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Certains aspects des problemes de la traduction du Français en Anglais Chowne, Jacqueline 1974

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CERTAINS  ASPECTS DES PROBLEMES DE LA DU FRANC.AIS EN ANGLAIS  TRADUCTION  by JACQUELINE B . E d . ( S e c ) ,  A  U n i v e r s i t y  THESIS  SUBMITTED  CHOWNE  of  B r i t i s h  IN PARTIAL  REQUIREMENTS FOR  THE  MASTER  i n  the  OF  THE  Columbia,  FULFILMENT DEGREE  OF  conforming  to  1971  OF  ARTS  Department of French  We  a c c e p t  r e q u i r e d  THE  t h i s  t h e s i s  as  s t a n d a r d  UNIVERSITY  OF  BRITPSH  Septembre,  197^  COLUMBIA  the  In  presenting  an  advanced  the I  Library  further  for  degree shall  agree  scholarly  by  his  of  this  written  this  thesis  in  at  University  the  make  that  it  purposes  for  may  be  It  financial  for  of  Columbia,  British  by  gain  shall  Columbia  for  the  understood  of  The U n i v e r s i t y o f B r i t i s h V a n c o u v e r 8, Canada  of  extensive  granted  is  fulfilment  available  permission.  Department  Date  freely  permission  representatives. thesis  partial  Head  be  requirements  reference copying  that  not  the  of  agree  and  of my  I  this  or  allowed  without  that  study. thesis  Department  copying  for  or  publication my  li  ABSTRACT  Even people that  of  words or  who  ences from  have  the  each  t h e i r i n  shared  v e r y  other of  French  s i m i l a r  are  area,  and  have  f o r  e x p r e s s i o n  r e f l e c t  i n t o  of  the  a  r e a l i t y  other  spoken  c u l t u r a l  r e p e a t e d l y  c o n c e p t i o n  language  and  European  modes  t h e i r  one  E n g l i s h  western  from  so,  though  i n f l u e n c e s , borrowed  thousand  so  b a s i c that  becomes  by  a  years d i f f e r -  t r a n s l a t i o n  v e r y  i n t r i c a t e  p r o c e s s . It and  best  E n g l i s h  appeared  s t a r t i n g d i f f e r ,  to  us  p o i n t  where  that  f o r  they  resemble  problems  encountered  language  i n t o  o t h e r ,  D a r b e I n e t * s  S t y l i s t i q u e  i n  was  comparee  de  of  i l l u s t r a t e d  method  t r a n s l a t i o n works  by  B r i t i s h  borrows  analyses  A l b e r t E n g l i s h  t h e r e f o r e  uses  from  are  i t  Camus and that i t s  du  i n t o  American  method o u t l i n e  i i  as i n  o t h e r ,  i n  f r a n c a i s  i t s  and  the  one  and  et  de  a p p l i c a t i o n s  t h i s  passages  and  from  Vinay  throughout  were  g u i d e l i n e  French  P r a c t i c a l  s e l e c t e d  which  where  t r a n s l a t i n g  t r a d u c t i o n .  from  u s e f u l  each  o u t l i n e d  1 ' a n g l a i s — M e t h o d e t h i s  most  a s s e s s i n g  i n h e r e n t  the  the  t h e s i s  of  c e r t a i n  t r a n s l a t e d  both  i n t o  E n g l i s h .  This  s t u d y  b a s i c  three  framework  main  and  s e c t i o n s .  by  iii These " l e  are,  i n  Vinay  l e x i q u e " , Words  a  do  There  g i v e n  words  not  of  word,  i n  of  w h i c h ,  of  the  i n s t a n c e s , without  i t  i n t o f i r s t  the  i n  the  sentences f o r  that  a s c e r t a i n i n g  be the  sensed tone  achieve i n  the  the  i n of  h i s the  t o t a l t h i r d  them  as  w e l l  become  the  use  o t h e r  of  The  of  t h e i r  o r g a n i z e d the a l l as  has  been  m e a n i n g — t h e s e " l e  are  techniques  f o r  w i l l  be  In  be  the  most  t r a n s l a t e d  s t r u c t u r e ;  p a r a g r a p h s ,  d e l i c a t e  i n  q u e s t i o n s  task  h i d d e n the i n  w i l l  and the  t h i s  r e s p e c t e d  message".  g i v e n  t h i s  there of  a l l ,  meanings  o r i g i n a l , o r d e r be  w i l l  F i n a l l y ,  1  p o s s i b l e  they  a  "1 agencement".  i n t o  most  of  over  l e x i q u e " .  s e c t i o n :  or  e x p r e s s i o n s  c e r t a i n  change  of  v a r i e t y  language  language;  i n  between  t r a n s l a t i n g  the  use  meaning  a  i d i o m a t i c  " l e  who  sentence  are  cannot  that  people  the  of  of  t h e i r  r e l a t i o n s h i p  sentences  t r a n s l a t o r  s e c t i o n :  as  s e c t i o n :  l a t t e r  the  There  p a r t  the  v e r s i o n  themselves;  meaning.  c o n t e x t  t e r m i n o l o g y :  message".  by  t h e r e f o r e  second  remains of  and  are  " l e by  f o u n d .  some  French  one-to-one  i s  r e q u i r e  undergoing  to  the  f u r t h e r m o r e ,  examined  meaning  a  by  h a v i n g  w i l l  and  p a r t i c u l a r  words  r e n d e r i n g  s u b j e c t  once  i s  i n t e r p r e t i n g  c e n t u r i e s , t h e i r  a  which  groups  o t h e r s  be  and  a  a s s i g n e d  determined  utterance ways  i s  have  seldom  word  i s  D a r b e l n e t ' s  "1'agencement",  s i g n i f i c a t i o n them.  and  d e a l t  can t h a t  to w i t h  iv In et  de  an  v a r i o u s people  by  express the  seven  technique s i m p l e :  S t y l i s t i q u e  Vinay  extensive means  between  and  and  which  of  the  t r a n s p o s i t i o n " ,  that  of f o r  most  e x p r e s s i o n each The  of  are  of  and  of  can  d i f f e r e n c e s  be  c l a s s i f i e d  they  three  provide  are  " l a  extremely  more  complex:  "1'equivalence"  "1'adaptation. While  t h i s  method  does  problems  that  may  face  the  from  language  i n t o  another,  one  b e g i n n i n g study.  as  i l l u s t r a t e d  not  answer  t r a n s l a t o r  through  i t  i n  a l l  the  t r a n s l a t i n g  p r o v i d e s  the  a  t r a d u c t i o n  p r o g r e s s i v e l y  m o d u l a t i o n " ,  the  speaking  the  which  f i r s t  c a i q u e "  f o u r  " l a  and  f r a n g a i s  concluded,  E n g l i s h  "le  o t h e r  have  French  t r a n s l a t i o n .  " l ' e m p r u n t " ,  Darbelnet  du  comparison  systems  c a t e g o r i e s ,  comparee  methodical  themselves,  two  l i t t e r a l e " ; " l a  work  1'anglais,  a f t e r  i n t o  t h e i r  a  analyses  u s e f u l i n  t h i s  and  V  TABLE  DES  MATIERES  Page ABSTRACT  i l  TABLE  DES  MATIERES  TABLE  DES  TEXTES  v  ANALYSES  vii  INTRODUCTION  1  D i f f e r e n t s  aspects  D e f i n i t i o n  du  S t y l i s t i q u e P l a n , de PREMIERE  de  de  Procedes  " l a n g u e "  ANALYSE  LE  TRADUCTION  de  c a i q u e ,  5 de  t r a d u c t i o n  t r a d u c t i o n  l i t t e r a l e ,  m o d u l a t i o n  a d a p t a t i o n .  L  55  t r a d u c t i o n  58 . . .  59 64  . . .  67 76  L'AGENCEMENT  syntaxique de  16 18  l e x i c a u x  PARTIE:  Analyse  DE  u n i t e  techniques  E q u i v a l e n c e ,  Aspect  9  LEXIQUE  T r a n s p o s i t i o n ,  TROISIEME  .  11  pensee:  Emprunt,  Aspects  6  t r a d u c t i o n  PARTIE:  Unite  3  comparee  PARTIE:  DEUXIEME  t r a d u c t i o n  etude  1'  Analyse  mot  de  79 81  t r a d u c t i o n  86  v  vi Page QUATRIEME PART I E J  L E MESSAGE  Sens s t r u c t u r a l ,  sens g l o b a l  105 107  Metalinguistique  112  Equivalence,  112  adaptation  Modulation  113  Faits  114  prosodiques  Articulations Analyse  de l ' e n o n c e  118  de t r a d u c t i o n  121  CONCLUSION  137  N o t i o n de q u a l i t e .  138  Notion  de f i d e l i t e  142  Notion  d'ethique  144  NOTES BIBLIOGRAPHIE...  I *" 1  ,  8  153  vii  TABLE DES  TEXTES ANALYSES Page  EXTRAIT DE LA PESTE A,  1  18  A, 2 A,  24  3  32 36  A, 4 A,  5  EXTRAIT DE NOCES  6  5  EXTRAIT DE L'HOMME REVOLTE B,  1  •••  B, 2 B,  8  3 . ••  ' .  96 L'ETRANGER  121  C, 1 C  f  8  93  B, 4 EXTRAIT DE  8 6  123  2 . .  C,  3 . . .  C,  4  12  ?  133  References ; La Peste ( P a r i s : 108-110; The P l a g u e 112-114.  E d i t i o n L i v r e de Poche, (London: P e n g u i n Books,  vii  1968), 1968),  pp. pp.  viii  Noces ( P a r i s : E d i t i o n F o l i o , (London: Hamish H a m i l t o n , 196?), York: E d i t i o n V i n t a g e , 1970), p . L'Homme 2 5 - 2 6 ; T h e  13-14.  The  r e v o l t e Rebel  ( P a r i s : ( N e wY o r k :  L'Etranger ( P a r i s : Outsider (London:  1971), p . 69; 65.  C o l l e c t i o n E d i t i o n  p . 11? N u p t i a l s N u p t i a l s (New  Idees,  1970), p p .  V i n t a g e ,  1956), p p .  E d i t i o n F o l i o , 1973), p p . 91-92; Penguin Books, 1972), p p . 62-63.  INTRODUCTION  "Non  verbum  e  verbo,  sed  sensum  exprimere  de  sensu"  S a i n t  La ses  t e c h n i q u e s  d e v i e n t et  t r a d u c t i o n  un  l e s  et  a r t  ses  des  b i l i n g u e  pour  g e n e r a l ,  recompense  ensemble  de  chez  le  sous  une  d e c r i t  toute  forme  dans  cet  q u ' e s t d'une  .  .  digne une  .  [et]  un  s u f f i t  ' S a v o i r - f a i r e ' , "  ceux  sur  le  q u i  de  ce  c ' e s t  b e s o i n  2  1  ce 'le de  de  p a r f o i s  que  "metier"."'"  j ' a i  d'un r e q u i s e s  constamment  t r a d u i r e " ,  p r e m i e r  non  en  concept  exacte  element,  e x i g e a n t ,  d'§tre  du  le  ne methode  succes,  r e v i e n t  un  s c i e n c e  l a  d i f f e r e n t e s  " L ' a r t  "comporte de  le  s u j e t ,  nom  pas  possedant  e l l e  a s s i m i l e  ont  nettement  m e i l l e u r e ,  d ' a b o r d  ne  a  t r a d u c t e u r ,  second  complexe,  t r a d u c t i o n ,  a  i l  a u t r e .  p r e c i s e s ,  e x p r e s s i o n  t r a d u c t e u r  etude  e x a c t e ,  p a r t i c u l i e r s , en  s u r t o u t  M a n d e f i e l d ,  a r t  l a  ou  d i s c i p l i n e  q u ' o n  l o r s ,  q u a l i t e s  t r a d u c t e u r  c o n n a i s s a n c e s hommes  f o i s  s ' i m p r o v i s e r  deux  H.W.  une  problemes  qu'une  p r o c e d e s ;  Dans  e s t  Jerome  element  a p p l i q u e e moins  de aux  i m p o r t a n t  decourageant, appele  m e t i e r ' .  .  ' S a v o i r ' ,  et  .  .  a  defaut  Bref,  e n s u i t e  le de  2 Toutes de  l e s  d e f i n i t i o n ,  d i s c u s s i o n s  de  t e n t a t i v e s  de  d e s c r i p t i o n  ce  que d o i t  t r a d u c t i o n  semblent  de  dans  r e c r e e r  s o i t  de  fagon  d'une  maniere  c e l l e  a  a v a i t  e t e  l a  f a i t e  ce  q u ' i l  a  comprehension  .  .  ne  d o i t  remonter dans  dont  1'autre  prendre,  compris.".  J .  langue.  o n comprend Que  c e l a o n l e  t r a i t e r a  de  c e r t a i n s  f r a n g a i s  e n a n g l a i s  mot  s e u l  a s p e c t  le  passage  .  .  a f i n  v e r r a  o u t o u t  On ne de  a  l a  d ' u n message  s i  l a  a  l e c t u r e  e n  " L a tache  du  e t  de  t r a n s -  premiere  .  de  d e s  " l a  pensee  t r a d u c t i o n .  .  [ i l  f a u t ]  exprimee  .  .  ,  p a s pour c o m -  t r a d u i r e . "  de nombreuses 1'etude  E n e f f e t , t o u j o u r s comme  o r a l  contenu  p l u p a r t  t r a d u i t  e n p a r t i c u l i e r ,  a u moins  q u ' i l  que p o s s i b l e  q u i note que  d e s problemes  semble  l e  u n d e c h i f f r e m e n t  dans  d u s u j e t .  " t r a d u c t i o n "  f i c a t i o n ,  .  q u e l  comprendre  1 ' o r i g i n a l  comporte  d i f f i c u l t e s  le  D a r b e l n e t  de  u n t e x t e  p a r l a  bonne  n e c e s s i t e  L'importance  s o u l i g n e e  e t r e  une  o r i g i n a l e .  de  r e u s s i e s  s i m p l e s  l a  p u p a r v e n i r  langue  b i e n  e t r e  i d e n t i q u e  s ' e f f o r c e r  e s t  de  en conceive  a u s s i  l a  jamais  d e s mots  langue  a u r a i t  dans  e s t de  t r a d u c t e u r s .  i l  o u meme  comporter  l e c t e u r  q u i s o i t  l a q u e l l e  t r a d u c t e u r mettre  que l e  o u moins  o u d e v r a i t  t o u j o u r s  une autre  p l u s  e t  complexes  q u i s u i t  de  l a  mais s i  a v o i r  e t q u i  t r a d u c t i o n  du  c e l a  p a s  n ' e s t  toute  mention  comme  seule  s i g n i f i c a t i o n  o u e c r i t  d'une  d u s i g n i -  p r i n c i p a l e ,  langue  dans  3  une  a u t r e ,  b i e n  i l  p l u s  p l u s  l a  t r a d u c t i o n  et  de  q u ' i l  l u i  est  et  l a  humain,  c l a i r . i l  de  l o i n  q u e s t i o n  ce  f a i t  aspects  La  §tre  en  n ' e s t  p l u s  f a u t  un  une  a u s s i que ou  i l  pas,  souvent  a u t r e s ,  de  ou ne  du  s e r a  probablement, s i l e n c e s  de  c e l l e une  l ' o n  de  de  sens  q u i  et  en  pensee,  C e c i ,  r e f l e x e s , q u i  s o i t pensee  presente  p a r o l e s .  a u s s i  ont  usage  ce  de  l e u r  ce  mots,  l e s  un  que  Pour  phy.sionomie  compter  s o i ,  d i s t i n c t e .  en  de  en  i n t u i t i o n s ,  r e s s e n t  f a i t  t r e s  c e t t e  t r a n s p o s e r  sans  g e n e r a l  immediatement,  de  g e s t e s , eux  pense  l a  Tout  c e l u i  seulement  beau-  touche  i n d i v i d u s .  c e t t e  d ' e x p r e s s i o n  de  ce  r e f l e x i o n .  idee  verbale  pas  q u i  t o u t  moins  temps  en  que  a  c r i s t a l l i s e r  t r a d u c t i o n ,  ce  remontent  entre  pour  c e r t a i n  d' i n t o n a t i o n ,  l e s  un  problemes  c o n s t i t u e ,  t r a d u c t i o n ,  ou  aspect pense  ses  s'etendent  L ' e x p r e s s i o n  f a i r e ,  dans  t r a d u c t i o n  normalement  Le  d e d u c t i o n s  l ' o n  c o n s i d e r e r  communication  pense  d e j a  autre  le  l a r g e .  D i f f e r e n t s  coup  f a u t  mais  et,  p l u s  h e s i t a t i o n s  v a l e u r  de  s i g n i f i c a t i o n . Tous t r a d u i t s r e s u l t e  ces  moyens  lorsque s e r a  l i t t e r a l ,  l ' e n o n c e  p l u s  s e l o n  d ' e x p r e s s i o n  l a  ou  moins  nature  d e v i e n t  e c r i t ,  spontane, du  s e r o n t ,  t e x t e .  et  a ce  l e u r q u i  et  l ' o n  peut  Si  c e l u i - c i  t o u r , en d i r e  est  4 litteraire, travaillee  l'expression suivant  interesse  en  sera  plus  les auteurs.  i c i ,celui  de  recherchee  Dans l e c a s  et  qui  Camus, nous s a v o n s de  nous  par  sa  p r o p r e a d m i s s i o n dans l e s p r e m i e r s G a r n e t s q u ' i l "Pour e c r i r e , 6 t r e pression n'est  toujours  ( p l u t S t qu'au d e l a ) "  "feconde  d'experience  [qu'3  d o n t on  l a p e n s e e en qui  devine  mots, p u i s  r e p o n d e aux  beaucoup r e f l e c h i T o u t ce ment d o i t a son le  traducteur  etrangere. celle-ci et  est  I I se  l a double  point  de  118)  tout  un  des  mots en  p r o b l e m e s du cette  depart v r a i — a u  une  ce  en  une  soit  aussi  constitue  p l u t 6 t que  l'en  de  d'une d e f i n i t i o n 'a p r i o r i '  a  remaniepar  langue de  travaillee  1 ' o r i g i n a l , tout  " L ' a m b i t i o n du  l i e u de  de  expression  s e n t i et compris  q u a l i t e d'une t r a d u c t i o n  l a f i n poursuivie  d'abord  langage.  l e s e n s de  que  127)  moyens d ' e x p r e s s i o n  l'origine.  lecture  l'oeuvre  e c r i v a i n qui  ensuite  oeuvre q u i  preserve  (CI,  decantation,  §tre a b s o r b e ,  l'ex-  sous-entendu  celle  e x i g e n c e s d'un  une  e t que  a ramener l e l e c t e u r l e p l u s  "La  tires  dega dans  traduction,  s e r v i r a des  t r a h i s s a n t pas que  (CI,  le transposera  pour c r e e r  reussisse  de  qui  en  la richesse."  celle  travail,  decantee, qui  n'en  aux  tour  peu  a c a u s e de  I I y a done d o u b l e  ecrite  un  faut:  la  en  traducteur  traduction  pres possible  du  eloigner."^ est  toujours  fonction  criteres abstraits . . .  En  outre,  des  5 que  l ' o n  l i g n e  p a r l e  de  de  compte,  n t r a d u c t e u r '  .  f i n , le  .  ,  on  est  p u b l i c  Le  tenu  pour  p u b l i c  de  f a i r e  l e q u e l  change  e n t r e r  t r a v a i l l e  de  pays  a  en le  pays, g  d'epoque En  ce  l e s  a  q u i  epoque,  de  m i l i e u  concerne  l a  t r a d u c t i o n  q u e s t i o n s  m i l i e u e l l e  d'epoque  s o c i a l  e s t  se  pour  q u i  d e f i n i t par  l a  du  1'Europe  monde  m a t e r i e l  et  membre  de  l a  XXeme  s i e c l e  que  terme  q u i  pas  etant  f u t  de par  se  Camus,  a n g l a i s  de auquel  communaute  p u b l i c  i n t e l l e c t u e l l e  Rome, e s t  le  dans  le  par  l a  r e s u l t a t de  que  f r a n g a i s  C h a r l e s  europeenne"  murie  p r o d u i s e n t  et  de  c e l l e s  meme  le  s o c i a l . "  congu.  " m e n t a l i t e  o c c i d e n t a l e "  m u l t i p l e s  posent  p u b l i c  du  et  oeuvres  le  communaute  Grece  des  m i l i e u  moins,  1 ' o r i g i n a l Cette  se  a  posent  d e s t i n e e  i n t e l l e c t u e l l e  ne  s o c i a l  domaine  de  .  .  "elaboree  c i v i l i s a t i o n d '  peuple  .  B a l l y  de  "echanges  a  p e u p l e ,  l a  pensee  dans .  .  le  .  o depuis  pres  de  t r e n t e  C e r t a i n s du  f r a n g a i s  s u i t ,  ne  en  aspects  a n g l a i s ,  t o u c h e r o n t a u x q u e l l e s  d'oeuvres  s o i t  rences pas  des  deduire  de  ce  q u i  f o n t  pas  s i e c l e s  et  problemes  d o i v e n t  d ' o r i g i n e ,  c u l t u r e l l e s  des q u i  done  complexes  europeennes  s i e c l e s .  aux  l ' o b j e t  q u e s t i o n s  face s o i t  q u i  e t h n i q u e s .  II  precede  l e s  que  l a de  q u e s t i o n s  f a i r e  passes  de  1'etude encore  l e s de  t r a d u c t i o n  langues  f a u t  p l u s  t r a d u c t e u r s  d e c o u l e n t ne  q u i  de  nond i f f e -  neanmoins  d i f f i c u l t e s  de  6  t r a d u c t i o n sont est  p l u s le  du  a u s s i  o r i g i n e s  haut  sens  du  d'hommes')  d e f i n i t  f a i t e  dans  un  l u i  l u t i o n  des de  un  etant  forme  r e s u l t e  deux  en  d i f f i c u l t e s  a  ce  qui  f u t  europeenne", degre  des  p a r t i e — n e de  t r a d u c t i o n  dues  p r i n c i p a l e m e n t  a f f e c t i v e s  " l a n g u e "  'systeme  a  d'evenements ont  comme  e s s e n t i e l l e m e n t  d i f f i c u l t e s  une  de  p r e s s i o n et  etant  et  deux  seulement  c e r t a i n  1 ' e t a n t  des  " l e  s ' i m p o s e n t  m i l i e u  p a r t i c u l i e r s ,  divergences  sa  d'une  langues."'"  idiomes  ont  i c i  q u i  en  ete  d e r i v e s  l a du  dans  coherent  a  et  d'ensemble  un  groupe  e v o l u t i o n  p h y s i q u e ,  p e r s o n n a l i t e . "  q u i  p r i s  d ' i n d i v i d u s ,  r e s u l t a t  c e r t a i n  donne  d i f f e r e n t s  qui  (terme  g r a m m a t i c a l  ensemble  l i n g u i s t i q u e s  comme  un  e'en  " l a n g u e "  appartenant  procedes  a  s o c i o l o g i q u e s  mot  toutes  f r a n g a i s  des  non  ne  comme  Ces  " m e n t a l i t e  ont  l ' a n g l a i s  s a u s s u r i e n  complet  l e n t e ,  q u ' e l l e s  e l l e s  c l a s s i f i e e s  f a m i l l e " ,  de  s i  l ' a n g l a i s . e t r e  de  terme  moins  composantes  V i n a y  des  " a i r  i n s u r m o n t a b l e s ,  D e f i n i t i o n  le  du  l a t i n , pas  et  a p p a r t i e n n e n t  parce  p r e s e n t e n t  aux  un  r e s o l u e s  l i n g u i s t i q u e ,  cependant  communes—le  du  souvent  d ' o r d r e  f r a n g a i s  e l l e s  p l u s  d e r i v e  le  q u ' e l l e s  aisement  que  peuvent  entre  d e c r i t  p l u s  moins  pour  q u i  f a i t  mais  ou  cas  langues ayant  seront  sous  ont  l a  modele  II  en  est  cause  de  1 ' e v o -  l a t i n  du  Verne  l a  7 s i e c l e .  Mais,  a c q u i s e s , langue  et  .  .  fagonner  Et  i l  e l l e  .  ces  e s p r i t s  d e d u i t  habitudes  une  f r a n g a i s  et  r e f l e t e  dans  et  de  une  semblable  a  n i t i o n ,  son  a  sage"  (Be  (Sois  bon),  facon  de  toute  a  modeler  langue et  de  ces  s t r u c t u r e  i n d i v i d u s  v o i r  l a  p o i n t  de  analyse  tour  pensee  l e s  e n t r a l n e  vue  joue  des on  d ' a t t i t u d e  l e  . . . " cer-  r6le  un  d ' e x p r e s s i o n  v e r r a  p l u s  l o i n ,  psychologique  Vinay  en  comparant  f r a n g a i s :  w i s e ) ,  d'un  parent  a n g l a i s :  parent  l e s  avec  moyens  parent  d'un  et  spontanement  d'un  et  a  p a r l e n t  enfant,  very  chaque  v i e . " ^  comme  q u ' i l l u s t r e  l e u r  q u i  cree  divergences de  l a  q u ' e l l e  1 ' a n g l a i s ,  d i f f e r e n c e  c e l l e  f o i s  mettent a  "une  q u e s t i o n  important  du  . . . des  l a  se  mentales  c e r t a i n e Cette  t r e s  qu'  "une  dans  langues  profondes  en  t a i n e s  t r a d u i t e s  les  r e a c t i o n s  a j o u t e - t - i l ,  a l l e m a n d :  "Sei  1'admo-  "Sois "Be  b i e n  good"  echt"  (Sois  12 conforme).  Ces  exemples,  parmi  meraient,  s i  c ' e t a i t  n e c e s s a i r e ,  Darbelnet  et  a u t r e s ,  q u ' i l  pour  f a i r e  oeuvre  "Le  p r i n c i p e  t r a d u c t i o n , " chercher nous  a f f i r m e  dans  l a  p o u r r i o n s  langue  A.  de  On  d ' a u t r e s ,  l ' a s s e r t i o n  s u f f i t  pas  c o n f i r -  de  d ' e t r e  Vinay, b i l i n g u e  t r a d u c t i o n . d i r e c t e u r Vinay,  langue  appeler a  ne  tant  B le  longtemps  est  q u i qu*  d o i t " i l  1'equivalent  gouverner f a u t  t o u j o u r s de  ce  que  contexte  l i n g u i s t i q u e  de  l a  p a r l e  mot  de  exact  toute  .juste,  c e r t e s  l a  8  recherche du mot juste e s t n e c e s s a i r e ; mais e l l e e s t en d e r n i e r r e s s o r t , conditionnee par une autre recherche, qui l u i e s t s u p e r i e u r e , c e l l e du contexte juste."  13 J  linguistique  " I I s ' a g i t , n i p l u s n i moins, de determiner  l e s r e a c t i o n s psychologiques  . . . de r e c h e r c h e r l e  genie p a r l i c u l i e r de l a langue  etrangere  . . . e t ses  14 habitudes l i n g u i s t i q u e s propres." Ces divergences, on l ' a deja note, sont l a consequence de 1 ' e v o l u t i o n des d i f f e r e n t s idiomes au cours des s i e c l e s , e t de l ' e f f e t de c e t t e e v o l u t i o n sur l e s habitudes mentales des i n d i v i d u s q u i l e s p a r l e n t . D'autre  p a r t , s i l ' o n r e v i e n t a l a t h e o r i e de B a l l y ,  l a communaute i n t e l l e c t u e l l e des peuples marques de l'empreinte l a langue  de l a m e n t a l i t e europeenne "se r e f l e t e dans  e t dans l e s r a p p o r t s entre l a langue  et l a  pensee; i l y a dans l e s moyens d'expression de ces d i v e r s idiomes, dans l e u r maniere d'exprimer l e s sentiments, tranchons  l e mot, dans l e u r  stylistique,  d'innombrables s i m i l i t u d e s absolues, e t des a n a l o g i e s moins absolues, mais p l u s nombreuses encore;  on peut  done r i s q u e r l ' i d e e q u ' i l y a une ' s t y l i s t i q u e comme i l y a une m e n t a l i t e europeenne." ^ 1  europeenne'  9  S t y l i s t i q u e  comparee  "Parmi t i q u e , a  l a  peine  que  se  mettre  " s t y l e " , du  d e c l a r e  e t r e a  d i f f e r e n t e s  s t y l i s t i q u e  d e f i n i r , "  semble  l e s  et  a  e s t  peut-§tre  D a r b e l n e t . ^  ceux  q u i  s ' y  d ' a c c o r d  p l u s  branches  f o r t e  La  sont  s u r  l a  p l u s  d i f f i c u l t y  sens  s u r  l i n g u i s -  d i f f i c i l e  i n t e r e s s e s  l e  r a i s o n  l a  de  m§me  premiere  o n t du  l ' o b j e t  grande  mot  d'une  science  s t y l e . C h a r l e s  "La  B a l l y  s t y l i s t i q u e  o r g a n i s e a-dire  du  etudie  p o i n t  de  1 * e x p r e s s i o n  langage  e t  en  1 ' a c t i o n  donne  l e s  vue  l a  f a i t s  de  d e f i n i t i o n  s u i v a n t e :  d ' e x p r e s s i o n  l e u r  contenu  des  f a i t s  de  l a  des  f a i t s  de  langage  du  langage  a f f e c t i f ,  s e n s i b i l i t e s u r  c ' e s t -  p a r  l a  l e  s e n s i -  17 b i l i t e . "  '  J .  d e f i n i t i o n  e s t  p l u s  Marouzeau,, t o u t sans  s c i e n t i f i q u e  encore  " t r o p  c o n t r e d i t  q u i  a i t  r e s t r e i n d r e  ete l a  en l a  admettant p l u s  cette  o r i g i n a l e  t e n t e e ,  n o t i o n  que  trouve  de  s t y l e  e t  que que  l a c ' e s t  de  l a  1R ramener  a  1 ' e x p r e s s i o n  D ' a u t r e s t y l i s t i q u e - l a pour  l e  q u i  p e r s o n n e l  de e t  l ' o b j e t  l a  parce  langue  e s t h e t i q u e de  son  1 ' a f f e c t i v i t e . "  D a r b e l n e t  " p a r a l t  t r a d u c t e u r "  r e s s o u r c e s  [que]  p a r t ,  de  o f f r i r q u ' e l l e  sans q u ' o n  etude  estime  se  se  le  que  p l u s  c ' e s t  d ' u t i l i t e  " i n v e n t o r i e  p r e o c c u p e r  peut  en  trouve  l e s  de  t i r e r . §tre  c e t t e  a  l ' e m p l o i .  l a  .  .  source  10 meme  de  que]  tenue  l a  beaucoup par  pensee  s u i v a n t  et  l e s  t r a d u c t e u r q u ' e l l e  une  1  quant  a  a r r e t e r p o i n t  l e u r  de  l a  En  a  t r a d u c t i o n  comparer  de  a  e l l e  s a l u t a i r e ,  p o i n t s  de  .  .  .  chaque  decomposer  pensee,  devant  de  en  [et  i n s t a n t  1'expression  c o n s t i t u e  vue  recherches de  l a  meme  pour  le  temps  p a r t i c u l i e r e m e n t  e f f e t ,  l ' a r t i c l e  le  ouvrage  a i n s i  (Le  tique  i n t e r n e  opposant  l e s  l e c t u e l s  a  q u i  dans  et  externe  d'une  langue  t e l s  et  et  etant  adopte  par  de  Vinay  comparee  de  auteurs  et  du  1'accepter  l e s  sur basee  permettrons  f a i t  g l o s s a i r e Vinay  v i e ,  etudie  elements  (ou  a p p r o f o n d i e s  nous  B a l l y l ' o n t  le  l a  l ' i n t e r i e u r  tique  p l a n  de  nous  comme de  c i - d e s s u s .  l ' o u v r a g e ,  Langage  problemes  " S t y l i s t i q u e  ' S t y l i s t i q u e ' :  B a l l y  p l u s  nous  de  que  de  s t y l i s t i q u e ,  sur  d e f i n i t i o n  dans  t r a i t e r  l ' a n g l a i s " ,  mentionnee  employes  des  l ' o b j e t  depart  l ' o e u v r e  l a  methodologie  et  de  non  dans  a  de  d i s c i p l i n e  these  et  sa  f r a n g a i s  de  f o u r n i t  et  Darbelnet  methode  de  9  t r a d u c t i o n nature  problemes  1 ' e x p r e s s i o n ,  Cette  l a  sa  u n i t e s  l u i  f e c o n d s . "  de  l e s  "Nous  2eme  comparee) q u ' i l s  q u i  techniques  s p e c i f i e n t  d i s t i n g u e r o n s e d . ,  aux  meme  termes  D a r b e l n e t  moyens  a f f e c t i f s d'une  et  des  p.  88)  l a  d ' e x p r e s s i o n elements  langue,  observe  a p p a r a i s s e n t  et  l e s  par  avec s t y l i s en  i n t e l l a  s t y l i s -  c a r a c t e r e s comparaison  11  avec  une  autre  i n d i f f e r e m m e n t e t a b l i t  en  langue.  Le  aux  p o i n t s  outre  deux  des  p r e s e n t  ouvrage  de  vue  rapprochements  se  e t ,  a  entre  place l ' o c c a s i o n ,  l e s  moyens  20 d ' e x p r e s s i o n  P l a n  de  des  done  s u i v i e  par  quatre  p a r t i e s  ces  Vinay  t r o i s  cement  et  presente  de  en  maniere  dont  " u n i t e s  d e t a i l un  e s t  mots de  l a  des  premiere  p a r t i e ,  des  le  mais  pensee"  comprendra  l e x i q u e ,  1'agen-  e l l e ,  t r a d u c t i o n ,  d i f f e r e n t s  t r a n s p o s e r  "methode  c e l l e  c o r r e s p o n d r o n t  La  de  un  analyse  procedes  texte  fran§ais  t r a d u c t i o n "  exposee  c i - d e s s u s .  s e r t  a  dont  i l l u s t r e r l e s  deuxieme problemes  t r a d u c t e u r en  d e r n i e r e s  d'une  base  etude  le  "methode" dans  de  langue:  pour l a  methode  l a  usage  analyse  rendre  importance des  p r e s e n c e . "  cette  t r o i s  mentionne  l a  comme  d e t a i l l e e  s u i v a n t  d e f i n i s  va  de  employes  d i s c u t e  q u ' i l  l e s  f a i s a n t  Cette  sur  dont  1'ouvrage  s e r o n t  en  D a r b e l n e t ,  message.  en  a n g l a i s ,  p r a t i q u e  et  1 ' a n a l y s e  techniques  dans  adopte  aspects  le  e f f e c t u e e  en  langues  1'etude Ayant  a  deux  se  l ' e m p l o i  termes  p a r t i e . du  d o i t  techniques C e l l e - c i  l e x i q u e de  et  de  l a  t r a i t e r  le  t e x t e  une  autre  l a n g u e .  De  f a i t  q u ' i l  l u i  t r a v a i l l e r  sur ou  des  groupes  f a u t de  mots  " l e x i c o l o g i q u e s "  ou  toute  premiere non  appeles encore  " u n i t e s  12 de  t r a d u c t i o n " .  Les  u n i t e s  des  procedes  de  t r a d u c t i o n  d i r e c t e  des  procedes  de  t r a d u c t i o n  o b l i q u e ,  et  e t r e  dans  La  t r o i s i e m e  de  l a  ce  q u i ,  y  avons  auteurs  ne  ne  p a r a l t  de  l a  phrase  d o i v e n t l a  autre  en  e t r e  e f f e t sans  analyse  q u ' i l s  de  ces  de  p a r t  p o s s i b l e  sur  d e v i e n t  de  t r a d u c t i o n  l a  phrase  et  l e s  1*etude  que  l e u r  ces  II  l'agencement  t r a n s f o r m a t i o n s de  ces  ouvrage.  de  moins  de  enonces.  syntaxe  i l l u s t r e  dans  contenu  des  p a r l e r  ou  poucombine  est  du  membres  p l u s  d i t s  l'agencement  dans  de  l e s  l e s  l ' e t a t  D a r b e l n e t ,  de  d i t s  sont  deplacement  c o n s t i t u t i o n  n u l l e  sont  d e r n i e r s a  a  q u i  c e l l e - c i  des  complexe. problemes  changements  de  Une du  c o n s t r u c t i o n  n e c e s s i t e n t . II  r e s t e  i n t e r p r e t a t i o n  du  e n f i n  c ' e s t - a - d i r e  problemes  du Ces  au  texte  c o n t e x t e ,  p a r t i e .  t r a i t e  c o n s i d e r e r  en  quatre  s o i t  q u e s t i o n s  e f f e c t u e e s  s t r u c t u r e  t r a i t e m e n t  pas  t r o i s  1 ' o r g a n i s a t i o n  l a  l e s  c o n s i d e r e n t  et  un  et  a p p l i q u e s  dont  cas,  Vinay  de  dans  i n c l u s  des  p a r t i e  et  sept,  i s o l e m e n t  pour  d i s t r i b u t i o n  l e x i c o - s e m a n t i q u e  de  b i e n  l ' e n o n c e .  phrase,  que  s o i t  de  l a  Nous  nombre  employes  e n t r a i n a n t ,  l ' o r d r e  au  t e c h n i q u e s  ces  vant  sont  procedes  message  est du  q u i  q u e s t i o n s  t r a d u c t e u r c o r r e c t e  sens f o n t  p o r t e n t  a  s ' a s s u r e r  en  g l o b a l . l ' o b j e t sur  un  f o n c t i o n Ce  de  l a  s u j e t  sont  que  son  du l a  l e s  quatrieme extremement  13  vaste  et  r e s s o r t e n t  l i n g u i s t i q u e s , table  de  e x e r c e n t  sur  l a  langue  t r o i s i e m e  et  d e r n i e r e  c e t t e  f o i s ,  le  du  c h o i s i et  nos  l e u r s  et  e x t r a i t s  " U . S . " ) ;  L ' E t r a n g e r ,  La  Noces r e c u e i l en  a n g l a i s  " U . S . "  le  a n g l a i s  t r a d u i t t i t r e  c e l u i  de  de  The  de  par  e s t  dans  une  autre  t r a d u c t i o n ,  Chute et  " B r . "  par  E l l e n  Conroy  S t u a r t  G i l b e r t  The  O u t s i d e r  S t r a n g e r .  et La  en  Thody  Kennedy. en  Peste  (The  essays et  en  " B r . "  sous  Plague)  f u t  S t u a r t  G i l b e r t .  La  F a l l )  t r a d u i t  par  J u s t i n  O ' B r i e n .  L'Homme  seconde rement  t r a d u i t  v e r s i o n revue II  et  f u t  etant  et  e s t  a m e r i c a i n e s  deux  une  f o i s  par  t r a d u c t i o n  sous  " U . S . "  par  Rebel-)  p a r t i e  L ' E t r a n g e r  a n g l a i s  a n g l a i s  et  L ' E t e ,  f o n t  c r i t i c a l  P h i l i p  Camus  r e v o l t e .  (Summer)  and  de  " B r . "  Noces,  1'Homme  L ' E t e  L y r i c a l  par  sont  et  avons  oeuvres  ( b r i t a n n i q u e s  oeuvres  La  des  nous  t r a d u i t  (the  Une  i l l u s t r e ,  egalement f u t  i n e v i -  f a i t .  t r a d u c t i o n  c e r t a i n e s  ces  i n t i t u l e  i n f l u e n c e  en  langue  a n g l a i s e s  Peste,  q u ' e x t r a -  f i g u r e .  (Nuptials)  t r a d u i t  f u t  d'une  dans  t r a d u c t i o n s  de  b i e n  une  q u i  analyse  analyses  a m e r i c a i n e s  d'un  1'usage  langage  ces  q u i ,  neanmoins  passage  d ' e x p r e s s i o n s Pour  domaines  Chute  Anthony  (The r e v o l t e  Bower,  complete,  l a  e n t i e -  c o r r i g e e . a de  remarquer chacun  que  des  l e s  e d i t i o n s  ouvrages  c i t e s  b r i t a n n i q u e s c i - d e s s u s  14  (sauf  N u p t i a l s  l e u r  contenu  e s t  II  ou  ne  l a  Notre r e l e v e r  f a i t  a n g l a i s ,  mais  l a  de  ces  N ' a u r a i e n t  pas  n a t u r e l l e m e n t , connues  entre  " g a s o l i n e " ,  ete  p o s s i b l e  car  l e s  2  1  d i v e r g e n c e s ,  i n t e n t i o n  e d i t i o n  du  i l  texte  l e s  nom de  de  de determiner  t r a d u c t e u r  l e s  d i f f e r e n c e s  de e t  d ' a u t r e s ,  "tram"  "cinemas'*  e t  a v a i t  " B r . "  en de  e t  v o c a b u l a i r e " U . S . "  et  ete  " U . S . " .  d i v e r g e n c e s , b i e n  t e l l e s  que,  " s t r e e t c a r " ,  "movies".  perseverer  r e l e v e e s  seulement  f r a n g a i s  a n g l a i s e s  " B r . "  non  d i f f e r e n c e s  comme  de  ete  dont  c o n s i d e r e e s  cependant  a , . " on o f t a k ude  auront  C e l l e s - c i  a v a i t  techniques  en  e f f e t ,  the move c a r e f u l i n g s t e p nt d e l i b  i l  ; ind d e l i b s ; in e r a t i  "Passons l a - d e s s u s . " "But l e t us s a y no more "But l e t ' s n o t d w e l l on nous  l e  forme  II dans  comme,  p a r  ne  " p e t r o l "  nous  cette  a  pas  i n t e n t i o n ,  exemple,  dans  :  "II y v l e n t e u r "He i s a s o r t "He i s w i t h pr  ne  meme  p o s s i b l e  ete  d i f f e r e n c e s  C h u t e  ete  le  l a  d ' e d i t i o n .  1 ' a n g l a i s  beaucoup  pas  d"analyser  l e s  dans  sous  t r a d u c t i o n  a u s s i  entre  La  a  procedes  t r a d u c t i o n  et  nous  premiere  pour  d i f f e r e n t  p u b l i e s  maison  l e s  usage  parmi  que  responsable  lui-m§me  de  Summer)  b i e n  t r a d u c t e u r . qui  et  pas  semblent  paru  se  hate,  une  sage  e e d , he i s making haste w i t h e r a t e n e s s . " (anglais " B r . " ) d e e d , he i s m a k i n g haste o n . " (anglais " U . S . " )  about i t . " (anglais " B r . " ) t h i s . " (anglais " U . S . " )  dependre  p l u t Q t  avec  de  decouler  l a de  t r a d u c t i o n . divergences  dans  15 l e s l a  moyens langue  et  evidemment  c e l a L'Ete  du  et  puisque  p l u s  l o i n  pp.  t r a d u c t i o n s  ce  heureusement sants  dans  "Br."  et l a  dans  f i n a l e m e n t ,  l e s  deux  et  de  oeuvres ne  dans  les  Camus  d i f f e r a i e n t  p a r t i e , un l a  ont  ete les c e l l e s - c i  d i f f e r e n t s de  Noces  trouvent  les  de  s o r t a i t  et  et  de  §tre  du  a n g l a i s e s  ( v o i r  comparaisons  un  des ou  de  en  de  quatrieme  t r a d u c t i o n  i l  nous  passages  l e s  de  p a r t i e ,  ete  a n g l a i s e s  f a c o n .  La  L'Homme  a  i n t e r e s -  v e r s i o n s  aucune  e x t r a i t  e x t r a i t  de  c i - a p r e s ,  c h o i s i r  de  dans  entre  analyses  trouvees de  usage  lorsque  v e r s i o n s pour  m§me  L ' E t e ) .  concerne  seront  se  s e i n  Seules  " U . S . "  autres  Noces  p a r t i e ,  c e c i  t r a d u c t i o n s  120;  premiere  et  d i f f e r e n c e s  les  p o s s i b l e  les  f a i t  t r a d u c t e u r s  et  " U . S . "  t r o i s i e m e  deux  au  est  etude.  et  83  qui  q u i  les  qu'aux  65,  de  en  notre  "Br."  par  toutes  t r a d u c t e u r  d e t a i l l e e s  de  a n g l a i s e s  s ' a p p l i q u e  En  q u ' i l  mentionnees  e f f e c t u e e s  ne  d ' e x p r e s s i o n s  l i n g u i s t i q u e s ,  cadre  meme  dans  t e l  zones  t r a d u c t i o n s f u r e n t  systeme  a n g l a i s e  d i f f e r e n t e s  r e l e v e e s  le  Peste;  Ce  dans  r e v o l t e ;  et  e x t r a i t  de  un  sont, l a  L ' E t r a n g e r . Nous t r a d u c t i o n deja  passons  d'un  mentionne,  methode  de  Vinay  done,  e x t r a i t s e r t et  a  de  maintenant, La  Peste,  i l l u s t r e r  D a r b e l n e t .  a  1'analyse  analyse  l ' e m p l o i  q u i ,  p r a t i q u e  de  l a  comme de  l a  PREMIERE  PARTIE:  L ' a n a l y s e  ANALYSE  q u i  s u i t  est  DE  TRADUCTION  c e l l e  d'un  e x t r a i t  de  22 La  Peste.  Nous  c h o i s i  ce  semble  donner  une  parce  q u ' i l  de  p l u p a r t  des  problemes  f a i r e  face  des  procedes  a v o i r  r e c o u r s ,  l a  aux  nous  avons  et  resoudre  pour  veut  d i r e .  nous  p a r l i o n s  "mot  j u s t e "  temps  et  parce  que  c e l u i  q u i  C ' e s t  l a  dans  pour  concept  a l l u s i o n  en  l ' o p p o s a n t  e s t  i m p o r t a n t  pour en  t r a n s p o s e r  une  cette  e x p r e s s i o n d e r n i e r e  C r e s s o t mais  ,  a u s s i  charge  l a  de  est le tout  en non  du  e c r i t e une  un  f a i t  e c r i v a i n  exacte  de  se  ce  d o i t  e c r i t a  r e u s s i  j u s t e "  "contexte  au  l o n g en  et  d'une de  16  du  une le  l ' i d e e  q u ' u n  Vinay  p r o c e s s u s  echeant Le  complexe  n o t i o n  et  du  c e r t a i n  f a i t  l i n g u i s t i q u e  e x p r e s s i o n  cas  dont  c r i s t a l l i s e r .  auquel  langue. un  a  de  q u ' i l  recherche  par  d o i t  a l l u s i o n  l a  autre  reseau  y  i l  i n t r o d u c t i o n ,  seulement  symbole  auxquels  t r a d u c t i o n  au  pensee  d o i t  l a  "mot  t o u t  i l l u s t r a t i o n  t r a d u c t e u r  Camus  veut  etape  seulement  de  r e f l e x i o n  Ce  done  se  deuxieme  exprimer de  que  1 ' e x p r e s s i o n  notre  un  t r a d u c t i o n  a u s s i  t r o u v e r  e f f o r t  de  non  e x c e l l e n t e  auxquels  mais  d i f f i c u l t e s  passage  de  mot, de  e s t ,  s i g n i f i c a t i o n s .  j u s t e " t r a d u c t i o n ;  o r a l e , pour d i t  a u s s i  c e l l e - c i  t r a n s p o s e r Marcel  s o n o r i t e s , de  ce  f a i t ,  17 Tout a r b i t r a i r e ou  d'une  mot,  s o i t  idee  d'une  e t c . ,  r e p r e s e n t a t i o n , que  l e  mots  sens  p r e c i s ,  a f i n  de  a u s s i  mais  de  ou  ou  non  une  s a  Ce  sont  mots  d i t s  on  le  v e r r a  dans  l e  de  q u a l i f i e r  l e  l e s  l e  e x p r i m e r et  jument  une  d ' u n  II  y  a  a u s s i  sens  l e s  vagues  du  ou  une  v o c a b u l a i r e  c e r t a i n e  ou  s u i t  a  c e t t e  1'imagination,  s u s c i t e r  q u i  de  que  c h o i x  m e l i o r a t i f s  texte  y  a c t i o n  s o i t  charge  termes  i l  d'une  que  o c t r o i e .  autant  dans  emotion  l e s  l u i  r e p r e s e n t a t i o n  chose,  souvent  c o n c r e t ,  p a r t  une  a r b i t r a i r e  a u s s i  c a r ,  e s t  d'une  l i t t e r a i r e s ;  seulement  c e r t a i n e  s a i t ,  pensee  d ' a f f e c t i v i t e a  l e  t o u t  e s t  l a  a b s t r a i t  s e n s i b i l i t e  on  personne,  mot  techniques  q u e s t i o n l a  l e  mecanisme  a  comme  pensee  c e l l e  d ' a u t r u i .  p e j o r a t i f s  quand  "somptueuse"  mais  Grand  p l u t o t  comme decide  que  de  " g r a s s e " . C e r t a i n s n o t i o n  e t  rendre  exactement  de  t o u t  d o i v e n t  un  des l a  reseau  sous-entendus. le  mots  passage  v e r r a  t o u t  "deux  langues  §tre  pensee  de  sont  langue  ne  de  ces  charges c h o i s i s  d'une avec  l ' a u t e u r  en  une au  autre  tenant  r e n s e i g n e n t  q u i  c a r ,  c h a p i t r e  du  pas  ou  s o i n  s i g n i f i c a t i o n e t  sous-entendus  dans  p a r t i c u l i e r e m e n t donnees  done  l o r s  p o s s i b l e  Ce  d'une  sont  de  1'autre pour compte v a l e u r  c o m p l i q u e n t  comme  on  "message",  de  l a  m§me  2k fagon j u s t e "  s u r  une  dans  meme  l ' u n e ,  s i t u a t i o n "  et  ne  necessairement  l ' e s t  pas  ce  q u i  e s t  l e  "mot dans  l e  18  1 ' a u t r e ,  d'ou  l a  l i n g u i s t i q u e  Analyse  de  l a  chaque  ou  des  done  le  texte  s u i v a n t e . p a r t i e s  paragraphs  f r a n g a i s  s u i v i  procedes  de  de  Le  t r a d u c t i o n  s t y l i s t i q u e  du  " c o n t e x t e  N'ont  n e c e s s i t i e s  par  l a  de  ete  le  sens  ou  l ' a d j e c t i f ,  p e r s o n n e l s ,  1 ' i n v e r s i o n  p o n c t u a t i o n  dans  l e s  en  d i v i s e  "A,  1"  a  en  "A,  a n g l a i s e ,  que  un  Pour  5". le  texte 1 ' a n a l y s e  sous  l e s  t r a n s f o r m a t i o n s  c o n s t r u c t i o n  de  l ' a d v e r b e ,  c i t a t i o n s ,  p a r a -  decoupage  l a  f r a n g a i s  c i n q  p r o g r e s s i v e m e n t  s e l o n l e s  presente  p u i s  placee  reprennent  notees  s e r a  e s t  comparee  q u i  II  successivement  f r a n g a i s - a n g l a i s  a p p r o p r i e .  A,  de  sa  texte  Texte  texte  t r o u v e r a  le  r e l e v e e s  compte  Camus.  on  d ' e x p r e s s i o n s  p o s i t i o n  de  numerotes  c i t a t i o n s double  t e n i r  t r a d u c t i o n  f a c o n  graphes  de  j u s t e . "  V o i c i de  n e c e s s i t e  dans  e t c . ,  t a n d i s  que  des  pronoms  l e s  i n c i s e s ,  n ' o n t  pas  ete  p u i s q u ' o b l i g a t o i r e s .  1.  C ' e s t p o u r q u o i encore i l e t a i t n a t u r e l que Grand, q u i n ' a v a i t r i e n d'un heros, a s s u r a t maintenant une s o r t e de s e c r e t a r i a t des f o r m a t i o n s s a n i t a i r e s . Une p a r t i e des equipes formees par T a r r o u se c o n s a c r a i t en e f f e t a un t r a v a i l d ' a s s i s t a n c e p r e v e n t i v e dans l e s q u a r t i e r s surp e u p l e s . On e s s a y a i t d'y i n t r o d u i r e 1'hygiene n e c e s s a i r e , on f a i s a i t le compte des g r e n i e r s et des c a v e s que l a d i s i n f e c t i o n n ' a v a i t pas v i s i t e s . Une a u t r e p a r t i e des equipes s e c o n d a i t l e s medecins dans l e s v i s i t e s a d o m i c i l e , a s s u r a i t  l a  19 le t r a n s p o r t en 1'absence l e s v o i t u r e s e x i g e a i t un t t i q u e s que Gr  d e s p e s t i f e r e s e t m§me , p a r l a s u de p e r s o n n e l s p e c i a l i s e , c o n d u i s i des malades et desv.morts. Tout c r a v a i l d ' e n r e g i s t r e m e n t e t de s t a and a v a i t accepte de f a i r e .  i t e , t e c i t i s -  That, too, i s why i t was n a t u r a l that Grand, who h a d n o t h i n g o f t h e h e r o a b o u t h i m , s h o u l d now be a c t i n g as a s o r t o f g e n e r a l s e c r e t a r y to the s a n i t a r y squads. A c e r t a i n number of the groups o r g a n i z e d by Tarrou were w o r k i n g i n the congested areas of the town, w i t h a view to i m p r o v i n g the s a n i t a r y c o n d i t i o n s t h e r e . Their d u t i e s were to see that houses were kept i n a proper h y g i e n i c s t a t e , and to l i s t a t t i c s and c e l l a r s that had not been d i s i n f e c t e d by the o f f i c i a l s a n i t a r y s e r v i c e . Other teams of v o l u n t e e r s accompanied the d o c t o r s on t h e i r house-to-house v i s i t s , saw to the e v a c u a t i o n of i n f e c t e d persons, and s u b s e q u e n t l y , owing to the shortage of d r i v e r s , even drove the v e h i c l e s conveying s i c k persons and dead b o d i e s . A l l t h i s i n v o l v e d the upkeep of r e g i s t e r s and s t a t i s t i c s , and Grand undertook the t a s k .  *  C ' e s t That,  pourquoi encore too, i s why  changemen a n g l a en r e sous  *  q u i  who  t i s l i 1'  d'ordre dans l ' e n o n c e ; mise en r e l i e f , en , par l a p o n c t u a t i o n pour compenser l a mise e f , e n f r a n g a i s , p a r l a p o s i t i o n de 'encore' accent f i n a l d'un groupe rythmique  n ' a v a i t  had  r i e n  n o t h i n g  m o d u l a t i o n : a r t i c l e  a s s u r a t should  the  heros, hero  g e n e r a l , a r t i c l e d e f i n i 'the'  a m p l i f i c a t i o n :  *  d'un  o f  'about  maintenant  now  m o d u l a t i o n s :  be  a c t i n g  cause  about  h i m ,  i n d e f i n i  ' u n ' — p a r t i c u l i e r ,  him'  as  ' a s s u r a f — e f f e t  a b s t r a i t — c o n c r e t aspect p r o g r e s s i f du verbe  en  ' s h o u l d  a n g l a i s  be  a c t i n g  as'  20  * une s o r t e de s e c r e t a r i a t a s o r t of g e n e r a l s e c r e t a r y modulation: 'general  l a position 'secretariat'—la secretary'  fonetion  * des formations s a n i t a i r e s to the s a n i t a r y squads. equivalence:  'formations'—'squads'  * Une p a r t i e des equipes formees par Tarrou A c e r t a i n number of the groups o r g a n i z e d by modulation: a b s t r a i t 'une c e r t a i n number . . .' equivalence:  partie des'—concret  Tarrou 'a  'equipes'—'groups'  * se c o n s a c r a i t en e f f e t a un were working  travail  mise en r e l i e f en f r a n g a i s par l'emploi de l a c h a r n i e r e m o t - o u t i l 'en e f f e t ' q u i n'est n i t r a d u i t e n i compensee en a n g l a i s . aspect  p r o g r e s s i f du verbe en a n g l a i s  'were working'  depouillement: 1 ' e x p r e s s i o n f r a n g a i s e s t p l u s elaboree que sa c o n t r e - p a r t i e en a n g l a i s lacune: 'se c o n s a c r a i t a un t r a v a i l ' a une v a l e u r a f f e c t i v e que 'were working' ne rend pas, mais q u ' i l e s t p o s s i b l e d'exprimer en a n g l a i s le s u j e t de l a phrase f r a n g a i s e e s t 'une p a r t i e ' d'ou conjugaison du verbe au s i n g u l i e r t a n d i s qu'en a n g l a i s i l e s t au p l u r i e l c a r l e s u j e t e s t 'groups' * d'assistance preventive with a view to improving the  sanitary conditions  there.  changement d'ordre dans l'enonce modulations: e f f e t 'd'assistance p r e v e n t i v e ' — c a u s e a view to improving the s a n i t a r y c o n d i t i o n s ' abstrait—concret  'with  21  a m p l i f i c a t i o n s e x p l i c a t i v e s : 'to i m p r o v i n g the s a n i t a r y c o n d i t i o n s ' ' t h e r e ' se r a p p o r t e a 'congested areas of the town' et compense le changement d'ordre  *  dans i n  l e s  the  q u a r t i e r s  congested  m o d u l a t i o n :  *  On  cause  e s s a y a i t  Their  of  the  town,  ' s u r p e u p l e s ' — e f f e t  d'y_  d u t i e s  s u r p e u p l e s .  areas  'congested*  i n t r o d u i r e  were  m o d u l a t i o n : v o i x ' t h e i r d u t i e s  to  see  that  houses  were  kept  a c t i v e 'on e s s a y a i t ' — v o i x were to see'  i n  passive  t r a n s p o s i t i o n : p r e p o s i t i o n ' d e ' — c o n j o n c t i o n de s u b o r d i n a t i o n ' t h a t ' d'ou changement de c o n s t r u c t i o n dans l a phrase a n g l a i s e . m o d u l a t i o n : . cause were . . . ' a m p l i f i c a t i o n  'on  e s s a y a i t  e x p l i c a t i v e :  t r a n s p o s i t i o n :  pronom  m o d u l a t i o n s :  cause  d e ' — e f f e t  'to  a d v e r b i a l  ' t h e i r  d u t i e s  see' ' y ' — n o m  ' i n t r o d u i r e ' — e f f e t  'houses' 'were  k e p t '  a b s t r a i t — c o n c r e t  *  1'hygiene a  proper  n e c e s s a i r e , h y g i e n i c  m o d u l a t i o n : a r t i c l e  p a r t i c u l i e r ,  i n d e f i n i  t r a n s p o s i t i o n : m o d u l a t i o n :  s t a t e ,  nom  cause  ' a '  and a r t i c l e  d e f i n i  ' h y g i e n e ' — a d j e c t i f ' n e c e s s a i r e ' — e f f e t  ' l a ' — g e n e r a l ,  ' h y g i e n i c ' 'proper  m o d u l a t i o n dans 1 ' a r t i c u l a t i o n : c h a r n i e r e zero c h a r n i e r e zero / , / et c h a r n i e r e de l i a i s o n  *  on  f a i s a i t  to  l i s t  le  a t t i c s  compte and  des  g r e n i e r s  c e l l a r s  et  des  s t a t e ' / , / — 'and'  caves  22  modulations: v o i x a c t i v e 'on f a i s a i t l e compte'—voix passive 'to l i s t ' ('their d u t i e s were' etant sousentendu) cause 'on f a i s a i t l e c o m p t e ' — e f f e t 'to l i s t ' * que l a d i s i n f e c t i o n n'avait pas v i s i t e s . that had not been d i s i n f e c t e d by the o f f i c i a l s a n i t a r y service. animisme: l a p e r s o n n i f i c a t i o n d i s p a r a i t en a n g l a i s par I'emploi de l a v o i x passive t r a n s p o s i t i o n : nom ' d i s i n f e c t i o n ' — p a r t i c i p e p a s s i 'disinfected' modulation: l e r e s u l t a t de l ' a c t i o n ' d i s i n f e c t i o n — l a source de l ' a c t i o n "the o f f i c i a l s a n i t a r y s e r v i c e ' i q u i v a l e n c e : ' v i s i t i s ' d i s p a r a i t dans l a t r a d u c t i o n e t est sous-entendu par l e contexte * Une autre p a r t i e des iquipes Other teams of volunteers iconomie:  'une autre p a r t i e ' — ' o t h e r '  amplification: 'iquipes'—'teams of v o l u n t e e r s ' d e s c r i p t i o n en a n g l a i s de l a composition des i q u i p e s * secondait l e s midecins dans l e s v i s i t e s a d o m i c i l e , accompanied the doctors on t h e i r house-to-house v i s i t s , modulation inverse: e f f e t 'secondait . . . dans'—cause 'accompanied . . . o n ' sujet et verbe f r a n g a i s au s i n g u l i e r , tous deux au p l u r i e l en a n g l a i s t r a n s p o s i t i o n entre marques: a r t i c l e d i f i n i adjectif possessif 'their' iquivalence:  'a domicile'—'house-to-house'  * a s s u r a i t l e s transport des p e s t i f i r i s saw to the evacuation of i n f e c t e d persons, dilution: ' a s s u r a i t ' — ' s a w to' modulation: cause ' a s s u r a i t ' — e f f e t 'saw t o '  'les'—  23 modulation:  moyen 'transport'—but 'evacuation'  modulation inverse: concret 'pestiferes' (plaguestricken)—abstrait 'infected persons' * et meme, par l a suite, and subsequently, changement de ponctuation changement d'ordre, l a traduction de l a charniere moto u t i l 'meme' se retrouvera plus l o i n concentration:  'par l a  suite'—'subsequently'  * en 1'absence de personnel s p e c i a l i s e , owing to the shortage of d r i v e r s , modulation inverse: effet 'en 1*absence de'—cause 'owing to the shortage of* amplification e x p l i c a t i v e : 'owing to the shortage o f specifie l a penurie de personnel comme etant l a cause de 1'absence modulations: a b s t r a i t 'personnel specialise'—concret 'drivers' s i n g u l i e r conceptuel—pluriel concret equivalence:  specifie  l a s p e c i a l i s a t i o n de ce personnel  * conduisit les voitures des malades et des morts. even drove the vehicles conveying sick persons and dead bodies. traduction deferee de l a charniere mot-outil 'meme':  'even'  amplification e x p l i c a t i v e : 'conveying' (La version anglaise est plus c l a i r e que l a francaise car 'les voitures des malades et des morts' peut f a i r e penser que ces voitures sont les leurs; i l aurait mieux valu dire 'les voitures de malades et de. morts' et c'est ce sens-la que le mot anglais'conveying' rend bien) * Tout ceci exigeait un t r a v a i l d'enregistrement et de statistiques A l l this involved the upkeep of registers and s t a t i s t i c s  24  m o d u l a t i o n :  cause  m o d u l a t i o n :  g e n e r a l ,  a r t i c l e  d e f i n i  m o d u l a t i o n :  of  p o n c t u a t i o n :  and  ' u n ' — p a r t i c u l i e r ,  ' t r a v a i l  d ' e n r e g i s t r e m e n t ' — e f f e t  p l u s  ou  moins  o b l i g a t o i r e  en  a n g l a i s  'and'  Grand  a v a i t  Grand  changement  de  c ' e s t - a - d i r e  le  phrase  r e l a t i f  m o d u l a t i o n :  en  coordonnee pronom  f a i r e .  t a s k .  r e l a t i v e  p r i n c i p a l e  l a  de  the  c o n s t r u c t i o n  t r a n s p o s i t i o n :  pronom  accepte  undertook  subordonnee  dans  i n d e f i n i  r e g i s t e r s ' / , /  devant  a r t i c l e  ' i n v o l v e d '  'the*  cause  'upkeep  *ique  ' e x i g e a i t ' — e f f e t  de  en  l a  ' q u e ' — n o m  f r a n g a i s e ,  ' a v a i t  de  p r o p o s i t i o n  p r o p o s i t i o n 'the  d ' e n r e g i s t r e m e n t e s t  'que'  cause  a  a n g l a i s  r e l a t i f  t r a v a i l  p h r a s e :  f r a n g a i s  1'antecedent  accepte  t a s k '  q u i ,  du  de  f a i r e ' — e f f e t  une  e x p r e s s i o n  ' u n d e r t o o k ' d e p o u i l l e m e n t : elaboree s o i t  Texte  p l u s  A,  que  etant  1 ' a t t i t u d e  q u ' e l l e  moins  r e p r e s e n t e  p o s i t i v e  2. De  le  ' u n d e r t o o k '  b i e n  ce  p o i n t  n a r r a t e u r  r e e l  de  c e t t e  f o r m a t i o n s t a t i o n , II  a v a i t p e t i t s  donner  son  bonne  temps.  i l  r e v e n a i t  le  t r a v a i l  a  y  a  sa  des  f i c h e s  l e u r  c o n v e r s a t i o n en  e t  R i e u x i l  le  a n i m a i t o u i  e t a i t  f a u t  se  a  le  i l le  p o u v a i t avec  p l u s  d e f e n d r e , le  avec  quand  p a r l a i t  Tarrou  deux  Et  s o i r ,  R i e u x  meler ses  dans  s i m p l e : "  c o n f i a i t  e v i d e n t  h e s i -  s i e n n e .  pour  pas  a u s s i  t e r m i n e , se  l a  r e m e r c i a i t  n ' e s t  par  l e s  sans  h e u r e s , le  T a r r o u ,  u t i l e  v i e u x  Q u e l q u e f o i s , f i n i  ou  r e p r e s e n t a n t  rendre  v i n g t  e t a i t  Grand  p l u s  q u i  "Ce  e t a i t  a v a i e n t  Rieux  d i t  t r o p  p e s t e , t o u t  p h r a s e .  l i s p l u s  l a s i  q u i  se  a  comme  II  Grand. de  heures Et  AhJ  a  e t a i t  e t o n n a i t :  avec  p l a i s i r  v o l o n t e  II  que  e t a i t  a v a i t  s ' e n  c l a i r .  i l  II  demande  d i x - h u i t  d i f f i c i l e . c ' e s t  l a  p l u s  Grand  t r a n q u i l l e  t r a v a u x .  De  et  que  v e r t u  seulement  r e s t e . c h a l e u r ,  vue,  s a n i t a i r e s .  avec  de  de  estime  a  un compagnons.  25 Ces d e r n i e r s s u i v a i e n t avec i n t e r e t le t r a v a i l p a t i e n t que G r a n d c o n t i n u a i t a u m i l i e u de l a p e s t e . Eux a u s s i , f i n a l e m e n t , y t r o u v a i e n t une s o r t e de d e t e n t e . From t h i s a n g l e , the n a r r a t o r h o l d s t h a t , more than Rieux or T a r r o u , Grand was the true embodiment of the q u i e t courage that i n s p i r e d the s a n i t a r y groups. He h a d s a i d 'Yes' w i t h o u t a moments h e s i t a t i o n and w i t h the large-heartedness t h a t was a second nature w i t h h i m . A l l he h a d a s k e d was t o be a l l o t t e d l i g h t d u t i e s ; he was t o o o l d f o r a n y t h i n g e l s e . He c o u l d g i v e h i s time from s i x to e i g h t e v e r y e v e n i n g . When R i e u x t h a n k e d h i m w i t h some w a r m t h he seemed, s u r p r i s e d . "Why, t h a t ' s not d i f f i c u l t : Plague i s h e r e a n d w e ' v e g o t t o make a stand, t h a t ' s o b v i o u s . Ah, I o n l y wish e v e r y t h i n g were as s i m p l e * " And he went back to h i s phrase. Sometimes i n the evening, w h e n he h a d f i l e d h i s r e p o r t s and worked out h i s s t a t i s t i c s , Grand and Rieux would have a c h a t . Soon they formed the h a b i t of i n c l u d i n g Tarrou i n t h e i r t a l k s and Grand u n b u r d ened h i m s e l f w i t h i n c r e a s i n g l y apparent p l e a s u r e to h i s two c o m p a n i o n s . They began to take a genuine i n t e r e s t i n the l a b o r i o u s l i t e r a r y t a s k to which he w a s . a p p l y i n g h i m s e l f while plague raged around him. Indeed, they, too, found i n . i t a r e l a x a t i o n of the s t r a i n .  *  De c e p o i n t de vue, From t h i s a n g l e ,  m o d u l a t i o n :  changement  ' a n g l e '  *  et  the  p l u s  que  n a r r a t o r  changement mise  Rieux  h o l d s  d ' o r d r e  ou  de  T a r r o u ,  t h a t ,  dans  symbole  l a  more  le  ' p o i n t  de  n a r r a t e u r  than  Rieux  vue'  estime  or  que  T a r r o u ,  phrase  en r e l i e f , en f r a n g a i s , p a r 1 * u s a g e de l a c h a r n i e r e de l i a i s o n ' e t ' et par 1 ' i n v e r s i o n d e s membres de l a phrase, d i s p a r a l t dans l a t r a d u c t i o n a n g l a i s e  e q u i v a l e n c e : m o d u l a t i o n :  ' e s t i m e ' — ' h o l d s ' a b s t r a i t — c o n c r e t  26  * Grand e t a i t tranquille  l e r e p r e s e n t a n t r e e l de c e t t e  G r a n d was t h e t r u e modulation:  abstrait  embodiment  vertu  o f the q u i e t  'representant'—concret  courage 'embodiment'  modulation: changement de q u a l i f i e a t i f : 'reel'—'true' transposition: deictique: a d j e c t i f demonstratif 'cette' — a r t i c l e d e f i n i 'the' * qui animait l e s formations s a n i t a i r e s . t h a t i n s p i r e d the s a n i t a r y groups. modulation inverse: equivalence: modulation: *  effet  'animait'—cause  'inspired'  'formations'—'groups' particulier—general  I I a v a i t d i t o u i sans h e s i t a t i o n . He h a d s a i d 'Yes' w i t h o u t a moments h e s i t a t i o n a n d  mise e n r e l i e f majuscule  en a n g l a i s  par l'emploi  de / , / e t de l a  amplification: 'a moments h e s i t a t i o n ' modulation: p l u s s u b j e c t i f en a n g l a i s m o d u l a t i o n dans 1 ' a r t i c u l a t i o n : charniere zero /,/ (juxtaposition)—charniere de s i m p l e l i a i s o n 'and' (coordination) * a v e c l a bonne v o l o n t e q u i e t a i t l a s i e n n e . w i t h t h e l a r g e - h e a r t e d n e s s t h a t was a s e c o n d n a t u r e him. equivalence: 'bonne v o l o n t e ' (good w i l l ) — ' l a r g e heartedness' modulations: changement de symbole: 'volonte'— 'heartedness' changement de q u a l i f i c a t i f : 'bonne' ( g o o d ) — 'large' transposition: pronom p o s s e s s i f ' l a s i e n n e ' — l o c u t i o n a d j e c t i v a l e 'a s e c o n d n a t u r e w i t h h i m ' a m p l i f i c a t i o n q u i n ' e t a i t pas absolument n e c e s s a i r e  with  27 * I I a v a i t s e u l e m e n t demande a se r e n d r e u t i l e dans p e t i t s travaux. A l l he had a s k e d was t o be a l l o t t e d l i g h t d u t i e s ; modulation: changement de p o i n t de v u e : (only) — ' a l l ' modulations: v o i x p r o n o m i n a l e 'se r e n d r e p a s s i v e 'to be a l l o t t e d ' e f f e t 'se r e n d r e u t i l e ' — c a u s e 'to be modulation: changement de q u a l i f i c a t i f : (small) — ' l i g h t ' modulation:  changement de  symbole:  de  'seulement' utile'—voix allotted' 'petits'  'travaux'—'duties'  ponctuation: deux p h r a s e s f r a n c h i s e s r e u n i e s en une s e u l e p h r a s e en a n g l a i s p a r l ' e m p l o i d'une c h a r n i e r e z e r o / ; / de j u x t a p o s i t i o n au l i e u d'un p o i n t f i n a l * I I e t a i t t r o p v i e u x pour l e r e s t e . he was t o o o l d f o r a n y t h i n g e l s e . transposition: nom ' l e r e s t e ' — l o c u t i o n a d v e r b i a l e 'anything e l s e ' modulation: changement de p o i n t de vue * De d i x - h u i t h e u r e s a v i n g t h e u r e s , i l p o u v a i t d o n n e r son temps. He c o u l d g i v e h i s time f r o m s i x t o e i g h t e v e r y e v e n i n g . renversement phrase  de  l a demarche, i n v e r s i o n  des membres de l a  compensation: ' e v e r y e v e n i n g * 1 ' a n g l a i s ne se s e r v a n t que t r e s r a r e m e n t du systeme de v i n g t - q u a t r e h e u r e s * E t comme R i e u x l e r e m e r c i a i t avec c h a l e u r , i l s'en etonnait: When R i e u x t h a n k e d him w i t h some warmth he seemed surprised. modulation: changement de s y m b o l e : — t e m p s 'when' economie: ' e t comme*—'when'  maniere  ' e t comme'  28  modulation: difference de degre; l'emploi de 'some' est plus specifique et a pour r e s u l t a t de reduire le degre de 'chaleur' ponctuation:  pas de / , / en anglais  modulation: voix pronominale 's'en etonnait'—voix active 'seemed surprised' (II y a i c i , de nouveau, une difference de degre, le frangais 's'en etonnait' est plus p o s i t i f que 'seemed surprised' qui reflete 1'impression qu'en a 1'autre? on a done un changement d'optique vu que 's'en etonnait' exprime un f a i t tandis que 'seemed surprised' exprime une opinion) 'en': servitude grammaticale du frangais qui ne permet pas de l a i s s e r une phrase ou partie de phrase incomplete ( i l s'etonnait de cela) * Ce n'est pas le plus d i f f i c i l e . "Why, that's not d i f f i c u l t : mise en r e l i e f en anglais par l'emploi de -'Why' s u i v i t d'une / , / et, en f i n de phrase, d'un / : / ( ' t h a t ' s ' est en i t a l i q u e s ) modulation de l a caracterisation: a d j e c t i f au degre s u p e r l a t i f 'le plus d i f f i c i l e ' — a d j e c t i f au degre positif 'difficult' compensation: le perte du s u p e r l a t i f est compensee par l a mise en r e l i e f mentionnee ci-dessus * II y a l a peste, i l faut se defendre, c'est c l a i r . Plague i s here and we've got to make a stand, that's obvious. tour de presentation:  ' i l y a'  animisme en anglais 'plague d'ou l'emploi du nom sans a r t i c l e d e f i n i et de 1'expression verbale ' i s here' au l i e u de 'there i s ' pour traduire 1'expression idiomatique ' i l y a' modulation dans 1 ' a r t i c u l a t i o n : charniere zero / , / (juxtaposition)—charniere de simple l i a i s o n 'and' (coordination)  29 e q u i v a l e n c e make a m o d u l a t i o n s c a u s e —  *  A* 1...si 1  Ahj_  I  :  ' i l f a u t se d e f e n d r e ' — ' w e ' v e s t a n d ' : a b s t r a i t — c o n c r e t e f f e t  tout o n l y  e t a i t wish  p o n c t u a t i o n : f r a n g a i s e q u i v a l e n c e : verbale  'I  *  were  en r e l i e f par 1 ' e x c l a m a t i o n  c o n j o n c t i o n o n l y  a m p l i f i c a t i o n : en a n g l a i s  'I  de  that  s i m p l e : "  l ' e m p l o i 'Ah'  Et i l r e v e n a i t a sa A n d he w e n t b a c k - t o  s u b o r d i n a t i o n  w i s h '  s e r t  a  l a  le  de  d i r e c t i o n :  s o i r ,  quand  le  m o d u l a t i o n  mise  en  i n v e r s e :  r e l i e f v o i x  c h a n g e m e n t de s t r u c t u r e : c i r c o n s t a n c i e l l e s de a l o r s q u ' i l n'y en a  Rieux  p a r l a i t  Grand  and  avec  Rieux  en  r e l i e f  ' r e v e n a i t '  en  he  had  passive  'le  (came  e t r e t r a d u i t e a n g l a i s r e f e r e  des f i l e d  f r a n g a i s  f i c h e s h i s  e t a i t r e p o r t s  e t a i t  h i s r e p o r t s . . d e t a i l en q u o i q u i amene un  deux p r o p o s i t i o n s subordonnees temps coordonnees en a n g l a i s qu'une seule en f r a n g a i s  Grand.  would  have  d i l u t i o n :  ' p a r l a i t ' — ' w o u l d  m o d u l a t i o n  de  1'aspect  en a  seulement  t r a v a i l  t e r m i n e ' — v o i x a c t i v e 'he had f i l e d a m p l i f i c a t i o n e x p l i c a t i v e : s p e c i f i e en c o n s i s t e le ' t r a v a i l des f i c h e s ' ce  *  en  ' s i ' — l o c u t i o n  mise  t r a v a i l  Sometimes i n the e v e n i n g , when and worked out h i s s t a t i s t i c s , p o n c t u a t i o n :  / : /  phrase. h i s phrase.  e r r e u r de t r a d u c t i o n : 'phrase' d e v r a i t a n g l a i s par ' s e n t e n c e ' ; 'phrase' en u n membre de p h r a s e ou l o c u t i o n  Q u e l q u e f o i s ^ termine,  d'un  w i s h ' o n l y  m o d u l a t i o n : changement b a c k ) — ' w e n t back'  *  to  simple J "  a u s s i  e v e r y t h i n g  mise apres  got  a  c h a t .  have  v e r b a l :  a  c h a t '  i m p a r f a i t  ' p a r l a i t ' —  .  30  a u x i l i a i r e a v a l e u r i t e r a t i v e 'would have a chat' (Aussi l e g e r e modulation de niveau de langue, 'would have a chat' etant d'un niveau un peu p l u s f a m i l i e r ) modulations: l ' o b j e t (Grand) de l a phrase f r a n c h i s e d e v i e n t l e deuxieme s u j e t de l a phrase a n g l a i s e s i n g u l i e r (un s u j e t ) — p l u r i e l (deux s u j e t s ) equivalence * l i s a v a i e n t f i n i par m§ler Tarrou h l e u r c o n v e r s a t i o n Soon they formed the h a b i t of i n c l u d i n g Tarrou i n t h e i r talks modulation: cause 'avaient f i n i p a r ' — e f f e t 'formed the habit o f compensation: emploi en a n g l a i s de l a c h a r n i e r e moto u t i l 'soon* pour compenser une l e g e r e perte de sens dans l a t r a d u c t i o n de ' f i n i r par' par 'form the h a b i t ' modulation:  cause  'm&ler a ' — e f f e t  modulation: s i n g u l i e r conceptuel p l u r i e l concret 'talks'  'including i n '  'conversation'—  * e t Grand se c o n f i a i t avec un p l a i s i r de p l u s en p l u s evident a ses deux compagnons. and Grand unburdened h i m s e l f with i n c r e a s i n g l y apparent pleasure to h i s two companions. modulation: himself  cause  'se c o n f i a i t ' — e f f e t  'unburdened  caracterisation: adverbe au degre comparatif 'de p l u s en p l u s ' — a d v e r b e au degre p o s i t i f ' i n c r e a s i n g l y ' * Ces d e r n i e r s s u i v a i e n t avec inter§t l e t r a v a i l p a t i e n t They began to take a genuine i n t e r e s t i n the l a b o r i o u s l i t e r a r y task transposition: a d j e c t i f demonstratif, nom —pronom personnel s u j e t 'they' economie en a n g l a i s modulation:  cause  'suivaient'—effet  'ces d e r n i e r s '  'began to take'  31 a m p l i f i c a t i o n : 'genuine' (pas n e c e s s a i r e )  d e c r i t  le  genre  a m p l i f i c a t i o n :  d e c r i t  le  genre  m o d u l a t i o n :  ' l i t e r a r y '  changement  de  q u a l i f i c a t i f :  d ' i n t e r § t  de  t r a v a i l  ' p a t i e n t ' —  ' l a b o r i o u s '  *  que to  Grand which  around  c o n t i n u a i t he  was  h i m .  t r a n s p o s i t i o n : s u j e t 'he'  au  m i l i e u  a p p l y i n g  nom  propre  de  l a  h i m s e l f  p e s t e .  while  plague  ' G r a n d ' — p r o n o m  raged  p e r s o n n e l  m o d u l a t i o n s : v o i x a c t i v e ' c o n t i n u a i t ' — v o i x pronominale (forme p r o g r e s s i v e ) 'was a p p l y i n g h i m s e l f a b s t r a i t — c o n c r e t c h a n g e m e n t de s t r u c t u r e : l o c u t i o n p r e p o s i t i v e 'au m i l i e u de l a p e s t e ' — p r o p o s i t i o n subordonnee c i r c o n s t a n c i e l l e de temps 'while plague raged around h i m ' m o d u l a t i o n : c h a n g e m e n t de p o i n t de v u e : 'au m i l i e u de' — ' around.' animisme en a n g l a i s : d ' o u l ' e m p l o i du mot 'plague' sans a r t i c l e d e f i n i e q u i v a l e n c e : p a r l ' e m p l o i de 'raged' 1 ' e x p r e s s i o n a n g l a i s e d e c r i t 1 ' a c t i o n , t a n d i s que 1 ' e x p r e s s i o n f r a n g a i s e ne f a i t que l a s i t u e r  *  Eux a u s s i , d e t e n t e . Indeed,  s t r a i n . changement mise  'they,  f i n a l e m e n t ,  they,  de  too,  place  y  found  dans  l a  t r o u v a i e n t i n  i t  a  une  sorte  r e l a x a t i o n  phrase:  'eux  of  de the  a u s s i ' —  t o o '  en r e l i e f en f r a n g a i s par 1 * i n v e r s i o n des termes et compensee en a n g l a i s par 1 ' a d d i t i o n d'une autre / , / entre 'they' et ' t o o '  m o d u l a t i o n : changement — ' i n d e e d ' t r a n s p o s i t i o n : i n d e f i n i economie en  l o c u t i o n  ' a ' a n g l a i s  de  p o i n t  nominale  de  vue:  'une  ' f i n a l e m e n t '  sorte  d e ' — a r t i c l e  32  a m p l i f i c a t i o n r a i s o n du  Texte  A,  e x p l i c a t i v e : 'of b e s o i n de detente  the  s t r a i n '  d e c r i t  l a  3.  "Comment va l ' a m a z o n e ? " demandait souvent T a r r o u . Et Grand r e p o n d a i t i n v a r i a b l e m e n t : " E l l e t r o t t e , e l l e t r o t t e " , avec un s o u r i r e d i f f i c i l e . Un s o i r , Grand d i t q u ' i l a v a i t d e f i n i t i v e m e n t abandonne l ' a d j e c t i f " e l e g a n t e " pour son amazone e t q u ' i l l a q u a l i f i a i t d e s o r m a i s de " s v e l t e " . " C ' e s t p l u s c o n c r e t " , a v a i t - i l a j o u t e . Une autre f o i s , i l l u t a ses deux a u d i t e u r s l a premiere phrase a i n s i m o d i f i e e : "Par une b e l l e m a t i n e e de mai, une s v e l t e amazone, montee s u r une superbe jument a l e z a n e , p a r c o u r a i t l e s a l l e e s f l e u r i e s du Bois de B o u l o g n e . " — N ' e s t - c e pas, d i t Grand, on l a v o i t mieux et j ' a i p r e f e r e : "Par une m a t i n e e de m a i " , p a r c e que " m o i s de m a i " a l l o n g e a i t un p e u l e t r o t . " "How's your young l a d y on horseback p r o g r e s s i n g ? " Tarrou would ask. And i n v a r i a b l y Grand would answer w i t h a wry s m i l e , " T r o t t i n g a l o n g , t r o t t i n g a l o n g ! " One e v e n i n g G r a n d a n n o u n c e d t h a t he h a d d e f i n i t e l y d i s c a r d e d the a d j e c t i v e "elegant' f o r h i s horsewoman. From now on i t was r e p l a c e d by " s l i m " . " T h a t ' s more c o n c r e t e , " he e x p l a i n e d . Soon a f t e r , he read out to h i s two f r i e n d s the new v e r s i o n o f the sentence. "One f i n e m o r n i n g i n May a s l i m y o u n g horsewoman might have been seen r i d i n g a handsome s o r r e l mare a l o n g the f l o w e r y avenues of the Bois de Boulogne. " D o n ' t y o u a g r e e w i t h me o n e s e e s h e r b e t t e r t h a t way? And I've put "one f i n e m o r n i n g i n May" because " i n the month of May" tended r a t h e r to drag out the t r o t , i f you see what I mean."  *  ^Comment v a l ' a m a z o n e ? " demandait souvent T a r r o u . "How's vour young lady on horseback p r o g r e s s i n g ? " Tarrou would ask.  m o d u l a t i o n : changement de p o i n t de v u e : i d i o m a t i q u e q u i v e u t d i r e ' i s ' ou ' i s employee i c i au sens f i g u r e e v i d e m m e n i n g ' (forme p r o g r e s s i v e ) 1'expression •le f i l m de l ' a c t i o n '  'va' ( e x p r e s s i o n f e e l i n g ' t ) — ' i s p r o g r e s s a n g l a i s e s u i t  33  t r a n s p o s i t i o n : 'your' m o d u l a t i o n :  a r t i c l e  d e f i n i  ' l a ' — a d j e c t i f  p o s s e s s i f  a b s t r a i t — c o n c r e t  e q u i v a l e n c e : ' a m a z o n e ' — ' y o u n g l a d y on horseback' a m p l i f i c a t i o n e x p l i c a t i v e : d e c r i t ce que s i g n i f i e mot 'amazone'  le  t r a n s p o s i t i o n : aspect v e r b a l o c c a s i o n n e l rendu en f r a n g a i s par un adverbe 'demandait s o u v e n t ' — e n a n g l a i s p a r u n a u x i l i a i r e de m o d a l i t e 'would ask'  *  Et Gra e l l e t And i n " T r o t t  nd r e p o n d a i t i n v a r i a b l e m e n t : " E l l e t r o t t e , r o t t e " , avec un s o u r i r e d i f f i c i l e . v a r i a b l y Grand would answer w i t h a wry s m i l e , i n g a l o n g , t r o t t i n g a l o n g * "  t r a i t e m e n t du verbe: h a b i t u e l 'would  ' r e p o n d a i t ' — a u x i l i a i r e answer'  d ' a s p e c t  aspect p r o g r e s s i f du verbe a n g l a i s avec s u j e t sous entendu '(she's) t r o t t i n g a l o n g ' (par l ' e m p l o i du mot ' a l o n g ' 1 ' e x p r e s s i o n a n g l a i s e c o n t i n u e de s u i v r e le ' f i l m de l ' a c t i o n ' ) changement d ' s o u r i r e m o d u l a t i o n : d ' e x p r e s ' g r i m a c e r  *  o r d r e dans l ' e d i f f i c i l e ' et changement de s i o n 'to give un s o u r i r e ' )  Un s o i r , Grand d i t One e v e n i n g , Grand d i s c a r d e d  n o n c e : p o s i t i o n de de ' w i t h a wry s m i l e symbole: ' d i f f i c i l e a wry s m i l e ' veut d i  'avec un ' ' — ' w r y ' r e  q u ' i l a v a i t d e f i n i t i v e m e n t abandonne a n n o u n c e d t h a t he h a d d e f i n i t e l y  J  m o d u l a t i o n :  a b s t r a i t  ' d i t ' — c o n c r e t  m o d u l a t i o n : changement ' d i s c a r d e d '  *  1 ' a d j e c t i f " e l e g a n t q u a l i f i a i t desormai the a d j e c t i v e " e l e g on i t was r e p l a c e d  changement une en  de  p o i n t  de  'announced' vue:  ' a b a n d o n n e ' —  e " pour son amazone et q u ' i l l a s de " s v e I f e " . a n t " f o r h i s horsewoman^ From now by " s l i m " .  de c o n s t r u c t i o n : f r a n g a i s .  deux  phrases  en  a n g l a i s  pour  34 m o d u l a t i o n dans 1 ' a r t i c u l a t i o n : c h a r n i e r e de s i m p l e l i a i s o n 'et' ( c o o r d i n a t i o n ) — c h a r n i e r e zero /./ (terminaison) changement de s t r u c t u r e a p o u r r e s u l t a t de t r a n s p o s e r l a deuxieme p r o p o s i t i o n s u b o r d o n n e e c o m p l e t i v e en f r a n g a i s en une p r o p o s i t i o n i n d e p e n d a n t e en a n g l a i s modulations: voix active ' i l l a q u a l i f i a i t de'—voix p a s s i v e ' i t was r e p l a c e d by' l ' o b j e t du v e r b e ' l ' a d j e c t i f s o u s - e n t e n d u en f r a n g a i s d e v i e n t l e s u j e t du v e r b e a n g l a i s ' i t ' c a u s e ' q u a l i f i a i t d e s o r m a i s ' — e f f e t 'from now on replaced' dilution: ' d e s o r m a i s ' — ' f r o m now on' *  "C'est p l u s concret", a v a i t - i l a j o u t e . " T h a t ' s more c o n c r e t e , " he e x p l a i n e d .  t r a i t e m e n t du temps v e r b a l : plus-que-parfait ajoute'—imparfait 'explained' modulation: a b s t r a i t 'avait a j o u t e ' — c o n c r e t  'avait 'explained'  * Une a u t r e f o i s , i l l u t a s e s deux a u d i t e u r s Soon a f t e r , he r e a d o u t t o h i s two f r i e n d s modulation: intervalles et limites: 'une a u t r e f o i s ' (temps i n d e f i n i ) — ' s o o n a f t e r ' (temps p r e c i s ) le  f r a n g a i s s ' e x p r i m a n t en g e n e r a l s u r l e p l a n de 1'entendement n ' e p r o u v e pas l e b e s o i n de s p e c i f i e r 'a h a u t e v o i x ' a p r e s l e v e r b e ' l u t ' t a n d i s que l ' a n g l a i s p r e f e r a n t l e p l a n du r e e l t e n d a d e c r i r e l ' a c t i o n en d e t a i l " r e a d o u t ' (II est p a r t i c u l i e r e m e n t i m p o r t a n t de n o t e r i c i l ' e m p l o i de l a p r e p o s i t i o n d e i c t i q u e en a n g l a i s 'out', l a ou l e f r a n g a i s n'en a p a s )  modulation: changement de 'friends'  description:  'auditeurs'—  * l a premiere phrase a i n s i m o d i f i e e : the new v e r s i o n o f the sentence. p e r t e en a n g l a i s : ' l a premiere p h r a s e ' — ' t h e sentence' ( I I y a p e r t e dans c e t t e t r a d u c t i o n c a r i l e s t i m p o r t a n t de s o u l i g n e r que Grand en e s t t o u j o u r s a sa premiere phrase)  35 e q u i v a l e n c e :  ' a i n s i  m o d u l a t i o n dans 1 ' zero / : / ( j u x t (terminaison) dans ce c a s - c i de d e c o u p e r l a a n g l a i s e s mais un nouveau par changement de annonce dans l  *  "Par "One  l a  m o d i f i e e ' — ' t h e  new  v e r s i o n  o f  a r t i c u l a t i o n : p o n c t u a t i o n : c h a r n i e r e a p o s i t i o n ) — c h a r n i e r e zero / . / (II f a u t remarquer cependant que le t r a d u c t e u r c h o i s i t non seulement phrase f r a n g a i s e en deux phrases a u s s i de f a i r e de l a d e u x i e m e phrase agraphe. On ne s ' e x p l i q u e p a s ce decoupage vu que ce q u i s u i t e s t a phrase q u i precede)  une b e l l e m a t i n e e de_ m a i j _ u n e s v e l t e amazone, f i n e m o r n i n g i n May a s l i m young horsewoman  p r e p o s i t i o n 'par' ne d o i t p a s § t r e t r a d u i t e en a n g l a i s et par consequent l a p o n c t u a t i o n q u ' e l l e e n t r a l n e ( l a /,/) n ' e s t pas n e c e s s a i r e non p l u s  g r a m m a t i c a l i s a t i o n — '  de  l a  p r e p o s i t i o n  en  f r a n g a i s :  'de'  i n '  a m p l i f i c a t i o n  d e s c r i p t i v e :  ' a m a z o n e ' — ' y o u n g  h o r s e -  woman '  *  montee sur a l l e e s f l e u might have a l o n g the f  une s u p e r b e jument a l e z a n e , p a r c o u r a i t l e s r i e s d u B o i s de Boulogne." been seen r i d i n g a handsome s o r r e l mare l o w e r y avenues o f the B o i s de B o u l o g n e . "  a m p l i f i c a t i o n : de  'might  have  been  seen'  d e c r i t  l e  f i l m  1 ' a c t i o n  t r a n s p o s i t i o n s :  chasse  p r e p o s i t i o n  ' a l o n g '  p a r t i c i p e m o d u l a t i o n : m o d u l a t i o n  passe cause  c r o i s e :  ' m o n t e e ' — g e r o n d i f ' m o n t e e ' — e f f e t  s e n s o r i e l l e :  — ' s o r r e l '  verbe  (rouan  ' p a r c o u r a i t ' — ' r i d i n g '  ' r i d i n g '  c o u l e u r :  ' a l e z a n e '  (chestnut)  roux)  a d a p t a t i o n  *  " N ' e s t - c e " D o n ' t  you  pas,  d i t  agree  Grand,  w i t h  me  on one  e q u i v a l e n c e : 'N'est-ce pas, agree w i t h me', 1 ' i n c i s e  l a  v o i t  sees  her  mieux b e t t e r  t h a t  way?  d i t Grand, ' — 'Don't you ' d i t Grand' d o i t etre mise  36 entre deux redondance Grand' )  / , / en f r a n g a i s ( ' w i t h me' e s t i c i , mais i l remplace 1 ' i n c i s e  une ' d i t  a m p l i f i c a t i o n d e s c r i p t i v e : 'that way' le f i l m de l ' a c t i o n semble e t r e , en f a i t , une t r a d u c t i o n p a r d i l u t i o n du mot ' a i n s i ' sous-entendu dans l a phrase f r a n g a i s e changement de une s e u l e  *  s t r u c t u r e : en f r a n g a i s  deux  phrases  en  a n g l a i s  et j ' a i p r e f e r e : "Par une m a t i n e e de_ m a i " , p a r c e " m o i s de_ m a i " And I have put "one f i n e morning i n May" because the month of May"  m o d u l a t i o n s : cause ' j ' a i c o n c r e t — a b s t r a i t ' P a r ' ,  'de'  (in),  'de'  p r e f e r e ' — e f f e t  (of):  v o i r  p.  'I  have  a l l o n g e a i t tended mean."  un  r a t h e r  a m p l i f i c a t i o n le  f i l m  de  peu to  l ' a c t i o n  A,  " i n  p u t '  t e l l e q u ' e l l e f r a n g a i s e  t r o t . " out  d e s c r i p t i v e :  a m p l i f i c a t i o n : ' i f ete ajoute dans 1 ' i m p r e s s i o n de  Texte  le drag  que  35  ' f i n e ' semble e t r e l a r e p e t i t i o n de l a p h r a s e v i e n t d ' e t r e donnee, a l o r s que l a phrase ne r e p e t e pas ' b e l l e ' cette f o i s  *  pour  the  t r o t ,  'tended  to  i f  you  drag  see  o u t '  what  I  r e n f o r c e  you see what I mean' semble a v o i r le s e u l b u t de d o n n e r davantage l a langue p a r l e e  4.  II se m o n t r a e n s u i t e f o r t preoccupe par l ' a d j e c t i f " s u p e r b e " . C e l a ne p a r l a i t p a s , s e l o n l u i , et i l c h e r c h a i t le terme q u i p h o t o g r a p h i e r a i t d'un s e u l coup l a fastueuse jument q u ' i l i m a g i n a i t . " G r a s s e " n ' a l l a i t pas, c ' e t a i t c o n c r e t , mais un peu p e j o r a t i f , " R e l u i s a n t e " 1 ' a v a i t tente un moment, mais le rythme ne s ' y p r e t a i t pas. Un s o i r , i l annonga triomphale---ment q u ' i l a v a i t t r o u v e : "Une n o i r e jument a l e z a n e . "  3?  Le n o i r i n d i q u a i t s e l o n l u i .  d i s c r e t e m e n t  1'elegance,  t o u j o u r s  "Ce n ' e s t pas p o s s i b l e , d i t R i e u x . Et pourquoi? Alezane n ' i n d i q u e pas l a r a c e , mais l a c o u l e u r . Quelle c o u l e u r ? Eh b i e n , une c o u l e u r q u i n ' e s t pas l e n o i r , en t cas'." Grand parut t r e s a f f e c t e . " M e r c i , d i s a i t - i l , voux §tes l a , heureusement. Mais vous voyez comme c ' e s t d i f f i c i l e . — Que p e n s e r i e z - v o u s de " s o m p t u e u s e " , d i t T a r r o u . Grand le r e g a r d a . II r e f l e c h i s s a i t : " O u i , d i t - i l , o u i : " Et un s o u r i r e l u i v e n a i t peu a peu. — — — — t o u  Next, he showed some a n x i e t y a b o u t t h e a d j e c t i v e "handsome". In h i s o p i n i o n i t d i d n ' t convey enough, a n d he s e t to l o o k i n g f o r an e p i t h e t t h a t would p r o m p t l y and c l e a r l y " p h o t o g r a p h " the superb a n i m a l he saw w i t h h i s m i n d ' s e y e . "Plump" w o u l d n ' t do; though concrete enough, i t sounded perhaps a l i t t l e d i s p a r a g i n g , a l s o a shade v u l g a r . " B e a u t i f u l l y groomed" had tempted him f o r a moment, but i t was c u m b r o u s a n d made t h e r h y t h m l i m p somewhat. Then one e v e n i n g he a n n o u n c e d t r i u m p h a n t l y t h a t he had "got i t ' ' * "A b l a c k s o r r e l mare." To h i s t h i n k i n g , he e x p l a i n e d , " b l a c k " conveyed a h i n t of elegance and o p u l e n c e . "It won't d o , " R i e u x . s a i d . "Why not?" "Because ' s o r r e l ' d o e s n ' t mean i t ' s a c o l o u r . "  a  breed  of  h o r s e ;  "What c o l o u r ? " " W e l l — e r — a c o l o u r t h a t , anyhow, i s n ' t b l a c k . " Grand seemed g r e a t l y t r o u b l e d . "Thank y o u , " he s a i d w a r m l y . "How f o r t u n a t e y o u ' r e here to h e l p me:" But y o u see how d i f f i c u l t i t i s . " "How  Grand e x l a i m e d . p a r t e d i n  *  II se " s u p e r Next, "hands  about  ' g l o s s y ' ? "  gazed at " T h a t ' s a s m i l e .  montra e n s u i t e b e " . he s h o w e d some ome".  Tarrou  s u g g e s t e d .  him m e d i t a t i v e l y , then g o o d . " And s l o w l y h i s  f o r t  preoccupe  a n x i e t y  about  par the  " Y e s : " l i p s  1 ' a d j e c t i f a d j e c t i v e  he  38 modulation: v o i x pronominale 'showed'  'se m o n t r a ' — v o i x  active  changement d'ordre dans l'enonce: charniere mot-outil ' e n s u i t e ' — ' N e x t ' , mise en r e l i e f en a n g l a i s , r e n f o r c e e par l a p o n c t u a t i o n transposition: a d j e c t i f 'preoccupe'—nom 'anxiety' modulation: cause 'preoccupe p a r ' — e f f e t 'anxiety about' modulation:  'superbe' e s t p l u s a b s t r a i t que  'handsome'  * C e l a ne p a r l a i t pas, s e l o n l u i , e t i l c h e r c h a i t l e terme In h i s o p i n i o n i t d i d n ' t convey enough, and he set to l o o k i n g f o r an e p i t h e t changement d'ordre dans l'enonce modulation: cause ' c e l a ne p a r l a i t p a s ' — e f f e t ' i t d i d n ' t convey' amplification explicative: 'enough' (Mais c e t t e i n t e r p r e t a t i o n du t r a d u c t e u r p o u r r a i t t r e s b i e n e t r e f a u t i v e c a r s ' i l e s t p o s s i b l e que Camus a i t sous-entendu 'assez', i l p o u r r a i t t o u t a u s s i b i e n a v o i r voulu-sous-entendre 'pas du t o u t ' ) dilution: 'selon l u i ' — ' I n h i s o p i n i o n ' modulation: l a source de l ' a c t i o n 'selon 'In h i s o p i n i o n ' amplification descriptive: de l ' a c t i o n  lui'—l'action  'set to l o o k i n g f o r ' l e f i l m  modulations: particulier, article defini 'le'—general, a r t i c l e i n d e f i n i 'an' generique ' t e r m e ' — s p e c i f i q u e ' e p i t h e t ' * q u i p h o t o g r a p h i e r a i t d'un s e u l coup that would promptly and c l e a r l y ^photography equivalence:  'd'un  seul coup'—'promptly  and  clearly'  modulation: changement de symbole: mais i l y a perte en a n g l a i s c a r 'promptly and c l e a r l y ' ne semble pas a v o i r du tout l a meme f o r c e que 'd'un s e u l coup' (at one go; a t one shot)  39  p o n c t u a t i o n :  mise  en  r e l i e f  en  a n g l a i s  par  l ' e m p l o i  de  / " /  *  l a  fastueuse  the  superb  .jument  a n i m a l  m o d u l a t i o n :  saw  s p e c i f i q u e  pronom r e l a t i f f a c u l t a t i f ) e q u i v a l e n c e : m o d u l a t i o n :  'que'  i m a g i n a i t . w i t h  h i s  m i n d ' s  ' j u m e n t ' — g e n e r i q u e  non  t r a d u i t  ' i m a g i n a i t * — ' s a w c a u s e — e f f e t  a m p l i f i c a t i o n  *  q u ' i l  he  d e s c r i p t i v e :  le  en  a n g l a i s  w i t h f i l m  h i s de  eye. ' a n i m a l ' (usage  m i n d ' s l ' a c t i o n  "©rasse" n ' a l l a i t pas, c ' e t a i t c o n c r e t , mais p e j o r a t i f . "P1ump" w o u l d n ' t do; though concrete enough, sounded perhaps a l i t t l e d i s p a r a g i n g , a l s o a v u l g a r .  e q u i v a l e n c e : changement de  ' n ' a l l a i t pas' — ' w o u l d n ' t p o n c t u a t i o n : de / , / a / ; /  changement  c o n s t r u c t i o n :  p e p d ( p p c  r n r o v r r o  de  i n c i p a tendu i n c i p a nnee c erbe s i n c i p a o p o s i t n c r e t e  t r o i s  eye'  un  peu  i t shade  do'  p r o p o s i t i o n s  l e s juxtaposees en f r a n g a i s (verbe sousdans l a t r o i s i e m e ) — d e u x p r o p o s i t i o n s l e s j u x t a p o s e e s e t une p r o p o s i t i o n s u b o r o m p l e m e n t c i r c o n s t a n c i e l de c o n c e s s i o n ous-entendu) en anglaisp r o p o s i t i o n l e j u x t a p o s e e : ' c ' e t a i t c o n c r e t ' — i o n subordonnee c o n c e s s i v e : 'though ' ( ' i t was' sous-entendu) y  a m p l i f i c a t i o n d e s c r i p t i v e : i l n ' e s t pas prouve que ' a s s e z ' en f r a n g a i s )  'enough' ( E n c o r e une f o i s , Camus a i t sous-entendu  t r a n s p o s i t i o n :  ' m a i s ' — a d v e r b e  m o d u l a t i o n :  c o n j o n c t i o n  a f f i r m a t i o n — s u p p o s i t i o n  m o d u l a t i o n : a b s t r a i t ' i t sounded'  ' c ' e t a i t '  'perhaps'  ( s o u s - e n t e n d u ) — c o n c r e t  a m p l i f i c a t i o n : ' a l s o a shade v u l g a r ' mais a u s s i changement de s e n s c a r s i ' p e j o r a t i f ' veut d i r e ' d e f a v o r a b l e ' i l ne v e u t p a s necessairement s i g n i f i e r ' v u l g a i r e '  40 * 'Reluisante" l ' a v a i t tente un moment, mais l e rythme ne s'y p r S t a i t pas. " B e a u t i f u l l y groomed" had tempted him f o r a moment, but i t was cumbrous and made the rhythm limp somewhat. dilution: 'reluisante'—'beautifully modulation: e f f e t — c a u s e  groomed'  amplification explicative: ' i t was cumbrous' s p e c i f i e l a r a i s o n pour l a q u e l l e l e rhythme ne s'y p r e t e r a i t pas animisme en f r a n g a i s : ' l e rythme ne s'y p r S t a i t pas' d i s p a r a i t dans l a t r a d u c t i o n modulations: v o i x pronominale 's'y p r & t a i t ' — v o i x a c t i v e ' ( i t ) made the rhythm limp' cause—effet t r a n s p o s i t i o n entre marques: pronom a d v e r b i a l rapporte a ' r e l u i s a n t e ' ) — p r o n o m p e r s o n n e l (se rapporte a ' b e a u t i f u l l y groomed') i l y a done a u s s i changement de s t r u c t u r e : l e rythme' d e v i e n t l ' o b j e t d i r e c t , e t l ' o b j e t 'y' d e v i e n t l e s u j e t equivalence  'y* (se sujet ' i f sujet 'le indirect  * Un soir_,_ i l annonqa triomphalement q u ' i l a v a i t trouve: Then one evening he announced triumphantly t h a t he had "got i t : " mise en r e l i e f : c h a r n i e r e zero / , / — c h a r n i e r e m o t - o u t i l 'then' placee en t§te de phrase modulation: cause ' t r o u v e ' — e f f e t 'got i t ' mise en r e l i e f en a n g l a i s par l'emploi de / " / changement de c o n s t r u c t i o n : deux phrases en a n g l a i s pour une seule en f r a n g a i s : c h a r n i e r e zero / : / ( j u x t a p o s i t i o n ) —/'./ (terminaison) * "Une n o i r e jument alezane." "A b l a c k s o r r e l mare." modulation s e n s o r i e l l e : couleur: — ' s o r r e l ' (rouan roux) adaptation  'alezane'  (chestnut)  41  *  Le n o i r i n d i q u a i t s e l o n l u i . To h i s t h i n k i n g , h i n t of elegance  d i s c r e t e m e n t he e x p l a i n e d , and o p u l e n c e .  1'elegance, " b l a c k "  m o d u l a t i o n : s p e c i f i q u e 'le n o i r ' r i q u e ' b l a c k ' 'elegance' m o d u l a t i o n :  cause  conveyed  a  ' 1 ' e l e g a n c e ' — g e n e -  ' i n d i q u a i t ' — e f f e t  t r a n s p o s i t i o n : adverbe ' d i s c r e t e m m o d u l a t i o n : changement de d e s c r i p c ' e s t 1 ' i n d i c a t i o n q u i est ' d i ce q u i e s t communique e s t une gance  tou.jours  e t s '  'conveyed'  n t ' — n o m 'a h i n i o n : en f r a n g a c r e t e ' , en a n g l s u g g e s t i o n ' d ' e  t ' i s a i s l e -  changement d'ordre dans l ' e n o n c e : ' t o u j o u r s s e l o n l u i ' — ' T o h i s t h i n k i n g ' equivalence m o d u l a t i o n s : a b s t r a i t ' t o u j o u r s s e l o n l u i ' — ' T o h i s t h i n k i n g ' source de 1 ' a c t i o n — 1 ' a c t i o n a m p l i f su q u ( '  i c a t i o n e x p l i c a t i v e : 'he e x p l a i n e d ' q u i s e r t , pposera-t-on, a compenser l a perte de ' t o u j o u r s ' i n ' e s t pas t r a d u i t et q u i s i g n i f i e i c i 'encore' s t i l l ' )  a m p l i f i c a t i o n : 'and opulence' q u i n ' e s t pas n e c e s s a i r e et q u i r i s q u e d ' a i l l e u r s d ' a l t e r e r le sens, car ' o p u l e n c e ' ne s i g n i f i e pas t o u j o u r s 'elegance'  *  "Ce "It  n ' e s t won't  pas p o s s i b l e , d i t d o , " Rieux s a i d .  R i e u x .  equivalence  m o d u l a t i o n : cause ' n ' e s t pas p o s s i b l e ' — e f f e t 'won't do' t r a i t e m e n t du v e r b e : a u x i l i a i r e ' e t r e ' — a u x i l i a i r e de m o d a l i t e ' w i l l ' temps p r e s e n t — t e m p s t r a n s p o s i t i o n : a d j e c t i f  *  l a  — Et "Why  f u t u r ' p o s s i b l e * — v e r b e  'do'  pourquoi? not?"  t r a d u c t i o n i l a u r a i t not?"  m o d u l a t i o n :  de " e t " n ' e s t pas n e c e s s a i r e , d ' a u t r e p a r t ete tout a u s s i n a t u r e l de d i r e "and why a f f i r m a t i o n  ' p o u r q u o i ' — n e g a t i o n  'why  n o t '  42 *  — A l e z a n e n ' i n d i q u e pas l a r a c e , m a i s l a c o u l e u r . "Because " s o r r e l " d o e s n ' t mean a b r e e d o f h o r s e ; i t is a colour."  amplification: 'because' (parce h a b i t u e l apres 'pourquoi' 'alezane' —  'sorrel'—voir  modulations:  abstrait  p.  que)  dont  1'usage  est  de-  'indique'—concret  'mean'  cause—effet modulation: article  particulier, i n d e f i n i 'a'  article  amplification explicative: race i l est question  defini  'of h o r s e '  'la'—general,  specifie  de  quelle  changement de s t r u c t u r e : c h a r n i e r e z e r o / , / e t de s i m p l e l i a i s o n 'mais'—charniere zero /;/ ( j u x t a p o s i t i o n ) modulation: modulation: article *  effet  'indique'  particulier, i n d e f i n i 'a'  (sous-entendu)—cause  article  defini  'it is'  'la'—general,  — Eh b i e n , une c o u l e u r q u i n ' e s t pas l e n o i r , en tout cas!" " W e l l — e r — a c o l o u r t h a t , anyhow, i s n ' t b l a c k . "  equivalence:  'Eh  transposition:  nom  bien,'—'Well—er—' 'le n o i r ' — a d j e c t i f  'black'  changement d ' o r d r e dans l ' e n o n c e : mise en r e l i e f en a n g l a i s p a r 1 ' i n v e r s i o n des t e r m e s e t l a p o s i t i o n de 'anyhow' e n t r e deux / » / e t des l o r s i l n ' e s t pas n e c e s s a i r e d ' a v o i r un /'./ en f i n de p h r a s e concentration:  'en  tout  cas'—'anyhow'  * Grand p a r u t t r e s a f f e c t e . G r a n d seemed g r e a t l y t r o u b l e d . modulation:  cause  'affecte'—effet  'troubled'  43 * " M e r c i , d i s a i t - i l , vous e t e s "Thank y o u , " he s a i d warmly. h e r e t o h e l p me 1 amplification:  "How  heureusement. f o r t u n a t e you  are  'warmly'  changement de s t r u c t u r e : deux p h r a s e s en a n g l a i s p o u r une s e u l e en f r a n g a i s e t i n v e r s i o n des t e r m e s dans l a deuxieme p h r a s e d i f f e r e n c e d'usage du 'la.' ( ' t h e r e ' ) q u i ne p e u t , en a n g l a i s , e t r e employe i n d i f f e r e m m e n t comme e n frangais mise en r e l i e f p a r l ' e m p l o i de de p h r a s e  'How'  e t d'un  /'./ en f i n  amplification: 'to h e l p me' n e c e s s a i r e p o u r r e n d r e l e s e n s g l o b a l de 1 ' e x p r e s s i o n f r a n g a i s e ' e t r e l a ' * — Que p e n s e r i e z - v o u s de "somptueuse", d i t T a r r o u . "How a b o u t ' g l o s s y ' ? " T a r r o u s u g g e s t e d . transposition: l o c u t i o n v e r b a l e 'Que p e n s e r i e z - v o u s d e ' — l o c u t i o n a d v e r b i a l e 'How about' equivalence modulation: changement de —'glossy'  qualificatif:  changement de p o n c t u a t i o n :  de / , / a / ? /  modulation:  abstrait  * Grand l e r e g a r d a .  Qui!"  Grand gazed exclaimed.  'dit'—concret  'suggested*  II reflechissait:  a t him m e d i t a t i v e l y , "That's good"  then  dilution: 'regarda'—'gazed at' modulation: p l u s c o n c r e t en a n g l a i s ('regarder fixement')  "Oui,  dit-il,  "Yesi"  he  'gaze a t '  changement de s t r u c t u r e : deux en f r a n g a i s  une  transposition: verbe 'meditatively'  reflechissait'—adverbe  'il  phrase  'somptueuse'  en a n g l a i s  pour  LL m o d u l a t i o n : changement  cause de  p o n c t u a t i o n :  a m p l i f i c a t i o n : changement m o d u l a t i o n :  ' r e f l e c h i s s a i t ' — e f f e t de  ' t h e n ' compense de p o n c t u a t i o n  a b s t r a i t  / : /  a  l a  ' m e d i t a t i v e l y '  / , /  perte  ' d i t - i l ' — c o n c r e t  due  au  'he  e x c l a i m e d '  changement de s t r u c t u r e : le deuxieme ' o u i ' e s t t r a n s p o s e en une p h r a s e complete en a n g l a i s ce q u i rend 1 ' e x p r e s s i o n a n g l a i s e p l u s s u b j e c t i v e et i l en r e s u l t e une equivalence  *  Et un s o u r i r e l u i v e n a i t peu a peu. And s l o w l y h i s l i p s p a r t e d i n a s m i l e .  animisme  en  f r a n g a i s  d i s p a r a l t  mentionne precedemment, de 1 ' e n t e n d e m e n t e t , vu q u ' a u x l e v r e s , n'eprouve mentionner? i l l u i s u f f i s o u r i r e v i e n t ) t r a n s p o s i t i o n entre marques: i n d i r e c t ' l u i ' — a d j e c t i f e q u i v a l e n c e : 'un s o u r i r e l u i n a s m i l e ' m o d u l a t i o n : degre  Texte  A,  de  changement  v i t e s s e  de  en  t r a d u c t i o n  (Comme  le f r a n g a i s p r e f e r e le p l a n q u ' u n s o u r i r e ne p e u t v e n i r pas le b e s o i n de l e s t de s p e c i f i e r a q u i l e pronom p e r s o n n e l complement p o s s e s s i f ' h i s * i v e n a i t ' — ' h i s l i p s p a r t e d  symbole:  ' s l o w l y '  degre  'peu  a  p e u ' —  5.  A quelque t e m p s de l a , i l avoua que le mot " f l e u r i e s " 1 ' e m b a r r a s s a i t . Comme i l n ' a v a i t jamais connu qu'Oran et M o n t e l i m a r , i l demandait q u e l q u e f o i s a ses amis des i n d i c a t i o n s sur l a fagon dont l e s a l l e e s du Bois: e t a i e n t f l e u r i e s . A proprement p a r l e r , e l l e s n ' a v a i e n t jamais donne 1 ' i m p r e s s i o n de l ' § t r e a Rieux ou a T a r r o u , mais l a c o n v i c t i o n de 1'employe l e s e b r a n l a i t . II s ' e t o n n a i t de l e u r i n c e r t i t u d e . "II n'y a que l e s a r t i s t e s q u i sachent r e g a r d e r . " Mais le d o c t e u r le t r o u v a une f o i s dans une grande e x c i t a t i o n . II a v a i t remplace " f l e u r i e s " par " p l e i n e s de f l e u r s " . II se f r o t t a i t l e s mains. " E n f i n , on l e s v o i t , on l e s s e n t . Chapeau bas, messieurs'." II l u t triomphalement l a p h r a s e : "Par  45 une b e l l e matinee de m a i , une s v e l t e amazone montee s u r une somptueuse jument alezane p a r c o u r a i t l e s a l l e e s p l e i n e s de f l e u r s du Bois de B o u l o g n e . " Mais, l u s a haute v o i x , l e s t r o i s g e n i t i f s qui t e r m i n a i e n t le phrase r e s o n n e r e n t facheusement et Grand begaya un peu. II s ' a s s i t , l ' a i r a c c a b l e . P u i s i l d e m a n d a a u d o c t e u r l a p e r m i s s i o n de p a r t i r . II a v a i t b e s o i n de r e f l e c h i r u n peu. Some d a y s l a t e r he c o n f e s s e d t h a t the word " f l o w e r y " was b o t h e r i n g him c o n s i d e r a b l y . As the o n l y t o w n s he knew w e r e O r a n a n d M o n t e l i m a r , he sometimes asked h i s f r i e n d s to t e l l him about the avenues of the Bois de B o u l o g n e , what s o r t of f l o w e r s g r e w i n them and how t h e y were d i s p o s e d . A c t u a l l y n e i t h e r Rieux nor Tarrou had ever gathered the i m p r e s s i o n that those avenues were " f l o w e r y " , b u t G r a n d ' s c o n v i c t i o n o n the. s u b j e c t shook t h e i r c o n f i d e n c e i n t h e i r memories. He w a s a m a z e d at t h e i r u n c e r t a i n t y . " I t ' s o n l y a r t i s t s who know how to use t h e i r e y e s , " was h i s c o n c l u s i o n . But one e v e n i n g the d o c t o r found him i n a state of much e x c i t e m e n t . For " f l o w e r y " he ,had s u b s t i t u t e d " f l o w e r - s t r e w n " . He w a s r u b b i n g h i s h a n d s . "At l a s t one c a n see them, s m e l l themi Hats o f f , g e n t l e m e n ! " T r i u m p h a n t l y he r e a d o u t t h e sentence. "One f i n e m o r n i n g i n May a s l i m young horsewoman might have been seen r i d i n g a g l o s s y s o r r e l mare a l o n g the f l o w e r - s t r e w n avenues of the Bois de B o u l o g n e . " But, spoken a l o a d i s a g r e e a b l e e f f e l i s p i n g here and t h then asked the d o c t t h i n k i n g l a y ahead  *  A quelque t 1'embarrass Some d a y s l was b o t h e r i  e q u i v a l e n c e :  u d , c t e r e o r of  the numerous " s " sounds had and Grand stumbled over them, . He s a t down, c r e s t f a l l e n ; i f he m i g h t g o . Some hard him.  e m p s de l a , i l avoua que l e mot ait. a t e r he c o n f e s s e d t h a t the word n g him c o n s i d e r a b l y . 'A  quelque  temps  de  l a ' — ' S o m e  m o d u l a t i o n s : i n d e f i n i : ' t e m p s ' — d e f i n i changement de s y m b o l e : 'de l a ' (from ' l a t e r ' (plus tard) m o d u l a t i o n : degre p o s i t i f 'de l a ' — d e g r e • l a t e r '  " f l e u r i e s " " f l o w e r y "  days  'days' t h e r e ) —  l a t e r '  c o m p a r a t i f  46  aspect  p r o g r e s s i f  (le  f i l m  de  a m p l i f i c a t i o n mais  i l  en  a n g l a i s  *  du  verbe  en  a n g l a i s  'was  b o t h e r i n g '  1 ' a c t i o n )  d e s c r i p t i v e : r e s u l t e  ' c o n s i d e r a b l y '  une  e x p r e s s i o n  t r e s  pas  n e c e s s a i r e  n a t u r e l l e  en  Comme i l n ' a v a i t .jamais c o n n u gju'Oran e t Montelimar, As the o n l y towns he knew were O r a n a n d Montelimar,  c o n c e n t r a t i o n :  'ne  .  t r a i t e m e n t du verbe: c o n n u ' — i m p a r f a i t  .  .  jamais  temps: 'knew'  ,  .  ,  q u e ' — ' o n l y '  p l u s - q u e - p a r f a i t  ' a v a i t  a m p l i f i c a t i o n e x p l i c a t i v e : 'the towns were' n e c e s s a i r e car le p u b l i c a n g l a i s n ' e s t sans doute pas cense c o n n a i t r e l a g e o g r a p h i e de l a F r a n c e e t de 1'Algerie  *  i l demandait sur l a faqon he s o m e t i m e s avenues of th grew i n them  q u e l q u e f o i dont les a asked h i s e B o i s de and how t h  s a ses amis des i n d i c a t i o n s l l e e s du Bois e t a i e n t f l e u r i e s . f r i e n d s to t e l l him about the Boulogne, what s o r t of f l o w e r s ey were d i s p o s e d .  t r a n s p o s i t i o n : nom ' d e s i n d i c a t i o n s ' — l o c u t i o n 'to t e l l him about' (le f i l m de 1 ' a c t i o n )  verbale  a m p l i f i c a t i o n e x p l i c a t i v e : 'de B o u l o g n e ' p r e c i s i o n i n u t i l e en f r a n g a i s mais n e c e s s a i r e en a n g l a i s e q u i v a l e n — ' w h were pour dans  *  c e : 'sur a t s o r t of d i s p o s e d ' compenser 1'expressi  A proprement p a r l 1 ' i m p r e s s i o n de l A c t u a l l y n e i t h e r the i m p r e s s i o n th  e q u i v a l e n c e : economie changement  'A  l a fagon dont f l o w e r s grew a m p l i f i c a t i o n t o u t ce q u ' i l on f r a n g a i s e '  e r , e l ' e t r e Rieux at tho  de  l e s n ' a v a i e h Rieux ou nor Tarrou se avenues  proprement  en-anglais s t r u c t u r e  . . . e i n them d e s c r i p y a de sur l a  t a i e n t f l e u r i e s ' a n d how they t i v e n e c e s s a i r e sous-entendu fagon dont*  n t jamais donne a T a r r o u , had ever gathered were " f l o w e r y "  p a r l e r ' — ' A c t u a l l y '  k7 animisme en f r a n g a i s d i s p a r a i t en t r a d u c t i o n deplacement de l a negation: 'n'avaient jamais donne . . . a . . . o u ' — ' n e i t h e r . . . nor . . . had ever gathered' modulation: cause: 'avaient d o n n e ' — e f f e t 'had gathered' changement de c o n s t r u c t i o n : i n f i n i t i f 'de l ' & t r e ' — p r o p o s i t i o n subordonnee r e l a t i v e 'that those avenues were "flowery"' t r a n s p o s i t i o n entre marques: pronom p e r s o n n e l a t t r i b u t • 1 ' ' — a d j e c t i f 'flowery' * mais l a c o n v i c t i o n de 1'employe l e s e b r a n l a i t . but Grand's c o n v i c t i o n on the s u b j e c t shook t h e i r confidence i n t h e i r memories. modulation:  l a f one t i o n  ' 1 ' employe'— l a personne 'Grand'  amplification explicative:  'on the s u b j e c t '  modulation: a b s t r a i t ' l e s e b r a n l a i t ' — c o n c r e t 'shook t h e i r confidence i n t h e i r memories' transposition: pronom personnel complement d i r e c t ' l e s ' — t o u r nominal ' t h e i r c o n f i d e n c e ' amplification explicative:  'in their  memories'  * I I s ' e t o n n a i t de l e u r i n c e r t i t u d e . He was amazed a t t h e i r u n c e r t a i n t y . modulation: v o i x pronominale ' s ' e t o n n a i t ' — v o i x p a s s i v e 'was amazed' * " I I n'y a que l e s a r t i s t e s q u i sachent r e g a r d e r . " " I t ' s o n l y a r t i s t s who know how to use t h e i r eyes," was his conclusion. concentration: 'ne . . . q u e ' — ' o n l y ' (Au l i e u de ' I t ' s o n l y a r t i s t s who know' i l nous semble q u ' i l a u r a i t ete beaucoup p l u s n a t u r e l , en a n g l a i s , de dire: ' A r t i s t s are the only ones who know') equivalence: eyes'  'regarder'—periphrase  'how to use t h e i r  48 amplification  subjective:  'was h i s c o n c l u s i o n '  * M a i s l e d o c t e u r l e t r o u v a une f o i s dans une g r a n d e excitation. But one e v e n i n g t h e d o c t o r f o u n d h i m i n a s t a t e o f much excitement. modulation: changement de symbole: evening' amplification modulation: 'much' *  descriptive:  'state  'une o f  changement de q u a l i f i c a t i f :  'grande'—  I I a v a i t r e m p l a c e " f l e u r i e s " p a r " p i e i n e s de f l e u r s " . F o r " f l o w e r y " he h a d s u b s t i t u t e d " f l o w e r - s t r e w n " r  modulation inverse: e f f e t 'remplace 'for . . . s u b s t i t u t e d ' modulation: *  fois'—'one  quantite:  'pleines  . . . par'—cause  de'—position  'strewn'  I I se f r o t t a i t l e s m a i n s . He was r u b b i n g h i s h a n d s .  modulation: v o i x p r o n o m i n a l e 'se f r o t t a i t ' — v o i x 'was r u b b i n g ' , ( f o r m e progressive) t r a n s p o s i t i o n e n t r e marques: adjectif possessif 'his'  *  article  defini  active  'les'—  " E n f i n , on l e s v o i t , on l e s s e n t . Chapeau h a s , messieurs'." "At l a s t one c a n see them, s m e l l them!. H a t s o f f , gentlemen'."  dilution:  'enfin'—'at  last'  mise e n r e l i e f : en f r a n g a i s : l a r e p e t i t i o n de 'on' compensee e n a n g l a i s p a r 1 ' a d d i t i o n de ' c a n ' e t d'un /'./ e n f i n de p h r a s e modulation: concret  s i n g u l i e r conceptuel 'hats'  'chapeau'—pluriel  49  modulation:  changement de  symbole:  * I I l u t t r i o m p h a l e m e n t . . . B o i s de T r i u m p h a n t l y he r e a d o u t . . . B o i s voir  notre  'has*—'off Boulogne. de B o u l o g n e .  35  p.  * Mais, l u s a haute v o i x , l e s t r o i s g e n e t i f s q u i t e r m i n a i e n t l a phrase resonnerent facheusement e t Grand h e g a y a un peu. But, s p o k e n a l o u d , the numerous " s " s o u n d s had a d i s a g r e e a b l e e f f e c t and Grand s t u m b l e d o v e r them, l i s p i n g h e r e and t h e r e . changement de s t r u c t u r e : le traducteur ayant e h o i s i f a i r e de l a p h r a s e de G r a n d un p a r a g r a p h e a e l l e s e u l e , i l en commence un a u t r e i c i modulation:  changement de  concentration:  'a h a u t e  symbole:  de  'lus'—'spoken'  voix'—'aloud'  adaptation: 'les t r o i s genetifs qui terminaient l a p h r a s e ' — ' t h e numerous " s " s o u n d s ' ( I I semble que l e t r a d u c t e u r a e s t i m e que l e p u b l i c a n g l a i s ne s e r a i t pas a u s s i b i e n v e r s e en m a t i e r e de grammaire que l e p u b l i c f r a n g a i s e t a des l o r s c h e r c h e une e q u i v a l e n c e p o u r l e mot ' g e n i t i f , malheureusement l a p h r a s e de G r a n d , en '.anglais, ne c o n t i e n t pas b e a u c o u p de "s") transposition: verbe ' r e s o n n e r e n t ' — l o c u t i o n verbale 'had a . . . e f f e c t ' transposition: adverbe ' f a c h e u s e m e n t ' — a d j e c t i f 'disagreeable ' modulation: cause 'resonnerent facheusement'—effet 'had a d i s a g r e e a b l e effect' adaptation: ' b e g a y a ' — ' s t u m b l e d o v e r them, l i s p i n g ' l ' e m p l o i du mot ' l i s p i n g ' e s t n e c e s s a i r e pour c o n t i n u e r 1'image e t p r o d u i r e l ' e f f e t des 'numerous "s" sounds' modulation: changement de symbole: — p o s i t i o n 'here and t h e r e '  quantite  'un  peu'  50  * II s ' a s s i t , l ' a i r accable. Puis i l demanda au doeteur l a p e r m i s s i o n de p a r t i r . He s a t down, c r e s t f a l l e n ; then asked the d o c t o r i f he might go. modulation: v o i x pronominale ' s ' a s s i t ' — l o c u t i o n verbale a l a v o i x a c t i v e 'sat down' transposition: groupe nominal 'crestfallen' c o n c e n t r a t i o n en a n g l a i s changement de s t r u c t u r e : en f r a n g a i s ponctuation: charniere (juxtaposition)  'l'air  accable'—adjectif  une phrase a n g l a i s e zero /./ (terminalson)  pour deux /;/  changement de c o n s t r u c t i o n : locution i n f i n i t i v e ' l a p e r m i s s i o n de p a r t i r ' — p r o p o s i t i o n subordonnee completive ' i f he might go' transposition: nom ' l a p e r m i s s i o n ' — v e r b e 'might' * I I a v a i t besoin de r e f l e c h i r un peu. Some hard t h i n k i n g l a y ahead o f him. equivalence modulation: of him'  cause  transposition: Les  ' I I a v a i t besoin  adverbe  de'—effet  'un p e u ' — a d j e c t i f  'lay ahead  'some'  t r e n t e - t r o i s pages q u i precedent auront done,  pensons-nous, presente au moins un exemple de l a p l u p a r t des  transformations  litteraire  p o s s i b l e s l o r s du passage d'un texte  de f r a n g a i s en a n g l a i s .  On aura p a r t i c u l i e r e -  ment remarque l a predominance de c e r t a i n s procedes techniques t e l s que l a modulation, sous ses d i f f e r e n t e s categories,  et 1'amplification soit explicative soit  d e s c r i p t i v e ; ces deux processus i n t e r e s s e n t l e s q u e s t i o n s  51  du l e x i q u e e t du message.  En ce q u i concerne  l'agen-  cement, i l y a a u s s i p l u s i e u r s exemples de changement de s t r u c t u r e s o i t de p a r t i e s de phrases, dans l e u r t o t a l i t e , a i n s i que dans l'enonce de  s o i t de phrases  de changements d'ordre  celles-ci.  A p l u s i e u r s e n d r o i t s , l e c h o i x que  f i t le  t r a d u c t e u r dans l a s e l e c t i o n de c e r t a i n s mots ou c e r t a i n e s tournures des p l u s heureux.  de phrases ne nous a pas  de  semble  Parmi c e u x - c i nous remarquons, par  exemple, l a t r a d u c t i o n de "des malades e t des morts" (notre p. 2 3 ) par  " s i c k persons and dead bodies",  qui  comporte deux a m p l i f i c a t i o n s nullement n e c e s s a i r e s e t qui a u r a i t ete beaucoup mieux rendue par the dead".  Nous avons analyse  "the  l e passage de  sick  and  "bonne  (notre p. 2 6 ) comme etant  v o l o n t e " a "large-heartedness"  mais en f a i t c ' e s t p l u t 6 t un choix  une  equivalence,  mot  e r r o n i , e t l'e.mploi de "good w i l l " eut mieux v a l u . Dans l a phrase f r a n g a i s e q u i s u i t  seulement demande a se rendre travaux") on sent une anglaise  ("II a v a i t  u t i l e dans de  c e r t a i n e h u m i l i t e que  ( " A l l he had asked was  d u t i e s " ) ne rend pas du tout?  de  petits l a phrase  to be a l l o t t e d  light  i l en r e s u l t e done  une  perte d'une p a r t i e du message, c e t t e p a r t i e t e l l e m e n t importante et p a r t i c u l i e r e m e n t d e l i c a t e a rendre, des  "sous-entendus" ou des  tonalites.  celle  52 Nous avons note dans 1 ' a n a l y s e m&me l ' e r r e u r de t r a d u c t i o n de "phrase" par "phrase" (notre p. 2 9 ) , mais il  nous semble tout a u s s i errone,  sinon a u s s i f l a g r a n t  sans doute, de t r a d u i r e "superbe" par "handsome" vu que " m a g n i f i c i e n t " ou "superb" sont de m e i l l e u r s synonymes et s u r t o u t du f a i t que Camus a t t i r e  1'attention  sur c e t  a d j e c t i f en f a i s a n t d i r e par Grand q u ' i l s'en "montra" ensuite  t r e s preoccupe".  (notre p. 3 7 )  Dans l a meme  phrase du texte, l e choix de rendre " a l l o n g e a i t " par "tended t o drag out" e s t a u s s i d i s c u t a b l e c a r t a n d i s que " a l l o n g e a i t " f a i t appel au rythme de l a phrase, out" f a i t appel a 1 ' a c t i o n  "drag  meme (notre p. 3 6 ) e t , de  p l u s , ne convient pas du p o i n t de vue du niveau de langue, 1 ' e x p r e s s i o n f r a n g a i s e etant p l u s En ce q u i concerne l a q u e s t i o n  elaboree.  du choix d ' a d j e c t i f ,  qui preoccupe t a n t Grand, comme on l e s a i t , l e t r a d u c t e u r une  f o i s encore ne s u i t pas l e s i n t e n t i o n s de l ' a u t e u r  quand i l c h o i s i t  de rendre "somptueuse" par " g l o s s y " q u i  s i g n i f i e en f a i t  " r e l u i s a n t e " , 1 ' a d j e c t i f qui vient  d'etre r e j e t e . (notre p. 4 3 ) I I e s t done b i e n evident que l a t r a d u c t i o n ne d o i t pas seulement s'occuper de "rendre des mots" dans une  autre  suit,  langue:  comme on l e v e r r a dans l a p a r t i e q u i  l e lexique, l e traducteur  d o i t t o u t d'abord  t r a v a i l l e r non s u r des mots mais s u r des groupes de mots,  53 a f i n  d'en  p o s s i b l e . de  mots  dans de  rendre  le  E n s u i t e ,  sont  langue  c e l l e - c i .  Cette  l ' o b j e t  i l  de  l a  d'une  d o i t  t r a n s p o s e s  1 ' a u t r e  f e r a  sens  en  fagon  s ' a s s u r e r phrases  repond  a u s s i  aux  q u e s t i o n  dont  ces  l a  e x i g e n c e s  du  t r o i s i e m e  que  p r e c i s e  groupes  c o n s t r u c t i o n  de  t r a i t e m e n t  p a r t i e ,  que  s t r u c t u r e de  c e l l e  l a  phrase  concernant  1'agencement.  i l  s e r a  Finalement,  l a  q u e s t i o n  1'importance  sous-entendus, l e s  remarques  sens. meme  l e u r  c ' e s t - a - d i r e  q u i  perte  p l u s  Avant r a t i o n ,  l e s q u e l l e s  i l  chaque  le  i l  f a u d r a  ces sont  u n i t e s le  ne  moins de  prendre  ou  l e s  de  l a  t o t a l i t e  b i e n b i e n  du  de que  t r a v a i l l e r  procedes usage  langue notre  pouvant  dans  de  face  et  dans du  mots  n i  e x t r a -  r i s q u e r  un  en  t e x t e ,  le  ces  s e r o n t  pour  passage deux  d o i t  sur  t r a d u c t i o n  e f f e c t e u r  une  c o n s i d e -  u n i t e s  de  p a r t i e .  e t r e  l ' a u t e u r .  q u e l s  1 ' a u t r e :  deuxieme  a  l e s  techniques pour  sans  elements  s e r o n t  des  vu  " s i t u a t i o n " ,  i g n o r e s  ces  non  l a  message  tous  q u e l l e s  des  concernent souvent  ou  seconds, l ' a u r a  t r a d u c t e u r ,  f a u t  f a i r e  d'une  s u j e t  le  sens  message,  on  e t r e  grande  d e c i d e r l u i  q u i ,  des  le  comme  p l u s  mais  peuvent  neanmoins,  d ' a b o r d  l u i  f a i t s  le  p a r t i e ,  q u i ,  p r e c e d e n t ,  decoule  de  ou  t o n a l i t e s  c o n t e x t e ,  l i n g u i s t i q u e s ,  tout  des  C e l u i - c i de  de  quatrieme  dont de  q u e s t i o n s  Le (selon  le  DEUXIEME  PARTIE:  l e x i q u e ,  ou  e s t  r e p e r t o i r e  de  s e l o n " e s t et  F.  de  de  sa  signes  Vinay  s i g n i f i a n t ] . "  (Cours  28)  "Le le  Le  note  (p.  souvent  ne  langue  c o n t e m p o r a i n ,  et  D a r b e l n e t La  comme  n o t i o n  concept  e c r i t e  ou  s i g n i f i e q u ' u n  [ l e  [le  d e f i n i t  sa  aspect  signe  s i g n i f i e ]  ne  dans  de  generale)  p a r l e e  s i g n i f i a n t  un  t o t a l i t e .  du  s i g n i f i e . "  29)  II n'importe mot  i l  d'une  L i n g u i s t i q u e  d'un  q u ' e x c e p t i o n n e l l e m e n t p l u s  de  l i n g u i s t i q u e (p.  mots  l i n g u i s t i q u e s .  i n d i s s o l u b l e  forme  des  f r a n g a i s  par  Saussure  1'union  du  d e f i n i  LEXIQUE  r e c u e i l  D i c t i o n n a i r e  L a r o u s s e ) ,  LE  q u i  s u f f i t q u e l  n ' a  rendu  que  a l o r s  pas.  bon  q u ' u n  par  pour  ce  sens, s e u l  parmi  q u i  l e s  passage  mot;  l e s  synonymes  une  autre  langue  demontre  synonymes  d'une  langue  e s t  s o i t b i e n  le  u n i l i n g u e ; ce  rare  s i g n i f i c a t i o n  precede  que  meme,  dont  q u i  et  De  en  exemple  ce  d i c t i o n n a i r e  t r a d u i t l a  prouver  que  54  mot par  l a  une  ne  un  ne  l a  a p p r o p r i e e s t  e s t  p u i s s e  s e u l  d i f f i c u l t y  autre  rare  le  etre  n ' e x i s t e r a i e n t  q u i  exactement  mieux  dans  le  sens  d ' o u v r i r  peut autre  meme. de  au  etre mot Un  c h o i s i r sens  note  l o r s  par  du  Roman  55 Jakobson  p a r l a n t  f r a n g a i s  e s t  i s  terme  " b a c h e l o r "  " c e l i b a t a i r e "  " c e l i b a t e " . c e l i b a t e  du  Or a  comme  le  b a c h e l o r ,  q u i  veut  remarque  dont a u s s i  1 ' e q u i v a l e n t d i r e  Jakobson  but  not  every  f a u d r a i t  des  l o r s  en  a n g l a i s  " e v e r y  b a c h e l o r  i s  a  2< c e l i b a t e "  ^  synonyme,  "an  le  meme  et  unmarried  sens.  q u e s t i o n  V i n a y  dans  d ' e x t e n s i o n  ce  ou  c o n c o r d a n t s ,  i l  man",  o b t e n i r  D a r b e l n e t  examinent  q u ' i l s  a p p e l l e n t  l e s  nous  y  de  champs  reviendr.ons  un  autre  exactement  et  problemes  et  pour  c h o i s i r  c e t t e  problemes  semantiques  non-  a  ce  l a  f i n  de  c h a p i t r e - c i . Unite  de  pensee:  u n i t e  Cherchant B a l l y  a p p e l l e  "un  mot  par  ce  ou  n ' e s t terme  e c r i t ,  le  t r a d u c t i o n  d e l i m i t e r  mot  pas on  a  de  une  " u n i t e  forcement  entend  c o r r e s p o n d  ce  a  l e s  une  d ' e x p r e s s i o n ,  i l l u s o i r e "  une  q u i ,  f a i t s  u n i t e dans  u n i t e  car,  d i t - i l ,  l e x i c o l o g i q u e  un  c o n t e x t e  indecomposable  s i  p a r l e de  l a  2 6 pensee." de par  Cette  t r o i s  formes.  exemple:  c ' e s t - a - d i r e un  s e u l  mot  p l u s i e u r s " t o u t  de  u n i t e E l l e  t a b l e ; que  de  pensee  peut  §tre  e l l e  deux  u n i t e s  ( c u i l l e r e e ) ;  mots, s u i t e "  comme q u i  peut  par  " n ' a  ou  de  se un  e t r e  presente simple une  pensee  1 ' u n i t e  exemple conserve  de  mot,  p a r t i e sont  pensee  sens  une  comme de  mot,  comprises  1 ' e x p r e s s i o n le  sous  s ' e t e n d  en sur  a d v e r b i a l e  d'aucun  des  56 t r o i s mots qui l a composent [mais] en a acquis un par 27 elle-meme." '  Vinay e t Darbelnet  d i s t i n g u e n t ces memes  c a t e g o r i e s parmi l e s u n i t e s de t r a d u c t i o n e t l e s i d e n t i f i e n t respectivement comme u n i t e s simples,  unites  f r a c t i o n n a i r e s e t u n i t e s d i l u e e s . (p. 39) J . Marouzeau d e c r i t e t resume l a q u e s t i o n en ces termes:  "La langue s e r a i t done l e catalogue des  s i g n i f i a n t s e t de l e u r s r a p p o r t s aux s i g n i f i e s ,  represents  par l ' i n v e n t a i r e que f o u r n i t l e d i c t i o n n a i r e e t l a s y s t e m a t i s a t i o n que c o n s t i t u e l a grammaire. . , . Mais d'abord l a langue, m&me l a mieux f a i t e , imparfait  . . . incapable  e s t un instrument 28  de f o u r n i r une t r a d u c t i o n  adequate meme de l a pensee l a p l u s c l a i r e e t l a mieux analysee  . . . Le r e s u l t a t , c ' e s t que 1'expression 28 l i n g u i s t i q u e n'est jamais qu'une t r a d u c t i o n approxima29 t i v e de l a pensee." Done pour c e t t e premiere etape de l a t r a d u c t i o n , l e s u j e t p a r l a n t a a s a d i s p o s i t i o n l e mot, n o t i o n vague s ' i l en f u t .  Une f o i s l e s mots groupes en phrase, "on  s ' a p e r g o i t v i t e que l e mot n'a que t r e s rarement une existence  autonome, que ce qui e s t r e e l e t fondamental 30  dans l'enonce, c ' e s t l e groupe de mots." Pour toutes ces r a i s o n s , en g e n e r a l , Vinay e t Darbelnet  n'ont pas adopte l e mot comme u n i t e de  t r a d u c t i o n , mais a u s s i e t s u r t o u t parce que, d i s e n t - i l s ,  57  avec l e mot  "on ne v o i t p l u s c l a i r e m e n t  double du signe e t que  l a structure  l e s i g n i f i a n t prend une  exageree par r a p p o r t au s i g n i f i e .  place  [Or] l e t r a d u c t e u r  . . . p a r t du sens e t e f f e c t u e toutes ses  operations  de t r a n s f e r t a l ' i n t e r i e u r du domaine semantique. l u i f a u t done une  u n i t e [de t r a d u c t i o n ] qui ne  II  soit  pas  e s s e n t i e l l e m e n t f o r m e l l e , " (p. 3 7 ) e t l ' u n i t e q u i repond aux besoins  du t r a d u c t e u r e s t done l ' u n i t e de pensee.  l i s d e f i n i s s e n t l e s u n i t e s de t r a d u c t i o n comme etant "des  u n i t e s l e x i c o l o g i q u e s dans l e s q u e l l e s l e s  elements du l e x i q u e concourent a 1'expression  d'un  seul  element de pensee" ou p l u s exactement a i n s i q u ' i l s l e notent  eux-memes "1'element de pensee predominant dans  t e l segment de l'enonce," (p. 3 7 . note 9 ) l e contexte  met  element  en avant e t l e s e u l s i g n i f i e que  t r a d u c t e u r se d o i t de  que le  garder.  Comme i l a d e j a ete note p l u s haut, l e s u n i t e s de t r a d u c t i o n se d i v i s e n t en t r o i s c a t e g o r i e s : simples,  f r a c t i o n n a i r e s , et d i l u e e s .  Ces  unites  dernieres  sont a l e u r tour s u b d i v i s e e s en d i f f e r e n t s groupes s u i v a n t un classement propose par B a l l y e t r e p r i s  par  31 J . Darbelnet.  Les t r o i s premiers groupements sont  s e r i e s d ' i n t e n s i t e q u i servent uniquement a r e n f o r c e r s o i t l e nom absolue"),  (par un c e r t a i n a d j e c t i f : soit l'adjectif  une  "necessite  (par un c e r t a i n adverbe:  "grievement b l e s s e " ) , s o i t l e verbe  (par un c e r t a i n  des  58  adverbe:  " r e f u s e r categoriquement"), e t l e quatrieme  q u i e s t c e l u i des l o c u t i o n s v e r b a l e s ou un nom  appelle  un c e r t a i n verbe mais q u i sont souvent 1 ' e q u i v a l e n t d'un verbe simple "se  ( " f a i r e unepromenade" q u i e s t synonyme de  promener").  Procedes  techniques de  traduction  I I e s t done e t a b l i que sur des u n i t e s de pensee, l e s d i f f e r e n t s groupes  l e t r a d u c t e u r operera  e t non sur des mots, e t que  de ces u n i t e s correspondent a  de semblables c a t e g o r i e s d ' u n i t e s de t r a d u c t i o n .  II  c o n v i e n t e n s u i t e d'examiner en d e t a i l l e s techniques au moyen d e s q u e l l e s i l e f f e c t u e r a l e passage  de ces  u n i t e s d'une langue dans une a u t r e , e t en ce q u i nous concerne, c e l l e s - c i et 1 " a n g l a i s .  sont respectivement l e f r a n g a i s  I I f a u t noter des maintenant  procedes s ' a p p l i q u e n t a l a t r a d u c t i o n non  que  ces  seulement  sur l e p l a n du l e x i q u e q u i f a i t l ' o b j e t de ce c h a p i t r e c i , mais a u s s i sur l e s plans de 1'agencement e t du message e t u d i e s dans l e s c h a p i t r e s q u i s u i v e n t . Ces procedes, d i s e n t Vinay et Darbelnet, " a p p a r a i s s e n t m u l t i p l e s au premier abord, mais se l a i s s e n t ramener a sept, correspondant a des  difficultes  d'ordre c r o i s s a n t , e t q u i peuvent  isolement  ou a l ' e t a t combine." (p, 4 6 )  s'employer  Les t r o i s  premiers  59  precedes,  l'eraprunt,  l i t t e r a l e  sont  q u i  ne  l a  d i t s  r e q u i e r e n t  s t y l i s t i q u e s  speciaux  1'adaptation  qui  l a  caique,  t r a d u c t i o n ,  l i n g u i s t i q u e (p.  47);  le  La  Chute;  par du  le  t r a h i t  caique, Un  des  plus'  en  t r a d u c t i o n  procedes  quatre  a u t r e s ,  de  et  t r a d u c t i o n  o b l i q u e .  l i t t e r a l e  simple  p a r t , de  est  de  ces  au  tous  "une  est  par  meta-  inconnu)" emprunt  procedes en  procedes  lacune  un  l a t i n  "Br."  l e s  concept  t r a d u i t  emprunt  a n g l a i s  aux  d i r e c t e  1 ' e q u i v a l e n c e  n o u v e l l e ,  exemple  t r a d u c t i o n  d'aucuns  generalement  "somnambule"  et  de  procedes  d'autre  " s o m n a m b u l i s t s " ,  l a  contrairement  (technique  f r a n c a i s ,  procedes  t r a d u c t i o n  l i t t e r a l e m e n t .  et  m o d u l a t i o n ,  sont  L'emprunt, de  des  caique  1 ' i n t e r v e n t i o n  t r a n s p o s i t i o n ,  Emprunt,  le  t r a d u i t  r e l e v e  a n g l a i s par  dans  " U . S . "  1 ' i n t e r m e d i a i r e  " s l e e p - w a l k i n g "  q u i  32 est  l u i  un  c a i q u e .  B a l l y "une les  considere  s i g n i f i c a t i o n symboles  echanges  et,  qui  f o n t  s u f f i r a i e n t  a  europeenne'  dont  meme  l a  etre  e x p l i q u e e  s o c i a l e  pour  se  t r a d u c t i o n "par  a  deux  comme  ayant  que  l i n g u i s t i q u e  d i r e ,  l e s  temoins  peuple  a  1'existence [ d e j a ]  l i t t e r a l e , une  procedes  autant  a i n s i de  prouver i l  ces  ete ou  c e r t a i n e  peuple de  .  cette  q u e s t i o n mot  .  a  .  .  .  .  des [ i l s ]  ' m e n t a l i t e .  mot,  convergence  .  . " ^  peut des  De a u s s i pensees  60  et  p a r f o i s  l e s  des  s t r u c t u r e s  que  l ' o n  de  1*Europe."  (p.  48)  langues En  egalement  ce  q u i  concerne  remarquer  que  l e s  s i  observe  emprunts,  " t o u t e s  l e s  b i e n  i l  dans  f a u t  langues  modernes  34 en  sont  que c i  l ' a n g l a i s sont  ete ne  sont  ne  f o n t  d ' o r i g i n e  p l u s  ne  nous  f r a n g a i s  q u i  IXerae  Xeme  a u t r e s , d i r e  que  que  ces  beaucoup  r e p a s s e r e n t d o u b l e t s  a  pour  i c i , de  i l  l a  des  termes  nouveau  en  de  de  de  f r a n g a i s  t e l s  que,  a  langues  l ' a n c i e n e n v i r o n s  et  et,  i l  passes c r e a n t  entre  sans  apres  p a r t i r en  des entre  va  f r a n g a i s A  q u ' i l s  exemple).  deux  aux  p l u s  e t a i e n t  depuis  (comme  n a v i g a t i o n  au  ceux-  sorte  notre  c a r d i n a u x ;  enormes.  de  t e l s  l e s  b i e n  ont  de  remonter  l ' a n g l a i s  q u i  etymologiques  comme  entre  f a u t  deviennent  termes  langue  c e l u i  p o i n t s  de  q u ' i l s  1 ' A n g l o - s a x o n ,  f u r e n t  emprunts des  dans  a u s s i  beaucoup  ancienne  emprunts  quatre  normande  f r a n g a i s  c o n s i d e r e s  l e s  emprunts  le  e x c e p t i o n ,  cas  s i e c l e s des  l e s  1 ' i n v a s i o n s i e c l e ,  le  emprunta  ceux  et  a s s i m i l e s  i n t e r e s s e n t  ou  pas  couramment  note  ,  t e l l e m e n t  certainement  l ' o n  q u i  et  s a t u r e e s " ^  completement  c ' e s t Si  comme  du  p l u s en  XVIIeme nombreux  a n g l a i s  a i n s i  a u t r e s ,  des cabane  et  3 S  c a b i n e ,  e t i q u e t t e D ' a u t r e  B a l l y  l e s  formees  et  p a r t ,  d e f i n i t  t i c k e t , en  comme  automatiquement,  ce  humeur q u i  etant par  et  humour.  concerne  "des  mots  t r a d u c t i o n  l e s et  J  c a i q u e s ,  des  l o c u t i o n s  mecanique,  sur  61  l e modele d'autres e x p r e s s i o n s t i r e e s d'une etrangere  . . ."^  langue  I I remarque egalement que " l e caique  p a r a i t p l u s f r e q u e n t quand i l s ' a g i t de t r a d u i r e des i d e e s , des a b s t r a c t i o n s , des sentiments? langues  [que] l e s  q u i ont 1 ' i n s t i n c t de l a composition, comme  l'allemand, c a l q u e n t p l u t & t q u ' e l l e s n*empruntent, lorsque l e mot etranger e s t lui-m§me compose; [que] c ' e s t presque t o u j o u r s par l e caique que l e s e x p r e s s i o n s i d i o m a t i q u e s , l e s l o c u t i o n s composees de p l u s i e u r s mots 37 passent  d'une langue  dans une a u t r e . ' n y  Comme ce f u t  l e cas pour l e s emprunts, un grand nombre de caiques  sont  t e n e m e n t anciens q u ' i l s f o n t maintenant p a r t i e du v o c a b u l a i r e au meme t i t r e  que l e s mots ou e x p r e s s i o n s  q u i n'en sont p o i n t . On se souviendra que ces deux procedes que  l a traduction l i t t e r a l e  ainsi  sont d i t s des procedes de  t r a d u c t i o n d i r e c t e q u i des l o r s ne r e q u i e r e n t 1 ' i n t e r v e n t i o n d'aucuns procedes  stylistiques  speciaux.  Ce  sont s o i t des t r a d u c t i o n s automatiques, s o i t du mot h. mot  e t i l importe  peu pour l a v a l e u r de l a t r a d u c t i o n  que  c e l u i qui l a f a i t  s o i t c o n s c i e n t ou non que t e l mot  e s t un emprunt ou que t e l l e e x p r e s s i o n e s t un c a i q u e . Le probleme i n h e r e n t a ces procedes  n'est done pas t a n t  l e u r i d e n t i f i c a t i o n mais p l u t & t l e s abus que f o n t c e r t a i n s t r a d u c t e u r s de l e u r emploi.  Vinay e t Darbelnet en c i t e n t  62  quelques-uns  t e l s  "l'homme  de  l a  "the  man  i n  the  v a l u  d i r e  (pour  " l e  que  r u e "  "l'homme  t r a d u c t i o n  s t r e e t " )  F r a n g a i s  d ' a r t i c l e s  moyen"?  semblent "Rose,  a v o i r  emue,  s u r  chacun  (p.  l a  (pour  a c c e p t a b l e a u r a i t  ou  "compagnon  l e  4 8 ,  l i s t e  . . . "  r u e "  q u ' i l  note  t r a d u c t i o n  l e u r  r e p o n d i t  l a  encore  a l o r s  " f e l l o w - t r a v e l l e r " ) ,  auteurs  dans  de  ("The  e t  mieux  14)  de  r o u t e "  P l u s i e u r s  ses  problemes  " p e r l e s " p i n k  de  t e l l e s  emeu  que  l a i d  38  egg")  another  ,  J  ou  "medicine  c h e s t "  ("medicine  a  39 p o i t r i n e " ) ^  o u ,  encore,  "match-makers"  ( " f a b r i c a n t s  d ' a l l u m e t t e s " ) ^ ° . II du  e s t  genre  evident  q u i  nous  a u s s i  g r o s s i e r e s ,  pas.  Neanmoins,  r e v o l t e " ,  p a r  d ' e r r e u r s  dues  ou  i l  a u r a i t  Konrad  F.  que  t r a d u c t i o n  i c i ,  ou  g r o t e s q u e s ,  d i s o n s  dans  l a  Bower,  f a i r e  dans  un  des  premiere  l ' e m p l o i  f a l l u  Bieber  une  i n t e r e s s e  Anthony a  dans  f a u t e s ne  d ' a u t r e s  a r t i c l e  t r a d u c t i o n  se  sont  t r a d u c t i o n s  usage  de  t r a d u c t i o n  nombreux  de  l i t t e r a i r e  r e t r o u v e n t de  l e s  "L'Homme cas  l i t t e r a l e s  l a  p r o c e d e s .  i n t i t u l e  "The  T r a n s l a t o r  4 l — F r i e n d  o r  f l a g r a n t e s premiere  Foe ?" -  e r r e u r s  v e r s i o n .  quelques-unes probleme 1'usage  que a  bon  q u i pose  enumere parmi Nous  une  p l u s en  avons  i l l u s t r e n t 1'ignorance  e s c i e n t  de  l a  de  s o i x a n t a i n e 500  des  re l e v e e s  c h o i s i  parmi  p a r t i c u l i e r e m e n t ou  l a  n e g l i g e n c e  t r a d u c t i o n  p l u s  dans  c e t t e  c e l l e s - l a b i e n de  l i t t e r a l e .  l e  63  Chaque e x t r a i t de 1 ' o r i g i n a l f r a n g a i s e s t s u i v i de l a t r a d u c t i o n erronee (premiere v e r s i o n ) l a traduction corrigee  e t , e n s u i t e , de  (deuxieme v e r s i o n ) .  * "L'ascese n i e t z s c h e e n n e , p a r t i e de l a r e c o n n a i s s a n c e de l a f a t a l i t e , a b o u t i t a une d i v i n i s a t i o n de l a f a t a l i t e . " (p. 9 5 ) The N i e t z s c h e a n experiment, which i s p a r t o f the . r e c o g n i t i o n o f f a t a l i t y , . . . (p. 64) N i e t z s c h e a n a s c e t i s m , which b e g i n s w i t h the r e c o g n i t i o n of f a t a l i t y , . . . (p. 7 2 ) " I I n'y a done qu'une s e u l e i s s u e : 'Venger l e meurtre du peuple p a r l a mort du r o i . ' " (p. 148) Therefore, there  i s o n l y one i s s u e :  Therefore, there (p. 119)  i s o n l y one s o l u t i o n : . . .  * "Le p r e m i e r p o i n t de vue a f a i l l i l e s a l t . " (p. 280)  . . . (p. 91)  t r i o m p h e r , on  We know t h a t the f i r s t p o i n t o f view f a i l e d t o e s t a b l i s h i t s e l f , (p. 204) We know t h a t the f i r s t p o i n t o f v i e w a l m o s t triumphed, (p. 2 3 5 ) * " L ' a r t romanesque, p a r ses o r i g i n e s , . . . (p. 3 2 2 ) Romantic a r t , by i t s o r i g i n s , . . . (p. 2 3 7 ) L i t e r a r y a r t , by i t s o r i g i n s , . . . (p. 2 6 9 ) "La v r a i e m a l t r i s e c o n s i s t e a f a i r e .justice des p r e j u g e s du temps, . . . (p. jEo) R e a l mastery c o n s i s t s i n c r e a t i n g .justice out o f the p r e j u d i c e s o f the times"! i . . (p. 26"7)  64 R e a l mastery c o n s i s t s i n r e f u t i n g the p r e j u d i c e s of the t i m e s , , . . (p. 300) Ces quelques exemples demontrent mieux que ne p o u r r a i e n t l e f a i r e de longues d i s s e r t a t i o n s , l e s p i e g e s que ces procedes de t r a d u c t i o n d'apparence s i s i m p l e s ( t e l l e que l a t r a d u c t i o n l i t t e r a l e ) tendent a ceux q u i n'ont pas d'abord e t avant t o u t b i e n compris ce q u ' i l s avaient a traduire. Transposition, modulation Mais i l e s t temps d'en v e n i r a un e s s a i de d e f i n i t i o n p l u s p r e c i s e des p r i n c i p a u x procedes de t r a d u c t i o n dont 1*analyse s t y l i s t i q u e comparee de n o t r e premiere p a r t i e r e v e l e l a f r e q u e n c e . Des q u a t r e procedes de t r a d u c t i o n o b l i q u e , l e premier, l a t r a n s p o s i t i o n , e s t c e l u i q u i "consiste a r e m p l a c e r une p a r t i e du d i s c o u r s par une a u t r e , sans changer l e sens du message." (p. 50)  I I yea d i f f e r e n t e s  c a t e g o r i e s de t r a n s p o s i t i o n comme i l y a d i f f e r e n t e s p a r t i e s du d i s c o u r s , e t e l l e s s e r o n t s o i t f a c u l t a t i v e s , s o i t o b l i g a t o i r e s , s u i v a n t que l a t o u r n u r e de base se p r e t e au c a i q u e ou non.  Le meme c h o i x se p r e s e n t e pour  l a m o d u l a t i o n , l e procede s u i v a n t , q u i e s t "une  variation  dans l e message, obtenue en changeant de p o i n t de vue, d ' e c l a i r a g e . " (p. 51)  G. Panneton, a q u i V i n a y e t  65  Darbelnet "nous  empruntent  a f f i r m o n s  c e l l e - c i  en  le  r e g i e  d'harmoniques,  le  r o l e de  comme  terme  m o d u l a t i o n ,  de  m o d u l a t i o n ;  l a  d i s a i t : nous  t r a d u c t i o n ,  de  nuances  nous  en  l o i  posons  l a  f i x o n s  et t r a n s p o s i t i o n ,  43 somme  t o t a l e  des  Comme p a r t i e  de  on  cette  constamment  au  aucun  l e s  doute  exemples  l a  " U . S . " ;  cours  La  t r a d u c t i o n le  p l u s  en  meme  mentionne "Au dieux et des a b s i b l e u ecr lumiere  d e j a ces  mais que  dans  s u i v i  cette  f o i s  lorsque  v o i c i  dans  " B r . "  In s p r i n g T i p a s a i gods speak i n the sun leaves, the s i l v e r - a r m the sky, the f l o w e r - c o great b u b b l e s among th  J  procedes  En  f r a n c h i s e  printemps, T i p l e s d i e u x p a r n t h e s , l a mer u, l e s r u i n e s a gros b o u i l l o  ."  t r a d u c t i o n ,  f o i s  est  .  remarque  u s i t e s .  a n g l a i s ordre  .  deux  d'une  cette  phrase  t r a n s f o r m a t i o n s sera  1'aura etude,  c h o i s i s  (Noces).  m o d u l a t i o n s ,  "Noces est  et  l a  r e v i e n n e n t  i l s  sont  encore a  s u i v i e  e n s u i t e  pour  1 ' a n g l a i s  In the s p r i n g , T i p a the gods speak i n the s leaves, i n the s i l v e r a blue sky, the f l o w e r co b u b b l e s of l i g h t among  s a i s i un and rmor of vered r the hea  quelques  T i p a s a " d'abord en  en  n h a b i the s the u i n s ps of  des  est  t e d by gods scent of ab a, the blue i n s and the of stone.  de  a n g l a i s  " U . S . "  a s a est habitee par l e n t dans le s o l e i l c u i r a s s e e d ' a r g e n t , couvertes de f l e u r s n s d a n s l e s amas de  i n h a b i d the r e d se r e d r u heaps  sans  1'analyse  1'expression  s an o u v e e  premiere  ne d i f f e r e n t e .  l e s et l ' o d e u r le c i e l et l a p i e r r e s . "  and the sinthe glare of l i g h t i n  t e d by g cent of sea, i n and the stone.  ods and absinthe the raw g r e a t  66  *  T i p a s a  T i p a s a  est i s  m o d u l a t i o n : a r t i c l e  *  l ' o d e u r the  habitee  i n h a b i t e d  par  by  l e s  gods  d i e u x  p a r t i c u l i e r , a r t i c l e d e f i n i ' l e s ' — g e n e r a l , i n d e f i n i q u i n'a p a s de p l u r i e l e n a n g l a i s  des  scent  a b s i n t h e s ,  of  absinthe  leaves,  a m p l i f i c a t i o n e x p l i c a t i v e ' : ' l e a v e s ' pour combler une lacune m e t a l i n g u i s t i q u e , ces p l a n t e s s e m i - t r o p i c a l e s n ' e t a n t pas o r i g i n a i r e s d'un c l i m a t anglo-saxon  *  l a mer c u i r a s s e e d ' a r g e n t , the s i l v e r - a r m o u r e d sea, i n the s i l v e r armor of the  sea,  t r a n s p o s i t i o n s : a d j e c t i f ' c u i r a s s e e * ( a n g l a i s " B r . " a d j e c t i f 'armoured')—nom 'armor* ( a n g l a i s " U . S . " ) nom ' a r g e n t ' — a d j e c t i f ' s i l v e r ' (La t r a d u c t i o n a n g l a i s e " B r . " , p l u s l i t t e r a l e , a l a m&me f o r c e que l a metaphore f r a n g a i s e . E l l e evoque par sous-entendu l a v i o l e n c e du s o l e i l , l a lumiere aveuglante de l a r e f l e x i o n du s o l e i l par l a surface de l a mer semblable a une c u i r a s s e d ' a r g e n t ; t a n d i s que l a t r a d u c t i o n a n g l a i s e " U . S . " ( l a c u i r a s s e argent de l a mer) ne p r o d u i t qu'un e f f e t d e s c r i p t i f )  *  le the i n  c i e l  b l e u  blue the  e c r u ,  g l a r e  raw  of  blue  the  sky,,  sky,  t r a n s p o s i t i o n :  a d j e c t i f  ' e c r u ' — n o m  *  k gros b o u i l l o n s i n great bubbles bubbles of l i g h t  ' g l a r e ' — a d j e c t i f  'raw' m o d u l a t i o n : changement de s y m b o l e : ' e c r u ' (unbleached, n a t u r a l - c o l o u r e d ) — ' g l a r e * (lumiere c r u e ) — ' r a w ' (cru)  et l a lumiere and the l i g h t and the great  g r a m m a t i c a l i s a t i o n 'a* — ' i n '  de  l a  p r e p o s i t i o n  en  f r a n g a i s :  67 m o d u l a t i o n :  changement  m o d u l a t i o n :  cause  *  de  ' b o u i l l o n s ' — e f f e t  ' g r o s ' — ' g r e a t '  ' b u b b l e s '  d a n s l e s amas de p i e r r e s . among the heaps o f s t o n e .  m o d u l a t i o n :  a b s t r a i t  m o d u l a t i o n :  p l u r i e l  c o n c e p t u e l  Ces  ' d a n s - — c o n c r e t c o n c r e t  deux  s e r o n t  c h a p i t r e  de  dans  (modulation  c e l u i - c i  a u s s i  le  message.  e t u d i e s  l e s  1 ' e q u i v a l e n c e  E q u i v a l e n c e ,  II rendent des  l a  a i n s i  d e r n i e r  q u ' a u  de  l a  m o d u l a t i o n c h a p i t r e  c h a p i t r e  procedes  p a r t i c u l i e r " s o n t l a  l a  p l u p a r t  .  .  .  le  s e r o n t  t r a d u c t i o n ,  sont  52)  en  entierement de  p l u s  ce  du  de  f o n t  d ' i d i o t i s m e s ,  mettant  e s t  II  p a r t i e  de  s u b s t a n t i v a l e s  oeuvre (p.  52)  l e s syntagmatique,  en  r e s u l t e  d'un  c l i c h e s , ou  t e x t e s  en  que  nature  message. et  "deux  d i f f e r e n t s . "  procede  souvent  f i g e e s  l o c u t i o n s  l o r s q u e  s i t u a t i o n  t o t a l i t e  p h r a s e o l o g i q u e de  equivalence  meme  s t y l i s t i q u e s  i n t e r e s s e n t  (p.  ce  d e r n i e r s  d'une  d'une  et  e t c . "  l e x i c a l e )  d e t a i l ,  1 ' a d a p t a t i o n .  s ' a g i t  e q u i v a l e n c e s  p r o v e r b e s ,  en  a d a p t a t i o n .  c a r a c t e r e  t o i r e  e t u d i e s  l'agencement,  Dans  deux  et  compte  moyens  ' p i e r r e s ' — s i n g u l i e r  procedes  au  concernant  'among'  ' s t o n e '  t r a n s p o s i t i o n  Un  q u a l i f i c a t i f :  que  r e p e r -  de  a d j e c t i v a l e s ,  68 De au  f a i t  f r e q u e n t e s  que  e x p r e s s i o n de  l a  s e r t  le ou  a  s u j e t  des  c i t e  "these  t r o i s Cahier ronge  G r i s  rendre  .  .  .  d e r n i e r  c o n s i d e r e n t  comme  equivalence  l o r s q u e ]  l a  n ' e x i s t e  pas  r a p p o r t  pere  dans a  une l i s  a n g l a i s  une  donnee  [et  l ' o n  a  "un  cas  autre  'I  a u r a i t  ete  que  52-53)  .  ' n i  que  .  le  langue],  comme  ne  'je  de  des  Le s u i s  devoured  mieux  sa  by  le  1'equivalence, s ' a p p l i q u e  message  se  et  §tre  d o i t l ' o n  exemple  t e l l e ' ]  f a i t  l a  pas  r e f e r e creee  juge  "le  sur  et  D a r b e l n e t  [ q u i  que  f i l l e  septieme  et  de  p a s s e r a i t  comme  le  Vinay  .  s i t u a t i o n  q u i  c r i t i q u e  T h i b a u l t ,  am  p a r t i c u l i e r  d'embrasser  i l  d e a t h ' " ^  l a q u e l l e  c i t e n t  des  1 ' a d a p t a t i o n ,  [ l ' a u t r e  se  groupes  c e u x - c i ,  1'etude  par:  s i t u a t i o n s . a  et  exemples  t r o i s  a u t r e s ,  to  apergu  quelques  Parmi a  pas  t r a d u c t i o n  des  volume  t r a d u c t i o n  a j o u t e r  (pp.  (un  dues  equivalence  d'une  entre  w o r r i e d  c u l t u r e l l e  peut  f r a n g a i s . "  de  une  ou  rendu  amene  s ' e s t  mentionne  q u ' i l  s i t u a t i o n  e q u i v a l e n t e . " un  de  a  sont  c e r t a i n e  ne  consacree  est  am  nous  procede  en  montre,  'I  mots,  premier  [ a l o r s  p a r : ] C e c i  par  du  une  d i l u e e s ) .  M.A.  d ' i n q u i e t u d e '  a n x i e t y '  a  d ' i n t e n s i t e  de  [ q u i ]  face  caique  t r a d u c t i o n  t r a d u c t i o n s  t r a d u c t i o n  r e c o u r s  d'un  s e r i e s  de  de  D a r b e l n e t  de  une  groupe  d ' a v o i r  J .  d ' u n i t e s  une  un  c o n t r a i r e  l i t t e r a l e . au  t r a d u c t e u r ,  n e c e s s i t e au  e r r e u r s  pour  bouche t e l l e  dans  le  comme q u e l l e  texte  69 Les sont  l e s  p l u s  executee qui  problemes  complexes  entre  n ' o n t  langues  aucun  l o r s q u e ou  c o n t a c t  aucune  connaissance  l e u r ,  Eugene  a r t i c l e  d ' e q u i v a l e n c e s  de  N i d a  en  " P r i n c i p l e s  l a  et  t r a d u c t i o n  d i a l e c t e s  l e s  uns  de  avec  of  t r a n s l a t i o n  as  n i  que  exemples  e t r e  d ' i n d i v i d u s  a u t r e s  a u t r e s  p l u s i e u r s  d o i t  groupes  l e s  c i v i l i s a t i o n s c i t e  d ' a p t a t i o n s  l a  dans  son  e x e m p l i f i e d  by  46 B i b l e  t r a n s l a t i n g "  valence comme mais  de  une  lorsque  1 ' e x p r e s s i o n plume  b i e n  des  le  " f o i e "  en  dans  employe  que  c e r t a i n s  et  l a  ou  t r a d u c t i o n  comme  n e i g e "  ou  n'y  i l  encore,  e x i s t e  1'usage  f r a n g a i s  l a  "blanc  a i g r e t t e s ;  t e l  que  d ' a i g r e t t e "  terme  d i f f e r e n t , "courage"  t e l s  du  q u i  par  mais  mot  a  a  e t r e  e q u i -  par  "blanc  pas  de  neige  a d a p t a t i o n , un  " c o e u r "  d o i t  par  sens en  g r e c ,  t r a d u i t  d i a l e c t e s  d ' A f r i q u e  de  p a r e i l l e s  d i f f i c u l t e s  de  l a  entierement pour  par  e q u a t o r i a l e  f r a n g a i s e , Neanmoins entre  l e s  langues  europeenne a n g l a i s  comme,  " e a r s " ,  s o i t  par  f a i t  r e f e r e n c e  par  mais  "ore j as" a  exemple, q u i  s o i t l a  communaute  en  le  e x i s t e n t  meme  i n t e l l e c t u e l l e mot  espagnol  " o r e i l l e s " , d e v r a  par  "drdo.s"  s u i v a n t  p a r t i e  externe  ou  e t r e  t r a d u i t  q u ' i l  i n t e r n e  en  e s t  de  47 l ' o r e i l l e . On tous  ces  ' se  s o u v i e n d r a  procedes  q u ' i l  techniques  de  a  d e j a l a  ete  mentionne  t r a d u c t i o n  que  peuvent  70  s'employer et  s o i t  D a r b e l n e t  t r a d u c t i o n D'ENTRER  en  se  m o d u l a t i o n " "et en  une  donnent  (sur  q u i  " p r i v a t e "  i s o l e m e n t  une  e s t  a  rend (un  a  Cet  l a  sur  m o d u l a t i o n  l a  e t u d i e r . d i r e  par  au  ( 1 ' a d j e c t i f "une  d'une  t r a d u c t i o n  sans  passer  " l a  DEFENSE  n o m i n a l e ) ,  l i e u  V i n a y  par  t r a n s p o s i t i o n "  l o c u t i o n  l a  combine.  exemple  PRIVATE  une  s i t u a t i o n  le  p r i n c i p a u x  La  c o n s t a t a t i o n ) ,  e s t  par  t a n t  q u e s t i o n  que  de  d'une  dans  l e u r s  ete  le  r e s u l t a t  obtenue  l a  s t r u c t u r e . "  par  l e s  l ' a  d e j a  i n d i v i d u s  c e r t a i n e s  toute  fagon 48  du  vue.  un  de  i l l u s t r a t i o n vue.  deux  p a r l e n t  langues  a  son  v o i r  l a  t o u r  cree  e x p r e s s i o n s  E l l e s  e l l e s  ont et  done  n ' o n t  ete  pas  creees  comme  on  spontanement  quiJ.entralnent v i e ,  de  Les  des  t r a d u c t i o n , ces  c ' e s t - a -  a v e r t i s s e m e n t ,  r e s p e c t i v e s .  mentales de  a  premier  comparee,  c i - d e s s u s ,  p o i n t  toutes  un  maintenant  e x c e l l e n t e  de  sont  langue  h a b i t u d e s  c e r t a i n e p o i n t  q u i  d o i t  c o n s t a t a t i o n une  apres  s t y l i s t i q u e  mentionnee  langues  d'une  de  c h a p i t r e  changement  f i g e e s  vu  ce  d ' a u t r e s  c i - d e s s u s  1 ' a t t e n t i o n ,  procedes  m o d u l a t i o n  passage  parmi  ramene  e x p r e s s i o n s  de  f o i s  puisque  exemple  des  une  de  une  l ' e t a t  e x c e l l e n t  a v e r t i s s e m e n t  apergu  l a  par  a  5k)  (P.  e s t  un  porte) l a  equivalence  remontant  s o i t  un  avec  e l l e s  changement  71  Ces  d i f f e r e n c e s de p o i n t de vue ou d ' e c l a i r a g e ,  comme l e s d e f i n i s s e n t Vinay e t Darbelnet,  peuvent S t r e  ramenees a un c e r t a i n niveau d ' a b s t r a c t i o n e t c l a s s i (p. 8 9 ) La premiere c a t e g o r i e , l ' a b s t r a i t e t l e  fies,  concret,  i n t r o d u i t l a q u e s t i o n du p a r a l l e l i s m s entre ces  deux p l a n s :  c e l u i du r e e l ,  ou " l a r e p r e s e n t a t i o n  l i n g u i s t i q u e c6toie l a r e a l i t e concrete"  e t pour ce f a i r e  se s e r t de "mots images"; e t en o p p o s i t i o n l e p l a n de 1'entendement, q u i e s t "un niveau 1'esprit angle  s'eleve  d ' a b s t r a c t i o n auquel  pour c o n s i d e r e r l a r e a l i t e sous un  p l u s g e n e r a l " e t 1'exprime en ayant r e c o u r s a des  "mots s i g n e s " . Une  (p. 5 8 )  etude comparative d'expressions  de l e u r s equivalences  anglaises et  f r a n c h i s e s amene Vinay.~et  Darbelnet  a e t a b l i r que l a phrase a n g l a i s e tend a s ' o r g a n i s e r l e p l u s souvent autour d'un mot image  (concret), tandis  que  l a phrase f r a n g a i s e s ' o r g a n i s e r a p l u t 5 t autour d'un  mot  signe  (abstrait).  I I en e s t de meme pour l a  t r a d u c t i o n d'expressions  comme, ;par exemple, " l e d e r n i e r (p. 8 9 ) ; "embodiment",  etage", "the top f l o o r " "representant"  ( v o i r notre analyse  p. 2 6 ) .  Toujours basees s u r des o p p o s i t i o n s de p o i n t s de vue,  v o i c i l e s p r i n c i p a l e s c a t e g o r i e s de modulations,  t e l l e s que l e s congoivent exemples sont confirmes  Vinay e t Darbelnet.  par d'autres,  Leurs  releves a travers  72  les  traductions  de Camus:  la  cause e t 1 ' e f f e t : exemples: "a s t u b b o r n "un s o l i n g r a t " ( p . 8 9 ) ; " s u r p e u p l e s " , "congested" (notre p. 2 1 ) ;  le  moyen e t l e r e s u l t a t : exemples: "firewood", " b o i s de c h a u f f a g e " (p. 89); " t r a n s p o r t " , "evacuation" (notre p. 2 2 ) ;  la  p a r t i e pour l e t o u t : exemples: " t o wash o n e ' s h a i r " , "se l a v e r l a t e t e " ( p . 8 9 ) ; " t h e s t e p s " , " l ' e s c a l i e r " ( n o t r e p. 1 2 4 ) ;  une  le  soil",  p a r t i e p o u r une a u t r e : exemples: "the keyhole" " l e t r o u de s e r r u r e " ( p . 8 9 ) ; " s o u r c e " , "stream" (notre p. 1 3 4 ) ; r e n v e r s e m e n t de p o i n t de v u e : exemples: " f o l d e r " , " d e p l i a n t " ( p . 8 9 ) ; " a u m i l i e u de", "around" (notre p. 3 1 ) ;  i n t e r v a l l e s e t l i m i t e s , ou d u r e e e t d a t e , d i s t a n c e et destination: exemples: "how l o n g " , " d e p u i s quand" ( p . 9 0 ) ; "une a u t r e f o i s " , " s o o n a f t e r " (notre p. 3 4 ) ; " s t e p s " , "etage" (notre p. 1 2 5 ) ; modulations s e n s o r i e l l e s : couleur: exemples: " g o l d f i s h " , "poissons rouges" (p. 90); "alezane" " s o r r e l " ( n o t r e p. 3 5 ) ; s o n e t mouvement: exemples: "the r a t t l e of a c a b " , " l e r o u l e m e n t d'un f i a c r e " ( p . 9 0 ) ; " g r i t t e d " , " s e r r a i s " (notre p. 1 3 1 ) ; toucher e t poids: exemples: "the i n t a n g i b l e s " , " l e s imponderables" (p. 90); forme, a s p e c t e t usage: exemples: "papier peint", " w a l l paper" (p. 90); " h a l o " , "sheen" (notre P. 1 3 4 ) ; modulation geographique: " I n d i a i n k " (p. 90);  exemple:  "encre  de C h i n e "  changement de c o m p a r a i s o n ou de s y m b o l e : exemples: " w h i t e a s a s h e e t " , " p a l e comme un l i n g e " ( p . 90 " p o i n t de v u e " , " a n g l e " ( n o t r e p . 2 5 ) .  73 A  ces  c a t e g o r i e s ,  a j o u t e r  d'autres  t e l l e s  i l  nous  semble  q u i  sont  a u s s i  changement (notre  de p.  q u a l i f i c a t i f : 31)5  changement  de  degre:  en  s i n o n  " p a t i e n t " ,  p l u s ,  "some"  " d e r r i e r e " ,  " l a b o r i o u s "  (notre  n o t i o n  n o t i o n de "even  s i " , n o t i o n 100);  s u p p o s i t i o n "meme though" ( n o t r e p.  physique ( n o t r e p.  " a l o r s " , 122);  "mieux", 123);  e t a t  n o t i o n  de  de  " a n i m a l "  c o n c e s s i o n  consequence  maniere (notre  l a  p o s i t i o n " s e c r e t a r i a t " , l a s e c r e t a r y " (notre p. 20);  le  r e s u l t a t de l ' a c t i o n " l a d i s i n f e c t i o n " , l a source de l ' a c t i o n "the o f f i c i a l s a n i t a r y s e r v i c e " ( n o t r e p. 22).  a  pas  d i f f e r e n t e s que  doute  autres  encore.  mentionner cause  que  c a t e g o r i e s  toutes  t e r a i e n t  l a  de  les a  de  cette  Parmi  l e s  modulations 1 ' e f f e t .  de  p l u s de  "where  f o n c t i o n  n ' e s t  1 ' a b s t r a i t  was"  des pas  t r a d u c t i o n u s i t e e s ,  I  "general  enumeration  m o d u l a t i o n  analyses  l i e u  " h a p p i e r "  l a  n'y  le  28); (notre  generique  emotionnel  d ' e t r e " i m m o b i l e " , p. 126);  p.  "under"  n o t i o n s p e c i f i q u e "jument", (notre p. 39);  e t a t  de  courantes,  " f o r t " ,  p o s i t i o n :  n o t i o n de s e q u e n c e " s o " (notre p.  et  f a u d r a i t '  que:  changement de p. 122);  II  q u ' i l  i l au  en  complete ajou-  f a u t concret  c e r t e s et  74  Chaque t r a d u c t e u r  a maintes o c c a s i o n s  de r a f f i n e r  1*analyse de ces m u l t i p l e s nuances des modulations. C e l l e s q u i p a r a i s s e n t §tre l e p l u s souvent  discutees  dans l e s etudes s u r l a t r a d u c t i o n sont  l e s modulations  sensorielles.  par exemple, i l  Au s u j e t de l a couleur,  semble que peu de problemes de t r a d u c t i o n a i e n t c o u l e r p l u s d'encre que c e l u i - c i .  fait  Dans son c h a p i t r e  sur "La s t r u c t u r e du l e x i q u e e t l a t r a d u c t i o n " Georges Mounin d i t que par "1'approfondissement des n o t i o n s de  sens, de v i s i o n du monde e t de c i v i l i s a t i o n , — l a  l i n g u i s t i q u e moderne a . . . ebranle vieille  profondement l a  n o t i o n tout empirique e t t o u t i m p l i c i t e , du  lexique considere  comme un r e p e r t o i r e , un i n v e n t a i r e ,  un sac-a-mots . . . q u ' i l y a u r a i t , malgre des exceptions  negligeables,  une r e l a t i o n bi-univoque  chose e t mot, s i g n i f i e i s o l e e t s i g n i f i a n t i s o l e ,  entre sens  l i n g u i s t i q u e e t forme l i n g u i s t i q u e . . . e t l ' a remplacee par l a n o t i o n du l e x i q u e comme une s t r u c t u r e , ou p l u t S t comme un ensemble de s t r u c t u r e s  . . . un  4-9 champ semantique." II  en donne d i f f e r e n t s exemples mais,  ajoute-t-il,  "1'exemple t y p e — a l a f o i s par l a g e n e r a l i t e de 1'experience physico-physiologique  q u ' i l suppose, e t l a  v a r i e t e des s o l u t i o n s l i n g u i s t i q u e s o f f e r t e s p a r c e t t e meme experience,  c ' e s t l'exemple de l a nomination des  75 couleurs."^  0  I I s'en s u i t deux pages d'enumeration des  problemes de l a c o u l e u r de l'hebreu aux langues p o l y nesiennes.  Quant aux langues q u i nous oceupent  ici,  on peut c i t e r encore au s u j e t de l a c o u l e u r rouge: "the pink eyes o f the a l b i n o s "  ( l e s yeux rouges des a l b i n o s )  e t l ' e x p r e s s i o n "to wear pink"  ( p o r t e r l a tunique rouge,  ecarlate). Vinay e t Darbelnet s ' i n t e r e s s e n t egalement a c e t t e q u e s t i o n e t l a c l a s s i f i e n t parmi l e s problemes de m e t a l i n g u i s t i q u e q u i derioulent des conceptions d i f f e r e n t e s de l ' u n i v e r s de chaque groupe l i n g u i s t i q u e . l i s d e f i n i s s e n t l a m e t a l i n g u i s t i q u e comme etant  "1'ensemble  des r a p p o r t s q u i u n i s s e n t l e s f a i t s sociaux,  culturels  e t psychologiques aux s t r u c t u r e s l i n g u i s t i q u e s . " lis  se servent du terme "decoupage  (p. 2 5 9 )  d i f f e r e n t de l a  r e a l i t e " pour examiner l e s problemes de t r a d u c t i o n dans c e r t a i n s domaines t e l s que l e temps, repas e t , a u s s i , l e s c o u l e u r s .  l e s mesures, l e s  l i s c i t e n t comme exemple  l ' e m p l o i du mot "brown": "brown "brown "brown "brown "brown "brown  e y e s — d e s yeus bruns" b u t t e r — d u beurre roux" p e n c i l — u n crayon b i s t r e " s h o e s — d e s chaussures marron" bread—du pain b i s " p a p e r — d u papier g r i s "  "brown h a i r — d e s cheveux c h a t a i n s " , e t c . (p. 2 6 l ) L*exemple  "brown s h o e s — d e s chaussures marron"  a u s s i penser au probleme des "Faux-amis":  fait  "marron"  76  (ton de brun fonce) e t 1 ' a n g l a i s "maroon" (ton de rouge fonce,  lie-de-vin).  Aspects l e x i c a u x En ce qui concerne l a t r a d u c t i o n sur l e p l a n du l e x i q u e , i l a done ete e t a b l i quels sont l e s procedes techniques dont se s e r v i r a l e t r a d u c t e u r pour t r a n s p o s e r des u n i t e s de pensee d'une langue  dans une  autre,.  II  1  r e s t e maintenant a examiner brievement quelques aspects lexicaux qui, s ' i l s  sont i g n o r e s , s e r o n t l a cause  d ' e r r e u r s de t r a d u c t i o n .  Ceux-ci sont l e s v a l e u r s  semantiques t e l l e s que  l e s d i f f e r e n c e s d'extension  d'une langue  (dont i l f u t d e j a q u e s t i o n au  a 1'autre  debut de ce c h a p i t r e ) , l e s faux-amis (comme deja tionne) e t l e s aspects l e x i c a u x , apects et aspects  men-  intellectuels  affectifs.  Ces d i s t i n c t i o n s de v a l e u r s sont l o r s q u ' o n se r a p p e l l e que  l e l e x i q u e n'est pas un  r e p e r t o i r e de mots ayant une chose e t mot  e t que  peut e t r e transposee  evidentes  r e l a t i o n bi-univoque  simple entre  c e t t e meme r e l a t i o n n ' e x i s t e e t ne de langue  a langue.  C e r t a i n s mots  done peuvent a v o i r l e m&me sens en t r a d u c t i o n , mais ces deux e q u i v a l e n t s n'auront souvent  pas l a m£me e x t e n s i o n ,  e ' e s t - a - d i r e auront un ou p l u s i e u r s sens s o i t dans l'une s o i t dans 1'autre langue.  supplementaires Un exemple de  77  c e c i e s t present dans l a t r a d u c t i o n du t i t r e du roman "L'Etranger", en a n g l a i s "Br."  "The S t r a n g e r "  (pourrait  a u s s i e t r e t r a d u i t par " F o r e i g n e r " , q u i n ' a u r a i t pas a l o r s l e meme sens i c i , Meursault n'etant pas "etranger" dans c e t t e e x t e n s i o n du sens du mot), "U.S." "The O u t s i d e r " q u i ne couvre  et:..en a n g l a i s qu'une p a r t i e du  sens de "Etranger" e t "Stranger" c e l l e q u i e s t  justement  a p p l i c a b l e a Meursault. De meme c e r t a i n s mots peuvent sembler i d e n t i q u e s en t r a d u c t i o n e t n ' a v o i r pas du t o u t l e meme sens ou 1 * a v o i r seulement dans un sens s o i t a f f e c t i f ou i n t e l l e c tuel,  s o i t technique  ou u s u e l , e t c . , ce sont l e s faux-  amis mentionnes ce-dessus. dont aucune langue necessairement  I I r e s t e e n f i n l e s lacunes  n'est exempte mais q u i ne sont pas  l e s memes dans chaque e t q u i n e c e s s i t e n t  done l e r e c o u r s a une equivalence comme i l a d e j a ete note  l o r s de 1 ' e x p o s i t i o n de ce procede de t r a d u c t i o n  (exemple:  l e mot a n g l a i s "nuts" q u i ne peut e t r e t r a d u i t  en f r a n g a i s que par une enumeration de "noix, n o i s e t t e s , amandes, e t c . (p. 68). E t a n t donne ce q u i precede,  i l semble que l a  d e f i n i t i o n de G. Panneton, s u i v a n t l a q u e l l e l a modulation serait  l a r e g i e de l a t r a d u c t i o n e t l a t r a n s p o s i t i o n en  s e r a i t l a l o i , ne couvre  que l a p a r t i e que l ' o n p o u r r a i t  a p p e l e r p l u s ou moins "mecanique" de toute oeuvre de  78  t r a d u c t i o n ; e t r e  pour  aisement  " s e n t i " ,  i l  l e s  nuances,  enumere  f a u t  n i  a v o i r  pour  t o u t  c l a s s i f i e ,  r e c o u r s  a  ce  pour  q u i  ne  t o u t  ce  1'equivalence  peut q u i  et  e s t  a  1 ' a d a p t a t i o n . Finalement, e x t e n s i f  en  a n g l a i s  d ' i n t e n s i f i e r sans  en  dans  son  from  F r e n c h " ,  le  changer  i l  nous  de  1'accent  sens n i  a r t i c l e en  le  s o i t  f a u t  accent  f r a n g a i s  nombre  q u i  servent  e q u i v a l e n t a d d i t i o n c i ;  ce  au  de  1*exemple  q u i  D a r b e l n e t d i r e  mot  nous  1 ' o r g a n i s a t i o n  par  ne  un  amene du  et  1'agencement.  a  l a  I I_ I I e t  .  done  autre  L.W. i n  saw saw saw saw c .  e t r e  d'um,ou  r e n f o r c e r accentue,  mot  Tancock,  T r a n s l a t i o n  le  a a a a ^  par  des  e e e e  q u i  h h h h  o o o o  r r r r  s s s s  e e e e  en mots  une  q u e s t i o n  c o n s t i t u t i o n  t t t t  f r a n g a i s  l a  ce  i i i i  p l u s i e u r s  l ' o r d r e  p h r a s e s ,  h h h h  t r a n s m i s  mot  s o i t  w w w w  dans  c o n s i d e r e r en  d'un  s t y l e  changement  l e x i q u e  a p p e l l e n t  peut  s o i t  permet  s u i v a n t :  1 ' a d d i t i o n  a n g l a i s et  . .  of  1'usage  q u i  l ' o r d r e .  donne  s o u l i g n e r  mots  n i  problems  s o i t a  mot  "some  d ' i n t e n s i t e  que  tonique  d'un  " J ' a i vu un c h e v a l blanc C ' e s t moi q u i a i vu un . Mais j ' a i b i e n vu un , . C ' e s t un c h e v a l blanc que j ' a i vu Cet  c o n s i d e r e r  de de  Vinay  enonces,  ceux-  et c'est-^i-  TROISIEME  PARTIE:  "L'agencement d i s e n t  Vinay  r e t e n u  l e s  par  G a l i c h e t  M.  .  et  .  .  .  [ d o n t ]  m o d a l i t e On  l e s  et se  q u i  par  Le  procede  en  ce  q u i  un  autre  concerne  nominales  ( a d j e c t i f  s i t i o n  c o n j o n c t i o n ) .  de une  t r a n s p o s i t i o n p a r t i e  du  de  a  et  q u ' i l  d i s c o u r s  l a  a  en  79  de une  langue  l a du  d i s c o u r s .  d i f f e r e n t e s et  temps,  v o i x ,  de  technique  de  q u i  une le  sont  pronom),  adverbe), y  le  l a  l ' a n g l a i s l a  au  sens  t r a n s -  l a du  du  l a  message.  t r a n s p o s i t i o n  r e s p e c t i v e m e n t : v e r b a l e s  (verbe),  de  r e l a t i o n  (prepo-  done  autant  et  aura  l a  p a r t i e  evidemment  especes  II  que  d e f i n i t i o n  changer  et  de  p a r t i e s  a  ont  93-9*0  done  (nom  "ce  i l s  d i s t i n g u e s  c a t e g o r i e s  remplacer  sans  y  l e s  nombre,  (pp.  s e r a  l e s  d i s c u t e r ,  communes  le  l e x i q u e "  P h y s i o l o g i e  de  procede  c o n s i s t e  a d j o i n t e s et  r e l e v e  du  " c a t e g o r i e s "  a p p e l l e  1 ' a s p e c t . "  etant  en  comprennent  genre,  p r i n c i p a l  especes  et  p r i n c i p a l e s le  une  pour  ouvrage  s o u v i e n d r a  comme  t r a d u c t i o n  l e s  espece  [ s o n t ]  d i s c o u r s  son  " e s p e c e s "  chaque  p o s i t i o n  et,  t r a d i t i o n n e l l e  .  l a  1 ' a c t u a l i s a t i o n  " e s p e c e s "  dans  Les  .  f r a n g a i s  e s t  D a r b e l n e t  termes  f r a n g a i s e . grammaire  et  L'AGENCEMENT  p o s s i b i l i t e s a u t r e ,  et  de  nombre  de  types  t r a n s p o s e r de  80 celles-ci  seront accompagnees d'un  changement d'ordre  dans l'enonce. Le cas sans doute l e plus typique p o s i t i o n e s t c e l u i du " c h a s s e - c r o i s e " extremement frequent  et qui r e f l e t e  s u i t l ' o r d r e des  trans-  dont 1'usage e s t  l a "demarche a  pres constante de 1 ' e s p r i t f r a n g a i s : r e s u l t a t , ensuite  de  peu  d'abord l e  l e moyen . . . [ t a n d i s que]  1'anglais  images . . . [ou autrement d i t ] l e  f i l m de 1'action."  (p. 105)  Un exemple, devenu pour  a i n s i d i r e c l a s s i q u e , de ce genre de t r a n s p o s i t i o n e s t "He  swam across  the r i v e r " ,  "II traversa l a r i v i e r e  a  li a nage".. . 52 J  Relevant tant&t  de l a t r a n s p o s i t i o n , t a n t S t  1'amplification,  on d i s t i n g u e  particulierement  des p r e p o s i t i o n s , des  des pronoms demonstratifs  "1'etoffement", tout conjonctions  q u i , en g e n e r a l  pour  r a i s o n s de s t r u c t u r e , ont besoin  d'etre  f r a n g a i s et ce, dans l a m a j o r i t e  des cas, par  substantif  (exemple:  de  et  des  renforces  en  un  "From"—"De l a p a r t de")  (p.  110).  E n f i n , sont l ' o b j e t s o i t de t r a n s p o s i t i o n s o i t de modulation, l e s mots qui servent  a determiner l e s  especes, ce qui Vinay et Darbelnet, a l ' i n s t a r M.  G a l i c h e t , ont appeles l e s "marques".  l e s echanges qui i n t e r v i e n n e n t entre  Des  de  lors,  pour  c e l l e s - c i , a savoir  entre a r t i c l e s , a d j e c t i f s demonstratifs  ou p o s s e s s i f s et  81 pronoms,  on  p o u r r a  marques"  l o r s q u ' i l  grammaticale Un  exemple  reads  le  g e n e r a l d e f i n i une  q u i  w i t h  m a i n " ;  a  Aspect  de  de du  de  l a  d'une de  a  "II  "a")  au  n'y  l a  une  en  de  (de  a  e s t :  pas. "He  plume  a  l a  m o d u l a t i o n  p a r t i c u l i e r  passage  marques  d e f i n i  l i t  e s t  entre  c a t e g o r i e  d i f f e r e n c e  " l a "  le  entre  e t r e  le de  est-ce  auquel au  des  " h i s "  du  ( a r t i c l e  a  " l a "  l ' a d j e c t i f  e s t  p o s s e s s i f  " l a " ) .  problemes  i l s  de  langue l a  Une  s o u c i l a l a  n ' o n t  du  de  c ' e s t -  p h r a s e s ,  c o n s t r u c t i o n  de  c e l l e s - c i  dans  une  en  Vinay  r a i s o n ces  aspect  pas  l'agencement, en  de  s o l u t i o n s  presentees  en  "Methode  Cette  t r a d u c t i o n ,  du  et  D a r b e l n e t  p o s s i b l e de  proprement des  encore  moins  a u t r e .  auteurs  grammaire un  de  l e x i q u e  phrase  c o n s t r u c t i o n ,  a l l u s i o n .  domaine  t o u t  que  changement  t r a i t e m e n t  a u s s i  " a "  de  l o r s q u ' i l  l a  h a n d " ,  1 ' o r g a n i s a t i o n  du  peut  b i e n  i n d e f i n i  aspect  passage  guere  " t r a n s p o s i t i o n  changement  h i s  t a n d i s  du  vue  de  s y n t a x i q u e  a-dire c e l u i  i c i  " m o d u l a t i o n "  i n  1 ' a r t i c l e  Un  et  pen  ( a r t i c l e  a  a  i l l u s t r e  passage  " l a " )  y  de  t r a n s p o s i t i o n  " h i s "  du  et  p a r l e r  q u i  p o i n t  s o l u t i o n s p u i s s e n t  a  dehors  peut-etre l a  t r a d u c t i o n  o f f r i r ,  e t r e  t r a d u c t i o n " .  o m i s s i o n  en  d i t e ;  de  f o n t  c e t t e  de  l o r s  q u e s t i o n  n'y  r e s t e r  problemes  de  de  de  e s t  ou  c o d i f i e e s  82  II n'en r e s t e pas moins q u ' i l n'est pour a i n s i d i r e pas p o s s i b l e de f a i r e une  phrase de s t r u c t u r e quelque peu complexe que ce  soit, d'en  sans se t r o u v e r "transposer"  construction. ne  passer dans 1'autre langue  immediatement devant l a n e c e s s i t e  ou d'en "moduler" egalement l a  S i , comme on l ' a deja vu,  l e traducteur  t r a v a i l l e pas s u r des mots mais s u r des u n i t e s de  pensee pour en rendre l e sens d'une fagon a u s s i exacte que  p o s s i b l e , i l l u i faudra  de m§me t r a i t e r  1'ensemble  de ces u n i t e s de pensee en une " u n i t e de phrase"; l a s t r u c t u r e de c e l l e - c i devra e t r e rendue dans 1'autre langue p a r une c o n s t r u c t i o n qui l u i s o i t n a t u r e l l e . Tout comme l'abus de l'emploi  de t r a d u c t i o n l i t t e r a l e  ou de caique donne l i e u a des e r r e u r s des  caiques de s t r u c t u r e p r o d u i r o n t  de t r a d u c t i o n ,  l e m§me r e s u l t a t .  En f a i t , meme s i l a t r a d u c t i o n n'est pas franchement erronee, i l peut en r e s u l t e r q u ' e l l e  s o i t pour l e moins  inelegante. Les quelques exemples qui s u i v e n t  sont c h o i s i s ,  parmi b i e n d'autres, dans Noces e t L'Ete dont l a t r a d u c t i o n en a n g l a i s  "Br."  tend, en g e n e r a l ,  a suivre  1 ' o r i g i n a l de t r e s pres t a n d i s que l a t r a d u c t i o n en anglais  "U.S.", qui f u t f a i t e quelque temps p l u s  a un s t y l e p l u s l i b r e .  Cette  derniere  tard,  nous semble a u s s i  de ce f a i t beaucoup p l u s n a t u r e l l e en b i e n des e n d r o i t s .  83 L ' o r d r e  de  p r e s e n t a t i o n  precedemment, " B r . "  et  *  d ' a b o r d  e n f i n  de  le  ces  exemples  f r a n g a i s ,  l ' a n g l a i s  " U . S . " .  5  e n s u i t e  comme l ' a n g l a i s  5  Dans cette grande c o n f u s i o n du v e n t et du s o l e i l q u i mele aux r u i n e s l a l u m i e r e , quelque chose se forge q u i donne a l'homme l a mesure de s o n i d e n t i t y avec l a s o l i t u d e et le s i l e n c e de l a v i l l e morte. (p. 24) This great c o n f u s i o n of wind and mixes l i g h t w i t h the r u i n s , f o r g e w h i c h g i v e s man the measure of h i the s o l i t u d e and the s i l e n c e of t (p. 75) In mix s o l tha (p.  *  e s t ,  the es l i t u d t g i  73)  great c o n f u s i o n i g h t i n t o the r u e of t h i s dead c v e s man the meas  Au m i l i e u p a r e i l l e s parmi l e s (p. 100)  s u n l i g h t that s something s i d e n t i t y w i t h h i s dead c i t y ,  of wind and sun, that i n s , i n the s i l e n c e and i t y , something i s f o r g e d ure of h i s i d e n t i t y ,  d'un s o l e i l devorant, des l o c o m o t i v e s a des jouets contournent d'enormes b l o c s s i f f l e t s , l a p o u s s i e r e et l a fumee.  Under a d e v o u r i n g sun t o y - l i k e l o c o m o t i v e s c i r c u m n a v i g a t e v a s t b l o c k s of stone to the accompaniment of w h i s t l e s , dust and smoke, Through  w h i s t l e s ,  d u s t ,  under  d e v o u r i n g  sun.  l o c o m o t i v e s  *  a  t w i s t  around  and  smoke,  v a s t  (p.  b l o c k s  For  that i n d i f f e r e n t bay, y e a r s p i l i n g up heaps (p. 120)  y e a r s  a l o n g  the  to  come  c o a s t  they  and  w i l l  i n t o  i t s  119)  t o y l i k e of  stone,  126)  Devant c e t t e baie i n d i f f e r e n t e , pendant annees encore, i l s e n t a s s e r o n t des amas c a i l l o u x le l o n g de l a c & t e . (p. 102) Before on f o r c o a s t ,  (p.  des de  they w i l l s t i l l go of pebbles a l o n g the  keep  p i l i n g  i n d i f f e r e n t  r o c k s bay.  (p.  12?)  84 *  Mais le P o i t t e v i n est mort, et, j o u r s o n t c o n t i n u e de r e j o i n d r e meme, a u - d e l a des murs j a u n e s d' l a terre p o u r s u i v e n t l e u r dialog (p. 103) But Le tomorro beyond pursue Bu f o se co  *  P o i t t e v w has f the y e l t h e i r i  i n i s dead, a o l l o w e d tomor l o w w a l l s of n d i f f e r e n t d i  t Le P o i t e v i n d i e d l l o w one a n o t h e r j a and the land bey ntinue t h e i r i n d i f  apres l u i , l e s l e s j o u r s . De Oran, l a mer et ue i n d i f f e r e n t ,  nd now t h a t he i s gone row. S i m i l a r l y , Oran the e a r t h and sea a l o g u e , (p. 121)  , and the days ust the same. ond the y e l l o w f e r e n t d i a l o g u e  c o n t i n u e d to J u s t as the w a l l s of Oran , (p. 128)  Dans ce m a l h e u r d o r e , l a tragedie c u l m i n e . Notre temps, au c o n t r a i r e , a n o u r r i son d e s e s p o i r dans l a l a i d e u r et dans l e s c o n v u l s i o n s , (p. 133) Tragedy, i n t h i s golden sadness, reaches i t s h i g h e s t p o i n t . Our own t i m e , on the c o n t r a r y , has n o u r i s h e d i t s d e s p a i r i n u g l i n e s s and i n c o n v u l s i o n s , (p. 136) In t h i s h i g h e s t q u i t e th upheaval  On changement  golden sadness, p o i n t . But the e o p p o s i t e — h a s s, (p. 148)  remarquera d'ordre  place  " i n  avant  "something  of  h i s  p l u s  qui Le  exemple  i s  c l a i r e  meme une  le  e f f e t f o i s  le  premier  l'enonce  and  f o r g e d  rend  s u i v a i t  par,  dans  s i l e n c e  i d e n t i t y "  beaucoup " B r . "  the  dans  tragedy reaches i t s d e s p a i r of our w o r l d — f e d on u g l i n e s s and  de  s o l i t u d e that  et  p l u s  meme  gives  est  que  p r o d u i t  encore,  de  f o r t e  ordre  un  1'anglais of  1'expression  exemple  t h i s man  que  le  " U . S . "  dead the  q u i  c i t y " measure  1'idee  de  l ' a u t e u r  que  c e l l e  en  a n g l a i s  le  texte  dans  le  changement  f r a n g a i s .  deuxieme d'ordre  dans  85 l'enonce e t l e choix du mot "through" au l i e u de "to the accompaniment o f " .  Le t r o i s i e m e  exemple presente a  nouveau un m e i l l e u r c h o i x d'expression avec " f o r years to come" en debut de phrase, au l i e u de "they w i l l go on f o r years", les  still  e t l e decoupage de l a phrase q u i r e l i e  complements de l i e u a l a f i n de c e l l e - c i . Un m e i l l e u r choix d'expression "the days  continued de  to f o l l o w one another j u s t the same" au l i e u  "tomorrow has f o l l o w e d  tomorrow" e t un changement  d'ordre dans l'enonce de l a deuxieme phrase c a r a c t e r i s e egalement 1'exemple s u i v a n t .  Le d e r n i e r exemple, une  f o i s de p l u s , dans l a deuxieme phrase, presente une expression  p l u s d e p o u i l l e e e t d'autant p l u s f o r t e t o u t  en s u i v a n t cependant de p l u s pres l ' o r d r e du texte f r a n g a i s dans l a premiere phrase. On peut done en conelure,  nous s e m b l e - t - i l , que  l'agencement de l a phrase en t r a d u c t i o n ne r e q u i e r t pas necessairement n i automatiquement un changement d'ordre dans l'enonce de c e l l e - c i .  Un t e l c h o i x d o i t e t r e soumis  a l a tendance n a t u r e l i e de l a langue dans l a q u e l l e l e traducteur  e f f e c t u e l e passage du t e x t e .  des que l a phrase devient  D'autre p a r t ,  plus complexe, comme nous l e  verrons a p l u s i e u r s r e p r i s e s dans l ' a n a l y s e cette troisieme  p a r t i e , l e traducteur  q u i complete  devra a u s s i sou-  mettre l a phrase a des changements de c o n s t r u c t i o n pour  86  e v i t e r , et  comme  d e j a  p a r v i e n d r a ,  e x p r e s s i o n vue  du  dans  q u i  sens  de  ce  s o i t  mais  1 ' a u t r e  Analyse  de  L'Homme usage en "B,  quatre 4"  et  un  q u i un  B,  p o i n t  et de  chacun  l a l a  de  en  de  de  s t r u c t u r e  t r a d u c t i o n  c o r r e c t e  trouve le  de  ou  vue  du  de  a  done,  moins  une  p o i n t  de  l'agencement  de  t r a d u c t i o n deuxieme ou  des l a  double  c e t t e  est  Camus  s u i v i de  texte  et  i l  des  est  sa  e s t de  ete  1"  a  t r a d u c t i o n  s t y l i s t i q u e  c i t a t i o n s  a  d i v i s e  "B,  d ' e x p r e s s i o n s  f r a n g a i s - a n g l a i s i l  Le  f a i t  II  de  de  i n t i t u l e  i d e n t i f i e s  des  exemples  t r a d u c t i o n .  dont  procedes  comme  en  v e r s i o n .  p a r t i e s  s u i t e  des  complexe  r e q u i e r e n t l ' e s s a i  a p p r o p r i e ,  p a r t i e  o f f r e ,  c e u x - c i  L ' a n a l y s e se  s u i t  de  paragraphes  decoupage  Texte  du  p l u s  e x t r a i t  reprennent  premiere  rendre  seulement  q u ' e l l e s  c e l l e  a n g l a i s e . comparee  q u i  s t r u c t u r e  r e v o l t e  e s t  c a i q u e s  t r a d u c t i o n  de  e s t  non  a  des  l a n g u e .  t r a n s f o r m a t i o n s texte  f a i t ,  a u s s i  L ' a n a l y s e phrases  mentionne,  f a i t  dans  s u i v a n t l a  etude.  1.  Qu'est-ce q u ' u n homme r e v o l t e ? Un homme q u i d i t non. Mais s ' i l r e f u s e , i l ne r e n o n c e pas: e ' e s t a u s s i u n homme q u i d i t o u i , d e s s o n p r e m i e r mouvement. Un e s c l a v e , q u i a regu des o r d r e s toute sa v i e , s o u d a i n i n a c c e p t a b l e un nouveau commandement, est le c o n t e n u de ce "non"?  juge Quel  87 What i s a r e b e l ? A man who s a y s no, b u t whose r e f u s a l does n o t i m p l y a r e n u n c i a t i o n . He i s a l s o a man who s a y s y e s , f r o m t h e moment he makes h i s f i r s t gesture o f r e b e l l i o n . A s l a v e who h a s t a k e n o r d e r s a l l h i s l i f e s u d d e n l y d e c i d e s t h a t he c a n n o t obey some new command. What does he mean b y s a y i n g "no"? * Q u ' e s t - c e qu'un homme r e v o l t e ? What i s a r e b e l ? concentration:  '1'homme r e v o l t e ' — ' r e b e l '  * Un homme q u i d i t non^_ M a i s s ' i l r e f u s e , i l ne r e n o n c e Pas: A man who s a y s no_,_ b u t whose r e f u s a l does n o t i m p l y a renunciation. changement de d e c o u p a g e : deux p h r a s e s dans chaque l a n g u e mais n o n d e c o u p e e s a u m§me e n d r o i t , d'otx changement de p o n c t u a t i o n : de / . / a / , / e t de / : / a / . / changement de c o n s t r u c t i o n : p r o p o s i t i o n independante (Un homme q u i d i t n o n . ) ; p u i s p r o p o s i t i o n p r i n c i p a l e (Mais , . . i l ne r e n o n c e p a s : ) e t p r o p o s i t i o n subordonnee c o n d i t i o n n e l l e ( s ' i l r e f u s e ) — p r o p o s i t i o n p r i n c i p a l e ( A man who s a y s no,) e t p r o p o s i t i o n s u b o r d o n n e e r e l a t i v e ( b u t whose r e f u s a l does not imply a r e n u n c i a t i o n . ) transposition: amplification  verbe  ' s ' i l refuse'—nom  subjective:  'imply  'refusal'  a renunciation'  * c ' e s t a u s s i u n homme q u i d i t o u i , d e s s o n p r e m i e r mouvement. He i s a l s o a man who s a y s y e s , f r o m t h e moment he makes h i s f i r s t g e s t u r e o f r e b e l l i o n . transposition:  deictique  'ce'—pronom personnel  'He'  changement de c o n s t r u c t i o n : complement c i r c o n s t a n c i e l n o m i n a l 'des s o n p r e m i e r m o u v e m e n t ' — p r o p o s i t i o n subordonnee t e m p o r e l i e 'from t h e moment he makes h i s f i r s t gesture o f r e b e l l i o n ' (developpement syntaxique en a n g l a i s )  88  transposition: preposition 'des'—locution 'from the moment ( t h a t ) ' amplification:  conjonctive  'gesture o f r e b e l l i o n '  modulation e x p l i c a t i v e : a b s t r a i t 'des son premier mouvement'—concret 'he makes' * Un e s c l a v e ^ q u i a regu des ordres toute sa v i e , A slave who has taken orders a l l h i s l i f e , ponctuation: p r o p o s i t i o n subordonnee r e l a t i v e deux / , / en f r a n g a i s modulation:  cause  'regu'—effet  entre  'taken'  * .juge soudain i n a c c e p t a b l e un nouveau commandement. suddenly decides that he cannot obey some new command. changement de s t r u c t u r e : p r o p o s i t i o n p r i n c i p a l e en frangais—proposition principale et proposition subordonnee completive 'that he cannot obey' modulations: abstrait  cause ' j u g e ' — e f f e t 'decides' 'juge' ( o p i n i o n ) — c o n c r e t 'decides'  transposition: adjectif 'inacceptable'—locution 'that he cannot obey' modulation: cause—effet  (action) verbale  t r a n s p o s i t i o n entre marques: a r t i c l e i n d e f i n i ' u n ' — a d j e c t i f 'some' modulation: p l u s i n d e f i n i en a n g l a i s * Quel e s t l e contenu de ce "non"? What does he mean by s a y i n g "no"? equivalence modulation: a b s t r a i t — c o n c r e t (*Qu'est-ce q u ' i l veut d i r e en d i s a n t non?'); modulation q u i n ' e s t d ' a i l l e u r s pas n e c e s s a i r e . Texte B, 2 . I I s i g n i f i e , par exemple, " l e s choses ont t r o p dure", " j u s q u e - l a o u i , au-dela non", "vous a l l e z t r o p  89 l o i n " , e t encore, " i l y a une l i m i t e que vous ne depasserez pas". En somme, ce non a f f i r m e 1 ' e x i s tence d'une f r o n t i e r e . On r e t r o u v e l a meme iddee de l i m i t e dans ce sentiment du r e v o l t e que 1'autre "exagere", q u ' i l etend son d r o i t au-delk d'une f r o n t i e r e a p a r t i r de l a q u e l l e un autre d r o i t l u i f a i t face e t l e l i m i t e . A i n s i , l e mouvement de r e v o l t e s'appuie, en meme temps, sur l e r e f u s categorique d'une i n t r u s i o n jugee i n t o l e r a b l e e t sur l a c e r t i t u d e confuse d'un bon d r o i t , p l u s exactement 1'impression, chez l e r e v o l t e , q u ' i l e s t "en d r o i t de . , .". He means, f o r example, t h a t " t h i s has been going on too l o n g , " "up to t h i s p o i n t yes, beyond i t no," "you are going too f a r , " or, again, "there i s a l i m i t beyond which you s h a l l not go." I n other words, h i s no a f f i r m s the e x i s t e n c e o f a b o r d e r l i n e . The same concept i s to be found i n the r e b e l ' s f e e l i n g t h a t the other person " i s exaggerating," t h a t he i s e x e r t i n g h i s a u t h o r i t y beyond a l i m i t where he begins to i n f r i n g e on the r i g h t s o f o t h e r s . Thus the movement o f r e b e l l i o n i s founded s i m u l t a n e o u s l y on the c a t e g o r i c a l r e j e c t i o n o f an i n t r u s i o n t h a t i s c o n s i d e r e d i n t o l e r a b l e and on the confused c o n v i c t i o n o f an absolute r i g h t which, i n the r e b e l ' s mind, i s more p r e c i s e l y the impression t h a t he "has the r i g h t to . . . " * I I s i g n i f i e , par exemple, He means, f o r example, changement de s u j e t : ' I I ' se rapporte au "non"—'He' se rapporte a "un e s c l a v e " * " l e s choses ont t r o p dure", t h a t " t h i s has been going on too l o n g . " a r t i c u l a t i o n syntaxique: passage du s t y l e d i r e c t du f r a n g a i s au s t y l e i n d i r e c t en a n g l a i s avec subord i n a t i o n par l ' e m p l o i de 'that' transposition: d e i c t i q u e , charniere e x p l i c i t e 'les choses' ( p l u r i e l ) — c h a r n i e r e i m p l i c i t e ' t h i s ' ( s i n gulier) modulation:  abstrait  'les c h o s d s ' — c o n c r e t  'this'  90  amplification: 'has been going on . . . l o n g ' (idee de duree rendue par l'emploi de l a forme p r o g r e s s i v e p l u s p r e p o s i t i o n 'on' e t adverbe 'long')  * " .1 usque - l a oui, au-dela non", "up to this point yes, beyond i t no," amplification:  'up to this point'  amplification: ' i t ' sous-entendu en frangais dans le mot 'delA' modulation: abstrait (en frangais)—concret (en anglais) * "vous a l l e z t r o p l o i n " , e t encore, "you are going too f a r , " o r . again, temps: forme p r o g r e s s i v e duree  'are going' continue  l ' i d e e de  modulation dans 1 ' a r t i c u l a t i o n : c h a r n i e r e de c o o r d i n a t i o n 'et' ( a d d i t i o n ) — ' o r , ' ( o p p o s i t i o n e t changement de ponctuation) * En somme, ce non a f f i r m e 1'existence d'une f r o n t i e r e . In other words, h i s no a f f i r m s the e x i s t e n c e o f a borderline. modulation dans 1 ' a r t i c u l a t i o n : c h a r n i e r e de t e r m i n a i s o n 'en somme'—charniere de t r a i t e m e n t ' i n other words' ('en d'autres termes') t r a n s p o s i t i o n entre marques: a d j e c t i f 'ce.'—adjectif possessif 'his'  demonstratif  * On retrouve l a meme idee de l i m i t e The same concept i s to be found modulation: v o i x a c t i v e 'on r e t r o u v e ' — v o i x ' i s to be found'  passive  equivalence: 'idee de l i m i t e ' — ' c o n c e p t ' modulation: s p e c i f i q u e 'idee de l i m i t e ' — g e n e r a l 'concept'; et c o n c e n t r a t i o n  91 * dans c§_ s e n t i m e n t du r e v o l t e que 1' a u t r e "exagere", i n the r e b e l ' s f e e l i n g t h a t the o t h e r p e r s o n " i s exaggerating," transposition: deictique, a d j e c t i f demonstratif — a r t i c l e d e f i n i '/the ' amplification: 'the o t h e r p e r s o n ' modulation: abstrait '1'autre'—concret person' temps:  'the  'ce'  other  f o r m e p r o g r e s s i v e en a n g l a i s ' i s e x a g g e r a t i n g '  * q u ' i l e t e n d s o n d r o i t a u - d e l a d'une f r o n t i e r e t h a t he i s e x e r t i n g h i s a u t h o r i t y b e y o n d a l i m i t equivalence: 'etend s o n d r o i t * — ' i s e x e r t i n g h i s authority' temps: f o r m e p r o g r e s s i v e en a n g l a i s modulations: abstrait 'etend'—concret 'is exerting cause ' d r o i t ' — e f f e t ' a u t h o r i t y * modulation inverse: •limit'  concret  1  'frontiere'—abstrait  * a p a r t i r de l a q u e l l e un a u t r e d r o i t l u i f a i t f a c e e t le limite. where he b e g i n s t o i n f r i n g e on t h e r i g h t s o f o t h e r s . adaptation: de vue  changement d'image e t r e n v e r s e m e n t de  point  a n i m i s m e en f r a n g a i s d i s p a r a i t en t r a d u c t i o n modulations: l e s u j e t 'un a u t r e d r o i t ' d e v i e n t (avec t r a n s p o s i t i o n ) c o m p l e m e n t d i r e c t 'the r i g h t o f others' l e c o m p l e m e n t i n d i r e c t ' l u i ' d e v i e n t s u j e t 'he' modulation: changement d ' o p t i q u e ' l u i f a i t f a c e e t l e l i m i t e ' — ' h e b e g i n s t o i n f r i n g e on' * A i n s i j _ l e mouvement de r e v o l t e s ' a p p u i e , en mSme temps, Thus t h e movement o f r e b e l l i o n i s f o u n d e d , s i m u l t a n eously, ponctuation:  m i s e en r e l i e f en f r a n g a i s  92  animisme en f r a n g a i s d i s p a r a i t en t r a d u c t i o n m o d u l a t i o n s : v o i x pronominale ' s ' a p p u i e ' — v o i x ' i s founded' cause—effet concentration:  'en meme temps' —  passive  'simultaneously'  * s u r l e r e f u s c a t e g o r i q u e d'une i n t r u s i o n jugee intolerable on the c a t e g o r i c a l r e j e c t i o n o f an i n t r u s i o n t h a t i s considered i n t o l e r a b l e changement de s t r u c t u r e : a d j e c t i f ' j u g e e ' — p r o p o s i t i o n subordonnee r e l a t i v e 'that i s c o n s i d e r e d ' amplification: ' t h a t i s c o n s i d e r e d ' t r a d u i t ce q u i e s t sous-entendu en f r a n g a i s modulation: a b s t r a i t 'jugee*—concret 'considered' * e t s u r l a c e r t i t u d e confuse d'un bon d r o i t , and on the c o n f u s e d c o n v i c t i o n o f an a b s o l u t e modulation: plus o b j e c t i f 'conviction'  right  'certitude'—plus intuitif  modulation: changement de q u a l i f i c a t i f : 'bon'— ' a b s o l u t e ' mais a u s s i changement de sens q u i n ' e t a i t pas n e c e s s a i r e (nous s u g g e r e r i o n s 'justifiable') * p l u s exactement 1 ' i m p r e s s i o n , chez l e r e v o l t e , q u ' i l e s t "en d r o i t de . . ." . which, i n the r e b e l ' s mind, i s more p r e c i s e l y the i m p r e s s i o n t h a t he "has the r i g h t t o . . . " changement de s t r u c t u r e : une p a r t i e de l a p r o p o s i t i o n p r i n c i p a l e en f r a n g a i s d e v i e n t une p r o p o s i t i o n subordonnee r e l a t i v e en a n g l a i s 'which i s more p r e c i s e l y . . .' changement de f o n c t i o n : '1 * i m p r e s s i o n ' a p p o s i t i o n a 'la c e r t i t u d e confuse'—'the impression' a t t r i b u t amplification:  'the r e b e l ' s mind'  modulation: l e t o u t ' l e r e v o l t e ' pour l a p a r t i e 'the r e b e l ' s mind' (Le t r a d u c t e u r prend i c i l e l i b e r t e de s p e c i f i e r ' l ' e s p r i t * du r e v o l t e , mais e s t - c e  93  p e r m i s s i b l e ? . . . un t e l s e n t i m e n t p o u r r a i t t o u t a u s s i b i e n v e n i r du coeur) e q u i v a l e n c e : e x p r e s s i o n i d i o m a t i q u e en f r a n g a i s 'est en d r o i t d e ' — ' h a s the r i g h t t o ' Texte B,  3.  La r e v o l t e ne v a pas sans l e s e n t i m e n t d ' a v o i r s o i meme, en quelque f a g o n , e t quelque p a r t , r a i s o n . C'est en c e l a que 1 * e s c l a v e r e v o l t e d i t a l a f o i s o u i e t non. I I a f f i r m e , en meme temps que l a f r o n t i e r e , t o u t ce q u ' i l soupgonne e t v e u t p r e s e r v e r en dega de l a f r o n t i e r e . I I demontre, avec entetement, q u ' i l y a en l u i quelque chose q u i "vaut l a p e i n e de . . .", q u i demande qu'on y prenne garde. D'une c e r t a i n e maniere, i l oppose a l ' o r d r e q u i l'opprime une s o r t e de d r o i t a ne pas e t r e opprime a u - d e l a de ce q u ' i l peut a d m e t t r e . R e b e l l i o n cannot e x i s t w i t h o u t the f e e l i n g t h a t , somewhere and somehow, one i s r i g h t . It i s i n this way t h a t the r e b e l s l a v e says yes and no s i m u l t a n e o u s l y . He a f f i r m s t h a t t h e r e are l i m i t s and a l s o t h a t he s u s p e c t s — a n d wishes to p r e s e r v e — t h e e x i s t e n c e o f c e r t a i n t h i n g s on t h i s s i d e of the b o r d e r l i n e . He demonstrates, w i t h o b s t i n a c y , t h a t t h e r e i s something i n him which " i s worth w h i l e . . and which must be t a k e n i n t o c o n s i d e r a t i o n . I n a c e r t a i n way, he c o n f r o n t s an o r d e r o f t h i n g s which o p p r e s s e s him w i t h the i n s i s t e n c e on a k i n d of r i g h t n o t t o be o p p r e s s e d beyond the l i m i t t h a t he can t o l e r a t e . * La r e v o l t e ne v a pas sans l e s e n t i m e n t R e b e l l i o n cannot e x i s t w i t h o u t the f e e l i n g e q u i v a l e n c e : l e verbe ' a l l e r ' e s t employe i c i d'une maniere i d i o m a t i q u e e t ne peut e t r e t r a d u i t t e l quel: 'ne va pas' — 'cannot e x i s t ' m o d u l a t i o n : a b s t r a i t 'ne va p a s ' — c o n c r e t 'cannot e x i s t ' * d ' a v o i r soi-meme, en quelque f a g o n , e t quelque p a r t , raison. t h a t , somewhere and somehow, one i s r i g h t .  gL  changement de s t r u c t u r e : f r a n g a i s — p r o p o s i t i o n a n g l a i s e q u i v a l e n c e : e x p r e s s i o n ' t o be r i g h t ' mise  en  r e l i e f :  p r o p o s i t i o n subordonnee  p r i n c i p a l e en r e l a t i v e en  i d i o m a t i q u e  'soi-meme'  ' a v o i r  d i s p a r a l t  en  r a i s o n ' —  t r a d u c t i o n  p o n c t u a t i o n : / , / apres 'en quelque f a g o n ' i n v e r s i o n des termes: 'en quelque fagon, et p a r t ' — ' s o m e w h e r e and somehow'  *  C ' e s t en et non.  It no  c e l a  l ' e s c l a v e  i s i n t h i s way t h a t s i m u l t a n e o u s l y .  m o d u l a t i o n :  a b s t r a i t  c o n c e n t r a t i o n :  *  que  'a  l a  the  'en  r e v o l t e r e b e l  m o d u l a t i o n : ' l i m i t s '  l o c u t i o n  m o d u l a t i o n  changement  dans  slave  l a  says  ' i n  f o i s yes  oui and  t h i s  way'  f o i s ' — ' s i m u l t a n e o u s l y '  changement de s t r u c t u r e : p r p r o p o s i t i o n subordonnee (avec deux verbes coordo s i t i o n p r i n c i p a l e et deu c o m p l e t i v e s , l a seconde double, en a n g l a i s  — l o c u t i o n verbale lacune en a n g l a i s  a  c e l a ' — c o n c r e t  II a f f i r m e , e n meme t e m p s q u e l q u ' i l soupgonne et veut p r e s e r v f r o n t i e r e . He a f f i r m s that there are l i m i t s u s p e c t s — a n d wishes to p r e s e r v c e r t a i n t h i n g s on t h i s side of  t r a n s p o s i t i o n :  d i t  quelque  a f r o n t i e r e , tout e r e n d e g a de l a  s and a l s o that he e — t h e e x i s t e n c e of the b o r d e r l i n e .  o p o s i t i o n p r i n c i p a l e et une r e l a t i v e a verbe double nnes), en f r a n g a i s — p r o p o x p r o p o s i t i o n s subordonnees d'entre e l l e s avec verbe  p r e p o s i t i v e  'there  de  ce  'en  temps  que'  a r e '  symbole:  1 ' a r t i c u l a t i o n :  m§me  ' f r o n t i e r e ' —  c h a r n i e r e  (apres ' f r o n t i e r e ' ) — c h a r n i e r e s de t r a i t e m e n t ' a l s o '  de  zero  l i a i s o n  / , /  'and'  et  95  t r a n s p o s i t i o n : pronoms ' t o u t ce' (antecedent neutre du pronom r e l a t i f ' q u e ' ) — l o c u t i o n nominale 'the e x i s t e n c e of c e r t a i n t h i n g s '  m o d u l a t i o n 'the  mise  en r e l i e f vent a u s s i  d i l u t i o n :  *  e x p l i c a t i v e :  e x i s t e n c e  'en  of  a b s t r a i t  c e r t a i n  ' t o u t  c e ' — c o n c r e t  t h i n g s '  en a n g l a i s par l ' e m p l o i de / — / a a l l e g e r l a phrase a n g l a i s e d e g a ' — ' o n  t h i s  qui  ser-  s i d e '  II demontre, avec entStement, q u ' i l quelque chose q u i "vaut l a peine de demande q u ' o n y prenne garde.  y .  a .  en l u i . "j_ q u i  He d e m o n s t r a t e s , w i t h o b s t i n a c y , that there i s somet h i n g i n him which " i s worth while . . ." and which m u s t be t a k e n i n t o c o n s i d e r a t i o n . e q u i v a l e n c e : e x p r e s s i o n — ' i s worth w h i l e '  i d i o m a t i q u e  m o d u l a t i o n dans 1 ' a r t i c u l a t i o n : c h a r n i e r e de l i a i s o n 'and' changement de s t r u c t r e l a t i v e juxtapo c o m p l e t i v e en f r r e l a t i v e coordon  'vaut  c h a r n i e r e  l a  peine  zero  de'  / , / —  u r e : p r o p o s i t i o n subordonnee see et p r o p o s i t i o n subordonnee a n g a i s — p r o p o s i t i o n subordonnee nee en a n g l a i s  m o d u l a t i o n s : v o i x a c t i v e en f r a n g a i s — v o i x passive a n g l a i s verbe ' d e m a n d e V e s t rendu par un a u x i l i a i r e de m o d a l i t e 'must'  en  cause ' q u i demande q u ' o n y prenne g a r d e ' — e f f e t ' w h i c h m u s t be t a k e n i n t o c o n s i d e r a t i o n '  *  D'une c e r t a i n e maniere, i l oppose a l ' o r d r e q u i l ' o p p r i m e une s o r t e de d r o i t In a c e r t a i n way, he c o n f r o n t s an o r d e r o f t h i n g s which oppresses him w i t h the i n s i s t e n c e on a k i n d r i g h t  m o d u l a t i o n s : cause 'oppose a b s t r a i t — c o n c r e t a m p l i f i c a t i o n  d e s c r i p t i v e :  a ' — e f f e t  'with  the  ' c o n f r o n t s '  i n s i s t e n c e  o n '  of  96 modulation:  article  defini  'le'—article  amplification: 'order o f t h i n g s ' modulation: a b s t r a i t ' o r d r e ' — c o n c r e t  i n d e f i n i 'an'  'order o f t h i n g s '  * a ne pas e t r e opprime au d e l a de ce q u ' i l peut admettre. not to be oppressed beyond the l i m i t t h a t he can tolerate. concentration:  'au d e l a de'—'beyond'  transposition: pronom demonstratif neutre 'ce' (antecedent de 'que')—nom 'the l i m i t ' modulation: a b s t r a i t ' c e ' — c o n c r e t 'the l i m i t ' modulations: cause ' a d m e t t r e ' — e f f e t ' t o l e r a t e changement de symbole: objectif, intellectuel 'admettre' (ce que l ' o n peut a c c e p t e r ) — s u b j e c t i f , physique ' t o l e r a t e ' (ce que l ' o n peut supporter) Texte B, 4 . En meme temps que l a r e p u l s i o n a 1'egard de l ' i n t r u s , i l y a dans toute r e v o l t e une adhesion e n t i e r e e t instantanee de l'homme a une c e r t a i n e p a r t de lui-meme. I I f a i t done i n t e r v e n i r i m p l i c i t e m e n t un jugement de v a l e u r , e t s i peu g r a t u i t , q u ' i l l e m a i n t i e n t au m i l i e u des p e r i l s . Jusque-la, i l se t a i s a i t au moins, abandonne a ce d e s e s p o i r ou une c o n d i t i o n , meme s i on l a juge i n j u s t e , e s t acceptee. Se t a i r e , c ' e s t l a i s s e r c r o i r e qu'on ne juge e t ne d e s i r e r i e n , e t , dans c e r t a i n s . c a s , e'est ne d e s i r e r r i e n en e f f e t . Le d e s e s p o i r , comme l'absurde, juge e t d e s i r e t o u t , en g e n e r a l , e t r i e n , en p a r t i c u l i e r . Le s i l e n c e le t r a d u i t bien. Mais a p a r t i r du moment ou i l p a r l e , meme en d i s a n t non, i l d e s i r e e t juge. Le r e v o l t e , au sens etymologique, f a i t v o l t e - f a c e . II marchait sous l e f o u e t du m a i t r e . Le v o i l a q u i f a i t face. I I oppose ce q u i e s t p r e f e r a b l e a ce q u i ne l'e-st pas. Toute v a l e u r n'entralne pas l a r e v o l t e , mais t o u t mouvement de r e v o l t e invoque tacitement une v a l e u r . S ' a g i t - i l au moins d'une valeur? In every a c t o f r e b e l l i o n , the r e b e l s i m u l t a n e o u s l y experiences a f e e l i n g o f r e v u l s i o n a t the  97  i n f r i n g e m e n t of h i s r i g h t s and a complete and spontaneous l o y a l t y to c e r t a i n a s p e c t s of h i m s e l f . Thus he i m p l i c i t l y b r i n g s i n t o p l a y a s t a n d a r d of v a l u e s so f a r from b e i n g g r a t u i t o u s t h a t he i s p r e p a r e d to s u p p o r t i t no m a t t e r what the r i s k s . Up t o t h i s p o i n t he h a s a t l e a s t remained s i l e n t and has abandoned h i m s e l f to the form of d e s p a i r i n which a c o n d i t i o n i s accepted even though i t i s c o n s i d e r e d u n j u s t . To r e m a i n s i l e n t i s to give the i m p r e s s i o n t h a t one has no o p i n i o n s , t h a t one wants n o t h i n g , and i n c e r t a i n cases i t r e a l l y amounts to wanting n o t h i n g . D e s p a i r , l i k e the a b s u r d , has o p i n i o n s and d e s i r e s about e v e r y t h i n g i n g e n e r a l and n o t h i n g i n p a r t i c u l a r . S i l e n c e e x p r e s s e s t h i s a t t i t u d e very w e l l . But f r o m the moment t h a t the r e b e l f i n d s h i s v o i c e — e v e n t h o u g h he s a y s n o t h i n g but " n o " — h e b e g i n s to d e s i r e and to judge. The r e b e l , i n the e t y m o l o g i c a l sense, does a complete t u r n a b o u t . He a c t e d u n d e r t h e l a s h of h i s m a s t e r ' s whip. Suddenly he t u r n s a n d f a c e s h i m . He opposes what i s p r e f e r a b l e to what i s n o t . Not every value e n t a i l s r e b e l l i o n , but every a c t of r e b e l l i o n t a c i t l y invokes a v a l u e . Or i s i t r e a l l y a q u e s t i o n of v a l u e s ?  *  E n m§me t e m p s q u e l a r e p u l s i o n a 1 ' e g a r d d e l ' i n t r u s , i l y a dans toute r e v o l t e une a d h e s i o n e n t i e r e et i n s t a n t a n e e de 1'homme a une c e r t a i n e p a r t de l u i m§me. In every a c t o e x p e r i e n c e s a of h i s r i g h t s to c e r t a i n asp  changement  f f e an ec  d ' o r d r e  r e b e l l i o n , the r e b e l s i m u l t a n e o u s l y e l i n g of r e v u l s i o n at the i n f r i n g e m e n t d a complete and spontaneous l o y a l t y ts of h i m s e l f . dans  l'enonce  t r a n s p o s i t i o n : l o c u t i o n p r e p o s i t i v e ' e n m&me —adverbe ' s i m u l t a n e o u s l y ' et c o n j o n c t i o n c o o r d i n a t i o n 'and' m o d u l a t i o n : a r t i c l e  p a r t i c u l i e r , i n d e f i n i ' a '  m o d u l a t i o n : a b s t r a i t r e v u l s i o n ' a m p l i f i c a t i o n  a r t i c l e  d e f i n i  ' r e p u l s i o n ' — c o n c r e t  s u b j e c t i v e :  ' f e e l i n g  o f  temps de  que'  ' l a ' — g e n e r a l ,  ' f e e l i n g  of  98  adaptation: 'a l'egard de l ' i n t r u s ' — ' a t the infringement of his r i g h t s ' modulations: abstrait—concret cause (source de 1*action)—effet (resultat de 1'action) equivalence: ' i l y a . . . de l'homme'—'the rebel experiences' modulation: abstrait ' i l y a'—concret 'experiences' amplification subjective: modulation:  'revolte'—'act  cause 'adhesion'—effet  of r e b e l l i o n '  'loyalty'  modulation: o b j e c t i f 'instantanee' (automatique)— subjectif 'spontaneous' (volontaire) modulation: singulier concret 'une certaine p a r t ' — p l u r i e l conceptuel 'certain aspects' * II f a i t done intervenir implicitement un jugement de valeur, Thus he i m p l i c i t l y brings into play a standard, of values inversion des termes: equivalence: modulation:  ' f a i t i n t e r v e n i r ' — ' b r i n g s into play' abstrait—concret  modulations inverses: concret—abstrait modulation: concret  'done'—'thus'  effet  'jugement'—cause  'standard'  singulier conceptuel ' v a l e u r ' — p l u r i e l 'values'  * et s i peu g r a t u i t , so far from being gratuitous changement de l i a i s o n : / , / et . . , / , / non traduit en anglais modulation: notion de quantite distance 'so f a r from' dilution:  ' s i peu'—notion de  'gratuit'—'being gratuitous'  99  *  q u ' i l  l e  m a i n t i e n t  that he i s  prepared  r i s k s .  m o d u l a t i o n :  cause  a m p l i f i c a t i o n :  au  m i l i e u  to  *  p r e p a r e d '  'is  cause  Jusque-la, Up  to  i l  t h i s  d i l u t i o n :  h a s  matter  se  p o i n t  t a i s a i t he  ' t o  f i l m  le  au  h a s  a t  the  what  s u p p o r t ' 1 ' a c t i o n  de  what  ' r i s k s '  moinSj_ l e a s t  to  remained  t h i s  s i l e n t  p o i n t '  : 'se t a i s a i t ' — ' h a s remained s i l e n t ' marquer que 1'equivalence de 'se t a i r e ' s i l e n t ' et q u e l ' e m p l o i i c i de ' r e m a i n ' e 1 ' a s p e c t d u r a t i f du verbe 'se t a i r e * e a l ' i m p a r f a i t  abandonne and  no  ' p e r i l s ' — e f f e t  temps: i m p a r f a i t 'se remained s i l e n t *  *  p e r i l s .  des p e r i l s ' — 'no matter  ' j u s q u e - l a ' — ' u p  e q u i v a l e n c e f a u t re 'to be a rendr conjugu  i t  ' m a i n t i e n t ' — e f f e t  e q u i v a l e n c e : 'au m i l i e u the r i s k s ' m o d u l a t i o n :  des  support  a  ce  t a i s a i t ' — p a s s e  compose  (II e s t s e r t  '.has  d e s e s p o i r  abandoned  h i m s e l f  t o  m o d u l a t i o n dans 1 ' a r t i c u l a t i o n : c h a r n i e r e de s i m p l e l i a i s o n  t h e  form  o f  c h a r n i e r e ' a n d '  d e s p a i r zero  / , / —  changement de c o n s t r u c t i o n : p r o p o s i t i o n p r i n c i p a l e coordonnee (a l a precedente) e n a n g l a i s t r a n s p o s i t i o n entre marques: a d j e c t i f ' c e ' — a r t i c l e d e f i n i ' t h e ' a m p l i f i c a t i o n :  'form  compensation: 'form 'ce' e n ' t h e '  *  oft u n e c o n d i t i o n , a c c e p t e e . i n which a c o n s i d e r e d  o f  o f  meme  c o n d i t i o n u n j u s t .  i s  d e s p a i r '  compense  l a  s i  juge  on  l a  accepted  d e m o n s t r a t i f  t r a n s p o s i t i o n  even  i n j u s t e , though  de  e s t i t  i s  100 dilution: 'ou' ( w h e r e ) — ' i n w h i c h ' modulation: abstrait—concret modulation: though'  supposition  (dans  laquelle)  'meme s i ' — c o n c e s s i o n  'even  i n v e r s i o n dans l ' o r d r e de l ' e n o n c e : necessite l e s deux / , / en f r a n g a i s e t non p a s e n a n g l a i s modulations: voix active ' i t i s considered' abstrait—concret  'on l a j u g e ' — v o i x  passive  * Se t a i r e , c ' e s t l a i s s e r c r o i r e qu'on ne .juge e t ne desire rien, To r e m a i n s i l e n t i s t o g i v e t h e i m p r e s s i o n t h a t one has no o p i n i o n s , t h a t one wants n o t h i n g , modulation: c a u s e 'se t a i r e ' ( a c t i f ) — e f f e t 'to r e m a i n silent' (passif) equivalence: 'se t a i r e ' — ' t o r e m a i n s i l e n t ' ( v o i r n o t r e P. 9 9 ) gallicisme: ' c ' ' se r a p p o r t e a 'se t a i r e ' e t n ' e s t p a s traduit modulation: cause impression'  'laisser  modulation: ions'  'on ne  cause  c r o i r e ' — e f f e t 'to g i v e  juge'—effet  'one h a s no  m o d u l a t i o n dans 1 ' a r t i c u l a t i o n : c h a r n i e r e 'et'—ponctuation /,/ (juxtaposition)  de  the opin-__  liaison  * e t j _ dans c e r t a i n s caSj_ c ' e s t ne d e s i r e r r i e n en e f f e t . and i n c e r t a i n c a s e s i_t r e a l l y amounts t o w a n t i n g nothing. mise e n r e l i e f modulation: amounts  en f r a n g a i s  par l'emploi  o b j e c t i f 'c'est to wanting'  de deux / , /  desirer'—subjectif  concentration: 'en e f f e t ' — ' r e a l l y ' modulation: abstrait—concret  ' i t  101  * Le d e s e s p o i r , comme l'absurde, .juge e t d e s i r e toutj_ en general^, e t rien_j_ en p a r t i c u l i e r . Despair, l i k e the absurd, has o p i n i o n s and d e s i r e s about e v e r y t h i n g i n g e n e r a l and n o t h i n g i n p a r t i c u l a r . dilutions: 'juge'—'has opinions' ' d e s i r e ' — ' ( h a s ) d e s i r e s about' modulation: c a u s e — e f f e t (pour chaque d i l u t i o n c i dessus ) mise en r e l i e f en f r a n g a i s par l'emploi de t r o i s / , / * Le s i l e n c e l e t r a d u i t b i e n . S i l e n c e expresses t h i s a t t i t u d e very w e l l . etoffement du pronom personnel o b j e t d i r e c t ' l e ' par a d j e c t i f demonstratif ' t h i s ' e t nom ' a t t i t u d e ' modulations: cause ' t r a d u i t ' — e f f e t abstrait—concret a m p l i f i c a t i o n emphatique:  'expresses'  'very'  * Mais a p a r t i r du moment oh i l p a r l e But from the moment t h a t the r e b e l f i n d s h i s v o i c e transposition:  pronom personnel  modulations: objectif voice * effet—cause  'il'—nom  'parle'—subjectif  'the r e b e l ' 'finds h i s  * meme en d i s a n t non,_ i l d e s i r e e t juge. even though he says nothing but "no"—he begins to d e s i r e and to judge. changement de c o n s t r u c t i o n : p a r t i c i p e g e r o n d i f en f r a n g a i s — p r o p o s i t i o n subordonnee c o n c e s s i v e en anglais transposition: adverbe 'even though'  'meme'—locution c o n j o n c t i v e  dilution: 'non'—'nothing a m p l i f i c a t i o n emphatique: changement de p o n c t u a t i o n :  but "no"' 'nothing but* de / , / a / " " / e t / — /  102  modulation: o b j e c t i f 'desire et j u g e ' — s u b j e c t i f •begins to d e s i r e and to judge' amplification: 'begins' aspect i n c h o a t i f ; f i l m de l ' a c t i o n en a n g l a i s * Le r e v o l t e , au sens etymologique, f a i t v o l t e - f a c e . The r e b e l , i n the e t y m o l o g i c a l sense, does a complete turnabout. equivalence: ' f a i t v o l t e - f a c e ' — ' d o e s a complete turnabout' a m p l i f i c a t i o n d e s c r i p t i v e : f i l m de l ' a c t i o n en a n g l a i s * I I marchait sous l e f o u e t du maitre. He acted under the l a s h of h i s master's whip. modulation i n v e r s e : 'acted' perte en a n g l a i s  subjectif  'marchait'—objectif  amplification: 'the l a s h of (the) whip' modulation: a b s t r a i t 'le f o u e t ' — c o n c r e t 'the l a s h of (the) whip' compensation: c e t t e modulation-ci compense l a modulation i n v e r s e c i - d e s s u s t r a n s p o s i t i o n entre marques: a r t i c l e d e f i n i ' l e ' ( i n c l u s dans l e mot ' d u ' ) — a d j e c t i f p o s s e s s i f ' h i s ' * Le v o i l a qui f a i t f a c e . Suddenly he turns and f a c e s equivalence:  him.  g a l l i s c i s m e 'le v o i l a q u i ' — ' s u d d e n l y  amplification descriptive: 1'action  'turns and  he'  faces' le f i l m  de  l e pronom personnel o b j e t d i r e c t 'him' t r a d u i t l e pronom personnel objet i n d i r e c t ' l u i ' qui e s t sous-entendu en f r a n g a i s * I I oppose ce qui e s t p r e f e r a b l e a ce q u i ne l ' e s t He opposes what i s p r e f e r a b l e to what i s not. r  7  pas.  103  remarque  sur  l a  c o n s t r u c t i o n :  subordonnees r e l a t i v e s s i t i o n s subordonnees " vue de 1 ' a n g l a i s (II p o i n t de vue de 1 ' a n a l p r o p o s i t i o n s subordonn c o n s i d e r e e s comme e t a n 'what' equivaut a 'tha le  pronom n ' e s t  *  personnel pas  '1''  t r a d u i t  qui  en  de  *  mouvement  mais tout v a l e u r . but every  l a  act  of  se  rapporte  a  ' p r e f e r a b l e '  pas l a r e v o l t e , r e b e l l i o n ,  n e g a t i o n  de  p r o p o s i t i o n s  a n g l a i s  Toute v a l e u r n ' e n t r a i n e Not every value e n t a i l s  deplacement  c f y e t t  deux  en f r a n g a i s — d e u x p r o p o o m p l e t i v e s " du p o i n t de a u t remarquer i c i que, du se frangaise,^ ces deux es s e r a i e n t egalement des r e l a t i v e s vu que which')  du  verbe  r e v o l t e  r e b e l l i o n  a  son  invoque  t a c i t l y  s u j e t  tacitement  invokes  a  une  v a l u e .  m o d u l a t i o n et a u s s i changement de s e n s : un 'mouvement' i n d i q u e une i n t e n t i o n q u i p e u t ou n o n d e v e n i r une a c t i o n t a n d i s que 'act' i n d i q u e une a c t i o n b i e n d e f i n i e  *  S ' a g i t - i l Or  i s  i t  au  moins  r e a l l y  e q u i v a l e n c e : ' i s i t '  a  d'une  e x p r e s s i o n  compensation: ' s ' a g i t - i l '  'or*  v a l e u r ?  q u e s t i o n  of  values?  i d i o m a t i q u e  compensense  le  m o d u l a t i o n :  d u b i t a t i f  'au  m o d u l a t i o n :  s i n g u l i e r  c o n c e p t u e l  concret ' v a l u e s ' a m p l i f i c a t i o n : ' q u e s t i o n perdue  dans  S ' i l de  1'analyse  l ' e m p l o i  ' s ' a g i t - i l  doute  m o i n s ' — p l u s  o f  de  compense  est  p o s s i b l e  de  t i r e r  qui  precede,  i l  semble  p o s i t i f  'une  ' r e a l l y '  exprime  d e ' — par  ' r e a l l y '  v a l e u r ' — p l u r i e l l a  n o t i o n  quelques b i e n  de  doute  c o n c l u s i o n s  evident  que  l e s  104  procedes  techniques  b i e n ,  comme  et  m o d u l a t i o n .  l a  n'en  1 ' a v a i t  p r e s e n t e n t  a u s s i  evident  t r a d u c t i o n cement  de  encore.  du l a  l a  phrase  l a  phrase  Rares,  pas  est  l ' u n  le  ou  f r a n g a i s e  a n g l a i s e , et  c o n s t r u c t i o n  predominent.  i l  r e s t e  au  de  pensee  correctement  u n i t e s  de  f i d e l e s de  ce  au  que  phrases sens V i n a y  a  a  de  au  d ' o r d r e  ont  phrases  ces  de  de  l ' a g e n -  s i n o n  davantage complexe,  p l u s  que  d ' e q u i v a l e n c e , dans  l a  problemes que  dans  q u i  Tout  beaucoup  l e s  exacte  appele  r e s o l u s ,  u n i t e s  1 ' a u t r e  1 ' o r i g i n a l ,  D a r b e l n e t  l e s  d e v i e n t  q u e s t i o n s  c o n s t r u c t i o n de  t a n t  sont  t r a n s p o s i t i o n  ceux  phrase  s ' a s s u r e r  l a  problemes  l ' e t r e  Mais  u s i t e s  exemple.  l e s  l a  transposees  g e n e r a l et  de  changement  t r a d u c t e u r  s i  tout  l e s  d ' a d a p t a t i o n  sont  i m p o r t a n t s ,  tend  p l u s  p l u s  Panneton,  1'autre  sont  s t r u c t u r e  l e s  e f f e t ,  que  sont  le  G.  en  f a i t  l e x i q u e  l a  t r a d u c t i o n  suggere  phrase  P l u s  et  de  de  langue  sont  en  a u s s i  c ' e s t - a - d i r e " l e  message".  QUATRIEME  Vinay etant  t i q u e ,  et  par  pensee  .  .  s i t u a t i o n  .  d e f i n i s s e n t  sur  consequent  une  f a i t  p s y c h o l o g i q u e s  [ e s t ]  e s t  .  c e l u i  E n f i n ,  .  .  des  du [Ce]  tement  de  comme  le  d e f i n i t  symboles pensee,  Mais  le  s a v o i r  nos  entre  est  " l e II  et  a u s s i  (p.  l e s un  le  compte c e l l e s  langue de  l a  des le  compor-  Ou un  et et  encore,  systeme  contenu  de  s e n t i m e n t s :  elements f a i t  de  immense  159) e s t  le  et  dominent  langage  nos  l i g n e  r e s s o r t ,  exprime et  a p p e l l e  c o r r e c t e  q u i  n o u s . "  idees  i n t e l l e c t u e l s langage  de  B a l l y :  d ' e x p r e s s i o n . a  elements  chacun  e x t r a - l i n g u i s -  p a r l a n t  probleme  d e r n i e r  m e t a l i n g u i s t i q u e s  en  s u j e t  comme  l'enonce,  suggere,  r a p p o r t s  en  message  r e a l i t e  1 ' i n t e r p r e t a t i o n  f o n c t i o n ,  le  de  e n t r e r  connaissances s o c i a l  MESSAGE  [ C e l l e - c i ]  i n t e r l o c u t e u r .  e s s e n t i e l  LE  s i g n i f i c a t i o n s  s i t u a t i o n .  r e a c t i o n s son  des  e s s e n t i e l l e m e n t  l a  message  de  Darbelnet  "1'ensemble  reposant  l e s  et  PARTIE:  notre les  a f f e c t i f s  eminemment  de  .  .  .  s o c i a l  „55 •  •  •  Cette a ne  tous  l e s  r e l e v e n t  p a r t i e  aspects n i  du  de  des sens  notre  etude  s e r a  problemes  de  l a  des  en  tant  105  mots,  done  consacree  t r a d u c t i o n q u ' u n i t e s  q u i  106 l e x i c o l o g i q u e s , n i du sens de ces mots groupes en p h r a s e s , c ' e s t - a - d i r e de l e u r agencement. cas ou l e passage d'un  Ce s e r o n t l e s  t e x t e d'une langue dans une a u t r e  r e q u i e r t un. des t r o i s procedes t e c h n i q u e s de  traduction  d i t s o b l i q u e s ; ce sont s o i t l e s m o d u l a t i o n s dans l e message dues a un changement de p o i n t de vue  s'etendant  s u r p l u s d'une u n i t e l e x i c o l o g i q u e , s o i t l e s e q u i v a l e n c e s e t l e s a d a p t a t i o n s q u i rendent compte r e s p e c t i v e m e n t ou d'une m§me s i t u a t i o n , ou d'une s i t u a t i o n  jugee  e q u i v a l e n t e , par des moyens s t y l i s t i q u e s e t s t r u c t u r a u x entierement d i f f e r e n t s .  Ces procedes sont a u s s i ceux q u i  s e r v e n t a rendre l e s sens seconds,  les allusions  e x p l i c i t e s ou i m p l i c i t e s , c u l t u r e l l e s ou a u t r e s , l e contenu a f f e c t i f du t e x t e , en f a i t t o u t e c e t t e  "realite  e x t r a - l i n g u i s t i q u e " dont i l v i e n t d ' e t r e q u e s t i o n , c ' e s t a-dire l a " s i t u a t i o n " . Indus  dans c e t t e p a r t i e egalement sont l e s  f a i t s p r o s o d i q u e s q u i sont des phenomenes e t a l e s s u r p l u s i e u r s segments de l'enonce  (p. 178) e t l e s  a r t i c u l a t i o n de c e l u i - c i , l a p o n c t u a t i o n e t l e s c h a r n i e r e s q u i concernent l e decoupage du message. ces a s p e c t s sont d'une importance t o u t e p a r t i c u l i e r e ce q u i concerne comme i l  Tous en  l a t r a d u c t i o n de l ' o e u v r e de Camus,  s e r a observe dans l e s pages q u i s u i v e n t e t dans  1'analyse q u i termine c e t t e  partie.  107 Sens  s t r u c t u r a l ,  On sens  et  se  du  t r a v a i l l e  l e s  l o i s  denommees que ne  le  des  pour  u n i t e s  mais en  g l o b a l  a  et  l a q u e l l e  comprendre entre "Je  s e r a  par  "je  ambigu  p o u r r a et  le  note  q u i  p e r g u ,  i l  n i l a  exemple  femme"  s o i t  "I  am  q u i  s i g n i f i e r  dans  et  peut  l a  t a n t  le  n i  du  de  l a  langue  D a r b e l n e t  c i t e n t ,  ambigue  your je  w i f e "  much  t h a t "  d e j a  vu,  ou  t e l  a  que  s o i t  (p.  163)  r e u s s i r a i "  q u i  e c r i t e  "so  " s i t u a t i o n " d'en  c o r r e s p o n d r e  que  contexte  que  permet  s t r u c t u r e  f o l l o w i n g  t r a v a i l l e r a i que  de  au  s t r u c t u r e ,  a l l u s i o n  Vinay  de  " g l o b a l " .  eonnaissance  f a i t  s e l o n  s t r u c t u r a l " ,  t r a v a i l  egalement  l a  f a i r e ,  cependant  "sens  un  d i t  ce  a  e t r e  peut  r a p p o r t e r  peut de  a l o r s  a u s s i  se  pour  a s s e m b l i e s  se  pour  sens se  1'intention. un  II  du  t r a n s f e r t  que,  peuvent  c l a i r  le  et  p a r t  de  pensee,  appele  f a i l l e  seule  message  de  p h r a s e .  r e s s o r t e  v o t r e  w i f e "  encore  de  p a r t ,  t r a d u c t e u r  semantique  s a i s i r  que  a u t r e s ,  s u i s  your  ne  le  o p e r a t i o n s  u n i t e s  q u ' i l  D ' a u t r e  c o n t e x t e ,  ses  suffisamment  p o u v o i r  sens  des  a i n s i  pas  t r a d u c t i o n  domaine  que  l'agencement,  sens  s o i t  t o u t e s  sur  de  g l o b a l  s o u v i e n d r a  e f f e c t u e  l ' i n t e r i e u r i l  sens  ou  "as  " t a n t  l o n g  "I  am ou  ne  que"  a s " ,  (p.  de  sens  17^  12) Comme  on  l ' a  lui-meme,  le  sens  que  l ' o n  le  mot  donne  n ' a au  pas mot  e s t  f o n c t i o n  108 du  mecanisme  d'une  p a r t ,  depasse. que  de  le  l a  i n f e r i e u r  Un  mot  meme  a  " v o c a b l e " ;  c ' e s t  sens,  i l  de  ce  dehors  un  e t r e f a i t  mot  en  hors  des  c i r c o n s t a n c e s mots  dans  chaque  q u i  s ' e n . s e r t  r a p p e l l e , le  une  t r a d u c t e u r  seulement " t o u t  un  d i t  de  comme  r e n s e i g n e n t  pas  C ' e s t  que,  a i n s i  p a t i e n t ' sur  l a  pour  du  (p.  i l s  a  se  s a i t  meme  fagon  prendre  Ce  sur  le  a l o r s ne  un  e s t  que  pour  ce c e l u i  C e c i pour a  non  c ' e s t - a - d i r e Camus  f a i t  4)  langues  sur  n i  l ' a u t e u r  auquel p.  sens  employe.  n e c e s s i t e que  donnees  ne  une  meme  s i t u a t i o n .  exemple  t r e s  s i m p l e ,  sexe  du  q u ' e n  s e r a  un  p e r g o i t .  d i r e ,  "deux  s i g n i -  t r o u v e ,  vraiment  ce  i n t r o d u c t i o n  l a  c o n s i d e r e ;  i l  d ' e x p e r i e n c e "  le  cas  donner  l ' a b s o l u e  v o u l u  change).  de  l e s  ( t e l  " t e r m e " ,  dont  i l  l a  peut  q u i  r e p r e s e n t e n t  q u i  sens  "mot",  chaque  s i g n i f i e n t  e s t ,  p a r t ,  sens  sens,  ou  comprendre  malade, 164)  meme  l e s q u e l l e s  c e l u i  renseigne  c e l u i  c o n t r a i r e . "  on  de  ne  sens  d ' a u t r e  emplois  dans  dans  a u s s i  notre  le  phrase  encore,  b i e n  mais  l a  un  des  ce  p l u s i e u r s  p o s s i b l e  donne  pour  f o i s  ( v o i r  Or,  non  cas  sous-entendu  a l l u s i o n ,  ' h i s  de  done  et  non a  guere  et  et,  (exemple:  invoquee  un  que  a v o i r  mots  mot  l o r s ,  n o t i o n  l ' e m p l o i ,  d o i t  Les  l a  des  c i - d e s s u s )  f i c a t i o n  a  et,  peut  p l u s i e u r s  q u ' u n  n ' e s t  a  mot  " s u i s "  a p p a r t e n i r  Autant  pensee  done  d o c t e u r ,  f r a n g a i s pas  i c i ,  mais  c ' e s t comme  le  109 pour  le  l e x i q u e ,  semantiques dans  ce  obtenu  c h a p i t r e - l a , que  par  langue  cette  r e f e r e n c e  l a  l o r s q u ' e l l e  "Walk  probleme  d ' e x t e n s i o n ,  non-concordants,  Dans  l a  un  du  au  texte  un  i l  le  i l  y  aura  element l a i s s e  t r a d u c t e u r  se  done  de  1'original  sans  t o n a l i t e ,  e t r e (p.  recuperee  exemple  sans  ne  de  du  toute  t e x t e ,  grace  " P u i s - j e , r i s q u e r q u i  7)  May r u n n i n g be a b l e g o r i l l a e s t a b l i s  a - t - i l mot  " U . S . "  au  l o r s  un  " g a i n "  1'ombre  contenu  p e r t e ,  devant  procede  (exemple:  Le  164) " l e  que  de  en de  de  sens  ou  p r i n c i p e c o m p e n s a t i o n . "  de  monsieur, f a i r e  p r e s i d e  vous  importun?  i c i  une  (qui  rendu  par  La  Chute  p r o p o s e r  aux  nous  l a  "ape"  de  de  semble  s e r v i c e s ,  que  l ' e s t i m a l b e  de  cet  vous  etablissement.  s e r v i c e s w i t h o u t I f e a r y o u may not stood by the worthy f a t e of t h i s p. 3)  sens  dans  t r a d u c t i o n ce  mes  c r a i n s  d e s t i n e e s  perte dans  Je  entendre  I, Monsieur, o f f e r my the r i s k of i n t r u d i n g ? t o make y o u r s e l f u n d e r who p r e s i d e s o v e r the h m e n t , (anglais " B r . "  pas  ete  t i r e  non-compensee:  d ' e t r e  vous  " g o r i l l e " a  s u i v a n t  " p e r t e "  s a c h i e z  (p.  du  a i l l e u r s  e t r e  s i t u a t i o n  (p.  t r a n s m e t t r e  p e r d r e ,  p o i n t  passage  g o r i l l e  N'y  un  peut  163) Le  un  en  l a  dans  f r a p p e r " ) . "  en  q u e s t i o n  ne  des  de  sans  r i e n  ete  champs  c o n t e x t e .  o r i g i n a l  d o i t  a  sens  "Entrez  de  i n " ,  f o i s  t r a d u c t i o n  " e x p l i c i t e  dont  de  q u i  ne  l a en  t r a d u c t i o n a n g l a i s  v a u d r a i t  pas  110  mieux)7 pas  I I e s t p r o b a b l e que Camus a employe ce mot n o n  seulement  (bon exemple faire  pour  decrire  d'"emprunt" s o i t  allusion aussi  traduction possible aurait  done f a l l u  Cette  a une f o n c t i o n p o l i c i e r e .  proposer quelque de l a p h r a s e  de s o u s - e n t e n d u  perte aurait  du barman  d i t en p a s s a n t ) mais  s u r ce p l a n s e r a i t  t r a d u c t i o n du r e s t e peut y a v o i r  1'aspect physique  pour  La  "bodyguard".  compensation  II  dans l a  pour r e n d r e ce q u ' i l  dans l e terme  "gorille",  pu, t o u t a u moins e n p a r t i e ,  §tre  compensee e n t r a n s p o s a n t " p r e s i d e "  non pas p a r " p r e s i d e s '  m a i s p a r une e x p r e s s i o n p l u s f o r t e  du g e n r e  close  de "keeps a  watchful eye". Un a u t r e exemple  celui-ci  de " p e r t e " non-compensee, e t  est indiscutable,  traductions  se r e t r o u v e dans l e s  s u c c e s s i v e s de L'Homme  revolte:  "Mais l o r s q u e l ' E g l i s e a d i s s i p e s o n h e r i t a g e m e d i t e r r a n e a n , e l l e a mis 1 ' a c c e n t s u r 1 ' h i s t o i r e au d e t r i m e n t de l a n a t u r e , f a i t t r i o m p h e r l e g o t h i q u e s u r l e roman e t , d e t r u i s a n t une l i m i t e en elle-m&me, e l l e a r e v e n d i q u e de p l u s e n p l u s l a p u i s s a n c e t e m p o r e l l e e t l e dynamisme h i s t o r i q u e . (p. 3 5 8 ) But when t h e C h u r c h d i s s i p a t e d i t s M e d i t e r r a n e a n h e r i t a g e , i t p l a c e d t h e e m p h a s i s on h i s t o r y t o t h e d e t r i m e n t o f N a t u r e , caused t h e G o t h i c t o t r i u m p h o v e r t h e Roman and, d e s t r o y i n g a l i m i t i n i t s e l f , has made i n c r e a s i n g c l a i m s t o t e m p o r a l power a n d h i s t o r i c dynamism, ( p r e m i e r e v e r s i o n p . 266) But when t h e C h u r c h d i s s i p a t e d i t s M e d i t e r r a n e a n h e r i t a g e , i t p l a c e d t h e e m p h a s i s on h i s t o r y t o t h e d e t r i m e n t o f n a t u r e , caused t h e G o t h i c t o t r i u m p h  I l l  over  has  the  romance,  made  dynamism.  On  peut  done  c o r r i g e e , au  moins  c e t t e i c i l a  phrase.  periode  gothique  a  Ces sens  mais  ne  n ' e s t  l a  dans  en  n i  n i  de  que  ce  c a s - c i  son  sens  le  plus  comme  le  probleme  t r a d u c t e u r  devra  ne  que  dispose  f a i r e  d'un  le  l a  connaissance  p h i l o s o p h i e  et  de  son  vraiment  humanisme, p l u s  c e l u i mot  et l a  sa  formateurs  de  a  l ' a r t  pas  cas  de  n i  du  q u i  c o n t e x t e ,  c o n n a l t  l a  pour  "se  est  le  le  resoudre  parmi  l ' e s p r i t . "  i l  meta-  r e p o s e ,  t r a d u c t i o n  par  presente  auquel  l'homme,  place de  l a  " L ' e x p l i c a t i o n  connaissance  de  ou  " s i t u a t i o n "  derniere  m i l i e u , a  c e l l e  l e s  d e l i c a t  sur  les  a i n s i  plus  de  e x e r c i c e s  ne  Darbelnet  f a c e :  et  s ' a g i t  romanesque.  Puisque  un  dans  p a r t i c u l i e r  s ' a g i t  le  c e t t e  tout  " l ' e s p r i t  et  moyen:  ou  q u ' i l  q u ' i l  l i n g u i s t i q u e . compte,  e f f e t ,  de  et  "roman"  a  l a r g e .  Vinay  i t s e l f ,  h i s t o r i c a l  revue  analogue  pour  dans  i n  compris  mot  s t r u c t u r e ,  et  d i s e n t  pas  r e l i g i e u x  du  l a  and  v e r s i o n  du  en  i l l u s t r e n t  p e r c e p t i b l e  s i t u a t i o n "  done  mais  l i m i t  299)  l a  s p e c i a l  roman"  lui-meme  exemples  p.  t o u j o u r s  b i e n ,  a  temporal  1 ' o p p o s i t i o n  roman;  r e s s o r t  s i t u a t i o n , p r i s  de  " l ' e s p r i t l ' a r t  roman  sens  dans  " l ' e s p r i t "  romane, a  meme  semble de  to  v e r s i o n  n ' a v a i t le  II  Camus,  g o t h i q u e "  le  Bower  remarque  pour  l ' a r t  que,  d e s t r o y i n g  claims  (deuxieme  v o i r  A.  and,  i n c r e a s i n g  en  de est  f i n  sa done  l e s (p.  177)  112 M e t a l i n g u i s t i q u e  La d e f i n i e l e s  n o t i o n  eomme  f a i t s  est  etant  s o c i a u x ,  s t r u c t u r e s nous  de  " m e t a l i n g u i s t i q u e " 1'ensemble  c u l t u r e l s  l i n g u i s t i q u e s .  f o u r n i  par  conceptions  de  i n f l u e n c e n t  notre  un  langue,  et  d e r n i e r . "  ce  i n t r o d u c t i o n ,  comme  et  une  r e a l i t e .  Cette  egalement  aux  de  a  r e q u i e r t  du  pp.  ce  de  "decoupage" temps  de  vie  procede  et  de  .  langue, c o l o r e  6-7) de  q u i  l a  m o d u l a t i o n  concerne de  l e s l a  s ' a p p l i q u e  (exemple: "bonne  "good  n u i t " )  et  se  r a p p e l l e r a  de  d'un compte  que  n i g h t "  (p.  a u t r e s ,  262), et  1 ' a d a p t a t i o n .  s i t u a t i o n s  changement d'une  m£me  et  de  1 ' a d a p t a t i o n  est  que  ce  p r o c e d e - c i  p o i n t  de  vue,  s i t u a t i o n  en  une qui  "permet  mettant  .  c u l t u r e l s  notre  d i f f e r e n t  s o c i a l e  . nos  et  l a  a u s s i  s u j e t  en  vaste  a d a p t a t i o n  equivalence  rendre  v o i r  au  aux  e x t e r i e u r ,  decoupage  de  u n i s s e n t  f o r c e s :  c6te,  son  "langue"  " b o n s o i r "  repas,  l ' e m p l o i  On  decoule  n o t i o n  f o i s  Equivalence,  de  de  questions  de  s o c i a u x  259;  de  t r e s  schemes  l ' u n i v e r s  (p.  ete  qui  de  mentionne  q u e s t i o n  l a  mesures,  et  ensemble  p a r t i c u l i e r e m e n t  c o u l e u r s ,  recouvre  nous  r a p p o r t s  courant  mais  d e f i n i t i o n  C ' e s t , s e n s o r i e l l e  nos  deja  p s y c h o l o g i q u e s  "Cet  l ' u n i v e r s ,  entre  analyse  et  double  s ' i n t e r p o s a n t  des  a  en  de oeuvre  113 des  moyens  s t y l i s t i q u e s  d i f f e r e n t s . " i d i o t i s m e s , tous de  f o n t  l a  (p.  242)  s t r u c t u r e  a  n i  a l l u s i o n  place  le  b i e n  Savory, ne  s i g n i f i e  a l l e r  a u s s i  s u f f i s a n t ) par Ce  l o i n mais  1'usage, q u ' i l  ne  d ' a i l l e u r s ,  i d i o m a t i q u e s ,  mais  egalement.  'there comment  there  i s  d i r e  pas,  q u ' e l l e  not  s i  on  au  of  a u s s i  de  de  what"  le  assez  q u i  Theodore  s e r a i t ne  ce  pas  d o e s n ' t  o m i s s i o n peut  a  n i  domaine  d i t  n'y  what'  "It  le  le  q u i  r e s s o r t f o n t ,  dans  has of  e t c . ,  c u l t u r e l l e ,  "II  d e v i n e r ,  veut  mentionne  not  ne  q u i  Comme  i d i o m a t i q u e  q u ' e l l e  qui  s i t u a t i o n  "He  entierement  g a l l i c i s m e s ,  d ' e q u i v a l e n c e  pas  c ' e s t  l e s  s i t u a t i o n  une  procede  1 ' e x p r e s s i o n  q u o i "  sont  c o n t e x t e ,  a  m e t a l i n g u i s t i q u e  s t r u c t u r a u x  phrases  une  du  c o n t r a i r e ,  l a  Ce  p r o v e r b e s ,  a l l u s i o n  et  (sans d e j a  s a i t  de  m a t t e r " ?  5  ^  etrange  s i g n i f i e r  "You're  welcome".  M o d u l a t i o n  S ' e x p l i q u a n t l a  m o d u l a t i o n  d i v e r s e s l a  dans  especes  "changement  de  des  p o i n t  par  message  l a q u i  comparables  l e x i c a l e .  d i f f e r e n t e s  p l u s i e u r s  le  c a t e g o r i e s  m o d u l a t i o n  a u s s i  de de  procedes  II  est  peut  e t r e  a  c e l l e s  a  remarquer  m o d u l a t i o n vue")  m e t a l i n g u i s t i q u e  dans  c l a s s i q u e s  c l a s s e e  e t a b l i e s que  ( c ' e s t - a - d i r e le de  message l a  e s t en pour  l e s de r a p p e l l e n t  r h e t o r i q u e s  l a  114 m o d u l a t i o n substance " t h i s  pour  b a f f l e s  evoque t o u t  e x p l i c a t i v e  l a  (le  moyen  pour  l e  l a  cause  pour  1*effet,  l ' o b j e t , a n a l y s i s " ,  metonymie;  (exemple:  l a  "he  shut  the  l a  par  c o n t r a i r e  n e g a t i v e  p l u s " )  l i t o t e ,  pensez  au  l a  M o d u l a t i o n auquel  l e  employe le  t r a d u c t e u r  a  une  f r a n g a i s  que  ne  l e  est au  s e r t  f a i t  f a i t  p l u s  v o i x  se  p a s s e " — " T h i s d e r n i e r  n e z " )  dans  r a r e  l a  autre  un en  a  my  f a c e " , l a  r e c o u r s  e s t  i l  l e  me  m o d u l a t i o n i t " ,  a u s s i  l o r s q u e  l a  v o i x  p l u s  de  " V o i c i  e x t e n s i f  p a s s i f  (exemple: on  l e  v o i x  e t ,  du  l e  " n ' y  procede  verbe  a c t i v e . l a  (exemple:  wanted  pour  236)  happened"),  are  exemple:  p a r t i e  " f o r g e t  (p.  l a  1 ' a n a l y s e " )  l a  synecdoque;  que  f r a n g a i s  t e l e p h o n e " — " Y o u  i n  message  beacoup  usage  de  (exemple:  l e  aura  what  door  e t c .  1 ' a n g l a i s i s  echappe  m o d u l a t i o n  c l a q u a l e  porte  " c e c i  r e s u l t a t ,  En  e s t e f f e t ,  pronominale ce  q u i  s ' e s t  inversement,  "On  the  ce  dont  l ' e m p l o i  vous  demande  p h o n e " ) ,  (pp.  134-  135)  F a i t s  p r o s o d i q u e s  L'enumeration f a i t  v e n i r  p l u s  u t i l i s e e  D a r b e l n e t q u ' i l s  a  1 ' e s p r i t de  l a  c l a s s e n t  d e f i n i s s e n t  de  procedes  l a  f i g u r e  langue, c e l l e - c i comme  l a  de  s t y l e  mot  sans  c i - d e s s u s doute  "metaphore".  parmi  etant  de  des  l e s  f a i t s  Vinay  l a e t  prosodiques  phenomenes  e t a l e s  115 sur  p l u s i e u r s  d i s t i n g u e n t usees se  et  entre  " t o  a v o i r e s t  de  usee)  de  e x p r e s s i o n "comme  une  La  metaphore comme  f i g u r e ,  m o d i f i e  le  le  ordre  meme  on q u i  langage  " t h e r e ' s et  a  de (p.  knock  l ' " a n i m i s m e "  personnes .  .  .",  205)  ou le  at q u i  (exemple: "The  l a  et  pour  q u i le  on  e l l e s  "as  i l  f a u t  (vivante  as  par  two  r e d u i t e  "image"  comme  rendre  n o t e r a  p l u s  l a  autres  e x p r e s s i f .  tendance  du  " M a r s e i l l e of  frappe le  compte  a  Dans  f r a n g a i s  " s u b j e c t i v i s m e "  p o p u l a t i o n  r e a l i t e ,  choses  au  f i g u r e s ,  le  "on  s e u l  r e p r e s e n t a t i o n  ont  aux  peas",  un  l a  prete  une  appartenant  une  l e s  a  de  d o o r " ,  ou  199)  s u b j e c t i v e  the  aux  l ' e s s e n t i e l  langue  l i k e  donner  appele  peuvent  " p o r t e r  que  1'autre  une  de  metaphores  metaphore  comparaison  e s s a i e  l e s  s i n o n  mais  (p.  s a i t ,  s i  p r e s ,  199),  de  dans  d'eau").  d ' i d e e ,  D a r b e l n e t  peu  metaphores  (exemple:  (exemple:  concrete  1 ' i n t e r p r e t a t i o n et  a  (p.  nature  r e p r o d u i r e  s i m i l a i r e  animee,  Vinay  l a  gouttes  e s t ,  ou  l i s  178)  et  t r a d u c t i o n ,  e q u i v a l e n c e ;  deux  langage v i v e  l a  en  sky-high")  r e c o n n a l t r e et  terme  a  que,  (p.  v i v a n t e s  l i t t e r a l m e n t  p r a i s e  r e c o u r s  l ' e n o n c e .  absolument  transposees  nues",  de  metaphores  suggerent  correspondent  e t r e  a  segments  ce  l a  que (exemple: p o r t e " )  comportement une  M a r s e i l l e s  i s  p o p u l a t i o n .  .  .").  des  116 Parmi l e s f a i t s ont c l a s s e s , "dilution"  ou " c o n c e n t r a t i o n " (pour  into  ou "ecomonie"  the job", " i l  de  d'inegale  signifie  "compensation"  L a Chute, c i t e  ( p . 183)  l e s questions  "he t a l k e d offrir  himself l e poste")  c o r r e s p o n d e n t des  longueur.  p o i n t de vue s t y l i s t i q u e ,  (comme c e l a a u r a i t de  l e s q u e s t i o n s de  a r e u s s i a se f a i r e  (p. 184) l o r s q u e a u m£me  Du  l e s n o t i o n s de  (pour  et syntaxiques—exemple:  signifiants  e t Darbelnet  " a s " , "au f u r e t a m e s u r e " )  "amplification"  lexicales  Vinay  en p l u s d e s m e t a p h o r e s ,  forme—exemple: et  prosodiques,  i l sera f a i t  pour p r e s e r v e r l a t o n a l i t e du e t r e  fait  plus haut).  de  dans 1' exemple Le m§me p r o c e d e  usage  1'original extrait s'emploie  p o u r l a t r a n s p o s i t i o n en f r a n g a i s  de 1 * a c c e n t d ' i n s i s t a n c e  (ou a c c e n t t o n i q u e ) a n g l a i s  exemple p . 78) e t p o u r  la  (voir  t r a n s p o s i t i o n du t u t o i e m e n t  d e r n i e r posant compensation  un p r o b l e m e p a r t i c u l i e r e m e n t d e l i c a t de  q u i ne p e u t  Proteus, H i s Lies, 1'exemple, r e p r i s autres,  f r a n g a i s en a n g l a i s , ce  §tre i g n o r e .  H i s T r u t h ^ , Robert d'ailleurs  par Vinay  M. Adams  cite  e t Darbelnet e t  de l a t r a d u c t i o n du Rouge e t l e N o i r de S t e n d h a l  p a r C.K. S c o t t - M o n e r i e f f , oh l e p r e m i e r J u l i e n Sorel par Mathilde " C ' e s t done t o i l " detruit  Dans s o n l i v r e  rendu  t u t o i e m e n t de  de l a Mole e s t un c r i e x t a s i e  p a r "So i t i s t h o u "  absolument 1 ' e f f e t e t p r i v e  ce q u i  le lecteur  anglais  117 de t o u t ce q u i e s t s e n t i e t ne peut e t r e exprime par ce passage d'apparence  s i simple du "vous" au " t u " .  A l a notion, de compensation se r a t t a c h e  celle  des " v a r i a n t e s s t y l i s t i q u e s " q u i sont des t r a n s p o s i t i o n s d'un n i v e a u de langue a un autre ce q u i amene une tonalite differente.  " E l a b o r a t i o n " e s t l e terme employe  pour d e c r i r e une e x p r e s s i o n p l u s complexe  et "depouil-  lement" pour l e cas oppose; ces e x p r e s s i o n s seront rendues dans 1'autre langue s o i t l i t t e r a l e m e n t , par equivalence, s o i t encore par compensation d'elaboration:  soit  (exemple  passage de "voudriez-vous", a " a u r i e z -  vous l ' a m a b i l i t e " ) .  (p. 194)  Finalement, f a i s a n t p a r t i e des f a i t s prosodiques a i n s i que des a r t i c u l a t i o n s de l'enonce, i l  nous f a u t  c o n s i d e r e r l e s q u e s t i o n s de p o n c t u a t i o n , dont l'emploi est s o i t obligatoire s o i t f a e u l t a t i f .  La p o n c t u a t i o n  s t y l i s t i q u e e s t "une marque grace a l a q u e l l e  certaines  p r e c i s i o n s semantiques peuvent e t r e apportees au message" (p. 181), marque n e c e s s a i r e e t dont i l d o i t e t r e f a i t usage j u d i c i e u x pour e v i t e r toutes p o s s i b i l i t e s d'ambiguite de s t r u c t u r e  (exemple:  a l t e r a t i o n , of course" v i z "I of c o u r s e " ) .  (p. 182)  "I decided on an  decided on an a l t e r a t i o n  un  118 A r t i c u l a t i o n s de l'enonce Mais s i l a p o n c t u a t i o n peu  e s t "un ensemble assez  coherent de marques d e s t i n e e s a decouper l e message  en grandes u n i t e s "  (p. 230), e l l e e s t a u s s i un type  p a r t i c u l i e r de " c h a r n i e r e " e t par l a e s t une des a r t i c u l a t i o n s de l'enonce, e t un des moyens dont  dispose  l ' e c r i v a i n pour l a "mise en r e l i e f " de son t e x t e .  Le  decoupage des membres de phrases, des phrases e t meme des paragraphes e s t done une "charniere  du message",  q u i d o i t e t r e rendue dans 1'autre langue au m§me que  titre  l e s autres u n i t e s de t r a d u c t i o n e t dont l a d i s p o -  s i t i o n n'est pas t o u j o u r s  l a m§me que c e l l e de 1 ' o r i g i n a l  —comme on l ' a deja vu dans l e s analyses  de t r a d u c t i o n  qui precedent e t comme ce s e r a a nouveau l e cas a p l u s i e u r s r e p r i s e s dans 1'analyse q u i s u i t . Avant de developper c e l l e - c i , : i l  nous f a u t  passer  en revue l e s d i f f e r e n t e s s o r t e s de c h a r n i e r e s autres que l a ponctuation, e t Darbelnet  appelee a u s s i " c h a r n i e r e  l e s s u b d i v i s e n t en " c h a r n i e r e s  qui sont exprimees par des mots o u t i l s "cependant"); " c h a r n i e r e s  Vinay  explicites"  (exemple:  "aussi",  i m p l i c i t e s " q u i sont c o n s t i -  t u t e s par l e sens d'un mot p l e i n que")  zero".  e t " c h a r n i e r e s de simple  (exemple:  liaison"  "c'est dire  (exemple: " e t " ,  "ou"). (p. 223) E l l e s peuvent a u s s i S t r e c l a s s e e s l e u r f o n c t i o n d e i c t i q u e de c h a r n i e r e s de r a p p e l  selon  (reference  119  a  ce  de  q u i  precede),  l i a i s o n  (annonce  Cette toute  mentionne c e t t e f a i t  Or,  q u e s t i o n  p l u s i e u r s  a  83)  cette  m&me  des  transpose et  1'£ t r e  dans  ce  pose  l ' e m p l o i  ou  ses  dans  i l  i m p o r le  C a r n e t s ,  La  e s t  n a t u r e 1  Peste  et  quand  i l  t e l  dans  des de  u r , c ' e , C ' e s PUIS. M a i s , l e c ' e s f a u t p  s t t La t as.  problemes  c h a r n i e r e s  q u e l  dans  l ' u n e ,  peut  au ne  1 ' a u t r e ne  pas  1 ' a u t r e .  et  sont  l e s " B r . "  1'absence  q u i  Noces deux et  en  1 ' o r i g i n a l  de  quelques  L ' E t e  s e u l e s  Comme  au  dans  d'une  comme  egalement  necessairement  dans  "decante"  e s t  Camus,  pas  encore,  s u i t  s u i t ) ,  de  i e n , D o c t e u r . A" l a r i g u e c h o i s i r entre MAIS e t ET c i l e d ' o p t e r entre ET e t d i t avec PUIS et ENSUITE. q u ' i l y a de p l u s d i f f i c i f a u t mettre ET ou s ' i l ne  c h o i s i  d i f f e r e n t .  c h a r n i e r e s  exprimee  avons  a n g l a i s  et  q u i  developpement).  r e p r i s e s  Nous  l a  du  pour  q u e s t i o n  c a r  langue  ce  c o o r d i n a t i o n )  f i n  e s t  (annonce  Grand:  Comprenez b ez f a c i l e de a p l u s d i f f i f i c u l t y g r a n urement, ce s a v o i r s ' i l  t r a d u c t e u r , se  l a  p r e o c c u p a t i o n  ass d e j d i f ass de (p.  de  p a r t i c u l i e r e  a  d i r e  t r a i t e m e n t  ( c o n j o n c t i o n  t e r m i n a i s o n  tance  de  oeuvres  a n g l a i s  d e j a p l u s  maximum  et  vu  que,  comme  q u i  " U . S . "  s i g n a l e  exemples,  f u r e n t par  a u s s i ,  pres  t a n d i s  c e c i  a f f e c t e  un  on  une le  f o i s s a i t ,  t r a d u i t e s  en  t r a d u c t e u r  1 ' a n g l a i s  que  ce  " B r . "  1 ' a n g l a i s  evidemment  " U . S . " le  120  nombre  de " c h a r n i e r e s "  de tous  t r a d u c t i o n .  L e s exemples  i n n o m b r a l e s ,  nous  et  l i m i t e s  l e s avons  e n sont  n ' e navons a  genres  e n  l i t t e r a l e m e n t  c h o i s i  l ' e m p l o i  t r a n s p o s e e s  de  que quelques-uns " e t " .  Et a v i v r e a i n s i pres d e s corps et' p a r l e c o r p s , on s ' a p e r c o i t q u ' i l a s e s nuances, s a v i e e t , pour hasarder u n non-sens, une p s y c h o l o g i e , q u i l u i e s t p r o p r e . ( p . 36) And b y by t h e i t s l i f p s y c h o l L i v i o n e ' i t s own  *  thus l i v i n body, we l e and, t o o g y , ( p .  g c l o s e t o t h e body, a n d l i v i n g e a r n that i t h a s i t s own nuances, venture a n a b s u r d i t y , i t s own 83)  n g so c l o s e t o other b o d i e s , a n d throughout s ownbody, one f i n d s i t h a s i t s own nuances, ownl i f e , a n d t o venture a n a b s u r d i t y , i t s p s y c h o l o g y , ( p p . 82-83)  Mais J e s s i c a n ' e s t q u ' u n p r e t e x t e , e t c e t elan d'amour l a depasse. . . . E t Lorenzo v i v a n t vaut m i e u x q u e Romeo d a n s l a t e r r e e t malgre s o n r o s i e r , ( p p . 58-59) B o L t  ut J e s s i c a i s o n l y a p r e f love goes beyond h e r . orenzo i s b e t t e r than a h i s d e s p i t e h i s r o s e - b u s  But goes than (p.  J e s s i c a beyond a  97)  Romeo  i s  o n l y  h e r .  .  a .  t e x t , . . . Romeo h . ( p  p r e t e x t ; .  A  l i v i n g  i n h i s grave,  a n d t h i s upsurge And. a l i v i n g i n h i s grave, a n d . 95) t h i s  surge  Lorenzo  d e s p i t e  i s  o f  love  b e t t e r  h i s r o s e b u s h ,  D e s o r i e n t e , marchant dans l a campagne s o l i t a i r e et m o u i l l e e , j ' e s s a y a i s a u moins de r e t r o u v e r c e t t e f o r c e , j u s q u ' a p r e s e n t f i d e l e , q u i m'aide a a c c e p t e r ce q u i e s t , quand une f o i s j ' a i reconnu que je ne pouvais l e changer. E t j e ne p o u v a i s , en e f f e t , remonter l e cours d u temps, redonner a u monde l e v i s a g e que j ' a v a i s aime e t q u i a v a i t d i s p a r u e n u n j o u r , longtemps auparavant. (p. 157)  121 B e w i l d e r e d , w a l k i n g through the l o n e l y and r a i n - s o a k e d c o u n t r y s i d e , I a t l e a s t made an e f f o r t to r e d i s c o v e r t h a t s t r e n g t h which has so f a r never f a i l e d me, and which h e l p s me to a c c e p t what e x i s t s once I have r e c o g n i z e d t h a t I cannot change i t . And I c o u l d n o t , i n f a c t , t r a v e l backwards through time, r e s t o r e to the w o r l d the f a c e t h a t I had l o v e d and which had d i s a p p e a r e d i n the course of one day, many y e a r s ago. (p. 148) B e w i l d e r e d , w a l k i n g through the l o n e l y , r a i n soaked c o u n t r y s i d e , I t r i e d a t l e a s t to r e c o v e r the s t r e n g t h t h a t has so f a r never f a i l e d me, which h e l p s me to a c c e p t what i s , once I have r e a l i z e d I cannot change i t . I c o u l d not, of c o u r s e , t r a v e l backward through time and r e s t o r e to t h i s w o r l d the f a c e I have l o v e d , which had d i s a p p e a r e d i n a s i n g l e day a l o n g time b e f o r e , (p. 164) Analyse de t r a d u c t i o n L'analyse  de t r a d u c t i o n q u i s u i t e s t c e l l e  d'un  e x t r a i t de L'Etanger ( j u s t e avant l e meurtre de l ' A r a b e ) , e x t r a i t q u i a ete c h o i s i pour son e m p l o i p r e s q u ' e x c l u s i f du langage f i g u r e ce q u i n ' e s t guere c o u r a n t dans l ' o e u v r e de Camus. Texte C,  D  1.  . . . Mais brusquement, l e s Arabes, a r e c u l o n s , se sont c o u l e s d e r r i e r e l e r o c h e r . Raymond e t moi sommes a l o r s revenus s u r nos pas. Lui paraissait mieux e t i l a p a r l e de 1'autobus du r e t o u r . Then, a l l o f a sudden, the Arabs v a n i s h e d ; they'd s l i p p e d , l i k e l i z a r d s under c o v e r o f the r o c k . So Raymond and I t u r n e d and walked back. He seemed h a p p i e r , and began t a l k i n g about the bus to c a t c h f o r our r e t u r n .  122  changement de decoupage: en f r a n g a i s  paragraphe  en a n g l a i s e t non  * Mais brusquement. l e s Arabes, a r e c u l o n s , se sont coules derriere l e rocher. Then, a l l o f a sudden, the Arabs v a n i s h e d ; they'd s l i p p e d l i k e l i z a r d s under c o v e r o f the r o c k . m o d u l a t i o n : i d e e d ' o p p o s i t i o n ' m a i s ' — i d e e de sequence 'then' p o n c t u a t i o n : /,/ (apres 'then') mise en r e l i e f en anglais dilution:  ' b r u s q u e m e n t ' — ' a l l o f a sudden'  p e r t e : l o c u t i o n a d v e r b i a l e 'a r e c u l o n s ' d i s p a r a i t dans l a t r a d u c t i o n e t n ' e s t pas compensee m o d u l a t i o n s : v o i x pronominale 'se sont c o u l e s ' — v o i x a c t i v e 'vanished' cause—effet temps: passe c o m p o s e — i m p a r f a i t changement de c o n s t r u c t i o n : p r o p o s i t i o n independante en f r a n g a i s — d e u x p r o p o s i t i o n s independantes j u x t a p o s e e s p a r l ' e m p l o i d'une c h a r n i e r e z e r o /;/ en a n g l a i s a m p l i f i c a t i o n e x p l i c a t i v e : p a r l ' e m p l o i d'une compar a i s o n 'they'd s l i p p e d l i k e l i z a r d s ' m o d u l a t i o n : changement de p o s i t i o n : 'derriere'— 'under' e t o f f e m e n t de l a p r e p o s i t i o n en a n g l a i s : 'under c o v e r of * Raymond e t moi sommes a l o r s revenus s u r nos p a s . So Raymond and I t u r n e d and walked back. changement d'ordre dans l'enonce: 'alors'—'so' m o d u l a t i o n : idee de sequence ' a l o r s ' — i d e e de consequence 'so' equivalence: 'sommes revenus s u r nos pas' — 'turned and walked back' l e f i l m de l ' a c t i o n en a n g l a i s temps: passe c o m p o s e — i m p a r f a i t  123 *  L u i p a r a i s s a i t r e t o u r . He s e e m e d catch f o r  m o d u l a t i o n :  i l  began  g a l l i c i s m e e t a t  a  p a r l e  de  t a l k i n g  i n c h o a t i f a n g l a i s  'began  g r a m m a t i c a l i s a t i o n — ' a b o u t '  ' m i e u x ' — e t a t  e t o f f e m e n t de catch f o r 1 ' a c t i o n .  t e r m i n a t i f  de  bus  to  ' a  le  emotionnel  ' a n d '  ( h a b i t u e l  p a r l e ' — a s p e c t  f i l m  p r e p o s i t i o n  de  en  1'action  en  f r a n g a i s :  l a p r e p o s i t i o n en a n g l a i s : o u r ' c e t etoffement s o u l i g n e  m o d u l a t i o n : a b s t r a i t our r e t u r n '  C,  t a l k i n g '  l a  the  du  ' l u i ' — ' h e '  physique  aspect  1'autobus about  p p i e r ' s i t i o n : a d v e r b e — a d j e c t i f e n t de p o n c t u a t i o n : / , / devant a n g l a i s )  m o d u l a t i o n :  Texte  et  h a p p i e r , and our r e t u r n .  e q u i v a l e n c e :  ' h a t r a n s p o changem en  mieux  'du r e t o u r ' — c o n c r e t  ' d e '  ' d u * — ' t o l e f i l m de ' t o  c a t c h  f o r  2.  Je l ' a i accompagne j u s q u ' a u cabanon e t , pendant q u ' i l g r a v i s s a i t l ' e s c a l i e r de b o i s je s u i s r e s t e devant l a p r e m i e r e marche , l a t § t e r e t e n t i s s a n t e de s o l e i l , decourage devant 1'effort q u ' i l f a l l a i t f a i r e p o u r m o n t e r l ' e t a g e de b o i s e t a b o r d e r encore l e s femmes. Mais l a c h a l e u r e t a i t t e l l e q u ' i l m ' e t a i t p e n i b l e a u s s i de r e s t e r immobile sous l a p l u i e aveuglante q u i tombait du c i e l . Rester i c i ou p a r t i r , c e l a r e v e n a i t a u mSme. Au bout d ' u n moment, je s u i s r e t o u r n e v e r s l a p l a g e e t j e me s u i s m i s a marcher. ;  went one. c o u l and was was, the the and  W h e n we r e a c h e d t h e b u n g a l o w R a y m o n d promptly up the wooden s t e p s , b u t I h a l t e d on the bottom The l i g h t s e e m e d t h u d d i n g i n my h e a d a n d I d n ' t f a c e the e f f o r t needed to go up the steps make m y s e l f a m i a b l e t o the women. But the heat so great that i t was j u s t as b a d s t a y i n g where I under t h a t f l o o d o f b l i n d i n g l i g h t f a l l i n g from s k y . To s t a y , o r t o make a m o v e — i t came tor.much same. A f t e r a moment I r e t u r n e d t o t h e beach, s t a r t e d w a l k i n g .  124  *  Je l ' a i accompagne j u s q u ' a u cabanon e t , pendant q u ' i l g r a v i s s a i t 1 ' e s c a l i e r de b o i s .je s u i s r e s t e devant l a premiere marche,  W h e n we r e a c h e d t h e bungalow Raymond p r o m p t l y went the wooden s t e p s , but I h a l t e d on the bottom one.  up  changement de s t r u c t u r e : une p h r a s e complete en a n g l a i s p o u r une p a r t i e de p h r a s e en f r a n c a i s c o n s t r u c t i o n : deux p r i n c i p a l e s coordonnees et une p r o p o s i t i o n subordonnee t e m p o r e l l e dans l e s deux langues, mais avec ordre des termes i n v e r t i en a n g l a i s (Ceci couvre s e u l e m e n t . l a premiere p a r t i e de l a p h r a s e f r a n c h i s e ) changement de s u j e t et de n o m b r e : pronom p e r s o n n e l s u j e t premiere personne s i n g u l i e r ' j e ' et pronom p e r s o n n e l complement d i r e c t t r o i s i e m e personne s i n g u l i e r ' l e ' — p r o n o m p e r s o n n e l s u j e t premiere personne p l u r i e l 'we' m o d u l a t i o n : cause ' a i accompagne j u s q u e ' — e f f e t perte en a n g l a i s : idee d'accompagner' n ' e s t que entendue dans l a t r a d u c t i o n m o d u l a t i o n :  le  mot  'bungalow'  evoque  m o d u l a t i o n :  n o t i o n  d * a d d i t i o n  ' e t ' — n o t i o n  p l u s  s u b s t a n t i e l  ' b u t '  que  le  'pendant que' c o n j o n c t i o n compensee en p a r t i e pa s u r t r a d u i t e par l ' a j o u idee de v i t e s s e n ' e s t t r a n s p o s i t i o n : m o d u l a t i o n 'went m o d u l a t i o n le  pronom  i n v e r s e :  mot  quelque  'cabanon'  ' r e a c h e d ' sous-  chose  de  d ' o p p o s i t i o n  de s u b o r d i n a t i o n n o n t r a d u i t e , r l ' e m p l o i de 'when' et t de ' p r o m p t l y ' car aucune exprimee en f r a n g a i s  p e r s o n n e l  c o n c r e t  ' i l ' — n o m  propre  'Raymond'  ' g r a v i s s a i t ' — a b s t r a i t  up'  t o u t  l e x i c a l e  i n v e r s e :  ' 1 ' e s c a l i e r '  m o d u l a t i o n :  cause  ' s u i s  m o d u l a t i o n :  changement  m o d u l a t i o n :  a b s t r a i t  l a  p a r t i e  r e s t e ' — e f f e t de  p o s i t i o n :  'the  s t e p s '  ' h a l t e d ' ' d e v a n t ' — ' o n '  ' p r e m i e r e ' — c o n c r e t  'bottom'  pour  125 transposition:  nom  'marche'—pronom i n d e f i n i  changement de s t r u c t u r e et de p o n c t u a t i o n : a /./  'one'  de  /,/  * l a t e t e r e t e n t i s s a n t e de s o l e i l , decourage devant 1 ' e f f o r t q u ' i l f a l l a i t f a i r e pour monter 1'etage de b o i s e t aborder encore l e s femmes. The l i g h t seemed thudding i n my head and I c o u l d n ' t face the e f f o r t needed to go up the steps and make myself amiable to the women. changement de s t r u c t u r e : p r o p o s i t i o n subordonnee p a r t i c i p e a v a l e u r de causale ' l a t§te r e t e n t i s s a n t e de s o l e i l ' — p r o p o s i t i o n p r i n c i p a l e 'the l i g h t seemed thudding i n my head' modulations: l e complement d e v i e n t l e sujjet e t v i c e versa; 1 ' a c t i o n 'the l i g h t ' remplace l a source de 1'action 'soleil' modulation: nuance: b r u i t sourd  'retentir' bruit  modulation dans 1 ' a r t i c u l a t i o n : c h a r n i e r e de l i a i s o n 'and' modulation: face '  cause  'decourage  sonore—'thud'  c h a r n i e r e zero  /,/—  d e v a n t ' — e f f e t 'couldn't  modulation: i n t e r v a l l e s et l i m i t e s : 'etage*—distance 'steps'  destination  'de b o i s ' n'est pas t r a d u i t mais i l n'y a pas 'perte' adaptation: 'aborder' (metaphore usee)—'make myself amiable' mais ne rend pas tout a f a i t l e mSme sens et 'encore' e s t perdu dans l a t r a d u c t i o n modulation dans l e message: d i f f e r e n c e de c o n c e p t i o n . Le t e x t e f r a n g a i s " e t a l e " simplement une s u i t e de l o c u t i o n et"proposition d e s c r i p t i v e s ' l a tete r e t e n t i s s a n t e de s o l e i l , decourage devant 1 ' e f f o r t . . .' t a n d i s que l ' a n g l a i s " e x p l i q u e " pourquoi l e heros n'est pas monte avec son ami  126 * Mais l a c h a l e u r e t a i t t e l l e q u ' i l m ' e t a i t p e n i b l e a u s s i de r e s t e r But the heat was so great t h a t i t was .just as bad staving modulation: a b s t r a i t ' t e l l e ' — c o n c r e t 'so g r e a t ' a m p l i f i c a t i o n d e s c r i p t i v e : 'so g r e a t ' modulation: 'was'  v o i x pronominale  'm'etaif—voix  active  modulation i n v e r s e : p l u s a f f e c t i f en f r a n g a i s 'penible a u s s i ' q u i perd a e t r e t r a d u i t par une e x p r e s s i o n a u s s i courante que ' j u s t as bad' modulation de c o n s t r u c t i o n syntaxique: ' r e s t e r ' — g e r o n d i f 'staying'  infinitif  * immobile sous l a p l u i e aveuglante q u i tombait du where I was, under t h a t f l o o d of b l i n d i n g l i g h t f a l l i n g from the sky.  ciel.  changement de c o n s t r u c t i o n : a d j e c t i f 'immobile'— p r o p o s i t i o n subordonnee r e l a t i v e 'where I was' (developpement syntaxique en a n g l a i s ) modulation: l a maniere d'etre ' i m m o b i l e ' — l e lieu 'where I was' changement de p o n c t u a t i o n :  /,/ en a n g l a i s  t r a n s p o s i t i o n entre marques: a r t i c l e d e f i n i ' l a ' — a d j e c t i f demonstratif 'that' equivalence: metaphores ' p l u i e ' — ' f l o o d ' deplacement du q u a l i f i c a t i f ' a v e u g l a n t e ' — ' b l i n d i n g ' de •pluie' a 'light' amplification: ' l i g h t ' n e c e s s a i r e pour completer 1'image vu que ' f l o o d ' d o i t tomber du c i e l economie syntaxique relative  en a n g l a i s :  suppression  de l a  temps: i m p a r f a i t 'tombait'—forme p r o g r e s s i v e falling'  '(was)  * Rester i c i ou p a r t i r . c e l a r e v e n a i t au meme. To stayj_ or to make a m o v e — i t came to much the same.  127  m o d u l a t i o n : le ce q u i r e n d changement  de  mot ' i c i ' n ' e s t pas t r a d u i t 1 ' e x p r e s s i o n p l u s a b s t r a i t e  p o n c t u a t i o n :  / , /  en  en  *  Au  bout  je  'much  a n g l a i s )  me  A f t e r  d'un  s u i s  a  moment^  the  je  same'  s u i s  mis  a  marcher.  moment  I  r e t u r n e d  to  le  f i l m  de  l ' a c t i o n  / — /  ( e x p r e s s i o n  retourne the  a n g l a i s  a n g l a i s  d i l u t i o n : ' p a r t i r ' — ' t o make a move' en a n g l a i s changement de p o n c t u a t i o n : de / , / a a m p l i f i c a t i o n :  en  h a b i t u e l l e  vers  beachj_  l a  and  plage  et  s t a r t e d  w a l k i n g . c o n c e n t r a t i o n : changement  de  p o n c t u a t i o n :  'au  bout  d e ' — ' a f t e r '  p o n c t u a t i o n : / , /  h a b i t u e l l e  / , / en  en  f r a n g a i s  a n g l a i s  m o d u l a t i o n s : v o i x pronominale 'me s u i s a c t i v e ' s t a r t e d ' c a u s e — e f f e t m o d u l a t i o n de c o n s t r u c t i o n s y n t a x i q u e : ' m a r c h e r ' — g e r o n d i f ' w a l k i n g '  Texte  C,  devant mis  'and'  a ' — v o i x  i n f i n i t i f  3.  C ' e t a i t l e meme e c l a t e m e n t rouge. Sur le s a b l e , l a mer h a l e t a i t de t o u t e l a r e s p i r a t i o n rapide et etouffee de s e s p e t i t e s vagues. Je marchais lentement v e r s l e s r o c h e r s et je s e n t a i s mon f r o n t se g o n f l e r sous l e s o l e i l . Toute c e t t e c h a l e u r s ' a p p u y a i t sur moi et s ' o p p o s a i t a mon a v a n c e . Et chaque f o i s que je s e n t a i s son grand s o u f f l e chaud s u r mon v i s a g e , je s e r r a i s l e s dents, je f e r m a i s l e s p o i n g s d a n s l e s p o c h e s de mon p a n t a l o n , j e me t e n d a i s tout e n t i e r pour triompher du s o l e i l et de cette i v r e s s e o p a q u e q u ' i l me d e v e r s a i t . A chaque epee de lumiere j a i l l i e du s a b l e , d'un c o q u i l l a g e b l a n c h i ou d ' u n d e b r i s de v e r r e , mes m a c h o i r e s se c r i s p a i e n t . J ' a i marche longtemps.  128  There was the same r e d g l a r e as f a r as the eye c o u l d r e a c h , and s m a l l waves were l a p p i n g the hot sand i n l i t t l e , f l u r r i e d gasps. As I s l o w l y walked towards the b o u l d e r s at the end of the beach I c o u l d f e e l my t e m p l e s s w e l l i n g u n d e r t h e impact of the l i g h t . It p r e s s e d i t s e l f upon me, t r y i n g to c h e c k my p r o g r e s s . And each time I f e l t a hot b l a s t s t r i k e my f o r e h e a d , I g r i t t e d my t e e t h , I c l e n c h e d my f i s t s i n my t r o u s e r - p o c k e t s a n d keyed up e v e r y nerve to f e n d o f f the sun and the dark b e f u d d l e m e n t i t was p o u r i n g i n t o me. Whenever a blade of v i v i d l i g h t shot upwards from a b i t of s h e l l or broken g l a s s l y i n g on the s a n d , my jaws set h a r d . I wasn't g o i n g t o be b e a t e n , and I walked s t e a d i l y on.  *  C' e t a i t There  le  meme  was  r e a c h ,  the  eclatement  same  r e d  rougej_  g l a r e  as  f a r  as  the  eye  c o u l d  and  c h a n g e m e n t de c o n s t r u c t i o n : une p a r t i e de p h r a s e en  une p h r a s e a n g l a i s  en  f r a n g a i s  pour  e q u i v a l e n c e : metaphore en f r a n g a i s d'image en t r a d u c t i o n , 'eclatem 'rouge' (image v i s u e l l e ) d e v i e n uniquement v i s u e l l e en a n g l a i s done ' p e r t e ' d a n s l a q u a l i t e de  , mais changement ent' (image sonore) t une image 'red g l a r e ' i l y a 1 ' e x p r e s s i o n  a m p l i f i c a t i o n  as  r e a c h '  descriptive:  mais  c o n t i n u e r  pas  'as  1'image  v i s u e l l e  m o d u l a t i o n dans 1 ' a r t i c u l a t i o n : c h a r n i e r e de l i a i s o n 'and'  le  s a b l e ,  h a l e t a i t  de  eye  e l l e  / . /  a  toute  c o u l d  ne  / , /  l a  f a i t  Sur  rapide et etouffee de s e s p e t i t e s vagues.. s m a l l waves were l a p p i n g the hot sand i n l i t t l e ,  r e s p i r a t i o n  gasps. ' l a  mer  h a l e t a i t '  d i s p a r a i t  dans l a t r a d u c t i o n t r a n s p o s i t i o n : verbe ' h a l e t a i t ' — n o m m o d u l a t i o n s : l e c o m p l e m e n t de nom d e v i e n t le s u j e t et l ' a d j e c t i f d i s p a r a i t avec 1'animisme  que  et  *  animisme:  mer  de  the  car  •  f l u r r i e d  l a  f a r  'compensation'  p a r t i e l l e m e n t 'gasps'  ' p e t i t e s vagues' p o s s e s s i f ' s e s '  129  changement de symbole: une image e s t i n t r o d u i t e par l'emploi du verbe 'to l a p ' le complement de l i e u 'sur l e s a b l e ' d e v i e n t o b j e t d i r e c t 'the hot sand' amplification: 'hot' q u i compense en p a r t i e l a perte de ' h a t e t a i t ' adaptation: 'gasps' — ' r e s p i r a t i o n ' ; 'gasps' s e r t a u s s i a compenser en p a r t i e l a perte de ' h a l e t a i t ' animisme: ' l a r e s p i r a t i o n rapide . . .' d i s p a r a l t dans l a t r a d u c t i o n et e s t remplacee par une image a u d i t i v e 'in l i t t l e , f l u r r i e d gasps'; 1 ' a d j e c t i f 'toute n'est pas t r a d u i t modulation: changement de d e s c r i p t i o n : 'rapide e t etouffee ' — ' l i t t l e , f l u r r i e d ' modulation dans 1 ' a r t i c u l a t i o n : 'et' a.charniere zero / , /  de c h a r n i e r e de  liaison  * Je marchais lentement v e r s l e s r o c h e r s et je s e n t a i s mon f r o n t se g o n f l e r sous l e s o l e i l . As I s l o w l y walked towards the boulders a t the end of the beach I c o u l d f e e l my temples s w e l l i n g under the impact of the l i g h t . changement de c o n s t r u c t i o n : deux p r o p o s i t i o n s i n d e pendantes coordonnees en f r a n g a i s — u n e p r o p o s i t i o n p r i n c i p a l e e t une p r o p o s i t i o n subordonnee temporelle en a n g l a i s transposition: c o n j o n c t i o n de c o o r d i n a t i o n ' e t ' — c o n j o n c t i o n de s u b o r d i n a t i o n 'as' amplification: 'at the end of the beach' l e f i l m de 1 ' a c t i o n en a n g l a i s d'ou a m p l i f i c a t i o n pour s i t u e r le but de l a marche ce q u i n ' e t a i t pas n e c e s s a i r e pour l e sens c a r l a p o s i t i o n des r o c h e r s 'au bout de l a plage' a d e j a ete mentionnee p l u s i e u r s f o i s dans l e s paragraphes precedents modulation: c o n t i n u a t i o n du f i l m de 1 ' a c t i o n par de 1 ' a u x i l i a i r e de modalite 'could' modulation: 'front'  l a p a r t i e 'temples' (singulier)  l'emploi  ( p l u r i e l ) pour l e t o u t  modulation: v o i x pronominale 'se g o n f l e r ' voix active 'swelling' gerondif  infinitif—  130  * Toute c e t t e c h a l e u r s'appuyait sur moi e t s'opposait a mon avanc e. I t pressed i t s e l f upon me^ t r y i n g to check my p r o g r e s s . changement de c o n s t r u c t i o n : deux p r o p o s i t i o n s independantes coordonnees en f r a n g a i s — u n e p r o p o s i t i o n p r i n c i p a l e i n c l u a n t un p a r t i c i p e appose au s u j e t ' i t ' (economie syntaxique en a n g l a i s ) changement de s u j e t : 'toute se rapporte a ' l i g h t '  cette c h a l e u r ' — ' i t ' qui  modulation dans 1 ' a r t i c u l a t i o n : ' e t ' — c h a r n i e r e zero /,/  charniere  de  liaison  modulations: v o i x pronominale 's'opposait'—voix a c t i v e ' t r y i n g to check' cause—effet amplification: ' t r y i n g to check' continue l e f i l m 1'action  de  * E t chaque f o i s que je s e n t a i s son grand s o u f f l e chaud sur mon v i s a g e , And each time I f e l t a hot b l a s t s t r i k e my forehead, 'que' — 'that' sous-entendu en  anglais  animisme: 'son' d i s p a r a i t en a n g l a i s par une t r a n s p o s i t i o n s entre marques: a d j e c t i f p o s s e s s i f — a r t i c l e i n d e f i n i 'a' equivalence: 'grand s o u f f l e ' — ' b l a s t ' concentration e x p l i c i t a t i o n en a n g l a i s : 'grand s o u f f l e ' ne vaut 'hot b l a s t ' , i l y a done g a i n en t r a d u c t i o n etoffement de l a p r e p o s i t i o n 'sur' par verbe ' s t r i k e ' modulations: abstrait—concret effet—cause modulation:  l a partie  l'emploi  'forehead' pour l e tout  'son'  pas  du  'visage'  * je s e r r a i s l e s dents, je fermais l e s poings dans l e s poches de mon pantalon.,_ I g r i t t e d my t e e t h , I clenched my f i s t s i n my t r o u s e r pockets and  131 modulation s e n s o r i e l l e : image v i s u e l l e (mouvement) ' s e r r a i s ' — i m a g e a u d i t i v e (son) ' g r i t t e d ' t r a n s p o s i t i o n entre marques: emploi o b l i g a t o i r e en f r a n g a i s de 1 ' a r t i c l e d e f i n i ' l e s ' — a d j e c t i f possessif 'my' modulation:  'clenched' e s t p l u s s u b j e c t i f que  modulation dans 1 ' a r t i c u l a t i o n : c h a r n i e r e de l i a i s o n 'and'  c h a r n i e r e zero  * J me t e n d a i s tout e n t i e r pour triompher du keyed up every nerve to fend o f f the sun e  modulations: v o i x pronominale 'keyed up' cause—effet modulations: l a partie 'tout e n t i e r ' concret—abstrait modulation i n v e r s e :  'fermais'  'me  /,/—  soleil  t e n d a i s ' — v o i x active  'every nerve' pour l e tout  effet  'triompher'—cause  'fend o f f  * e t de c e t t e i v r e s s e opaque q u ' i l me d e v e r s a i t . and the dark befuddlement i t was pouring i n t o me. t r a n s p o s i t i o n entre marques: a d j e c t i f d e m o n s t r a t i f ' c e t t e ' — a r t i c l e d e f i n i 'the' modulation: changement de symbole 'befuddlement' modulation:  'ivresse'—  changement de q u a l i f i c a t i f  pronom r e l a t i f  'opaque'—'dark'  'que'—'which' sous-entendu  aspect p r o g r e s s i f du verbe en a n g l a i s  'was  en a n g l a i s pouring'  modulation: changement d ' e f f e t externe a e f f e t i n t e r n e 'to pour i n t o someone' e s t l a t r a d u c t i o n de l a forme pronominale 'se deverser dans' mais l a forme f r a n g a i s e i c i e s t 'deverser a'  132 * A chaque epee de lumiere . j a i l l i e du sable, d. * un c o q u i l l a g e b l a n c h i ou d'un d e b r i s de v e r r e , mes machoires se c r i s p a i e n t . Whenever a blade of v i v i d l i g h t shot upwards from a b i t of s h e l l or broken g l a s s l y i n g on the sand, my jaws s e t hard. changement de c o n s t r u c t i o n : p r o p o s i t i o n independante en f r a n g a i s — p r o p o s i t i o n p r i n c i p a l e e t p r o p o s i t i o n subordonnee temporelle en a n g l a i s transposition: a d j e c t i f 'chaque'—conjonction s u b o r d i n a t i o n 'whenever' modulation:  l a partie  'blade' pour l e tout  amplification subjective: dilution:  de  'epee'  'vivid'  ' j a i l l i e ' — ' s h o t upwards from'  modulation: changement de symbole: ' j a i l l i r ' se t r a d u i t par 'to shoot up' quand i l e s t question d'une flamme, mais pour l a lumiere, l e terme e s t 'to f l a s h ' transposition: nom ' s a b l e ' — t o u r v e r b a l ( p a r t i c i p e present et l o c u t i o n a d v e r b i a l e ) ' l y i n g on the sand' ( L ' a n g l a i s s u i t , comme d'habitude, l e f i l m de l ' a c t i o n , mais en t r a d u c t i o n 1'image perd tout 1 ' e f f e t que cree 1 ' e x p r e s s i o n f r a n g a i s e ; l a f o r c e d e s c r i p t i v e de ' j a i l l i e du s a b l e ' e s t perdue en a n g l a i s ) amplification descriptive: perte:  ' b l a n c h i ' non  transposition: nom modulation i n v e r s e :  'bit o f  t r a d u i t en  anglais  ' d e b r i s ' — a d j e c t i f 'broken' e f f e t 'debris'—cause 'broken'  modulations: v o i x pronominale hard' cause—effet  'se c r i s p a i e n t ' — ' s e t  * J ' a i marche longtemps. I wasn't going to be beaten, and la  I walked s t e a d i l y on.  t r a d u c t i o n qui semble s'imposer i c i e s t 'I kept on walking f o r a long time' ou ' f o r q u i t e a while' ('to  133  walk s t e a d i l y o n ' s i g n i f i e ' m a r c h e r d ' u n pas f e r m e ' ce q u i e s t p r e s q u ' u n e c o n t r a d i c t i o n q u a n d i l s ' a g i t de q u e l q u ' u n q u i v i e n t d ' e t r e d e c r i t comme e t a n t p o u r a i n s i d i r e ' a b r u t i ' de s o l e i l . ) Quant a l a p r e m i e r e p a r t i e rapport-t-elle? Camus i l ne 1 ' a n a l y s e p a s ; e t i n t e r i o r i s e s a n s aucune Texte  C,  de l a p h r a s e , a q u o i se d e c r i t l ' e t a t de M e u r s a u l t , cependant i c i l e t r a d u c t e u r excuse v a l a b l e  k.  J e v o y a i s de l o i n l a p e t i t e masse sombre d u rocher entouree d'un halo aveuglant par l a lumiere e t l a p o u s s i e r e de m e r . Je p e n s a i s a l a source fraiche derriere le rocher. J ' a v a i s e n v i e de r e t r o u v e r l e murmure de s o n e a u , e n v i e de f u i r l e s o l e i l , 1 ' e f f o r t e t l e s p l e u r s de femme, e n v i e e n f i n de r e t r o u v e r l ' o m b r e e t s o n r e p o s . Mais quand j ' a i e t e p l u s p r e s , j ' a i v u que l e t y p e de Raymond e t a i t revenu. The s m a l l b l a c k hump o f r o c k came i n t o v i e w f a r down t h e b e a c h . I t was r i m m e d b y a d a z z l i n g s h e e n o f l i g h t a n d f e a t h e r y s p r a y , b u t I was t h i n k i n g o f the c o l d , c l e a r stream b e h i n d i t , and l o n g i n g to hear a g a i n the t i n k l e o f r u n n i n g w a t e r . A n y t h i n g t o be r i d o f t h e g l a r e , t h e s i g h t o f women i n t e a r s , t h e s t r a i n and e f f o r t — a n d to r e t r i e v e the p o o l o f shadow b y t h e r o c k a n d i t s c o o l s i l e n c e : B u t when I came n e a r e r I saw t h a t R a y m o n d ' s Arab had r e t u r n e d . * J e v o y a i s de l o i n l a p e t i t e masse sombre du r o c h e r The s m a l l b l a c k hump o f r o c k came i n t o v i e w f a r down the beach. T o u t ce p a r a g r a p h e e s t d e c o u p e d i f f e r e m m e n t e n a n g l a i s e t en f r a n g a i s , e f f e t q u i s e r a a n a l y s e p l u s l o i n modulation: voix active 'je p a s s i f 'came i n t o v i e w '  voyais*—equivalent  du  modulation: c h a n g e m e n t de p o s i t i o n : 'de l o i n ' — T a r down' amplification: 'the beach' complete l a l o c a l i s a t i o n  134  modulation: a b s t r a i t 'masse'—concret (metaphore: 'bosse') modulation: 'black'  'hump'  changement de q u a l i f i c a t i f :  ponctuation: anglais  non-existante  'sombre'—  en f r a n g a i s — p o i n t f i n a l  en  * entouree d'un halo aveuglant par l a lumiere e t l a p o u s s i e r e de mer. I t was rimmed by a d a z z l i n g sheen of l i g h t and f e a t h e r y spray, but transposition:  adjectif  grammaticalisation — 'by'  'entouree'—verbe  'was  rimmed'  de l a p r e p o s i t i o n en f r a n g a i s :  'de'  modulation: l a forme ' h a l o ' — l ' a p p a r e n c e 'sheen' ( c h a t o i e m e n t ) j l a n o t i o n de forme a ete compensee dans l'emploi du mot 'rimmed' (bordee) concentration: 'spray* se t r a d u i t par 'poussiere d'eau' i l y a done a u s s i une legere perte, l e mot 'mer' n'etant pas t r a d u i t mais l e sens e s t i n c l u s dans l e contexte a m p l i f i c a t i o n d e s c r i p t i v e : 'feathery' modulation dans 1 ' a r t i c u l a t i o n : p o i n t f i n a l en f r a n g a i s — c h a r n i e r e zero /,/ e t c h a r n i e r e de l i a i s o n 'but' mais c e l l e - c i ajoute une n o t i o n d ' o p p o s i t i o n q u i n'est pas r e q u i s e * Je pensais a l a source f r a i c h e d e r r i e r e l e r o c h e r . was t h i n k i n g of the c o l d , c l e a r stream behind i t , and 1  temps:  forme p r o g r e s s i v e en a n g l a i s 'was  modulation:  le tout  'stream' pour l ' o r i g i n e  modulation: changement de q u a l i f i c a t i f : ' c o l d ' (pourquoi pas 'cool'?) amplification: 'clear' transposition:  nom  thinking' 'source'  'fraiche'—  'le r o c h e r ' — p r o n o m personnel ' i t '  135  modulation dans 1 ' a r t i c u l a t i o n : p o i n t f i n a l en f r a n g a i s — c h a r n i e r e zero / , / e t c h a r n i e r e de l i a i s o n 'and' * J ' a v a i s envie de r e t r o u v e r l e murmure de son eau, l o n g i n g to hear a g a i n the t i n k l e o f running water. equivalence: 'avait envie'—'(was) longing' temps: forme p r o g r e s s i v e en a n g l a i s modulation: a b s t r a i t ' r e t r o u v e r ' — c o n c r e t 'hear again' dilution: par l'emploi de l a p r e p o s i t i o n 'again' modulation: changement de symbole: 'murmure' (babbling) —'tinkle' (tintement) subjectivisme: 'son' d i s p a r a l t en t r a d u c t i o n amplification: 'running water' modulation: a b s t r a i t ' e a u ' — c o n c r e t 'running water' ( l e f i l m de 1 ' a c t i o n ) modulations dans 1 ' a r t i c u l a t i o n : c h a r n i e r e zero / , / — p o i n t f i n a l en a n g l a i s * envie de f u i r l e s o l e i l , 1 ' e f f o r t e t l e s p l e u r s de femme, envie e n f i n de r e t r o u v e r 1'ombre e t son repos. Anything to be r i d o f the g l a r e , the s i g h t o f women i n t e a r s , the s t r a i n and e f f o r t — a n d to r e t r i e v e the p o o l of shadow by the rock and i t s c o o l s i l e n c e I Le r e s t e de l a phrase f r a n g a i s e e s t transpose en une autre phrase a n g l a i s e dont l e contenu e s t une s u c c e s s i o n d'adaptations. I I e s t assez d i f f i c i l e de comprendre pourquoi l e t r a d u c t e u r a change l e decoupage des phrases comme i l l ' a f a i t , e t tout p a r t i c u l i e r e m e n t a c e t e n d r o i t - c i . Apres t a n t de p e t i t e s phrases c o u r t e s q u i depeignent comme p a r de menues touches t o u t l ' e x t e r i e u r q u i accable Meursault, c e t t e p h r a s e - c i e s t c o n s t r u i t e dans un rythme q u i evoque un mouvement o r a t o i r e avec l a repet i t i o n des t r o i s "envie  de", e t q u i t r a d u i t l ' e s p o i r  muet e t i n t e r i e u r d'en e t r e d e l i v r e .  Cet e s p o i r  136 d ' a i l l e u r s a peine formule s e r a perdu puisqu'a l a phrase que  s u i v a n t e , i l s ' a p e r g o i t , quand i l e s t p l u s pres,  " l e type de Raymond e t a i t revenu".  I I y a done  dans ces quelques mots t o u t ee "sous-entendu"  dont  p a r l e Camus, l e v a i n e s p o i r de Mersault d'echapper a ce q u i l ' o p p r e s s e , grace a 1 * e f f o r t de c e t t e  longue  marche, pour se t r o u v e r , i r o n i e du d e s t i n , face a l a p e r s o n n i f i c a t i o n meme de ce d e s t i n  oppresseur.  On peut done b i e n se rendre compte de 1'importance du "message" e t que  l a transposition aussi  que p o s s i b l e de c e l u i - c i ne depend pas seulement  fidele d'une  connaissance du l e x i q u e e t des l o i s de l'agencement des deux langues en presence.  Quand l e t r a d u c t e u r rend l e s  deux d e r n i e r s "envie de" par "anything to be r i d o f " , il  ne rend pas, a notre a v i s , l e sens de t o u t ce q u i e s t  sous-entendu.  E t pour r e n c h e r i r sur c e t t e e r r e u r de  decoupage, i l a r r e t e l a l e paragraphe menage par l'annonce  de l a presence  et 1'anti-climax  du "type de Raymond"  e s t completement perdu; ce q u i dans 1 ' o r i g i n a l f a i t  deja  p r e s s e n t i r l a t r a g e d i e , d e v i e n t simplement, en t r a d u c t i o n , du moins pour l e moment, un autre episode dans l e r e c i t .  CONCLUSION  A  t o u t  i n t r o d u c t i o n d e f i n i e comme  par  et le  etant  exprime  e s s a i , une  idees  semble  auteurs  de  moins i l s  longue  On  f o r t  peut  defendant  de  et  m£me  pas  ou  d'une  fagon  a u s s i  sont  p r i s e  sur  "du  et  c o n t r e " ,  c e r t a i n p r i s ,  c&te;  chacun  e d i t i o n  c ' e s t  un  s u j e t  un  q u e s t i o n  de  l a  en  " Q u e r e l l e  qui ou  mais  i l  que  r i e n  l i t i g e , des  137  s u j e t  en  en  ou  a u x q u e l l e s  groupes, l e u r s  au  balance  f a v e u r de et  n ' e s t  une y  a  penche  d'un  deux  p a r t i s  1 ' a u t r e .  c e t t e des  Ce  q u ' i l  entre de  p o i n t s  moins  admis  debat  Anciens  l a  opposes.  e s t  cause  c e l a  des  p l u s  deux  absolue  l a  i c i ,  de  de  le  pas.  suggere  v e r i t a b l e  n'admettant  La  le  diametralement ce  occupe  p l u p a r t  sont  auteurs  d i s c u s s i o n ,  du  n'en  q u i  a b o u t i t  c o n c l u s i o n s  ces  p o s i t i o n pour  sur  d i v i s e r  c e u x - c i une  souvent,  oeuvre  nous La  e s t  contemporain  t r a d u c t e u r s  l e s  une  c o n c l u s i o n  d'une  q u i  d ' a r t i c l e s  et  f a u t  a u x q u e l l e s  cas  des  i l  f r a n g a i s  presomptueux'.  eux-memes  chacun vue  le  experience  a r r i v e n t ,  La  t e r m i n a l e  Dans  presque  sont  du  e s s e n t i e l l e s  l i v r e s  t r a d u c t i o n  these,  c o n c l u s i o n .  p a r t i e  d e v e l o p p e m e n t " . ^ nous  ou  D i c t i o n n a i r e  " l a  l e s  etude  n o u v e l l e  Modernes"  138 e s t , a u s s i i n c r o y a b l e que c e l a puisse  paraltre, l a  c l a s s i f i c a t i o n de l a t r a d u c t i o n comme " a r t " ou comme "science".  I I nous semble pour l e moins incongru de  depenser t a n t de temps, d ' e f f o r t e t d'energie s u r une question  d ' " e t i q u e t t e " a l o r s que nombre de questions  autrement importantes ne sont t o u j o u r s Du  pas r e s o l u e s .  f a i t que ceux q u i f o n t oeuvre de t r a d u c t i o n  n'arrivent  pas a se mettre d'accord s u r l a p l u s grande p a r t i e des p o i n t s suggeres, i l n'y a toujours  pas de t h e o r i e de l a  t r a d u c t i o n , n i m§me de c r i t e r e s reconnus en ce q u i concerne l a q u a l i t e d'une t r a d u c t i o n . Notion de q u a l i t e "La complexity de l a n o t i o n de q u a l i t e " , d i t E. C a r y , ^  0  e s t , en premier l i e u ,  " l e danger des formules  toutes f a i t e s , l a v a n i t e de c e r t a i n e s traditionnellement ressassees.  oppositions  F a u t - i l traduire  'selon  l e sens' ou b i e n s u i v a n t  l e 'mot-a-mot'?  regues^  l a gamme des raisonnements e t  1  d e p l o i e n t toute  des a t t i t u d e s p o s s i b l e s e t imaginables. r a p p e l l e l'un, e t i l e s t n e c e s s a i r e , a un choix en d i s c e r n a n t  l'essentiel.  Les reponses  La l e t t r e tue,  chaque pas de f a i r e V o i r e , d i t 1'autre,  mais adapter n'est pas t r a d u i r e . " Theodore Savory declare,, sur l e meme s u j e t : ". . . a statement o f the p r i n c i p l e s o f t r a n s l a t i o n i n s u c c i n t form i s impossible . . . I t would almost  139 be t r u e to say that accepted p r i n c i p l e s p l a i n the nature of be t r a n s l a t o r s have state them s h o r t l y i f o l l o w s :  7.  A t A t A t A t A t o r i A t t r a  r r r r r g r n  A t r a n s l a t i o n the o r i g i n a l  8.  11.  A t the A t A t o r i A t  r a n s l a t i o n t r a n s l a t o r a n s l a t i o n r a n s l a t i o n g i n a l r a n s l a t i o n  12.  A  1. 2. 3. 4. 5. 6.  9. 10.  a a a a a i a s  n s l a n s l a n s l a n s l a n s l a n a l n s l a l a t o  comprendra  le  t i r e r  q u i  l a  quelque un  l a i s s e  essayer est  q u ' i l  de  r a i s o n s ,  d e j a  de  l e s  l e s  r  par  ne  the  s h o u l d  read  as  a  contemporary  of  s h o u l d  r e a d  as  a  contemporary  of  may may  add to or never add  changements  the  omit from the o r i g i n a l to or omit from the  s h o u l d  be  i n  prose  of  verse  s h o u l d  be  i n  v e r s e ^  genre,  on  l e c t u r e s guere  de  u t i l e  et  que  ce  voulons  est  s o i t . de  polemique,  p l u s  e l l e  l e s  en  revue,  i m p o s s i b l e  Vinay mais  2  exprimees  Pour  p r a t i q u e  l e s et  sur d'en  memes D a r b e l n e t  s ' a t t a c h e  sur  le  a  s u j e t ,  e s t i m a b l e .  evidemment  tous  p a s s e r  o p i n i o n s  c e l u i  methode  ce de  q u ' i l  que  d ' a u t a n t  de  of  verse  toute  exemple,  s t y l e  of  t e l  resoud  e words of the o r i g i n a l e ideas of the o r i g i n a l l i k e an o r i g i n a l work l i k e a t r a n s l a t i o n c t the s t y l e of the  r e f l e c t  d i f f e r e n t e s  une  no u n i v e r s a l l y t i o n . . . To make c t i o n s which wouldi t i s convenient to i n g p a i r s , as  s h o u l d  c o n c l u s i o n  c&te  re are t r a n s l a i n s t r u e i v e d , o n t r a s t  t give th t give th u l d read u l d read u l d r e f l e  t r a d u c t i o n  v a l e u r  methode vu,  mus mus s h o s h o s h o  n ' e s t  ouvrage  Nous cette  n n n n n  t i o n r  d ' e t a b l i r  d'une  o o o o o  p l u s i e u r s  brievement,  s u j e t  i i i i i  t r a n s l a t i o n  Apres  meme  t t t t t  the of the r e c n c  pas  d i r e  problemes;  ignore  c o n s t r u c t i o n  l e s  des  pas  comme  l a on  q u e s t i o n s  phrases  l o r s  que l ' a  concernant du  140 passage d'une langue  dans une a u t r e , e t s u r t o u t , comme  n'importe quel o u t i l de t r a v a i l ,  toute methode n'est  a u s s i bonne que c e l u i ou c e l l e q u i s'en s e r t . a semble a u s s i , au s u j e t de l a modulation,  I I nous  que l e s  c a t e g o r i e s suggerees par ces auteurs a u r a i e n t du e t r e presentees comme exemples des d i v e r s e s p o s s i b i l i t e s de ce procede e t non pas comme " c a t e g o r i e s " . ce mot etant assez l i m i t a t i f , ceux qui ne sont pas de langue  Le sens de  i l pourrait paraltre a f r a n c a i s e que ces  categories e t e l l e s seules representent l e s principaux usages de ce procede.  Or, comme Vinay e t Darbelnet l e  d i s e n t b i e n eux-m§mes, " l a modulation  utilise  essen-  t i e l l e m e n t l e s a s s o c i a t i o n s des mots e t c e l l e s - c i peuvent §tre t r e s nombreuses." (p. 90) e t , par c o n t r e , c e r t a i n e s des c a t e g o r i e s enumerees ne sont de l o i n pas c e l l e s q u i se presentent l e p l u s sotavent. E t , e n f i n , nous nous demandons s i l a d i s t i n c t i o n d'un  septieme procede,  c e l u i de 1'adaptation,  ne complique  pas i n u t i l e m e n t l e s choses vu q u ' i l s l a d e f i n i s s e n t euxmemes comme un cas p a r t i c u l i e r de 1'equivalence. L'equivalence, apres tout, de p a r s a nature, e s t un procede q u i englobe presque tout ce q u i ne peut §tre t r a d u i t autrement e t d'y a d j o i n d r e une "equivalence de s i t u a t i o n s " ne semble p a r d e v o i r l e rendre p l u s f a c i l e a i d e n t i f i e r n i moins a i s e a a p p l i q u e r .  141  Neanmoins, depart  en  d e t a i l l a n t  p l u s  u s i t e s ,  a  sont  a r r i v e s  par  des  deux  langues  une  "Ce  pour  s e r a  un  des  p a r t i c u l a r i t y  grand  c o n n a l t r e  desquels  l e s  e s t son  un  V i n a y  v r a i ,  B a l l y ,  a  de et  l a  vue i l  de  d i f f e r e n c e s  p r o f i t  .  c e l l e s  que  l ' o n  a  nos  a u t r e s  a j o u t e :  des  e l l e s  [vu  des  r e s s o u r c e s  l ' i d i o m e  l e s  p u i s  ,  des  s t y l i s t i q u e  entre  .  D a r b e l n e t  communs  a u t o u r  p o i n t  de l e s  et  methodique t r a i t s  s t y l i s t i q u e s  p o i n t  procedes  c h e r c h e r  d ' a b o r d ,  q u i  mieux  d']  a  l e s  permettent  d e c l a r e  comparer  ressemblances  sont  i l  d ' e t u d i e r  modernes"  l e s  i l l u s t r a n t  q u i  prudemment  et  f o u r n i t  comparaison  [europeennes]  m a t e r n e l  peut  et  methode  1 ' u t i l i s a t i o n  l a n g u e s .  d ' e v o l u e r ,  langues  cette  des .  que]  a u t r e s  emploie  " E l l e  .  l a  .  [ce  recherche  langues  sans  f e r a  cesse  inconsciemment. C ' e s t Tout  l k ,  t r a d u c t e u r  c o n n a i t r e  a u s s i  etrangere  de  ne  sans  va  pas  comparaison,  nous  d o i t  s e m b l e - t - i l ,  evidemment  p a r f a i t e m e n t  l a q u e l l e  i l  danger.  c ' e s t - a - d i r e  m a t e r n e l l e  [ a f i n  s i t u a t i o n s  s t y l i s t i q u e s  C e c i l ' o n  se  r e p o r t e  aux  que  l e u r  le  p o i n t  c r u c i a l .  b i l i n g u e  p o s s i b l e mais  f a u t  "posseder  d ' e v i t e r ]  d e v i e n t  §tre  t r a d u i t , II  un  une  une a  l a  decalque  langue  t e l l e  base  f o n d pur  et  s o l i d e  [ l e u r ] et  m a l t r i s e  langue  simple  [ e t r a n g e r e s ] "  p a r t i c u l i e r e m e n t procedes  e v i d e n t  techniques  de  de  lorsque  t r a d u c t i o n  de  142 oblique.  La t r a n s p o s i t i o n , d'une p a r t , e s t un moyen  de t r a d u i r e pour a i n s i d i r e automatique c o n n a i t l e s deux langues en presence.  pour Par  quiconque  automatique,  nous voulons d i r e q u ' i l n'y a souvent pas d'autre c h o i x pour t r a d u i r e une c e r t a i n e u n i t e de pensee que  d'effectuer  l a t r a n s p o s i t i o n d'une c e r t a i n e p a r t i e du d i s c o u r s en une a u t r e .  I I n'en va p l u s du tout de meme lorsqu'on  considere l a modulation e t 1'equivalence q u i sont t o u t e s deux l e r e s u l t a t d'un changement de p o i n t de vue.  Une  t r o p grande habitude de l a langue etrangere tendra a e n t r a v e r l e cours de l a pensee e t a en dominer 1'expression, ce q u i aura pour e f f e t de e o n t r a i n d r e celle-ci  en des termes ou des s t r u c t u r e s q u i ne l u i  sont pas n a t u r e l i e s . Notion de  fidelite  Tous ceux q u i t r a i t e n t du s u j e t  "traduction"  p a r l e n t de l a " f i d e l i t e " q u ' i l s comprennent s o i t dans un sens s o i t dans un a u t r e , mais comme l e d i t b i e n E. Cary:  " l a f i d e l i t e e s t n e c e s s a i r e , mais l a f i d e l i t e  a quoi? . . .  l a f i d e l i t e purement semantique  peut  p r e s e n t e r des exigences c o n t r a d i c t o i r e s s e l o n qu'on s'attache a l a f i d e l i t e au sens des mots ou au sens des phrases". le  C'est ce que Vinay e t D a r b e l n e t ont appele  "sens s t r u c t u r a l " .  Cary a j o u t e :  "Plus l o i n  encore,  143 on  n ' o u b l i e r a  sens  caches,  aux  l ' e s s e n t i e l p a r l a n t  du  du  c o n t e x t e ,  pas  g l o b a l "  de  l a  q u a l i t e  souvent  f i d e l i t e s  opposees  d i v e r s e s  f i d e l i t e c e t t e [ c a r  a  texte  l a  d'une  du .  pensee que  contenu  peut  q u i  seconds,  c o n t i e n n e n t ce  peut  s i t u a t i o n ,  q u i  a  aux  souvent  ete  d e c o u l e r  examine  s o i t  c ' e s t - a - d i r e  f o r t  t r a d u c t i o n " ,  c h o i x .  f i d e l i t e s  f i d e l i t e l e ]  q u i  sens  en  du  de  l a  m e t a l i n g u i s t i q u e .  "dependra  des  aux  t e x t e . C ' e s t  s o i t  " L a  f i d e l i t e  a l l u s i o n s ,  "sens  connaissance  l a  .  l ' o n  f a i t  s o r t e  de  sens  q u i  donne  acces  l ' a u t e u r .  .  oppose  mot-a-mot  au  .  [ s e n t i m e n t  e n t r e r  en  ,  Et  et  c o n f l i t  Cary,  entre  une  a f f e c t i f b i e n  aura  C ' e s t  au  de  q u ' o n  c o n t i n u e  ces  synthese a  l a  c ' e s t  souvent  s e r v i l e  emotion] avec  .  .  .  du  l ' a p p a r e i l  66 semantique exemple,  q u ' o n  dans  C h a t e a u b r i a n d Washington a p p o r t e r  a  aux  v i s i b l e autre  q u i  e t a i t  f i e r  t r e s  i l  a v a i t  I n d i e n s or  ce  " l e que  " W e l l ,  w e l l ,  "Moins  brumeux,  encore,  element,  s t r u c t u r e  de  1'anecdote  q u i  p h i l o s o p h i e " , e t a i t :  e n t r e p r e n d  i n t e r n e  de  Georges  young  et  q u i  Comme, r a p p o r t e  1 ' a p p r o b a t i o n  flambeau  e t r e  venu  genereux  en de  Washington  par  que  de  Georges  Amerique l a  a v a i t  d i t  man!"  moins  r e q u i e r t de  s u i t  d e c l a r e  p e u t - § t r e ) , " q u i  t r a d u i r e . "  s u b j e c t i f c o n c l u t  egalement  1 ' o r i g i n a l .  (et  Cary,  moins " e s t  f i d e l i t e  Phrases  cet . . .  c o u r t e s  l a ou  144 phrases longues [ e t nous ajouterons  i c i l e decoupage  j u d i c i e u x des phrases e t des paragraphes comme i l f u t examine dans 1'analyse de t r a d u c t i o n au c h a p i t r e du message], d e b i t s heurtes ou periodes il  balancees,  . ..  y a l a " m i l l e f i c e l l e s ' q u i vont de 1'elementaire  grammaire a l a s t y l i s t i q u e  l a plus s u b t i l e .  pouvoir e t r e f i d e l e au s t y l e de l ' a u t e u r , d o i t lui-meme a v o i r du s t y l e :  . . . pour  l e traducteur  ce q u i p a r a i t c o n s t i t u e r  une c o n t r a d i c t i o n e s t l a c o n d i t i o n premiere de l a r e s o l u t i o n de l'antinomie  existante  f M ' e l i t e a quoi? . . . a u s s i : traducteur 1'autre."  . . . [car s i ]  f i d e l i t e a qui?  . . . le  s e r t l ' a u t e u r d'une p a r t , l e l e c t e u r de 6 8  Notion d'ethique Ce d e r n i e r p o i n t amene une c o n s i d e r a t i o n d'un tout autre  ordre  q u i n ' a u r a i t , a premiere vue, absolument  r i e n a v o i r avec une etude de s t y l i s t i q u e comparee, q u i , comme l e domaine de l a m e t a l i n g u i s t i q u e , essentiellement  e s t une r e a l i t e  e x t r a - l i n g u i s t i q u e , mais q u i , vu l a  nature e t s u r t o u t l ' o b j e t de l a t r a d u c t i o n , e s t une autre  r e a l i t e tout a u s s i i n e v i t a b l e ; c ' e s t l a q u e s t i o n  d'"ethique". S i l ' o n se r e p o r t e  a l a premiere v e r s i o n de l a  t r a d u c t i o n de L'Homme r e v o l t e , on ne peut s'empecher de  145  se demander comment i l fut possible qu'une t e l l e traduction a i t ete acceptee et publiee par une maison d'edition qui se considere comme respectable,  (on le suppose du moins)  et ce pour un auteur comme Camus  dont l a reputation e t a i t deja bien etablie et q u i , des l o r s , pouvait certainement commander 1 ' a t t e n t i o n et l a selection de ce q u ' i l y avait de mieux q u a l i f i e comme traducteur.  De m§me on s'interrogera inevitablement sur  1 ' i n t e g r i t e d ' A . Bower qui a permis qu'une t e l l e version s o i t publiee sous son nom alors que, s ' i l e t a i t capable de produire une traduction t e l l e que l a deuxieme version, i l ne pouvait pas ignorer que l a premiere e t a i t semblable a une fraude commise aux depens de tous ceux qui l u i avaient f a i t confiance et,  tout particulierement,  le  p u b l i c , le lecteur, qui e t a i t l a victime payante. Quand on parcourt les reponses a l'enquete  sur  l a qualite en matiere de traduction a laquelle se refere Cary, on s'apergoit que l a majorite des traducteurs se plaignent de 1 ' i n s u f f i s a n c e des delais et de l a remuneration  accordes par les maisons d ' e d i t i o n , mais i l  ne semble pas leur venir a 1 ' e s p r i t (du moins, aucun d'eux n'y f a i t allusion) de refuser de f a i r e un t r a v a i l "bacle" n i mime, et surtout, de mentionner 1 ' i n j u s t i c e infligee  aux lecteurs de ces soit-disantes  traductions.  146 Un en  autre  aspect  tout aussi, sinon plus  ce domaine de l a m o r a l i t e  traducteur  est l a possibility  de " n u a n c e r " 1 ' e x p r e s s i o n  sans pour c e l a changer l e t e x t e , dire  ce que l u i , l e t r a d u c t e u r ,  personnelles, qu'il ou  politiques,  signifie  i lfinit  s o r t e que,  par l u i faire  pour des r a i s o n s  r e l i g i e u s e s ou a u t r e s ,  On ne s a u r a  1'anecdote q u i s u i t ,  rapportee  s e u l e m e n t une h i s t o i r e , passees a i n s i ,  s a n s aucune a s s u r a n c e  veut  en b i e n  sans doute  dire  jamais s i  p a r Theodore Savory, e s t  ou s i l e s c h o s e s se s o n t en  mais e l l e  vaut  d'etre  repetee  meme  de v e r a c i t e , ne s e r a i t - c e que  pour s o u l i g n e r l ' e n o r m i t e 1'influence,  de t e l l e  p o u r un  e t n o n p a s ce que l ' a u t e u r a v o u l u  a sous-entendu.  effet  important  de l a r e s p o n s a b i l i t e e t de  ou e n m a i , que p e u t e x e r c e r  un  traducteur: " T h e r e i s some r e a s o n t o b e l i e v e t h a t t h e f a t e o f H i r o s h i m a was i n f l u e n c e d by t h e f a c t o f t r a n s l a t i o n . A f t e r t h e Postdam C o n f e r e n c e a n u l t i m a t u m was s e n t to t h e J a p a n e s e Government, demanding t h e i r s u r r e n der: t h e i r r e p l y c o n t a i n e d t h e v i t a l word m o k u s a t s u , the c l o s e s t t r a n s l a t i o n o f w h i c h i s t o t h e e f f e c t t h a t t h e answer w o u l d be d e l a y e d u n t i l d i s c u s s i o n had t a k e n p l a c e . But the t r a n s l a t i o n r e c e i v e d i n W a s h i n g t o n u s e d t h e word ' i g n o r e ' , t h e whole i m p l i c a t i o n o f w h i c h was v e r y d i f f e r e n t . I t must have s t r e n g t h e n e d t h e A m e r i c a n r e s o l v e t o d r o p t h e bomb." I I e s t c e r t a i n que dans t o u t traduction en  ordinaire, l e traducteur  t r a v a i l de ne se t r o u v e p a s ,  g e n e r a l , , d e v a n t un p r o b l e m e de c h o i x  de mot ou  147 d'expression aussi t e r r i f i a n t , q u ' i l n'y a p a s une m o r a l i t e une  autre  question  pour l e s p e t i t e s choses e t  p o u r l e s g r a n d e s , e t q u ' e n ce q u i c o n c e r n e l a de q u a l i t e e n m a t i e r e  c o n c e p t s que H.W. c'est-a-dire en  mais i l e s t a u s s i c e r t a i n  ajouter  Manderfield  l e "Savoir"  de t r a d u c t i o n , aux deux considere  necessaires,  et le "Savoir-faire",  un t r o i s i e m e — q u i  7 0  i l faut  a l u i s e u l ne s u f f i t p a s  mais q u i d o i t r e n f o r c e r e t c o n t r & l e r conscience  comme  d'un "hommete homme".  l e s deux a u t r e s — l a  NOTES J.P. V i n a y e t J . D a r b e l n e t , S t y l i s t i q u e comparee du f r a n g a i s e t de l ' a n g l a i s ( P a r i s : D i d i e r , 196?), pp. 23-24. o  H.W. M a n d e f i e l d , "La S c i e n c e e t l e M e t i e r en t r a d u c t i o n , " T r a d u c t i o n s Melanges o f f e r t s en memoire de Geoges Panneton, ed. J.P. Vinay ( M o n t r e a l : U n i v e r s i t e de M o n t r e a l , 1952), p. 65. ^E. Cary, " L ' I n d i s p e n s a b l e Debat," La q u a l i t e en m a t i e r e de t r a d u c t i o n , e d . E. Cary e t R ,W. Jumpelt ('New York: M a c m i l l a n , 1963), p. 23. 4 J . Darbelnet, " S t y l i s t i q u e e t Traduction," T r a d u c t i o n s , p. 106. A n d r e Meunier, "Approches de l ' A r t Camusien," Revue des L e t t r e s Modenies, 209-216 (1969), pp. 11-12. 5  6  E . 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