n n a i r e des synonymes ( P a r i s : H a c h e t t e 1956), p . 856. (2) B r u n e t i e r e , op. c i t . , p . 5^3. (3) HenraLrChamard, a r t i c l e " S a t i r e " dans D i c t i i o n n a i r e des l e t t r e s  f r a n c a i s e s , ( P a r i s : 1951), I , 63I . 2 9 a i n s i : "La s a t i r e , en l e c o n s , en nouveautes f e r t i l e , / S a i t s e u l e a s s a i s o n n e r l e p l a i s a n t a 1 ' u t i l e . " ( l ) Un contemporain;-, l e poete n e o - l a t i n J e a n S a n t e u l , i n v e n t a a l a meme -,,epoque l ' h e u r e u s e f o r m u l e : c a s t i g a t r i d e n d o mores. Les l e x i c o g r a p h e s , au moins, se t r o u v e n t presque unanimes s u r l e sens du mot, ce q u i permet d ' e v i t e r des d i f f i c u l t e s d 'ordre semantique. " E c r i t ou d i s c o u r s q u i s ' a t t a q u e a quelque chose, a quelqu'un en se moquant" ( R o b e r t ) ; ". . . q u i s ' a t t a q u e aux moeurs p u b l i q u e s ou p r i v e e s ou q u i t o u r n e quelqu'un ou quelque chose en r i d i c u l e " ( L a r o u s s e ) . I I me semble, e n f i n qu'une d e f i n i t i o n s u f f i s a n t e de l a s a t i r e d o i t comporter deux element s e s s e n t i e l s : 1' humour, s u r t out l e r i d i c u l e ; et l e d e s i r de c o r r i g e r . ( 2 ) F o w l e r , l e grand l e x i c o g r a p h e a n g l a i s , a t r o u v e v a l a b l e de d e f i n i r l e mot en l e d i f f e r e n c i a n t des termes app a r e n t e s . 11 f a i t c e l a en d r e s s a n t une t a b l e q u i comprend: M o t i v e or Aim , P r o v i n c e Method or means Audience humour D i s c o v e r y Human n a t u r e Observa-t i o n The sympa-t h e t i c w i t Throwing l i g h t Words & i d e a s S u r p r i s e The i n t e l l : gent s a t i r e Amendment M o r a l s & manners A c c e n t u a -t i o n The s e l f -s a t i s f i e d sarcasm I n f l i c t i n g p a i n F a u l t s & f o i b l e s I n v e r s i o n V i c t i m & b y s t a n d e r irony- E x c l u s i v e -ness Statement o f f a c t s M y s t i f i -c a t i o n An i n n e r c i r c l e i n v e c t i v e D i s c r e d i t M i s c o n d u c t D i r e c t The p u b l i c statement (1) S a t i r e I X , v e r s 2 6 7 - 2 6 8 . (2) C f . N o r t h r o p F r y e , "Two t h i n g s , t h e n , are e s s e n t i a l t o s a t i r e one i s w i t or humor founded on f a n t a s y or a sense o f t h e g r o t e s q u o r a b s u r d , t h e o t h e r i s an o b j e c t o f a t t a c k . " The Anatomy o f  C r i t i c i s m , (New Y o r k : I 9 6 7 ) , p. 224. (3) H.W. F o w l e r , A D i c t i o n a r y o f Modern E n g l i s h Usage, 2nd e d i t i o ( O x f o r d : I 9 6 5 ) , p. 2 5 2 . 30 Ce s o n t l a des. d i s t i n c t i o n s q u 1 i l s e r a u t i l e de se r a p p e l e r au c o u r s de c e t t e e t u d e , quand meme on ne l e s a c c e p t e p a s au p i e d de l a l e t t r e . E n F r a n c e , domaine e x c l u s i f de " 1 ' e s p r i t g a u l o i s , " on e n t e n d l e r i r e moqueur a p a r t i r des f a b l i a u x , des s o t i e s -et du Roman de R e n a r t . A 1'epoque de l a R e n a i s s a n c e on remarque l e s epigrammes de M a r o t , l e s e c l a t s de r a i l l e r i e q u i p a r s e m e n t 1 1 o e u v r e de R a b e l a i s , l e s c r i t i q u e s p l u s s u b f i l e s de B o n a v e n t u r e des P e r i e r s , e t c e r t a i n s poemes moqueurs ou amers de Du B e l l a y et de R o n s a r d . I I e x i s t a i t a u s s i a c e t t e epoque une l i t t e r a t u r e d i t e " m i l i t a n t e , " q u i c u l m i n a a v e c l a S a t i r e m e n i p p e e. Beau-coup de c e s a t t a q u e s e t a i e n t d i r i g e e s c o n t r e des i n s t i t u t i o n s a u s s i b i e n que l e s moeurs: l e s m e t i e r s , l a b o u r g e o i s i e , l a j u s t i c e , e t j u s q u ' a l ' E g l i s e r o m a i n e ( e n t a n t q u 1 u l t r a m o n t a i n e ) n ' e t a i e n t pas exempts de r i d i c u l e . M a i s au s i e c l e s u i v a n t on ne songea p l u s a c r i t i q u e r c e r t a i n e s i n s t i t u t i o n s , devenues a l o r s t o u t e s - p u i s s a n t e s . L a p s y c h o l o g i e r e m p l a c a l a p o l e m i q u e . On s ' i n t e r e s s a au g e n r e humain, e t on e c r i v i t des Maximes ou des C a r a c t e r e s . S a u f dans l e domaine l i t t e r a i r e , on e t a i t p l u s m o r a l i s t e que s a t i r i q u e On i n s i s t a i t meme s u r un b u t m o r a l a f i n de r e n d r e p l u s a c c e p -t a b l e s des o e u v r e s c f e e e s s u r t o u t p o u r d i v e r t i r ; on n'a qu* a l i r e l e s p r e f a c e s j u s t i f i c a t r i c e s de L a F o n t a i n e e t de M o l i e r e . Le terme " s a t i r e , " en e f f e t , se l i m i t a a un s o u s - g e n r e de l a 31 p o e s i e o u v e r t e m e n t emprunte au l a t i n p a r R e g n i e r , p a r Du L o r e n s e t p a r B o i l e a u - D e s p r e a u x . ( l ) Le d e c l i n des i n s t i t u t i o n s a u t o r i t a i r e s se s i g n a l a a u l8e s i e c l e , a p a r t i r des L e t t r e s p e r s a n e s . P u i s ce f u t V o l t a i r e q u i f i t de l a s a t i r e une arme f o r m i d a b l e c o n t r e l e s a b u s . A p r e s l a R e v o l u t i o n ( l e r e g n e de N a p o l e o n a p a r t ) , l a s a t i r e f l e u r i t p a r t o u t : dans t o u s l e s g e n r e s , sous l a forme g r a p h i q u e a u s s i b i e n que v e r b a l e , s a t i r e de n 1 i m p o r t e q u i e t de n ' i m p o r t e q u o i . C ' e s t a u j o u r d ' h u i un des g e n r e s p r e f e r e s , un element de l a v i e q u o t i d i e n n e , des d e s s i n s animes j u s q u ' a u x g r a n d s e t aux p e t i t s e c r a n s . C a r l a s a t i r e , d i t F r y e , e s t une forme de l a " l i t e r a t u r e o f e x p e r i e n c e , " ; (2) i l y a lo n g t e m p s que nous avons p e r d u 1 ' i n n o c e n c e . Chose c u r i e u s e , n i l e s e c r i v a i n s n i l e s c h e r c h e u r s f r a n c a i s ne se m b l e n t a v o i r e n v i s a g e l a s a t i r e comme g e n r e en elle-meme ou comme s u j e t d i g n e de r e c h e r c h e s . C e l a n ' e s t pas d i r e q u ' i l manque des e t u d e s , e t meme de v i f s d e b a t s , s u r l e c o n t e n u e t l a p o r t e e s a t i r i q u e c h e z c e r t a i n s a u t e u r s e t dans c e r t a i n e s o e u v r e s . C ' e s t qu'a l a d i f f e r e n c e , notamment, de l ' A n g l e t e r r e ( D r y d e n , S w i f t , F i e l d i n g , Pope, i n t e r a l i a ) , l a s a t i r e en F r a n c e , a q u e l q u e s e x c e p t i o n s p r e s que j e v i e n s de m e n t i o n n e r , n'a p a s e t e une m a n i e r e d ' e c r i r e consciemment e t s e r i e u s e m e n t p r a t i q u e e . L a r u b r i q u e " s a t i r e " dans l e s b i b l i o -(1) "Un homme ne Chretien e t F r a n c a i s se t r o u v e c o n t r a i n t dans l a s a t i r e ; l e s g r a n d s s u j e t s l u i s o n t d e f e n d u s . . ." ( L a B r u y e r e , L e s C a r a c t e r e s , I , 6 5 ) . (2) F r y e , op. c i t . , p . 162. 32 g r a p h i e s e s t a s s e z m i n c e ; l a p l u p a r t des o u v r a g e s a n a l y t i q u e s e t des a n t h o l o g i e s s o n t en a n g l a i s . I I se p e u t b i e n que l ' e l a n s a t i r i q u e s o i t t e l l e m e n t i n t r i n s e q u e c h e z l e s F r a n c a i s qu'on l ' a p r i s p o u r a c q u i s , comme l a g r a c e chez- une d a n s e u s e . I I se p e u t a u s s i qu'on a i t i d e n t i f i e l a s a t i r e a l a m o r a l e au 17e s i e c l e e t aux " l u m i e r e s " du l 8 e . Q u o i q u ' i l en s o i t , v o i l a e n c o r e une r a i s o n du p e u d ' i n t e r e t qu'on a montre p o u r l e c o t e s a t i r i q u e de S c a r r o n , a p a r t l a c r i t i q u e l i t t e r a i r e q u ' i l i n s e r a dans l e Roman c o m i q u e . S c a r r o n , a p r e s t o u t , e t a i t s u r t o u t un a u t e u r b u r l e s q u e ; t o u t l e monde 1 ' i d e n t i f i e au ge n r e e t l e g e n r e a l u i . Comme po u r l a s a t i r e , l e s e r u d i t s nous o f f r e n t un g r a n d c h o i x de d e f i n i t i o n s du b u r l e s q u e , dont q u e l q u e s - u n e s e n t r a x n e n t des t e r m e s a p p a r e n t e s : h e r o i ' - c o m i q u e , t r a v e s t i s s e m e n t , p a r o d i e , e t c . E t , t o u t comme l e terme " s a t i r e " s ' a p p l i q u e t a n t 6 t a u t o n , t a n t o t a l a forme d'un e c r i t , l e mot " b u r l e s q u e " s ' a p p l i q u e t a n t o t a un s t y l e , t a n t o t a un g e n r e . (1) L a i s s a n t de c o t e l e s j u g e m e n t s d i v e r s s u r l e s m e r i t e s e t l e s d e f a u t s du b u r l e s q u e , j ' o f f r e un resume sommaire de s e s e l e m e n t s p r i n c i p a u x , d 1 a p r e s des c r i t i q u e s c h o i s i s : P o u r Naude, un c o n t e m p o r a i n de S c a r r o n a s s e z r e s p e c t e , l e b u r l e s q u e e s t " 1 1 e x p l i c a t i o n des c h o s e s l e s p l u s s e r i e u s e s p a r ( l ) L e t i t r e meme de 1 ' o u v r a g e i m p o r t a n t de F r a n c i s B a r e s t r e v e l a t e u r a c e t e g a r d : L e g e n r e b u r l e s q u e en F r a n c e a u XVTIe  s i e c l e : e t u d e de s t y l e , ( P a r i s : I 9 6 0 ) . 33 des expressions tout a f a i t r i d i c u l e s , " et c e l a d'un s t y l e "bas et p l a i s a n t . " ( l ) Au l8e s i e c l e , Bruzen de l a M a r t i n i e r e , dans l e "Discours sur l e s t y l e burlesque" qui p a r a i t en t e t e des e d i t i o n s Wetstein et B a s t i e n des Oeuvres de Scarron, brode un peu sur l a d e s c r i p t i o n de Naude. C'est du bouffon, d i t - i l , mais "assaisonne du naSf." (2) I I i n s i s t e que l e burlesque condamne par Boileau-Despreaux en 1674 a du etre c e l u i des mauvais i m i t a t e u r s ; quand " l a cour desabusee. . ./Distingua l e nai'f du p l a t et du bouffon," i l ne pouvait etre question de Scarron, constate Bruzen, car c'est precisement l e naSf "qui soutient l e s p r i n c i p a u x ouvrages" de c e l u i - c i . (3) Le sens de "nafif" ne pose pas de d i f f i c u l t e s : c ' e t a i t , a c e t t e epoque, une " q u a l i t e de s i m p l i c i t e n a t u r e l l e i?" (4 M o r i l l o t commence l a deuxieme p a r t i e de son ouvrage sur Scarron par un c h a p i t r e sur l a nature et 1 ' h i s t o i r e du genre. Mais i l se garde b i e n d'en donner une d e f i n i t i o n n e t t e , f a i s a n t remarquer q u ' i l y a v a i t a l'epoque non seulement du "bon" et du (1) G a b r i e l Naude, Jugement de tout ce qui a ete imprime contre  l e c a r d i n a l Mazarin, p. 213. On confond p a r f o i s ce l i v r e avec l e Mascurat du meme auteur; l e Jugement porte comme s o u s - t i t r e : "Dialogue entre Saint-Ange, l i b r a i r e , et Mascurat, imprimeur." A remarquer qu'au 17e s i e c l e " r i d i c u l e " a v a i t l e sens de "ce qui e x c i t e l e r i r e . " (Dubois et Lagane, D i c t i o n n a i r e de l a langue  f r a n c a i s e c l a s s i q u e , 2e ed., ( P a r i s : I960 ), p^ 437) • (2) Oeuvres, I , 10. (3) I b i d . , I , 44; Art Poetique, Chant I , vers 91 et 93. (4) Dubois et Lagane, op. c i t . , p. 3 3 3 « 3 4 " m a u v a i s " b u r l e s q u e , mais a u s s i des abus du terme t r e s r e p a n -d u s . (1) I I 1 ' e x p l i q u e mieux en l e d i s t i n g u a n t du comique ( a i n s i que F o w l e r dans l e c a s de l a s a t i r e ) , comme j e l e m o n t r e r a i un peu p l u s l o i n . G arapon, sous l a p e r s p e c t i v e de s e s r e c h e r c h e s s u r l a f a n t a i s i e v e r b a l e dans l e t h e a t r e , s o u l i g n e l a " d i s s o n a n c e v o u l u e " e n t r e l e l a n g a g e e t l e s u j e t t r a i t e b u r l e s q u e m e n t . (2) Adam, e n f i n , s ' a p p u y a n t s u r des " t e m o i g n a g e s de 1 1 e p o q u e , " comme c e l u i de Naude, s i g n a l e deux e l e m e n t s d i s t i n c t i f s : " l a p l a i s a n t e r i e f a n t a i s i s t e e t c a p r i c i e u s e d'une p a r t , l a v o l o n t e de p a r o d i e d ' a u t r e p a r t . " ( 3 ) M a i s l a d i s s o n a n c e e n t r e s u j e t e t l a n g a g e c a r a c t e r i s e 1'heroi'-comique a u s s i b i e n que l e b u r l e s q u e , ce que B o i l e a u - D e s p r e a u x c o n s t a t a dans l a premiere p r e f a c e du L u t r i n ; ( 4 ) e t l a p a r o d i e n ' e x i s t e pas dans l e s c h e f s - d ' o e u v r e b u r l e s q u e s comme l e T y p h o n e t l e V i r g i l e t r a v e s t i , Done, c e s d e r n i e r e s t e n t a t i v e s de d e f i n i t i o n s e m b l e n t d o n n e r r a i s o n a M o r i l l o t : on p r e c i s e mieux l e s e n s du " b u r l e s q u e " en l e s i t u a n t v i s - a - v i s d ' a u t r e s t e r m e s . J e p a r l e r a i p l u s l o i n ( C h a p i t r e V I ) du b u r l e s q u e e t de s a d e g r a d a t i o n , v us p a r S c a r r o n lui-meme. Ce q u i i m p o r t e i c i , c ' e s t l e r a p p o r t e n t r e l e b u r l e s q u e e t l a s a t i r e . (1) Op. c i t , . , p . 137. (2) R o b e r t G a r a p on, L a F a n t a i s i e v e r b a l e e t l e comique. dans l e t h e a t r e f r a n c a i s du moyen age a l a f i n du X V I I e s i e c l e , ( P a r i s 1957), P. 219. (3) A n t o i n e Adam, "Note s u r l e b u r l e s q u e , " dans D i x - S e p t i e m e  s i e c l e , I V , 87. C f . a u s s i s o n H i s t o i r e de l a l i t t e r a t u r e f r a n - c a i s e a u X V I I e s i e c l e , ( P a r i s : I962) I I , 85-86 . (4) O e u v r e s , e d. Georges M o n g r e d i e n ( P a r i s : 1961), p . 190. 35 Dans l e b u r l e s q u e , l a p l a i s a n t e r i e e s t une f i i n en e l l e -meme. L ' o b j e t p r i n c i p a l du Typh o n, o u v r a g e - t y p e du g e n r e , e s t de d i v e r t i r . Dans l a s a t i r e , a u c o n t r a i r e , l a p l a i s a n t e r i e e s t s u r t o u t un moyen, p o u r f a i r e p a s s e r une l e c o n . Ce que l e s deux g e n r e s ont en commun, evidemment, c ' e s t l e c o m i q u e . Or, l e comique, p a r d e f i n i t i o n , e s t ce q u i f a i t r i r e . P o u r B e r g s o n , ce r i r e d e s i g n e un b e s o i n de c o r r e c t i o n ( s u p r a , p . 2 5 ) , m a i s c e t t e c o n c e p t i o n du comique s 1 a p p l i q u e mieux a l a s a t i r e . J e s u i s p l u t o t de l ' a v i s de B r u n e t i e r e ( s u p r a , p . 28) quand i l f a i t l a d i s t i n c t i o n e n t r e 1 1 o b j e c t i v i t e de l ' a u t e u r comique, q u i d o i t " s ' a l i e n e r de soi-meme" e t l a s u b j e c t i v i t y du s a t i r i q u e , s o u c i e u x d ' i m p o s e r s o n p o i n t de vue a l u i . I I c i t e l e c a s de V o l t a i r e , q u i , t o u t e n e x c e l l a n t dans l a s a t i r e , e choua dans l a comedie p a r c e q u ' i l " e t a i t t o u j o u r s e t p a r t o u t A r o u e t . " ( l ) Le b u r l e s q u e , d 1 a u t r e p a r t , p e u t e t r e e t s u b j e c t i f e t o b j e c t i f , ce que S c a r r o n a demontre en i n s e r a n t dans des n a r r a t i o n s b o u f f o n n e s q u e l q u e s t r a i t s p e r s o n n e l s . F o u r n e l v a p l u s l o i n : l e b o u f f o n , d i t - i l , " d o i t q u e l q u e f o i s c a c h e r une c r i t i q u e sous un masque j o y e u x . " (2) J 1 a c c e p t e r a i s p l u s a i s e m e n t c e t t e i d e e en r e m p l a c a n t " d o i t " p a r " p e u t . " C a r l e c o n t e n u s a t i r i q u e du V i r g i l e t r a v e s t i , p a r exemple, n ' e s t p o i n t c a c h e ; i l e s t a c c e s s o i r e , q u e l q u e c h o s e d ' a j o u t e . P a r c o n t r e , comme j e l ' a i d e j a o b s e r v e ( s u p r a , p . 2 2 ) , i l y a b e a u c o u p p l u s de s a t i r e que de b u r l e s q u e dans l a G a z e t t e b u r l e s q u e . (1) Op. c i t . , p . 5^4. (2) Y i c t o r F o u r n e l , "Du B u r l e s q u e en F r a n c e , " en t e t e de s o n e d i t i o n du V i r g i l e t r a v e s t i ( P a r i s : 1 8 5 8 ) , v i i . 36 En s 1 e f f o r c a n t de p r e c i s e r l e sens de ces termes, on r i s q u e t o u j o u r s de se p e r d r e dans des d e t a i l s peu i m p o r t a n t s . Comment f a i r e l a p a r t du r e a l i s m e et de l a s a t i r e , , p a r exemple, dans l a d e s c r i p t i o n s u i v a n t e d'un t r i p o t de p r o v i n c e ? C'est l a qu'on rime richement en D i e u , que l ' o n epargne f o r t peu l e p r o c h a i n et l e s a b s e n t s sont a s s a s s i n e s a coups de l a n g u e . ( l ) De meme, l e C h a p i t r e I I I p o r t e r a s u r l a d i f f i c u l t e de s e p a r e r l a s a t i r e du b u r l e s q u e dans c e r t a i n s personnages du t h e a t r e s c a r r o n i e n , notamment Don J a p h e t . Cet e m p l o i a s s e z l i b r e des termes, s u i t e d ' a i l l e u r s l o g i q u e du d i s a c c o r d s u r l e s d e f i n i t i o n s , s ' e t end a d ' a u t r e s a u t e u r s et a d ' a u t r e s c r i t i q u e s . Les P r e c i e u s e s r i d i c u l e s e s t une p i e c e surement bouff o n n e et silrement s a t i r i q u e . Joanny, dans une n o t i c e q u i s e r t d ' i n t r o d u c t i o n , c o n s t a t e q u ' i c i M o l i e r e " c r e a i t en F r ance l a v r a i e comedie," s u r t o u t dans l e personnage de M a s c a r i l l e , " v a l e t de f a r c e q u i , d e g u i s e en b e l e s p r i t , menait avec un j e u e t o u r d i s s a n t de v e r v e une b u r l e s q u e s a t i r e c o n t r e l e s snobs du temps." (2) ( 1 ) RC, I , 9 8 . (2) Robert Joanny, ed., Oeuvres completes de M o l i e r e , ( P a r i s : I962) I , p. 1 8 9 . C'est moi q u i s o u l i g n e . 37 C. Un S a t i r i q u e malgre l u i ? Dans presque t o u s l e s a s p e c t s de sa v i e et de son oeuvre, S c a r r o n se montra i n c a p a b l e de mener a bout des p r o j e t s de grande envergure '• y c o m p r i s , s a u f v e r s l a f i n , l a s a t i r e d e l i b e r e e et soutenue. Nous avons v u q u ' i l n'aborda pas l e m e t i e r d'auteur qu'apres t r e n t e ans p a s s e s ; et i l e s t b i e n p o s s i b l e que, sans l e s b e s o i n s imposes par sa ma l a d i e et p a r l e s p e c t r e de l a m i s e r e , i l eut e t e c o n t e n t de mener l e t r a i n de v i e o i s i f et s u p e r f i c i e l de b i e n des p e t i t s abbes c u l t i v e s q u i o r n a i e n t l e s s a l o n s du temps. .11 ne montra pas ce s o u f f l e a r t i s t i q u e q u i i n s p i r e 1 ' e c r i v a i n - n e et q u i s 1empare de son ame j u s q u ' a ce que 1'oeuvre s o i t achevee. Chez l u i , l e mecanisme c r e a t e u r f u t mis en marche s u r t o u t p a r l e f o r t u i t , l e momentane: un cadeau, une v i s i t e , quelque chose de l u ou d'entendu, s i n o n p a r l e s c i r c o n s t ances.sext e r n e s , c ' e s t - a - d i r e f i n a n c i e r e s . Dans sa correspondance se t r o u v e n t seulement quelques a l l u s i o n s , eparses et p a s s a g e r e s , aux t r a v a u x q u ' i l a s u r l e m e t i e r , t e l s l e Roman comique ou La Baronade. Meme L a M a z a r i n a d e , q u i r e s t a sans doute a s s e z longtemps en c h a n t i e r , ne f u t annoncee qu'une s e M e f i f i o i s avant sa p a r u t i o n : Q u ' i l me f o u r n i s s e , ou b i e n a mon l i b r a i r e , Un p r i v i l e g e , a i n s i q u ' i l peut me f a i r e , Pour d e b i t e r ou vendre impunement Dedans P a r i s t r o i s c e n t s v e r s seulement. ( l ) (1) PD, I , 513, v e r s 67-70 ( E p i t r e , "Brave S e i g n e u r , a u t r e f o i s mon s u p p o r t . . .") 38 Quant aux p i e c e s de t h e a t r e et aux n o u v e l l e s , ce f u t presque t o u j o u r s l a c o i n c i d e n c e d'un c<ba!ent a ses t r o u s s e s ( l e s comediens, un l i b r a i r e ) et de l a d e c o u v e r t e d'un modele e s p a g n o l q u i s e r v i t a a l l u m e r l ' e t i n c e l l e c r e a t r i c e . ( l ) Mais l e s grands p r o j e t s , l e V i r g i l e t r a v e s t i et l e Roman comique, r e s t e r e n t i n a c h e v e s . On s ' a t t e n d done, a ce que l a p l u s grande p a r t i e du contenu s a t i r i q u e dans 1 1 o e u v r e de S c a r r o n r e f l e t e l 1 e s p r i t a s s e z f a n t a s q u e , d i g r e s s i f et peu range de 1'ensemble de son oeuvre. En e f f e t , l a p l u p a r t de ses t r a i t s s a t i r i q u e s p o r t e n t c e t t e marque; ce sont des a l l u s i o n s p a s s a g e r e s et a c c e s s o i r e s , comme son unique r e f e r e n c e a l a r e p u t a t i o n des Gascons: I I e t a i t l e p l u s i n c o r r i g i b l e presomptueux q u i s o i t j a m a i s venu des bords de l a Garonne. (2) ou des coups d ' e p i n g l e , ou de r a p i e r e , donnes sous 1 ' i m p u l s i o n du moment: P o i n t M a z a r i n , f o r t honnete homme, (3) •ou b i e n c e r t a i n e s e t i q u e t t e s t r o u v e e s par h a s a r d , souvent au cours de l a r e c h e r c h e d'une r i m e : Parmi ces do c t e s a s s a s s i n s Que nous appelons medecins. (k) (1) "Je l u i f o u r n i s l e s q u a t r e s n o u v e l l e s en e s p a g n o l . . . a u s s i b i e n que l e s a u t r e s q u ' i l a t r a d u i t e s et q u ' i l a donnees a p a r t . " ("Note d'un Anonyme s u r S c a r r o n , " imprimee en appendice par M o r i l l o t (op. c i t . , p. 405) . S e l o n M o r i l l o t , c e t "anonyme" aura ete l e C h e v a l i e r de Mere. Une l e t t r e de S c a r r o n a M. cle M a r i g n y se t e r m i n e par un remerciment de " l a p e i n e que vous prenez de me f a i r e t r o u v e r des comedies e s p a g n o l e s " (Oeuvres, I , 203) . H a i n s w o r t h i d e n t i f i e , dans Les No v e l a s e j e m p l a r e s de Ce r v a n t e s  en France au XVI I e s i e c l e , ( P a r i s : 1933), PP. 172-193, l e s so u r c e s des neu f n o u v e l l e s de S c a r r o n . Moore en f a i t de meme pour l e s p i e c e s , dans l e p r e m i e r appendice de sa t h e s e m a n u s c r i t e "The _Draraa__pf .Paul^ S c a r r o n , " ( Y a l e : 1956) . T 2 ) RC, 1 2 2 8 . I l ~ s 'ag'it de Roquebrune. (3) Oeuvres, IV, 377. (k) I b i d . , I V , k71. 39 P o u r t a n t , c e l a ne r e v i e n t pas a d i r e que t o u t e s ses f l e c h e s s a t i r i q u e s sont decochees en p a s s a n t , n i q u ' e l l e s se b o r n e n t a quelques v e r s ou a une p h r a s e . Le s o u f f l e s a t i r i q u e peut se s o u t e n i r j u s q u ' a quelques c e n t a i n e s de v e r s , s u r t o u t dans l e S i x i e m e L i v r e du V i r g i l e t r a v e s t i et dans c e r t a i n e s E p i t r e s  c h a g r i n e s , a u s s i b i e n que dans La M a z a r i n a d e . M a i s i l f a u t t o u j o u r s se r e n d r e compte q u ' i l f u t c a p a b l e de s* engager dans l a v o i e s a t i r i q u e sans l e s a v o i r , ou sans en a v o i r l ' a i r . i A i n s i , l e s q u a t r e d i g r e s s i o n s majeures du S i x i e m e L i v r e d r e s s e n t l e c a t a l o g u e de t o u s l e s t r a i t s et de t o u t e s l e s f a c o n s d ' a g i r q u i d e p l a i s e n t a S c a r r o n , ce q u ' i l a c c o m p l i t t o u t en se com-p o r t a n t comme s ' i l ne f a i s a i t que b r o d e r s u r l e canevas v i r g i l i e n au s u j e t de T a r t a r e ou des champs e l y s e e s . Et quand i l l u i a r r i v e d'employer l e mot " s a t i r e , " i l f a u t encore se m e f i e r : 1 ' e m p l o i e - t - i l au sens a c c e p t e ou non? E n f i n , quand i l s ' e r i g e en s a t i r i q u e a v e r e , a f f i c h a n t meme un but s a t i r i q u e , on peut b i e n c r o i r e a sa s i n c e r i t y sans t o u t e -f o i s l e prendre e n t i e r e m e n t au p i e d de l a l e t t r e . L a G a z e t t e b u r l e s q u e f o u r n i t des exemples a s s e z c l a i r s de 1'inconsequence de S c a r r o n a c e t e g a r d . Au f i l des c i n q p r e m i e r s numeros i l se proclama s a t i r i q u e avant t o u t . Dans l e p r e m i e r numero, au c o u r s d'une longue d e s c r i p t i o n de son q u a r t i e r , un peu decousue mais v r a i m e n t s a t i r i q u e par e n d r o i t s , son p o u t e - p a r o l e (Jacquemart, h o r l o g e de S a i n t - P a u l ) s ' i n t e r r o m p t ko axnsx: Mais ne poussons pas l a c r i t i q u e Qui penche v e r s l e s a t i r i q u e . . (1) Dans l e deuxieme numero, une reponse a Jacquemart par sa b i e n - a i m e e , l a S a m a r i t a i n e ( h o r l o g e du P o n t - N e u f ) , S c a r r o n d e c l a r e a s s e z nettement son b u t : , 0 mon c h e r g a l a n t ! Que n ' a i - j e De p e s t e r ample p r i v i l e g e , Et de f a i r e oui'r mes clameurs C o n t r e l a s a i s o n et l e s moeurs. 0 q u ' i l e s t m a l a i s e , beau S i r e , De ne f a i r e p o i n t de s a t i r e . • . Que s ' i l f a u t que ma Muse t i r e , Sans r i e n p a r t i c u l a r i s e r , E l l e t i r e r a sans v i s e r , Sur l e s s o t t i s e s g e n e r a l e s , Et s u r l e s mauvaises c a b a l e s . ( 2 ) I I r e v i e n t a c e t t e i d e e t r o i s numeros p l u s l o i n , en l a r e p e t a n t et l a s o u l i g n a n t . Meme dans l e quatrieme numero, i l se d i s c u l p e de t o u t e a m b i t i o n de f a i r e c o n c u r r e n c e aux g a z e t t e s v e r i t a b l e s , comme c e l l e de Renaudot ou l a Muse  h i s t o r i q u e de L o r e t . E n t r e deux f a i t s - d i v e r s , au beau m i l i e u du Numero 5j i l l a i s s e entendre que son p r o j e t a u r a i t b i e n pu s ' i n t i t u l e r G a z e t t e s a t i r i q u e : (1) GB, p. 6 1 . ( 2 ) i EBid. , pp. 66 echo de J u v e n a l : ( S a t i r e s , ! , 30). 6 7 . S c a r r o n r e p r e n d r a " D i f f i c i l e e s t saturam p l u s t a r d c e t non s c r i b e r e L ' kl Je l ' a i d i t , et j e l e r e p e t e , Que j e ne f a i s p o i n t de g a z e t t e . . . Encore un coup, j 1 en veux aux moeurs, J 1 en veux aux mauvaises c a b a l e s ; Sur l e s s o t t i s e s g e n e r a l e s .. Incessament j e d o n n e r a i , Et d i v e r t i s s a n t , j ' i n s t r u i r a i S i j e p u i s . . . (1) C o n s t a t a t i o n digne de f o i ? On peut b i e n se l e demander. " R e f l e x i o n f a i t e , " d i t L a c h e v r e , " S c a r r o n a eu l a sagesse de ne pas t r a n s f o r m e r ses G a z e t t e s en s a t i r e s . Pour l e coup, i l a u r a i t perdu l e p l u s grand nombre de ses l e c t e u r s . " (2) Q u ' i l s ' a g i s s e de " s a g e s s e " ou non, i l e s t peu p r o b a b l e qu'un poete h a b i t u e a e c r i r e au c o u r a n t de sa plume, h a r c e l e par son imprimeur et s o u c i e u x s u r t o u t de m a t i e r e p r e m i e r e et de mecenes, f a s s e beaucoup de " r e f l e x i o n " aux b u t s p l u s a b s t r a i t s . D ' a i l l e u r s , que p enser d'un " n o u v e l l i s t e " q u i s a t i r i s e j u s q u ' a ses l e c t e u r s , en boudant d'une maniere q u i annonce un des procedes de Jacques l e f a t a l i s t e ? Dans l e s i x i e m e numero, apres un a p p e l a d r e s s e "A T u t t i Q u a n t i " de l u i f o u r n i r des h i s t o r i e t t e s , i l r e p r o c h e a c e r t a i n s l e u r s p l a i n t e s s u r l e manque de v e r i t a b l e s n o u v e l l e s : 0 m a r t i n g a l e s e t e r n e l l e s , Vous r i r i e z done s i j ' e c r i v a i s , T e l C a r d i n a l a t a n t de v o i x , Candie e s t t o u j o u r s a s s i e g e e . (3) I I s ' e n s u i t e n v i r o n 120 v e r s de " n o u v e l l e s " du meme genre, t a n t des f a i t s - d i v e r s de l a Cour que des lieux-communs de l a (1) GB, pp. 99-100. A remarquer l a v e r s i o n heureuse dans 1'avant d e r n i e r v e r s , j u s q u ' a l a saveur l a t i n e du g e r o n d i f , de l a d e v i s e h o r a t i e n n e : " m i s c u i t u t i l e d u l c i . " (2) I b i d . , p. 31? ( " H i s t o r i q u e de l a G a z e t t e b u r l e s q u e " ) . (3) I b i d . , p. 103. k2 p o l i t i q u e I n t e r n a t i o n a l e . Et t o u t d'un coup: He b i e n , amateurs de n o u v e l l e s , D e s q u e l l e s v o u l e z - v o u s , d e s q u e l l e s ? En v o i c i v o t r e c h i e n de sou. ( l ) L o i n de c o n c e v o i r et de f o r m u l e r une d o c t r i n e a f f i r m a t i v e et soutenue s u r n'importe q u e l l e q u e s t i o n l i t t e r a i r e , S c a r r o n se rangea parmi l e s moins t h e o r i q u e s des e c r i v a i n s . On a beau c h e r c h e r chez l u i l e s elements d'un A r t p o e t i q u e ; a pe i n e t r o u v e - t - o n quelques o b s e r v a t i o n s g e n e r a l e s , parsemees dans ses oeuvr e s , s u r 1'importance et l a d i f f i c u l t e d ' e c r i r e avec agrement, meme en s t y l e b u r l e s q u e . De meme, on s i t u e ses p r e f e r e n c e s a t r a v e r s ses louanges de Malherbe et de C o r n e i l l e . Done, s ' i l c e sse de f a i r e cas de l a s a t i r e dans l a G a z e t t e b u r l e s q u e apres l e s i x i e m e numero, c ' e s t moins l ' e f f e t d'une d e c i s i o n r e f l e c h i e que du c a r a c t e r e t r a n s i t o i r e de son b u t . De p l u s , n o t r e g a z e t i e r n ' h e s i t e pas devant un r e v i r e -ment, aux Numeros 11 et 12: Mais c ' e s t a s s e z s a t i r i s e r , Essayons de n o u v e l l i s e r . . . Mais c e t t e e p i t r e ou b i e n g a z e t t e , Pour s a t i r i s e r n 'est pas f a i t e . (2) Comment done l e pre n d r e au s e r i e u x quand i l endosse a s s e z pompeusement l e manteau de J u v e n a l ? En r e v a n c h e , un but s a t i r i q u e se m a n i f e s t e d'une f a c o n r e t e n t i s s a n t e , sans t o u t e f o i s en p o r t e r l e nom, t o u t au l o n g (1) GB, p. 109. (2) I b i d . , pp. 153, 162. 43 de 1 1 e p i t r e d e d i c a t o i r e de son t r o i s i e m e r e c u e i l de v e r s , La S u i t e des oeuvres b u r l e s q u e s , seconde p a r t i e ( l 6 4 7 ) . La "dame" a l a q u e l l e i l d e d i e ce r e c u e i l s ' a p p e l l e G u i l l e m e t t e . C'est l a p e t i t e l e v r e t t e de sa soeur F r a n c o i s e , et i l 1'adresse en sa q u a l i t e de " t r e s - h o n n e t e et t r e s - d i v e r t i s s a n t e c h i e n n e . " ( l ) C e t t e d e d i c a c e f i t epoque; on l a c i t e t o u j o u r s , avec l a Somme d e d i c a t o i r e de F u r e t i e r e dans l e Roman b o u r g e o i s , comme chef-d'oeuvre de son espece. (2) Comme on v e r r a p l u s l o i n ( C h a p i t r e IV"), S c a r r o n p o r t a beaucoup d ' a u t r e s coups de g r i f f e a 1 • i n s t i t u t i o n des d e d i c a c e s , s'en prenant s u r t o u t aux abus de c e t t e p r a t i q u e (ce q u i ne l'empecha p o i n t d'en abuser a s on t o u r ) . P a r c o n t r e , dans son oeuvre de s a t i r e l a p l u s c e l e b r e , I ' E p i t r e c h a g r i n e a Monsieur l e M a r e c h a l d ' A l b r e t , i l ne l a i s s a aucun doute s u r son d e s s e i n . Semblable a ces passages du Sixi e m e L i v r e du V i r g i l e t r a v e s t i dans l e s q u e l s i l enumere l e s t y p e s q u i l ' i r r i t e n t , c e t t e e p i t r e resume presque t o u t e s l e s c i b l e s s c a r r o n i e n n e s f a v o r i t e s , s u r t o u t sous l a r u b r i q u e " facheux"; mais c e t t e f o i s - c i i l i n d i q u e d'abord, et annonce c l a i r e m e n t e n s u i t e , son i n t e n t i o n d ' e n t r e p r e n d r e une s a t i r e d'une f a c o n d e l i b e r e e . (1) PD, I , 2 7 9 . (2) Wolfgang L e i n e r , Der Widmungsbrief i n der f r a n z o s i s c h e n  L i t e r a t u r ( 1 3 8 0 - 1 7 1 5), ( H e i d e l b e r g : I965), p. - 2 9 : "Aber e r s t b e i S c a r r o n ( 1 6 4 7 ) u n d b e i F u r e t i e r e (1666) werden d i e B e t t l e r m a n i e r e n der A u t o r e n i n g e i s s e l n d e n M a n i f e s t e n angepranger 44 L a p r e m i e r e i n d i c a t i o n se t r o u v e dans l e t i t r e meme: l e mot " c h a g r i n " n ' a v a i t pas au X V I I e s i e c l e l e s e n s de " t r i s t e s s e " ou " p e i n e " q u ' i l p o s s e d e a u j o u r d ' h u i ; i l s i g n i -f i a i t p l u t o t " i r r i t a t i o n " ou meme " h o s t i l i t e " ; comme a d j e c t i f , " i r r i t a b l e ' . ' " ( l ) E t l e s t r o i s poemes a i i x q u e l s S c a r r o n donne ce t i t r e en 1659 e t 1660 s o n t p o u r l a p l u p a r t des s a t i r e s . (2) I I commence s o n e p i t r e au m a r e c h a l p a r l e s l o u a n g e s t r a d i t i o n n e l l e s du d e s t i n a t a i r e . P u i s i l c o n t i n u e p a r un compte r e n d u , pas moins t r a d i t i o n n e l c h e z l u i , de s e s p r o p r e s maux. M a i s a p a r t i r du v e r s 64, i l se met a 1'oeuvre: A d r e s s o n s - l u i n o t r e e p i t r e c o l e r e , D e r n i e r c h a g r i n d'une Muse en c o u r r o u x C o n t r e p l u s i e u r s e t q u a s i c o n t r e t o u s Sans s o u f f r i r done que l a r i m e , t r o p f o r t e , L o i n du s u j e t p l u s l o n g t e m p s nous emporte; I r r i t o n s - n o u s , e t l a plume a l a main, F a i s o n s l a g u e r r e a t o u t l e g e n r e humain. E t ce n ' e s t pas une m a l i g n e e n v i e Q u i m ' a i t c a u s e c e t t e m i s a n t h r o p i e : J e h a i s ce v i c e , e t ne s u i s p o i n t de ceux Q u i ne s a u r a i e n t s o u f f r i r u n homme h e u r e u x . (3) Et i l c o n t i n u e , d'un a c c e n t q u i s e n t e n c o r e p l u s f o r t s o n J u v e n a l que dans l a G a z e t t e b u r l e s q u e : (1) V o i r l e deuxieme e t l e s i x i e m e v e r s de 1 ' e x t r a i t q u i s u i t . D u b o i s e t Lagane ( o p . c i t . , p p. 79~8o) donnent p l u s i e u r s exemple de c e t e m p l o i du mot, a j o u t a n t que 1 ' a d j e c t i f " c h a g r i n " p o u v a i t s i g n i f i e r a u s s i "morose," s e n s q u i c o n v i e n d r a i t mieux, s a n s d o u t e , a 1 ' E p i t r e c h a g r i n e de 1652 (a R o s t e a u ) . (2) L e s e d i t i o n s W e t s t e i n e t B a s t i e n des O e u v r e s c o n t i e n n e n t un c l a s s e m e n t des p o e s i e s d i v e r s e s s o u s des groupements a r b i -t r a i r e s . H u i t poemes s o n t g r o u p e s sous " S a t y r e s , " y c o m p r i s l e s E p i t r e s c h a g r i n e s . C ' e s t s a n s d o u t e l ' i d e e du r e d a c t e u r , B r u z e n de l a M a r t i n i e r e . (3) PD, I I , 227, v e r s 64-74. On s a i t que M o l i e r e c o n n u t s o n S c a r r o n . L a remarque de R o u s s e a u ( L e t t r e a d ' A l e m b e r t ) q u ' A l c e s c o n d a m n a i t n o n l e g e n r e humain e n t i e r mais " l e s moeurs de s o n s i e c l e e t l a mechancete de s e s c o n t e m p o r a i n s " s ' a p p l i q u e e n c o r e mieux a l a " m i s a n t h r o p i e " e n c o r e p l u s l i m i t e e de S c a r r o n . 45 Mais q u i , grand D i e u ! pour peu q u ' i l sache e c r i r e , Peut s'empecher de f a i r e une s a t i r e ? Quand t o u t e s t p l e i n d ' i m p e r t i n e n t s d i v e r s Qui peut, grand D i e u ! ne p o i n t f a i r e des v e r s ? ( l ) Et non des v e r s quelconques, e x p l i q u e - t - i l , mais s e u l s l e s c h a g r i n s , quoique l a gr o s s e B e r t h a q u i d e v a i t a n e a n t i r " t o u t l e genre humain" se t r o u v e b i e n t o t remplacee par un f u s i l de f r a n c - t i r e u r q u i s e r t a v i s e r c e r t a i n s des p i r e s specimens d'une c a t e g o r i e p a r t i c u l i e r e : Non de ces v e r s dont l a f i n e s t de p l a i r e , M ais des c h a g r i n s q u ' e n f a n t e n t l a c o l e r e , T e l s q u ' a u t r e f o i s Homere et J u v e n a l , Ou b i e n q u e l q u ' a u t r e i l l u s t r e o r i g i n a l , Ont decoches a 1'envie l ' u n de 1 ' a u t r e C o n t r e l e u r s i e c l e , en t o u t p a s s a n t l e n o t r e Hors en fa c h e u x , en q u o i , sans v a n i t e , Sur l e s Romains nous 1'avons emporte. (2) S'etant range a i n s i du p a r t i des grand s a t i r i q u e s , S c a r r o n se met a i d e n t i f i e r , au cours des 300 v e r s s u i v a n t s , pas moins de 57 v a r i e t e s de fa c h e u x contemporains deux f o i s l e nombre des c a t e g o r i e s a u x q u e l l e s 1 ' e n t r e e des champs e l y s e e s e t a i t defendue ( i n f r a , Ch. I I I ) . I I ne f a i t que mentionner c e r t a i n s de ces t y p e s dans 1 ' e p i t r e , t a n d i s q u ' i l c o n s a c r e j u s q u ' a une v i n g t a i n e de v e r s a d ' a u t r e s , commes l e s prudes ou c e r t a i n s c o u r t i s a n s . L' e p i t r e s u r l e s f a c h e u x n ' e s t pas l a s e u l e o c c a s i o n ou. i l se montra c o n s c i e n t de son r o l e de s a t i r i q u e . M ais dans l a Seconde e p i t r e c h a g r i n e a M. D'Elbene, i l n'a pas b e s o i n (1) PD,TIyJ . 227,vers 75-78 . (2) PD^ r i l , ~228, v e r s 99-106. Une a n a l y s e de sa c r i t i q u e des d i v e r s e s c a t e g o r i e s se t r o u v e r a aux c h a p i t r e s s u i v a n t s . 4 6 de p r e c i s e r s e s i n t e n t i o n s . P o u r l e l e c t e u r c u l t i v e , l e s deux p r e m i e r s v e r s s u f f i s e n t a i d e n t i f i e r l e s u j e t : J 1 e t a i s s e u l , 1 ' a u t r e j o u r , dans ma p e t i t e chambre, Couche s u r mon g r a b a t , s o u f f r a n t en chaque membre. . . ( l ) L a p a r e n t e a v e c "Ibam f o r t e v i a s a c r a . . .," l e commencement de l a neuvieme s a t i r e du p r e m i e r l i v r e d ' H o r a c e , s a u t e aux y eux, a u s s i b i e n que l a S a t i r e V I I I de R e g n i e r ( " J ' o y a i s un de c e s j o u r s l a messe a deux genoux. . . " ) . S c a r r o n , on l e s a i t , l u i q u i n'a pas meme l e moyen de s ' e s q u i v e r , v a e t r e en p r o i e a un ennuyeux f i e f f e . D ' a u t r e s f o i s , quand i l v o u l a i t i n d i q u e r q u ' i l a v a i t e n v i e de s a t i r i s e r , i l se s e r v a i t d'un e x p e d i e n t emprunte au b u r l e s q u e : une i n v o c a t i o n a s a Muse p e r s o n n e l l e , q u ' i l t r a i t e en membre de f a m i l l e e t q u i a s e s humeurs (on l ' a vue "en c o u r r o u x " au s u j e t des f a c h e u x ) . Dans un des p r e m i e r s poemes, L a F o i r e S a i n t - G e r m a i n , i l s ' a d r e s s e a e l l e d'une m a n i e r e s i p e u f l a t t e u s e q u ' i l f a u t y v o i r une e s p e c e de t r a v e s t i s s e m e n t de 1 ' i n v o c a t i o n p o e t i q u e t r a d i t i o n n e l l e : Muse au r i d i c u l e museau, De q u i s i s o u v e n t l e n a s e a u Se f r o n c e a f o r c e de t r o p r i r e , Muse q u i r e g i e l a s a t i r e , V i e n s me r e c h a u f f e r l e c e r v e a u . (2) (1) PD, I I , 213, v e r s 1-2 . (2) I b i d . , I , 11, v e r s 1 -6 . 47 C e t t e r e f e r e n c e des 1643 a x a s a t i r e dans un c o n t e x t e q u i l a confond f a c i l e m e n t avec l e comique et l e b u r l e s q u e l a i s s e p r e s s e n t i r l a f a c o n i m p r e c i s e dont S c a r r o n c o n t i n u e r a a employer l e terme. En e f f e t , La F o i r e S a i n t - G e r m a i n n ' e s t s a t i r i q u e que par e n d r o i t s , y compris quelques d e s c r i p t i o n s p i t t o r e s q u e s des e m b o u t e i l l a g e s que B o i l e a u - D e s p r e a u x s a i s i r a s i b i e n dans sa S a t i r e V I ; mais l a p l u p a r t des o b s e r v a t i o n s de S c a r r o n sont t e i n t e e s de bonne humeur p l u t o t q u ' e l l e s ne sont c r i t i q u e s . P l u s i e u r s annees p l u s t a r d , i l i n v o q u a sa Muse s a t i r i q u e dans une t o u t e a u t r e v e i n e . C e t t e f o i s e l l e d o i t e t r e p l u s s e v e r e que goguenarde: Muse q u i p i n c e s et f a i s r i r e , V i e n s a moi, de g r a c e , et m ' i n s p i r e L 1 e s p r i t q u i C a t u l l e i n s p i r a Quand i l e n t r e p r i t Mamurra. J 1 en veux, a u s s i b i e n que C a t u l l e , Au t y r a n q u i s ' a p p e l l e J u l e . . . ( l ) Car meme 1 • i n d i g n a t i o n d'un J u v e n a l ne s u f f i t pas i c i ; pour La M a z a r i n a d e , i l f a u t l'amertume, 1'acharnement de 1 ' a n c i e n amant de L e s b i e a l'epoque ou i l se l a n c a a l a gorge de J u l e s Cesar et du l i e u t e n a n t de c e l u i - c i en Gaule et en B r e t a g n e . En pure i n v e c t i v e , i l s e r a i t d i f f i c i l e de d e p a s s e r ces deux c o u r t s poemes de C a t u l l e (Numeros 29 et 57). (1) PD, I I , 15, v e r s 1-6$ 48 P l u s t a r d e ncore, v e r s l a f i n de sa v i e , S c a r r o n eut o c c a s i o n de se venger d'un "nomme Ba r o n . " I I f u t s o u c i e u x encore une f o i s de b i e n s o u l i g n e r son i n t e n t i o n . D'abord, i l i n t i t u l a l e poeme S a t y r e , ce q u ' i l n ' a v a i t j a m a i s f a i t a u p a r a v a n t . De p l u s , i l l a i s s a e n t r e v o i r , dans 1 ' i n v o c a t i o n a m b i v a l e n t e , un peu de sa pensee t h e o r i q u e s u r l a t e c h n i q u e du genre: 0 Muse! donne-raoi non du s t y l e p l a i s a n t , M ais du c h a g r i n , du med i s a n t , De c e l u i q u i t r a n c h e et q u i piq u e Et q u i , de l o i n comme de p r e s , Lance d ' i n e v i t a b l e s t r a i t s Dont l e s coups, q u o i qu'on l e u r a p p l i q u e , Et f u t - c e un remede magique, L a i s s e des marques pour j a m a i s . ne me donne p o i n t des v e r s t r o p s e r i e u x : Les p l a i s a n t s se r e p a n d r o n t mieux Par t o u t e l a France h a b i t a b l e ; Le v e r s comique et 1'enjouement, Au v r a i mais s c a n d a l e u x roman Rendrpnt l e l e c t e u r f a v o r a b l e ; Et l e heros t r e s b a t o n n a b l e En e n r a g e r a doublement. ( l ) r a p i d e coup d ' o e i l s u r son a r t s a t i r i q u e q u ' i l Non, C'est un se permet i c i . Le c o u r t debat i l l u s t r e p a r ces deux s t r o p h e s va au coeur de l a s a t i r e , v o i r e de l a comedie. L ' i d e e q u i 1 'emporte q u ' i l vaut mieux employer l e p l a i s a n t pour a t t i r e r l e p u b l i c , t o u t en a c c a b l a n t l e mechant de r i d i c u l e , que l ' e c r a s e r sous l a t o n n e r r e de sa j u s t e c o l e r e a s e r v i a j u s t i f i e r l a comedie de p u i s A r i s t o p h a n e j u s q u ' a Bergson. (1) PD, I I , 2 9 1 - 2 9 2 , v e r s 1-16 (La Ba r o n a d e ) . 49 M a i s , on l ' a b i e n vu, l e s e x c u r s i o n s de S c a r r o n dans l e domaine de l a t h e o r i e l i t t e r a i r e e t a i e n t a s s e z r a r e s et peu a p p r o f o n d i e s , et ne c o r r e s p o n d a i e n t pas t o u j o u r s a ce q u ' i l p r a t i q u a i t . C e l a e s t v r a i de l a Baronade a u s s i . E l l e e s t b i e n p l u s r i c h e en i n v e c t i v e qu'en p l a i s a n t e r i e . En e f f e t , S c a r r o n ne se s o u c i a pas de 1 ' e x a c t i t u d e de l ' e m p l o i q u ' i l f a i s a i t du mot " s a t i r e " ; dans une l e t t r e a M. de M a r i g n y datee du 8 mai l6595 i l f a i t m ention de "un fragment q u i a quelque chose d'assez f o r t en n a t u r e d ' i n v e c t i v e . " Vu l a date et une a u t r e l e t t r e a M. de M a r i g n y ou i l mentionne l a Baronade p a r son t i t r e , c e t t e " i n v e c t i v e " ne peut guere f a i r e r e f e r e n c e a un a u t r e ouvrage qu'a c e l u i q u ' i l se donna l a p e i n e de q u a l i f i e r de S a t y r e . (1) Un a u t r e passage ou S c a r r o n semble se r e g a r d e r en s a t i r i q u e c o n s c i e n t se t r o u v e dans l a d e d i c a c e a Madame Fouquet de l a seconde p a r t i e du Roman comique: De mon n a t u r e l , sans a v o i r b i e n examine s i j e s u i s juge competent de l a r e p u t a t i o n d ' a u t r u i , bonne ou mauvaise, j ' e x e r c e de t o u t temps une j u s t i c e b i e n s e v e r e s u r t o u t ce q u i m e r i t e de l ' e s t i m e ou du blame. J e p u n i s une s o t t i s e b i e n a v e r e e , c ' e s t - a -d i r e j e l a t a i l l e en p i e c e s d'une rude maniere, mais a u s s i j e recompense magnifiquement l e m e r i t e ou. j e l e t r o u v e . (2) Malheureusement, l e c o n t e x t e de c e t t e d e c l a r a t i o n de p r i n c i p e l a i s s e p l a n e r un doute s u r sa v a l e u r de temoignage o b j e c t i f . E s t - c e que l ' a u t e u r se c o n s t i t u e juge de moeurs? Pas en ce (1) Oeuvres,!, 205, 203. (2) RC I I , 9-10. C f . L e i n e r (op. c i t . , p. 286). 50 moment, p a r a x t - i l ; ces b e l l e s p h r a s e s sont p r e c e d e e s , et s u i v i e s , p a r une louange o u i r e e de l a S u r i n t e n d a n t e . I I f a u t done l a c o n s i d e r e r p l u t o t comme j u s t i f i c a t i o n de l a s i n c e r i t e des compliments q u ' i l e s t en t r a i n de f a i r e p l e u v o i r s u r l a femme de son p a t r o n . La •C'on'C'epitdp'n que S c a r r o n se f i t de lui-meme en t a n t que s a t i r i q u e p a r c o u r t done t o u t e l a gamme e n t r e l e s e r i e u x et l e r e f l e c h i , d'un c o t e , j u s q u ' a u b u r l e s q u e et a l ' a c c e s s o i r e a 1 ' a u t r e . On a remarque sa tendance, dans l a G a z e t t e b u r l e s q u e , a se couper l a p a r o l e en prenant c o n s c i e n c e q u ' i l f a i s a i t d i g r e s s i o n en s a t i r i s a n t . On e s t t g n t e de soupconner q u ' i l s A a g i t l a d'une methode d e l i b e r e e pour g l i s s e r l e s a t i r i q u e dans son oeuvre. I I a g i t de l a meme f a c o n dans une e p i t r e d e d i c a t o i r e de l a meme epoque, c e l l e q u i precede (en quelques e d i t i o n s seulement) sa n o u v e l l e Les H y p o c r i t e s . Apres a v o i r b i e n b r o c a r d e l e s pedants q u i se f o n t p a s s e r pour d'honnetes gens, i l s ' i n t e r r o m p t : "Mais j e m'embarque i n s e n s i b l e -ment en une s a t i r e , au l i e u d'achever ma l e t t r e s " ( l ) Meme t r a i t e m e n t encore pour des Manceaux et des M a n c e l l e s , dans 1 ' E p i t r e a Madame de H a u t e f o r t en 1646: p l u s de deux c e n t s v e r s de r a i l l e r i e sans p i t i e , a pres q u o i i l i n s i s t e que pour l e s b i e n d e c r i r e , I I f a u d r a i t f a i r e une s a t i r e , (2) (1) C e t t e d e d i c a c e , a M. de R i n c y , d i s p a r u t des e d i t i o n s des N o u v e l l e s t r a g i - c o t n i q u e s et des r e c u e i l s des oeuvres de S c a r r o n a p a r t i r de I 6 7 O . Magne l a t r o u v e dans 1 ' e d i t i o n de 1656 (No. 36O de sa b i b l i o g r a p h i e ) . On peut l a l i r e dans 1 ' e d i t i o n Sommaville de l 6 6 l (Magne No. 362) a l a B i b l i o t h e q u e n a t i o n a l e (Cote Y2 9827-983O). (2) PD, I , 299, v e r s 2592260. 51 t o u t en ayant l ' a i r de ne pas e t r e c o n s c i e n t q u ' i l v i e n t p r e c i s e m e n t d'en f a i r e une. A u t r e p a r t , i l promet a un ami de Carcassonne q u i se t r o u v e gene par un p r o c e s , de l e venger de ses p a r t i e s : De l e u r s v i e et moeurs i n s t r u i s - m o i , Et j e t e promets s u r ma f o i , De decocher en f a i s a n t r i r e , Sur eux l e s t r a i t s de l a s a t i r e . De l e s f a i r e c r o i r e de t o u s , Les descendants de Ch i c a n o u s , Dont R a b e l a i s a , d i t m e r v e i l l e . . . ( l ) I I e x i s t e a u s s i un temoignage b i o g r a p h i q u e , t o u t a f a i t c r o y a b l e , que son i n s t i n c t comique engloba j u s q u ' a l ' i d e e meme de l a s a t i r e : I I f u t un j o u r s u r p r i s d'un hoquet s i v i o l e n t , que ceux q u i e t a i e n t aupres de l u i , c r a i g n i r e n t q u ' i l n ' e x p i r a t ; cependant ce symptome d i m i n u a . S i j a m a i s , d i t - i l , j ' e n r e v i e n s , j e f e r a i une b e l l e s a t i r e c o n t r e l e hoquet. (2) Et p u i s , meme une s a t i r e q u i v i s e l e hoquet p a r a i t moins o u t r e e qu'une a u t r e c o n c e p t i o n s c a r r o n i e n n e , c e l l e d'une s a t i r e c o n t r e 1'ennemi i m p l a c a b l e q u ' i l ne c e s s a de blamer: 0 que l e S o r t , q u i f a i t c h o i r , q u i r e l e v e , Qui p l a c e au t r o n e et q u i mene a l a g r e v e , Et q u i t o u j o u r s , du moins s o u v e n t e s - f o i s , F a i t et d e f a i t sans r a i s o n et sans c h o i x , Que l e s o r t done e s t un etrang e S i r e , E t q u ' i l m e r i t e une longue s a t i r e ! (3) A i n s i , q u o i que S c a r r o n d i s e , ou ne d i s e pas, ou d i s e confusement, au s u j e t de lui-meme comme s a t i r i q u e ( e t a b s t r a c t i o n (1) GB, p. 152. On pense i n e v i t a b l e m e n t a l a vengeance concue par l e m a i t r e de p h i l o s o p h i e chez M. J o u r d a i n , q u i a c c a b l e r a ses r i v a u x p a r "une s a t i r e du s t y l e de J u v e n a l , q u i l e s d e c h i r e r a d e u l a b e l l e f a c o n . " (Le B o u r g e o i s gentilhomme, A c t e I I , Sc. k). (2) Menagiana, dans Ana, XAinsterdam et P a r i s : 1789-99), H I , 376 (3) PD, I I , 312, v e r s 17-22. 52 f a i t e de sa renommee de r o m a n c i e r r e a l i s t e et p l a i s a n t , et d 1 a r c h i p r e t r e du b u r l e s q u e ) , ses p r o p r e s r e f e r e n c e s a l a s a t i r e a u s s i b i e n que l e s nombreux passages s a t i r i q u e s . d a n s 1'ensemble de son oeuvre montrent b i e n que c e t asp e c t de l ' e c r i v a i n m e r i t e p l u s d ' a t t e n t i o n q u ' i l n'en a a t t i r e j u s q u ' i c i . Le f a i t e s t q u ' i l se conforma a l ' e s s e n t i e l du genre; c ' e s t - a - d i r e q u ' i l se s e r v i t de 1'humour pour s i g n a l e r et pour c r i t i q u e r , dans l e but de l e s c o r r i g e r , c e r t a i n s abus q u ' i l t r o u v a dans l e monde contemporain ---qu i'dfli;ss''a-gisse du gout, de l ' h o n n e t e t e , ou de l ' a r t l i t t e r a i r e ; et a u s s i , comme on v e r r a dans l e c h a p i t r e s u i v a n t , pour se venger d 1 a f f r o n t s . S ' i l nous r e s t e d i f f i c i l e de nous d e b a r r a s s e r de l a n o t i o n t r a d i t i o n n e l l e de S c a r r o n comme e c r i v a i n simplement comique, s i nous sommes t e n t e s de m i n i m i s e r p a r t r o p l e " j ' e n veux aux moeurs" de l a G a z e t t e b u r l e s q u e , v o i c i encore deux exemples p u i s e s dans 1 ' E p i t r e c h a g r i n e a d ' A l b r e t q u i expriment sans equivoque son d e s s e i n ( c ' e s t moi q u i s o u l i g n e ) : J ' a i t r o p pousse peut-etre l a m a t i e r e ; M ais c e t t e e r r e u r , d'une et r a n g e maniere, M'a c h a g r i n e d e p u i s deux ou t r o i s ans, Et j ' e n v o u d r a i s g u e r i r l e s c o u r t i s a n s . . . Et vous a u s s i , q u i , p a r v o t r e s i l e n c e , V o t r e s o u r i r e et v o t r e contenance, Nous d e g u i s e z un e s p r i t de c h e v a l : Demasquez-vous et p a r l e z b i e n ou mal . . . ( l ) E n f i n , l ' e t e n d u e a s s e z grande de ses a t t a q u e s , sa tendance a r e v e n i r s u r c e r t a i n e s f a u t e s s o c i a l e s et l i t t e r a i r e s q u ' i l (1) PD, I I , 235j v e r s 291-294, 3 3 9 - 3 4 2 . 53 v o u d r a i t c o r r i g e r , 1 ' o r i g i n a l i t e et l ' e f f i c a c i t e de beaucoup de ses e x p r e s s i o n s l u i donnent d r o i t a un e c l a t p l u s b r i l l a n t dans l a c o n s t e l l a t i o n s a t i r i q u e que c e l u i qu'on l u i a a c c o r d e . I I f i t f l e c h e s a t i r i q u e de t o u t b o i s : de ses r e a c t i o n s aux m i l i e u x i n t e l l e c t u e l s et s o c i a u x ou i l c i r c u l a i t (pas l i t t e r a l e m e n t , b i e n e n t e n d u ) , de ses s e n t i m e n t s , de ses t r a v e r s , de ses degouts. • I I se s e r v i t de t o u t e s l e s methodes connues, de l ' i r o n i e douce j u s q u ' a u v i t r i o l . Et l e s c o n t r a d i c t i o n s , l e s changements de p r i n c i p e sont r e l a t i v e m e n t r a r e s au co u r s de l a v i n g t a i n e d'annees de sa c a r r i e r e . Son h y p o c r i s i e apparente au s u j e t des d e d i c a c e s f l a t t e u s e s e s t reconnue, comme sa n a i v e t e p o l i t i q u e et sa louange ehontee d'un M a z a r i n v i c t o r i e u x et d ' a u t r e s "grands"; mais i l r e s t a f i d e l e a ses v a l e u r s en a t t a q u a n t l e s d e f a u t s q u i l u i d e p l u r e n t , ce q u i r e s s o r t i r a des pages s u i v a n t e s . On l e v e r r a : comme l e s m e i l l e u r s s a t i r i q u e s , S c a r r o n s'en p r i t s u r t o u t aux d i v e r s e s m a n i f e s t a t i o n s de l a f a u s s e t e , t a n t s o c i a l e s et morales que l i t t e r a i r e s . I I v i s a l e v a n t a r d , l e f a u x d e vot, l e pedant, l a prude et l e s e c r i v a i n s q u ' i l b a p t i s a l e s " m a c h e - l a u r i e r s . " Tout a u t a n t que R e g n i e r avant l u i , que son c o n t e m p o r a i n L a R o c h e f o u c a u l d , que M o l i e r e et L a B r u y e r e apres l u i , S c a r r o n se rangea du p a r t i de 1'"honnete homme," 1'"honnete homme" au sens "homme de b i e n " ; l e s a u t r e s , l e s f a u x , e t a i e n t a demasquer et a exposer au r i d i c u l e q u ' i l s m e r i t a i e n t . 54 C h a p i t r e I I . Les C i b l e s i n d i v i d u e l i e s : "Je ne h a i s p e r sonne." Avant d'examiner l a s a t i r e s c a r r o n i e n n e dans l e s domaines s o c i a u x , moraux et l i t t e r a i r e s , j e me propose de s o u l i g n e r une c a r a c t e r i s t i q u e q u i d i s t i n g u e c e t a u t e u r de presque t o u t a u t r e p r a t i c i e n du genre. I I s ' a g i t de 1 1anonymat presque t o t a l des " v i c t i m e s " de ses a t t a q u e s p e r s o n n e l l e s . On v e r r a que q u a t r e ou c i n q , au p l u s , de ces c i b l e s i n d i v i d u e l l e s possedent des noms connus, dont deux t o u t au p l u s sont d 1 i m p o r t a n c e . On v e r r a a u s s i qu'au moins une f o i s son s i l e n c e , meme devant l a c a l o m n i e , f u t e l o q u e n t , et qu'au moins une s o i - d i s a n t " q u e r e l l e " n ' e x i s t a pas en f a i t . Quant a d 1 a u t r e s d i s p u t e s , q u i f u t "Ganelon"? "Un nomme Baron"? "Un pedant"? "Une v i e i l l e dame campagnarde"? Pensons maintenant a d * a u t r e s personnages rendus r i d i c u l e s dans l e s oeuvres du s i e c l e . E c a r t o n s d'abord l a methode d i r e c t e de B o i l e a u - D e s p r e a u x . Prenons l e s v i c t i m e s s o i - d i s a n t amonymes: 1'ecole de c r i t i q u e s q u i , s e l o n 9 R e g n i e r , ne f o n t que " p r o s e r de l a rime et r i m e r de l a p r o s e ; " ( l ) Granger, l e "pedant j o u e " de Cyrano; H o r t e n s i u s , l e pedant de F r a n c i o n ; T r i s s o t i n , dans Les Femmes s a v a n t e s ; C y d i a s , de La B r u y e r e . I l s sont tous f a c i l e s a i d e n t i f i e r ; i l s l e f u r e n t a l'epoque. Mais a p a r t G i l l e s B o i l e a u (et l a i l ne s ' a g i t pas que de l a p e d a n t e r i e ) , de q u e l pedant S c a r r o n se v e n g e - t - i l dans ses (1) S a t i r e I X , v e r s 65. 55 nombreuses a l l u s i o n s d e f a v o r a b l e s a c e t t e espece? I I y a v a i t Montmaur, dans l a "Requete de Faimmort, p a r a s i t e " ; mais ce f u t l a une oeuvre de deb u t a n t , et S c a r r o n ne f i t que se j o i n d r e au choeur r a i l l e u r des beaux e s p r i t s ( i n f r a , p. 1^9 )• . ( l ) Ce n'est pas q u ' i l repugnat a s'en pre n d r e aux i n d i v i d u s . Ses oeuvres f o u r m i l l e n t d'epigrammes, d ' e p i t a p h e s et d ' a u t r e s p e t i t e s p i e c e s ou i l f u s t i g e sans p i t i e t e l pedant ou t e l l e c o q u e t t e v i e i l l i e . M a i s l a v i c t i m e r e s t e i n c o n n u e , s a u f au poete et p e u t - e t r e a elle-meme. I I d o i t y a v o i r eu, parmi ses c o n n a i s s a n c e s , un modele de c e l u i q u ' i l d e c r i t a i n s i dans un sonnet: "Oui, c ' e s t un pedant, c ' e s t un s o t " ; comme de l ' H e l e n e dont un sonnet v o i s i n c e l e b r e l e s dents d e f e c t u e u s e s . (2) Dans l e meme r e c u e i l (1654) i l i n s e r a une s e r i e d'epigrammes q u i ne l a i s s e aucun doute s u r l a p r o f o n d e u r de son a n i m o s i t e envers c e r t a i n e s a u t r e s femmes. En v o i c i un des moins mechants: Q u e l l e p u t a i n l o r s s e r a morte Et q u e l cocu s e r a v e u f S i j amais l e grand d i a b l e emporte V o t r e c o r p s , q u i n'est pas t r o p n e u f ! (3) I I en t r a i t e d ' a u t r e s de debauchees et de p e r v e r t i e s , et i l emploie a l ' e g a r d d'une d'en t r e e l l e s , q u i l ' a evidemment f a c h e ou decu, l a comparaison l a moins f l a t t e u s e de son (1) I I y a chez S c a r r o n pedants et p e d a n t s . I I s a i t d i s t i n g u e r un homme de m e r i t e q u i sent un peu l e pedantisme, comme son ami G i l l e s Menage, d'un v r a i p e d a n t i s s i m e comme G i l l e s B o i l e a u . Dans l a "Scene deuMatamore et de B o n i f a c e pedant," c ' e s t B o n i f a c e q u i 1'emporte s u r l e f a n f a r o n (Les Boutades du C a p i t a n Matamore, PP. 59 -75 ) . (2) PD, I I , 135-136. (3) I b i d . , I , 139. 56 r e p e r t o i r e : Je vous a i p r i s e pour une a u t r e , D i e u garde t o u t homme de b i e n D'un e s p r i t f a i t comme l e v o t r e Et d'un corps f a i t comme l e mien. ( l ) (Quelques pages p l u s l o i n i l invoque c e t t e meme m a l e d i c t i o n s u r l a t e t e de l ' i n c o n n u q u i s ' e s t empare de son J u v e n a l : " E n f i n , s ' i l e t a i t comme m o i ! " ) . (2) La p l a c e de c h o i x dans c e t t e g a l e r i e peu g a l a n t e a p p a r t i e n t a une " v i e i l l e dame campagnarde," dont l e poete d e c r i t l e s d e t a i l s de "tous l e s s a l e s dehors/De ce d e s a g r e a b l e c o r p s . " (3) C e t t e e p i t r e de 62 v e r s e t a l e l a v a r i e t e de termes d e s c r i p t i f s dont S c a r r o n d i s p o s e quand i l d e s i r e repandre des i n j u r e s . Tout ce qu'on s a i t de l a cause de c e t t e i n c a r t a d e , c ' e s t que l ' a u t e u r s'adresse a l ' i n c o n n u e au commencement comme a quelqu'un q u i se s c a n d a l i s e de ses v e r s . I I se montra done a u s s i d i s p o s e a se s e r v i r de son t a l e n t de v e r s i f i c a t e u r pour maudire c e r t a i n e s femmes qu'a l o u e r aux c i e u x c e r t a i n e s a u t r e s ; mais i l se garda b i e n de nommer l e s p r e m i e r e s . On v e r r a ( i n f r a , Ch. IV) q u ' i l f a i t l a d i s t i n c t i o n e n t r e deux s o r t e s de p r e c i e u s e s . Et l ' o n a beau c h e r c h e r dans ses oeuvres un p r o c e s f a i t au beau sexe en g e n e r a l comme ceux de Jacques Du Lo r e n s ou de B o i l e a u - D e s p r e a u x . (4) (1) PD, I , 406. j(2) I b i d . , I , 411. (3) I l b i d . , I , 321, v e r s 33-34 . (4) Du L o r e n s , S a t i r e I I ; B o i l e a u , S a t i r e , X. 57 S ' i l d e p l o i e au moins quelque e s p r i t en dormant de l a langue a ces ferames, i l ne l u i en r e s t e que t r e s peu pour un homme q u ' i l a p p e l l e Henry Ganelon. Encore une f o i s , i l ne nous l a i s s e pas l a moindre i n d i c a t i o n v a l a b l e s u r 1 ' i d e n t i t e de l a v i c t i m e . I I 1 ' a p p e l l e uhe f o i s "Monsieur Henry," q u i peut s i g n i f i e r que c ' e s t l e v r a i prgnom, mais "Ganelon" e s t un terme d'opprobre d e p u i s t r o p de s i e c l e s pour nous r e n s e i g n e r davantage. D'apres C a u c h i e , l e nom de l ' i n d i v i d u en q u e s t i o n a u r a i t eu une s o n o r i t e v o i s i n e . ( l ) De t o u t e f a c o n , S c a r r o n l u i c o n s a c r e une s e r i e de s i x epigrammes s u i v i e d'une e p i t a p h e dans l e s q u e l l e s on ne t r o u v e presque r i e n de p l a i s a n t a p a r t , l e s o u s - t i t r e : "en l'honneur d 'Henry?. Ganelon." (2) C'est une s e r i e d ' i n j u r e s , et de r e f e r e n c e s d i r e c t e s au g i b e t q u i r e n d r a e n f i n j u s t i c e au c o u p a b l e . Le poete n ' e x p l i q u e j a m a i s l e s t o r t s que "Ganelon" a commis envers l u i et envers d ' a u t r e s . En e f f e t , on s'etonne qu'une a t t a q u e s i f e r o c e et depourvue d'humour se v o i e accordee une p l a c e dans un r e c u e i l de v e r s " b u r l e s q u e s . " L ' e v o l u t i o n de S c a r r o n comme s a t i r i q u e e s t a t t e s t e e meme par sa f a c o n d'exprimer l e r e s s e n t i m e n t , s i on compare ces epigrammes a l a longue d i a t r i b e q u ' i l e c r i v i t en 1659 et 1660 " c o n t r e un nomme Bar o n . " La Baronade, comme i l 1 ' a p p e l l e dans sa co r r e s p o n d a n c e , ou BaroneSde, l e t i t r e de l a p r e m i e r e (1) PD, I , 326, note 2 . (2) L o c . c i t . 58 version, commence par un debat i n t e r i e u r sur le sty l e q u ' i l vaut mieux employer pour punir un mechant (supra, p. 48). II c h o i s i t enfin un melange: 1'invective, mais bien saupoudree de t r a i t s d i v e r t i s s a n t s . Le t i t r e de 1'ouvrage montre deja son intention. Faire preceder le suffixe "ade," longtemps associe a 1'epopee, par un nom contemporain, r i d i c u l e , ou ineonnu, c'est annoncer au lecteur q u ' i l s'agit d'une s a t i r e en grand (La Mazarinade, par exemple; en Angleterre, l a Dunciad d*Alexandre Pope). Mais l a Baronade r e a l i s e aussi, par sa forme speciale, 1 *effet recherche par Scarron. Chacune des 44 strophes en huit vers commence par un alexandrin, s u i v i de sept vers octosyllabes: c•est-a-dire, le vers epique t r a d i t i o n n e l s u i v i du vers t r a d i t i o n n e l de l a farce et du burlesque (Pathelin; le V i r g i l e  t r a v e s t i ) . En outre, le poete f a i t convenir le langage a cette forme; le vocabulaire de 1'alexandrin est presque toujours plus eleve que c e l u i des octosyllabes. Un bon exemple entre autres est l a troisieme strophe, qui commence l a biographie du heros: Marennes, sous l a chaume autrefois l'enfanta; Le mou teton qui l ' a l l a i t a De toutes les mains fut l a proie; Et son geniteur indigent Fut un sbirre , et mourut de joie De v o i r cheminer sur sa voie Un f i l s plus larron qu'un sergent. (l) (1) PD, I Ij 2 9 2 , vers 1 7 - 2 4 . 59 La j u x t a p o s i t i o n des deux tons est soulignee e n f i n par l a rime qui l i e l 1 a l e x a n d r i n a 1 1 o c t o s y l l a b e qui s u i t . L ' e f f e t comique qui en r e s u l t e est b i e n i l l u s t r e dans l a quatorzieme strophe: Cette infante s 1 e t a i t endurcie au t r a v a i l ; E l l e ne mangeait r i e n sans a i l . ( l ) Les aventures de Baron lui-meme se poursuivent dans l ' h i s t o i r e de ses deux premiers mariages. I I q u i t t e sa premiere epouse apres 1'avoir appauvrie ( e t , d i t - o n , empoisonnee); et l e s f i l s du premier l i t de sa deuxieme femme l u i persuadent, au moyen de coups, de rompre v i t e ce nouvel hymen. Le v o i l a e n f i n a P a r i s , ou i l Se f i t c o n n a i t r e , par cent tours D•escroquerie et d*impudence, Pour l e plus grand f r i p o n de France Et f i t de nouvelles amours. (2) A ce point du poeme, Scarron detourne son a t t e n t i o n de Baron pour p a r l e r de l'Angevine ("cette i n f a n t e endurcie au t r a v a i l " ) qui sera sa t r o i s i e m e femme. Pendant d i x strophes i l nous raconte sa c a r r i e r e : chez son pere, gardienne de dindes et de cochons, servant meme quelquefois d 1 e p o u v a n t a i l ; chez une dame p r o v i n c i a l e , s e r v a n t e celebre par sa l e s i n e extreme; dans une autre maison, maitresse d'un ecuyer. I I est tout n a t u r e l q u ' e l l e parvienne jusqu'a l a c a p i t a l e et q u ' e l l e se marie avec Baron. (1) PD, I I , 296, vers 105-106. (2) I b i d . , I I , 294, vers 69-72. 6o L a s e c o n d e m o i t i e de l ' h i s t o i r e s 1 o u v r e s u r l e s n o c e s de ce c o u p l e b i e n a s s o r t i . M a l h e u r e u s e m e n t , i l s a v a i e n t a c h e t e l e s m e ubles a c r e d i t , e t v o i l a l a f e t e t r o u b l e e p a r des c r e a n c i e r s ( l 1 a u t e u r se s o u v i e n t , s a n s d o u t e , d'une s c e n e a n a l o g u e dans s a n o u v e l l e , Le C h a t i m e n t de 1 ' a v a r i c e ) . L o r s l e l i t n u p t i a l , q u o i q u e b i e n d e f e n d u , P a r un s e r g e n t f u t d e t e n d u ; L ' u n d e t a p i s s e , 1'autre e m b a l l e ; E n f i n , comme un e n c h a n t e m e n t , T o u t d i s p a r u t en u n moment; E t t a n t o t r o u g e , t a n t o t p a l e , B a r o n v i t m a r c h e r v e r s l a h a l l e Son f u g i t i f ameublement. (1) E t S c a r r o n d ' i n t r o d u i r e une c o m p a r a i s o n q u a s i - e p i q u e : A i n s i f u t l e f e s t i n des L a p i t h e s t r o u b l e Quand l e C e n t a u r e e c e r v e l e P o r t a t r o p l o i n 1 * i n c o n t i n e n c e . • .(2) I I f a i t e n s u i t e un r e t o u r en a r r i e r e , p o u r e x p l i q u e r ce q u i , en c e t t e dame a s s e z l a i d e , a v a i t a t t i r e B a r o n : b r e f , g r a c e a l a c h i c a n e , e l l e a v a i t de 1'argent c o m p t a n t . R e p r e n a n t a l o r s l e f i l de l a n a r r a t i o n , S c a r r o n d e c r i t une s e r i e d ' e s -c r o q u e r i e s e t de f o u r b e r i e s q u i e n r i c h i s s e n t l e menage. M a i s l e u r v a n i t e l e u r f a i t mener un t r a i n de v i e t r o p l u x u e u x , j u s q u ' a u j o u r ou l e s s e r g e n t s r e v i e n n e n t . Un abbe p r e n d p i t i e de B a r o n e t f a i t d i f f e r e r s a p u n i t i o n . E t S c a r r o n de t e r m i n e r e n f i n l ' h i s t o i r e en f a i s a n t g r a n d e t a l a g e de p a t i e n c e : (1) PD, I I , 299-300, v e r s I 8 5 - I 9 2 . (2) I b i d . , I I , 300, v e r s 193-195-61 I c i l e c h r o n i q u e u r a t t e n d que son h e r o s F o u r n i s s e , en d e t a i l comme en g r o s , A s s e z de q u o i se f a i r e pen'dre. Ce n'est pas que l e c h r o n i q u e u r Manque de m a t i e r e ou de coe u r : I I n'a que t r o p de q u o i s ' e t e n d r e ; Mais on ne p e r d r i e n , pour a t t e n d r e Qu'on execute l e v o l e u r . ( l ) Evidemment S c a r r o n se d e l e c t a a f l e t r i r en rime quelque ennemi, s u r t o u t en se moquant de l a femme de c e l u i - c i , Mais q u e l ennemi? Encore une f o i s , i l ne donne aucune i n d i c a t i o n v a l a b l e dans 1 'ouvrage* Sa correspondance r e v e l e quelque chose en ce q u i concerne 1 ' o f f e n s e , t o u t en gardant l e s i l e n c e s u r l e nom du m a l f a i t e u r . Dans une des l e t t r e s a M. de M a r i g n y d e j a mentionnees ( s u p r a , p. 49) i l d i t de l a Baronade: C'est dommage que 1 'ouvrage n ' a i t e t e f a i t s u r quelque f a q u i n mieux connu. " C e l u i - c i e s t un m a l t o t i e r q u i me d o i t s i x c e n t s p i s t o l e s , et t a c h e de ne me p o i n t p a y e r . (2) M o r i l l o t suppose que "Baron" et "Ganelon" sont l e meme i n d i v i d u ; (3) mais S c a r r o n ne f u t j a m a i s homme a r e s t e r r a n c u n i e r pendant c i n q ans, l ' i n t e r v a l l e q u i separe l e s deux a t t a q u e s . Magne c r o i t q u ' i l s ' a g i t i c i d'un v r a i " s i e u r Baron, s a c r i p a n t de f i n a n c e s . " (4) C a u c h i e , t o u t e f o i s , p a r t a n t du nom du l i e u n a t a l donne dans l e t e x t e , Marennes, p a r v i e n t a e t a b l i r seulement l e f a i t qu'une grande f a m i l l e Baron e x i s t a i t au 17e s i e c l e dans c e t t e r e g i o n p r e s de R o c h e f o r t ; i l a meme (1) PD, I I , 305-306, v e r s 3^5-352. (2) Oeuvres, I , 205. (3) Op. c i t . , p. 126. (4) Magne, S c a r r o n et son m i l i e u , p. 267. Le terme " m a l t o t i e r " employe par S c a r r o n semble appuyer c e t t e i d e n t i f i c a t i o n t o u j o u r s vague. 62 d e c o u v e r t , aux e n v i r o n s de Saumur, l a l i g n e e de l a femme dont l e poeme donne l e p o r t r a i t d e n i g r a n t . Mais meme ces r e c h e r c h e s d i l i g e n t e s l a i s s e n t i n t a c t l e mystere du "Baron" p a r t i c u l i e r v i s e par l e p o e t e , ( l ) On e s t p o r t e a c o n e l u r e que S c a r r o n l e v o u l u t a i n s i . Car i l p r e f e r a i t v o i l e r d e r r i e r e 1 1ananymat ceux q u ' i l n ' a i m a i t p a s . I I y a, p a r exemple, ceux que ses v e r s ont s c a n d a l i s e s , comme l a v i e i l l e campagnarde, ou une c e r t a i n e "Beaute" q u ' i l a d r e s s e , " q u i s o u i l l e z l e s a u t r e s ; " e l l e e s t censee a v o i r ordonne qu'on a p p l i q u e des coups de b a t o n "Aux t r e s maigres e p a u l e s n o t r e s . " (2' I I y a a u s s i "Un c e r t a i n g a l a n t jeune homme" q u i l u i r e p r o c h e de f a i r e des v e r s ; S c a r r o n n'epargne p o i n t 1 ' i n v e c t i v e au s u j e t de ce monsieur ("ame de boue, et co r p s de v a c h e " ) , mais i l ne l e nomme p o i n t . (3) On ne s a i t non p l u s a q u e l "poete c r o t t e " i l l e g u e , dans son "Testament," "Une f e i n t e a p p r o b a t i o n / D e ses p l u s r i d i c u l e s o e u v r e s " ; (4) n i a q u e l a u t e u r ennuyeux i l f a i t a l l u s i o n au cours d'une de ses e p i t r e s en v e r s . (5) (1) PD, I I , 291, 295 ( n o t e s ) . (2) I b i d . , I , 331. (3) 6 B , p. 1 9 3 . (4) PD, I I , 270, v e r s 149, 154-155. Cauchie c r o i t que ce l e g s e s t d e s t i n e a P h i l i p p e Q u i n a u l t , que S c a r r o n v e n a i t de mentionner dans ce passage ("La f i e r t e des v e r s ampoules," v e r s 145). I I es t v r a i que l ' i m p o r t u n d e c r i t p a r S c a r r o n ( i n f r a , pp. 143-148). admire l e mediocre Q u i n a u l t t o u t en m e p r i s a n t l e grand C o r n e i l l e . I I e s t egalement v r a i que S c a r r o n se p l a i g n i t un peu de Q u i n a u l t dans l a p r e f a c e de La P r e c a u t i o n i n u t i l e . Mais i l dut c o n n a i t r e t r o p de poe t e s v r a i m e n t f a m e l i q u e s pour t r a i t e r de " c r o t t e " un avocat q u i e c r i v a i t pour l e t h e a t r e , p a r f o i s avec s u c c e s . (5) PD, I I , 324-325, v e r s 75-84. 63 Quant a l a s o i - d i s a n t m a l i c e que S c a r r o n a u r a demontree envers c e r t a i n s Manceaux dans son roman: i l e s t e v i d e n t que l e s r e c h e r c h e s g e n e a l o g i q u e s m i n u t i e u s e s de M. H e n r i Chardon et sa " c l e f " sont i n t e r e s s a n t e s et v a l a b l e s . I I nous c o n v a i n c que R a g o t i n ressemble a c e r t a i n s egards a Ambroise D e n i s o t , s e c r e t a i r e de l'eveque du Mans et done commensal de S c a r r o n en 1 6 3 6 - 3 8 ; que l e l i e u t e n a n t du p r e v o t du Maine a p a r t i r de 1629 e t a i t F r a n c o i s N o u r r y , s i e u r de V a u s e i l l o n ; et que S c a r r o n a v a i t pour commere a un bapteme en lGj>k une c e r t a i n e M a r g u e r i t e Le D i v i n veuve de J e a n B a u t r u , q u i e s t sans doute 1 * o r i g i n a l de Madame B o u v i l l o n . ( l ) C o n c l u r e p o u r t a n t de ces i d e n t i f i c a t i o n s que S c a r r o n eut m a n i f e s t e de l a " m a l i g n i t e " envers D e n i s o t , de l a r i v a l i t e avec V a u s e i l l o n en t a n t que r i e u r l o c a l , et de l a "rancune" c o n t r e Madame B a u t r u c ' e s t e r i g e r une hypothese s u r un echaufaudage b i e n f a i b l e , f a b r i q u e de " v r a i s e m b l a b l e , " de " p e u t - e t r e , " et de " j e me s u i s t o u j o u r s f i g u r e . . . " ( 2 ) M. Chardon e s t p l u s c r o y a b l e quand i l p a r l e des "personnages que S c a r r o n a p r i s pour t y p e s , c a r i l a brode s u r l a r e a l i t e comme su r un canevas commode, au gre de son i m a g i n a t i o n b u r l e s q u e , " et quand i l observe e n f i n que 1'auteur " s ' e s t t o u t bonnement r e j o u i et a v o u l u r e j o u i r ses l e c t e u r s en mettant en oeuvre l e s aven-t u r e s des personnages aupres d e s q u e l s i l a v a i t v e c u . " ( 3 ) A u t r e -ment d i t , S c a r r o n a t r a v a i l l e en a r t i s t e , en c r e a t e u r . I I n'y a r i e n dans t o u t e s ces d e c o u v e r t e s q u i i n d i q u e que 1'auteur a i t ( l ) H e n r i Chardon, Op. c i t . Chardon c o n s a c r e un c h a p i t r e du deuxieme volume de son oeuvre a chacun de ces t r o i s " v i c t i m e s " terme q u ' i l emploie dans l e resume en t e t e du c h a p i t r e s u r La R a p p i n i e r e ( V a u s e i l l o n ) ( I I , 1 0 2 ) . (2-) I b i d . , I I , 9 9 , 128, I33 et p a s s i m . (3) I b i d . , I I , 2 9 ; 2 6 2 . 64 p r o f i t e de son ouvrage pour r e g l e r de v i e u x comptes, meme s ' i l y en a v a i t a r e g l e r . B i e n entendu, l a v i e de l ' e c r i v a i n ne f u t p o i n t exempte de q u e r e l l e s et de g r i e f s p e r s o n n e l s . J ' a i raontre q u ' i l l e s v i d a i t souvent dans ses oeuvres sans i d e n t i f i e r publiquement son a d v e r s a i r e . Une f o i s au moins, i l a l i a b i e n p l u s l o i n et p l u s h a u t : f a c e a l a p i r e des p r o v o c a t i o n s , i l garda un s i l e n c e e t o n n a n t . I I s ' a g i t de l ' a u t e u r du M i n i s t r e d ' e t a t f l a m b e , sans doute l ' a t t a q u e l i t t e r a i r e l a p l u s f e r o c e que M a z a r i n a i t subie.. Car en 1649, deux ans avant d ' a v o i r a f f a i r e a S c a r r o n , Cyrano de Be r g e r a c s ' e t a i t mis a f u s t i g e r l e c a r d i n a l m i n i s t r e . On n * e t a i t qu'au commencement de l a Fronde, et Cyrano pensa s e r v i r ses p r o t e c t e u r s , l e s p r i n c e s et l e s n o b l e s q u i s ' o p p o s a i e n t a M a z a r i n . " Q u e l l e v o l e e de b o i s v e r t ! " d i t Mongredien de ce poeme.(l) V o i c i quelques e c l a t s de ce b o i s : Vous avez f a u s s e v o t r e f o i , Vous avez e n l e v e l e r o i , Vous avez t r a h i l a j u s t i c e . . . Vous avez f i n e t o u s l e s j o u r s Et C r e a t e u r et c r e a t u r e , Et vous avez f a i t au r e b o u r s Le g a i l l a r d peche de l u x u r e . C'est ou vous e t e s t r o p s a v a n t , C a r d i n a l a c o u r t e p r i e r e : P r i a p e e s t chez vous a t o u t v e n t ; Vous t r a n c h e z des deux b i e n s ouvent, Comme un f r a n c c o u t e a u de t r i p i e r e , Et ne l a i s s e z p o i n t l e devant Sans escamoter l a d e r r i e r e . (2) (1) Seoiiges:Mongredien, Cyrano de B e r g e r a c , ( P a r i s : 1 9 6 4 ) , p. 6 l . (2) Cyrano de B e r g e r a c , Oeuvres c o m i q u e s ( e d . P.-L. J a c o b ) , p.248, "Luxure" possede i c i evidemment l e sens v i e i l l i de "debauche." ( C f . Dubois et Lagane, op. c i t . , p. 3 0 6 ) . 65 I I e s t de t o u t e e v i d e n c e que c e t e s c r i m e u r en v e r s et en p r o s e a u s s i b i e n qu 1 en armes p l u s m o r t e l l e s , f u t quelqu'un a r e d o u t e r . Aucun q u a r t i e r a aucun a d v e r s a i r e , q u ' i l s o i t 1'homme l e p l u s p u i s s a n t du royaume ou un poete malade q u i eut 1'imprudence d'oser c r i t i q u e r l e s p o i n t e s dont l e s oeuvres de Cyrano d e b o r d a i e n t . B i e n davantage:sous un a u t r e c l i m a t p o l i t i q u e , ce poete s ' a t t a q u e r a au meme C a r d i n a l M a z a r i n deux ans apresque Cyrano aura change de p a r t i . En e f f e t , Cyrano t r o u v a S c a r r o n digne de deux de ses l e t t r e s polemiques et s a t i r i q u e s , aux cours d e s q u e l l e s i l l a c h e l a b r i d e a une f u r e u r v r a i m e n t s a d i q u e . Dans l a pr e m i e r e , q u i p a r a i t quelquef©is sous l'anagramme t r a n s p a r e n t e "Contre R o n s c a r , " i l commence p a r s ' e r i g e r en d e f e n s e u r de V i r g i l e , que S c a r r o n e s t en t r a i n de " p r o f a n e r ; " i l c o n t i n u e en se moquant de l ' " h o r r e u r " q u i s a i s i t S c a r r o n quand c e l u i - c i tombe, en l i s a n t , s u r une " p o i n t e " q u i l e " p i q u e " (en v o i l a b i e n u n e ! ) ; et i l ne f a i t pas f a u t e de s i g n a l e r l ' e t a t p h y s i q u e de sa v i c t i m e . I I avoue n ' a v o i r j a m a i s vu S c a r r o n , mais i l a entendu d i r e que "sans m o u r i r , i l a cesse d ' e t r e homme." ( l ) Cyrano a t t r i b u e l e s maux du poete a " c e t t e drogue de N a p l e s " (une ma l a d i e v e n e r i e n n e ) . ( 2 ) Ce n'est qu'un commencement: ( 1 ) Oeuvres comiques, p. 1 7 0 . ( 2 ) I b i d . , p. 172, et note 1 de P.-L. J a c o b . 66 A l e v o i r sans b r a s et sans jambes, on l e p r e n d r a i t , s i sa langue e t a i t i mmobile, pour un terme p l a n t e au p a r v i s du temple de l a M o r t . . . s i j a m a i s i l p r e n a i t e n v i e a l a Parque de danser une sarabande, e l l e p r e n d r a i t a chaque main un c o u p l e de S c a r r o n s , au l i e u de c a s t a g n e t t e s . . . On a j o u t e a sa d e s c r i p -t i o n q u ' i l y a p l u s de d i x ans que l a Parque l u i a t o r d u l e cou sans l e p o u v o i r e t r a n g l e r ; e t , ces j o u r s p a s s e s , un de ses amis m'assura qu'apres a v o i r contemple ses b r a s t o r t s et p e t r i f i e s s u r ses hanches, i l a v a i t p r i s son c o r p s pour un g i b e t ou. l e D i a b l e a v a i t pendu une ame, et se persuada que l e C i e l , animant ce eadavre i n f e c t e et p o u r r i , a v a i t v o u l u . . . j e t e r p a r avance son ame a l a v o i r i e . ( l ) Et a i n s i de s u i t e : S c a r r o n n'a pas pu v o i r un sonnet de Cyrano "de bon o e i l , " c a r i l "ne s a u r a i t meme r e g a r d e r l e c i e l que de t r a v e r s ; " i l f o u r n i t d ' a i l l e u r s "un s p e c t a c l e c o n t i n u e l de l a vengeance de D i e u ; " et e n f i n , pour combler ses peches, i l a ose c a l o m n i e r un p r i n c e de l ' E g l i s e , un "heros q u i c o n d u i t heureusement, sous l e s a u s p i c e s de L o u i s , l e p r e m i e r e t a t de l a c h r e t i e n n e t e . " (2) S i c e t t e d e r n i e r e r e v e r e n c e f a i t e a M a z a r i n p a r a i t s u r -p r e n a n t e , s o r t a n t de l a plume q u i a v a i t e n f a n t e deux ans auparavant Le M i n i s t r e d ' e t a t flambe, on n'a qu'a c o n s u l t e r l e s h i s t o r i e n s et l e s b i o g r a p h e s de Cyrano pour en t r o u v e r 1 ' e x p l i c a t i o n . Car en 1651 on v o i t Cyrano p l u s que p r e t a " e x p i e r , " comme l ' e x p r i m e J a c o b , son poeme a n t e r i e u r . (3) La s i t u a t i o n p o l i t i q u e s ' e t a i t r e t o u r n e e ; l e s p r i n c e s e t a i e n t maintenant a l l i e s a M a z a r i n , c o n t r e l e C a r d i n a l de R e t z . (1) Oeuvres comiques, p. 173 (2) I b i d . , p. 174-175. (3) I b i d . , p. 168, note 1. - I 7 4 . 67 Cyrano, e x p l i q u e Mongredien, "se r a p p r o c h e r a sans vergogne du m i n i s t r e . " ( l ) Dans l a l e t t r e c o n t r e "Ronscar," Cyrano s ' e t a i t venge s u r t o u t d'une o f f e n s e l i t t e r a i r e . M a i n t e n a n t i l y a v a i t a u t r e chose. La c h r o n o l o g i e de ses l e t t r e s e s t d i f f i c i l e a e t a b l i r , d'autant p l u s q u ' i l a v a i t 1'habitude d'en f a u s s e r l e s d a t e s ; (2) mais q u o i q u ' i l en s o i t , Cyrano p r o f i t a de l a n o t o r i e t e de La Mazarinade de S c a r r o n pour e r e i n t e r l e poete de p l u s b e l l e . Comme l e resume Mongredien: S c a r r o n ayant eu l e malheur de mener l e b r a n l e c o n t r e M a z a r i n pendant l a Fronde, sans a v o i r , comme Cyrano p r e c i s e m e n t , chante l a p a l i n o d i e , d e v e n a i t un a d v e r s a i r e p o l i t i q u e . A u s s i B e r g e r a c , v o u l a n t que 1 'outrage f u t p u b l i q u e , r e v e n a i t a l a charge dans son l i b e l l e C o n t r e l e s f r o n d e u r s . (3) C e t t e l e t t r e (ou pamphlet) e s t parmi l e s p l u s longues de Cyrano 20 pages dans 1 * e d i t i o n de J a c o b . E l l e e n t r e -prend avec eloquence l a defense du c a r d i n a l m i n i s t r e et c o n t i n u e p a r une c o n t r e - a t t a q u e s u r l e s r e b e l l e s , y compris l e s "poetes du Pont-Neuf comme S c a r r o n , " q u i depensent 1'argent q u ' i l s r e c o i v e n t de l a Cour "en p a p i e r q u ' i l s b a r b o u i l l e n t c o n t r e e l l e . " (k) Et l e v o i l a l a n c e . I I demande l a p e r m i s s i o n du l e c t e u r de " d e t o u r n e r un peu mon d i s c o u r s , pour p a r l e r a ces r e b e l l e s " : (1) Cyrano de B e r g e r a c , p. 68. (2) Oeuvres comiques, p. 9^, note 1 de J a c o b . I I e s t p r o b a b l e que l e s deux l e t t r e s sont de I 6 5 I . (3) Cyrano de B e r g e r a c , p. 82. (4) Oeuvres comiques, p. 111. 68 P e u p l e s e d i t i e u x , a c c o u r e z pour v o i r un s p e c t a c l e d i g n e de l a j u s t i c e de D i e u ! C'est 1 ' e p o u v a n t a b l e S c a r r o n , q u i vous e s t donne pour exemple de l a p e i n e que s o u f f r i r o n t aux E n f e r s t o u s l e s i n g r a t s , l e s t r a i t r e s et l e s c a l o m n i a t e u r s de l e u r s p r i n c e s . . . . Un t e l s p e c t a c l e ne vous e x c i t e - t - i l p o i n t a p e n i t e n c e ? Admirez, e n d u r c i s , admirez l e s s e c r e t s jugements du Tres - H a u t ; e c o u t e z d'une o r e i l l e de c o n t r i t i o n c e t t e p a r l a n t e momie. . . .admirez combien sont grands et pr o f o n d s l e s s e c r e t s de l a P r o v i d e n c e ; e l l e c o n n a i s s a i t 1 ' i n g r a t i t u d e des P a r i s i e n s envers l e u r r o i , q u i d e v a i t e c l a t e r en m i l s i x cent q u a r a n t e - n e u f ; mais, ne s o u h a i t a n t pas t a n t de v i c t i m e s , e l l e a f a i t n a i t r e quarante ans auparavant un homme a s s e z i n g r a t , pour e x p i e r l u i s e u l t o u s l e s f l e a u x qu'une v i l l e e n t i e r e a v a i t m e r i t e s . ( l ) Sous ces d i a t r i b e s scenimeuses, S c a r r o n se t u t complet ement. D'autres v i c t i m e s du b r e t t e u r l i t t e r a i r e , comme Dassoucy, se d e f e n d i r e n t p u b l i q u e m e n t . Sc db'autant p l u s que Cyrano, dans p l u s d'un p o i n t , d o n n a i t p r i s e c h e r c h e u r c r o i t cependant d i s c une p e t i t e r a i l l e r i e des v a r i a a r r on a u r a i t b i e n pu r i p p s t e r , l a p hrase de Mongredien, " s u r a l a c r i t i q u e . " (2) Le meme e r n e r dans Don Japhet d'Armenie t i o n s de son nom que Cyrano a i m a i t p r a t i q u e r : Don Zapata P a s c a l ! Ou P a s c a l Zapata; c a r i l n ' importe guere Que P a s c a l s o i t devant ou P a s c a l s o i t d e r r i e r e . (3) C'est une hypothese i n t e r e s s a n t e , mais un peu douteuse. Ce q u i e s t h o r s de doute, p a r c o n t r e , c ' e s t q u ' i l n ' e x i s t e aucune mention de son p e r s e c u t e u r dans 1 ' o e u v r e e n t i e r e de ( 1) Oeuvres comiques, p. 111. (2) Cyrano de B e r g e r a c , p. 8 2 . (3) L o c . c i t . ; Oeuvres, V I , 413 (Acte I I , Sc. 1) '69 S c a r r o n , pas meme dans l e s nombreuses l e t t r e s p r i v e e s q u i nous sont p a rvenues. V o i l a , en v e r i t e , un cas e x c e p t i o n n e l dans l ' h i s t o i r e l i t t e r a i r e d'un s i e c l e c e l e b r e pour ses q u e r e l l e s d ' e c r i v a i n s . T o u t e f o i s , comme j e 1 ' a i mentionne en p a s s a n t , i l e x i s t e quelques e x c e p t i o n s a ce q u i p a r a i t a v o i r ete l a r e g i e chez S c a r r o n d ' e v i t e r l g denigrement p e r s o r m e l l e , I I montre du d o i g t sa b e l l e - m e r e , p a r exemple, et l e s e n f a n t s du second l i t de son p e r e , c o n t r e q u i i l f u t en pr o c e s pendant neuf ans. S c a r r o n a t t r i b u e meme l a mort de sa b e l l e -mere a son a v a r i c e , dans une "E p i t a p h e s u r une dame q u i mourut c o n s t i p e e " : Cx-gxt q u i se p l u t t a n t a p r e n d r e , Et q u i 1 ' a v a i t s i b i e n a p p r i s , Q u ' e l l e aima mieux m o u r i r que r e n d r e Un remede q u ' e l l e a v a i t p r i s . (1) L o i n de h a t e r l a f i n du p r o c e s , l a mort de l a m aratre en m u l t i p l i a l e s c o m p l i c a t i o n s . Les e n f a n t s du second l i t r e u s s i r e n t s i b i e n a e m b r o u i l l e r l a d i s p u t e s u r l e s b i e n s du pere que l e poete desespere r e d i g e a et p u b l i a en l6k^ l e Factum ou r e q u e t e , ou t o u t ce q u ' i l vous p l a i r a pour e x p l i q u e r son p o i n t de vue. L a , i l norame b e i et b i e n l e s p a r t i e s a q u i i l ( l ) PD, I , 401. C e t t e e p i t a p h e p a r u t d'abord dans La R e l a t i o n  v e r i t a b l e de 1648, date a p p r o x i m a t i v e de l a mort de F r a n c o i s e de P l a i x ( c f . M o r i l l o t , op. c i t . , p. k2 et Magne, S c a r r o n et  son m i l i e u , pp. 107-108). Dans deux r e c u e i l s de d i v e r s e s p o e s i e s q u i p a r u r e n t en 1654, l ' e d i t e u r (Chamhoudry) i n t i t u l a ce q u a t r a i n " E p i t a p h e de l a b e l l e - m e r e de S c a r r o n , accusee de r e c e l e r . " 70 a a f f a i r e , et i l l e s b r o c a r d e sans l e moindre r e g p e t t D'un co t e se t r o u v e n t ses deux soeurs et lui-meme, "tous t r o i s f o r t incommodes, t a n t en l e u r s personnes qu' en l e u r s b i e n s ; " de l ' a u t r e , l e s deux b e l l e s - s o e u r s , avec l e u r s m a r i s , et l e b e a u - f r e r e , "tous s a i n s et g a i l l a r d s , et se r e j o u i s s a n t au depens d ' a u t r u i . " (1) C'est s u r t o u t l e m a r i de M a d e l e i n e S c a r r o n , C h a r l e s R o b i n , s i e u r de Sigogne, a. q u i l ' a u t e u r s'en prend dans l e Factum, c i t a n t ses " c h i c a n e r i e s i n o u i ' e s . " D'abord, l e d i t Sigogne s'appuie s u r l ' o u i ' - d i r e , que S c a r r o n se p l a i t a r a c o n t e r : . . . i l a ouS d i r e a un bon r e l i g i e u x , grand ami du c o n f e s s e u r de l a n i e c e d'une b l a n c h i s s e u s e , q u i e t a i t soeur de l a femme de chambre de l a pr e m i e r e femme du bonhomrae S c a r r o n son beau-pere: qu'etant a l ' e x t r e m i t e de sa v i e , e l l e a v a i t demande pardon a son m a r i de ne l u i a v o i r p o i n t a p p o r t e de b i e n ; que c e t t e femme de chambre 1 ' a v a i t d i t a c e t t e b l a n c h i s s e u s e , c e t t e b l a n c h i s s e u s e a l a n i e c e , c e t t e n i e c e a son c o n f e s s e u r , ce c o n f e s s e u r a ce bon r e l i g i e u x q u i n ' a u r a i t pas v o u l u m e n t i r , au s i e u r S i g o g n e . . . . (2) E n s u i t e , i l accuse l e meme Sigogne d ' a v o i r f a i t i n t e r v e n i r dans l e p r o c e s un c r e a n c i e r m y s t e r i e u x , a f i n de t o u t i n t e r r o m p r e au moment ou l e s e n f a n t s du p r e m i e r l i t p a r a i s s a i e n t s u r l e p o i n t de gagner l e d e s s u s . Au d e r n i e r i n s t a n t , l e poete se r e n d compte q u ' i l n'a pas encore p a r l e du s e u l f i l s du second l i t , N i c o l a s . Dans une S u i t e du Factum, i l blame c e l u i - c i , t o u t en l e r i d i c u l i s a n t , d 1 a v o i r complique davantage l e p r o c e s , de f a c o n d e l i b e r e e : (1) Oeuvres, I , 119. (2) I b i d . , I , 121. 71:: Pour r e n d r e l a chose v r a i s e m b l a b l e , i l a f a i t une q u e r e l l e d'Allemand a ses soeurs et a ses b e a u x - f r e r e s , et l e u r a demande a u s s i b i e n qu'aux d e f e n d e u r s , une p r o v i s i o n de v i n g t m i l l e l i v r e s . Le pauvre e n f a n t q u i n'a que v i n g t - s i x ou v i n g t - s e p t ans s ' e s t c o n t e n t e s i x ans durant de quelque a r g e n t que l u i ont donne ses b e a u x - f r e r e s , pour a c h e t e r des t a r t e l e t t e s et des t o u p i e s , et ne s ' e s t a v i s e de demander du b i e n que s i x semaines avant 1 * e v o c a t i o n . I I mentionne a u s s i l e s noms de " C h a r l e s " et de " N i c o l a s " dans une " r e q u e t e " en v e r s a d r e s s e e au P r e s i d e n t de B e l l i e v r e en I65O; e l l e e s t , comme l ' e x p r i m e M o r i l l o t , "a peu p r e s l e Factum mis en v e r s . " (2) A p a r t ces ouvrages, cependant, S c a r r o n sembla r e c u l e r devant l a t e n t a t i o n de se s e r v i r de sa plume c o n t r e ces i n d i v i d u s . I I se c o n t e n t e de c o n s i g n e r au T a r t a r e , dans l e Six i e m e L i v r e du V i r g i l e t r a v e s t i , Ceux q u i d'une s u c c e s s i o n Se mettent en p o s s e s s i o n Sans en f a i r e p a r t a. l e u r s f r e r e s . • . (3) et a v i t u p e r e r dans une "epigramme c o n t r e une c h i c a n e u s e " une femme q u i e s t censee e t r e une de ses a d v e r s a i r e s mais q u ' i l n ' i d e n t i f i e p a s . (4) Done, a c e t t e e x c e p t i o n p r e s , i l se montre en g e n e r a l p r o t e c t e u r de 1 ' i d e n t i t e de ses " v i c t i m e s , " q u e l l e s que s o i e n t l e u r s o f f e n s e s , et meme s i l e n c i e u x devant un d i f f a m a t e u r o u t r e . I I nomme d i r e c t e m e n t seulement ceux que t o u t l e monde r e c o n n a i t d e j a comme ses p a r t i e s dans un p r o c e s a g a c a n t . (1) Oeuvres, I , 1 2 6 - 1 2 7 . (2) Op. c i t . , p. 4 3 , note 3 . ( V o i r i n f r a , p. 1 8 0 ) . (3) Oeuvres, I V , 3 9 4 . (4) PD, I , 4 0 2 , et l a note de C a u c h i e . 72 Mais i l r e s t e deux ouvrages ou S c a r r o n , l o i n d ' a m o r t i r l e coup au moyen de 1 1anonymat, s' a t t a q u e ouvertement a un personnage b i e n connu, c e l e b r e meme, q u ' i l d e s i r e q u e r e l l e r . Le p r e m i e r , c ' e s t La M a z a r i n a d e ; l e deuxieme, sa l e t t r e au S u r i n t e n d a n t Fouquet, q u i r a c o n t e son d u e l d'epigrammes c o n t r e G i l l e s B o i l e a u . ( l ) Dans l e s deux c a s , i l s ' a g i t d'une q u e r e l l e p e r s o n n e l l e , avec quelques echos l i t t e r a i r e s . On mentionne a u s s i l e nom de B o i s r o b e r t comme c i b l e de quelques a l l u s i o n s m a l i c i e u s e s de l a p a r t de S c a r r o n . Je r a c o n t e r a i ( i n f r a , Ch. IV) 1 ' a f f a i r e des deux v e r s i o n s r i v a l e s d'une p i e c e adaptee de F r a n c i s c o de R o j a s ; et j e m o n t r e r a i que l e s o b s e r v a t i o n s de S c a r r o n se d i r i g e r e n t v e r s l a c a b a l e des dames p a r t i s a n e s de B o i s r o b e r t , p l u t o t que v e r s l e p o e t e - c o u r t i s a n lui-meme. C e l a n'empeche pas l e s b i o g r a p h e s de p a r l e r de "vengeance" et de "guerre sans m e r c i . " (2) En e f f e t , un t e l langage p a r a i t exagere. On ne r e l e v e que deux ou t r o i s f o i s l e nom de B o i s r o b e r t apres 1655 (date des p i e c e s en q u e s t i o n ) dans ce que S c a r r o n e c r i v i t pour l e p u b l i c . Dans l e p r e m i e r c a s , i l s ' a g i t de l ' i m p o r t u n r i d i c u l e (1) Ce ne f u t pas S c a r r o n q u i p u b l i a l a l e t t r e a Fouquet. Ca u c h i e l ' a t r o u v e e d'abord dans deux r e c u e i l s melanges, dont l ' u n e s t sans date mais probablement de 1660 et l ' a u t r e de 1663 (PD, I I , 2 3 9 , et n o t e s ) . I I e s t v r a i que l e t e x t e donne l ' i m -p r e s s i o n q u ' i l n'eut pas d e p l u a S c a r r o n que c e t t e l e t t r e d e v i n t p u b l i q u e . (2) M o r i l l o t , op. c i t . , p. 2 9 6 . Magne, Le P l a i s a n t abbe de  B o i s r o b e r t , p. 3 6 3 . 73 q u i t r o u v e B o i s r o b e r t un "digne p r e l a t . " ( l ) t t r o u v e dans l e "Testament." S c a r r o n y f a i t c e l e b r e d i v e r t i s s e u r et f l a t t e u r des grands: Item, au s i e u r de B o i s r o b e r t , Qu'on ne prend j a m a i s sans v e r t , Cent l i v r e s de g a l a n t e r i e Et q u a t r e c e n t s de m e n t e r i e , Et des s e c r e t s p r o d i g i e u x Que n o t r e a r t p r o d u i t en t o u s l i e u x , Comme par l e s eaux de Jouvence Remettre l e s v i e u x en enfance, Donner une v i v e beaute A l ' a f f r e u s e d e f o r m i t e , F a i r e un Louvre d'une cabane, D'une coureuse une Suzanne, D'un f o l a t r e en f a i r e un Caton Et d'un gros ane un C i c e r o n . . . (2) Autrement d i t , pour apprendre l ' a r t de f l a g o r n e r , on n'a qu'a s u i v r e l e s t r a c e s du m a i t r e . M a i s S c a r r o n semble v o u l o i r r e p r i m a n d e r i c i l e s f l a t t e u r s en g e n e r a l , p l u t o t que se moquer de B o i s r o b e r t en p a r t i c u l i e r . (3) Quant aux tendances h o m o s e x u e l l e s de c e l u i - c i , nous ne t r o u v o n s chez S c a r r o n aucune a l l u s i o n d i r e c t e ou nettement i d e n t i f i a b l e a c e t t e c a r a c t e r i s t i q u e chez l'Abbe de C h a t i l l o n , a l a s e u l e e x c e p t i o n d'une l e t t r e p r i v e e . Sous l a r u b r i q u e de l a s a t i r e de c e r t a i n s t y p e s du c l e r g e , j e c i t e r a i ( i n f r a , p . 2 1 l a m ention de c e r t a i n s p r e l a t s " q u i j:?outre ceux q u i aiment (1) PD, I I , 216, v e r s 5 0 . (2) I b i d . , I I , 2 6 8 , v e r s 101-114. (3) Magne, son b i o g r a p h e i n d u l g e n t , d e c r i t a p l u s i e u r s r e p r i s e s l a f a c i l i t e avec l a q u e l l e B o i s r o b e r t d e b i t a i t des v e r s e l o g i e u x a t o u s ceux q u i l u i p o u r r a i e n t e t r e u t i l e s . Un exemple: i l se f a i s a i t v o l o n t i e r s " t h u r i f e r a i r e " du c h a n c e l i e r S e g u i e r , mais seulement en echange de bontes a c c o r d e e s : " I I n ' e c r i t guere de louanges i n u t i l e s . . . I I f a u t que chacune l u i r a p p o r t e un avan-tage m a t e r i e l . Done, s ' i l l ' e n c e n s e , c ' e s t q u ' i l a b e s o i n de S e g u i e r . " ( B o i s r o b e r t , p e 3 1 5 ) . L ' a u t r e se ce l e g s au 7M l e s dames, sont "assez peu sages / Pour enganimeder l e u r s pages." ( l ) Pour M o r i l l o t , Magne et C a u c h i e , v o i l a un coup d i r i g e envers B o i s r o b e r t s e u l . (2) C'est C a u c h i e , t o u t e f o i s , q u i s i g n a l e que ce c o u p l e t e s t a n t e r i e u r a l e u r : q u e r e l l e de 1655, d a t a n t de 1653 au p l u s t a r d . (3) Et a c e t t e epoque, l e s deux poetes s ' e s t i m a i e n t e n c o r e . B o i s r o b e r t a v a i t e c r i t aesbverseaiimmnairesipoureiLeau V i r g i l e t r a v e s t i ; et S c a r r o n , dans une "Courante" du r e c u e i l de I65I , s 1 e t a i t v a n t e d * e c r i r e " p r e s q u 1 a u s s i b i e n que l'abbe B o i s r o b e r t . " (4) Tout l e monde p o u v a i t b i e n se d i v e r t i r s u r l e gout p a r t i c u l i e r de l'abbe de C h a t i l l o n , mais S c a r r o n ne l e f a i s a i t pas, du moins en p u b l i c . (5) I I e s t v r a i q u ' i l se gaussa de son a n c i e n ami dans une l e t t r e a M a r i g n y : Quand j e songe que j . ' e t a i s ne a s s e z b i e n f a i t pour a v o i r m e r i t e l e s r e s p e c t s des B o i s r o b e r t s de mon temps. Vous savez b i e n que ce p r e l a t b o u f f o n , De beaucoup d'impudence et de peu de m e r i t e , E s t , p ar-dessus l ' a r c h e de F r i g i o n , Un t r e s - g r a n d s o r b o n i s t e . (6) Encore une f o i s , c e t t e r a i l l e r i e n ' e t a i t pas d e s t i n e e au p u b l i c , mais a un i n d i v i d u . (1) PD, I I , 128, v e r s 27-28 . (2) M o r i l l o t , op. c i t . , p. 296; Magne, B o i s r o b e r t , 363; Magne, S c a r r o n et son m i l i e u , p. 243; C a u c h i e , e d i t i o n des P o e s i e s  d i v e r s e s , I I , 1 2 8 , note 2. (3) C a u c h i e , l o c . c i t . Le poeme, une e p i t r e en v e r s , se t r o u v e dans l e r e c u e i l de 1654. (4) Oeuvres, IV, x i - x i i ; PD, I , 494. (5) Des e x t r a i t s de T a l l e m a n t des Reaux a ce s u j e t r e m p l i s s e n t s i x pages du P l a i s a n t abbe de B o i s r o b e r t ; Magne f a i t a l l u s i o n a u s s i , a p l u s i e u r s r e p r i s e s , a ce penchant chez l'abbe (75? 92, 126, 142 et 378) . (6) Oeuvres, I , 201-2 . Evidemment " s o r b o n i s t e " veut d i r e a u t r e chose q u i rime avec " m e r i t e'^ " ce q u i amene M o r i l l o t a l e t r a n s c r i r " s . . . o r b o n i s t e " et a p a r l e r d'"epigrammes t r e s peu c h a s t e s . " (op. c i t . , p.96) . On ne t r o u v e pas d ' e x p l i c a t i o n de " l ' a r c h e de F r i g i o n . " Une a u t r e v e r s i o n du q u a t r a i n , dans l e Menagiana, donne " E s t , p a r - d e s s u s F a b r i , 1 ' a r c h i f r i p o n . . ." (Ana, I I , 378) . 75 C e t t e fameuse " q u e r e l l e , " done, semble a v o i r e t e p l u s v i v e dans l e s e s p r i t s des h i s t o r i e n s qu'en r e a l i t e . Personne ne c i t e de preuves contemporaines de son e x i s t e n c e , et Magne avoue que " r i e n ne s u b s i s t e de ce c o n f l i t dans l e s oeuvres de n o t r e abbe." ( l ) Au c o n t r a i r e : t o u t ce qu'on t r o u v e dans l e s documents, c ' e s t que dans L a Pompe f u n e b r e de Monsieur S c a r r o n , Baudeau de Somaize accorde a B o i s r o b e r t l a d i s t i n c t i o n d ' e t r e nomme " s u c e s s e u r " du f e u poete b u r l e s q u e . (2) I I e s t d i f f i c i l e de c r o i r e qu'un a d m i r a t e u r de S c a r r o n a u r a i t o f f e r t c et honneur a un ennemi reconnu du d e f u n t . S i j ' a i c o n s a c r e quelques pages et quelque documentation a r e d u i r e c e t t e " q u e r e l l e " a 1 ' i n s i g n i f i a n c e q u ' e l l e m e r i t e , c ' e s t pour mieux s o u l i g n e r que l a s a t i r e v r a i m e n t p e r s o n n e l l e chez S c a r r o n se l i m i t e aux deux noms de M a z a r i n et G i l l e s B o i l e a u . L ' a t t i t u d e du poete a l ' e g a r d de l a Fronde f u t a m b i v a l e n t e , comme on v e r r a p l u s l o i n (Ch. I I I ) . Au debut, c ' e s t s u r t o u t son mepris des F r o n d e u r s q u i f u t l e p l u s en e v i d e n c e , r e n f o r c e p a r son d e s i r de p a i x (et de n o u r r i t u r e ! ) , et par son devouement pour l a f a m i l l e r o y a l e . Une e p i t r e datee du 20 aout 16^9 a t t e s t e son i n g e n u i t e p o l i t i q u e , en r a i l l a n t t a n t o t l e s r e b e l l e s , t a n t o t M a z a r i n lui-meme. En e f f e t , " 1 ' U l t r a m o n t a i n qu'on a t a n t f r o n d e " n ' e s t t a q u i n e que d ' a v o i r ete e f f r a y e p a r un coup de (1) Magne, B o i s r o b e r t , pp. 3 o 3 - 4 . Le b i o g r a p h e c i t e parmi l e s exemples de l a "vengeance" de S c a r r o n deux l e t t r e s ou i l p a r l e d'epigrammes " c o n t r e B. ." Le c o n t e x t e et l e s d a t e s montrent q u ' i l s ' a g i t l a de G i l l e s B o i l e a u . (Oeuvres, I , 212, 2 3 ^ ) . (2) Somaize, La Pompe fu n e b r e de M o n s i e u r S c a r r o n , p. 1 0 . ( B i b l i o t h e q u e de 1 ' A r s e n a l , c o t e Ri'. 7*. l 8 l ) . 76 p i s t o l e t t i r e au h a s a r d , t a n d i s que dans l e meme ouvrage i l e s t reconnu v i c t i m e de "mauvais l i b e l l e s . " Cl) Une a u t r e e p i t r e de l a meme epoque va j u s q u ' a l o u e r l e c a r d i n a l en p a r l a n t de ces memes l i b e l l e s Ou l ' o n raele t o u j o u r s un b r i n Du grand m i n i s t r e M a z a r i n . (2) Comment e x p l i q u e r , a l o r s , l e " v e n i n t e r r i b l e , ' " pour emprunter l e s termes de Magne, que S c a r r o n d e v e r s a s u r l e c a r d i n a l m i n i s t r e un an et demi p l u s t a r d , et dont i l l e menaca d e j a en 1650 en p a r l a n t de ses " t r o i s c e n t s v e r s " ? (supra,p.3 7 ) L a reponse convenue e s t q u ' i l s ' a g i t d'une rancune t o u t a f a i t p e r s o n n e l l e , dans l a q u e l l e l a p o l i t i q u e n ' e n t r e que comme r a t i o n a l i s a t i o n . Pour M o r i l l o t , c ' e s t l a p e r t e de l a p e n s i o n en 1648 q u i e n f a n t e La M a z a r i n a d e . (4) Magne a j o u t e d ' a u t r e s elements p o s s i b l e s , t e l que l ' a m i t i e de S c a r r o n pour de Gondi, C o a d j u t e u r de P a r i s et f u t u r C a r d i n a l de R e t z , et l ' h a b i l e t e de ce m a i t r e - i n t r i g a n t a p e r s u a d e r au poete naSf de s'engager dans l a l u t t e . (5) I I e s t v r a i que l e s u c c e s s e u r de R i c h e l i e u a v a i t r e f u s e en 1644 1 ' o f f r e du Typhon. Mais S c a r r o n a v a i t essuye d ' a u t r e s d e c e p t i o n s de c e t t e s o r t e . La d i s p a r i t i o n de sa p e n s i o n de (1) PD, I , 4 6 5 - 4 6 6 , v e r s 108-112 et 9 4 - 9 6 . (2) I b i d . , I , 489, v e r s 23-24. (3) S c a r r o n et son m i l i e u , p. 163. Pour l a d a t a t i o n de l ' e p x t r e contenant l e s menaces, v o i r l a no t e b i b l i o g r a p h i q u e de Cauchie (PD, I , 4 4 7 -448 ' ) ' . Quant a 1 ' a t t r i b u t i o n de La Mazarinade a S c a r r o n , malgre l e s c o n c l u s i o n s de C e l e s t i n Moreau ( B i b l i o g r a p h i e  des M a z a r i n a d e s ) , M o r i l l o t l ' a rendue h o r s de doute p a r ses r e c h e r c h e s t e x t u e l l e s (op. c i t . , pp. 221-228). (4) Op. c i t . , p. 225. (5) Magne, op. c i t . , p. 163. 77 "malade" f u t beaucoup p l u s g r a v e . Au commencement, i l ne p a r a i t pas a v o i r a c c e p t e comme i r r e v o c a b l e l e s i l e n c e q u i r e p o n d a i t a ses r e q u e t e s aupres des m e s s i e u r s du T r e s o r . Mais i l s'en r e n d i t compte e n f i n : "Ma c h a r g e , " e c r i v i t - i l a Mon s i e u r d'Aumalle a l a f i n d'une longue e p i t r e en v e r s datee du 4 J a n v i e r 1650, " e s t , peu s'en f a u t , c a s s e e . " ( l ) De p l u s , i l commenca a en t e n i r M a z a r i n r e s p o n s a b l e . Car i l menaca c e l u i - c i de f a i r e i mprimer en H o l l a n d e Des v e r s q u i ne sont pas d'amour: La b e l l e i m p r e s s i o n d ' E l z e v i r e F e r a que ma f a c o n d ' e c r i r e Reprendra n o u v e l l e v i g u e u r ; Et l o r s malheur, malheur, malheur Sur q u i l e c h a g r i n du malade T i r e r a son arquebusade. (2) Ces menaces f u r e n t r e d o u b l e e s dans une e p i t r e q u i e s t probablement de l a meme epoque. C e t t e e p i t r e s ' a d r e s s e a un c e r t a i n "Brave s e i g n e u r , a u t r e f o i s mon s u p p o r t , " sans doute un des s e c r e t a i r e s aupres de M a z a r i n . S c a r r o n commence en grondant ce " s e i g n e u r , " 1 ' a c c u s a n t de ne pas a v o i r p l a i d e a s s e z assidument l a cause du poete besogneux. P u i s i l c o n t i n u e en se v a n t a n t de l a p u i s s a n c e de sa plume: Je s a i s f o r t b i e n , sans l ' a v o i r p r a t i q u e , Comme on s e r a de mon s t y l e p i q u e ; Je f a i s p l e u r e r encore mieux que r i r e . . . (3) (1) PD, I , 474, v e r s 69. (2) I b i d . , I , 474-475, v e r s 176-182. Le nom de c e l u i q u i e s t v i s e p a r son arquebuse ne p a r a i t pas, mais l a s u i t e l e r e n d e v i d e n t . (3) I b i d . , I , 512, v e r s 25-27. 78 Cependant, t o u t compte f a i t , i l n'a pas 1 ' i n t e n t i o n de se venger en employant i c i l e t r a i t de l a s a t i r e , Qui p l a i t et mord, q u i f a i t p l e u r e r et r i r e . (1) Non, i l e s t genereux, l u i : "Le * ** de moi ne d o i t r i e n c r a i n d r e , " malgre son mep r i s du Typhon, l e q u e l r e u s s i t quand meme, et b i e n q u ' i l eut sans doute t o u r n e l a r e i n e c o n t r e l e p o e t e . (2) E n f i n , t o u t ce que M a z a r i n a b e s o i n de f a i r e pour e n r i c h i r S c a r r o n , Sans m e t t r e main en bourse Dont i l a peur de v o i r t a r i r l a sour c e . . . (3) c ' e s t de l u i a c c o r d e r un p r i v i l e g e pour l e s t r o i s c e n t s v e r s q u ' i l a en t e t e . Et i l v a j u s q u ' a o f f r i r au c a r d i n a l m i n i s t r e deux c e n t s ecus, avec une recompense p a r e i l l e pour l e "brave s e i g n e u r , " c e r t a i n encore de p o u v o i r r e t i r e r pour lui-meme une as s e z g r o s s e somme de c e t t e a f f a i r e . V o i l a La Mazarinade b e l et b i e n p r e f i g u r e e . On c o n c l u t , avec M o r i l l o t , q u ' i l 1 ' a v a i t d e j a dans l e t i r o i r . (4) On n'a qu'a a j o u t e r , au c h i f f r e r o n d de 300, c e r t a i n s passages q u i f o n t a l l u s i o n aux evenements de l ' e t e et de l'automne de 165O, q u ' i l a b i e n pu i n s e r e r au d e r n i e r moment, pour a r r i v e r sans p e i n e (1) PD, I , 513, v e r s 35-36 . (2) L o c . c i t . , v e r s 39 . S c a r r o n se s e r t d ' a s t e r i s q u e s q u a t r e f o i s au cours de 1 ' e p i t r e pour e v i t e r de nommer M a z a r i n dans ce c o n t e x t e ( l e r e c u e i l e s t de 1651) . A p a r t i r de l ' e d i t i o n de 1737» on a i n s e r e " M a z a r i n " t r o i s f o i s , " J e a n - F e s s e " une f o i s . (3) PD, I , 514, v e r s 63-64. (4) Op. c i t . , pp. 225-6 . 79 au t o t a l d e f i n i t i f des 396 v e r s que comporte 1 *ouvrage p u b l i e . ( l ) Mais p o u r q u o i l a c h e r c e t t e d i a t r i b e au p u b l i c au commence-ment de 1651? S c a r r o n a u r a i t - i l abandonne t o u t e s p o i r de v o i r r e n a i t r e sa p e n s i o n , re-roya-ntajn'e-'drdre-n 'av;oiri'anp:eridafie<?r.." ' Les q u e s t i o n s p o l i t i q u e s , s u r t o u t dans c e t t e l u t t e c o n f u s e ou l e s l o y a u t e s c h a n g e a i e n t de j o u r en j o u r , n * e t a i e n t qu'a l a s u r f a c e chez l u i . I I e s t douteux que son a m i t i e pour de Gondi e n t r a t en l i g n e de compte, c a r c e l u i - c i ne f r o n d a i t p l u s , ayant r e c u des I 6 5 O l e chapeau rouge q u ' i l b r i g u a i t d e p u i s longtemps. S ' a g i s s a i t - i l done e n f i n de rancune p e r s o n n e l l e t o u t e pure? Mais en ce c a s , p o u r q u o i a t t e n d r e une annee e n t i e r e apres 1 ' e p i t r e au "brave s e i g n e u r " ? E s t - c e que l e s i l e n c e des grands devant ses menaces d e r i s o i r e s 1 ' a v a i t p i q u e e n f i n a a g i r ? I I e s t c l a i r q u ' i l y a i c i p l u s de q u e s t i o n s que de r e p o n s e s , d'autant p l u s qu'on ne s a u r a i t j u g e r l e p o i d s p r e c i s de 1'amertume p e r s o n n e l l e dans c e t t e a f f a i r e . Non seulement a v a i t - i l q u a l i f i e s M a z a r i n de "grand" en 1649; mais s i on examine de p r e s son " A v i s de D i x m i l l i o n s et p l u s , " on e s t p o r t e a d o u t e r que ce s o i t v r a i m e n t d e f a v o r a b l e au m i n i s t r e : ( l ) I I p a r l e de 1 ' e x p e d i t i o n p u n i t i v e en Guyenne du mois de j u i l l e t ( v e r s 2 6 l - 8 ) , et de 1'emprisonnement de Conde au Havre, ou l ' o n a v a i t t r a n s f e r e l u i et son f r e r e en novembre I 6 5 O ( v e r s 3 0 8 - 1 2 ) . 8o P l a i s e au S e i g n e u r *** , C a r d i n a l , En ma f a v e u r de c r e e r un o f f i c e Pour r e c h e r c h e r ceux q u i d i s e n t du mal De ses c o n s e i l s , p a r rancune ou m a l i c e , Et d'ordonner que r e c o r s et s e r g e n t s E x i g e r o n t un d e n i e r de chaque homme Qui l e d e c r i e au grand mepris de Rome. Je l u i promets cent f o i s cent m i l l e f r a n c s , Et s i , j ' a u r a i pour moi p l u s g r o s s e somme. ( l ) M o r i l l o t t r o u v e ces v e r s " d e j a gros de La M a z a r i n a d e . " ( 2 ) En e f f e t , un o f f i c e q u i permette a S c a r r o n de p r o f i t e r de 1 ' i m p o p u l a r i t e de M a z a r i n r e s s e m b l e beaucoup a un p r i v i l e g e pour imprimer c e r t a i n s v e r s r e n t a b l e s . Mais comment peut-on y v o i r une Mazarinade en gerbe quand S c a r r o n p a r a i t a t t r i b u e r a "rancune ou m a l i c e " l a medisance c o n t r e l e c a r d i n a l , s i n o n a l ' h e r e s i e ou au l i b e r t i n a g e ("au grand mepris de Rome")? Done, l e s m o b i l e s q u i p o u s s e r e n t S c a r r o n a e c r i r e et a f a i r e i mprimer L a Mazarinade nous r e s t e n t t o u j o u r s en p a r t i e v o i l e s . L ' a f f a i r e du Typhon, l a p e n s i o n supprimee, l ' a m i t i e pour de Gondi et pour c e r t a i n e s gens du p a r t i des p r i n c e s , meme un peu de v r a i e p o l i t i q u e c ' e s t sans doute un p o t p o u r r i de t o u t e s ces choses, sans qu'on en p u i s s e p r e c i s e r l a p r o p o r t i o n de chaque i n g r e d i e n t . Son a v e r s i o n pour M a z a r i n en ce moment, q u e l l e s qu'en f u s s e n t l e s p r o v o c a t i o n s , ne f u t pas p a s s a g e r e . J ' a i remarque ( s u p r a , p. 38) l e v e r s " P o i n t M a z a r i n , f o r t honnete homme." C e t t e j u x t a p o s i t i o n se t r o u v e dans l e Si x i e m e L i v r e du V i r g i l e ( 1 ) PD, I , 5 0 8 - 9 . ( 2 ) Op. c i t . , p. 64, note 1. 8 1 t r a v e s t i ( l a S i b y l l e p a r l e a i n s i en p r e s e n t a n t Enee a Cha r o n ) , q u i p o r t e presque l a meme date que La M a z a r i n a d e . Je c i t e r a i p l u s l o i n (Ch. I l l ) quelques-unes des i n j u r e s q u ' i l l a n c a c o n t r e M a z a r i n en 1 6 5 2 , dans l e s R e f l e x i o n s p o l i t i q u e s et m o r a l e s . P o i n t de rancune dans c e t t e d e r n i e r e t i r a d e , t o u t e f o i s ; l e s g r i e f s q u ' i l exprime, a l a v e i l l e de son depa r t p r o j e t e , sont d'ordre p o l i t i q u e . C'est l e b i e n - e t r e de l a France q u i l e conce r n e . L ' a s p e c t p e r s o n n e l c e t t e f o i s ne c o n s i s t e qu'a compter parmi l e s a t t r a i t s de l'Amerique, '1'-absence de t o u t M a z a r i n . I I r e v i e n t encore une f o i s a ce theme dans I ' E p i t r e c h a g r i n e a R o s t e a u , oil i l se r e j o u i t p a r c e que La n o t r e c h e r Sardanapale Ne v i e n d r a . . . . . . ( l ) Du p o i n t de vue s t r i c t e m e n t l i t t e r a i r e , i l e s t douteux que La Mazarinade m e r i t e t a n t d ' a t t e n t i o n . C'est un melange a s s e z decousu et ]£l?eii%>:dre Trt&p&ksitfijxsixs,, marque d ' i n v e c t i v e s et meme d ' o b s c e n i t e s ou 1'auteur semble s ' e f f o r c e r de se de-p a s s e r ; de s o r t e que l a v e r v e p l a i s a n t e q u i anime 1'oeuvre p a r e n d r o i t s e s t inondee v e r s l a f i n par une f e r o c i t e inoui'e: ( l ) P D , I I , 6 6 , v e r s I 9 7 - I 9 8 . L ' a d j e c t i f " c h e r " a amene Cauchie a c r o i r e que l e poete f a i t a l l u s i o n a quelque ami commun. Mais l e nom d'un p r i n c e a s s y r i e n devenu p r o v e r b i a l pour ses debauches ne c o n v i e n t guere a un ami. D ' a i l l e u r s , S c a r r o n a v a i t d e j a a p p e l e M a z a r i n un " C a r d i n a l S a r d a n a p a l e " dans L a Mazarinade (PD, I I , 2 9 , v e r s 2 8 6 ) . Le terme e s t i r o n i q u e , b i e n s u r . 82 Ta c a r c a s s e d e s e n t r a i l l e e , P a r l a c a n a i l l e t i r a i l l e e , E n s a n g l a n t e r a l e pave; Ton p r i a p e , haut e l e v e A l a perche s u r une gaule Dans l a c a p i t a l e de Gaule Sera l e j o u e t des l a q u a i s , L ' o b j e t de m i l l e s o b r i q u e t s . . . ( l ) Le jugement de M o r i l l o t p a r a i t s o l i d e : "pas une oeuvre remarquable, e l l e n ' e s t p o u r t a n t pas un des p l u s mauvais pamphlets de l a Fronde." (2) Et p o u r t a n t , La Mazarinade o f f r e des t o u r s s p i r i t u e l s et ne manque pas en t i e r e m e n t de s t r u c t u r e . E l l e se d i v i s e a s s e z nettement en c i n q p a r t i e s , chacune possedant ses p a r t i c u l a r i t e s de s t y l e et de t o n . Apres 1 ' i n v o c a t i o n a l a muse " q u i C a t u l l e i n s p i r a / Quand i l e n t r e p r i t Mamurra" ( s u p r a , p. 47) , S c a r r o n nous p r e s e n t e brievement l ' o b j e t de son a t t a q u e : C'est un c a p r i c e du h a s a r d , Qui n a q u i t garcon et f u t g a r c e , Qui n ' e t a i t ne que pour l a f a r c e , Pour l e s c a r t e s e t • p o u r l e s des, Pour t o u s l e s p l a i s i r s debordes, Et pour l a p e r t e du royaume S i quelque M a i t r e J e a n G u i l l a u m e Ne nous en d e l i v r e a l a f i n . (3) C'est l ' e s q u i s s e s u r l a q u e l l e i l b r o d e r a r i c h e m e n t t o u t a l ' h e u r e , Ces v e r s l u i s e r v e n t egalement de t r e m p l i n , c a r i l c o n t i n u e : "Bon, j e sens e c h a u f f e r ma v e r v e , " et i l l a n c e son d e f i c o n t r e M a z a r i n . (4) (1) PD, I I , 31-32, v e r s 329-336. (2) Op. c i t . , p. 228. (3) PD| I I , 15-16, v e r s 8 -15 . S e l o n C a u c h i e , J e a n G u i l l a u m e e t a i t un des bo u r r e a u x a P a r i s . (4) I b i d . , I I , 16, v e r s 21. 83 La deuxieme s e c t i o n ( v e r s 35-190) e s t parsemee d ' i n j u r e s et de d i g r e s s i o n s . E l l e t r a i t e t r e s l i b r e m e n t du c a r a c t e r e de M a z a r i n et de sa c a r r i e r e avant son a r r i v e e au p o u v o i r . Tout l e monde, observe l e p o e t e , s ' e s t trompe en c r o y a n t ce "Singe du p r e l a t de Sorbonne" digne de ce p o s t e e l e v e . ( l ) En v e r i t e , i l e s t " i l l u s t r e " seulement "en [ s a j p a r t i e hon-t e u s e , " (2) s p e c i a l i s t e de j e u x de c a r t e s e t , a l a d i f f e r e n c e de son p r e d e c e s s e u r , mesquin envers l e s p o e t e s . Son v r a i t a l e n t e s t c e l u i du parfumeur: Va t ' e n t r a v a i l l e r en j a s m i n , Digne e m p l o i de t a b l a n c h e main. (3) Que M a z a r i n s'en a i l l e , done; qu 1 i l : : r e t o u r n e a Rome, se gardant b i e n de se f a i r e r e c o n n a x t r e en r o u t e , de peur d ' e t r e " d e t e s t i c u l e . " (4) (C'est l a un l e i t - m o t i v q u i r e p a r a x t r a p l u s l o i n ) . "Te s o u v i e n t - i l b i e n d ' A l c a l a , " demande e n s u i t e l e poe t e , f a i s a n t a l l u s i o n a l a v i l l e u n i v e r s i t a i r e ou M a z a r i n a v a i t passe une p a r t i e de sa j e u n e s s e , Quand, ganymede ou q u i n o l a , L'amour de c e r t a i n e f r u i t i e r e Te causa maint coup d ' e t r i v i e r e ? Quand l e C a r d i n a l Colonna De p a r o l e s t e malmena Et qu'a beaux p i e d s , comme un b r i e o n e , Tu t e sauvas a B a r c e l o n e ? (5) (1) PD, I I , 17, v e r s 45. (2) L o c . c i t . , v e r s 49. (3) PD, I I , 20, v e r s 99-100. (4) I b i d . , I I , 21, v e r s 120. (5) I b i d . , I I , 21-22, v e r s 143-150. " Q u i n o l a , " s e l o n Dubois e L a g a n e ( o p . c i t . , p. 402) e s t un"homme a gages charge de con-d u i r e une dame." Le mot " b r i c o n e " n ' e x i s t e pas en fran§ais; S c a r r o n l ' a evidemment emprunte a l ' i t a l i e n ( b r i c c o n e : p e t i t f r i p o n ) . Qk S e l o n S e g r a i s , un ami de S c a r r o n , c ' e s t s u r t o u t l a r e v e l a t i o n de c e t t e a v e n t u r e q u i r e n d i t M a z a r i n , d 1 o r d i n a i r e peu s o u c i e u x des a t t a q u e s l i t t e r a i r e s , f u r i e u x c o n t r e l e p o e t e : De t o u s l e s e c r i t s qu'on a f a i t s c o n t r e l u i , l a Mazarinade de S c a r r o n e s t c e l u i q u i l u i f u t l e p l u s s e n s i b l e , p a r t i c u l i e r e m e n t a cause de l ' e n d r o i t ou i l f u t r e p r o c h e d 1 a v o i r ete chasse d ' A l c a l a p a r l e C a r d i n a l Colonna, d 1 o u i l f u t c o n t r a i n t d ' a l l e r a p i e d j u s q u ' a B a r c e l o n e , pour s'embarquer et r e p a s s e r en I t a l i e . Le s u j e t de l a c o l e r e de ce c a r d i n a l c o n t r e l u i f u t a 1 ' o c c a s i o n de ses amourettes avec une b o u q u e t i e r e q u ' i l v o u l a i t epouser. . ( l ) C'est dommage, c o n t i n u e S c a r r o n , que l e f u t u r C a r d i n a l m i n i s t r e ne s o i t pas r e s t e en Espagne avec sa "vendeuse d ' o i g -nons," au l i e u d ' e t r e e l e v e en p r i n c e p a r l a f o r t u n e et d ' e t r e mis " s u r l e cou" de l a F r a n c e . (2) Mais l a f o r t u n e r e n d r a j u s t i c e a l a f i n ; M a z a r i n e s t exh o r t e a. s ' enf u i r : Va, va t ' e n done ou l ' o n t ' e n v o i e ; Q u ' i c i j a m a i s on ne t e v o i e . (3) Ce "va" s e r t de t r a n s i t i o n e n t r e l a deuxieme s e c t i o n et l e s deux s e c t i o n s s u i v a n t e s . En e f f e t , ces t r o i s i e m e et quatrieme p a r t i e s , t o u t en t r a i t a n t de deux themes d i s t i n c t s , c o n s i s t e n t en une s e u l e phrase q u i c o n t i n u e pendant lkQ v e r s . Le t o u t commence par l e meme i m p e r a t i f q u i a t e r m i n e l a deuxieme s e c t i o n : Va r e n d r e compte au V a t i c a n De t e s meubles mis a l ' e r i c a n , Du v o l de nos t a p i s s e r i e s . . . .(k) (1) S e g r a i s i a n a , ( P a r i s : 1731) , p. 165 . (2) PD, I I , 2 2 , .vers l 6 0 , l 6 ' l . (3) I b i d . , I I , 2 3 , v e r s 1 8 9 - I 9 O . (k) L o c . c i t . , v e r s 1 9 1 - 1 9 3 . 85 La s e r i e de "De" a i n s i abordee c o n t i n u e l e l o n g d'un i n v e n t a i r e des exces de t o u t e s s o r t e s dont l e c a r d i n a l f u t cou p a b l e : 1 ' e s c r o q u e r i e , l e f a s t e , l e s e r r e u r s m i l i t a i r e s ; son a v a r i c e , son h y p o c r i s i e , sa c r u a u t e et sa p e d e r a s t i e ( v e r s 191-317) . Le d e r n i e r d e t a i l de c e t a c t e d ' a c c u s a t i o n e s t 1 ' a r r e s t a t i o n et 1'emprisonnement du p r i n c e de Conde, l u i q u i a v a i t justement p r o t e g e M a z a r i n de l a f o u l e f r o n d e u s e en 1648. La quatrieme s e c t i o n du poeme, done, nous montre c e t t e f o u l e , une f o i s d e c h a i n e e , se vengeant du c a r d i n a l de l a maniere t e r r i b l e i n d i q u e e au commencement. I I ne r e s t e au poete qu'a t e r m i n e r ce l o n g p r o c e s f a i t a M a z a r i n p a r une n o u v e l l e s e r i e d ' i n j u r e s , y compris une s e r i e de douze v a r i e t e s de "bougre" ( l ) , et par un r e t o u r a l a f i n au s p e c t a c l e du c a r d i n a l "au bout d'une v i e i l l e p o t e n c e . " (2) " I I e s t d i f f i c i l e , " d i t T h e o p h i l e G a u t i e r , " d * a l l e r p l u s l o i n en f a i t d ' i n v e c t i v e s et d' o r d u r e s ; c ' e s t du J u v e n a l , moins 1 • i n d i g n a t i o n honnete." (3) S c a r r o n n'avoua jam a i s p l e i n e m e n t l a p a t e r n i t e de c e t enf a n t t e r r i b l e , mais peu s'en f a u t . Deux pages du r e c u e i l posthume de 1662 sont c o n s a c r e e s a l a louange de " J u l e s , a u t r e -f o i s l ' o b j e t de l ' i n j u s t e s a t i r e " et " a u j o u r d ' h u i l ' o b j e t de 1'amour des F r a n c a i s . " (4) C'est l e commencement d'un sonnet (1) PD, I I , 32-33, v e r s 351-363. (2) I b i d . , I I , 34, v e r s 393-(3) Les Grot e s q u e s , ( P a r i s : 1856), p. 372. (4) PD, I I , 306. 86 q u i c o n t i e n t p l u s l o i n 1 1 a v e u s u i v a n t : P a r l e malheur du temps, ou p l u t o t pour l e mien, J ' a i doute d'un m e r i t e a u s s i pur que l e s i e n . . . Je c o n f e s s e un peche que j e p o u r r a i s c e l e r . . . ( l ) A l a page s u i v a n t e i l chante l e p o r t r a i t du "grand c a r d i n a l " f a i t p ar P i e r r e M i g n a r d en 1658. Meme aupar a v a n t , dans l a Ga z e t t e b u r l e s q u e , i l a v a i t t e n t e de f a i r e amende hono-r a b l e . Le p r e m i e r numero d e c r i t M a z a r i n comme Cet Argus q u i pour l e r o i v e i l l e . • . Ce s u c c e s s e u r de R i c h e l i e u A q u i l ' o n d o i t t o u t apres D i e u . (2) A i n s i se t e r m i n a sans g l o i r e une des deux q u e r e l l e s d e f i n i t i v e s de n o t r e s a t i r i q u e peu q u e r e l l e u r . La Mazarinade r e s t e v r a i m e n t unique parmi l e s oeuvres de S c a r r o n , p a r sa f u r e u r d e b r i d e e . Comme 1'exprime G a u t i e r , " i l e s t e t r a n g e q u ' i l se s o i t t r o u v e a u t a n t de f i e l dans ce p e t i t c o r p s r a b o u g r i . " (3) En e f f e t , c e t t e p h i l i p p i q u e nous montre un aspe c t de S c a r r o n t r e s r a r e , c a r a l a f i n de sa v i e i l m a n i f e s t envers G i l l e s B o i l e a u moins de v i o l e n c e et p l u s d ' e s p r i t p l a i s a n t . S i l e s r a i s o n s q u i l ' a n i m e r e n t c o n t r e M a z a r i n sont d i f f i c i l e s a p r e c i s e r , c e l l e s de sa b r o u i l l e avec l e f r e r e a i n e de Despreaux s a u t e n t aux yeux. On c o n n a i t l e pedantisme de G i l l e s B o i l e a u , mais i l y a v a i t b i e n davantage. Encore (1) PD, I I , 306. (2) GB, p. 61. (13) Op. c i t . , 373. 87 une f o i s , c e t t e q u e r e l l e e s t unique chez S c a r r o n p a r p l u s i e u r s a s p e c t s , et encore f a u t - i l se r a p p e l e r q u ' e l l e se pas s a a l a f i n de sa v i e , q u ' i l s ' a g i s s a i t de l a r e p u t a t i o n de sa femme, et que ce n ' e t a i t pas S c a r r o n q u i l a r e n d i t p u b l i q u e . Tout ce qu'on t r o u v e au s u j e t de G i l l e s B o i l e a u appuie l e jugement de Magne: "C ' e t a i t un poete s a t i r i q u e de f o r t peu de m e r i t e , et de grande v a n i t e . " ( l ) S c a r r o n 1 ' a v a i t men-t i o n n e , en p a s s a n t , parmi l e s e c r i v a i n s mediocres admires par son i m p o r t u n dans I ' E p i t r e c h a g r i n e a d r e s s e e a M o n s i e u r d'Elbene. Mais B o i l e a u " e s t l e s e u l de t o u s ceux q u i se sont t r o u v e s dans ma seconde e p i t r e c h a g r i n e q u i n'a pas entendu r a i l l e r i e . " ( 2 P e u t - e t r e qu'a cetteeepoque (l659) B o i l e a u e t a i t p a r t i c u l i e r e ment s e n s i b l e a t o u t e mention d e f a v o r a b l e , c a r i l e t a i t en t r a i n de b r i g u e r un s i e g e a l'Academie. Deux amis de S c a r r o n , P a u l P e l l i s s o n et G i l l e s Menage, s'y opposerent vigoureusement. B o i l e a u a v a i t lachement o f f e n s e Menage quelques annees aupara-v a n t . (3) Pour l a s u i t e , i l s u f f i t de l i r e l e compte rendu f a i t p ar S c a r r o n dans sa l e t t r e a Fouquet, l e t t r e q u ' i l e c r i v i t , d i t - i l , pour d i v e r t i r son mecene. (4) I I y a t o u t l i e u de c r o i r e a l a v e r a c i t e de sa v e r s i o n , c a r e l l e c o r r e s p o n d , quant a l ' e s s e n -t i e l , a une l e t t r e de l a main de G i l l e s B o i l e a u lui-meme. (1) S c a r r o n et son m i l i e u , p. 273» (2) PD, I I , 240. (3) Cauchie resume dans ses n o t e s l ' h i s t o i r e de c e t t e a f f a i r e , c i t a n t S e g r a i s i a n a et d ' a u t r e s temoignages contemporains (PD, I I , 239-240). R e j e t e d'abord, B o i l e a u f i n i t p ar e t r e e l u , grace aux demarches de S e g u i e r et d ' a u t r e s . (4) PD, I I , 239-240. 88 C e t t e l e t t r e e s t adressee a "M. l e C h a n c e l i e r , " sans doute S e g u i e r , q u i l e p r o t e g e a i t a c e t t e epoque. (1) Au cours de sept f e u i l l e s m a n u s c r i t e s , B o i l e a u cherche a r e f u t e r S c a r r o n , t o u t en l e v i l i p e n d a n t davantage, de s o r t e que l ' h i s t o i r e de c e t t e p e t i t e g u e rre d'epigrammes se r e v e l e a s s e z c l a i r e m e n t . Apres a v o i r note que B o i l e a u s e u l a mal p r i s son e p i t r e c h a g r i n e , S c a r r o n c o n t i n u e : e t , comme i l s ' e s t mis dans l a t e t e que sa c r i t i q u e et sa medisance l 1 a v a i e n t rendu r e d o u t a b l e a t o u t l e genre humain, i l a c r u que j e l u i manquais de r e s p e c t p u i s q u e j e ne l e c r a i g n a i s pas, et que, ne pouvant s'en venger s u r moi s e u l , i l d e v a i t s ' a t t a q u e r a Madame S c a r r o n . I I f i t done c o n t r e elle-meme une epigramme f o r t i n s o l e n t e . " (2) S c a r r o n ne donne pas l e t e x t e de c e t t e epigramme, mais B o i l e a u l a c i t e dans sa l e t t r e au c h a n c e l i e r : S a i s - t u p o u r q u o i ce monstre infame S'est r e s o l u de prendre femme? Ce n'est pas que l ' a g e , en e f f e t , A son v i c e n'eut mis des b o r n e s ; M a i s , pour e t r e un d i a b l e p a r f a i t I I ne l u i manquait que des c o r n e s . (3) S c a r r o n ne f u t pas l e s e u l a v o i r la-dedans une a t t e i n t e a l a v e r t u de sa femme. D'autres communiquerent a B o i l e a u l e u r d i s a p p r o b a t i o n . C e l u i - c i p r o d u i s i t e n s u i t e une deuxieme epigramme, 011 i l essaya de s o u l i g n e r une d i s t i n c t i o n e n t r e (1) La l e t t r e se t r o u v e a l a B i b l i o t h e q u e de 1 ' A r s e n a l , dans Tome I X du R e c u e i l des p i e c e s m a n u s c r i t e s ( R e c u e i l C o n r a r t ) , PP. 993-999. C'est l e Ms. No. 54l8 du r e c u e i l . (2) PD, I I , 240-241. (3) R e c u e i l des p i e c e s m a n u s c r i t e s , I X , 994. 89 " I r i s " et son epoux, t e r m i n a n t a i n s i : Et ce n ' e s t pas seulement d ' a u j o u r d ' h u i Que l ' o n s a i t que vous et l u i N'ont r i e n de commun ensemble. ( l ) S c a r r o n r i p o s t a " s u r l e champ" par une s e r i e de q u a t o r z e epigrammes, dont l a p r e m i e r e se moquait de son a d v e r s a i r e au s u j e t d'un s e j o u r q u ' i l v e n a i t de f a i r e en Champagne et dont i l e t a i t r e v e n u sans g l o i r e , ayant f a t i g u e ses h o t e s . On ne t a r d a pas a l i r e c e t t e epigramme au t r o i s i e m e p i l i e r de l a grande s a l l e du P a l a i s , ou B o i l e a u p r e s i d e t o u s l e s matins d e p u i s q u ' i l s ' e s t e r i g e en b e l e s p r i t . (2) B o i l e a u , a son t o u r , r e v i n t a l ' a t t a q u e avec deux epigrammes de son c r u . L'une e t a i t encore une v a r i a t i o n s u r l e theme du cocuage: pour s a v o i r p o u r q u o i l e beau monde f r e q u e n t e sa maison, S c a r r o n n'a qu'a se g r a t t e r l a t e t e un peu; l ' a u t r e e t a i t moins " d e l i c a t e " (terme de S c a r r o n ) , a c c u s a n t l e malade de medisance c o n t r e M a z a r i n crime q u i l u i a u r a i t v a l u l a p o t e n c e , a j o u t e B o i l e a u , n ' e t a i t - c e que "dessus t o i l ' o r d e v e r o l e / N'eut f a i t o f f i c e du b o u r r e a u . " (3) La d i s p u t e c o n t i n u a . S c a r r o n d i t q u ' i l a entendu p a r l e r d ' a u t r e s epigrammes d i r i g e e s c o n t r e l u i , mais l e r e s t e de sa l e t t r e au s u r i n t e n d a n t ne c o n t i e n t que l e s s i e n n e s c o n t r e B o i l e a u . Ce ne sont pas des c h e f s - d ' o e u v r e , quoiqu'on y (1) R e c u e i l des p i e c e s m a n u s c r i t e s , I X , 994. (2) PD, I I , 242. (3) I b i d . , I I , 243-244. Ces deux epigrammes se t r o u v e n t a u s s i dans l a l e t t r e de B o i l e a u (op. c i t . , pp. 996, 998) . L ' a d j e c t i f " o r d e " ( s a l e ) v i e i l l i s s a i t au debut du 17e s i e c l e , s e l o n Dubois et Lagane (op. c i t . , p. 352) . 90 t r o u v e quelques t r a i t s b i e n decoches. La d e r n i e r e epigramme est p e u t - e t r e l a m e i l l e u r e : B o i l e a u , j e 1 1avoue, e s t f o r t l a i d Et j e l u i c r o i s 1 ' e s p r i t mal f a i t ; M ais d e p u i s q u ' i l se met au monde, Q u ' i l d e g r a i s s e sa t e t e b l o n d e , Met ses cheveux sous l e bonnet, Q u ' i l se p o l i t , q u ' i l e t u d i e Et que l'Abbe de B o i s r o b e r t L u i f a i t des l e c o n s de b e i a i r Et 1'exhorte a changer de v i e , On espere qu'en peu de temps I I se peut r e n d r e p r o p r e a mener des e n f a n t s S o i t a Clermon t , s o i t a l'ac a d e m i e , Et donner de l a j a l o u s i e Au p l u s renomme des p e d a n t s . ( l ) Ce ne f u t pas son d e r n i e r mot. Deux ouvrages d e s t i n e s au p u b l i c , I ' E p i t r e c h a g r i n e a M a d e m o i s e l l e de Scudery et l e "Testament," c o n t i e n n e n t des a l l u s i o n s peu ambigtles au s u j e t de B o i l e a u . Dans l e p r e m i e r i l r e p r o c h e a l'Academie (en ma j u s c u l e ) de se v i c i e r en a c c e p t a n t des pedants ( i n f r a , p. 230) ; dans 1'autre i l f a i t un don f u n e s t e A c e t epouvantable p e s t e , Au s a t i r i q u e h o r s de propos Et p e r t u r b a t e u r du r e p o s , Empoisonneur d'eau d'Hippoerene, Je donne et legue l a gangrene, La f i e v r e - q u a r t e , l e h a u t - m a l . . . Ma c h a i r e et mon i n f e c t b a s s i n , Un f o r t i g n o r a n t medecin, Avecque t o u s l e s maux encore De c e t t e b o i t e de Pandore, D'un j a l o u x l e fa c h e u x tourment Qui l e ronge e t e r n e l l e m e n t . (2) (1) PD, I I , 251-252. "Academie" avec m i n u s c u l e a v a i t l e sens d ' e c o l e d ' e q u i t a t i o n . (2) I b i d . , I I , 270-271, v e r s 159-165 et 169.-174. 91 Le pedant et l e m e d i s a n t : G i l l e s B o i l e a u r e u n i t en l u i s e u l ces deux t y p e s d e t e s t e s par S c a r r o n , s '.abaissant j u s q u ' a d i r i g e r ses c a l o m n i e s envers l e poete en t a n t qu'epoux. Le mariage du c u l - d e - j a t t e et de l a b e l l e et jeune F r a n c o i s e d'Aubigne a donne l i e u a b i e n des c o n j e c t u r e s par l a s u i t e ; mais, comme l e s i g n a l e Magne, G i l l e s B o i l e a u e s t l e s e u l homme q u i o s a t f a i r e de t e l l e s i n s i n u a t i o n s du v i v a n t de S c a r r o n . ( l ) En un mot, c e l u i - c i , n ' e n t r a pas dans c e t t e g u e r r e de plume qu'a l a s u i t e de l a p l u s extreme p r o v o c a t i o n ; et encore e m p l o y a - t - i l moins de c o l e r e que de mepris c o n t r e son d e t r a c -t e u r , q u ' i l e v i t a meme de nommer en p u b l i c . En e f f e t , a b s t r a c t i o n f a i t e de La M a z a r i n a d e , l a medisance l u i repugna. D e j a , dans l a Second legende de Bourbon, i l a v a i t l a i s s e i n c o g n i t o une jeune p r e c i e u s e q u ' i l r a i l l a i t , t o u t en a j o u t a n t plaisamment: Et p u i s j e ne nomme personne, Car on s a i t que j ' a i l'ame bonne Et qu'en l ' e t a t ou D i e u m'a mis Je n ' a i pas b e s o i n d'ennemis. (2) C'est un p r i n c i p e q u ' i l s o u l i g n a a s s e z souvent au cours de sa c a r r i e r e . Un passage t y p i q u e se t r o u v e dans l e Septieme L i v r e du V i r g i l e t r a v e s t i , ou i l demande a sa muse q u ' e l l e I n s p i r e a mon e s p r i t de buse Q u a n t i t e de termes p l a i s a n t s Sans p o u r t a n t e t r e m e d i s a n t s . . . (3) (1) S c a r r o n et son m i l i e u , p. 273» L a q u e s t i o n "Madame S c a r r o n e s t - e l l e r e s t e e v e r t u e u s e ? " a p a s s i o n n e beaucoup d ' e r u d i t s . M o r i l l o t y cons a c r e neuf pages (op. c i t . , pp. 104-112). (2) PD, I , I63, v e r s 303-306. (3) Oeuvres, IV, 420. 92 I I resume t o u t c e l a en q u a t r e mots au c o urs de l ' a u t o -p o r t r a i t v e r b a l d e s t i n e "au l e c t e u r q u i ne m'a j a m a i s v u " (supray p. 19) . En d e c r i v a n t son "humeur," i l d i t t o u t simplement: " j e ne h a i s personne." ( l ) A quelques excep-t i o n s p r e s , ses contemporains a t t e s t e r e n t que s u r ce p o i n t , comme s u r d ' a u t r e s , i l p r e c h a d*exemple. " S o i t q u ' i l l o u e , s o i t q u ' i l blame," d i t l ' a u t e u r de C l e l i e en p r e s e n t a n t " S c a u r u s , " " i l l e f a i t t o u j o u r s plaisamment." (2) (1) PD, I, 3 6 I . (2) M a d e l e i n e de Scudery, C l e l i e , X, 1227. 9 3 C h a p i t r e I I I . La S a t i r e s o c i a l e et m o r a l e . A. Aux E n f e r s . I I e s t a s s e z r a r e , comme j ' a i i n d i q u e dans l a d e r n i e r e p a r t i e du p r e m i e r c h a p i t r e , que l a s a t i r e de S c a r r o n s o i t s y s t e m a t i q u e et c o n t i n u e . A p a r t I ' E p i t r e c h a g r i n e au M a r e c h a l d ' A l b r e t , dans l a q u e l l e i l mentionne presque t o u t e s l e s v a r i e t e s de fac h e u x qu'on p u i s s e i m a g i n e r , c ' e s t seulement dans une s e c t i o n du V i r g i l e t r a v e s t i ( s u p r a , p. 3 9 ) q u ' i l se permet l e l u x e de s ' a t t a q u e r de f a c o n s u i v i e aux " s o t t i s e s g e n e r a t e s " pour emprunter l e terme q u ' i l emploie dans l a Gaz e t t e b u r l e s q u e . Dans l e Six i e m e L i v r e , e c r i t v e r s I 6 5 O , se t r o u v e n t q u a t r e passages ou S c a r r o n englobe presque t o u s l e s t y p e s et t o u t e s l e s p r a t i q u e s q u i l u i d e p l a i s e n t et q u ' i l ne c r i t i q u e qu'au h a s a r d de l a plume dans ses a u t r e s o e u v r e s . Pour une f o i s , i l r e u n i t l e s d i v e r s a s p e c t s d'un s u j e t d'une f a c o n o r g a n i s e e . I I vaut done l a p e i n e d'examiner ces passages, apres a v o i r f a i t quelques o b s e r v a t i o n s p r e a l a b l e s . D'abord, comme p a r t o u t a i l l e u r s dans l e V i r g i l e t r a v e s t i , i l s u i t f i d e l e m e n t l ' h i s t o i r e o r i g i n a l e t o u t en s'en s e r v a n t comme t r e m p l i n . Aiitrement d i t , i l n'omet r i e n de l ' e s s e n t i e l du contenu de 1'epopee l a t i n e , mais i l r e n c h e r i t l a - d e s s u s a son g r e , j u s q u ' a y i n s e r e r des elements q u i manquent e n t i e r e m e n t dans son modele. D'autre p a r t , l a c r i t i q u e l i t t e r a i r e occupe t r e s peu de p l a c e i c i ; a p a r t l e s " r i m a i l l e u r s , " q u ' i l 94 q u e r e l l a i t sans cesse a c e t t e epoque, i l n ' e s t pas q u e s t i o n de mauvais e c r i v a i n s dans l e s d i v e r s e s r e g i o n s du royaume s o u t e r r a i n . E n f i n , i l ne f a u t pas c o n c l u r e , des r i c h e s s e s s a t i r i q u e s du Six i e m e L i v r e , q u ' i l en s o i t de meme dans l e r e s t e de 1'ouvrage. On d e c e l e a p e i n e une poignee d ' a l l u s i o n s de c e t t e n a t u r e dans c e r t a i n s des a u t r e s l i v r e s , ou c' e s t p l u t o t l e b u r l e s q u e q u i domine. C'est sans doute que l a demographie des E n f e r s se p r e t e mieux a l a s a t i r e que l e s n a r r a t i o n s d'aventure et de combats. E n f i n , ce q u ' i l y a de p l u s i m p o r t a n t , c ' e s t que S c a r r o n ne se borne pas i c i a b r o -c a r d e r l e s s e u l s f a c h e u x , comme i l l e f a i t pour d ' A l b r e t ; i l s ' i n t e r e s s e a u s s i aux v e r i t a b l e s mechants, ceux q u i n u i s e n t a l e u r s v o i s i n s ; et meme aux hommes d 1 i m p o r t a n c e q u i manquent a l e u r s d e v o i r s p u b l i c s . C e r t a i n s t y p e s , p a r exemple l e s h y p o c r i t e s , ont l'honneur douteux d ' e t r e s i g n a l e s p l u s d'une f o i s . i C'est l a s t r u c t u r e du modele, en e f f e t , q u i permet ces c o n c e n t r a t i o n s de l a c r i t i q u e s o c i a l e . D'abord, Enee et l a S i b y l l e de Cumes pas s e n t p a r l e v e s t i b u l e des E n f e r s , ou i l s r e n c o n t r e n t des fantomes q u i p e r s o n n i f i e n t d i v e r s f l e a u x de l'humanite et a u s s i c e r t a i n s peches ( E n e i d e , V I , v e r s 2 7 3 - 2 8 1 ) . S c a r r o n , l u i , t r o u v e i c i d ' a u t r e s maux, moins a l l e g o r i q u e s et p l u s humains. P l u s l o i n , apres l a t r a v e r s e e du S t y x , l e s voyageurs p a s s e n t par des r e g i o n s que Dante a p p e l l e l e s c e r c l e s d ' E n f e r . 95 V i r g i l e y i n s t a l l e l e s e n f a n t s mort-nes, d ' a u t r e s i n f o r t u n e s , l e s s u i c i d e s , et l e s h a b i t a n t s des "champs des p l e u r s " ( E n e i d e , V I , v e r s 426 f f . ) . Encore une f o i s , i l v i e n t a 1 ' e s p r i t de S c a r r o n de penser a d ' a u t r e s t y p e s d i g n e s de p a s s e r l ' e t e r n i t e dans ces e n d r o i t s l u g u b r e s . E n s u i t e , c ' e s t l a d e s c r i p t i o n du T a r t a r e et l e s grands c r i m i n e l s q u i y sont c h a t i e s ( E n e i d e , V I , v e r s 5^8 f f . ) . C'est l a ou S c a r r o n t r o u v e de l a p l a c e pour d ' a u t r e s m a l f a i t e u r s i n s i g n e s , y compris l e s p o l i t i q u e s . Et e n f i n , l ' E l y s e e : V i r g i l e l e nomme d'abord, en p a s s a n t a 1 ' e n d r o i t ou l a r o u t e b i f u r q u e ( v e r s 5^2) . S c a r r o n p r o f i t e de c e t t e mention passagere pour c i t e r quelques t y p e s q u i ne s'y t r o u v e n t p o i n t . C'est nous p e r m e t t r e s une p e t i t e vue p r e l i m i -n a i r e de c e t t e u t o p i e ou V i r g i l e p l a c e l e s d i g n e s b i e n h e u r e u x ( E n e i d e , V I , v e r s 637 f f . ) . Mais pour l e poete b u r l e s q u e , q u o i q u ' i l n'omette aucune c a t e g o r i e des v e r t u e u x nominee par son modele, i l i m p o r t e de f a i r e p r e c e d e r c e t t e l i s t e p a r un c a t a l o g u e de sa f a c o n . A son a v i s , ce q u i r e n d ces l i e u x v r a i m e n t e l y s i e n s , c ' e s t 1'absence de t o u t e s o r t e de t r o u b l e - f e t e et i l c o n s a c r e une c i n q u a n t a i n e de v e r s a l e s enumerer. Son i n s p i r a t i o n i c i v i e n t moins de Mantoue que de Theleme. ( l ) Quant a V i r g i l e , i l p a r a i t n ' a v o i r j a m a i s pense au c o t e n e g a t i f de l ' E l y s e e . ( l ) R a b e l a i s , Gargantua, L I V : "Cy n ' e n t r e z pas, h y p o c r i t e s , b i g o t s . . ." C e t t e i n s c r i p t i o n mise s u r l a grande p o r t e de l'abbaye comprend des c a t e g o r i e s a u x q u e l l e s 1 ' e n t r e e e s t defendue p l u s nombreuses que c e l l e s q u i sont a c c u e i l l i e s . 96 P a r l o n s d 1 a b o r d de l a scene au v e s t i b u l e des E n f e r s . Aux a p p a r i t i o n s a l l e g o r i q u e s comme l a peur, l a mort, l a f a i m , l e s j o i e s coupables et l a g u e r r e q u i , s e l o n V i r g i l e , f r e q u e n t e n t c e t e n d r o i t , S c a r r o n mele d'une f a c o n d e s i n v o l t e d ' a u t r e s f i g u r e s r e p u g n a n t e s : l a v i e i l l e s s e Qui s ' a p p u y a i t s u r l a t r i s t e s s e , L a q u e l l e j v t e ' n a i t par l a main La p a u v r e t e s o e u r r de l a f a i m ; Et p u i s m a r c h a i e n t cent b e l l e s - m e r e s , Qui menaient a u t a n t de beaux-peres: E n s u i t e des f i l s de p u t a i n s , P i r e s t o u j o u r s que des l u t i n s : Des gendres, des b r u s , des d e v o t e s , G ' e s t - a - d i r e f a u s s e s b i g o t e s , Qui t i e n n e n t que l e g r i m a c e r Peut t o u s l e s peches e f f a c e r , Et sans e t r e humble et c h a r i t a b l e , Qu'a D i e u l ' o n peut e t r e a g r e a b l e . • . (1) Les b i g o t e s , s a i s i e s s u r l e v i f , sont accompagnees de l e u r " g a l a n t s , " l e s b i g o t s . Mais S c a r r o n n ' e s t pas encore s a t i s f a i t . I I se h a t e d ' e l a r g i r l a compagnie d'un a s s o r t i m e n t de specimens melanges, de peur evidemment de l e s omettre p l u s t a r d : E n s u i t e f o r c e g ouvernantes, Toutes l e s h a l e i n e s p u a n t e s ; F o r c e pedants et g o u v e r n e u r s , A u s s i grand f a t s que grands p a r l e u r s ; Des t y r a n s et des mauvais p r i n c e s , Un gros d ' i n t e n d a n t s de p r o v i n c e s , S u i v i s des l a r r o n s f u s i l i e r s , M eles de quelques m a l t o t i e r s ; Des c r e a n c i e r s , une b r i g a d e , Et des p r e s e n t e u r s d ' e s t o c a d e s . . . (2) (1) Oeuvres, I V , 368. (2) L o c . c i t . 97 Ce n'est qu'apres a v o i r a j o u t e s ces groupes q u ' i l r e p r e n d V i r g i l e , en d e c r i v a n t l e s Eumenides et l a D i s c o r d e devant c e t t e p o r t e des E n f e r s . I I u t i l i s e des c a t a l o g u e s de ce genre t o u t l e l o n g du V i r g i l e t r a v e s t i . Ce q u i i m p o r t e , c ' e s t q u ' i l v i e n t de d e c o u v r i r , p e u t - e t r e sans s'en r e n d r e e n t i e r e m e n t compte, que c e t t e methode peut l u i s e r v i r pour se venger de c e r t a i n e s c l a s s e s ou de personnes d e t e s t e e s . R i e n de p l u s s a t i s f a i s a n t que d ' i n s t a l l e r ces t y p e s pour t o u t e I ' e t e r n i t e aux e n d r o i t s t r i s t e s s i n o n dans l e s tourments q u ' i l s o .merit e n t , comme Dante ( I n f e r n o , a p a r t i r du Chant X V I I I ) et Quevedo ( E l SuefTo d e l  i n f i e r n o ) ; et t o u t c e l a d'une maniere q u i c o n v i e n t a son p r o j e t , c ' e s t - a - d i r e en t r a v e s t i s s a n t et en e l a r g i s s a n t 1'Eneide. C e t t e d e c o u v e r t e l e r e j o u i t j u s q u ' a u p o i n t ou i l n ' h e s i t e pas devant l a r e p e t i t i o n ; et c ' e s t e f f e c t i v e m e n t l a qu'un d e s s e i n commence a se degager de ses c h o i x d ' o b j e t s de l a s a t i r e . I I y aura des c a t e g o r i e s s u r l e s q u e l l e s i l i n s i s t e . I I e s t v r a i qu'aux c e r c l e s l u g u b r e s , de 1'autre r i v e du S t y x , c e r t a i n s des t y p e s q u ' i l p l a c e aupres des i n n o c e n t s pendus, des s u i c i d e s , des amoureux i n f o r t u n e s et des g u e r r i e r s , n ' a j o u t e n t pas beaucoup a ce d e s s e i n . Ce sont des cocus et des c o q u e t t e s , et ce sont s u r t o u t des r i m a i l l e u r s , a l ' e g a r d des-q u e l s S c a r r o n se sent i c i , comme a i l l e u r s , quelque peu co u p a b l e : 98 Tout a u p r e s , de pauvres p o e t e s , Qui rarement ont des manchettes, Y r e c i t e n t de pauvres v e r s : On l e s r e g a r d e de t r a v e r s , Et personne ne l e s ecou t e , Ce q u i l e s f a c h e f o r t sans doute. En l a n o i r e h a b i t a t i o n I I en e s t p l u s d'un m i l l i o n , Comme a P a r i s , chose c e r t a i n e , Chaque rue en a l a c e n t a i n e , De ceux qu'on a p p e l l e p l a i s a n t s , Rimeurs b u r l e s q u e s s o i - d i s a n t s , Du nombre d e s q u e l s on me compte, Dont j ' a i souvent un peu de h o n t e , Et pour en a v o i r t a n t g a t e , Peur d ' e t r e en e n f e r a r r e t e . ( l ) Mais l e s p e c t a c l e des i n n o c e n t s condamnes a t o r t q u i evoque l a p i t i e chez V i r g i l e provoque chez S c a r r o n l a c o l e r e c o n t r e l a s c e l e r a t e s s e de c e r t a i n s a v o c a t s , ceux q u i t r a h i s s e n t l e u r s c l i e n t s . Et l a mauvaise f o i de ces a v o c a t s l u i r a p p e l l e a son t o u r un a u t r e genre de f a u s s e t e : M a i n t e s d o n z e l l e s f a u s s e s p r u d e s , Qui devant l e s gens f o n t des r u d e s , Et dans l e p r e m i e r l i e u cache Se donnent a f o r t bon marche. ( 2 ) Fausses d e v o t e s , f a u s s e s p r u d e s : l ' h y p o c r i s i e commence a se f a i r e remarquer de p l u s en p l u s . E t S c a r r o n de s'animer l a - d e s s u s . Car quand on s'approche du T a r t a r e , l a ou V i r g i l e f a i t f r i s s o n n e r l e l e c t e u r p a r l a p e i n t u r e v i v e des s u p p l i c e s i n f l i g e s aux c r i m i n e l s l e s p l u s i n s i g n e s de l a m y t h o l o g i e sous l e s o r d r e s de Rhadamante, S c a r r o n , l u i , i n s i s t e d'abord que ( 1 ) ( 2 ) Oeuvres, TV, 38IV382. I b i d . , I V , 38O. 99 Ce juge c r i m i n e l d ' e n f e r , V r a i coeur de b r o n z e , ou b i e n de f e r , En veut s u r t o u t aux c h a t t e m i t e s , Aux f a u x b e a t s , aux h y p o c r i t e s . . . ( l ) Ce sont pour l u i des m a l f a i t e u r s p l u s i m p o r t a n t s que l e s T i t a n s , q u ' I x i o n , que Salmonee, que t o u s ceux q u i ont commis l e s p l u s grands f o r f a i t s c o n t r e l e s d i e u x . T o u j o u r s au T a r t a r e , des a l l u s i o n s de V i r g i l e i n s p i r e n t de nouveau chez S c a r r o n des i d e e s a p p a r e n t e e s . Le poete romain y f a i t p u n i r l e s p a r r i c i d e s , l e s marchands t r i c h e u r s , l e s a v a r e s , l e s a d u l t e r e s , et l e s t r a i t r e s . Le poete f r a n c a i s r e n c h e r i t : a "Ceux q u i haSssent l e u r s p a r e n t s " i l a j o u t e des p a r e n t s dignes de l a h a i n e : "Les p e r e s et l e s meres t y r a n s . " Et l e s f i l s q u i f r a p p e n t l e u r s p a r e n t s sont p u n i s de l a tfacon q u i c o n v i e n t , c a r i l s R e n c o n t r e n t l a des b e l l e s - m e r e s ; B e l l e - m e r e e s t un a n i m a l Qui p l u s d'un d i a b l e f a i t du mal. . . (2) Et i l n'estime guere p l u s l e s beaux-peres et l e s b e a u x - f r e r e s . Tout c e l a se comprend, a l a l u m i e r e de ses l o n g s t r a c a s f a m i l i a u x . Mais c e l a n ' e x p l i q u e pas p o u r q u o i i l c o n t i n u e son recensement du T a r t a r e avec des p a r a s i t e s , des s o d o m i t e s , des l e s b i e n n e s , n i s u r t o u t p o u r q u o i i l s'en prend de nouveau a l ' e s p e c e q u i commence v r a i m e n t a dominer l e s E n f e r s s c a r r o n i e n s . C'est pour ce groupe, p a r a i t - i l , q u ' i l r e s e r v e ses coups l e s p l u s c i n g l a n t s : (1) Oeuvres,IV, 391. (2) I b i d . , IV, 393. 100 Les mangeuses de p a t e n o t r e s , T o u j o u r s en e f f r o i pour l e s a u t r e s , Pour e l l e s en t r a n q u i l l i t e , Qui medisent p a r c h a r i t e . . . ( l ) Pour c e l l e s - c i i l faconne l a p l u s e x q u i s e des p u n i t i o n s : A r s i n o e y r e t r o u v e T a r t u f f e : D'etre sans cesse a marmoter, ' Sans qu'aucun l e s p u i s s e n o t e r ; Et ce tourment de n ' e t r e en vue, M i l l e f o i s pour une l e s t u e . Tous ceux q u i , par a m b i t i o n , P r o f e s s e n t l a d e v o t i o n , Et sont h a b i l l e s a l a prude, Non pas pour l a b e a t i t u d e , Mais pour l ' e s t i m e , ou pour l e g a i n , Ou pour t o u t p r e t e x t e v i l a i n , Sont condamnes, sans qu'on l e s v o i e , De f a i r e de l e u r peau c o u r r o i e , De p l u s , a v i v r e en gens de b i e n , Sans que personne en sache r i e n . (2) M a i s i l n'a pas encore v i d e son c a r q u o i s c o n t r e l e s g-eris q u i l p r a f i q u e n t fflla £a\ui.s^i>:e^reI|iudenombr'§aati.sss • l e s femmes q u i melent l e u r s e n f a n t s i l l e g i t i m e s aux j u s t e s h e r i t i e r s ; l e s b a n q u e r o u t i e r s ; et ceux q u i s'emparent d'une s u c c e s s i o n . Dans l e T a r t a r e de 1'Eneide, r i e n de t o u t c e l a . Mais V i r g i l e f a i t m ention de c e r t a i n s c r i m e s c o n t r e l a p a t r i e ; et c e l a donne p r i s e a S c a r r o n non seulement de s'en pr e n d r e aux juges venaux et a ceux q u i l e s corrompent, mais a u s s i l a Fronde s e v i s s a i t t o u j o u r s a c e r t a i n s groupes d'hommes p u b l i c s q u i r e m p l i s s e h t mal l e s hautes f o n c t i o n s qu'on l e u r a v a i t c o n f i e e s : (1) Oeuvres, IV, 393. (2) L o c . c i t . Ceux q u i c o n n a i s s e n t l e s o p e r e t t e s de W.S. G i l b e r i r e c o n n a i t r o n t i c i l e s genre de p u n i t i o n q u i c o n v i e n t a 1 ' o f f e n s e a l a q u e l l e a s p i r e l e Mikado. Le but " a l l s u b l i m e " de ce p e r s o n -nage, c ' e s t " t o make t h e punishment f i t t h e c r i m e . " (The Mikado, A c t e I I ) . 101 Les mauvais c o n s e i l l e r s des p r i n c e s , Les d e s o l a t e u r s de p r o v i n c e s , Les mechants m i n i s t r e s d ' e t a t , Autant l e m a l i n que l e f a t ; Les f a c t i e u x des grandes v i l l e s , Les a u t e u r s des gu e r r e s c i v i l e s . . . ( l ) C'est une des r a r e s c r i t i q u e s de n a t u r e p o l i t i q u e qu'on t r o u v e chez S c a r r o n , e x c e p t i o n f a i t e de La M a z a r i n a d e , q u i e s t une c r i t i q u e q u a s i - p e r s o n n e l l e , et des R e f l e x i o n s p o l i t i q u e s et morales de 1652. (2) Un peu p l u s t o t , avant de d e c r i r e l e s c h a t i m e n t s i n f l i g e s au T a r t a r e , V i r g i l e a v a i t mentionne l e s champs e l y s e e s a. l ' e n d r o i t ou l a r o u t e b i f u r q u a i t . Chez V i r g i l e , i l s ' a g i t simplement d'un p l a n de voyage; i l d i s t i n g u e "hac i t e r E l y s i u m n o b i s " de "at l a e v a malorum. . .et ad i m p i a T a r t a r a m i t t i t . " ( v e r s 542 - 5^3). M a i s c e l a ne s u f f i t pas a S c a r r o n , q u i b r u l e d e j a de p r e c i s e r quelques-uns des t y p e s a u x q u e l s l e s e j o u r des b i e n h e u r e u x s e r a defendu. V o i c i sa v e r s i o n : (1) Oeuvres, IV , 39k. (2) Ce poeme anonyme e s t a t t r i b u e a S c a r r o n sans h e s i t a t i o n p a r Magne ( B i b l i o g r a p h i e , Nos. 92 et 93) et par Cauchie (dans son e d i t i o n des P o e s i e s d i v e r s e s , I I , 11). Mais l e poeme n'a j a m a i s ete reimprime d e p u i s 1652 j u s q u ' a l ' e d i t i o n de Cauchie en i960; et M o r i l l o t (op. c i t . , p. 232) n'y t r o u v e "absolument r i e n de c a r a c t e r i s t i q u e " de S c a r r o n . Sans v o u l o i r m ' e m b r o u i l l e r dans une q u e r e l l e b i b l i o g r a p h i q u e sans i s s u e , j e me t r o u v e de l ' a v i s de C a u c h i e , q u i c i t e des l o c u -t i o n s et des a l l u s i o n s (commes c e l l e s au p r o c h a i n d e p a r t pour l'Amerique) q u i p o r t e n t l a marque s c a r r o n i e n n e , sans p a r l e r des r e s s e m b l a n c e s a c e r t a i n s a s p e c t s de 1 ' E p i t r e c h a g r i n e a d r e s s e e a Ros t e a u a l a meme epoque. ( V o i r i n f r a , pp. 21k f f . ) 102 Le chemin q u i mene au manoir Du r o i d ' e n f e r , P l u t o n l e n o i r , E s t c e l u i des champs e l y s e e s , Ou l e s ames m o r a l i s e e s , Ou, pour p a r l e r p l u s n ettement, De ceux q u i b i e n moralement Se sont gouvernes en ce monde, Logent, sans t r o u v e r q u i l e s gronde, Sans y t r o u v e r de grands p a r l e u r s , De c r e a n c i e r s , d* e s t o c a d e u r s , De f a u x mangeurs de p a t e n o t r e s , Gens q u i f o n t e nrager l e s a u t r e s , Dont i c i - b a s l e s gens de b i e n A mon gre se p a s s e r a i e n t b i e n . ( l ) On se s e r a a p e r c u que l e s "mangeurs de p a t e n o t r e s , " devenus f e m i n i n s quelques pages p l u s l o i n dans l e t e x t e ( s u p r a , p. 100), ne sont pas simplement e x c l u s du beau monde s o u t e r r a i n ; i l s ont l e u r p a r t des p u n i t i o n s du T a r t a r e . La r e p e t i t i o n ne gene pas S c a r r o n , s u r t o u t l o r s q u ' i l s ' a g i t d'une l o c u t i o n b i e n t o u r n e e s u r un s u j e t p r e f e r e . Mais maintenant l e s v o i l a devant l a p o r t e d e s i r e e , Enee et l a S y b i l l e . I I depose l e rameau d'or. E n f i n i l s eurent done e n t r e e Dans l a b i e n h e u r e u s e c o n t r e e , Ou Maron d i t q u ' i l f a i t s i bon, Que t o u t l e p a i n e s t du bonbon, C ' e s t - a - d i r e du p a i n de s u c r e ; Ou r i e n ne se f a i t pour l e l u c r e , M a is ou l e s h a b i t a n t s g r a t i s C o n t e n t e n t t o u s l e u r s a p p e t i t s . (2) H u i t v e r s du c o t e p o s i t i f , c ' e s t t o u t pour l e moment. I I en v i e n d r a p l u s l o i n a l a d e s c r i p t i o n v i r g i l i e n n e des p l a i s i r s dont j o u i s s e n t l e s v e r t u e u x , mais d'abord c ' e s t l e "sans " q u i (1) Oeuvres, I V , 388-389. (2) I b i d . , I V , 397. 103 compte. B a n n i r l e s f a c h e u x , v o i l a q u i r e n d ce domaine v r a i -ment j o y e u x . I I n'y va pas par q u a t r e chemins: Tous l e s f a i s e u r s de mauvais c o n t e s , Les f a u x marquis et l e s f a u x comtes. . . ( l ) C'est une s e u l e phrase q u i commence a i n s i , et q u i ne se t e r m i n e qu'apres une v i n g t a i n e de c a t e g o r i e s et une c i n q u a n t a i n e de v e r s ; un c a t a l o g u e q u i se resume de c e t t e f a c o n : E n f i n t o u s ceux et t o u t e s c e l l e s Tant l e s males que l e s f e m e l l e s , Qui f o n t l e s v i v a n t s e n r a g e r , Ne d o i v e n t n u l l e m e n t songer A v e n i r l a t r o u b l e r l a f e t e . (2) Dans ce c a t a l o g u e de f a c h e u x , que S c a r r o n p r o l o n g e r a p l u s t a r d pour son ami d ' A l b r e t , i l t r o u v e l e moyen d ' i n s e r e r une as s e z grande v a r i e t e de specimens. La p l u p a r t d ! e n t r e eux i l passe t o u t simplement en r e v u e ; i l s u f f i t de l e s nommer, comme l e s " f a i s e u r s de mauvais c o n t e s " q u i sont en t e t e : c e r t a i n s s o t s , l e s h a b l e u r s , l e s " d i s e u r s de r i e n , " l e s grands p a r l e u r s et l e s e s t o c a d e u r s ( e n c o r e ! ) , l e s c o p i s t e s , l e s femmes demandeuses, l e s v i e i l l a r d s gourmands, "ceux q u i nous aiment malgre nous," l e s mechants f o u s et a i n s i de s u i t e . C'est un coup d ' o e i l j e t e s u r 1 1 e n v e r s du beau monde q u i se t r o u v a i t souvent devant S c a r r o n , un e c h a n t i l l o n n a g e des f a t s et des importuns q u i se melent i n e l u c t a b l e m e n t aux gens d ' e s p r i t et de bon gout chez l e c u l - d e - j a t t e p l a i s a n t . (1) Oeuvres, I V , 397. (2) I b i d ? , I V , 398. 10k Mais 1 ' i m p o r t a n t n ' e s t pas l a , n i pour S c a r r o n n i pour son u t o p i e . A ces t y p e s q u i ne f o n t qu'ennuyer l e s a u t r e s i l ne c o n s a c r e qu'un v e r s au p l u s . Les p i r e s , ceux q u i l e f o n t v r a i m e n t e n r a g e r , ne sont pas q u i t t e s pour s i peu. Aux v a n i t e u x , aux " f a t s q u i c o n t r e f o n t l e s t r i s t e s , " aux hypo-c o n d r i a q u e s , q u i ne sont malades "que de 1 ' e s p r i t , " ( l ) aux c o n t e u r s de l e u r s songes "Qui sont b i e n souvent des mensonges," i l c o n s a c r e deux ou t r o i s v e r s chacun. I I d e c r i t a u s s i Ceux q u i se d i s e n t sans memoire, S'imaginant q u ' i l s f e r o n t c r o i r e Q u ' i l s en ont p l u s de jugement... . (2) Et i l f a i t pendant lk v e r s un t a b l e a u d e t a i l l e des s o t s q u i v o u d r a i e n t se f a i r e p a s s e r "par un s i l e n c e a f f e c t e , " pour des gens doues de jugement et de m o d e s t i e ; " c h a n t e u r s de t a c e t , " l e s a p p e l l e - t - i l . (3) P a r l a p r o p o r t i o n d ' a t t e n t i o n q u ' i l l e u r c o n s a c r e , S c a r r o n semble d i s t i n g u e r e n t r e deux c l a s s e s de f a c h e u x : d'un c o t e l e s s i m p l e s , l e s s o t s ^ n e s , pour a i n s i d i r e , q u ' i l se c o n t e n t e souvent d'enumerer; de 1 ' a u t r e , ceux pour q u i son v o c a b u l a i r e e s t p l e i n de " f a u x , " de " c o n t r e f a i r e , " de " f a i r e c r o i r e , " de "mensonge," et q u ' i l se p l a i t a d e c r i r e longuement. C'est a l a f a u s s e t e , a l ' h y p o c r i s i e q u ' i l d e c l a r e l a g u e r r e en s o u l i g n a n t (1 ) Oeuvres, I V , 397. S c a r r o n emploie l a c i r c u m l o c u t i o n "Ceux q u i d i s e n t q u ' i l s sont malades," a j o u t a n t que l e u r s bons a p p e t i t s l e s t r a h i s s e n t , 7 L u i e s t b i e n a c o u v e r t d'une a c c u s a t i o n p a r e i l l e , malgre son a p p e t i t e x c e l l e n t . (2) L o c . c i t . La R o c h e f o u c a u l d aura sa v e r s i o n a l u i : "Tout l e monde se p l a i n t de sa memoire, et personne ne se p l a i n t de son jugement." (Maximes, 89). (3) L o c . c i t . 105 q u ' i l e s t i m p o r t a n t de p u n i r ceux q u i p r a t i q u e n t ces v i c e s : s i n o n en l e s c h a t i a n t au T a r t a r e , du moins en l e s e x c l u a n t du monde des v e r t u e u x . Et c ' e s t encore l ' e n v e r s du masque, du mensonge que S c a r r o n exprime quand i l r e v i e n t e n f i n a 1 ' a s p e c t p o s i t i f des champs e l y s e e s : Tout e s t c i v i l , t o u t e s t honnete En ce s e j o u r des b i e n h e u r e u x . . . ( l ) B. Les C i b l e s de c h o i x , J ' a i essaye de j u s t i f i e r , au commencement de ce c h a p i t r e , l e s e x t r a i t s a s s e z l o n g s du Si x i e m e L i v r e du V i r g i l e t r a v e s t i en l e s d e s i g n a n t comme une s o r t e de v i t r i n e ou S c a r r o n e t a l e son i n v e n t a i r e de s a t i r e s o c i a l e , pour l e r e s t e presque t o u t d i s p e r s e au h a s a r d a t r a v e r s ses oeuvres d i v e r s e s . Quoique l e c a t a l o g u e q u ' i l d r e s s e dans ce l i v r e p a r a i s s e l o n g , i l e s t l o i n d ' e t r e complet. I I a v a i t beaucoup d ' a u t r e s v i c t i m e s a v i s e r ; et ce sont en e f f e t des a l l u s i o n s p a s s a g e r e s q u i con-s t i t u e n t l a p l u s grande p a r t i e de sa s a t i r e . Pour commencer p a r ceux q u ' i l p r e f e r a i t a t t a q u e r , on a remarque que c ' e s t avant t o u t l e s d i v e r s a s p e c t s de l ' h y p o c r i s i e q u i a t t i r a i e n t son mepris l e p l u s p r o f o n d . I I ne t a r i t pas au s u j e t des f a u x devots et des f a u s s e s d e v o t e s , a q u i i l e s t f a c i l e d ' a s s o c i e r en r i m e , comme en pensee, l e s b i g o t s et l e s (1) Oeuvres, IV, 398. i o 6 b i g o t e s . A p a r t l e V i r g i l e t r a v e s t i , c ' e s t dans l a G a z e t t e b u r l e s q u e ou i l f u s t i g e a assidument ces " f a u x b e a t s , " ces " f i l o u s de d e v o t i o n , " nouveaux termes q u ' i l t r o u v a pour l e s s t i g m a t i s e r dans une l e t t r e a. son ami S a r r a s i n , e c r i t e a l'epoque ou i l c o m p t a i t p a r t i r pour l ' A m e r i q u e . ( l ) C'est a u s s i p a r c e t t e meme v a r i e t e d ' h y p o c r i t e s q u ' i l commenca l a d e s c r i p t i o n de son q u a r t i e r dans l e p r e m i e r numero de l a G a z e t t e b u r l e s q u e : Ce q u a r t i e r a d e s - s o t s , des s o t t e s , A des b i g o t s et des b i g o t e s , Or ces b i g o t e s et b i g o t s Qui c o n t r e f o n t l e s v r a i s d e v o t s , Sont une n a t i o n hargneuse, De c o n s c i e n c e f o r t v e r e u s e . . . ( 2 ) I I s 1 e c h a u f f e s u r ce s u j e t au cinquieme numero, t o u t en accusant ces gens de s i n g e r d ' a u t r e s q u a l i t e s que l a p i e t e : ( 1 ) Oeuvres, I , 1 7 0 . ( 2 ) GB, p. 5 9 . 107 Outre l e f r o i d j ' a b h o r r e en France Les f a i s e u s e s de remonstrance Ou pedantes; c a r c ' e s t t o u t un, Quand l e se c o u r s e s t opp o r t u n , S i vous l e s mettez a l ' e p r e u v e Chez e l l e s , ma f o i , on ne t r o u v e Non p l u s d * a s s i s t a n c e que chez Les p e u p l e s du Maroc ou F e z . E l l e s sont t o u j o u r s i n q u i e t e s Des moindres choses que vous f a i t e s , Et j a m a i s de ce q u ' e l l e s f o n t Les bonnes dames ne l e s o n t . E l l e s sont f i e r e s d ' e t r e bonnes, D ' a m i t i e grandes f a n f a r o n n e s ; P r o t e s t e n t beaucoup, n'aiment r i e n ; B i e n heureux q u i l e s c o n n a i t b i e n . L e u r langue t o u j o u r s t r a n c h e et fauche De p r e s , de l o i n , a d r o i t e , a gauche. N'est-ce pas a medire c e l a ? 0 q u e l l e s a i n t e t e v o i l a ! . . . L a i s s o n s c e t t e gent incommode Qui change b i e n moins de c o l l e t s Que de s e r v a n t e s et de v a l e t s . ( l ) Ces coups de g r i f f e ne l u i s u f f i s e n t meme pas; i l ne peut pas s'empecher de l e s q u a l i f i e r , quelques v e r s p l u s l o i n , de "man-geuses de p a t e n o t r e " ! (2) Meme aup a r a v a n t , dans l e r e c u e i l de 1651, S c a r r o n a v a i t e f f l e u r e ce s u j e t dans un q u a t r a i n i n t i t u l e simplement: "A Une Grande p e t i t e dame": Dame, d ' e s p r i t a i g r e - d o u x , En o r a i s o n s i p a r f a i t e , Dame f a i t e comme vous D o i t a v o i r peur d'un p o e t e . (3) (1) GB_j_ p. 95. (2) L o c . c i t . S c a r r o n a v a i t - i l o u b l i e l ' e m p l o i q u ' i l f i t de l a meme l o c u t i o n deux f o i s dans l e V i r g i l e t r a v e s t i ( s u p r a , p p . 100 et 102)? Sans doute ne s'en s o u c i a i t - i l p a s . De meme pour " d ' a m i t i e grandes f a n f a r o n n e s ; " i l s'en s e r t , a. l a meme epoque, dans un a u t r e c o n t e x t e ( i n f r a , 140). (3) PD, I, 510. 108 Mais c * e t a i t quelques annees p l u s t a r d , en e f f e t a 1 'epoque de l a G a z e t t e b u r l e s q u e , q u ' i l se r e j o u i t en dormant au p u b l i c f r a n c a i s l e raodele de T a r t u f f e , 1 1empruntant a l 1 a u t e u r e s p a g n o l S a l a s B a r b a d i l l o , dont l a n o u v e l l e La H i j a de C e l e s t i n a ( 1612) e n f a n t a Les H y p o c r i t e s de S c a r r o n . I I s ' a g i t dans c e t t e n o u v e l l e d'un t r i o de m a l f a i t e u r s i n g e n i e u x , dont l e c h e f -d'oeuvre s e r a de se f a i r e p a s s e r a S e v i l l e pour l e s d e v o t s l e s p l u s c h a r i t a b l e s du monde. Le personnage p r i n c i p a l m a s c u l i n , M o n t u f a r , vaut une v i n g t a i n e de T a r t u f f e s : M o n t u f a r l o u a une maison, l a meubla f o r t simplement, et se f i t f a i r e un h a b i t n o i r e , une soutane et un l o n g manteau. . .Les p r e m i e r s j o u r s apres l e u r a r r i v e e , M o n t u f a r se f i t v o i r dans l e s r u e s h a b i l l e comme j e vous l ' a i d e j a d i t , marchant l e s b r a s e r o i s e s et b a i s s a n t l e s yeux a l a r e n c o n t r e des femmes. I I c r i a i t d'une v o i x a f e n d r e l e s p i e r r e s , b e n i s o i t l e S a i n t Sacrement de l ' A u t e l , et l a Bie n h e u r e u s e C o n c e p t i o n de l a V i e r g e Immaculee, et p l u s i e u r s a u t r e s e x c l a m a t i o n s de l a meme f o r c e . I I f a i s a i t r e p e t e r l e s memes choses aux e n f a n t s . . . I I ne b o u g e a i t des p r i s o n s , i l p r e c h a i t devant l e s p r i s o n n i e r s , c o n s o l a i t l e s uns et s e r v a i t l e s a u t r e s , l e u r a l l a n t q u e r i r a manger, et f a i s a n t b i e n souvent l e chemin du marche a l a p r i s o n avec une h o t t e p e s a n t e s u r l e dos. 0 d e t e s t a b l e f i l o u ! i l ne t e manquait done p l u s qu'a f a i r e 1 ' h y p o c r i t e , pour e t r e l e p l u s a c c o m p l i s c e l e r a t du monde! ( l ) I I n'en e s t qu'au commencement de ses t r i o m p h e s , ce M o n t u f a r . I I t o u r n e a d r o i t e m e n t en sa f a v e u r une t e n t a t i v e de d e n o n c i a t i o n q u i l e mena?ait, p a r un " a c t e d ' h u m i l i t e c o n t r e -f a i t e , " e ' e s t - a - d i r e q u ' i l pardonne avec e c l a t a son a c c u s a t e u r , comme T a r t u f f e pardonnera a Damis. E n s u i t e , l e v o i l a a c c u e i l l i p a r l e s grands, et s u r t o u t p a r l e s grandes, de l a v i l l e : (1) Oeuvres, I I I , 3l8. 109 Le grand s e i g n e u r , l e c a v a l i e r , l e m a g i s t r a t et l e p r e l a t , l 1 a v a i e n t t o u s l e s j o u r s a manger, a 1 1 e n v i l e s uns des a u t r e s . S i on l u i demandait son nom, i l r e p o n d a i t q u ' i l e t a i t un a n i m a l , une bet e de charge, une cloa q u e d ' o r d u r e s , un v a i s s e a u d ' i n i q u i t e , et a u t r e s p a r e i l s t i t r e s que l u i d i e t a i t sa d e v o t i o n e t u d i e e . I I p a s s a i t l e s j o u r s s u r l e s e s t r a d e s avec l e s dames de l a v i l l e , se p l a i g n a n t incessament a e l l e s de sa t i e d e u r , q u ' i l n ' e t a i t pas b i e n de son neant, q u ' i l n ' a v a i t j a m a i s a s s e z de c o n c e n t r a t i o n de coe u r , n i de r e c u e i l l e m e n t d 1 e s p r i t , et e n f i n ne l e u r p a r l a n t qu'en ce m a g n i f i q u e j a r g o n de l a c a g o t e r i e . ( l ) Evidemment S c a r r o n se d o n n a i t a coeur j o i e en p e i g n a n t ce p o r t r a i t , ou, pour p a r l e r p l u s p r e c i s e m e n t , en l e b r o d a n t . Car s ' i l e s t v r a i que Les H y p o c r i t e s , a l a d i f f e r e n c e de ses a u t r e s n o u v e l l e s , e s t moins une a d a p t a t i o n qu'une t r a d u c t i o n ce que H a i n s w o r t h a b i e n e t a b l i et qu'une comparaison t e x t u e l l e v e r i f i e i l e s t egalement c l a i r que S c a r r o n a v a i t s e n t i l e d e s i r ou l e b e s o i n d ' a m p l i f i e r a sa f a c o n l e s d e f a u t s de M o n t u f a r . (2) S a l a s B a r b a d i l l o , p a r exemple, se c o n t e n t e de m e t t r e dans l a bouche de Mon t u f a r l a louange du S a i n t Sacrement et l e c o n s e i l (1) Oeuvres, I I I , 320-321. (2) George H a i n s w o r t h , Les 'Novelas e j e m p l a r e s ' de Ce r v a n t e s en France au XVJIe s i e c l e ( P a r i s : 1933)- "Chose c u r i e u s e , c e t t e n o u v e l l e , c o n s i d e r e e a u j o u r d ' h u i comme l a m e i l l e u r e de c e l l e s de S c a r r o n , e s t justement c e l l e ou i l a mis l e moins du s i e n . " (pp. 186-187). C'est que c e t t e f o i s , a l a d i f f e r e n c e de M a r i a de Zayas et d ' a u t r e s e c r i v a i n s e s p a g n o l s q u i l u i ont s e r v i de s o u r c e s , " S c a r r o n a v a i t a f f a i r e . . .a un au t e u r du p r e m i e r o r d r e , doue, du c o t e de l a s a t i r e et du r e a l i s m e , de q u a l i t e s q u i o f f r a i e n t peu de p r i s e au grand p r e t r e du b u r l e s q u e . " ( i b i d . , p. 188). I I y a deux a u t r e s "choses c u r i e u s e s " qu'on peut a j o u t e r : l ' u n e , que S c a r r o n s o u t i e n n e dans 1 ' e p i t r e p r e l i m i n a i r e de c e t t e n o u v e l l e ( s u p r a , p . 50, note 1), que " i l n'y a r i e n d'emprunte" l a - d e d a n s ; l ' a u t r e , que M o r i l l o t a c c e p t e nai'vement c e t t e c o n s t a t a t i o n , p u i s q u ' i l ne menage pas ses louanges s u r c e t t e n o u v e l l e et ne mentionne pas de source espagnole (op. c i t . , pp. 370-376). 110 aux e n f a n t s ; c ' e s t S c a r r o n q u i a j o u t e l a deuxieme b e n e d i c t i o n . P a r c o n t r e , l 1 a u t e u r f r a n c a i s ne t r o u v e pas n e c e s s a i r e de r e n c h e r i r s u r l e jugement prononce s u r M o n t u f a r p a r son c r e a t e u r En r e v a n c h e , i l n ' e s t pas c o n t e n t de s u i v r e S a l a s B a r b a d i l l o de p r e s quand i l s ' a g i t des p r o t e s t a t i o n s de p i e t e devant l e s dames; l a ou l ' E s p a g n o l d i t que M o n t u f a r " v i s i t a i t t o u t e s l e s dames i m p o r t a n t e s , t o u j o u r s s ' o b s t i n a n t a se f a i r e l a p e t i t e b e t e des e t a b l e s , " S c a r r o n , on l ' a v u, ne peut pas r e s i s t e r a a j o u t e r des e c h a n t i l l o n s du "magnifique j a r g o n de l a cago-t e r i e . " (2) L ' i m p o r t a n t , c ' e s t q u ' i l a p r o f i t e de ce modele pour e x p r i m e r son mepris de l a f a u s s e t e dans l a d e v o t i o n . On n'a jam a i s a s s o c i e S c a r r o n a l a v r a i e d e v o t i o n , malgre c e r t a i n s passages nettement r e l i g i e u x parsemes dans ses p o e s i e s . On s a i t q u ' i l p o r t a i t a s s e z legerement l e " p e t i t c o l l e t . " Mais i l sembla prendre en h o r r e u r l'abus de l ' o r a i s o n . E t a i t - c e amour de l a b i e n s e a n c e , ou r e v o l t e c o n t r e 1 ' i n s i n c e r i t e ? De t o u t e f a c o n , i l p o r t a son degout du manque de r e s p e c t pour l e s formes de l a r e l i g i o n jusqu'aux d e t a i l s de l a c o n d u i t e p e r s o n -n e l l e dans 1 ' e g l i s e . On v e r r a p l u s l o i n q u ' i l n'epargne guere ceux et c e l l e s p o u r x q u i l e s e r v i c e d i v i n s e r t a d ' a u t r e s f i n s qu'a l a r e l i g i o n . Ce q u i e s t gEfdent d^ap^es l e s e x t r a i t s que j e v i e n s de (1) "Oh, l a d r d n , l a d r d n ; no t e f a l t a b a mas que dar en h i p d c r i t a , p a r a p o d e r t e c o r o n a r justamente por p r i n c i p e y c a p i t a l de l o s v i c i o s o s ! " * (2) Op. c i t . , p. 91k. • I l l c i t e r , c ' e s t que chez S c a r r o n l ' h y p o c r i s i e e s t l a r e i n e des v i c e s , et que ceux q u i f a u s s e n t ou q u i f e i g n e n t l a v e r t u pour masquer l e mal sont au n i v e a u l e p l u s bas du genre humain. Encore un asp e c t du c o n t r a s t e e n t r e 1 ' e t r e et l e p a r a i t r e q u ' i l semble v o u l o i r s o u l i g n e r , quoiqu'a un moijndre degre que l e faraeux p a r a l l e l e T a r t u f f e - O n u p h r e , c ' e s t l ' e s p e c e " A r s i n o e . " Envers l e s prudes, i l e s t b i e n p l u s s e v e r e que ne l e s e r a La B r u y e r e ; ( l ) i l s'en prend s u r t o u t aux f a u s s e s , mais i l n ' h e s i t e pas a s i g n a l e r que mainte prude d ' a u j o u r d ' h u i e s t l ' a n c i e r i n e p e c h e r e s s e , reformee seulement p a r l e passage du temps. I I a son mot a d i r e a u s s i a. c e l l e s des prudes q u i sont v e r i t a b l e s , mais q u i p r i s e n t l a c h a s t e t e p a r - d e s s u s des q u a l i t e s p l u s i m p o r t a n t e s . Quant aux f a u s s e s prudes, on a d e j a remarque l a maniere d i r e c t e dont S c a r r o n accorde une p l a c e aux E n f e r s a c e r t a i n e s " d o n z e l l e s " q u i a g i s s e n t d'une f a c o n devant l e monde et d'une a u t r e en c a c h e t t e ( s u p r a , p. 9&). I I s ' a g i t , a p r e s t o u t , d'une sous-espece du genre h y p o c r i t e , l e s M a r q u i s e de M e r t e u i l avant l a l e t t r e ; done, pas b e s o i n de r e n c h e r i r l a - d e s s u s n i de m u l t i p l i e r l e s exemples. Mais i l y a a u s s i l e s v e r t u e u s e s a u t h e n t i q u e s , r e p a r t i e s en deux e s p e c e s . ( 1 ) "La d e v o t i o n v i e n t a quelques-uns, et s u r t o u t aux femmes, comme une p a s s i o n , ou comme l e f a i b l e d'un c e r t a i n age, ou comme une mode q u ' i l f a u t s u i v r e . • . S i j'epouse. . .une de v o t e . . . que d o i s - j e a t t e n d r e de c e l l e q u i veut tromper D i e u , et q u i se trompe elle-meme?" ("Des Femmes," 4 3 , 4 4 ) . 112 D'abord, on t r o u v e des prudes que l e s ans s e u l s ont rendues t e l l e s . Le chemin e t r o i t q u ' e l l e s s u i v e n t m a i n t e n a n t , c ' e s t c e l u i q u ' e l l e s a v a i e n t eu s o i n d ' e v i t e r a u t r e f o i s . S c a r r o n en f a i t l e p o r t r a i t , d'abord en p r o s e , p u i s en v e r s . V o i c i l a v e r s i o n q u i se t r o u v e dans Les Deux f r e r e s r i v a u x , l a d e r n i e r e des n o u v e l l e s i n s e r e e s dans l e Roman comique: Quelques•dames t r i s t e s , de c e l l e s q u i sont t o u j o u r s en p e i n e de l a c o n d u i t e des a u t r e s et f o r t en repos de l a l e u r , q u i se f o n t e l l e s -memes a r b i t r e s du mal et du b i e n , quoiqu'on p u i s s e f a i r e des gageures s u r l e u r v e r t u comme sur t o u t ce q u i n'est pas b i e n a v e r e e , et q u i c r o i e n t qu'avec un peu de r u d e s s e b r u t a l e et de grimace devote e l l e s ont de l'honneur a r e v e n d r e , quoique l'enjouement de l e u r j e u n e s s e a i t e t e p l u s s c a n d a l e u x que l e c h a g r i n de l e u r s r i d e s n'a ete de bon exemple. . . ( l ) Un peu p l u s t a r d , dans I ' E p i t r e c h a g r i n e a d ' A l b r e t , S c a r r o n r e t o u c h e l e meme p o r t r a i t en s ' a d r e s s a n t dans son l o n g c a t a l o g u e des f a c h e u x a ces v i e i l l e s p e c h e r e s s e s Dont l ' o n a su l e s impures j e u n e s s e s E t , n ' e t a n t p l u s en e t a t t d e p e c h e r , Qui vous melez de nous v e n i r p r e c h e r , En grand s o u c i pour l e s peches des a u t r e s , En grand repos cependant pour l e s v o t r e s . (2) (1) RC, I I , 142. Benac, dans ses n o t e s ( I b i d . , I I , 3l8), t r o u v e ce passage "une p r e f i g u r a t i o n " du d i s c o u r s de Celimene au deuxieme a c t e du M i s a n t h r o p e , ou. e l l e a p p e l l e " t r a n c h e g r i m a c e " l e " z e l e " d ' A r s i n o e ( S c . 6, v e r s 855)• Mais M o l i e r e n ' i n d i q u e n u l l e p a r t q u ' A r s i n o e e s t v i e i l l e ; on s a i t seulement q u ' e l l e n ' e s t pas b e l l e . On peut t r o u v e r dans T a r t u f f e un r a p p o r t p l u s p r o c h e : D o r i n e , r i p o s t a n t aux louanges d'une c e r t a i n e Orante de l a p a r t de Madame P e r n e l l e , e x p l i q u e : I I e s t v r a i q u ' e l l e v i t en a u s t e r e personne; Mais l'age dans son ame a mis ce z e l e a r d e n t , Et l ' o n s a i t q u ' e l l e e s t prude a son corp s d e f e n d a n t . (A c t e I I , S c. 1, v e r s 122-124). (2) PD, I I , 236-237, v e r s 347-352. 113 Quant aux femmes v r a i m e n t c h a s t e s , mais q u i c r o i e n t que l a c h a s t e t e l e s d i s p e n s e d ' e t r e douces et a i m a b l e s , S c a r r o n ne peut l e u r pardonner c e t echange; i l l e s a v a i t b r o c a r d e e s dans l a G a z e t t e b u r l e s q u e ( s u p r a , p. 107), et e l l e s s u i v e n t de p r e s l e s v i e i l l e s prudes dans son d e f i l e de f a c h e u x et de fa c h e u s e s dans l ' E p - i t r e c h a g r i n e : Vous en s e r e z , vous dont l a c h a s t e t e R e m p l i t 1 ' e s p r i t d'une s o t t e f i e r t e , Qui p r e t e n d e z qu'aux pudiques L u c r e c e s . I I e s t permis de f a i r e des d i a b l e s s e s Et que, pourvu qu'on garde son honneur, On peut n ' a v o i r n i bonte n i douceur. . . Quoi! s i l e c i e l vous f i t n a i t r e s t u p i d e s , S i l e s p l a i s i r s pour vous sont i n s i p i d e s , S i vous gardez v o t r e honneur cherement Moins par v e r t u que par temperament, P r e t e n d e z - v o u s , prudes i n s u p p o r t a b l e s , Que l e s humains vous en s o i e n t r e d e v a b l e s ? ( l ) Done, s i ces dames ne peuvent e t r e q u a l i f i e e s d ' h y p o c r i t e s , l ' e f f e t q u 1 e l l e s f o n t s u r l e s honnetes gens e s t semblable.?. On t r o u v e encore d ' a u t r e s t y p e s q u i t r a v e s t i s s e n t et q u i s u b v e r t i s s e n t l e s formes de l a v e r t u , s u r t o u t l ' o r a i s o n et l a messe. Des ses p r e m i e r e s p o e s i e s , S c a r r o n exprima son a v e r s i o n pour l e s gens q u i j a s e n t e n t r e eux dans l e s e g l i s e s sous l e co u v e r t de l a p r i e r e . Ce q u ' i l s o u h a i t e pour eux, c ' e s t un F r e r e J e a n des Entommeurs: (1) EDJ I I , 237, v e r s 357-362, 367-372. 114 A d i e u ! 1 ' E g l i s e des Minimes Ou l ' o n comraet a u t a n t de cr i m e s Contre Dame R e l i g i o n Qu'en l a Mauresque r e g i o n : Je n'entends pas p a r l e r des P e r e s , Mais de ces l a n g u e s de v i p e r e s Qui causent durant.1 * Oremus; On l e s v e r r a i t t o u s b i e n camus S i l e bon pere q u i l e s t a n c e L e u r f a i s a i t une remonstrance Avec l e b a t o n de l a C r o i x . . . . ( l ) Pa r c o n t r e , l a r e i n e Didon possede, p a r m i ^ s e s a u t r e s q u a l i t e s , un r e s p e c t convenable envers l e s l i e u x s a c r e s ; j a m a i s ne f a i s a i t - e l l e "du temple un c a q u e t o i . " (2) I I f u s t i g e a i t l e s amants q u i , eux a u s s i , t r o u v a i e n t l e s e g l i s e s a l e u r gre a c e t t e epoque. (3) En e f f e t , G a i f f e c i t e quelques e x t r a i t s de sermons f l e t r i s s a n t l e manque de r e s p e c t du c u l t e , a l l a n t j u s q u ' a " 1 ' i m p u d i c i t e " de l a t o i l e t t e des femmes dans l a maison de D i e u . I I nous r a p p e l l e a u s s i que des gr a v u r e s contemporaines montrent l e s s o i - d i s a n t " f i d e l e s " debout, "en rangs p r e s s e s ou en p e t i t s groupes, causant sans r e t e n u e et e n v a h i s s a n t j u s q u ' a l ' e s c a l i e r de l a c h a i r e . " (4) (1) PD, I , 42, v e r s 23-34. ("Adieu au M a r a i s et a l a P l a c e R o y a l e " ) . (2) Oeuvres, I V , 204. (3) M a u r i c e Magendie, La P o l i t e s s e mondaine et l e s t h e o r i e s de  l ' h o n n e t e t e au X V I I e s i e c l e , de l600 a 1660 ( P a r i s : 1925), p"^  116: "Les e g l i s e s e t a i e n t l e s l i e u x de rendez-vous p r e f e r e s . 1'ombre de l e u r s n e f s e t a i t p r o p i c e aux t e n d r e s propos; meme pendant l e s o f f i c e s , l e s amants p a s s a i e n t i n a p e r c u s au m i l i e u du r e c u e i l l e m e n t a t t e n t i f d e s • f i d e l e s . " Dans Leandre et Hero, S c a r r o n p r e s e n t e un d i a l o g u e t y p i q u e de ce genre(Oeuvres,VII, 2 8 0 (4) F e l i x G a i f f e , L'Envers du grand s i e c l e ( P a r i s : 1924), pp. 276 277. Les t e x t e s c i t e s p a r G a i f f e a p p u i e n t 1 ' o b s e r v a t i o n de S c a r r o n que " t a n c e r " ces e f f r o n t e s ne s u f f i s a i t pas. G a i f f e c i t e a u s s i c e t t e d e f i n i t i o n d'un p r e d i c a t e u r , p r i s e dans l e Catechisme  des c o u r t i s a n s (1668): "Un homme dont on c r o i t l a p a r o l e sans s u i v r e son c o n s e i l . " ( I b i d . , pp. 274-275). 115 Une s e u l e f o i s , au co u r s d'une n o u v e l l e , S c a r r o n s ' e c h a u f f a s u r ce s u j e t j u s q u ' a u p o i n t ou l a s a t i r e f r o l e l e sermon; et i l se t r o u v a o b l i g e de changer de t o n a l a f i n pour r e p r e n d r e sa legeret-.ee coutumiere : On p r o f a n e l e s e g l i s e s en ce p a y s - l a a u s s i b i e n qu'au n o t r e , et l e Temple de D i e u s e r t de r e n d e z -vous aux g o d e l u r e a u x et a l e u r s c o q u e t t e s , a l a honte de ceux q u i ont l a maudite a m b i t i o n d ' a c h a l a r i d e r l e u r s e g l i s e s et de s ' o t e r l a p r a t i q u e l e s uns l e s a u t r e s ; on y d e v a i t donner o r d r e et e t a b l i r des ch a s s e - g o d e l u r e a u x et des c h a s s e - c o q u e t t e s comme des c h a s s e - c h i e n s et des c h a s s e - c h i e n n e s . ( l ) En somme, ceux q u i p r a t i q u e n t l e s v i c e s p l u s ou moins* graves sous l e masque ou d e r r i e r e l ' a b r i de l a v e r t u comptent parmi l e s c i b l e s f a v o r i t e s de l a s a t i r e s c a r r o n i e n n e . Ce groupe e s t l o i n d ' e p u i s e r , p o u r t a n t , 1 ' i n v e n t a i r e de ceux q u i f e i g n e n t des q u a l i t e s q u ' i l s ne possedent p a s . S c a r r o n en t r o u v e a r e v e n d r e ; i l ne n e g l i g e pas ceux dont l e but e s t l e g a i n ou l e p r e s t i g e , ou l e s deux a l a f o i s : c e r t a i n s c o u r -t i s a n s , l e s f l a t t e u r s , l e s n o b l e s p r e t e n d u s , l e s p r o v i n c i a u x p r e t e n t i e u x , l e s f a n f a r o n s , pour en nommer quelques c a t e g o r i e s . Le s i m u l a t e u r l e p l u s t r a n s p a r e n t , c ' e s t l e f l a t t e u r q u i cherche a p r o f i t e r . E x c e p t i o n f a i t e de c e r t a i n s poetes et des a u t e u r s de d e d i c a c e s ( i n f r a , Ch. I V ) , S c a r r o n n'en f a i t pas grand c a s . I I en p a r l e avec p l u s d'amertume que d'humour dans ( l ) RC, I , 119 ( H i s t o i r e de l'amante i n v i s i b l e ) . Ce passage e s t un des deux c i t e s par Magendie a ce s u j e t . I I e s t a n o t e r a u s s i que S c a r r o n ose e s q u i s s e r i c i une c r i t i q u e de c e r t a i n s p r e t r e s mondains et a m b i t i e u x , mais ce n'est qu'en p a s s a n t . 116 I ' E p i t r e c h a g r i n e a R o s t e a u , ou i l s'en prend a deux q u i mettent "en c r e d i t " l e f a t a q u i " l e bonheur r i t " et "Qui passe pour grand personnage / Et n'est qu'un f a t pour t o u t p o t a g e . " ( l ) Quelques annees p l u s t a r d , dans l a G a z e t t e b u r l e s q u e , i l r e v i e n t a ce s u j e t , mais c e t t e f o i s i l s'amuse a p a r o d i e r l e s f l a t t e u r s des G i t o n : Le s e u l c r e d i t et l a f i n a n c e Donnent aux gens de l a c r o y a n c e , D'un homme r i c h e et b i e n v e t u , F u t - i l , sans e s p r i t , n i v e r t u , La p r o s e e s t a u t a n t de p r o b e r b e s , Les v e r s C h a p e l a i n s et Malhe r b e s • . .(2) I I t o u r n e en d e r i s i o n egalement une a u t r e f a c o n de f e i n d r e pour l e g a i n , c ' e s t - a - d i r e en f e i g n a n t l a p a u v r e t e . I I t a q u i n e l e s b o u r g e o i s manceaux chez q u i 1 ' i n s t i t u t i o n d'une t a x e s p e c i a l e en 1646 ( l a "taxe des a i s e s " ) s u s c i t e une r e a c t i o n a s s e z v i v e : Vous p a r l e r a i - j e des a i s e s Qui sont un peu s c a n d a l i s e s Du r e t o u r de l ' I n t e n d a n t d ' H a i r e ? Mais j e f e r a i mieux de m'en t a i r e , Car j e l e s t i e n s , e t a n t t a x e s , Sans qu'on l e s r a i l l e , a s s e z v e x e s , L a i s s o n s - l e s en p a i x , j e vous p r i e , D e t o u r n e r l e u r t a p i s s e r i e . (3) Abo