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Politique et poetique chez Marguerite Duras Kempo, Olga 1974

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831-UBC_1974_A1 K44_7.pdf [ 17.02MB ]
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POLITIQUE ET POETIQUE CHEZ MARGUERITE DURAS  OLGA KEMPO M.A., U n i v e r s i t y o f B r i t i s h Columbia,  1968  A THESIS SUBMITTED IN PARTIAL FULFILMENT OF THE REQUIREMENTS FOR THE DEGREE OF DOCTOR OF PHILOSOPHY  i n t h e Department of FRENCH  We a c c e p t t h i s t h e s i s as c o n f o r m i n g t o t h e required standard  THE UNIVERSITY OF BRITISH COLUMBIA October,  I 9 7 U  In p r e s e n t i n g  t h i s t h e s i s i n p a r t i a l f u l f i l m e n t of the requirements f o r  an advanced degree at the U n i v e r s i t y of B r i t i s h Columbia, I agree t h a t the  L i b r a r y s h a l l make i t f r e e l y a v a i l a b l e f o r r e f e r e n c e  and  study.  I f u r t h e r agree t h a t p e r m i s s i o n f o r e x t e n s i v e copying of t h i s t h e s i s f o r s c h o l a r l y purposes may by h i s r e p r e s e n t a t i v e s .  be  granted by  the Head of my  I t i s understood t h a t copying or p u b l i c a t i o n  of t h i s t h e s i s f o r f i n a n c i a l g a i n s h a l l not be written  permission.  Department of  French  The U n i v e r s i t y of B r i t i s h Vancouver 8, Canada  O c t o b e r 7,  1974  Department or  Columbia  allowed without  my  ABSTRACT La s i t u a t i o n l i t t e r a i r e , et p l u s p a r t i c u l i e ' r e m e n t romanesque, de M a r g u e r i t e Duras e s t mal  definie.  Selon l a c r i t i q u e a c t u e l l e , l'oeuvre  de M a r g u e r i t e Duras se t r o u v e quelque  p a r t en marge du nouveau roman.  e x i s t e p o u r t a n t dans son oeuvre t o u t un courant degage et q u i m e r i t e d ' e t r e mis  en l u m i e r e .  II  ethique q u i n'a pas e t i  Nous avangons done l a propo-  s i t i o n que l ' o e u v r e de M a r g u e r i t e Duras e s t une  f u s i o n de 1'engagement  e t h i q u e et de 1'engagement e s t h e t i q u e . La p r e o c c u p a t i o n ethique de M a r g u e r i t e Duras commence dans o p t i q u e f e m i n i n e mais s ' e l a r g i t jusqu'a i n c l u r e t o u t e une d i c a t i o n s s o c i a l e s et p o l i t i q u e s . .  une  gamme de  reven-  Le theme de l a femme d u r a s s i e n n e  r e f u s e l e s o r t que l a s o c i e t e l u i a f a i t  qui  se transforme peu a peu en un  theme de r e f u s p l u s g e n e r a l et p l u s r a d i c a l .  Ce q u i se r e v e l e a i n s i e s t  un v e r i t a b l e e s p r i t de c o n t e s t a t i o n p o l i t i q u e a b o u t i s s a n t a l a v o l o n t e de d e t r u i r e t o u t e s l e s s t r u c t u r e s o c i a l e s , c u l t u r e l l e s et p o l i t i q u e s q u i maintiennent  et perpetuent  l a societe actuelle.  Son engagement e s t h e t i q u e  d'autre p a r t comporte l a r e c h e r c h e a s s i d u e , de l i v r e en l i v r e , d'une n o u v e l l e forme q u i t r a d u i s e mieux ses h a n t i s e s , ses p r e o c c u p a t i o n s p o l i t i q u e s et i d e o l o g i q u e s . Le premier o b j e c t i f de c e t t e etude est done de m e t t r e l a n a t u r e p o l i t i q u e de son oeuvre.  en l u m i e r e  L'etude de l a femme dans l ' o e u v r e de  M a r g u e r i t e Duras l a i s s e e n t r e v o i r l a profondeur  et l a p o r t e e du r e f u s  f e m i n i n , q u i e s t l e r e f u s de sa s i t u a t i o n s u b a l t e r n e dans l a s o c i e t e a c t u e l l e . Le monde dans l e q u e l l a femme e s t a l i e n e e , dans l e q u e l l e s e t r e s sont opprimes d o i t e t r e d e t r u i t a f i n de permettre l a n a i s s a n c e d'un monde p l u s humain.  Le deuxieme o b j e c t i f de c e t t e etude e s t de montrer que  l'art  romanesque veulent  e t t h e a t r a l de M a r g u e r i t e Duras n'est  l e s nouveaux r o m a n c i e r s , mais que l a forme de ses l i v r e s e s t c h o i s i e  en f o n c t i o n de b e s o i n s  La s t r u c t u r e l i m i t Se mais  ideologiques.  ment e t s t y l i s t i q u e m e n t t r e s soignee,  t r e s elaboree  permet a M a r g u e r i t e Duras d ' a c c o r d e r , de fondre b r e f de p l a i r e e t d ' i n f l u e n c e r . trouvent  pas g r a t u i t , comme l e  ainsi  du conte  litteraire-  durassien  l ' e s t h i t i q u e et I ' e t h i q u e :  Les deux exigences de l a l i t t e r a t u r e se  reunies.  L ' e v o l u t i o n meme de l a pensee et de l ' a r t de M a r g u e r i t e Duras ont suggere une d i v i s i o n en s i x c h a p i t r e s . Chapitre  I : La Femme dans l ' o e u v r e  de M a r g u e r i t e Duras.  I I s'agit  de montrer que l a femme d u r a s s i e n n e r e f u s e s a c o n d i t i o n e t que c e t t e a t t i t u d e de l a femme f i n i t p a r c o n s t i t u e r une p o s i t i o n - p o l i t i q u e . Chapitre  II:  L'Homme dans l ' o e u v r e  de M a r g u e r i t e Duras.  A f i n de  m e t t r e en r e l i e f l e theme du r e f u s f e m i n i n , l e r o l e de l'homme d o i t e t r e examine a son t o u r dans l e s memes oeuvres. Chapitre  III:  La Contestation p o l i t i q u e .  Un approfondissement de  l a pensee p o l i t i q u e de M a r g u e r i t e Duras s'impose, it mesure q u ' e l l e passe du r e q u i s i t o i r e p e r s o n n e l Chapitre  IV:  jusqu'a un e s p r i t p r e - r e v o l u t i o n n a i r e .  Le V i c e - C o n s u l .  Les deux themes, c e l u i de l ' a l i e n a t i o n  de l a femme et c e l u i de l a c o n t e s t a t i o n p o l i t i q u e , se r e j o i g n e n t une condamnation de 1 ' o r g a n i s a t i o n C h a p i t r e V: l'oeuvre 1972  i c i dans  du monde.  Les L i v r e s p o l i t i q u e s .  La p l u s r e c e n t e p e r i o d e de  de M a r g u e r i t e Duras comprend l e s l i v r e s p u b l i e s entre  I969 e t  e t se d i s t i n g u e p a r l e u r demarche p r o g r e s s i v e v e r s l a d e s t r u c t i o n  t o t a l e des e t r e s e t de l a s o c i e t e q u i l e s entoure.  L ' e s p r i t nouveau e s t  iv  dans doute i n c a r n e dans ce conte pour e n f a n t s Ah! E r n e s t o o_ E r n e s t o dit  NON! C h a p i t r e VI:  L ' E s t h e t i q u e de M a r g u e r i t e Duras.  L'oeuvre de  M a r g u e r i t e Duras e s t a i n s i e n v i s a g e d comme une e x p l o r a t i o n t a n t du p o i n t de vue e t h i q u e q u ' e s t h e t i q u e , et d i f f e r e n t e s t e c h n i q u e s vont c e t t e e x p l o r a t i o n et sa mise en r e l i e f . s c h e m a t i s a t i o n q u i degage l e probleme.  permettre  I I y a d'abord l e p r o c e s s u s  de  La s c h e m a t i s a t i o n s e f a i t par l e  c o n t r a s t e , l ' a p p e l a l a p a r t i c i p a t i o n du l e c t e u r , e t l a s t r u c t u r e o u v e r t e . Le p r o c e s s u s i n v e r s e de p o e t i s a t i o n cherche a envouter l e l e c t e u r e t donne aux l i v r e s de M a r g u e r i t e Duras c e t t e q u a l i t e q u i t r a n s f o r m e l e l i v r e p o l i t i q u e en une a v e n t u r e p o e t i q u e .  L a p o e t i s a t i o n s'opere g r a c e  a l ' e m p l o i du d i a l o g u e , a l a r e p e t i t i o n , e t a c e r t a i n s a s p e c t s de l a concentration. Le but de c e t t e t h e s e e s t done de montrer q u ' i l y a chez M a r g u e r i t e Duras une c o i n c i d e n c e e n t r e l e p o l i t i q u e et l e p o e t i q u e .  Elle  fait  e n t r e v o i r l a p o s s i b i l i t y d'une r e c o n c i l i a t i o n e n t r e ces deux exigences de l a l i t t e r a t u r e :  l e contenu  i d e o l o g i q u e et 1 ' e l a b o r a t i o n  artistique.  V  Table des Sigles  Imp.  Les Impudents  VT  La V i e Tranquille  BP  Un Barrage contre l e Pacifique [Livre de.Poche, Gallimard, 1968]  MG  • Le Marin de G i b r a l t a r  PCT  Les Petit's Chevaux de Tarquinia  DJEDA-P  Des Journees. entieres dans l e s arbres - piece  DJEDA  Des Journees entieres dans l e s arbres - r e c i t  MD  Madame Dodin  SQ  Le, Square  MC  Moderato. Cantabile [10/18 Union Generale d'Editions,, 1962]  DH  Dix heures et demie du s o i r en ete  AMA  L'Apres-midi de Monsieur Andesmas  RLVS  Le Ravissement de L o l . V. Stein  M  La Musica  VC  Le  AA  L'Amante Anglaise  SA  Suzanna Andler  UHEVMV  Un Homme est venu me v o i r  DDE  Detruire d i t - e l l e  ASD  Abahn Sabana David  A  L'Amour  Vice-Consul  Table des Matieres Abstract  P-  i i  Table des Sigles  p.  v  P-  vi  P-  1  p.  8  p.  11  p. p. p.  12 15 20  p.  2h  p.  2h  Jacqueline  p.  26  Anna  p.  27  p.  36  p. p. p. p. p. p. p.  37 ^0 ^8 53 59 6H 70  Conclusion  p.  75  Notes  P.  80  p.  85  P-  86  Table des Matieres Introduction Chapitre I  • ••  La Femme dans l'oeuvre de Marguerite Duras Introduction Premiere periode:  La jeune f i l l e _ l a  recherche de son identite Maud - Imp Franeou - VT Suzanne - BP  • •  Conclusion Le Marin de G i b r a l t a r :  Charniere entre l a  premiere et l a deuxieme periode  Deuxieme periode:  ...  L'alienation de l a femme  dans l e couple Sara - PCT Anne Desbaresdes - MC Maria - DH Suzanna - SA • Anne-Marie Roche - M Lol.V. Stein - RLVS C l a i r e Lannes - AA . . .  Chapitre I I  .  •  L'Homme dans l'oeuvre de Marguerite Duras Introduction Premiere periode:  Le f r e r e , l'amant,  l e pretendant, l e pere  vii  Le Frere: Jacques - Imp .Nicolas - VT Joseph - BP  •  ......... ... ...........  p. p. p.  86 91 93  p. p. p. •  96 98 99  L' Amant: Georges Durieux - Imp Tiene - VT . Agosti - BP .......... .• Le Pretendant: Jean Pecresse - Imp  p.  100  ...............  p.  101  Le pere- Taneran - Imp .... Le pere Pecresse - Imp ......... Le pere Veyrenattes - VT  p. p. . p.  103 104 105  M. Jo - BP  •  Le Pere:  Conclusion  .  • •  Le Marin de G i b r a l t a r :  p.  Charniere entre l a  premiere et l a deuxieme periode  p. •  107  Le je-narrateur• ......... Le marin de Gibraltar • Les marins .......... Le mari d'Anna ............ Deuxieme periode: Le mari  p. p. p. p.-  108 110 112 112  p. . p. p. p. p. p. p. p.  115 117 119 121 123 125 127. 129  Jacques - PCT • Le mari - MC ...... ' . Pierre - DH .• . Jean Bedford - RLVS ' Pierre Lannes - AA ...... Jean Andler - SA ........ Michel Nollet - M ...... Monsieur Andesmas - AMA Conclusion Notes Chapitre I I I  106  ...... '  1  •  '  La Contestation p o l i t i q u e dans l'oeuvre de Marguerite Duras  P, p.  130 134  viii  Introduction ..............................  p.  136  p.  139  p.  145  Le Requisitoire - Un Barrage contre l e Pacifique ................ v  ..  .  La Revolte ( l e refus) Le Marin de Gibraltar Des Journees entieres dans l e s arbres . . . .' Madame Dodin ......... ••. . .  p.  154  Conclusion  .....................  p.  160  ......  p.  164  .•  Le Vice-Consul Introduction  ..............  La Cambodgienne . . . . i . Anne-Marie Stretter Jean-Marc de H. . . .•  =. . . . . . . . . . . .  .  ...... •  Conclusion Notes Chapitre V  •  •  p.  166  p. ' p. p.  167 171 174  p.  177  p.  181  p.  182  Les Livres politiques - l a troisieme periode Introduction  Detruire d i t - e l l e • •• • • P •• Abahn Sabana David ............... p. L'Amour • • p. Le Mensonge p. ' L'Enfance - Ah'. Ernesto . . p. Conclusion Notes Chapitre VI  147 151  Un E s p r i t de revolution - Le Square .......  Notes Chapitre IV  p. p.  • •' • • .-  .  . .  P• p.  *84 190 197 199 202 206 209  L'Esthetique de Marguerite Duras - quelques procedes techniques Introduction La Schematisation  p.  ;  212  ix A. Le Contraste Homme et Femme - M p. 218 Riches et Pauvres - BP .......... p.221 - VC p. 223 Acceptation - Revolte - SQ . . . . . . p.. 226 B. L'Appel a l a p a r t i c i p a t i o n du lecteur Le Ravissement de Lol.V. Stein... L'Amante Anglaise ........ ,. Le Vice-Consul ...... .-  p. p. p.  232 235 240  p. p. ' p.  245 247 249  p. p. p. p.  253 255 261 262  p.  264  p. p. • p. p.  268 270 272 274  p.  278  p.  279  p. p. p.  281 283 283  C. La Structure ouverte Les P e t i t s Chevaux de Tarquinia . Moderato Cantabile ......... Le Square ............. La Poetisation • A. Le Dialogue Le Marin de G i b r a l t a r ...... Moderato Cantabile ...... . .• Le Ravissement de Lol.V. Stein .. L'Amante Anglaise' . .. .• B. "La- Transformation du r e c i t Detruire d i t - e l l e C. Niveaux du langage La V i e T r a n q u i l l e Le Square Le Vice-Consul L' Amour  .• •..  D. Silence Le Square  .........  Conclusion E. La Repetition Un Barrage contre l e Pacifique .. Le Vice-Consul Abahn Sabana David .-  X  F. La Concentration Le iMarin de G i b r a l t a r et 3 L ' A m o u r p . Conclusion .......... Notes Conclusion  •..  ..........  289  p 2 9 3  ........................  p.  297  . p.-  310  Oeuvres de Marguerite Duras  p.  311  Ouvrages generaux sur l e roman .............  p.  312  p.  315  p.  315  p.'  3  •  Bibliographie I. II. III.  Etudes sur l'oeuvre de Marguerite Duras A. Livres  •  B. Entretiens , Etudes IV. V.  Articles ThSses . ..  •  •  ........ •..  ••  P-  1  3  5  2  3  1  Introduction La s i t u a t i o n l i t t i r a i r e ,  e t p l u s p a r t i c u l i e r e m e n t romanesque de  M a r g u e r i t e Duras e s t mal d e f i n i e .  S e l o n l a c r i t i q u e a c t u e l l e l ' o e u v r e de  M a r g u e r i t e Duras se t r o u v e quelque p a r t en marge du nouveau roman sans q u ' e l l e a r r i v e et l u i t r o u v e r d ' S t i q u e t t e  satisfaisante.  La v o l o n t e de mettre M a r g u e r i t e Duras dans l e camp des nouveaux romaneiers simplement parce q u ' e l l e a e c r i t pendant l e s annees 1950-1960 ne t i e n t pas compte de t o u t un a u t r e c o t e de son oeuvre q u i e s t c e t t e marque ou c e t t e s u r v i v a n c e des annees 19^0: l e roman engage. s u r t o u t p a r l e de son a r t romanesque, de s a "prouesse  La c r i t i q u e a  technique."  Emportee  par l a vague de l a c r i t i q u e f o r m a l i s t e , l a c r i t i q u e ne veut v o i r que c e t a s p e c t e s t h e t i q u e de son oeuvre.  I I y a p o u r t a n t t o u t un courant  Ethique  q u i e x i s t e dans l ' o e u v r e de M a r g u e r i t e Duras e t q u i m e r i t e d ' e t r e degage. I I y a en e f f e t chez M a r g u e r i t e Duras l a p r e o c c u p a t i o n  constante  de d e v o i l e r , de d e m y s t i f i e r l e monde dans l e q u e l nous v i v o n s , s e l o n l e s voeux de S a r t r e .  P a r a l l e l e m e n t , e l l e accorde une a t t e n t i o n  aux procedes t e c h n i q u e s .  speciale  Nous avancons done c e t t e p r o p o s i t i o n que l ' o e u v r e  de M a r g u e r i t e Duras e s t une f u s i o n de 1'engagement e t h i q u e e t de 1'engagement e s t h e t i q u e .  E l l e a r r i v e a m a i n t e n i r un e q u i l i b r e d e l i c a t e n t r e l e s  deux exigences de l a l i t t e r a t u r e : e l l e e v i t e de tomber dans l e m i l i t a n t i s m e l i t t e r a i r e - dans l e s p i e g e s du roman a t h e s e - mais e l l e ne v a pas non p l u s jusqu'a l a g r a t u i t e de l ' a r t pour l ' a r t pronee par un R o b b e - G r i l l e t . La p r e o c c u p a t i o n e t h i q u e de M a r g u e r i t e Duras commence dans une o p t i que f e m i n i n e mais s ' e l a r g i t jusqu'a i n c l u r e t o u t e une gamme de r e v e n d i c a tions sociales et politiques.  Le thflme de l a femme d u r a s s i e n n e q u i r e f u s e  sa s i t u a t i o n donnee, q u i r e f u s e l e s o r t que l a s o c i e t e l u i a f a i t se  2  t r a n s f o r m e peu a peu en un theme de r e f u s p l u s g e n e r a l e t p l u s r a d i c a l . Ce q u i se r e v e l e a i n s i e s t un v e r i t a b l e e s p r i t de c o n t e s t a t i o n p o l i t i q u e a b o u t i s s a n t a" l a volonte" de d e t r u i r e t o u t e s l e s s t r u c t u r e s s o c i a l e s , c u l t - r e l i e s et p o l i t i q u e s qui maintiennent et perpetuent l a s o c i e t e a c t u e l l e . Son engagement e s t h e t i q u e d ' a u t r e p a r t comporte l a r e c h e r c h e  assidue,  de l i v r e en l i v r e , d'une n o u v e l l e forme q u i t r a d u i s e mieux ses h a n t i s e s , ses p r e o c c u p a t i o n s  p o l i t i q u e s et ideologiques.  Marguerite  ou d e t r u i t peu a peu l e s formes t r a d i t i o n n e l l e s du roman.  Duras abandonne Grace a une  s t r u c t u r e s e r r e e , l i m i t e e , c o n c e n t r e e que nous a p p e l l e r o n s l e c o n t e d u r a s s i e n , e l l e c r e e une oeuvre q u i p l a i t e s t h e t i q u e m e n t e t q u i en meme temps d e v o i l e ::les abus du monde. Le p r e m i e r o b j e c t i f de c e t t e etude s e r a done de m e t t r e en l u m i e r e l a n a t u r e p o l i t i q u e de son o e u v r e . l'oeuvre  de M a r g u e r i t e  L'etude du r o l e de l a femme dans  Duras m o n t r e r a que l a femme d u r a s s i e n n e r e f u s e  c a t e g o r i q u e m e n t s a c o n d i t i o n s u b a l t e r n e dans l a s o c i e t e a c t u e l l e . c o n s t i t u e une p o s i t i o n p o l i t i q u e c a r s e l o n M a r g u e r i t e  Ce r e f u s  Duras: " r e f u s e r l e  monde, r e f u s e r l e s i d e e s r e g u e s , r e f u s e r t o u t e s l e s s t r u c t u r e s que l ' o n vous propose e t l ' i n s e r a t i o n dans c e s s t r u c t u r e s , c' e s t dejS. p o l i t i q u e . " ^ D'une f a g o n a n a l o g u e , l e s personnages q u i s'opposent au systeme c o l o n i a l i s t e et'- a l a - d e s h u m a n i s a t i o n i L m p l i c i t e dans une s o c i e t e " c a p i t a l i s t e " , peuvent etre consideres  comme ayant une p o s i t i o n p o l i t i q u e .  La d e r n i e r e  Itape  de c e t t e c o n t e s t a t i o n p o l i t i q u e e s t l a v o l o n t e chez l e s personnages de d e t r u i r e t o u t ce q u i e x i s t e de l a s o c i S t e a c t u e l l e .  Le monde dans l e q u e l  l a femme e s t a l i e n e e , dans l e q u e l l e s e t r e s sont opprimes d o i t e t r e d e t r u i t a f i n de p e r m e t t r e l a n a i s s a n c e  d'un monde p l u s humain.  3  I I y a done une p r o g r e s s i o n dans l ' o e u v r e de M a r g u e r i t e une  oeuvre de p l u s en p l u s p o l i t i s e e .  Duras v e r s  S i au debut ce theme p o l i t i q u e  e t a i t p e u t - e t r e i n c o n s c i e n t chez e l l e - v o i l e sous l a forme du r e f u s f e m i n i n - l e r e t o u r constant d'une thematique d ' o p p o s i t i o n au monde sous d i v e r s e s formes i n d i q u e que l e r e f u s f i n i t p a r d e v e n i r l ' a x e de son u n i v e r s romanesque. Le deuxieme o b j e c t i f de c e t t e etude s e r a de montrer que l ' a r t romanesque  et t h e a t r a l de M a r g u e r i t e  nouveaux romanciers d'une i d e o l o g i e .  Doras n'est pas g r a t u i t comme l e v e u l e n t l e s  mais que l a forme de ses l i v r e s e s t c h o i s i e en f o n c t i o n  L a s t r u c t u r e l i m i t e e mais l i t t e r a i r e m e n t e t s t y l i s t i q u e m e n t  t r e s soignee, tr£s e l a b o r e e du "conte d u r a s s i e n " permet a M a r g u e r i t e d'accorder, cer.  de f o n d r e l ' e s t h e t i q u e e t l ' e t h i q u e : b r e f de p l a i r e et d ' i n f l u e n -  Les deux exigences  de l a l i t t e r a t u r e se t r o u v e n t a i n s i r e u n i e s .  Notre etude comprendra s i x c h a p i t r e s s e l o n l ' a p e r g u C h a p i t r e I : L a Femme dans l ' o e u v r e de M a r g u e r i t e s ' a g i t de montrer que l a femme d u r a s s i e n n e t i o n donnee. Duras.  Duras  suivant:  Duras.  Ici, i l  r e f u s e categoriquement sa s i t u a -  Nous d i s t i n g u o n s deux p e r i o d e s dans l ' o e u v r e de M a r g u e r i t e  L a premiere p e r i o d e t r a i t e des l i v r e s p u b l i e s e n t r e 19^3 e t 1950  et montre l a jeune f i l l e a l a r e c h e r c h e  de son i d e n t i t e p e r s o n n e l l e .  d ' a t t e i n d r e c e t t e i d e n t i t e l a jeune f i l l e m i l i e u dans l e q u e l e l l e v i t .  d o i t r e f u s e r sa f a m i l l e e t l e  L a deuxieme p e r i o d e t r a i t e des l i v r e s p u b l i e s  e n t r e 1953 e t 1967 e t montre 1 ' a l i e n a t i o n de l a femme dans l e c o u p l e . femme d u r a s s i e n n e de s'epanouir.  Afin  La  f i n i t p a r r e j e t e r 1 ' i n s t i t u t i o n du mariage q u i l'empeche  Dans l e s deux c a s , 1 ' a t t i t u d e de l a femme f i n i t p a r c o n s t i -  t u e r une p o s i t i o n p o l i t i q u e .  Le M a r i n de G i b r a l t a r s e r t de c h a r n i e r e  e n t r e l e s deux p e r i o d e s : l e s themes de l a premiere p e r i o d e y sont  repris  4  et r e s o l u s et ceux de l a deuxieme y sont Chapitre I I :  esquisses.  L'Homme dans l ' o e u v r e de M a r g u e r i t e  Duras.  A f i n de  m e t t r e en r e l i e f l e theme du r e f u s f e m i n i n , l e r o l e de l'homme e s t examine dans c e s meme r e c i t s .  I I se t r o u v e que l a p l u p a r t des hommes acceptent  l e u r s i t u a t i o n e t semblent s'accommoder de l a v i e t e l l e q u ' e l l e e x i s t e . Chapitre I I I :  La Contestation p o l i t i q u e .  permet d ' e t u d i e r l'approfondissement Duras.  D'abord l ' o e u v r e  colonialisme.  Ce t r o i s i e m e c h a p i t r e  de l a pensee p o l i t i q u e de M a r g u e r i t e  se s i t u e au p l a n d'un r e q u i s i t o i r e c o n t r e l e  Ensuite Marguerite  Duras q u i t t e ce t o n de r e q u i s i t o i r e e t  p r e s e n t e des personnages q u i se r e v o l t e n t c o n t r e un systeme q u i l e s deshumanise.  Finalement,  e l l e met en scene un personnage dont 1 ' e s p r i t p r e -  r e v o l u t i o n n a i r e suggere q u ' i l n ' a c c e p t e r a  pas longtemps l e s o r t que l a  societe l u i f a i t . C h a p i t r e IV:  Le V i c e - C o n s u l  [1966] . Les deux theories, c e l u i de  1 ' a l i e n a t i o n de l a femme et c e l u i de l a c o n t e s t a t i o n p o l i t i q u e se r e j o i g nent i c i dans une condamnation de 1 ' o r g a n i s a t i o n  a c t u e l l e du monde. Les  personnages sont encore p l u s a l i e n e s que ceux qu'on a d e j a - v u s ; damnation de 1 ' o r g a n i s a t i o n technique  l a con-  du monde a t t e i n t un stade p l u s a i g u .  du . ' l i v r e dans l e l i v r e ' deux r e c i t s sont pr£sentes  Par l a  simultane-  ment ou l e monde de l a m i s e r e et c e l u i de 1'opulence se h e u r t e n t .  Ce  l i v r e annonce d e j a l a v o l o n t e de d e t r u i r e q u i se p r e c i s e dans l e c h a p i t r e suivant. C h a p i t r e V:  Les L i v r e s p o l i t i q u e s de l a t r o i s i e m e p e r i o d e .  t r o i s i e m e p e r i o d e de l ' o e u v r e de M a r g u e r i t e  Cette  Duras comprend l e s l i v r e s  p u b l i e s e n t r e 1969 e t 1972, et se d i s t i n g u e p a r l e u r demarche p r o g r e s s i v e v e r s l a d e s t r u c t i o n t o t a l e des e t r e s e t de l a s o c i e t e q u i l e s  entoure.  5  La premiere  etape de l a d e s t r u c t i o n c o n s i s t e a d e t r u i r e l ' e t r e p e r s o n n e l ,  ce p r o d u i t de l a s o c i e t e b o u r g e o i s e . t r u c t i o n d'une s t r u c t u r e p o l i t i q u e .  L'etape  s u i v a n t e comprend l a des-  S i M a r g u e r i t e Duras a maintes  fois  c r i t i q u e l a s o c i e t e c a p i t a l i s t e de l ' o u e s t , c e t t e f o i s - c i e l l e s'en a l a s o c i e t e communiste de l ' e s t .  prend  La d e r n i e r e etape evoque l a d e s t r u c t i o n  de l ' e t r e et des s t r u c t u r e s q u i perpetuent l a s o c i e t e a c t u e l l e : une truction totale.  des-  L ' a u r o r e annonce un monde nouveau.  L ' e s p r i t nouveau e s t sans doute Ah! E r n e s t o ou E r n e s t o d i t NON!  incarne: ,dans ce conte pour e n f a n t s ,  L ' e n f a n t veut apprendre  seulement  ce  qu'il  s a i t d e j a et c e t t e c o n n a i s s a n c e c o i n c i d e avec l e s b e s o i n s n a t u r e l s de l'etre.  II rejette l e reste.  Chapitre VI: proeedes  techniques.  L ' E s t h e t i q u e de M a r g u e r i t e Duras, ou etude de A f i n de mieux exprimer  M a r g u e r i t e Duras c h o i s i t une  envisagee comme une  ses p r e o c c u p a t i o n s i d e o l o g i q u e s  forme t r e s s t r u c t u r e e , l i m i t e e ,  que nous a p p e l l e r o n s l e conte d u r a s s i e n .  quelques  L'oeuvre  concentree  de M a r g u e r i t e Duras e s t  e x p l o r a t i o n t a n t du p o i n t de vue  ethique qu'esthetique,  et d i f f e r e n t e s t e c h n i q u e s vont permettre c e t t e e x p l o r a t i o n et sa mise en relief. probleme.  I I y a d'abord  l e p r o c e s s u s de s c h e m a t i s a t i o n q u i degage l e  La s c h e m a t i s a t i o n se f a i t par l e c o n t r a s t e , l ' a p p e l a" l a p a r -  t i c i p a t i o n du l e c t e u r e t l a s t r u c t u r e o u v e r t e .  Le p r o c e s s u s i n v e r s e de  p o _ t i s a t i o n cherche a envouter l e l e c t e u r et donne aux l i v r e s de M a r g u e r i t e Duras c e t t e q u a l i t e q u i t r a n s f o r m e l e l i v r e p o l i t i q u e en une poetique.  aventure  La p o e t i s a t i o n se f a i t par l e d i a l o g u e , l a r e p e t i t i o n et c e r t a i n s  a s p e c t s de l a c o n c e n t r a t i o n . Le but de c e t t e t h e s e e s t done de montrer q u ' i l y a chez M a r g u e r i t e Duras une  c o i n c i d e n c e e n t r e l e p o l i t i q u e et l e p o e t i q u e .  Elle  fait  6  entrevoir l a p o s s i b i l i t e d'une r e c o n c i l i a t i o n  entre l e s deux exigences  de l a l i t t e r a t u r e : l e contenu ideologique et 1 ' e l a b o r a t i o n a r t i s t i q u e . L i n t e r p r e t a t i o n l i m i t e e du t r a v a i l de cette romanciere par l a 1  c r i t i q u e sous 1'angle des orientations du nouveau roman ne donnait qu'une connaissance,  qu'une appreciation trop p a r t i e l l e de son oeuvre.  des l o r s et degager 1'aspect  tSthique de son oeuvre.  II restait  A i n s i une oeuvre qui  semble v o u l o i r fusionner ou c o n c i l i e r l e roman engage et l e nouveau roman indique peut-etre une voie nouvelle pour l e roman.  Selon Marguerite Duras:  2 " . . . l e nouveau roman tourne en rond."  Le conte durassien, mise en ques-  t i o n de l a societe et en meme temps mise en question de l a l i t t e r a t u r e , o offre peut-etre une fagon de l e s depasser: f a i r e s o r t i r l e roman engage de 1'impasse du proselytisme, f a i r e s o r t i r l e nouveau roman de son aveugle gratuite.  7  Introduction:  Notes  1. L i s e P a y e t t e et Laurent Bourguignon, Temoins de n o t r e temps ( M o n t r e a l : E d i t i o n s du j o u r , 1970), p. I l 6 . 2. P i e r r e Hahn, " M a r g u e r i t e Duras: Les hommes de 1963 ne sont pas a s s e z f e m i n i n s , " P a r i s - T h e a t r e , l 6 e annee, no.198 (1963), p. 36.  8  Chaptre I: La Femme dans l'oeuvre de Marguerite Duras.  La femme dans l'oeuvre de Marguerite Duras a une p o s i t i o n p r i v i l e g i e e . A l a lecture de son oeuvre, on est frappe par cette mise en r e l i e f du personnage feminin.  Pourquoi l a femme e s t - e l l e a i n s i mise en lumiere?  Quelles  sont l e s intentions de l a romanciere en developpant progressivement tance de ce personnage?  1'impor-  Bref, quel r o l e joue l a femme dans l'oeuvre de  Marguerite Duras? L'aventure de l a femme cau'Eas:si"ennej. est vecue comme un refus categorique ;  de sa s i t u a t i o n dans l e monde. sort que l a societe l u i f a i t .  E l l e ne s'accommode pas de l a v i e , n i du Comme l ' e c r i t  Guicharnaud:  The world i s unlivable for women because, such as i t e x i s t s , by i t s very structure, woman i s always dispossessed. 1 Placee dans une t e l l e s i t u a t i o n , l a femme cherche a s'en s o r t i r . etape de ses e f f o r t s tend a l a recherche de son i d e n t i t e .  La premiere  L'on entendra  i c i par i d e n t i t e un ensemble d'elements qui permet a* l a femme une d e f i n i t i o n p o s i t i v e du moi feminin.  Cela comprend l a recherche de sa propre person-  n a l i t e , l a revendication de son independance psychique ou psycho-sociologique, l e besoin d'une v i e sociale autonome, l e droit a l a sexualite:  en somme, un..  ensemble de conditions qui l u i permette de s'epanouir comme femme, qui l u i assure un modus vivendi correspondant mieux ei son etre profond, r e e l au l i e u d'un modus vivendi impose par une societe qui contrecarre systematiquement ses aspirations naturelles.  L'independance  psychique serait un etat ou l a  femme se trouverait l i b e r e e du conditionnement r o l e que l a societe l u i impose.  s o c i a l qu'elle subit et du  Une f o i s cette independance  psychique  a t t e i n t e , e l l e pourrait v i v r e une v i e personnelle et sociale autonome. La femme cherche a se d e f i n i r par rapport a elle-meme, selon ses propres valeurs et ses propres besoins et non pas en fonction d'une f a m i l l e , d'un frere ou  9  d'un mari, d'un;milieu.  II y a chez e l l e une tentative pour se d e f i n i r en i  dehors de ces cadres traditionnels- qui l i m i t e n t son epanouissement et qui entravent  l e p l e i n fonctionnement de son etre.  Cette recherche de soi prendra deux aspects.  Dans un premier mouvement  l a femme durassienne refuse l e s contraintes du monde exterieur.  Le r o l e qui  l u i est impose par l a societe l a gene dans cette recherche de soi et e l l e cherche a passer outre.  E l l e v i t son malaise comme une a l i e n a t i o n ; l e s  solutions a son a l i e n a t i o n prennent diverses formes de refus a l l a n t d'une simple l i a i s o n a un meurtre v i o l e n t .  Ce premier mouvement de refus declenche  chez e l l e un mouvement de revendication.  Dans sa tentative de depasser son  r o l e t e l que d e f i n i par l a societe, e l l e se heurte aux rigueurs de l a societe. C'est a ce moment-la que sa conscience r i e u r e se produit. pres valeurs.  s ' e v e i l l e et une transformation  inte-  Dorenavant e l l e reclame l e droit de v i v r e selon ses pro-  Ces deux mouvements constituent une mise en question de  son  r o l e dans l a societe et font appel a un changement de structure s o c i a l e , un changement qui produira une  societe mieux adaptee aux aspirations de l a  femme. Dans l'univers durassien l e refus de s'inserer dans un r o l e tout trace d'avance par l a societe constitue une p o s i t i o n p o l i t i q u e .  La jeune f i l l e  qui subit l a domination de sa f a m i l l e ou l a femme qui perd son i d e n t i t e dans l e mariage vivent dans 1'alienation.  Le f a i t de refuser ces situations a l i e -  nantes permet l'acces a une v i e plus vivables pour e l l e s .  Marguerite Duras  confirme cet aspect p o l i t i q u e du refus dans une interview donnee en  1970:  Rien n'est a p o l i t i q u e , car refuser l e monde, refuser l e s idees regues, refuser toutes l e s structures que l'on vous propose et l ' i n s e r a t i o n _g_c_ dans ces structures, c'est deja p o l i t i q u e . ^ C'est ce double r o l e de l a femme chez Marguerite Duras que nous voulons signaler.  Non  seulement l a femme refuse mais son refus a des consequences  10  politiques.  Une mise en question de l a f a m i l l e , et du mariage devient l a  mise en question d'une des bases de l a societe t e l l e qu'elle est organisee actuellement. La v i e f a m i l i a l e t e l l e que vecue par l a jeune f i l l e ne l u i permet pas de s'epanouir.  E l l e doit l a quitter avant de pouvoir completer son developpe-  ment. Le mariage, t e l que vecu par l a femme durassienne, est une forme d'oppression.  I I y a souvent un manque de r e c i p r o c i t e de l a part du mari  et l a femme, presque toujours, perd son i d e n t i t e a" force de v i v r e selon l e s normes du mari.  Le mari s'attend a une abnegation complete de sa femme et  parfois i l veut l a posseder totalement. situations?  Que reclame l a femme dans de t e l l e s  E l l e reclame l a r e c i p r o c i t e , 1'independance et l'autonomie.  En somme, e l l e demande l ' e g a l i t e . Lorsque l a femme finalement refuse l a situation donnee, l e mari est oblige de penser a leurs rapports.  Ce refus provoque un debut de changement;  i l est a i n s i une p o s i t i o n p o l i t i q u e . Dans ce chapitre i l s'agit d'analyser l e s differences formes d'alienat i o n subies par l a femme a i n s i que l e s differentes formes de son refus.  Dans  une premilre periode, c e l l e des l i v r e s publies entre 19^-3 et 1950, nous limiterons notre etude a l a jeune f i l l e . est  l a recherche d'une i d e n t i t e :  La caracteristique de cette periode  une d e f i n i t i o n du moi feminin.  La jeune  f i l l e acclde a 1'independance en refusant d'abord l a domination de sa f a m i l l e , puis c e l l e de son frere et finalement c e l l e de son milieu.  Chaque r e c i t est  done un p e t i t pas vers sa l i b e r a t i o n , vers 1'existence en tant qu'etre ' autonome. Le Marin de Gibraltar (1952) joue un role de charniere entre l a premiere et les  l a deuxieme periode de l'oeuvre de Marguerite Duras.  Ce l i v r e reprend  themes de l a premiere periode et annonce l e s themes de l a deuxieme.  11  Sous forme de c o n t e a l ' e n y e r s , i l sejnoque.de l a .femme dependant e e t met en r e l i e f l a 'femme independante, c e l l e q u i semble a v o i r a t t e i n t une l i b e r t e reelle.  I I donne l ' o c c a s i o n d e - v o i r l e chemin p a r c o u r u p a r M a r g u e r i t e  Duras  d e p u i s l e debut de son oeuvre e t i n t e r e s s e p a r l e s nouveaux themes i n t r o d u i t s . Dans l a deuxieme p e r i o d e de l ' o e u v r e , qu'on peut c o n s i d e r e r comme a l l a n t de 1953 a 1957» l e theme c e n t r a l q u i s'impose a l'examen e s t c e l u i de 1 ' a l i e n a t i o n de l a femme dans l e c o u p l e .  E l l e e s t t o u j o u r s p r i s e dans un r e s e a u  de c o n t r a i n t e s mais e l l e accede a un debut d'independance g r a c e a un e v e i l de c o n s c i e n c e  e t a l a m a n i f e s t a t i o n d'un r e f u s .  Du s i m p l e m a l a i s e des  p r e m i e r s temps j u s q u ' a u b o r d de l a f o l i e e t du m e u r t r e , l a femme  ,  durassienne  cherche un moyen de s o r t i r de c e t t e s i t u a t i o n a l i e n a n t e q u i l'empeche de v i v r e d'une maniere q u i c o r r e s p o n d e a son e t r e p r o f o n d .  La forme du r e f u s  de l a s i t u a t i o n q u i l u i e s t f a i t e prend des a s p e c t s d i v e r s de roman en roman. La femme m a r i e e , p l u s t r a g i q u e que l a jeune f i l l e ,  se debat c o n t r e  sement de son e t r e r e s s e n t i comme une p e r t e de s o i .  l&aneantis-  Cette l u t t e e s t double:  e l l e d o i t l u t t e r c o n t r e l e conditionnement q u ' e l l e a d e j a s u b i e t i n t e r i o r i s e ; e l l e d o i t l u t t e r c o n t r e l e s e x p e c t a t i v e s de l a s o c i e t e .  E l l e cherche ses  p r o p r e s v a l e u r s , en r a p p o r t avec ses v r a i s b e s o i n s . La v i e , dans l a f a m i l l e ou dans l e m a r i a g e , e s t vecue differemmeht p a r les le  femmes e t p a r l e s hommes dans l ' u n i v e r s d u r a s s i e n .  I I s ' a g i r a done dans  c h a p i t r e s u i v a n t d ' e t u d i e r l e r o l e de l'homme dans c e s memes e t a t s pour  v o i r dans q u e l l e mesure i l a c c e p t e ou r e f u s e s a s i t u a t i o n e t l a s t r u c t u r e de l a s o c i e t e t e l l e s q u ' e l l e s e x i s t e n t .  Premiere periode:  La jeune f i l l e a l a r e c h e r c h e  de son i d e n t i t e .  C e t t e p r e m i e r e p e r i o d e comprend t r o i s romans q u i s'ordonnent chacun autour d'un personnage de jeune f i l l e ;  c e l l e dont l e nom s u i t i c i l e t i t r e .  Pour r a i s o n s de commodite, l e t y p e de p r e s e n t a t i o n c i - d e s s o u s  se r e t r o u v e r a  12  en tete de 1'analyse de chaque roman. 19^-3:  Les Impudents:  19^:  La Vie Tranquille;  1950:  Un Barrage contre l e Pacifique:  Maud F-rangou Suzanne  Les t r o i s jeunes f i l l e s doivent se l i b e r e r d'une oppression qui l e s empeche d'etre elles-memes.  Maud subit l a domination de sa f a m i l l e .  a vecu sa v i e a travers c e l l e de son f r e r e : Suzanne veut echapper a son milieu.  Francou  a i n s i e l l e n'a pas encore vecu.  Toutes les' t r o i s sont a l a recherche de  leur i d e n t i t e propre.  Les Impudents:  (Maud.)  Dans son premier roman, Les Impudents, l e personnage feminin, Maud, cherche a atteindre une v i e independante en se debarrassant de l a domination de sa f a m i l l e . Maud a vingt ans et v i t encore avec sa f a m i l l e .  E l l e n'a aucune v i e a,  e l l e , e l l e ne se connait pas.  Dominee par son frere et par sa mere, e l l e v i t  au niveau de 1'insignifiance.  Au debut de ce r e c i t , son f r e r e Jacques qui  s'etait marie, revient a l a maison a. l a suite du suicide de sa femme. un debut de l i b e r t e vecu par Maud vient de l u i etre enleve.  Ainsi,  Le retour de  Jacques provoque une c r i s e chez Maud: E l l e se devetait dans l e noir, v i t e et sans b r u i t , a f i n que son existence oubliee, aussi i n s i g n i f i a n t e qu'une epave en pleine mer, ne fut rappelee a. p e r s o n n e l Avec l e retour de Jacques, e l l e se sent de nouveau exclue car une complicite existe entre sa mere et son frere qui l a relegue au non-etre et a l a solitude.  Sa mere ne v i t que pour ce f i l s , age de quarante ans, qui  l'absorbe au point ou e l l e oublie sa f i l l e , son mari et son autre f i l s : 0  Si. Jacques, n'avait pas existe, peut-etre sa mere l ' e u t - e l l e gardee. De toutes fagons  13  e l l e ne l ' a n r a i t pas abandonnee s i y i t e . a y e c c e t t e espece de soulagement i n c o n s c i e n t . E l l e c o n t i n u a i t sans l e s a v o i r a f a i r e l e T i d e autour de son f i l s a i n e , jusqu'au moment o_ i l ne l u i r e s t e r a i t p l u s que c e l u i - l a a combler de son amour, une f o i s son d e v o i r a c c o m p l i envers l e s a u t r e s (imp. 223). Maud v i t a l a maison,en mere. Une  dehors de t o u t e v a l o r i s a t i o n dedaignee par sa  Le d e p a r t a* l a campagne v a permettre a Maud l e debut d'une e x i s t e n c e .  s e p a r a t i o n p h y s i q u e p r e p a r e l e t e r r a i n d'une s e p a r a t i o n p s y c h i q u e .  se d e l i v r e de l a domination de son f r e r e , assez pour l e j u g e r et e l l e l a c e r t i t u d e d ' e t r e une  Elle connait  personne.  Le b e s o i n de se s e p a r e r de l a f a m i l l e prend d'abord un a s p e c t p h y s i q u e . Au moment de s ' i n s t a l l e r a l a campagne, e l l e s ' i n s t a l l e dans l e u r s e u l e , t a n d i s que l a f a m i l l e r e s t e avec l e s v o i s i n s .  maison,  Un b e s o i n p l u s v i o l e n t  de se s e p a r e r d'eux v i e n t au moment ou Maud apprend que sa mere et son f r e r e l ' o n t promise en mariage en echange du t e r r a i n et de 1'argent.  L'image  que sa f a m i l l e l u i r e n v o i e d'elle-meme, c e l l e d'un o b j e t et d'une v a l e u r de marchandise pousse Maud a e n f i n d e c l a r e r sa h a i n e e t son m e p r i s .  Le  comble  de son malheur a r r i v e quand Jacques l ' h u m i l i e devant t o u s en d e v o i l a n t sa l i a i s o n avec Georges. chez Maud. atteint  C e t t e deuxieme i n j u s t i c e provoque l a r e s i s t a n c e  La premiere m a n i f e s t a t i o n de sa l i b e r a t i o n s u r g i t  lorsqu'elle  en i m a g i n a t i o n ce s o u h a i t de meurtre de son f r e r e : Par un e f f o r t d i m a g i n a t i o n , oh", combien f a c i l e ! e l l e v o y a i t Jacques e n t r e deux a g e n t s , avec un v i s a g e q u i r a p p e l a i t c e l u i q u ' i l a v a i t montre un c e r t a i n s o i r a l ' a u b e r g e . Un v i s a g e d e f i g u r e par l a peur [...] C e l u i dont on pouv a i t penser q u ' i l s e r a i t c e l u i de Jacques au moment de sa mort (imp. 2l6). 1  Un b e s o i n g r a n d i s s a n t de se d e f a i r e des l i e n s f a m i l i a u x se m a n i f e s t e dans s a d e c i s i o n de prendre un amant.  Au moment ou e l l e commence a se  p l a i r e §, l a campagne - ( l ' a m i t i S Maud-Georges se noue), p a r c e que Jacques s'ennuie, sa mere d e c i d e de p a r t i r .  Excedee par l e s a c t i o n s de sa f a m i l l e ,  14  enragee par l e peu de cas qu'ils font de ses d e s i r s , e l l e se p r e c i p i t e chez Georges  Ctop. 132).  Meme s i l a disapprobation de l a societe est t o t a l e , pour Maud l a decouverte de sa sexualite dans cette l i a i s o n avec Georges est t r e s importante. C.'est pour e l l e une fagon de f rapper sa famille et de ruiner leur pro j e t de "mariage", une fagon irrevocable de se separer d'eux.  C'est en meme temps  un moyen d'attaquer l e "double standard" qui regnait entre ses freres et elle.  On d i r a i t cependant que cet aspect " p o l i t i q u e " cede devant l e sentiment  de bien-etre que Maud ressent. ignorait jusque-la.  E l l e decouvre sa sexualite de femme,qu'elle  Cette r e f l e x i o n montre 1'emerveillement, et l a plenitude  de son etre a l a suite de sa premiere experience sexuelle. e l l e se sent u n i f i e e , entiere:  Tout d'un coup  l e moi feminin de Maud est v a l o r i s e , l e moi  feminin de Maud existe: E l l e sentait entre l e s draps son corps nu dont e l l e n'avait plus honte, qui devenait comme son visage une forme vivante (imp. 132-133). k  E l l e s ' i n s t a l l e done chez Georges.  Bientot sa mere vient l a chercher,  quitte a. oublier tout car i l s veulent encore que l e mariage se fasse.  Lors-  que Maud l u i apprend qu'elle est enceinte, et que leurs espoirs sont vains, l a mere perd tout interet pour sa f i l l e .  Effectivement sa l i a i s o n est  devenue l a cause de l a separation entre Maud et sa f a m i l l e . Devant cet abandon complet et avec une l u c i d i t e grandissante a l-'-egard de son f r e r e , Maud agit enfin contre l u i : Jamais encore Maud n'avait mesure s i nettement l e mepris q u ' i l meritait qu'on l u i vouat. Depuis qu'elle connaissait Georges Durieux, e l l e s a i s i s s a i t l a nature profonde de son f r e r e , d'abord parce q u ' i l s en parl a i e n t frequemment ensemble, et ensuite parce q u ' i l l u i apparaissait maintenant sans gravite*!que Jacques f u t ou non meprisable. Son amour pour Georges l i b e r a i t son esprit  d'une derniere et f r a g i l e contrainte et e l l e tenait l a c l e f de ce mystere (imp. 118-1191. E l l e l e denonce a l a police-pour une a f f a i r e de fraude qui e x i s t a i t en sourdine tout au long du r e c i t .  S'etant a i n s i l i b e r i e de son f r e r e , et  du meme coup de sa mere, e l l e quitte l a maison et retourne a l a campagne pour epouser Georges. Maud se l i b e r e de sa famille mais e l l e retombe aussitot sous une autre forme de dependance:  l e mariage.  Cette premiere tentative reussit a moitie.  Non seulement sa connaissance d'elle-meme est l i m i t e e , mais cette connaissance va se developper maintenant en fonction d'un autre.  I I a f a l l u toute l'ener-  gie de Maud pour se l i b e r e r de sa famille psychiquement.  II l u i r e s t a i t peu  d'energie pour acquerir une v e r i t a b l e connaissance de s o i . Dans l e l i v r e suivant, Frangou peut maintenant se consacrer a l'entreprise de l a connaisssime.es d'elle-meme et a l a recherche d'une i d e n t i t e proprement feminine.  La Vie Tranquille:  Frangou  Frangou a tellement vecu a 1'ombre de son frere Nicolas qu'elle n'a aucune conception d'elle-meme en tant que personnalite autonome.  E l l e doit  se debarrasser de cette domination avant d'acceder a une connaissance d ' e l l e meme, avant de v i v r e sa v i e a e l l e . Dans une ferme isolee (aux Bugues) Frangou v i t avec sa famille - son frere Nicolas, son oncle Jerome et son futur mari Tiene. une atmosphere lugubre d'attente et d'ennui.  Tous vivent dans  Le r e c i t s'ouvre avec une l u t t e  entre Jerome et Nicolas; Jerome en meurt et peu apres Nicolas se suicide. S i Maud, par l a denonciation de son frere Jacques s'en debarrasse s p i r i t u e l l e ment, Frangou, en denoncant l a l i a i s o n Jerome-Clemence Cla femme de Nicolas) met en mouvement l e s evenements qui aboutissent au suicide de Nicolas.  Ce  suicide a l a f i n de l a premiere partie du l i v r e va permettre a Frangou de se  16  decouvrir comme personne autonome et  independante.  Frangou a -vecu it 1'ombre de son f r e r e .  II semble que sa v i e entiere  a i t ete vecue en fonction de son f r e r e . E l l e [l'enfance], je l ' a i vecue dans Nicolas. A ma place i l a vecu mon enfance. Au moment ou e l l e essaie de savoir qui e l l e est, e l l e doit penser a son frere:  sa v i e e t a i t s i melee a, l a sienne. Je ne reconnaissais pas tres bien ce qui m'appartenait, c ' est pour.quo'i.je repensais sans cesse a. Nicolas pour me rappeler qui j ' e t a i s en f i n de compte et rassembler mes morceaux qui trainaient dans l a chambre (VT. 133).  S i e l l e essaie de se "dissocier" de son f r e r e , un theme p a r a l l e l e existe dans l e l i v r e - c e l u i de l a sexualite.  A deux reprises Frangou reagit l o r s q u ' e l l e  est temoin de l a sexualite d'un autre couple et devine l a l i b e r t e , l a p o s s i b i l i t e d'expression de soi qui en resultent.  Apres l a mort de Jerome et l e  depart de sa femme Clemence, Nicolas s'eprend de Luce.  Devant l e spectacle  du desir entre Nicolas et Luce, Frangou constate amerement l e vide de sa v i e : Je n'etais personne, je n'avais n i nom ni visage. En traversant l'aout, j ' e t a i s : r i e n . Mes pas ne f a i s a i e n t aucun b r u i t , r i e n n'entendait que j ' e t a i s l a , je ne derangeais r i e n (VT. 72). S i l a vue du couple Nicolas-Luce provoque cette p r i s e de conscience de son non-etre, e l l e decouvre egalement l a v e r i t a b l e raison de sa denonciation de Jerome. Moi aussi j>e venais de decouvrir que je n'avais ete degoutee de Jerome et de Clemence que que parce que moi .j'etais seule pendant q u ' i l s etaient ensemble (VT. 8 6 ) . Le l i e n entre l e manque de sexualite chez Frangou et l a presence de Nicolas est confirm! par l e f a i t que Frangou commence sa l i a i s o n avec Tiene l a v e i l l e du suicide de Nicolas.  Devant l a l i b e r t e d'expression sexuelle de Jerome  17  et de Nicolas, Frangou se r e V o l t e contre sa p a s s i v i t e feminine v i s - a - v i s de Tiene. ^  Alors e l l e p r e c i p i t e sa l i a i s o n avec Tiene: Peut-etre a v a i t - i l eu raison aussi de ne pas descendre chez moi pendant plusieurs mois. Je venais d'oublier pendant un long moment que ce s o i r encore, c ' e t a i t moi qui e t a i t venue l e retrouver. [...] Apres 1'avoir attendu pendant des nuits et des n u i t s , je m'etais decidee a venir l e trouver. [. . . ] Lui ne savait pas que ce n'etait possible que parce que j e l'avais voulu (VT. 85).  Or cette l i a i s o n coincide avec l e suicide de Nicolas.  La l i b e r t e sexuelle  et 1'independance de Frangou necessitaient l a d i s p a r i t i o n de Nicolas. ... appartenir a Tiene une nouvelle premie ere f o i s , pas d'autre, dans cette chambre ouverte sur l'aout alors que Nicolas v i v a i t l e s dernieres heures de ses derniers jours (VT. 171). Apres l e suicide de Nicolas, Frangou part au bord de l a mer. quelques semaines Frangou tente de se d e f i n i r . est seule en face d'elle-meme.  Pendant ces  Pour l a premiere f o i s , e l l e  Ayant constate deja a, quel point sa v i e e t a i t  l i e e a c e l l e de son frere (VT. 131, 133), ayant precise qu'elle n'etait personne (VT. 72), cette recherche part d'une espece de table rase, et ce sera une  "construction."  Pour 1'instant e l l e est sans forme, sans contour -  toutes l e s p o s s i b i l i t e s sont ouvertes. Bien plus, c e l l e du miroir une f o i s d i s parue a mes yeux, toute l a chambre m'a semble peuplee d'un cercle sans nombre de compagnes semblables a. e l l e . [ . . . ] - une foule de formes devaient apparaitre, s'essayer a moi, disparaxt r e aussitot, comme aneanties de ne pas m'aller. II f a l l a i t que j ' a r r i v e a. me s a i s i r d'une, pas n'importe l a q u e l l e , une seule, de c e l l e dont j'avais 1'habitude... (VT. 123). Dans cette recherche d'elle-meme, e l l e decouvre qu'elle a vecu a l ' e t a t d'ignorance d'elle-meme, que sa v i e s'est forgee au gre des evenements ou des autres, comme de l'exterieur sans qu'elle y a i t p r i s part:  un genre de  Q v i e de somnambule et cependant e l l e a vingt-cinq ans.  Maintenant que cet  18  e t a t de "sommeil" e s t t e r m i n e , l a p r e m i e r e chose q u ' e l l e decouvre e s t q u ' e l l e n ' e s t p a s un moi quelconque mais un moi f e m i n i n : A l o r s j e pense que j e s u i s une femme. Que j e s u i s v i v a n t e en femme, pas en n'importe q u o i , en femme seulement (VT. 128). Se d e c o u v r i r  femme pour F r a n g o u , c ' e s t se d e c o u v r i r  s u r t o u t admettre ce d e s i r .  e t r e de d e s i r , c ' e s t  Le comportement de Frangou m o n t r a i t que l e spec-  t a c l e de l a s e x u a l i t e l a t r o u b l a i t .  E n f i n e l l e peut a c c e p t e r c e t t e image  d'elle-meme. De q u e l l e h y p o c r i s i e j e s u i s ! On ne v o i t r i e n du g o u f f r e q u i e s t l a , e n t r e mes jambes. Celui qui l edecouvrirait croirait qu'il vient de s ' o u v r i r sous l u i , p a r l u i . I Iest perfidle et i n n o c e n c e . I I e s t une chose q u i t o u j o u r s a t t e n d a i t c e l u i q u i v i e n t , q u i n'est r i e n qu'un aboutissement pour a u t r e chose (VT. 129). A r r i v e e a ce stade de s a d e f i n i t i o n , i l f a u t encore r e v e n i r au r o l e de N i c o l a s , c a r c ' e s t l u i que i n c a r n e  son passe.  avons e n f i n l a n a i s s a n c e de Frangou;  Avec l a mort de ce p a s s e , nous  L a p r e m i e r e pensee e s t encore u n peu  v o i l e e , e l l e pense que N i c o l a s l a " g e n e r a i t " (VT. 169). gou a d e f i n i t i v e m e n t  c h o i s i elle-meme.  A l a deuxieme, F r a n -  N i c o l a s a d i s p a r u - Frangou peut  maintenant e x i s t e r : Je n ' a v a i s p l u s de p a r e n t s n i d ' e n d r o i t s ou r e v e n i r , j e n ' a t t e n d a i s p l u s r i e n . Pour l a p r e m i e r e f o i s j e ne p e n s a i s p l u s a** N i c o l a s . J ' e t a i s b i e n (VT. 175). Frangou e s t e n f i n l i b r e , e l l e peut s e r e c u p e r e r comme e t r e , comme femme. C e t t e d e c o u v e r t e , mais s u r t o u t c e t t e a c c e p t a t i o n donner une c o n f i a n c e  de s a f e m i n i t e semble l u i  en elle-meme:  Je s a i s comment l e u r [ N i c o l a s e t T i e n e ] echapper. J e r e g a r d e mes genoux ou mes s e i n s q u i s o u l e v e n t ma robe e t immediatement ma pensee s ' i n c u r v e e t r e n t r e en m o i , sagement. J e pense a moi. Mes genoux, de v r a i s genoux, mes s e i n s , de v r a i s s e i n s . V o i l a une c o n s t a t a t i o n q u i compte. A u s s i j e s u i s  19  venue i c i pour contempler inlassablement ma personne _. Puisque c'est toujours a part i r . de. moi que j ' imagine -celles qui auraient pu etre a ma place CVT. 178). Cette u n i c l t e de son etre, a i n s i que sa propre v a l o r i s a t i o n , v a donner a Frangou 1 ' i d e n t i t e qui l u i manquait.  Avec cette i d e n t i t e e l l e va pouvoir  a l l e r vers 1'autre, s i l'on peut i c i appliquer 1'analyse de Laing: I f the i n d i v i d u a l does not f e e l himself to be autonomous t h i s means that he can experience neither h i s separateness from, nor his relatedness t o , the other i n the usual way. 7  S i Frangou c h o i s i t d'epouser Tiene au retour, c'est un mariage c h o i s i l i b r e ment.  Ce choix, cependant, est trop banal vVuVde'.'la reus s i t e sur l e plan d'une  conscience de s o i , l'epanouissement de l a sexualite, on s'attendait a une veritable liberation.  E l l e echoue dans sa recherche de 1'independance car  e l l e ne s a i t trou'ver d'autre solution que l e mariage. un v e r i t a b l e choix.  Tiene d i r a a u s s i t o t :  "On se mariera v i t e , parce q u ' i l  faut que j e reparte avant l ' h i v e r " (VT. 220). d'octobre.  L'ete est f i n i , c'est l e mois  Frangou s'est liberee mais devant l e spectre de l a solitude, e l l e  est s a i s i e d ' e f f r o i : vieux.  Ce mariage n'est pas  "Nicolas est mort et Tiene p a r t i r a , l e s parents sont  Et alors moi, moi? " (VT. l68).  Le f a i t de c h o i s i r Tiene n'empeche pas c e l u i - c i de p a r t i r .  Frangou est  presque forcee d'etre independante m a l g r e i e l l e . Frangou est done arrivee a un niveau de conscience d'elle-meme plus profond que c e l u i de Maud.  E l l e sait qu'elle est femme;  veut en tant que femme.  Parce qu'elle est arrivee a une independance psychi-  que, e l l e a pu enfin c h o i s i r . a notre prochaine  heroine.  e l l e sait ce qu'elle  Cependant, l'autonomie complete reste reservee  20  Un Barrage contre l e Pacifique:..Suzanne La meme recherche d'une -vie autonome a l i e u dans Un Barrage contre l e Pacifigue.  Suzanne, plus jeune que Maud et Frangou, va plus l o i n dans sa  liberation.  E l l e echappe a" l a domination de l a f a m i l l e , e l l e a t t e i n t une  connaissance sexuelle dtjelle-meme et e l l e quitte son m i l i e u .  E l l e part vers  l a v i l l e ou e l l e , seule, sera maitresse de sa propre destinee. Suzanne et Joseph habitent sur une ferme en Indochine dans l e s annees 30.  La mere  pauvrete.  veuve, pauvre, a l u t t e toute sa v i e contre 1'injustice et l a  Les deux enfants, face a* cette v i e de pauvre, sans aventure, ne  revent que d'une seule chose:  p a r t i r - quitter l a plaine.  Comme dans l e cas de Maud, Suzanne aussi est pour l e s autres un objet de troe mercantile.  Lorsque M. Jo, f i l s d'un riche marchand s'interesse  a Suzanne, l a mere qui cherche desesperement une s o r t i e , v o i t en l u i un moyen de s o r t i r de son enfer. Une f o i s Suzanne mariee, M. Jo donnerait de quoi reconstruire ses barrages [...]y terminer l e bungalow, changer l a t o i t u r e , acheter une autre auto, f a i r e arranger l e s dents de Joseph. [...]. Ce mariage etait necessaire, d i s a i t e l l e . II etait m|m_e leur seule chance de sort i r de l a plaine. En meme temps que sa mere l u i enleve toute valeur propre, Suzanne ne v i t que pour son f r e r e .  E l l e v i t l e s rives de Joseph.  Lorsqu'elle reussit  a " t i r e r " quelque chose de M. Jo, e l l e ne demande r i e n pour elle-meme. demande un phonographe pour Joseph.  Elle  A i n s i e l l e n'a pas de besoins en fonction  d'elle-meme car e l l e n'est encore personne. Suzanne manifeste sa recherche de 1'identite du cote de son corps.  Elle  eprouye un besoin de f a i r e reconnaitre sa personne et son jeune corps semble l e mieux representer son etre.  M. Jo, a bout de patience - on l'empeche de  coucher avec e l l e avant l e mariage - l a convainc de se montrer a. l u i lorsqu'e l l e prend sa douche.  Fierement e l l e s'y decide.  21  II avait tres envie de l a v o i r . Quand mime c'etait l a 1'envie d'un homme. E l l e , e l l e e t a i t l a aussi, "bonne a etre vue, [...] Et aucun homme au monde n'avait encore vu c e l l e qui se tenait l a derriere cette porte. Ce n'etait pas f a i t pour .etre cache mais au contraire. pour etre vu et f a i r e son chemin de par l e monde... (BP. 63). Seulement au moment de " s ' o f f r i r " tout simplement, genereusement, M. Jo, p r i s dans son monde d'argent, l u i promet un phonographe. encore une f o i s e l l e est objet et valeur  Sa deception est grande;  "monetaire."  C'est a i n s i qu'au moment ou e l l e a l l a i t ouvrir et se donner a v o i r au monde, l e monde l a prostitua (BP. Gh). S ' i l faut que l e monde existe au niveau d'un p a r e i l marchandage, l e phono va du moins permettre a Suzanne son premier geste autonome... car c'est e l l e seule qui l e f a i t  exister."^  C'etait grace a e l l e qu',il [le phonographe] e t a i t maintenant l a , sur l a table. [...] Pour e l l e , i l l u i s u f f i s a i t de 1'avoir, par ses seuls moyens, extrait de M. Jo (BP. 66). La pensee que Suzanne "a" M. Jo et que  A i n s i tout est subordonne a Joseph. l u i , i l n'a personne, l ' a t t r i s t e .  E l l e est pleine de s o l l i c i t u d e pour l u i .  Cette attitude va changer au moment ou Suzanne s'apergoit que Joseph ne v i t que pour l u i . La deuxieme partie du l i v r e a l i e u a l a v i l l e . diamant de M. Jo, l a mere veut aussitot l e vendre. pare l a separation  Suzanne ayant regu un Ce sejour a l a v i l l e pre-  entre Suzanne et Joseph, Suzanne et sa mere; c'est l e  debut d'une v i e sexuelle et autonome. Les premieres experiences dans l a v i l l e sont penibles pour Suzanne.  Lors-  qu'elle se promene dans l a haute v i l l e , e l l e est consciente de sa classe, e l l e se juge "meprisable des pieds a l a t e t e " (BP. l6h). Une scene h a l l u c i n a t o i r e nous suggere sa terreur: Plus on l a remarquait, plus e l l e se persuadait qu'elle e t a i t scandaleuse, un objet  22  de l a i d e u r e t de betise integrales. I I ayait s u f f i qu'un seul commence a l a remarquer, a u s s i t o t . c e l a s ' e t a i t repandu comme l a foudre. Tous. ceux qu'elle c r o i s a i t maintenant- semblaient etre a v e r t i s , l a v i l l e entiere etait avertie et e l l e n'y pouvait r i e n . . . (BP.163). E l l e se refugie dans " l a grande nuit e g a l i t a i r e du cinema" CBP. l6'5), et c'est en sortant qu'elle rencontre Joseph.  Au moment ou. e l l e a l e plus  besoin de l u i , apres cette experience humiliante de l a haute v i l l e , Joseph s'esquive.  E l l e doit se rendre a l'evidence que son salut -viendra uniquement  d'elle-meme; que l'on ne peut compter sur personne, surtout pas sur son f r e r e . Au l i e u de l a f a i r e monter dans l a v o i t u r e ,  Joseph s'en va au plus v i t e .  Cette trahison de Joseph met Suzanne en face d'une r e a l i t e :  d'abord qu'  "elle  h a i s s a i t Joseph" (BP. 169) mais surtout, au fur et a mesure que leur sejour en v i l l e se prolonge, que: Plus l e temps passait, plus Suzanne comprenait qu'elle comptait de moins en moins dans l a v i e de Joseph, pas plus peut-etre a. certains moments que s i e l l e n'avait jamais existe (BP. 175). La separation entre Suzanne et Joseph vient d'avoir l i e u , i l reste c e l l e de Suzanne et sa mere. mariage.  II est evident que l e seul reve de sa mere est l e  Carmen, leur amie prostituee f a i t comprendre a Suzanne que l e mariage  pour une f i l l e de dix-sept ans consiste a accepter:  soit un homme bete et  r i c h e , assez riche pour s'en l i b e r e r a l a faveur de 1'argent, soit un mariage d'amour qui [vous] fera t r o i s gosses en t r o i s ans (BP. 160). t i o n est done de q u i t t e r sa mere. ville.  La seule solu-  Une premiere etape est franchie, i c i en  Au moment ou sa mere essaie de l a frapper, e l l e attrape sa main. La  domination maternelle est f i n i e . De retour et l a campagne Suzanne est seule en face d'elle-meme.  Joseph  est encore avec Lina (.celle q u ' i l a rencontree en v i l l e ) , l a mere est couchee, prete a mourir.  Peu a peu e l l e abandonne l e s restes d'une v i e  23 "romantique."  A l a maison e l l e v o i t que l e seul l i v r e de l a maison "Holly-  wood cinema" qui l a consolait autrefois n'a plus l a mime puissance. E l l e veut de plus en plus reduire cette distance entre l a v i e revee et l a v i e vecue.  Pour se connaitre e l l e doit enfin connaitre son corps - ce  corps qui l u i a donne l e phono, ou encore qui l u i a donne l a v i l l e ; car  une  derniere rencontre avec M. Jo mettait son corps en r e l i e f . Tu as de beaux seins [...] [ d i t M. Jo] II l a regardait de tres pres. E l l e , en r e gardant l a v i l l e ne regardait qu'elle-meme. Regardait solitairement son empire, ou regneraient ses seins, sa t a i l l e , ses jambes (BP. 198). Sa v r a i e connaissance d'elle-meme vient l o r s q u ' e l l e decide de coucher avec Agosti, un f i l s de l a plaine.  Comme l e s jeunes f i l l e s precedentes,  cette premiere experience sexuelle l u i donne une autre dimension de iconnaistsances d'elle-meme: (BP. 311).  " E l l e se sentait sereine, d'une i n t e l l i g e n c e nouvelle"  Sa v i e d'attente, de r i v e s est terminee.  E l l e est descendue  maintenant dans l e domaine du possible. Ce fut pendant ces huit j o u r s - l a , entre l a promenade au champ d'ananas et l a mort de l a mere que Suzanne desapprit enfin l'attente imbecile des autos des chasseurs, l e s r i v e s vides (BP. 312). E l l e refuse l a securite, c'est-a-dire de rester avec Agosti. pour l a v i l l e .  E l l e part  A i n s i e l l e quitte l e m i l i e u de sa mere, et e l l e evite l e s  consequences du colonialisme, l a pauvrete. Seule Suzanne a r r i v e a b r i s e r l e cercle du mariage et des enfants. mere est l e dernier l i e n . partir.  La  Lorsqu'elle meurt, Suzanne est enfin l i b r e de  E l l e peut p a r t i r l i b e r e e car entre-temps e l l e a acquis son autonomie  psychique v i s a v i s de son frere et une connaissance sexuelle d'elle-meme. Ce depart l a i s s e r i v e r :  Suzanne part a l'aventure.  L'avenir est  Dans ce troisieme l i v r e , Marguerite Duras a r r i v e finalement  ouvert.  a un personnage  24  qui refuse tout: . e l l e seule a r r i v e a  une autonomic r e e l l e .  Conclusion: Dans ces t r o i s premiers-recits, l a jeune f i l l e refuse systematiquement sa s i t u a t i o n donnee.  Dans l e s t r o i s cas, i l y a une conscience  de l a part de l a jeune f i l l e .  E l l e v i t dans une s i t u a t i o n alienante soumise  a l a f a m i l l e , au frere,-au m i l i e u . situation dans ULaquelle autonome.  grandissante  I I faut que l a jeune f i l l e refuse l a  e l l e se trouve pour avoir une i d e n t i t e propre et  Chaque recit' est un p e t i t pas en avant vers l a l i b e r a t i o n de l a  jeune f i l l e , vers une i d e n t i t e du moi feminin et 1'independance t o t a l e . Selon l a d e f i n i t i o n de Marguerite Duras, l e refus est un acte p o l i t i q u e : ... refuser toutes l e s structures que l'on vous propose et l ' i n s e r a t i o n dans ces structures, c'est deja p o l i t i q u e . 1 2 Chacune des jeunes f i l l e s  refuse, seule Suzanne reussit a rompre completement  avec ce passe qui r i s q u a i t de l ' e t o u f f e r . Dans Le Marin de Gibraltar nous voyons ce que cette l i b e r t e donne.  Anna v i t l e s reves de ces jeunes  e l l e situe l e monde dans une perspective  Le Marin de G i b r a l t a r :  filles,  feminine.  Charniere entre l a premiere periode et l a deuxieme  periode. Le Marin de G i b r a l t a r , publie en 1952, marque un temps d'arret dans l'oeuvre de Marguerite Duras. f a n t a i s i e feministe:  Nous voudrions t r a i t e r ce r e c i t comme une  un "conte" a l'envers.  comme une antithese des t r o i s premiers r e c i t s . p r i s l e s reves des t r o i s jeunes f i l l e s Gibraltar.  Ce l i v r e peut etre considere Marguerite Duras semble avoir  pour l e s r e a l i s e r dans Le Marin de  Tous l e s desirs sont exauces dans ce roman.  Dans cette f a n t a i s i e  nous ayons une vision•feminine du monde, un monde qui n'etouffe plus l a femme, un monde lumineux de s o l e i l et de gaiete. instant du r o l e feminin t r a d i t i o n n e l .  Nous nous reposons un  Cette f a n t a i s i e r e j e t t e tout ce qui  25  a limit!  epanouissement  de l a femme.  Ce l i v r e est egalement -un pont entre l a premiere et l a deuxieme periode de l'oeuvre de Marguerite Duras.  S'il  tous l e s  T e p r e n d  themes anterieurs  pour s'en moquer Cet sans doute pour s'en degager} , i l annonce l e s deux themes qui dominent dans l a deuxieme periode:  c e l u i du couple ( l ' a l i e n a t i o n  de l a femme dans l e couple) et c e l u i de l a contestation p o l i t i q u e . Anna est une femme frangaise, r i c h e , qui parcourt l e monde sur son yacht sTla recherche du marin de G i b r a l t a r .  Dans l e contexte du "conte a. l'envers",  ce navire-utopie est une c r i t i q u e de l a societe:  " C e t a i t 1 ' a t l a s d'un  13 univers renverse, d'un negatif de l a t e r r e . "  A i n s i ce qui se f a i t sur ce  bateau est l e contraire de ce qui se f a i t sur l a t e r r e . est l a recherche du marin de G i b r a l t a r .  Le theme du r e c i t  Ce marin est un a s s a s s i n - j u s t i c i e r  qui a tue'le r o i du roulement a, b i l l e s Nelson Nelson.  A i n s i i l est "un homme  doublement menace par l a mort" (MG-. 1 1 5 ) . I I est surtout l e symbole du doute, c e l u i qui conteste l e monde par sa presence meme: -Tu s a i s , quand on a connu 1'innocence, quand on l ' a vu dormir aupres de s o i , on ne peut jamais tout a, f a i t l ' o u b l i e r . [Anna] -Ca doit beaucoup vous changer, d i s - j e . [ l e je-narrateur] -Beaucoup - e l l e - s o u r i t - , et j e c r o i s pour toujours. - J ' a i toujours pens!, d i s - j e , que c'est plutot quand on a f a i t douter quelqu'un du bien-fonde de sa morale, qu'on n'a pas vecu i n u t i l e . -Oui, d i t - e l l e . I I avait beau ne r i e n d i r e , c'est parce que certains comme l u i n'hesitent pas a. se f a i r e beaucoup de t o r t s que d'autres sont amenes a remettre en question -bien des prejuges (MG. 1 1 8 ) . II y a un autre aspect du marin qui nous interesse aussi:  i l est l e symbole  de l a l i b e r t e : "C'est un homme l i b r e que t u lAnna] cherches, non?" (MG. 1 8 0 ) . A i n s i l e marin symbolise l e doute- une attitude c r i t i q u e devant l a societe et l a reyendication de l a l i b e r t e . pond aux deux aspects thematiques du l i v r e :  Ce double r o l e du marin corresl e s themes c r i t i q u e s et l e s  26  themes r e y e n d i c a t i f s .  Marguerite.Duras  s a c r i f i c e de l a femme dependantepuis geoise du mariage-possession.  c r i t i q u e d'ahord l a propension au  plus•generalement  l a conception bour-  Dans l e s deux cas i l y a nine perte d'autonomie.  E l l e se moque ensuite des hommes qui choisissent l a femme en fonction de leurs hesoins egoistes. hommes.  La femme de Duras se permet de juger cette attitude des  Apres avoir juge/- l e s etres, e l l e va juger l a societe.  Elle fait  une c r i t i q u e du colonialisme: cette c r i t i q u e est suivie d'un eloge de l'egalite.  Finalement e l l e i n s i s t e sur 1'importance de l ' i n d i v i d u .  Apres ces c r i t i q u e s , Marguerite Duras nous presente l e s themes d'une revendication qui semble suggerer un monde ideal pour l a femme. plus importante pour l a femme serait l e droit de c h o i s i r . avoir droit a l a sexualite.  La chose l a  E l l e doit aussi  A i n s i dans ce roman l e je-narrateur t i e n t l e  r o l e d'objet sexuel, c h o i s i par l a femme en fonction des ses besoins a e l l e . Une derniere revendication de l a femme est l a l i b e r t e dans l e couple.  L'homme  doit a r r i v e r a accorder a l a femme une r e c i p r o c i t y t o t a l e . Ce p e t i t conte a l'envers nous donnera une idee d'un monde structure en fonction des valeurs et des besoins feminins. Le premier objet de l a c r i t i q u e est done l a femme dependante qui se sacrifie.  La premiere partie du l i v r e est l ' h i s t o i r e du " j e " - narrateur  et de Jacqueline, l a femme avec qui i l v i t depuis quelques annees. est a 1'oppose d'Anne.  Jacqueline  Le contraste entre cette femme dependante et cette  femme l i b r e est frappant.  Le personnage de Jacqueline reprend tous l e s defauts  des jeunes femmes precedentes (dependance, s a c r i f i c e , besoin de securite) et en mime temps prepare l a venue d'Anna, femme independante, autonome, l i b r e qui r e j e t t e tout ce qui ne l u i conyient pas. Jacqueline est l'image de l a femme qui ne se manifeste d'aucune facon comme entite•separle et autonome. je-narrateur.  E l l e v i t sa-vie en fonction de c e l l e du  E l l e est soumise, et c r o i t a l a mystique feminine, charme,  27  gaiete, " l e pinson du bureau".  E l l e est "toujours d'accord" (MG. 11).  Jacqueline est l a femme qui "ne sera heureuse que l o r s q u ' e l l e sera mariee" (MG.  ih). Pour y a r r i v e r e l l e accepte tout du je-narrateur.  Elle  prefere  ignorer l a v e r i t e et se construit un monde optimiste, c l o s , stagnant qui l a l a i s s e v i v r e dans l a securite.  Le r e c i t d i t bien a. son  sujet:  ... que c ' e t a i t l a l e mensonge qu'elle avait toujours f a i t , l e mensonge optimiste, que r i e n ne 1'interessait que parce qu'elle 1'avait decide et que parce qu'elle avait banni de sa vie ces l i b e r t e s qui font l'humeur dangereusement changeante. Que s i e l l e avait doute que l a chaleur fut bonne, en e f f e t , un jour ou 1'autre e l l e aurait doute du reste [...]. Qu'elle ne s o u f f r a i t pas de douter de quoi que ce soit au monde... (MG. 33). Monde f i g e , monde de securite, monde faux.  Decider une f o i s pour toutes de  son monde et de sa place dans l e monde c'est se mettre dans une position tres vulnerable.  Le danger du doute dans un monde construit est que l a construc-  t i o n entiere s'eeroule:  ce qui ne tarde pas § a r r i v e r .  Le type de femme  qu'est Jacqueline est tres bien decrit par Germaine Greer. S e l f - s a c r i f i c e i s the l e i t - m o t i f of most of the marital games played by women. [...] Women are s e l f - s a c r i f i c i n g i n d i r e c t proport i o n to t h e i r incapacity to o f f e r anything but t h i s s a c r i f i c e . They s a c r i f i c e what they never had: a s e l f . Lorsque l e " j e " l u i annonce leur separation  e l l e aura deux reactions, c e l l e  de l a mystique feminine "qu'est-ce que j ' a i f a i t " (MG. 29) et c e l l e de l a femme-sacrifiee " j ' a i gache ma v i e pour un menteur" (MG. 70). les  Malgre tous  e f f o r t s qui devaient l u i assurer l a securite, son mariage a echoue.  E l l e n'a pas vecu sa vie car e l l e ne pensait  qu'en fonction du mariage.  Ainsi  e l l e n'a r i e n . Une v a r i a t i o n de ce theme est l e mariage-possession ou l a femme n'a aucune existence i n d i v i d u e l l e .  Le mariage d'Anna au proprietaire du yacht  est un exemple de ce genre de mariage.  Jalouse de l ' i n t e r e t que sa femme  28  p o r t a i t au marin, i l ne l a laissai.t pas descendre du bateau: Je l u i a i demande s ' i l croyait avoir l e droit de m'empecher de descendre, s ' i l croyait q u ' i l e t a i t dans l e s ".droits d'un homme,. quel q u ' i l s o i t , de commettre une. t e l l e violence :* sur.une femme, quelle qu'elle soit quant a l u i (MG. 1 2 2 ) . C'est a p a r t i r de ce j o u r - l a qu'Anna a commence a c r o i r e qu'elle pourrait quitter son mari. dans l e couple. invivable.  Ce theme souleve l a question de l a l i b e r t e de l a femme I c i nous avons une premiere revolte contre une situation  Anna ne peut pas v i v r e dans cette atmosphere etouffante et e l l e  f i n i t par l e q u i t t e r . Le bateau est l e monde d'Anna, et c'est e l l e qui regne. c h o i s i t ses amants.  C'est e l l e qui  A ce propos nous avons une serie de p o r t r a i t s d'hommes  qui veulent sauver Anna de l a v i e qu'elle mene sur l e bateau c'est-a-dire de sa quete du marin.  Marguerite Duras nous a deja donne un exemple de 1'homme  qui c h o i s i t sa femme en fonction de ses besoins a l u i .  Dans Le Barrage  contre l e Pacifique un des pretendants de Suzanne est un commis-voyageur dans l a quarantaine nomme Barner.  Voilel ce q u ' i l cherche:  une femme jeune  et vierge pour pouvoir l a dresser a son gout. Quand on l e s prend jeunes, on peut en f a i r e l e s compagnes l e s plus devouees, l e s c o l l a b o r a t r i c e s l e s plus sures, c o n t i n u a - t - i l . [...] Toute ma v i e j ' a i cherche cette jeune Frangaise de dix-huit ans, cet i d e a l . C'est un age merveilleux, dix-huit ans. On peut l e s fagonner et en f a i r e d'adorables p e t i t s bibel o t s (BP. 1 8 U ) . Or l a reponse d'Anna dans Le Marin de Gibraltar est d'une ironie delicieusement sarcastique dans l a g a l e r i e de p o r t r a i t s qu'elle nous donne de ses "amants." Marguerite Duras nous propose i c i l e cas -assez rare- ou c'est l a femme qui c h o i s i t selon ses "besoins" a e l l e .  I I est s i g n i f i c a t i f qu'en tete de l i s t e ,  apres c e l u i qui croyait en Dieu, c e l u i qu'elle r e j e t t e ensuite soit du genre . "installed", .  29  II y en a un qui s'est i n s t a l l ! des l e premier jour. Quand je suis rentree dans sa cabine, quelques heures apres l e depart, i l s'etait deja i n s t a l l ! . II avait mis des l i v r e s sur un rayon. Balzac. Oeuvres completes. Audessus du lavabo i l avait deja range ses af>flair.esde t o i l e t t e [...] q u ' i l ne pouvait pas se passer de lavande Yardley [...] et que par precaution i l en avait f a i t une provision (MG. Ikl). lU2),  Parmi d'autres, i l y a c e l u i qui "s'est f a i t un p e t i t horaire" (MG.  et c e l u i , bourgeois, qui demande "qu'est-ce que c'est que cette h i s t o i r e de fou? " (MG. 1^3)»  et encore c e l u i qui d i t "Partons, cherie, oublie cet homme.  Tu es en t r a i n de f a i r e ton malheur" (MG. ll+U).  Le seul qui passe l e test  est jeune, pauvre, beau avec peu d'objets personnels... et i l l i s a i t C e l u i - l a e l l e aurait voulu l e garder (MG.  Hegel.  lh2).  Ce qui nous interesse i c i , c'est que l a femme se donne l e droit de choisir.  S i e l l e juge, c'est en fonction de sa conception de 1'homme i d ! a l ,  c e l u i qui correspond l e mieux aux besoins de l a femme. S i Anna juge l e s etres, e l l e juge aussi l a soci!te. i l s s'arretent en Afrique.  Dans ces voyages,  Bien que l a recherche du marin reste l e but p r i n -  c i p a l , ce sijour en Afrique donne l'occasion & Marguerite Duras de c r i t i q u e r l a situation p o l i t i q u e .  Ce theme reprend l e probleme du colonialisme d'Un  Barrage contre l e Pacifique et annonce l e theme du t i e r s monde qui sera t r a i t ! dans Le Vice-Consul.  Deux aspects du colonialisme sont t r a i t ! s  ici:  1'attitude du pere du je-narrateur a Madagascar, et l e v i o l du Dahomey par l e s Frangais avec toutes ses cons!quences d!sastreuses pour l e s noirs. Nous allons analyser cet aspect plus longuement dans l e Chapitre I I I , cependant i l faut souligner que 1'innocence du marin est ivoquee l o r s du politico-drame.  C'est l u i qui symbolise l a revolte et par l a r e j o i n t  1'innocence: - Helas, c r i a i t - i l toujours, 1'innocence n'a pas de voix pour se f a i r e entendre! Ceux  30  qui ne l a comprennent pas ne l a comprendront jamais I - Patience, patience, tout l e monde comprendra. Ceux qui n'ont pas compris comprendront! L'heure de M. l e marin de Gibraltar a r r i v e r a ! (MG,; 256). Et avec l u i , sans doute l a revolte des noirs.  A i n s i l e monde du bateau met  en lumiere 1 ' i n j u s t i c e qui existe dans l e monde, soit du point de vue des femmes, soit du point de vue des noirs.  Dans 1'esprit de Marguerite Duras':  ... l a destruction capitale en passera par l a jeunesse inevitablement. J'entends moi minorite opprimee au sens ou" Marcuse l e d i t : noir, jeunesse, femme, j u i f . [...] Je suis concernee^par tous l e s problemes de races. J'ouvre l e sens. Cela debouche sur l a perspective politique.15 A i n s i l e s deux themes se rejoignent. Un autre aspect de ce bateau-utopie est l ' e g a l i t e qui y regne.  Si l e  bateau e t a i t bien divise du temps de son mari, auj;ourd'hui dans l e bateau d'Anna i l n'y a plus de d i s t i n c t i o n sociale. De temps en temps e l l e dinait avec des marins de son yacht. On n'avait jamais vu< • ca. l i s l a tutoyaient, i l s l'appelaient par son prenom (MG. 55). II [ l e r e f e c t o i r e ] ressemblait plutot a une s a l l e de garde qu'a un bar, i l avait ete amenage pour l a plus grande commodite de tous [...] L'ancien r e f e c t o i r e de 1'equipage, attenant aux soutes, avait ete abandonne et maintenant l e s marins mangeaient l a avec e l l e (MG. 127). Aussi l e s conditions de t r a v a i l sont-elles ideales: II [Bruno] m'expliqua qu'elle payait ses marins tres cher, l e t r i p l e de ce qu'on l e s payait d'habitude, qu'elle n'etait nullement exigeante - tout est toujours pour l e mieux - ... (MG. 137). A i n s i Anne v o i t l e monde en fonction de l ' i n d i v i d u , un monde ou chaque individu compte. l'individu.  Tel est d ' a i l l e u r s l e sens de sa quete:  1'importance de  S i dans Un Barrage contre l e Pacifique et meme dans Le Marin de  31  Gibraltar , Marguerite Duras f a i t sentir l a necessite de l a l i b e r t e de tout etre opprime, (BP:  l a revolte des indigenes, MG:  l a revolte des noirs)  deja i c i nous avons l e debut d'une autre pensee qui prendra de plus en plus d'importance dans l'univers de Marguerite Duras:  1'importance de l ' i n d i v i d u .  La valeur accordee a l ' i n d i v i d u dans Le Marin de Gibraltar est t o t a l e :  Anna  passe sa v i e a l e chercher. Et puis un jour je me suis souvenue de ce yacht et i l m'est venu cette idee que j e pouvais me mettre a l e rechercher (MG. 178). Ce qui est s i g n i f i c a t i f dans Le Marin de G i b r a l t a r , c'est que l e je-narrateur f i n i t par accepter l a quete d'Anna comme l a sienne aussi.  C'est l e seul de  ses amants qui a i t compris l e sens de sa quete: l ' i n d i v i d u . Pour bien chercher, c'est comme pour l e reste, i l ne faut f a i r e que ca, et sans remords d'aucune autre a c t i v i t e , sans douter que l a r e cherche d'un seul homme v a i l l e qu'un autre homme y consacre sa v i e . Autrement d i t , i l faut etre convaincu qu'on n'a r i e n de mieux a f a i r e . C'etait pour ma part, l e cas (MG. 236). Quete sans f i n peut-etre mais qui f i n i t par donner un sens a l a v i e d'Anna et du je-narrateur. Apres l e s themes c r i t i q u e s , i l y a aussi les themes de l a revendication feminine.  Pour mieux sentir l e cote f a n t a i s i s t e du l i v r e i l faut v o i r ces  revindications en fonction des t r o i s premiers r e c i t s . A i n s i , l e s alternatives que Marguerite Duras propose deviennent plus c l a i r e s . Des l e debut du l i v r e 1'importance de pouvoir c h o i s i r est  soulignee.  Dans l e port ou l e je-narrateur rencontre Anna, l e proprietaire du restaurant a une f i l l e - Carla.  Anna l u i donne ce conseil sur l e mariage:  q u ' i l faut c'est que ce soit t o i qui l e choisisse_'"(MG. •99) •  "Ecoute, ce  Plus l o i n , on  comprend qu'Anna v o i t en Carla cette e t i n c e l l e de l i b e r t e qu'elle avait a cet age. A dix-neuf ans, je me suis engagee sur ce  32  yacht comme . je.ne sais pas, "barmaid. Une.idee, de jeune f i l l e . Carla est capable d'ayoir de t e l l e s idees CMC. IQh). Dans l a g a l e r i e de p o r t r a i t s nous avons--yu qu'Anna se donne l e droit de c h o i sir. part:  Chaque homme qu'elle embarque sur l e bateau est un choix delibere de sa peut-etre t r o u v e r a ~ t - e l l e c e l u i qui l u i p l a i t ?  et de Frangou i l y avait peu de choix.  Dans l e cas de Maud,  Seule Suzanne c h o i s i s s a i t de ne pas  choisir. Les choix d'Anna expriment en meme temps l e d r o i t a l a sexualite. Le r o l e que joue l e je-narrateur dans ce l i v r e est c e l u i d'un objet sexuel. Puisqu'Anna est r e i n e , e l l e agit a sa guise.  Lorsqu'elle decide l e je-narra-  teur a p a r t i r sur l e bateau - i l a 1'impression vague d'avoir accepte un seul r o l e : - Je pars, d i t - i l . E l l e fut tres d i f f e r e n t e de l a v e i l l e tout d'un coup. Un peu comme s i nous a l l i o n s . avoir beaucoup de p l a i s i r ensemble sur ce bateau, mais seulement du p l a i s i r (MG. 12k). Pourtant, e l l e retourna dans sa cabine tr§s t a r d , dans l a n u i t , plus tard q u ' i l n'eut f a l l u , plus tard que ne l ' e x i g e a i t mon r o l e aupres d ' e l l e sur ce bateau (MG. 1 3 5 ) . L'experience  d'etre "embarque" est inquietante pour l u i .  Lorsqu'ils font escale, i l descend sans savoir s ' i l va remonter _ bord. S ' i l f i n i t par remonter c'est q u ' i l accepte son r o l e . ... Epaminondas, me regarda, mais avec une c u r i o s i t e plus moderee que l a mienne. I I avait du. avoir l e temps d'en v o i r quelques autres avant moi et ne devait plus s'etonner beaucoup de ce genre de choses. D ' a i l l e u r s j e n'etais plus du tout gene d'etre regarde comme l'une d'entre l e s necessites de 1'existence d'une femme (MG. 1 9 0 ) . S i l e s jeunes f i l l e s des t r o i s premiers r e c i t s ont de l a d i f f i c u l t e v i s - a - v i s de leur s e x u a l i t I , Anna au c o n t r a i r e , T i t sa sexualite librement.  33  Son role aupres du je-narrateur est egalement l e meme que l e s roles masculins dans l e s deux premiers r e c i t s . Tiene "sauvent" Maud et Frangou.  On a 1'impression que Georges et  I c i , c'est Anna qui "sauve" l e je-narrateur.  Lorsqu'il quitte Jacqueline, et refuse de reprendre son t r a v a i l au Ministere, i l repart a zero.  La presence d'Anna l'aide a f a i r e ce dernier pas de separa-  t i o n avec son passe.  Bien que cette separation se prepare depuis quelques  jours, l a vue du yacht, surtout l a vue d'Anna l e font decider definitivement. Sans cette alternative que l u i propose l a presence d'Anna, i l n'aurait r i e n fait.  A bord du bateau, non seulement i l reprend gout a l a v i e mais i l se  trouve une raison d'etre:  chercher l e marin avec e l l e .  A i n s i l e prince char-  mant assis sur son cheval blanc est maintenant Anna et l e yacht blanc qui se promene a travers l e monde, embarquant l e s hommes qui attendaient de vivre comme l e s princesses d'antan. En e l l e , Anna incarne cette l i b e r t e , tant recherchee par l e s t r o i s jeunes filles.  E l l e reclame l a l i b e r t e dans l e couple.  possession.  E l l e refuse l e mariage-  Meme sa v i e avec l e marin e t a i t un amour l i b r e - non-possessif-  qui ne tue pas 1'amour.  Ce qu'elle l u i donnait, c ' e t a i t l e gout de l a l i b e r t e .  C e t a i t moi qui l u i donnais envie de s'en a l l e r , mais i l y avait deja longtemps que j'tfavais c h o i s i ce rol e aupres de l u i (MG. 169). ;  Je l u i a i explique que j e n'avais jamais cherche a avoir une existence heureuse, une paye f i x e , l e cinema l e samedi et tout l e reste (MG. 175). E l l e est done l e contraire de Jacqueline, l a femme qui l i e , l i m i t e , l i g o t e . Dans ses rapports avec l e je-narrateur, e l l e reclame de l u i cette meme l i b e r t e . Apres l a longue l i s t e d'amants l e je-narrateur passe par une periode de refus. II l ' e v i t e .  I I se rappelle ces h i s t o i r e s et i l f a i t cette r e f l e x i o n : Encore une f o i s , j e ne reussis pas a dormir. [...] E l l e , e l l e devait dormir. C e t a i t une femme qui, apres deux whiskys, dormait, o u b l i a i t tout. Celui qui aurait voulu pecher l e hareng, et c e l u i qui d i s a i t partons cherie,  34  et meme p e u t - e t r e c e l u i q u i l i s a i t Hegel n'avaient pas pu supporter t a n t de d e s i n v o l t u r e (MG. lh6). A ce moment, on peut d i r e que l u i non p l u s ne peut a c c e p t e r volte.  sa maniere d e s i n -  Ce p r o c h a i n passage semble marquer l e moment ou l e j e - n a r r a t e u r peut  r e s p e c t e r sa l i b e r t e a e l l e .  L o r s d'une e s c a l e ou Anna c r o i t a v o i r r e t r o u v e  l e s t r a c e s du m a r i n , l e j e - n a r r a t e u r a r r i v e a l ' i m a g i n e r en t r a i n de s e d u i r e celui  qu'on c r o i t  e t r e l e marin.  E n f i n i l a r r i v e a. l ' i m a g i n e r avec un a u t r e  sans se c a b r e r : Les cognacs a i d a n t , j e p e n s a i s davantage que t o u t a l ' h e u r e q u ' e l l e e t a i t p e u t - e t r e en t r a i n : d ' e n l e v e r son p u l l - o v e r n o i r , mais c ' e t a i t s u p p o r t a b l e (MG. 200). Par  son a c t i o n a e l l e , e l l e l e h i s s e a un n i v e a u de comprehension, de l i b e r t e  dans 1'amour q u i depasse l a p o s s e s s i o n , 1 ' e x c l u s i v i t e , t o u t ce q u i e t o u f f e , qui la  e t r a n g l e 1'amour.  E l l e semble c h e r c h e r un i q u i l i b r e e n t r e l ' a v e n t u r e et  s t a b i l i t e - t r o p p de s t a b i l i t e t u e l e s r a p p o r t s humains t a n d i s que l ' a v e n -  t u r e pure ne donne que des r e v e s .  Dans c e t u n i v e r s f e m i n i n , i l y a un rythme  l e n t , un rythme de murissement n a t u r e l .  S i " j e " d o i t j o u e r un r o l e p l u s im-  p o r t a n t dans sa v i e c ' e s t s e l o n son rythme a e l l e . P e t i t a p e t i t , chaque j o u r un peu p l u s , j ' o c c u p a i s l a p l a c e exacte q u i me r e v e n a i t sur ce bateau. E t e l l e , chaque j o u r un peu p l u s , e l l e me l a i s s a l e l o i s i r de l ' o c c u p e r ... (MG. 236). Anna semble r e c h e r c h e r un e q u i l i b r e p r e c a i r e e n t r e 1'independance et l a dependance.  On a d e j a v u que l e mariage c o n v e n t i o n n e l ne peut guere l a s a t i s f a i r e .  Par c o n t r e l a q u i t e i n d e f i n i e . . . ?  I I e s t e v i d e n t q u ' e l l e , en t a n t que femme,  cherche une n o u v e l l e a s s o c i a t i o n avec 1'homme et l e monde. En f i n de compte c e t t e p e t i t e f a n t a i s i e f e m i n i n e , ce c-on%e a l ' e n v e r s nous donne i d e e d'un monde ou l a femme e x i s t e comme e t r e autonome.  Anna v a  r e s t e r l'exemple de l a femme l i b r e a l a q u e l l e t o u t e femme durassienne Anna e s t epanouie, e l l e e s t r e i n e .  E l l e mene sa v i e a" sa g u i s e .  aspire.  E l l e refuse  35  t o u t e s i t u a t i o n ou t o u t e a t t i t u d e q u i entrave sa l i b e r t e .  E l l e q u i t t e son  m a r i q u i veut l a posseder t o t a l e m e n t , e l l e reclame l e d r o i t de c h o i s i r 1'homme q u i l u i c o n v i e n t et e l l e v i t sa s e x u a l i t e l i b r e m e n t . Le bateau e s t l ' e n d r o i t ou l ' e g a l i t e e x i s t e e n t r e l e s e t r e s , ou. l ' i n d i v i du e s t p r i m o r d i a l .  I c i e s t condamneettoute forme d ' o p p r e s s i o n .  Dans l e s  r a p p o r t s e n t r e l e j e - n a r r a t e u r et Anna nous avons e n f i n deux l i b e r t e s f a c e § f a c e , e t a t ou chaque e t r e r e c o n n a i t l a l i b e r t e de 1'autre. Dans ce c o n t e , M a r g u e r i t e Duras denonce l a s t a b i l i t e et l a s e c u r i t e en f a v e u r d'une quete c o n t i n u e .  Le monde e s t en mouvement, l ' a v e n i r e s t  ouvert. Avec Le M a r i n de G i b r a l t a r s'acheVe ce que 1'on peut a p p e l e r l a premiere p e r i o d e de l a p r o d u c t i o n romanesque de M a r g u e r i t e Duras.  S i l e s t r o i s pre-  m i e r s romans t e n d a i e n t v e r s l e mariage comme s o l u t i o n au m a l a i s e f e m i n i n , dans Le M a r i n de G i b r a l t a r , c e t t e s o l u t i o n e s t r e j e t e e . ait  au mariage comme s o l u t i o n el son mal,  L a jeune f i l l e  croy-  s e l o n c e t t e a n a l y s e de S e y l a z :  Par a i l l e u r s , on a p e r c o i t l a p l a c e que p o u r r a i t occuper l a jeune f i l l e dans l a thematique de M a r g u e r i t e Duras. En e l l e s'exprime a l ' e t a t p u r e t presque a b s t r a i t , en dehors de t o u t e r e a l i s a t i o n c i r c o n s t a n c i e l l e , l a v o c a t i o n f e m i n i n e : l e b e s o i n et l ' a t t e n t e d'une a c c e s s i o n a l ' e t r e q u i s s'operera au moment ou e l l e s e r a c h o i s i e par un homme pour e t r e sa eompagne. Nous a l l o n s v o i r cependante que l e probleme du mariage n'a pas f i n i M a r g u e r i t e Duras. une  d'obseder  Le r e v e u t o p i q u e du M a r i n de G i b r a l t a r ne l u i a pas paru  c r i t i q u e s u f f i s a n t e , p u i s q u ' e l l e v a y = d n s i s t e r dans s i x ou sept a u t r e s  livres.  La femme dans l e c o u p l e e s t encore p l u s a l i e n e e que l a jeune  comme s i l e monde n ' e t a i t f a i t n i a* ses b e s o i n s n i a ses e s p o i r s . en f a i t l a trompe, l a f l o u e .  Le monde  La r e c o n n a i s s a n c e de sa l i b e r t e , c e l l e  j o u i t Anna, s e r a l e but p r o f o n d de sa r e c h e r c h e .  fille  dont  36  Deuxieme p e r i o d e :  L ' a l i e n a t i o n de l a femme dans l e c o u p l e .  Les romans de c e t t e deuxieme p e r i o d e sont l e s s u i v a n t s , avec l e u r s heroines:  1953  -  Les P e t i t s Chevaux de T a r q u i n i a  1958  -  Moderato C a n t a b i l e  I960  -  D i x heures e t demie du s o i r en e t e  1967  -  Suzanna A n d l e r  1965  -  L a Musica  196U  -  Le Ravissement de L o l . V. S t e i n  1967  -  L'Amante A n g l a i s e  -  (piece)  (piece)  -  -  -  Sara  Anne Desbaresdes  -  *  Maria  Suzanna  Anne-Marie  C l a i r e Lannes  Dans c e t t e deuxieme p e r i o d e i l s ' a g i t d'examiner l e s d i f f e r e n t s c a s d ' a l i e n a t i o n f e m i n i n e au s e i n du c o u p l e humain. chaque femme se debat c o n t r e l'aneantissement p e r t e de s o i .  Dans l e mariage en e f f e t  de son e t r e r e s s e n t i comme une  Le degre d ' a l i e n a t i o n e t l a forme du r e f u s sont de p l u s en  p l u s prononces.  A u s s i t r a i t e r a - t - o n chaque roman separement a f i n de mieux  o b s e r v e r c e t t e p r o g r e s s i o n dans l ' o e u v r e de M a r g u e r i t e Sara s o u f f r e d'une a l i e n a t i o n t o u t e f e m i n i n e . mariage, e l l e liberte.  Duras.  Au bout de sept ans de  se r e v o l t e c o n t r e l a monotonie du c o u p l e e t son manque de  A f i n de b r i s e r c e t t e monotonie, e l l e a une l i a i s o n .  Cette  liaison  souleve l a q u e s t i o n de l a l i b e r t e de l a femme au s e i n du mariage. Anne Desbaresdes o f f r e un c a s d ' a l i e n a t i o n p l u s grave. uniquement en f o n c t i o n de son enfant e t de son m a r i . t e n c e autonome.  Elle existe  E l l e n'a p l u s d ' e x i s -  Grace a un homme (Chauvin) e l l e a r r i v e a* se v o i r  telle  I  q u ' e l l e e s t devenue apres d i x ans de mariage. M a r i a , p l u s agee que l e s deux femmes p r e c e d e n t e s ,  doit f a i r e face E L  l a d i s s o l u t i o n de son mariage apres d i x ans de v i e c o n j u g a l e . a a v o i r des aventures n'accepte  t o u t en gardant  Son m a r i  l e s p r i v i l e g e s du mariage.  p l u s de s ' e f f a c e r l e temps de t e l l e s a v e n t u r e s .  Maria  E l l e ne c r o i t  tient  37  p l u s a 1'abnegation. Ce que M a r i a a r e f u s e , Suzanna 1'accepte depuis 17 ans.-  Prisonniere  d'une c o n c e p t i o n t r a d a t a o n n e l l e du mariage, e l l e a t o l e r e l e mariage a t r o i s . Mais e l l e f i n i t p a r a g i r .  Comme moyen de se l i b e r e r , e l l e prend un amant.  Par c o n t r e , Anne-Marie a r e f u s e de se l a i s s e r dominer p a r son m a r i ; a reclame autant de l i b e r t e que l u i .  Le mariage n'a pas r e s i s t e a c e t t e i n -  dependance f e m i n i n e e t l e d i v o r c e a eu l i e u . femme ne revendique  elle  Le mariage dure t a n t que l a  pas l e s memes p r i v i l e g e s .  Dans l e s deux d e r n i e r s c a s , M a r g u e r i t e Duras pousse 1 ' a l i e n a t i o n a* 1'extreme:  l a f o l i e e t l e meurtre.  I c i l a femme, q u i n'a pas pu v i v r e sa  propre v i e , g l i s s e de p l u s en p l u s v e r s l a f o l i e . passe, e t s a v i e a e t e d e c i d e e p a r l e s a u t r e s .  On a enferme L o l dans son  Quant et C l a i r e , e l l e a commis  un meurtre pour b r i s e r un s i l e n c e de v i n g t ans e t pour se venger d'une s o c i e t e qui l ' a assassinee. Dans chacun de c e s c a s , et un moment donne, l a femme d u r a s s i e n n e v o l t e contre l a s i t u a t i o n q u i l u i a ete f a i t e .  se r e -  P l u s l a femme e s t a l i e n e e ,  plus l erefus est v i o l e n t .  Les P e t i t s Chevaux de T a r q u i n i a : Dans ce premier  Sara  roman du c o u p l e , Sara souleve une q u e s t i o n fondamentale:  c e l l e de l a l i b e r t e de l a femme au s e i n du c o u p l e . Pendant ses vacances en I t a l i e , l e c o u p l e que forment Sara e t Jacques, m a r i e s depuis  sept a n s , passe p a r un moment de c r i s e .  c o t e de l a femme, S a r a . par  C e l l e - c i a l e sentiment  Le m a l a i s e  e s t du  d ' e t r e absorbee p a r son m a r i ,  son enfant au p o i n t ou e l l e ne se r e t r o u v e p l u s en t a n t qu'etre autonome.  Dans une atmosphere de vacances,  de c h a l e u r e t de f a r n i e n t e , S a r a sent monter  en e l l e une r e v o l t e c o n t r e l ' e n f e r de l a q u o t i d i e n n e t e , mais, p l u s  encore,  e l l e c o n s t a t e que sept ans de mariage ont f a i t d ' e l l e un e t r e p l u t o t mort que  38  vivant: Peut-itre q u ' i l n'y avait pas que 1'amour et que l e desir l u i aussi pouvait se desesperer de tant de Constance Si l e refus de cette situation se c r i s t a l l i s e a cause de l a presence d'un homme nouveau a l a plage, mime avant de 1 ' a v o i r rencontre, Sara r i v e d'une vie  independante:  une independance t o t a l e qui inclut 1'abandon mime de son  fils: "II faudra peut-itre que j e change de bonne," se souvint-elle. Mais comme chaque f o i s que cette idee l u i venait, e l l e se d i t aussitot que ce n'etait peut-itre pas l a peine, qu!ils a l l a i e n t peut-itre quand meme f i n i r par se separer et quand on est seule, on n'a pas besoin de bonne. E l l e seule ne h _ c e s s i t a i t pas une bonne (PCT. 6 3 ) . Le malaise dont souffre Sara est i n t e r i e u r :  au. moment ou'la femme veut se  defaire d'une v i e devenue trop limitee ou l a femme a besoin de solitude pour se recuperer. Car Sara ne d e s i r a i t plus l e s maisons a e l l e , lessappartements, l a v i e commune avec un homme (PCT. 6 5 ) . Ce", sentiment de lassitude dans l e mariage est une manifestation du refus qui  commence chez Sara.  C'est un malaise devant l ' e t a t des choses:  i l n'y  a n i blame n i responsabilite. Cette envie de v i v r e a 1 ' h o t e l n'avait r i e n a voir avec l e s sentiments que Sara avait pour Jacques, mais seulement avec ceux que personnelelemen^t l l e s ' i n s p i r a i t , e l l e et l a v i e , depuis quelques annees (PCT. 6 5 ) . e  Avec cette t o i l e de fond de desenchantement et l a presence de 1'homme nouveau, Sara tente de s o r t i r du cercle l i m i t e du couple et des amis; les mimes vacances depuis des annees.  Lorsque l e s autres jouent aux boules,  comme tous l e s s o i r s , Sara s'en va "rejoindre 1'homme." "1'enclos."  l e s mimes amis,  l i s sortent de  39 La presence de l'homme amine l e moment out Sara se heurte c o n t r e l e s . l i m i t e s de son independance, de sa l i b e r t i . l a s i t u a t i o n sont M e n s o l i d e s .  Les murs de l a p o s s e s s i o n dans  Sara e s s a i e de f a i r e comprendre si Jacques  qu'une femme peut a v o i r l e s memes b e s o i n s qu'un homme. [Jacques] - Tu as t r e s f o r t e n v i e de me tromper? [Sara] - Comme t o i , r e p e t a - t - e l l e . [Jacques] — 'Comment l e s a i s - t u que j ' a i e n v i e de t e tromper? [Sara] —(Comme t u r e g a r d e s l e s femmes. Et p u i s j e s a i s que c ' e s t p a r e i l pour t o i et moi. [...] [Jacques] - Tu s a i s , d i t - i l , j e supporte mal c e t t e idee-la. [Sara] - J e l a supporte b i e n , d i t Sara (PCT.  133-13U).  C e t t e c o n v e r s a t i o n a l i e u apres que Sara a couche avec l'homme sans que Jacques avec  s'en rende compte.  ses p a r o l e s .  Pourtant 1 ' a t t i t u d e de Jacques  ne c o i n c i d e pas  Des c r i t e r e s de m o r a l i t e b i e n d i f f e r e n t s sont a p p l i q u e s  aV~l'homme e t & l a femme, s i l ' o n en juge p a r ces l i b e r t e s que s'accorde l e mari t o u t en l e s r e f u s a n t a s a femme:  " L u i [Jacques^ m'avait  mais moi j e ne l ' a v a i s jamais encore trompe" (PCT. 183).  trompee  Bien q u ' e l l e r e -  clame l a meme l i b e r t e d ' a c t i o n e t l a prenne une f o i s , Sara se t r o u v e une d i f f i c u l t ! p s y c h o l o g i q u e :  l e conditionnement  feminin.  t a t i o n de l'homme a monter dans sa chambre e l l e repond: monter dans t a chambre e t ne p l u s penser a l u i "  souvent  devant  Devant 1 ' i n v i -  " j e voudrais pouvoir  (PCT. 19M •  Sara a a t t e i n t un debut de l i b e r t e s p i r i t u e l l e a l ' e g a r d de Jacques e l l e v o u d r a i t p o u v o i r provoquer  chez l u i l a r e c i p r o c i t e .  mais  S a r a , comme Anna  dans Le M a r i n de G i b r a l t a r , cherche a. f a i r e a c c e p t e r sa l i b e r t e par 1'autre. Ce n ' e s t qu'au moment ou l'homme p o u r r a a c c o r d e r une l i b e r t e d ' a c t i o n egale a l a femme, que l a femme s e r a vraiment  liberie:  - Non, d i t Jacques, non, t u v o i s , ce q u ' i l f a u d r a i t c ' e s t que j e l e supporte, que j'y arrive. J e l e v o u d r a i s de t o u t e s mes f o r c e s . J e v o u d r a i s de t o u t e s mes f o r c e s p o u v o i r p a r exemple p a r t i r t o u t s e u l . Sans toi.  40  [..._  - J'y suis arrivee, l u i rappela-t-elle. - Je s a i s . [...] - Depuis quelques a r m i e s , l u i d i t - e l l e , q u e l q u e f o i s , l a n u i t j e r e v e d'homines nouveaux. - J e s a i s . Moi a u s s i j e r e v e de femmes n o u v e l l e s (PCT. 197). S i Sara semble a v o i r r e g i e l e probierne, sa l i b e r t e .  Jacques est l o i n d ' a v o i r  pu a c c e p t e r  Dans l a quatrieme p a r t i e du r e c i t , i l r e v i e n t encore „ l ' a t t a q u e .  Devant l e t r o u b l e de Jacques Sara r e s t e presque i n d i f f e r e n t e .  On d i r a i t qu'-  e l l e l e f o r c e a se f a i r e a c e t t e i d e e , de s o r t e que l a douleur q u ' e l l e a pu r e s s e n t i r - a u t r e f o i s s o i t p a r t a g e e , pour qu'une f o i s i l comprenne l a n e c e s s i t e d'une e g a l i t e f o n c i e r e entre l e s e t r e s . La t e n t a t i v e de Sara pour se r e t r o u v e r du couple e s t a m o i t i e r e u s s i e .  comme personne autonome au s e i n  Son r e f u s prend l a forme de c e t t e  liaison  d'une n u i t mais e l l e a provoque une mise en q u e s t i o n  de l a s i t u a t i o n donnee.  E l l e n ' i r a pas r e j o i n d r e 1'homme une deuxieme f o i s .  Cependant l a q u e s t i o n  r e s t e posee:  1'homme p e u t - i l a c c o r d e r autant de l i b e r t e a sa femme dans l e  mariage q u ' i l s'en accorde lui-m§me? encore dans:  Ce probleme s e r a r e p r i s deux f o i s  La Musica e t dans Suzanna A n d l e r .  S a r a , apres "des  Cette  f o i s - c i l a v i e reprend.  vacances que j e v o u l a i s p r e n d r e de t o i " (PCT.  sa p l a c e dans l e c o u p l e .  La s o l u t i o n dans l e s deux a u t r e s  25U),  cas sera  reprend plus  radicale. Le r e f u s de Sara se s i t u e au n i v e a u p h y s i q u e : Dans l e c a s d'Anne Desbaresdes, l e r e f u s est p l u s  Moderato C a n t a b i l e :  une l i a i s o n d'une n u i t . profond.  Anne Desbaresdes  Le c a s d'Anne Desbaresdes e s t c e l u i d'une femme q u i a v e c u son mariage comme un l o n g  sommeil.  E l l e a o u b l i e de v i v r e pour elle-meme.  absorbee p a r ses r o l e s de mere, d'epouse et de b o u r g e o i s e .  E l l e a ete  41  Le p r o c e s s u s d'un  du r e f u s a e t e declenche  chez Anne Desbaresdes a l a s u i t e  crime p a s s i o n n e l q u i a eu l i e u et c o t e de l ' e n d r o i t ou son p e t i t  prend ses l e g o n s de p i a n o .  gargon  Nous suivons l e r e v e i l l e n t e t p e n i b l e d'une  femme a l i e n e e , endormie - t o t a l e m e n t  a r r e t e e dans son epanouissement.  Ce  r e v e i l a l i e u grace §, une c o n v e r s a t i o n e n t r e Anne Desbaresdes et uns?ouvrier, Chauvin.  Le c o n t r a s t e e n t r e l e crime p a s s i o n n e l e t s a p r o p r e v i e monotone  apres d i x ans de m a r i a g e , provoque chez e l l e un r e v e i l .  E l l e prend  conscience  de 1 ' e x i s t e n c e d'une Anne a u t r e que c e l l e q u ' e l l e e s t devenue. La c r i t i q u e a longuement p a r l e d'une h i s t o i r e d'amour entre Anne et Chauvin en i n s i s t a n t  s u r l e cote s e x u e l .  A. Cismaru, e n t r e a u t r e s a note:  ... as [ a ] f r u s t r a t e d woman prey t o t h e s t a r k s e x u a l and d e s t r u c t i v e d e s i r e which she f e l l s w e l l i n g w i t h i n h e r f o r t h e man [ C h a u v i n ] whose nearness she guesses w i t h every f i b r e o f her i n e b r i a t e d b e i n g . ^ Cependant M a r g u e r i t e  Duras dans une i n t e r v i e w donnee a Madeleine Chapsal  dira:  I I semble b i e n qu'Anne n ' a i t pas t e l l e m e n t b e s o i n que Chauvin l u i f a s s e l'amour, c ' e s t depasse. D ' a i l l e u r s e l l e l e f a i t t r e s b i e n avec son m a r i . Tout c e l a e s t dans un p e t i t c a r n e t que j ' a i donne a.*' Jeanne Moreau-. Tout v a t r e s b i e n de ce cote-la.- -^ 1  Reduire  l ' a v e n t u r e d'Anne Desbaresdes a une simple h i s t o i r e de femme " f r u s t r e e " ».  20  ou encore a "un amour i m p o s s i b l e " comme l e f a i t severement l a p o r t e e du l i v r e .  Henri H e l l ,  c'est  limiter  Le probleme pose dans Moderato C a n t a b i l e  depasse de l o i n c e t aspect de s e x u a l i t e :  i l souleve t o u t l e probleme de  l ' a b s o r p t i o n de l ' e t r e , d'aneantissement d'une personne p a r "une s o c i e t e q u i 21  ne l u i f a i t pas p l a c e . "  Anne Desbaresdes e s t enfermee dans une s t r u c t u r e  q u i peu a peu l ' e t o u f f e . Le lendemain du crime p a s s i o n n e l , Anne Desbaresdes r e v i e n t au c a f e , ou ce crime a eu l i e u . temoin du c r i m e .  L a , e l l e r e n c o n t r e Chauvin, un o u v r i e r , q u i f u t a u s s i  Une c o n v e r s a t i o n e s t entamee q u i se r e p e t e r a c i n q f o i s  42 durant l a semaine q u i s u i t .  C'est un d i a l o g u e q u i permet &" Anne Desbaresdes  de se d e c o u v r i r . Lorsqu'Anne Desbaresdes e n t r e au c a f e , son r o l e de mere l u i donne 1 ' e x c u s e , l a f a c a d e n e c e s s a i r e pour r e p o n d r e a l a p r e s e n c e de C h a u v i n .  Six ten-  t a t i v e s de l a p a r t de Chauvin pour 1 ' i d e n t i f i e r , pour l ' " e n c a d r e r " dans s a " c l a s s e " sont r e j e t e e s p a r e l l e . p a r l e que de l u i .  Toute c e t t e p r e m i e r e r e n c o n t r e nous montre c e t t e femme,  absorbee p a r son e n f a n t . meme.  E l l e se cache d e r r i e r e son e n f a n t , e l l e ne  Le r o l e de l a mere  E l l e semble s'en s e r v i r pour s e p r o t e g e r d ' e l l e domine."^'^  L o r s de l a deuxieme r e n c o n t r e , 1 * e n f a n t a t r o u v e un compagnon CMC. 3 9 ) . A l o r s Anne Desbaresdes e s t m a i n t e n a n t s e u l e devant C h a u v i n : l a femme.  Anne Desbaresdes:  Le c r i de l a femme t u e e semble ramener Anne Desbaresdes au temps  de l a n a i s s a n c e de son f i l s .  Un deuxieme c r i , c e l u i d'Anne D e s b a r e s d e s , e s t  l e debut de s a p r o p r e n a i s s a n c e :  naissance par l a p a r o l e .  - Une f o i s , i l me semble b i e n , o u i , une f o i s j ' a i du c r i e r un peu de c e t t e f a g o n , p e u t - e t r e , o u i , quand j ' a i eu c e t e n f a n t . [...] - Ca vous a f a i t t r l s m a l , c e t e n f a n t ? - J ' a i c r i e , s i vous s a v i e z . E l l e s o u r i t en se souvenant, se r e n v e r s a en a r r i e r e , l i b e r e e t o u t a"* coup de t o u t e s a peur (MC/ 1+1). Comme Anna dans Le M a r i n de G i b r a l t a r , Anne v a "se p a r l e r . " , S i l a p a r o l e v i e n t f a c i l e m e n t a Anna, l a p a r o l e c h e z Anne Desbaresdes e s t h e s i t a n t e , l e n t e , tatonnante. Pendant c e t t e deuxieme r e n c o n t r e , l e d i a l o g u e {la c o n v e r s a t i o n ) se s i t u e ePdeux n i v e a u x : Chauvin.  c e l u i du c r i m e q u i i n t e r e s s e Anne, c e l u i d'Anne q u i i n t e r e s s e  C'est C h a u v i n q u i v a l a ramener a e l l e , ei. s a m a i s o n , a s a v i e ;  se derobe en p a r l a n t du c r i m e .  elle  Au f u r e t a" mesure l e s deux themes de l a  maison e t du c r i m e d e v i e n n e n t presquesynonym.es dans l e sens ou l a maison e s t l e l i e u de s a mort s p i r i t u e l l e .  C h a u v i n l a met en f a c e d'une e v i d e n c e : ayant  43  v e c u dans c e t t e maison pendant d i x ans,  e l l e n'y  est finalement  qu'une  etrangere: ... C e t t e chambre qu'on a p p e l l e l a v o t r e , m ' a - t - i l semble comprendre, par e r r e u r (MC. 55). - Endormie ou r e v e i l l e e , dans une tenue decente ou non, on p a s s a i t o u t r e a v o t r e e x i s t e n c e [C'est Chauvin q u i p a r l e . ] Anne Desbaresdes se d e b a t t i t , coupable, et l ' a c c e p t a n t cependant (MC. 57). A l a quatrieme r e n c o n t r e Anne e n f i n p a r l e d'elle-meme. nous donne 1'image de l a maison - une  C'est e l l e  qui  image de mort:  - Je p o u r r a i s vous d i r e que j ' a i p a r l e a mon enfant de t o u t e s ces femmes q u i ont vecu d e r r i e r e ce h e t r e et q u i sont maintenant mortes, mortes, et q u ' i l mAa demande de l e s v o i r , mon t r e s o r . [...] I I e t a i t i n c o n s o l a b l e de l a mort de ces femmes (MC. 83). La femme t u e e , ces femmes mortes dans l e u r s chambres, Anne:  ce sont l a meme  femme.  spirituellement.  A moins d'un  Le d i a l o g u e fixe, rigide:  changement r a d i c a l Anna a u s s i va mourir  se p o u r s u i t  "Les r e p a s , t o u j o u r s  eu l ' i d e e de ces l e c o n s j a une  fagon de  et 1'image de l a m a i s o n - p r i s o n r e v i e n t . reviennent.  de p i a n o " (MC.  s'echapper.  82).  Et l e s s o i r s .  jour j ' a i  Les l e g o n s de piano e t a i e n t  de-  La p r o c h a i n e etape de d i s t a n c i a t i o n s'opere  par  l e langage q u i permet sa decouverte d'elle-meme.  ( V o i r l e c h a p i t r e VI  sur  a c e t t e maison, a c e t t e r i g i d i t e , a. c e t h o r a i r e  que  l e m a i e u t i q u e de l a p a r o l e C'est par r a p p o r t  Un  L'horaire  chez M.  Duras).  l a premiere e t i n c e l l e de r e s i s t a n c e o u v e r t e se m a n i f e s t e . Et a u s s i , j ' o u b l i a i s , que ce s o i r i l y a dans c e t t e maison une r e c e p t i o n a l a q u e l l e j e s u i s tenue d ' e t r e p r e s e n t e (MC. 83). Ce  s o i r e l l e s e r a en r e t a r d , t r e s en r e t a r d .  e s t mise en cause par c e t t e d e c i s i o n .  Toute l a s t r u c t u r e de  C'est une  d e c i s i o n l u c i d e car  a c c e p t e d e j a l e s consequences: - Quand l e r e t a r d d e v i e n t t e l l e m e n t import a n t , d i t Anne Desbaresdes, q u ' i l a t t e i n t l e  sa v i e elle  44  degre ou i l en est maintenant pour moi, j e c r o i s que ca ne doit plus changer r i e n at ses consequences que de l'aggraver encore da-vantage ou pas (MC. 83-8U). Anne c h o i s i t (inconsciemment). l e soir d'une receptioncchez mieux marquer l e coup de son "insubordination", de son refus. volte au moment supreme du r i t u e l bourgeois:  l e diner.  e l l e pour E l l e se r e -  Comme Anna (MC),  comme Lol (RLVS), Anne "qui depuis dix ans...n'a pas f a i t parler d ' e l l e " (MC. 93) va s o r t i r de ce pays de non-etre.  Une rupture a l i e u ce s o i r .  Deja dans l ' h i s t o i r e du Boa (ide Marguerite Duras, 195*0, un serpent devore un poulet;  i c i l a meme violence est f a i t e au saumon par l e s i n v i t e s .  Ces deux images d'absorption, avec l a d i s p a r i t i o n f i n a l e du deuxieme element sont 1'image d'Anne absorbee par l a societe qui 1'entoure:  "... l e saumon des  eaux l i b r e s de 1'ocean continue sa marche ineluctable vers sa t o t a l e d i s p a r i t i o n . . . " (MC. 92).  II y a un p a r a l l e l e a f f a i r e entre Anne, absorbee par l e s  r61es que l a societe impose, et l e saumon, qui d i s p a r a i t .  S i ce p a r a l l e l e  est juste, cela explique son refus de manger. L'^uneddiehtreeell'esccohtreviehtceessoir&a l'appetit general (MC. 9 5 ) . Anne Desbaresdes vient de refuser de se s e r v i r . Le plat reste cependant encore devant e l l e , un temps tres court, mais c e l u i du scandale. E l l e leve l a main, comme i l l u i fut ap=p_:_s,pour r e i t e r e r son refus. On n ' i n s i s t e plus. Autour d ' e l l e , a t a b l e , l e silence s'est f a i t . (MC. 99). Ce premier refus est l e signe avant coureur de son refus f i n a l . L'etat d'ivresse dans lequel e l l e se trouve pendant ce diner l u i permet un genre de dedoublement ou e l l e se v o i t et v o i t l a societe dans l a q u e l l e e l l e a vecu jusqu'a ce j o u r - l a .  E l l e se redecouvre femme:  n i mere, n i epouse mais  femme avec une passion de femme. MC-  D'autres femmes boiyent it leur tour, e l l e s levent de meme leurs bras nus, delectables, irreprochables, mais d'epouses.CMC. 98).  45  Anne. Desbaresdes prend une n o u y e l l e f o i s son v e r r e qu'on v i e n t de. r e m p l i r et b o i t . Le f e u n o u r r i t son v e n t r e de s o r c i e r e c o n t r a i r e m e n t aux a u t r e s (MC. 100). ^ 2  Son i v r e s s e l a s o r t de son a l i e n a t i o n suffisamment pour qu'une coupure a i t l i e u e n t r e son m i l i e u et e l l e .  Hon  seulement c e t t e i v r e s s e permet c e t t e d i s -  t a n c i a t i o n mais provoque l e r e f u s o r g a n i q u e : dans l e p r o c e s s u s  l e vomissement, un temps d ' a r r e t  d'absorption.  E t e n t r e l e s temps s a c r e s de l a r e s p i r a t i o n de son e n f a n t , e l l e v o m i r a l a , longuement, l a n o u r r i t u r e e t r a n g e r e que ce s o i r e l l e f u t f o r c e e de p r e n d r e (MC. 103). E l l e a o s e , par sa c o n d u i t e meme, m e t t r e en q u e s t i o n l e b i e n - f o n d e societe.  La p u n i t i o n e s t r a p i d e et c a t e g o r i q u e .  de c e t t e  D'abord e n t r e son m a r i  et  elle: Une ombre a p p a r a i t r a dans 1' encadrement de \h: p o r t e r e s t e e o u v e r t e sur l e c o u l o i r , o b s c u r c i r a p l u s avant l a penombre de l a chambre. Anne Desb a r e s d e s p a s s e r a legerement l a main dans l e des o r d r e r e e l et b l o n d de ses cheveux. C e t t e f o i s , e l l e p r o n o n c e r a une excuse. On ne l u i r e p o n d r a pas (MC. 103). En p l u s de l a p u n i t i o n i n f l i g e e par l a s o c i e t e ( l e mari). i l y- a l a suppress i o n de 1'unique l i b e r t e d'Anne, l a s e u l e excuse de s o r t i r de sa maison p r i s o n et de depasser? (.MC.  96),  "Ce p e r i m e t r e q u i l u i f u t i l y a d i x ans a u t o r i s e "  c e l l e d'accompagner son f i l s aux l e g o n s de  piano:  .- A p a r t i r de c e t t e semaine, d ' a u t r e s que moi meneront mon e n f a n t a sa l e g o n de p i a n o , chez M a d e m o i s e l l e G i r a u d . C'est une chose que j ' a i a c c e p t e que l ' o n f a s s e a ma p l a c e CMC. 107). La d e r n i e r e r e n c o n t r e e n t r e Anne et Chauvin a l i e u l e surlendemain diner-scandale.  du  C'est i c i que l e j e u de t r a n s f e r t a t t e i n t son paroxysme.  Pendant t o u t e s l e u r s c o n v e r s a t i o n s Anne Desbaresdes e t Chauvin out j o u e l e s r o l e s des p a r t e n a i r e s du crime p a s s i o n n e l evoque au debut de  l'histoire.  C e t t e f o i s - c i e l l e v i e n t s e u l e , sans son e n f a n t ( c e l u i q u i l a p r o t e g a i t d ' e l l e -  46 meme), sans m a q u i l l a g e :  "Le y i s a g e d'Anne Desbaresdes manquait  q u ' e l l e m e t t a i t d'habitude avant de l e montrer de sa l i b e r a t i o n , e l l e d o i t l e f a i r e s e u l e .  " (MC. 106).  du s o i n  Le d e r n i e r pas  D e j a en r o u t e v e r s l a chambre  ou e l l e a vomi, Anne Desbaresdes a p p e l l e Chauvin a l ' a i d e s i l e n c i e u s e m e n t . E l l e r e g a r d e r a l e b o u l e v a r d p a r l a b a l e du grand c o u l o i r de s a v i e . L'homme l ' a u r a deja; d e s e r t e (MC. 102-103). En presence meme de Chauvin, l o r s de l e u r d e r n i e r e r e n c o n t r e , son a p p e l r e s t e sans reponse: " E l l e examina l e c a f e , p u i s l u i , l ' e n d r o i t t o u t e n t i e r , et l u i , implorant un secours q u i ne v i n t p a s " (MC. 108). sont r e n v e r s e s .  E t de ce f a i t l e s r o l e s  Pendant t o u t l e d i a l o g u e c ' e s t Chauvin q u i menait l e g e u . Ce  matin Anne e s t l a p l u s  forte.  Chauvin s'accouda a l a t a b l e , l a t e t e dans ses mains. - Je suis fatigue. Anne Desbaresdes r e m p l i t son v e r r e , l e l u i t e n d i t . Chauvin ne l u i r e s i s t a pas (MC. 109)• Lorsque l e moment du t r a n s f e r t complet a r r i v e , c ' e s t encore Anne q u i p r e n d r a 1 ' i n i t i a t i v e , comme s i une n o u v e l l e f o r c e s ' e t a i t emparee d ' e l l e . Chauvin s'approcha de l a t a b l e , l a r e c h e r cha, l a r e c h e r c h a n t , p u i s y renonca. - J e ne peux p a s . E l l e f i t a l o r s ce q u ' i l n ' a v a i t pas pu f a i r e . E l l e s'avanca v e r s l u i d'assez p r e s pour que l e u r s l e v r e s p u i s s e n t s ' a t t e i n d r e (MC. 112). La c r i t i q u e a beaucoup i n s i s t e s u r 1'aspect mor.tuaire de c e t t e  scene  26 finale.  Pour e l i t e , Anne se met a" l a p l a c e de l a femmedtuee l o r s du crime  p a s s i o n n e l du debut du r e c i t .  Or nous croyons que l a mort a t t e i n t e i c i e s t  precisement l a mort d'Anne, c e l l e absorbee p a r m a r i , enfant et s o c i e t e . Elle e s t done en t r a i n de d e v e n i r elle-meme. Puisque sa n a i s s a n c e a eu l i e u p a r l a p a r o l e , l a mort d o i t e t r e prononcee a haute v o i x p a r Chauvin. - J e v o u d r a i s que vous soyez morte, d i t Chauvin. - C'est f a i t , d i t Anne Desbaresdes  (MC. 11*0. '  47  L'importance de l a f o r m u l a t i o n dans l e langage pour Anne Desbaresdes e s t i n d i q u e e au cours de ce " r i t e de passage":,  e l l e q u i f u t s i l e n c i e u s e pendant  s i longtemps, a peur de retomber dans l e s i l e n c e . - E l l e ne p a r l e r a p l u s j a m a i s , d i t - e l l e . - Mais s i . Un j o u r , un beau m a t i n , t o u t a coup, e l l e r e n c o n t r e r a quelqu'un q u ' e l l e r e c o n n a i t r a , e l l e ne p o u r r a f a i r e autrement que de d i r e b o n j o u r . Ou b i e n e l l e entendra chancer un e n f a n t , i l f e r a beau, e l l e d i r a i l f a i t beau. Ca recommencera. - Non. ' ' • • - C'est comme vous d e s i r e z l e c r o i r e , c a n'a pas d'importance (MC. 112). Ne pas p a r l e r , c ' e s t retomber dans l e n o n - e t r e q u ' e l l e e t a i t . Anne Desbaresdes e s t p u n i e p a r l a s o c i e t e mais e l l e e s t dans une v o i e n o u v e l l e . . . L a p r i s e de c o n s c i e n c e Anne ne s u b i t p l u s , e l l e a r e s i s t e . p e r c e p t i o n en a change. societe qui l'entoure. societe.  ayant eu l i e u , e l l e ne s e r a p l u s l a meme. La s i t u a t i o n e x t e r i e u r e r e s t e l a meme,sa  E l l e se v o i t , se c o n n a i t , e t s u r t o u t e l l e a v u l a E l l e a pu p a s s e r  o u t r e aux i n t e r d i c t i o n s de c e t t e  Anne Desbaresdes a s o u f f e r t d'une t r i p l e absence au monde:  p o s i t i o n - epouse, sa c l a s s e - b o u r g e o i s i e , son r o l e - mere. c ' e s t - a - d i r e , l a femme de v o l o n t e et de p a s s i o n capable n'existait plus. au monde. pondait la  Son r e f u s , l e vomissement, a a t t e i n t  Chauvin s e u l p o u v a i t  a sa " v r a i e nature":  societe bourgeoise.  c e l u i de Sara.  sique.  L'essentiel  d'une l i b e r t e  d'action  ses m u l t i p l e s absences  l u i r e n v o y e r une image d'elle-meme q u i c o r r e s -  c e l l e q u i n ' a v a i t pas l e d r o i t d ' e x i s t e r dans  Le changement chez Anne Desbaresdes e s t p l u s v  que  sa  I I se s i t u e a un n i v e a u  ^  2  profond  7  e m o t i o n n e l , , n o n seulement phy-  Ce n'est pas une p e r i o d e de v a c a n c e s , mais un evenement dans l a v i e  quotidienne,  c e t t e v i e q u ' e l l e v i t tous l e s j o u r s .  Le m i l i e u dans l e q u e l  e l l e v i t e s t b i e n p l u s r i g i d e que c e l u i de Sara, done son r e f u s e s t encore plus  significatif.  48  Dix heures et demie du soir en ete:  Maria  Dans l e s deux l i v r e s precedents Sara et Anne Desbaresdes  ont p r i s cons-  cience de cette "absorption dans l e mariage" ressentie comme une perte de s o i . Cette conscience qu'elles ont de ne plus s'appartenir provoque une resistance contre l ' e t a t actuel des choses: sa fagon.  e l l e s refusent cette absorption chacune it  Dans Dix heures et demie du soir en ete, Maria, plus stgee, v i t l e  moment ou son mariage de huit ans avec Pierre se dissout. se manifeste dans sa volonte de boire.  Le refus de Maria  Refugiee dans l ' a l c o o l , e l l e presente  1'image d'un desenchantement general, d'une lassitude fonciere qui l a f a i t f u i r devant l a mort du couple forme de Pierre et de Maria et l a naissance du couple Pierre et C l a i r e . L ' h i s t o i r e se deroule en une nuit.  Maria, Pierre et C l a i r e en vacances  en Espagne sont obliges de s'arreter dans un v i l l a g e a cause d'un orage. Dans ce v i l l a g e espagnol un double meurtre vient d'etre commis et l e meurtrier Rodrigo Paestra se cache quelque part sur l e s t o i t s de l a v i l l e . cette nuit deux evenements arrivent simultanement: Paestra sur l e t o i t :  Pendant  e l l e decouvre Rodrigo  " . . . e l l e voit l a forme f i x e et noyee de Rodrigo 28  Paestra agrippee autour d'une cheminee de pierre sombre"  , et e l l e v o i t l e s  premieres etreintes de Pierre et C l a i r e . l i s [les balcons] sont vides, sauf un seul, un seul, it l a droite de Maria, it l'etage superieur. [...] C_a doit etre l a premiere f o i s q u ' i l s s'embrassent. [...] E l l e l e s v o i t se detacher de toute leur hauteur sur l e c i e l en marche. Tandis q u ' i l l'embrasse, l e s mains de Pierre sont sur l e s seins de C l a i r e . [...] l i s doivent se d i r e l e s premiers mots de 1 ' amour. l i s leur montent aux levres, entre deux baisers, i r r e p r e s s i b l e s , j a i l l i s s a n t s (DH. 1+7). A p a r t i r de ce moment, Maria va v i v r e une tentative f o l i e de vouloir "commencer" un couple avec 1'assassin.  E l l e reussit it l e s o r t i r de l a v i l l e mais  cette tentative ne f a i t que confirmer sa solitude car avant qu'elle ne l e  49  r e j o i g n e i l se s u i c i d e . M a r i a , c ' e s t l a d e t r e s s e d'une -femme d'un c e r t a i n age f a c e a l a j e u n e s s e et l a beaute de C l a i r e . e l l e ne f a i t qu'accentuer  Sans cesse e l l e l e s s o u l i g n e e t en l e s s o u l i g n a n t , s a p r o p r e beaute f a n e e .  Au moment ou e l l e se  l'avoue a elle-meme, e l l e pense immediatement a l a beaute  de C l a i r e .  E l l e passe s a main s u r son v i s a g e . C'est aux mains s u r son v i s a g e q u ' e l l e l e s e n t , qu'e l l e l e s a i t , q u l e l l e f u t b e l l e , mais q u ' e l l e a commence a l ' e t r e moins. C'est a l a fagon, sans aucun management, dont e l l e passe l e s mains s u r son v i s a g e , q u ' e l l e s a i t q u ' e l l e a accepte d ' e t r e d e f a i t e a jamais (DH. 119). Que t u es b e l l e , d i t M a r i a [ a C l a i r e ] , t u es b i e n b e l l e (DHl 122). M a r i a c ' e s t a u s s i l a d e t r e s s e d'une femme q u i v o i t e l l e l a s e u l e v i e q u ' e l l e a i t connue. commence dans l e s o u v e n i r . l e u r premiere n u i t d'amour. p a t i o n presenter  se d i s s o u d r e devant  La s e p a r a t i o n de M a r i a e t de P i e r r e  M a r i a se s o u v i e n t encore de l e u r " n u i t de Verone",. P i e r r e l ' a d e j a o u b l i e e a cause de s a p r e o c c u -  l a s e d u c t i o n de C l a i r e .  - On v a r e s t e r Sia c e t t e n u i t , d i t r * i l . Pour .une f o i s [ . . . 3 - Pour une f o i s ? demande M a r i a . . [ . . .3 - J e v o u l a i s d i r e que j e n ' a v a i s pas encore assez 1'habitude de c e s i n c o n v e n i e n t s pour l e s r e d o u t e r au p o i n t que t u d i s , M a r i a . [Pierre.] M a r i a s ' e c a r t e de l a t a b l e e t pour l e d i r e ses mains s ' a g r i p p e n t a sa c h a i s e e t ses yeux se ferment. - Une f o i s , a Verone, d i t - e l l e [...] — C A Verone? Qu'y a - t - i l eu? [ C l a i r e ] - Nous avons mal dormi, d i t P i e r r e Peu a" peu M a r i a a u s s i se r e n d & l ' e v i d e n c e du:  (DH. 21-22).  "... s o u v e n i r i n e p u i s a b l e  mais p a r f a i t e m e n t v a i n d'une n u i t d'amour a Verone" (DH. 59).  Pendant c e t t e  n u i t , apres que M a r i a a v u P i e r r e e t C l a i r e , i l y a comme une t e n t a t i v e de " r e c o n c i l i a t i o n " de l a p a r t de P i e r r e .  P e u t - e t r e M a r i a a u r a i t - e l l e pu  empecher l a l i a i s o n de P i e r r e e t de C l a i r e , mais l e s mots de P i e r r e : " T u t e r a p p e l l e s , Verone? (DH;/ 58) Tu s a i s M a r i a , j e t'aime (DH. 6l) Maria,. M a r i a ,  50  tu es mon amour "(DH. 6 l ) , Maria les entend a travers l a dou"ble silhouette du balcon.  La, e l l e s'est vue exclue de ce qui etait sa vie.  Sa douleur pre-  c i p i t e sa decheance. Maria ressent cette tentative de reconciliation comme une humiliation.  Et pour l a premiere fois Maria l a i s s e paraitre sa colere,  colere de l a douleur.  C'est aussi l e moment ou Maria pense a Rodrigo Paestra,  comme "couple p a r a l l e l e " a c e l u i de Pierre-Claire. E l l e ne l e fera pas, e l l e ne r e v e i l l e r a pas Pierre. "Tu sais, Maria, je t'aime." I I dort pres de Claire du moment qu'elle a quitte l e couloir. Qu'il dorme done pres de Claire. Qu'il dorme, q u ' i l dorme. Si c'etait Rodrigo Paestra, justement cette nuit, quelle chance pour Maria. Quel divertissement a cet ennui, Cette f o i s - c i , i l s'agit de Claire (DH. 69-70). Dans l e trouble de sa decouverte, Maria se precipite dans l'aventure Rodrigo Paestra.  Son interet pour Rodrigo Paestra est double.  Sans doute e l l e revit  son double meurtre a l u i ( i l a f a i t ce qu'elle aimerait faire?).  Mais dans son  esprit, une f o i s qu'elle l'aura sauve au l i e u d'aller vers Madrid ou l'union de Pierre et de Claire va avoir l i e u , i l s iront vers l a frontiere frangaise afin de l e s o r t i r d'Espagne. Ainsi i l devient non seulement un empechement a l'union de Pierre et de C l a i r e , i l donne l'espoir d'une nouvelle vie a Maria. Rodrigo Paestra n'est encore pour Maria que 1'occasion d'une reverie d'evasion, l e moyen de s'imaginer qu'elle pourrait s o r t i r d'une situation penible.  C^est une fagon de ne pas penser a 1'amour de Pierre et de Claire  qui se precise et qui grandit. Paestra:  l a douleur.  Une a f f i n i t e naturelle unit Maria et Rodrigo  E l l e pense a l u i en ces termes:  ce tresor, ce monument de douleur" (DH. 70), ou encore: l a douleur" (DH.  "l'assassin de l'orage, "cette animalite de  lh).  Faire echapper Rodrigo Paestra a son destin, c'est dejouer l e sien: . Une chance pour que, a cause d'elle, i l sorte un court instant de l'ingenuite du  51  d e s e s p o i r , q u ' i l se souyienne de c e r t a i n e s d o n n i e s • g e n e r a l e s de l a c o n d u i t e humaine, de l a guerre,, de l a f u i t e , de l a h a i n e . Du r e l a i s de l ' a u r o r e r o s e sur son pays. Des r a i s o n s communes d ' e x i s t e r a l a longue, a l a f i n , meme a p r e s l a d i s p a r i t i o n de ces r a i s o n s (DH. 77). Dans 1 ' e s p r i t de M a r i a c e t t e p o s s i b i l i t e de c o n t r e c a r r e r l e d e s i r de C l a i r e q u i ne pense qu'a  se r e n d r e a M a d r i d , qu'a r e t e n i r l e s chambres, se  p r e c i s e , g r a n d i t , l u i donne un c e r t a i n p l a i s i r . P a e s t r a de l a v i l l e ,  Elle reussit a sortir  e t e l l e l e l a i s s e dans u n champ de b l e .  comprendre q u ' e l l e r e v i e n d r a a m i d i .  Rodrigo  Elle l u i fait  Or e l l e ne l ' a pas encore d i t a P i e r r e  et a C l a i r e q u i s'appretent a p a r t i r d i r e c t e m e n t pour Madrid. II faudrait l e leur dire, contrarier leur d e s i r n a i s s a n t , abandonner Madrid ou d o i t se f a i r e , ce s o i r , l e u r amour (DH. 1 2 5 ) .  ferae  Pendant quelques heures M a r i a se l a i s s e p o r t e r par l e r i v e : .  l'avenir  f e r m e , morbide d ' i l y a quelques heures, t o u t d'un coup s'ouvre.  Cependant  on t r o u v e Rodrigo P a e s t r a mort dans l e champ:  Ainsi l e  r i v e de M a r i a s ' e v a n o u i t .  i l s'etait  suicide.  D'apres Andre B i l l y :  Le r e c i t p o u r r a i t s ' a r r e t e r l a . M a r g u e r i t e Duras juge n e c e s s a i r e de nous r a c o n t e r comment l e meme j o u r , dans une chambre d'auberge, au bord de l a r o u t e , P i e r r e e t C l a i r e sont devenus amants. C'est p l u s banal.^® SJrJSS.Bratton dans s a t h e s e r e p r e n d c e t t e c r i t i q u e de B i l l y : S u p e r f i c i a l l y Dix heures e t demie du s o i r en ete i s a v e r y b a n a l n o v e l about m a r r i a g e and a d u l t e r y . In Dix Heures e t demie du s o i r en e t e , Duras goes beyond t h e p o i n t o f c l i m a x and drags out t h e n o v e l t o an unnecessary degree. The r e a d e r ' s i n t e r e s t f l a g s c o n s i d e r a b l y a f t e r the d i s c o v e r y of Rodrigo P a e s t r a ' s body i n t h e wheat f i e l d . The problem i s t h a t b a s i c a l l y t h e r e i s not enough m a t e r i a l i n t r i n s i c i n Maria's s i t u a t i o n t o s u s t a i n t h e n o v e l once t h e P a e s t r a p a r a l l e l i s dropped.31 Or s e l o n n o t r e t h l s e , c ' e s t l a r e a c t i o n de M a r i a q u i e s t  1'important.  52  M a r i a d o i t maintenant d e c i d e r de son s o r t . la realite:  l ' u n i o n de P i e r r e et de C l a i r e .  E l l e ne peut p l u s f u i r  deyant  En r o u t e - v e r s M a d r i d , i l s  s ' a r r e t e n t dans _ne auoerge et C l a i r e , c r o y a n t que l e s rmanzanillas ont M a r i a , p r e c i p i t e sa l i a i s o n avec  Pierre.  A Madrid l e meme s o i r , M a r i a f a i t f a i r e 1'amour avec  saoule  son c h o i x .  Lorsque  P i e r r e e s s a i e de  e l l e , e l l e se rend a 1 ' e v i d e n c e :  - C'est l a f i n de n o t r e h i s t o i r e , d i t Maria.' P i e r r e , c ' e s t l a f i n d'une h i s t o i r e . - Tais-toi. - Je me  tais.  Mais, P i e r r e , c ' e s t l a f i n .  [...] - Tu es sure? E l l e d i t que o u i . E l l e l e regarde dans l ' e p o u vante. - Depuis quand? - Je v i e n s de m'en a p e r c e v o i r . P e u t - e t r e dep u i s longtemps CDH. 18U). • P i e r r e , dans ce d e r n i e r e l a n v e r s M a r i a , aime en M a r i a l a d o u l e u r  qu'il  32 provoque chez e l l e - une M a r i a q u ' i l ne c o n n a i t pas encore. m a l g r e l a d o u l e u r de M a r i a , a v o i r d r o i t a ses l i a i s o n s . 1 ' a t t i t u d e de  Ainsi, i l  veut,  Bratton d e c r i t bien  Pierre: The r e a l P i e r r e i s a man o f ambivalent feelings. H i s f l i r t a t i o n and f u t u r e a f f a i r w i t h C l a i r e are r e a l , but at t h e same time he wants t o m a i n t a i n h i s m a r i t a l r e l a t i o n s h i p w i t h M a r i a , which i n h i s own mind i s more imp o r t a n t than h i s e x c u r s i o n i n t o adultery-. He f e e l s t h a t he s h o u l d be p e r m i t t e d h i s s e d u c t i o n o f C l a i r e without j e o p a r d i z i n g h i s t i m e - t e s t e d and t r a d i t i o n a l l y secure marriage t o Maria.^3  M a r i a r e f u s e l e compromis du t r i o P i e r r e - C l a i r e - M a r i a . net avec l e passe. histoire.  E l l e p r e f e r e couper  C'est e l l e q u i c o n s t a t e l a f i n de l e u r amour, de  leur  M a r i a ne s'accommode pas de c e t t e d e g r a d a t i o n de l a p a s s i o n ou  l ' e n f e r du q u o t i d i e n remplace l ' e l a n du debut.  E l l e p r e f e r e 1'amour-aventure-  p a s s i o n et r e f u s e c e t amour-habitude-partage que P i e r r e l u i propose. t o u t et r i e n , e l l e c h o i s i t de se p e r d r e dans l a s o l i t u d e de  l'alcool.  Entre  53  II est deja trop tard.  Les quelques tentatives de Pierre pour renouer  l e couple ne peuvent l a s o r t i r de sa decheance. t r a serait son propre suicide par l ' a l c o o l .  Le suicide de Rodrigo Paes-  Maria refuse l e compromis en  fonction de l'absolu "d'une nuit de Verone."  E l l e prefere se l a i s s e r dechoirv  La v i e du couple a f a i t ses ravages. Ce qui r e l i e Anne Desbaresdes et Maria, c'est en f i n de compte leur volonte d'agir - malgre l ' e t a t de leur abattement - en fonction d'une fagon de v i v r e qui correspond a leur besoin profond.  E l l e s ne s'arretent pas tant  que leur besoin - enfin rendu conscient - n'est pas assouvi.  E l l e s ne peu-  vent plus accepter leurs vies t e l l e s quelles, comme 14a bien explique Marguer i t e Duras dans une interview donnee a M. Fossey: Le desespoir dans l a v i e de ces deux femmes [Anne Desbaresdes et Maria] que vous me c i t e z s ' i n s c r i t positivement. C'est un desespoir vecu avec l u c i d i t e et plenitude, non pas en creux mais en plein.-' Dans Dix heures et demie du soir en ete, i l y a done une rupture.  Maria refuse  un amour degrade, e l l e refuse l e comportement de P i e r r e , tout a f a i t i n s e n s i ble et egoiste. Aun dilemme du couple Marguerite Duras propose deux solutions: p a r a l l e l e s ou l e divorce. detruite.  des amours  Celle qui continue l a v i e du couple est presque  Celle qui c h o i s i t l e divorce en sort presque indemne.  Suzanna Andler:  Suzanna  Suzanna Andler, prisonniere d'une conception t r a d i t i o n n e l l e du mariage, a accept! un mariage a t r o i s depuis longtemps.  E l l e tente enfin de s'en  sor-  t i r , car e l l e ne peut plus v i v r e de cette fagon. Suzanna est mariie depuis dix-sept ans.  Comme l a f i d i l i t i a mauvaise  reputation, Suzanna essaie d'accepter 1'attitude de son mari - i l a des tresses. • E l l e se force a f a i r e comme l u i et e l l e prend un amant a f i n de  mai-  54  continuer " l e mariage."  Cette premiere solution proposee au dilemme du  couple consiste a v i v r e chacun des amours p a r a l l e l e s . Qu'est-ce qui pousse Suzanna a 1'adultere?  D'abord c'est l e long aban-  don de son mari.  En parlant a une des anciennes maitresses de son mari,  parle de sa v i e :  une v i e sans a f f e c t i o n .  elle  Suzanna: II t'a d i t q u ' i l n'y avait plus r i e n entre nous depuis six ans? Monique, temps: I I ne m'avait r i e n d i t d'au-sisis' precis. (Temps) C'etait ce que j'avais compris ...enfin Monique n'a jamais su ce q u i l en e t a i t . Suzanna: C'est-a-dire... II voyait bien que j e n'avais personne...alors quelquefois n'est-ce pas... Court silence. Attention extreme de l a part de Monique. Suzanna: C'etait moi qui l e l u i demandais. (Temps, e l l e est comme un peu ivre) [...] II voyait bien que c'etait d i f f i c i l e a supporter quelquefois. L'ete i l n'y avait que ca partout ... (Rapide tout a coup). Lui, i l avait toutes l e s femmes q u ' i l v o u l a i t . Moi j ' e t a i s touj'ours avec l e s enfants.35 1  Ensuite c'est a 1'instigation de son mari qu'elle decide de prendre un amant. E l l e est l a femme d'un seul homme, e l l e v i t a l a l e t t r e l a notion de l a f i d e l i t e dans l e mariage bien que tout a l ' i n t e r i e u r du mariage s'ecroule.  Suzan-  na t i e n t a l a structure, a 1 ' i n s t i t u t i o n du mariage bien que l e sens de l ' i n s s t i t u t i o n n'existe plus.  Son mari, par contre, avec ses maitresses, semble  1'avoir convaincue de prendre un amant. ci:  Son raisonnement est peut-etre  celui-  f a i s comme moi pour que j e puisse continuer a f a i r e ce que j e f a i s .  semble se decider:  Elle  "Je m'etais juree de l e tromper, i l l e f a l l a i t . (Temps)  Je l u i avais promis" (SA. k3). Lors d'une conversation avec son mari Jean (car e l l e est sur l a Cote avec son amant - l u i est a l a campagne avec sa maitresse) nous apprenons que son mari a joue un grand r o l e dans cette decision. fut  p r i s e pour e l l e . Jean:  C'est i n t o l e r a b l e Suzanna.  En f a i t l a decision  55 Suzanna: Oui. (Temps). II l e f a l l a i t , tu l e disais... Jean, temps: Tu comprenais q u ' i l l e f a l l a i t ? Suzanna, temps long: Non. Silence Jean: Et maintenant? Suzanna, retard, franchise t o t a l e : Je ne sais plus. Silence sur l e desastre voulu par Jean Andler (SA. 57). S i son mari v i t facilement ses "aventures", Suzanna est dans l'angoisse. Lorsqu'elle parle a Monique de son amant, de leurs rapports uniquement "phy36 siques", sans amour, e l l e en est bouleversee.  C'est l a premiere f o i s que  Suzanna prend un amant et, comme pour Anne-Marie Roche dans La Musica, c'est une decision serieuse et grave: Suzanna: Je dois t e d i r e . (Arret, r i r e href.) C e t a i t l a premiere f o i s que je trompais Jean. [...] Michel: Tu viens de dire l a v e r i t e . C'est extraordinaire. [...] Suzanna, d e l i r e etrange: C e t a i t l a premiere fois...Un autre homme ne m'avait jamais embrassee, touchee, vue (SA. 30). Cet  etat de choses declenche chez Suzanne des reactions diverses - preuve  de l a tension que cet "adultere" cree chez e l l e .  II est evident qu'elle  refuse l a situation qui l u i a ete f a i t e durant ces dix-sept ans de mariage. Pour l a premiere f o i s e l l e en parle. de Jean.  E l l e parle a cette ancienne maitresse  Suzanna, ayant subi tout en silence, sent remonter en e l l e l a rage  de dix-sept ans de mariage. Monique, temps: Oui (Temps.) C'est curieux que t u m'en paries aujourd'hui [Allusion a l a l i a i s o n de Monique et de Jean Andler]. Suzanna: Tout est d i f f e r e n t maintenant. (Temps) Je ne m'arreterais pas de parler maintenant.  De tout, de tout (SA. U8).38  E l l e parle mais tout au long de l a piece nous ne savons pas ce qui est v r a i , ce qui est faux.  E l l e v i t son a l i e n a t i o n dans l e mensonge - ou peut-  etre est-ce l e debut de l a f o l i e .  A son amant e l l e ment a propos de ce  56  qu'elle a f a i t 1'apres-midi (SA. 2h), de ses raisons de prolonger leur sejour sur l a cote (SA. 63), e l l e merit a Monique au sujet de son amant - a* savoir s ' i l s s'aiment ou non  (SA. k3-kk),  au sujet de sa v i e avec Jean (SA. h6).  Quelques indications sceniques soulignent  ces derniers mensonges:  - Monique a ecouteirtres attentivement cette version des f a i t s . - Suzanna ne se demande meme pas s i Monique; c r o i t a cette h i s t o i r e . - Melange de ce qui aurait pu etre - qui n'a pas ete d i t - avec ce qui l ' a ete. - Monique arrete l e mensonge, ce qu'elle c r o i t etre l e mensonge: l e mensonge formel (SA. h6-  hi).  E l l e ment a son mari:  " l i s n'insistent pas sur l e mensonge" (SA. 53), et  e l l e avoue a son mari l e s mensonges qu'elle f a i t a son amant. Suzanna, c r i s e : J ' a i beaucoup parle a Monique. (Temps) Beaucoup. (Temps) J ' a i menti beaucoup. Jean, 1'arrete, tendre, tendre: Ce n'est r i e n . . . -Suzanna: Oui. (Qa recommence.) Mais a propos de tout t u sais...de t o u t . . . s i e l l e te parle un jour de cette conversation...  [...]'  Jean, temps: A l u i , tu mens, aussi? Suzanna, temps: Oui Jean: temps: Tout l e temps? Suzanna, temps:  Sur nous je mens (SA. 5 5 ) .  E l l e se ment meme a elle-meme a propos de son amant. a l a pensee de l'aimer (ce qui  Biaeti  l a comedie d'une l i a i s o n passagere.  E l l e semble effrayee  en doute son mariage), alors e l l e se joue Cette v i e de mensonge a tous et a e l l e -  meme l a f a i t meme songer au suicide: Suzanna: Je me suis enfermee i c i pour me tuer je c r o i s . [...] Jean, voix sourde: Pourquoi mourir, Suzanna? Suzanna, temps: Oh...(Sourire, plainte enfantine meles.) Pour ne plus mentir peut-etre. (Temps.) Tu n'aurais pas ete l a seule raison... (Arret.) (SA. 5 8 ) . La v i e du couple continue en fonction de 1 ' i n s t i t u t i o n du mariage, surtout du cote de Suzanna.  Qu'est-ce qui l a r e t i e n t au sein du couple lorsque leur  57  mariage est vide de sens?  Suzanna semble mariee au mariage.  Michel: Suzanna, 1'argent? Tu aimes 1'argent? Suzanna, avec r e f l e x i o n et retard: Oui. Michel: C'est aussi pour 1'argent que t u restes avec Jean Andler? Suzanna, idem: Oui. C'est possible a cause de 1'argent peut-etre. Court Silence Michel: Quoi? Suzanna, ga va de soi:. Notre mariage?  (SA. 6 6 ) .  Mais selon Michel, l a seule raison pour l a duree de leur mariage est 1 ' e x i s tence des enfants, car l e reste n'est que t r a d i t i o n et habitude. Michel: Pense que s ' i l n'avait pas l e s enfants, i l t'aurait quittee depuis longtemps. E l l e s'est arretee pour ecouter et repart de nouveau. Michel: Vous n'auriez pas ete tenus de v i v r e ensemble. (Temps.) Vous vous seriez oublies. Encore une f o i s , l a femme se noie dans l ' a l c o o l . cette v i e qu'avec l'aide de l a boisson.  E l l e ne peut plus v i v r e  E l l e sait que son mari reste avec  e l l e sans l'aimer (SA. 2 6 ) , q u ' i l ne la. quittera pastta'nt:'"§ul|elle:--seraj 3SeuI<e'" (SA. 2 9 ) .  A i n s i e l l e se p r e c i p i t e dans cette l i a i s o n qu'elle continue  seulement a l'aide de l ' a l c o o l ;  cette l i a i s o n est devenue peut-etre plus  serieuse qu'elle ne l a v o u l a i t , et risque de b r i s e r enfin ce mariage. Suzanna: Oui, (Temps.) Je pense a boire maintenant, j'y pense de plus en plus t o t , tu sais dans l'apres-midi, vers cette heure-ci. A Paris aussi. (Temps, e l l e l e regarde) Ca se v o i t deja? [...] Suzanna [...] (Avec bonheur.) Je vais toujours boire maintenant, jusqu'a ma mort? (SA. 3 1 ) . Son evasion dans l ' a l c o o l l a protege de l a v e r i t e qu'elle voudrait refuser. E l l e est encore trop prise dans son mariage pour couper definitivement l e s l i e n s de dix-sept ans de mariage. nous allons devenir?"  (SA. 5 8 ) .  Son mari l u i demande:  "Qu'est-ce que  Et e l l e demande a son amant:  savons pas ce que nous allons devenir"  (SA. 6 3 ) .  "Nous ne  Tout est en devenir.  Peut-  58  etre changera-t-elle finalement  sa v i e .  Au l i e u de louer l a meme maison  d'ete sur l a Cote, i l semble qu'elle va changer cette annee. changement en amenera-t-il un autre. tence de son amant.  E l l e a enfin avoue a son mari 1'exis-  La d i f f i c u l t e pour Suzanna d'accepter 1'amour entre  e l l e et Michel diminue:':'; e l l e peut enfin d i r e : (SA. 79).  Peut-etre ce  "Peut-etre  que je t'aime."  Son mariage - une c o q u i l l e vide - est sure l e point de s'ecrouler.  Pour Suzanna c'est une v e r i t e d i f f i c i l e , d'autant plus d i f f i c i l e a cause de sa classe sociale ( l a bourgeoisie) ou l e mariage incarne toute une serie de valeurs dont depend l a s t a b i l i t e de l a societe entiere.  Elle f a i t partie  de ces femmes dont parle Claude Duehet: Les femmes y apparaissent comme doublement victimes en ce sens qu'elles ont toujours tendance a se conformer a l'idee ou a 1'image que l a societe e x p l o i t r i c e se f a i t d'elles.^9 La d i f f i c u l t e de Suzanna a admettre qu'elle a un amant releve du meme phenomene. mariage.  Cela ne s'accorde pas avec 1'image que Suzanna s'est f a i t e du  Tous savent qu'elle a un amant.  E l l e seule se l e cache.  Peu a  peu e l l e l'admet. Parce qu'elle a accepte "les structures [...]  et l ' i n s e r a t i o n dans ces  ko structures"  , elle a f a i l l i disparaitre.  Ce n'est qu'au moment ou e l l e  commence a l e s refuser qu'un semblant de v i e reapparait -chez r  elle.  Elle  l a i s s e apparaitre une aggressivite contre une des anciennes maitresses de son mari, e l l e f i n i t par avouer sa l i a i s o n a son mari, et e l l e admet meme sa volonte de l e f a i r e s o u f f r i r - sans doute parce qu'elle a souffert dans l e passe: Suzanna: Je r e s t e r a i chez t o i l e s t r o i s jours. Le temps de l e l a i s s e r s o u f f r i r . (Temps.) De s'habituer (SA. 75). Enfin e l l e a une reaction...ce qui nous l a i s s e  supposer que Suzanna va changer.  Suzanna s'est l a i s s e e d i s p a r a i t r e en tant que personne en fonction des enfants, en fonction de 1'ideal du mariage.  La solution des amours p a r a l l e l e s ,  59  que Suzanna a beaucoup de mal a v i v r e , e s t inalgre t o u t , un debut de l i b e r a t i o n , et e l l e f i n i t  par comprendre q u ' e l l e ne peut p l u s c o n t i n u e r comme avant.  Comme Anne Desbaresdes ( l e rapprochement e s t a f a i r e c a r e l l e s  appartiennent  a l a meme c l a s s e s o c i a l e , ou l a t r a d i t i o n e t l a facade sont p l u s que l ' e t r e ) e l l e s ' e s t e n f i n vue.  importantes  I I l u i f a u t encore un peu de temps avant  de p o u v o i r a c c e p t e r c e t t e n o u v e l l e image d'elle-meme.  La M u s i c a :  Anne-Marie Roche:  Elle  Les memes problemes poses dans Les P e t i t s Chevaux de T a r q u i n i a , ceux de l a l i b e r t e " e t l a r e c i p r o c i t e , sont poses a nouveau dans L a Musica d i f f e r e n c e q u ' i c i l e c o u p l e e s t p l u s jeune e t q u ' i l n'a pas L ' i v r e s s e de l'amour i n i t i a l meurt, l a l i b e r t e r e t r e c i t  avec c e t t e  d'enfants.  e t Anne-Marie  s'ennuie.  E l l e cherche & se desennuyer de l a meme f a c o n que son m a r i - par des l i a i s o n s passageres.  Mais l e s r e g i e s du j e u ne s ' a p p l i q u e n t pas aux deux de l a meme  maniere. La Musica et  e s t l e r e c i t d'une s o i r e e ou deux personnes, Anne-Marie Roche  M i c h e l N o l l e t , apres deux ans de s e p a r a t i o n , se r e t r o u v e n t l e s o i r du  d e c r e t de l e u r d i v o r c e .  Pendant c e t t e s o i r e e i l s r e v i e n n e n t sur l e u r  passe,  i l s l e v o i e n t au p r e s e n t , e t i l s se s e p a r e n t , c a r chacun a d e j a commence c e qu'on a p p e l l e "une  autre v i e " .  Le nom suggere un personnage composite C a n t a b i l e ) e t de M a r i a  (Dix heures  t r o u v e l e probleme fondamental  e t demie du s o i r en e t e ) .  du c o u p l e :  l a l e n t e d e g r a d a t i o n de c e t t e u n i o n . sommes s o r t i s de l a premiere de c o n s c i e n c e " o b j e c t i v e " . que  De ce f a i t  I c i se r e -  l a c o h a b i t a t i o n , 1'absorption et  Ce q u i e s t d i f f e r e n t , c ' e s t que nous  c o l e r e , de l a premiere  c e l u i des deux a u t r e s femmes.  mariage.  i n s p i r e de ceux d'Anna (Moderato  d o u l e u r , v e r s un n i v e a u  l e r e f u s chez Anne-Marie v a p l u s l o i n  E l l e r e f u s e t o u t e s l e s c o n t r a i n t e s du  60  Si l e s premiers moments de leur rencontre sont d i f f i c i l e s , l a c u r i o s i t e l'emporte et un dialogue s ' e t a b l i t  entre eux. Tant qu'ils  cette distance de l i b e r t e a l i b e r t e se maintient:  se vouvoient...  "II regarde cette femme  redevenue l i b r e . " ^ Auufur et a mesure qu'ils revivent l e passej qu'ils  sont  p r i s dans l'atmosphere emotionnelle d'autrefois, et q u ' i l commence a l a tutoye l e schema de leurs rapports de jadis reapparait: Lui, un temps: Va attendre dehors que cet homme arrive. E l l e , avec une d o c i l i t e qui evoque d'autres c i r constances: Oui (M. 1 7 1 ) • Remis dans",la situation mari-femme, e l l e perd l a force de caractere qu'elle montrait tout au long de l a piece, et e l l e redevient passive, d o c i l e , dominee. Cependant avant cette scene f i n a l e nous voyons 1'autre Anne-Marie: qui a pose des questions fondamentales. ici.  celle  La question de l a f i d e l i t e reapparait  Deja dans Les P e t i t s Chevaux de Tarquinia, Jacques, ayant eu d'autres  aventures, ne pouvait pas accepter cette idee chez sa femme.  I c i de nouveau,  1'homme se permet une l i b e r t e q u ' i l ne peut pas accepter chez sa femme; i l refuse meme de l a considerer.  I I reste plus r i g i d e que Jacques:  l e divorce  est l'unique solution. Pour Anne-Marie, 1 ' i n f i d e l i t e est un remede a 1'amour qui traine (M. l 6 l ) Si e l l e a c h o i s i d ' a l l e r dans l e sens de 1 ' i n f i d e l i t e c'etait pour combler un vide...:  "•J'ai f a i t ca pour retrouver l e s premiers moments...la premiere  (M. 1 5 8 ) . Comme pour Sara, comme pour Suzanna, 1 ' i n f i d e l i t e est un acte grave. Franchir ce pas est plus d i f f i c i l e pour e l l e s que pour l e s hommes: E l l e : [...] Vous savez, c'est tout a f a i t t e r r i b l e d'etre i n f i d e l e pour l a premiere f o i s ...c'est...epouvantable. ( E l l e r i t . ) C'est v r a i . . . l a premiere f o i s , meme une... passade... c'est epouvantable. C'est tout a f a i t faux de dire que ga ne compte pas.  fois  61 II se t a i t , sourit vaguement. E l l e , continue: Je ne pense pas que pour un homme, 1 i n f i d e l i t e soit jamais aussi... grave...(M. 1 5 8 ) . 1  Anne-Marie essaie de f a i r e comprendre a l'homme l ' e g a l i t e fonciere des etres, et de leurs besoins.  Tant q u ' i l n'acceptera pas cette e g a l i t e , tant  q u ' i l se montrera incapable de generosite, de r e p r o c i t e , l e s rapports humains ne s'amelioreront pas.  Encore une f o i s , l'homme r e s i s t e :  Lui, agressif: Je ne supportais pas votre i n f i d e l i t e alors que moi j e vous etais i n f i d e l e . Vous l e saviez? , E l l e : Oui. V a l e r i e me p a r l a i t de vos aventures (M. 165-166). Que cela tienne a l ' i n d i v i d u ou au conditionnement que l a societe l u i impose, i l reste que l a v i e d'un couple est vecue differemment.  La femme  n'est pas supposee avoir l e s memes emotions, l e s memes sentiments La nouveaute, l'aventure, l'inconnu sont i n t e r d i t s aux femmes. l a femme est mariee tout cesse pour e l l e .  que l'homme.  Une f o i s que  Lorsqu'il l u i raconte une de ses  aventures a l u i , q u ' i l avoue que c'etait merveilleux, simple, meme pas necessaire (M. 1 6 3 ) , e l l e essaie de l u i f a i r e accepter l'idee que cela peut etre p a r e i l pour une femme. E l l e : Rappelez-vous comment c ' e t a i t avec cette jeune f i l l e etrangere, rappelezvous exactement tout. C e t a i t p a r e i l . L u i ; lentement: C'est impossible. E l l e : Quoi? Lui:  D'accepter ga (M. 1 6 7 ) •  Cette scenemorifenea quel point l'homme, a p a r t i r d'une certaine conception de l a societe, refuse d'accorder  l e s memes d r o i t s a. l a femme. Et  c'est l a femme, en passant outre, en refusant de se l a i s s e r l i g o t e r par cette societe, qui met en cause l a societe.  Chez Anne-Marie, l'acte de  prendre un amant est deja un acte p o l i t i q u e : E l l e , tres leger d e f i : C e t a i t un autre homme que vous. Avant tout, c'etait ga, un autre. Vous etiez d'un cote, seul, de  62  1'autre cot_ i l y avait tous les hommes que je ne connaitrais jamais. (Un temps.) Je pense que vous devez me comprendre p a r f a i t e ment. (Un temps.) Non? Lui: Oui E l l e : J'en etais sure (Un temps.) Je c r o i s qu'a ce moment-la... nous etions quittes (M. 157). Par sa tenacite, et sa volonte d'absolu, c'est e l l e qui amene l e changement: l e divorce.  C'est l e debut de l a destruction d'une structure perimee et oppres-  sive* Jp^'uiPlat f^emmeemme. On v o i t qu'Anne-Marie est bien plus degagee que l u i et on a de l a d i f f i culte a accepter 1'interpretation d'Andre Camp: Mais l e passe ne se l a i s s e pas l i q u i d e r sans opposer de resistance. Et c'est l u i qui sort, finalement, vainqueur de cette confrontation qui ne l a i s s e que des v a i n c u s . ^ Au contraire, c'est e l l e qui s'est l i b e r e e . futurs partenaires telephonent.  Lors de leur conversation,  leurs  La reaction de chacun devant cet autre qui  existe deja est s i g n i f i c a t i v e : (Directions sceniques) II entend l a conversation. II est completement f i g e . Ce qu'elle, e l l e supportait tout a 1'heure, i l l e supporte tres mal (M. 167). D'ailleurs l a comprehension d'Anne-Marie au sujet des aventures de son mari nous montre qu'elle a une connaissance profonde de l a necessite de l a l i b e r t e chez l ' e t r e . E l l e : Oui, Valerie me p a r l a i t de vos aventures. L u i ; agressif: Vous ne trouviez pas ga tout a f a i t injuste de ma part? E l l e : Non, injuste, non. L u i : Quoi, alors? E l l e : Different. D i f f i c i l e au debut puis de plus en plus f a c i l e . . . e x p l i c a b l e . . . J e ne pouvais pas vous l e d i r e , vous ne l'auriez pas admis (M. 166). Puisque 1'homme dans La Musica ne peut point accepter l ' e g a l i t e i n t r i n seque de sa femme, c'est l u i qui demande l e divorce. semble regretter l e s consequences de sa decision.  C'est l u i aussi qui  Malgre l a femme qui l ' a t - "  63  t e n d , M i c h e l veut r e p r e n d r e l a v i e avec Anne-Marie. de  C e l a montre l e manque  s e n s i b i l i t e e t f a i t r e s s o r t i r l'egoisme de M i c h e l .  dit:  "Ce h ' e s t pas l a p e i n e de l e s f a i r e s o u f f r i r . " Peut-etre,  et c o n t i n u e r a  Par c o n t r e  Anne-Marie  (M. 169)  comme dans l e c a s de Suzanna A n d l e r , un c e r t a i n amour e x i s t e  d'exister Lui:  e n t r e eux.  J e ne comprends pas ce q u i se passe. (Un  temps.) La f i n e t l e commencement meles... par q u e l moyen f a i r e que t o i e t moi... c e t t e legende ( s o u r i r e ) s o r t e du n o i r . . . Elle: I I y a a c e t t e s o l u t i o n . . . ne r i e n f a i r e . . . r i e n . . . inventer ca. Lui: Dans l'omhre, en s e c r e t , l a i s s e r 1'amour grandir. Elle: Oui (M. 170). Cet amour q u i ne p o u v a i t autrenniveau. cepter.  Michel  pas v i v r e dans l e r e e l q u o t i d i e n  La l i b e r t e n e c e s s a i r e  a* 1'amour, M i c h e l  continuera  est i n c a p a b l e  ne supporte aucune autonomie chez Anne-Marie.  q u ' i l veut c ' e s t une p o s s e s s i o n  de 1'ac-  C'est un ex-  emple de l a domination t o t a l e e t a b s o l u e d'un e t r e p a r un a u t r e . s p i r i t u e l ne d o i t l u i e t r e ferme.  sur un  Aucun espace  I I p a r l e en termes de j a l o u s i e mais ce  complete, d e s p o t i q u e .  Lui: [...] C e t a i t a f f r e u x . . . J ' e t a i s j a l o u x de vous-meme... de ce quant a s o i . . . ioJT s ' a g i t des choses q u ' e l l e f a i s a i t s e u l e ; cinema, c o u r s e s , promenades, sans l u i en p a r l e r . ] (M. 160). I I est evident peu  qu'Anne-Marie ne veut pas v i v r e dans c e t t e s i t u a t i o n q u i peu a  1'aurait etouffee,  qui l ' e t o u f f a i t  d o c i l i t e a l a f i n de l a p i e c e . Dans ces deux p i e c e s ,  s i nous jugeons p a r sa r e a c t i o n de  Le d i v o r c e  est l ' u n i q u e s o l u t i o n .  i l n'y a pas 1'atmosphere menagante du meurtre  comme dans Moderato C a n t a b i l e  e t D i x heures e t demie du s o i r en ete mais i l  y a t e n t a t i v e de s u i c i d e chez l e s deux femmes.  C e t t e t e n t a t i v e de s u i c i d e  e s t l e u r fagon de d i r e non au s o r t que l a s o c i e t e l e u r f a i t . d'avoir  quelque chose de mieux f o n t q u ' e l l e s r e f u s e n t ,  Leur  volonte  chacune a l e u r fagon.  Chez Anne-Marie i l y a un d e s i r de v i v r e constamment a un n i v e a u  intensif-  64 c e l u i des premiers moments de 1'amour) qui refuse l a degradation de 1'amour dans l e couple.  E l l e veut vivre ce qui manque a Sara, a Anne Desbaresdes,  a Maria - un absolutisme - qui f a i t eclater l e s contraintes du couple. seule v i t lucidement - sans l'aide de l ' a l c o o l . qu'elle en est s o r t i e a temps.  Elle  Mais c'est sans doute parce  Marguerite Duras l a decrit a i n s i :  E l l e est dissimulee. Pourquoi? Parce qu'e l l e ne peut pas echapper a 1'absolutisme - de caractere tragiquee - qui l a determine. Autrement d i t , e l l e est tenue de dissimuler ce qu'e l l e c r o i t , ce qu'elle ressent, ses conclusions, les injonctions un peu etranges qui l a guident. Un absolutisme ne se "raisonne" pas. Si".elle l u i en p a r l a i t a l u i , i l essaierait de l e tempoo r i s e r , d'echapper. Ce theme de l a destruction de l a femme a l ' i n t e r i e u r d'une situation invivable - l e mariage - et sa volonte tenace d'en s o r t i r ont amene Suzanna et Anne-Marie a l a tentative du suicide.  Nous allons v o i r maintenant que  cette a l i e n a t i o n dans l e mariage peut prendre une autre forme de suicide: la folie.  Marguerite Duras explore cette forme extreme d'alienation - l a f o l i e dans l e s deux derniers r e c i t s de l a deuxieme periode.  On sent un crescendo  depuis Les P e t i t s Chevaux de Tarquinia qui va aboutir i c i a l a f o l i e de Lol (Le Ravissement de L o l . V. Stein) et a l a folie-meurtre-violence de C l a i r e (L'Amante Anglaise).  Ce dernier r e c i t sera comme une explosion de haine, de  vengeance et de v i t r i o l que C l a i r e j e t t e a l a societe.  Le Ravissement de L o l . V. Stein:  L o l V. Stein  A l'age de trente ans L o l se r e v e i l l e .  Sa v i e a ete f a i t e pour e l l e ,  e l l e s'est l a i s s e e couler dans une moule prepare par d'autres. f a i l l i disparaitre comme beaucoup d'autres femmes durassiennes. par f a i r e un choix; a i n s i e l l e sera sauvee.  Elle a Elle finit  65  La r e c o n s t r u c t i o n de l a f o l i e de L o l p a r l e n a r r a t e u r - m e d e c i n , Jacques -  H o l d , e s t analogue a l a r e c u p e r a t i o n de l a v i e d'Anna dans Le Marin de G i b r a l -  „  t a r par l e je-narrateur.  Dans l e cas d'Anne, e l l e " p a r l e de s a v i e " mais dans  ce l i v r e - a cause de l a " f o l i e " de L o l - c ' e s t l e n a r r a t e u r Jacques Hold q u i - nous p r e s e n t e ses hypotheses concernant l a v i e p r e c i d e n t e . de L o l .  Comme Anne  a pu se d e b a r r a s s e r de s a v i e passee grace a une mise en p a r o l e de ce passe jusqu'au p o i n t ou e l l e e n t r e p r e n d de former un nouveau couple avec l e j e n a r r a t e u r , L o l a u s s i v a p o u v o i r q u i t t e r son passe grace a l a p a r o l e .  Un mo-  ment dans l e passe - l a s o i r e e du b a l , moment q u i a " d e f i n i s a v i e " , e s t r e cree" t o t a l e m e n t e n t r e e l l e e t Jacques Hold.  C'est a ce moment que L o l e s t  l i b e r e e de son passe e t q u ' e l l e peut d e v e n i r s a p r o p r e p a r o l e au l i e u d ' e t r e d e f i n i e p a r s a mere, son m a r i ( l a s o c i e t e ) e t l e n a r r a t e u r .  Comme L o l d i t :  "Je n ' a i pas pu c h o i s i r ma v i e . " Que r e f u s e - t - e l l e p a r s a f o l i e ?  L a premiere chose q u ' e l l e semble  ser c ' e s t s a mere e t l a "honte" du b a l .  L o l est "avalee" par cette  societe,  par s a mere q u i l a p r e c i p i t e dans un mariage - sauvons l e s apparences. s o i r du b a l , L o l e s t abandonnSe p a r son f i a n c e q u i p a r t avec Stretter.  refu-  Le  Anne-Marie  B i e n que L o l i n s i s t e q u ' e l l e ne l ' a p l u s aime des l e moment du  ravissement d'Anne-Marie S t r e t t e r p a r M i c h a e l R i c h a r d s o n (son f i a n c e ) , pour l a f a m i l l e , l e scandale doit etre repare _ toute v i t e s s e . A i n s i , L o l f u t mariee sans 1'avoir v o u l u , de l a fagon q u i l u i c o n v e n a i t , sans en p a s s e r par l a s a u v a g e r i e d'un c h o i x , sans a v o i r a p l a g i e r l e crime q u ' a u r a i t e t e , aux yeux de quelques-uns, l e remplacement p a r un e t r e unique du p a r t a n t de T. Beach e t s u r t o u t sans a v o i r t r a h i 1'abandon exemplaire dans l e q u e l i l 1 ' a v a i t l a i s s e e (RLVS. 33). Le r e s s e n t i m e n t de L o l v i s - a - v i s de s a mere e s t s o u l i g n e dans c e t t e p h r a s e : "La mort de s a mere - e l l e a v a i t d e s i r e l a r e v o i r l e moins p o s s i b l e apres son mariage  - l a l a i s s a sans une larme" (RLVS. 35).  Comme Anne Desbaresdes, L o l t i e n t dans l e s cadres de s a v i e c o n j u g a l e  66  par une r i g i d i t e imposee.  E l l e semble refuser ces dix ans de mariage par  un exces de conformisme, un exces de routine,.un  exces d'ordre:  L o l . V. Stein i n s t a l l a sa maison natale de S. Tahla avec l e meme soin s t r i c t que c e l l e de U. Bridge. E l l e r e u s s i t a y introduire l e meme ordre glace, a l a f a i r e marcher au meme rythme horaire (RLVS. 3 8 - 3 9 ) . ^ 5  Ce meme theme de routine, d'ordre, de conformisme revient: Lol i m i t a i t , mais qui? l e s autres, tous l e s autfes, l e plus grand nombre possible d'autres personnes (RLVS. 3 7 ) . Tant d'effacement, tant de r i g i d i t e , tant de retenue ne peuvent pas durer et un jour cette femme automate se r e v e i l l e .  Le retour a l a v i l l e  nata-  l e , apres une absence de dix ans, marque l e debut d'.'fune epoquelnouvelle dans sa v i e . ville.  Liberee du soin de ses t r o i s enfants, e l l e commence a se promener en La marche - contraire a l'immobilite de ses dix dernieres annees -  correspond a un changement chez L o l : rigoureux  1'ordre est relache.  de ses jours b r i s e , l e souvenir du bal revient.  tendus au hasard "morte peut-etre" noncee l e soir du b a l "peut-etre  Aussitot 1'ordre Quelques mots en-  (RLVS. k3) qui rappellent une phrase pro-  qu'elle va mourir" (RLVS. 122) un visage  reconnu - c e l u i de Tatiana, c e l l e qui etait avec e l l e l e soir du b a l , et une autre ecluse se leve.  L ' e f f o r t pour y v o i r clair<"occupe  et remplit l e s  pensees de Lol dorenavant. Le refus que jusque-la e l l e s ' i n f l i g e a i t a l a maniere d'une punition sera maintenant adresse a l a societe.  L ' i n t e r d i c t i o n "d'aller au b a l " - par  son mari, par leurs connaissanceseestconstante: Dans cette douce amabilite - observee egalement par son mari - j e vois l e signe de 1'inquietude passee et a venir, constante, dans laquelle doivent v i v r e tous ses proches. On l u i parle parce q u ' i l l e faut mais on a peur de ses reponses [...] Jean Bedford [...] son seul souci s e m b l e r a i t - i l , serait d'empecher sa femme de g l i s s e r dans un propos dangereux publiquement [...] II c r o i t proteger sa femme (RLVS. 165).  67 Malgre ces precautions, e l l e trouve enfin l e moyen de retourner au b a l .  La  seule fagon de s o r t i r de cette situation est par l a formulation dans l e langa de l'evenement, et l a v i s i t e du Casino du b a l . du b a l .  Sa v i e s'est arretee l a nuit  E l l e ne cesse pas d'y retourner - ce qui l'empeche de v i v r e dans l e  present ou d ' a l l e r vers l'avenir.  Nous avons vu l e meme processus chez Anna  dans Le Marin de G i b r a l t a r : ayant parle du marin au je-narrateur, e l l e f i n i t par "transferer" son amour du marin au je-narrateur.  I c i Lol reussit a sor-  t i r du passe grace a Jacques Hold. S i va v i e precedente fut d'une p a s s i v i t e extreme, lorsque Lol va a l a recherche de sa v i e , c'est e l l e qui est active.  C'est e l l e qui c h o i s i t Jac-  ques Hold pour l e jeu de reconstruction de son passe. J'etais l e seul a savoir, a cause de ce regard immense, famelique qu'elle avait eu pour moi en embrassant Tatiana, q u ' i l y avait une raison precise a sa presence' i c i (RLVS. 90). Je vous a i c h o i s i (RLVS. 130). E l l e va d i r i g e r tous l e s mouvements, tous l e s moments.  Tous dans son  univers vont jouer leur r o l e selon l e s directions de L o l . Ces j o u r s - c i vont etre pour ces gens, plus precisement qu'un avenir plus l o i n t a i n , ceux qu'elle en f e r a , e l l e , L o l . V. Stein. E l l e fabriquera l e s circonstances necessaires, puis e l l e ouvrira l e s portes q u ' i l faudra: i l s passeront (RLVS. 8 2 ) . ^ Tous ses rapports doivent etre en accord avec une image du passe dont e l l e seule connait l e s d i s p o s i t i o n s : L'approche de Lol n'existe pas. On ne peut pas se rapprocher ou s'eloigner d ' e l l e . II faut attendre qu'elle vienne vous chercher, qu'elle v e u i l l e . E l l e veut, je l e comprends clairement, etre rencontree par moi et vue par moi dans un certain espace qu'elle amenage en ce moment (RLVS. 122). Je f a i s p a r t i e d'une perspective qu'elle est en t r a i n de construire avec une obstination impressionnante... (RLVS. 15^).  68 A i n s i c h o i s i , nomme, i l  d e v i e n t "l'homme de S. T a h l a q u ' e l l e a d e c i d e  de s u i v r e " (RLVS. 131). Mais L o l e s t s i delogee de sa personne que c ' e s t par l e b i a i s de T a t i a n a q u ' e l l e va s o r t i r d'elle-meme; L o r s q u ' i l s commencent l e u r voyage dans ce l o n g t u n n e l , c ' e s t un voyage indefini. RLVS p.*1  - Nous a l l o n s v e r s quelque chose.  Meme  s ' i l ne se passe r i e n nous avangons v e r s quelque but. [ L o l ] - Lequel? [Jacques-] - J e ne s a i s pas. Je ne s a i s quelque chose que --u.sur l ' i m m o b i l i t e de l a v i e . Done l o r s q u e c e l l e ci  se b r i s e , j e l e s a i s  (RLVS.  151)  Car L o l , q u i n 'a pas c h o i s i sa p r o p r e v i e , n'a pas d ' i d e n t i t e p r o p r e :  "Je ne  ;  commprends pas q u i e s t a* ma p l a c e " (RLVS. 160).  Cette confiance qu'elle a  en son p r o p r e c h o i x v a l u i p e r m e t t r e ce voyage au bout de l a n u i t du b a l . J Je s a i s que vous, q u o i que j e f a s s e vous l e comprendrez. I I f a u d r a prouver aux a u t r e s que vous avez r a i s o n (RLVS. l6l). Ce voyage que L o l et Jacques f o n t ensemble  a T. Beach, c ' e s t l e voyage  que  L o l f a i t v e r s ellefmeme, qu'on l'empeche de f a i r e d e p u i s d i x ans: Vous etes maintenant de ce voyage qu'on m'empeche de f a i r e d e p u i s d i x ans. Que c ' e t a i t bete (RLVS. 205). La memoire de L o l , grace a 1'amour de Jacques Hold (comme l e s p a r o l e s d'Anne grace au v i n de Chauvin) e s t vomie.  C e t t e memoire q u i l'empechait de v i v r e ,  e l l e 1'exhume pour l ' o u b l i e r a jamaisrevoit 202.)  s'en d e b r a s s e r pour e t r e l i b r e :  "Elle  sa memoire-ci pour l a d e r n i e r e f o i s de sa v i e , e l l e 1 ' e n t e r r e " (RLVS. Toute l a peur que r e p r e s e n t s ce l i e u ne se m a t e r i a l i s e pas.  Dans l e  c a s i n o ou a eu l i e u l e b a l , sa r e c h e r c h e du passe ne l a p r e c i p i t e pas la folie:  au c o n t r a i r e l a peur d i s p a r a i t . L o l passe l a t e t e a chaque i s s u e et r i t , comme enchantee par ce j e u de r e v o i r . Ce r i r e me gagne. E l l e r i t p a r c e q u ' e l l e cherche quelque chose qu'e l l e c r o y a i t t r o u v e r i c i , q u ' e l l e d e v r a i t done t r o u v e r , et q u ' e l l e ne t r o u v e pas. [...] E l l e me prend a temoin de son i n s u c c e s a chaque retombee  dans  69  d'un rideau, e l l e me regarde et e l l e r i t (RLVS. 2 0 7 ) . Ce meme r i r e l i b e r a t e u r , nous l'entendrons de nouveau dans Abahn Sabana David. Meme avant l a scene d'amour, Lol reconnait l e bonheur qu'elle eprouve maintenant - non seulement a cause de son a c t i v i t e a l a recherche de soi-meme mais egalement a cause de l a l i b e r t e  qu'elle eprouve avec Jacques Hold.  E l l e parle  de quitter son mari: E l l e a parle a son mari. E l l e l u i a d i t qu'elle croyait que l e s choses se terminaient entre e l l e et l u i . II ne l ' a pas crue. N'estce pas qu'elle l u i a d i t dejei, auparavant, des choses de ce genre? Non, jamais e l l e ne 1'avait f a i t (RLVS. 158). ° h  La " f o l i e " qui existe chez Lol est double.  La premiere c'est l e refus  de sa v i e , l a deuxieme c'est l a "vraie f o l i e " l o r s q u ' e l l e eprouve l e bonheur dans 1'amour avec Jacques Hold.  D'apres 1'interpretation de Marguerite Duras,  cette f o l i e derniere de Lol est une l i b e r a t i o n ;  une naissance.  Lol va done dans une chambre d'hotel avec 1'homme qu'elle aime et connait l a meme experience du bonheur que l e s autres femmes en general. Je veux d i r e par l a que, pour l a premiere f o i s , e l l e ne v i t pas a travers quelqu'un d'autre. E l l e v i t directement. Le choc de cette experience est s i v i o l e n t qu'elle perd completement l a t e t e . Disons que l e monde qu'elle connaissait, l e confort t o t a l dans lequel e l l e v i v a i t - soit l e type meme de l a "depersonnalisation" - a ete f r a casse. C'est comme s i e l l e venait de naitre a l'age de trente-cinq a n s . 9 Dans cette f o l i e e l l e connait l a v e r i t e de sa personne, de cette..femme qu'elle est reellement,  c e l l e capable d'agir.  Tout l e long du l i v r e , cette  societe qui entoure L o l , sa mere, son mari, et l a v i e qu'elle n'a pas chpisie - l a societe d i t e normale - avec ses exigences, ses contraintes - son misme - l'empechent de v i v r e . psychique de L o l V. Stein.  confor-  Le monde exterieur a f a i l l i r e u s s i r l e meurtre  E l l e r e u s s i t a s'echapper.  Tout l e l i v r e est une hypothese (nous y reviendrons dans l e chapitre VI).  70  II  i n v i t e au meme genre de  tar.  "voyage dans 1 ' i m a g i n a i r e "  que  Le M a r i n de  Gibral-  S i Le M a r i n de G i b r a l t a r f a i t r e v e r de ce monde u t o p i q u e pour femme, i c i  nous nous demandons:  l a f o l i e , e s t - e l l e dans L o l ou dans l a s o c i e t e q u i l ' e n -  toure, qui produit l a f o l i e .  Le passe a f i g e L o l dans une  "image"; l a s o c i -  ete l ' a maintenue dans c e t t e "image" de peur du " s c a n d a l e " L a c ' e s t l a f o l i e du  f o l i e de L o l  quotidien.  S i L o l se s i t u e encore dans l a l i m i t e de l a " r a i s o n r e c u p e r a b l e " , de C l a i r e Lannes va p l u s l o i n mee  dans l e s i l e n c e depuis  encore dans l a p e r t e de  soi.  t r o p longtemps pour en s o r t i r  personne pour l ' a i d e r . . . meme'1'ecrivain-interviewer  l e cas  C l a i r e est  enfer-  - en p l u s , e l l e  s'esquive  n'a  a l a f i n du  recit.  L'Amante A n g l a i s e :  C l a i r e Lannes.  Ce l i v r e , L'Amante A n g l a i s e , p u b l i e en 1 9 6 7 , en I 9 6 0 , Les V i a d u c s de l a Seine  et O i s e .  reprend  une  piece publiee  Nous i n c l u o n s ce l i v r e dans l a  deuxieme p e r i o d e c a r son theme, l a f o l i e - m e u r t r i e r e de C l a i r e , e s t l ' a b o u t i s sement l o g i q u e de ces d i f f e r e n t e s formes d ' a l i e n a t i o n s que  s u b i t l a femme  durassienne. Peut-etre  parce que  doute p a r c e que  C l a i r e e s t p l u s agee que  sa f o l i e l ' a c o n d u i t e  l e s a u t r e s femmes, sans  au meurtre q u i a eu l i e u avant l e de-  but du roman, C l a i r e resume en e l l e t o u t e l a t r a g e d i e de 1 ' a l i e n a t i o n C e t t e f o i s - c i l a f o l i e est " p a r l e e " par c e l l e q u i e s t " f o l i e " au  feminine. lieu  d ' e t r e une  s e r i e d'hypotheses par un n a r r a t e u r comme dans Le Ravissement de L o l .  V.  C e t t e p a r o l e en d i r e c t est t r e s i n t e n s e .  Stein.  v i e n t du f a i t que  La p u i s s a n c e  nous avons t r o i s v e r s i o n s de l a v i e de C l a i r e et du  Robert Lamy, p r o p r i e t a i r e du c a f e nous donne l a premiere v e r s i o n . s u i v i e de l a v e r s i o n de P i e r r e , l e m a r i de C l a i r e . en d e r n i e r l i e u .  du  livre crime.  Elle  est  La v e r s i o n de C l a i r e v i e n t  Le c o n t r a s t e e n t r e l e p o r t r a i t f a i t par  son m a r i et  son  71  propre p o r t r a i t  s o u l i g n e 1'incomprehension q u i e x i s t e e n t r e eux.  On se rend  compte q u ' i l ne s a i t r i e n de c e t t e femme avec q u i i l a vecu pendant p l u s de v i n g t ans.  Le p l u s grave, c ' e s t q u ' i l n'a jamais cherche a s a v o i r .  Ainsi  decouvrons-nous t o u t e une v i e d ' a l i e n a t i o n . En quoi c o n s i s t e l a f o l i e de C l a i r e ?  Sa f o l i e semble une fagon  au monde, mais s u r t o u t sa fagon de l e r e f u s e r . ceux q u i sont de "son c o t e " - son premier l e bucheron i t a l i e n .  D'Alfonso  d'echapper  E l l e d i v i s e l e monde en deux:  amant, 1'agent de Cahors e t A l f o n s o ,  e t de son amant e l l e d i t :  - Non, A l f o n s o e t a i t de mon c o t e , meme s ' i l ne l e s a v a i t pas-- L'agent de Cahors a u s s i , i l e t a i t l e s deux p i e d s de mon c o t e , l u i . De  "1'autre  c o t e " se t r o u v e n t Marie-Therese,  l a cousine  q u ' e l l e a t u e e , son m a r i e t tous l e s a u t r e s du v i l l a g e . sente p l u s i e u r s choses que C l a i r e ne supporte [ q u i ] mangent e t dorment bien"(AA. l U 8 ) (AA.  Marie-Therese r e p r e -  e l l e f a i t p a r t i e " d e s gens  e t de ceux q u i s o n t " t o u j o u r s  137)1 En p l u s e l l e f a i s a i t c e t t e v i a n d e  Selon Marguerite  pas:  sourde-muette  contents"  en sauce q u i f a i s a i t vomir C l a i r e .  Duras: Le degout des v i a n d e s en sauce, c ' e s t l e degout de 1 ' o p u l e n c e , de l a g r a i s s e , de 1'accommodation a l a v i e , du bonheur qu'on s'amenage, du b i e n - v i v r e , du c o n f o r t , meme du c o n f o r t intellectuel.52  Marie-Therese a u r a i t ete l a r e i n e de 1 ' a u t r e c o t e : - Marie-Therese Bousquet e t a i t - e l l e de " 1 ' a u t r e cote"? [ i n t e r v i e w e r ] - A cause de son i n f i r m i t e , non, e l l e n'y e t a i t pas, mais s i e l l e a v a i t ete normale g'aur a i t ete e l l e l a r e i n e de 1 ' a u t r e c o t e . Retenez b i e n c e que j e v i e n s de vous d i r e : l a reine. E l l e l e s d e y o r a i t des yeux quand i l s p a s s a i e n t sur l e s t r o t t o i r s pour a l l e r ei l a messe. I l s l u i s o u r i a i e n t a e l l e , done voyez (AA. 1 7 7 ) . E l l e r e p r e s e n t e t o u t e une v i e b o u r g e o i s e ce q u i l'empechait pas  que C l a i r e r e j e t t e .  d'y a l l e r t o u t a f a i t c ' e t a i t  Quant a son  mari,  ses deux femmes - i l ne p o u v a i t  e t r e de p l a i n - p i e d dans l a s o c i e t e , mais par 1 ' e s p r i t "au fond, i l e t a i t  72  de 1 ? a u t r e c o t e l u i a u s s i  (AA. 1J61"  c a r i l a u r a i t y o u l u f a i r e commes l e s  autres. Sans- nous i l l e s a u r a i t r e g u s a t a b l e , j ' e n s u i s c e r t a i n e , i l a u r a i t p a r l e comme eux. Bonj o u r madame, comment a l l e z - v o u s ? v E t l e s e n f a n t s ? ga pousse? Quand ga ne v a pas, on f a i t a l l e r (AA. 1 7 6 ) . Ce degotit de 1 ' a u t r e c o t e s ' i t e n d a t o u t l e v i l l a g e : de l a s o c i e t e  une condamnation  bourgeoise: - Non, j a m a i s , j e n ' a i j a m a i s e t e de l e u r cote. S ' i l m ' a r r i v a i t d'y a l l e r , p a r exemple en f a i s a n t l e s c o u r s e s [...] a l o r s j ' e t a i s b i e n o b l i g e e de l e u r d i r e b o n j o u r e t de l e u r p a r l e r , mais l e minimum. Apres j ' e n a v a i s pour une heure a entendre r e s o n n e r l e u r s v o i x a i g u e s de t h e a t r e (AA. 175).  A i n s i C l a i r e , en t u a n t M a r i e - T h e r l s e t u e t o u t 1'autre c S t e , l a " r e i n e " de 1 ' a u t r e c o t e .  M a i s ce m e u r t r e e s t 1'aboutissement d'une v i e ' ' d e • d e c e p t i o n .  I I semble que deux choses o n t marque C l a i r e . a v i n g t ans - une e x p e r i e n c e t r a u m a t i s a n t e :  Un p r e m i e r eyenement i l y  l e mensonge e t 1 ' i n f i d e l i t e de  son p r e m i e r amant. C'est l u i q u i m'a detachee de D i e u . J e ne v o y a i s que p a r l u i a p r e s D i e u . J e n ' e c o u t a i s que l u i , i l e t a i t t o u t pour moi e t un j o u r j e n ' a i p l u s eii D i e u mais l u i s e u l , l u i s e u l . E t p u i s un j our i l a ment i . I I e t a i t en r e t a r d . J e l ' a t t e n d a i s . Quand i l e s t r e v e n u i l a v a i t l e s yeux b r i l l a n t s , i l p a r l a i t , i lp a r l a i t . . . J e l e regardais, j e l'ecout a i s d i r e q u ' i l r e v e n a i t du p o s t e , e t ce q u ' i l a v a i t f a i t , ses mensonges, j e l e r e g a r d a i s e t i l p a r l a i t de p l u s en p l u s v i t e e t p u i s t o u t a., coup i l s ' e s t a r r e t e de p a r l e r - on s ' e s t r e g a r d e s , regardes,.-. Le ciel-,s;Les"t,iecrouie. (AA. 1 5 3 ) . Sa f o l i e l ' a p r o t e g e e du mensonge q u ' e l l e t r o u v e dans l e monde e t chez les etres.  D ' a i l l e u r s c ' e s t b i e n pour f a i r e r e s s o r t i r l e mensonge de P i e r r e  q u ' e l l e se l a i s s e p r e n d r e p a r l a p o l i c e ,  Lorsqu'on p a r l e de 1 ' e n d r o i t • o u l e  c r i m e a u r a i t pu e t r e commis P i e r r e p a r l e de l a " f o r e t . "  Immediatement C l a i r e  avoue a v o i r commis l e c r i m e , e t r e t a b l i t l a v e r i t e : " . . . c ' e s t  dans l a cave §  73  q u a t r e heures du m a t i n "  (AA. 127).  A i n s i l e mensonge de P i e r r e l ' a donnee'a"  l a police. [interviewer] I Iest possible qu'elle a i t eu 1 ' i n t e n t i o n de p a r t i r v r a i m e n t e t que ce s o i t votre r _ c i t q u i l ' a i t f a i t r e s t e r . Qu'elle s o i t r e s t e e pour r e t a b l i r l ' e r r e u r que vous f a i s i e z en d i s a n t que l a v i c t i m e - & v o t r e a v i s - a v a i t e t e a s s a s s i n e e dans l a f o r e t . [...] [ P i e r r e ] Vous c r o y e z que c ' e s t l ' e r r e u r s u r l ' e n d r o i t q u i l ' a f a i t avouer? [ i n t e r v i e w e r ] J e l e c r o i s . J e c r o i s . que.,si vous ne l ' a v i e z pas f a i t e , e l l e s e r a i t p a r t i e pour Cahors. [...] [ P i e r r e ] En somme t o u t s ' e s t passe comme s i c ' e t a i t moi Ii cause de ce mot: f o r e t , q u i 1 ' a v a i s donne _ l a p o l i c e (AA. 125, 127, 128). S e l o n M a r g u e r i t e D u r a s , l e f o u "ne peut pas s u p p o r t e r l e mensonge" e t s e u l l e s f o u s r e f u s e n t l e monde a c t u e l . s i g n e de sante...une chose p o s i t i v e .  Pour M a r g u e r i t e Duras l a f o l i e e s t un  Dans une i n t e r v i e w donnee a Jean de  B a r o n c e l l i M a r g u e r i t e Duras s ' e x p l i q u e a i n s i : M.D.': Le f o u e s t un i n d i v i d u q u i t r a n s g r e s s e l e p r e j u g e e s s e n t i e l - a s a v o i r l e s l i m i t e s du "moi" - e t q u i ne peut pas s u p p o r t e r l e mensonge, dont nous p a r l i o n s . L a f o l i e me donne de l ' e s p o i r . Au f o n d , l e s f o u s e t l e s e n f a n t s se r e s s e m b l e n t . Un e n f a n t e s t f o u , un e n f a n t de c i n q ans e s t un f a b u l e u x s p e c t a c l e . Le p h i l o s o p h e de mon f i l m a h u i t a n s . On se p l a i n t s q u ' i l a i t de p l u s en p l u s de nevroses p a r c e qu'on a l e jugement c o u r t . S ' i l y en a de p l u s en p l u s , c ' e s t que 1 ' i n t e l l i g e n c e et l a s e n s i b i l i t e g r a n d i s s e n t , c ' e s t que l e monde d e v i e n t de moins en moins s u p p o r t a b l e . S i nous s u p p o r t i o n s l e monde a c t u e l en t o u t e sante ment a l e , voilst qui s e r a i t desesperant. Le deuxieme f a c t e u r q u i a i n f l u e n c e C l a i r e e s t l e manque de s e n s i b i l i t e de son m a r i durant t o u t l e u r m a r i a g e .  Le j o u r oS e l l e en a v a i t l e p l u s b e s o i n  - l o r s de s a s e p a r a t i o n d e f i n i t i v e avec l ' a g e n t de Cahors - c ' e t a i t l e j o u r ou e l l e a compris  q u ' i l manquait a P i e r r e une q u a l i t e e s s e n t i e l l e . - l a compass; i o n : Une f o i s j e r e v e n a i s d'un h o t e l p r e s de l a gare de Lyon ou j ' a v a i s rendez-vous avec l ' a g e n t  74  de Cahors une d e r n i e r e f o i s et que j ' e t a i s r e n t r e e a t o u t e v i t e s s e pour q u ' i l ne d e v i n e r i e n , j e l ' a i v u r e v e n i r avec sa c r a v a t e , ses l u n e t t e s , comme s i de r i e n n ' e t a i t devant moi q u i p l e u r a l s encore, j e ne p o u v a i s pas m ' a r r e t e r , des larmes b r u l a n t e s me c o u l a i e n t t o u t e s s e u l e s , quand ce j o u r - l a j e l ' a i v u r e v e n i r avec sa c r a v a t e , ses l u n e t t e s , son c o l b l a n c , son a i r , son a i r de me d i r e sans l e d i r e : "Va p l e u r e r a i l l e u r s p e t i t e s i t u en as e n v i e " , ce j o u r - l i t j ' a i compris qu'i l e t a i t de l ' a u t r e c o t e : d e j a ce j o u r - l a (AA.  176-177).  Ce manque d ' o u v e r t u r e chez P i e r r e e s t a u s s i l a cause de v i n g t ans de s i l e n c e chez C l a i r e . lait  Tout simplement,  on i g n o r a i t  sa p r e s e n c e .  Puisqu'elle par-  differemment, personne, s a u f A l f o n s o , ne s ' i n t e r e s s a i t a ce q u ' e l l e  Ainsi elle etait  enfermee  disait.  en elle-meme avec ses pensees.  - E l l e p a r l a i t t r e s peu t o u t l e temps ou b i e n i l l u i a r r i v a i t a u s s i de ne pas p o u v o i r s ' a r r e t e r de p a r l e r q u e l q u e f o i s ? [ i n t e r v i e w e r ] - Ca l u i a r r i v a i t q u e l q u e f o i s . Comme a t o u t l e monde. N i p l u s n i moins souvent. Mais j e d o i s d i r e que ce q u ' e l l e r a c o n t a i t a l o r s , on ne l ' e c o u t a i t pas. [ P i e r r e ] - Qu'est-ce que c ' e t a i t ? - Oh, n'importe q u o i . Des c o n v e r s a t i o n s i n v e n t e e s - j e vous en a i p a r l e . Ca n ' a v a i t jamais de r a p p o r t avec ce q u i nous i n t e r e s s a i t (AA.  118-119).  La  p r e m i e r e d e c e p t i o n avec 1'agent de Cahors et l e manque de s e n s i b i l i t e  de son m a r i semblent folie le  de C l a i r e .  fait  le fait  se  On peut y a j o u t e r t o u t e une a c c u m u l a t i o n de p e t i t s  que M a r i e - T h e r e s e s'occupe de l a maison  q u ' i l ne soupgonnait pas 1'importance  (AA. 93),  l e fait  ou p l u s s u b t i l  encore  de 1'agent de Cahors dans sa  que C l a i r e ne l ' a jamais aime (AA. 118)  l e contraire, l e fait  faits:  et peu a peu prend sa p l a c e ,  que P i e r r e a eu une s e r i e de m a i t r e s s e s (AA. 85);  - le fait vie  e t r e l e s deux elements p r i n c i p a u x q u i ont c o n t r i b u e a l a  bien q u ' i l  q u ' i l a i m a i t l a v i a n d e en sauce...(AA.  1U9).  pen-  Le  manque de c u r i o s i t e de P i e r r e a l ' e g a r d de C l a i r e e s t total...meme en ce q u i concerne l e crime.  Comment ne pas e t r e c u r i e u x de l a d i s p a r i t i o n de M a r i e -  Therese q u i n'a pas q u i t t e l a maison d e p u i s son a r r i v e e ?  En somme, nous  75  v e r r o n s que qu'a  lui.  P i e r r e Lannes ne p o u v a i t [Voir l e chapitre  autres  choses.  pense  I I - Hommes].  S i l a presence de P i e r r e a une en p l u s des  l u i e t r e d'aucun s e c o u r s , c a r i l ne  f o n c t i o n dans l a " f o l i e " de  Les a u t r e s  C l a i r e , c'est  l a genent; e l l e se s e r t de  sa " f o l i e " .  pour avoir, l a p a i x . J ' a i m a i s b i e n q u ' i l s me prennent pour une f o l i e de temps en temps, l e u r f a i r e un peu peur. J ' a v a i s encore p l u s l a p a i x apres (AA. l6U). S i l'on considere Claire. autres  Sur une  sa v i e e n t i e r e , l a v i e n'a  de  " f o l i e " de C l a i r e e s t c e l l e  d'un  s ' e s t jamais accommode de l a v i e . "  La v i o l e n c e  sadique de  son crime - non  seulement t u e r M a r i e - T h e r e s e Bous-  quet mais l a couper en p e t i t s morceaux - montre sa h a i n e de assassinee,  desirs  t o i l e de fond de desenchantement ( l e mensonge de l ' a g e n t ) ces  f a c t e u r s sont venus s'y a j o u t e r : " L a  e t r e " q u i ne  jamais repondu aux  e l l e , a v i n g t ans,  et q u i n'a  ce monde q u i l ' a  cessS de l ' a s s a s s i n e r  Le crime pour C l a i r e e s t " l a r e v e n d i c a t i o n  depuis.  de l a l i b e r t e " . .  Selon 1'analyse  de B a r b a r a Bray: Mais c ' e s t l ' i d e e du crime et non pas l e g e s t e q u i 1 ' i n t e r e s s e . [ . . . _ Non, i l s ' a g i t p l u t o t d'un symbolisme p o e t i q u e , t a n t s o i t peu "maudit" s i l ' o n v e u t , mais extremement conv a i n c a n t , q u i f a i t que l ' a c t e c r i m i n e l s i g n i f i e l a r e v e n d i c a t i o n de l a l i b e r t e , 1 ' a f f i r m a t i o n de 1 ' e x i s t e n c e du boa.55 A l a f i n en p r i s o n , e l l e avoue e t r e "presque heureuse, [...] heureuse" (AA.  156).  Le crime pour e l l e e t a i t un  t a i s p i r e qu'un egout avant l e crime.  a c t e de p u r i f i c a t i o n :  "j'e-  Maintenant, de moins en moins" (AA.  E l l e r e g r e t t e son j a r d i n , ou e l l e p a s s a i t l a p l u p a r t e s t pas malheureuse d ' e t r e en p r i s o n .  sur l e b o r d d ' e t r e  E l l e s'est  de  son temps mais e l l e  190). n'-  enfin revoltee.  Conclusion: Des  l e premier roman de M a r g u e r i t e Duras l e theme de 1 ' a l i e n a t i o n  feminine  76  et  l e theme correspondant de l a femme q u i r e f u s e l e s o r t q u i ' l u i e s t f a i t p a r  la  s o c i e t e sont  esquisses.  Ce theme du r e f u s e s t o r c h e s t r e de p l u s en p l u s  a t r a v e r s son oeuvre jusqu'au moment ou i l y a une r u p t u r e avec l a s o c i e t e dans l e d i v o r c e ou l e meurtre. Des  l e depart  l e s femmes d u r a s s i e n n e s  t i o n n e l que l a s o c i e t e l e u r impose.  /  r e f u s e n t d'accepter  Comme l ' a e c r i t Madeleine  met  l e s e n e r g i e s de l a jeune  sont d i r i g e e s c o n t r e un environnement h o s t i l e , c e l u i de s a f a m i l l e , de son  f r e r e ou de son m i l i e u .  En meme  temps, e l l e l u t t e pour une autonomie q u i s e u l e  permet une v r a i e c o n n a i s s a n c e de s o i .  Une f o i s q u ' e l l e se c o n n a i t  femme, e l l e peut mieux se d e f i n i r p a r r a p p o r t a l a s o c i e t e . p a r e r de s a f a m i l l e avant d ' a v o i r une e x i s t e n c e autonome. sa v i e a t r a v e r s c e l l e de son f r e r e , d o i t de p o u v o i r v i v r e s a propre  se d e b a r r a s s e r  de son m i l i e u .  etre responsable  en t a n t que  Maud d o i t se s e -  Frangou q u i a v e c u de son f r e r e avant  v i e en t a n t que femme, avec une s e x u a l i t e de femme.  Suzanne s e u l e p a r v i e n t si une v r a i e autonomie c a r e l l e  se separe de sa f a m i l l e  C o n t r a i r e aux deux a u t r e s , e l l e ne se marie pas.  de s a p r o p r e  destinee.  Elle  s t r u c t u r e que l a s o c i e t e a d e c r e t e e pour e l l e :  E l l e va  s e u l e a r e f u s e d ' e n t r e r dans l a l e mariage.  Le r e f u s de l a femme dans l a deuxieme p e r i o d e de l ' o e u v r e Duras e s t p l u s grave c a r l a v i e e n t i e r e de l a femme e s t en j e u . fille  Chaque jeune  de c e t t e s o c i e t e .  Dans l a premiere p e r i o d e de l a jeune f i l l e ,  et  Chapsal:  chaque femme q u i n'accepte pas son r o l e t e l que d e f i n i p a r l a s o c i e t S .  en cause un aspect  fille  tradi-  ...ce sont des r e f u s a n t e s , des i m p i e s , des e t r e s q u i d i s e n t "non", a t t i t u d e scandaleuse, pour l a s o c i e t y presque t o u j o u r s b o u r g e o i s e dont e l l e s sont i s s u e s , e t q u i r i s q u e de f a i r e d ' e l l e s des o b j e t s de degout e t d'opprobre- r i s q u e q u i b i e n souvent l e s a t t i r e p l u s q u ' i l ne l e s e f f feaye^°  Ce r e f u s , dans l ' u n i v e r s d u r a s s i e n , e s t une p o s i t i o n p o l i t i q u e . fille,  l e role  de M a r g u e r i t e La jeune  a encore un a v e n i r devant e l l e ; p a r c o n t r e l a femme e s t d e j a dans c e t  77  avenir.  Son e t a t d ' a l i e n a t i o n e s t de p l u s en p l u s a i g u , a i n s i l a forme de  son r e f u s e s t de p l u s en p l u s r a d i c a l e . f o l i e chez t o u t e s  On p o u r r a i t meme p a r l e r d'un e t a t de  l e s femmes d u r a s s i e n n e s s i l ' o n d e f i n i t l a f o l i e comme l e  f a i t Madeleine C h a p s a l : ...toutes ces femmes f o l l e s de Duras, e n f e r mees dans quelque chose qu'on peut i n t i t u l e r l a f o l i e , mais qui en p l u s de l a f o l i e est p e u t etre aussi l a feminite.57 Car  l e u r r o l e d'epouse dans l a s o c i e t e i m p l i q u e une c e r t a i n e c o n d u i t e .  q u e l l e mesure e s t - c e  que ce r o l e meme c o n t r e c a r r e  On peut p r e t e r ces p a r o l e s a toutes  Dans  l a l i b e r t e de l a femme?  de S t e i n (personnage m a s c u l i n de D e t r u i r e  dit-elle)  l e s femmes m a r i e e s de M a r g u e r i t e Duras: Meme s i j e me s u i s p r e t e a l a comedie du mariage, j e n ' a i jamais a c c e p t e sans ce h u r l e ment i n t e r i e u r de r e f u s . ^  Le mariage ne c o n v i e n t  pas a l a femme d u r a s s i e n n e .  Chacune des femmes se t r o u v e a ce moment ou 1 ' a l i e n a t i o n q u ' e l l e  ressent  dans l e mariage e c l a t e e t se m a n i f e s t e d'une fag