UBC Theses and Dissertations

UBC Theses Logo

UBC Theses and Dissertations

Kamouraska : le vide au centre 1975

You don't seem to have a PDF reader installed, try download the pdf

Item Metadata

Download

Media
UBC_1975_A8 F84_7.pdf
UBC_1975_A8 F84_7.pdf
UBC_1975_A8 F84_7.pdf [ 3.67MB ]
Metadata
JSON: 1.0093431.json
JSON-LD: 1.0093431+ld.json
RDF/XML (Pretty): 1.0093431.xml
RDF/JSON: 1.0093431+rdf.json
Turtle: 1.0093431+rdf-turtle.txt
N-Triples: 1.0093431+rdf-ntriples.txt
Citation
1.0093431.ris

Full Text

KAMOURASKA : LE VIDE AU CENTRE by BARBARA LEIGH FULTON B.A. Honours, UNIVERSITY OF BRITISH COLUMBIA, 1970 A THESIS SUBMITTED IN PARTIAL FULFILMENT OF THE REQUIREMENTS FOR THE DEGREE OF MASTER OF ARTS in the Department of French We accept this thesis as conforming to the required standard THE UNIVERSITY OF BRITISH COLUMBIA MAY, 1975 In presenting th i s thes is in pa r t i a l fu l f i lment of the requirements for an advanced degree at the Un ivers i ty of B r i t i s h Columbia, I agree that the L ibrary sha l l make it f ree l y ava i l ab le for reference and study. I fur ther agree that permission for extensive copying of th i s thes is for scho lar ly purposes may be granted by the Head of my Department or by his representat ives. It is understood that copying or pub l i ca t ion of th is thes i s fo r f i nanc ia l gain sha l l not be allowed without my wr i t ten permission. Department of The Univers i ty of B r i t i s h Columbia 20 75 Wesbrook Place Vancouver, Canada V6T 1W5 Date Sf7f - i i - RESUME Nous avons aborde 1'analyse de Kamouraska d'Anne Hebert d'un p o i n t de vue s t r u c t u r a l i s t e a f i n de montrer que l e s s t r u c t u r e s e s s e n t i e l l e s , a premiere vue s i d i v e r s e s , peu- vent se resumer dans une s e u l e s t r u c t u r e :, l a r e v e l a t i o n du v i d e par l ' a n t i t h e s e . Kamouraska se base sur l ' a n t i t h e s e de l ' e t r e et du p a r a l t r e , 1'alternance de l a v i e r e e l l e et de l a v i e i m a g i n a i r e . Dans a e t t e etude, nous nous r e f e r o n s a. l a c l a s - s i f i c a t i o n des s t r u c t u r e s l i t t e r a i r e s promulguee par Roland B a r t h e s . A u s s i avons-nous c r u t r o u v e r chez Anne Hebert un s y s - teme de fonctionnement t e x t u e l q u i l a i s s e a p p a r a i t r e l e s s i m i - l i t u d e s des romans et des c o n t e s . Nous avons souleve t r o i s themes qu i nous p a r a i s s e n t e s s e n t i e l s : t o u t d'abord, l e theme du masque avec deux com- posants, l e dedoublement et l e s i l e n c e , e n s u i t e l e theme du c i r c u l a i r e comprenant l e s images c y c l i q u e s et l a c o n s t r u c t i o n en s p i r a l e , e n f i n , l'enigme engendree par l a c u l p a b i l i t e . Les images de masque f o n c t i o n n e n t comme une presence et une absence a l a f o i s . Le masque r e p r e s e n t e 1 ' a l l i a n c e des deux p o l e s de l ' e t r e et du n o n - e t r e . Nous nous retrouvons de- vant l e mur de l ' a n t i t h e s e : l a t e n t a t i o n de c o n c i l i e r l e s c o n t r a i r e s . Ce c o n f l i t , q u i r e s u l t e d'une t e n s i o n entre l e p r e - sent et l e passe cree,chez 1 ' h e r o i n e , E l i s a b e t h d ' A u l n i e r e s , une s o r t e de maladie mentale dont l e signe e x t e r i e u r est l a d e g r a d a t i o n de l a communication et l a d i s i n t e g r a t i o n de l a - i i i - p e r s o n n a l i t e , ce q u i debouche a l a longue, dans 1'absence au monde et dans l e s i l e n c e . Le c i r c u l a i r e , t r e s .important du.point de vue s t r u c - t u r a l , r e p r e s e n t e l ' a t t i r a n c e et l a repugnance de l ' o b j e t de- s i r e . Cette s t r u c t u r e s'exprime par l a r e p e t i t i o n , l a grada- t i o n , l e p a r a l l e l i s m e et l e s images c y c l i q u e s , t e l l e s que l e s voyages c i r c u l a i r e s , l e s maisons, et l ' a n s e . La s p i r a l e occu- pe a u s s i une p l a c e importante car c e l l e - c i r e p r e s e n t e l a r e - cherche maniaque du temps perdu. A i n s i l e roman tourne autour d'un c e n t r e , un souve- n i r t a n t o t d e s i r e , t a n t o t reprime. Pour r e v e l e r ce c o n f l i t i n - t e r n e , nous avons mis en o p p o s i t i o n l ' o r d r e de l a s o c i e t e que- b e c o i s e du dix-neuvieme s i e c l e et l ' o r d r e personnel des i n d i - v i d u s . Tout accommodement h y p o c r i t e a. l ' o r d r e o f f i c i e l engen- dre un sentiment de c u l p a b i l i t e chez l e s personnages. La gran- de d i f f i c u l t y des personnages est done de r e c o n c i l i e r l e mon- de et l e moi. • ~ E n s u i t e , nous examinons l a f o n c t i o n de l'enigme q u i est c o n s t i t u t e par l a presence d'un s e c r e t , d'une v e r i t e ca- chee sous l e s couches de memoire et du temps passe. Dans Ka- mouraska, l'enigme e x i s t e sur deux niveaux : l e s e c r e t o f f i - c i e l est l e meurtre du seigneur de Kamouraska et l e s e c r e t p er- sonnel est l ' a l l e g e a n c e d ' E l i s a b e t h a. l a v i e des p a s s i o n s . Pour cacher sa c u l p a b i l i t e , E l i s a b e t h impose l e meurtre de son mari aux a u t r e s : son amant George Nelson et sa servante Aure- - iv - l i e Caron, deux e t r e s q u i l u i ressemblent comme f r e r e et soeur L ' e x i s t e n c e de l'enigme cree l a t e n s i o n par l ' a l t e r - nance de r e t a r d s et de r e l a n c e . Le t e x t e emploie p l u s i e u r s me- thodes pour r e t a r d e r l a r e v e l a t i o n de l a v e r i t e , dont quelques unes sont l e l e u r r e , l a reponse suspendue, 1'equivoque et l e b l o c a g e . Le devoilement du s e c r e t i m p l i q u e l e r e t a b l i s s e m e n t de l ' o r d r e t e x t u e l mais ne c l o t pas l ' h i s t o i r e . - v - S 0 M M A I R E INTRODUCTION 1 CHAPITRE 1 Silence et masque 8 CHAPITRE 2 La structure c i r c u l a i r e 22 CHAPITRE 3 La creation et l a fonction de l a c u l p a b i l i t e 40 CONCLUSION 65 BIBLIOGRAPHIE - v i - REMERCIEMENTS Nous tenons a r e m e r c i e r M. l e P r o f e s s e u r Tougas dont l a p a t i e n c e et l ' i n t e r e t t o u j o u r s soutenus.ont ete d'une a i d e precieus'e dans 1 ' e l a b o r a t i o n de ce t r a v a i l . Que Mme I q b a l v e u i l l e b i e n t r o u v e r i c i 1'expression de t o u t e notre g r a t i t u d e . INTRODUCTION Kamouraska d'Anne Hebert fut publie'en 1970 aux E d i - tions du S e u i l et requt l e Prix des L i b r a i r e s . Ceci indique que l'oeuvre a deja interesse un nombre important de c r i t i q u e s et contient des elements l i t t e r a i r e s s i g n i f i c a t i f s . De plus, c'est l e premier long roman e c r i t par Anne Hebert et l a pre- miere oeuvre apres un silence d'a peu pres dix ans. (Ses poe- mes furent publies en i960 et son premier roman en 195$). C'est done un evenement majeur dans l a vie l i t t e r a i r e de cet auteur canadien. S i l'on consulte une l i s t e des oeuvres d'Anne Hebert, on constate que c e l l e - c i est portee vers l e genre poetique. Les quelques contes et nouvelles, l e s r e c u e i l s de poesie et le s pieces de theatre sont plutot courts. l i s trouvent leur s i g n i f i c a t i o n dans l a densite de 1'expression et dans l e con- tenu poetique. Nous nous sommes borne a etudier une seule oeu- vre de toute l a production l i t t e r a i r e de cet auteur. Ce choix a ete f a i t d'abord a cause de l a longueur du roman et l e temps qui l e separe des autres oeuvres, ensuite a. cause de l ' i n t e r e t du l i v r e qui merite un examen p a r t i c u l i e r . Neanmoins, nous a l - lons nous refer e r aux oeuvres precedentes car Kamouraska f a i t partie d'un univers poetique et symbolique et l e s lignes de parente sont tres f o r t e s . Pour aborder un texte nous avons plusieurs solutions : - 1 - 1'analyse i n t u i t i v e (pratiquee par Bachelard) ou l'on se l a i s - se penetrer par l'oeuvre pour en s a i s i r 1'essence et l e sens. Cette methode a 1 1 inconvenient de decouvrir l e message du tex- te sans se soucier du code, c'est-a-dire l a faqon dont l e mes- sage est transmis au l e c t e u r . L'analyse formaliste, pratiquee par l'ecole russe du meme nom, consiste a. degager l e squelette du texte dans toute sa beaute grammaticale tout en l a i s s a n t de cote l e message. Entre ces deux methodes s i d i f f e r e n t e s , l a methode s t r u c t u r a l i s t e a l'avantage de se constituer "au mo- ment ou l'on retrouve l e message dans l e code" ( l ) Ce message est revele par une analyse des structures et non impose par l e c r i t i q u e . Le strueturalisine est done l a l i a i s o n entre un sys- teme de formes (le formalisme) et un systeme de sens (le rea- lisme c l a s s i q u e ) . Rejean Robidoux defend l a s i g n i f i c a t i o n de l a forme : "Loin de s e r v i r a. sa seule ornementation, l e sty l e exerce une fonction de connaissance et e'est d'abord en l u i , dans l e mystere de l a forme, q u ' i l faut chercher l a s i g n i f i c a - t i o n l i t t e r a i r e d'une oeuvre et son ve r i t a b l e contenu." (2) II faut pourtant souligner que l a structure n'existe pas objectivement, en " s o i " dans l e texte. E l l e est plutot 1'enchainement des phrases, l e fonctionnement des mots. 1. Genette, Gerard, Figures I Editions du S e u i l , Paris (1966) p. 150. 2. Robidoux, Rejean,"Le roman canadien frangais de demain", Le Roman canadien frangais, Archives des l e t t r e s canadien- nes, Fides Montreal (1971) p. 212. II ne faut pas oublier non plus 1'importance de l a t o t a l i t e du texte. Comme a e c r i t Rene Lacote a. ce sujet : "Des que commen- ce l a lecture de l'oeuvre d'Anne Hebert, toute explication r e- side dans l e texte meme, toute lumiere est dans l a parole" (3) Le texte peut etre considere comme une structure qu'on essaie de demonter pour en voir l e s differentes parties et l a methode de construction. L ' e c r i v a i n , en un sens, i n t e r - roge l'univers, l a societe, l e s gens et l e nombre de ses ques- tions est i n f i n i . Le c r i t i q u e , au contraire, doit interroger l e texte ; ses questions sont limitees des l e depart. Le c r i - tique s t r u c t u r a l i s t e essaie de r e f a i r e l e t r a j e t de l'auteur, de recreer l e s questions fondamentales qui ont donne naissance au texte, de trouver comment l e s phrases s'enchainent les unes aux autres. Nous avons p r i s comme point de depart l'idee que l e texte est compose d'elements mis en r e l a t i o n . Le choix r a t i o n - nel de l'auteur a precise l e s elements et l'ordre, ordre par- f o i s i l l u s o i r e . L'oeuvre l i t t e r a i r e est done complete, i l est impossible de l a changer, nous sommes oblige de prendre l e tex- te t e l quel. "Le roman", e c r i t Paul Gay "n'est pas une r e p e t i - t i o n du r e e l , mais un univers symbolique et a r t i s t i q u e , evo- quant l a plenitude de l a v i e . " (4) 3. Lacote, Rene "Kamouraska" Les Lettres franchises .n° 1353 p.7. 4. Gay, Paul,' Notre roman. Editions Hurtubise HMH, Montreal (1973) p. 55 . - 4 - Ce n'est pas pour d i r e que l e l e c t e u r n'y mette r i e n de lui-meme n i n ' i n t e r r o g e l e l i v r e . Au c o n t r a i r e , " l e s e u l personnage important est l e s p e c t a c t e u r , c'est dans sa t e t e que se dero u l e l ' h ' i s t o i r e , q u i est exactement imagine par l u i . " (5) L ' i n t e r a c t i o n entre l e l e c t e u r et l e t e x t e est t r e s p e r s o n n e l l e et importante. Au s u j e t du l e c t e u r , on peut d i r e : " L o i n de l e n e g l i g e r , 1'auteur au j o u r d ' h u i proclame l ' a b s o l u b e s o i n q u ' i l a de son concours, un concours a c t i f , c o n s c i e n t , c r e a t e u r . Ce q u ' i l l u i demande, ce n'est p l u s de r e c e v o i r t o u t f a i t un monde acheve, p l e i n , c l o s sur lui-meme, c'est au con- t r a i r e de p a r t i c i p e r a. une "creation, d ' i n v e n t e r a son t o u r l'oeuvre - et l e monde et d'apprendre a i n s i a i n v e n t e r sa pro- pre v i e . " (6) Le t e x t e , comme nous l'avons d i t p l u s haut, peut e- t r e c o n s i d e r e comme une c o n s t e l l a t i o n d*elements. Le t e x t e , s e l o n l a d e f i n i t i o n de Machery, est " l a r e p r i s e c o n t i n u e l l e des images q u i occupent une p l a c e par r a p p o r t a d'autres ima- ges." (7) Nous essayons, dans notre t r a v a i l , de t r o u v e r ces systemes de r e l a t i o n s entre l e s images, l e s phrases et l e s i d e e s . I I y a c e r t a i n s r a p p o r t s q u i ne sont d e v o i l e s que par ce genre d'analyse. 5. R o b b e - G r i l l e t , A l a i n , Pour un nouveau roman, G a l l i m a r d , P a r i s (1963) p. 1 66 . 6. i b i d p. 1 6 9 . 7. Machery, C h a r l e s , Pour une t h e o r i e de l a p r o d u c t i o n l i t t e - 1 r a i r e , Maspero, P a r i s {19bb) p. 68. - 5 - A l a base du s t r u c t u r a l i s m e se t r o u v e n t l e s travaux grammaticaux et semiologiques de Jakobsen, Greimas, K r i s t e v a et d'autres q u i s ' i n t e r e s s e n t aux phonemes, l e s p l u s p e t i t e s p a r t i e s du d i s c o u r s . Le systeme de Jakobsen a ete r e p r i s et e- l a r g i par Barthes, q u i e t u d i e l e s " l e x i e s " ou Les u n i t e s de d i s c o u r s , pour t r o u v e r des r a p p o r t s syntagmatiques ou p a r a d i g - matiques. Les d e f i n i t i o n s du syntagme-- et du paradigme que nous u t i l i s o n s sont c e l l e s de Genette, pour q u i l e s syntagmes sont " l e s enchainements r e e l s de f o n c t i o n s c o n t i n u e s " et l e s paradigmes " l e s r e l a t i o n s v i r t u e l l e s de f o n c t i o n s analogues" ( $ ) . Nous e s s a i e r o n s d'analyser n o t r e t e x t e s e l o n l a methode s t r u c t u r a l e de B a r t h e s . La f o n c t i o n c r i t i q u e est de j u g e r et d ' a p p r e c i e r l e s oeuvres, a u s s i nous esperons que nos remarques donneront des e c l a i r c i s s e m e n t s sur l a s t r u c t u r e de c e t t e oeuvre importante, appelee recemment " l e p l u s grand roman de n o t r e l i t t e r a t u r e ' j " (9) Nous a l l o n s e t u d i e r l'oeuvre en essayant d'analyser t r o i s themes qu i nous p a r a i s s e n t e s s e n t i e l s . Tout d'abord, l e theme du masque avec deux composantes : l e dedoublement et l e s i l e n c e , e n s u i t e , l e theme du c i r c u l a i r e comprenant l e s images 8. Genette, Gerard, F i g u r e I E d i t i o n s du S e u i l , P a r i s (1966) o p . c i t . , p. 1 53 . 9. Nous ne partageons pas 1 ' o p i n i o n de M. P a u l Gay q u i appe- l a c e t t e oeuvre " l e p l u s grand roman de n o t r e l i t t e r a t u r e " o p . c i t . , p. 1 49 . - 6 - c y c l i q u e s et l a s t r u c t u r e en s p i r a l e ; e n f i n l'enigme q u i en- gendre l a c u l p a b i l i t e . B ien que ces t r o i s themes semblent t r e s independants, nous nous e f f o r c e r o n s de montrer qu'a. eux t r o i s i l s sous-tendent l a s t r u c t u r e de Kamouraska. Dans l e premier c h a p i t r e , nous expliquons l a presen- ce et l e r o l e du masque. Le personnage d ' E l i s a b e t h d ' A u l n i e r e s , 1'heroine de Kamouraska, est complexe et f a s c i n a n t ; c'est e l l e p l u s qu'aucun a u t r e personnage q u i porte l e masque. Le masque change au f u r et a mesure que l e drame d f E l i s a b e t h se d e r o u l e . I I y a p l u s i e u r s niveaux de camouflage qui s'etendent du ma- q u i l l a g e jusqu'au dedoublement de l a p e r s o n n a l i t e . Chez E l i s a - beth c e t t e d u a l i t e de c a r a c t e r e r e s u l t e d'une t e n s i o n entre l e present et l e passe. La p r e s s i o n du c o n f l i t m e n t a l ' i n d u i t une s o r t e de maladie mentale dont l e sig n e e x t e r i e u r est l a degra- d a t i o n de l a communication. E l i s a b e t h , comme nous a l l o n s v o i r , est une femme de t h e a t r e , p r e t e a. assumer des r o l e s d i f f e r e n t s , ce q u i l'empeche en f a i t d ' e t r e son v r a i moi. Dans l e deuxieme c h a p i t r e , nous examinons l a c r e a t i o n du c i r c u l a i r e a p a r t i r de l ' a n t i t h e s e . Le theme du double et de 1 ' o p p o s i t i o n ( i n t r o d u i t dans l e c h a p i t r e premier) est deve- loppe par un examen de l a s t r u c t u r e c i r c u l a i r e q u i s'exprime par l a r e p e t i t i o n , l a g r a d a t i o n , l e p a r a l l e l i s m e et l e s ima- ges c y c l i q u e s . La s p i r a l e occupe une p l a c e importante' dans Kamouraska car c e t t e s t r u c t u r e mime l a recherche maniaque du temps perdu. I I nous semble que l e roman tourne autour d'un - 7 - c e n t r e absent, un s o u v e n i r t a n t o t d e s i r e , t a n t o t reprime. Nous pensons que l a s o c i e t e quebecoise dudix-neuvieme s i e c l e joue un r o l e extremement important dans c e t t e recherche du passe de l ' e n f a n c e et de 1'innocence perdues. Les t r a d i t i o n s s o c i a - l e s et morales r e p r e s e n t e n t l ' o r d r e o f f i c i e l et t o u t e r e v o l t e c o ntre l e s moeurs peut provoquer l e s c a n d a l e . L ' o r g a n i s a t i o n r i g i d e de c e t t e s o c i e t e voue t o u t e t e n t a t i v e a l ' e c h e c . Les i n d i v i d u s doivent ou b i e n se p l i e r au reglement et tomber dans 1 ' h y p o c r i s i e , ou b i e n v i v r e a. l ' i n t e r i e u r d'eux-memes. Nous avons des exemples f r a p p a n t s de chaque c a t e g o r i e de com- promis. Tout accommodement cree un sentiment de c u l p a b i l i t e „i qu i r e n f o r c e l e s murs de l a p r i s o n s o c i a l e . La grande d i f f i - c u l t e des personnages est done de r e c o n c i l i e r l e monde et l e moi. Dans l e t r o i s i e m e c h a p i t r e , noux examinons l a f o n c - t i o n de l'enigme q u i est c o n s t i t u t e par l a presence d'un se- c r e t , d'une v e r i t e cachee sous l e s couches de memoire et du temps passe. L ' e x i s t e n c e de l'enigme cree l a t e n s i o n pour l ' a l - t ernance de r e t a r d s et de r e l a n c e s . Perturbee par l a presence de l'enigme, l ' h i s t o i r e cherche a r e t a b l i r l ' o r d r e dans l a r e s o l u t i o n du c o n f l i t de l ' e t r e et du p a r a i t r e . Anne Hebert emploie p l u s i e u r s methodes pour r e t a r d e r l a r e v e l a t i o n de l a v e r i t e , quelques-unes sont l e l e u r r e , l a reponse suspendue, 1'equivoque et l e b l o c a g e . Le devoilement du s e c r e t implique l e r e t a b l i s s e m e n t de l ' o r d r e mais ne c l o t pas necessairement 1 ' h i s t o i r e . Chapitre 1 - SILENCE ET MASQUE Nous voulons suivre, chez Elisabeth, l a revelation d'une vie anterieure, qui est, en un cer t a i n sens, plus pre- sente et r e e l l e que ^sa vie a c t u e l l e . Cette autre v i e , vecue vingt ans auparavant, resonne toujours dans sa memoire. On s a i t , d'Elisabeth elle-meme, que cette existence anterieure fut longtemps etouffee. II y a plusieurs references dans l e l i v r e qui revelent que cette autre vie existe toujours et est prete a resurgir : "La vie semble naturelle et calme et pourtant ... Ce s i l e n c e . Cette impression amere de deja vecu. L'aspect etrange du feu surtout. Une sorte d'eclat f r o i d , immobile." ( l ) "II y a un s o l e i l qui bouge au c i e l . Une lueur rouge plutot qui f a i t semblant d'etre l e s o l e i l ... Dans un autre monde, une autre vie existe, mouvante et bouleversante." (2) "J'habite a i l l e u r s . Un l i e u p r e c i s . Un temps revolu. Aucun prestige de l a memoire ne pourrait r e u s s i r c e l a . II s'agit de l a possession de ma vie r e e l l e . De ma f u i t e p a r f a i t e de l a rue du P a r l o i r . " (3) ! Ce n'est que quand l a mort de son mari, Jerome Rol- land, devient imminente, que l e pouvoir d'un somnifere f a i t s'ouvrir l e s portes de sa memoire et qu'Elisabeth f u i t dans le passe. II nous semble que l a structure de cette r e v e l a t i o n , 1. Hebert, Anne, Kamouraska o p . c i t . p. 104 2 . i b i d p. 142 . 3 . i b i d p. 163. - 8 - - 9 - et l e sens meme du l i v r e c o i n c i d e n t l ' u n et 1 ' a u t r e . Anne He- ber t s'est beaucoup preoccupee de l a s o l i t u d e humaine dans ses oeuvres. Le nombre de ses poemes, contes et romans dont l e theme est l a s o l i t u d e i n e v i t a b l e l ' a t t e s t e . Nous trouvons dans l e l i v r e de P i e r r e Page sur Anne Hebert, c e t t e e x p l i c a t i o n de 1 * e v o l u t i o n de son oeuvre : "Les paysages de l ' e n f a n c e , malgre l e u r beaute ne peuvent combler l'homme ; et maintenant, des q u ' i l se r e t r o u v e en lui-meme, l a j o i e n'y est p l u s . I I s'impose done d ' e x p l o r e r ces r e s e r v e s de t r i s - t e s s e et d'angoisse q u i emplissent l e coeur humain. I I ne s i e d p l u s de s'evader de l a c o n d i t i o n humaine dans l e s images de l a danse et du v e n t . I I f a u t , au c o n t r a i r e , descendre jusqu'a l a l i m i t e , dans l e s a- bimes l e s p l u s tenebreux ... C'est une e n t r e p r i s e etrangerement d i f f i c i l e . Car des que l ' o n q u i t t e l a l i g n e de s u r f a c e ou l e s a c t i v i t e s q u o t i d i e n n e s per- mettent aux hommes de se r e n c o n t r e r , on entre dans l e royaume de 1'incommunicable, et on se heurte a cet o b s t a c l e : ce q u i f a i t l a v e r i t e profonde de l'homme et c o n s t i t u e sa v r a i e v i e , c'est ce q u i se d i t l e p l u s d i f f i c i l e m e n t . V o u l o i r f a i r e l a poesie de c e t t e v i e - l a , c ' est e c r i r e l e poeme du s i l e n c e . " U ) Nous nous sommes permis c e t t e longue c i t a t i o n , parce que nous avons trouve que l a s o l i t u d e e s s e n t i e l l e de chaque e- t r e humain est une des r a i s o n s d ' e t r e de Kamouraska. Anne He- b e r t a vo u l u d i r e 1 ' i n d u c i b l e , e l l e a t e n t e de l e f a i r e e x p r i - mer par son h e r o i n e . On ne r e t r o u v e pas, chez n o t r e auteur, beaucoup de r e f e r e n c e s a sa p h i l o s o p h i e ; on ne donne pas s i f a c i l e m e n t 4» Page, P i e r r e , Anne Hebert E d i t i o n s F i d e s , Ottawa (196$) P. 97. - 10 - l e s c l e f s de sa pensee. C'est p l u t o t a t r a v e r s son e c r i t u r e que l ' o n r e t r o u v e l e cheminement de sa pensee q u i equivaut, p a r f o i s , a une p h i l o s o p h i e . Par exemple : "Je c r o i s a l a s o l i t u d e rompue comme du p a i n par l a p o e s i e . " (5 ) L ' e c r i t u r e est done l ' a c t e de r e c o n n a i t r e que l a s o l i t u d e est s e n t i e par tous l e s hommes, ce q u i l e u r permet d ' a v o i r quelque chose en commun. La s o l i t u d e , paradoxalement, d o i t nous per- mettre de nous r a p p r o c h e r . R i e n de p l u s important que l a s o l i t u d e au Quebec, s u r t o u t aux s i e c l e s passes quand l e s h i v e r s longs et d i f f i c i - l e s s e p a r a i e n t l e s gens pendant des mois e n t i e r s . C e t t e s o l i - tude imposee empechait l a p a r o l e et c o n t r a i g n a i t l e s gens au s i l e n c e . Anne Hebert en a beaucoup p a r l e : "Pendant des ge n e r a t i o n s nous nous sommes p l u s ou moins t u s comme des t r a p p i s t e s c o n t r a r i e s . Qu'y a v a i t - i l d'autre a f a i r e durant l e s longues s o i r e e s dans l a s o l i t u d e d ' h i v e r ... ? La r e v e r i e nous a tenu l i e u de pensee et d ' a c t i v i t e i n t e r i e u r e , t a n - d i s que nous r e s a s s i o n s nos malheurs ... Avec q u e l - l e d e l e c t a t i o n morose avons-nous p r a t i q u e 1'absence et l e songe jusqu'a l ' a b s u r d e . " (6) et p l u s t a r d , au moment des f e t e s de l a C o n f e d e r a t i o n : "et p u i s nous avons ete l i v r e s au temps. Le temps a s u i v i son cours ... Nous c o u l i o n s . Une d e f a i t e sur l e coeur. Un chapelet entre l e s d o i g t s . P a r e i l aux morts ruminant l e songe de Lazare ... "Au pays de Quebec r i e n ne change". Un j o u r l a v e r i t e f u t a i n - 5. Hebert, Anne, Poemes E d i t i o n s du S e u i l , P a r i s (i960) p. 71. 6. Hebert, Anne, "Quand i l est q u e s t i o n de nommer l a v i e . " Le Devoir 22 Octobre I960. - 11 - s i . Immobile et paysanne. Sous l a n e i g e , ou l ' e t e . " (7) Mais, echapper a. l a s o l i t u d e et a l a s t e r i l i t e n'est pas chose f a c i l e , meme s i l ' o n se rend compte que l a v o i e du s a l u t est l a p a r o l e . Une fagon de v i v r e a p e t r i f i e l e s pensees et voue t o u t e t e n t a t i v e de l i b e r a t i o n a l ' e c h e c . Un des heros des romans d'Anne Hebert d e c r i t mieux l a s i t u a t i o n : " J ' e t a i s un enfant depossede du monde. Par l e decret d'une v o l o n t e a n t e r i e u r e a. l a mienne, j e devais r e - noncer a t o u t e p o s s e s s i o n en c e t t e v i e . " ($) Ce que nous a l l o n s done, s u i v r e e'est l a resurgence de v i n g t ans de s i l e n c e , de s o l i t u d e , de d e p o s s e s s i o n , et ce que nous a l l o n s chercher, e'est l a s t r u c t u r e d'une v i e t r a d u i - t e en p r o s e . Nous a l l o n s a n a l y s e r l a s t r u c t u r e du roman, que nous croyons c i r c u l a i r e , q u i l e mieux d e c r i t une e x i s t e n c e r e - gardant v e r s l ' i n t e r i e u r , tournant autour des evenements du passe. E l i s a b e t h R o l l a n d ne s ' e s t pas r e f u g i e e dans l e s i - l e n c e t o t a l , car dans ce cas, i l n'y a u r a i t pas eu de l i v r e . Son s i l e n c e prend une forme p l u s i n s i d i e u s e , d e j a prevue par l ' a u t e u r : e l l e s ' i s o l e dans l e songe. A l b e r t Le Grand l ' e x - p l i q u e a i n s i : "Le r e f u s d'une c o n f r o n t a t i o n avec l e r e e l e n t r a i n e 7. Hebert, Anne, "L*epopee canadienne", La P r e s s e , 13 F e v r i e r 1967. 8. Hebert, Anne, Le T o r r e n t , o p . c i t . , p. 9 . - 12 - un r e f u s d'une c o n f r o n t a t i o n avec s o i et un refuge dans l e songe." (9) Referons-nous aux romans a n t e r i e u r s d'Anne Hebert pour y v o i r l a p l a c e du songe et du s i l e n c e . Le T o r r e n t (1950) a pour heros un homme s o l i t a i r e et sourd. Sa v i e d'enfant est marquee par l e s i l e n c e sadique de sa mere, et 1'absence de c o n t a c t s humains : "Nous e t i o n s t b u j o u r s s e u l s . J ' a l l a i s a v o i r douze ans et n ' a v a i s pas encore contemple un v i s a g e hu- main, s i ce n'est l e r e f l e t mouvant de mes propres t r a i t s ... Quand a ma mere, s e u l l e bas de sa f i g u - r e m ' e t a i t f a m i l i e r . Mes yeux n ' o s a i e n t monter p l u s haut." (a0) "Les s o i r s ou j e c r o y a i s ma mere occupee a p r i e r , j e n ' o s a i s bouger sur ma p a i l l a s s e - . Le s i l e n c e e t a i t l o u r d a mourir." (11) "Je ne f a i s que v e i l l e r sur moi, l e s s e u l e s v o i x q u i me parviennent sont i n t e r i e u r e s ... Je s u i s plongee au cen t r e de moi-meme." (12) Les Chambres de b o i s est t o u t a u s s i empreint de l a n o t i o n de s i l e n c e . La v i e du couple M i c h e l - C a t h e r i n e est mar- quee par l e s i l e n c e q u i s ' e s t e t a b l i entre eux, un s i l e n c e q u i menace l a jeune femme de mort : " I I y eut t a n t de s i l e n c e c e t t e annee-la qu'on en- t e n d a i t e x i s t e r l e s choses fortement autour de s o i . " (13) 9. Le Grand, A l b e r t , De l ' e x i l au royaume, Conferences J.A. de Seve (1967) p. 35 . 10. Hebert, Anne, Le T o r r e n t , o p . c i t . , p. 12. 1 1 . i b i d p. 13 . 1 2 . i b i d p. 55 . 13 .Hebert, Anne, Les Chambres de b o i s , o p . c i t . , p. 35 . - 13 - "Le s i l e n c e i n t o l e r a b l e dura entre eux." (14) " C a t h e r i n e r e j e t a l o i n d ' e l l e draps et chemise, t o r - d i t ses cheveux sur sa t e t e en chignon dur comme une n o i x , a f i n qu'aucune meche ne t r a i n e en ce l i e u de malheur, ferma l e s yeux, d e v i n t muette et appela l a s u r d i t e comme unv baume, t a n d i s que ses n a r i n e s se p i n g a i e n t , r e f u s a n t t o u t e odeur." (15) I I y a p l u s i e u r s s o r t e s de s i l e n c e : l e s i l e n c e t r a n q u i l l e du consentement, l e s i l e n c e de l a s o l i t u d e , l e s i - l e n c e a f f r e u x de deux e t r e s q u i n'ont p l u s r i e n a se d i r e , l e t e r r i b l e s i l e n c e de l a h a i n e . Le s i l e n c e de Kamouraska est t r e s s p e c i a l , un s i l e n c e cree par 1'absence a l a v i e . E l i s a - beth e x i s t e , e l l e r e s p i r e , comme Catherine dans Les Chambres de b o i s ou Fr a n g o i s dans Le T o r r e n t , mais e l l e ne p a r t i c i p e pas a l a v i e . Comme eux, son h i s t o i r e e st l a r e v e l a t i o n d'une v i e i n t e r i e u r e , s o l i t a i r e , q u i est l e r e s u l t a t d'evenements exte- r i e u r s . Comme eux, e l l e s'y r e f u g i e pour s'empecher de s e n t i r l e s douleurs de l a v i e r e e l l e . P lus l a v i e e x t e r i e u r e est hos- t i l e , p l u s s eduisante devient l a v i e i n t e r i e u r e . Chez E l i s a - beth, l a r e v e l a t i o n commence au moment de l a mort de son deu- xieme mari, Jerome R o l l a n d . Sa v i e commence a se f t l e r , et l a i s s e a p p a r a i t r e l a d u a l i t e de sa p e r s o n n a l i t e : " I n u t i l e de se l e u r r e r , un j o u r i l y aura c o i n c i d e n - ce entre l a r e a l i t e et son double i m a g i n a i r e . Tout pressentiment v e r i f i e . Toute marge a b o l i e ... I I 14 . Hebert, Anne, Les Chambres de b o i s , o p . c i t . , p. $0 . 1 5 . i b i d p. 139 . - 14 - faut s o r t i r de ce marasme tout de s u i t e . Confondre l e songe avant q u ' i l ne s o i t trop tard." (16) Elisabeth peut se d i v i s e r en deux etres, l'un exterieur : "Decliner son nom ... Habiter toute sa chair intac- te." (17) 1'autre, i n t e r i e u r : "Mais vous n'etes qu'une absente, Madame Rolland. I n u t i l e de n i e r . " (13) "J'habite a i l l e u r s . Un l i e u p r e c i s . Un temps revolu. Aucun prestige de l a memoire ne pourrait r e u s s i r c e l a . II s'agit de l a possession de ma vie r e e l l e . " (19) Nous allons etudier ce dedoublement a travers l e s i - mages, car 1'explication du silence et de l'absence s'y trou- ve. Elisabeth ne r e v i t pas son passe uniquement a cause d'un somnifere que l u i a donne l e medecin, au contraire, e l l e y f a i t des excursions a. volonte : "Je dis 'je' et je suis une autre ... Je me dechai- ne. J'habite l a f i e v r e et l a demence, comme mon pays natal." (20) "C'est l e moment ou i l faut se dedoubler franche- ment. Accepter cette d i v i s i o n d e f i n i t i v e de tout mon etre. J'explore a fond l e p l a i s i r s i n g u l i e r de f a i r e semblant d'etre la.. J'apprends a m'absenter de mes paroles et de mes gestes, sans qu'aucune pa- r o l e ou geste paraisse en s o u f f r i r . " (21) Pour qu'Elisabeth maintienne cette double v i e , i l 16 . Hebert, Anne, Kamouraska, op.cit . , p. 2 3 . 1 7 . i b i d p. 2 3 . 1 8 . i b i d p. 7 6 . 1 9 . i b i d p. 1 63 . 20 . i b i d p. 1 15 . 2 1 . i b i d p. 196 . - 15 - f a u t q u ' e l l e f a s s e bonne mine devant t o u t l e monde. De l a , tou t e une t a p i s s e r i e d'images q u i se c r e e , car e l l e est cons- c i e n t e de son deroulement. Nous a l l o n s s u i v r e l e s t r a n s f o r m a - t i o n s de 1 'image du masque pour montrer l a c r e a t i o n et l e s mu- t a t i o n s de l a double v i e . Le masque L'image du masque et l ' i d e e de " f a i r e semblant" a p p a r a i s s e n t des l e debut du roman. Madame R o l l a n d admet sa d u p l i c i t e et r e c o n n a i t l e masque : "Son mari a l l a i t mourir et e l l e e p r o u v a i t une grande p a i x . Cet homme s 1 en a l l a i t t o u t doucement, sans t r o p s o u f f r i r , avec une d i s c r e t i o n l o u a b l e . Mme R o l l a n d a t t e n d a i t , soumise et i r r e p r o c h a b l e . " (22) et en r e f l e c h i s s a n t a son proces : " I I f a l l a i t me r e f a i r e une innocence a. chaque sean- ce, comme une beaute entre deux b a l s , une v i r g i n i t e •entre deux hommes." (23) I I e st i n c o n t e s t a b l e que nous p r e s e n t i o n s tous un masque au monde. Pourtant, I ' i n t i m i t e entre mari et femme est t e l l e que l ' o n l a i s s e tomber l e masque, au moins, veut-on l e c r o i r e . Nous avons 1 ' e v i d e n c e devant nous que chez ce couple, l e masque est t o u j o u r s .present. Chez l e m a r i , par exemple : "Avec F l o r i d a ( l a bonne) on peut e t r e soi-meme, ma- la d e et repugnant, epouvante et r e s i g n e , p l a i n t i f et i n j u s t e . Tandis qu'avec E l i s a b e t h ..." (24) 2 2 . K.ebert, Anne, Kamouraska, o p . c i t . , p. 7 . 2 3 . i b i d p. 8 . 24 . i b i d p. 1 5 . - 16 - " A i n s i (pense E l i s a b e t h ) t u n'as jamais c r u a. mon innocence ? Tu m'as t o u j o u r s c r a i n t e comme l a mort. D e c o u v r i r c e l a apres d i x h u i t ans." (25) Chez E l i s a b e t h a u s s i : "Le s o l se derobe sous mes p i e d s . Mais t u n'en sau- r a s r i e n . Tu n'as aucune p r i s e sur moi. Ne r i e n donner de s o i . Ne r i e n r e c e v o i r . Que l e s epoux de- meurent s e c r e t s l ' u n a 1 ' a u t r e . A jamai s . Amen." (26) Les images du masque c h o i s i e s par E l i s a b e t h pour se d e c r i r e , ou pour d e c r i r e d'autres femmes, sont t r e s p a r t i c u - l i e r e s . E l l e se d e c r i t comme un 'mannequin de c i r e ' , une 'pou- pee', une 'marionnette', e l l e d i t q u ' e l l e p o r t e un masque de p l a t r e . Ce q u i est fra p p a n t dans ces images i s o l e e s de masque, e'est q u ' e l l e s r e p r e s e n t e n t t o u t e s des masques creux, ou des o b j e t s manipules par d ' a u t r e s . En d e p i t de l e u r apparence v i - vante, 1 ' e s p r i t en est absent. E l i s a b e t h se r e c o n n a i t a u s s i comme 'une salamandre', animal q u i peut changer d'apparence. L'importance de 1'image du masque est s o u l i g n e e t o u t au l o n g du l i v r e , c ar l e s r e l a t i o n s entre homines et femmes sont f r a g i l e s , et l e s personnages du l i v r e e s s a i e n t de se pro- teg e r en-ayant r e c o u r s au masque. E l i s a b e t h et Georges, noyes dans l ' o c e a n de l e u r ' d e s i r a b s o l u ' , commencent a prendre l ' i - m a ginaire pour l e r e e l : "Tu f e i n s pourtant de c r o i r e encore a l a r e a l i t e 25. Hebert, Anne, Kamouraska, o p . c i t . , p . 1 6 . 26 . i b i d p. 1 6 . - 17 - des a u t r e s . " (27) et p u i s : "Chaque f o i s que nous sommes ensemble dans l e b o i s de p i n s et q u ' i l f a i t encore t r o p c l a i r pour ... Nous jouons aux g i s a n t s de p i e r r e . Nos deux corps a l l o n g e s . Simulant l a mort ... F a i r e l e v i d e abso- l u ... Tout l i e n a u t r e que nous deux, d o i t mourir." (2d) L ' u l t i m e masque est de s'absenter a l a v i e , de f a i r e son e t r e v e r i t a b l e l e masque p a r f a i t . "J'apprends a. m'absen- t e r " d i t E l i s a b e t h , "Penser a. s o i a l a t r o i s i e m e personne. F e i n d r e l e detachement." (29) Les images deviennent de p l u s en p l u s severes au f u r et a me- sure que l a v i e s'absente : "Je f e i n s l e sommeil. J ' i m i t e a. m e r v e i l l e une p i e r r e p l a t e et dure." (30) "Je deviens t r a n s l u c i d e . Denuee de t o u t e r e a l i t e ap- p a r e n t e . Depossedee de t o u t e forme, de t o u t e e p a i s - seur et profondeur. Toute r e a c t i o n ou i n t e r v e n t i o n , de ma p a r t , est i n t e r d i t e d'avance." (31) "Me r e p e t e r que j e s u i s morte (que r i e n ne peut p l u s m ' a t t e i n d r e ) . Non p o i n t b l e s s e e , n i meme mourante, mais morte t o u t a f a i t . I n v i s i b l e aux yeux de t o u s . " (32) " I n s e n s i b l e a u s s i ... Transparente comme une goutte d'eau. I n e x i s t a n t e en quelque s o r t e . Sans nom n i 27 . Hebert, Anne, Kamouraska, o p . c i t . , p. 1 42 . 2^ . i b i d p. 1 5 1 . 29 . i b i d p. 7 1 . 30 . i b i d p. 204 . 3 1 . i b i d p. 2 13 . 3 2 . i b i d p. 214. v i s a g e . D e t r u i t e . Niee." (33) Nous a s s i s t o n s , en f a i t , a. l a d e s t r u c t i o n de l ' e t r e , 1 ' a u t o d e s t r u c t i o n d ' E l i s a b e t h . Nous avons remarque comment 1 'image du masque s ' e l a r g i t . P a r t a n t de l ' i d e e de f e i n d r e , on en a r r i v e a plaquer un v i s a g e sur un a u t r e , en gu i s e de pro- t e c t i o n . E n s u i t e , on en a r r i v e a l ' i d e e que l ' e t r e v e r i t a b l e , a. l ' i n t e r i e u r , a une v i e t o u t a. f a i t independante et tout aus- s i importante. P u i s , l ' e t r e e x t e r i e u r commence a se d i s s o u d r e , a d e v e n i r t r a n s p a r e n t , l e masque devient l a r e a l i t e , i l n'y a que l a v i e i n t e r i e u r e q u i e x i s t e . A l a f i n , l ' e t r e s o c i a l de- v i e n t une mecanique : "Me v o i c i emmureedans ma propre s o l i t u d e . Figee dans ma propre t e r r e u r . Incapable d'aucun mouve- ment, d'aucun g e s t e . Comme s i l a source meme de mon energie (etant f a u s s e e ) se m e t t a i t soudain a pro- d u i r e du s i l e n c e et de 1 ' i m m o b i l i t e . " (34) L'image meme de l a v i e devient i r r e e l l e : " V i v r e ensemble, tous l e s deux. Doucement, te n d r e - ment, sans f a i r e de b r u i t . P a r e i l s a des ombres bleues sur l a neige." (35) E l i s a b e t h decouvre lentement c e t t e dispossession de son e t r e . Au moment de se so u v e n i r du crime, e l l e se rend compte de son absence : "Sans aucun re f u g e a. l ' i n t e r i e u r de s o i . Chassee hors de s o i . J e t e e dehors. ( Q u i t t a n t t o u t a f a i t Mme R o l l a n d sa d i g n i t e et sa hauteur.) N'ayant j a - 3 3 . Hebert, Anne, Kamouraska, o p . c i t . , p. 215 . 34 . i b i d p. 218. 3 5 . i b i d p. 2 23 . - , 1 9 - mais ete s i proforidement separee de soi-meme." (36) E l l e s 'est enfermee dans un masque p a r f a i t , maintenant l a so- c i e t e i n s i s t e pour q u ' e l l e l e p o r t e a jamais : "Condamner E l i s a b e t h d ' A u l n i e r e s au masque f r o i d de 1 'innocence. Pour l e r e s t e de ses j o u r s . " (37) Meme l e r e t o u r de Georges ne peut ranimer l e masque, car i l s'est cree l u i a u s s i , un masque qu i l u i s i e d t r o p b i e n : "Nous nous regardons e n f i n tous l e s deux, un i n s - t a n t sans p a r l e r . Nous nous emplissons de t e n e b r e s . Nous nous touchons avec des mains inconnues." (3$) Ayant trouve une v i e dans 1'absence, E l i s a b e t h est a. jamais chassee de l a v r a i e v i e : "Je p e r s i s t e du cote des t e n e b r e s . " (39) "Je f a i s semblant de v i v r e . J'apprends peu a peu a ' mourir ... Mais j e s u i s morte." (40) "Moi-meme etrangere et possedee. f e i g n a n t d'apparte- n i r au monde des v i v a n t s . " ( 4 l ) Nous voyons i c i l e theme romantique de 1'absence au monde, de l a non-communication du heros q u i veut r e s t e r obscur et done non-compris. La communicabilite s'ouvre sur l a norma- l i t e q u i r e n d r a i t l e heros comprehensible et o r d i n a i r e . Nous remarquons i c i , encore une f o i s , l e p a r a l l e l i s - me entre F r a n q o i s et E l i s a b e t h . F r a n g o i s a u s s i r e c o n n a i t q u ' i l 36. Hebert, Anne, Kamouraska, o p . c i t . , p. 231. 37. i b i d p . 237. 3d . i b i d p. 241. 39 . i b i d p. 242. 4 0 . i b i d p. 246. 4 1 . i b i d p. 24d. - 20 - a q u i t t e l a v r a i e v i e : "Je n ' a i p o i n t de r e p e r e . Aucune horloge ne marque mes heures. Aucun c a l e n d r i e r ne compte mes annees. Je s u i s d i s s o u s dans l e temps." ( 4 2 ; F r a n q o i s est devenu une c o q u i l l e v i d e , l e semblant est devenu l e r e e l : "Je n ' a i cohnu 7que des signes v i d e s . J ' a i porte t r o p longtemps mes c h a i n e s . E l l e s ont eu l e l o i s i r de pousser des r a c i n e s i n t e r i e u r e s . E l l e s m'ont d e f a i t par l e dedans." (43) P l u s l o i n , i l perd meme l e sentiment d ' e t r e un hom- me : "Je marche sur des d e b r i s . Un mort parmi l e s d e b r i s . L'angoisse s e u l e me d i s t i n g u e des signes morts." (44) I I est evident que l a d i s i n t e g r a t i o n et 1'aneantissement de Fran q o i s sont p l u s profonds et p l u s t e r r i f i a n t s que ceux d'E- l i s a b e t h . C e l l e - c i cesse de p a r t i c i p e r activement au monde, a. l a l i m i t e e l l e est f o l l e , t a n d i s que Fr a n q o i s ne p a r t i c i p e meme pas a 1 ' e x i s t e n c e , et se s u i c i d e . Anne Hebert r e c o n n a i t l a s e d u c t i o n et l e danger de 1 ' i m a g i n a i r e , q u i peut de v e n i r p l u s a g r e a b l e que l a r e a l i t e . E l i s a b e t h est i n c a p a b l e de se defendre contre l e reve , : "Rever au r i s q u e de se d e t r u i r e , a t o u t i n s t a n t , comme s i on mimait sa mort. Pour v o i r . I n u t i l e de se l e u r r e r , un j o u r i l y aura c o i n c i d e n c e entre l a 4 2 . Hebert, Anne, Le T o r r e n t , o p . c i t . , p. 36 43 . i b i d p. 3 6 . 44 . i b i d p. 3 7 . - 21 - r e a l i t e et son double i m a g i n a i r e . " (45) Une a u t r e c i t a t i o n , t i r e e du conte "La Mort de S t e l l a " e x p l i - que ce phenomene : "Poussee a c e r t a i n e s l i m i t e s , l a v i e se passe d e r r i - ere l a porte du s i l e n c e . L'aventure t r o p f o r t e nous s a i s i t , nous submerge, nous transforme, s'accomplit s i intimement, s i totalement en nous, q u ' e l l e se met e n s u i t e a n o t r e p l a c e , nous dispensant de t o u t e p a r o l e , de t o u t e p l a i n t e . " (46) Pour en r e v e n i r a Kamouraska, l e masque est devenu l a r e a l i t e , l a v i e i n t e r i e u r e a d i s p a r u . " F i x e r l e masque de 1 'innocence sur l e s os de ma f a c e " , d i t E l i s a b e t h , "jusqu'a. ce que l a ressemblance p a r f a i t e me c o l l e a l a peau." (47) L ' i - mage trouve son apotheose dans l a d e s c r i p t i o n de l a decouverte d'une "femme n o i r e , v i v a n t e , datant d'une epoque r e c u l e e et sauvage", avec une " f a i m de v i v r e ... f e r o c e et e n t i e r e " . L a - chee dans l a v i l l e , e l l e ne t r o uve que des p o r t e s fermees, et d o i t "mourir de f a i m et.de s o l i t u d e " (4$) dans l e s rues deser- t e s . Nous pouvons resumer ce c h a p i t r e dans une c i t a t i o n de P h i l i p p e S o l l e r s : "L'homme est au fond p l u s etranger a lui-meme q u ' i l ne peut jamais l ' e t r e a. a u t r u i . " (49) 4 5 . Hebert, Anne, Le T o r r e n t , o p . c i t . , p. 2 3 . . 4 6 . i b i d p. 238. 4 7 . Hebert, Anne, Kamouraska, o p . c i t . , p. 2 49 . 4 3 . i b i d p. 2 50 . 4 9 . S o l l e r s , P h i l i p p e , " A l a i n R o b b e - G r i l l e t : Pour un nouveau roman." T e l Quel, 18 (1964) p. 9 3 . C h a p i t r e 2 - LA STRUCTURE CIRCULAIRE Avant d'entreprendre un exaraen de l a s t r u c t u r e c i r - c u l a i r e et de l ' e m p l o i de l a s p i r a l e dans Kamouraska, nous voulons s i t u e r l e roman dans l a s o c i e t e quebecoise du d i x - neuvieme s i e c l e . L'ordre s o c i a l est de l a p l u s haute impor- tance, non seulement pour ce roman, mais a u s s i pour t o u t e l'oeuvre d'Anne Hebert. Dans un a r t i c l e paru dans La Presse en 1967, i n t i t u - l e "L'Epopee canadienne", Anne Hebert r e c o n n a l t l e poids de c u l p a b i l i t e porte par l e s gens depuis l a conquete. Ce poids a ete impose d'abord par l ' E g l i s e q u i a v a i t une i n f l u e n c e impor- t a n t e due au manque presque t o t a l d'aucune a u t r e presence o f - f i c i e l l e f r a n q a i s e . P l u s i e u r s h i s t o r i e n s ont reconnu l a d i s p a - r i t i o n de l ' e q u i l i b r e s o c i a l f a i s a n t s u i t e a l a conquete. A- vant de poser l a q u e s t i o n de l a t r a n s g r e s s i o n de l ' o r d r e mo- r a l , i l est n e c e s s a i r e de p r e c i s e r l e r o l e de l ' o r d r e dans l a s o c i e t e quebecoise du dix-neuvieme s i e c l e , puisque* 1 ' a c t i o n de Kamouraska se s i t u e entre 1$39 et 1359. La p l u s grande par- t i e du l i v r e s'occupe des evenements q u i se sont p r o d u i t s dans l a v i e d ' E l i s a b e t h en 1338-1339. Au mois de Novembre 1$37, a u Bas-Canada, une r e b e l - l i o n e c l a t a , dont 1 ' i n s t i g a t e u r i n v o l o n t a i r e f u t L o u i s Joseph Papineau. Cette r e v o l t e p r o d u i s i t p l u s i e u r s c o n f r o n t a t i o n s s e r i e u s e s , v i t e r eprimees. Papineau lui-meme s ' e n f u i t aux E- - 22 - - 23 - t a t s - U n i s et l a r e b e l l i o n r e s t a sans lendemain. T o u t e f o i s , c e t t e r e v o l t e a v o r t e e poussa l e gouvernement a n g l a i s a. envo- yer Lord Durham au Canada, une a c t i o n q u i a eu des consequen- ces importantes. En d e p i t de c e t t e r e v o l t e , l a s o c i e t e quebecoise c o n s e r v a i t ses v i e i l l e s t r a d i t i o n s et ses anciennes s t r u c t u r e s s o c i a l e s et p o l i t i q u e s . Ceux q u i ont p a r t i c i p e a. l a r e v o l u t i o n devaient s'echapper aux E t a t s - U n i s ou b i e n se conformer au s t a t u quo. La s o c i e t e a v a i t des t r a d i t i o n s f o r t e s et r i g i d e s t e l l e s l e s c l a s s e s s o c i a l e s , l a r e l i g i o n , l a f a m i l l e , l e s va- l e u r s morales. C e l u i q u i m e t t a i t en q u e s t i o n ces v a l e u r s s ' e xposait au s c a n d a l e . A cet egard, A l b e r t Le Grand a obser- ve : " A i n s i pendant "de longues annees 1 ' i d e a l i s a t i o n de l a r e a l i t e quebecoise s'a i d a de 1 'image d fun t e r - r o i r s a c r a l i s e pour e c a r t e r de not r e l i t t e r a t u r e t o u t e t r a c e de r e a l i s m e . " ( l ) I I i d e n t i f i e a i n s i l e probleme de base : "A p a r t i r du m i l i e u du d i x - n e u v i e m e . s i e c l e une s o r t e de hargne j a n s e n i s t e s ' a p p l i q u e r a a communiquer a notre l i t t e r a t u r e un sentiment de c u l p a b i l i t e f a c e au bonheur." (2) L o u i s Hemon, dans Maria Chapdelaine, a s e n t i c e t t e v o l o n t e de perpetuer l e s t r a d i t i o n s : " I c i t o u t e s l e s choses que nous avons apportees avec 1. Le Grand, A l b e r t , De l ' e x i l au royaume, Conferences J.A. de Seve (1967) p. 2 6 . " 2. i b i d p. 25. - 24 - nous, notre culte, notre langue, nos vertus et jus- qu'a. nos faibl e s s e s deviennent des choses sacrees intangibles et devront demeurer jusqu'a. l a f i n . " ( 3 ) Vu l a place de l'homme dans cette societe quebecoise de 1$40, on comprend combien i l e t a i t d i f f i c i l e de contester le s t r a d i t i o n s . II est pourtant v r a i que l e s auteurs l'ont f a i t et que beaucoup de ces t r a d i t i o n s sclerosees ont evolue ou disparu. " F a u t - i l s'etonner", d i t Jacques Sotnam, "de ce que ce soient I'Eglise et l a f a m i l l e , l e pretre et l a mere, cette voix du Quebec qu'entendait Maria Chapdelaine, qui souf- frent l e plus de cette demystification en cours ? Certes non." (4) Les jeunes"auteurs ont mis en question l'ordre de cette societe, non pas pour l e remplacer par un autre ordre tout f a i t , mais pour l e reveler comme un monde desuet "qui a longtemps vecu r e p l i e sur l u i meme." (5) Cette remise en ques- t i o n n'est pas tant une attitude negative qu'une volonte de l i - beration. Cette idee de rechercher l a ver i t e et 1'authenticite au pr i x de r e j e t e r l e s valeurs t r a d i t i o n n e l l e s est.chere a no- tre auteur. E l l e parle a i n s i de son pays, l e Quebec : 3. Cotnam, Jacques, Archives des Lettres canadiennes, op.c i t . , p. 236. 4. i b i d p. 291. . 5. Therio,.Adrien, "La maison„de.la b e l l e et du prince ou l'en- fer'idans l'oeuvre romanesque d'Anne Hebert", 1-ivres et au- teurs quebecois (1971) p• 282 . - 25 - "Au pays de Quebec r i e n ne change. Un j o u r l a v e r i t e f u t a i n s i . Immobile et paysanne. Sous l a n e i g e , ou l ' e t e . Mais n u l l e b e l l e au b o i s dormant ne peut passer impunement l'epreuve du sommeil. L'amende a. p e r c e v o i r sous t a n t de songe et de p e i n e . L e v e - t o i et marche. Le t r e s o r accumule craque et se d e c h i r e . L ' h e r i t a g e a reclamer aux douanes e t r a n g e r e s . " (6) Le danger c o n t r e l e q u e l Anne Hebert a' l u t t e est done c e l u i d'accepter 1 ' h y p o c r i s i e , 1 1 i n a u t h e n t i c i t e au p r i x de perdre son i d e n t i t e p e r s o n n e l l e . Ce danger est i n h e r e n t a l a s o c i e t e quebecoise de son temps. "Ne nous a-t-on pas enseigne, demande Anne Hebert, "que l a v r a i e v i e est absente et q u ' i l s ' a g i s s a i t d ' e t r e au monde comme n'y etant p o i n t ? " (7) Pour en r e v e n i r a. n o t r e propos, l a c u l p a b i l i t e asso- c i e e a l a t r a n s g r e s s i o n de l ' o r d r e s o c i a l et moral, s u r t o u t l a c u l p a b i l i t e a s s o c i e e au d e s i r , peut empecher l a r e a l i s a t i o n ,du personnage. Nous nous r e f e r o n s , a ce s u j e t , a M. Van Schendel, qu i a i d e n t i f i e l a cause du probleme, l a peur : "Quels sont en e f f e t l e s elements auxquels s'applique . h i s t o r i q u e m e n t l a d i f f i c i l e p r i s e de conscience de l a l i t t e r a t u r e quebecoise ? Au depart, ce f u t l a peur, l e sens v e r t i g i n e u x d u " v i d e , . l e non-avenir, l e refoulement . p r o g r e s s i f opere par l a c o l o n i s a t i o n q u i t r o u v a dans l a s u r v i v a n c e des s e i g n e u r i e s un a- l i b i , commode ... La peur de ce que, precedemment, on a p p e l l e l a c i v i l i s a t i o n u r b a i n e ... I I y eut, t r e s exactement, l a peur de l'amour. C ' e s t - a - d i r e l a peur d'esperer posseder ce q u i - 1 ' e x i s t e n c e c b l l e c - 6. Hebert, Anne, "J&Jn s i e c l e - 1 8 6 7 - 1 9 6 7 . L'Epopee canadienne, La . Presses 13 F e v r i e r 1967i 7 . Hebert, Anne, Saint-Denys Garneau ( s c e n a r i o ) , O.N.F., I 9 6 0 . \ - 26 - t i v e l'enseignait - ne pouvait etre possede." (8) Van Schendel continue a analyser cet etat de cons- cience p a r t i c u l i e r qui a tant affecte l a l i t t e r a t u r e et l a vie quebecoise : " I I n'est pas possible de parler de 1'amour, quand 1'amour devient l e sens intime d'une r e a l i t e dont cha- cun, quant-a s o i et collectivement, est aliene." (9) II reconnait, pourtant, 1'existence de 1'amour dans l a l i t t e r a t u r e , mais d'un amour dont l e s rapports sont inver- ses, et done qui r e f l e t e l e s conditions p a r t i c u l i e r e s de la- vie au Quebec : "L'amour, .en qui deja l e desir se deplie, ne pene- t r e vraiment dans l a l i t t e r a t u r e canadienne-fran- qaise qu'a p a r t i r du moment ou on l e prend pour ce q u ' i l est : un a t t r i b u t de l a depossession quebe- coise, une im p o s s i b i l i t e historique." (10) r Remarquons a ce sujet l e s vers de Saint Denys Gar- neau c i t e s par Anne Hebert dans l e commentaire du f i l m sur son cousin : "Je marche a cote d'une -jo'ie' D'une j o i e a moi que je ne puis prendre." (11) et l a pensee de Franqois dans Le Torrent : "Je ne pouvais pas connaitre l a j o i e . " (12) L'impossibilite de connaitre l a j o i e se rattache a l'idee de c u l p a b i l i t e et d'alienation. 8". Van Schendel, Michel, "L'amour dans l a l i t t e r a t u r e canadien- ne franqaise", L i t t e r a t u r e et societe canadienne franchises, Presse de l'Uni v e r s i t e Laval, Quebec (.1967) p. 157. 9. i b i d p. 162. . r . 10.ibid p. 163. 11. Garneau, Saint-Denys, "L'accompagnement", Poesies Completes, Fides, Montreal (1949) p. 101. 12. Hebert, Anne, Le Torrent, op.cit., p. 2 5 . - 27 - Ayant discute l a place de l'ordre s o c i a l dans l e ro- man et dans l'oeuvre romanesque d'Anne Hebert, nous voyons com- bien i l e t a i t d i f f i c i l e de r e c o n c i l i e r l a vie sociale et l a conscience i n d i v i d u e l l e sans tomber dans 1'hypocrisie. Nous voulons retracer, chez Elisabeth, l'existence de l a c u l p a b i l i - te qui resulte de sa confrontation avec l a societe et qui est l e point autour duquel l e roman tourne. La structure c i r c u l a i - re choisie par Anne Hebert mime l a recherche et l a revelation du centre.- Construction en s p i r a l e Le c i r c u l a i r e est l a structure preferee d'Anne Hebert,. Sans trop entrer dans l e s d e t a i l s , un examen des poemes nous montre que l e cercle, en tant qu*image ou structure, t i e n t une place p r i v i l i g i e e . V o i c i quelques exemples t i r e s des Poemes : " l i e noire Sur s o i enroulee Captivite." (13). "Au centre de l'enclos La source du sang Plantee dr o i t cet arbre crispe." (14) "Chambre fermee * Coffre c l a i r ou s'enroule mon enfance Comme un c o l i e r desenfile." (15) 13. Hebert, Anne, Poemes Editions du S e u i l , Paris (i960) op. c i t . , p. 25. 14. i b i d p. 3 8 . 15 . i b i d p. 42 . - 28 - Un de ses poemes l e s p l u s importants e st "Le tombeau des r o i s " q ui d e c r i t l a descente au tombeau et l e r e t o u r a. l a v i e et a. l ' e s p o i r , l e c y c l e de l a v i e et de l a mort. I I nous semble que l e c i r c u l a i r e t r o u v e son epanouis- sement dans Kamouraska et en est meme un des elements essen- t i e l s . La c r e a t i o n du c i r c u l a i r e peut e t r e expliquee comme une extens i o n de l a r e p e t i t i o n . Une oeuvre, pour e t r e c o ntinue, c o n s i s t e en une s u i t e de phrases i n t e l l i g i b l e s . La premiere cree l a p o s s i b i l i t y d ' o p p o s i t i o n par l a deuxieme, ou l a p o s s i - b i l i t y d' echo et done de r e t o u r . Todorov e c r i t a. ce s u j e t dans l a revue Communications : "Dans t o u t e oeuvre., i l e x i s t e une tendance a. l a repe- t i t i o n , q u ' e l l e coneerne l ' a c t i o n , l e s personnages, ou b i e n l e s d e t a i l s de l a d e s c r i p t i o n . " ( l 6 ) La r e p e t i t i o n se trouve non seulement dans l a r e p r i s e des mots ou des phrases, mais a u s s i dans l e s c o n s t r u c t i o n s t e l - l e s que l ' a n t i t h e s e , l a g r a d a t i o n et l e p a r a l l e l i s m e . S i c e r - t a i n e s i d e e s semblent deja l u e s , e'est q u ' e l l e s sont deguisees, presentees a. 1 ' i n v e r s e . Cette s t r u c t u r e peut se developper en- core, pour a r r i v e r au c i r c u l a i r e : "Toute i m i t a t i o n engendre l e c i r c u l a i r e ; to u t e c i r - c u l a r i t e tend vers l ' i n f i n i . En l a p e r f e c t i o n du mimetisme, deux l i e u x sont _ c o n t r a i n t s a. c o i n c i d e n - ce ; l e s passages de l ' u n a. 1 ' a u t r e se f o n t r e t o u r s au meme ; l e s i t i n e r a i r e s se l o v e n t en boucles ; l e 1 6 . Todorov,Tzvetan,"Les c a t e g o r i e s du r e c i t l i t t e r a i r e " , Com- munications 8 (1966) p.128. - 29 - r e f l e t exact s u s c i t e des t r a j e c t o i r e s en t r e f l e . " (17) Cette idee est t r e s importante pour 1 'etude de l a su- p e r p o s i t i o n de temps, de l i e u x et de personnages. Le c i r c u l a i - r e ne se p l a c e pas t o u j o u r s sur l e p l a n du r e e l , au c o n t r a i r e , nous l e trouvons p l u s souvent dans l e mouvement p r e c i s et se- c r e t de l a memoire. A l b e r t Le Grand e c r i t au s u j e t de Kamou- raska : "Cette oeuvre ne suggere pas un deroulement d i a c h r o - nique et l i n e a i r e mais l e deploiement en s p i r a l e s d'un double mouvement excentrique ; l e premier, ho- r i z o n t a l , embrasse une s u r f a c e t o u j o u r s p l u s v a s t e , l e second, v e r t i c a l , creuse l'axe du c e n t r e . " (1$) Nous avons deja vu 1 'importance du dedoublement chez Anne Hebert, cet o u t i l a ete u t i l i s e dans l e s contes et l e s r o - mans, s u r t o u t dans Le T o r r e n t et Kamouraska. Mais i l y a d'au- t r e s elements c i r c u l a i r e s : 1 ' a l t e r n a n c e , l e r e t r e c i s s e m e n t , l e voyage et l a s p i r a l e . L ' a l t e r n a n c e est u t i l i s e e dans Kamouraska pour main- t e n i r l a double trame : passe-present, r e e l - i m a g i n a i r e . Anne Hebert r a c o n t e deux h i s t o i r e s simultanement, ce q u i cree l'am- b i g u i t e et l e p a r a l l e l i s m e . . Le roman en o f f r e p l u s i e u r s exem- p l e s : "Je v e i l l e , l i e e a cet homme q u i d o r t sous l a p l u i e . 1 7 . R i c a r d o u , Jean, Pour une t h e o r i e du nouveau roman, E d i t i o n s du S e u i l , u o l l e c t i o n T e l Quel, P a r i s U W D P« l ? 9 - l 6 0 . 1 8 . Le Grand, A l b e r t , "Kamouraska ou l'ange et l a bete", E t u - des f r a n g a i s e s (1971) p. 1 16 . - 30 - S i l o i n que je sois aans l'espace.et l e temps, j e rj demeure attachee a Georges welson, en cet instant precis ou. toute l a campagne de Sorel chavire sous l a p l u i e . TancLis qu'a Quebec, l a r e s p i r a t i o n op- pressed ae mon mari emplit l a maison de l a rue du P a r l o i r , du s o u i f l e meme de l a mort." (19) i La superposition n'est que dans l e temps au r e c i t , car 1'ecriture se f a i t dans un present i l l u s o i r e . L'alternan- ce se f a i t par l e rapport entre l e temps de l ' h i s t o i r e et l e temps au discours, par l a creation a'une aeformation tempo- r e l l e . Todorov explique ce phenomene : "Le temps au aiscours est dans un certain sens un temps l i n e a i r e , alors que l e temps de l ' h i s t o i r e est pluridimensionnel. Dans l ' h i s t o i r e plusieurs evenements peuvent se derouter en meme temps ; mais l e discours doit obligatoirement l e s mettre a l a suite 1'un de 1 'autre : une figure complexe se trouve projetee sur une ligne a r o i t e . " (20) Regardons ensuite l e retrecissement pratique par 1'auteur dans ses romans. Ceci' est l'oppose de ce qu'on at- tena d'un roman e c r i t a. l a premiere personne, lequel revele l a vie personnelle du heros. La connaissance r e s t r e i n t e du monde des personnages d'Anne Hebert est due aux parents ou aux circonstances. A ce propos, on peut remarquer dans l a piece de theatre, Le Temps Sauvage, 1'eloignement ide l a mai- son, de, l a f a m i l i e Joncas,. l'ignorance des enfants'... Fran- qois, dans Lei Torrent, revele l a petitesse ae son univers : 19. Hebert, Anne, Kamouraska, op.cit., p. 153. 20 . Todorov, Tzvetan, "Les categories du r e c i t l i t t e r a i r e " , Communications 8 (1966) op.cit., p. 1 39 . - 31 - "Notre maison s ' e l e v a i t a l ' e c a r t de t o u t e v o i e de communica- t i o n , au c e n t r e d'un domaine de b o i s . " (21) Ce p e t i t monde commence a se r e t r e c i r . F r a n g o i s remarque l e changement : "Je ne possedais pas l e monde, mais c e c i se t r o u v a i t change : une p a r t i e du monde me p o s s e d a i t . " (22) Nous pouvons s u i v r e l ' a - neantissement de 1 * e x i s t e n c e de F r a n g o i s jusqu'au p o i n t u l t i - me : . '. 1 "La p l u i e , l e ' v e n t , l e t r e f l e , l e s f e u i l l e s sont de-' venus des elements de ma v i e . Des membres r e e l s ae mon c o r p s p Je p a r t i c i p e d'eux p l u s que de moi-meme. ... Je ne s u i s pas encore mur pour 1'ultime f u i t e , l ' u l t i m e demission.aux f o r c e s cosmiques." (23) "-J-e s u i s plonge au ce n t r e de moi-meme ... Je m'y s u i s abime." (24) "Je me rends a ma f i n . Je m'absorbe et j e s u i s ne- ant." (2$) Le meme r e t r e c i s s e m e n t du.monde s'accomplit dans Les Chambres de b o i s . Le monde de Catherine est deja. r e s t r e i n t : " C ' e t a i t au pays de C a t h e r i n e " (26) Ce p e t i t pays se t r a n s f o r - me peu a peu dans un pays de songe. Les maries s'enferment dans un appartement, p u i s dans quelques chambres. M i c h e l et sa soeur s ' i s o l e n t dans une p a r t i e d'une chambre : "Au c o i n du f e u , en cet espace r e d u i t , t o u r a t o u r poudre par l e s cendres et b r u l e par l e s t i s o n s , l e 2 1 . Hebert, Anne, Le T o r r e n t , o p . c i t . , p. 1 4 . 2 2 . i b i d p. 29. 2 3 . i b i d p. 3 7 . 2 4 . i b i d p. 5 5 . 25. i b i d p. 64 . 2 6 . Hebert, Anne, Les Chambres de b o i s , o p . c i t . , p. 2 7 . - 32 - frer e e t a b l i t une sorte de campement baroque auquel i l convia sa soeur." (27) Le monde de Catherine devient un monde i n t e r i e u r : "Catherine ... ferme les.yeux, devint muette et ap- pela l a surdite comme un baume, tandis que ses na- rines se pingaient, refusant toute odeur." (28) E l l e echappe pourtant a ce monde des reves "Comme une taupe aveugle creusant sa gal e r i e vers l a lumiere" (29) et echappe aussi au cercle mysterieux en remettant a Michel l'anneau qui le r e t i e n t .: "Une toute petite bague pour l e songe." (30) Ce retrecissement s'opere aussi dans Kamouraska. Nous remarquons a. ce sujet l a c i t a t i o n suivante qui revele non seulement; l a superposition de temps et de li e u x , mais aussi l a contraction du monde d'Elisabeth : "Le temps. Ce temps-la. Un cer t a i n temps de ma v i e , reintegre, comme une coq u i l l e vide. S'est referme a nouveau sur moi. Un p e t i t claquement sec d'hui- t r e . Je m'entraine £ vivre dans cet espace r e d u i t . Je m'enracine dans-la maison de l a rue Augusta. Je respire un a i r ' r a r e f i e . deja r e s p i r e . Je mets mes pas dans mes pas." (31) Le voyage c i r c u l a i r e L'oppose du retrecissement est 1'elargissement du monde qui s'opere souvent par l e voyage. Anne Hebert u t i l i s e l e voyage non seulement comme symbole mais aussi comme ele- 27. Hebert, Anne, Les Chambres de bois, op.cit., p. 129. 28. i b i d p. 129. 29 . i b i d p. 179. 30. i b i d p. 190.' 3 1 . Hebert, Anne, Kamouraska, op.cit., p. 100. - 33 - merit s t r u c t u r a l . Dans ce l i v r e , e l l e se s e r t de voyages r e e l s et d'excursions i m a g i n a i r e s . Dans Kamouraska, E l i s a b e t h r e c o n s - t r u i t son voyage de noces a. p a r t i r de quelques images : "L'odeur du f o i n coupe. Le parfum des t r e f l e s . Le g r e s i l l e m e n t des g r i l l o n s . De grandes brassees t o u r a t o u r b r u l a n t e s et f r a i c h e s , j e t e e s sur mes epaules." (32) E l l e evoque l e voyage a u s s i par l a l i t a n i e des noms de v i l l a - ges : " L o u i s e v i l l e , S a i n t - H y a c i n t h e , S a i n t - N i c o l a s , P o i n t e - L e v i s , S a i n t - M i c h e l , Montmagny, B e r t h i e r , 1 1 I s l e t , S a int-Roch-des-Aulnaies, S a i n t - J e a n - P o r t - J o l i ..." (3.3) "... Sainte-Anne, R i v i e r e - O u e l l e , Kamouraska." (34) Ces l i s t e s de v i l l a g e s r e a p p a r a i s s e n t au moment ou Georges Nelson part a l a ren c o n t r e du mari d ' E l i s a b e t h . Mme Ro l l a n d f a i t un voyage i m a g i n a i r e en meme temps que George par- court l a rout e r e e l l e . On r e t r o u v e l e s memes images, l e meme voyage q u i , comme l e premier, est un voyage en enfe r dont on ne r e v i e n t pas indemme : " L o b i n i e r e , S a i n t e - C r o i x , S a i n t - N i c o l a s , P o i n t e - L e v i s ... Me v o i c i l i v r e e au f r o i d . d e 1 ' h i v e r , au s i l e n c e de l ' h i v e r , en meme temps que mon amour. Lancee avec l u i sur des ro u t e s de neige, jusqu'a l a f i n du monde." (35) "Lauzon, Beaumont, S a i n t - M i c h e l , B e r t h i e r ... Depuis longtemps d e j a , George, emporte dans son t r a i n e a u , 32. Hebert, Anne, Kamouraska, o p . c i t . , p. 71 . 33. i b i d p. 74. 34. i b i d p. 74 . 35 . i b i d p. 195 . - 34 - a f r a n c h i t o u t e s "les f r o n t i e r e s humaines. I I s'en- fonce dans une d e s o l a t i o n i n f i n i e . " (36) Les nombreux voyages dans Kamouraska marquent l e s e- tapes de l a v i e d ' E l i s a b e t h : l e voyage de noces, l e r e t o u r chez l e s t a n t e s , l a promenade en t r a i n e a u au feal de Sa i n t - O u r s , l e s v i s i t e s chez George, l e voyage de Nelson a. Kamouraska^ sa f u i t e aux E t a t s - U n i s , 1 ' e v a s i o n desesperee d ' E l i s a b e t h a l a f r o n t i e r e , son r e t o u r en p r i s o n . Ces voyages sont mimes par l e s e x c u r s i o n s dans l e passe d ' E l i s a b e t h : l ' e n f a n c e , l a j e u - nesse. Regardons, a. cet egard, un des voyages c i r c u l a i r e s de Fran q o i s dans Le T o r r e n t . Ce voyage est s o n , i n i t i a t i o n au monde en ce sens q u ' i l v o i t pour l a premiere f o i s un homme et une r o u - t e . Les images r e v e l e n t l a d i r e c t i o n du l i v r e : "La rout e s'e- t e n d a i t t r i s t e , lamentable, u n i e au s o l e i l , sans ame, morte ... La r o u t e d e v a i t certainement e t r e morte." (37) L'image de l'hom- me n'est pas p l u s o p t i m i s t e : "L'homme e t a i t s a l e . Sur sa peau et ses vetements a l t e r n a i e n t l a boue seche et l a boue f r a i c h e . .. Mon Dieu, q u e l l e f a c e f a i t e de p o i l s h e r i s s e s et de taches de boue." (3$) A 1 ' i s s u e de ce voyage F r a n q o i s n'est p l u s l e meme. Ce premier r e g a r d sur l e monde e v e i l l e en l u i des s e n t i - ments s e c r e t s et p u i s s a n t s . Le roman est f a i t de voyages dans 36 . Hebert, Anne, Kamouraska, o p . c i t . , p. 1 97 . 37 . Hebert, Anne, Le T o r r e n t , o p . c i t . , p. 1 5 . 38 . i b i d p. 1 6 . l e passe, a l a recherche d'un s e c r e t q u ' i l veut avouer et q u ' i l cherche a c m b l i e r . F r a n q o i s tourne autour d'un t r o u de memoire q u i menacie de l e j e t e r dans l e v i d e . Ce q u ' i l f a u t t i r e r de ces voyages, ce n'est pas seulement 1 ' a s p e c t semantique, mais a u s s i , et s u r t o u t , l a f o n c t i o n s t r u c t u r e l l e , creee a p a r t i r du mouvement d ' a l l e r - r e t o u r , q u i i n d u i t l ' a n t i t h e s e d'avant et d'apres. Nous r e - marquons que l e s personnages d'Anne Hebert ne r e v i e n n e n t j a - mais d'un voyage r e e l ou mental sans a v o i r s u b i un change- ment. Le voyage permet l e developp.ement du r e c i t et e x p l i q u e l ' e c a r t entre l e present et l e passe. 1 P a r f o i s l e voyage n'a pas de r e t o u r et devient un c e r c l e sans issue- ; l e mouvement de passage ne s'accomplit p l u s . On a e c r i t au s u j e t du T o r r e n t et l a remarque s ' a p p l i - que a u s s i b i e n a Kamouraska : "Le c e r c l e remplace l e c y c l e , l'ombre ne debouche pas sur l a l u m i e r e , l e j o u r n'est p l u s qu'une h o r r i b l e l u m i e r e . " (39) F r a n q o i s lui-meme r e c o n n a l t l e piege des pensees : " C e r c l e inhumain, c e r c l e de mes pensees i n c e s s a n t e s , matiere e t e r n e l l e de ma v i e . " (40) N'est-ce.pas ce q u i a r r i v e a Mme R o l l a n d ? Ces s o u v e n i r s de l ' e n f a n c e et/de son premier maria- ge, ne l e s a - t - e l l e pas soigneusement gardes v i v a n t s dans sa 39 . Le Grand, A l b e r t , Anne Hebert, L i b r a i r i e . d e l ' U n i v e r s i t e de M o n t r e a l , M o n t r e a l ( 1973 ; p. 1 04 . 4 0 . Hebert j Anne, Le T o r r e n t , o p . c i t . , p. 3 5 . - 36 - memoire ? E l l e l e s a passes en revue comme on t r i e ses c o l - l i e r s . E l l e l e s a comptes, p o l i s , s o i g n e s , a. t e l p o i n t q u ' i l s sont devenus p l u s l a r g e s , p l u s importants que l a r e a l i t e . Nous nous trouvons au moment ou l e s s o u v e n i r s ne debouchent p l u s sur l e p r e s e n t , mais se s u f f i s e n t a eux-memes. Comme F r a n g o i s , e l l e cache sa v e r i t e aux a u t r e s et a. elle-meme d'ou l e c e r c l e i n f e r n a l remplace 1 ' a l t e r n a n c e . Images c i r c u l a i r e s Les exemples c i - d e s s u s mentionnes sont tous c i r c u - l a i r e s sur l e p l a n h o r i z o n t a l . Nous voulons a u s s i examiner l e s images de l a s p i r a l e q u i se f o n t a u s s i dans l e sens v e r t i c a l . Une de ces images est l a t a p i s s e r i e d ' E l i s a b e t h : "Le p e t i t p o i n t se f a i t en deux temps dans l e b i a i s du canevas. V e r t i c a l e m e n t : de gauche a. d r o i t e en descendant. Horizontalement : de d r o i t e a. gauche, en remontant." (41) T e l l e est l a faqon dont E l i s a b e t h nous raconte son h i s t o i r e , m a i l l e par maille-,-, mais e v i t a n t de descendre t o u t d r o i t v e r s l e s evenements. I I n'y a r i e n de t r e s d i r e c t dans ses a c t i o n s , e l l e e s q u i s s e l a v e r i t e . Les premiers c h a p i t r e s contiennent p l u s i e u r s elements de l a s p i r a l e car Mme R o l l a n d f a i t l e t r a j e t entre l a chambre ou meurt son mari, l a c u i s i n e en dessous, l a chambre de 1 ' i n s t i t u t r i c e au-dessus et l a cham- bre des enfants en haut : "Mme R o l l a n d met sa robe de chambre, 4 1 . Hebert, Anne, Kamouraska, o p . c i t . , p. 1 2 5 . - 37 - grimpe I ' e s c a l i e r en trombe" ( 4 2 ) , " e l l e va et v i e n t de l a f e - netre a la, p o r t e , monte et descend i ' e s c a l i e r " ( 4 3 ) , " p u i s e l l e recommence a t o u r n e r en rond. Remonte en hate I ' e s c a l i e r , r a - masse ses jupes, l e s t r a i n e sur l e p l a n c h e r " ( 4 4 ) , Mme R o l l a n d se debat sur l e l i t de Leontine Melangon ... Dans l e n o i r cher- che eperdument 1 ' i s s u e cachee pour s o r t i r de ce c i r q u e . Reus- s i t a remonter un e s c a l i e r dans 1 ' o b s c u r i t e . " (45) La s p i r a l e n'est pas propre a l a maison de l a rue du P a r l o i r : "Je q u i t t e en trombe mon ancienne chambre de l a rue Augusta. Me v o i c i dans I ' e s c a l i e r . J ' empoigne mes jupes a. p l e i - nes mains ... V i t e , I ' e s c a l i e r de s e r v i c e . I I y a une porte au g r e n i e r . Sans doute une e c h e l l e , du cote de.; l a cour. Une f o i s au premier etage, i m p o s s i b l e de r e t r o u v e r I ' e s c a l i e r du g r e - n i e r . " (46) Cette s p i r a l e f o n c t i o n n e comme l a methode de t r a n s i - t i o n entre l e present et l e passe ou entre l e s niveaux de cons- c i e n c e . E l i s a b e t h a r r i v e a. i n t e r i o r i s e r l a s p i r a l e : " l a zone calme q u i e x i s t e a. l ' i n t e r i e u r des typhons" (47) et a l a f i n e l l e m a i t r i s e l e mouvement : "Brusquement l e cauchemar d e f e r l e a nouveau, secoue E l i s a b e t h d ' A u l n i e r e s dans une tempete. Sans 4 2 . Hebert, Anne, Kamouraska, op.cit.'-; p. 3 3 . 4 3 . i b i d p. 3 7 , 4 4 . i b i d p. 37.. 45 . i b i d p, 4 9 . . 4 6 . i b i d p. 106 . 4 7 . i b i d p. 1 7 3 . - 3d - que r i e n n'y p a r a i s s e a. 1 ' e x t e r i e u r . " (4$) On v o u d r a i t c r o i r e que t o u t e c e t t e r e v e l a t i o n debou- che sur une p l u s profonde connaissance de s o i . Au c o n t r a i r e , l e mouvement du r e c i t permet aux personnages de m a i n t e n i r l e s apparences. E l i s a b e t h , t o u t comme F r a n g o i s , est i n c a p a b l e de se v o i r t e l l e q u ' e l l e e s t . Tous l e s deux tournent autour du s e c r e t du meurtre. I I se peut q u ' i l y a i t un a u t r e s e c r e t , p l u s profond, q u ' i l s n'avouent pas, mais q u i se r e v e l e par l e langage. La s t r u c t u r e c i r c u l a i r e du r e c i t nous amene a ce cen- t r e absent. Les romans d'Anne Hebert sont consacres a l a r e c h e r - che de l ' e t r e . l i s presentent souvent un personnage an g o i s s e , c o n s c i e n t du danger de l a d i s i n t e g r a t i o n de son e s p r i t . Ces personnages se r e t r o u v e n t dans un e t a t de conscience t e l q u ' i l s ne savent p l u s s ' i l s v i v e n t dans le r.eve ou l a r e a l i t e , i l s peuvent done l a i s s e r a g i r librement l e u r s u b c o n s c i e n t . A l a longue, l e reve devient a u s s i p u i s s a n t que l a r e a l i t e , ce q u i permet l e dedoublement du personnage. E l i s a b e t h , par e- xemple, v i t p l u s i e u r s personnages et ne r e c o n n a i t p l u s a. l a f i n l e q u e l est l e v r a i . F r a n g o i s n'est jamais c o n s c i e n t de son dedoublement. La c u l p a b i l i t e l'empeche de v i v r e dans l e r e e l mais i l r e f o u l e t o u t e p o s s i b i l i t y de r e i n t e g r a t i o n . . ' I I s ' i d e n - t i f i e t a n t o t au t o r r e n t , t a n t o t au c h e v a l , a. t e l p o i n t q u ' i l 4$. Hebert, Anne, Kamouraska, o p . c i t . , p. 250. - 39 - perd t o u t a. f a i t son i d e n t i t e o r i g i n e l l e . La c i t a t i o n s u i v a n t e a. son su-jet s'applique t o u t a u s s i b i e n a E l i s a b e t h d-'Aulnieres . "Le dualisme i r r e c o n c i l i a b l e dont est f a i t e l a v i e de F r a n g o i s a pour e f f e t de m u l t i p l i e r l e s images c o n t r a d i c t o i r e s et d'alimenter une d i a l e c t i q u e de l ' a n t i t h e s e que l ' o n r e t r o u v e sans cesse sous de n o u v e l l e s f a b u l a t i o n s . " ( 49 )» S ' i l y a une d e r n i e r e image c i r c u l a i r e a. mettre en evidence, c'est c e l l e de l ' a n s e . L'anse de Kamouraska semble e t r e l e ' f o y e r des pensees d ' E l i s a b e t h ; l a forme de l ' a n s e se p r e t e a l a c o n c e n t r a t i o n des a c t i o n s et des pensees comme l a forme d'une l e n t i l l e accumule l e s rayons. L'anse est l a b a i e et l a courbe, l ' a r c d'un c e r c l e , l e mouvement v i s i b l e du so- l e i l t r a c e c e t t e courbe dans l e c i e l . De meme, l e mouvement des pensees d ' E l i s a b e t h s u i t un c y c l e s o l a i r e , sans o r i g i n e , sans f i n . Le temps et l'espace d ' E l i s a b e t h n'ont d'autre r e f e - rence q u ' E l i s a b e t h elle-meme. E l l e r e p r e s e n t e un p o i n t sur l a c i r c o n f e r e n c e du c e r c l e , son f u t u r et son passe se p r o j e t t e n t a p a r t i r de ce p o i n t et s.e superposent l ' u n sur 1 ' a u t r e . I I est l e paradoxe de Moebius ou l ' e n d r o i t et l ' e n v e r s ne sont p l u s r e f l e x i f s ; on p a r t de l ' e n d r o i t pour en a r r i v e r a l ' e n - v e r s , sans jamais s'en a p e r c e v o i r n i changer de d i r e c t i o n . Nous devons c o n c l u r e que l e temps et l'espace r e s t e n t ouverts dans l e l i v r e et que l a f i n de l ' h i s t o i r e r e s t e a. e c r i r e . 4 9 . Le Grand, A l b e r t , Anne Hebert, o p . c i t . , p. 1 0 3 . C h a p i t r e 3 - LA CREATION ET LA FONCTION DE LA CULPABILITE L'oeuvre l i t t e r a i r e a une e x i s t e n c e independante en tan t que p r o d u i t d ' u n . t r a v a i l , mais l e t e x t e peut a u s s i e t r e considere comme autonome a. cause de sa c o n s t r u c t i o n i n t e r i e u - r e . Le t e x t e demande une coherence i n t e r n e , une l o g i q u e . Comme nous 1'avons s o u l i g n e dans 1 ' i n t r o d u c t i o n , l e t e x t e repond a une q u e s t i o n posee par l ' a u t e u r . I I est evident que l e sens de l'oeuvre n'est pas uniquement dans l a reponse mais a u s s i dans l a fagon dont l a q u e s t i o n est posee et dans l a q u e s t i o n e l l e - . meme. Le t e x t e s e r a i t peu profond s ' i l n ' e t a i t qu'une ex- p l i c a t i o n , mais une reponse peut e t r e i n t e r p r e t e e a p l u s i e u r s niveaux. Dans l a t h e o r i e de l a h i e r a r c h i s a t i o n des codes pro- mulguee par R. Barthes dans son oeuvre S/Z, l e s codes sont d i - v i s e s s e l o n l e u r r e v e r s i b i l i t e . Les codes l e s moins r e v e r s i - b l e s sont ceux de l ' h i s t o i r e (hermeneutique) et des a c t i o n s ( p r o a i r e t i q u e ) ; ceux de l a c u l t u r e (gnomique) et du sens (se- mique) sont totalement r e v e r s i b l e s , e n f i n l e code symbolique est l e p r i n c i p e meme de l a r e v e r s i b i l i t e . Le t e x t e est p l u s ou moins banal s e l o n l a r e v e r s i - b i l i t e de l ' e c r i t u r e . Une r e c e t t e ou un f a i t d i v e r s , q u i n'ont que l e sens premier, sont done simples et d e v a l o r i s e s du p o i n t de vue l i t t e r a i r e . La po e s i e , au c o n t r a i r e , est basee sur l a m u l t i p l i c i t e des sens, l a co n n o t a t i o n et l a metaphore. Kamou- - 40 - - 41 - r a s k a , t o u t en p a r t a n t d'un f a i t d i v e r s , r e v e l e une p r o f o n - deur et une m u l t i p l i c i t y d ' e x p l i c a t i o n s . L'emploi de l'enigme dans Kamouraska est une a c t i o n r e f l e c h i e . Anne Hebert a p u i s e l e s f a i t s de son h i s t o i r e dans un v i e u x l i v r e de Georges I s i d o r e Barthe, Drames de l a v i e r e - e l l e ( 1 8 9 6 ) . Cette h i s t o i r e empruntee n'est qu'un f a i t d i v e r s , q u i s e r t de t r e m p l i n pour l e roman : "Le f a i t d i v e r s exerce sur Anne Hebert une f a s c i n a - t i o n c e r t a i n e . Dans Le "Torrent et Kamouraska, e l l e •1'emprunte a. l a r e a l i t e . Dans La M e r c i e r e As'sassi- nee et Les I n v i t e s au proces, e l l e 1 ' i n v e n t e . Reels ou i m a g i n a i r e s , ces f a i t s d i v e r s se ressem- b l e n t , soulevent l e s memes h a n t i s e s et s'entourent d'une egale v i o l e n c e . Le f a i t , d i v e r s annpnce une r u p t u r e , un crime, une v i o l e n c e brusquement d e c h a i - nee, une impatience souvent enracinee dans une l o n - gue p a t i e n c e . " ( l ) L'enigme encadre l e t e x t e , r e t i e n t l e l e c t e u r entre l a q u e s t i o n et l a reponse t o u t en creant l a dynamique du t e x - t e . L'enigme apparente de ce roman est l e meurtre "mysterieux du seigneur de Kamouraska, mais i l y a d'autres enigmes, p l u s profondes, q u i parcourent l e p l a n de l a memoire. Le theme de l a c u l p a b i l i t e f o u r n i t l'enigme l a p l u s i n t e r e s s a n t e et l e de- veloppement de ce theme et sa f o n c t i o n sont des elements im- p o r t a n t s . Un examen a p p r o f o n d i de l a premiere page du l i v r e r e v e l e c e r t a i n s elements q u i dominent l e t e x t e . Les a n t i t h e - 1. Le Grand, A l b e r t , Anne Hebert, o p . c i t . , p. 15$» - 42 - ses creees dans l e s premieres l i g n e s annoncent l a d i r e c t i o n de l ' h i s t o i r e . L ' a n t i t h e s e , s e l o n l a d e f i n i t i o n de Barthes, met en o p p o s i t i o n deux termes c o n t r a i r e s et p l u s .precisement : " ( L e s ) deux termes d'une a n t i t h e s e sont l ' u n et 1'autre mar- ques ; l e u r d i f f e r e n c e n'est pas i s s u e d'un mouvement comple- mentaire, d i a l e c t i q u e (creux contre p l e i n ) : l ' a n t i t h e s e est l e combat de deux p l e n i t u d e s , mises r i t u e l l e m e n t f a c e a. f a c e comme deux premiers t o u t armes. L ' a n t i t h e s e est l a f i g u r e de 1 ' o p p o s i t i o n donnee, eternellement r e c u r r e n t e : l a f i g u r e de 1 ' i n e x p l i c a b l e . " (2) La presence de l ' a n t i t h e s e permet 1*existence de l a t r a n s g r e s s i o n car l e n a r r a t e u r ^ E l i s a b e t h , d o i t t r o u v e r un mo- yen de v i v r e dans sa s i t u a t i o n i m p o s s i b l e . Des elements i r r e - c o n c i a b l e s - l ' e s p o i r et l e d e s e s p o i r , l a v i e et l a mort, l'honneur et l a f a u t e - sont mis ensemble dans l a meme pensee. C'est par cet exces que 1'auteur met en marche l a machine i n - f e r n a l e de Kamouraska. Quelques exemples p r i s dans l e t e x t e r e v e l e n t 1'existence d'une t e n t a t i v e de c o n c i l i a t i o n d ' e l e - ments opposes : "Son mari a l l a i t mourir et e l l e e p r o u v a i t une grande p a i x ... Cette d i s p o n i b i l i t e s e r e i n e q u i l ' e n v a h i s - s a i t jusqu'au bout des ongles ne l a i s s a i t presager r i e n de bon." (3) 2. Barthes, Roland, S/Z, E d i t i o n s du S e u i l , P a r i s (1970) p. 33-34. 3. Hebert, Anne, Kamouraska, o p . b i t . , p. 7. - 43 - "Mais d e j a l ' a n g o i s s e e x e r c a i t ses defenses p r o t e c - t r i c e s . E l l e s'y r a c c r o c h a comme a une rampe de se- cour s . Tout p l u t o t que c e t t e p a i x mauvaise." (4) "L'amour m e u r t r i e r . L'amour infame. L'amour funes^- t e . " (5) Ces c i t a t i o n s , t i r e e s du debut du l i v r e , sont e c r i - t e s a l a t r o i s i e m e personne car E l i s a b e t h est a. l a f o i s a c t e u r et s p e c t a t e u r , d i s t a n c e e de 1 ' a c t i o n . E l l e s r e v e l e n t une s i - t u a t i o n d ' a n t i t h e s e , mettant en qu e s t i o n l e s moeurs et l e s ha- b i t u d e s . Comme nous 1'avons d i t p l u s haut, une p a r t i e de 1'in- t e r et du l i v r e se trouve justement dans l e c o n f l i t entre l ' o r - dre personnel et l ' o r d r e s o c i a l . Les a l l i a n c e s de mots t e l l e s que " p a i x mauvaise" ,et "amour f u n e s t e " creent l'enigme et i n - t r o d u i s e n t l e sc a n d a l e . L'enigme, done, joue un r o l e f o n c t i o n n e l dans l e t e x t e sur l e p l a n de 1 ' h i s t o i r e et a u s s i sur l e p l a n symboli- que. Sur l e p l a n de 1 ' h i s t o i r e , l'enigme permet 1'existence du "suspense" : "Le 'suspense' n'est evidemment qu'une forme p r i v i - l e g i e e ... de l a d i s t o r t i o n : d'une part,..en main- tenant une sequence ouverte (par des procedes em- phatiques de r e t a r d et de r e l a n c e ) , i l r e n f o r c e l e contact avec l e l e c t e u r ( l ' a u d i t e u r ) , d e t i e n t une f o n c t i o n manifestement phatique, e t . d ' a u t r e . p a r t , i l l u i o f f r e l a menace d'une sequence in a c c o m p l i e , d'un paradigme ouvert ( s i , comme nous l e croyons, t o u t e sequence a deux p o l e s ) , c ' e s t - a - d i r e , d'un t r o u b l e l o g i q u e , et e'est ce t r o u b l e q u i est con- somme avec angoisse et p l a i s i r (d'autant q u ' i l e st 4. Hebert, Anne, Kamouraska, o p . c i t . , p. 7. 5 . i b i d p. 11. - 44 - t o u j o u r s , f i n a l e m e n t , repare . . . ) " (6) Kamouraska n'est pas, evidemment, un roman p o l i c i e r b i e n q u ' i l contienne c e r t a i n s elements du genre. Anne Hebert r e c o n n a i t elle-meme par l ' e n t r e m i s e de sa p r o t a g o n i s t e l ' e n i g - me sur l e p l a n h i s t o r i q u e : " I I y a pourtant un t r o u dans l ' e m p l o i du temps de c e l u i que j e cherche. Moi-meme complice de ce v i d e . E v i t a n t avec s o i n une c e r t a i n e heure, entre t o u t e s c a p i t a l e . Tous ces t o u r s et detours pour e v i t e r Ka- mouraska, l'anse de Kamouraska, vers neuf heures du s o i r , l e 31 J a n v i e r 1839 . . . " (7) Sur l e p l a n symbolique, e n f i n , l'enigme s u s c i t e l'ambiguite et l a r e v e r s i b i l i t e . La r e s o l u t i o n de l'enigme se- r a 1* e x p i a t i o n de l a t r a n s g r e s s i o n i n t r o d u i t e a. l a premiere page ; l e desordre de l ' a t t e n t e est r e s o l u par l e r e t o u r a. 1' o r d r e . Pour qu'on p u i s s e comprendre l a t r a n s g r e s s i o n , i l f a u t d'abord q u ' i l y a i t l ' o r d r e . Nous avons note p l u s haut l a puissance de l ' o r d r e s o c i a l et moral au Quebec. Cet ordre ex- t e r i e u r a ete t r a d u i t dans un ordre personnel par l ' e n t r e m i s e de l ' E g l i s e , des t r a d i t i o n s et de l ' e d u c a t i o n . Nous a l l o n s v o i r comment l e sentiment de c u l p a b i l i t e a s s o c i e au crime r e n - v o i t a l a c u l p a b i l i t e r e s s e n t i e a cause du d e s i r c h a r n e l . Les t a n t e s d ' E l i s a b e t h ont reconnu l e peche, " l a n u i t , l a P e t i t e 6. Barthes, Roland, " I n t r o d u c t i o n a l ' a n a l y s e s t r u c t u r a l e des r e c i t s " , Communications 8 (1966) p. 24 . 7 . Hebert, Anne, Kamouraska, o p . c i t . , p. 224 . - 45 - g e i n t , p a r f o i s . De douleur ou de p l a i s i r . Le crime est l e me- me." (3) E l i s a b e t h ne f e i n t pas seulement l ' i n n o c e n c e mais a u s s i l a p u r e t e . Nous verrons a q u e l . p o i n t l e s so u v e n i r s d'en- fance et de jeunesse, r e f o u l e s depuis longtemps, r e v e l e n t l a v e r i t a b l e enigme, ex p l i q u e l e crime de son passe. L ' o r i g i n e de l a c u l p a b i l i t e L'importance de l ' e n f a n c e dans l e s romans d'Anne He- ber t est b i e n connue. Les s o u v e n i r s d'enfance p r e f i g u r e n t et p a r f o i s determinent l a v i e a d u l t e . Dans Le T o r r e n t , l a domina- t i o n du f i l s par l a mere ne cesse pas au moment de l a mort de c e l l e - c i . Dans Les Chambres de b o i s , M i c h e l et L i a veule n t r e - • c r e e r l e u r enfance dans un monde a d u l t e . Kamouraska est l ' h i s - t o i r e d'une femme tourmentee par ses so u v e n i r s de jeunesse. Ces s o u v e n i r s concernent en grande p a r t i e 1 ' i n i t i a t i o n au de- s i r et a l a c h a i r . Dans Le T o r r e n t , l e premier voyage de Fran- go i s est l a r e v e l a t i o n du mai et de l a c h a i r . Claudine P e r r a u l t est hantee par l a c h a i r ; e l l e veut empecher son f i l s de con- n a i t r e l e d e s i r : " I I f a u t se dompter jusqu'aux os. On n'a pas idee de l a f o r c e mauvaise q u i est en nous." (9) Un c r i t i q u e du roman a reconnu l a f o r c e dominante de l a c h a i r dans ce roman : "Ce t t e c h a i r , apres a v o i r :cause l a chute o r i g i n e l l e , c e l l e de l a mere, est devenue pour l a mere 8. Hebert, Anne, Kamouraska, o p . c i t . , p. l o 6 . 9. Hebert, Anne, Le T o r r e n t , op. c i t . , p. 11. - 46 - puis pour l e f i l s , l a source de tout mai toujours et partout. Franqois a herite de cette obsession maternelle." (10) Franqois lui-meme reconnait 1'impossibilite d'etre pur a cause de l a formation de ses jeunes annees : "Loin de mener a l a purete, 1'education maternelle, deformant au l i e u de former, pousse Franqois vers 1'envers de toute chose : l a purete devient impure te, l e present passe,la parole grimace muette, l e s anges bons l e s anges mauvais, l e salut devient per d i t i o n , l e bien l e mai, et Dieu l e diable." (11) L'attitude de Michel envers l a chair et l e desir re semble etrangement a c e l l e de Claudine. Quand i l parle de sa soeur, L i a , qui a p r i s un amant, i l d i t : "Tout est s a l i , per du, f i n i ... De l a boue, v o i l a ce qu'elle est devenue cette f i l l e sacree entre toutes. La faute est entree chez nous avec e l l e . " (12) La premiere f o i s que Michel couche avec sa femme, Catherine, i l repete : "Tu es l e diable, Catherine, tu es l e diable," (13) et plus l o i n , "C'est t o i qui es mauvaise, Ca- therine, une sale f i l l e , v o i l a ce que tu es, comme L i a , comme toutes l e s autres." (14) Michel semble fascine par une image de l a purete de l'enfance, l'epoque de 1'innocence de l a chair : "Un jour e l l e (Lia) redeviendra pure comme ses os. Nous referons l e pacte d'enfance et nul n'aura acces jusqu'a 10. Le Grand, Albert, Anne Hebert, op.c i t . , p. 120. 11. i b i d p. 139. 12. Hebert, Anne, Les Chambres de bois, op.c i t . , p. 60. 13. i b i d p. 76. 14. i b i d p. 80. - 47 - nous." (15) La h a n t i s e de l a c h a i r trouve son apotheose chez E l i s a b e t h q u i a requ son education de deux sources p u i s s a n t e s et opposees. Dans E l i s a b e t h e x i s t e n t deux p e r s o n n a l i t e s a n t i - t h e t i q u e s q u ' e l l e d o i t r e c o n c i l i e r . I I y a d'abord l a f i l l e formee par l e s t a n t e s et l a s o c i e t e , c e l l e s - c i l u i ont e n s e i - gne 1 ' h y p o c r i s i e et l'honneur : "Toute une education de f i l l e r i c h e se deroule en bon o r d r e ; l a s o i e , l a b a t i s t e f i n e , l a mousseline, l e v e l o u r s , l e s a t i n , l e s f o u r r u r e s et l e cachemire succedent rapidement au t u l l e de l a premiere commu- n i o n . " (16.) I I y a e n s u i t e 1 ' e d u c a t i o n de l a v r a i e v i e q u ' e l l e a requ d ' A u r e l i e Caro.n q u i , du p o i n t de vue d ' E l i s a b e t h , est su- rement p l u s importante. I I est c e r t a i n que l a p l a c e c a p i t a l e d ' A u r e l i e dans l e s so u v e n i r s d ' E l i s a b e t h depasse son r o l e s e r - v i l e dans l e roman. A u r e l i e r e p r e s e n t e , des l ' e n f a n c e , l e d i a - b l e , l e d e s i r e t ' l a c h a i r . E l i s a b e t h ne d i t - e l l e pas : "C e t t e f i l l e me nargue et me f a i t mourir de j a l o u s i e . A quinze ans e l l e en s a i t autant sur l a v i e que l e s morts eux-memes." (17) Les s o u v e n i r s d'enfance d ' E l i s a b e t h d e v o i l e n t sa pre o c c u p a t i o n p r i n c i p a l e et 1'importance c e n t r a l e d ' A u r e l i e : "Mon ame pour que n ' a r r i v e pas une seconde f o i s . Ma v i e pour r e t r o u v e r i n t a c t l e temps ou nous e t i o n s 15. Hebert, Anne, Les Chambres de b o i s , o p . c i t . , p. 16*9. 16 . Hebert, Anne, Kamouraska, o p . c i t . , p. 59 . 17. i b i d , p . 59 . - 48 - innocentes, l'une et 1 ' a u t r e . " ( l $ ) "et l e s garcons, A u r e l i e ? Parle-moi des garcons." (19) " A u r e l i e , i l f a u d r a i t que j e t e p a r l e p o u r t a n t . Com- ment f a i r e ? Je vou d r a i s s a v o i r ... Les gargons ... Les gargons." (20) En d e p i t de 1 ' e d u c a t i o n des t a n t e s , E l i s a b e t h se sent poussee p l u t o t vers l a v i e s e n t i m e n t a l e . Au debut, e l l e accepte ce cote d'elle-meme : "Je s o u r i s . G a i l l a r d e , j e l e s u i s " (21) et p l u s l o i n : "Je v a i s me m a r i e r . Ma mere a d i t o u i . Et moi a u s s i j ' a i d i t o u i , dans l a n u i t de ma c h a i r ... Es t - c e 1 'amour ? E s t - c e b i e n 1 'amour q u i me tourmente ?" (22) Nous voyons comment l e d e s i r et l e s sens prennent tou t e l a p l a c e . E l l e est j a l o u s e meme des p r o s t i t u t e s : " L ' i - mage c a r o t t e de Mary L e t c h e r me b r u l e de c u r i o s i t e , de j a l o u - s i e et de d e s i r . " (23) Apres son mariage, e l l e est encore p l u s complice des sens : "Je re d e v i e n s s e n s i b l e a. l ' o u t r a n c e . Le centre de ma v i e , ce d e s i r . " (24) Je s u i s f a s c i n e e . Attachee au l i t d'un homme f o u . Son epouse f o l l e que 1 'amour r a v i t en- core." (25) 18. Hebert, Anne, Kamouraska, o p . c i t . , p. 64 . 19. i b i d p. 6 5 . 2 0 . i b i d p. 6 5 . 2 1 . i b i d p. 6 7 . 2 2 . i b i d p. 6 9 . 2 3 . i b i d p. 7 0 . 24 . i b i d p. 7 2 . 2 5 . i b i d p. 8 9 . - 49 - Mais l e d e s i r dechaine passe du cote du crime et Antoine devient l a p e r s o n n i f i c a t i o n du mal : " ... de n u i t , j e r e d e v i e n s l a complice d'Antoine. Jusqu'au degout l e p l u s p r o f o n d . La t e r r e u r l a p l u s f o l l e . " (26) E l i s a b e t h est done t i r a i l l e e par deux f o r c e s oppo- sees et i n c o n c i l i a b l e s . D'un c o t e , ses t r o i s t a n t e s q u i p r e - chaient l a vertu, et l a purete et a d o r a i e n t E l i s a b e t h comme une jeune v i e r g e , de 1'autre, A u r e l i e q u i e v e i l l a i t l e s sens et l e d e s i r de l a c h a i r . E l i s a b e t h v o i t l a r e c o n c i l i a t i o n en- t r e " l a n u i t " de l a c h a i r et l'honneur dans l e mariage, mais l e d e s i r triomphe et l a v i o l e n c e et l a mort l e s u i v e n t de p r e s . Le passe d ' E l i s a b e t h est c a r a c t e r i s e par un exces q u i tend v e r s l a s e n s u a l i t e l i b e r t i n e . L'exces des emotions se f a i t v o i r dans des images t e l l e s que : "Depuis un i n s t a n t i l y a quelque chose q u i se passe du cote de l a l u m i e r e . Une s o r t e d ' e c l a t q u i monte peu a peu et s ' i n t e n s i f i e a mesure.. Cela devient t r o p f o r t , presque b r u t a l ... Chaque dent, chaque nervure v i v a n t e dans un e c l a i r a g e t e r r i b l e et f o r t dur, v i f jaune." (27) et "Et moi, j e s u i s une femme de theatre.. Emotions, f i e v r e s , c r i s , grineements des d e n t s . Je ne c r a i n s r i e n . Sauf 1 ' e n n u i . J ' i r a i jusqu'au bout de ma f o - l i e . " (28) Cet exces, r e f o u l e sous des couches d'honneur et de 26 . Hebert, Anne, Kamouraska, o p . c i t . , p. 1 0 0 . 27 . i b i d p. 5 0 - 5 1 . 28 . i b i d p. 7&". - 50 - re s p e c t a b i l i t e , appelle a sa rencontre des etres aussi f o r t s . Le docteur Nelson est a t t e i n t par l e meme desir de l'absolu car i l a jure d'etre un saint et de triompher de l a mort : "Soigner, guerir, de jour comme de n u i t . Jusqu'a l'epuisement de vos forces ... Triompher de l a mort, des larmes p l e i n les yeux." (29) II a r e j o i n t Elisabeth dans cet amour fou et surpre- nant : "Un homme a. tuer, i l l e faut. Je suis 1'amour et l a v i e , mon exigence n'a de comparable que l'absolu de l a mort." (30) On d i r a i t meme qu'Elisabeth aurait pu inventer Geor- ge Nelson a. son image ; on i r a i t jusqu'a dire qu'Elisabeth, George et Aurelie sont t r o i s visages d'une seule personnalite. Sans trop i n s i s t e r sur ce dernier point nous tenons a. s o u l i - gner quelques passages dans l e roman qui.laissent c r o i r e que l e personnage d'Aurelie ressemble itrangement a c e l u i d ' E l i s a - beth, a. t e l point qu'on peut dire qu'Aurelie est l e dedouble- ment ultime d'Elisabeth. Aurelie s e r a i t une invention de 1'es- p r i t d'Elisabeth, fantome cree pour expliquer l a noirceur de son caractere. On peut noter l a ressemblance entre l e s noms d'Aurelie et d'Aulnieres ; les sons se rapprochent trop pour que cela s o i t de pure coincidence. 29 . Hebert, Anne, Kamouraska, op.ci t . , p. 154-155. 30 . i b i d p. 170. - 51 - La c u l p a b i l i t e d ' A u r e l i e A u r e l i e est presentee comme un personnage q u i ap- p a r t i e n t p l u s au monde s p i r i t u e l qu'au monde r e e l . Le p l u s souvent, e l l e a p p a r a i t et d i s p a r a i t sans b r u i t , comme un f a n - tome ou l e d i a b l e : "On ne l' e n t e n d jamais v e n i r . Tout a. coup e l l e est l a . Comme s i e l l e t r a v e r s a i t l e s murs. Legere et tr a n s p a r e n t e . " (31) " A u r e l i e se dr e s s e , t e l l e une a p p a r i t i o n , sur t o n chemin de boue." (32) Les r e n c o n t r e s entre A u r e l i e et E l i s a b e t h se f o n t dans un temps sans c h r o n o l o g i e , dans un l i e u sans dimensions : " S i mes t a n t e s apprennent que j ? a i r e n c o n t r e Aure- l i e , j e s e r a i p u nie. A mesure que c e t t e idee f a i t son chemin dans ma t e t e et s ' i n s t a l l e , c l a i r e et n e t t e , j e m'eloigne vertigineusement d ' A u r e l i e . Sans p a r v e n i r a f a i r e un pas de moi-meme d ' a i l - l e u r s . " (33) Les l i e n s entre A u r e l i e et E l i s a b e t h sont p l u s f o r t s que ceux q u i l i e n t E l i s a b e t h et ses ma r i s . A p l u s i e u r s r e p r i - ses, l e t e x t e s o u l i g n e l e u r r e l a t i o n b i z a r r e . Le nom d ' A u r e l i e semble a v o i r un pouvoir malefique : "Ce nom d ' A u r e l i e Caron que (Jerome) ecume du fond de l ' e a u c r o u p i e , comme une arme r o u i l l e e , pour me t u e r ... C ' e t a i t une epee a deux t r a n c h a n t s q u i me retombe dessus." (34) 31. Hebert, Anne, Kamouraska, o p . c i t . , p. 133. 32. i b i d p. 171. 33. i b i d p. 64. 34. i b i d p. 28. - 52 - L'emboitement des images des deux femmes commence au debut du l i v r e . E l i s a b e t h c r o i t v o i r quelqu'un dans l a v i l l e : "Ce t t e femme, h i e r , s ' a t t a c h a i t a mon ombre. Je sen- t a i s son pas e g a l , son a l l u r e o b s t i n e e , v o l o n t a i r e , sur mes t a l o n s . Je l ' a i b i e n vue s ' e n g o u f f r e r l a - dedans, v i v e et a g i l e comme personne au monde, ..." (35) Regardons maintenant 1'image p a r a l l e l e a l a page s u i - vante : "J'adore marcher dans l e s r u e s , l ' i d e e que j e me f a i s de ma v e r t u a. deux pas devant moi. Ne q u i t t a n t pas c e t t e idee de l ' o e i l , un s e u l i n s t a n t . " (36) Remarquons que dans l e premier cas 1'ombre l a s u i t et,'.dans l e deuxieme, l a devance. Que l a femme inconnue s o i t A u r e l i e n'est pas c e r t a i n mais e l l e a ete d e c r i t e comme v i v e et mince a i l l e u r s dans l e l i v r e . E l i s a b e t h elle-meme r e c o n n a i t l e masque de l a v e r t u q u ' e l l e p o r t e depuis v i n g t ans. I I est f o r t p o s s i b l e que l ' e t r e et 1'ombre s o i e n t une seul e et meme personne. A u r e l i e , q u i i n c a r a e 1'ensorcellement de l a c h a i r , est l e cote m a l f a i s a n t et maudit d ' E l i s a b e t h . Quand e l l e q u i t - t e son mari, c'est pour r e n c o n t r e r de nouveau A u r e l i e et son passe : "Je s u i s poussee dans l ' e s c a l i e r , par une f o r c e i r - r e s i s t i b l e . Quelqu'un m'attend l a - h a u t . Qu'elqu'un d'enjuponne et de b i e n - p l a n t e sur ses p e t i t s p i e d s . 35. Hebert, Anne, Kamouraska, o p . c i t . , p. 28. 36. i b i d p. 9. - 53 - Aurelie Caron me f a i t f e t e . " (37) Cette personnalite est bien ancree dans l a memoire et dans les pensees de Madame Rolland. Parfois Elisabeth f e i n t d'oublier son existence, "Aurelie Caron, Madame s'en souvient- e l l e ? Non ce n'est pas v r a i . Je ne sais de qui vous voulez parler." ( 3 $ ) , mais l a r e l a t i o n entre l e s deux femmes est s i intime qu'elle ne peut l ' e f f a c e r de sa memoire : "C'est e l l e , je l ' a i appelee, convoquee de par ma peur meme." ( 3 9 ) . Le pou- voir d'Aurelie se trouve dans ses connaissances$elle s'avere en effet connaitre l a f i n de 1'histoire bien qu'Elisabeth es- saie de l ' o u b l i e r ou de l a confondre. Son pouvoir est revele dans ces c i t a t i o n s : "Le r i r e fou d'Aurelie e c l a t e . Tout con- tre moi. Vibre un instant. Se b r i s e . M'ecorche l a joue" (40) ; et "II faut f a i r e v i t e . Me proteger de l a fureur d'Aurelie. Nous sauver tous l e s deux. Nous r e c o n c i l i e r a. jamais." (41) Elisabeth depend d'Aurelie pour vivre de meme qu'Au- r e l i e n'existe pas sans Elis a b e t h . Nous avons t i r e quelques e- xemples du roman a l'appui de cette hypothese : "C'est Aurelie Caron ... Je remonte l ' a l l e e du ma- noir suivant de pres cette f i l l e qui se dehanche. Je ne puis m'empecher de l a suivre. II faut absolu- ment que je l e fasse." (42) 37 . Hebert, Anne, Kamouraska, op.ci t . , p. 9 5 . 3S. i b i d p. 3 3 . 39 . i b i d p. 5 7 . 40. i b i d p. 5 8 . 41. i b i d p. 62. 42. i b i d p. 8 1 . - 54 - " ( A u r e l i e ) ne s o r t p l u s du t o u t . S'attache a mes pas. Ne semble v i v r e que l o r s q u e j e l u i c o n f i e quelque message pour George ... On p o u r r a i t c r o i r e que ma propre e x i s t e n c e tumultueuse s u f f i t desor- mais a A u r e l i e . La dispense de v i v r e e l l e . " (43) E l i s a b e t h n i e que ce cote " A u r e l i e " d'elle-meme e- x i s t e . Nous voyons, dans l e passage s u i v a n t , q u ' e l l e essaye de r e l e g u e r A u r e l i e a une e x i s t e n c e p a r t i e l l e : "Je m'assois pourtant, d o c i l e , sur l e t a b o u r e t . Fa- ce a l a g l a c e piquee. A u r e l i e secoue l e peigne et l a brosse d ' i v o i r e j a u n i e . S o u f f l e de l a p o u s s i e r e . - Je v a i s n e t t o y e r l a g l a c e . J ' a l un mouvement de r e c u l . - Non, s u r t o u t ne touche pas a l a g l a c e . Une s b r t e de b r i s u r e soudaine dans l a v o i x d'Au- r e l i e . Du v e r r e f i l e q u i e c l a t e a. l a p o i n t e du s o u f f l e . E l l e p a r l e maintenant s i bas qu'on l ' e n - t'end a p e i n e . - Un p e t i t coup de t o r c h o n . L a . C'est f a i t . I I f a u t que Madame se regarde b i e n en f a c e . " (44) E l i s a b e t h a invente A u r e l i e pour pouvoir se separer d ' e l l e , dans l e but de se s e n t i r innocente et de s a v o i r Aure- l i e coupable. E l l e se d i s s o c i e d ' A u r e l i e en l u i enlevant ses pr o p r i e t e s humaines : " A u r e l i e b a i s s e l a t e t e . Regarde fixement l e f o y e r e t e i n t . P l e u r e s i l e n c i e u s e m e n t . Sans bouger. Comme s i ce f l o t de larmes q u i m o u i l l e son cha l e ne l u i a p p a r t e n a i t deja p l u s . " (45) " A u r e l i e demeure i n t e r d i t e . Comme s i on l ' a v a i t changee en s t a t u e . P l e u r e sans bouger." (46) E l i s a b e t h r e c o n n a i t q u ' e l l e u t i l i s e A u r e l i e comme 4 3 . Hebert, Anne, Kamouraska, o p . c i t . , p. 1 72 . 4 4 . i b i d p. p. 1 33 - 134 . 45. i b i d p. 1 76 . 4 6 . i b i d p. 1 76 . - 55 - bouc e m i s s a i r e car A u r e l i e va p o r t e r l e p o i d s du c r i m e . Ma i s n ' e s t - c e pas E l i s a b e t h el le-meme q u i p o r t e a l a longue en e l l e l e cr ime et qu i s o u f f r e de l a c u l p a b i l i t e ? E l i s a b e t h e x p l i - que : " S i p a r f o i s j ' a p p e l l e c e t t e f i l l e a. mon s e c o u r s , c ' e s t pour q u ' e l l e me d e l i v r e du ma l , m*absolve et me l a v e . Me d e - charge , a i n s i que mon amour, d 'une h i s t o i r e demente. " (47) Des q u ' e l l e charge A u r e l i e , en f a i t ou en e s p r i t , du meurtre de son m a r i , e l l e e s s a i e de l a f a i r e d i s p a r a i t r e : " Q u ' e l l e s ' e n a i l l e au p l u s v i t e . Sa presence me d e - v i e n t i n s u p p o r t a b l e . Sa p a l e u r s u r t o u t me derange. I I me semble a u s s i q u ' e l l e m a i g r i t a vue d ' o e i l . " (43) " A u r e l i e fume sans a r r e t . Semble v o u l o i r se cacher dans un nuage de fumee. Enveloppee de l a t e t e aux p i e d s dans une v i e i l l e c o u v e r t u r e , e l l e d i t q u ' e l l e a t r e s f r o i d . E l l e ne l a i s s e v o i r de son v i s a ge (comme c e r t a i n e s r e l i g i e u s e s ) qu 'un p r o f i l b leme, aux l e v r e s d e c o l o r e e s . " (49) La d i s p a r i t i o n d ' A u r e l i e , t a n t vou lue par E l i s a b e t h , n ' a u r a pas l i e u c a r e l l e ne peut pas e l i m i n e r . s e s s o u v e n i r s n i son c a r a c t e r e : "Nous nous embrassons, A u r e l i e Caron et m o i . Une et range et h o r r i b l e t e n d r e s s e nous l i e l ' u n e a. 1 ' a u t r e . Nous i s o l e du r e s t e du monde." (50) A l a f i n , E l i s a b e t h p re tend s ' e t r e debar ra s see d ' A u - r e l i e e l l e se range du co te de l a f a m i l l e , e l l e mesure " s a v e - 47 . Hebe r t , Anne, Kamouraska, o p . c i t . , p. 1$0. 4#. i b i d p. 18*3. 4 9 . i b i d p. 193. 50 . i b i d p. 194. - 56 - r i t a b l e v e r t u , a. sa f a c o n hautaine de n i e r 1 'evidence." (51) E l l e se met a jamais sous l e signe de l ' h y p o c r i s i e de l a so- c i e t e et des t a n t e s : "Mon obscure, profonde, i n e x p l i c a b l e , f r a t e r n e l l e c o m p l i c i t e avec eux. Mon epouvante." (52) C'est un act s u p e r f i c i e l car son a l l e g e a n c e n'est pas a l a s o c i e t e ; sa profonde a l l i a n c e est avec l e s sens : " P e r f i d e E l i s a b e t h , v o i c i que vous r e j e t e z v o t r e p l u s profonde a l l e g e a n c e . I I est t r o p t a r d , d i t e s - v o u s , pour v i v r e dans l a p a s s i o n et l a demen- ce." (53) N i e r l a c u l p a b i l i t e du meurtre, c'est se mettre du cote de l ' h y p o c r i s i e , mais n i e r sa c h a i r et ses sens, c'est se mettre du cote des morts. La d i v i s i o n de son ame n'a l a i s s e qu'une s t a t u e sans v i e , sans compassion, sans p i t i e . E l i s a - beth, q u i a t a n t l u t t e pour r e t r o u v e r 1 'innocence de sa j e u - nesse, a echoue. L'image du m i r o i r est r e p r i s e :• "Mon image t e r n i e dans l a g l a c e . Apres une s i longue n u i t . E f f a c e r c e t t e buee d'un r e v e r s de manche. Retrouver ma jeunesse." (54) En d e p i t de t o u t e s ces machinations, l'image d ' A u r e l i e p e r s i s t e , r e i n t e g r e e a c e l l e d ' E l i s a b e t h . A l b e r t Le Grand resume c e t t e s i t u a t i o n paradoxale : "Tout c e l a , c 'est encore du t h e a t r e , mais du t h e a t r e t r a g i q u e du l e n a r r a t e u r s p e c t a c t e u r p o u r s u i t une l i b e r t e i l l u s o i r e a i t r a v e r s l e s gestes de personnages q u i 51 . Hebert, Anne, Kamouraska, o p . c i t . , p. 237. 52. i b i d p. 237. 53 . i b i d p. 248. 54. i b i d p. 246. - 57 - q u i ne s a u r a i e n t e t r e p l u s l i b r e s que l e u r c r e a t e u r , c ' e s t - a d i r e ce n a r r a t e u r q u i se donne en s p e c t a c l e a lui-meme." (55) R e s o l u t i o n de l'enigme La r e s o l u t i o n de l'enigme s'accornplit s e l o n des e t a - pes p r e c i s e s et p r e v i s i b l e s . Dans not r e a n a l y s e , nous avons u- t i l i s e l a c l a s s i f i c a t i o n des morphemes hermeneutiques proposee par Roland Barthes dans son e s s a i S/Z. La f o r m u l a t i o n de l ' e - nigme, comme nous l'avons d i t p l u s haut, se f a i t a p a r t i r de l ' a n t i t h e s e et de l a t r a n s g r e s s i o n presentees des l a premiere page, mais l a v e r i t e t a n t d e s i r e e est noyee, retenue, r e t a r d e e pour m a i n t e n i r l e suspense. L'auteur invente des r e t a r d s dans l e but de r e p o r t e r l a reponse dans l e f u t u r . Nous remarquons que c e t t e s t r u c t u r e ressemble au dilemme d ' E l i s a b e t h en ce sens que l'enigme implique l a r e s o l u t i o n , mais que l e d e r o u l e - ment de 1 ' e x p l i c a t i o n e n t r a i n e m i l l e d i f f i c u l t e s . La f o r m u l a t i o n de l'enigme continue dans l a c i t a t i o n s u i v a n t e ou Jerome demande a. E l i s a b e t h de l i r e dans l e s Poe- s i e s l i t u r g i q u e s , e l l e l i t l e passage s o u l i g n e : "Le fond des coeurs a p p a r a i t r a - Rien d'invenge n e . r e s t e r a " Sa r e a c t i o n an- nonce l a d i r e c t i o n de l'enigme : " A i n s i t u n'as jamais c r u a mon innocence ? Tu m'as t o u j o u r s c r a i n t e comme l a mort." (56) La q u e s t i o n r h e t o r i q u e d ' E l i s a b e t h demande une reponse q u i se 5 5 . Le Grand, A l b e r t , Anne Hebert, o p . c i t . , p. 1 1 1 . 56 . Hebert, Anne, Kamouraska, o p . c i t . , p. 1 6 . - 58 - trouve dans l e passe. Dans l a n a r r a t i o n , une enigme conduit d'une ques- t i o n a une reponse a t r a v e r s de nombreux r e t a r d s dont l e p r i n - c i p a l est sans doute l e mensonge, appele par Barthes l e , . l e u r r e . Le l e u r r e , q u i est l a d i s s i m u l a t i o n v o l o n t a i r e de l a reponse, se c o n s t i t u e dans l'enigme s u p e r f i c i e l l e du meurtre. E l i s a b e t h cache sa c u l p a b i l i t e p e r s o n n e l l e sous l a c u l p a b i l i t e o f f i c i e l - l e de George et d ' A u r e l i e . E l i s a b e t h semble hantee par " l e t r o u dans l ' e m p l o i du temps", comme l a page blanche h a n t a i t Mathias dans Le Voyeur de R o b b e - G r i l l e t . L'innocence d ' E l i s a - beth est "prouvee" par son a l l u r e de r e i n e , sa fagon hautaine de n i e r 1'evidence, sa beaute, sa f a m i l l e , ses enf a n t s , et son mariage. Ce sont des preuves s o c i a l e s q u i ont un poids c u l t u - r e l , e l l e s sont u t i l i s e e s par E l i s a b e t h dans l e roman comme des l e u r r e s , t a n t pour l e u r r e r l e s a u t r e s que pour se l e u r r e r elle-meme, p a r f o i s inconsciemment. E n s u i t e , i l y a 1'equivoque, l a double entente, q u i repond a l'enigme mais q u i o b s c u r c i t l a v e r i t e t o t a l e . En ce qui concerne l'enigme importante de "l'amour f u n e s t e " , nous a- vons 1'equivoque de l ' a n g o i s s e et l a peur d ' E l i s a b e t h au mo- ment de l a mort de son ma r i . Pour combler l e v i d e de sa c u l p a - b i l i t e p e r s o n n e l l e , e l l e emploie l e p l e i n de l' a v e u de sa com- p l i c i t e dans l e meurtre d'Antoine. La f r a n c h i s e q u ' e l l e a f f i - che quant au meurtre masque son s i l e n c e quant au desordre emo- t i o n n e l q u ' e l l e r e s s e n t . Les mots q u ' e l l e prononce ont perdu , -• 59 - l e u r sens premier et ont p r i s un t e i n t mensonger. Le crime o f - f i c i e l est une reponse equivoque a l'enigme du crime s e c r e t . A deux r e p r i s e s E l i s a b e t h avoue son i n q u i e t u d e : " J ' a i peur, s i peur" ( 5 7 ) , " S i t u s a v a i s , Jerome, comme j ' a i peur" (5$) L'e- quivoque se d e s t i n e au l e c t e u r q u i va i n t e r p r e t e r c e t t e commu- n i c a t i o n avec l e s renseignements f o u r n i s . Nous avons a u s s i l e s exemples d'equivoque de "Je s u i s innocente" (au moins neuf f o i s dans l e roman) et " j e s u i s complice" (au moins s i x f o i s ) . La , r e p e t i t i o n veut s i g n i f i e r quelque chos'e, meme s i l e sens r e s t e suspendu. Une t e l l e i n s i s t a n c e n'est pas innocente et a p p e l l e i n e v i t a b l e m e n t une i n t e r r o g a t i o n . E n s u i t e , i l y a l a reponse suspendue, procede p r e f e r e d'Anne Hebert. L ' e t a t mental d ' E l i s a b e t h se p r e t e aux reponses d i s l o q u e e s . A i n s i , on t r o u v e l e s reponses s u i v a n t e s q u i de- v r a i e n t e x p l i q u e r l'enigme mais q u i ne sont jamais terminees : "T.emoins sans importante. Contre moi, personne ne f a i t l e p o i d s . Quant a A u r e l i e Caron . . . " (59) " I I y a pourtant un t r o u dans l ' e m p l o i du temps de c e l u i que j e cherche.. Moi-meme complice de ce v i d e . E v i t a n t avec s o i n une c e r t a i n e heure, entre t o u t e s c a p i t a l e . Tous ces t o u r s et detours pour e v i t e r Kamouraska, I'anse de Kamouraska, vers neuf heures du s o i r , l e 31 J a n v i e r 1839 . . . " (60) "Votre f i l s est un monstre, Madame. I I me t o r t u r e et 57 . Hebert, Anne, Kamouraska, o p . c i t . , p. 24 . 58 . i b i d p. 2 50 . 5 9 . i b i d p. 5 7 . 60 . i b i d p. 224 . - 60 - veut me t u e r ... Ce n'est que j u s t i c e que ... ( 6 l ) "Je me s u i s r e t i r e e sur l e bord de l a r o u t e , pendant que vous ... dans l ' a n s e de Kamouraska ... " (62) E l i s a b e t h u t i l i s e a u s s i l a reponse p a r t i e l l e q u i de- v o i l e une p a r t i e de l'enigme t o u t en cachant l ' e s s e n t i e l . Nous avons trouve p l u s i e u r s exemples de ce genre : "Moi, E l i s a b e t h d ' A u l n i e r e s , non pas temoin, mais voyante et complice." (63) " C e t t e femme s i digne et convenable (Voyez comme e l - l e soigne M. R o l l a n d , son mari) ... A c c e u i l l e l ' o - deur de 1 ' a s s a s s i n ... Ton odeur, mon amour ce r e - l e n t f a u v e . Une chienne en moi se couche. Gemit doucement. Longtemps h u r l e a. l a mort." (64) Le blocage c o n s t i t u e un a u t r e moyen de d e v i e r l a ve- r i t e . La c o n f u s i o n apparente et l a fragmentation des pensees d ' E l i s a b e t h engendrent une s o r t e de reve h a l l u c i n a t o i r e dont l a f o n c t i o n est de nous e t o u r d i r et de d i s s i m u l e r l e s evene- ments. La c i t a t i o n s u i v a n t e demontre que l e blocage est cons- c i e n t : " I I f a u t s o r t i r de ce marasme t o u t de s u i t e . Confondre l e songe avant q u ' i l ne s o i t t r o p t a r d . " (65) A l b e r t s L e Grand developpe l a f o n c t i o n du songe dans l'enigme : "La p r i n c i p a l e f o n c t i o n du songe r e s t era t o u j o u r s l i e e au d epistage et a. l a r e c o n s t i t u t i o n du passe d e s i r e et repousse." (66) 6 1 . Hebert, Anne, Kamouraska, o p . c i t . , p. 236 . 62 . i b i d p. 249 . 6 3 . i b i d p. 210 . 64 . i b i d p. 215 65. i b i d p. 23 . 66 . Le Grand, A l b e r t , L'ange et l a bete, o p . c i t . , p. 130 . - 61 - Le songe est done espion q u i prepare l a l i b e r a t i o n ou 1'emprisonnement. I I y a d'autres exemples de blocage ou E l i s a b e t h es- s a i e de bloquer ou de c o n t r e d i r e 1 ' h i s t o i r e : "Encore une f o i s j e t e s u p p l i e de m'epargner l a s u i - t e de t o n h i s t o i r e . " (67; "Je ne p a r v i e n s p l u s a a r t i c u l e r aucune p a r o l e . " (68) E l l e d e c l a r e son innocence p l u s i e u r s f o i s , r e n i e George Nelson, A u r e l i e Caron et son a l l e g e a n c e aux p a s s i o n s pour erapecher l a decouverte de l a v e r i t e . Le blocage s'accomplit a u s s i par l e deroulement tem- p o r e l . On v i t l e s i n c i d e n t s p l u s i e u r s f o i s , on annule, dedou- b l e , r e f a i t l e p r e s e n t . On d i r a i t meme que " l e temps se t r o u v e coupe de sa t e m p o r a l i t e . I I ne coule p l u s . I I n'accomplit p l u s r i e n . " (69) Nous a s s i s t o n s au temps humain q u i n'est jamais chronologique n i l o g i q u e mais c h a o t i q u e . Le temps est coupe de sa dimension l i n e a i r e . La c o n s t r u c t i o n en s p i r a l e , q u i est un mouvement h o r i z o n t a l et v e r t i c a l autour d'un c e n t r e absent, r e p r e s e n t e a u s s i une forme de blocage, en ce sens qu'on se rapproche de p l u s en p l u s du c e n t r e sans jamais l ' a t t e i n d r e . La n a r r a t i o n , q u i se passe apres l e "crime", est 67 . Hebert, Anne, Kamouraska, o p . c i t . , p. 233. 68. i b i d p. 238". 69. R o b b e - G r i l l e t , A l a i n , Pour un nouveau roman, Les E d i t i o n s de M i n u i t , P a r i s (1963) p. 168. - 62 - fragmentee en une m u l t i p l i c i t y de s o u v e n i r s , d ' a c t i o n s et de d e t a i l s . Le r o l e du temps de l a n a r r a t i o n a ete an a l y s e par l e c r i t i q u e Guy Robert q u i a s o u l i g n e l a n o s t a l g i e du temps per- du : "Le temps n'est a. peu pres jamais aborde comme t e l , comme v a l e u r independante, chez Anne Hebert, mais b i e n au c o n t r a i r e i l est intimement marie a. d'au- t r e s v a l e u r s , souvent t r a g i q u e s , ce q u i l u i donne une p o l y v a l e n c e p a r t i c u l i e r e m e n t complexe." (70) Le d e c h i f f r e m e n t , ou l e devoilement de l'enigme, d o i t normalement ap p o r t e r l a v e r i t e . A l a f i n du roman, t o u t d o i t r e n t r e r dans l ' o r d r e , l'enigme d o i t d i s p a r a i t r e sous l e poids de 1 ' e x p l i c a t i o n . Mous decouvrons non seulement l a source de sa c u l p a b i l i t e mais a u s s i sa p h i l o s o p h i e p e r s o n n e l l e . Le f a i t de t a n t v o u l o i r empecher l a v e r i t e , c 'est l a mettre en r e - l i e f . E l i s a b e t h r e c o n n a i t e n f i n sa " p l u s profonde a l l e g e a n c e " au monde des v i v a n t s , a l a p a s s i o n , aux sens. E l l e a s s o c i e sa croyance au pouvoir de 1'amour, mais de 1'amour humain : "Sauvez-vous avec moi. Non pas avec des p r i e r e s et des a l c h i m i e s vertueuses et a b s t r a i t e s . Mais avec t o u t e . v o t r e c h a i r d'homme v i v a n t , avec t o u t e ma c h a i r de f e m e v i v a n t e ... Je s u i s 1 'amour et l a v i e , mon exigence n'a de comparable que l ' a b s o l u de l a mort." (71) A l a lum i e r e de l a s t r u c t u r e de l'enigme de Kamouras- ka , nous pouvons maintenant r e e v a l u e r l'emploi* du f a i t d i v e r s . 7 0 . Robert, Guy, La poetique du songe, A.G.E.U.M., Montreal (1962) p. 2 3 . •71. Hebert, Anne, Kamouraska, o p . c i t . , p. 1 7 0 . - 63 - Nous nous r e f e r o n s i c i a. l ' e s s a i de Roland Barthes sur l a s t r u c t u r e du f a i t d i v e r s . Barthes i d e n t i f i e deux types de f a i t d i v e r s , l ' u n base sur l a r e l a t i o n de c a u s a l i t e , 1 ' a u t r e sur l a r e l a t i o n de c o i n c i d e n c e , Barthes continue : "On a vu que l a c a u s a l i t e e x p l i c i t e du f a i t d i v e r s e t a i t en d e f i n i t i v e une c a u s a l i t e truquee, du moins suspecte, douteuse, d e r i s o i r e , puisque d'une c e r - t a i n e maniere l ' e f f e t y d e q o i t l a cause ; on_pour- r a i t d i r e que l a c a u s a l i t e du f a i t d i v e r s est sans cesse soumise a. l a t e n t a t i o n de l a c o i n c i d e n c e , et qu'inversement, l a c o i n c i d e n c e . y est sans cesse f a s c i n e e par l ' o r d r e de l a c a u s a l i t e . " (72) L ' i n t e r s e c t i o n de ces deux mouvements c o n s t i t u e l a d e f i n i t i o n du f a i t d i v e r s , "une zone ambigue ou. l'evenement est pleinement vecu comme un signe dont l e contenu est cepen- dant i n c e r t a i n . " (73) Nous croyons, pourtant, que c e t t e oeu- vr e , b i e n qu'ayant pour source un f a i t d i v e r s , a depasse c e t - t e zone r e s t r e i n t e . Le f a i t d i v e r s est complet en s o i , t a n d i s que l e roman est p l u s que l e r a p p o r t entre deux termes. Le f a i t d i v e r s r e n v o i e a lui-meme ; l e meurtre de C l a u d i n e , par F r a n q o i s dans Le T o r r e n t p a r a i t c o n s t i t u e r une i n f o r m a t i o n t o - t a l e , l e s t e r e o t y p e du drame p a s s i o n n e l . Tout semble e t r e don- ne, l e mobile, l e s c i r c o n s t a n c e s , l e s r e s u l t a t s , t o u t ce q u i convient a. 1 ' e l a b o r a t i o n d'un c o n t e . L ' i n c i d e n t dont s ' i n s p i r e Kamouraska est t o u t a u s s i complet mais, dans l e s deux cas, 7 2 . Barthes, Roland, E s s a i s c r i t i q u e s , E d i t i o n s du S e u i l , P a r i s (1964) p. 7 3 . i b i d p. 1 96 - 197 . - 64 - Anne Hebert ne s'en est s e r v i e que comme p o i n t de d e p a r t . L'es- s e n t i e l de ces romans r e s t e i m p l i c i t e , l a s t r u c t u r e r e s t e ou- v e r t e . La r e s o l u t i o n de l'enigme ne c l o t pas l ' h i s t o i r e car l e roman demande l a p a r t i c i p a t i o n du l e c t e u r et ne cesse pas avec l e devoilement du mystere. Ces deux oeuvres depassent i n c o n - testablement l a n a r r a t i o n d'un f a i t d i v e r s . CONCLUSION Nous avons cherche, dans Kamouraska et en nous appu- yant sur d'autres romans d'Anne Hebert, l e s s t r u c t u r e s essen- t i e l l e s . Nous avons voulu montrer que ces s t r u c t u r e s , a pre - miere vue s i d i v e r s e s , peuvent se resumer dans une seu l e s t r u c t u r e , l a r e v e l a t i o n du v i d e par l ' a n t i t h e s e . Dans 1'in- t r o d u c t i o n , nous avons d i s c u t e l ' i d e e d ' a n t i t h e s e proposee par Roland B a r t h e s . Ce c r i t i q u e c l a s s i f i e l e s s t r u c t u r e s l i t t e r a i - r e s s e l o n l e p r i n c i p e de l a r e v e r s i b i l i t e . L ' a n t i t h e s e se r e - v e l e comme une s t r u c t u r e r e v e r s i b l e a. l ' i n f i n i , ce q u i l'a p p a - r e n t e au symbole. L ' a n t i t h e s e a a u s s i l e pouyoir de supporter l e compromis ou l a mitoyennete. Kamouraska se base sur l ' a n t i - these de l ' e t r e et du p a r a i t r e , 1'alternance de l a v i e r e e l l e et de l a v i e i m a g i n a i r e . Nous ajoutons a c e l a l e theme du dou- b l e , c ' e s t - a - d i r e l a presence du b i e n et du mal, du passe et du p r e s e n t , d ' E l i s a b e t h d ' A u l n i e r e s et de Madame R o l l a n d . La s t r u c t u r e a n t i t h e t i q u e est commune aux romans et aux cont e s . Le fonctionnement d'une s t r u c t u r e a u s s i p u i s s a n t e que l ' a n t i - these c r e e , dans 1 ' o p p o s i t i o n , l a t e n s i o n e t , de la., l a dyna- mique du t e x t e . E n s u i t e , nous avons souleve l e probleme d'une v i e de compromis, c ' e s t - a - d i r e c e ' q u i a r r i v e s i l e chemin du compro- mis debouche non pas sur 1 ' h y p o c r i s i e mais sur l e neant. V o i l a l a q u e s t i o n c e n t r a l e des romans d'Anne Hebert et de Kamouraska - 65 - - 66 - en p a r t i c u l i e r . La q u e s t i o n se pose en termes humains par l e c o n t r a s t e de p l u s i e u r s fagons de v i v r e q u i s'excluent mutuel- lement. Le personnage s t a b l e se rend compte du choix mais l e s personnages d'Anne Hebert ne peuvent pas determiner l a d i r e c - t i o n de l e u r chemin. I I e x i s t e , p o u r t a n t , des chemins de mi- toyennete q u i sont des e t a t s i n s t a b l e s . F r a n g o i s ne peut j a - mais se l i b e r e r de l a domination de sa mere q u i a e f f e c t u e u- ne s o r t e de d e s t r u c t i o n de l a v o l o n t e du f i l s et une c a s t r a - t i o n morale. Pour c e l u i - c i , l e c h o i x est une i m p o s s i b i l i t e , a t e l p o i n t q u ' i l s'absente de l a v i e et se c o n s i d e r e comme un e t r a n g e r . Le chemin i n t e r m e d i a i r e mene vers l a f o l i e et l e s u i - c i d e . L ' a n t i t h e s e de base des Chambres de b o i s met en op- p o s i t i o n l a vie" de chateau imagine par C a t h e r i n e et l a r e a l i - t e b i z a r r e de son mariage avec M i c h e l . C a t h e r i n e a u s s i cher- che un compromis q u i c o n s i s t e a. t o u t r e j e t e r et a a l l e r au bord de l a mort. En e f f e t , e l l e n ' e f f e c t u e pas son s a l u t , c'est p l u t o t l e medecin, en l'emmenant, q u i l a sauve. Dans tous ces l i ' y r e s , l e personnage c e n t r a l est a. l a recherche de s o i , c e t t e recherche cependant est vouee a l ' e - chec. Tout voyage au c e n t r e debouche sur l e neant, 1'impossi- b i l i t e et l e v i d e . On est t o u j o u r s t e n t e d'etendre ses con- c l u s i o n s sur un roman a 1'auteur et de t r o u v e r des elements p a r a l l e l e s entre l a v i e du heros et l a v i e de l ' e c r i v a i n . Nous savons que l ' e n f a n c e d'Anne Hebert s'est passee a l a campagne, - 67 - dans l e p e t i t v i l l a g e de Sainte Catherine d'Assambault, qu'el- l e a f a i t ses etudes a l a maison en raison d'une enfance mala- dive et qu'elle fut beaucoup influencee par son pere, Maurice Hebert. Privee de compagnons de son age, i l se peut qu'elle a i t consacre d'autant plus de temps a l a r e v e r i e , mais l e s re- ves d'enfance ne nourrissent pas 1'esprit adulte. L ' e c r i v a i n Adrien Therio a compare les romans et l e s contes d'Anne Hebert aux contes de fees en disant q u ' i l faut du genie pour en e c r i - re mais que l'etendue est l i m i t e e . N'a-t-on pas e c r i t : "Les mondes clos sont toujours de p e t i t s mondes." ( l ) ? Sans i n s i s - t e r trop sur ce point, nous tenons a souligner l a ressemblance entre l a vie essentiellement s o l i t a i r e d'Anne Hebert et l ' i s o - lement de ses personnages romanesques. Nous avons essaye de montrer comment Elisabeth main- t i e n t l a balance entre l e v r a i et 1'imaginaire, l e passe et l e present, l a vie sociale et l a vie privee. Maurice B l a i n a bien d e f i n i cet etat tragique : "La tension entre l e r e e l et l ' i r r e e l ne pourrait s'apaiser dans une duree'sans memoire de s o i , dans 1'abolition du temps i n t e r i e u r ou seraient confon- dus l'enfance:* l a jeunesse e t ' l a maturite. Mais v i - vre, et c'est au d e f i t de vivre que voudrait "echap- per Anne Hebert, s'accomplit dans une r e a l i t e du temps i r r e c o n c i l i a b l e avec l a duree, i n t e g r a l et immobile." (2) 1. Dumont, Ferrand et Falardeau, Jean-Charles, L i t t e r a t u r e et societe canadienne franpaises, Les Presses de 1'Universite Laval, Quebec (1964) p. ±i>«. 2. B l a i n . Maurice, "Anne Hebert ou l e risque de v i v r e " Liberte (1959) p. 325. - 68 - Le c h o i x des elements l i t t e r a i r e s q u i supportent c e t t e hypothese de l ' e q u i l i b r e a ete f a i t sur l a base de l a s t r u c t u r e . Les elements d i s c u t e s p l u s haut se ressemblent es- trangement par l e u r s t r u c t u r e . Nous pouvons f a i r e a l l u s i o n i c i aux t r a v a u x de Propp sur l e s contes p o p u l a i r e s s l a v e s et ceux de L e v i - S t r a u s s sur l e s mythes. Ces deux s o c i o l o g u e s cher- chaient a. montrer que l e contenu des contes ou de-s mythes e- t a i t moins important que l e u r s t r u c t u r e . A i n s i , l e s mythes d'u- ne t r i b u s'apparentent aux mythes d'une t r i b u v o i s i n e ou l o i n - t a i n e non pas sur l e p l a n semantique ( l ' h i s t o i r e ) mais sur l e pl a n s t r u c t u r a l . Nous avons c r u trouve chez Anne Hebert un systeme de fonctionnement q u i l a i s s e a p p a r a i t r e l e s s i m i l i t u d e s et l e s a- n a l o g i e s entre l e s romans, l e s contes et meme l e s p i e c e s de t h e a t r e . L ' i d e e qu'un auteur ne f a i t que r e e c r i r e une seul e et meme oeuvre n'est pas n o u v e l l e , pourtant-.1'exemple d'Anne He- bert est f r a p p a n t . Un resume des s t r u c t u r e s r e v e l e l e s ressem- b l a n c e s . Les images du masque f o n c t i o n n e n t comme l e symbole d'une presence et d'une absence a. l a f o i s . Le masque, en f a i t , r e p r e s e n t e 1 ' a l l i a n c e des deux p o l e s de l ' e t r e et du non - e t r e . Nous nous retrouvons devant l e mur de 1 * i n c o n c i l i a b l e , t e n t a n t de melanger l e s c o n t r a i r e s . La s o l u t i o n , dans Kamouraska, est 1'absence au monde. Le c i r c u l a i r e , s i important du p o i n t de vue s t r u c t u - - 69 - r a l , r e p r e s e n t e l ' a t t i r a n c e et l a repugnance de l ' o b j e t d e s i - r e . Le ce n t r e de Kamouraska est 1'amour s e x u e l , l e s p a s s i o n s et l e d e s i r de l a c h a i r . Ce sont, pour E l i s a b e t h , des v a l e u r s p o s i t i v e s , en meme temps ces elements ont une v a l e u r n e g a t i v e pour l a s o c i e t e ( s u r t o u t quand i l s s ' a s s o c i e n t a l a femme). De la. se cree l e paradoxe de l a v i e des personnages. Les deux sources de son education r e p r e s e n t e n t l e s deux systernes de va- l e u r s d i a c h r o n i q u e s , l'honneur et 1'amour. Cette dichotomie se trouve a l a base des pensees et des a c t i o n s et se p e r s o n n i f i e dans l e s f o r c e s du b i e n et du mai (done l a presence des s o r c i e - re s et du M a l i n dans l e roman). Le c i r c u l a i r e implique un c e n t r e , une v e r i t e ou une connaissance a. d e t e r r e r . On est r e s t r e i n t par l e ce n t r e et 1'evasion devient une course c e n t r i f u g e , semblable a 1 ' o r b i t e des p l a n e t e s autour du s o l e i l . Le dedoublement, comme nous l'avons vu, est 1'exten- s i o n du masque comme l a s p i r a l e est 1'extension du c i r c u l a i r e . Les personnages q u i r e u s s i s s e n t l e mieux ce dedoublement sont F r a n q o i s et E l i s a b e t h . L'importance de ce j e u de cache-cache nous est r e v e l e par l e s o i n avec l e q u e l Anne Hebert enleve l e s couches de d e c e p t i o n . E l i s a b e t h p a r l e avec une f r a n c h i s e t r u - quee q u i l e u r r e l e l e c t e u r . Nous voulons c r o i r e , comme t o u t l e monde, a. 1'innocence d ' E l i s a b e t h mais l e devoilement de sa du- p l i c i t e rend ses a c t i o n s et ses p a r o l e s s u s p e c t e s . Le r e s u l t a t est 1 ' a p p a r i t i o n de 1'envers de 1 ' e c r i t u r e , l e l e c t e u r se t r o u - - 70 - ve o b l i g e de l i r e entre l e s l i g n e s et de mettre en q u e s t i o n l ' e c r i t u r e meme. Le developpement et l a r e s o l u t i o n de l'enigme peu- vent e t r e c o n s i d e r e s comme l a mise en o p p o s i t i o n de deux f o r - ces : l a puissance du s e c r e t et l e d e s i r de l e d e v o i l e r . Le s e c r e t m a i n t i e n t une v e r i t e scandaleuse, l'eclatement de l ' e - nigme amene l e r e t o u r a l ' o r d r e et a l a n e u t r a l i t y . Dans Ka- mouraska, l'enigme c o n s i s t e en un s e c r e t o f f i c i e l et en. un se- c r e t p l u s p e r s o n n e l . Pour cacher sa c u l p a b i l i t e E l i s a b e t h im- pose l e meurtre de son mari a. deux a u t r e s personnages, George et A u r e l i e , e t r e s q u i l u i ressemblent comme f r e r e et soeur. De c e t t e fagon, e l l e assume une fagade d'innocence q u i n'a jamais dupe personne d'autre qu'elle-meme. L'image symbolique de l a t o u t e d e r n i e r e page assume to u t e sa v a l e u r a l a lumiere de ces r e c h e r c h e s . Nous recon- n a i s s o n s que l a femme n o i r e r e p r e s e n t e E l i s a b e t h , a v i d e de v i - v r e , q u i a du. e n t e r r e r sa jeunesse et ses pa s s i o n s dans l e champ a r i d e du mariage. La mort de son mari est une l i b e r a t i o n mais e l l e a t a n t reprime .ses emotions q u ' e l l e n'a pl u s de coeur. Le f u t u r s'etend comme un de s e r t de t e r r e b a t t u e . E l l e se ment depuis t r o p longtemps. E l l e s 'est cree un enfer de so- l i t u d e d'ou e l l e ne s o r t i r a p l u s :̂ "Retourne sur t e s pas 6 ma v i e Tu :vois b i e n que l a rue est fermee." (3) 3 . Hebert, Anne, Poemes, p. 4 5 . - 71 - Nous voulons s o u l i g n e r maintenant quelques a s p e c t s romantiques de Kamouraska. Comme Emma Bovary, E l i s a b e t h r e p r e - sente l e heros s o l i t a i r e q u i r e s t e non compris. Nous r e t r o u - vons a u s s i l e s themes de l ' e t r a n g e t e et de 1'absence au monde, s u j e t s chers aux e c r i v a i n s romantiques. E l i s a b e t h d e l i e ses e- motions et devient une femme de t h e a t r e , a v i d e de l i b e r t e . E l - l e r e s t e t o u j o u r s au niveau des sens, e l l e sent l e s evenements au l i e u de l e s v i v r e . Cette c i t a t i o n de Gerard de N e r v a l , t i r e e du poeme ' E l Desdichado', c a r a c t e r i s e l ' e t a t s p i r i t u e l et r e - veur d ' E l i s a b e t h : "Je s u i s l e tenebreux, l e veuf, l ' i n e o n s o l e , Le p r i n c e d'Aquitaine a l a t o u r a b o l i e : Ma seu l e e t o i l e est morte, et mon l u t h c o n s t e l l e Porte l e s o l e i l n o i r de l a M e l a n c o l i e ..." S ' i l y a une c o n c l u s i o n p l u s l a r g e a. t i r e r du roman, e l l e a p p a r a i t dans l a comparaison entre l e s deux t e x t e s s u i - v a n t s . Le;;premier se trouve dans Kamouraska, c'est l a p l a i n t e de Jerome R o l l a n d q u i n'a jamais pu comprendre l'inconnue qu'est sa femme n i communiquer avec e l l e : " L ' i n s a i s i s s a b l e q u i est not r e femme, l a coupable q u i ne f u t jamais pardonnee, no t r e femme, n o t r e beaute corrompue. La convaincre du peche, l a prendre en f l a g r a n t d e l i t d'absence. Rompre l e pacte du s i l e n - c e / ' (4) Le deuxieme t e x t e se trouve 'dans un a r t i c l e e c r i t par Anne Hebert au s u j e t du Quebec : 4. Hebert, Anne, Kamouraska, o p . c i t . , p. 26 . -'72 - "Hors du p a r a d i s . En p l e i n e t e r r e maudite. A l'heure de l a n a i s s a n c e . Porte ouverte sur l a t e r r e ronde et t o t a l e ... Prendre c e t t e p r o v i n c e en f l a g r a n t d e l i t d ' e x i s t e n c e . L'apprehender. L u i rendre j u s t i - ce. L u i donner l a p a r o l e . Tache de poete. Honneur de v i v a n t . " (5) Anne Hebert i n s i s t e dans l e s deux cas sur l e r o l e du s i l e n c e et de l a p a r o l e . La ferame corrompue et l a t e r r e maudi- t e sont deux niveaux d'une s e u l e image : l a v i e empechee. Dans l e premier cas, l e r e s u l t a t est 1'absence a l a v i e , dans l e deuxieme exemple, l a v i e s ' e s t degradee en simple e x i s t e n c e . I I r e s t e pourtant une v o i e de s a l u t : l e p o u v o i r de l a commu- n i c a t i o n . Anne Hebert a e c r i t a ce s u j e t : "Je c r o i s au s a l u t q u i v i e n t de t o u t e p a r o l e j u s t e vecue et exprimee." (6) E l i s a b e t h , q u i a t a n t empeche l a p a r o l e , q u i a sup- prime l a j o i e de l a v i e , s'est progressivement i s o l e e dans l a s o l i t u d e l a p l u s t o t a l e . E l l e n'avoue jamais l a v r a i e source de sa c u l p a b i l i t e b i e n q u ' e l l e f a s s e un pas dans l a bonne d i - r e c t i o n en avouant son a l l e g e a n c e a l a v i e . C e c i ne peut n u l - lement c o n t r e b a l a n c e r l e poids du passe q u i emporte l e roman. Nous devons done c o n c l u r e que l e roman ne repond pas a une q u e s t i o n mais c o n s t i t u e l a q u e s t i o n meme, et o b l i g e l e l e c t e u r a f o u r n i r l a reponse et l a f i n de 1 ' h i s t o i r e . 5. Hebert, Anne, L'epopee canadienne, o p . c i t . , p. 17. 6. Hebert, Anne, Poemes, o p . c i t . , p. 71. Bibliographie L' oeuvre d'Anne Hebert : Kamouraska, Editions du S e u i l , Paris, 1 9 7 1 . Le temps Sauvage (theatre), Editions Hurtubise/HMH, Montreal, 1967. Le Torrent, Editions HMH, Montreal, 1 963 . Les Chambres de bois, Editions du S e u i l , P a r i s , 195$. Poemes, Editions du S e u i l , Paris, I960. A r t i c l e s de journaux La Presse, section l i t t e r a i r e , 24 Septembre, 1966, p. 7 . "Un si'ecle 1867 -1967 . L'Epopee canadienne." La Presse, 13 Fe- v r i e r , 1967, p. 16-17. Une l i s t e chronologique des oeuvres d'Anne Hebert se trouve dans l a bibliographie de l'oeuvre de Pierre Page sur l'auteur. Ouvrages consultes : Barthes, Roland, Essais c r i t i q u e s , " C o l l e c t i o n Tel Quel", E d i - tions du S e u i l , Paris, 1964 . Barthes, Roland, S/Z, " C o l l e c t i o n Tel Quel", Editions du S e u i l , Paris, 1970 . C o l l e t , Paulette, L'Hiver dans l e roman canadien-franpais, Les Presses de l'Universite Laval, Quebec, 1 965 . - 7 r 3 - B a r b e r i s , Robert, "De l ' e x i l au royaume", dans Maintenant nu. 64, A v r i l 1967 . Barthes, Roland, " I n t r o d u c t i o n a. 1'analyse s t r u c t u r a l e des r e - c i t s " , dans Communications $, 1966 , pp. 1 - 27 . B l a i n , Maurice, "Anne Hebert ou l e r i s q u e de v i v r e " , dans Presence de l a c r i t i q u e , E d i t i o n s HMH, Ottawa, 1966, pp. 155-163. Cotnam, Jacques, "Le roman quebecois a I'heure de l a r e v o l u - t i o n t r a n q u i l l e " , dans Le roman c a n a d i e n - f r a n g a i s , Ar- c h i v e s des L e t t r e s canadiennes, F i d e s , M o n t r e a l , 1971, pp. 265-298. de Rosbo, P a t r i c k , "Une p a r o l e q u i est a elle-meme sa l u m i e r e " dans Les L e t t r e s f r a n g a i s e s , n ° . 1312, Decembre, 1969, pp. 6 - 3 . Godin, J e a n - C l e o , " R e b i r t h i n the word", dans Y a l e French S t u - d i e s , n ° . 45, 1970, pp. 137-153. Guay, R i c h a r d , "Kamouraska" : Une h i s t o i r e d'amour et de mort. dans Maintenant 104, Mars 1971, pp. 94 -95 . J u i n , Hubert, "Les f e r o c i t e s de 1'amour.", dans Les l e t t r e s f r a n g a i s e s , n ° . 1353. Septembre 1970, pp. 5 -7 . L a c o t e , Rene, "Kamouraska" dans Les L e t t r e s f r a n g a i s e s , n ° . 1353. Septembre 1970. pp. 5 -7 . L a p o i n t e , Jeanne, "Mystere de l a p a r o l e par Anne Hebert" dans Presence de l a c r i t i q u e , E d i t i o n s HMH, Ottawa, 1966, pp. 120-122. Dumont, Fernand et F a l a r d e a u , J e a n - C h a r l e s , L i t t e r a t u r e et so- c i e t e c a n a d i e n n e - f r a n g a i s e , Les Presses de 1 ' U n i v e r s i t e L a v a l , Quebec, 1964. F a l a r d e a u , Jean-Charles, L ' e v o l u t i o n du heros dans l e roman quebecois, Conferences J.A. de Seve, n° 9 , Les Presses de 1 ' U n i v e r s i t e de M o n t r e a l , I960. F a l a r d e a u , Jean-Charles, Notre s o c i e t e et son roman, E d i t i o n s HMH, M o n t r e a l , 1967. Garneau, Saint-Denys, Poesies completes, F i d e s , Ottawa, 1949. Gay, P a u l , Notre roman, E d i t i o n s H u r t u b i s e HMH, M o n t r e a l , 1973. Genette, Gerard, F i g u r e s I, E d i t i o n s du S e u i l , P a r i s , 1966. Lacote, Rene,Anne Hebert, Seghers, " C o l l e c t i o n Poetes d'aujour- d ' h u i " , P a r i s , 1969. Le Grand, A l b e r t , Anne Hebert, La L i b r a i r i e de 1 ' U n i v e r s i t e de M o n t r e a l , M o n t r e a l , 1973. Le Grand, A l b e r t , Anne Hebert, De 1 ' e x i l au royaume, Conferen- ces J.A. de Seve, l e s Presses de 1 ' U n i v e r s i t e de M o n t r e a l , M o n t r e a l , 1967. Macherey, C h a r l e s , Pour une t h e o r i e de l a p r o d u c t i o n l i t t e r a i r e , Maspero, P a r i s , 1966. Marcotte, G i l l e s , Presence de l a c r i t i q u e : C r i t i q u e et l i t t e r a - t u r e contemporaines au Canada f r a n g a i s , E d i t i o n s HMH, 1966 . Moisan, Clement, L'Age de l a l i t t e r a t u r e canadienne, " C o l l e c t i o n Constantes", E d i t i o n s HMH, M o n t r e a l , 1969. Page, P i e r r e , Anne Hebert, E d i t i o n s F i d e s , Ottawa, 1965. L a s n i e r , M i c h e l l e , "Anne Hebert, l a magicienne"-dans C h a t e l a i n e A v r i l 1963, pp. 24, 74 et 76. Le Grand, A l b e r t , "Kamouraska, ou l ' A n g e et l a Bete", dans Etudes F r a n g a i s e s , Mai 1971, pp. 119-143. " ' Le Moyne, C h a r l e s , "Hors l e s chambres de b o i s " , dans Presence de l a c r i t i q u e , E d i t i o n s HMH, 1966, pp. 35 -42 . M a r i e r , Gerard, "Ou va l a r e v o l u t i o n quebecoise ?", dans Le Devo i r , 2-2 Decembre 1970, p. 5. M a r i s s e , Andre, "Anne Hebert-: Kamouraska", dans E s p r i t , Octo- bre 1970, pp. 655-657. P a r a d i s , Suzanne, "La t e n t a t i o n du roman", dans Le Roman cana- d i e n - f r a n g a i s , F i d e s , M o n t r e a l , 1971, pp. 231-240. Renaud, Andre, "L'heroine du roman canadien et 1 ' e x p e r i e n c e de 1'amour", dans Le roman c a n a d i e n - f r a n g a i s , F i d e s , M o n t r e a l 1971, pp. 183-196. Robidoux, Rejean, "Kamouraska", dans L i v r e s et auteu r s quebe- c o i s , E d i t i o n s J u m o n v i l l e , M o n t r e a l , 1970, pp. 2 4 - 26 . Robidoux, Rejean, "Le roman c a n a d i e n - f r a n g a i s de Remain", dans Le roman c a n a d i e n - f r a n g a i s , F i d e s , M o n t r e a l , 1971, pp. 241-256. Soeur S a i n t e - M a r i e - E l e u t h e r e , c.n.d., "Mythes et symboles de l a mere dans l e roman c a n a d i e n - f r a n g a i s " , dans Le roman c a n a d i e n - f r a n g a i s , F i d e s , M o n t r e a l , 1971, pp. 197-206. S o l l e r s , P h i l i p p e , " A l a i n R o b b e - G r i l l e t : Pour un nouveau r o - man",, dans T e l Quel 18, 1964, p. 93 -94. 77 - P a r a d i s , Suzanne, Femme f i c t i v e , femme r e e l l e : Le personnage f e m i n i n dans l e roman c a n a d i e n - f r a n g a i s 1864-1966, Gar- neau, Ottawa, 1966 . Ricardou, Jean, Pour une t h e o r i e du nouveau roman, " C o l l e c - t i o n T e l Quel", E d i t i o n s du S e u i l , P a r i s , 1 9 7 1 . R o b b e - G r i l l e t , A l a i n , Pour un nouveau roman, Les E d i t i o n s de M i n u i t , P a r i s , 1 963 . Robert, Guy, La poetique du songe : I n t r o d u c t i o n a l'oeuvre d'Anne Hebert, Cahier n ° . 4 , A.G.E.U.M., M o n t r e a l , 1 962 . Robidoux, Rejean-et Renaud, Andre, Le roman c a n a d i e n - f r a n g a i s du vingtieme s i e c l e , E d i t i o n s de 1 ' U n i v e r s i t e d'Ottawa, Ottawa, 1966. S y l v e s t r e , Guy, L i t e r a t u r e i n French Canada, Department of C u l t u r a l A f f a i r s , Quebec, 1 967 . T e l l e s , Mercedes, L e c t u r e d'Anne Hebert,; Kamouraska, These de m a i t r i s e , M c G i l l , 1 9 71 . Tougas, Gerard, H i s t o i r e de l a l i t t e r a t u r e c a n a d i e n n e - f r a n g a i - se, Presses U n i v e r s i t a i r e s de France, P a r i s , 1967 . A r t i c l e s c o n s u l t e s : Amyot, Georges, "Anne Hebert et l a r e n a i s s a n c e " , E c r i t s du Ca- nada f r a n g a i s , n° 20 , 1965 , pp. 2 33 - 253 . Aylwin, U l r i c , "Au pays de l a f i l l e maigre : Les Chambres de b o i s d'Anne Hebert", dans V o i x et images.du pays, Les E d i t i o n s de S a i n t e - M a r i e , M o n t r e a l , 1967 . - 78 - T h e r i o , A d r i e n , "La maison de l a b e l l e et du p r i n c e ou l ' e n f e r dans l'oeuvre d'Anne Hebert", dans L i v r e s et auteurs que- b e c o i s , E d i t i o n s J u m o n v i l l e , M o n t r e a l , 1971 , pp. 276-284. i Todorov, Tzvetan, "Les c a t e g o r i e s du r e c i t l i t t e r a i r e " , dans Communications 3, 1966 . '

Cite

Citation Scheme:

    

Usage Statistics

Country Views Downloads
Canada 91 22
United States 13 1
India 11 0
China 8 18
Germany 4 12
Serbia 1 1
City Views Downloads
Sherbrooke 30 14
Unknown 28 12
Montreal 12 0
Drummondville 12 0
Mountain View 8 1
Beijing 7 0
Joliette 5 0
Cambridge 4 8
Lincolnton 3 0
Pointe-Claire 3 0
Boucherville 3 0
Beloeil 3 0
Magog 3 0

{[{ mDataHeader[type] }]} {[{ month[type] }]} {[{ tData[type] }]}

Share

Share to:

Comment

Related Items