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L’Humour dans les romans d’Alain Robbe-Grillet 1975

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L'Humour dans l e s romans d ' A l a i n R o b b e - G r i l l e t by Ruth Helene Tubbesing 1 B.A., U n i v e r s i t y o f B r i t i s h C o lumbia, 1972 A t h e s i s s u b m i t t e d i n p a r t i a l f u l f i l m e n t o f t h e r e q u i r e m e n t s f o r t h e degree o f M a s t e r o f A r t s ' i n t h e Department o f F r e n c h We a c c e p t t h i s t h e s i s as c o n f o r m i n g t o t h e r e q u i r e d s t a n d a r d The U n i v e r s i t y o f B r i t i s h C olumbia A p r i l 1975 In presenting th is thesis in pa r t i a l fu l f i lment o f the requirements for an advanced degree at the Univers i ty of B r i t i s h Columbia, I agree that the L ibrary shal l make it f ree ly ava i l ab le for reference and study. I further agree that permission for extensive copying of th is t he s i s for scho lar ly purposes may be granted by the Head of my Department or by his representat ives. It is understood that copying or p u b l i c a t i o n o f th i s thesis for f inanc ia l gain sha l l not be allowed without my written permission. Department of The Univers i ty of B r i t i s h Columbia Vancouver 8, Canada A b s t r a c t Humour, as A l a i n Robbe-G-rillet presents i t i n h i s s i x n o v e l s , comprises the comic, which makes us laugh a t or about someone other than o u r s e l v e s , and humour, as d e f i n e d by Preud which d i f f e r s from b l a c k humour o n l y i n i n t e n s i t y . T h i s study d i s c u s s e s comedy before humour, mainly be- cause the former appears towards the begi n n i n g o f the evo- l u t i o n o f R o b b e - G r i l l e t ' s n o v e l s . C o n s i d e r i n g the rea d e r ' s v i e w p o i n t , the comic i s a l s o more obvious, l e s s complex than humour arid e x i s t s almost e x c l u s i v e l y i n the n a r r a t i v e s t o r y . The three p r i n c i p l e elements o f any comedy may a l s o be found i n R o b b e - G r i l l e t ' s f i r s t f o u r n o v e l s , t h a t i s ; c h a r a c t e r , s i t u a t i o n , and language. The mechanisation o f c h a r a c t e r s , as d e s c r i b e d by Henry Bergson, i d e n t i f i e s the comic o f the f i r s t two elements. The l a s t cannot demand earnestness f o r a l l i t s s u p e r f l u o u s pomp i n e x p r e s s i o n and vo c a b u l a r y . I n comedy, the reader i s unconscious o f the n a r r a t o r ' s i n t e r v e n t i o n . For t h i s r eason, the n a r r a t i v e v i e w p o i n t p a s s i n g suddenly from one c h a r a c t e r to another f i n d s a pl a c e here. Dramatic, o f t e n t r a g i c i n c i d e n t s ending on an in c o n g r u - ous p l a y f u l note t h e r e f o r e a l s o f a l l i n t o t h i s category. To the extent t h a t these elements express a c e r t a i n aggressiveness i n r e f l e c t i n g our weaknesses and a t t a c k i n g our emotions, humour i s i n e v i t a b l y the cause. i i i Only a t the l e v e l o f the " e c r i t u r e " , hov/ever, does R o b b e - G r i l l e t ' s humour a t t a i n i t s f u l l e x p r e s s i o n . The n a r r a t o r i s e v i d e n t l y the i n v e n t o r o f h i s t e x t and a l s o o f t e n p a r t i c i p a t e s i n i t j h i s u n c e r t a i n t y , i l l o g i c a l t r a n s i t i o n s and r e p e t i t i o n s a r e q u i t e c o n t r a r y to the c o n v e n t i o n a l e x p e c t a t i o n s o f the r e a d e r . The p l a y f u l n e s s t h a t spurs the n a r r a t i o n on t e s t s the r e a d e r ' s c a p a c i t y t o l a u g h a t h i s own misjudgements and u n f u l f i l l e d e x p e c t a t i o n s , and h i s c a p a c i t y to l a u g h a t h i s own weaknesses. R o b b e - G r i l l e t ' s treatment o f e r o t i c i s m i s a l s o another way o f p l a y i n g w i t h the i l l u s i o n s or hidden complexes of the reader who can, a t the r e a l i s a t i o n o f the t e x t ' s i n t e n t i o n l a u g h or show disappointment and f r u s t r a t i o n . B l a c k humour i s e v ident here, but i t s f u l l r e a l i s a t i o n occurs o n l y i n R o b b e - G r i l l e t 1 s l a s t book: P r o j e t pour une r e v o l u t i o n a New York, where the reader i s brought to experience h i m s e l f . i v Sommaire L'humour, comme i l se presente dans l e s s ix romans d ' A l a i n R o b b e - G r i l l e t , peut comprendre deux c a t e g o r i e s : l e comique, c ' e s t - a - d i r e l a ou on r i t d 'un autre sans s ' i m p l i q u e r s o i - m § m e , et 1'humour au sens p r e c i s de Freud, q u i ne d i f f e r e de 1'humour n o i r qu 'en i n t e n s i t e . L'humour se d i s t i n g u e en ce q u ' i l nous f a i t r i r e de nous-memes. Le comique est t r a i t e dans cet te etude en premier l i e u parce que, considere du point de vue du l e c t e u r , i l est plus f a c i l e a s a i s i r et plus evident que l 'humour . Egalement, i l se presente presque exclusivement au niveau du, r e c i t et apparai t vers l e debut de l ' e v o l u t i o n roma- nesque de R o b b e - G r i l l e t . On peut y deceler l e s t r o i s elements importants du genre comique: l e personnage, l a s i t u a t i o n , et l e langage. La mecanisat ion bergsonienne est a l ' o r i g i n e du comique des deux premiers ; l e pouvoir evocateur exagere du d e r n i e r defend egalement l e s e r i e u x . La ou i l y a du.comique, l e l e c t e u r n ' e s t pas c o n - s c i e n t d'une manipulat ion par l e n a r r a t e u r . C ' e s t a i n s i que l e jeu du point de vue q u i saute p a r f o i s d 'un personnage a l ' a u t r e appar t ient i c i au comique. De meme, t e l l e s i t u a t i o n coupee court au beau m i l i e u d ' u n moment drama- t ique pour f i n i r de fa<?on completement incongrue f a i t encore p a r t i e du comique. En ce que l e langage exagere touche deja au n o t r e , et l e s s i t u a t i o n s jouent avec nos sentiments, l 'humour est deja entre e n j e u . V C'est au niveau de 1 ' e c r i t u r e pourtant que 1'humour se manifeste pleinement. Les deux d e r n i e r s romans sont s u r t o u t e t u d i e s dans l ' o p t i q u e de 1'humour, ou l e ou l e s n a r r a t e u r s a p p a r a i s s e n t en toute l u m i e r e . Le t e x t e q u i se b a t i t au f u r et a mesure q u ' i l est e c r i t , l e s t r a n s i t i o n s i l l o g i q u e s , l e s r e p e t i t i o n s vont a l ' e n c o n t r e des preceptes du roman c o n v e n t i o n n e l , par consequent du l e c t e u r t r a d i t i o n - n e l egalement. Le jeu de 1 ' e c r i t u r e met done a l'epreuve l a c a p a c i t e du l e c t e u r a r i r e de ses propres meprises et de sa fa9on p a r f o i s t r e s c o n v e n t i o n n e l l e de penser. Le t r a i t e m e n t de l ' e r o t i s m e joue egalement des t o u r s au l e c t e u r q u i , par son goftt du j e u , peut s'en amuser, ou b i e n r e s t e r decu et f r u s t r e . L'humour n o i r joue evidemment un grand r61e i c i , mais i l t r o u v e r a son e x p l o i t a t i o n p r i n c i p a l e dans l e d e r n i e r roman de R o b b e - G r i l l e t ou l e l e c t e u r d o i t lui-meme f a i r e 1'experience de posseder c e t humour s a l v a t e u r . v i Table des matieres Page A b s t r a c t i i Sommaire i v A b r e v i a t i o n s des t i t r e s des romans et u d i e s .. v i i I . I n t r o d u c t i o n 1 I I . L a d e s t r u c t i o n de l a convention 7 A. Les personnages 7 B. L ' i n t e r a c t i o n des personnages 21 C. Le p o i n t de vue 40 L. L a chute du drame 62 E. L' humour du langage 71 I I I . Le j e u de l a n a r r a t i o n 105 A. La recherche 108 B. Les t r a n s i t ions 113 C. La c o n s t r u c t i o n a r t i f i c i e l l e 119 D. Les r e p e t i t i o n s et l e s m o d i f i c a t i o n s .... 128 E . Les t e n t a t i v e s d'une r e o r g a n i s a t i o n n a r r a t i v e 142 P. L' i n d i f f e r e n c e f i n a l e 146 IV. L'humour n o i r et l a r e v o l u t i o n 150 V. Conclusions 178 B i b l i o g r a p h i e • • 182 Appendice ••••••••••••••••••«•••••••••••••••• 188 v i i A b r e v i a t i o n s des t i t r e s des romans de R o b b e - G r i l l e t G- Les Gommes V Le Voyeur J La J a l o u s i e L Dans l e l a b y r i n t h e M ou Maison La Maison de rendez-vous P ou Pro.jet P r o j e t pour une r e v o l u t i o n a Mew York v i i i A Monsieur l e Professeur D. Baudouin , A Monsieur l e Professeur Pr« Grover , qui ont b i e n voulu d i r i g e r ce t r a v a i l et m * e c l a i r e r de l e u r s c r i t i q u e s et de l e u r s c o n s e i l s , l e temoignage de ma reconnaissance • 1 CHAPITRE PREMIER I n t r o d u c t i o n I ' I n t r o d u c t i o n P a r l e r de 1'humour e n t r a i n e l e danger de ce que "peut-etre l a r e f l e x i o n tue l e r i r e e t q u ' i l s e r a i t a l o r s c o n t r a d i c t o i r e q u ' e l l e en d e c o u v r i t l e s causes".^ C e t t e etude e t a n t t o u t e f o i s motivee par une meconnaissance gener a l e de 1*humour dans l e s romans d ' A l a i n R o b b e - G r i l l e t , i l s ' a g i r a davantage de 1'humour que d'en a n a l y s e r l e s causes. En e f f e t , peu d'importance e s t accordee par l e s c r i t i q u e s a 1'humour chez R o b b e - G r i l l e t , e t encore moins par l a m a j o r i t g de ses l e c t e u r s . La r a i s o n peut p r o v e n i r du f a i t que " t o u t l ' a r t d'un c e r t a i n humour e s t ... de l a i s s e r au l e c t e u r ... l ' e n t i e r s o i n de l a decouverte." C e c i semble e t r e l e cas chez R o b b e - G r i l l e t . Dans l a l e c t u r e des romans de R o b b e - G r i l l e t , ou du Nouveau Roman en g e n e r a l , M i c h e l Mansuy c o n c o i t deux a t t i t u d e s p o s s i b l e s : ...ou se l i v r e r a l ' i n s e c u r i t e comme on s'abandonne au v e r t i g e du g r a n d - h u i t dans un luna-park; ...;-ou b i e n t i r e r l a s e c u r i t e de l ' i n s e c u r i t e meme, en degageant, dans l a mesure du p o s s i b l e l e s l o i s g e n erales q u i gouvernent c e l l e - c i . 3 •""Dugas, c i t e par Sigmund Freud, Jokes and t h e i r r e l a t i o n t o the Unconscious, p. 146. 2 Dominique Noguez, " S t r u c t u r e du langage humoristique", Revue d' es the t i q u e , XXII, p.;. 44. ^Nouveau Roman: h i e r , a u j o u r d ' h u i , tome 1, p. 88. 2 Mansuy ajoute, a propos de l a deuxieme fagon d'aborder l a l e c t u r e : Semblable a t t i t u d e p l a i t aux u n i v e r s i t a i r e s e t p a r a i t dependable, e l l e a u s s i , meme s i e l l e f i g e l e Nouveau Roman, comme A. R o b b e - G r i l l e t l e d i s a i t ... avec humeur. 1 La premiere a t t i t u d e s e r v i r a effectivement d'optique de base dans c e t t e gtude, d'autant plus q u ' e l l e convient b i e n mieux a l'humour que l a deuxieme. Selon Freud, l a c r i t i q u e , l a r a i s o n mettent f i n au j e u , l e q u e l e s t a l o r s re j etc? comme gtant sans s i g n i f i c a t i o n ou meme absurde. L " e s p r i t c r i t i q u e rend impossible l'humour, e t 1'ambiance cr^ete par l'humour oG l e jeu rend to u t a u s s i vaine l a c r i t i q u e . Le l e c t e u r q u i "se l i v r e " au texte sera Egalement mieux dispos que c e l u i a l a recherche de re g i e s romanesquesj ,pour apprgcier l ' i n a t t e n d u , l e s ambiguit^s, l e s c o n t r a d i c t i o n s , l e j e u de l ' € c r i t u r e , tous des composantes de l'humour. Le terme "humour" e s t u t i l i s e plus haut assez lggdrement. Au d i r e de c e r t a i n s , ce mot ne peut pas e t r e deSfini: "Le mot humour e s t i n t r a d u i s i b l e . ... Chaque p r o p o s i t i o n q u i l e co n t i e n t en modifie l e sens," d i t Paul Val6ry.3 La d e f i n i t i o n "^Nouveau Roman: h i e r , aujourd'hui, tome 1, p. 88. Propos de K o b b e - G r i l l e t , p. 65. 2 Jokes and t h e i r R e l a t i o n t o the Unconscious, p. 128. 3 . C i t e par Andre Breton, Anthologie de l'humour, n o i r , p. 11 — — a l a Raymond Queneau est un peu plus simple et un peu pl u s p r e c i s e : "l'humour: c'est de decaper l e s grands sentiments de l e u r connerie." Andre B r e t o n l e c o n s i d e r e " l e s e u l com- merce i n t e l l e c t u e l de haut l u x e " , et e x p l i q u e : Nous avons, en e f f e t , p l u s ou moins obscurement l e sens d'une h i e r a r c h i e dont l a p o s s e s s i o n i n t e g r a l e de 1'humour a s s u r e r a i t a 1'homme l e p l u s haut degre: c'est dans c e t t e mesure meme que nous echappe et nous echappera sans douteplongtemps t o u t e d e f i n i t i o n g l o - b a l e de l'humour ... Les c a r a c t e r e s ephemere, a n t i - s e n t i m e n t a l , et h i e r a r c h i q u e e c l a i r c i s s e n t d eja l a n o t i o n d'humour. D'autres n'admettent pas 1 ' i m p o s s i b i l i t e de d e f i n i r ce mot u t i l i s e tous l e s j o u r s . L'humour; c'est une forme de s a t i r e s c i e n t i f i q u e , son but est de nous f a i r e douter du r e e l , d i t Benacj 1 1 i r o n i e s'y oppose en ce q u ' e l l e e s t en- gagee et suppose un i d e a l . ^ W L ' a f f e c t a t i o n d'une i n d i f f e - rence o b j e c t i v e chez l u i q u i note"'', d i s p o s i t i o n n e c e s s a i r e a l'humour, peut e t r e egalement nominee l a d i s t a n c i a t i o n . S i nous prenons de l a d i s t a n c e par r a p p o r t a nous-memes, autrement d i t , s i nous r i o n s de nous-memes ou d'un t i e r s , i l s ' a g i t s e l o n Benac d 1 h u m o u r . S i , par c o n t r e , nous r i o n s de l ' a u t e u r du ge s t e , i l s ' a g i t de comigue.^ Annie Le Brun C i t e par Andree Bergens, Raymond Queneau p. 61 p A n t h o l o g i e de l'humour n o i r , p. 10 ^He n r i Benac, Guide pour l a recherche des idees dans l e s d i s s e r t a t i o n s et l e s etudes l i t t e r a i r e s , pp. 178-179 4 I b i d . , p. 117 4 d e ' c r i t 1 ' h u m o r i s t e comme e t a n t j u g e e t p a r t i e j " l e s p l u s g r a n d e s d i s t a n c e s s o n t a i n s i p r i s e s v i s - a - v i s de ce q u i a t t e i n t l e p l u s . " 1 P a r c o n s e q u e n t , 1 ' h u m o u r e s t l e " t r i o m p h e p a r a d o x a l d u p r i n c i p e d u p l a i s i r s u r l e s c o n d i - p t i o n s r e e l l e s . " C e c i v a a l ' e n c o n t r e de l a cornedie d o n t l e message nous c o n s e i l l e d ' i t r e comme t o u t l e ' m o n d e . L e c o m i q u e n a i t de l a m e c a n i s a t i o n de l a v i e , comme l ' e x p l i q u e H e n r i B e r g s o n dans L e R i r e , t a n d i s que 1 ' humour l i b e r e c e l u i q u i r i s q u e de s ' e n l i s e r , de s e m e c a n i s e r dans l e c o m - p o r t e m e n t c o n v e n t i o n n e l demande p a r l a s o c i e t e . C ' e s t a i n s i que F r e u d c o n g o i t l ' h u m o u r . P o u r l u i , " l ' h u m o u r a n o n s e u l e m e n t q u e l q u e c h o s e de l i b e r a t e u r , a n a l o g u e e n c e l a a 1 ' e s p r i t a t a u c o m i q u e , m a i s e n c o r e q u e l q u e c h o s e de s u b l i m e e t d ' e l e v e , . . . L e s u b l i m e t i e n t ev idemment a u t r i o m p h e d u n a r c i s s i s m e , a 1 ' i n v u l n e r a b i l i t e d u m o i q u i s ' a f f i r m e v i c t o r i e u s e m e n t . " ^ L ' a n a l y s e p s y c h a n a l y t i q u e f r e u d i e n n e , amorcee i c i , e s t u t i l e dans l a c o m p r e h e n s i o n d u f o n c t i o n n e m e n t de l ' h u m o u r dans s o n s e n s p r e c i s de Benac e t L e B r u n : . . . l e s e c r e t de 1 ' a t t i t u d e h u m o r i s t i q u e r e p o s e r a i t s u r 1 ' e x t r e m e p o s s i b i l i t e p o u r c e r t a i n s e t r e s de r e t i r e r , e n c a s d ' a l e r t e g r a v e , a l e u r m o i i n s t i n c t i f x A n n i e L e B r u n , " L ' H u m o u r n o i r " , dans E n t r e t i e n s s u r l e s u r r e a l i s m e , F e r d i n a n d A l q u i e , p . 103. B r e t o n , c i t e p a r A n n i e L e B r u n , I b i d . , p . 101 ^ I r e u d , c i t e p a r A n d r e B r e t o n , A n t h o l o g i e de l ' h u m o u r n o i r , p . 15j i t a l i q u e s de l ' a u t e u r . 5 l ' a c c e n t psychique pour l e r e p o r t e r a l e u r surmoi i n t e l l e c t u e l ... A i n s i s ' explique l a d i s t a n c i a t i o n n e c e s s a i r e a l a p e r c e p t i o n humoristigue. Pousse a 1*extreme, l'humour desormais " n o i r " - d i s t i n c t i o n que Freud ne f a i t pas - est l a "marque de l a plus grande insoumission" et comporte des " v a l e u r s s u b v e r s i v e s et p l i b e r a t r i c e s " . L'humour possede done l e s c a p a c i t e s de- s t r u c t r i c e et c o n s t r u c t r i c e , l'une etant i n d i s p e n s a b l e a 1'autr e. Ce mouvement simultane de c o n s t r u c t i o n et de d e s t r u c t i o n de l'humour est evident dans l e s romans de R o b b e - G r i l l e t . I I determine egalement, de f a c o n g e n e r a l e , l ' e v o l u t i o n des t r o i s grandes p a r t i e s de c e t t e etude. La premiere p a r t i e se c a r a c t e r i s e par un humour d e s t r u c t e u r des elements t r a d i t i o n - nellement importants dans l e roman: l e personnage, l a d e s c r i p t i o n , l ' h i s t o i r e chronologique basee sur l a c a u s a l i t e L ' u n i c i t e du n a r r a t e u r est egalement mise en doute, et par consequent, l a Constance du p o i n t de vue. Cette p a r t i e pre- sente done l a mise en doute des elements auxquels l e l e c t e u r est encore h a b i t u e , d'autant plus que l e t e x t e ne d e v o i l e p o i n t l e r 6 l e du n a r r a t e u r ou de l ' a u t e u r dans l e t r a i t e m e n t humoristique de ces elements romanesques. B i e n que l a d e s t r u c t i o n de c e u x - c i s o i t frappante des l a premiere l e c t u r e , 1*absence d ' i n t e n t i o n comique b i e n marquee par l e n a r r a t e u r peut tromper un l e c t e u r q u i s'attend a un roman du genre b a l z a c i e n . S i l a d e s t r u c t i o n predomine dans l a premiere p a r t i e , l e sous-produit en est cependant c o n s t r u c t e u r . C ' e s t - a - d i r e que denoncer une chose f a i t supposer en g e n e r a l que l ' o n en preconise une a u t r e . Andre Breton, A n t h o l o g i e de l'humour n o i r , p. 15 2 Annie Le Brun, "L'Humour n o i r " , dans E n t r e t i e n s sur l e s u r r e a l i s m e , Ferdinand A l q u i e , p. 100 6 1'aspect c o n s t r u c t e u r des romans de R o b b e - G r i l l e t con- s t i t u e l a deuxieme p a r t i e , ou l'humour remplace e s s e n t i e l l e m e n t l e comique de l a premiere, c e c i s u r t o u t a cause d'une i n t e r - v e n t i o n d i r e c t e du n a r r a t e u r dans l e t e x t e . Le l e c t e u r ne s'amuse p l u s autant des personnages, du langage exagere, mais par l e jeu de l ' e c r i t u r e , est o b l i g e de se v o i r lui-meme et de r i r e de ses propres r e a c t i o n s . Quant a l a c o n s t r u c t i o n , i l s ' a g i t non pas ta n t de c e l l e des elements t r a d i t i o n n e l s du roman dont seulement l a conception change, mais b i e n plus de c e l l e du roman meme, r e a l i s e e par l ' e c r i t u r e i n v e n t r i c e . La ma n i p u l a t i o n du n a r r a t e u r , d i s s i m u l e e dans l a premiere p a r t i e , e s t , au niveau de l ' e c r i t u r e , consciemment mise en evidence, et devient une grande source de l'humour de l a deuxieme p a r t i e . Lorsque cet humour v i s e directement l e l e c t e u r , l o r s q u ' i l joue avec ses p r i n c i p e s moraux et ses sentiments, i l f r o l e l e do- maine de l'humour n o i r . Ce d e r n i e r , t r a i t e dans l a t r o i s i e m e p a r t i e , assume un r o l e surprenant dans l'oeuvre de R o b b e - G r i l l e t , en ce q u ' i l n'est pas seulement l u mais experimente par l e l e c t e u r . Dans l ' e v o l u t i o n de'cette etude, l e changement dans l e r o l e du l e c t e u r est a no t e r : s p e c t a t e u r amuse par l e comique du debut, i l est amene a p a r t i c i p e r t o u j o u r s davantage dans sa l e c t u r e jusqu'au p o i n t ou sa c a p a c i t e de r i r e de lui-m§me est mise a 1'epreuve. E t , comme l e d i t un auteur quebecois, M i c h e l Tremblay: " r i r e de soi-meme, r i r e de son impuissance, c'est reprendre p o s s e s s i o n de s o i . C'est deja se posseder." 1 C e c i f a i t p r e v o i r l a f o n c t i o n et l e but u l t i m e de l'humour chez A l a i n R o b b e - G r i l l e t . Les B e l l e s Soeurs, p. 5 7 CHAPITRE DEUX L a d e s t r u c t i o n des conventions II La destruction de la convention II A. Les personnages Fait surprenant, etant donne que le lien entre Alain Robbe-Grillet, romancier, et l a comedie n'est pas idee courante, les personnages de ses romans tombent aisement dans l a categorie de personnage comique, bien definie par Henri Bergson dans Le Rire. Le caractere mecanique, peu naturel du personnage robbe-grilletien est rehausse par le role exceptionnel que doit jouer le personnage dans l'espace du roman, exceptionnel par rapport a 1'experience que nous apprenons etre normalement l a sienne. Le souci de remplir ce r6le et de dissimuler les penchants qui l u i sont propres cree en ce personnage une dualite de personnalite, source principale de comique et d'humour a ce niveau. Un regard sommaire s u f f i t deja pour reconnaitre chez les personnages 1'obsession par une idee fixe, et l a raideur de marionnette qui en resulte dans leur conduite, qualites caracteristiques relevees par Bergson.^ C'est ainsi que tout effort de libre action devient comique. Dans Les Gommes, par exemple, i l s'agit de la recherche de Wallas, agent special du meurtrier; l'obsession sadique de Mathias, du Voyeur, entre en conflit avec son metier de marchand ambulant, ou vice versa; le narrateur-mari ne voit qu'a travers sa jalousie dans le roman qui porte ce nom; dans le Labyrinthe l a mission douteuse du soldat represente le but ultime ^Le Rire, pp. 11, 25, 59, etc. 8 vers lequel i l s'achemine aveuglement et en vain. Dans La Maison de rendez-vous et Projet pour une resolution a New York-*- l'idee fixe n'est pas moins evidente: l a manie grotico-violente des personnages revient constamment a la surface, ce rappel meme faisant des correspondances inattendues. Ce?thSme obsessionnel diffSre en port^e de celui des quatre premiers romans en ce qu'il depasse le sphere du personnage, ce l u i - c i ^tant lui-ifleme Pigment crSS et crSant dans l a narration. Comiques, certes, ces protagonistes ne ressemblent pas pour autant aux caricatures de Moli§re par exemple, 1'ambiance incertaine, sroire onirique de!ja les en empechant. Un deuxieme crit ^ r e est important. Si les types de Moli^re sont domineSs par une passion pour entrainer l'effacement d'autres traits'/, les personnages de Robbe-Grillet ont a manipuler par contre une duality discordante composHe, nous avons dit, d'un role assume" et du caractere qui leur est propre. En revanche, les personnages secondaires, surtout dans Les Gommes et encore dans La Maison de rendez-vous et Projet pour une revolution a New York, prSsentent des figures nettement caricaturales, te l l e s que 1'insignifiant et peureux Marchat, surnomm€ par le narrateur des Gommes x t i t r e s qui seront souvent abre^s^s par l a suite: Maison et Projet respectivement. Henri Bergson, Le Rire, p. 12. 9 " l e pardessus t i m o r e " ; 1 L a u r e n t , l e commissaire dont chaque e f f o r t mental semble c o n c r e t i s e d'un lavement de mains; l a sourde Anna Smite; l ' i v r o g n e aux d e v i n e t t e s . Hong Kong dans Maison est anime de st e r e o t y p e s : l a f i l l e s e d u c t i v e o c c i d e n t a l e ou o r i e n t a l e dont 1*image se repet e a chaque detour du chemin romanesque, l e s habitues a l a c o n v e r s a t i o n anodine des b a l s de l a V i l l a Bleue, l e s employes municipaux c h i n o i s . E n f i n l e personnage-stereotype de Pro.jet se d i s s o u t en une s e r i e de masques q u i o f f r e un choix quant au r o l e que l ' o n v o u d r a i t assumer, chaque masque f o u r n i s s a n t automatiquernent toutes l e s c a r a c t e r i s t i q u . e s courantes q u i completent 1'image de l a p r o f e s s i o n c h o i s i e . Le masque designant 1'archetype par e x c e l l e n c e , i l est p o s s i b l e d ' e n t r e v o i r l'ampleur a l a q u e l l e peut mener t o u t un jeu de r e p e t i t i o n ou d'echanges de masques. L * a r t i f i c e des personnages secondaires semble f a i r e p a r t i e d'un cadre nettement t h e a t r a l dans l e q u e l l e r61e p r i n - c i p a l est r e s e r v e au "heros". Pour accentuer ce c a r a c t e r e t h e a t r a l , l e "heros" des quatre premiers romans est l a n c e dans un r 6 l e q u i s'oppose a sa v i e " a n t e r i e u r e " que l e r e c i t nous permet de supposer. I I d o i t se d e b a t t r e dans son nouveau r o l e t a n t b i e n que mal sans s a v o i r s'y adapter au complet. Considerons d'abord l e p r o t a g o n i s t e W a l l a s , des Gommes, dans c e t t e o p t i q u e . Wallas r e m p l i t pour l a premiere p. 35 * Toute c i t a t i o n t i r e e de ce roman s e r a annotee desormais a 1 ' i n t e r i e u r du t e x t e comme s u i t : (G, p. -) 10 fois l a fonction d'agent special, et encore seulement a l'es'sai, precise le texte, puisqu'il l u i manque au front un centimetre carrg de l a superficie rgglementaire pour ce poste. Tout ce que Les Gommes nous reVdle done du passe" de Wallas ne sert qu'a affirmer un role qui l u i est exceptionnel, pour lequel i l s'est meme dgguise" en se rasant les moustaches afin de presenter une apparence plus discrete. Le souci d'etre un bon detective est accompagne done du besoin de dissimuler justement cette fonction au public, de ne paraxtre qu'en "promeneur insouciant"; Double acteur done, Wallas ne parvient que mal a reconcilier cette duality, d'autant plus que le lecteur devine sans equivoque les f i c e l l e s du narrateur qui f a i t agir son personnage. Cette impression? provient surtout du pressentiment de predeter- mination, le role de Wallas s'inserant dans le mythe d'Oedipe. Inconscient de 1 *acheminement pr e e t a b l i qu'il doit parcourir Wallas s'acharne S achever sa tache malgre un sentiment de malaise et d'impuissance a devoiler l a piste du meurtrier. C'est cette ironie du sort, guere une source evidente de comique, qui pourtant forme le cadre vouant a l'echec toute tentative du protagoniste. Cette inconscience, marque du personnage comique qui "est generalement comique dans l'exacte mesure ou i l s'ignore lui-m§me"j 1 jointe a l a dualite / inconciliable, represente l a source principale du comique "'"Henri Bergson, .Le Rire, p. 13. 1 1 des Gommes. Jeu de si m u l a c r e dans l e q u e l se meut l e heros, a r t i f i c e d ' i d e n t i t e , l e roman d e l i m i t e son a c t i o n egalement, au n i v e a u de l' e s p a c e , en un t e r r a i n p r e c i s : " u n i v e r s r e s e r v e , c l o s , p r otege: un espace pur" i n h e r e n t au j e u , s e l o n Roger C a i l l o i s , auteur des Jeux e t l e s hommes . ̂  Ce t e r r a i n l u d i q u e e s t designe dans Les Gommes par l a v i l l e dans l a q u e l l e Wallas ne penetre qu'au debut du t e x t e pour l a q u i t t e r a l a f i n . Le j e u s'acheve egalement: Wallas demande de reprendre son a h c i e n poste e t decide de l a i s s e r r epousser sa moustache, e t met f i n a i n s i a son deguisement. Idee f i x e q u i engendre une d u a l i t e i r r e c o n c i l i a b l e j e u de s i m u l a c r e dans un t e r r a i n i s o l e , temps p r i v i l e g i e qu'est l e p r e s e n t , sans passe n i a v e n i r : ces elements e s s e n t i e l s au j e u q u i e f f a c e n t t o u t p o i n t d'attache du s e r i e u x dans Les Gommes se r e t r o u v e n t de fagon de p l u s en p l u s developpee dans l e s romans s u i v a n t s . Mathias du Voyeur e s t commis-voyageur, m e t i e r q u ' i l n'exerce que depuis peu, comme i l l e p r e c i s e a Mme Marek. La d i f f i c u l t e a s'y conformer l e f a i t r e c o u r i r aux pr e c e p t e s du m e t i e r : " l a p r e s e n t a t i o n importe p l u s que t o u t l e r e s t e " , se r a p p e l l e - t - i l ; ^ t o u j o u r s e s t - i l que l a c o n v i c t i o n l u i manque, son e s p r i t e t a n t hante d'images e t de correspondances sadiques. D'une p a r t , done, Mathias p r o j e t t e son p l u s 1 p . 19 ^Le Voyeur, p. 31; tout e c i t a t i o n t i r e e de ce roman s e r a annotee desormais a l ' i n t e r i e u r du t e x t e : (V, p. -) 12 grand succds professionnel dans cette l i e , son l i e natale, dont i l ne garde toutefois que le souvenir de la mouette dans la pluie et les cordelettes, aussi c a l c u l e - t - i l avec soin le temps qu'il l u i faut pour "faire ache tea? quatre- vingt-neuf bracelets-montres par un peu moins de deux mille personnes - y compris les enfants et les misgreuxV: (V,j:p. 31) Cet exploit "n'gtait pas matgriellement impossible." (V, p. 24) Ses calculs atteignent un ridicule d*autant plus grand que chaque operation arithmgtique est rapportSe pas a pas dans le texte, l a "vente idelale" de Mathias s'accomplissant avec une facility? s i harmonieuse que le lecteur ne peut que prSvoir l'gchec total. Ce projet de relussite que congoit Mathias est d'autre part, contraries par la contemplation de la "nuque fragile" d'une jeune cliente, par la photo de Jacqueline qui l u i revient a 1'esprit. Ces digressions mentales conduisent au crime, activity gratuite par excellence s i l'on consid§re qu'elle ne f a i t que nourrir son gout excessif de sadiste, la tentation de ce divertissement l'emportant sur la n^cessitel qu'appelle son metier d'utiliser chaque minute disponible. L ' l l e , "ce te r r i t o i r e p r i v i l i g i S " (V, p. 27), en tant qu'espace dglimite? du jeu, est particuli§rement propice, l a mer l'isolant t e l un pays de reve ou le caractdre irr£el enl^ve le "poids des choses vgcues."1.1 En effet, a part Jean Miesch, Robbe-Grillet, p. 90. 13 quelques details precis: poupees minuscules de la doublure de sa valise, cordelettes, bicyclette etincelante, i l regne une ambiance floue, incertaine: et, dans les dernieres pages du roman, les r e l i e f s sont "plus irreels'!, les choses "figurees comme en trompe-1'oeil"I (V, p. 254) Le mouvement des vagues cree "des formes dansantes", derniere image de cette l i e que quitte Mathias qui "pense/ de nouveau, que dans trois heures i l sera arrive a terre." (V, p. 255) Climat onifiquedu pays, penchant anormal du protagoniste, ces elements tiennent le lecteur a distance; c e l u i - c i , circonspect, un peu mefiant peut-etre, est loin de s'identifier avec Mathias. Le comique a pour effet done, paradoxalement, de rapprocher le lecteur du personnage, a reconnaitre en ce dernier l 1aspect humain producteur justement de comique. Notons que dans Les Gommes le mouvement effectue par le comique est celui de creer une distanciation qui empeche la participation affective' dont le lecteur serait susceptible. Suivant 1'ordre chronologique des romans d'.Alain'Robbe- G r i l l e t , et aussi l 1evolution du concept de 1' humour (au sens large), i l convient de considerer La Jalousie qui presente de nouveau une situation differente. La premiere personne impliquee,dont le pronom explicite est pourtant rejete, devient inevitablement l a voix du lecteur autant que celle du narrateur-mari insondable, "cet homme avec lequel 14 nous nous confondons §. la lecture jusqu'a ressentir nous- m§mes cette emotion qui bouleverse nos perceptions et nos pensees ... Nous percevons par consequence un monde teint par la jalousie; cependant la ou le texte nous rend conscients de cette coloration, de 1'incertitude et des meprises meme qui 1 * accompagnent, une; .disfeanciation s 1 ef f ectue automatiquement qui permet le sourire du spectateur que nous sommes momentanement. Incertain du fondement de ses soupgons au sujet de la complicity entre A... et Franck, le narrateur est parfois dejoue par sa vision brouillee, comme l'exemple suivant l ' i l l u s t r e : ... Franck regarde A... , qui regarde Franck. Elle l u i adresse un sourire rapide, vite absorbe par la penombre.... Non, ses traits n'ont pas bouge. Leur immobi- l i t e n'est pas s i recente: les levres sont restees figees depuis ses dernieres paroles. Le sourire f u g i t i f ne devait etre qu'un reflet de l a lampe, ou 1'ombre d'un papillon. Son apprehension, justifiee un instant, doit etre reniee, aussitot, et le narrateur est oblige de chercher l a raison de son erreur dans l'eclairage de la salle. Cette rationa- lisation, ;faute>d'une meilleure explication, pour sauve- garder sa dignite envers lui-m§me face a la f a i l l i t e de son Bruce Morrissette, Les Romans de Robbe-Grillet, p. 115. 2Alain Robbe-Grillet, La Jalousie, p. 19; les citations tirees de ce roman seront desormais annotees a l'interieur du texte: (J, p. -) 15 objectivity voulue, serait ouvertement comique s i le lecteur ne s'impliquait pas dans la voix narratrice. Ceci gtant inevitable, nous voyons naitre l'humour subtile de La Jalousie. Cet exemple dgmontre le prgceptequ'envisage Annie Lefirun dans l'humour en accord avec l a definition de Freud: notamment la capacity d'etre a l a fois juge et partie. Le narsateur meme, semble pourtant etre dggu de cette negation d'une preuve eVentuelle qui le replonge davantage dans 1'incertitude.^ Pour faire pendant a l'univers flou dans lequel sa jalousie ne trouve pas de point d*attache, le narrateur de La Jalousie se p l a i t aux nombreuses contemplations du mouvement du s o l e i l marque" par 1' emplacement de 1'ombre du p i l i e r d'une nettete" de noir sur blanc. La disposition des bananiers dans la plantation fournit au narrateur l.ioocasion d'un veritable divertissement: Sur le second rang, en partant de 1'extreme gauche, i l y aurait ving-deux plants (a cause de l a disposition en quinconce) dans le cas d'une piSce rectangulaire. I l y en aurait aussi vingt-deux pour une pi§ce exactement trapgzoidale, le raccourcissement restant I peine sensible a une s i faible distance de l a base. Et, en f a i t , c'est vingt-deux plants qu'il y a. (J, p. 23) Ce jeu de prediction a partir d'un ordre rggulier repr£sente C'est d'ailleurs cette incertitude, 5. mon avis, qui rend impuissant ce narrateur jaloux. a se dgfendre ou a intervenir de facon positive, au l i e u d'y voir la passivite d'un malade psycho-sexuel ainsi que le.dgfinit Bruce Morrissette (Les Romans de Robbe-Grillet, p. 133). 16 au narrateur une source .de p l a i s i r et de satisfaction dont son univers passionnel est dgpourvu. En ceci, l'espace romanesque est encore rgparti en fonction du conflit intgrieur chez le personnage: la maison enferme 1'incertitude a laquelle le narrateur dgsire s'gchapper en un vain effort pour se raccrocher aux certitudes extgrieures. Le comique au niveau du personnage manifest!? dans Les Gommes et dans Le Voyeur se r e l i e , avec La Jalousie, a 1'expgrience meme du lecteur et devient ainsi de l'humour. Ceci par le f a i t qu'en s'amusant du narrateur-mari, i l r i t de lui-meme. Avec le quatrieme roman de'Robbe-Grillet, Dans le Labyrinthe on semble revenir vers l a tendance plus traditionnelle a participer de fagon gmotive, comme dans Les Gommes, au sort du personnage de la f i c t i o n , le soldat. Le rgcit f i c t i f emporte 1*attention du lecteur, a une premiere lecture du moins, au prix de l'aventure crgatrice du roman que le vgritable protagoniste, le narrateur lui-meme, l u i f a i t expgrimenter. Jean Alter donne au rgcit du Labyrinthe le nom de"traggdie" et suggSre que "les precautions structurelles de cet ouvrage, et surtout l'insistance systg- matique sur le caractire imaginaire de 1'histoire du soldat au moyen des allusions constantes aux hgsitations du narrateur qui l'invente, ne remplissent pas leur fonction" de " c l i n d'oeil pour rappeler que la traggdie n'gtait qu'un jeu de crgation l i t t g r a i r e . " 1 L'artifice de la fic t i o n La Vision du monde d'Alain Robbe-Grillet, p. 48. 17 bienqu'Evident, n'est done pas assez souligng dans le Labyrinthe pour gtablir l a distanciation ngcessaire qui diminuerait l'ef f e t du rgcit du soldat en faveur de 1'experience de l a construction de l'gcriture. Le soldat, en effet, prend possession de nos sentiments et on tend a prendre au sgrieux sa situation. I l s'agit done S ce niveau d'un humour plutot affectif quant a cet homme insignifiant, (engo.ureVi de fatigue, qui ne rgpond que par contradictions. Sa passivitg n'est que rarement gbranlge; et pourtant une occasion en particulier suscite inopingment une qualitg humaine par excellence: l a curiositg entie'rement gratuite, puisqu'elle n'a aucun rapport avec sa mission. Le soldat est gmerveillg de l'adresse de l'invalide malgrg sa bgquille, et curieux du f a i t que c e l u i - c i ne s'assied pas, i l : ... se demande s i son pied inutile repose, ou non, sur le sol, mais i l ne peut s'en rendre compte, ...: i l faudrait ... se pencher en avant, soulever le pan de toile cirge et jeter un coup d'oeil sous la table, entre les quatre pieds carrgs qui s'amincissant vers le bas, mais en bois tourng, cannelgs, devenant a l'extrgmitg supgrieure cylindriques et lisses, ... - ou bien ... 1 La digression de 1'esprit du soldat du pied de l'invalide au pied de l a table, et ensuite l a description prgcise mais tout aussi hypothgtique sur ce dgtail fonci§rement inutile, produisent chez le lecteur ennuagg dans 1'ambiance mystgrieuse le p l a i s i r de se reconnaltre en terrain connu des forces Dans le labyrinthe, pp. 95-96; les citations tirges de ce roman seront armotges par l a suite a 1'intgrieur du texte: (L, p. -) 18 et faiblesses humaines. Malgre l'echec de la mission, ce sera, ironiquement, au probleme de la -forme exacte du pied de l a table que le soldat trouvera l a reponse juste avant de mourir: "le pied de la table est a present visible jusqu'en haut: i l se termine par une boule surmontee d'un cube ... " (L, pp. 228-9). Tout comme dans La Jalousie done, ce n'est que l'activite gratuite qui parvient a o f f r i r la satisfaction d'une reponse precise au personnage, 1'obsession qui le hante se dissipant dans l'echec. Remarquons que le comique du personnage-acteur assimilant les regies d'un role nouveau des Gommes et du Voyeur ne trouve plus sa place chez ni le mari-jaloux, ni le soldat. La meme crainte d'etre soupgonne par autrui les reunit toutefois; ce sujet constituera le theme de la troisieme partie. L'intervention du narrateur dans son recit qui va croissant de livre en livre rend l a discussion, limitee i c i au personnage, progressivement plus d i f f i c i l e . Deja, le passage cite de la patte de l a table dans le Labyrinthe est ambigu en ce qu'il peut s'agir tout aussi bien d'une digression que le narrateur s1amuse a developper que de-celle qui doit se passer uniquement dans 1*esprit de son personnage. Cette fusion trouve sa pleine expression dans La Maison de rendez-vous et Projet pour une revolution a New York. Non seulement l'idee fixe, qu'est dans les deux romans 1'obsession erotico-violente, regne sur l a conduite des personnages mais e l l e constitue leur raison d'etre et, en quelque sorte, leur raison de ne pas etre, archetypes qui tour a tour sont victimes ou createurs dm theme qui les relient. L'archetype de Projet est bien represents par "le docteur Morgan, 3!e sinistre chirurgien criminel ... avec ce visage immobile et blanchatre qu'on l u i voit toujours dans les journaux, mais qui doit etre un masque."̂ " L'obsession ou l'idee fixe, loin d'etre un fardeau qui influence le person- nage malgre l u i , est source de p l a i s i r et d'inspiration creatrice que les personnages exploitent avec un opportunisme surprenantpar la recherche de nouvelles correspondances pour rehausser la richesse de cette obsession. Dans 1'evolution des six romans de Robbe-Grillet nous voyons s'accroitre l'idee fixe. Victime de c e l l e - c i , dans les premiers, le personnage manque de lucidite, de liberte, et agit inconsciemment: De plus, i l doit dissimuler sa preoccupation pour paraitre "normal" aux yeux d'autrui. Chez ce personnage nait le comique, ou l'humour, dans la mesure ou le lecteur s'y implique. Par contre, les deux derniers romans s'animent de personnages qui prennent p l a i s i r a leur obsession etdl'sp.ensess en general du besoin de dissimulation, i l s explorent consciemment cette source de p l a i s i r . Etant narrateur et personnage, juge et partie, i l .est d i f f i c i l e de parler de comique de personnage t e l quel. p. 144 20 Le personnage en s o i ne fournit qu'un point de depart? 1'interaction des personnages met l e "heros" a l'epreuve et son caractere se deploie bien davantage. Le comique, a l ' e t a t d'analyse dans cette premiere p a r t i e , deviendra, par consequent, beaucoup plus evident. 21 II B. L'interaction des personnages Pour le regard non-renseigne, i l existe, dit Jean Alter, "une enigme a l a surface du comportement d'autrui" Dans la crainte que cette ignorance ne se transforme en soupgon, le personnage robbe-grilletien f a i t de son mieux pour paraitre "normal". Mais, menteur malhabile, i l est souvent dejoue parses propres ruses qui se retournent contre l u i . Pour plus d'assurance, done, ce personnage se refugie aveuglement dans l a securite de regies prescrites par 1'etiquette, sans s^echapper non plus a leur r i g i d i t e de lois immuables. Nous retrouvons surtout Wallas et Mathias dans cette categorie, mais tous, des Gommes au Labyrinthe, y recherchent un appui. Comme dans l a partie precedente, notre demarche suivra 1'ordre de parution des romans, puisque chacun comporte des p a r t i c u l a r i t y dont l'effet comique se pergoit le mieux en contexte. Dans la mesure ou ce comique d'interaction occupe une place plus ou moins importante dans le roman, nous nous y attarderons en consequence. Le heros des Gommes est exemplaire dans l'art du pretexte qui, au lie u de servir de detour visant quand meme toujours au but, trop souvent emporte le heros malgre l u i dans une direction tout autre. Ainsi pour apprendre le chemin des bureaux de la police, Wallas demande a une femme lavant La Vision du monde d'Alain Robbe-Grillet, p. 15. 22 l e t r o t t o i r de l a Poste C e n t r a l e , "par d e s i r de r e s t e r dans une n e u t r a l i t y commode." (G, p. 25) A l a sugge s t i o n de son i n t e r l o c u t r i c e d'une poste beaucoup p l u s proche bienque fermee s i t o t l e matin, Wallas e x p l i q u e que c ' e s t pour un telegramme, ce q u i dgclenche une sympathie s u b i t e chez l a dame. Wallas se d i t , desesperg: " V o i l a ce que c ' e s t que d' i n v e n t e r des h i s t o i r e s . " (G, p. 51) Apr§s de nouveaux b i a i s dans l a c o n v e r s a t i o n , l a dame l u i i n d i q u e e n f i n 1 1 emplacement d'un bureau de poste pres de l a p l a c e de l a P r e f e c t u r e , e t Wallas se r a t t r a p e : "La p r e f e c t u r e : c ' e s t c e l a q u ' i l f a l l a i t demander." (G, p. 52) Le choix d'un prg t e x t e apparemment simple e n t r a i n e Wallas d'un mensonge a l ' a u t r e ; l e t o u r emotif que prend l a c o n v e r s a t i o n f a i t n a i t r e une impression d ' i n u t i l i t e complete, e t par l a s o u l i g n e t o u t l e r i d i c u l e de c e t t e t e n t a t i v e . Le comique r e s i d e dans l e decalage e n t r e 1 ' i n t e n t i o n e t l e r e s u l t a t , e n t r e 1'imagination de Wallas e t l a r e a l i t e q u i rend eompte des tournures e t des i n t e r p r e t a t i o n s i n a t t e n d u e s . A i n s i , un grand e f f o r t ne l'avance que t r e s peu. Ce procede de p r e t e x t e d i s s i m u l a n t l e but r e e l e s t p l u s developpe dans un passage ou l a photographie de l a maison du crime exposee dans une v i t r i n e de magasin m£ne Wallas a v o u l o i r en s a v o i r p l u s l o n g . I l en t r e done, sous p r e t e x t e de v o u l o i r acheter une gomme, mais avec 1 ' i n t e n t i o n d ' e c l a i r c i r c e t t e coincidence. Apres quelques q u e s t i o n s p r e a l a b l e s , i l d g c r i t l e s q u a l i t g s d'une gomme que l a vendeuse n ' a r r i v e pas a t r o u v e r , mais, e x p l i q u e l e n a r r a t e u r : 23 Wallas hesite a revenir au sujet qui le tracasse: i l aurait l ' a i r d'etre entre dans le seul but d'obtenir Dieu sait quels renseigne- ments sur l a photographie du pavilion, sans vouloir faire l a depense d'une petite gomme - preferant laisser bouleverser tout le magasin a la recherche d'un objet f l e t i f , attribue a une marque mythique dont on etait bien empeche. d'achever le nom et pour cause V Sa ruse apparai'trait meme, comme cousue de f i l blanc, puisqu'en ne donnant que l a syllabe centrale de ce nom i l interdisait a sa victime de mettre en doute 1'existence de la firme. II va done etre contraint, une fois de plus, a 1'achat d'une gomme quelconque ... A quoi bon expliquer davantage. II faut maintenant ramener l a conversation sur...„.0 Mais l a comgdie se poursuit a une tel l e vitesse qu'il n'a guere le temps de reflechir: "Combien vous dois-je?" le b i l l e t sorti du portefeuille, l a monnaie qui tinte sur le marbre . „.«„ (G, pp. 110-111P La gomme,"objet f i c t i f " ? n*existe done pas; elle n'est au contraire qu'un o u t i l , invente par Wallas, pour entamer l a "comedie"c> c e l l e - c i devant servir a un dessein tout autre. Semblable a la regie de bonne conduite que s'impose Mathias: "la premiere chose a faire dans un cafe est toujours de boire," (B, p. 56) cette "comedie" repre- sente un geste de pure forme s'accordant avec l a convention sociale, pour mettre en confiance l a "victime''c< Pas de risque que s'y i n f i l t r e le soupgon: les roles de vendeuse et de client determinent un deroulement automatique de 1*action, mais i l s'enchaine en effet "a une tel l e vitesse" qu'il semble eloigner, au lie u de rapprocher, Wallas de son but. Sa tentative echouee, Wallas sort enfin, joignant a sa ! c ' e s t moi qui souligne. 24 gomme inutile une carte postale du pavilion "dont 1 * acquisition s'imposait Egalement apr£s les gloges prodigugs en entrant", (G, p. I l l ) sans avoir pu obtenir le moindre gclaircissement. Le mot meme "comgdie" revient jusqu'a six reprises dans Les Gommes. Considgrons le contexte de chaque cas: Ce docteur a dgcidgment une allure louche. les phrases embarrassges du mgdecin, ses explications suspectes, ses rgticences, avaient f i n i par l u i le commissaire Laurent faire supposequelque comgdie. I l voit maintenant que c'est l a son comportement naturel. (G, p. 72) ... Laurent, qui voit enfin ou l'autre Marchat veut en venir, le t i r e d'embarras: -Ah, dit (Marchat), je me doutais bien que vous gtiez au courant ... - i l n'y a pas eu moyen de le Dupont faire renoncer a son myst§re ridicule. C'est pourquoi j ' a i commencg par jouer cette comgdie; et comme vous me rgpondiez sur le meme ton, nous avons eu du mal 5 nous en sortir. Maintenant nous alions pouvoir parler. (G, pp. 123-124) -Vous avez votre carte, Monsieur? Wallas porte l a main a la poche intgrieure de son pardessus. La carte d'abonng n'y est pas, gvidemment; i l en expliquera l'oubli par son changement de costume. Mais i l n'a pas le temps de jouer cette comgdie. (G, p. 135) Le docteur Juard pose avec prudence quelques questions dgtournges, pour essayer de savoir s ' i l est bien ngcessaire de poursuivre l a comgdie; mais Wallas reste enfermg ... (G, p. 169) ... ('le professeur Dupont retourne ... vers le cabinet de tr a v a i l . — Placer d'abord le revolver dans sa poche, entrouvrir l a porte, ... , sai s i r le revolver tout en poussant l a porte ... Cette 25 petite comgdie - inutile comme celle qu'il vient dgja d'exgcuter - le f a i t sourire d'avance. (G, p. 196) 1 Le passage de la gomme cite" plus haut, et les quatre premiers exemples ci-dessus suggdrent que l a "comgdie" est une feinte assumge par unnpersonnage pour'tromper; l'autre, cette comgdie implique done automatiquement une arriSre- pensge chez le premier. Le professeur, dans le dernier exemple, s'amuse de son propre jeu qui feint un danger imminent auquel l u i ne croit point. "Comgdie" en so l i t a i r e , Dupont joue done les deux roles de trompeur et de trompg simultangment. En contraste avec le jeu de Wallas qui vise un but prgcis, les conversations qu'entretiennent les personnages secondaires sont des jeux parfaitement gratuits, par simple p l a i s i r de mettre l'autre dans une position d'embarras. Le patron du cafg, par exemple,am£ne Garinati §. commander un cafg, pour mieux " l u i cracher a la figure que, pour le cafg, c'est trop tot " c i (G, p. 20) L'ivrogne aux devinettes sans rgponses gagne l a partie sur son adversaire Wallas, qui doit l u i payer un vin blanc. Dans cette atmosphere de roman policier, les personnages se soupconnent les uns les autres, ce qui rend leur jeu de dialogue encore plus mordant. Et ironiquement, malgrg tous les efforts de Wallas, les soupcons du patron de l'ivrogne, de Mme Smite, du commissaire xDans toutes ces c i t a t i o n s , c'est moi q u i souligne l e mot "comgdie." 26 Laurent se dirigent de plus en plus vers l u i , qui est d*autant plus hante par un vague sentiment de culpabilite. Conclusion plus ironique encore: le meurtrier est a la recherche du detective qui en esperant depister le meurtrier le devient lui-meme lorsqu'il tue l a victime censee etre deja morte. A l a mort de c e l l e - c i , l a solution triomphante que decouvre Laurent qu'en effet la victime est toujours vivante s'ecroule, et tout est a recommencer. Les Gommes se caracterise done avant tout par son comique de situation, loin d'etre epuise par cette etude. Le roman suivant, Le Voyeur, prend l a releve de ce comique, mais i c i le heros tombe victime bien plus de l a merci de ses propres astuces. Le protagoniste du yoyeur, Mathias, etant moins loquace que Wallas dans l a compagnie d'autrui - peut-etre a cause de l a plus grande angoisse d'une obsession plus redoufcable a reveler - f a i t appel aux regies de politesse et a celles de son metier pour communiquer avec les autres. Aussi beau que soit le projet de Mathias de vendre toute sa marchandise grace a un emploi du temps soigneusement calcule et a son amabilite de v i e i l habitant du pays a l a recherche d'anciennes amities, i l ne parvient, une fois en presence de clients eventuels, qu'a reveler son grand embarras par des phrases balbutiantes. Son expansivite de marchand ambulant ne constitue en effet qu'une face de l a medaille; l'autre presente l'obsede peureux, que 1'incapacity 27 d'improvisation rend victime des regies memes qu'il appelle a son secours. Aussi, dans les cafgs et dans les boutiques, ach§te-t-il plus qu'il ne vend, et g a s p i l l e - t - i l les minutes qu'il tenait pour s i prgcieuses peu avant. Dans le texte, nous le voyons done, par exemple, rendre "par souci professionnel" le c l i n d'oeil du buraliste sans savoir pourquoi, a propos d'une femme plutot ordinaire du village. Ce signe de connivence le rend d'autant plus ridicule que le garagiste, par l a suite, se moque de "ce pays d'arrigrgs'|C,3 et de Mathias en disant "qu'il f a l l a i t e*tre ng la pOur avoir l'idge sangrenue d'y venir en tournge',(2 (V, pp. 48-49) L'amabilitg sempiternelle de Mathias le mdne jusqu'S la farce meme un peu exaggrge: A l a seconde {[porte} une tr§s v i e i l l e femme, aimable bien que tout a f a i t sourde, le contraignit vite a renoncer: comme elle ne comprenait rien at ce qu'il voulait, i l se retira en faisant force sourires, l ' a i r pleinement sa t i s f a i t de sa vi s i t e ; plutot surprise d'abord, l a v i e i l l e p r i t le parti de se rgjouir aussi et meme de l a remercier avec chaleur. AprSs maintes courbettes rgciproques, i l s se sgpar^rent sur une poignge de mains pleine d'affection; pour un peu elle 1'aurait embrassg. (V, p. 55) Chez son " v i e i l ami" Pierre Robin, qu'il ne se rappelle point, c'est encore l'amabilitg professionnelle de Mathias qui prend 1'initiative de rgpondre a l a question de son note: "'Les crochards, t'aimes ca?'/Mathias rgpondit par 1'affirmative, se posa l a question et conclut 28 qu'il venait de mentir." (V, p. 137) De peur de se compromettre, i l ne participe pas a l a conversation devenue monologue de Pierre Robin; mais voulant enfin prendre conge, Mathias est gene: Le complet manque de forme qui regnait dans l'agencement [fdu repasj empechait une fois de plus le voyageur de savoir a quoi s'en tenir sur sa propre situation. La encore i l se trouvait done dans 1'impossibility d'agir selon quelque regie que ce fut, dont i l eut ensuite pu se souvenir - qui eut pu servir de necessity a sa conduite - derriere quoi i l eut au besoin pu se retrancher. (V, p. 144) L'incapacity de Mathias a insyrer une regie de conduite dans le dysordre anarchique de l a situation le laisse sans dyfense, comme s ' i l suivait un repertoire de regies fixes qu'il n'aurait pas bien apprises par coeur. A un autre moment ygalement, "pris au dypourvu i l ne put se rappeler ce qu'il convenait de dire, dans cette situation particuliere." (V, p. 71) II se dycide, avec effort, a intervener et essaie: ... d'accomplir les gestes et de prononcer les paroles qui 1'entraineraient ensuite automatiquement jusqu'au dypart - regarder sa montre, dire: ' i l est dyja t e l l e heure', se lever d'un bond tout en s'excusant d'etre obligy ... etc. (V, pp. 145-146) "Les attitudes, gestes et mouvements du corps humain sont visibles dans l'exacte mesure ou ce corps nous f a i t penser a une simple mycanique" ,dit Henri Bergson,^- constatation tout JLe Rire, pp. 22-23. 2 9 aussi valable pour 1'esprit. II s'agit encore, effectivement, d'une comedie sociale, de l'emploi d'expressions videes de sens dont pourtant l a forme, impliquant l a bonne volonte, parvient a deguiser un desir bien moins affable. Formules s i usitees d'ailleurs qu'il ne faut qu'ebaucher les premiers mouvements pour que le mecanisme se declenche sans plus d'effort. Le soldat du Labyrinthe ne f a i t pas mieux que Mathias. En compagnie de l a jeune femme qui 1'interroge a propos de la caserne, "le soldat pense qu'il devrait s'interesser a ces choses: elles leur fourniraient un sujet de conversation normal et anodin." (L, p. 76) Voulant partir sans trop de brusquerie, i l reflechit: " I l faudrait imaginer une fagon de partir pleine d'aisance." (L, p. 77) Ni Mathias ni le soldat pourtant ne reussissent a prononcer les phrases reglementaires, l'hote du premier faisant mine de recommencer a manger, le dernier se perdant dans une reflexion a propos de l a caserne qu'il n'a pas vue. Arrivee a une impasse, dans les deux cas, "1'histoire Jfest] liberee de sa fatal i t e par 1'intervention de 1 * imagination creatrice." Et voila que l'Scriture doit effectuer l a sortie problema- tique: pour le soldat, par 1'association de l a caserne avec l a rue qu'elle cotoie, dans laquelle i l se retrouvera peu apres; pour Mathias, par le don subit d'une volubilite excessive. II se met a raconter en discours indirect les Jean Alter, La Vision du monde d'Alain Robbe-Grillet, p. 45. 30 gvgnements de sa journge, l a "voix" du rgcit se transformant en celle du narrateur qui poursuit. Mais nous touchons l a prgmaturgment au sujet du quatrieme chapitre. Bien moins "dgbrouillard" que Wallas, Mathias se montre le pantin sans dgfense des r£gles qu'il s'impose. La mgcanisation bergsonienne de l a vie retrouve son plein gpanouissement dans ce jeu de simulacre que maintient Mathias tant bien que mal. La corruption, c'est-S-dire la contamination de l a rgalitg, dans le jeu de simulacre m§ne, selon Roger C a i l l o i s , S l'alignation et au dgdoublement de l a personnalitg. Ceci va progressivement rgduire le comique vers l a f i n du roman. Ce n'est en effet, qu'apr^s le crime, f a i t qui efface 1*incertitude et le myst£re de 1*obsession de Mathias d'auparavant, que la schizophrgnie du hgros se manifeste pleinement. L'affirmation mensongdre d'aimer les crochards i l l u s t r e dgja ce phgnomdne. Le comique rgside dans le dgcalage entre les deux "personnes" qui existent en l u i : le vendeur aux beaux projets privg de toute profondeur humaine par sa soumission a des regies prgcises, et l'obsgdg craintif qui trouve dans chaque regard une accusation. Ce dernier est mis en alerte, dans le cafg, a entendre prononcer le nom de Maria Leduc, soeur de l a victime Jacqueline; lorsqu'il apprend pourtant que c e l l e - l a s'intgressait seule- ment a sa marchandise c'est aussitot le vendear-automate qui xLes Jeux et les hommes, p. 92 31 s a i s i t c e t t e heureuse o c c a s i o n : "... Vous a l l e z c o n s t a t e r vous-meme que ca vaut en e f f e t l a peine de f a i r e quelques kilom§tres ... S i vous avez jamais admire? de b e l l e s montres, Messieurs-Dames, appretez-vous ... " Tout en p o u r s u i v a n t son d i s c o u r s , sur un ton f r i s a n t l a p a r o d i e , i l p r i t sa m a l l e t t e ... D e c l i c de l a s e r r u r e en faux c u i v r e , c o u v e r c l e , agenda n o i r , t o u t se d g r o u l a i t normalement, sans d e v i a t i o n s e t sans f i s s u r e s . Les p a r o l e s , comme t o u j o u r s , f o n c t i o n n a i e n t un peu moins b i e n que l e s g e s t e s , mais sans r i e n de t r o p choquant dans 1'ensemble. (V, p. 124) Le marchand en Mathias occupe a sa tache, son a l t e r ego semble prendre ses d i s t a n c e s e t o b s e r v e r l e progres du premier, c e t t e f o i s - par r a p p o r t aux t e n t a t i v e s prScedentes imagine?es ou r g e l l e s - l e jugeant assez favorablement. Le dgroulement a peu p r e s harmonieux a b o u t i t d ' a i l l e u r s a une v e n t e . N i bbsgde" s e x u e l convaincu, n i commis-voyageur reaussi, l e personnage double q u i en r ^ s u l t e vend quelques montres. J u s t e avant de gagner son bateau, i l redouble ses e f f o r t s : Un peu au hasard d§s qu'une maison bordant l a r o u t e l u i p a r a i s s a i t p l u s cossue, ou moins exiguS, ou p l u s r e c e n t e , i l s a u t a i t a t e r r e e t se p r e c i p i t a i t , v a l i s e en main ... P a r t o u t i l gconomisait gestes e t p a r o l e s - a l ' e x c ^ s meme . ... I l a l l a i t t r o p v i t e : on l e p r i t pour un f o u . (V, p. 158) Ses derni£res t e n t a t i v e s desesperees, ou l e j e u du m e t i e r se mele a sa hate non-deguisee, achSvent l'image r i d i c u l e de Mathias, commis-voyageur. Ironiquement, l e s s e u l e s p a r o l e s spontanees e t " s i n c e r e s " de Mathias, deux s y l l a b e s de d e t r e s s e d e s t i n g e s au matelot du bateau q u i s ' e l o i g n e lentement du q u a i , sont mal i n t e r p r e t g e s : Le m a t e l o t l e v a l e s yeux e t apercut Mathias, q u i a g i t a l e bras dans sa d i r e c t i o n en r e n o u v e l a n t son a p p e l : "Eh ho*." "Ohg!" r g p o n d i t l e marin, q u i a g i t a l e bras en signe d'adieu. (V, p. 162) La r g p g t i t i o n , mais § 1'inverse de 1'appel de Mathias, e t l e renversement du sens couronne de moquerie tous ses v a i n s e f f o r t s dans c e t t e f i n de l a deuxieme p a r t i e du Voyeur. O b l i g g de p r o l o n g e r son s g j o u r sur l ' i l e , apres l'gchec de son emploi du temps i n i t i a l , Mathias n'est p l u s p r e s s g e t ne se s o u c i e presque p l u s de vendre ses montres. P l u s de dgguisement de vendeur c o n f i a n t , i l ne r e s t e , dans l a t r o i s i e m e p a r t i e du roman, que l e c r i m i n e l a 1'affQt; p l u s de j e u de s i m u l a c r e , Mathias d o i t cacher une i d e n t i t g v g r i t a b l e , une c u l p a b i l i t g r g e l l e ; e t l e comique se d i s s i p e dans 1 *inquigtude. Les t e n t a t i v e s d ' a m a b i l i t g a r t i f i c i e l l e par des moyens t r o p u s i t g s e t g v i d e n t s , communes a Wallas e t S Mathias, ne f o n t pas dgfaut chez l e p r o t a g o n i s t e de La J a l o u s i e , dans l e but de d i s s i m u l e r ce q u i l e s preoccupe l e p l u s . Or, i n g v i t a b l e - ment, l e mari j a l o u x n'y r g u s s i t pas mieux que l e s deux a u t r e s . L * i n t e r a c t i o n des personnages de La J a l o u s i e se l i m i t e p o u r t a n t l e p l u s souvent aux c o n v e r s a t i o n s de A... avec Franck; 3 3 le narrateur muet observe et gcoute. Peut-etre est-ce l a d i f f i c u l t ^ de contenir sa jalousie en prenant la parole qui f a i t que le narrateur n'avance en de rares occasions, que des remarques superficielles. La conversation s'Stant dirigSe vers l a question de l a santy d'un personnage du roman africain, le narrateur s'impose en cette occasion opportune une courte intervention de c i v i l i t y a propos de l a femme de Franck, souvent souffrante: Le moment est venu de s'intyresser a l a santy de Christiane. Franck rypond par un geste de l a main ... A a dQ poser une question identique, un peu plus tot. ... II reste une ressource: prendre des nouvelles de 1'enfant. (J, pp. 32-33) Cette question ne rgussit pas mieux que l a premiere et le narrateur reprend sa contemplation, tournant sa te%e "en sens inverse", de 1' indigene qui repasse par l a fenetre. Le narrateur-mari. ">semble sentir le besoin de montrer son antipathie pour Franck, et c e l l e - c i se manifeste en effet dans une discussion au sujet de 1'achat d'un camion neuf, oG le narrateur prend systymatiquement le contrepied des vues de Franck: Mais i l a bien tort de vouloir confier des camions modernes aux chauffeurs noirs, qui les dymoliront tout aussi vite sinon plus. "'Quand meme, dit Franck, s i le moteur est neuf, le conducteur n'aura pas §. y toucher.'" II devrait pourtant savoir que c'est tout le contraire: le moteur neuf sera un jouet d'autant plus attirant, et l'exc^s de vitesse sur les mauvaises routes, et les acrobaties au volant ... Fort de ses trois ans d'experience, Franck pense qu'il existe des conducteurs serieux, meme parmi les noirs. A... est aussi de cet avis, bien entendu. ... l a question des chauffeurs motive de sa part une intervention assez longue, et categorique. I l se peut d'ailleurs qu'elle a i t raison. Dans ce cas, Franck devrait avoir raison aussi. (J, pp. 18-19) Par son exageration, 1'argument du narrateur devient invraisemblable, et l'on sent que c'est uniquement sa jalousie qui l'empeche .de donner raison a Franck. A..., en accord avec Franck, "bien-entendu"? parvient a convaincre le narrateur; mais ce n'est que par ce detour que cel u i - c i se voit oblige, a regret dirait-on, de reconnaitre qu'en s'accordant avec e l l e , i l accepte egalement l'avis de son r i v a l . Tel un enfant regi par 1'instinct ou, en termes freudiens, par son "moi"V le narrateur est reduit a cette meme simplicity d'esprit, sa jalousie dictant au "moi" de combattre l'ennemi, a tort ou a raison. Seul le raisonnement intermediaire de A..., l a femme qu'il aime, ranime le "surmoi" de 1 * intelligence. C'est encore le decalage, cette fois entre ce que le mari jaloux aurait souhaite, c'est-a-dire, s'opposer a Franck, et ce que l a raison l u i dicte de faire: admettre le meilleur argument, qui, en faveur de ce dernier resultat, rend ce passage humoristique. S'y ajoute l a tournure du dernier paragraphe d'une logique i n f a i l l i b l e , voire Halve. II s'agit de nouveau d'humour i c i , non pas de comique comme dans Le Voyeur, puisque le lecteur s'identifie avec 35 le narrateur-mari, mais observe et juge Mathias a distance. II semblerait que l a tendance progressive des Gommes jusque Dans le labyrinthe, d'interaction du protagoniste avec d'autres personnages diminue constamment. Dans ce dernier roman, l a communication, ou vide, ou contradictoire, dans une atmosphere de somnambule, laisse peu de place a l'humour. Nous pouvons reconnaxtre neanmoins l a meme crainte- du soupgon que chez les personnages precedents, le meme souci de paraxtre "normal"" Ce mobile declenche quelques incidents ou le cot§ tres humain du soldat se revele. Une vague tentative pour A?, converser avec l a femme de 11 appartement mene a quelques questions incertaines que juge le soldat ren se disant: "Ces questions sont evidemment celles-la memes que poserait un espion maladroit; et l a mefiance est naturelle en pareilles circonstances ... Bien qu'il soit un peu tard, a present, pour dissimuler a l'ennemi 1'emplacement des objectifs militaires." (L, p. 77) I l reconnaxt done l u i - meme 1''inutility de sa crainte. A un autre, moment, dans l a rue, le soldat se croit observy, alors, "pour donner le change, 11 s'est mis a inspecter les alentours, a scruter 1'horizon, d'un c6ty, puis de l'autre." (L, p. 133) Assury, d'"un coup d'oeil f u r t i f " 9 d'etre l'objet des regards, i l s'inquiete: "Ils me prennent pour un espion," a pensy le soldat. Pryfyrant ne pas avoir a plaider contre cette accusation, qui menagait d'etre formuiye de fagon plus pressante, i l a feint de consulter a son poignet une montre absente et i l s'est yioigny ... a (L, p. 134) 36 La gene s u b i t e de ce personnage l e p l u s souvent dgpourvu de sentiments e s t comique d'abord par 1 ' i n c e r t i t u d e de son fondement, e n s u i t e par l e s jeux auxquels i l se l i v r e dans l ' e s p o i r de f a i r e d i s s i p e r l a mgfiance g v e n t u e l l e chez ses o b s e r v a t e u r s . Lui-meme n'est pas pour autant moins m i f i a n t . Un i n c i d e n t de comique pur en f a i t preuve. P u i s q u ' i l ne va n u l l e p a r t sans son paquet sous l e b r a s , l e s o l d a t , arrive" aux lavabos de l a caserne ou i l va p a s s e r l a n u i t , veut r a j u s t e r sous son b r a s l l e paquet enveloppe" de p a p i e r brun, mais i l se r a p p e l l e subitement 1'avoir laisse" d e r r i i r e l e t r a v e r s i n , sans s u r - v e i l l a n c e . I l referme a u s s i t o t l a p o r t e e t r e v i e n t a pas r a p i d e s v e r s son l i t . Du premier coup d ' o e i l , i l v o i t que l e t r a v e r s i n e s t maintenant pousse" a fond ... ; i l s'approche, e t v i r i f i e que l a b o i t e n ' e s t p l u s l a ; i l retourne l e t r a v e r s i n , ... , a. deux r e p r i s e s ; e n f i n i l se r e d r e s s e , ne sachant p l u s que f a i r e . Mais i l n'y a p l u s de c o u v e r t u r e s , non p l u s , sur l e matelas. E t l e s o l d a t r e c o n n a i t t r o i s l i t s p l u s l o i n , des couvertures r e j e t g e s en boules sur une p a i l l a s s e v i d e . I l s ' e s t seulement trompg de l i t . (L, pp. 130-131) V o u l o i r emporter l e paquet meme a l a s a l l e de t o i l e t t e semble dgja exagerg; e t r e habitue" a t e l p o i n t de l e p o r t e r pour v o u l o i r l e r a j u s t e r m£me s ' i l n'est pas l a tgmoigne de combien l e s o l d a t se rapproche dela m i c a n i s a t i o n d'un r o b o t I Le comique par e x c e l l e n c e r e s i d e t o u t e f o i s dans son apprehension r g a l i s g e , dans sa panique soudaine e t sa recherche a g i t g e , 37 dans l ' e r r e u r q u i r e v e l e sans ambiguite sa mefiance a ses passer dans un s i l e n c e t o t a l . " ( 1 , p. 1J5Q) Le comique du L a b y r i n t h e , au niveau du s o l d a t - p r o t a g o - n i s t e , ne pre'sente done r i e n de nouveau. I I ne f a u t pas cependant perdre de vue l e f a i t que l e r e c i t du s o l d a t e s t secondaire, et que c'est l e developpement du t e x t e q u i con- s t i t u e l ' h i s t o i r e du v e r i t a b l e p r o t a g o n i s t e , l e n a r r a t e u r . Le comique du r e c i t , peu repandu, ne peut pas a l o r s jouer un r o l e f o n c t i o n n e l important; i l apporte neanmoins des moments r a f r a i c h i s s a n t s dans 1*atmosphere un peu morne de de l ' h i s t o i r e . S i Dans l e l a b y r i n t h e nous f a i t douter du c a r a c t e r e humain du s o l d a t , personnage f i c t i f du n a r r a t e u r - p r o t a g o n i s t e , l e s moments comiques r e t a b l i s s e n t l e r a p p o r t lecteur-personnage. L'experience humoristique v e r i t a b l e r e s i d e a i l l e u r s p o u r t a n t , c ' e s t - a - d i r e ; e l l e se manifeste dans l a v o i x n a r r a t r i c e , done dans l ' e c r i t u r e q u i sera etudiee dans un a u t r e c h a p i t r e . Ce precedent e t a b l i par Dans l e l a b y r i n t h e est develop^ - davantage dans La Maison de rendez-vous et P r o j e t pour une r e v o l u t i o n a New York v e r s une f u s i o n complete du r e c i t f i c t i f en constante c o m p l i c i t e avec l e mouvement de l ' e c r i - t u r e . I I e x i s t e dans Maison encore du comique dans, par example, l a meprise d'une v i e i l l e dame q u i prend Johnson, l e "personnage" p r i n c i p a l , pour un medecin, c e l u i - c i o b l i g e c o n v i v e s , " t ous l e s yeux grands ouverts 38 alors de faire mine de diagnostiquer le mal de son mari. Ou encore, dans l'entretien entre Johnson, qui veut de 1*argent, et Edouard Manneret qui. le meprend pour son f i l s . Mais ce sont de rares instants ou le personnage est raconte par un narrateur anonyme ou par 1'ecriture au lieu de se raconter lui-meme, ou ce personnage est plutSt inconscient de ses actes. Ce personnage comique (Johnson dans ces exemples) est pris entre l a pression de 1'arriere-pensee qui l u i absorbe 1'esprit et le besoin de manifester une apparence toute autre. Tire des deux cotes, i l lutte pour controler le desequilibre precaire de sa situation; i l n'est guere capable ainsi de prendre, en plus, conscience de son propre comportement. Cette incapacity de distanciation de soi necessaire a 1'auto-evaluation, a l a liberation des circonstances produit le comique qu'apprecie le lecteur- spectateur. Gare S-celui toutefois tente d'y chercher une legon morale devant .le deblayage des conventions tradition- nelles qu'effectue l'humour de 1'ecriture qui caracterise bien davantage Robbe-Grillet. Maison et Projet s'eloignent irrSmSdiablemehfc duwc.omique. Le personnage dans ces romans, et surtout dans le dernier, figure en narrateur autant qu'acteur. Juge et partie„ sa part dans 1'invention du roman l u i donne l a liberte de creer a sa guise, done plus de dissimulation. Le personnage, conscient, endosse simultanement la responsabilite de son invention; et i l ne peut plus etre personnage comique. 39 Rappelons qu'il ne s'agit pas d•un seul personnage dans ces romans (dans ce cas i l s ressembleraient a tous les romans au narrateur "je"),mais le nombre de personnages en constitue autant de narrateurs et par consequence, tout autant de points de vue qui s'entremelent en un reseau complique dont emane un humour nouveau. 40 I I C. Le p o i n t de vue La longue t r a d i t i o n de l i t t e r a t u r e v r a i s e m b l a b l e a f a i t s ' a ncrer dans 1 * e s p r i t du l e c t e u r 1*habitude de se f i e r au n a r r a t e u r de l a f i c t i o n , c e l u i - c i s ' e t ant reVgle" o b j e c t i f , o mniscient e t i n f a i l l i b l e a moins que l e t e x t e n'en p r e c i s e autrement. Toujours e s t - i l que l a Constance du p o i n t de vue comme c r i t e r e de l a q u a l i t e de l'oeuvre a maintenu l e l e c t e u r dans 1'habitude d'au moins ce p o i n t de rep£re c e r t a i n , immuable. Un deplacement s u b i t de c e l u i - c i p r o d u i t i n e v i t a b l e m e n t chez l e l e c t e u r l ' e f f e t djune s t a t u e q u i prend v i e : ou l a mefiance e t l a c r a i n t e q u ' i n s p i r e 1 ' i n s e c u r i t y , ou l e r i r e de l a s u r p r i s e meme. L 1 o b j e c t i f de c e t t e etude nous f a i t pencher ver s c e t t e d e r n i e r e r e a c t i o n de l a p a r t de l a v o l o n t e , i n d i s p e n s a b l e d i t Freud a 1'experience du p l a i s i r , f a v o r i s a n t ce cote de l a balance. La f l e x i b i l i t e du p o i n t de vue de l a n a r r a t i o n , c a r a c t e r i s t i q u e d ' a i l l e u r s du Nouveau Roman en g e n e r a l , se manifeste d§s Les Gommes par de co u r t e s d e v i a t i o n s de l ' o e i l o b j e c t i f du n a r r a t e u r q u i se permet des commentaires personnels e t passe p a r f o i s l a p a r o l e n a r r a t r i c e a un personnage. Ces glissements d i s c r e t s deviennent dans l e s romans s u i v a n t s p l u s e v i d e n t s e t p l u s nombreux e t y jouent un r o l e f o n c t i o n n e l . Non seulement l e p o i n t de vue m o d i f i e 1'atmosphere e t l a c r e d i b i l i t e du roman mais jusqu'a sa s t r u c t u r e m§me. L'epanouissement complet se r e a l i s e dans un 41 veritable jeu de passe-passe du point de vue qui constitue la construction du dernier roman: Projet pour une revolution a New York, ce jeu de relais ne cessant pas de surprendre le lecteur, pris constamment a l'improviste. Ceci d'autant plus que le narrateur f a i t semblant de maintenir une distance objective par rapport a son rgcit. Cette objectivity trompeuse ponctuge d'interventions tout a f a i t subjectives fera surgir un humour particulier & chaque roman. C'est dans cette veine que la description de la v i l l e des Gommes est assaisonnge de la moquerie du nar- rateur: "les cafgs ferment tot, les fen§tres sont gtroites, les gens sont sgrieux." (G, p. 29) L'activitg commerciale est dgcrite d'un ton nettement satirique: Facades sgvSres, assemblages soigneux de petites briques rouge sombre, solides, monotones, patientes: un rsp.u de bgngfice rgalisg par l a "Compagnie des Bois rgsineux," un sow, gagng par "Louis Schwob, Exportateur en Bois," ... des milliers d'hectares de forets de sapin entassgs brique a brique, pour mettre §. l'abri les gros livres de comptes. (G, p. 45) Non content de.laiss.er.au lecteur tout l e p l a i s i r de 1'ap- preciation t e l le narrateur traditionnel, celui des Gommes s'amuse lui-meme des entreprises commerciales qu'il invente; au l i e u de joindre une objectivity qui rende fideTement la "rgalitg" f i c t i v e , le narrateur effectue l a distanciation humoristique vis-a-vis de sa propre crgation. Au p l a i s i r de l a satire s'ajoute done pour le lecteur l a surprise agrgable de distinguer une quality tr§s humaine chez le 42 narrateur, ordinairement jamais pergue comme t e l : la capa- city de s'amuser. Voila, simultanSment, une premiere mise en doute de 1 * i n f a i l l i b i l i t e du point de repere que repre- sente d'habitude le narrateur romanesque. D'une naivety charmante, le narrateur (ou est-ce Wallas?), est surpris par l a construction identique des maisons de cette v i l l e , et se demande: Les employys mal ryveiliys ... auront, malgry 1*habitude, beaucoup de peine a reconnaitre leur porte; ou bien entreront-ils par la premiere venue, pour exporter au hasard les bois de Louis Schwob ou de Mark et Lengler? Le principal n'est-il pas qu'ils fassent leur ouvrage avec conscience, pour que les petites briques continuent de s'entasser comme les chiffres dans les gros livres, pryparant a l'ydifice encore un ytage a petits sous ... (G, pp. 45-46) Le narrateur s'amuse a ynumyrer l a variyty du menu d'un cafy: "toutes sortes d'anchois marinys, sprats fumys, harengs rouiys et dyrouiys, saiys, assaisonnys, crus ou cuits, sauris, f r i t s , confits, dycoupes et hachys." (G, p. 48) Un passant tombe sous la description sommaire: "age mur, situation aisye, digestions souvent d i f f i c i l e s " . (G, p. 48) La simplicity avec laquelle i l catygorise cet univers mycanise celui- c i pour produire un double effe\t de comique puisque c'est le narrateur meme qui crye cet effet expressement. Et par le f a i t que c'est dans cet univers que se meut avec tant de syrieux son hyros Wallas, c e l u i - c i est indirectement, mais sans aucun doute, visy l u i aussi par cette moquerie. 4 3 La d e s c r i p t i o n de l ' e f f e t du f r o i d , ambigue* quant a son o r i g i n e , a t t e i n t une exaggeration q u i touche a l a b i z a r r e r i e du su r r e a l i s m e : Wallas sent l e f r o i d sur son vis a g e ; ce n'est pas encore l'gpoque de l a glace coupante q u i p a r a l y s e l a face en un masque douloureux mais on p e r g o i t dgja. comme un retre c i s s e m e n t q u i commence dans l e s t i s s u s : l e f r o n t se r e s s e r r e , l a naissance des cheveux se rapproche des s o u r c i l s , l e s tempes essayent de se r e j o i n d r e , l e cerveau tend a se rg d u i r e a un p e t i t amas bgnin a f l e u r de peau, entre l e s deux yeux, un peu au-dessus du nez. (G, pp. 52-53) Le p o i n t de vue semble tr£s o b j e c t i f dans ce passage par l a p r e c i s i o n s c i e n t i f i q u e du s t y l e . Le l e c t e u r e s t done amene a c r o i r e a ce phenomSne q u i l u i semble pourtant douteux. La c r e d i b i l i t y du r g c i t e n t i e r e s t a i n s i mise en doute; seulement l a retenue chez l e n a r r a t e u r , marquge par l e s verbes "essayent" e t "tend a", donne une nuance de v e r a c i t e metaphorique a ces r g a c t i o n s p h y siologiques dont on c r o i r a i t Wallas l a v i c t i m e . A l a base done du p l a i s i r du l e c t e u r provenant de l a s u b j e c t i v i t g n a r r a t r i c e , t e l l e que percue dans Les Gommes j u s q u ' i c i , e s t l a chute de l a p a r o l e o b j e c t i v e d'une omniscience i n f a i l l i b l e vers l a v o i x amusee d'un n a r r a t e u r q u i s'exprime t a n t o t en a f f i r m a t i o n s t a n t o t en hypotheses: au grg du l e c t e u r de l e s prendre, ou non, au s g r i e u x . Le n a r r a t e u r du Voyeur n'gpargne pas davantage au hgros sa moquerie: l a p r g c i s i o n e x cessive q u ' i l accorde §. l a d e s c r i p t i o n des c a l c u l s e n f a n t i n s de Mathias tgmoigne de son a t t i t u d e narquoise envers ce personnage. Le na r r a t e u r 44 se manifeste peu pourtant dans Le Voyeur, sauf dans le langage (qui sera etudie a i l l e u r s ) . II s'efface, au contraire, au profit de l'aventure mentale et "concrete" de Mathias. Bruce Morrissette d i t a ce propos: "As the novel progresses, the point of view of Mathias (or his mental content) occupies more and more the volume of the text, so that the latter sections function in an almost pure single viewpoint mode."1 N'empeche qu'S l'interieur de ce point de vue unique de Mathias, 1'ecriture o s c i l l e entre 1'objectivity qui pergoit le monde concret qui l'entoure et l a subjectivity, c'est-a-dire les errements de 1*esprit. L'humour qui en resulte tient de l a definition meme qui comprend le comique, l'ironie et l'humour, definition exprimee par Henri Benac comme "une transposition entre le reel et 1 ' i d e a l 1 " P e u t - e t r e s e r a i t - i l propice done, bien qu'il ne s'agisse pas du narrateur, mais toujours du mouvement entre l'objectif et le subjectif chez un seul personnage, d'en considerer les consequences dans le texte du Voyeur. La description d'un cafe dans lequel se trouve Mathias mene S celle de l a serveuse: "The Evolution of Narrative Viewpoint in Robbe- G r i l l e t , " in Novel, Volume 1, Number 1, F a l l 1967, p. 28. Guide l i t t e r a i r e , p. 178. 45 La f i l l e qui servait, derri§re le bar, avait un visage peureux et des manidres mal assurers de chien mal assurers de chien mal assurers de f i l l e qui servait derridre le ... Derri£re le bar, une grosse femme j£ l a figure satisfaite et joviale, ... , versait a boire ... (V, p. 106) Le manque de tout avertissement du narrateur, t e l que "Mathias imagine que ... "0. ne dispose pas le lecteur a s'attendre a autre chose que l a continuation de l a des- cription du dgcor. Ce n'est que l a contradiction, qui indique un changement de point de vue, qui reVdle l a meprise: Mathias "voit" d'abord et comme automatiquement une f i l l e qui flatte son obession sadique, mais i l peut difficilement maintenir cette i l l u s i o n ; sa pens^e tribuche, et i l est obligg, de reconnaitre l a r£alite" s i contraire a son gout. Cette correction de son esprit a la dgrive met en question, annule meme, 1'eVocation de la f i l l e peureuse. Or, le glissement de point de vue du r i e l (objectivity) vers 1'imaging (subjectivity) qui mene a cette premidre evocation de l a f i l l e n'est nullement trahi, n'a d'autre existence qu'en rytrospective. La cryd i b i l i t y ybraniye par ce jeu des points de vue, le lecteur doute bientot de la validity de toutes les affirmations liyes aux deux pryoccupations de Mathias. Dans un autre passage t i r y du Voyeur les dyplacements du point de vue exemplifient l'humour de ce roman. Peu apres le crime, Mathias se trouve §. pied, poussant l a bicyclette, sur un chemin de campagne; 46 En f a c e de l u i l a paysanne n ' e t a i t p l u s maintenant qu'a une c i n q u a n t a i n e de metres. E l l e ne l e r e g a r d a i t pas mais a v a i t surement d e j a e n r e g i s t r e sa presence e t son comportement i n s o l i t e . I l e t a i t t r o p t a r d pour s a u t e r en s e l l e e t f a i r e semblant de r o u l e r placidement depuis l e bourg ... sa h a l t e ne se j u s t i f i e r a i t que par un i n c i d e n t - sans g r a v i t e - survenu en un p o i n t d e l i c a t de l a mecanique - l e changement de v i t e s s e , par exemple. I l c o n s i d e r a l a b i c y c l e t t e louee ... A deux pas de l u i , i l reconnut l a f i g u r e jaune e t r i d e e de l a v i e i l l e Mme Marek. Mathias y t a i t a r r i v e l e matin meme par l e vapeur, avec 1 ' i n t e n t i o n de p a s s e r l a j o u m e e dans l ' i l e ; i l a v a i t a u s s i t d t cherche a se p r o c u r e r une b i c y c l e t t e , ... i l s ' e t a i t e n s u i t e acharne dans t o u t e s (dans presque toutes). l e s maisons du bord de l a r o u t e , ou l e s chances l u i p a r a i s s a i e n t p l u s f o r t e s . C 'est en v a i n q u ' i l y a v a i t encore perdu beaucoup de temps ... Pour comble de malchance, l e d e r a i l l e u r de l a b i c y c l e t t e louee au c a f e - tabac f o n c t i o n n a i t mal e t ... L a v i e i l l e femme a l l a i t l e depasser sans l u i a d r e s s e r l a p a r o l e ... A t o u t hasard i l d e c i d a d ' i n t e r v e n i r , de p a r l e r l e premier ... I l accentua l a grimace amorcee q u ' i l s ' i m a g i n a i t r e s s e m b l e r a un s o u r i r e . ... I l f a l l a i t une v o i x humaine pour l'empecher (Mme Marek) de p o u r s u i v r e sa marche ... Une phrase c a h o t i q u e s o r t i t de s a bou'che ... (V, p. 94) Se c r o y a n t observe, Mathias, mal a 1 ' a i s e , p r e v o i t l e p o i n t de yue d e l ' a u t r e personne jugeant " i n s o l i t e " s a c o n d u i t e . Le f a i t de reconnaxtre c e t t e personne t o u t d'un coup e n t r a i n e l e b e s o i n de l u i a d r e s s e r l a p a r o l e . A u s s i t o t i l y a une r u p t u r e dans l a s u i t e du t e x t e , e t 1 ' e c r i t u r e se met a r e l a t e r d e p u i s l e debut l a journee de Mathias en forme de resume. La c o n f u s i o n du l e c t e u r e s t d i s s i p e e p o u r t a n t avec 1 ' i n t e r r u p t i o n du passage ou un deuxieme (a ce p o i n t on comprend que c ' e s t un changement de p o i n t de vue q u i a eu l i e u a l a premiere rupture) ou un deuxieme s a u t du p o i n t de 47 vue reprend l a "realite" f i c t i v e . II est done c l a i r que ce resume, declenche par le besoin de parler, est effectue d'un point de vue interieur, subjectif, et qu'il represente une formulation prealable de ce que Mathias veut dire a Mme Marek. A part le decalage comique entre ses discours aises mais imagines et l a performance maladroite de Mathias, i l y a l'humour plus subtil des changements inopines de point de vue qui represententau. premier abord un episode imagine comme "reel" a 1'interieur de la f i c t i o n , qui f a i t experimenter au lecteur le meme brouillement d*esprit qui f a i t .de Mathias un personnage comique. I l s'agit d'un humour mystifiant et demystifiant de 1'"histoire d'anticipation" (V, p. 167) qu'est Le Voyeur. Le melange des points de vue objectifs et subjectifs a l a base de l'humour de ce deuxieme roman de Robbe-Grillet est raffine et subtilise davantage dans La Jalousie. Deja, dans Le Voyeur, le point de vue objectif bienque venant de Mathias, semble raconter de plus en plus,au fur et a mesure que le roman progressed la place du narrateur, comme le constate Bruce Morrissette. Ainsi, l'optique narratrice du Voyeur se rapprochede celle de La Jalousie. La presence d'un narrateur non-implique dans son recit dans Le Voyeur emp§che de faire l a distinction nette qui avec La Jalousie est desormais possible: grtce a l a fusion complete du narrateur et du personnage, l'on peut dire que ce premier constitue 1'objectivity de 1'ecriture, tandis que le deuxieme se 48 manifeste dans l a subjectivity. Autrement d i t 1'objectivity narratrice reprysente le point de vue extyrieur, spectateur; et l a subjectivity tymoigne des mouvements d'ame du mari jaloux, done exprimye d'un point de vue intyrieur. L'humour, aussi subtil qu'il soit dans le passage city plus bas, provient nettement d'un transfert du point de vue extyrieur, par rapport a l a sc£ne dycrite, vers 1'intyrieur, le narrateur-mari ytant lui-m@me "entry en sc£ne'o.° Ce passage se laisse difficilement couper: C'est elle-mime [ A . . . J qui a disposy les fauteuils, ce soir ... celui qu'elle a dysigny & Franck et le sien se trouvent c6te a cote, contre le mur de l a maison ... Les deux autres sont places de l'autre coty de £la petite tabled, davantage encore vers l a droite, de mani§re a ne pas inter- cepter l a vue entre les deux premiers et l a balustrade de l a terrasse. Pour l a meme raison de "vue", ces deux derniers fauteuils ne sont pas tournys vers le reste du groupe: i l s ont yty mis de biais, orientes obliquement vers l a balustrade a jours et a l'amont de l a valiye. Cette disposition oblige les personnes qui s'y trouvent assises a de fortes rotations de t§te vers l a gauche, s i el l e veulent apercevoir A. .... „ - surtout en ce qui concerne le quatri§me fauteuil, le plus yioigny. Le troisidme, ... moins confortable, ... est demeury vide. La voix de Franck continue de raconter ... Dans un silence se f a i t entendre le bruit d'un verre que l'on repose sur l a petite table. De l'autre coty de l a balustrade, vers l'amont de l a valiye, i l y a seulement le bruit des criquets et le noir sans ytoiles de l a nuit. (J, pp. 15-16) A travers le langage d'une pricision scientifique pynStre une lueur de rancune de l a part du narrateur qui devine les arri§re-pensyes de A - . . » en disposant les chaises de cette fagon. Les guillemets qui isolent le mot "vue" dans le texte, rendent douteuse 1'authenticity de la raison; le verbe "oblige" plus loin, exprime l a contrainte & laquelle les troisiSme et quatriSme personnes seraient soumises, nettement contre leur volonte gventuelle, de voir A... .. Et de surcroit, le plus proche de ces deux derniers fauteuils est caractyrise" par son peu de confort, i l ne serait que naturel done que le narrateur s'assoie dans le plus yioigny. Le caractSre hypothytique de l a description change avec le temps du verbe soudain au passy composy: "Le troisidme, ... moins confortable, ... est demeury vide". En m§me temps la transition s'effectue du point de vue extyrieur, des- c r i p t i f , vers le point de vue intgrieur: le narrateur est assis effectivement dans ce quatrieme fauteuil isoiy, i l ne peut qu1entendre les sons, auxquels i l semble prSter une attention soigneuse, contraint en effet a regarder droit devant soi dans "le noire '? Victime de l a ruse qu'il vient d'expliciter en dytail, le narrateur ressemble, peut-etre meme plus que les autres personnages puisqu'il en est conscient, a une marionnette dont A-., • 0 tiendrait les f i c e l l e s . N'empeche que, malgry sa passivity apparente, le narrateur est contrariy, et ne contient pas ses sentiments lorsque, une autre fois, l a faible "raison de 'vue'" ne s'applique point puisque c'est l a nuit: Franck et A... se sont assis dans leurs deux memes fauteuils, adossys au mur de bois de l a maison. C'est encore le si§ge a ossature mytallique qui est resty inoccupy. La position du quatrieme est encore moins j u s t i f i y a 50 present, l a vue sur l a vallee n'existant plus. ... Le bois de l a balustrade ... (J, p. 20) Malgre son mecontentement, le voila de nouveau commodement place a part, en train de regarder sagement devant l u i ; c'est dans l a realisation automatique de l a situation prevue par le narrateur que l'humour t i r e son origine. f a i t que le narrateur est lui-meme reduit en victime de cette situation rappelle de nouveau la mecanisation bergsonienne. Bienque l a separation entre le point de vue subjectif et objectif ou interieur et exterieur soit possible, el l e est l a plupart du temps a r t i f i c i e l l e . II serait plus juste de dire que le texte entier est produit par l a voix subjective; les descriptions temoignent neanmoins d'un grand souci d'ob- jectivity que le narrateur-protagoniste s'efforce sans doute a maintenir pour equilibrer son penchant excessivement subjectif, obsede de jalousie. Par consequent, toute subjec- t i v i t y percue par le lecteur represente le devoilement de 1 ' a r t i f i c e , l a revelation du deguisement de l a passion d'un narrateur en apparence de parole seche et precise. Les deux points de vue sont done etroitement entremeles; l'humour que nous pouvons y apprecier s'etend ainsi sur toute l'oeuvre, humour dont la subtilite depend du caractere plus ou moins enigmatique du texte. L'accumulation des nombreuses justifications marque 1 'intention ironique derriere ces paroles au sujet de Franck qui laisse sa femme, Christiane, a l a maison: 51 I l n'est pas rare, a present, que son mari vienne sans e l l e : a cause de 1'enfant, ji cause aussi des propres troubles de Christiane, dont l a sante" s'accommode mal de ce climat humide et chaud, a cause enfin des ennuis domestiques qu'elle doit a ses serviteurs trop nombreux et mal diriggs. (J, p. 15) Ce mSrae procgdg, par lequel le narrateur essaie de trouver quelque raison de se rassurer trahit inevitablement l a crainte que sa jalousie ne soit enfin fondle par le dglai du retour de A.•. et Franck. Nganmoins les causes de retard ne manquent pas. Mis a part 1'accident - jamais exclu - i l y a les deux crevaisons successives i l y a l a rupture de quelque connexion glectrique ... I l y a aussi 1'assistance qui ne se refuse pas a un autre chauffeur en d i f f i c u l t ^ . I l y a les divers algas retardant le dgpart lui-m§me ... I l y a enfin l a fatigue du chauffeur ... (J, pp. 70-80) Loin d'en espgrer un apaisement pourtant, le narrateur semble faire cette longue enumeration de possibilitg$, rgsigng d'avance a 1*inutility de ses efforts. De me"me, dans le passage suivant, i l essaie de deviner ce que A* • • est en train de faire, mais on sent qu'il ne le f a i t que pour se distraire, par l a destruction systematique de chacune de ses hypotheses: A.'.o'.est assise a l a table ... Elle se penche en avant sur quelque travail minutieux et long: remaillage d'un bas tr£s f i n , polissage des ongles, dessin au crayon d'une t a i l l e rgduite. Mais A* • •. - ne dessine jamais; pour reprendre une maille f i l e e , e l l e se serait placge plus pr§s du jour; s i elle avait besoin d'une table pour se faire les ongles, e l l e n'aurait pas choisi cette table-la. (J, p. 27) 5 2 Le style simple, depourvu de portee affective ne parvient pas a dissimuler toutefois, par 1*inutility meme de cette deliberation,la jalousie qui en est l a force matrice. La penetration par ce sentiment trop toimain du voile objectif du style revele 1'artifice que le narrateur-mari tente de maintenir. A plusieurs reprises, une affirmation tout a f a i t logique est mise en doute par 1'insertion d'un " d i t - e l l e " qui revele que le narrateur soupgonne non pas l a verite du contenu mais 1'authenticity de l a phrase prononcye par A«.-« Par exemple: "elle a demandy de ne pas apporter les lampes, qui - d i t - e l l e - attirent les moustiques," (J, p. 15) ou bien: "A• <• l u i demande (au boy) de dyplacer l a lampe qui est sur l a table, dont l a lumiere trop crue - d i t - e l l e - f a i t mal aux yeux." (J, p. 17) De nouveau, l'humour ryside dans la lueur de subjectivity inattendue a l'intyrieur de l a neutrality descriptive. Sans aucune ryfyrenee explicite, i l est evident nyanmoins, d'apres le texte,que le narrateur n'aime pas Franck. Rien de plus amusant que sa fagon sans scrupule de constater 1'absence de son ennemi a table, un soir: La chaise est ... mise au bon endroit, l'assiette et les couverts sont a leur place aussi; mais i l n'y a rien entre le bord de l a table et le dossier de l a chaise; qui garde a dycouvert ses garnitures de pailles ypaisses ordonnyes en croix ... (J, p. 40) Ainsi le narrateur-protagoniste n'attribue ni corps ni esprit a son r i v a l , ryduit a "riea." L'idye d'une absence est vite annuiye elle-meme par l a prysence du dessin de 53 p a i l l e s de l a c h a i s e . C'est sa fagon, un peu e n f a n t i n e , de triompher de son ennemi. En revanche, l a presence de Franck au repas s u s c i t e chez l e n a r r a t e u r une o b s e r v a t i o n v i o l a n t t o utes l e s l o i s de l a d i s c r e t i o n : I I Franck absorbe son potage avec r a p i d i t g . B ien q u ' i l ne se l i v r e a aucun geste e x c e s s i f , b i e n q u ' i l t i e n n e sa c u i l l e r e de fagon convenable e t avale l e l i q u i d e sans f a i r e de b r u i t , i l semble mettre en oeuvre, pour c e t t e modeste besogne, une gnergie e t un e n t r a i n dgmesurgs. I I s e r a i t d i f f i c i l e de p r g c i s e r ou, exactement, i l n g g l i g e quelque r e g i e e s s e n t i e l l e , sur q u e l p o i n t p a r t i c u l i e r i l manque de d i s c r e t i o n . Nous pouvons d e v i n e r que c ' e s t sa s e u l e presence q u i reprgsente 1 ' i n d i s c r e t i o n que l e n a r r a t e u r n ' a r r i v e pas a p r e c i s e r . Une image transformge, exaggrge, mgcanisge de Eiranck en t r a i n de manger en face de l u i , n a i t d'une gorgge de sa b o i s s o n que Franck prend sur l a t e r r a s s e : I l s a i s i t son v e r r e , sur l a t a b l e a cote de l u i , e t l e v i d e d'un t r a i t , comme s ' i l n ' a v a i t pas b e s o i n de d e g l u t i r pour a v a l e r l e l i q u i d e : t o u t a couie d'un s e u l coup dans sa gorge. I I repose l e v e r r e sur l a t a b l e , e n t r e son a s s i e t t e e t l e dessous-de-plat. I I se remet immediatement a manger. Son appetit c o n s i d e r a b l e e s t rendu p l u s s p e c t a c u l a i r e encore par l e s mouvements nombreux e t t r e s accuses qu * i l met en j e u : l a main d r o i t e q u i s a i s i t a t o u r de r o l e l e couteau, l a f o u r c h e t t e e t l e p a i n , l a f o u r c h e t t e q u i passe a l t e r n a t i v e m e n t de l a main d r o i t e a l a main gauche, l e couteau q u i decoupe ... l e s a l l g e s e t venues de l a f o u r c h e t t e e n t r e 1 ' a s s i e t t e e t l a bouche, l e s dgformations rythmges de tous l e s muscles du v i s a g e pendant une m a s t i c a t i o n c o n s c i e n c i e u s e , q u i , avant meme d' e t r e terminge, s'accompagne dgja d'une r e p r i s e a c c g l g r g e de 1'ensemble. 54 La main droite s a i s i t le pain et le porte a la bouche ... (J, p. 59) Comme dans une chanson folklorique ou les rondeaux se poursuivent de plus en plus vite, nous recommengons. L'appetit surhumain de Franck au debut du passage se transforme en la voracite d'un monstre mecanique, dont les gestes s'accelerent progressivement jusqu'a une rapidite vertigineuse, dans 1*ecriture autant que dans les mouve- ments decrits: . . . l a main gauche met l a fourchette dans l a main droite, qui pique le morceau de viande, qui s'approche de l a bouche, qui se met a mastiquer avec des mouvements de contraction et d'extension qui se repercutent dans tout le visage, jusqu'aux pommettes, aux yeux, aux ore i l l e s , tandis que l a main droite reprend l a fourchette pour l a passer dans l a main gauche, puis s a i s i t le pain, puis le couteau, puis la fourchette. (J, pp. 59-60) L'isolement des gestes du corps qui les anime, c'est l a mecanisation a l a base de toute l a theorie du comique d'Henri Bergson. Le style saccade, scientifique, prete un contrepoids objectif a cette vision strofcoscopique, une des manifestations les plus intenses de la - subjectivity n'est pas assez dire - de l a passion qui atteint i c i a une veritable crise d'hallucination. Mais en meme temps, et peut-etre est-ce un des paradoxes de l'humour, ce passage est probablement celui de La Jalousie qui nous incite le plus au sourire. 55 En dernier li e u considgrons une comparaison entre le mille-pattes et les moulins de Don Quichotte. Vers le dgbut du roman, le narrateur dgcrit l a sc§ne du mille-pattes, et de celui - c i en particulier: I l n'est pas care de rencontrer ainsi diffgrentes sortes de mille-pattes, S l a nuit tombge ... Et cette esp§ce-ci n'est pas une des plus grosses, el l e est loin d'efere l a plus venimeuse. (J, p. 36) La transformation que subit cette bete n'est pas moins spectaculaire que les moulins devenus grants fgroces: La porte de l ' o f f i c e est fermge. Entre ell e et 1'ouverture bgante idu couloir, i l y a le mille-pattes. II est gigantesque: un des plus gros qui puissent se rencontrer sous ces climats. Ses antennes allongges, ses pattes immenses gtalees autour du corps i l couvre presque la surface d'une assiette ordinaire. (J, p. 84) Aussi souvent que l'on cite ces deux passages en rapport avec l a jalousie croissante du narrateur, n'empeche que l a contradiction flagrante crie un effet comique. Dans le texte, le mille-pattes :se transforme "igellement"; c'est "la rgalitg [qui]] flgchit devant 1' imagination et sert a l u i donner corps," selon Henri Bergson,! auquel j ' a i emprunte" 1*exemple du hgros espagnol. Comme cet exemple de La Jalousie l ' i l l u s t r e , les phgnom£nes dont l a subjectivity d'un personnage (narrateur J-Le Rire, pp. 140-141. ou protagoniste) est l a cause sont "realises" par 1'ecriture qui leur donne l a meme valeur qu'aux evenements "reels" du roman. Et 1'incoherence apparente qui trouve son origine dans 1*animation du point de vue y contient egalement l'indice pour l a dechiffrer. Le lecteur, tour a tour trompe et detrompe, experimente le p l a i s i r de ce jeu de dechiffrement que l u i presente le texte enigmatique de ce troisieme roman par le seul refus de dire " j e " i Guere limite toutefois aux variations chez un unique personnage, le point de vue sous l a plume de Robbe-Grillet mene le lecteur en un voyage fantastique, par ses errements, de l a vision du narrateur a celle d'un personnage, a celle d'autres personnages pour entremeler toujours davantage l'objectif et le subjectif, le reel f i c t i f et 1'imagine. Les Gommes nous en offre deja de nombreux exemples. Wallas reussit, avec d i f f i c u l t y , a convaincre l a sourde Anna Smite de le laisser entrer: "Cependant la v i e i l l e Anna se hate a petits pas vers l a cuisine. Ce monsieur a l ' a i r mieux eleve que les deux qui sont venus hier soir ... " (G, p. 77) Et plus loin: "Wallas ... leve les yeux vers ... ce meme rideau brode qu'il a remarque plusieurs fois ... Ca ne doit pas etre tres sain de faire ainsi boire un bebe a l a mamelle des brebis: anti-hygienique au possible." (G, p. 91) Le manque de guillemets, indicateurs traditionnels d'un changement de point de vue, effectue une superposition de visions distinctes. 57 Dans le passage suivant, le point de vue f a i t un parcours plus complexe: Elle a continue, en payant sa communication, a discourir avec precipitation. ... En sortant de table M. Dupont avait trouve un bandit dans son bureau - i l y a des gens qui ont de l'audace - ... ou la lumiere etait meme restee allumee! Qu'est-ce qu'il voulait, hein? Voler des livres? ... Et el l e , n'avait rien vu ni rien entendu, c'etait le plus fort! Par ou e t a i t - i l passe? I l y a des gens qui ont de l'audace. "Un cambrioleur audacieux s'est introduit ... " Depuis samedi que le telephone ne marchait pas. ... Projet de reforme generale de 1'organisation des postes, telegraphes et telephones. Article premier: Une permanence sera assuree pour les cas d'urgence. Non. Article unique: L'appareil telephonique de M. Dupont restera perpetuellement en parfait etat de marbhe. Ou plus simplement: Tout fonctionnera toujours normalement. (G, pp. 31-32) Au moins sept virements du point de vue menent 1'ecriture a partir de la narration objective a la troisieme personne, vers le discours indirect ou le narrateur semble se mettre dans l a peau d'Anna Smite et se moquer de ses propos tout en les relatant. Momentanement, c'est Anna Smite meme qui parle: " i l y a des gens qui ont de 1'audace "Qu'est-ce qu'il voulait, hein? Voler des livres?" ce qui est d'autant plus comique pour le lecteur qui se rappelle l a mefiance et 1 'incertitude de Garinati, obeissant comme i l peut aux ordres de son patron. La manchette de journal est inseree fort probablement par le narrateur, et la reprise du mot "audace" devient a chaque fois plus comique. La conclusion de ce passage est nettement satirique par le ton gravement juridique qu'assume le narrateur qui tout 58 d'un coup p a r t i c i p e a son r e c i t pour p a r o d i e r c e t t e gouvernante d i f f i c i l e . Le genre d'humour p r o d u i t par l a divergence de deux i n t e r p r e t a t i o n s , c e l l e s . d e Mme Smite et du n a r r a t e u r , d'un meme i n c i d e n t , s e r e t r o u v e de maniere plus evidente dans P r o j e t . Le docteur Morgan, etant decouvert par l'homme au smoking n o i r , a l o r s q u ' i l e"tait en t r a i n d'experimenter sur sa v i c t i m e , prend soudain l a f u i t e . Cette v e r s i o n du na r r a t e u r f a i t c o n t r a s t e avec c e l l e de Ben S a i d , en f a c t i o n de l ' a u t r e cote de l a r u e , q u i "note l'heure exacte ou i l a vu r e s s o r t i r ... l e medecin aux l u n e t t e s d ' a c i e r q u i n'a meme pas p r i s l e temps d'oter sa blouse blanche t a n t i l a semble presse de q u i t t e r l e s l i e u x (appele sans doute par quelque rendez-vous d'une extreme urgence)..." (P, pp. 193_194) S i l a m o d i f i c a t i o n est c e t t e f o i s . g r a t u i t e , l e plus souvent e l l e en declenche de n o u v e l l e s pour determiner l a s u i t e meme de. l a f i c t i o n . Par exemple, v e r s l e debut de Pro,jet , l e nar r a t e u r " j e , " s o r t i dans l a rue c r a i n t de p a r a i t r e suspect a deux gendarmes q u i s'approchent. Ceux-ci passes, l e na r r a t e u r r e g r e t t e a u s s i t o t sa conduite; ... D ' a i l l e u r s , toute ma conduite depuis l e debut de l a scene ne v e n a i t - e l l e pas de me t r a h i r ... i l a u r a i t ' ete plus normal de devisager comme par hasard l e s deux hommes, s u r t o u t s i c ' e t a i t pour se r e t o u r n e r e n s u i t e v e r s eux a f i n de l e s observer par d e r r i e r e . Tout c e l a , evidemment, j u s t i f i a i t l e u r s soupcons et l e u r d e s i r de v o i r ce que cet i n d i v i d u manigancait dans l e u r . d o s . (P, p. 22) 59 Un l e c t e u r t e n t e de se f i e r au n a r r a t e u r i n i t i a l perd done son p o i n t de repere, l e t e x t e s'en e t a n t detache. Rapportee par une v o i x anonyme, l a scene e s t vue des yeux des p o l i c i e r s dont l e soupgon ne tarde pas a s ' a c c r o i t r e a l'egard de " ce passant . . . dont l e comportement louche v i e n t une f o i s encore d'aggraver l e s charges d e j a l o u r d e s q u i pesent sur l u i " . (P, p. 23) La s i m p l i c i t y de ce t r a n s f e r t de p o i n t de vue ne manque pas d'et r e humoristique par l a f a c i l i t y avec l a q u e l l e l a v o i x n a r r a t r i c e s ' e l o i g n e du n a r r a t e u r devenu personnage n a r r y , l a d i s t a n c i a t i o n y t a n t un yiement i n h e r e n t a l'humour. Un aut r e exemple se trouve dans 1 ' h i s t o i r e que raconte Joan Robertson, un des personnages p r i n c i p a u x de P r o j e t , souvent surnommye "JR." Le r o l e de l ' h y r o l n e , Laura, y e s t totalement renverse par 1 ' i n s e r t i o n du p o i n t de vue de Ben S a i d . JR f a i t l e r e c i t des " t r o i s chenapans", dont Laura e s t l e chef, q u i t e r r o r i s e n t l e s voyageurs du raytro, c e t t e f o i s en p a r t i c u l i e r Ben S a i d . Mais c e l u i - c i a p e r c o i t Laura dans l a v o i t u r e attenante e t "se demande s i l a f r e l e a d o l e s c e n t e , q u i s ' a p p r e t a i t sans doute a changer de v o i t u r e , (est) p o u r s u i v i e p e u t - e t r e par un malade se x u e l ... " (P, p. 129) Le t e x t e s'empare a u s s i t o t de ce nouveau f i l d y j a pourvu de p r y c i s i o n s dramatiques a i n s i que d'un personnage hypothytique, e t crge l e redouta b l e "Vampire du M y t r o p o l i t a i n . " A v r a i d i r e , P r o j e t pour une r y v o l u t i o n a New York reprgsente un j e u p e r p g t u e l des p o i n t s de vue avec l a 60 nonchalance de Laura: " ... le narrateur - disons "je", ce sera plus simple - ", o$ meme les vestiges d'une objectivity d'un narrateur principal ne sont que des tentatives fugitives et trompeuses. Le point de vue trouve son incarnation dans ce roman sous l a forme du masque: i l su f f i t de changer de masque pour changer de role, et de point de vue. Ainsi l'esp^re ... ce couple d'AmSricains moyens venu chez le fabricant de masques sur les conseils du midecin de famille: i l s voulaient se faire faire a J. chacun l a t£te de l'autre, afin de pouvoir jouer a l'envers le psychodrame de leurs difficultgs conjugales. (P, p. 55) En somme, trois aspects du dgplacement du point de vue diterminent sa port£e humoristique. D'abord, le mouvement de l a subjectivity vers 1 'objectivity, soit une distanciation, permet a cette vision objective (de l a meme ou d'une autre personne) de reconnaitre l a petitesse des choses qui semblaient grandes. Ensuite, le mouvement inverse f a i t choir justement cette vue d'en haut, l a vision objective qui connote l ' i n f a i l l i b i l i t y , l'autority. Celui qui pouvait se moquer de l a petitesse des autres se retrouve done parmi eux, sa vision redevenue aussi restreinte que son.etat d'esprit. Ce sont deux formes d'humour, dyfinies par Freud, qui ne manquent pas de plaire au lecteur. Le troisiSme aspect est l'yiement de surprise ryservy au lecteur cette fois par 1'absence de tout avertissement pryalable dans l'ycriture. La confusion du lecteur yveiliy 61 se degage rapidement en faveur de 1 ' a p p r e c i a t i o n de ce j e u que 1 ' e c r i t u r e l u i tend. E n f i n , s'y a j o u t e un element presque de magie q u i f a i t que non seulement i l y a renversement de p o i n t de vue mais i l y a simultanement renversement de r o l e s des personnages, s u r t o u t dans l e d e r n i e r roman de R o b b e - G r i l l e t . L'humour ne depend done guere de l a source qu'est l a mise en doute et l ' a m b i g u l t e consequente d'un p o i n t de vue mobile, mais puise dans une source b i e n plus etendue qu'est l a mise en q u e s t i o n du personnage meme avec toute l a f a n t a i s i e q u ' e l l e peut comporter. C e c i grSce a l a d i s c r e t i o n du n a r r a t e u r , e ' e s t - a - d i r e de l a v o i x q u i r a c o n t e , car l e l e c t e u r n'est guere.conscient de l a m a n i p u l a t i o n . Le personnage, notre f i d e l e r e p r e s e n t a n t romanesque, n ' e x i s t e p l u s . 62 II D. La chute du drame La mise en question du personnage-portrait du type balzacien ne peut que s'etendre sur ses actes, sur ses joies et ses angoisses, sur sa mort. En consequence, i l ne peut y avoir de "peripeties palpitantes, emouvantes, dramatiques, qui constituent a l a fois 1" allegresse et l a j u s t i - f i c a t i o n " 1 du roman conventionnel. L'habitude que c e l u i - c i a inculquee chez le lecteur le rend sujet a l'humour parodique qui i r r i t e egalement les mouvements de suspens de l'intrigue traditionnelle. II y a, toutefois, dans l'oeuvre de Robbe-Grillet, un element de mystere qui provoque done aisement chez le lecteur une tension, presque cOntinuelle "en attendant la catastrophe imminente dont i l a capte les ondes annonciatrices" • (P, p. 140) II regoit effectivement des indices, tels que 1'engourdissement physique de Wallas, 1'atmosphere de reve et d'incertitude dans Le Voyeur et La Jalousie, l a blancheur de l a neige, le silence, et l a fatigue du soldat qui s'obstine a ses errements labyrinthiques. Certes, ces elements avivent la participation du lecteur h • l'intrigue, et celui-ci est pret a s'engager dans un develop- pement dramatique. Dans le labyrinthe l u i fournit cette occasion: ... le dernier personnage aurait, en tirant le battant, ... decouvert le soldat coll§ contre le •••Alain Robbe-Grillet, "Sur quelques notions perimees" dans Pour un nouveau roman, p. 29. 63 mur, surgi tout a coup en pleine lumidre a quelques centimetres de l u i . ... de nouveaux cris risquaient alors d'ameuter ... toute l a maison, faisant ditaler des ombres vers l a cage de l'escalier et j a i l l i r des figures affol^es dans 1'entrebaxllement des portes, cou tendu, o e i l anxieux, bouche qui s'ouvre deija pour hurler... "II n'y a pas de rue Montalet, par i c i , ni rien qui ressemble," annonce l a voix grave; ... (L, p. 65) Bien qu'il soit Evident d'aprds le texte qu'il s'agit d'une hypothise formulae dans 1'esprit du soldat, peu s'en faut que le lecteur y croie, 1'accumulation de details prenant une allure de r^alit S ; mais le verbe Mhurler" reste suspendu, et 1 * intervention subite de la voix neutre dissipe l a tension. En meme temps la quality imaginaire de cette mont^e drama- tique est r€affirmge. On reconnaltra i c i le procgde" defini par Henri Bergson d'"un effort qui rencontre tout a coup le vide"*! oil le lecteur est lui-meme presque pris au piege. Plus loin le "piege" tendu par le texte s'aveSrera moins clement a l'egard du lecteur. La f i n du premier chapitre des Gommes laisse Wallas seul dans le cabinet de travail de l a victime, Daniel Dupont. Le deuxiSme chapitre s'ouvre sur: ... un bruit de pas; des pas dans l'escalier, qui se rapprochent. Quelqu'un monte. Quelqu'un monte lentement - non: posement; peut-etre avec c i r - conspection? ... C'est un pas d'homme ... (G, p. 84) Le Rire, p. 65. 64 Le l e c t e u r , amene a c r o i r e q u ' i l s ' a g i t t o u j o u r s de Wallas chez Dupont, f a u t e de signalement c o n t r a i r e , se l a i s s e prendre a l a t e n s i o n c r o i s s a n t e du mystere. Ce n'est qu'une d i z a i n e de l i g n e s p l u s l o i n q u ' i l apprend que "ce n ' e t a i t pas G a r i n a t i " . E t i l f a u t une page e n t i e r e avant d'apprendre q u ' i l l i s a i t l a pensee de Jean Bonaventure, l e chef de 1 ' a s s a s s i n , q u i a t t e n d simplement, mais avec im- pa t i e n c e i l e s t v r a i , l ' a r r i v e e de c e l u i - c i . V o i l a l e l e c t e u r franchement joue. Avec La Maison de rendez-vous e t P r o j e t pour une r e v o l u t i o n a New YOipk, 1 ' e c r i t u r e a i g u i s e son arme, e t l'humour c h o i s i t comme p o i n t de .mire l e - p o i n t f a i b l e de l a . r a c e humaine qu'est l a s e x u a l i t e , s u j e t e t de sa m o r a l i t y l a p l u s s t r i c t e (en apparence du moins!) e t de son p l u s i n t e n s e d y s i r . Le n a r r a t e u r " j e " de La Maison de rendez-vous a f f i r m e avec une audace e x h i b i t i o n i s t e sa p r y o c c u p a t i o n : "La c h a i r des femmes a t o u j o u r s occupy, sans doute, une grande p l a c e dans mes re v e s . " (M, p. 11) Dans l e s premieres pages du t e x t e rayonne un p l a i s i r voluptueux auquel l e n a r r a t e u r donne l i b r e t r a i n : "Dans l e s j a r d i n s , j ' o r g a n i s e des fe*tes. Pour l e s temples j e r e g i e des cyremonies, j'ordonne des s a c r i f i c e s " ; quant a une danseuse, " j e p r g f e r e q u ' e l l e a i t l e s ypaules nues, e t a u s s i , quand e l l e se re t o u r n e , l a nais s a n c e de l a gorge". (M, p. 12) A u s s i t 6 t l a jeune femme se r y a l i s e , comme dans un reve, mais "deux personnages s'avancent e t masquent b i e n t o t l a scene, une haute s i l h o u e t t e en smoking sombre, a q u i un 65 gros homme au teint rouge parle de ses voyages." (M, p. 13) Organisateur de fetes i l l u s o i r e s , le narrateur - et le lec- teur avec l u i - est rgduit a 1'gtat.de voyeur auquel l a vue est soudain barrge par le "gros homme". II se reprend sans dglai pourtant, et une description de l a v i l l e de Hong Kong bifurque: "ses jonques, ses sampans, les buildings de Kowloon, et l'gtroite robe a jupe entravge ... " (M, p. 13) De plus belle, l a reverie se lance vers des formes et rythmes suggestifs: "Et voila que le meme gros homme sanguin s'interpose de nouveau " (M, p. 16) La dgception du narrateur semble sousentendre celle du lecteur. Propice a son role exaspgrant, le gros homme au teint rouge sera, a travers le texte, dotg de caractgristiques d'une laideur et d'un ridicule croissants, bien que celui-c i se plaise t o u t autant a dgtailler les incidents grotiques et sadiques. On ne peut s'empecher de voir derridre le texte'Robbe-Grillet qui s'amuse a oouper court a 1 ' i n t e r e t att. i s e du l e e t e u r . Ce mouvement trouve, d'ailleurs, une analogie gtonnante dans un des "grands chiens silencieux" de Lady Ava: "chien au pelage luisant dont la gueule entrouverte laisse gchapper un peu de salive, puis se referme avec un claquement sec." (M, p. 16) Cet humour, loin d'etre gratuit, fonctionne de fagon tres prgcise, comme un passage de Projet pour une revolution a New York le rgvdle. Le narrateur "je" est en train de regarder par l a petite vitre une seine qui l u i inspire de nombfeuses spgculations quant a sa nature. La description 66 evocatrice ne laisse pas de doute toutefois sur son "caractere monstrueux". (P, p. 10) Mais la suite est interrorapue par l'arrivee de deux hommes, et "tout a coup l a lumiere s'eteint. I l ne reste plus, devant moi, qu'une vitre poussiereuse ou se distinguent a peine quelques reflets de mon propre visage ... " (P, p. 11) Le sujet de son attention elimine, i l ne peut que la tourner vers lui-meme que son image . revelee a l'improviste montre en posture de voyeur. Le lecteur emporte par les hypotheses n'est pas moins coupable que le narrateur. A d'autres moments, au lie u de viser le lecteur, 1'ecri- ture se replie sur l a scene qu'elle decrit, et le vin tourne au vinaigre. Dans le jardin de la V i l l a Bleue, "je" apercoit "deux personnages immobilises dans des attitudes dramatiques, comme sous le choc d'une intense emotion"* (M, p. 25) La jeune femme tient la main "droite levee jusqu'au niveau des yeux ... comme s i e l l e s'appuyait a une paroi de verre." (M, p. 26) Apres avoir tue sa compagne, elle s'eloigne, "la main gauche repoussant devant elle 1'invisible paroi de glace "C!« (M, p. 27) La concretisation banale d'un geste charge d*emotion acheve dans l a parodie le drame de ce couple. La tragedie des jeunes maries de Projet nous reserve une surprise semblable. Les quatre meurtriers, apres avoir brutalement tue le jeune homme, "s'approchent de la survivante, provisoirement epargnee, et s'emparent d'elle ... En quelques 67 enjambges dansantes, le groupe a disparu dans 1'avenue perpendiculaire". (P, p. 165) L'arret brusque, la tournure humoristique nient le drame; du cote" positif, l a surench§re de menaces et de violences joue narquoisement a augmenter 1'apprehension du "lecteur haletant". 1 L'exaggration i c i appartient plutot au domaine de l'humour noir. Pendant sa promenade aux jardins de la V i l l a Bleue, le narrateur tombe sur l a seine d'une " t r i s jeune f i l l e " ' , presque nue, attached a un arbre, fixant, en face d'elle, "un tigre de grande t a i l l e , arrite" a quelques mitres a peine, qui la contemple un instant avant de l a devorer"1; (M, p. 150) Cette fois encore, nous apprenons aussitot que "c'est un groupe sculpte, grandeur nature!1. Le texte de Projet s'amuse It i r r i t e r un peu plus les nerfs du lecteur, mais 1'accumulation d'indices savoureux ne peut qu'etre humoristique par son exagiration Svidente. Un rat fera le supplice de Laura, captive du docteur Morgan/ ...qui va d'une seconde a l'autre donner l'ordre a 1'animal de se pr^cipiter sur e l l e . ... Morgan ... ouvre le dossier rouge ... , "Done, d i t - i l d'une voix lasse. Si tu ne rgponds pas correctement a 1'interrogatoire, tu seras mangle toute vive par ce rat et quelques autres de ses f r i r e s , a petites bouchges, en commengant par les regions les plus tendres et ne risquant pas d'amener une mort prema- ture^. Cela durera naturellement plusieurs heures." (P, p. 150) Avertissement redoutable, dgja douteux par l a "lassitude" Alain Robbe-Grillet, Pour un nouveau roman, p. 29 68 de l a voix qui gvoque le sort de l a vlctime, ne trouvera aucune suite dans le texte, le rgcit du "terrain vague" l'emportant peu apris. Les exemples sont nombreux, dans les deux derniers romans de Robbe-Grillet, ou s'gpanouit pleinement l'humour noir, qui est, comme le dgfinit Andre" Breton: "par excellence l'ennemi mortel de l a sentimentality perpgtuellement aux abois ...'V.1 - La gratuite" de certains d e t a i l s ne semble que repondre a ce besoin: "les divers instruments r a f f i n i s et barbares" dans la chambre de l a V i l l a Bleue (M, p. 49), ou l a pidce de theatre qui M s ' i n t i t u l e 'Meurtres rituels' et f a i t largement appel aux trucages de circonstance: instruments a lame rentrante, encre rouge rgpandue sur la chair blanche, cris et contorsions des victimes, etc." (M, p. 99) Apres ce prgambule, le texte saute les premiers actes a la James Bond pour se concentrer sur "le clou de l a soir§e" qu'est, ironiquement, un monologue de Lady Ava dont la monotonie f a i t partir les invites et ne retient guire mieux 1'attention du lecteur. La ten's'i'on mon tante dont le lecteur est sujet ne releve pas ngcessairement de l a description de scenes d'gpouvante. L'exemple suivant, tire" du Labyrinthe, f a i t acc€lgrer tout de meme l'haleine. Le soldat regarde 1'enfant s'eloigner dans l a rue: Anthoiogle de l'humour noir, p. 1 69 ... tout le corps semble glisser en arriere sur le trottc-ir enneige, le long des facades plates, depassant l'une apres l'autre les fenetres du rez-de-chaussee: quatre fenetres identiques, suivies d'une porte a peine differente, puis quatre fenetres encore, une porte, une fenetre, une fenetre, une fenetre, une fenetre, une porte, une fenetre, une fenetre, de plus en plus vite a mesure qu'il prend de l a distance, devenant de plus en plus petit, de plus en plus incertain, de plus en plus brouille dans le crepuscule soudain nappe vers 1'horizon et disparaissant alors d'un seul coup, en un c l i n d'oeil, comme une. Pierre qui tombe. (L, pp. 115-116) Traduire 1'effet de l a perspective par 1'illusion de vitesse cree le charme naif de ce passage; le caractere i r r e e l est lance par le verbe "glisser" et previent presque le lecteur de l'inattendu. L„ecriture, depourvue de toute evocation melodramatique, reussit seul par son rythme et sa structure a donner au lecteur 1*impression de suspens. Le garcon "soudain happe" constitue le point culminant de ce passage qui ressemble a s'y imeprendre a une aventure roma- nesque. Contraire au phenomene de l a perspective ou, au fur et a mesure que l a scene s'eloigne, e l l e semble monter vers un point de convergence, l'enfant "happe" est compare S "une pierre qui tombe." Le mouvement inverse annule, dirait-on, le mouvement en hauteur, analogue a l a montee du suspens. C'est celui - c i qui tombe avec l a pierre, le lecteur se rendant compte de l a puissance imitatrice de 1'ecriture dont la forme singe l a peripetie traditionnelle independfcmment du deroulement de .1'intrigue. L'ecriture f a i t semblant de relater une situation dramatique, mais traite d'un moment des plus insignifiants du re c i t . 70 Dans La Maison de rendez-vous, le narrateur (l'auteur?) nous avertit d'avance que "les choses vont tout .d*un.coup tres vite ... ". CM, p. 38) Une serie d'images suit, reliees par de nombreux "qui"; le rythme s'accelere, et 1'image finale est cel&e du "balai de r i z , qui achevant sa trajectoire courbe, pousse l a couverture illustree du magazine jusqu'au caniyeau> dont l'eau boueuse entraine 1'image de couleur en tournoyant au s o l e i l . " (M, p. 38) L'humour trouve dans son role anti-suspens une analogie parfaite dans 1'action du "nouveau detersif Johnson": -Celle l'affiche de l a f i l l e qui baigne dans son sang, au milieu du tapis d'un salon moderne, tout en nylon blanc? -Qui, c'est ga. ... -Le texte di t : "hier, c'etait un drame... Aujourd'hui, une pincee de lessive diastasique Johnson et l a moquette est comme neuve. ... " (P, p. 159) L'humour qui "nettoie" le roman de l a sentimentality qu'est le drame, depend en grande partie d'un langage special, voire exagere, qui est manifesto dans les premiers exemples. L'humour anti-suspens agit en fonction de ce langage particulier au drame; une fois le drame detruit, son langage ne peut rester intact. Les deux derniers exemples, du Labyrinthe et de Maison, demontrent l a capacite de 1*ecriture, sans recours a ce langage charge, de dramatiser a r t i f i c i e l - lement un contexte banal. 71 I I E. L'humour et l e langage Pour d i s c u t e r du langage e t du s o r t que l e s romans de R o b b e - G r i l l e t l u i rgservent, i l convient d'abord de l e d g f i n i r par rapport a l ' i d e e de "langue" et d ' " e c r i t u r e 11, c e t t e derni§re c o n s t i t u a n t e s s e n t i e l l e m e n t l e grand s u j e t des t r o i s i i m e et quatriime c h a p i t r e s de c e t t e etude. "La langue [ s e l o n Roland B a r t h e s J e s t un corps de p r e s c r i p t i o n s et d'habitudes, commun a tous l e s g c r i v a i n s d'une epoque." 1 E l l e presente a l ' e c r i v a i n " l a l i m i t e i n i t i a l e du possible".. 2 Le langage, d'autre p a r t , e s t un "jargon" q u i implique sur- le-champ un m i l i e u s o c i a l . 2 Le langage l i t t e r a i r e du roman conventionnel r e f i e t a n t l a bourgeoisie e t a b l i e e t c l o s e , peut, par l'etendue de son usage, e t r e confondu avec l ' i d e e de langue meme; l a consequence pour l ' e c r i v a i n en s e r a i t des " l i m i t e s i n i t i a l e s " r e s t r e i n t e s en p r o p o r t i o n . Ce danger, ou p l u t o t ce phenomine, p u i s q u ' i l s'est r e a l i s e , e s t b i e n evoque par Andre Breton a propos de l'auteur Benjamin Peret. C e l u i - c i , d i t - i l , l i v r e b a t a i l l e contre: ... l a croute de s i g n i f i c a t i o n e x c l u s i v e dont 1'usage a recouvert tous l e s mots et q u i ne l a i s s e pratiquement aucun jeu S l e u r s a s s o c i a t i o n s hors des cases oft l e s confine par p e t i t s groupes l ' u t i l i t e immediate ou convenue, solidement etayee par l a r o u t i n e . Le compartiment e t r o i t q u i s'oppose a toute nouvelle entree en r e l a t i o n des elements ^Le Degre zero de l ' e c r i t u r e , p. 9 2 I b i d . , p. 16 72 significateurs figeSs aujourd'hui dans les mots accroit sans cesse l a zone d'opacitg qui aliine l'homme de la nature et de lui-meme. C'est i c i que Benjamin Pgret intervient en libgrateur. x "C'est sous l a pression de 1'Histoire et de l a Tradition que s'gtaMissent les eeritures possibles d'un gcrivain donng ... "2 La "pression" trouve ses origines dans la "crofite de signification" mentionnge par Andrg Breton, et la liberation de cette pression est faite par l'gcriture, une "rgalitg formelle" et "un acte de solidarity historique". 3 Toujours selon Barthes,"elle est le langage l i t t g r a i r e transformg par sa destination sociale ... "3 L'gcriture de Robbe-Grillet transforme en effet ce langage anthropomorphe et figg; et ceci de deux faeons: d'abord par l a destruction du langage conventionnel et du "mot a caractere viscgral, analogique ou incantatoire" ;44 e t ensuite par l a construction d'un langage dgpourvu de profondeur symbolique, d'un langage libgrg qui puise dans le roman des associations nouvelles et souvent inattendues. La destruction du langage dgpassg est manifestg dans l'oeuvre enti§re de •••Andrg Breton, Anthologie de l'humour noir, pp. 384-385. 2Roland Barthes, Le Degrg zgro de l'gcriture, p. 16 3Ibid., p. 14. ^Alain Robbe-Grillet, "Une Voie pour le roman futur," dans Pour un nouveau roman, p. 23 73 R o b b e - G r i l l e t , t a n d i s que l a c o n s t r u c t i o n l a n g a g i e r e e t f o r m e l l e e s t s u r t o u t e v i d e n t e dans La Maison de rendez-vous e t P r o j e t pour une r e v o l u t i o n a New York. La d i s c u s s i o n precedente au s u j e t du drame s ' e s t averee d e c i s i v e quant a l a s u r v i v a n c e de l a p e r i p e t i e dramatique. Reste chez R o b b e - G r i l l e t l a c o q u i l l e creuse formee d'un langage suffisamment charge, exagere pour se p a r o d i e r l u i - meme, e t se mettre en doute. Le s o u r i r e du l e c t e u r q u i r e c o n n a i t 1 ' i n t e n t i o n parodique de l ' a u t e u r , acheve l a d e s t r u c t i o n du langage b o u r g e o i s . D'autres a s p e c t s , t e l s que l e s phrases c o n v e n t i o n n e l l e s de p o l i t e s s e , l e s c l i c h e s q u o t i d i e n s e t l i t t e r a i r e s ne r e s i s t e n t pas mieux a l'humour, l ' o u t i l e f f i c a c e de 1 ' e c r i t u r e . Le moment e s t venu d ' i l l u s t r e r avec des exemples l a d e s t r u c t i o n de ce langage de convention. Considerons, dans Les Gommes, l ' e n t r e t i e n e n t r e l e d e t e c t i v e , Wallas, e t Madame Bax q u i a u r a i e n t vu d'eventuels passants s u s p e c t s . " - Non, d i t - e l l e , j e n ' a i r i e n remarque. E l l e l e r e g r e t t e beaucoup." (G, p. 94) Au l i e u de c o n t i n u e r ses p a r o l e s en s t y l e d i r e c t , l ' a u t e u r (ou l e n a r r a t e u r ) l e s rapporte en s t y l e i n d i r e c t , a i n s i c r e a n t une d i s t a n c i a t i o n e n t r e l u i e t ce personnage. La s i n c e r i t y de c e t t e formule a r c h i - usee semble t o u t de s u i t e douteuse, e t on d i r a i t que l e n a r r a t e u r veut s i n g e r c e t t e phrase de l a dame en l a t r a n s - mettant lui-meme. L ' i n c o n g r u i t y du t o n par r a p p o r t a son contenu e s t a l ' o r i g i n e de l ' i r o n i e de ce passage de P r o j e t pour une 74 revolut-ion a New Ypa?k. Les termes savants et le ton didactique deguisent le caractere scabreux du sujet pour faire ressortir une nuance parodique: Le developpement preliminaire qui touchait a sa f i n lors de mon arrivee, devait etre consacre aux justifications theoriques du crime en general et a l a notion d'acte metaphorique. Le raisonnement qui assimile le v i o l §. l a couleur rouge ... f a i t appel a des travaux recents sur les impressions retiniennes, ainsi qu'a des recherches concernant les rituels religieux de l'Afrique centrale au debut du siecle (P, pp. 38-39) L 1impression est celle d'un document scientifique redige avec soin, precisant les justifications de 1'etude en question, se limitant a une "notion" qui sera abordee dans l'optique des "travaux recents " r se basant sur des recherches de rites du "debut du siecle "» detail pertinent qui fournit au savant le contexte historiquei Parodie ou le langage nous f a i t sourir aux depens de l ' e f f r o i que le sujet "devrait" inspirer chez tout lecteur respectueux de l a moralite de sa society, elle vise moins le jargon scientifique, que la f a c t i o n conditionnye du lecteur contrariy par 1'amusement incity en l u i . Le style en contraste avec son contenu enleve la portye ymotionnelle de c e l u i - c i et dytruit ainsi cette ryaction yventuelle chez le lecteur. L1ambiance mondaine ymanant du salon de bal dans La Maison de rendez-vous, et l a nonchalance du ton suffisent presque a recouvrir un yiement franchement incongru dans le passage suivant: "La soirye nyanmoins se dyroule comme 75 preVu. Les gens parlent de n'importe quoi, dansent, boivent du champagne/ cassent des verres et mangent des petits fours." (M, p. 98) L'habitude de se f i e r aux descriptions qui constituent une partie importante du roman conventionnel est i c i ebraniee par le detail des verres cassis qu'on associerait en general avec un incident inquetant, sinon violent. Au<-contraire, "casser des verres" n'est presente qu'en divertissement tout aussi naturel que boire et manger. C'est dans la vision inattendue que nous f a i t experimenter le texte,soit du v i o l , soit des verres cassis, que l'humour se diclenche. Cliche courant de description romanesque, 1'exemple suivant en imite la forme, videe pour autant de tout sens, done de tout serieux. Le texte de Maison precise que "le visage sans expression est rendu plus pertinent encore par un regard absent du myope." (M, p. 147) La "pertinence" d'une donnie negative est deja incertaine; que le "regard absent" y contribue une signification plus grande "encore" semble d'autant plus absurde que le contexte en confirme la gratuite. Dans Projet pour une revolution a New York, 1 *aventure de Laura, poursuivie dans le mitro, f a i t semblant de s'achever sur une f i n heureuse de roman feuilleton a l'hirolne i n f a i l l i b l e : "Elle vient done, une fois de plus, d'echapper a ses poursuivants. Elle a, ce soir encore, dejoue leurs deguisements et leurs ruses." (P, p. 138) Declenchie par 76 l a decouverte que sa b l e s s u r e e s t "sans g r a v i t y , l a formule t i r e de l a une j u s t i f i c a t i o n s u p e r f i c i e l l e de c e t t e c o n c l u s i o n triomphante. Pourtant, e l l e ne s e r t que de t r a n s i t i o n dans l e r g c i t o s c i l l a n t e n t r e l e s " h o r r e u r s " du wagon de metro e t c e i l e s d e l a maison du n a r r a t e u r . A l a l e c t u r e de c e t t e phrase, une c o n f u s i o n i n i t i a l e se d i s s i p e a u s s i t o t dans 1'amusement de ce pi£ge t r o p E v i d e n t . C e l a ne s u f f i t pas. S i x pages p l u s l o i n nous l i s o n s : ... l e vampire du m g t r o p o l i t a i n e s t t o u j o u r s l a , d e r r i d r e l a v i t r e , a e s s a y e r de f a i r e jouer l a s e r r u r e pour r a t t r a p e r sa p r o i e , heureusement en v a i n . E l l e v i e n t done, une f o i s de p l u s , d'ichapper ... (P, p. 144) E t l a r e p e t i t i o n reprend mot a mot 1'expression trompeuse, feandis que l a s i t u a t i o n se referme davantage sur l ' a d o l e s c e n t e "sans defense"/ d e t a i l q u i l e u r r e l a p a r t i c i p a t i o n a f f e c t i v e du l e c t e u r . Le contexte q u i ne s o u t i e n t pas ce c l i c h e f a i t que c e l u i - c i se retourne c o n t r e lui-meme e t d e v i e n t r i d i c u l e , en o u t r e i l e n t r a l n e t o u t l e drame dans l e domaine de l a c a r i c a t u r e . Le langage habilement manipuie par l ' a u t e u r p a r v i e n t a i n s i a j o u e r constamment sur nos sentiments, t o u t en s o u l i g n a n t l a f i c t i v i t e du contenu. Pour a r r i v e r a c e t t e dichotomie, R o b b e - G r i l l e t se s e r t l i b r e m e n t du langage evocateur, de " l ' a d j e c t i f g l o b a l e t unique, q u i J^tente] de rassembler t o u t e s l e s q u a l i t g s i n t e r n e s , t o u t e l'ame cachee des c h o s e s . " 1 L'abondance de ces a d j e c t i f s , l A l a i n R o b b e - G r i l l e t , "Une V o i e pour l e roman f u t u r " dans Pour un nouveau roman, p. 22. 77 la frequence d'un langage charge de cliches archetypiques du roman policier mSnent evidemment a 1'exageration qui, e l l e , a son tour, les detruit. Ainsi, une description de Fabius, le chef de Wallas, dans Les Gommes, devient-elle caricature: Fabius ... inspecte les alentours; mais i l n'en laisse rien paraitre: i l est un paisible agent d'assurances ... , i l remarque un personnage louche qui l'epie ... Aussitot, i l detourne les yeux ... et se dirige d'un pas neutre vers le boulevard ... i l amorce un trajet sinueux qui le ramene, au bout d'une heure environ, au Boulevard gjrculalre ... Puis, longeant furtivement les maisons^ i l revient a son point de depart ... (G, pp. 91-92)1 Interessante a noter dans ce passage est la dualite du point de vue en raison du double role que joue i c i Fabius. D'abord c'est le point de vue de Wallas en tant que spectateur innocent "dupe" par le deguisement, puis c'est Wallas renseigne qui f a i t valoir la ruse de son chef. L'humour provient de l'alternance rapide et inattendue entre les deux, rehaussee par les adjectifs juxtaposes: "paisible agent", "personnage louche"> "pas neutre", "trajet sinueux", et l'adverbe "furtivement"; 1'exageration des deux roles et le contraste evident ne manque pas de presenter Fabius comme un heros de bandes dessinees. L'intention humoristique est claire, d*autant plus que Wallas lui-meme s'en amuse. L'exemple suivant, du Voyeur, i l l u s t r e un humour moins C'est moi qui souligne. 78 Evident. Mathias, pousse" par l'urgence de son me"tier, "devait encore, selon son programme,eexplorer toute l a partie nord-ouest de 1'ile - c'est-a-dire, l a cote ouest, sauvage et dipeuplie ... " (V, p. 153) Par migarde, le lecteur serait porte" a admirer ce hiros courageux qui va "explorer" une region inapprivoisSe? pourtant le lecteur ne tarde pas a dgcouvrir 1'absurdity: un commis-voyageur cherchant a vendre aussi vite que possible sa marchandise n' i r a i t pas dans une region "dgpeuplie." Les seuls mots "sauvage et depeuplie" suggdrent le danger et l ' e f f r o i ; leur emploi est alors d'autant plus ironique au moment ou l'on reconnalt ce disaccord fondamental. Selon le degri de perspicacity du lecteur, cette risonance d'adjectif ivocateur auquel nous sommes habituis a ri a g i r , dissimulera plus ou moins longtemps 1'absurdity; et plus ce dicalage est grand entre 1'absorption de ces mots et la perception de leur absurdity dans le contexte, plus grand sera l'effet humoristique. En f a i t , peu d'initiation est nycessaire a l'ycriture d"Alain Robbe-Grillet pour qu'une lueur ironique ymane tout naturellement des adjectifs, et les detruise. Par la l'ironie entame la notion de valeur de "la prycieuse valise" (V, p. 74) que Mathias prend soin de protyger, de son "prycieux charge- ment" (V, pi 156) pour lequel i l craint une chute de la bicyclette sur le chemin caillouteux. L'artifice est yvident dans La Maison de rendez-vous, pendant un bal ou le narrateur, 79 "je"' cause "d'un ton heureux, depourvu d'arriere-pensee"i faisant partie de "cette assistance joyeuse et sans souci"- (M, p. 60) Un peu trop exuberante, l a description perd sa c r e d i b i l i t y et son serieux. Le langage journalistique, par son souci d'attirer les lecteurs, est particulierement charge d'adjectifs savoureux. Dans Les Gommes, le journal parle d'un "cambrioleur audacieux", (G, p. 30) mots qui sonnent-agreablement a l ' o r e i l l e d'Anna Smite qui repete son e f f r o i de "l'audace" de certaines gens. (G, p. 31) De plus,11'image engendre son propre ridicule quand on pense au criminel, a la "petite figure d'araignee t r i s t e " (G, p. 20) de Garinati. De meme, Mathias, ayant manque le bateau, semble se moquer du ̂ journal qui va annoncer son arret le lendemain, et i l imite le style: "Demain, de bonne heure, le vieux garde c i v i l viendrait arreter '1*ignoble individu qui... etc.'" (V, p. 227) Cet exemple rappelle un moment anterieur ou Mathias reflechit sur le langage de l a coupure de journal: "On n'y disait en realite pas grand-chose ... Les adjectifs "horrible,"'J "ignoble "r, et "odieux" ne servaient a rien ... On sentait tres bien que les redacteurs util i s a i e n t les memes termes a bhaque occasion similaire ... " (V, p. 76) Ces adjectifs a profondeur affective flattent la morale de la societe, ainsi est-ce non seulement au mot, mais aussi a l a societe meme qui s'y identifie, que l'ironie s'applique. L'ironie implicite perd de sa subtility dans 1'exagyration 80 par t r o p i v i d e n t e de l'image que Joan Robertson s ' e f f o r c e a p r e s e n t e r dans P r o j e t . E l l e ... se decide a p i n i t r e r quand meme dans l e s a n c t u a i r e , parSe de son m e i l l e u r s o u r i r e d'esclave c r a i n t i v e s e c r i t e m e n t amoureuse de son seigneur |~puisque l e mot " d o c i l e " n'a pas encore i t g t i r i au c l a i r j ... (P, p. 70) C'est une c a r i c a t u r e digne des h i s t o i r e s p o l i c i i r e s ou d'aventure. Joan Robertson e s s a i e , d ' a i l l e u r s , de se conformer aux exigences d'une p e t i t e annonce: "P§re c i l i b a t a i r e recherche jeune f i l l e , physique a g r i a b l e , c a r a c t e r e d o c i l e , pour s u r v e i l l a n c e nocturne enfant r i v o l t i e " . (P, p. 56) Le d i s a c c o r d e n t r e l e s q u a l i t i s r e q u i s e s chez l a candidate e t l a nature de son t r a v a i l met en doute l e sens des mots, l a i s s e d e v i n e r un nombre i n f i n i de sousentendus; e t dans l e r i p e r t o i r e p o s s i b l e , d i t l e n a r r a t e u r , " l e s mots ' d o c i l e ' e t ' a u t o r i t a i r e ' [ f i g u r e n t j , comme on s a i t , en t§te du v o c a b u l a i r e c o d i des s p i c i a l i s t e s . " (P, p. 56) S p i c i a l i s t e s de 1 ' o r g a n i s a t i o n s u b v e r s i v e a l a q u e l l e a p p a r t i e n t l e n a r r a t e u r , s p e c i a l i s t e s b u r e a u c r a t i q u e s , b o u r g e o i s , romanciers c o n v e n t i o n n e l s , t o u t e s t p o s s i b l e . L ' a p p o s i t i o n de mots d i s o o r d a n t s e s t p l u s manifeste dans un passage du L a b y r i n t h e , en s o r t a n t du domaine j o u r n a - l i s t i q u e . Le s o l d a t h i s i t e a prendre congi de l a jeune femme de 1'appartement pour regagner l a s o l i t u d e e t l e f r o i d de l ' e x t i r i e u r . 81 I I n'a p l u s aucune r a i s o n de s ' a t t a r d e r dans c e t t e demeiire, malgre son d e s i r de p r o f i t e r encore un i n s t a n t de c e t t e c h a l e u r r e l a t i v e , de c e t t e c h a i s e i n c o n f o r t a b l e e t de c e t t e presence c i r c o n s p e c t e q u i l u i f a i t f a c e . (L s, p. 77) La nuance t r a g i q u e de c e t t e phrase n'est pas a n i e r ; l'humour n a i t du t r o p grand r e a l i s m e . Le sens p o s i t i f du verpe " p r o f i t e r " donne une impression p r e a l a b l e de b i e n - e t r e ; mais des que l e l e c t e u r se heurte au mot " r e l a t i v e " - ; son impression c h o i t en i l l u s i o n decue. S i l a phrase se t e r - minal t l a , l'humour n'y t r o u v e r a i t pas sa p l a c e ; ce n'est qu'avec 1'accroissement de 1'element n e g a t i f de l a "c h a i s e i n c o n f o r t a b l e " , e n f i n de " c e t t e presence c i r c o n s p e c t e q u i l u i f a i t f a c e " q u i semble p l u t o t ennemie q u ' a c c u e i l l a n t e , que l e l e c t e u r prend co n s c i e n c e de 1 ' i n c o n g r u i t y voulue e t peut s'en amuser. A i n s i l e s mots se d e t r u i s e n t , 1 ' e f f e t du premier e t a n t annule par l e s u i v a n t . S i 1 ' a u t o - d e s t r u c t i o n des mots n'est pas complete dans c e t exemple du L a b y r i n t h e , e l l e peut t r e s b i e n l ' e t r e , s u r t o u t dans l e s deux d e r n i e r s romans, e t a n t donne q u ' i l a f a l l u une e v o l u t i o n a t r a v e r s l e s quatre premiers avant d ' a t t e i n d r e ce l i b e r t i n a g e s t y l i s t i q u e . La franche c o n t r a - d i c t i o n e s t p a r f o i s e v i d e n t e meme au p o i n t de passer inapergue du l e c t e u r . On peut imaginer l e s o u r i r e c r e a t e u r q u i a du accompagner c e t t e phrase de P r o j e t : " Laura f a i t a u s s i t 6 t un pas en a r r i e r e , en gardant ses yeux braves e t c r a i n t i f s , f i x e s sur l e s miens." (P, p. 44) Plus l o i n c ' e s t encore Laura q u i , en e x p l o r a n t l a grande maison v i d e , 82 " p o u r s u i t ... son a s c e n s i o n l i g i r e e t pesante." (P, p. 12) La g r a t u i t g ne diminue en r i e n l e p l a i s i r de c e t t e a b s u r d i t y apparente; e t cependant ces o p p o s i t i o n s y t a b l i s s e n t des correspondances e n t r e l e s personnages, c e u x - c i f a i s a n t p a r t i e de l a metamorphose i n e x t r i c a b l e d ' i d e n t i t y s au cours du roman. I l y a, en e f f e t , dans P r o j e t , - deux Laura: c e l l e de 1'appartement de G o l d s t r i c k e r e t du mytro q u i e s t , p l u s que "brave"', a g r e s s i v e e t mondaine; e t c e l l e , c r a i n t i v e e t soumise, q u i e s t p r i s o n n i e r e dans l a maison du n a r r a t e u r . Dans l e second exemple, l e q u a l i f i c a t i f " l e g e r e " r e n v o i e a Laura, t a n d i s que "pesante" r a p p e l l e t o u t e s l e s ascensions du n a r r a t e u r , f a t i g u y aprels une longue journye. S ' i l s ' a g i t d * a u t o d e s t r u c t i o n dans l e domaine du langage c o n v e n t i o n n e l , i l e s t c l a i r par ces exemples que, t o u t autant, e l l e d y f r i c h e l e chemin pour permettre une c o n s t r u c t i o n n o u v e l l e au s e i n de l ' y c r i t u r e , grace a un langage d y p o u i l i y . C e r t e s , ces c o n t r a d i c t i o n s comportent un yiyment d ' i n c e r t i t u d e puisque l a p a r t du n a r r a t e u r n ' e s t pas e x p l i c i t e : i l ne s'y manifeste pas, ne donne aucun commentaire b i e n q u ' i l s o i t nycessairement a l ' o r i g i n e de ces o p p o s i t i o n s . En revanche, l a prysence du n a r r a t e u r se f a i t s e n t i r dans une c o n t r a d i c t i o n d'un a u t r e genre: dans l a n y g a t i o n pure e t simple de l a d e s c r i p t i o n q u ' i l v i e n t de t e r m i n e r . Dans La Maison de rendez-vous, l a servante contemple Edouard Mauneret "du m§me v i s a g e angoisy q u ' e l l e a v a i t au dybut de l a sc§ne<? ... S i ce v i s a g e e s t angoisy, ce n'est cependant 83 que pure imag i n a t i o n . " (M, p. 159) R o b b e - G r i l l e t ne joue- t - i l pas avec l e s mots, puisque s i , h a b i t u e l l e m e n t , 1'ima- g i n a t i o n s'oppose a l a r e a l i t e s e l o n l a convention des " r e a l i s t e s " , 1'imagination pour R o b b e - G r i l l e t n ' e s t - e l l e pas t o u t autant La R e a l i t e que c e t t e " r e a l i t e " t a n g i b l e ? Le j e u i c i est done double. D'une pa r t l a d e s c r i p t i o n est de- b r u i t e ; d'autre p a r t e l l e est " r e d u i t e " a n'etre qu'un p r o d u i t de 1'imagination que nous savons pourtant p r i m o r d i a l e . L'auteur f a i t mine d'adopter l e s c r i t e r e s c o n v e n t i o n n e l s , mais nous entrevoyons sa demarche q u i r e v e l e son i n t e n t i o n i r o n i q u e . Dans un a u t r e exemple de Maison, i l s ' a g i t du c h i n o i s q u i ouvre l a porte a Kim. " I I devisage l a servante du meme o e i l n e utre, dont l ' h o s t i l i t e i m a g i n a i r e ne p o u r r a i t se l o c a l i s e r , a l a r i g u e u r , que dans l a f i n e monture des l u n e t t e s . " (M, p. 152) Moins i r o n i q u e et plus absurde, 1'expression du v i s a g e se manifeste dans une chose f i x e et inhumaine, chose q u i t r a d u i r a i t , a v o l o n t e peut-§tre, un sentiment quelconque que l ' o n recherche. Le n a r r a t e u r (ou l ' a u t e u r ? ) semble e f f e c t i v e m e n t p r e s s e n t i r l e gout du l e c t e u r pour l e s p e r i p e t i e s i n q u i e t a n t e s . On d i r a i t que c'est done pour f a i r e p l a i s i r au l e c t e u r , geste a l e a t o i r e , que l e n a r r a t e u r i n s e r e l a p o s s i b i l i t e d'une e x p r e s s i o n h o s t i l e sur l e v i s a g e du c h i n o i s , en d e p i t de son " a i r neutre" q u i s e r a i t c o n t r e d i t s i l ' h o s t i l i t e n ' e t a i t pas transmise par l a monture des l u n e t t e s contenant d i f f i c i l e m e n t des sentiments 84 humains. En meme temps c e t exemple f a i t preuve de 1'imagination- m a i t r e s s e ; sa f a c i l i t y c r e a t r i c e , sans b e s o i n d'appui n i j u s t i f i c a t i o n , nous f o u r n i t un p l a i s i r que l a v i e , que l ' o n d i t " d i f f i c i l e " e t " s e r i e u s e n e nous permet pas. La mise en q u e s t i o n , l a c o n t r a d i c t i o n , l a n e g a t i o n des q u a l i t e s a f f e c t i v e s q u i c o n s t i t u e n t en grande p a r t i e l a d e s c r i p t i o n t r a d i t i o n n e l l e , s'attaquent aux r a c i n e s memes de l a l i t t e r a t u r e de genre b a l z a c i e n . Un enonce, une f o i s e c r i t , n'exige pas sa c o n f i r m a t i o n dans l a s u i t e du t e x t e , i l e s t , au c o n t r a i r e , mis en q u e s t i o n a u s s i t S t , repense, e f f a c e . Desormais, une d e s c r i p t i o n chez R o b b e - G r i l l e t ne peut pas e t r e s e r i e u s e ; c ' e s t - a - d i r e e l l e ne peut pas e t r e matiere a f a i r e c r o i r e . A c e t t e f i n c o n t r i b u e n t egalement l e s c o n t r a d i c t i o n s e t l e s negations m u l t i p l e s , q u i sont autant de c o r r e c t i o n s apparentes de chaque " e r r e u r " precedente superposees au gre d'un n a r r a t e u r h e s i t a n t , o u b l i e u x . Un exemple t i r e de La J a l o u s i e i l l u s t r e ce procede: " L " A - - « J ••• r e g a r d a i t d r o i t devant s o i , en d i r e c t i o n du mur nu, ou une tache n o i r a t r e marque 1 1 emplacement du m i l l e - p a t t e s ecrase l a semaine d e r n i e r e , au debut du mois, l e mois precedent p e u t - e t r e , ou p l u s t a r d . " ( J , p. 19) La p r e c i s i o n e t l a c e r t i t u d e de " l a semaine d e r n i e r e " se d i s s o l v e n t progressivement e t avec e l l e s d i s p a r a i t l e s o u c i de 1'exactitude t e m p o r e l l e . Ce joug o t e , l e nouveau dynamisme que 1''esprit c r e a t e u r e t 1 * e c r i t u r e se permettent d e v i e n t egalement c e l u i du l e c t e u r 85 q u i en eprouve l e p l a i s i r d'une n o u v e l l e l i b e r t e . Dans ce meme s t y l e s e r i e l , a i n s i que l ' a p p e l l e Bruce M o r r i s s e t t e , l e mari de La J a l o u s i e tente de d e c h i f f r e r un fragment b r o u i l l e de l a c o n v e r s a t i o n e n t r e A... e t Franck au s u j e t du mari du roman a f r i c a i n : "La phrase se t e r m i n a i t par ' s a v o i r a t t e n d r e ' , ou 'a quoi s ' a t t e n d r e ' , ou ' l a v o i r se rendre', ' l a dans sa chambre', ' l e n o i r y chante', ou n'importe q u o i . " ( J , p. 98) Sa t e n t a t i v e p l u t o t longue de demeler l e s mots dement l ' i n t e r e t que l e n a r r a t e u r y p o r t e , e t ses s o l u t i o n s menent de p l u s en p l u s v e r s l a s e d u c t i o n q u ' i l c r a i n t . Dans 1 ' i m p o s s i b i l i t e de tr o u v e r l a bonne s o l u t i o n , e t abordant de t r o p pres l e soupcon q u ' i l n'ose paseexprimer, i l s'en e l o i g n e r " l e n o i r y chante"; e t f i n i t dans l a nonchalance d'un homme d e s i n t e r e s s e q u i veut mettre f i n a un e f f o r t v a i n : "ou n'importe quoi";' Le nouvement dans c e t t e s e r i e e s t d'autant p l u s humoristique que l e l e c t e u r devine que l a nonchalance e s t f e i n t e , l e n a r r a t e u r cherchant a se d i s s i m u l e r l a j a l o u s i e q u i s ' o b s t i n e p o u r t a n t a r e v e n i r . Le n a r r a t e u r du Voyeur n'est pas un personnage du roman, e t t o u t e f o i s ses d e s c r i p t i o n s ne manquent pas d ' h e s i t a t i o n s n i de r e p r i s e s . La d i s t r i b u t i o n des p i e c e s dans une maison typique de 1 ' l i e f a i t mention d'une "piece r e s e r v e e q u i e t a i t p e u t - e t r e un s a l o n , ou une s a l l e a manger de ceremonie, ou b i e n une s o r t e de debarras." (V, p. 26) L ' e f f e t e s t comique par l e c o n t r a s t e s u b i t du "debarras" q u i d e t r u i t 86 du coup to u t e i l l u s i o n de mondaniti que l e l e c t e u r a u r a i t imagined au s u j e t des h a b i t a n t s par l e s deux premieres su g g e s t i o n s . I l e s t S no t e r en p l u s que l a d e s c r i p t i o n ne se p o u r s u i t jamais de fagon l i n i a i r e , mais p r o l i f i r e en revenant au p o i n t de depart pour se l a n c e r dans une d i r e c t i o n n o u v e l l e e t d i t r u i r e l e q u a l i f i c a t i f p r e s i d e n t . Un p r o c i d i p a r a l l e l e se r e t r o u v e dans l a fagon de p a r l e r du g a r a g i s t e , au dgbut du roman: "Son i n t e r l o c u t e u r r i p o n d a i t ... d'un ton convaincu, pour i n t r o d u i r e l e doute une seconde p l u s t a r d e t t o u t d i t r u i r e par une p r o p o s i t i o n c o n t r a i r e , p l u s ou moins c a t S g o r i q u e . " (V, p. 49) En f a i t , on trouve i c i l a mise en abyme du mouvement d e s t r u c t e u r du langage en g i n i r a l chez R o b b e - G r i l l e t , e t l ' e f f e t r e l i v e e s s e n t i e l - lement d'un micanisme be r g s o n i e n : c e l u i d'un e f f o r t q u i tombe dans l e v i d e . Ce mouvement de deg r a d a t i o n se r e t r o u v e dans l a d e s c r i p t i o n des hommes de l a c a s e r n e - h S p i t a l du L a b y r i n t h e q u i progresse en a l l a n t de l a p r e c i s i o n v e r s l e n i a n t : Tous sont p a r f a i t e m e n t immobiles e t s i l e n c i e u x ... l e s yeux grands o u v e r t s , a r e g a r d e r c e l u i q u i a r r i v e , son aspect de s t a t u e e t sa b o i t e de chaussures, ou l e s fau s s e s f e n e t r e s devant eux, ou l e mur nu, ou l e p l a f o n d , ou l e v i d e . (L, p. 114) De p l u s , a c o n s i d i r e r chacun des hommes i n d i v i d u e l l e m e n t , l a d e s c r i p t i o n n ' a u r a i t r i e n d'anormal; c ' e s t l e f a i t d'en p a r l e r en b l o c , "tous", q u i f a i t d'eux autant de robots s ' i m i t a n t l e s uns 'les a u t r e s , e t 1 ' i n c e r t i t u d e de l ' o b j e t 87 que f i x e 1 ' a t t e n t i o n de " l e u r s yeux grands o u v e r t s " d e v i e n t a l a f o i s comique e t deconcertante. La p o r t e e psychologique e s t s u j e t t e a une p r o g r e s s i o n semblablevvers 1 ' i n s i g n i f i a n c e . E n t r e Kim e t Lady Ava " i l y a p e u t - e t r e de l a haine de p a r t e t d'autre, ou de l a t e r r e u r , ou de l ' e n v i e e t de l a p i t i e , ou de l ' i m p l o - r a t i o n e t du mepris, ou n'importe quoi d'autre." (M, p. 102) Chaque fragment de d e s c r i p t i o n i s o l e dans l a phrase par l e s c o n t r a d i c t i o n s adjacehtes ne p a r v i e n t qu'a r e v e l e r son c a r a c t e r e de c l i c h e romanesque. La profondeur du sentiment unique se r e d u i t a l a s u p e r f i c i a l i t y d'un masque changeant s e l o n 1 1 enumeration du r e p e r t o i r e d'emotions a l a d i s p o s i t i o n de 1 ' e c r i v a i n ; e t i l ? v a de s o i que son importance diminue dans un mouvement p a r a l l e l e v e r s l e comique de 1 ' i n s i g n i f i a n c e . Souvent, au l i e u de mettre terme a une d i s c u s s i o n , l e n a r r a t e u r se s e r t de " e t c . " pour suggerer l a s u i t e que l e l e c t e u r e s t cense capable de d e v i n e r . L ' i r o n i e e s t i c i i n e v i t a b l e . Dans La Maison de rendez-vous, par exemple, l e "mot chaleureux" de Lady Ava a ses i n v i t e s ne vaut pas un long developpement: "Ah! mes amis, vous e t e s done l a ! Je n ' e t a i s pas sure que Georges s o i t de r e t o u r a temps..., e t c . " (M, p. 60) L'exemple s u i v a n t , t i r e encore de Maison se termine sur un t o n p l u s nuance: Ce fragment de scene, en t o u t cas, ne l a i s s e aucun doute: l a gueule du c h i e n q u i f l a i r e 88 1'adolescente s a i s i e de peur, a c c u l i e au mur, c o n t r e l e q u e l e l l e d o i t s u b i r l e s frolements du mufle i n q u i g t a n t depuis l e s e u i s s e s jusqu'au v e n t r e , e t l a servante q u i regarde l a jeune f i l l e d'un o e i l f r o i d , t o u t en l a i s s a n t assez de j e u a l a t r e s s e pour permettre a l a bete de l i b r e s mouvements de l a t e t e e t du cou, e t c . (M, p. 41) Dis l e s premiers mots nous entrevoyons l ' o e i l malicieusement amuse" du n a r r a t e u r dans l a p r e c i s i o n que ce passage "ne l a i s s e aucun doute'"> justement p u i s q u ' i l e s t de nature g r o t i q u e , pour f l a t t e r l e gofit de l ' g r o t i s m e q u ' i l p r e v o i t chez son l e c t e u r , ce "bourgeois n a i f f a c i l e a e n t r a i n e r dans une aventure p a s s i o n n e l l e e t compliquie"'• (P, p. 209) Mais, l e n a r r a t e u r ne f o u r n i t que l e s donnges e s s e n t i e l l e s , e n r i c h i e s de quelques d e t a i l s gvocateurs, pour f a i r e demarrer 1 ' e s p r i t du l e c t e u r , p u i s se contente de sugggrer l a s u i t e par un " e t c . " p l e i n e d ' i m p l i c a t i o n s l a i s s g e s au choix du l e c t e u r . . . Un roman q u i veut se vendre, on l e s a i t , c o n t i e n d r a des s e i n e s g r o t i q u e s que l e romancier se s e r a i t applique" a i n t e g r e r dans un contexte q u i l e s j u s t i f i e t a n t b i e n que mal. Leur j u s t i f i c a t i o n e t l e u r d e s c r i p t i o n g t a n t l e t r a v a i l de l ' g c r i v a i n , l e l e c t e u r l e s l i t sans e t r e implique l u i - meme, d i s c u l p g , en t a n t que s p e c t a t e u r innocent, q u e l que s o i t l'intir§t dissimule" q u ' i l p u i s s e y p o r t e r . Or, dans La Maison de rendez-vous, i l n'y a, a v r a i d i r e , aucune j u s t i f i c a t i o n c o n t e x t u e l l e ; 1 ' i n s e r t i o n du passage e s t p l u t o t mise en v a l e u r par l e f a i t que c e t t e s e i n e , en c o n t r a s t e avec l e s a u t r e s , "ne l a i s s e aucun doute".- Le 89 narrateur ebauche la description, mais laisse la plus grande partie a 1'imagination du lecteur evidemment. Le "etc." f i n a l implique chez le lecteur l e gotit et l a capaeite de poursuivre lui-meme sa reverie erotique. L'effet du "etc." est semblable a celui de l a petite vitre dans Proj et, deja mentionne, par laquelle le narrateur observe une scene sadique lorsque l a lumiere, tout d'un coup, s'eteint; la vitre alors l u i renvoie son propre ref l e t . La distan- ciation soudaine effectuee par le "etc." rend le lecteur conscient de son action, de sa participation en toute liberte a cette description incomplete. Oblige de se voir, i l ne peut plus se croire innocent, et i l pourra alors ri r e de sa culpabilite. Et s ' i l n'en est pas capable, i l s'indignera ou sera frustre. En meine temps, au lieu de relever 1'importance du passage, par l'insertion du "etc." le narrateur l a diminue. En plus, en juxtaposant cette conclusion avec le debut qui affirme l a certitude de cette scene, on peut deduire que ce qui est certain ne vaut pas 1*attention du narrateur, tandis que le douteux est longuement developpe dans le texte. Cette nuance assez complexe du "etc." revient dans Projet pour une revolution a New York avec beaucoup moins de sub t i l i t e . Au metro, Laura et W, deux des "trois chanapans", sont assis dans un wagon a part. W tente de seduire sa compagne et, Dans ?La Chute du drame." 90 sentant qu'on l u i rend son b a i s e r avec c h a l e u r , avec complaisance, avec p a s s i o n , e t c . , i l l a i s s e c h o i r £son] migot a t e r r e e t passe sa main disormain l i b r e dans.1 * e n t r e b a i l l e m e n t du blouson. Tout p a r a i t se passer t r i s b i e n - puisque l a p o i n t e menue du t i t o n d Sja se dresse (ou b i e n se r a i d i t , s ' a l l o n g e , g r o s s i t , se tend, d u r c i t , se g o n f l e de seve, e n t r e en E r e c t i o n , en turgescence, e t c . , on a compris) ... (P, p. 109) L 1 accumulation d e s c r i p t i v e s ' i t e n d jusqu'a 1'exaggeration e t a t t e i n t l e s e u i l de l a pornographie en i m i t a n t l e mouvement de 1 * i m a g i n a t i o n g r o t i q u e g v e i l l i e p ar l e d e t a i l du s e i n . L'humour de l a c o n c l u s i o n e s t p l u s grand du f a i t que c e l l e - c i implique l a n g c e s s i t S de c e t t e longue E v o c a t i o n pour en transmettre l ' i d g e . La s e d u c t i o n ne r g u s s i t p o u r t a n t pas, Laura s ' e c a r t e d'un pas v i f ... E t a u s s i t o t , d'un geste sec de pudeur o u t r a g i e , e l l e remonte jusqu'au cou l e gros anneau en c u i v r e de l a fermeture E c l a i r , q u i c l o t hermitiquement l e blouson dans un crissement d ' i t o f f e d g c h i r i e , ou s i f f l e m e n t de f o u e t sur l a c h a i r nue, .gemissement <je l ' a i r dans l a gorge l o r s d'une r e s p i r a t i o n t r o p v i v e sous l ' e f f e t de l a douleur, b r u i t soyeux de l a b l e s s u r e ouverte a l a p o i n t e du couteau, c r i p i t e m e n t de l ' a l l u m e t t e q u i g l i s s e s u r son f r o t t e - r r , g r i s i l l e m e n t soudain, dans l e s flammes, des l i n g e r i e s de f i n e d e n t e l l e , de l a c h e v e lure ripandue, de l a t o u f f e de s o i e rousse, ou du b u i s s o n ardent, ou de l a t o i s o n d'or, ca s u f f i t comme ca, vous pouvez c o n t i n u e r . (P, p. 110) L Jaccumulation d'analogies r a p p e l l e l e fameux passage dans La J a l o u s i e oil l e " c r i p i t e m e n t de 1' i n c e n d i e " 'i " l e b r u i t que f a i t l e m i l l e - p a t t e s " l - e t l e " s o u f f l e " de l a brosse dans l a chevelure de A... sont r a p p r o c h i s d'une m a n i i r e semblable. 91 S i , p a r f o i s , un i n c i d e n t e s t coupe c o u r t c o n t r e l ' a t t e n t e du l e c t e u r , un d e t a i l sans i n t e r e t a p p a r e n t peut mener a un l o n g developpement comme c e l u i p l u s h a u t , egalement t o u t a u s s i i n a t t e n d u . A i n s i , l e b r u i t de l a f e r m e t u r e e c l a i r i n s p i r e des a s s o c i a t i o n s q u i r e u n i s s e n t p l u s i e u r s m o t i f s e r o t i q u e s du roman dans un l a n g a g e a r c h i - r o m a n e s q u e , pour a b o u t i r a 1'encouragement f i n a l d e s t i n e au l e c t e u r . Ce r e v i r e m e n t repand de l a moquerie s u r 1 ' e v o c a t i o n q u ' i l c o n c l u t , ou, s e l o n 1 ' i n t e r p r e t a t i o n , de 1'ennui, v o i r e de l a d e c e p t i o n e n v e r s l a v i o l e n c e melSe d ' e r o t i s m e devenue c l i c h e . A u t r e beau c l i c h e e s t l a "pudeur o u t r a g e e " avec l a q u e l l e L a u r a decourage W de r e p e t e r s a t e n t a t i v e . La d e r n i e r e p h r a s e du p a ssage c i t e p l u s h a u t f a i t e x c e p t i o n des exemples r e l e v e s i c i en ce q u ' e l l e s ' a d r e s s e , sans a r t i f i c e , d i r e c t e m e n t au l e c t e u r : "vous pouvez c o n t i n u e r " * E s t - c e un d e f i ? E f f e c t i v e m e n t on d i r a i t que l e degre de d e c o n d i t i o n n e m e n t a l ' e n d r o i t du l a n g a g e romanesque c o n v e n t i o n - n e l du l e c t e u r e s t mis a l ' e p r e u v e p a r c e t a p p e l d i r e c t . Son a t t e n t i o n f a i t v o l t e - f a c e , e t l e l e c t e u r ne p e u t que p r e n d r e c o n s c i e n c e de sa p r o p r e r e a c t i o n : p e r p l e x i t e , ou amusement de 1 ' e x a g e r a t i o n p a r t r o p e v i d e n t e de ce passage? Cet e f f e t d e j a mentionne a propos de l ' e m p l o i de " e t c . " e s t d ' a i l l e u r s p l u s s u b t i l e m e n t p r e s e n t dans t o u s l e s exemples de d e s t r u c t i o n l a n g a g i e r e ; en meme temps c e t e f f e t c o n s t i t u e l a mise a l ' e p r e u v e de s a c a p a c i t e e t s u r t o u t de son g o u t du j e u , ce d e r n i e r , a v a n t t o u t a t t e s t a n t son p l e i n d e c o n d i t i o n n e m e n t 92 et sa l i b e r t e . Le gout du j e u du l e c t e u r l ' a p p r e t a n t a s a i s i r l ' i n a t - tendu, i l e s t automatiquement s e n s i b i l i s e aux n o u v e l l e s a s s o c i a t i o n s que l ' a u t e u r , ou l e n a r r a t e u r , se p l a i s e n t a e t a b l i r e n t r e l e s mots. I l peut s ' a g i r simplement d'un j e u de mots f a c i l e , comme l'hypothese formulee p ar l e s o l d a t du L a b y r i n t h e ; "C'est p e u t - e t r e un i n v a l i d e de g u e r r e : i l a u r a i t ete b l e s s e au debut des h o s t i l i t e s e t s e r a i t revenu chez l u i , remis s ur p i e d t a n t b i e n que mal ... ". (L; p. 91) Ce q u i p r o d u i t l e comique e s t l a c o i n c i d e n c e de l a jambe i n c a p a c i t e e de 1 ' i n v a l i d e e t 1'expression "remis sur p i e d t a n t b i e n que mal" i c i pergue, non pas dans un sens f i g u r e h a b i t u e l , mais au sens l i t t e r a l . De meme, l ' a n a l o g i e f a i t e dans Maison semble se r e a l i s e r : "un homme s e u l ... e s t p l a c e sous une p l a n t e charnue, avec des f e u i l l e s en forme de main q u i s'avancent au-dessus de l u i . . . " (M, p. 27) Le q u a l i f i c a t i f "charnue", p r i s l i t t e r a l e m e n t , i n s p i r e comme automatiquement l a comparaison s u i v a n t e de l a forme avec une main, ce q u i s u f f i t a son tou r a animer l e s f e u i l l e s . Le f a i t que l a s u i t e de l a d e s c r i p t i o n n ' e s t pas p o u r s u i v i e en f o n c t i o n de l a p l a n t e , 1'element q u a l i f i e , mais f i x e e par 1 ' i m p l i c a t i o n de c h a i r de l ' a d j e c t i f "charnue" deplace 1 ' a t t e n t i o n du l e c t e u r du s u j e t de l a phrase ( l a p l a n t e ) v e r s l ' i d e e secondaire q u a l i f i c a t r i c e (charnue). Ce n'est done pas 93 l e s u j e t mais l ' a n a l o g i e motivese par 1 1 i m a g i n a t i o n q u i determine l e developpement de l a phrase. De nouveau 1 * i m a g i n a t i o n prend l e dessus sur l a r e a l i t e f i c t i v e . La d e s c r i p t i o n d'une f i l l e dans La Maison de rendez- vous se mele avec c e l l e du b r u i t de l ' e a u : " l a f i l l e arpente l e pont couvert d'un pas souple e t r i g u l i e r , l e l o n g de l ' e a u i n v i s i b l e de l a n u i t , mais dont on entend l e b r u i t de t i s s u f r o i s s i contre l e f l a n c du n a v i r e . Son corps q u i bouge sous l a s o i e mince ... " (M, pp. 199-200) L'entrecroisement des compliments f a i t que l e sens f i g u r e du " f l a n c du n a v i r e " sousentend l e s e n s l l i t t i r a l , c ' e s t - a - d i r e l e f l a n c de l a f i l l e , grace §. l a r e p r i s e t o u t de s u i t e aprds de "son corps" sans autre p r e c i s i o n q u ' i l s ' a g i t en e f f e t d ' e l l e . Au fond, c ' e s t l a s t r u c t u r e s e u l e de l a phrase q u i met en evidence l e double sens du mot " f l a n c " , e t q u i s u s c i t e moins l'humour que l a beaute presque poetique de sa forme digne d ' e t r e appeiee s u r r e a l i s t e . x Le j e u sur l e nom de l a p e t i t e f i l l e du Voyeur e s t base Chez l ' a u t e u r s u r r e a l i s t e , Andre Breton, on peut t r o u v e r un e f f e t semblable: "Un batiment e s t l a c l o c h e de nos f u i t e s dans une e g l i s e p a r e i l l e a 1'ombre 3e " Madame de Pompadour. Mais j e sonnais a l a g r i l l e du chateau'.".' Ou encore: " E l l e c e t t e femme e t a i t en grand d e u i l . e t j e me s e n t a i s i n c a p a b l e de r e s i s t e r a ce n i d de corbeau que m'avait f i g u r e 1 ' e c l a i r de son v i s a g e , t o u t - a - l'heure, a l o r s que j e t e n t a i s d e r r i i r e e l l e 1'ascension des vetements de f e u i l l e s rouges dans l e s q u e l s t r i m b a l a i e n t des g r e l o t s de n u i t . " "Poisson s o l u b l e , " dans M a n i f e s t e s du S u r r e a l i s m e , #1, p. 67, e t #22, p. 107 respectivement. C'est moi q u i s o u l i g n e . sur l a correspondence imprimee dans 1 * e s p r i t de Mathias. A i n s i , " J a c q u e l i n e " e s t l a f i l l e des Leduc; mais a l a moindre nuance, ou b i e n , l e nom meitie peut s o u l e v e r c e t t e nuance, J a c q u e l i n e d e v i e n t V i o l e t t e , nom q u i r a p p e l l e e v i - demment l e v i o l dont e l l e e s t en e f f e t v i c t i m e . Egalement, l e mot " e t r a n g l e r " e s t u t i l i s e p l u s i e u r s f o i s au sens f i g u r e pour d e c r i r e l e p o i n t de croisement d'une c o r d e l e t t e r o u l e e en forme de h u i t , (V, p. 10) pour d e c r i r e un passage q u i d e v i e n t e t r o i t , (V, p. 39) une f e n t e de l a f a l a i s e . (V, p. 239) L ' a l l u s i o n au crime e s t p o u r t a n t e v i d e n t e , e t l e sens f i g u r e comporte par consequent de l ' i r o n i e dans c e t t e a s s o c i a t i o n voulue c e r t e s par l ' a u t e u r mais dont l e contexte p l a u s i b l e v o i l e 1 ' i n t e n t i o n . P a r a l l e l e m e n t , en p a r l a n t du sac de bonbons que Mathias j e t t e par l a f e n t e : "Un b r u i t c a r a c t e - r i s t i q u e , a u s s i t o t apres, annonce que l e corps a termine sa course dans un t r o u d'eau." (V, p. 239) L ' i r o n i e p r o v i e n t du f a i t que 1'image evoque t o u t autant l e corps de l a jeune f i l l e p r e c i p i t e de l a f a l a i s e . P r o j e t pour une r e v o l u t i o n a New York reprend l e j e u du mot "corps" dans une q u e s t i o n posee par 1 ' i n t e r r o g a t e u r anonyme au n a r r a t e u r : - ... vous avez employe une ou deux f o i s l e mot "coupure"> dans l e corps du t e x t e ; que s i g n i f i e - t - i l ? - D echirure au r a s o i r p r a t i q u e e a" v i f en t r a v e r s d'une s u r f a c e s a t i n e e , generalement convexe mais p a r f o i s concave, de c h a i r blanche ou r o s e . -Non, ce n'est pas c e l a ; j e p a r l e d'un mot i s o l e ... (P, P. 191) 95 Le l e c t e u r , ayant s a i s i l e sens figure? du mot "corps" e s t secoue? a l ' i m p r o v i s t e par l e sens l i t t e S r a l qu'entend l e n a r r a t e u r ; c e t t e i n t e r p r e t a t i o n d e v i e n t d'autant p l u s comique que sa r i p l i q u e e s t automatique, comme mgcanisie, e t q u ' e l l e r i p o n d en p l u s au th§me o b s e s s i o n n e l d ' i r o t i s m e e t de v i o l e n c e du roman. La r e a c t i o n de Laura, a un autre e n d r o i t dans P r o j e t , s o u l i g n e S nouveau l e double sens, dans 1 ' i n t e r r o g a t o i r e du docteur Morgan. Laura raconte ses e x p l o i t s du metro: - ... on p r e n a i t l e u r argent pour acheter des bandes magnetiques. - V i e r g e s ? La f i l l e t t e a un p e t i t r i r e , a i g u e t faux, de p e n s i o n n a i r e , q u i se calme a u s s i t o t : "Non, ca n'a aucun avantage q u ' e l l e s s o i e n t v i e r g e s , comme vous d i t e s . (P, p. 156) Le j e u des mots "corps" e t " v i e r g e " , l o i n d ' e t r e g r a t u i t , peuvent c o n t r i b u e r S 1 ' i n t e r p r e t a t i o n du t e x t e e n t i e r . La bande, au l i e u d ' e t r e "vierge,", c o n t i e n t l e s b r u i t s e t l e r e c i t d'un v i o l . Les nombreuses a l l u s i o n s e t a n a l o g i e s au cours du roman e t un examen du mouvement de l ' e c r i t u r e appuient l'idee de l a "bande v i o L g e " . Par e x t e n s i o n , l e l i v r e c l o s , p a r t a n t v i e r g e , e s t e f f e c t i v e m e n t v i o i e par l e l e c t e u r pendant sa l e c t u r e . Le l e c t e u r , par consequent, non seulement coupable de voyeurisme, l ' e s t egalement de v i o l ! Evidemment, l ' e c r i t u r e l ' y o b l i g e S chaque l e c t u r e . 1 V o i r l'Appendice I pour une analyse d e t a i l i e e . 96 Dans tous ces exemples, l e double sens des mots peut e t r e d e f i n i , l'ambigulte se resoud en un nombre de p o s s i b i - l i t e s p r e c i s e s . Cependant, d'autres mots t r e s courants p r e t e n t vaguement a c o n f u s i o n dans l e t e x t e r o b b e - g r i l l e t i e n . Un de ces mots e s t l'adverbe "mieux", Le deuxieme prologue de La Maison de rendez-vous, par exemple, c o n t r e d i t l e premier q u i veut que toute ressemblance avec l a r e a l i t e ne s o i t due qu'au hasard, " o b j e c t i f ou non"1, e t se l i t comme s u i t : - S i quelque l e c t e u r , h a b i t u e des e s c a l e s d'Extreme- O r i e n t , v e r r a i t a penser que l e s l i e u x d e c r i t s ne sont pas conformes a l a r e a l i t e , l ' a u t e u r , q u i y a lui-meme passe l a p l u s grande p a r t i e de sa v i e , l u i c o n s e i l l e r a i t d'y r e v e n i r e t de regar d e r mieux: l e s choses changent v i t e sous ces c l i m a t s . (M, p. 9) Le c o n s e i l que nous donne l ' a u t e u r e s t vague: reg a r d e r "mieux" de q u e l l e fagon? Regarder de p l u s p r e s , ou b i e n p l u s longtemps pour t e n i r compte des changements? "Mieux" suggere de prendre s o i n a l a q u a l i t e de not r e a t t e n t i o n e t non pas au nombre de f o i s n i a une q u a n t i t e d ' o b j e t s a s s u j e t t i s a notre r e g a r d . L ) i n c e r t i t u d e r e s t e , pourtant, e t l e mystere declenche un r i r e deconcerte du l e c t e u r f a c e au ton i r o n i q u e du prologue. D'autres exemples c l a r i f i e n t un peu 1 ' i n t e n t i o n de ce mot: A mieux observer, l ' i s o l e m e n t des t r o i s s o l d a t s appara'it comme p r o d u i t moins par l'espace minime q u i se trouve entre eux e t l a f o u l e que par l a d i r e c t i o n des regards a l e n t o u r . (L, p. 28) 97 La p r i s o n n i d r e e s t sans doute inanimge, ... du r e s t e , a mieux observer l a forme du b a i l l o n e t sa d i s p o s i t i o n j u s t e sous l e nez, on s ' a p e r g o i t que c ' e s t en r g a l i t g un tampon imbibe" d'gther, q u i s ' e s t r g v g l g n g c e s s a i r e ... (P, p. 9) A u s s i t o t des flammes j a i l l i s s e n t . Toute l a brousse en e s t i l l u m i n g e ... . C'est l e b r u i t que f a i t l e m i l l e - p a t t e s A l e mieux gcouter, ce b r u i t t i e n t du s o u f f l e autant que du crgpitement: l a brosse maintenant descend a son t o u r l e long de l a chevelure d g f a i t e . (J , p. 86).! "Mieux" s e l o n l e P e t i t Robert veut d i r e : "d'une mani§re p l u s accomplie"; dans l a phrase "a mieux observer',,"; a propos d'un t r a v a i l quelconque: sa r e p r i s e de fagon p l u s a s s i d u e , pour a b o u t i r a une p l u s grande f i n e s s e , H un r g s u l t a t p l u s s o p h i s t i q u g . L'exemple du L a b y r i n t h e e s t en accord avec c e t t e i n t e r p r e t a t i o n , p u i s q u ' i l sugg§re l a dgcouverte d'un glgment contenu dans l e t a b l e a u , q u i ne f a i s a i t qu'gchap- per S. l ' o e i l l a p r e m i i r e f o i s . Dans l e s deux c i t a t i o n s s u i v a n t e s i l s ' a g i t non pas d'une donnge p r g a l a b l e , mais de 1 ' i n v e n t i o n gvidente q u i p r o l i f i r e au f u r e t a mesure q u ' e l l e avance. Observer ou gcouter "mieux" implique une a t t e n t i o n q u i mene a l a p e r c e p t i o n d'un d g t a i l p r g e x i s t a n t , l a d e c o u v e r t e gvidente du d g t a i l q u i s ' i n v e n t e au f u r et h. mesure d ' . S t r e e c r i t p r o d u i t a l o r s i n g v i t a b l e m e n t l'humour de l ' i n a t t e n d u . C l i c h g s dont l e dgplacement p a r a i t amusant, i l s accordent l a v a l e u r de l a r g a l i t g au p r o d u i t de 1'imagination. Le premier sens, supposant une r g a l i t g a n t g r i e u r e , implique l a montge de C'est moi q u i s o u l i g n e 98 de l ' e c h e l l e h i e r a r c h i q u e de 1'accomplissement q u i tend v e r s l a p e r f e c t i o n , i l implique un mouvement v e r t i c a l , t a n d i s que l e s exemples de P r o j e t e t de La J a l o u s i e s u i v e n t une p r o g r e s s i o n h o r i z o n t a l e , menant dans un meme degre de p r e c i s i o n s , a une n o u v e l l e i d e e , a une n o u v e l l e comparaison. R o b b e - G r i l l e t lui-meme f a i t l a d i s t i n c t i o n e n t r e ces deux d i r e c t i o n s a propos de l a l i t t e r a t u r e en g e n e r a l : "On ne peut que t e n t e r d ' a l l e r p l u s l o i n . I I ne s ' a g i t pas de ' f a i r e mieux'y mais de s'avancer dans des v o i e s encore inconnues ... . h 1 I I f a u t done un progres en avant, "a moins d'estimer que l e monde e s t desormais entierement decouvert."2 Le sens presque moral de "mieux" que nous retrouvons dans l a s o c i e t e pour exprimer une a m e l i o r a t i o n v e r t i c a l e se perd dans l e s romans de R o b b e - G r i l l e t , s u r t o u t dans l e s deux d e r n i e r s ; sa f o n c t i o n y e s t des l o r s de f o u r n i r une t r a n s i t i o n l a t e r a l e v e r s une idee n o u v e l l e , son sens e s t c e l u i de l a decouverte... En t a n t qu'exemple d'un mot q u i perd son sens h a b i t u e l , "mieux" n'est pas l e s e u l . La " v e r i t e , " , o b j e t de c o n t r o v e r s e au depart, mais q u i r e p r e s e n t e comme v a l e u r absolue l e fondement de t o u t e l i t t e r a t u r e r e a l i s t e , s u b i t , s u r t o u t dans P r o j e t , une remise en q u e s t i o n quant a c e t t e q u a l i t e " s a c r e e " . 1-Alain R o b b e - G r i l l e t , "Du r e a l i s m e a l a r e a l i t e " , dans Pour un nouveau roman, p. 136. 2 I b i d . , p. 136. 99 Avant d'aborder l a v e r i t e , considerons l e mensonge. Au s u j e t du mensonge, l a d e f i n i t i o n meme de " f i c t i o n " , Laura repond a une q u e s t i o n de JR: - E l l e aime beaucoup mentir? . -Non, pas t e l l e m e n t . Mais, pour une s e u l e p e t i t e v e r i t e , i l y a des m i l l i a r d s de m i l l i a r d s de mensonges, a l o r s c ' e s t f o r c e , vous comprenez... E l l e a u r a i t pu d i r e , . a u s s i b i e n , que c ' e t a i t l e l i e u t e n a n t ... (P, p. 66) Sa p r e f e r e n c e pour l e mensonge v a l o r i s e l e r o l e de 1'imagi- n a t i o n dans l a q u e l l e e x i s t e un nombre i n f i n i de p o s s i b i l i t e s en c o n t r a s t e avec l a v e r i t e t r a d i t i o n n e l l e r e s t r i c t i v e q u i se fonde sur l a r e a l i t e . Le roman q u i se j u s t i f i e sur une r e a l i t e e x t e r i e u r e , "ayant a f f a i r e a un document,*' t trouve son a n a l o g i e parodique dans l e passage s u i v a n t , ou l e "Vampire du M e t r o p o l i t a i n " "a d e j a v i o l e pas a s s a s s i n e ... douze p e t i t e s f i l l e s 1 ' . crimes q u i se " j u s t i f i e n t " par l e s : ... s t a t i s t i q u e s concernant l a m o r t a l i t y a c c i d e n t e l l e chez l e s f i l l e t t e s de c e t age q u i montrent qu'une t e l l e t o l e r a n c e dans l e fonctionnement de l a p o l i c e urbaine e s t en d e f i n i t i v e moins m e u r t r i e r e que l e s bains de mer, l e camping dans l e s Adirondacks, l e s vacances en Europe, l e n e c e s s i t y de t r a v e r s e r p l u s de t r o i s rues pour r e n t r e r de l ' e c o l e ... (P, pp. 130-131) Pas de mensonges p o s s i b l e dans c e t t e j u s t i f i c a t i o n franchement humoristique parce que l e c r i m i n e l r y d i g e son propre r a p p o r t . L'obsession de l a " v y r i t y " se r e f l e t e dans l e " r a p p o r t " de Ben S a i d auquel se f i e l e Dr. Morgan. A l a q u e s t i o n de 100 "mais q u e l l e preuve y a u r a - t - i l ? " d'une p r e d i c t i o n q u ' i l f a i t , c e l u i - c i r i p o n d : " I I y a l e r a p p o r t . Tu o u b l i e s que t o u t e s t e s t consigns" avec e x a c t i t u d e e t qu'on ne t r a n s i g e pas avec l a v e r i t e . " (P, p. 153) Le n a r r a t e u r , faux p o l i c i e r ( c ' e s t un diguisement), n i e l a v a l e u r absolue de l a v e r i t i , malgre" sa d e v i s e : "La v e r i t e , ma s e u l e p a s s i o n " . (P, p. 101) I I e x p l i q u e a Joan Robertson sa fagon de l a c o n c e v o i r : Supposons que vous a f f i r m i e z d'abord une chose, p u i s son c o n t r a i r e ; 1'ensemble, des deux responses comporte a l o r s a coup sur, 1'expression de l a v e r i t e dans l a moitie" des cas ... pour c e t t e r a i s o n , a f i n de ne pas f a u s s e r l e s ressultats du c a l c u l , I..', i l importe de f a i r e durer l e s u p p l i c e t r i s longtemps: a i n s i chaque a f f i r m a t i o n f i n i t . p a r e t r e accompagnge de son c o n t r a i r e ... (P, p. 102) Logique un peu douteuse vers l a f i n , l e n a r r a t e u r nganmoins i l l u s t r e i c i un des p r i n c i p e s d ' A l a i n R o b b e - G r i l l e t : " L ' i n t r i g u e s e r a d'autant plus'humaine' q u ' e l l e s e r a p l u s \ Equivoque. E n f i n l e l i v r e e n t i e r aura d'autant p l u s de v e r i t e q u ' i l comportera davantage de c o n t r a d i c t i o n s . " x A un autre moment, l e n a r r a t e u r , accuse d'exaggration, se defend: "J'estime au c o n t r a i r e , pour ma'part, l e s choses e t a n t ce q u ' e l l e s sont, e t r e r e s t e p l u t o t c o r r e c t , " (P, p. 188) e t un peu p l u s l o i n : "Je f a i s mon r a p p o r t , un p o i n t c ' e s t t o u t . Le t e x t e e s t c o r r e c t , e t r i e n n'est l a i s s e au hasard, A l a i n R o b b e - G r i l l e t , Pour un nouveau roman, p. 69. 101 i l f a u t l e prendre t e l q u ' i l e s t . " (P, p. 189) L o i n de representer un f a i t unique e t " r e e l " , l a v e r i t e en t a n t que mot e c r i t p r o v i e n t autant de 1'imagination que de l a v e r i t e de chaque mot, 1 ' e c r i t u r e joue pour l a mettre en doute, pour en c r e e r une n o u v e l l e . L'humour q u i r e s u l t e de ces t o u r s , de ces renversements manies par 1 ' e c r i t u r e , change un peu pl u s a chaque f o i s notre conception de l a v e r i t e , en f a i t f l e c h i r l a r i g i d i t y absolue pour l u i rendre l a f l e x i b i l i t y du r e l a t i f . La n o u v e l l e v e r i t e n'est p l u s unique, mais necessairement, e l l e e s t c e l l e du moment present. S e l o n ce p r i n c i p e , l e s i n d i c a t i o n s temporelles nombreuses dans tous l e s romans de R o b b e - G r i l l e t se d e p o u i l l e n t de l e u r c a r a c t e r e trompeur. Le l e c t e u r a l a recherche de 1'unity c o n t e x t u e l l e du r e c i t sera p r i s au piege d'une prytendue chronologie en l i s a n t des p r e c i s i o n s t e l l e s que: "pendant ce temps ", "c'est a ce moment que ", "a present*', "ensuite", e t devra e t r e completement perdu dans La Maison de rendez-vous en a r r i v a n t I ce passage a chronologie i n v e r s e : Mais e l l e e s t e n s u i t e ( s i t o t apres ou un peu pl u s tard?) face a face avec l u i ... Et maintenant e l l e se t i e n t penchge au-dessus du bureau d'ou i l n'a pas encore bouge: ... devant e l l e 1'homme tou j o u r s a s s i s dans son f a u t e u i l , n'a m§me pas leve l e s yeux vers sa v i s i t e u s e ... (M, p. 71) La confusion d i s p a r a l t pourtant s i l'on pense en termes du temps prSsent contemporain de l a l e c t u r e du l i v r e , seule 102 o c c a s i o n de l a r e a l i s a t i o n , de l a v e r i t e de l a f i c t i o n , s e u l i n s t a n t egalement de l'humour; l e s i n d i c a t i o n s t e m p o r e l l e s se r a p p o r t a n t t o u t simplemerit a 1 ' i n s t a n t ou l e s yeux du l e c t e u r s'accrochent,a ces mots. Le commentaire e n t r e parentheses dans l a c i t a t i o n n'est que l a r a i l l e r i e du n a r r a t e u r p a r o d i a n t l a grande p r e c i s i o n du genre: "La marquise s o r t i t a c i n q heures". E t t o u t e t e n t a t i v e de r e c o n s t i t u e r l ' o r d r e du r e c i t de l a p a r t du n a r r a t e u r , d'une f e i n t e bonne v o l o n t e , d e v i e n t r i d i c u l e : " S i Manneret v i e n t deja d ' e t r e a s s a s s i n ^ , c e t t e s e i n e se passe auparavant, de toute Evidence". (M, p. 182) La d e s t r u c t i o n l a n g a g i i r e s ' e f f e c t u e done au n i v e a u de l a c o n n o t a t i o n du mot, de l a dimension s o c i a l e que t o u t un v o c a b u l a i r e e s t parvenu a" comporter e t q u i s'y e s t e t a b l i e . La pensge, dependant en grande p a r t i e du langage a sa d i s p o s i t i o n , e s t par consequent r e s t r e i n t e a f o n c t i o n n e r par r a p p o r t a ce meme contexte s o c i a l . L'humour i n t e r v i e n t i c i en o u t i l e f f i c a c e pour l i b e r e r . l e langage e t , s i p o s s i b l e , l a pensee e t i n s t a u r e r une optique q u i v a r i e avec l ' i n d i v i d u . S a i s i r l a s i m p l i c i t e du langage exige b i e n sfir une l e c t u r e soigneuse, "car i l ne s ' a g i t pas de se tromper sur l e s mots"* (M, p. 206) Leur meprise a b o u t i r a i t p e u t - i t r e a 1'empiigement du l e c t e u r , dans l e malaise, l a f r u s t a t i o n ou 1'ennui, au l i e u d'une l i b e r a t i o n . Johnson, a l a f i n de La Maison de rendez-vous, f a i t l ' e r r e u r de v o i r dans l e s mots ee q u i ' n'y e t a i t pas. Le d e r n i e r f i l du r e c i t l e r e p r e s e n t e en t r a i n de r e t o u r n e r 103 ver s Laura sans l a grosse somme exigee d ' e l l e , avant de f u i r de Hong Kong, "bien q u ' i l n ' a i t pu t e n i r sa promesse. E l l e n'a p e u t - e t r e f a i t t o u t c e l a que pour l e mettre a l'epreuve..." (M, p. 213) C e t t e idee romantique par e x c e l l e n c e surprend venant d'un personnage de R o b b e - G r i l l e t . E t , en e f f e t , Johnson e s t comme puni de v o u l o i r autre chose que ce q u i e s t s t i p u l e precisement dans ses r e l a t i o n s avec Lauren, en t a n t que p r o s t i t u e e : e l l e se p r e t a n t a" t o u t avec e x a l t a t i o n , mais ne manquant jamais de reclamer l e s sommes dues, conformement a l e u r s accords e t s e l o n l e s baremes en usage dans l a maison, tenant , a i n s i a a f f i r m e r en chaque o c c a s i o n son e t a t de p r o s t i t u e e . (M, p. 83-84) Mise en abyme du fonctionnement du t e x t e , ce passage prend une s i g n i f i c a t i o n e l a r g i e s i on i n s e r e " l a f i c t i o n " a" l a p l a c e de "Lauren": P r o s t i t u e e , l a f i c t i o n depend du l e c t e u r pour v i v r e t o u t en ex i g e a n t " l e s sommes dues';,, c ' e s t - a - d i r e l e s p r i s e s de conscience de s o i au x q u e l l e s 1 * e c r i t u r e o b l i g e l e l e c t e u r . C e l u i - c i ne peut done p o i n t s'emporter dans l e r e c i t , des tournures de phrase, des commentaires i n a t t e n d u s r e t a b l i s s a n t sans cesse l a d i s t a n c e r e c i t - l e c t e u r q u i permet l e j e u e t non l e s e r i e u x . De meme l e c l i e n t ne d o i t pas s'eprendre de l a p r o s t i t u e e , l e f a i t de l u i payer ses s e r v i c e s e s t en d i s a c c o r d avec une r e l a t i o n amoureuse. E t Johnson s'y meprend: "Vous ne n'aimez done pas du t o u t ? " ... "Mais, d i t - e l l e , i l n'en a jamais e t e q u e s t i o n . " Paradoxalement, 104 sans " l e s sommes dues", l a r e l a t i o n e n t r e Lauren e t Johnson ne s e r a i t pas p o s s i b l e ; e t l a p a r t i c i p a t i o n l u d i q u e du l e c t e u r h. l a f i c t i o n ne l e s e r a i t pas p l u s . I I e s t qu e s t i o n , en somme, de l a l i b e r t y que se r y s e r v e l a f i c t i o n , a i n s i que l a p r o s t i t u t e ; l i b e r t y ggalement a c c e s s i b l e au l e c t e u r comme au c l i e n t . Mais Johnson r e f u s e c e t t e l i b e r t y , i l rompt l e s r d g l e s "en usage dans l a maison" e t , par consyquent, se l a i s s e prendre au p i i g e f i n a l . " S o r t i r de 1'enceinte £du j e i ^ par e r r e u r , par a c c i d e n t ou par n y c e s s i t y , envoyer l a b a l l e au-dela du t e r r a i n t a n t o t d i s q u a l i f i e , t a n t o t e n t r a i h e une p y n a l i t y . n l L 1 i n f r a c t i o n de Johnson entraxne l a ter m i n a i s o n meme du j e u de l a f i c t i o n de La Maison de rendez- vous . La d e s t r u c t i o n du langage du roman t r a d i t i o n n e l , en d y t r u i s a n t ygalement l e p i i d e s t a l du r y c i t f i c t i f , f a i t p l a c e au j e u l i t t y r a i r e , r e l e v y d y j a i c i , e t q u i f a i t e s s e n t i e l l e m e n t p a r t i e de l ' y c r i t u r e , l a v e d e t t e de l'humour. Roger C a i l l o i s , Les Jeux e t l e s hommes, p. 18. CHAPITRE TROIS Le j e u de l a n a r r a t i o n 105 a I I I Le Jeu de l a n a r r a t i o n Tout mine ver s l ' g c r i t u r e . Le .personnage unique, t r i - dimensionnel e s t r g d u i t a l'image u n i v e r s e l l e qu'est l ' a r c h g - type, ou encore a l a s u p e r f i c i a l i t y du masque dont l ' i n t e r - c h a n g e a b i l i t g dgpend uniquement du mouvement de l ' g c r i t u r e q u i l u i donne v i e . E t l a p a r t i c i p a t i o n d'un personnage S l ' g c r i t u r e en t a n t que n a r r a t e u r change souvent, comme auto- ma tiquement, l e p o i n t de vue e t jusqu'S l ' i d e n t i t g meme de ce personnage. Le r g c i t e s t rendu fragmentaire, i l l o g i q u e , i n c o n s t a n t par l ' g c r i t u r e q u i joue avec l e s glgments pour, p l u t o t , se r a c o n t e r elle-meme. Le langage, dgpourvu de sa dimension morale, v a l e u r absolue r e f l g t a n t l a s o c i g t g q u i l u i s e r t de p o i n t de repdre, prend l a v a l e u r changeante que l u i a t t r i b u e a chaque i n s t a n t l ' g c r i t u r e ; l a r i c h e s s e du langage dgpend des a s s o c i a t i o n s v a r i a b l e s que l ' g c r i t u r e ne cesse de c r g e r , ou de rompre. A p r i s l a d e s t r u c t i o n de l e u r essence bourgeoise, l e personnage, l e r g c i t , e t l e langage e x i s t e n t en f o n c t i o n de l ' g c r i t u r e , c e l l e - c i g t a nt pour l ' g c r i v a i n l e " l i e u du t r a v a i l e n t r e une p r a t i q u e s c r i p t u r a l e e t sa th g o r i e . " . 1 C'est dans l ' g c r i t u r e e l l e - meme done que l ' g c r i v a i n manifeste sa fagon de penser, sa n g c e s s i t g d ' g e r i r e : " l ' g c r i v a i n , par d g f i n i t i o n , ne s a i t 2 ou i l va, e t i l g c r i t pour comprendre pourquoi i l g c r i t . " ^ P h i l i p p e S o l l e r s , c i t g par Marc Angenot, G l o s s a i r e de l a c r i t i q u e l i t t g r a i r e contemporaine, p. 37. 2 E s p r i t , j u i l l e t , 1964, p. 63. I I e s t c l a i r done que 1 " e c r i t u r e e s t " o p e r a t r i c e du sens e t non e x p r e s s i v e - l e sens n'etant n i ' o r i g i n e ' n i ' f i n * du t e x t e - son c a r a c t e r e e s t 'non r e p r e s e n t a t i f mais p r o - ducteur*. (Baudry, T.Q., 36, 52.)" i . L ' e c r i t u r e " p r o d u i t , " c o n s t r u i t l e roman, e t c ' e s t sa fagon de l e f a i r e q u i e s t i n t e r e s s a n t e . S i , dans l e roman co n v e n t i o n n e l , l e t r a v a i l de l a n a r r a t i o n e s t i n v i s i b l e , ayant ete f a i t dans des b r o u i l l o n s p r e a l a b l e s , l e roman de R o b b e - G r i l l e t se c o n s t r u i t , au c o n t r a i r e , au f u r e t a mesure que l ' e c r i t u r e avance. La f o r c e de frappe de c e t t e approche v i e n t du f a i t que l e l e c t e u r experimente l a n a i s s a n c e du roman a 1 ' i n t e r i e u r meme du t e x t e . Les r a t u r e s sont i n e v i t a b l e s , l e s r e p r i s e s sont nombreuses, e t meme e x p l o i t e e s a" l'avantage du t e x t e . P l u s de n a r r a t e u r i n f a i l l i b l e , l ' e c r i t u r e se p l a i t dans sa l i b e r t e e t dans sa " p e r v e r s i o n , " ce " c a r a c t e r e de l ' e c r i t u r e t e x t u e l l e , comme p o s s i b i l i t y de t o u t dire."£ Toutes l e s r e g i e s du "bon roman" sont b r i s e e s , e t l e s demarches l e s p l u s r e p r e h e n s i b l e s deviennent source d'explo- r a t i o n e t de p l a i s i r : l a recherche ouverte e t souvent apparemment erronee du n a r r a t e u r , l e s t r a n s i t i o n s brusques, l e s developpements a r t i f i c i e l s , l e s c o n t r a d i c t i o n s , l e s r e p e t i t i o n s , l e s fausses t e n t a t i v e s pour r e c o n s t i t u e r un o r d r e . iMarc Angenot, G l o s s a i r e , p. 37. 2 Baudry, c i t e par Marc Angenot, G>lossaire, p. 68 107 i n e x i s t a n t , l e s noeuds mal noues, l e s f i l s l a i s s e s en suspens par un n a r r a t e u r n e g l i g e n t , i n d i f f e r e n t , f a t i g u e . Beaucoup p l u s que de l a d e s t r u c t i o n des elements du roman t r a d i t i o n n e l , l e l e c t e u r e s t c o n s c i e n t dans l e s t r o i s d e r n i e r s romans, des maniements de l ' e c r i t u r e par l e n a r r a t e u r , c o n s c i e n t de 1 ' a r t i f i c e du t r a v a i l c o n s t r u c t e u r , v o i r e de 1 ' a r t i f i c e de 1 ' a r t i f i c e . V o i l a l a mise en v a l e u r de l a f i c t i v i t e du roman, s i c o n t r a i r e a l a vraisemblance, premier c r i t e r e b a l z a c i e n . I I c o n v i e n t d ' e t u d i e r l e s d i v e r s aspects de c e t t e e c r i t u r e , dans un ordre q u i s u i t autant que p o s s i b l e 1 ' e v o l u t i o n dans l e roman pour f a c i l i t e r l a d i s c u s s i o n , b i e n que c e t ordre s o i t encore a r t i f i c i e l , 1'enchevetrement des d i v e r s procedes ne permettant pas de d i v i s i o n s n e t t e s . 108 I I I A. La recherche A c t i v i t y e s s e n t i e l l e de l ' e c r i v a i n , a c t i v i t y i n c e r t a i n e e t hasardye, l a recherche met en marche l ' y c r i t u r e du roman. E l l e f a i t r e p a r t i r l a n a r r a t i o n p r i s e dans une impasse, e l l e e x p l o r e e t b i f u r q u e grace aux mots a double sens, a-des a s s o c i a t i o n s e n t r e l e s mots, e n t r e l e s i n c i d e n t s e t l e s personnages. Ses p o s s i b i l i t y s tendent a l ' i n f i n i , p u i s q u ' e l l e p u i s e dans l e s re s s o u r c e s de 1'imagination. Un exemple peut mieux que de p l u s amples e x p l i c a t i o n s demontrer l a forme que prend l a recherche du n a r r a t e u r , ou de l ' y c r i v a i n , dans l e t e x t e . Le s o l d a t , du L a b y r i n t h e , a r r i v y a l a maison que l e gamin l u i i n d i q u e , ... remarque a c e t i n s t a n t que l a p o r t e e s t e n t r o u v e r t e : p o r t e , c o u l o i r , p o r t e , v e r t i b u l e , p o r t e , p u i s e n f i n une p i e c e y c l a i r y e , e t une t a b l e avec un v e r r e v i d e dont l e fond c o n t i e n t encore un c e r c l e de l i q u i d e rouge sombre e t un i n f i r m e q u i s'appuie s ur sa b i q u i l l e , perchy en avant dans un y q u i l i b r e p r y c a i r e . Non. Porte e n t r e b a i l i y e . C o u l o i r . E s c a l i e r . Femme q u i monte en courant d'ytage en etage t o u t au long de l ' y t r o i t colimacon oft son t a b l i e r g r i s t o u r n o i e en s p i r a l e . P o r t e . E t e n f i n une p i i c e e c l a i r i e r l i t , commode, cheminye, bureau avec une lampe posye dans son c o i n gauche, c e r c l e b l a n c . Non. Au-dessus de l a commode une gravure encadrye de b o i s non f i x y e . . . Non". Non. Non. La p o r t e n'est pas e n t r e b a i l l e e . (L, pp. 102-103) Le d y t a i l de 1' e n t r e b a i l l e m e n t de l a po r t e semble r y d u i r e l e n a r r a t e u r §. 1'automatisme du souvenir dont i l ne peut s ' a r r a c h e r puisque, t r e n t e pages p l u s haut, dans 1'appartement de l a jeune femme, l a p o r t e e n t r e b a i l i y e donne en e f f e t sur 109 l ' e n f a n t e t 1 ' i n v a l i d e pres de l a t a b l e a l a t o i l e c i r e e rouge. (L, p. 69) Cette image r e j e t e e , l e n a r r a t e u r recommence pourtant du meme p o i n t de depart q u i l e mene c e t t e f o i s , par l a correspondance d'elements a n t e r i e u r s du t e x t e , v e r s sa propre chambre, q u i a g i t comme impasse a l a p o u r s u i t e du r e c i t . Sa t r o i s i e m e t e n t a t i v e n'est pas p l u s f r u c t u e u s e , renvoyant davantage au debut du l i v r e , (L, pp. 24-25) e n t r a i n a n t une r e p e t i t i o n inopportune. Le rythme du passage suggere que l e n a r r a t e u r d e v i e n t , a chaque t e n t a t i v e , p l u s i m p a t i e n t : l a f l u i d i t y au debut avec de l e g e r e s pauses marquees, par l a v i r g u l e cede a un mouvement p l u s saccade, l e p o i n t exigeant un a r r e t brusque. Sa de t e r m i n a t i o n e s t e n f i n t r a d u i t e par l e "Noii. Non. Non." f i n a l . L'unique s o l u t i o n r e s t e de changer l e donne i n i t i a l : "La po r t e n'est pas e n t r e b a i l l e e " ; brusque a n n i h i l a t i o n inattendue e t comme tr o p f a c i l e . S u i t de nouveau l ' a r r i v e e du s o l d a t devant l'immeuble, c e t t e f o i s avec 1 ' i n t r o d u c t i o n d'un nouveau personnage q u i l ' a c c u e i l l e , mais on d i r a i t que ce nouvel element e t o u r d i t presque l e n a r r a t e u r q u i ne p a r v i e n t pas t o u t a f a i t a l e c o n c e v o i r . E t ce personnage ressemble de moins en moins a un e t r e v i v a n t : ... l a s i l h o u e t t e s ' e s t f i g e e , i n t e r d i t e , menacante ... e l l e r e c u l e vers l e fond du c o r r i d o r ... l e s membres et l e corps e n t i e r r e s t a n t r i g i d e s , comme s i 1'ensemble e t a i t monte sur un r a i l e t t i r e en a r r i e r e par une f i c e l l e . Non. (L, p. 104) 110 Le n a r r a t e u r e s t i n s a t i s f a i t , a nouveau, de l a s u i t e dont i l semble perdre c o n t r o l e , ou a cause de l a t r o p grande d r a m a t i s a t i o n du p o i n t de vue n a r r a t i f comme dans La J a l o u s i e , ou a cause du f a i t que l a d e s t r u c t i o n du personnage par sa mecanisation cree une impasse au r e c i t . Le n a r r a t e u r r e v i e n t au p o i n t de depa r t pour l a quatrieme f o i s . C e t t e f o i s i l se lance dans une phrase q u i s'etend sur une page e n t i e r e , a un rythme a c c e l e r e , comme de peur de perdre ce nouveau f i l q u ' i l sent §tre l e bon. En c o n t r a s t e avec l e n a r r a t e u r c o n f i a n t , o m n i s c i e n t , l e s cheminements de c e l u i - c i en f o n t presque un personnage comique. En f a i t , aux p r i s e s avec l a s t r u c t u r e de son r e c i t , l e n a r r a t e u r du L a b y r i n t h e l u t t e c o n tre l a tendance de l ' e c r i t u r e a se r e p e t e r dans un mouve- ment c y c l i q u e q u i ne p e r m e t t r a i t pas de s u i t e au t e x t e . Le n a r r a t e u r de P r o j e t pour une r e v o l u t i o n a New York, l u i a u s s i , p o u r s u i t sa recherche dans l ' e c r i t u r e ; i l n'est pas preoccupe de l a s t r u c t u r e cependant, t a n t i l semble emporte par son i m a g i n a t i o n : On d i r a i t qu'un f r i s s o n a parcburu l e corps de l a v i c t i m e , p e u t - e t r e encore v i v a n t e ... Laura f o u i l l e a tat o n s dans l ' e t r o i t e poche de sa robe, sans p o u v o i r q u i t t e r des yeux l e s p e c t a c l e . E l l e en e x t r a i t non sans mal une p e t i t e capsule pharma- ceutique q u ' e l l e avale sans h e s i t e r . R e p r i s e . Laura ne comprend pas pourquoi... Les longues c u i s s e s denudees dont l'une e s t a demi f l e c h i e a l ' a i n e e t au genou. Non... Les c h e v i l l e s sont maintenant ... mais une des cordes e s t mal tendue du c6te ou l a jambe e s t legerement r e p l i e e . Non! Sous l a lumiere v i v e ... Cette f o i s l e corps a bouge, sans aucun doute: l a t e t e a r o u l e de c6te, I l l l e genou f l g c h i s ' e s t fermg davantage, ce q u i a r a i d i l a corde. Le r a t . . . NOM! Non I R e p r i s e . Laura ne comprend pas pourquoi l e convoi du mgtro v i e n t a u s s i s ' i m m o b i l i s e r ... (P, pp. 143-144) Bienque l e n a r r a t e u r p a r l e a l a t r o i s i i m e personne, l e s pauses dans l e r e c i t marquees par un "Non!" e x c l a m a t i f , e t l a dgcouverte p r o g r e s s i v e de l'image s u i v a n t e expriment l a p a r t i c i p a t i o n de l a v o i x n a r r a t r i c e a 1'aventufe de son personnage, comme s i e l l e p a r l a i t a l a premiere personne. C e t t e f u s i o n momentange en t r e n a r r a t e u r e t personnage, e n t r e l a forme au niveau de l ' g c r i t u r e e t l e contenu a f f e c t i f donne dgja un apercu du j e u c o n t i n u e l d ' i d e n t i t g e t de forme dans P r o j e t (et moins dans l e L a b y r i n t h e e t Maison). Dans c e t exemple, l e l e c t e u r n ' o u b l i e p o i n t p o u r t a n t que c ' e s t l e n a r r a t e u r q u i p a r l e , t o u t en percevant c e t t e f u s i o n de v o i x ; l e r e c u l de l a t r o i s i i m e personne j o i n t a l a p a r t i c i p a t i o n gmotionnelle de l a premiere crge un e f f e t sans gquivoque de p a r o d i e q u i mime l e s r g a c t i o n s de Laura (peut-etre a u s s i c e l l e s du l e c t e u r ? ) face a c e t t e s i t u a t i o n t e r r i f i a n t e . C e l l e - c i commence t o u t e f o i s par une simple impression, "on d i r a i t que...," e t ce n'est q u 1 a p r e s 1 ' i n g e s t i o n de l a capsule par Laura que l e s c r a i n t e s deviennent r g e l l e s ; on peut done supposer a u s s i b i e n q u ' i l s ' a g i t d'une h a l l u c i n a t i o n de Laura, ce q u i ne c h a n g e r a i t r i e n cependant a l'glgment parodique assez g v i d e n t . 112 Notons ggalement, par r a p p o r t a 1'exemple r e l e v g p l u s haut du L a b y r i n t h e / que l a phrase q u i s e r t de p o i n t de depart ne s'appuie p l u s sur un donne m a t e r i e l , mais t o u t simplement sur un fragment de phrase: "Laura ne comprend pas pourquoi...," q u i s u f f i t a d g p l a c e r l a s e i n e de l a maison au convoi du mgtro. La recherche q u i c o n s i s t e en un mouvement de dgpart e t de redgpart dans 1 1 e x p l o r a t i o n de l ' g c r i t u r e ressemble, en somme, aux errements de Wallas dans l a v i l l e inconnue; l'humour p r o v i e n t de l a meme source: une dgpense e x c e s s i v e d'gnergie q u i n ' a b o u t i t a r i e n . l De p l u s , h a b i t u g au c a r a c t i r e a bsolu de l a n a r r a t i o n t r a d i t i o n n e l l e , l e l e c t e u r peut pour une f o i s r e s p i r e r l ' a i r f r a i s de l a l i b g r a t i o n de c e t t e c o n t r a i n t e . Sigmund Freud, Jokes and t h e i r R e l a t i o n s to the Unconscious, p. 190. 113 I I I B. Les t r a n s i t i o n s F i g u r e de r h e t o r i q u e , l a t r a n s i t i o n permet l e "passage d'un e t a t a un au t r e , d'une s i t u a t i o n a une a u t r e . " 1 A u s s i , peut-on souvent p a r l e r , chez R o b b e - G r i l l e t , d'un manque de t r a n s i t i o n , t e l l e m e n t un revirement de pensee peut e t r e soudain e t r a p i d e . Dans l e s passages c i t e s p l u s haut, l e v a - e t - v i e n t du developpement de l ' e c r i t u r e s'oppose a l a s i m p l i c i t y e t a l a b r i e v e t e de l a t r a n s i t i o n . Semblable a 1 ' e f f e t declencheur de " 1 ' e n t r e b a i l l e m e n t de l a p o r t e , " de nombreuses t r a n s i t i o n s se f o n t grace a un mot p i v o t que r a p p e l l e comme automatiquement un contexte a n t e r i e u r dans l e q u e l i l f i g u r a i t . La mention des m o l l e t i e r e s dans l e L a b y r i n t h e , par exemple, r a p p e l l e une remarque que f a i t , p l u s t o t , Te gamin a l e u r s u j e t . Dans l a caserne transformee en h o p i t a l , l e s o l d a t : ... a s s i s sur l e l i t e t courbe en avant, ... commence a e n l e v e r ses m o l l e t i e r e s avec l e n t e u r , e n r o u l a n t au f u r e t a mesure l a bande d ' e t o f f e sur elle-meme, en l a tournant autour de l a jambe. "Tu s a i s meme pas r o u l e r t e s m o l l e t i e r e s . " Au p i e d du re v e r b e r e , sur l e bord du t r o t t o i r , l e gamin co n s i d e r e fixement l e s c h e v i l l e s du s o l d a t . (L, p. 115) La r e p r i s e de l a phrase du garcon r e p l a c e l e s personnages dans <le r i r e par l e s e u l r a p p e l de l a s i t u a t i o n a n t e r i e u r e . Le s o l d a t , q u i se r e t r o u v e a l a caserne peu apres, e s t Le Robert. 114 couchg; i l ne f a i t pas chaud: Mais l e p r i n c i p a l e s t de se t r o u v e r a 1 * a b r i de l a neige q u i tombe e t du vent. Le s o l d a t , l e s yeux grands o u v e r t s , continue de f i x e r l a pgnombre devant s o i , a quelques m i t r e s devant s o i , l a oil se d r e s s e l ' e n f a n t , immobile e t r i g i d e l u i a u s s i , debout, l e s bras l e long du corps. Mais c ' e s t comme s i l e s o l d a t ne v o y a i t pas 1'enfant - n i r i e n d'autre.. I I a f i n i son v e r r e depuis longtemps. ... (L, pp. 116-117) La p r e m i i r e phrase, en g u i s e d'une c o n s o l a t i o n , e s t l a r e f l e x i o n du s o l d a t , a i n s i au dgbut du deuxieme paragraphe, l e l e c t e u r l e s i t u e t o u j o u r s dans un l i t de l a caserne. L'enfant t r o u b l e t o u t d'un coup c e t t e c e r t i t u d e , e t p l u s l a d e s c r i p t i o n avance, p l u s e l l e ressemble a c e l l e de l a scene du t a b l e a u dans l a chambre du n a r r a t e u r . Le detail du v e r r e ne l a i s s e p l u s de doute p o s s i b l e . Le l e c t e u r se v o i t meng i n o p i - ngment par l ' g c r i t u r e e t r e c o n n a i t dans c e t t e t r a n s i t i o n un r e n v o i aux premieres pages du l i v r e , ou l e n a r r a t e u r se trouve "a l ' a b r i " t a n d i s que "dehors i l p l e u t ... dehors i l f a i t f r o i d , l e vent s o u f f l e ..." e t p l u s l o i n "dehors i l n e i g e . " (L, pp. 9-11) Une contemplation de sa chambre mine e n f i n au t a b l e a u . (L, p. 25) Frappant i c i e s t s u r t o u t 1 ' e f f e t de s u r p r i s e auquel l e l e c t e u r ne peut pas e t r e i n s e n s i b l e . Le r i c i t , dans P r o j e t , des aventures de Laura e t de ses compagnons du mgtro r i s q u e de b i f u r q u e r de l a meme fagon que l e s deux exemples, c i t g s p l u s haut, du L a b y r i n t h e . ... d e r r . i i r e deux v i t r e s . . . des deux v o i t u r e s s u c c e s s i v e s que r e l i e une g t r o i t e p a s s e r e l l e de f e r a c l a i r e - v o i e , 115 munie de son garde-fou meitallique (par l e q u e l j e p o u r r a i s t r i s , b i e n me pencher, au m i l i e u de ma descente, a f i n d ' a p e r c e v o i r une f o i s de p l u s l a •foule massie dans l a rue, tout-en b a s . . . ) . - Laura q u i s u r v e i l l e l a s e i n e e t commence a s' i m p a t i e n t e r ... f a i t des signes a son complice ... (P, p. 126) Moins qu'une t r a n s i t i o n , l a d i g r e s s i o n f u g i t i v e e n t r e paren- theses p r i v i e n t l e l e c t e u r qu'une b i f u r c a t i o n du r i c i t q u i " p o u r r a i t tris b i e n " se p l a c e r a c e t e n d r o i t , deSelenehee par l e "garde-fou m i t a l l i q u e " r a p p e l a n t immidiatement l ' e s c a l i e r de f e r e x t e r i e u r q u i r e v i e n t souvent dans P r o j e t pour permettre au h e r o s - n a r r a t e u r d'ichapper §. l'immeuble en flammes. Le n a r r a t e u r , b i e n q u ' i l raconte a l a t r o i s i i m e personne, e s t o p p o r t u n i s t e e t semble p r o f i t e r de 1'occasion pour dgmontrer des p o s s i b i l i t i e s b i e n p l u s amples que n'en temoigne l e t e x t e . La p o i g n i e de po r t e e s t l e p o i n t commun des deux scenes de P r o j e t ou i l s u f f i t de changer l e q u a l i f i c a t i f pour d e p l a c e r sur-le-champ 1 ' a c t i o n . Pour s ' a r r a c h e r a l a f a s c i n a t i o n q u i r i s q u e de l u i f a i r e enjamber l e garde-fou, s i 1 ' a r r e t se prolonge, l a jeune femme se cramponne a l a poigneee de p o r c e l a i n e , ... , e t e l l e ouvre l a po r t e en grand d'un s e u l coup: l e r a t e s t IS, q u i t r o t t i n e sur l e c a r r e l a g e b l a n c de l a chambre ... (P, p. 140) Le mot " p o r c e l a i n e " evoque t o u t de s u i t e l a p o i g n i e de l a chambre de l a maison du n a r r a t e u r oQ Laura e x p l o r e l e s Stages v i d e s , t a n d i s que l a poignge de c u i v r e r e n v o i e sans autre avertissement au m i t r o ou Laura e s t p o u r s u i v i e par l e vampire du m i t r o p o l i t a i n . 116 Le d e s i r de 1*heroine, a u s s i t o t r e a l i s e qu'artieule" par l ' e c r i t u r e , d'echapper a sa s i t u a t i o n se conforme parfaitement au fonctionnement des reves analyses par i r e u d et rapproche de l a p r o d u c t i o n de l'humour ( p r i s au sens g e n e r a l du terme). Un phenomene commun au reve est "the replacement o f i n t e r n a l a s s o c i a t i o n s ( s i m i l a r i t y , c a u s a l connections, e t c ) by e x t e r n a l ones ( s i m u l t a n e i t y i n time, c o n t i g u i t y i n space, s i m i l a r i t y i n sound)." t r a n s i t i o n s , non seulement de Pro .jet, mais de tous l e s romans de R o b b e - G r i l l e t s ' e f f e c t u e n t s u r t o u t a p a r t i r d ' a s s o c i a - t i o n s externes, ce q u i cree inevitablement des l i a i s o n s , des rapprochements nouveaux et souvent surprenants. De l a v i e n t qu'une impression s u r r e a l i s t e emane p a r f o i s de son e c r i t u r e , l e domaine du reve se s i t u a n t a u s s i au niveau de 1 ' i n c o n s c i e n t . Le mecanisme fondamental du reve et de l'humour est semblable s e l o n i r e u d : "a preconscious thought i s g i v e n over f o r a moment to unconscious r e v i s i o n and the 2 outcome o f t h i s i s a t once grasped by conscious p e r c e p t i o n . " C'est dans l a r e v i s i o n dans 1 * i n c o n s c i e n t que l e m a t e r i e l s u b i r a i t l e s t r a n s f o r m a t i o n s et s u r t o u t une e x t r a o r d i n a i r e condensation. Cette d e r n i e r e s e r a i t a l ' o r i g i n e de 1'extreme Sigmund Preud, Jokes and t h e i r R e l a t i o n to the Unconscious, p. 172 2 I b i d . , p. 165. 117 b r i e v e t e des r§ves e t de l'humour; b r i e v e t e q u i e s t c a r a c t e r i s t i q u e des t r a n s i t i o n s dans l'oeuvre de R o b b e - G r i l l e t , a quelques ex c e p t i o n s pres, evoquant a l a f o i s 1 ' i n c e r t i t u d e mysterieuse propre au r§ve e t 1 ' i n c o n g r u i t y absurde q u i s u s c i t e l e p l a i s i r . On se r a p p e l l e l e "brusque saut" du s o l d a t dans l e L a b y r i n t h e (L, p. 135) q u i permet un revirement t o u t a u s s i brusque dans l ' e c r i t u r e . La s u p e r p o s i t i o n de ces deux elements se r e t r o u v e sous sa forme p e u t - e t r e l a p l u s harmonieuse dans un passage du L a b y r i n t h e ou l e s o l d a t p r i s dans "une f o u l e c o n s i d e r a b l e , ... e s s a i e de s'y f r a y e r un chemin, sans y p a r v e n i r " (L, p. 176): De proche en proche, l e s v o i s i n s se r e t o u r n e n t pour l e regarder, f i g e s t o u t a coup, s i l e n c i e u x , p l i s s a n t un peu l e s p a u p i e r e s . I I se trouve b i e n t o t au c e n t r e d'un c e r c l e , q u i s ' a g f a n d i t progressivement a mesure que l e s s i l h o u e t t e s r e c u - l e n t , s e u l e s l e u r s f a c e s blemes demeurant encore v i s i b l e s , espacees de p l u s en p l u s , a i n t e r v a l l e s egaux, comme une s u c c e s s i o n de lampadaires l e l o n g d'une rue r e c t i l i g n e . La f i l e b a s c u l e lentement, pour v e n i r se p l a c e r en p e r s p e c t i v e fuyante. Les colonnes de f o n t e n o i r e se decoupent avec n e t t e t e sur l a neige. Devant l a p l u s rapprochee se t i e n t l e gamin, q u i l e c o n s i d e r e de ses yeux e c a r q u i l l e s ... (L, p. 177) Sans pouvoir p r e c i s e r d'ou i l n a i t , l e d e s i r d'un echappatoire e s t e v i d e n t . En u t i l i s a n t l e s elements e x i s t a n t s , l e n a r r a t e u r (ou l ' e c r i t u r e ? ) improvise pour c r e e r l a t r a n s i t i o n q u i l u i e s t n e c e s s a i r e . A i n s i , l a metaphore se r e a l i s e , sans b r u s q u e r i e , grace aux phrases-tampon de d e s c r i p t i o n neutre dont l'ambigufte permet de q u a l i f i e r ou l e s f i g u r e s de l a f o u l e ou l e s lampadaires. E f f e c t i v e m e n t , c ' e s t l e mouvement g r a c i e u x de c e t t e t r a n s f o r m a t i o n totalement f a n t a i s i s t e e t f o r m e l l e , q u i , par sa p a r f a i t e s i m p l i c i t y , p r o d u i t une beauty pogtique e t un e f f e t d'eiygance humoris t i q u e par l e rapprochement e t l a condensation d'yiements s d i s c o r d a n t s . L o i n de rompre 1'ambiance o n i r i q u e , l'humour s'y mele pour c r y e r un p l a i s i r h a l l u c i n a t o i r e . 119 I I I C. La c o n s t r u c t i o n a r ' t i f I c i e l l e Le mouvement de recherche e t de dgcouverte e t l e s t r a n s i t i o n s d'un a r t i f i c e v o u l u mettent en v a l e u r , comme i l a deljS ite? d i t , l a f i c t i v i t g des romans de R o b b e - G r i l l e t . Or une d e f i n i t i o n de f i c t i o n e s t " i n v e n t i o n de 1 1 i m a g i n a t i o n " ; x i l c o n v i e n t done d'examiner l e s romans dans l ' o p t i q u e de 1'i n v e n t i o n romanesgue, ce q u i entraxne 1'etude du r a p p o r t e n t r e l e developpement du contenu e t c e l u i de l a forme, l ' u n ne pouvant pas e x i s t e r sans l ' a u t r e . La c a u s a l i t e t r a d i t i o n - n e l l e ne c o n s t i t u e pas l a l o g i q u e du r e c i t ; au c o n t r a i r e , c ' e s t 1 ' i n t e r a c t i o n e t r o i t e e t continue entre 1'aspect formel e t 1'aspect f i c t i f , e ' e s t - a - d i r e l ' h i s t o i r e q u i "inv e n t e " l e roman. La c o n c e p t i o n a r t i f i c i e l l e de nouveaux elements s ' a v i r e e v i d e n t e , encore une f o i s , dans l e s t r o i s d e r n i e r s romans: Dans l e l a b y r i n t h e , La Maison de rendez-vous, e t P r o j e t pour une r e v o l u t i o n a New York. La naissance d'un nouveau personnage a l ' i n t e r i e u r du t e x t e f r o l e l e m e r v e i l l e u x , l e j e u des pla n s de r i a l i t e , comme l ' h y p o t h i s e , l a pens i e e t 1'existence " r g e l l e " dans l a f i c t i o n , cree egalement une impression de magie. La f a c i l i t e de 1'execution de ces to u r s de f o r c e e t l e ton: " c e l a va de s o i " r e f u s e n t l e decalage h a b i t u e l q u i separe l e n a t u r e l , l e q u o t i d i e n de l a f a n t a i s i e . De c e t t e fagon, l ' e c r i t u r e a i n s i que l ' a u t e u r r e a f f i r m e n t Paul Robert, D i c t i o n n a i r e alphabetique e t analogique de l a langue f r a n g a i s e . 120 l e u r l i b e r t e . "Je c r o i s que l e s f i g u r e s du reve sont constamment c e l l e s de l a r e a l i t e , " d i t A l a i n R o b b e - G r i l l e t . 1 Dans l e l a b y r i n t h e donne un e x c e l l e n t exemple de l a conce p t i o n a r t i f i c i e l l e des personnages e t du f i l n a r r a t i f a p a r t i r d'un t a b l e a u suspendu au mur de l a chambre du n a r r a t e u r . Une longue d e s c r i p t i o n , f a i t e au present, r e v e l e minutieusement l a scene depeinte dans l a gravure: un ca f e peuple d'une " f o u l e de consommateurs." (L, pp. 25-31) La d i s p o s i t i o n , l e s a t t i t u d e s e t l e s e x p r e s s i o n s de v i s a g e s des c l i e n t s sont longuement evoquees. Tout d'un coup, apres s i x pages de d e s c r i p t i o n , l e temps du^verbe, l e pre s e n t , se transforme au passe compose: " I l a f i n i son v e r r e ... , l e c afe s ' e s t v i d e ... La lumiere a b a i s s e ... ". (L, p. 31) Les c i r c o n s t a n c e s changent, e t l e s o l d a t e t l ' e n f a n t prennent v i e . Aucun changement de ton, n i de s t y l e , n'accompagnent 1'animation de l a scene, e t l e s o l d a t ne semble que se r e v e i l l e r t r e s lentement d'un profond sommeil. L ' e f f e t de s u r p r i s e de c e t t e t r a n s f o r m a t i o n e s t a i n s i amorti e t l e c o n t r a s t e e n t r e ce phenomene surprenant, f a n t a s t i q u e , e t sa p r e s e n t a t i o n d i s c r e t e cree l e p l a i s i r de l ' i r r e e l . La n e u t r a l i t y du s t y l e m a i n t i e n t l e l e c t e u r a d i s t a n c e v i s - a - v i s du t e x t e , comme l e v i s a g e i m p a s s i b l e d'un conteur, mais q u i i n t r o d u i t > comme l ' e c r i t u r e , un bouleversement s u b i t dans ses propos x A l a i n r R o b b e - G r i l l e t c i t y par Andry G a r d i e s , A l a i n R o b b e - G r i l l e t , cinyma d'aujourd'hui 70, p. 115. 121 neutres sans changer,de contenance devant son a u d i t o i r e i n c r e d u l e . De p l u s , c e t t e longue d e s c r i p t i o n d e t a i l l e e , q u i r e p r o d u i t exactement l e t a b l e a u , p a r a i t r e a l i s t e e t , par consequent, p r e t e au l e c t e u r une optique r e a l i s t e q u i in e v i t a b l e m e n t l e l a i s s e au depourvu l o r s de ce revirement f a n t a s t i q u e . On p e r c o i t i c i l e tour que l ' e c r i t u r e joue avec s u b t i l i t e au l e c t e u r . Le mouvement v e r s 1'animation peut subrepticement r e b r o u s s e r chemin pour r e c o n s t i t u e r l e t a b l e a u . Une r e p e t i t i o n presque mot a mot de l a phrase c i t e e p l u s haut l'annonce: " I I a f i n i son v e r r e ... , l a s a l l e s ' e s t v i d e e ... ", (L, p. 117) e t a u s s i t o t apres, comme miraculeusement, l e s c l i e n t s s'y r e t r o u v e n t e t se f i g e n t "au beau m i l i e u de gestes auxquels c e t a r r e t a r b i t r a i r e a enleve t o u t n a t u r e l ... , l ' e l a n a perdu son i n t e n t i o n e t son sens;" (L, p. 118) A i n s i t o u t e semblance de r e a l i s m e s ' e f f o n d r e ; 1'immobility r e t r o u v e e e t 1 ' a p l a t i s s e m e n t des personnages r e s t i t u e l a f i c t i v i t e au premier p l a n , o t a n t l e s e r i e u x d'une r e a l i t e apparente. Sur ce modele de p r o l i f e r a t i o n e t de r e d u c t i o n se c o n s t r u i s e n t tous l e s romans de R o b b e - G r i l l e t , b i e n que l e procede v a r i e . Tres souvent i l s ' a g i t d'une hypothese formulee dans 1 ' e s p r i t du n a r r a t e u r ou d'un personnage q u i "se r e a l i s e " dans l e t e x t e . Les Gommes, Le Voyeur, La J a l o u s i e en f o u r n i s s e n t de nombreux exemples a u s s i b i e n que La Maison de rendez-vous e t P r o j e t pour une r e v o l u t i o n a New York. Dans P r o j e t , 1 ' i n t r o d u c t i o n d'un nouveau roman p o l i c i e r 122 dans l a s g r i e de l a b i b l i o t h e q u e de l a maison fermge i n q u i i t e l e n a r r a t e u r (P, p. 85) cherchant a t r o u v e r une response a ce my s t i r e , i l s p i c u l e : "Quelqu'un de l ' e x t g r i e u r , ... , peut p a r f a i t e m e n t posseder un passe-partout ou un a t t i r a i l complet de cambrioleur, ou meme se f a i r e f a b r i q u e r une c l e f par un s e r r u r i e r , en prgtendant q u ' i l s ' a g i t de sa propre maison ...." (P, pp. 85-86) Un peu pl u s l o i n , " l e s e r r u r i e r a r r i v e done e t s ' i n s t a l l e t r a n q u i l l e m e n t ...." (P, p. 86) Le glissement s u b i t de l ' i t a t h y p o t h i t i q u e a l ' g t a t " r i e l " du s e r r u r i e r semble t r o u v e r une j u s t i f i c a t i o n l o g i q u e dans l e mot "done" q u i suggere une c a u s a l i t i p ourtant i n e x i s t a n t e , d'un p o i n t de vue t r a d i t i o n n e l . Mais en f a i t , chez Robbe- G r i l l e t , ce q u i e s t imaging e s t a u s s i r i e l que l a r g a l i t g ; e t l a c a u s a l i t g e x i s t e b e l e t b i e n , mais e l l e f a i t l e l i e n e n t r e l ' i r r i e l e t l e r e e l , e t annule a i n s i l a d i s t i n c t i o n c o n v e n t i o n n e l l e q u i oppose meme ces deux p l a n s de r i a l i t i s . De c e t t e fagon, l ' g c r i t u r e p a r v i e n t avec l a p l u s grande a i s a n c e a c r g e r un nouveau personnage. Le passage d'un niveau de r g a l i t g a un autre e s t rendu p l u s complexe dans La Maison de rendez-vous oG l e phgnomine se r g v e l e en mouvement i n v e r s e dans un i n s t a n t de l i b e r t i n a g e e x c e s s i f du s t y l e romanesque. I l s ' a g i t de l a p i e c e de t h g a t r e dans l a q u e l l e Lady Ava joue son prdpre r o l e , e t v i e n t de r e c e v o i r une enveloppe contenant des drogues: " s i l a ca c h e t t e se t r o u v a i t dans l a chambre meme, l e paquet a u r a i t gtg rangg depuis longtemps en l i e u sur, a pensg l a servante, pense Lady Ava, d i t l e n a r r a t e u r au t e i n t rouge q u i e s t en t r a i n de c o n t e r l ' h i s t o i r e a son v o i s i n , dans l a s a l l e du p e t i t t h e a t r e . " (M, p. 106) La premiere p r e c i s i o n surprend, p u i s q u ' e l l e transforme,ce que l ' o n c r o i t e t r e une p a r t i e de l a d e s c r i p t i o n en une phrase de l a pensSe d'un personnage. Les p r e c i s i o n s subsiquentes e i o i g n e n t encore davantage l a phrase de l a r e a l i t e immediate; i e l e c t e u r t e n t e de dechif- f r e r c e t t e s u i t e d ' i n d i c a t i o n s c a r a c t e r i s t i q u e s du roman depasse se trouve p r i s dans un mouvement de s p i r a l e q u i passe d'un n i v e a u de r e a l i t e a un a u t r e , l e mot"theatre" a l a f o i s renvoyant a l a p i i c e de t h e a t r e dans l a q u e l l e joue Lady Ava ... Le j e u de 1 1 i m a g i n a t i o n e t de l a r e a l i t e c o n s t i t u e une grande p a r t de l ' e c r i t u r e de R o b b e - G r i l l e t . Tandis que dans Les Gommes e t Le Voyeur, on r e v i e n t t o u j o u r s v e r s un f i l p r i n c i p a l du r e c i t , La J a l o u s i e presente un f i l deja moins f a c i l e a r e c o n s t i t u e r en e n t i e r . Dans l e l a b y r i n t h e m a i n t i e n t deux f i l s p a r a l l i l e s , l ' u n q u i raconte l ' a u t r e , a 1'exception des j o i n t u r e s au debut e t a l a f i n : l e f i l de s o l d a t n a i s s a n t de c e l u i du n a r r a t e u r e t s'y ratfeachant a sa mort; a 1'exception egalement des i n s t a n t s ou l ' e c r i t u r e ramine l e s o l d a t a l a chambre fermee. D'un f i l p r i n c i p a l , c ' e s t - a - d i r e , d'un f i l n a r r a t i done, q u i domine l e s premiers romans, ou l a s t r u c t u r e d'ensemble e s t moins impliquee dans 1 ' a r t i f i c e du developpement romanesque, 1 ' e v o l u t i o n s'achemine v e r s l e f i l double du L a b y r i n t h e , pour a b o u t i r a un i m b r o g l i o non pas a r b i t r a i r e e t desordonne - i l s u f f i t de l i r e a ce s u j e t 124 l e s analyses e c l a i r a n t e s de Bruce M o r i s s e t t e e t de Jean A l t e r l e ntre autres - mais v e r t i g i n e u x e t r e f u s a n t l 1 u n i q u e p l a n de r e a l i t e c a r a c t e r i s t i q u e du roman c o n v e n t i o n n e l . Roger C a i l l o i s , dans Les Jeux e t l e s hommes, t r a d u i t l e v e r t i g e par l e terme grec, " i l i n x " , dont l a f o n c t i o n e s t d ' " i n f l i g e r a l a conscience l u c i d e une s o r t e de panique voluptueuse,"2 q u i p o u r r a i t se r a p p o r t e r autant a 1 ' e f f e t de l a c o n s t r u c t i o n de ces deux d e r n i e r s romans. L ' a r t i f i c e e s t l e maltre e t l a l i b e r t e son o u t i l ; notre p l a i s i r v i e n t de v o i r se r e a l i s e r 1'impossible, de p a r t i c i p e r a ce pouvoir de l ' e c r i t u r e , de s'y abandonner meme sans e t r e o b l i g e de chercher p l u s l o i n , de f o u r n i r des j u s t i f i c a t i o n s , n i de penser aux consequences. S i , dans l e s exemples precedents, l e n a r r a t e u r semble v o u l o i r que l e l e c t e u r c r o i e a ce q u ' i l d i t , malgre l a f i c t i - v i t e e v i d e n t e , a d'autres moments i l ne pretend a aucun r e a l i s m e a t r a v e r s l a n e u t r a l i t y de son langage. I I f a i t mention, au c o n t r a i r e , de son peu de c r e d i b i l i t y . La d e s c r i p t i o n d'une scene de l a p i e c e de t h e a t r e dans La Maison de rendez- vous nous s e r t d'exemple: La f i l l e q u i joue l e r o l e de l a v i c t i m e t i e n t l e s bras y c a r t y s de p a r t e t d'autre du corps ... ; de toute yvidence, une mise en scene r y a l i s t e • commanderait p l u t o t de Dans: Les Romans de R o b b e - G r i l l e t , e t La V i s i o n du monde d ' A l a i n R o b b e - G r i l l e t , respectivement. 2 p . 45. 125 l u i f a i r e se s e r v i r de ses mains pour se p r o t i g e r . (M, p. 44) Au dgpens d'un f e i n t r i a l i s m e , on peut e n t r e v o i r l a prefe- rence du n a r r a t e u r pour I n v o c a t i o n d'une p o s i t i o n p l u s comprommettante chez l a f i l l e . L u i in d i q u e cependant que: "ce mode de defense n'est e x p l i c a b l e que par un s o u c i d'ordre e s t h e t i q u e . " (M, p. 44) F e i g n a n t a i n s i de ne pas §tre lui-meme a l ' o r i g i n e de ce d e t a i l , i l f a i t mine de d e v i n e r 1 ' i n t e n t i o n chez l e responsable. La c o i n c i d e n c e de l ' e r o - t i s a t i o n i n v r a i s e m b l a b l e avec sa propre o b s e s s i o n peut p a r a x t r e done a c c i d e n t e l l e , mais l e l e c t e u r n'est pas dupe. Cette f a i b l e mesure de defense de l a p a r t du n a r r a t e u r n'est que p l u s amusante puisqu'en somme, e l l e s o u l i g n e simplement l e j e u auquel i l se l i v r e , par r a p p o r t aux nombreuses o c c a s i o n s oii i l prend un p l a i s i r e v i d e n t a e n r i c h i r manifestement l e t e x t e de p r e c i s i o n s e r o t i q u e s . Se r a p p e l a n t ce d e t a i l i n v r a i s e m b l a b l e , m a i s " e s t h e t i q u e " de Maison, l e l e c t e u r s'amuse d'autant p l u s de l a remarque du n a r r a t e u r de P r o j e t au s u j e t de l a p r o s t i t u e e , JR, q u i v i e n t d ' e t r e s u r p r i s e , h a b i l i e e seulement de "ses chaussures de c u i r v e r t a hauts t a l o n s e t de ses bas n o i r s " (P, p. 78), dans son appartement par l e faux p o l i c i e r : "Levant l e s mains en l ' a i r de s a i s i s s e m e n t , b i e n qu'on ne l u i a i t pas demande? e l l e l a i s s e tomber l e f e r ... ." (P, p. 82) I I e s t imp o s s i b l e de ne pas y reconnaxtre 1'obsession i r o t i q u e du n a r r a t e u r , a l a q u e l l e p l a i t , sans aucun doute, ce geste non 126 s o l l i c i t e e t t o u t a u s s i i n v r a i s e m b l a b l e de l a c a p t i v e que l a posture de l ' a c t r i c e de Mai son. Le r e a l i s m e apparent du r e c i t e s t done d e t r u i t par un d e t a i l de toute evidence i n v e n t e par l e n a r r a t e u r pour son propre p l a i s i r , prevoyant p e u t - e t r e a u s s i l e meme p l a i s i r pour l e l e c t e u r ? Dans P r o j e t , l e s o u c i d ' e x a c t i t u d e manifesto par l a p r i s e en c o n s i d e r a t i o n des c i r c o n s t a n c e s e x t e r i e u r e s t e l l e s que 1 ' " i n s u f f i s a n t e lumiere" q u i rend " d i f f i c i l e de ... p r e c i s e r " l e sexe des personnages de l a scene dans C e n t r a l Park, p a r a i t exprimer une v o l o n t e de r e a l i s m e , mais peu apres, l e n a r r a t e u r p o u r s u i t sa d e s c r i p t i o n e t a j o u t e : "On peut meme imaginer q u ' i l s completent l e u r t r a n s f o r m a t i o n en ot a n t l e s masques ... . " (P, p. 61) A u s s i t o t l e r e a l i s m e a n t e r i e u r s ' e c r o u l e , e t i l n'en r e s t e que l e ton parodique q u i singe une forme romanesque dont se moque l e n a r r a t e u r . I I effec.tue son t r a v a i l de c o n s t r u c t i o n c l a i r e m e n t s e l o n l e precepte q u ' i l reclame a Joan Robertson: "arrangez-vous pour i n v e n t e r des f a i t s p r e c i s e t s i g n i f i c a t i f s , " (P, p. 105) ce q u i s o u l i g n e l e jeu c o n t i n u e l e n t r e 1 ' i n v e n t i o n e t l a r e a l i t e , c e q u i , d ' a i l l e u r s , d i s t i n g u e l e s romans de Robbe- G r i l l e t de l a pure f a n t a i s i e . L ' i n t e r a c t i o n du r e a l i s m e e t de l a f i c t i v i t e c o n s t i t u e l e v e r i t a b l e a r t i f i c e , au sens propre du mot: l e j e u de deguisement e t de tromperie que l ' e c r i t u r e tend au l e c t e u r . 127 Chaque c o n s t r u c t i o n en apparence v r a i s e m b l a b l e e s t a i n s i accompagnee d'une mise en doute e t s ' e f f o n d r e sous c e t t e f o r c e d e s t r u c t r i c e , t o u t en f a i s a n t naxtre de p l u s b e l l e de nouveaux elements du roman. Ce mouvement de progres e t de r e c u l de l ' e c r i t u r e egale 1 ' a n n i h i l a t i o n d'un e f f o r t d o n t l l 1 unique marque r e s t e sur l a page imprimee. La e x i s t e l a s e u l e v e r i t e , sur l a q u e l l e se b a t i t l a s u i t e du roman, p u i s a n t dans l e s pages a n t e r i e u r e s pour c r e e r l e s s u i v a n t e s . Inevitablement done l a premiere page n a i t de " r i e n , de l a p o u s s i e r e " ? e t l a d e r n i e r e en fefermant l a s t r u c t u r e c y c l i q u e r e s t a u r e l e p o i n t zero, e t annule toute e v o l u t i o n du r e c i t ; e t c e l u i - c i se met a t o u r n e r en rond p e r p e t u e l l e m e n t . 1 Ce n'est pas par hasard que dans P r o j e t , l a somme des c h i f f r e s 214 de l a d e r n i e r e page egale c e l u i , 7, de l a premiere. 128 III D. Les r e p e t i t i o n s et les modifications Ce tournoiement, entrainant l a r e p e t i t i o n de l ' e c r i t u r e , et idealement c e l l e de notre lecture jusqu'a l ' i n f i n i , est r e f l e t e a 1'interieur du texte par de nombreuses repetitions a plus p e t i t e echelle. E l l e s sont deja manifestes dans de nombreuses mentions e x p l i c i t e s du narrateur de Maison: . . . l a meme jeune femme ... , situee toujours a peu pres dans le meme decor ... avec l e meme.costume ... mais de plus en plus a l t e r e . (M, p. 78) -..c'est ce qu'elle pense un peu tard, comme chaque f o i s ... .Kim essaie de hurler, mais, comme chaque f o i s , aucun son ne sort de sa forge. (M, p. 126) ...Et, une f o i s de plus, i l contemple l a reception mondaine ... (M, p. 184) Dans Projet, les premiers mots du texte soulignent l a re p e t i t i o n : "La premiere scene se deroule tres v i t e . On sent qu'elle a ete repetee plusieurs f o i s : chacun connait son role par coeur ... et c'est de nouveau de meme scene qui se deroule une f o i s de plus... ." (P, p. 7) Les i n d i c a t i f s , "une f o i s de plus?, "de nouveau'', "comme toujours" reviennent constamment. Certes non pas humoristique en s o i , cette mention annonce un element de l a f i c t i v i t e a venir: e l l e souligne l a volonte d 1 a r t i f i c e de l ' e c r i t u r e . L'avertissement des repetitions ne supprime. pourtant pas 1'experience directe a laquelle l e texte expose son lecteur, et c'est l a que reside une nouvelle source d'humour chez Robbe-Grillet. 129 Un premier exemple v i e n t de La Maison de rendez-vous. Lancg dans l a r e f l e x i o n d'une jeune femme q u i danse, e t de l a a l a d e s c r i p t i o n du b a l a l a V i l l a Bleue, l e n a r r a t e u r s'apprete a c o n t e r : "Je v a i s done essayer maintenant de r a c o n t e r c e t t e s o i r e e chez Lady Ava, de p r i c i s e r en t o u t cas quels f u r e n t , a ma connaissance, l e s p r i n c i p a u x evgnements q u i 1'ont marquee. Je s u i s arrive" a l a V i l l a Bleue v e r s neuf heures d i x en t a x i ... ." (M, pp. 23-24) C e t t e i n t r o - d u c t i o n parodique par l a p r e c i s i o n de l'heure e t par l e passe simple de " f u r e n t " / s i g n i f i c a t i f dans l a predominance du passe" compose, mine a une d e s c r i p t i o n du j a r d i n de l a V i l l a Bleue, e t ne tarde pas a d i g r e s s e r . I n t e r r o g e dans l a rue par l a p o l i c e quant a l'heure de son a r r i v e e chez Lady Ava, "Johnson, q u i a eu l e temps de se pre p a r e r a c e t t e q u e s t i o n , commence a u s s i t o t l e r e c i t de sa s o i r e e : "Je s u i s a r r i v e a l a V i l l a Bleue v e r s neuf heures d i x en t a x i ... " (M, p. 96). La d e s c r i p t i o n du pare reprend ' egalement, mot a mot, jusqu'a ce q u ' i l l ' a r r e t e par un " e t c . " En e f f e t , l e n a r r a t e u r ayant deja prononci ces p a r o l e s , Johnson n'a qu'a l e s repeter avec 1'automatisme d'un robo t . Une t r o i s i e m e r e p e t i t i o n p l u s fragmentaire e s t declenchee par l e r e t o u r de Johnson de Kowloon: "A V i c t o r i a , Johnson a p r i s un t a x i , q u i a r o u l i t r i s v i t e , s i b i e n q u ' i l e s t a r r i v e de bonne heure a l a V i l l a Bleue, v e r s neuf heures d i x p l u s precisement." (M, p. 129) E l l e s u f f i t , neanmoins, a remettre t o u t l e t e x t e q u i p r i c i d e en q u e s t i o n par l a s e u l e 130 r e p r i s e du d g t a i l "vers neuf heures d i x " . On ne s a i t pas s ' i l s ' a g i t d'un recommencement du r g c i t , d'une c o i n c i d e n c e , ou de nouveau de 1'automatisme du n a r r a t e u r , dgclenchg par l a mention du t a x i . Des Gommes a La J a l o u s i e , une r g p e t i t i o n a p p a r t i e n t ou a l a " r g a l i t g " f i c t i v e de l a n a r r a t i o n , ou a 1 * i m a g i n a t i o n d'un des personnages. Des l e L a b y r i n t h e , mais s u r t o u t dans Maison e t P r o j e t , e l l e trouve son gpanouissement en t a n t q u ' o u t i l du n a r r a t e u r , comme done une " v g r i t g " du t e x t e q u ' i l f a u t a c c e p t e r a i n s i , b r i s a n t t o utes l e s l o i s de l a vraisem- b l a n c e . Pour Henri Bergson, l a r g p e t i t i o n reprgsente un "tranchant sur l e cours changeant de l a v i e " • 1 I I s ' a g i t de nouveau d'une mgeanisation de l a v i e , dont i l c o n v i e n d r a i t d ' a n a l y s e r 1 ' e f f e t de r g p e t i t i o n sur l e l e c t e u r . C e t t e e l u c i d a t i o n nous v i e n t de Freud q u i p e r c o i t l a j o i e de l'homme dans l a reconnaissance, t e l l e que nous l a f o u r n i s s e n t l e s r e f r a i n s , l a rime, 1 ' a l l i t g r a t i o n . 2 C e t t e j o i e p r o v i e n d r a i t de l'economie d'energie psychique qu'on s* a t t e n d a dgpenser pour a s s i m i l e r chaque nouvel glgment, c e t t e dgpense n'gtant pas n g c e s s i t g e par l a r e p r i s e d'un glement. Comme l e d i t s i b i e n Bergson a propos de l ' a b s u r d i t g e t du je u d'idges: "Cela repose de l a f a t i g u e de p e n s e r . " 3 x L e R i r e , p. 68. 2 Jokes and t h e i r R e l a t i o n t o the Unconscious, pp. 120-122. 3 L e R i r e , p. 149. Chez R o b b e - G r i l l e t , i l n'est pas q u e s t i o n de l a r e p e t i t i o n t o u t c o u r t ; r a r e e s t c e l l e q u i r e p r o d u i t exacte- ment un passage a n t e r i e u r . Au c o n t r a i r e , l ' i n f i d e l i t e e s t c a r a c t e r i s t i q u e des r e p e t i t i o n s dans nos romans, c e ^ q u i e s t l a preuve d'une i m a g i n a t i o n c r e a t r i c e i n c a p a b l e d'immobility. C'est l a p a r t de 1'imagination q u i donne done l e dynamisme q u i depasse l a simple mecanisation de l a v i e , e t , par l a , l a simple comedie. A chaque r e p r i s e de l ' E u r a s i e n n e q u i promene un grand c h i e n n o i r en l a i s s e , l e decor d i f f e r e , de nouveaux d e t a i l s s'y i n s e r e n t pour m o d i f i e r e t rendre l a scene presque mysterieuse. Un exemple q u i se p r e t e p a r t i - c u l i e r e m e n t b i e n a i l l u s t r e r ces m o d i f i c a t i o n s e s t 1 ' i r r u p t i o n de l a p o l i c e au b a l de Lady Ava. La premiere entree en scene de l a p o l i c e se f a i t sous forme d'une c o n s t a t i o n de t r o i s l i g n e s : "Une f o i s , l a p o l i c e e s t a r r i v e e chez Lady Ava au m i l i e u d'une reunion ... . Quand l e s gendarmes en s h o r t k a k i e t chaussettes blanches f o n t i r r u p t i o n dans l a v i l l a , i l s ne t r o u v e n t que t r o i s ou quatre couples q u i dansent ... ," (M, pp. 19-20) e t l a d e s c r i p t i o n du b a l se p o u r s u i t sans un autre mot sur l e s gendarmes. En c o n t r a s t e avec c e t t e s e r e n i t e i n i t i a l e , une deuxieme i r r u p t i o n e s t v i o l e n t e , l e s p o l i c i e r s ( i l y en a t r o i s ) sont pourvus de r e v o l v e r s , e t se d i s t r i b u e n t de fagon m i l i t a i r e dans l e s a l o n . (M, p. 29) Mais, a l a mention de l a "maitresse de maison", l e t e x t e r e p a r t de nouveau, e t l a p r e o c c u p a t i o n de c e t t e d e r n i e r e domine l a s u i t e . 132 Le c o n t r a s t e e n t r e l a s i m p l i c i t y de l a premiere s e i n e e t 1 1 E l a b o r a t i o n dramatique de c e t t e r e p e t i t i o n permet au l e c t e u r d'gprouver l e meme p l a i s i r q u a s i voluptueux dans 1•exageration q u ' i l p r e s s e n t chez l e n a r r a t e u r q u i l ' i n v e n t e deiiberement. Ce p l a i s i r e s t cependant comme e n r i c h i par un doute vague quant a l a " v e r i t e " de c e t t e s e i n e . Le tex t e n ' o f f r e aucun indice^nous sommes de nouveau en c o n t a c t avec l ' i c r i t u r e opaque q u i ne l a i s s e s ' i n f i l t r e r aucune l u e u r s u s c e p t i b l e d ' e x p l i q u e r 1 ' i n t e n t i o n du n a r r a t e u r . Une t r o i s i i m e d e s c r i p t i o n e s t dramatisee encore: ... une grande porte v i e n t de s ' o u v r i r a deux b a t t a n t s pour l i v r e r passage a t r o i s m i l i t a i r e s en tenue de campagne (des combinaisons de p a r a c h u t i s t e s a b a r i o l a g e s v e r t s e t g r i s ) q u i , s e r r a n t chacun une m i t r a i l l e t t e a hauteur de l a hanche, immobiles e t p r e t s a t i r e r , braquent l e u r s armes dans t r o i s d i r e c t i o n s d i v e r g e n t e s couvrant 1'ensemble de l a s a l l e . (M, p. 36) La p r e m i i r e s e i n e s e r v a n t de p o i n t de r e p i r e , chaque r e p e t i t i o n d e v i e n t de p l u s en p l u s grotesque, d'autant p l u s que l a r e a c t i o n p a i s i b l e e t i n d i f f e r e n t e des i n v i t e s ne change g u i r e . Comme l e s f o i s p r e c e d e n t e s , l e t e x t e d i v e r g e a u s s i t o t pour r e v e n i r aux i n v i t e s . Trente pages p l u s l o i n , au rythme " l e n t mais i r r e s i s t i b l e £de l a danse]] , b i e n t r o p p u i s s a n t pour que de t e l s drames, s i v i o l e n t s s o i e n t - i l s e t s i soudains, p u i s s e n t v e n i r 1'interrompre ... Les a c c i d e n t s se m u l t i p l i e n t p o u r t a n t de toutes p a r t s ... " (M, p. 67), l a q u a t r i i m e d e s c r i p t i o n met f i n a c e t t e accumulation d ' i n c i d e n t s r e p r i s du t e x t e . E l l e e s t accompagnee d'un commentaire du n a r r a t e u r : "mais c e t episode a d e j a ete d e c r i t en d e t a i l " - N'empeche que l a n o u v e l l e r e p r i s e e s t d e c r i t e e t m o d i f i e e davantage: " l e coup de s i f f l e t s t r i d e n t e t b r e f q u i a r r e t e net l ' o r c h e s t r e ... l e s t a l o n s f e r r e s des deux s o l d a t s ... q u i sonnent s u r l e s d a l l e s de marbre, dans l e calme s u b i t ... "-(M, pp. 67-68) Cette f o i s 1 ' a s s i s t a n c e se f i g e , 1 ' a c t i o n e s t suspendue. Nous pouvons d e c e l e r 1 ' e v o l u t i o n des m o d i f i c a t i o n s p r o g r e s s i v e s : a p a r t i r de 1 ' a f f i r m a t i o n simple l a premiere r e p r i s e dramatise 1 ' a c t i o n , l a deuxieme rehausse 1 ' e f f e t v i s u e l , l a t r o i s i e m e c r e e un fond sonore. On peut se demander dans qu e l but. C'est l a que r e s i d e l e paradoxe: l a p r o g r e s s i o n de t e n s i o n q u i a t t i s e l a c u r i o s i t e du l e c t e u r se l i m i t e a l a r e p e t i t i o n proprement d i t e sans i n f l u e n c e r l e r e s t e du r e c i t sauf dans l a mesure ou e l l e permet une t r a n s i t i o n . A i n s i l e p l a i s i r d e . l a reconnaissance e s t accompagne d'une c u r i o s i t e e t d'une apprehension q u i ne sont p o u r t a n t pas s a t i s f a i t e s , 1 ' i n c i d e n t menant a u s s i t o t a un autre f i l , c e l u i - c i e n t r a i n a n t d'autres r e p e t i t i o n s . L'absence de toute consequence de c e t i n c i d e n t demontre l e p l a i s i r g r a t u i t que prend l e n a r r a t e u r a monter l a t e n s i o n de son r e c i t e t a c h a t o u i l l e r l e s n e r f s de son l e c t e u r . Apres un long i n t e r v a l l e d'une ce n t a i n e de pages, c ' e s t de nouveau une m§lee, non pas d ' a c c i d e n t s , mais de gestes 134 e t de mouvements, de phrases q u i "sonnent faux" q u i minent a 1 * e n t r i e de l a p o l i c e : E t c ' e s t presque pour t o u t l e monde une s o r t e de soulagement l o r s q u e l l e s p o l i c i e r s en uniforme a n g l a i s f o n t e n f i n l e u r a p p a r i t i o n . Le s i l e n c e g t a i t d ' a i l l e u r s t o t a l depuis p l u s i e u r s secondes, comme s i l e moment exact de l e u r entree en se i n e a v a i t ete des longtemps connu de tous. (M, p. 205) Les r e p e t i t i o n s de l a scene du b a l dans l e t e x t e semblent a v o i r l e meme e f f e t sur l e s convives qu'une s e r i e de r e p e t i t i o n s t h e a t r a l e s sur des a c t e u r s ; e f f e t surprenant q u i s i g n i f i e r a i t qu'a chaque e v o c a t i o n du t e x t e i l s se remettent a joue r chacun son r o l e , en dehors de ce r o l e i l s n ' e x i s t e n t pas. Vers l a f i n du l i v r e , i l s sont t o u t simple- ment f a t i g u e s . Les s o l d a t s se d i s t r i b u e n t comme a l a premiere r e p r i s e , sauf que l e l i e u t e n a n t se d i r i g e v e r s Johnson c e t t e f o i s au l i e u de vers Lady Ava. Comme s i l'evenement d i p a s s a i t son c o n t r o l e , l e n a r r a t e u r e s t p e r p l e x e : "mais une chose m ' i n q u i i t e a p r e s e n t : ne s e r a i t - c e pas p l u t o t v e r s l a mai'tresse de maison que se d i r i g e l e l i e u t e n a n t , de son pas decide? N ' e s t - i l pas p l u s l o g i q u e de l ' a r r e t e r , e l l e , en premier l i e u ? " (M, p. 206) Apres une longue phrase complexe q u i e x p l i q u e c e t t e l o g i q u e , l e n a r r a t e u r r e v i e n t a l a scene immediate: "En t o u t cas, l o r s q u e l e l i e u t e n a n t de p o l i c e se presente devant Lady Ava, ... c e l l e - c i o f f r e a b o i r e d'une v o i x mondaine au nouvel a r r i v a n t , ce q u i ne mine a r i e n . " (M, p. 207) 135 Ce n'est done, qu'a l a s u i t e de c e t t e l o g i q u e , q u i e t a b l i t une c a u s a l i t e a 1 ' i n t e r i e u r du r e c i t , que l e n a r r a t e u r se c o r r i g e ; i l n'est guere preoccupy de 1'exactitude de sa r e p e t i t i o n . Au l i e u de f a i r e B i f u r q u e r l e r e c i t , mettant a i n s i f i n a 1 ' i n c i d e n t , i l d e c l a r e que c e t t e scene "ne mene a rien"> a n t i t h e s e q u i r e f u t e 1 ' u t i l i t y de toutes ses e x p l i c a t i o n s m e t i c u l e u s e s . A f o r c e de r e p r i s e s , l e l e c t e u r f i n i t par s'y a t t e n d r e , mais une page p l u s l o i n , son a t t e n t e e s t dejouge: C'est a l o r s qu'on frappe, a l a grande p o r t e aux vantaux moulures, une f o i s , deux f o i s , t r o i s f o i s . . . Quel e s t l e v i s i t e u r impryvu q u i s ' o b s t i n e a i n s i sans o b t e n i r de reponse? ... Mais l a p o r t e s'ouvre, e t l a s u r p r i s e e s t grande de v o i r S i r Ralph e n t r e r brusquement. (M, p. 208) L'auteur de l a q u e s t i o n digne des h i s t o i r e s d'aventure pour enfants e s t d i f f i c i l e a i d e n t i f i e r , s i ce n'est pas t o u t simplement l e n a r r a t e u r q u i l a d e s t i n e au l e c t e u r . C e l u i - c i e s t en e f f e t comme c o n d i t i o n n e par l e s nombreuses r y p e t i t i o n s prgcydentes, e t tend a l o r s a" a s s o c i e r l a grande p o r t e de l a V i l l a Bleue avec l ' e n t r y e des p o l i c i e r s . Mais c e t t e f o i s , c o n tre t o u t e a t t e n t e , c ' e s t S i r Ralph q u i f a i t son entrSe. E n f i n , a l a d e r n i e r e page du l i v r e , l e s p o l i c i e r s r e v i e n n e n t , e t i l s arrS'tent Johnson dans l a chambre de Lauren. Apres toutes l e s fausses alarmes q u i ont, en f i n de compte, dompty l a c u r i o s i t y du l e c t e u r S c o n n a i t r e l a s u i t e , c e l l e - c i ne venant jamais, l e l e c t e u r ne s'attend p o i n t a une c o n c l u s i o n 136 de 1 ' i n c i d e n t r^p6t€ de 1 ' i r r u p t i o n des gendarmes. Mais l a p r i s e de Johnson condamne, en f a i t , l a d e r n i i r e v o i x n a r r a t r i c e au s i l e n c e puisque Lady Ava, e t Edouard Manneret, q u i joue a u s s i p a r f o i s l e r o l e du "gros homme au t e i n t rouge"/ sont morts. J u s q u ' i c i , i l a §t§ q u e s t i o n de l a m o d i f i c a t i o n des a c t i o n s , du decor, anime'e par des personnages q u i r e p r g s e n t e n t une constante dans l e s s e i n e s r e p r i s e s , a i n s i que l e s s o l d a t s q u i r i a p p a r a i s s e n t chaque f o i s , meme s i l e u r nombre change. Dans La Maison de rendez-vous i l y a une autr e s o r t e de m o d i f i c a t i o n , moins prononcge, mais q u i t r o u v e r a son gpanouis- sement dans P r o j e t pour une r e v o l u t i o n a New York. I I s ' a g i t des jeux d 1 i d e n t i t y . Comme i l e s t mentionng p l u s haut, Edouard Manneret, v i c t i m e d ' a s s a s s i n a t , peut.'etre i d e n t i f i e r avec l e "gros homme au t e i n t rouge" q u i raconte-ses e x p l o i t s a Johnson. Le f a i t de r a c o h t e r en f a i t ggalement une des v o i x n a r r a t r i c e s du roman, a i n s i que Manneret q u i e c r i t peut e t r e en t r a i n de na r r e x H l a f o i s l e roman. I I y a egalement S i r Ralph, ou Johnson, ou Ralph Johnson, t a n t o t personnage, t a n t o t n a r r a t e u r q u i e s t p a r f o i s agresseur e t p a r f o i s v i c t i m e des a u t r e s . A i n s i Lauren, l a p r o s t i t u t e timide e t soumise, r i v i l e un cote c o n t r a d i c t o i r e en r e f u s a n t de p a r t i r avec Johnson, e t en eltant p e u t - e t r e meme a l ' o r i g i n e de son a r r e t f i n a l . L * i d e n t i t y du personnage ou du n a r r a t e u r e s t done l o i n d ' e t r e f i x e , absolue, au c o n t r a i r e , e l l e v a r i e en f o n c t i o n du j e u des correspondances de l ' g c r i t u r e . Dans P r o j e t 137 l ' i d e n t i t e changeante des personnages e s t a l a base d'un reseau i n e x t r i c a b l e de r e p e t i t i o n s e t de permutations d'une s i m p l i c i t e e t a l a f o i s d'une complexity e t o u r d i s s a n t e s . Un exemple e c l a i r c i r a l e procede de base: Laura v o i t l e s e r r u r i e r "dans l a p o s i t i o n du voyeur" devant l e t r o u de s e r r u r e de l a porte. c' "Laura s ' e t a i t d'abord decidee a l u i c r e v e r l ' o e i l avec une a i g u i l l e a t r i c o t e r , mais e l l e a e n s u i t e trouve ... :"(P, p. 113) Quelques pages p l u s l o i n , e l l e se trouve dans l e long c o r r i d o r de l a maison du n a r r a t e u r e t n ' a r r i v e p l u s a se r a p p e l e r q u e l l e p o r t e donne acces a sa chambre. ... Laura se penche contre l a premiere pour t e n t e r d ' a p e r c e v o i r , par l e t r o u de l a s e r r u r e ce q u ' i l y a de l ' a u t r e cote; mais e l l e ne v o i t r i e n , e t e l l e n'ose pas i n s i s t e r a cause de 1 ' a i g u i l l e a t r i c o t e r du p e t i t homme chauve. (P, p. 118) La m o d i f i c a t i o n renverse done l e s r o l e s : l ' a g r e s s e u r se trouve soudain v u l n e r a b l e t a n d i s que l e voyeur insoupconnant d e v i e n t , hypothetiquement du moins, agresseur. En p l u s , du f a i t que l e deuxieme contexte ne donne aucun i n d i c e quant a l a presence du s e r r u r i e r , 1'apprehension de son a i g u i l l e a t r i c o t e r d e v i e n t nettement comique. Le p l a i s i r s u r t o u t de ce genre de permutation, terme emprunte a P r o j e t (p. 37), r e s i d e de nouveau dans l a s i m p l i c i t e de l a correspondance , de 1 ' i n v e r s i o n comme Freud l a d e c r i t dans l e fonctionnement du reve. Une autre a s s o c i a t i o n f u g i t i v e declenchee par l a r e p r i s e d'une meme a c t i o n i l l u s t r e encore ce genre de 138 m o d i f i c a t i o n : ... apres a v o i r otg ses deux gants pour l e s p l a c e r sous son a i s s e l l e gauche, Ben S a i d note ... l e r i c i t s u c c i n c t ... (P, 114-115) Laura s a i s i t l e l i v r e q u ' e l l e a v a i t p l a c g sous son a i s s e l l e , en meme temps que l e s gants n o i r s de Ben S a i d , e t e l l e l e lance ... (P, p. 116) De nouveau 1 ' a c t i o n e n t r a i n e comme automatiquement une courte d i s t r a c t i o n de l a pensge vers 1 ' a c t i o n i d e n t i q u e p l u s haut, a b s u r d i t e g r a t u i t e q u i amuse, mais en meme temps r g v i l e un procgdg a l ' o r i g i n e d'une grande p a r t du developpement du roman. Au l i e u de s'appuyer sur l a c a u s a l i t g h a b i t u e l l e - i n t e r n e , pour r a p p e l e r Freud - a p a r t i r du sens, l a c o r r e s - pondance s ' e f f e c t u e grace a une s i m i l a r i t g e x t g r i e u r e au contexte, une s i m i l a r i t g f o r m e l l e . En accord avec l'gtude systgmatique de Freud sur l e rapprochement de l'humour e t du reve, Bergson a f f i r m e ggalement: " t o u t j e u d'idges pourra nous amuser, pourvu q u ' i l nous r a p p e l l e ... l e s j eux du r e v e . " 1 La complexity de l a permutation v a r i e , comme 1'exemple s u i v a n t l e dgmontre. Laura, c a p t i v e du mgtro, e s t en t r a i n de r a c o n t e r au docteur Morgan sa dgcouverte du " t e r r a i n vague": La p e t i t e porte a une c l e f . ... C'est moi q u i l a garde, puisque c ' e s t moi q u i l ' a i dgcouverte ... Non, j e ne l a cache pas sous une lame du planc h e r de ma chambre; j e l a dgpose t o u j o u r s , en a r r i v a n t , sur Le R i r e , p. 143. l e marbre de l a c o n s o l e , dans 1'entree, a cote du bougeoir en c u i v r e e t de l a l e t t r e non- decachetee ... mise par e r r e u r dans l a b o i t e , e t que je d o i s rendre au f a c t e u r depuis j e ne s a i s pas combien de temps. (P, p. 160) Au debut de ce passage, i l s ' a g i t sans t r o p de doute de l a Laura des " t r o i s chenapans du metro!'. Le f a i t que l a p r i s o n - n i e r e de l a maison du n a r r a t e u r s ' a p p e l l e egalement Laura, on peut d e j a soupconner que ces deux personnages sont l i e s . N'empeche que l a f u s i o n momentanee surprend, declenchee par l e verbe "garder" q u i r a p p e l l e t o u t de s u i t e Laura de l a maison q u i en e f f e t , cache a. p l u s i e u r s r e p r i s e s des t r o u v a i l l e s sous une planche de sa chambre. V o i l a une p r e - miere f u s i o n d ' i d e n t i t e s . Une deuxieme e s t i n e v i t a b l e par l a mention de l a c l e f , a r t i c l e a s s o c i e des l e debut du roman avec l e n a r r a t e u r q u i , en s o r t a n t de sa maison, e s t p r i s par l a c r a i n t e d ' a v o i r o u b l i e sa c l e f a 1 ' i n t e r i e u r , ou, en r e n t r a n t , l a depose t o u j o u r s "sur l e marbre de l a console, dans l e c o i n d r o i t , pres du bougeoir en c u i v r e l ' l (P, p. 12) Ce d e r n i e r geste r e v i e n t d ' a i l l e u r s souvent dans l e t e x t e . 1 Repetee presque mot a mot, c e t t e d e c l a r a t i o n f a i t e par Laura semble done t o u t a f a i t incongrue, mais e l l e c o n s t i t u e t o u t simplement l a f u s i o n de Laura e t du n a r r a t e u r , c e t t e premiere jouant, de p l u s , l e r o l e de n a r r a t e u r a c e t i n s t a n t . Laura aj o u t e p o u r t a n t l e nouvel element de l a l e t t r e egaree. Plus t a r d , l e n a r r a t e u r h a b i t u e l , c e l u i de l a maison ferm€e, - p. 26, 49, 55, 96. 140 rgpete son geste de deposer l a c l e f "sur l a console a cote de l a l e t t r e non dgcachetee ... . " (P, p. 168) I I p o u r s u i t m§me sa p r e o c c u p a t i o n de l a l e t t r e , e t d e c l a r e qu'"au ve r s o , i l n'y a v a i t t o u j o u r s aucune mention d'expgditeur", (P, p. 168) comme s i , en attendant un peu une adresse s'y i n s c r i r a i t toute s e u l e I Une d e r n i i r e r e p r i s e de ce geste s'appuie c e t t e f o i s s ur 1 ' a c t i o n de r e n t r e r e t de "deposer! 1. A l a d e r n i i r e page du roman, i l ne s ' a g i t p l u s de l a c l e f mais de " l a f i l l e t t e " : " j e s u i s en t r a i n de refermer l a p o r t e d e r r i i r e moi, a p r i s a v o i r dgposg mon p r g c i e u x f a r d e a u sur l e s o l du v e s t i b u l e ... ." (P, p. 214) Le "prgcieux fardeau" remplagant t o u t simple- ment " l a c l e f " dans c e t t e phrase, l e changement a l a f i n mis a p a r t , l e s deux o b j e t s semblent con s i d g r g s sur un p i e d d ' e g a l i t g . De p l u s , i l e s t i n t g r e s s a n t de n o t e r , dans c e t exemple, l ' a d j e c t i f "prgcieux" q u i r e n v o i e a son emploi i r o n i q u e dans Le Voyeur, au s u j e t de l a "precieuse v a l i s e " de Mathias. C e c i c r g e des corresponces d ' " i n t e r t e x - t u a l i t e " 1 que l e l e c t e u r a l a l i b e r t e d ' e x p l o i t e r a sa g u i s e . Bruce M o r r i s s e t t e f a i t une a p p r g c i a t i o n d'une t e l l e l e c t u r e ; l'autonomie de chaque roman c§de l a p l a c e S l'autonomie de l'oeuvre e n t i i r e ( l e s romans e t l e s f i l m s ) de R o b b e - G r i l l e t . Dans l a dgmarche de c e t t e gtude on peut s u i v r e une une g v o l u t i o n a p a r t i r de l a m o d i f i c a t i o n simple de d g t a i l s x J e a n A l t e r , La V i s i o n du monde d ' A l a i n R o b b e - G r i l l e t , p. 65-87. 141 e t de gestes ( l e s s o l d a t s de Maison) ver s un jeu de c o r r e s - pondances q u i a f f i c h e une l i b e r t e de j o n g l e u r autant avec l e s personnages qu'avec l e s o b j e t s . Habitues a c o n s i d e r e r l e personnage comme e t a n t n o t r e r e p r e s e n t a n t dans l e domaine de l a l i t t e r a t u r e , e t done 1'element l e p l u s important, nous experimentons l e choc de l a r e d u c t i o n de not r e double f i c t i f a une v a l e u r egale a c e l l e de tous l e s autres c o n s t i t u a n t s du roman. L ' e f f e t e s t amusant, mais i l s ' a g i t a l a f o i s d'un precepte de l a t h e o r i e de R o b b e - G r i l l e t q u i veut que "tous l e s elements du r e c i t , tous l e s decors, tous l e s evenements, tous l e s instruments ou personnages ne sont que des v o i x n a r r a t r i c e s en meme temps que des o b j e t s n a r r e s . " 1 Le mouvement de permutation e s t l a m a n i f e s t a t i o n de l a f o n c t i o n de l ' o b j e t , du geste e t du personnage dans l e j e u de l a n a r r a t i o n . Les r e p e t i t i o n s , l e s m o d i f i c a t i o n s e t l e s correspondances ayant l e u r s e u l e source dans 1'imagination, l a n a r r a t i o n e s t humaine par e x c e l l e n c e e t f a i t appel a l a f a c u l t e q u i d i s t i n g u e p e u t - e t r e l e mieux 1'homme de l a bete, a 1'imagination du l e c t e u r e t a sa c a p a c i t e d'y t r o u v e r du p l a i s i r . Nouveau Roman: t i l e r y a u j o u r d ' h u i , tome 2, p. 169. 142 I I I E. Les t e n t a t i v e s d'une r e o r g a n i s a t i o n n a r r a t i v e En c o n t r a s t s avec l e l i b r e j e u de 1'imagination, t e l q u ' e l u c i d e p l u s haut, l e t e x t e e s t ponctue i c i e t l a de remarques q u i temoignent d'un grand s o u c i d'ordre e t de c l a r t e de l a p a r t du n a r r a t e u r . V e u t - i l se rapprocher du l e c t e u r pour 1'aider a se r e t r o u v e r parmi l e s f i l s entremeles? I l ne semble pas a en juger par ces t e n t a t i v e s pour r e t a b l i r un ordre n a r r a t i f , t e n t a t i v e s q u i s'averent b i e n t o t decevantes. l e s o l d a t s'etonne d ' e t r e de r e t o u r dans c e t t e p i e c e , q u i a p p a r t i e n t a une scene t r e s a n t e r i e u r e . (L, p. 210) I I d o i t e t r e mort ... Pourtant l a scene s u i v a n t e ... (L, p. 218) Sans doute c e t t e scene a - t - e l l e eu l i e u un autre s o i r ; ou b i e n , s i c ' e s t a u j o u r d ' h u i , e l l e se p l a c e en t o u t cas un peu p l u s t o t ... (M, p. 30) C'est sans doute de c e t t e scene q u ' i l s ' a g i t i c i . (M, p. 41) E n s u i t e v i e n t l a scene ... .Cependant e l l e ne d o i t pas se s i t u e r immediatement a c e t e n d r o i t oil e l l e ne s e r a i t guere comprehensible ... (M, p. 66) C ' e s t done l a que se p l a c e , de nouveau, l e d i a l o g u e e n t r e l e gros homme e t son i n t e r l o c u t e u r de haute t a i l l e ... (M, p. 74) (c e t episode, d e j a passe, n'a p l u s sa p l a c e i c i ) . (M, p. 158) S i Manneret v i e n t d e j a d ' e t r e a s s a s s i n e , c e t t e scene se passe auparavant, de toute evidence. (M, p. 182) S i ces phrases semblent f a i r e r e s s o r t i r une c e r t a i n e bonne v o l o n t e , l e l e c t e u r q u i t e n t e de t r o u v e r des p r e c i s i o n s 143 g c l a i r a n t e s ne f a i t p o u r t a n t que bu t e r contre des i n d i c a t i o n s vagues: " a n t g r i e u r " , "un peu pl u s t o t " , "un autre s o i r " . I I s ' a g i t d'une par o d i e pure de l a c a u s a l i t g , e t de l a ch r o n o l o g i e t r a d i t i o n n e l l e s . Dans l e L a b y r i n t h e , l e n a r r a t e u r f a i t semblant d ' e l i m i n e r des c o n f u s i o n s g v e n t u e l l e s . I I e x p l i q u e : Ce gamin-ci e s t c e l u i du c a f g , s e m b l e - t - i l , q u i n'est pas l e meme que l ' a u t r e , q u i a con d u i t l e s o l d a t (ou q u i l e con d u i r a , par l a s u i t e ) J jusqu'a l a caserne ... .C'est ce gamin-ci, en tout cas, q u i a i n t r o d u i t l e s o l d a t dans l e ca f g ... (L, p. 155) Le l e c t e u r n'ayant jamais soupconng q u ' i l ne s ' a g i s s a i t pas du meme gargon n'est done p o i n t e c l a i r e a l'gg a r d d'un probleme q u i n ' e x i s t a i t pas pour l u i . P a r f o i s , au cours du t e x t e , l e n a r r a t e u r t e n t e une mise au p o i n t d'un i n c i d e n t . A i n s i , dans un moment de grand suspens, ou l e faux p o l i c i e r de P r o j e t s'apprete a " l a mise en s e i n e de l ' e x g c u t i o n " de JR, l e n a r r a t e u r c o n s c i e n c i e u x i n t e r r o m p t : "Mais v o i l a qu'une q u e s t i o n p r g l i m i n a i r e se pose: comment JR a - t - e l l e pu entendre l a f e n e t r e s ' o u v r i r ... , au m i l i e u d'un t e l vacarme?" (P, p. 81) Ce s o u c i de p r g c i s i o n minutieuse, a l ' e c a r t en p l u s du s u j e t dramatique imminent e s t d'un comique presque exaspgrant, d'autant p l u s que l e n a r r a t e u r ajoute tout de s u i t e apres que "ce genre de d g t a i l e s t dgnug de toute importance"- (P, pp. 81-82) En bon o r g a n i s a t e u r , l e n a r r a t e u r peut e t r e lui-meme exaspgrg de d g t a i l s q u i ne se l a i s s e n t pas dompter. Du moins, 144 i l en f a i t semblant. L 1 e p i s o d e dans Maison de l ' e u r a s i e n n e q u i monte l ' e s c a l i e r e n t r a i n e t o u j o u r s l e probleme de ce q u ' e l l e f a i t du grand c h i e n n o i r pendant son absence. Le n a r r a t e u r s ' e f f o r c e a proposer de nombreuses hypotheses: un anneau de f e r pour l ' a t t a c h e r , ou p e u t - e t r e au moins un "vieux clou! 1^ (M, p. 39) Le c h i e n ne peut pas monter avec Kim, a cause du danger de l ' a i r c l i m a t i s e pour "ces betes d e l i cate si"'.' Une r e p r i s e de l a scene ou Kim "se met a g r a v i r sans..." a r r e t e l e n a r r a t e u r encore: "Mais non! V o i l a que 1 ' i r r i t a n t probleme du c h i e n se pose de nouveau avec toute son a c u i t e . " (M, p. 143) Mais c e t t e f o i s "l'encombrante b§te" se lance t o u t simplement dans l ' e s c a l i e r , e t l e n a r r a t e u r ne f a i t que c o n c l u r e : " I I n'y a, somme t o u t e , aucune r a i s o n de ne pas l e l a i s s e r monter." (M, p. 145) La maison, comme par c o i n c i d e n c e , ne possede pas de systeme de r e f r i g e r a t i o n - s o l u t i o n t r o p f a c i l e q u i f a i t de tous l e s arguments precedants du n a r r a t e u r un j e u g r a t u i t . Cette bonne v o l o n t e demesuree d ' e x p l i q u e r de facon l o g i q u e 3ie d e t a i l du ch i e n accentue, au fond, encore p l u s l a p l u s grande p a r t i e du t e x t e q u i s'oppose a ce genre de l o g i q u e . Encore une r a i l l e r i e adressee au roman r e a l i s t e , c e t t e t e n t a t i v e demontre son propre r i d i c u l e , e t met p l u t o t en v a l e u r 1 * i m p o s s i b i l i t y d ' e t a b l i r un ordre quelconque dans l e r e c i t . Dans ce d e r n i e r exemple, l e n a r r a t e u r n ' a r r i v e en e f f e t a une reponse s a t i s f a i s a n t e que grace au truquage de l a maison c e t t e 145 f o i s non c l i m a t i s e e . Le n a r r a t e u r peut se j u s t i f i e r sans d i f f i c u l t ^ : " i l s ' a g i s s a i t d'une aut r e f o i s , d'un a u t r e moment, d'un a u t r e j o u r , d'un a u t r e e n d r o i t , d'un a u t r e immeuble (et p e u t - e t r e d'un a u t r e c h i e n e t d'une aut r e s e r v a n t e ) . " (M, p. 143) Tandis que l e n a r r a t e u r de Maison joue l e s deux r o l e s de poser l e problime e t de chercher l a response, dans P r o j e t , l e premier r o l e e s t assume par un personnage anonyme q u i r e v i e n t pgriodiquement demander des e x p l i c a t i o n s ou reprocher au n a r r a t e u r des i n c o n s t a n c e s . Vers l a f i n du l i v r e , i l d e c l a r e au n a r r a t e u r : - ... I I y a d ' a i l l e u r s , a ce s u j e t , une c o n t r a d i c t i o n dans v o t r e r g c i t : vous d i t e s une f o i s que l a p a t i e n t e g t a i t nue, e t une a u t r e f o i s q u ' e l l e p o r t a i t une robe rouge. - Je v o i s que vous avez mal s u i v i mes e x p l i - c a t i o n s : c ' g t a i t un a u t r e s o i r , un a u t r e mgdecin e t une autre v i c t i m e . (P, p. 190) La rgponse du n a r r a t e u r s'appuie sur des " e x p l i c a t i o n s " censges a c q u i s e s , q u i p o u r t a n t ne f i g u r e n t p o i n t dans l e t e x t e . P l u t o t , e l l e s o u l i g n e 1 ' i r o n i e . d e l a q u e s t i o n de l ' i n t e r r o g a - t e u r , c e l l e - c i considgrge par r a p p o r t aux nombreuses c o n t r a - d i c t i o n s gvidentes du roman, conformgment au prgcepte que R o b b e - G r i l l e t annonce dans ses g c r i t s t h g o r i q u e s : " l e l i v r e e n t i e r aura d'autant p l u s de v g r i t e q u ' i l comportera davantage de c o n t r a d i c t i o n s " . 1 "Nature, humanisme,traggdie,'" dans Pour un nouveau roman, p. 56. 146 I I I F. L ' i n d i f f e renee f i n a l e L o r s q u ' i l a r r i v e v e r s l a f i n de son t r a v a i l , l e n a r r a t e u r semble r e n c o n t r e r de l a d i f f i c u l t y a m a i n t e n i r c e t t e bonhomie r e a l i s t e q u i semble l u i demander t r o p d ' e f f o r t . En o p p o s i t i o n avec l e s o u c i de p r e v o i r des reproches, l e n a r r a t e u r f a i t preuve, de p l u s en p l u s , de nonchalance, v o i r e d ' i n d i f f e r e n c e v i s - a - v i s de son r e c i t . Comme dans l e cas de l a r e p e t i t i o n ou l e s i n v i t e s au b a l de l a V i l l a Bleue, t e l s des acte u r s de t h e a t r e , sont f a t i g u e s apres t a n t de r e p r i s e s de l e u r scene, l e n a r r a t e u r , l u i a u s s i , ne d i s s i m u l e p l u s son d e s i r d'en f i n i r . Ce sentiment du n a r r a t e u r e s t p a r t i c u l i e r e m e n t e v i d e n t dans l e passage s u i v a n t de La Maison de rendez-vous q u i mene a l ' a s s a s s i n a t d'Edouard Manneret: La porte de 1 1appartement e s t e n t r e b a i l l e e , l a p o r t e ... e s t grande ouverte ... , l a po r t e ... e s t ferraee - q u e l l e importance? - e t Manneret en personne v i e n t l u i o u v r i r , ou b i e n c ' e s t un domestique c h i n o i s , ou une jeune eurasienne ... . Qu e l l e importance, t o u t c e l a ? Q u e l l e importance? Edouard Manneret n'est pas encore couche, en t o u t cas. I I ne se couche jamais. I I d o r t t o u t h a b i l l e dans son r o c k i n g - c h a i r . I I n ' a r r i v e p l u s a dormir depuis longtemps ... I I d o r t t r a n q u i l l e m e n t dans son l i t ...; A l o r s l ' A m e r i c a i n s o r t calmement son r e v o l v e r de l a poche i n t e r i e u r e d r o i t e [ou gauche?] de son smoking, ce r e v o l v e r q u ' i l e t a i t a l l e prendre t o u t a I'heure [quand?] dans 1'armoire ou l a commode de sa chambre d ' h o t e l ... (M, p. 210-211) La premiere p a r t i e de l a c i t a t i o n , jusqu'a "Quelle importance?" se moque des d e t a i l s d e s c r i p t i f s s u p e r f i c i e l s . Tout de s u i t e 147 apres v i e n t p o u r t a n t une a f f i r m a t i o n exactement du me*me genre, avec l e "en to u t cas" ajoute a l a f i n pour un peu.plus d ' i n s i s t a n c e quant a sa v e r i c i t i . Mais peu aprds, l e s c o n t r a d i c t i o n s r t f u t e n t toute vraisemblance, e t de nouveau l e n a r r a t e u r c o n c l u t : " t o u t ca, c ' e s t l a meme chose". P u i s , arrive! au moment l e p l u s dramatique du roman, i l " r a t e " dglibergment son e f f e t avec l a mise en qu e s t i o n de d e t a i l s t o u t a u s s i i n s i g n i f i a n t s . - C o n scient de son d e v o i r d'achever l e roman, l e na r r a t e u r de P r o j e t pour une r e v o l u t i o n a New York semble p a r l e r de p l u s en p l u s v i t e , t a n d i s que de nouveaux Pigments a p p a r a i s - sent constamment q u i 1' a s s a i l l e n t presque malgre l u i . Tgmoin c e t e x t r a i t : Mais l e temps p r e s s e . I I va f a i r e b i e n t o t j o u r . E t v o i l a q u ' i l v i e n t d ' a p p a r a i t r e un "chat" au detour d'une phrase, a propos de Sarah l a m i t i s s e : un sourd e t un chat. Le sourd, j'en s u i s sur, c' e s t l e t r o m p e t t i s t e du "Vieux Joe." Mais l e chat n'a encore joue aucun r o l e i c i , a ma con- n a i s s a n c e ; i l ne peut done s ' a g i r que d'une e r r e u r . . . A propos des i n f i r m i i r e s blondes ... i l a u r a i t s u r t o u t f a l l u r e c h e r c h e r ce qu'est devenue l a p l u s p l a i s a n t e , .... Mais i l e s t t r o p t a r d . Dans l e p e t i t j o u r q u i se l e v e , l e s pas marteles de l a p a t r o u i l l e r i s o n n e n t deja. ... de l e u r dgmarche reSguliere, t r a n q u i l l e . . . E t C l a u d i a . . . Qui g t a i t C l a u d i a ? Pourquoi a - t - e l l e ete ixecutee? ... Oui, c ' e s t c e l a , j e d i s a i s : . . . de l e u r pas t r a n q u i l l e . (P, pp. 208-209) R o b b e - G r i l l e t lui-meme f o u r n i t 1 ' e x p l i c a t i o n : ... i l v i e n t un moment ... oft l a l i q u i d a t i o n du m a t e r i e l commence, ce q u i i n t e r d i t de no u v e l l e s p r i s e s en charge. La chose e s t m§me d i t e , de fagon i r o n i q u e , dans P r o j e t , a propos du mot chat 148 c ! e s t - a - d i r e que l e chat e s t a u s s i une p l a i s a n t e r i e a-cause du.sexe f e m i n i n , generateur q u i a g i s s a i t en f a i t depuis l e debut...! Pour s e c o u r i r l e n a r r a t e u r en l u t t e avec t o u j o u r s de nouveaux elements, on d i r a i t q u ' i l y a une v o i x anonyme ou i n t e r i e u r e q u i l e ramene au bon chemin a l a f i n du passage. En f a i t , ce q u i a r r i v e a l a f i n de P r o j e t , c ' e s t que "tous l e s mots du l i v r e sont en t r a i n de p a r l e r ensemble, e t c ' e s t eux l e n a r r a t e u r . . . . " 2 A ce moment-la, on peut p a r l e r de 1 ' a u t o - n a r r a t i o n du roman; e t a ce propos i l s e r a i t i n t e r e s s a n t d'examiner l ' i d e e de M i c h e l Mansuy q u i p a r l e du n a r c i s s i s m e de 1'imagination dans l e Nouveau Roman.^ I I se s e r t du L a b y r i n t h e comme exemple pour d i r e au s u j e t du n a r r a t e u r : "ce n'est pas l e r e s u l t a t q u i l ' i n t e r e s s e , mais l e t r a v a i l de c r e a t i o n . I I f a i t l e r e c i t de l a nai s s a n c e d'un r e c i t . I l donne a i n s i l e s p e c t a c l e de 1'imagination q u i se prend elle-meme pour s u j e t , de 1'imagination imaginant q u ' e l l e imagine." En e x t r a p o l a n t pour i n c l u r e Maison e t P r o j e t , l e n a r c i s s i s m e e n v a h i t t o u t l e reseau complexe de l a c o n s t r u c t i o n de l a f i c t i o n , ou l'humour r e s i d e justement dans l e revirement s u b i t e t c o n t i n u e l v e r s s o i , 1 ' i n t e r i o r i s a t i o n de l ' e c r i t u r e , quand e l l e f e i g n a i t ^Nouveau Roman: h i e r , a u j o u r d ' h u i , tome 2, p. 168; i t a l i q u e s de l ' a u t e u r . 2 A l a i n R o b b e - G r i l l e t , Nouveau Roman: h i e r , a u j o u r d ' h u i , tome 2, p. 169. ^Nouveau Roman: h i e r , a u j o u r d ' h u i , tome 1, p. 87. 149 de s'occuper d'un s u j e t a u t r e qu'elle-meme. M i c h e l Mansuy i n t e r p r i t e ce phgnomine de l a facon s u i v a n t e : I I me p l a i t de penser que l e s m u l t i p l e s r e p e t i t i o n s , echos, r e p r i s e s symetriques ou i n v e r s e e s , b r e f , tous l e s e f f e t s de m i r o i r q u i c a r a c t e r i s e n t l e Nouveau Roman, sont comme des jeux de r e f l e t s ou 1'imagination contemple son image rgpe tee a l ' i n f i n i . 1 On peut a l l e r un peu p l u s l o i n , b i e n qu'avec retenue, pour rapprocher i c i l a c o n s t a t i o n d'Henri Bergson que " l e remdde s p e c i f i q u e de l a v a n i t e e s t l e r i r e , e t l e d i f a u t e s s e n t i e l - lement v i s i b l e e s t l a v a n i t e . " 2 I I s ' a g i t b e l e t b i e n de l a v a n i t e , s i l | o n r e t i e n t l a formule de Fr a n g o i s e van Rosum-Guyon: "de p l u s en p l u s , ... , l a n a r r a t i o n s'exhibe -«3 •'-Nouveau Roman: h i e r , a u j o u r d ' h u i , tome 1, p. 88. I t a l i q u e s de l ' a u t e u r . 2 . " " Le R i r e , p. 133. 3 Nouveau Roman: h i e r , a u j o u r d ' h u i , tome 2, p. 168. CHAPITRE QUATRE L'humour n o i r et l a r e v o l u t i o n 150 a IV L'humour n 6 i r e t l a r e v o l u t i o n A p r i s a v o i r t a n t parle" d'abord de l'humour d e s t r u c t e u r des gl€ments romanesques t r a d i t i o n n e l s , e n s u i t e de l'humour de l ' e c r i t u r e , i l r e s t e a examiner l e r o l e de l'humour dans l e r a p p o r t de l a forme e t du fond dans l'oeuvre de R o b b e - G r i l l e t . A c o n s i d e r e r l e s thimes p r i n c i p a u x qu'on y r e t r o u v e : l ' e r o t i s m e , l a v i o l e n c e , l e sadisme, on se v o i t oblige de q u a l i f i e r c e t humour p l u s precisement de l ' a d j e c t i f " n o i r " . Dis l o r s , i l e s t n e c e s s a i r e de proposer une d e f i n i t i o n au moins p r o v i s o i r e du terme "humour noir 1,',' pour pouvoir en p a r l e r e t pour 1'approfondir par l a s u i t e . L'humour n o i r s e l o n l e Grand Larousse, e s t " c e l u i q u i s o u l i g n e avec cruaute, amertume, e t p a r f o i s d e s e s p o i r 1'absurdity du monde." Cependant, l e s p a r t i s a n s de l'humour n o i r l u i a t t r i b u e n t une portee beaucoup p l u s ample e t une p l u s grande d i g n i t e . Andre Breton a f f i r m e q u ' " i l e s t par e x c e l l e n c e l'ennemi mor t e l de l a s e n t i m e n t a l i t y p e r p e t u e l l e - ment aux a b o i s . " ! Annie Le Brun, dans son etude sur l'humour n o i r , f a i t mention de " l a p r i s e derconscience par Andre Breton, en 1939, du renversement t o u j o u r s p o s s i b l e des r a p p o r t s conventionnels de l a realite e t du moi."2 C'est un defi a l a societe, a l a v i e , e t c ' e s t une r e v o l t e , done acte agresseur e t d g f e n s i f . L'humour de l r e c r i t u r e s ' i n s c r i r a i t X L ' A n t h o l o g i e de l'humour n o i r , p. 1. 2"L'Humour n o i r " i dans E n t r e t i e n s sur l e s u r r e a l i s m e , par Ferdinand A l q u i e , p. 102~ 151 a l o r s egalement dans l e genre n o i r , puisque l u i a u s s i presente un d e f i au l e c t e u r e t une r e v o l t e contre l e langage t r a d i t i o n n e l . S ' i l f a u t mettre c e t humour en o p p o s i t i o n avec l'humour n o i r , j'emprunterais v o l o n t i e r s l ' e x p r e s s i o n de Ludovic J a n v i e r , a propos de Samuel Beckett, q u i p a r l e de l'humour "mechant" de l ' e c r i t u r e , e t du " s o r t que l ' a u t e u r du l i v r e , en cassant l e l i v r e a chaque i n s t a n t , r e s e r v e a son l e c t e u r . Ce deconditionnement { j o o u r s u i t - i l j de 1'homme l i s a n t f a i t que l'humour b e c k e t t i e n precede l e s e n t r e p r i s e s l e s p l u s hautes de ce temps, c e l l e s q u i v e u l e n t une l e c t u r e l i b e r a t r i c e . " 1 Le q u a l i f i c a t i f "mechant" f a i t r e s s o r t i r 1 ' a g r e s s i v i t e de c e t humour l a n g a g i e r que l e l e c t e u r de R o b b e - G r i l l e t s u b i t t o u t autant avec l e r e s u l t a t d ' e t r e , l u i a u s s i , "deconditionne. "•• La l i b e r a t i o n par l'humour de l ' e c r i t u r e p r o v i e n t , avons-nous d i t , de l a reconnaissance des a s s o c i a t i o n s externes du langage (externes au sens ou Freud l e s rapproche du fonctionnement du reve) aux depens d'une coherence l o g i q u e i n t e r n e . Dans l e s termes psychana- l y t i q u e s f r e u d i e n s , comme l e mentionne Andre Breton dans son A n t h o l o g i e de l'humour n o i r , i l s ' a g i t d'une "deplacement brusque de 1'accent p s y c h i q u e " , 2 i c i notamment du surmoi de 1 ' i n t e r p r e t a t i o n i n t e l l i g e n t e du sens v e r s l a p e r c e p t i o n p r i m i t i v e du moi. Or, l'humour n o i r par r a p p o r t au contenu e f f e c t u e en notr e e s p r i t l e t r a n s f e r t i n v e r s e , deplagant 1'accent iPo u r Samuel Beckett, p. 273. 2 p . 408. 152 psychigue du moi au surmoi, en une quete constante du p l a i s i r . C'est une mesure a g r e s s i v e , mais q u i se d i s t i n g u e de l'humour t o u t c o u r t par sa c a p a c i t e de defense. Annie Le Brun v o i t en l'humour n o i r un pouvoir s u b v e r s i f du au f a i t que " l e p l a i s i r ... d e v i e n t l e mode d ' e v a l u a t i o n d'un monde q u i e s t t r o p souvent c e l u i du n o n - p l a i s i r ? C e c i nous ramene directement au contenu des romans de R o b b e - G r i l l e t , un contenu souvent v i o l e n t e t sadique presente t o u t e f o i s dans l ' o p t i q u e d'un amateur d ' a r t devant une p e i n t u r e moderne. Avant de proceder p l u s l o i n a une d i s c u s s i o n de l a f o n c t i o n de l'humour n o i r dans l'oeuvre de R o b b e - G r i l l e t , nous a l l o n s c o n s i d e r e r l e s romans eux-memes. Les Gommes t r a i t e d e j a <le s u j e t du meurtre a l a l e g e r e en mettant 1 ' a s s a s s i n a" l a p o u r s u i t e du d e t e c t i v e , c e l u i - c i mene par des i n d i c e s douteux, a t u e r lui-meme l a v i c t i m e manquee. Le comique des personnages s'y ajoute pour f a i r e de l ' e n q u i t e de Wallas e t , a l a f i n , du meurtre, l e s o b j e t s de 1'amusement du l e c t e u r . A propos du Voyeur, R o b b e - G r i l l e t r a p p e l l e dans un a r t i c l e t h e o r i q u e , l a r e a c t i o n de " r e f u s massif e t v i o l e n t que l a grande presse opposa au second £roman^J . "2 Bruce M o r r i s s e t t e a l a f i n de son analyse du Voyeur, pose l a 1»L'Humour; noir";* dans E n t r e t i e n s sur l e s u r r e a l i s m e , par Ferdinand' A l q u i e , p. 107, i t a l i q u e s de l ' a u t e u r . 2"A quoi s e r v e n t l e s theories"," Pour un nouveau roman, p. 7. question: "Le Voyeur, e s t - i l un l i v r e immoral?"!, a cause de 1"impunitt du c r i m i n e l . M o r r i s s e t t e a r a i s o n de ripondre qu'une l e c t u r e de ce roman se f a i t "en dehors de toute p r i o c c u p a t i o n morale ou s o c i a l e " . 2 Dans un roman envahi d 1ambiguity, et ou 1'acte c r i m i n e l ne f i g u r e meme pas dans l e t e x t e , 1 ' i n t e r p r y t a t i o n ne peut qu'etre l a i s s y e au gry du l e c t e u r . Ceci rend impossible 1'attache d'une s i g n i f i c a t i o n f i x e q u e l l e q u ' e l l e s o i t au roman. I I y a, en p l u s , 1 ' i n d i c a t i o n dans l e texte que l e crime s'intdgre dans l e mythe c y c l i q u e de l ' i l e , i r o n i q u e en s o i , dont l a lggende veut l e s a c r i f i c e d'une jeune f i l l e , p r y c i p i t y e de l a f a l a i s e chaque annye. L'humour n o i r q u a l i f i e d i j a bien ce mythe d y f i a n t l a m o r a l i t y de l a s o c i e t y c i v i l i s y e . La page blanche a l i a place du crime dans l e t e x t e l i v r e l e l e c t e u r au doute e t a l a s p y c u l a t i o n ; c e t t e absence e s t done a l ' o r i g i n e d'un humour n o i r englobant l a l e c t u r e du roman e n t i e r . Le jeu des mots " e t r a n g l e r " et "corps" mentionne plus t o t prend ygalement l a t e i n t e du n o i r . L'absence gynerale d'humour n o i r dans l e s romans La J a l o u s i e e t Dans l e l a b y r i n t h e e s t due au f a i t que l e u r s thimes p r i n c i p a u x ne mettent pas en question l a m o r a l i t e de l a s o c i e t y . Roman a dose moderee de n o i r c e u r , La Maison de rendez- Les Romans de R o b b e - G r i l l e t , p. 109. 2 I b i d . , p. 110. 154 vous s e r t de p r i c u r s e u r au p l e i n epanouissement de l'humour n o i r dans P r o j e t , a u s s i d o i t - o n s ' a t t a r d e r sur quelques exemples. La mort de l a Japonaise, K i t o , q u i " a v a i t "du b i e n t o t e t r e p a s s i e dans l e s p e r t e s e t p r o f i t s de 1 ' a s s o c i a t i o n " , son corps vendu "pour e t r e s e r v i a d i f f t r e n t e s sauces dans un r e s t a u r a n t r i p u t e d*Aberdeen.,", (M, p. 167) r a p p e l l e immidiatement l'humour de Jonathan S w i f t . Le d e s h a b i l l a g e d'une jeune f i l l e par un c h i e n de "dressage s p e c i a l " , interrompu momentaniment l o r s &' "un stade p a r t i c u l i i r e m e n t d e c o r a t i f " , e t dont l e s menus a c c i d e n t s "ne n u i s e n t pas a l ' i n t i r e t du numgro, b i e n au c o n t r a i r e " (M, p. 43-44) sug g i r e un p l a i s i r i r o t i q u e q u i f r o l e l e sadisme. Une d i s c u s s i o n entre l e n a r r a t e u r " j e " e t Lady Ava au s u j e t de l'arme q u i a cause? l a mort d'Edouard Manneret se termine sur l a r e v e l a t i o n de Lady Ava q u ' " i l s ' a g i t d'une mise en s e i n e d e s t i n e e a camoufler l e crime en a c c i d e n t " - Une d e s c r i p t i o n d e p e i n t a l o r s 1 ' a s s a s s i n dans s o n " t r a v a i l . d e camouflage e t a j o u t e : "Par s o u c i de d e c o r a t i o n p l u s que de vraisemblance, l e metteur en s e i n e e n l i v e encore l e s chaussures du cadavre e t l e s l u i remet en l e s i n v e r t i s s a n t : l a chaussure d r o i t e au p i e d gauche, e t l a chaussure gauche au p i e d d r o i t . " (M, -p. 175-176) Outre 1'invraisemblance comique de c e t t e i n v e r s i o n , l e t r a n s f e r t d'accent psychique - en termes f r e u d i e n s , se m a n i f e s t e c l a i r e m e n t i c i . " L ' a s s a s s i n " d e v i e n t " l e metteur en s e i n e " q u i se prSoccupe b i e n davantage de 1 ' e f f e t e s t h e t i q u e que de l a d i s s i m u l a t i o n de sa 155 c u l p a b i l i t e . A i n s i l e s e r i e u x implique dans un meurtre se d i s s o u t dans l 1 a r t i f i c e de l a scene arrangee pour p l a i r e a l ' o e i l . Ce d e s i r d'Sbranler un peu l e l e c t e u r a s s i s c o n f o r - tablement dans son f a u t e u i l e s t m a n ifeste, d ' a i l l e u r s , a l a premiere page du t e x t e ou, d e j a , l a premiere phrase surprend: "La c h a i r des femmes a t o u j o u r s occupy, sans doute, une grande p l a c e dans mes r e v e s . " (M, p. 11) De l a f r a n c h i s e de c e t t e d y c l a r a t i o n i n i t i a l e r e s s o r t une audace q u i semble prendre p l a i s i r a sa propre n e t t e t y , e t l e l e c t e u r ne peut s'empecher de v o i r , d e r r i e r e , l ' a u t e u r amusy q u i , s ' i l l e p o u v a i t , guette 1 ' e f f e t de c e t t e phrase. C'est par sa f r a n c h i s e presque n a i v e d ' a i l l e u r s que l'humour e f f a c e t o u t sous-entendu d'une p e r v e r s i t y e v e n t u e l l e . Le n a r r a t e u r s'empresse p o u r t a n t de nuancer c e t t e p r e o c c u p a t i o n q u i , l o i n d ' e t r e innocente, d e v i e n t " t o u t de s u i t e excessive". (M, p. 11) Un p l a i s i r autant i r o n i q u e que voluptueux emane de l a d e s c r i p t i o n de l a "main v i o l e n t e , q u i dynude soudain l a hanche a r r o n d i e " (M, p.;. 11) , ou un c l i n d ' o e i l de l ' a u t e u r au l e c t e u r b i e n marquy par l e s LClicftesr-idu s t y l e confirment 1 ' i n t e n t i o n humoristique. L'audace du s t y l e rehausse c e l l e du contenu e t d y f i e l e l e c t e u r h y p o c r i t e de ne pas y yprouver lui-meme du p l a i s i r . V o i l a l'honnetete du l e c t e u r mise a l'ypreuve. L'yvidence de 1 ' i n t e n t i o n humoristique ne l u i permet pas de d i s s i m u l e r son gout de l ' y r o t i s m e d e r r i e r e une f a c t i o n s c a n d a l i s S e qu'exigent 156 l a biensgance e t l a m o r a l i t g s o c i a l e s . A i n s i , l i e j e u du contenu " l i c e n c i e u x " de Maison peut e n l e v e r l e joug des " d e s i r s inavougs" (P, p. 154) du l e c t e u r . Le d g f i de P r o j e t pour une r e v o l u t i o n a New York e s t beaucoup p l u s probant, a cause d'un r g c i t q u i e x p l o i t e a 1'extreme des glgments contre l e s q u e l s s'gleVe i n s t i n c t i v e m e n t n o t r e conscience, non pas seulement morale, mais humaine. C e r t a i n s c r i t i q u e s en e f f e t s'opposent sans r e s e r v e a ce sadisme o b s e s s i o n n e l e t par l a au roman e n t i e r : Evidemment, c o n c l u t Anne V i l l e l a u r s i l ' o n enleVe l e s v i o l s s e m p i t e r n e l s e t l e s r e V o l u t i o n n a i r e s - gangsters e m p a i l l g s , i l ne r e s t e qu'une p e t i t e c e n t a i n e de pages. E t apres?. E s t - c e mieux avec cent pages de sauce tournge?" L ' e s s a i de Jean Amgry prend l a forme d'une o r a i s o n f u n i b r e lamentant l a mort de R o b b e - G r i l l e t , auteur des quatre premiers romans: Es i s t e i n Jammer mitansehen zu muessen, wie h i e r e i n Autor von O r i g i n a l i t a e t e s i c h p_re-lsgib/t*, w e i l e r o f f e n s i c h t l i c h meint, es s e i das S p i e l von Liebe und Tod nur noch a l s Ulk von Sex and P e i t s c h e k u n s t m o e g l i c h . " 2 l uNew York e t apr&sV Les L e t t r e s f r a n c a i s e s , 9, dgcembre, 1970. 2 " A u f der Sade g e k o r a m e n M e r k u r 25, 1971, p. 595. ( I l e s t b i e n r e g r e t t a b l e de d e v o i r e t r e tgmoin de 1 *abaissement d'un auteur d'une grande o r i g i n a l i t g , parce q u ' i l e s t ouvertement d' a v i s que l e j e u de l'amour e t de l a mort n'est p l u s t r a n s m i s s i b l e en oeuvre d ' a r t que par l a r a i l l e r i e de l ' g r o t i s m e e t du fouet.) 157 I l e s t i n t e r e s s a n t de noter que l e s deux c r i t i q u e s admettent neanmoins l ' a c t i v i t e ludique de P r o j e t , V i l l e l a u r par l'emploi de l ' a d j e c t i f "empailles' ;', Amery par l a mention de jeu devenu r a i l l e r i e . Leur r e a c t i o n s e r a i t e x p l i c a b l e par l e f a i t que tous deux ne sont pas suffisamment s e n s i b i l i s e s a l a portee de l'humour dans ce l i v r e , a sa puissance d e s t r u c t r i c e comme mesure de defense q u i permette une v i s i o n ludique malgre t o u t . Annie Le Brun evoque a i n s i c e t t e v i s i o n : Ce jeu avec l a mort, auquel sont r e d u c t i b l e s en f i n de compte toutes l e s formes de l'humour n o i r , n e u t r a l i s e l e d e p l a i s i r que c e l l e - c i e s t toujours a meme de provoquer, mais i l represente su r t o u t un formidable e s s a i du m o i ; " s e u l i n t e r m e d i a i r e par l e q u e l l e p l a i s i r peut devenir r e e l " (Marcuse) .1 En termes f r e u d i e n s , c'est un " e s s a i " de l a capacite du moi a t a i r e sa p r o t e s t a t i o n pour que l e surmoi puisse y i n s e r e r un p l a i s i r t o u t autre, un p l a i s i r formel dans l e jeu de l ' e c r i t u r e . L ' i n t e r r o g a t e u r anonyme de P r o j e t r e f l e t e , par ces reproches d'erotisme exagere, 1 ' a t t i t u d e de ces deux c r i t i q u e s , a t t i t u d e a l a q u e l l e l e narrateur repond: "vos questions intempestives ... montrent 1*excessive importance que vous accordez vous-meme a c e r t a i n s passages ( q u i t t e , a me l e s , reprocher ensuite) e t l e peu d ' a t t e n t i o n que vous pretez a t o u t l e r e s t e . " (P, p. 141) "Tout l e r e s t e ; " , c'est •L"L'.Humour noir',', dans E n t r e t i e n s sur l e surrgalisme, par Ferdinand A l q u i e , p. 107. 158 e f f e c t i v e m e n t l'humour de P r o j e t q u i f a i t appel constamment au surmoi, en mesure de transformer comme l e d i t Annie Le Brun, l e n o n - p l a i s i r en p l a i s i r . 1 Nous a l l o n s en d t c e l e r maintenant l e fonctionnement. La s e i n e que regarde l e n a r r a t e u r a t r a v e r s l a p e t i t e v i t r e , au debut du roman, e s t de nature sadique: un " i n d i v i d u en blouse blanche" p r a t i q u e une "experience mgdicale a c a r a c t i r e monstrueux" sur une jeune femme ligote'e au s o l (P, p. 8-11). La scene e s t pergue une deuxieme f o i s a t r a v e r s l e t r o u de s e r r u r e par l e s e r r u r i e r - v o y e u r (P, p. 87-90); p l u s l o i n la meme scene f i g u r e sur l a couverture d'un roman p o l i c i e r que Laura t i e n t devant l e t r o u , c e t t e a l t e r n a t i v e l u i p a r a i s s a n t "plus amusante" que de " l u i c r e v e r l ' o e i l avec une a i g u i l l e a t r i c o t e r " (P, p. 113). La myopie du s e r r u r i e r l u i fausse l a p e r s p e c t i v e , e t l'image f i x e e t p l a t e l u i semble de "grandeur nature e t s i t u e e beaucoup p l u s l o i n " (P, p. 114). E n f i n , ayant cherche du secours, i l r e v i e n t , v e r s l a f i n du roman, a l a meme se i n e r e g o n f l g e en t r o i s dimensions (P, p. 186-187). V o i l a l e meme j e u de r e f l e t s q u i nous ramine au t r a v a i l de l a n a r r a t i o n . Ces t r a n s f o r m a t i o n s rendent i n c e r t a i n e la "realite f i c t i v e " M i c h e l i n e Herz dans son e s s a i G a l l i c w i t i n "Triumph and D e c l i n e " , ( Y a l e French S t u d i e s , #23, p. 54-62), a t t r i b u e c e t t e c a p a c i t y du surmoi a 1 ' e s p r i t f r a n g a i s en p a r t i c u l i e r : "The French are able to a b s t r a c t m o r a l i t y from sex, an obvious consequence o f so many years o f G a l l i c humour." 159 de l a scene, e t a p l a t i s s e n t par consequent l a profondeur a f f e c t i v e que l ' o n s e r a i t t e n t e d'y a t t a c h e r autreraent. C e t t e i n c e r t i t u d e permet au l e c t e u r de se p r e t e r au j e u des tr a n s f o r m a t i o n s ; autrement d i t , e l l e permet au surmoi q u i r e c o n n a i t l e j e u de dominer l a p r o t e s t a t i o n i n s t i n c t i v e du moi. A i n s i nous voyons l a facon dont l'humour n o i r ramlne 1 ' a t t e n t i o n constamment vers l e t r a v a i l n a r r a t i f , e t r e m p l i t une f o n c t i o n p r i m o r d i a l e : d'empecher t o u t enlisement, de 1 ' e s p r i t dans une immo b i l i t e chargee d'emotion, d'assurer par consequent l e dynanisme q u i passe au-dela de c e t t e profondeur pour que l e t r a v a i l c r e a t e u r p u i s s e p o u r s u i v r e . Une phrase c h o i s i e par P h i l i p p e S o l l e r s de Dans l e l a b y r i n t h e resume ce mouvement: "Trouver son chemin ( l i t - o n du s o l d a t dans l a p r i e r e d ' i n s e r e r ) se r e t r o u v e r lui-meme, e s t pour l u i une q u e s t i o n de v i e ou de mort." Nous y v o i c i . C e t t e ' r e u n i f i c a t i o n ' de 1'homme (dont p a r l a i t R o b b e - G r i l l e t dans un de ses e s s a i s t h e o r i q u e s ...) c e t t e r e u n i f i c a t i o n p o u r r a i t s ' o b t e n i r par une mise a d i s t a n c e ... de l " e x t e r i e u r ..." 1 A l a p l a c e du s o l d a t , on trouve, dans P r o j e t , l a v o i x n a r r a - t r i c e meme, e t avec e l l e , l e l e c t e u r q u i y p a r t i c i p e neces- sairement pendant sa l e c t u r e . L ' a p l a t i s s e m e n t c o n s t i t u e l a "mise a d i s t a n c e " pour e f f e c t u e r l a " r e u n i f i c a t i o n " , ou l a conscience de s o i e t de l a v o i x n a r r a t r i c e e t du l e c t e u r q u i r i s q u e n t de s'engager de fagon a f f e c t i v e . 1 " S e p t P r o p o s i t i o n s sur R o b b e - G r i l l e t " , revue T e l Quel, # 1-7, 1960-61, p. 51 160 Pour mieux i l l u s t r e r l e fonctionnement de l'humour n o i r dans l e r g c i t r o b b e - g r i l l e t i e n , nous n'avons qu'a r e v e n i r au t e x t e pour a n a l y s e r l a sequence du " t e r r a i n vague" (P, pp. 176-185), frappante par 1 ' i n c o n g r u i t y i r r i c o n c i l i a b l e des deux a c t i v i t i s q u i p r i o c c u p e n t l e n a r r a t e u r . La des- c r i p t i o n du t e r r a i n vague commence par I n v o c a t i o n d'une se i n e t h i a t r a l e , e c l a i r e e p a r " t r o i s p r o j e c t e u r s de f o r t e puissance", ou " l e s o b j e t s sont r i p a r t i s sur tout e l a s u p e r f i c i e comme l e s p i i c e s d'un je u d'tehees". Un doute a p p r i h e n s i f se g l i s s e dans 1 ' e s p r i t du l e c t e u r t o u t e f o i s a l a ressemblance du mannequin sur l e l i t avec Joan Robertson, l a p r o s t i t u t e rousse, pour e t r e c o n f i r m t peu apres par l e n a r r a t e u r q u i " i d e n t i f i e sans peine c e t t e b e l l e c r t a t u r e rousse comme t t a n t JR en personne". V o i l a 1 ' i n c e r t i t u d e de base q u i permettra une mesure, a u s s i minime s o i t - e l l e , de d i s t a n c i a t i o n du l e c t e u r . La s u i t e de l a d e s c r i p t i o n prend s o i n de compter l e nombre de cases de l ' t c h i q u i e r qu'occupent l e s instruments dont se s e r v i r a l e n a r r a t e u r e t p r t c i s e que " l a p l u p a r t des autres p i e c e s ont t t t mention- ntes au cours de ce q u i p r t c e d e [dans l e t e x t e L a r e p r i s e du mot " p i i c e s " , q u i s e r t p l u s haut a l a mttaphore pour d t c r i r e l a d i s t r i b u t i o n des o b j e t s , s o u l i g n e i c i encore p l u s a q u e l p o i n t tous l e s t l t m e n t s du t e x t e a g i s s e n t comme des pions dans l e j e u de l ' t c r i t u r e comme dans une^-partie d*tehees. i L e j e u d'^yphec- f o u r n i t une a n a l o g i e au mouvement 161 C e t t e d e s c r i p t i o n de t r o i s pages a peu pres cede l a p l a c e a 1 1 a c t i o n l o r s q u e l e n a r r a t e u r d o i t p a r c o u r i r t r e n t e cases pour chercher son premier instrument, avec l e q u e l i l r e v i e n t au l i t . Le b e s o i n du bidon d 1 e s s e n c e l ' e n v o i e encore sur un t r a j e t de " v i n g t - h u i t cases en d i a g o n a l e " pour l e r a p p o r t e r au l i t . S u i v e n t t r o i s pages pendant l e s q u e l l e s l e n a r r a t e u r , sans b e s o i n d'autre o u t i l , se l i v r e a des p r a t i q u e s d'un sadisme d i f f i c i l e m e n t j u s t i f i a b l e , auquel l e n a r r a t e u r semble t o u t e f o i s t r o u v e r du p l a i s i r . I I s ' a r r e t e devant une n o u v e l l e etape: ... i l me f a u t maintenant a l l e r q u e r i r l e s t e n a i l l e s , ce q u i pose un probleme de parcours p l u s d e l i c a t que ceux dont j ' a i eu j u s q u ' i c i a resoudre l ' e q u a t i o n . d e l l ' e c r i t u r e que Ludovic J a n v i e r e t a b l i t d e j a dans l'oeuvre de B e c k e t t : " I I y a p e u t - e t r e a s ' i n t e r r o g e r sur l e gout pour l e j e u d'echecs, l e theme des combinaisons c h i f f r e e s e t l a t e n t a t i o n f a u s t i e n n e ou pythagorMi.en©edde r e t e n i r l e r e e l dans d'immuables formules numeriques. C e t t e image nous renvoie a l a t h e o r i e ggnerale du j e u , appliquee au langage: l e mot e s t un pionjoft 1. joue avec l e s mots sur l ' e c h i q u i e r i m a g i n a i r e que r e p r e s e n t e l e nombre f i x e des deplacements e t manoeuvres p o s s i b l e s . Bien sur, i l s sont totalement d e s a f f e c t e s de l e u r s sens." (Pour Samuel Beckett, p. 297) Roger C a i l l o i s dans Les Jeux e t l e s hommes decele l ' i n t e r e t de ce j e u qu'ont reconnu l e s c h i n o i s : " I l s estiment que ces jeux h a b i t u e n t egalement 1 ' e s p r i t a prendre p l a i s i r , aux m u l t i p l e s reponses, combinaisons e t s u r p r i s e s q u i n a i s s e n t a chaque i n s t a n t de s i t u a t i o n s constamment n o u v e l l e s . L l a g r e s s i v i t e s'en trouve a p a i s e e , t a n d i s que l'ame f a i t 1'apprentissage de l a s e r e n i t e , de l'harmonie, de l a j o i e de contempler l e s p o s s i b l e s . Sans n u l doute, i l y a l a un t r a i t de c i v i l i s a t i o n . " (p. 130) 162 L 1 i n s t r u m e n t de t o r t u r e ne se trouve en e f f e t , par r a p p o r t a l a p o s i t i o n que j'occupe, n i dans l'une des d i r e c t i o n s d i a g o n a l e s ( l e s p l u s f a v o r a b l e s p u i s q u ' e l l e s permettent de f r a n c h i r une p l u s grande d i s t a n c e pour un meme nombre de c a s e s ) , n i dans l'une des d i r e c t i o n s l o n g i t u d i n a l e s , ggalement admises quoique moins payantes. Je d o i s done combiner un fragment ... . E n f i n , j e me decide pour une l i g n e ggomgtrique q u i me p a r a i t i n t g r e s s a n t e . . . (P, p. 182) Ces problimes de parcours, e f f e c t u g s "a p e t i t e s enjambees de v i n g t - c i n q ou t r e n t e c e n t i m e t r e s , en f a i s a n t t r i s a t t e n t i o n aux i n t e r s t i c e s , sur l e s q u e l s : i l ne f a u t pas poser l e p i e d ' . . . p, malgrg tous l e s c a l c u l s du n a r r a t e u r , s'gten- dent sur deux pages de p l u s , c e l u i - c i r e c o n n a i s s a n t a p r i s chaque t e n t a t i v e un nouvel o b s t a c l e q u i 1 ' o b l i g e a r e n o u v e l e r ses e f f o r t s . L ' e f f e t immgdiat de c e t t e deuxieme prgoccupation e s t l e soulagement, e t c ' e s t en c e c i que r g s i d e e s s e n t i e l l e m e n t l e sens de c e t t e d i s c u s s i o n . Le n a r r a t e u r , sur p l a c e , exgeute des o p g r a t i o n s de p l u s en p l u s a t r o c e s que l e l e c t e u r d o i t s u i v r e pour n'en e t r e l i b g r g que par l e b e s o i n du n a r r a t e u r d'un nouvel o b j e t pour l e q u e l i l d o i t se d g p l a c e r . Ses dgplacements se f o n t a 1 ' i n t g r i e u r de r d g l e s s t r i c t e s dont l e c a r a c t e r e e n f a n t i n n'empeche p o i n t l e n a r r a t e u r de l e s r e s p e c t e r avec autant de s g r i e u x e t autant de p l a i s i r . C'est sur l e l e c t e u r q u ' a g i t 1 ' e f f e t du c o n t r a s t e des deux a c t i v i t g s . Tant que l e n a r r a t e u r demeure a un e n d r o i t , pres du l i t , l e l e c t e u r se trouve p r i s dans un ,enlli_s_ejne_n;t; a f f e c t i f q u i empire jusqu'au p o i n t ou i l 163 eprouve l a n e c e s s i t y d'en s o r t i r . Ce bes o i n c o i n c i d e avec c e l u i , chez l e n a r r a t e u r , d'un nouvel o u t i l ; son displacement dans un champ lu d i q u e e f f e c t u e l a l i b e r a t i o n du l e c t e u r q u i , soulage, s"amuse des detours e t des faux c a l c u l s du n a r r a t e u r . E t vo i l a " l e fonctionnement de l'humour n o i r , que ce passage mine l e l e c t e u r a experimenter. :Re.ma.r.quQns que l a l i b e r a t i o n ne permet p o i n t au l e c t e u r de tour n e r l e dos aux o r i g i n e s de sa s o u f f r a n e e , mais e l l e l u i s e r t de defense, en quoi r e s i d e l e p o u v o i r de l'humour n o i r ; e l l e t r a n s f e r e 1'accent psychique, pour r e v e n i r a 1 ' e x p l i c a t i o n f r e u d i e n n e , du moi au surmoi, e t e l o i g n e l e champ de v i s i o n pour donner au l e c t e u r une vue d'ensemble, q u i l u i permet de v o i r au-dela. Ce mouvement trouve son p a r a l l e l e dans l e t e x t e . Les parcours errones du n a r r a t e u r l e f o n t s o r t i r du " t e r r a i n vague"? d e l i m i t e par des pancartes p u b l i c i t a i r e s , e t l a i l a p e r g o i t l e s e r r u r i e r au t r o u de s e r r u r e de l a p e t i t e p o r t e q u i a s e r v i au premier d'entree. Le n a r r a t e u r s p i c u l e : " I l cherche sans doute a d e c e l e r l a cause des c r i s ... . E t l e s p e c t a c l e q u i s ' o f f r e a ses yeux a en e f f e t de q u o i surpren- dre: ... " (P, p. 184) S u i t une d e s c r i p t i o n e l a b o r e e de ce s p e c t a c l e , dont po u r t a n t l e p o i n t de vue e s t c e t t e f o i s c e l u i du s e r r u r i e r , done e x t e r i e u r , a t r a v e r s l e p e t i t t r o u , b i e n que c e l u i - c i a son to u r l i m i t e son champ de v i s i o n e t mette f i n egalement a la-sequence "Quant au s i x i e m e p o i n t mentionne a 1 * i n s t a n t , i l se trouve par d e r r i e r e e t n'est 164 done pas p e r c e p t i b l e de l ' e n d r o i t ou se t i e n t l e s e r r u r i e r voyeur" (P, p. 185). A i n s i , l e dtplacement du n a r r a t e u r sur 1 ' i c h i q u i e r , analogue au t r a v a i l de l a n a r r a t i o n , mine a une p r o l i f e r a t i o n du p o i n t de vue q u i e f f e c t u e une t r a n s i t i o n dans l e r g c i t : " J ' a i d gja racontg comment, ayant e n f i n r g u s s i a v o i r avec p r g c i s i o n ce q u i se p a s s a i t a 1 ' i n t g r i e u r , c e t honngte a r t i s a n s ' e s t p r g c i p i t g pour a l l e r chercher du secours" (P, p. 186). P l u s qu'un exemple d'humour n o i r , c e t t e sgquence e s t sa mise en p r a t i q u e . Mesure de defense, l'humour n o i r comporte une grande p a r t d ' a g r e s s i v i t g c ontre l ' o b j e t q u ' i l v i s e . C'est une: ... r g v o l t e t o t a l e du moi q u i r e f u s e de se l a i s s e r a f f e c t e r par sa propre s e n s i b i l i t g . En ce sens l'humour n o i r peut p a s s e r pour une indomptable e n t r e p r i s e de d g d r a m a t i s a t i o n du drame, q u i n a i t de 1'affrontement du moi e t des f o r c e s r e s t r i c t i v e s de 1'existence ... A 1'ensemble des n o t i o n s r g p r e s s i v e s ... , l'humour n o i r oppose un c l i m a t de s u b v e r s i o n a f f e c t i v e e t i n t e l l e c t u e l l e q u i r i s q u e f o r t de miner l a santg de ce q u i r s e ~ c r d . i t sur p i e d . On prendra, pour s e u l signe de l a p u i s sance de ce dynanisme, l ' g v o l u t i o n meme de l'humour n o i r q u i dans ses formes l e s p l u s profondes, avec l e temps, se r e t i r e peu a peu des r i v a g e s communs du macabre, e t tend, par l a , a mettre en evidence dans toute m a n i f e s t a t i o n de l a pensee e t de l a v i e , l e d e s i r , l a n e c e s s i t e d'une synthese c o n t r a d i c t o i r e q u i semble e t r e i l e s e c r e t que l'homme cherche egalement dans l e s aventures de l'amour e t de l ' a r t . 1 En t a n t que "synthase c o n t r a d i c t o i r e , " l'humour x A n n i e Le Brun, "L'Humour n o i r " , dans E n t r e t i e n s sur l e s u r r e a l i s m e , par Ferdinand A l q u i e , p. 104, i t a l i q u e s de Le Brun. 165 n o i r s e r a i t a l a base de tous l e s procedes d e j a r e l e v e s de d e d r a m a t i s a t i o n que mentionne egalement Le Brun, de l a mise en q u e s t i o n du langage c o n v e n t i o n n e l , du r e f u s d ' e x t e r i o r i s a t i o n de l ' e c r i t u r e dans l e but du p l a i s i r , e t du dynanisme. On peut t o u j o u r s c o n t e s t e r , neanmoins, l a n e c e s s i t y du choix de l ' e r o t i s m e dans Maison devenu sadisme dans P r o j e t comme theme p r i n c i p a l . R o b b e - G r i l l e t n ' a u r a i t - i l pas pu c h o i s i r l e s dangers imminents de l a p o l l u t i o n ou de l a c o r r u p t i o n p o l i t i q u e ? C e r t e s ces deux s u j e t s n ' e n t r a l n e r a i e n t pas une vente accrue des romans, comme l e f a i t p l u s sQrement l ' e r o t i s m e . C e t t e s u p p o s i t i o n nous mene, d ' a i l l e u r s , directement a une reponse: l ' e r o t i s m e touche chaque i n d i - v i d u dans sa pr e o c c u p a t i o n fondamentale en t a n t qu'animal pensant. De l a son i n t e r e t . Son d e s i r de r e u s s i r dans l e domaine de l a s e x u a l i t y declenche sa v u l n e r a b i l i t e ; l e s tabous de l a s o c i e t y ^ l e c o n t r a i g n e n t a d i s s i m u l e r e t son i n t y r e t e t sa v u l n y r a b i l i t y , l e f o n t done jou e r -un r61e de b l a s y , quels que s o i e n t ses v y r i t a b l e s sentiments. S i , normalement, l e l e c t e u r p a r v i e n t a d i s s i m u l e r c e u x - c i a lui-meme, l'humour n o i r l e l u i dyfend. La p o l l u t i o n , l a Les tabous de l a s o c i y t y f o n t l e s r e g i e s q u i d y i i m i t e n t l a l i b e r t y de 1'homme puisque, comme l e dxt Jean A l t e r quelque p a r t : "1'homme l i v r S a sa l i b e r t y e s t l i v r y a ses ob s e s s i o n s , " ce q u i r e n r y - sente l ' a u t r e extreme. P 166 p o l i t i q u e sont au c o n t r a i r e des s u j e t s q u i dependent des c i r c o n s t a n c e s e t peuvent e t r e a l o r s p l u s f a c i l e m e n t i g n o r e s . L'auteur repond dans l e p r i e r e d ' i n s e r e r de P r o j e t , a l a q u e s t i o n du choix des "themes generateurs": Je l e s prends v o l o n t i e r s quant a moi, parmi l e materiau mythologique q u i m'environne dans mon e x i s t e n c e q u o t i d i e n n e ... j e me trouve a s s a i l l i par une mu l t i t u d e de s i g n e s , dont 1'ensemble c o n s t i t u e l a mythologie du monde ou j e v i s , quelque chose comme 1 ' i n c o n s c i e n t c o l l e c t i f de l a s o c i e t y , c ' e s t - a - d i r e a l a f o i s 1'image q u ' e l l e veut se donner d'elle-meme e t l e r e f l e t des t r o u b l e s q u i l a hantent. Face a ces mythes modernes, deux a t t i t u d e s sont p o s s i b l e s : ou b i e n l e s condamner au nom des v a l e u r s admises ... , mais c e t t e condamnation morale n'est qu'une a t t i t u d e de f u i t e , un refuge dans l e passe. Ou b i e n a l o r s l e s assumer, e t , t o u t en l e s l a i s s a n t a l e u r p l a t i t u d e d'images de mode ... e t ... au l i e u de me boucher l e s yeux en me v o i l a n t l a f a c e , i l me r e s t e l a p o s s i b i l i t y de jouer avec e l l e s . Ludovic J a n v i e r dans Pour Samuel Beckett p r e d i t : B i e n t o t ce s e r o n t l e s v a l e u r s memes n e c e s s a i r e s a l a s u r v i e que 1 ' i n d i v i d u exacerbe e n t r a i n e r a dans 1 1effondrement, l i e r a a l ' e x e r c i c e revendique de son j e u de massacre: e x i l e t cruautS, deux formes extremes du r e f u s , devront e t r e l u s comme l a d e r n i e r e r e v e n d i c a t i o n de l a l i b e r t e . 1 Le r i r e auquel p a r t i c i p e l e l e c t e u r de Beckett e s t c e l u i "de s o u f f r i r e t d'en s o r t i r pour l e t r o u v e r d r o l e " . " 2 E t J a n v i e r de c o n c l u r e : p . 333. Ludovic J a n v i e r , Pour Samuel Be c k e t t , p. 330. 167 Qui n i e r a que c e t t e cruaute e t ces h u m i l i a t i o n s nous a t t e i g n e n t a u s s i , que ce s o i t nous qu'en ce sens on p i S t i n e ? Le l e c t e u r e s t a r r a c h t a ses mythes e t s e v r t de ses conventions. Nous v o i l a , par c e t t e mechancete en d e t a i l s , n e t t o y i s jusqu'a l ' o s . l La q u e s t i o n de l a s u r v i e , chez Beckett, demeure cependant au niveau du personnage, meme s i 1 * i n t e n t i o n v i s e l e l e c t e u r . Dans P r o j e t , en revanche, l e j e u e s t p l u s f i r o c e : l a cruaute e s t a d m i n i s t r t e , dans l e t e x t e , par un personnage q u i ne s o u f f r e pas a. une v i c t i m e dont l e l e c t e u r , par son engagement emotionnel, imagine l a s o u f f r a n e e . La p e r c e p t i o n ou l e p o i n t de vue ne p r o v i e n t jamais de l a v i c t i m e , e t des que l ' o n l i t l e p o i n t de vue d'un personnage quelconque, c e l u i - c i d e v i e n t agresseur e t n a r r a t e u r du r i c i t 7 i l n'y a done pas de s o u f f r a n e e dans l e roman. E l l e e x i s t e e x c l u s i - vement dans 1 * i m a g i n a t i o n du l e c t e u r par e x t e n s i o n de sa l e c t u r e des a c t e s a g r e s s i f s . J ^ i n s i l a s o u f f ranee d e v i e n t c e l l e d u i l e c t e u r , e t c ' e s t l u i q u i se trouve face a l a q u e s t i o n de s u r v i e . Le t e x t e l u i f o u r n i t l e s o u t i l s , mais l e l e c t e u r d o i t e f f e c t u e r s e u l sa c a t h a r s i s , d o i t s ' a r r a c h e r lui-meme "a ses mythes e t ... ses conventions". C'est une mise a l'gpreuve de l a c a p a c i t y du surmoi du l e c t e u r a dominer son moi'; l e l e c t e u r d o i t lui-meme r e c o n n a i t r e l a "ruse d e s t i n i e a nous f a i r e surmonter no t r e propre m i s i r e " 2 ^•Ludovic J a n v i e r , Pour Samuel Beckett, p. 329-330. 2 j • J o n s - K a r l Huysmans, c i t e par Andre" Breton, A n t h o l o g i e de l'humour n o i r , p. 189. — 168 que l u i f o u r n i t l ' e c r i t u r e sous l a forme de l'humour, e t i l d o i t f a i r e de sa l e c t u r e une experience "vecupelmais L'humour n o i r , ou l'humour t o u t c o u r t dans un sens s t r i c t e m e n t f r e u d i e n , s e r t de defense, e t en meme temps, a g i t en t a n t qu'arme par e x c e l l e n c e pour r e a l i s e r l a r e v o l t e c ontre t o u t o b s t a c l e q u i tend a e n l i s e r 1*homme, l a l i b e r a t i o n q u i en r e s u l t e l e rend r e c e p t i f a t o u t e s l e s formes g e n e r a t r i c e s d'un p l a i s i r l u d i q u e . C'est en ce sens que C h a r l e s F o u r r i e r " a proclame l ' a b s o l u e n e c e s s i t y " 3 *de r e f a i r e 1'entendement humain e t d ' o u b l i e r t o u t ce qu'on a a p p r i s * (ce q u i exige qu'on s'en prenne d'abord au consentement u n i v e r s e l e t qu'on en f i n i s s e avec l e pretendu ''bon sens'"')'!^2 Comment done l ' o p t i q u e humoristique p r e s e n t e - t - e l l e l e monde e t ses l a i d e u r s ? Ajoutons f o i de nouveau a 1 ' i n t e r - p r e t a t i o n d'Andre Breton q u i d i t a propos des e c r i t s du Marquis de Sade: "l'immense portee de l'oeuvre s a d i s t e ... psychologiquement ... peut p a s s e r pour lap p l u s authentique devanciere de c e l l e de Freud e t de toute l a psycho-pathologie moderne: socialement e l l e ne tend a r i e n moins qu'a 1 1 e t a b l i s s e m e n t , d i f f e r e de r e v o l u t i o n en r e v o l u t i o n , d'une ''"Annie Le Brun, "L'Humour n o i r , " dans E n t r e t i e n s s u r l e s u r r e a l i s m e , F e r d i n a n d A l q u i e , p. 103. ^Andre Breton, A n t h o l o g i e de 1'humour n o i r , p. 66. non 169 ve r i t a b l e science des moeurs. H i Henri Bergson v o i t egalement en l'humour l a "transposition du moral en s c i e n t i - fique",. 2 C'est a i n s i qu'on presente dans Pro'jet pour une revolution a New York " l a legon du jour" de 1'organisation revolutionnaire: Le theme de l a legon du jour p a r a i t etre " l a couleur rouge"3, envisagee comme solution radicale a 1'irreductible antagonisme entre l e n o i r et le blanc. Les t r o i s voix sont chacune a t t r i b u t e s , a present, a l'une des a c t i v i t e s l i b e r a t f i c e s majeures se rapportant au rouge: l e v i o l , l'incendie, l e meurtre. Le developpement preliminaire ... , devait §tre consacre aux j u s t i f i c a t i o n s theoriques du crime en general et a l a notion d'acte metaphorique. Les comediens en viennent maintenant a 1 ' i d e n t i f i - cation et a 1'analyse des t r o i s gestes c h o i s i s . Le raisonnement qui assimile l e v i o l a l a couleur rouge ... Mais les t r o i s acteurs, sur l'estrade, en arrivent maintenant au deuxieme volet de leur triptyque, c'est-a-dire 1 1assassinat: et l a demonstration peut cette f o i s - c i , au contraire, demeurer sur un plan parfaitement o b j e c t i f en se basant sur l e sang repandu ... (P, p. 38-39) L'ironie est evidente malgre, ou plutot, a cause du serieux du langage didactique de cette legon qui aboutit a un resume f i n a l qui d e f i n i s s a i t l e "crime p a r f a i t " (P, p. 41). Nous y voyons l e detachement emotionnel qui est l a fonction primordiale de l'humour noir, c e l u i - c i en e f f e t cherchant H souligner seulement "les impressions retiniennes" (P, p. 39). Andre Breton, Anthologie de l'humour noir, p. 39. 2 I b i d . , p. 98. 170 Ce n'est pas par hasard que JR, l a p r o s t i t u t e rousse, p o s s i d e un c e r t i f i c a t d'Etudes en e s t h g t i q u e du crime" (P, p. 100). Thomas de Quincey v i e n t i c i a propos. Breton g c r i t de l u i : De 1 ' a s s a s s i n a t c o n s i d g r g comme un des beaux-arts, i l s ' applique a s a i s i r l e crime non p l u s comme i l d i t "par son anse morale" mais d'une maniere e x t r a s e n s i b l e , t o u t i n t e l l e c t u e l l e , e t a l e c o n s i - d e r e r uniquement en f o n c t i o n des dons p l u s ou moins re m a r q u a b l e s . q u ' i l met en oeuvre. A b s t r a c t i o n f a i t e de 1 I h o r r e u r p a r t r o p c o n v e n t i o n n e l l e q u ' i l i n s p i r e , 1 ' a s s a s s i n a t demande, s e l o n l u i , a e t r e t r a i t g es thg tiquemen t e t a p p r t c i e d'un p o i n t de vue q u a l i t a t i f a l a fagon d'une oeuvre p l a s t i q u e ou d'un cas m g d i c a l . l V o i l a ggalement l a p e r c e p t i o n du crime dans P r o j e t T d'autant p l u s qu'en t a n t que "manquement t r e s grave a l a morale, a l a l o i , " a i n s i que l e d t f i n i t Le P e t i t Robert, l e crime lui-meme reprgsente une l i b g r a t i o n des c o n t r a i n t e s de ces d e r n i e r e s . C'est d ' a i l l e u r s dans c e t t e optique que 1'envisage l e sermon du docteur Morgan: Le crime e s t i n d i s p e n s a b l e a l a r g v o l u t i o n , r g c i t e l e docteur. Le v i o l , 1 1 a s s a s s i n a t , l ' i n c e n d i e sont l e s t r o i s a ctes mgtaphoriques q u i l i b g r e r o n t l e s n i g r e s , l e s p r o l g t a i r e s en loques e t l e s t r a v a i l l e u r s i n t e l l e c t u e l s de l e u r e s c l a v a g e , en meme temps que l a b o u r g e o i s i e de ses gomplexescsexuels. (P, p. 153) Le crime e s t une l i b g r a t i o n des c o n t r a i n t e s de l a s o c i g t g comme l e je u de l ' g c r i t u r e l ' e s t par r a p p o r t a l ' a u t o r i t g Andrg Breton, A n t h o i o g l e de l'humour n o i r , p. 81-82. 171 du langage romanesque c o n v e n t i o n n e l . Tous l e s deux d g t r u i s e n t l a profondeur anthropomorphe q u i immobilise l e l e c t e u r en une contemplation du t r a g i q u e , e t l u i f o u r n i s s e n t une v i s i o n l u d i q u e q u i trouve du p l a i s i r dans l a composition f o r m e l l e . Pour y p a r v e n i r , l e crime dgplace l 1 a c c e n t psychique du surmoi i n t e l l e c t u e l au moi i n s t i n c t i f , l e j e u de l ' e c r i t u r e e f f e c t u e l e t r a n s f e r t i n v e r s e . Le t r a i t e m e n t du contenu r e f l e t e done de fagon c o n c r e t e l a r e v o l t e a b s t r a i t e de l ' g c r i t u r e , tous deux motive's par une n e c e s s i t y . N e c e s s i t y de l i b g r a t i o n , o u i , mais i l ne s ' a g i t pas non p l u s d'une r g v o l t e contre t o u t e profondeur s p i r i t u e l l e en t o u t temps, contre toute p a r t i c i p a t i o n g m o t i o n n e l l e . L J a t t i t u d e q u ' o f f r e l'humour n o i r e s t une mesure de dgfense c o n t r e notre propre s e n s i b i l i t g l o r s q u ' e l l e nous f a i t s o u f f r i r . T e l e s t l e cas du Marquis de Sade q u i menait "une l u t t e i n c o n s c i e n t e contre l e d g s e s p o i r dans l e q u e l sa r a i s o n a u r a i t pu sombrer sans l e r e c o u r s d'un t e l d g r i v a t i f . 1 1 1 R o b b e - G r i l l e t ne p r e t e n d pas a une portge u n i v e r s e l l e , au c o n t r a i r e , i l s o u l i g n e que son oeuvre se f a i t en f o n c t i o n de l'gpoque dans l a q u e l l e i l v i t , dont tgmoigne dgja un des s o u s - t i t r e s de son e s s a i "Nouveau roman, homme nouveau"/ q u i d g c l a r e que "Le Nouveau Roman ne f a i t que p o u r s u i v r e une g v o l u t i o n constante du genre romanesque.'^ 2 L'auteur d g f i n i t , par r a p p o r t au passg, ce G i l b e r t L g l y , c i t g par Andrg Breton, A n t h o l o g i e de l'humour n o i r , p. 48. Pour un nouveau roman, p. 115. 172 moment q u i marque l e b e s o i n d'un changement: La r e v o l u t i o n q u i s ' e s t accomplie e s t de t a i l l e : non seulement nous ne consideSrons p l u s l e monde comme notre b i e n , n o t r e p r o p r i e t y p r i v g e , calquee sur nos beso i n s e t domesticable, mais par s u r c r o i t nous ne croyons p l u s a c e t t e profondeur. Tandis que l e s conceptions e s s e n t i a l i s t e s de l'homme v o y a i e n t l e u r r u i n e , l'idee de " c o n d i t i o n " remplacant desormais c e l l e de "nature" ,c l a s u r f a c e des choses a cesse d ' e t r e pour nous l e masque de l e u r coeur, sentiment q u i p r e i u d a i t a tous l e s "au-dela" de l a metaphysique.1 I I f a u t done prendre l e s choses t e l l e s q u ' e l l e s sont, a p p r e c i e r l e u r forme etleur>s" q u a l i t e s e x t e r i e u r e s . On peut r e c o n n a i t r e dans l'oeuvre de R o b b e - G r i l l e t une v e r i t a b l e e d u c a t i o n e s t h e t i q u e , e t comme dans l e s L e t t r e s sur 1'education e s t h e t i q u e de l'homme de l ' e c r i v a i n allemand S c h i l l e r , 2 l e d i s c o u r s p r e c o n i s a n t un g t a t p l u s p r i m i t i f de l'homme e f f e c t u e par l e deconditionnement de c e l u i - c i . Tres e c l a i r a n t e a ce proposeest une c i t a t i o n de Paul E l u a r d sur Sade: Sade ... a v o u l u redonner a l'homme c i v i l i s e x P o u r un nouveau roman, p. 22-23; i t a l i q u e s de l ' a u t e u r . 2 " I t has been customary not to i n c l u d e e i t h e r Goethe or S c h i l l e r i n the Romantic movement, probably r i g h t l y so, f o r t h e i r work as a whole i s too u n i v e r s a l to be c l a s s i f i e d as Romantic." D e r i c Regin, Freedom and D i g n i t y , p. 27 173 l a f o r c e des i n s t i n c t s p r i m i t i f s , i l a v o u l u d e l i v r e r 1'imagination amoureuse de ses propres o b j e t s . I I a c r u que de l a , e t de l a seulement, n a l t r a i t l a v € r i t a b l e e g a l i t e . l Pour mesurer a que l p o i n t l e s romans de R o b b e - G r i l l e t tendent v e r s un nouvel e t a t p r i m i t i f , i l c o n v i e n t de r e v e n i r a" Roger C a i l l o i s q u i , dans Les Jeux e t l e s Hommes, a f f i r m e que, des quatre formes du j e u : "L'agon" ( l a c o m p e t i t i o n ) , " l ' a l e a " ( l a chance), " l a mimicry" ( l e s i m u l a c r e ) , e t " l ' i l i n x " ( l e v e r t i g e ) , ce sont ces deux d e r n i e r s q u i predomlnent dans l e s s o c i e t e s p r i m i t i v e s , deux a c t i v i t e s l u d i q u e s q u i "assurent 1 ' i n t e n s i t y e t , par s u i t e , l a cohesion de l a v i e coll e c t i v e " , . ' I I y oppose l e s " s o c i e t e s ordonnees, a bureaux, a c a r r i e r e s , a codes e t baremes, a p r i v i l e g e s c o n t r o l e s e t h i e r a r c h i s e s ou "l'agon" e t " l ' a l e a " / ou b i e n l e merite e t l a na i s s a n c e , sont l e s "elements premiers 2 e t d ' a i l l e u r s complementaires du j e u s o c i a l " . " E t a l a s u i t e de toute n o t r e etude sur 1 ' a r t i f i c e du r o l e dans l e q u e l s ' i n s e r e n t l e s personnages, l e s personnages archetypes, e t l e s masques memes que p o r t e n t l e s personnages de P r o j e t , nous pouvons reconnaxtre l'etendue du j e u de simu l a c r e dans l e s romans de R o b b e - G r i l l e t . A p l u s grande e c h e l l e , l e simul a c r e de l ' e c r i t u r e singe une autre forme romanesque pour x P a u l E l u a r d , L'Evidence poetique, c i t e par Andre Breton dans A n t h o l o g i e de l'humour n o i r , p. 42. 2 p. 134-135. 174 l a detruire et creer en meme temps un mouvement nouveau. L ' e f f e t vertiglneux de c e l u i - c i a ete decele a propos du jeu de l a na r r a t i o n , et constitue l a forme ludique que C a i l l o i s nomme l ' " i l i n x " . On peut a l l e r plus l o i n , tout en se li m i t a n t aux idees de Roger C a i l l o i s : "Qu'il y a i t ou non f i l i a t i o n , l a mythologie et l e cirque se rencontrent pour mettre en lumiere un aspect p a r t i c u l i e r de l a mimicry, dont l a fonction sociale n'est pas contestable: l a s a t i r e . " ! La d i r e c t i o n dans laquelle nous mene done 1 ' " a c t i v i t y destructrice (l'humour) et inventive (le j e u ) , " 2 par les formes memes que prend cette demiere, tend vers un reequi- l i b r e que S c h i l l e r concoit comme etant l a beaute, notion q u ' i l egale a l'humanite et done a l ' e g a l i t e a laq u e l l e aspire Sade. 3 A l a i n Robbe-Grillet explique a i n s i l e but que se donne l a revolution l i t t t r a i r e du Nouveau Roman: •*-Les Jeux et les hommes, p. 222; i t a l i q u e s de 1'auteur. 2 Andre! Gardies, A l a i n Robbe-Grillet, p. 93. 3"... l e refus de toute i n t e r p r e t a t i o n personnelle du monde peut etre une forme superieure du respect humain. ... Ne plus p a r l e r de l u i Q3e l'hommej sur le ton de l a morale, de l a psychologie ou du sentiment (presque comme s ' i l s ' a g i s s a i t d'une chose acquise, evidente), le montrer simplement, sans r i e n dgnoncer ni expliquer de ce qui l'anime, ne l'amener a r i e n d 1autre qu'a sa mort en 1'accompagnant, v o i l a qui peut devenir e s s e n t i e l . " (Philippe S o l l e r s "Sept Propositions sur Robbe-Grillet", Revue Tel Quel, 1960-61, p. 53.) 175 ... l a r e v o l u t i o n que l a l i t t e r a t u r e (ou l e cinema) p o u r s u i t s e r a i t une r e v o l u t i o n generale du sens. ... Malheureusement, l e s penseurs des s o c i e t e s s o c i a l i s t e s n a i s s a n t e s ont t o u j o u r s r e f u s e de f a i r e c e t t e r e v o l u t i o n du sens parce q u ' i l s p e n s a i e n t q u ' e l l e a l l a i t gener l a r e v o l u t i o n des r a p p o r t s Sconomiques. A i n s i a-t-on vu l e s o c i a l i s m e b u r e a u c r a t i q u e retomber dans l ' i d e o l o g i e bourgeoise: ayant f a i t seulement l a r e v o l u t i o n dans l e domaine des r a p p o r t s de pr o d u c t i o n , ayant non seulement n e g l i g e mais combattu tou t e r e v o l u t i o n du sens dans l e domaine s e x u e l , l i t t e r a i r e , a r t i s t i q u e en g e n e r a l , i l s ne pouvaient que r e t r o u v e r l e s v a l e u r s de l a b o u r g e o i s i e . Nous esperons que 1'etude s o c i o - l o g i q u e des formes va deboucher sur toute a u t r e chose que l e s analyses du contenu: sur l a r e v o l u t i o n du sens q u i e s t l e propos du Nouveau Roman.1 S i l a r e v o l u t i o n t e n d a i t v e r s quelque s t a b i l i t y n o u v e l l e , ce serait " FrevenirJ a demander pourquoi vivre, puisqu'il f a u t mourir e t l a i s s e r l a p l a c e a d'autres v i v a n t s . L ' a r t e s t v i e . Rien n'y e s t jamais gagne de fagon d e f i n i t i v e . I l ne peut e x i s t e r sans c e t t e remise en q u e s t i o n permanente. Mais l e mouvement de ces e v o l u t i o n s e t r e v o l u t i o n s f a i t sa p e r p e t u e l l e r e n a i s s a n c e . " L'absence de c e t t e m o b i l i t y de c o n s t r u c t i o n e n t r a i n e ce qu'Annie Le Brun a p p e l l e " l e mal de v i v r e , en face duquel t o u t e s l e s f o r c e s r a t i o n n e l l e s de c o n s o l a t i o n ne peuvent que d S m i s s i o n n e r . S e u l l'humour n o i r ^Nouveau Roman; h i e r , a u j o u r d ' h u i , #1, p. 173-174. 2 A l a i n R o b b e - G r i l l e t , Pour un nouveau roman, p. 136 ^"L'Humour noir"/ 3 dans E n t r e t i e n s sur l e s u r r e a l i s m e , Ferdinand A l q u i S , p. 103. 176 peut nous en d e l i v r e r , en exi g e a n t une p e r c e p t i o n double, "etant juge e t p a r t i e " ! dans un e q u i l i b r e de sens e t de forme q u i humanise 1'homme. S c h i l l e r d i t qu'a ce moment uniquement oil 1'homme joue, i l j o u i t du "moment pr e s e n t ... e c a r t e l e e n t r e l e p l a i s i r e t l a mort"" 2 I I y a une "i n t e n s e i n n e r v a t i o n du monde par l e p l a i s i r , i n n e r v a t i o n ephemere, mais q u i a l a q u a l i t e d ' e t r e t o t a l e " " 3 i n t e n s i t y v i t a l e capable de transmettre, au c o n t r a i r e de l a d e f i n i t i o n premiere du Grand Larousse, "l 1immense e s p o i r " ^ q u ' e n t r e v o i t Annie Le Brun dans l ' A n t h o l o g i e de l'humour n o i r d'Andre Breton. V o i l a ce en quoi r e s i d e l e "sublime" que Freud v o i t en l'humour: l e d e s i r t o u t simple e t avant toutc !de v i v r e . C'est a c e l a , dans l'oeuvre de R o b b e - G r i l l e t , que l'humour sub t i l e m e n t e t l'humour n o i r necessairement cherchent a mener l e l e c t e u r : d'aujourd'hui proclame l ' a b s o l u b e s o i n : q u ' i l a de son concours, un concours a c t i f , c o n s c i e n t c r e a t e u r . Ce q u ' i l l u i demande, ce n'est p l u s de r e c e v o i r t o u t f a i t un monde acheve, p l e i n , c l o s sur lui-meme, c ' e s t au c o n t r a i r e de p a r t i c i p e r a une c r e a t i o n , d ' i n v e n t e r a son tour l'oeuvre - "L'Humour n o i r " , dans E n t r e t i e n s sur l e su r r e a l i s m e , Ferdinand A l q u i e , p. 106. ... l o i n 1'auteur 2 I b i d . , p. 106. 3 I b i d . , p. 106; i t a l i q u e s de l ' a u t e u r . 4 I b i d p. 100. e t l e monde - e t d'apprendre a i n s i a i n v e n t e r sa propre v i e . 1 A l a i n R o b b e - G r i l l e t , "Temps e t d e s c r i p t i o n dans l e r e c i t d'aujourd'hui"" dans Pour un nouveau roman, p. 134; i t a l i q u e s de l ' a u t e u r . 178 CHAPITRE CINQ C o n c l u s i o n s 178 a V C o n c l u s i o n Sans l'humour, Les Gommes, Le Voyeur, La J a l o u s i e manqueraient de piquant; i l s r e t i e n d r a i e n t d i f f i c i l e m e n t 1 " a t t e n t i o n du l e c t e u r . Dans l e l a b y r i n t h e a u r a i t pour s e u l i n t e r e t l e r e c i t p l u t o t fade du s o l d a t . Une h i s t o i r e quelque peu dgcousue de bande dessinee c a r a c t g r i s e r a i t La Maison de rendez-vous, t a n d i s que P r o j e t pour une r e v o l u t i o n a New York ne p o u r r a i t qu'etre un roman pornographique. I I e s t po u r t a n t d i f f i c i l e de f a i r e c e t t e h y p o t h i s e , l'humour f a i s a n t p a r t i e i n t g g r a l e du r g c i t , de l a forme, de l ' g c r i t u r e a. t e l p o i n t que son absence n'est p o i n t concevable sans 1'gcroulement des romans memes, s u r t o u t en ce q u i concerne l e s t r o i s d e r n i e r s . C'est avec l e gout de l'humour que l ' o n peut a p p r g c i e r l e s c o n t r a d i c t i o n s , l e s paradoxes, l e s ambiguitgs, e t l e s a s s o c i a t i o n s i n a t t e n d u e s ; c ' e s t a i n s i que l ' o n e s t e n t r a l n g dans l e j e u q u i c o n s t i t u e l a l e c t u r e des romans de Robbe- G r i l l e t . Idgalement, l e l e c t e u r p a r t i c i p e a 1 ' i n v e n t i o n du roman autant que l ' a u t e u r ; i l d o i t justement "se l i b g r e r de l a d i c t a t u r e du t e x t e g c r i t " . 1 A ce propos, A l a i n R o b b e - G r i l l e t a f f i r m e que: Le r e c i t moderne ne pou r r a v i v r e que s ' i l e n t r a i n e a u s s i , a p r i s c e l l e des ac t e u r s e t des autres A l a i n R o b b e - G r i l l e t , dans R o b b e - G r i l l e t , par Andrg G a r d i e s , p. 151. 179 p r o t a g o n i s t e s de l a f a b r i c a t i o n , une p a r t i c i p a t i o n a c t i v e , e t a son tour c r e a t r i c e , venant d'un l a r g e p u b l i c . . . C'est en t o u t cas d e r a i s o n n a b l e de ne pas 1' e s p e r e r . 1 B i e n q u ' i l p a r l e de ses.^'films i c i , nous s a v o n s q u e dans ses romans, l ' a u t e u r tend v e r s ce meme but. On peut se demander dans q u e l l e mesure i l y r e u s s i t . La r e s e r v e exprimee dans l a d e r n i e r e phrase i n d i q u e q u ' i l ne se f a i t pas d ' i l l u s i o n s . Les preceptes du roman c o n v e n t i o n n e l l a i s s e n t encore t r o p l e u r marque sur 1 ' a t t i t u d e du l e c t e u r de n o t r e epoque, e t c e l u i - c i aborde done un l i v r e avec l a p a s s i v i t e h a b i t u e l l e q u i s i e d au r e c i t r e p r e s e n t a n t l a v i e d ' a u t r u i . Le gout de l i r e R o b b e - G r i l l e t d o i t , au c o n t r a i r e , c o l n c i d e r avec l e gout d'experimenter soi-meme l a l e c t u r e . C'est en c e c i que l a d e c e p t i o n de maints l e c t e u r s trouve son o r i g i n e , puisque, comme l e d i t Freud, l a v o l o n t e de p a r t i c i p e r ou de j o u e r e s t p r i m o r d i a l e pour 1 ' a p p r e c i a t i o n du j e u . 2 Pour c e t t e r a i s o n p e u t - e t r e R o b b e - G r i l l e t a - t - i l trouve n e c e s s a i r e de j o i n d r e un p r i e r e d ' i n s e r e r a P r o j e t en g u i s e d ' i n t r o d u c t i o n a l a l e c t u r e . C e s t done davantage l a f a u t e du c o n d i t i o n - nement tenace q u i nous i n f l u e n c e , s i l e r o l e de l'humour chez A l a i n R o b b e - G r i l l e t , dans R o b b e - G r i l l e t , par Andre Gardies, p. 151. Jokes and t h e i r R e l a t i o n to the Unconscious, p. 145. 180 R o b b e - G r i l l e t e s t s i peu a p p r t c i e . Un o b s t a c l e important a l a r e a l i s a t i o n de ce but r t v o l u t i o n n a i r e chez "un l a r g e p u b l i c " e s t l e simple f a i t que ce d e r n i e r n'est pas p o r t i a l i r e dans notre gpoque, ne s e r a i t - c e que pour l ' h i s t o i r e . Mais l e nombre de l e c t e u r s s' i n t e r e s s a n t aux problimes de li'.ecriture e s t encore p l u s r e s t r e i n t . Malgre 1'evidence de l'humour chez R o b b e - G r i l l e t , i l e s t c e r t a i n qu'on ne l ' a p p r e c i e pleinement qu'apres p l u s i e u r s l e c t u r e s . P e u t - e t r e e s t - c e pour c e t t e r a i s o n que l a grande m a j o r i t e des l e c t e u r s de R o b b e - G r i l l e t sont des u n i v e r s i t a i r e s . S i l a l e c t u r e r e v e n a i t a l a mode des a c t i v i t i s d i v e r t i s s a n t e s ou c u l t u r e l l e s , l e but de R o b b e - G r i l l e t s e r a i t r e a l i s a b l e . De p l u s , comme l ' a u t e u r n'admet pas une idee t o u t e f a i t e pour l e roman, l'humour dans ses romans met constamment en doute l e s elements romanesques. I I en Y&de meme, in e v i t a b l e m e n t , pour l e l e c t e u r q u i d o i t p o u v o i r se metfcre en q u e s t i o n t o u t autant. I I a d e j a ete i l l u s t r e a p l u s i e u r s r e p r i s e s que l'humour ne rend pas t o u j o u r s au l e c t e u r une image f l a t t e u s e de lui-meme. O b l i g e de se v o i r , l e l e c t e u r prend c o n s c i e n c e s de lui-meme. "On s a i t que R o b b e - G r i l l e t envisage une l i t t e r a t u r e q u i p o u r r a i t e t r e c e l l e d'une s o c i e t e r e c o n c i l i e e avec elle-meme." 1 I l e s t p e u t - e t r e encore l o i n de r e a l i s e r ^Bruce M o r r i s s e t t e , Les Romans de R o b b e - G r i l l e t , 1. 109. 181 c e t t e r e v o l u t i o n s o c i a l e a p a r t i r de l a r e v o l u t i o n l i t t g r a i r e , mais l a p l a c e de l'humour y e s t assurge. R o b b e - G r i l l e t lui-meme demande: "l'humour, q u i e s t c o n t e s t a t i o n de s o i , n ' e s t - i l pas i n s e p a r a b l e de toute v r a i e c o n t e s t a t i o n ? " 1 dans R o b b e - G r i l l e t , par Andre" G a r d i e s , p. 148. BIBLIOGRAPHIE 182 a B i b l i o g r a p h i e 1. Romans d ' A l a i n R o b b e - G r i l l e t dans 1'ordre de parti t ion Les Gommes. P a r i s : E d i t i o n s de M i n u i t , c l953; E n g l e - wood C l i f f s , N . 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Le f a i t q u ' i l pense a r e n t r e r , a u s s i t 6 t s o r t i , g t a b l i t une a s s o c i a t i o n g t r o i t e e n t r e l e s deux mouvements, s o r t i r - r e n t r e r , l 'un g t a n t i n d i s p e n s a b l e a l ' a u t r e . Ces deux mouvements complementaires au niveau de l ' g c r i t u r e c a r a c t g r i s e n t l a recherche dans 1'imagination l a b y r i n t h i q u e du n a r r a t e u r . Au dgbut du roman, l e rythme des d i g r e s s i o n s e s t l e n t , mesurg, chaque t r a n s i t i o n marquant une boucle accomplie; i l change peu pendant que l e n a r r a t e u r , se croyant p o u r s u i v i , pgne*tre dans l e mgtro, d e c r i t l a g a l e r i e marchande, e t se presente a l a s a l l e de rgunion. Lors de l a r e p r e s e n t a t i o n t h g a t r a l e du "crime p a r f a i t " , p o u rtant, l e rythme de l ' g c r i t u r e s ' a c c g l i r e avec chaque v o l e t du " t r i p t y q u e " / accompagng du b r u i t f r g n g t i q u e de l a danse des 189 s p e c t a t e u r s : " t o u j o u r s au meme rythme l o u r d q u i s ' a c c e l e r e cependant peu a peu de fagon i m p e r c e p t i b l e ... , l e marte- lement des pie d s nus ... continue avec une cadence de pl u s en p l u s r a p i d e .... " (P, p. 39-40) La r e c a p i t u l a t i o n du "crime p a r f a i t " culmine dans une r a p i d i t e f i e v r e u s e : Le n a r r a t e u r lui-metne en t r a i n d'accomplir l e crime, echappe a l ' i n c e n d i e par l e s " e c h e l l e s de f e r e x t e r i e u r , q u i des- cendent en z i g z a g l e long de l a fagade" (P, p. 42). Les expr e s s i o n s sont r i c h e s en e v o c a t i o n "romanesque", e t cr e e n t une t e n s i o n dramatique: " v i o l e n t coup de pied" , "devaler l e s degres de f e r ... deux par deux, t r o i s par t r o i s ... " Mais, " i l me semble que l a f o u l e , a mes p i e d s , e s t de plu s en pl u s l o i n t a i n e ... , i l n'en r e s t e b i e n t o t qu'une tache un peu p l u s n o i r e , dans l a n u i t q u i tombe ... " Au l i e u d ' a r r i v e r en bas, l e n a r r a t e u r s ' e l o i g n e , l ' e c r i t u r e e v i t e 1'aboutissement imminent, r e v i e n t a son p o i n t de depart, semblable au premier, sans e t r e pourtant l e meme: "Je referme l a p o r t e - f e n e t r e , dont l a cremone a b e s o i n d'etre h u i l e e . C'est desormais l e complet s i l e n c e . " (P, p. 43) A p a r t i r du mouvement g e n e r a l de ce passage: demarche r e g u l i e r e vers une a c c e l e r a t i o n soudaine q u i f i n i t dans une q u a s i h a l l u c i n a t i o n ("le j e u pousse a son paroxysme" (P, p. 39))., nous pouvons e t a b l i r une correspondance entre l e s b r u i t s , l ' i n c e n d i e e t l a f u i t e par l ' e s c a l i e r de f e r q u i , e l l e , " e f f a c e " en quelque s o r t e l ' e t a t chaotique de l ' e c r i t u r e , pour permettre un rede p a r t du t e x t e , l e mouvement reprenant 190 un rythme presque a u s s i l e n t qu'au desbut. De nouveau, pourtant, l e t e x t e nous devance dans nos o b s e r v a t i o n s , ayant desja establi ce rapprochement dans l e passage s u i v a n t : - E n s u i t e c ' e s t de nouveau l e t u n n e l sans l u m i i r e ... , l e b r u i t s ' e s t modifies d'un s e u l coup: l e f r a c a s des roues sur l e s r a i l s , l e grincement des e s s i e u x , l a v i b r a t i o n des t o l e s , ont perdu de l e u r proximites, de l e u r a g r e s s i v i t e immediate ... , l e son a p r i s de l'ampleur: magnifies, charges d'harmoniques graves e t d'eschos s u c c e s s i f s q u i en descuplent l a puissance, ... i l escrase t o u t c e t t e f o i s de sa pressence d i f f u s e mais a s s o u r d i s - sante, monstrueuse, q u i i n v e s t i t l a gigantesque cavites s o u t e r r a i n e , l ' i n t e s r i e u r du wagon, l e s o r e i l l e s , l e crane e n f i n , d e r r i i r e c a i s s e de resonance oxi yiennent se c o n c e n t r e r l e s martelements et grondements du mestal. (P, p. 111-112) Ce t r a j e t , a t o u t e a l l u r e , l a n u i t , accompagnes de b r u i t s confus, a s s o u r d i s s a n t s , ( l e "martelement" nous r a p p e l a n t l a danse a f r i c a i n e l o r s de l a scene du "crime p a r f a i t " ) engendre une s e i n e q u i n'a d'autre l i a i s o n que l e s b r u i t s i n t e n s e s e t confus e t l e rythme acceslesres de 1 1 escriture. - E t moi, pendant ce temps, dans l e vacarme, q u i a m p l i f i e de p l u s en p l u s , de toute l a c a r c a s s e mestallique en t r a i n de v i b r e r sous mes pas prescipitess, j e continue a descendre 1' i n t e r m i n a b l e e t v e r t i g i n e u x e s c a l i e r de f e r . A chaque nouveau p a l i e r , j'interromps ma course une seconde pour me pencher par-dessus l e garde-fou e t j e descouvre au dessous de moi, encore un peu reculese, l a f o u l e anxieuse e t muette, p e u t - i t r e desja a des c e n t a i n e s de m i t r e s , s i l o i n que l e s v i s a g e s levgs ne forment p l u s qu'une mer de p o i n t s b l a n c s . A l o r s j e referme l e l i v r e a l a couverture deschiree, que j e rends a sa l e c t r i c e ... (P, p. 112) 191 La f o n c t i o n s t r u c t u r a l e de l ' e s c a l i e r de f e r e x t e r i e u r dans l ' e c r i t u r e r e s i d e dans sa forme: " s q u e l e t t e de l i g n e s n o i r e s , e n t r e c r o i s e e s q u i d e s s i n e des Z superposes du haut en bas." (P, p. 14) Roland Barthes, dans son e s s a i S/Z, e x p l i q u e l a f o n c t i o n de c e t t e forme: - Z r e s t l a l e t t r e de l a m u t i l a t i o n : phonetiquement, Z e s t c i n g l a n t a l a fagon d'un fou e t c h a t i e u r , d'un i n s e c t e erimyque; graphiquement, j e t e par l a main, en echarpe, a t r a v e r s l a blancheur egale de l a page, parmi l e s rondeurs de 1'alphabet, comme un tranchant o b l i q u e e t i l l e g a l , i l coupe, i l b a r r e , i l zebre ... 1 La t r o i s i e m e grande boucle ( l e passage en ayant ferme une deuxieme, c e l l e - c i e s t l a d e r n i e r e a c e t t e e c h e l l e ) e s t encore une a m p l i f i c a t i o n de c e l l e q u i l a precede, comme c e l l e - c i 1 ' e t a i t de l a p r e m i e r e . 2 L ' e c r i t u r e m a i n t i e n t une t e n s i o n assez r e g u l i e r e , quoique b i e n p l u s e l e v e e que dans l e s mouvements precedents, a t r a v e r s des aventures egalement p l u s t e m e r a i r e s . Le "paroxysme" se manifeste dans l ' e c r i t u r e q u i , des l a page 203, s ' a c c e l e r e d'abord par l e s t r a n s i t i o n s f r e q u e n t e s : "Coupure," "Repri s e , " e n s u i t e , dans l e s s i x d e r n i e r e s pages, par 1'absence t o t a l e de t r a n s i t i o n s , l e s phrases s ' e n t r a i n a n t l e s unes l e s a u t r e s , dans une d e r n i e r e t e n t a t i v e desesperee ( s e m b l e - t - i l ) de 1 R o l a n d Barthes, S/Z, p. 113. 2Une c o r r e l a t i o n mathematique s ' e t a b l i t entre l e s t r o i s mouvements: l e premier mouvement s'etend s ur 35 pages, l e deuxieme sur 69 pages, e t l e t r o i s i e m e sur 101; l a r e l a t i o n e s t done 1:2:3, ou b i e n 1/6 : 2/6 : 3/6, dont l e t o t a l egale a 1. Les t r o i s mouvements achevent l e c y c l e , en c o n s t i t u e n t 1'unite. 192 rendre de 1'"ordre" au r e c i t . Chaque t e n t a t i v e a b o u t i t a un echec, ne f a i s a n t q u ' i n t r o d u i r e de n o u v e l l e s compli- c a t i o n s : "Et v o i l a q u ' i l v i e n t d ' a p p a r a i t r e un "chat" au detour d'une phrase, a propos de Sarah l a m e t i s s e : un sourd e t un chat. Le sourd, j'en s u i s sur, c ' e s t l e t r o m p e t t i s t e du "Vieux Joe". Mais l e chat n'a joue encore aucun r o l e i c i a ma connaissance; i l ne peut done s ' a g i r que d'une e r r e u r . . . A propos des i n f i r m i e r e s ... i l a u r a i t f a l l u r e c h e r c h e r ... Mais i l e s t t r o p t a r d . " (P, p. 208) La s t r u c t u r e de l'oeuvre e l u c i d e e a i n s i en f o n c t i o n de l a forme du roman, i l c o n v i e n t maintenant de f a i r e 1 ' i n v e r s e : c o n s i d e r e r l ' e r o t i s m e par r a p p o r t a l a forme. C e t t e n o u v e l l e approche nous mene a accorder une importance inattendue au passage s u i v a n t : - ... L'idee me t r a v e r s e , a u s s i t o t , q u ' i l s ' a g i t d'un p i e g e : ... Joan, l a robe t r o p courte e t t r o p d e c o l l e t e e ... une c h a i r ... comme t r o p p r o v i s o i r e - ment v o i l e e par ces algues v e r t e s aux r e f l e t s mouvants ... l e corps immobile, a demi-cache dans l e s u l v e s , p r e t a se cambrer de t o r s i o n s soudaines, v i o l e n t e s , p r e t a s 1 o u v r i r en une bouche molle e t avide aux r e p l i s compliques, p r e c i s , m ultiformes, remodeles sans cesse par de n o u v e l l e s e x c r o i s s a n c e s ou i n v a g i n a t i o n s , mais q u i conservent en d e p i t de l e u r s s i n u o s i t e s changeantes une constante symetrie b i l a t e r a l e . (P, p. 67) A rapprocher l e mot "corps" avec une deuxieme mention dans un t o u t autre contexte, l a s t r u c t u r e d e j a nous a p p a r a i t sous une toute autre l u m i e r e . L ' i n t e r l o c u t e u r demande au n a r r a t e u r : "vous avez employe une ou deux f o i s l e mot 193 "coupure" dans l e corps du t e x t e : que s i g n i f i e - t - i l ? " Le n a r r a t e u r respond machinalement: "Delchirure au r a s o i r p r a t i q u i e a v i f en t r a v e r s d'une s u r f a c e s a t i n i e , gtnelra- lement convexe mais p a r f o i s concave, de c h a i r blanche ou ros e " (P, p. 191). D'une fagon q u i r a p p e l l e l e langage de B o r i s V i a n , l e n a r r a t e u r entend l e s mots au sens l i t t t r a l , isoles, comme s i l e t e x t e , done, e t a i t r e p r e s e n t s en e f f e t comme un corps humain, f i m i n i n sans doute, a jug e r sans doute, a jug e r des a d j e c t i f s "convexe" e t "concave." S i nous considesrons l ' i s o l e m e n t du mot comme un modeTe a s u i v r e dans notre etude, 1 ' a s s o c i a t i o n que nous venons d ' e t a b l i r permet une n o u v e l l e i n t e r p r e t a t i o n de l a s t r u c t u r e . La "bouche" q u i s'ouvre reprend 1'expression d i s i g n a n t 1 ' e n t r i e du metro dans l e passage s u i v a n t : - l e personnage suspect l e n a r r a t e u r se met a descendre 1 ' i n v i s i b l e e s c a l i e r d'une bouche de mit r o q u i s'ouvre devant l u i , au ras du s o l , perdant a i n s i successivement ses jambes, son t o r s e , e t ses bras, ses gpaules, son cou, sa t e t e . (P, p. 23)* P r i s e au sens propre, c e t t e e x p r e s s i o n courante s u g g e r e r a i t l e rapprochement du metro egalement avec l e corps d'une femme dans l e q u e l l e n a r r a t e u r e n t r e r a i t , une naissance a 1'inverse en quelque s o r t e . Les c o u l o i r s l a b y r i n t h i q u e s du metro analogues a l a recherche de l ' e c r i t u r e , sont r e p r e s e n t e s dans ce contexte par l e s " r e p l i s compliques, p r e c i s , multiformes, remodeies sans cesse par de n o u v e l l e s e x c r o i s s a n c e s ou i n v a g i n a t i o n s " ' l e s m o d i f i c a t i o n s e f f e c t u e e s 194 par l e s mouvements de l ' g c r i t u r e a t r a v e r s l e t e x t e . Nous avons d e j a traiteV du mouvement e x p l o r a t e u r de l ' g c r i t u r e , comme une p r o l i f g r a t i o n e t une r g d u c t i o n , dont l e rythme, d'abord r g g u l i e r e t calme, s ' a c c g l e r e subitement jusqu'a un "paroxysme'J, un orgasme f i n a l . Le p a r a l l e l e d e v i e n t a l o r s e v i d e n t e n t r e ce mouvement de l ' g c r i t u r e e t l ' a c t e s e x u e l q u i , r e p r i s t r o i s f o i s , chacune p l u s longue e t p l u s i n t e n s e , c o n s t i t u e l a forme e t l ' u n i t g de l'oeu v r e . Le n a r r a t e u r f a i t d ' a i l l e u r s ce rapprochement dans sa d e s c r i p t i o n de l a c u r i e u s e poignee de bronze, de sa p o r t e , "en forme de main refermge sur une s o r t e de navette, ou de s t y l o g r a p h e , ou de f i n poignard dans son f o u r r e a u " (P, p. La "navette" q u i s e r t a " t i s s e r " l a trame du roman, l e "st y l o g r a p h e " a l ' g c r i t u r e , e t l e "poignard" q u i r a p p e l l e l e couteau en r a p p o r t avec l e s r i t u e l s r e l i g i e u x , ont en commun, d'abord que tous t r o i s sont des symboles p h a l l i q u e s , e n s u i t e , l a d u a l i t g du mouvement q u i suggere l ' a c t e s e x u e l . Le rythme de l a danse des s p e c t a t e u r s l o r s de l a sei n e du "crime p a r f a i t " ; - e t l e "sourd ahan" de l e u r r e s p i r a t i o n s ' a s s o c i e n t inconsciemment a l ' e r o t i s m e dans 1'imagination du n a r r a t e u r : -Sans que j e p u i s s e en d g c e l e r l a r a i s o n , j e me mets a r e v o i r l a jeune femme s o p h i s t i q u g e ... ; e l l e me f r o l e de ses cheveux a r t i f i c i e l l e m e n t dorgs, de sa p o i t r i n e sans doute fausse q u i g o n f l e l a blouse blanche e t de son parfum .. v i o l e n t ... en ondulant des hanches ... (P, p. 39-40) De meme, "dans l a v o i t u r e - e x p r e s s ... q u i m'emporte dans un grand vacarme de grincements, de v i b r a t i o n s metal- l i q u e s e t de heurts aux rythmes saccades, j e repense a JR ... " (P, p. 63) Le theme de l ' e r o t i s m e presente encore d'autres i m p l i c a t i o n s . Laura raconte au Dr. Morgan q u ' e l l e depense son argent v o l e "pour acheter des bandes magnetiques'!i* - V i e r g e s ? l u i demande l e docteur La f i l l e t t e a un p e t i t r i r e , aigue: e t faux, de p e n s i o n n a i r e , q u i se calme a u s s i t o t . "Non, ga n'a aucun avantage q u ' e l l e s s o i e n t v i e r g e s comme vous d i t e s ... (P, p. 156) La bande c o n t i e n t , au c o n t r a i r e , "des gemissements, des soupirs,, des c r i s e t o u f f e s . . . Ou b i e n des pas q u i montent un e s c a l i e r , un v i t r e q u i v o l e en e c l a t s y une crimone de f e r q u i g r i n c e ... E t j e sens l e poids du corps q u i s'abat sur moi ... " (P, p. 156-157) L ' a n t i - these e t a b l i e e n t r e l ' a d j e c t i f " v i e r g e " e t l e v i o l q u i c o n s t i t u e 1'enregistrement de l a bande suggere que c e l l e - c i meme e s t comme " v i o l e e " , r a y a n t perdu son e t a t neuf. Par e x t r a p o l a t i o n de c e t t e i d e e , l ' e c r i t u r e " v i o l e " l a page blanche, e t l e l i v r e encore " v i e r g e " avant sa l e c t u r e , s e r a " v i o l e " par l e l e c t e u r , l u i , mene par l ' e c r i t u r e a p a r t i c i p e r a l ' a c t e meme du v i o l . "Tout l ' i n t e r e t des pages d e s c r i p t i v e s - c ' e s t - I - d i r e l a p l a c e de 1'homme dans ces pages - n'est ... p l u s l a chose d e c r i t e , mais dans l e mouvement meme de l a d e s c r i p t i o n . " 1 Pour c e t t e r a i s o n , p e u t - e t r e , l e Dr. Morgan te n t e de p r o l o n g e r l e s spasmes sexuels de sa v i c t i m e durant " p l u s i e u r s heures" (P, p. 202), l e temps q u ' i l f a u t justement pour une l e c t u r e de P r o j e t l ^ l a i n R o b b e - G r i l l e t , Pour un nouveau roman, p. 161.

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